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Escores de Risco Poligênico: O Próximo Passo para Melhorar a Estratificação de Risco na Doença Arterial Coronariana?
ABC
Revisão

Escores de Risco Poligênico: O Próximo Passo para Melhorar a Estratificação de Risco na Doença Arterial Coronariana?

Ricardo Stein et al. Filipe Ferrari Diego García-Giustiniani

Resumo

Apesar dos avanços significativos no tratamento da doença arterial coronariana (DAC) e das reduções nas taxas de mortalidade anuais nas últimas décadas, a DAC continua sendo a principal causa de morte no mundo. Consequentemente, há uma necessidade contínua de esforços para abordar essa situação. Os algoritmos clínicos atuais para identificar pacientes em risco são particularmente imprecisos para indivíduos de risco moderado. Por esse motivo, foi sugerido que são necessários testes auxiliares, incluindo triagem genética preditiva. À medida que os estudos genéticos se expandem rapidamente e os dados genômicos se tornam mais acessíveis, diversos escores de risco genético têm sido propostos para identificar e avaliar a suscetibilidade de um indivíduo ao desenvolvimento de doenças, incluindo a DAC. De fato, o campo da genética tem contribuído substancialmente para a previsão de risco, particularmente nos casos em que as crianças têm genitores com DAC prematura, resultando em um risco aumentado de até 75%. Os escores de risco poligênico (PRSs, do inglês polygenic risk scores) surgiram como uma ferramenta potencialmente valiosa para compreender e estratificar o risco genético de um indivíduo. O PRS é calculado como uma soma ponderada de variantes de nucleotídeo único presentes em todo o genoma humano, identificáveis por meio de estudos de associação genômica ampla, e associadas a várias doenças cardiometabólicas. O uso dos PRSs é promissor, pois permite o desenvolvimento de estratégias personalizadas para prevenir ou diagnosticar patologias específicas de forma precoce. Ademais, seu uso é capaz de complementar os escores clínicos existentes, aumentando a precisão da previsão de risco individual. Consequentemente, a aplicação dos PRSs tem o potencial de impactar positivamente os custos e os desfechos adversos associados à DAC. A presente revisão narrativa oferece uma visão ampla do papel dos PRSs no contexto da DAC.

  • Doença arterial coronariana
  • Doenças Cardiovasculares
  • Genoma Humano
  • Risco
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23/09/2024 DOI: 10.36660/abc.20240252 Visualizações 1
Figura 1
ABCIC
Review Article

Como Eu Faço o Método PISA EROA na Regurgitação Mitral: Uma Revisão Crítica

Nicolas Merke

Resumo

É importante se manter humilde na ecocardiografia, mas também confiante. A regurgitação da válvula mitral (RM) é a doença cardíaca valvular mais comum. Para orientar a terapia adequada, é fundamental seguir e aplicar as ferramentas ecocardiográficas recomendadas pelas diretrizes. O método de convergência de fluxo, que calcula a área efetiva do orifício regurgitante e o volume regurgitante, desempenha um papel central na investigação diagnóstica, sendo amplamente utilizado por ecocardiografistas e ultrassonografistas. Somente mediante conhecimento da aplicação correta, e evitando seus riscos, podemos garantir valores abrangentes e plausíveis. Esta revisão crítica mostrará detalhadamente todos os momentos críticos da aplicação do método PISA EROA.

  • Doenças das Valvas Cardíacas
  • Insuficiência da Valva Mitral
  • Risco
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13/09/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240061 Visualizações 1
O Que o Cardiologista Espera dos Métodos de Imagem em Doença Isquêmica do Coração na Mulher
ABCIC
Review Article

O Que o Cardiologista Espera dos Métodos de Imagem em Doença Isquêmica do Coração na Mulher

Maria Cristina Costa de Almeida et al. Claudia Maria Vilas Freire Larissa Espíndola Neto Gláucia Maria Moraes de Oliveira

Resumo

A doença isquêmica do coração (DIC) é importante causa de morbimortalidade em mulheres e homens. Esse documento apresenta as diferenças dessa doença na mulher, com ênfase na investigação diagnóstica em sua fase estável.

A maior prevalência de sintomas atípicos, diferenças anatômicas, aspectos psicossociais adversos e a associação de fatores de risco específicos referentes ao passado obstétrico tornam necessária uma avaliação clínica acurada e uma investigação diagnóstica bem dirigida, levando-se em consideração as limitações e os valores preditivos positivos e negativos dos métodos. Devido à exposição mamária, exames que envolvem radiação devem ser reconsiderados em casos selecionados.

