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  4. 2023, Volume 36, Número 3
Figura 1
Relato de Caso

Tamponamento Cardíaco: Apresentação Clínica Inicial de Mediastinite Fibrosante

Aluísio José de O. Monteiro Neto et al. Vitor Medeiros Delgado Filipe Melo A. Leite Álvaro Braga Dutra Marcelo Dantas Tavares de Melo

Introdução

A mediastinite fibrosante (MF) é uma condição rara caracterizada pela proliferação de tecido fibrótico no mediastino, apresentando-se como uma massa concentrada ou infiltração difusa., As condições clínicas podem variar de benignidade a obstrução de estruturas mediastinais vitais, como vasos, vias aéreas e o esôfago. As queixas comuns são tosse, dispneia, infecção pulmonar recorrente, hemoptise e dor pleurítica. O envolvimento pericárdico não é relatado com frequência na literatura. Neste relato, descrevemos um caso raro de derrame pericárdico importante com tamponamento cardíaco como apresentação inicial de MF em uma paciente com câncer.

[…]

  • Mediastinite
  • Neoplasias da Mama
  • Tamponamento Cardíaco
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02/10/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230038
Figura 1
Artigo Original

Acurácia Diagnóstica do Escore de Cálcio Coronariano Adquirido com Redução da Dose de Radiação e Reconstrução Iterativa

Daniela Rodrigues Carnaval et al. Adriano Liebl Miguel Morita Fernandes Silva Bruno Marques Sartori … Caio Nogara de Menezes Couto Gabriel Bergonse Garaluz da Silva Ítalo Gabriel Beltrame Vazzoler Vinícius Maksoud Medeiros Rodrigo Julio Cerci

Resumo

Fundamento:

O escore de cálcio (EC) é um exame de imagem utilizado para avaliar o risco cardiovascular, por meio da detecção da calcificação arterial coronariana (CAC). No entanto, a exposição à radiação ionizante durante a tomografia computadorizada (TC) tem sido uma preocupação.

Objetivo:

O objetivo deste estudo foi avaliar a dose de radiação e a qualidade diagnóstica do EC, utilizando voltagem do tubo reduzida e reconstrução iterativa de imagem.

Métodos:

Estudo observacional transversal com pacientes acima de 18 anos. Foram excluídos pacientes com doença arterial coronariana prévia ou recusa em participar. Realizamos duas aquisições de EC (120 kV e 100 kV) com diferentes técnicas de reconstrução iterativa. Dois profissionais interpretaram os exames.

Resultados:

Foram avaliados 153 pacientes, e a redução da dose de radiação entre as aquisições com 120 kV e 100 kV foi de 43%. A concordância do grau de CAC entre as diferentes aquisições foi alta, variando de 93,9% a 96,2%. Na análise de Bland-Altman, foi observada uma ligeira superestimação dos resultados na aquisição com 100 kV em comparação com a aquisição com 120 kV.

Conclusão:

A aquisição do EC com 100 kV, utilizando reconstrução iterativa Modelo de Reconstrução Iterativa (IMR), resultou em uma significativa redução da dose de radiação. Além disso, a concordância com a aquisição com 120 kV foi alta, indicando que essa abordagem pode ser uma alternativa viável para diminuir a exposição à radiação durante o exame de EC. No entanto, é importante ressaltar a ligeira superestimação dos resultados na aquisição com 100 kV, o que deve ser considerado na interpretação clínica.

  • Calcificação Vascular
  • Doença da Artéria Coronária
  • Doses de Radiação
  • Tomografia
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02/10/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230069 Visualizações 1
Determinantes Incrementais do Protocolo Combinado de Imagens Supina-Prona da Cintilografia de Perfusão Miocárdica
Artigo Original

Determinantes Incrementais do Protocolo Combinado de Imagens Supina-Prona da Cintilografia de Perfusão Miocárdica

Tiago Oliveira Costa et al. Mário de Seixas Rocha Gilson Feitosa Soares Filho Raphael Abegão de Camargo Cristiano Ricardo Bastos de Macedo

Resumo

Fundamento:

A cintilografia miocárdica é um importante método não invasivo para o diagnóstico de doença arterial coronariana (DAC), mas não isento de artefatos. A realização do protocolo combinado supina-prona pode trazer benefícios às imagens com artefatos do protocolo padrão em posição supina. A falta de unanimidade na implementação do protocolo combinado pode estar relacionada à ausência de dados objetivos para a seleção prévia dos pacientes.

Objetivo:

Avaliar quais perfis antropométricos podem estar associados a um maior benefício na exclusão de artefatos para a realização otimizada do protocolo combinado.

Métodos:

Foi realizado um estudo transversal e analítico com 370 pacientes na Clínica do Grupo de Medicina Nuclear entre abril e agosto de 2022. O nível de significância estatística estimado foi de 5%. A análise estatística por meio de regressão logística binária foi utilizada para avaliar a associação entre dados antropométricos e a modificação do resultado inicial do exame após a realização do protocolo combinado.

Resultados:

O protocolo combinado promoveu um aumento de 19,7% na razão de normalidade do protocolo padrão. As variáveis peso, para ambos os sexos [OR = 1,02 (IC 95%, 1,0002 – 1,04; p = 0,047)], e busto em mulheres [OR = 1,06 (IC 95%, 1,01 – 1,11; p = 0,014)] representaram determinantes incrementais com significância estatística. Peso maior que 76,5kg para ambos os sexos (S: 58,5%; E: 61,5%) e busto maior que 100,0 cm em mulheres (S: 73,9%; E: 53,4%) foram os melhores pontos de corte na curva característica de operação do receptor (ROC).

Conclusão:

A implementação otimizada do protocolo combinado através dos critérios descritos de peso e medida do busto pode promover maior eficiência na aquisição de imagens.