Também salientamos que exames não cardiológicos realizados com frequência na mulher, como mamografia, oferecem uma oportunidade de se atentar para o risco cardiovascular (RCV) em faixas etárias precoces ou mesmo em pacientes com poucos fatores de risco tradicionais.

Exames complementares que avaliam a microcirculação devem ser incluídos em casos de isquemia comprovada na ausência de doença coronariana obstrutiva, o que sabidamente é mais frequente em mulheres.

  • Imagem Multimodal
  • Isquemia Miocárdica
  • Mulheres
  • Risco
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02/10/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230071 Visualizações 2
ABC
Letter to the Editor

Incidência de Episódios de Alta Frequência Atrial em Pacientes com Doença de Chagas

Emanoela Lima Freitas et al. Elieusa e Silva Sampaio Roque Aras

O

s

[…]

  • Acidente Vascular Cerebral/etiologia
  • Desfibriladores Implantáveis
  • Doença de Chagas/complicações
  • Estimulação Cardíaca Artificial/métodos
  • Fibrilação Atrial/complicações
  • Risco
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01/04/2018 DOI: 10.5935/abc.20180060 Visualizações 1
Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST
ABC
Artigo Original

Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST

Elizabete Silva dos Santos et al. Luiz Minuzzo Roberta de Souza Ari Timerman

FUNDAMENTO: Em Síndrome Coronariana Aguda (SCA) sem Supradesnivelamento do segmento ST (SST) é importante estimar a probabilidade de eventos adversos. Para esse fim, as diretrizes recomendam modelos de estratificação de risco. O escore de risco Dante Pazzanese (escore DANTE) é um modelo simples de estratificação de risco, composto das variáveis: aumento da idade (0 a 9 pontos); antecedente de diabete melito (2 pontos) ou acidente vascular encefálico (4 pontos); não uso de inibidor da enzima conversora da angiotensina (1 ponto); elevação da creatinina (0 a 10 pontos); combinação de elevação da troponina e depressão do segmento ST (0 a 4 pontos). OBJETIVO: Validar o escore DANTE em pacientes com SCA sem SST. MÉTODOS: Estudo prospectivo, observacional, com inclusão de 457 pacientes, de setembro de 2009 a outubro de 2010. Os pacientes foram agrupados em: muito baixo, baixo, intermediário e alto risco de acordo com a pontuação do modelo original. A habilidade preditiva do escore foi avaliada pela estatística-C. RESULTADOS: Foram 291 (63,7%) homens e a média da idade 62,1 anos (11,04). Dezessete pacientes (3,7%) apresentaram o evento de morte ou (re)infarto em 30 dias. Ocorreu aumento progressivo na proporção do evento, com aumento da pontuação: muito baixo risco = 0,0%; baixo risco = 3,9%; risco intermediário = 10,9%; alto risco = 60,0%; p < 0,0001. A estatística-C foi de 0,87 (IC 95% 0,81-0,94; p < 0,0001). CONCLUSÃO: O escore DANTE apresentou excelente habilidade preditiva para ocorrência dos eventos específicos e pode ser incorporado na avaliação prognóstica de pacientes com SCA sem SST.

  • Estudos de Validação
  • Pontuação de Propensão
  • Probabilidade
  • Risco
  • Síndrome Coronariana Aguda
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14/08/2013 DOI: 10.5935/abc.20130163 Visualizações 1
ABC
Ponto de Vista

A inclusão do escore de risco na tomada de decisão em cardiopatia valvar

Ricardo Casalino et al. Max Grinberg

Fatos clínicos e dados numéricos sustentam interpretações sobre qualidade de vida e sobrevida no portador de cardiopatia valvar. Tais dados são úteis na tomada de decisão sobre interrupção da história natural e substituição por uma história pós-correção hemodinâmica. Competência e expertise interdisciplinar são exigidas para maximizar o resultado necessário e possível. Contudo, o ideal das recomendações para a obtenção do mais alto grau de satisfação terapêutica pelo portador de cardiopatia valvar sofre a influência de um conjunto de variáveis, parte ligadas a especificações do paciente, parte decorrentes de limitações dos métodos. O racional do escore de risco validado para marcadores múltiplos é o acréscimo de acurácia quantitativa à avaliação clínica prognóstica baseada na heterogeneidade da experiência individual e na intuição. Nesse contexto, o uso dos escores de riscos com função de predizer mortalidade pós-operatória são ferramentas úteis, de fácil aplicabilidade e que nos oferece dados objetivos sobre a situação do paciente. Das ferramentas disponíveis (EuroSCORE, STS score e Ambler Score) e utilizadas de forma assistencial, nenhuma apresenta validação em nossa população.