  • Antropometria
  • Cintilografia
  • Decúbito ventral
  • Doença das Coronárias
  • Imagem de Perfusão do Miocárdio
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02/10/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230060 Visualizações 1
Figura 1
Editorial

Papel do Ecocardiograma com Strain na Avaliação de Pacientes com Doença de Chagas

Vinicius Tostes Carvalho et al. Luís Henrique Coelho Pinto Maria Carmo Pereira Nunes

A doença de Chagas permanece um desafio significativo para a saúde pública, afetando aproximadamente 6 milhões de pessoas em todo o mundo. Com a crescente globalização, o Trypanosoma cruzi já foi detectado em regiões anteriormente não consideradas endêmicas para o vetor transmissor, tornando-se uma das principais parasitoses negligenciadas. Apesar de um percentual de indivíduos infectados permanecerem assintomáticos na forma crônica indeterminada da doença, estima-se que 2 a 3% dos pacientes evoluam anualmente para a forma cardíaca. A cardiopatia chagásica constituiu a manifestação mais grave da doença de Chagas, apresentando-se clinicamente com insuficiência cardíaca, arritmias ventriculares e supraventriculares, distúrbios de condução e eventos embólicos.

O ecocardiograma constitui importante método propedêutico na avaliação de pacientes com doença de Chagas, especialmente na presença de cardiopatia chagásica. Em geral, o ecocardiograma investiga parâmetros relacionados à análise da contratilidade segmentar e da função sistólica global, sendo fundamental para o tratamento e prognóstico da doença. No entanto, mesmo variáveis bem estabelecidas na literatura, como a fração de ejeção, enfrentam desafios em refletir todos os aspectos patológicos da doença de Chagas.

[…]

  • Cardiomiopatias
  • Doença de Chagas
  • Trypanosoma cruzi
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02/10/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230075 Visualizações 2
Figura 1
Editorial

DIC Mulheres: O Que nos Motiva?

Samira Saady Morhy

No período de novembro de 2022 a março de 2023, foi disponibilizado no site do Departamento de Imagem Cardiovascular (DIC) da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), uma pesquisa voltada às sócias mulheres do DIC-SBC, com o objetivo de conhecermos melhor os desafios enfrentados pelas mulheres durante a formação e exercício da profissão.

Obtivemos 131 repostas, e os resultados estão ilustrados nas a .

[…]

  • Diagnóstico por Imagem
  • Medicina
  • Mulheres
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02/10/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230079 Visualizações 5
O Que o Cardiologista Espera dos Métodos de Imagem em Doença Isquêmica do Coração na Mulher
Review Article

O Que o Cardiologista Espera dos Métodos de Imagem em Doença Isquêmica do Coração na Mulher

Maria Cristina Costa de Almeida et al. Claudia Maria Vilas Freire Larissa Espíndola Neto Gláucia Maria Moraes de Oliveira

Resumo

A doença isquêmica do coração (DIC) é importante causa de morbimortalidade em mulheres e homens. Esse documento apresenta as diferenças dessa doença na mulher, com ênfase na investigação diagnóstica em sua fase estável.

A maior prevalência de sintomas atípicos, diferenças anatômicas, aspectos psicossociais adversos e a associação de fatores de risco específicos referentes ao passado obstétrico tornam necessária uma avaliação clínica acurada e uma investigação diagnóstica bem dirigida, levando-se em consideração as limitações e os valores preditivos positivos e negativos dos métodos. Devido à exposição mamária, exames que envolvem radiação devem ser reconsiderados em casos selecionados.

Também salientamos que exames não cardiológicos realizados com frequência na mulher, como mamografia, oferecem uma oportunidade de se atentar para o risco cardiovascular (RCV) em faixas etárias precoces ou mesmo em pacientes com poucos fatores de risco tradicionais.

Exames complementares que avaliam a microcirculação devem ser incluídos em casos de isquemia comprovada na ausência de doença coronariana obstrutiva, o que sabidamente é mais frequente em mulheres.

  • Imagem Multimodal
  • Isquemia Miocárdica
  • Mulheres
  • Risco
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02/10/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230071 Visualizações 3
Figura 1
Relato de Caso

Lipoma Cardíaco como um Achado Incidental em Exame de Imagem Cardiovascular

Fábio P. Taniguchi et al. Marcelo G. Silas Patrícia M. Oliveira

Introdução

O advento da imagem cardíaca inaugurou uma era em que achados incidentais podem ser detectados utilizando métodos menos invasivos, mesmo em pacientes assintomáticos. A apresentação clínica das massas cardíacas, caracterizadas pelas suas diferentes taxas de crescimento e diversas localizações dentro do coração, representa um desafio formidável para os cardiologistas. Portanto, é de suma importância a redução da carga clínica e dos custos, considerando o potencial da imagem cardíaca para otimizar o percurso clínico. As massas cardíacas mais comuns no átrio direito incluem trombos, vegetações e neoplasias. Aproximadamente 75% dos tumores primários são benignos, com mixomas compreendendo 50% dos casos benignos. Outros tumores benignos que geralmente podem surgir no átrio direito são rabdomiomas, fibromas, fibroelastomas e lipomas. Os lipomas cardíacos são raros, representando 2,9% a 8% de todos os tumores cardíacos benignos. Eles ocupam o terceiro lugar em frequência, depois dos mixomas e dos fibroelastomas papilares. A literatura sugere que 25% dos lipomas cardíacos são intramiocárdicos, 25% são extracavitários de origem epicárdica e 50% são intracavitários de origem subendocárdica. Lipomas são massas bem encapsuladas e homogêneas compostas por gordura madura. Embora a etiologia dos lipomas cardíacos seja desconhecida, eles podem originar-se de qualquer um dos três tecidos cardíacos: subendocárdico (o mais comum), pericárdico ou miocárdico.

O objetivo deste relato é apresentar um caso de lipoma atrial direito assintomático e discutir a etiologia, história natural e estratégias de manejo ideais para lipomas atriais direitos.

[…]

  • Lipoma
  • Neoplasias
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardiovasculares
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02/10/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230059i Visualizações 2
Figura 1
Editorial

Decodificando os Dilemas Diagnósticos da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Aplicando a Definição Universal para uma Melhor Padronização Diagnóstica

Renato A. Hortegal

Aplicando a Definição Universal de IC para Diagnosticar a ICFEp

O diagnóstico clínico de ICFEP é simples quando um paciente apresenta sintomas e sinais típicos de IC congestiva esquerda e/ou direita com FEVE ≥50%, juntamente com alterações ecocardiográficas típicas e níveis elevados de petídeos natriuréticos.

No entanto, pacientes com ICFEp podem não demonstrar esta apresentação clássica da IC. Na realidade, uma proporção significativa dos pacientes (∼50%) só apresentará sintomas durante o esforço, sem evidências atuais ou prévias de hipervolemia ao exame clínico ou hospitalização prévia por IC descompensada (). Este fenótipo de hipertensão atrial esquerda induzida por exercício torna o diagnóstico desafiador na prática clínica, com os critérios de Framingham mostrando sensibilidade limitada.,

[…]

  • Insuficiência Cardíaca
  • Insuficiência Cardíaca Diastólica
  • Testes de Função Cardíaca
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02/10/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230074 Visualizações 2
Figura 1
Relato de Caso

Experiência Inicial de Oclusão de Apêndice Atrial Esquerdo Guiada pelo Ecocardiograma Intracardíaco: Relato de Seis Casos

Fabricio Sarmento Vassallo et al. Henrique Teixeira Giestas Serpa Betina Reseck Walker Vinícius Fraga Mauro … Carlos Volponi Lovatto Eduardo Serpa Lucas Corsino dos Santos Hermes Carloni Aloyr Simões Edevaldo da Silva Gracielly Barros Renato Giestas Serpa

Introdução

Nas últimas décadas a incidência da fibrilação atrial (FA) aumentou exponencialmente de forma global., Esta comorbidade está diretamente relacionada a eventos cardioembólicos sendo que a anticoagulação oral (ACO) é o tratamento considerado padrão ouro para sua prevenção. Embora a ACO seja eficaz na prevenção de acidentes vasculares cerebrais (AVC) isquêmicos, a varfarina é contraindicada em 14% a 44% dos pacientes com risco de AVC cardioembólico, enquanto mesmo em pacientes elegíveis, apenas 54% são anticoagulados. Atualmente os anticoagulantes orais de ação direta (DOAC) são preferíveis como terapia preventiva aos AVC isquêmicos, entretanto, as taxas de descontinuação destas drogas relatadas em ensaios clínicos, que se deve principalmente à intolerância ou efeitos colaterais, variam de 23% a 35%. Em pacientes com história de AVC hemorrágico, sangramento não intracraniano descontrolado e doença renal crônica terminal ou dialítica a utilização dos DOAC apresenta contraindicações relativas ou absolutas.

Em casos de FA não valvar quando presentes as referidas contraindicações ao uso dos DOAC a oclusão de apêndice atrial esquerdo (OAAE) se mostra eficaz como alternativa terapêutica. Este procedimento tem sido guiado e realizado pela ecocardiografia transesofágica (ETE) que é considerada como padrão ouro. Porém, serviços que incorporaram a ecocardiografia intracardíaca (EIC) como ferramenta auxiliar durante a ablação por cateter para tratamento da FA passaram a utilizar este método como uma alternativa segura e eficaz ao ETE nos procedimentos de OAAE.–

[…]

  • Anticoagulantes
  • Apêndice Atrial
  • AVC Embólico
  • Fibrilação Atrial
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02/10/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230062i Visualizações 1
Figura 1
Case Report

Anomalia de Uhl: Relato de Caso e Diagnóstico Diferencial em Adulto

Isaura Elaine Goncalves Moreira Rocha et al. Paulo Henrique Benevides Siqueira Beatriz Gonçalves Rocha Bruno Farias Oliveira … George Elias Luna Martins Simone Cristina Soares Brandão

Introdução

A anomalia de Uhl (AU) é um distúrbio exclusivo do ventrículo direito (VD) que se caracteriza pela ausência do miocárdio total ou parcial, de forma que a parede ventricular fica composta pela superposição de endocárdio e epicárdio, sem qualquer tecido gorduroso, processo inflamatório ou infiltrativo. A musculatura dos átrios, o septo interventricular e o ventrículo esquerdo (VE) não estão envolvidos no processo.,

As manifestações clínicas são decorrentes da insuficiência ventricular direita (IVD). Formas com acometimento parcial podem ser pouco sintomáticas e permanecer por longos períodos sem diagnóstico, podendo ser confundidas com outras patologias mais frequentes que acometem o coração direito na vida adulta.,

[…]

  • Anormalidades Cardiovasculares
  • Diagnóstico Diferencial
  • Ventrículos do coração
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02/10/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230039 Visualizações 1
Relato de Caso

Metástase Cardíaca e Tumor Ovariano de Krukenberg: Um Relato de Caso

Jessyca Gonçalves Cruz et al. Ana Gardenia Liberato Ponte Farias João David Leitão de Lucena Christiane Bezerra Rocha Liberato … Ana Carolina Brito de Alcantara Mauricio Costa Lima

Introdução

Os tumores cardíacos primários são raros, apresentando incidência de 0,0017% a 0,28%. Os tumores secundários ou metastáticos, em contrapartida, são 40 a 100 vezes mais frequentes que os primários. Os sítios primários que metastatizam com maior frequência para o coração são pulmão, mama, melanoma maligno e tumores hematológicos. Metástase cardíaca secundária a tumores ovarianos é infrequente e, nos casos descritos, acomete principalmente pericárdio, sem descrição de lesões intracavitárias. As neoplasias metastáticas podem alcançar o coração pelas seguintes vias: hematogênica, extensão direta, vasos linfáticos, e através das veias pulmonares e da veia cava.,