  • Doenças das Valvas Cardíacas
  • Escore
  • Pontuação de Propensão
  • Probabilidade
  • Risco
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08/08/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012000600018
Riscos cardiovasculares do bloqueio androgênico
ABC
Revisão

Riscos cardiovasculares do bloqueio androgênico

Adriano Freitas Ribeiro et al. César Camara Carlos Alexandre Segre Miguel Srougi Carlos V. Serrano Jr

O adenocarcinoma de próstata é o câncer mais comum no sexo masculino após o câncer de pele. Entre as várias formas de tratamento do câncer de próstata, a terapia de bloqueio androgênico é uma modalidade consagrada nos pacientes com doença metastática ou localmente avançada, que provavelmente resulta em aumento de sobrevida. No entanto, o bloqueio androgênico é causador de uma série de consequências adversas. Complicações como osteoporose, disfunção sexual, ginecomastia, anemia e alterações na composição corporal são bem conhecidas. Recentemente, uma série de complicações metabólicas foi descrita como aumento da circunferência abdominal, resistência à insulina, hiperglicemia, diabete, dislipidemia e síndrome metabólica com consequente aumento do risco de eventos coronarianos e mortalidade cardiovascular nessa população específica. Este artigo de atualização apresenta uma revisão bibliográfica realizada no MEDLINE de toda literatura publicada em inglês no período de 1966 até junho de 2009, com as seguintes palavras-chave: androgen deprivation therapy, androgen supression therapy, hormone treatment, prostate cancer, metabolic syndrome e cardiovascular disease, no intuito de analisar quais seriam os reais riscos cardiovasculares da terapia de deprivação androgênica, também chamada bloqueio androgênico, nos pacientes com câncer de próstata.

  • androgênios
  • Doenças Cardiovasculares
  • doenças do sistema endócrino
  • Hormônios
  • Risco
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13/10/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010001300019 Visualizações 1
Anti-inflamatórios não esteroides: Efeitos cardiovasculares, cérebro-vasculares e renais
ABC
Revisão

Anti-inflamatórios não esteroides: Efeitos cardiovasculares, cérebro-vasculares e renais

Michel Batlouni

Os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) encontram-se entre os medicamentos mais prescritos em todo o mundo. Essa classe heterogênea de fármacos inclui a aspirina e vários outros agentes inibidores da ciclo-oxigenase (COX), seletivos ou não. Os AINEs não seletivos são os mais antigos, e designados como tradicionais ou convencionais. Os AINEs seletivos para a COX-2 são designados COXIBEs. Nos últimos anos, tem sido questionada a segurança do uso dos AINEs na prática clínica, particularmente dos inibidores seletivos da COX-2. As evidências sobre o aumento do risco cardiovascular com o uso de AINEs são ainda incompletos, pela ausência de ensaios randomizados e controlados com poder para avaliar desfechos cardiovasculares relevantes. Entretanto, os resultados de estudos clínicos prospectivos e de meta-análises indicam que os inibidores seletivos da COX-2 exercem importantes efeitos cardiovasculares adversos, que incluem aumento do risco de infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca, insuficiência renal e hipertensão arterial. O risco desses efeitos adversos é maior em pacientes com história prévia de doença cardiovascular ou com alto risco para desenvolvê-la. Nesses pacientes, o uso de inibidores da COX-2 deve ser limitado àqueles para os quais não há alternativa apropriada e, mesmo assim, somente em doses baixas e pelo menor tempo necessário. Embora os efeitos adversos mais frequentes tenham sido relacionados à inibição seletiva da COX-2, a ausência de seletividade para essa isoenzima não elimina completamente o risco de eventos cardiovasculares, de modo que todos os fármacos do largo espectro dos AINEs somente devem ser prescritos após consideração do balanço risco/benefício.

  • Anti-inflamatórios não esteroides
  • efeitos fisiológicos de drogas
  • Risco
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22/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000400019
Validação de um escore para predição de eventos hemorrágicos em síndromes coronarianas agudas
ABC
Artigo Original

Validação de um escore para predição de eventos hemorrágicos em síndromes coronarianas agudas

Luis C. L. Correia et al. Saulo Merelles Ana Vasconcelos Thais Cerqueira … Tiago Reis Carolina Esteves José C. Lima J. Péricles Esteves

FUNDAMENTO: Sangramento é uma complicação grave em pacientes tratados para síndromes coronarianas agudas (SCA) com antitrombóticos e terapias invasivas. Consequentemente, o benefício dessas terapias deve ser analisado contra os potenciais riscos de complicações hemorrágicas. Desta forma, a determinação de um escore para estimar o risco individual de sangramento pode representar uma importante ferramenta na tomada de decisões clínicas. OBJETIVO: Criar e validar um escore de risco de sangramento para pacientes com SCA. MÉTODOS: Foram utilizados preditores independentes de sangramento relatados pelo Registro GRACE. Variáveis com odds ratio (OR) > 2,5 nesse Registro somaram 3 pontos (histórico anterior de sangramento), OR=1,5-2,4 somaram 2 pontos (clearance de creatinina< 30 ml/min, sexo feminino) e aquelas com OR 30, infra ou supra-desnivelamento do segmento ST, doença arterial periférica e fumo). O escore foi validado em uma coorte de 383 indivíduos com SCA. Sangramento hospitalar foi definido como queda de hematócrito > 10%, transfusão de sangue > 2 unidades, sangramento intracerebral ou sangramento fatal. RESULTADOS: A incidência de eventos hemorrágicos foi de 3,1% e a estatística-C do escore foi 0,66 (IC95% = 0,52-0,80), indicando capacidade preditiva para esses eventos. Aqueles com escore > 7 apresentaram 6% de incidência de sangramento, comparados com 1,9% se o escore era 7 e um maior risco imposto pelo tratamento com Clopidogrel (p=0,02), bloqueadores IIb/IIIa (p=0,06) e revascularização cirúrgica (p < 0,001). CONCLUSÃO: O escore discrimina o risco de sangramento e é potencialmente útil na tomada de decisão clínica em SCA.

  • Hemorragia
  • Risco
  • Síndrome Coronariana Aguda
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13/08/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000107
Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo
ABC
Artigo Original

Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo

Luis C. L. Correia et al. Rafaela Penalva Helena Correia Ana M. Ladeia … Marta Menezes Isaac Suzart Agnaluce Moreira José Carlos Lima Bernardo Galvão Armênio C. Guimarães

FUNDAMENTO: Inflamação sistêmica exacerbada tem sido descrita em indivíduos de baixo nível sócio-econômico, porém estudos sobre determinantes dos valores de proteína C-reativa foram realizados apenas em países desenvolvidos. OBJETIVO: Identificar preditores de PCR em indivíduos de baixo nível SE em um país em desenvolvimento e avaliar se a PCR está relacionada ao nível SE nesse cenário. MÉTODOS: Oitenta e oito indivíduos de nível SE muito baixo foram recrutados de uma comunidade pobre, semi-rural no Brasil; 32 indivíduos de nível SE alto foram utilizados como amostra de comparação. A PCR de alta sensibilidade foi medida por nefelometria. RESULTADOS: Entre os indivíduos de baixo nível SE, os preditores independentes de PCR foram índice de massa corporal > 25 kg/m² (P<0,001), hábito de fumar (P=0,005) e condições infecciosas agudas (P=0,049). O grupo com baixo nível SE (mediana=2,02 mg/l; variação interquartil: 0,92 – 4,95 mg/dl) apresentou níveis mais altos de PCR quando comparado com o grupo de alto nível SE (1,16 mg/l, variação interquartil: 0,55 – 2,50 mg/dl, P=0,03). O índice de massa corporal foi mais alto (27 ± 4,9 kg/m² vs 25,5 ± 3,2 kg/m²; P=0,07) e a prevalência de infecção aguda foi maior (32% vs 3%, P=0,002) no grupo com baixo nível SE. Após exclusão de indivíduos com sobrepeso ou condições infecciosas, os valores de PCR foram similares entre os grupos com baixo e alto nível SE (0,93 mg/l vs 1,08 mg/l, P=0,28). CONCLUSÃO: Adiposidade, condições infecciosas e fumo são preditores de PCR em indivíduos com nível SE muito baixo. Os primeiros dois fatores são os determinantes da exacerbação da inflamação em indivíduos de muito baixo nível SE.