O termo “tumor de Krukenberg” é utilizado clinicamente para designar um carcinoma metastático de células em anel de sinete, secretor de mucina no denso estroma fibroblástico do ovário.– Acomete principalmente mulheres na pré-menopausa, sendo a idade média de diagnóstico 45 anos, e tem como sítio primário mais comum o estômago, responsável por 70% dos casos, seguido de cólon, apêndice e mama., A história de carcinoma prévio ao diagnóstico do Krukenberg é obtida em apenas 20% dos casos, sendo o sítio primário, muitas vezes, desconhecido. A taxa de mortalidade é elevada, com sobrevida média de 14 meses após o diagnóstico.,

[…]

  • Metástase Neoplásica
  • Tumor de Brenner
  • Tumor de Krukenberg
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28/09/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230051i
Figura 1
Editorial

Protocolo ABCDE no Ecocardiograma de Estresse

José Luis de Castro e Silva Pretto et al. Clarissa Borguezan Daros

A de Assinergia

Baseia-se na presumível alteração de contratilidade miocárdica induzida pelo estresse na presença de estenose coronariana limitante ao fluxo. O desequilíbrio entre oferta e demanda dos substratos ocasiona uma redução no espessamento radial do miocárdio, um parâmetro por vezes limitado pela natureza semiquantitativa e subjetiva. A dependência do operador pode ser minimizada (não abolida) pelo treinamento especializado e adoção de medidas conservadoras de leitura, bem como credenciamento e controle de qualidade dos laboratórios de ecocardiografia avançada.

A avaliação da motilidade regional denota pior prognóstico quanto maior número de segmentos acometidos (universalmente definidos). Esse parâmetro é considerado estenose-centrado e tem valor limitado fora do contexto de doença coronariana epicárdica.

[…]

  • ecocardiografia
  • Ecocardiografia sob Estresse
  • Protocolos Clínicos
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26/09/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230070 Visualizações 1
Figura 1
Relato de Caso

Endocardite de Prótese Valvar Aórtica com Abscesso Paraórtico Extenso: A Relevância da Multimodalidade de Imagem

Bernardo Boccalon et al. André Barcellos Amon Thiago Ferreira Serafini Álvaro Schmidt Albrecht … Murilo Foppa Angela Barreto Santiago Santos

Introdução

A endocardite infecciosa (EI) é definida como a infecção do endocárdio ou material protético no coração, e tem como patogênese a adesão das bactérias ao endocárdio vulnerável ou material protético implantado durante uma bacteremia. Sua apresentação clínica é altamente variável, a depender do microrganismo causador, condições cardíacas subjacentes e comorbidades pré-existentes. A EI tem incidência anual estimada em até 10/100.000 em países ocidentais, com mortalidade de até 30% em 30 dias.

[…]

  • Diagnóstico por Imagem
  • Endocardite
  • Implante de Prótese de Valva Cardíaca
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26/09/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230068 Visualizações 1
Figura 1
Relato de Caso

Avaliação de Reserva de Fluxo Coronariano Pela Cintilografia Miocárdica na Hipertrofia Ventricular Esquerda

Renata Christian Martins Felix et al. Felipe Hermely Villela Pedras Odorico de Souza Lima Neto Leonardo Medeiros Vitório

Introdução

A integridade microvascular do leito miocárdico pode ser avaliada pela reserva de fluxo coronariano (CFR), que é um cálculo da proporção entre o fluxo sanguíneo coronariano absoluto sob estresse vasodilatador e em condições de repouso. Sua medida é capaz de estimar a disfunção vasomotora e reflete o efeito hemodinâmico de doença coronariana focal, difusa ou de pequenos vasos.

Atualmente, é possível medir a CFR de forma invasiva pela técnica de termodiluição ou Doppler intracoronariano e através de métodos não-invasivos, como ecocardiograma, ressonância magnética, tomografia computadorizada ou técnicas de medicina nuclear.

[…]

  • Angina Microvascular
  • Fluxo Sanguíneo Regional
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
  • Imagem de Perfusão do Miocárdio
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26/09/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230053 Visualizações 2
Figura 1
Relato de Caso

Achado Incidental de Cardiomiopatia Arritmogênica do Ventrículo Direito em Homem de 72 Anos Admitido com Síndrome Coronariana Aguda

Rafael Modesto Fernandes et al. Luciana Cunha Weber Vitor Queiroz de Castro Souza Mariana Baptista Guedes … Diogo Freitas Cardoso de Azevedo Marcia Maria Nova Rabelo

Introdução

A cardiomiopatia arritmogênica do ventrículo direito (CAVD) – também conhecida como displasia arritmogênica do ventrículo direito (VD) – é uma doença hereditária caracterizada pela perda progressiva de cardiomiócitos do VD e substituição por tecido fibrogorduroso. Essa substituição pode retardar a condução intraventricular e contribuir para arritmias ventriculares por meio de um mecanismo de macrorreentrada relacionado à fibrose. Assim, a CAVD é uma das principais causas de parada cardíaca arrítmica em jovens e atletas.

Embora, inicialmente designado como displasia, a CAVD não é um defeito congênito no desenvolvimento do miocárdio. É causada por mutações nos genes que codificam proteínas desmossômicas, as quais são responsáveis pela adesão célula a célula. Esta descoberta levou ao seu reconhecimento como cardiomiopatia e sua inclusão na classificação de cardiomiopatias pela American Heart Association. ,

[…]

  • Deformação Longitudinal Global
  • Displasia Arritmogênica Ventricular Direita
  • Ecocardiografia Tridimensional
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06/09/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230046
Figura 1
Editorial

A avaliação do strain pela ecocardiografia é vital na rotina diária?