  • Classe Social
  • Doenças Cardiovasculares
  • Inflamação
  • proteína C
  • Risco
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05/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000200012
Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar
ABC
Artigo Original

Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar

João Carlos Vieira da Costa Guaragna et al. Luiz Carlos Bodanese Fabiana Lucas Bueno Marco Antonio Goldani

FUNDAMENTO: Estabelecer escore de risco para cirurgias cardíacas permite avaliar risco pré-operatório, informar o paciente e definir cuidados durante a intervenção. OBJETIVO: Pesquisar fatores de risco pré-operatórios para óbito em cirurgia cardíaca valvar e construir um modelo de risco simples (escore) para mortalidade hospitalar para os pacientes candidatos à cirurgia no Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (HSL-PUCRS). MÉTODOS: A amostra do estudo inclui 1.086 pacientes adultos que realizaram cirurgia cardíaca valvar entre Janeiro de 1996 a Dezembro de 2007 no HSL-PUCRS. Regressão logística foi usada para identificar fatores de risco e mortalidade hospitalar. O modelo foi desenvolvido em 699 pacientes e seu desempenho foi testado nos dados restantes (n = 387). O modelo final foi criado com a análise da amostra total (n = 1.086). RESULTADOS: A mortalidade global foi 11,8%: 8,8% casos eletivos e 63,8% cirurgia de emergência. Na análise multivariada, 9 variáveis permaneceram preditores independentes para o desfecho: idade avançada, prioridade cirúrgica, sexo feminino, fração de ejeção 2,5 mg/dl ou diálise). A área sob a curva ROC foi 0,83 (IC: 95%, 0,78 – 0,86). O modelo de risco mostrou boa habilidade para mortalidade observada/prevista: teste Hosmer-Lemeshow foi x² = 5,61; p = 0,691 e r = 0,98 (coeficiente de Pearson). CONCLUSÃO: As variáveis preditoras de mortalidade hospitalar permitiram construir um escore de risco simplificado para a prática diária, que classifica o paciente de baixo, médio, elevado, muito elevado e extremamente elevado risco pré-operatório.

  • Cirurgia Torácica
  • cuidados pré-operatórios
  • Probabilidade
  • Risco
  • Valvas Cardíacas
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23/04/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000026 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Uso prático de um índice de risco de complicações após cirurgia cardíaca

Tânia Mara Varejão Strabelli et al. Noedir Antonio Groppo Stolf David Everson Uip

FUNDAMENTO: Identificar os fatores de risco para complicações pós-operatórias do paciente cardiopata com indicação cirúrgica que podem influenciar na decisão sobre a conduta terapêutica. OBJETIVO: Descrever a experiência de um hospital de Cardiologia na validação e uso prático de um escore de risco pré-operatório. MÉTODOS: Para validação do escore escolhido (Tuman), avaliaram-se consecutiva e prospectivamente 300 pacientes adultos antes da cirurgia cardíaca eletiva com o uso de circulação extracorpórea (CEC). Pacientes com escore de 0 a 5 foram considerados de baixo risco; de 6 a 9 como risco moderado; e maior que 10, como alto risco para complicações cardíacas, infecciosas, neurológicas, pulmonares e renais, além de óbito. RESULTADOS: A classificação de Tuman mostrou relação estatisticamente significante com ocorrência de complicações infecciosas (p=0,010), com outras complicações pós-operatórias (p=0,034) e com evolução para óbito (p<0,001). Infecção pulmonar foi a mais freqüente dentre as complicações infecciosas (15,3%), Os pacientes infectados tiveram maior tempo de permanência na UTI (p=0,001) e internação mais prolongada (p=0,001). Após o uso rotineiro, uma nova avaliação de 154 pacientes operados em 2005 confirmou a validade desse escore na identificação daqueles com maior risco de infecções pós-operatórias. CONCLUSÃO: Escolheu-se o escore de Tuman por envolver variáveis de fácil obtenção, por classificar no mesmo sistema as cirurgias mais freqüentemente realizadas e prever risco de complicações pós-operatórias, além da mortalidade. Seu uso continuado nesse hospital permitiu identificar o grupo de pacientes com maior risco de complicações, especialmente as infecciosas, mas não foi preciso na predição do risco individual.

  • Cirurgia Torácica
  • Complicações Pós-Operatórias
  • infecção
  • Risco
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05/01/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001700010
Escore para rastrear idosos (> 75 anos) de alto risco para doença arterial periférica
ABC
Artigo Original

Escore para rastrear idosos (> 75 anos) de alto risco para doença arterial periférica

Marcia Makdisse et al. Luiz Roberto Ramos Frederico Moreira Anderson Oliveira … Otavio Berwanger Alcione Moscardi Virginia Junqueira Evandro Rodrigues Antonio Carlos Carvalho

FUNDAMENTO: A prevalência de doença arterial periférica (DAP) é elevada entre os idosos. A maioria é assintomática e o exame físico pouco sensível. No Brasil, os fatores associados à DAP em idosos são pouco conhecidos. OBEJETIVOS: Identificar os fatores associados à presença de doença arterial periférica (DAP) em idosos (> 75 anos) da comunidade e desenvolver um escore de predição da doença. MÉTODOS: Estudo transversal, aninhado em uma coorte prospectiva (“Epidoso”). Foram avaliados 176 idosos (> 75 anos) da comunidade. A presença de DAP foi definida por meio do índice tornozelo-braquial <0,90. Os fatores associados à DAP, na análise univariada, foram analisados em modelo de regressão logística múltipla e um escore foi formulado de acordo com a probabilidade da doença. Valores de p 75 anos) da comunidade com alto risco para DAP e que mereceriam investigação mais detalhada.

  • Arteriopatias oclusivas
  • Idoso
  • Risco
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23/07/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000600002

Como citar este artigo

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Stein R, Ferrari F, García-Giustiniani D. Escores de Risco Poligênico: O Próximo Passo para Melhorar a Estratificação de Risco na Doença Arterial Coronariana?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(9):e20240252.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Stein, Ricardo; Ferrari, Filipe; García-Giustiniani, Diego. Escores de Risco Poligênico: O Próximo Passo para Melhorar a Estratificação de Risco na Doença Arterial Coronariana?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 9, e20240252, set. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Stein, R., Ferrari, F., & García-Giustiniani, D. (2024). Escores de Risco Poligênico: O Próximo Passo para Melhorar a Estratificação de Risco na Doença Arterial Coronariana?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(9), e20240252.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Stein, Ricardo and Ferrari, Filipe and García-Giustiniani, Diego. Escores de Risco Poligênico: O Próximo Passo para Melhorar a Estratificação de Risco na Doença Arterial Coronariana?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 9, [citado 2026-10-14], e20240252. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/escores-de-risco-poligenico-o-proximo-passo-para-melhorar-a-estratificacao-de-risco-na-doenca-arterial-coronariana/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Merke N. Como Eu Faço o Método PISA EROA na Regurgitação Mitral: Uma Revisão Crítica. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(3):e20240061.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Merke, Nicolas. Como Eu Faço o Método PISA EROA na Regurgitação Mitral: Uma Revisão Crítica. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 3, e20240061, set. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Merke, N. (2024). Como Eu Faço o Método PISA EROA na Regurgitação Mitral: Uma Revisão Crítica. ABC Imagem Cardiovascular, 37(3), e20240061.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Merke, Nicolas. Como Eu Faço o Método PISA EROA na Regurgitação Mitral: Uma Revisão Crítica. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 3, [citado 2026-10-14], e20240061. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-o-metodo-pisa-eroa-na-regurgitacao-mitral-uma-revisao-critica/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Almeida MCC, Freire CMV, Espíndola Neto L, Oliveira GMM. O Que o Cardiologista Espera dos Métodos de Imagem em Doença Isquêmica do Coração na Mulher. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(3):e20230071.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Almeida, Maria Cristina Costa de; Freire, Claudia Maria Vilas; Espíndola Neto, Larissa; Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. O Que o Cardiologista Espera dos Métodos de Imagem em Doença Isquêmica do Coração na Mulher. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230071, out. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Almeida, M. C. C. , Freire, C. M. V., Espíndola Neto, L., & Oliveira, G. M. M. (2023). O Que o Cardiologista Espera dos Métodos de Imagem em Doença Isquêmica do Coração na Mulher. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230071.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Almeida, Maria Cristina Costa de and Freire, Claudia Maria Vilas and Espíndola Neto, Larissa and Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. O Que o Cardiologista Espera dos Métodos de Imagem em Doença Isquêmica do Coração na Mulher. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230071. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-que-o-cardiologista-espera-dos-metodos-de-imagem-em-doenca-isquemica-do-coracao-na-mulher/>. ISSN 2318-8219

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Freitas EL, Sampaio ES, Aras R. Incidência de Episódios de Alta Frequência Atrial em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(4):399.

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Freitas, Emanoela Lima; Sampaio, Elieusa e Silva; Aras, Roque. Incidência de Episódios de Alta Frequência Atrial em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 4, p. 399-399, mar. 2018.

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Freitas, E. L., Sampaio, E. S., & Aras, R. (2018). Incidência de Episódios de Alta Frequência Atrial em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(4), 399-399.