Carlos Eduardo Suaide Silva

A avaliação da deformação da fibra miocárdica ( strain miocárdico) durante o ciclo cardíaco é uma medida direta da função muscular e pode ser obtida por exames de imagem convencionais como a ecocardiografia e a ressonância magnética.

A medida do strain pode identificar anormalidades na função global e regional do miocárdio além de fazer o diagnóstico diferencial de algumas cardiomiopatias. Além disso, é um marcador mais precoce de disfunção ventricular do que a fração de ejeção e pode prever eventos cardiovasculares adversos.

[…]

  • ecocardiografia
  • Função ventricular
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
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06/09/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230063 Visualizações 2
Figura 1
Relato de Caso

18F-FDG PET/CT no Diagnóstico, Avaliação Terapêutica e Definição de Conduta na Sarcoidose Cardíaca: Aprenda com Este Relato de Caso

Simone Cristina Soares Brandão et al. Matheus de Araújo Lucena Christiane Wiefels Pedro Rodrigues da Silva … Claudio Tinoco Mesquita Maria Fernanda Rezende Fabio Mastrocola

Introdução

A sarcoidose é uma doença inflamatória granulomatosa, sem caseificação e de etiologia desconhecida. A apresentação pode variar de um quadro assintomático com achados inespecíficos na radiografia de tórax até a falência de órgãos. Qualquer parte do corpo pode ser afetada, porém os locais mais comuns são os linfonodos mediastinais e os pulmões, seguidos pela pele e por estruturas oculares, como a úvea. Outros sistemas como o nervoso, endócrino, gastrointestinal, urinário, musculoesquelético e cardiovascular também podem ser acometidos.

A sarcoidose cardíaca (SC) é uma doença ainda pouco pesquisada no meio cardiológico. Ela está relacionada a quadros de cardiomiopatia que podem ser confundidos com cardiomiopatia hipertrófica, infiltrativa ou até mesmo isquêmica e cursa com arritmias ventriculares e distúrbios de condução com possível evolução para insuficiência cardíaca e/ou morte súbita. Vale ressaltar que a SC é responsável por até 35% dos bloqueios atrioventriculares totais (BAVT) em pacientes com menos de 60 anos. Esses pacientes são beneficiados com o implante de marcapasso e cardioversor desfibrilador implantável (CDI). A terapia imunossupressora está indicada no controle do processo inflamatório.

[…]

  • Fluordesoxiglucose F18
  • Sarcoidose
  • Tomografia por Emissão de Pósitrons
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06/09/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230029 Visualizações 1
Figura Central
Review Article

Características Ecocardiográficas da Síndrome do PRKAG2: Uma Revisão Integrativa

José Luiz Barros Pena et al. Igor de Souza Neto Alice Pinheiro Barbosa Dinamar Amador dos Santos Neto

Resumo

A síndrome do PRKAG2 é uma glicogenose lisossomal, hereditária, autossômica dominante rara, de início precoce, que se desenvolve com a síndrome de pré-excitação ventricular, arritmias supraventriculares e hipertrofia cardíaca. Essa doença é causada por mutações no gene codificante da proteína proteína quinase ativada por monofosfato de adenosina (AMPK), levando ao acúmulo de glicogênio nos cardiomiócitos. A ecocardiografia é uma técnica não invasiva, amplamente disponível e de alta eficiência para identificar e quantificar a hipertrofia ventricular esquerda (HVE). Assim, o foco central desta revisão está nos padrões ecocardiográficos, descrevendo as principais alterações em pacientes portadores da síndrome do PRKAG2. O objetivo deste trabalho é realizar uma revisão integrativa da literatura sobre as características ecocardiográficas apresentadas por pacientes portadores da síndrome do PRKAG2. O método utilizado trata-se de uma revisão integrativa da literatura sobre as características ecocardiográficas da síndrome do PRKAG2, mediante busca nas bases de dados PubMed, SciELO, IBECS e LILACS, utilizando os seguintes descritores na língua inglesa: “PRKAG2 syndrome” e “PRKAG2”. O achado ecocardiográfico predominante nos portadores da síndrome foi a hipertrofia das câmaras cardíacas, sobretudo acometendo o ventrículo esquerdo (VE). Além disso, outros achados foram alterações na fração de ejeção, no padrão de contratilidade e alterações das valvas cardíacas. A hipertrofia das câmaras cardíacas foi evidenciada na maioria dos estudos, com predomínio de hipertrofia do VE. A redução da fração de ejeção (FE) também foi descrita, tanto no VE quanto no ventrículo direito (VD). Ademais, dilatação atrial, discinesia cardíaca e disfunções valvares estão entre as outras características retratadas. Entretanto, os achados apresentaram ampla variação, reiterando a variabilidade fenotípica dessa síndrome. Tais achados ecocardiográficos estão ilustrados na .

  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • Doença de Depósito de Glicogênio
  • ecocardiografia
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09/08/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230047 Visualizações 2
Figura Central
Review Article

Como Eu Faço Myocardial Work : Por Que e Para Quem?

Rodolfo de Paula Lustosa et al. Arnaldo Rabischoffsky Eliza de Almeida Gripp

Resumo

O surgimento de uma nova ferramenta não invasiva conhecida como miocardial work para avaliação da função ventricular que independe das condições de carga foi fundamental no avanço dos métodos de imagem vigentes como o strain miocárdico, considerada uma técnica sensível na detecção de disfunção subclínica, entretanto, ainda dependente das condições de carga, impossibilitando diferenciar alteração contrátil da interferência somente causada pelo aumento da pós-carga. Essa nova tecnologia incorporada ao strain miocárdico aumentará a sensibilidade do método.

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Figura 1
Relato de Caso

Aneurisma Gigante de Artéria Coronária Direita com Fístula Arteriovenosa

Maria Eduarda Menezes de Siqueira et al. Mayra Isabel Dias Ana Claudia Vincezi Raudan Uski Luciano Figueiredo de Aguiar Filho

Introdução

Aneurisma de artéria coronária (AAC) é definido como uma dilatação que excede o diâmetro normal da artéria adjacente ou o diâmetro da maior artéria coronária do paciente em 1,5 vezes. Alguns autores consideram aneurisma de coronária gigante quando o diâmetro é > 20 mm, enquanto a American Heart Association define aneurisma gigante como aqueles > 8 mm. AAC gigante é uma patologia rara com incidência aproximada de 0,02%. Relataremos um caso de aneurisma gigante de artéria coronária direita com fístula para o seio coronário apresentando-se como uma “massa” gigante.

[…]

  • Aneurisma Coronário
  • Anomalias dos Vasos Coronários
  • Disfunção Ventricular Direita
  • Tomografia Computadorizada por Raios X
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26/07/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230025

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Monteiro Neto AJO, Delgado VM, Leite FMA, Dutra B, Melo MDT. Tamponamento Cardíaco: Apresentação Clínica Inicial de Mediastinite Fibrosante. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(3):e20230038.

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Monteiro Neto, Aluísio José de O.; Delgado, Vitor Medeiros; Leite, Filipe Melo A.; Dutra, Álvaro Braga; Melo, Marcelo Dantas Tavares de. Tamponamento Cardíaco: Apresentação Clínica Inicial de Mediastinite Fibrosante. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230038, out. 2023.

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Monteiro Neto, A. J. O., Delgado, V. M., Leite, F. M. A., Dutra, B., & Melo, M. D. T. (2023). Tamponamento Cardíaco: Apresentação Clínica Inicial de Mediastinite Fibrosante. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230038.

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Monteiro Neto, Aluísio José de O. and Delgado, Vitor Medeiros and Leite, Filipe Melo A. and Dutra, Álvaro Braga and Melo, Marcelo Dantas Tavares de. Tamponamento Cardíaco: Apresentação Clínica Inicial de Mediastinite Fibrosante. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230038. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tamponamento-cardiaco-apresentacao-clinica-inicial-de-mediastinite-fibrosante/>. ISSN 2318-8219

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Carnaval DR, Liebl A, Silva MMF, Sartori BM, Couto CNM, Silva GBG, Vazzoler GB, et al. Acurácia Diagnóstica do Escore de Cálcio Coronariano Adquirido com Redução da Dose de Radiação e Reconstrução Iterativa. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(3):e20230069.

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Carnaval, Daniela Rodrigues; Liebl, Adriano; Silva, Miguel Morita Fernandes; Sartori, Bruno Marques; Couto, Caio Nogara de Menezes; Silva, Gabriel Bergonse Garaluz da; Vazzoler, Ítalo Gabriel Beltrame; Medeiros, Vinícius Maksoud; Cerci, Rodrigo Julio. Acurácia Diagnóstica do Escore de Cálcio Coronariano Adquirido com Redução da Dose de Radiação e Reconstrução Iterativa. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230069, out. 2023.

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Carnaval, D. R., Liebl, A., Silva, M. M. F., Sartori, B. M., Couto, C. N. M., Silva, G. B. G. , Vazzoler, G. B., Medeiros, V. M., & Cerci, R. J. (2023). Acurácia Diagnóstica do Escore de Cálcio Coronariano Adquirido com Redução da Dose de Radiação e Reconstrução Iterativa. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230069.

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Carnaval, Daniela Rodrigues and Liebl, Adriano and Silva, Miguel Morita Fernandes and Sartori, Bruno Marques and Couto, Caio Nogara de Menezes and Silva, Gabriel Bergonse Garaluz da and Vazzoler, Ítalo Gabriel Beltrame and Medeiros, Vinícius Maksoud and Cerci, Rodrigo Julio. Acurácia Diagnóstica do Escore de Cálcio Coronariano Adquirido com Redução da Dose de Radiação e Reconstrução Iterativa. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230069. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/acuracia-diagnostica-do-escore-de-calcio-coronariano-adquirido-com-reducao-da-dose-de-radiacao-e-reconstrucao-iterativa/>. ISSN 2318-8219

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Costa, Tiago Oliveira; Rocha, Mário de Seixas; Soares Filho, Gilson Feitosa; Camargo, Raphael Abegão de; Macedo, Cristiano Ricardo Bastos de. Determinantes Incrementais do Protocolo Combinado de Imagens Supina-Prona da Cintilografia de Perfusão Miocárdica. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230060, out. 2023.

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Costa, T. O., Rocha, M. S., Soares Filho, G. F., Camargo, R. A. , & Macedo, C. R. B. (2023). Determinantes Incrementais do Protocolo Combinado de Imagens Supina-Prona da Cintilografia de Perfusão Miocárdica. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230060.

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Costa, Tiago Oliveira and Rocha, Mário de Seixas and Soares Filho, Gilson Feitosa and Camargo, Raphael Abegão de and Macedo, Cristiano Ricardo Bastos de. Determinantes Incrementais do Protocolo Combinado de Imagens Supina-Prona da Cintilografia de Perfusão Miocárdica. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230060. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/determinantes-incrementais-do-protocolo-combinado-de-imagens-supina-prona-da-cintilografia-de-perfusao-miocardica/>. ISSN 2318-8219

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Carvalho, Vinicius Tostes; Pinto, Luís Henrique Coelho; Nunes, Maria Carmo Pereira. Papel do Ecocardiograma com Strain na Avaliação de Pacientes com Doença de Chagas. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230075, out. 2023.

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Carvalho, V. T., Pinto, L. H. C., & Nunes, M. C. P. (2023). Papel do Ecocardiograma com Strain na Avaliação de Pacientes com Doença de Chagas. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230075.