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Freitas, Emanoela Lima and Sampaio, Elieusa e Silva and Aras, Roque. Incidência de Episódios de Alta Frequência Atrial em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 399-399. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/incidencia-de-episodios-de-alta-frequencia-atrial-em-pacientes-com-doenca-de-chagas/>. ISSN 0066-782X

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Santos ES, Minuzzo L, Souza R, Timerman A. Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(3):197-204.

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Santos, Elizabete Silva dos; Minuzzo, Luiz; Souza, Roberta de; Timerman, Ari. Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 3, p. 197-204, ago. 2013.

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Santos, E. S. , Minuzzo, L., Souza, R. , & Timerman, A. (2013). Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(3), 197-204.

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Santos, Elizabete Silva dos and Minuzzo, Luiz and Souza, Roberta de and Timerman, Ari. Validação prospectiva do escore de risco dante pazzanese em síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 197-204. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/validacao-prospectiva-do-escore-de-risco-dante-pazzanese-em-sindrome-coronariana-aguda-sem-supradesnivelamento-do-segmento-st/>. ISSN 0066-782X

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Casalino R, Grinberg M. A inclusão do escore de risco na tomada de decisão em cardiopatia valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;98(6):e102-4.

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Casalino, Ricardo; Grinberg, Max. A inclusão do escore de risco na tomada de decisão em cardiopatia valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 98, n. 6, p. e102-e104, ago. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Casalino, R., & Grinberg, M. (2012). A inclusão do escore de risco na tomada de decisão em cardiopatia valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 98(6), e102-e104.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Casalino, Ricardo and Grinberg, Max. A inclusão do escore de risco na tomada de decisão em cardiopatia valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 98, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. e102-e104. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-inclusao-do-escore-de-risco-na-tomada-de-decisao-em-cardiopatia-valvar/>. ISSN 0066-782X

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Ribeiro AF, Camara C, Segre CA, Srougi M, Serrano Jr CV. Riscos cardiovasculares do bloqueio androgênico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(3):412-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ribeiro, Adriano Freitas; Camara, César; Segre, Carlos Alexandre; Srougi, Miguel; Serrano Jr, Carlos V.. Riscos cardiovasculares do bloqueio androgênico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 3, p. 412-415, out. 2010.

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Ribeiro, A. F., Camara, C., Segre, C. A., Srougi, M., & Serrano Jr, C. V. (2010). Riscos cardiovasculares do bloqueio androgênico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(3), 412-415.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ribeiro, Adriano Freitas and Camara, César and Segre, Carlos Alexandre and Srougi, Miguel and Serrano Jr, Carlos V.. Riscos cardiovasculares do bloqueio androgênico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 412-415. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/riscos-cardiovasculares-do-bloqueio-androgenico/>. ISSN 0066-782X

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Batlouni M. Anti-inflamatórios não esteroides: Efeitos cardiovasculares, cérebro-vasculares e renais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(4):556-63.

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Batlouni, Michel. Anti-inflamatórios não esteroides: Efeitos cardiovasculares, cérebro-vasculares e renais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 4, p. 556-563, set. 2010.

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Batlouni, M. (2010). Anti-inflamatórios não esteroides: Efeitos cardiovasculares, cérebro-vasculares e renais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(4), 556-563.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Batlouni, Michel. Anti-inflamatórios não esteroides: Efeitos cardiovasculares, cérebro-vasculares e renais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 556-563. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/anti-inflamatorios-nao-esteroides-efeitos-cardiovasculares-cerebro-vasculares-e-renais/>. ISSN 0066-782X

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Correia LCL, Merelles S, Vasconcelos A, Cerqueira T, Reis T, Esteves C, Lima JC, et al. Validação de um escore para predição de eventos hemorrágicos em síndromes coronarianas agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(4):457-63.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Correia, Luis C. L.; Merelles, Saulo; Vasconcelos, Ana; Cerqueira, Thais; Reis, Tiago; Esteves, Carolina; Lima, José C.; Esteves, J. Péricles. Validação de um escore para predição de eventos hemorrágicos em síndromes coronarianas agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 4, p. 457-463, ago. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Correia, L. C. L., Merelles, S., Vasconcelos, A., Cerqueira, T., Reis, T., Esteves, C., Lima, J. C., & Esteves, J. P. (2010). Validação de um escore para predição de eventos hemorrágicos em síndromes coronarianas agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(4), 457-463.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Correia, Luis C. L. and Merelles, Saulo and Vasconcelos, Ana and Cerqueira, Thais and Reis, Tiago and Esteves, Carolina and Lima, José C. and Esteves, J. Péricles. Validação de um escore para predição de eventos hemorrágicos em síndromes coronarianas agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 457-463. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/validacao-de-um-escore-para-predicao-de-eventos-hemorragicos-em-sindromes-coronarianas-agudas/>. ISSN 0066-782X