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Carvalho, Vinicius Tostes and Pinto, Luís Henrique Coelho and Nunes, Maria Carmo Pereira. Papel do Ecocardiograma com Strain na Avaliação de Pacientes com Doença de Chagas. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230075. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/papel-do-ecocardiograma-com-strain-na-avaliacao-de-pacientes-com-doenca-de-chagas/>. ISSN 2318-8219

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Morhy SS. DIC Mulheres: O Que nos Motiva?. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(3):e20230079.

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Morhy, Samira Saady. DIC Mulheres: O Que nos Motiva?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230079, out. 2023.

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Morhy, Samira Saady. DIC Mulheres: O Que nos Motiva?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230079. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/dic-mulheres-o-que-nos-motiva/>. ISSN 2318-8219

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Almeida MCC, Freire CMV, Espíndola Neto L, Oliveira GMM. O Que o Cardiologista Espera dos Métodos de Imagem em Doença Isquêmica do Coração na Mulher. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(3):e20230071.

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Almeida, Maria Cristina Costa de; Freire, Claudia Maria Vilas; Espíndola Neto, Larissa; Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. O Que o Cardiologista Espera dos Métodos de Imagem em Doença Isquêmica do Coração na Mulher. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230071, out. 2023.

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Almeida, M. C. C. , Freire, C. M. V., Espíndola Neto, L., & Oliveira, G. M. M. (2023). O Que o Cardiologista Espera dos Métodos de Imagem em Doença Isquêmica do Coração na Mulher. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230071.

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Almeida, Maria Cristina Costa de and Freire, Claudia Maria Vilas and Espíndola Neto, Larissa and Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. O Que o Cardiologista Espera dos Métodos de Imagem em Doença Isquêmica do Coração na Mulher. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230071. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-que-o-cardiologista-espera-dos-metodos-de-imagem-em-doenca-isquemica-do-coracao-na-mulher/>. ISSN 2318-8219

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Taniguchi FP, Silas MG, Oliveira PM. Lipoma Cardíaco como um Achado Incidental em Exame de Imagem Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(3):e20230059.

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Taniguchi, Fábio P.; Silas, Marcelo G.; Oliveira, Patrícia M.. Lipoma Cardíaco como um Achado Incidental em Exame de Imagem Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230059, out. 2023.

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Taniguchi, F. P., Silas, M. G., & Oliveira, P. M. (2023). Lipoma Cardíaco como um Achado Incidental em Exame de Imagem Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230059.

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Taniguchi, Fábio P. and Silas, Marcelo G. and Oliveira, Patrícia M.. Lipoma Cardíaco como um Achado Incidental em Exame de Imagem Cardiovascular. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230059. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/lipoma-cardiaco-como-um-achado-incidental-em-exame-de-imagem-cardiovascular/>. ISSN 2318-8219

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Hortegal RA. Decodificando os Dilemas Diagnósticos da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Aplicando a Definição Universal para uma Melhor Padronização Diagnóstica. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(3):e20230074.

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Hortegal, Renato A.. Decodificando os Dilemas Diagnósticos da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Aplicando a Definição Universal para uma Melhor Padronização Diagnóstica. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230074, out. 2023.

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Hortegal, R. A. (2023). Decodificando os Dilemas Diagnósticos da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Aplicando a Definição Universal para uma Melhor Padronização Diagnóstica. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230074.

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Hortegal, Renato A.. Decodificando os Dilemas Diagnósticos da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Aplicando a Definição Universal para uma Melhor Padronização Diagnóstica. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230074. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/decodificando-os-dilemas-diagnosticos-da-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-preservada-aplicando-a-definicao-universal-para-uma-melhor-padronizacao-diagnostica/>. ISSN 2318-8219

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Vassallo FS, Serpa HTG, Walker BR, Mauro VF, Lovatto CV, Serpa E, Santos LC, et al. Experiência Inicial de Oclusão de Apêndice Atrial Esquerdo Guiada pelo Ecocardiograma Intracardíaco: Relato de Seis Casos. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(3):e20230062.

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Vassallo, Fabricio Sarmento; Serpa, Henrique Teixeira Giestas; Walker, Betina Reseck; Mauro, Vinícius Fraga; Lovatto, Carlos Volponi; Serpa, Eduardo; Santos, Lucas Corsino dos; Carloni, Hermes; Simões, Aloyr; Silva, Edevaldo da; Barros, Gracielly; Serpa, Renato Giestas. Experiência Inicial de Oclusão de Apêndice Atrial Esquerdo Guiada pelo Ecocardiograma Intracardíaco: Relato de Seis Casos. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230062, out. 2023.

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Vassallo, F. S., Serpa, H. T. G., Walker, B. R., Mauro, V. F., Lovatto, C. V., Serpa, E., Santos, L. C. , Carloni, H., Simões, A., Silva, E. , Barros, G., & Serpa, R. G. (2023). Experiência Inicial de Oclusão de Apêndice Atrial Esquerdo Guiada pelo Ecocardiograma Intracardíaco: Relato de Seis Casos. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230062.

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Vassallo, Fabricio Sarmento and Serpa, Henrique Teixeira Giestas and Walker, Betina Reseck and Mauro, Vinícius Fraga and Lovatto, Carlos Volponi and Serpa, Eduardo and Santos, Lucas Corsino dos and Carloni, Hermes and Simões, Aloyr and Silva, Edevaldo da and Barros, Gracielly and Serpa, Renato Giestas. Experiência Inicial de Oclusão de Apêndice Atrial Esquerdo Guiada pelo Ecocardiograma Intracardíaco: Relato de Seis Casos. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230062. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/experiencia-inicial-de-oclusao-de-apendice-atrial-esquerdo-guiada-pelo-ecocardiograma-intracardiaco-relato-de-seis-casos/>. ISSN 2318-8219

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Rocha IEGM, Siqueira PHB, Rocha BG, Oliveira BF, Martins GEL, Brandão SCS. Anomalia de Uhl: Relato de Caso e Diagnóstico Diferencial em Adulto. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(3):e20230039.