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Correia LCL, Penalva R, Correia H, Ladeia AM, Menezes M, Suzart I, Moreira A, et al. Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(2):216-23.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Correia, Luis C. L.; Penalva, Rafaela; Correia, Helena; Ladeia, Ana M.; Menezes, Marta; Suzart, Isaac; Moreira, Agnaluce; Lima, José Carlos; Galvão, Bernardo; Guimarães, Armênio C.. Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 2, p. 216-223, maio. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Correia, L. C. L., Penalva, R., Correia, H., Ladeia, A. M., Menezes, M., Suzart, I., Moreira, A., Lima, J. C., Galvão, B., & Guimarães, A. C. (2010). Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(2), 216-223.

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Correia, Luis C. L. and Penalva, Rafaela and Correia, Helena and Ladeia, Ana M. and Menezes, Marta and Suzart, Isaac and Moreira, Agnaluce and Lima, José Carlos and Galvão, Bernardo and Guimarães, Armênio C.. Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 216-223. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/determinantes-do-valor-da-proteina-c-reativa-em-individuos-de-nivel-socio-economico-muito-baixo/>. ISSN 0066-782X

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Guaragna JCVC, Bodanese LC, Bueno FL, Goldani MA. Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(4):541-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Guaragna, João Carlos Vieira da Costa; Bodanese, Luiz Carlos; Bueno, Fabiana Lucas; Goldani, Marco Antonio. Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 4, p. 541-548, abr. 2010.

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Guaragna, J. C. V. C., Bodanese, L. C., Bueno, F. L., & Goldani, M. A. (2010). Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(4), 541-548.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Guaragna, João Carlos Vieira da Costa and Bodanese, Luiz Carlos and Bueno, Fabiana Lucas and Goldani, Marco Antonio. Proposta de escore de risco pré-operatório para pacientes candidatos à cirurgia cardíaca valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 541-548. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/proposta-de-escore-de-risco-pre-operatorio-para-pacientes-candidatos-a-cirurgia-cardiaca-valvar/>. ISSN 0066-782X

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Strabelli TMV, Stolf NAG, Uip DE. Uso prático de um índice de risco de complicações após cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;91(5):342-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Strabelli, Tânia Mara Varejão; Stolf, Noedir Antonio Groppo; Uip, David Everson. Uso prático de um índice de risco de complicações após cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 5, p. 342-347, jan. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Strabelli, T. M. V., Stolf, N. A. G., & Uip, D. E. (2009). Uso prático de um índice de risco de complicações após cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(5), 342-347.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Strabelli, Tânia Mara Varejão and Stolf, Noedir Antonio Groppo and Uip, David Everson. Uso prático de um índice de risco de complicações após cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 91, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 342-347. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uso-pratico-de-um-indice-de-risco-de-complicacoes-apos-cirurgia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Makdisse M, Ramos LR, Moreira F, Oliveira A, Berwanger O, Moscardi A, Junqueira V, et al. Escore para rastrear idosos (> 75 anos) de alto risco para doença arterial periférica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(6):630-6.

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Makdisse, Marcia; Ramos, Luiz Roberto; Moreira, Frederico; Oliveira, Anderson; Berwanger, Otavio; Moscardi, Alcione; Junqueira, Virginia; Rodrigues, Evandro; Carvalho, Antonio Carlos. Escore para rastrear idosos (> 75 anos) de alto risco para doença arterial periférica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 6, p. 630-636, jul. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Makdisse, M., Ramos, L. R., Moreira, F., Oliveira, A., Berwanger, O., Moscardi, A., Junqueira, V., Rodrigues, E., & Carvalho, A. C. (2007). Escore para rastrear idosos (> 75 anos) de alto risco para doença arterial periférica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(6), 630-636.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Makdisse, Marcia and Ramos, Luiz Roberto and Moreira, Frederico and Oliveira, Anderson and Berwanger, Otavio and Moscardi, Alcione and Junqueira, Virginia and Rodrigues, Evandro and Carvalho, Antonio Carlos. Escore para rastrear idosos (> 75 anos) de alto risco para doença arterial periférica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 630-636. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/escore-para-rastrear-idosos-75-anos-de-alto-risco-para-doenca-arterial-periferica/>. ISSN 0066-782X

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