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Rocha, Isaura Elaine Goncalves Moreira; Siqueira, Paulo Henrique Benevides; Rocha, Beatriz Gonçalves; Oliveira, Bruno Farias; Martins, George Elias Luna; Brandão, Simone Cristina Soares. Anomalia de Uhl: Relato de Caso e Diagnóstico Diferencial em Adulto. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230039, out. 2023.

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Rocha, I. E. G. M., Siqueira, P. H. B., Rocha, B. G., Oliveira, B. F., Martins, G. E. L., & Brandão, S. C. S. (2023). Anomalia de Uhl: Relato de Caso e Diagnóstico Diferencial em Adulto. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230039.

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Rocha, Isaura Elaine Goncalves Moreira and Siqueira, Paulo Henrique Benevides and Rocha, Beatriz Gonçalves and Oliveira, Bruno Farias and Martins, George Elias Luna and Brandão, Simone Cristina Soares. Anomalia de Uhl: Relato de Caso e Diagnóstico Diferencial em Adulto. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230039. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/anomalia-de-uhl-relato-de-caso-e-diagnostico-diferencial-em-adulto/>. ISSN 2318-8219

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Brandão SCS, Lucena MA, Wiefels C, Silva PR, Mesquita CT, Rezende MF, Mastrocola F, et al. 18F-FDG PET/CT no Diagnóstico, Avaliação Terapêutica e Definição de Conduta na Sarcoidose Cardíaca: Aprenda com Este Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(3):e20230029.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Brandão, Simone Cristina Soares; Lucena, Matheus de Araújo; Wiefels, Christiane; Silva, Pedro Rodrigues da; Mesquita, Claudio Tinoco; Rezende, Maria Fernanda; Mastrocola, Fabio. 18F-FDG PET/CT no Diagnóstico, Avaliação Terapêutica e Definição de Conduta na Sarcoidose Cardíaca: Aprenda com Este Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230029, set. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Brandão, S. C. S., Lucena, M. A., Wiefels, C., Silva, P. R. , Mesquita, C. T., Rezende, M. F., & Mastrocola, F. (2023). 18F-FDG PET/CT no Diagnóstico, Avaliação Terapêutica e Definição de Conduta na Sarcoidose Cardíaca: Aprenda com Este Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230029.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Brandão, Simone Cristina Soares and Lucena, Matheus de Araújo and Wiefels, Christiane and Silva, Pedro Rodrigues da and Mesquita, Claudio Tinoco and Rezende, Maria Fernanda and Mastrocola, Fabio. 18F-FDG PET/CT no Diagnóstico, Avaliação Terapêutica e Definição de Conduta na Sarcoidose Cardíaca: Aprenda com Este Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230029. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/18f-fdg-pet-ct-no-diagnostico-avaliacao-terapeutica-e-definicao-de-conduta-na-sarcoidose-cardiaca-aprenda-com-este-relato-de-caso/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Pena JLB, Souza Neto I, Barbosa AP, Santos Neto DA. Características Ecocardiográficas da Síndrome do PRKAG2: Uma Revisão Integrativa. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(3):e20230047.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pena, José Luiz Barros; Souza Neto, Igor de; Barbosa, Alice Pinheiro; Santos Neto, Dinamar Amador dos. Características Ecocardiográficas da Síndrome do PRKAG2: Uma Revisão Integrativa. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230047, ago. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pena, J. L. B., Souza Neto, I. , Barbosa, A. P., & Santos Neto, D. A. (2023). Características Ecocardiográficas da Síndrome do PRKAG2: Uma Revisão Integrativa. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230047.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pena, José Luiz Barros and Souza Neto, Igor de and Barbosa, Alice Pinheiro and Santos Neto, Dinamar Amador dos. Características Ecocardiográficas da Síndrome do PRKAG2: Uma Revisão Integrativa. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230047. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caracteristicas-ecocardiograficas-da-sindrome-do-prkag2-uma-revisao-integrativa/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Lustosa RP, Rabischoffsky A, Gripp EA. Como Eu Faço Myocardial Work : Por Que e Para Quem?. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(3):e20230052.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lustosa, Rodolfo de Paula; Rabischoffsky, Arnaldo; Gripp, Eliza de Almeida. Como Eu Faço Myocardial Work : Por Que e Para Quem?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230052, jul. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lustosa, R. P., Rabischoffsky, A., & Gripp, E. A. (2023). Como Eu Faço Myocardial Work : Por Que e Para Quem?. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230052.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lustosa, Rodolfo de Paula and Rabischoffsky, Arnaldo and Gripp, Eliza de Almeida. Como Eu Faço Myocardial Work : Por Que e Para Quem?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230052. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-myocardial-work-por-que-e-para-quem/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Siqueira MEM, Dias MI, Uski ACVR, Aguiar Filho LF. Aneurisma Gigante de Artéria Coronária Direita com Fístula Arteriovenosa. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(3):e20230025.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Siqueira, Maria Eduarda Menezes de; Dias, Mayra Isabel; Uski, Ana Claudia Vincezi Raudan; Aguiar Filho, Luciano Figueiredo de. Aneurisma Gigante de Artéria Coronária Direita com Fístula Arteriovenosa. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230025, jul. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Siqueira, M. E. M. , Dias, M. I., Uski, A. C. V. R., & Aguiar Filho, L. F. (2023). Aneurisma Gigante de Artéria Coronária Direita com Fístula Arteriovenosa. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230025.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Siqueira, Maria Eduarda Menezes de and Dias, Mayra Isabel and Uski, Ana Claudia Vincezi Raudan and Aguiar Filho, Luciano Figueiredo de. Aneurisma Gigante de Artéria Coronária Direita com Fístula Arteriovenosa. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230025. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/aneurisma-gigante-de-arteria-coronaria-direita-com-fistula-arteriovenosa/>. ISSN 2318-8219

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