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  2. Palavra-chave: Antropometria
Determinantes Incrementais do Protocolo Combinado de Imagens Supina-Prona da Cintilografia de Perfusão Miocárdica
ABCIC
Artigo Original

Determinantes Incrementais do Protocolo Combinado de Imagens Supina-Prona da Cintilografia de Perfusão Miocárdica

Tiago Oliveira Costa et al. Mário de Seixas Rocha Gilson Feitosa Soares Filho Raphael Abegão de Camargo Cristiano Ricardo Bastos de Macedo

Resumo

Fundamento:

A cintilografia miocárdica é um importante método não invasivo para o diagnóstico de doença arterial coronariana (DAC), mas não isento de artefatos. A realização do protocolo combinado supina-prona pode trazer benefícios às imagens com artefatos do protocolo padrão em posição supina. A falta de unanimidade na implementação do protocolo combinado pode estar relacionada à ausência de dados objetivos para a seleção prévia dos pacientes.

Objetivo:

Avaliar quais perfis antropométricos podem estar associados a um maior benefício na exclusão de artefatos para a realização otimizada do protocolo combinado.

Métodos:

Foi realizado um estudo transversal e analítico com 370 pacientes na Clínica do Grupo de Medicina Nuclear entre abril e agosto de 2022. O nível de significância estatística estimado foi de 5%. A análise estatística por meio de regressão logística binária foi utilizada para avaliar a associação entre dados antropométricos e a modificação do resultado inicial do exame após a realização do protocolo combinado.

Resultados:

O protocolo combinado promoveu um aumento de 19,7% na razão de normalidade do protocolo padrão. As variáveis peso, para ambos os sexos [OR = 1,02 (IC 95%, 1,0002 – 1,04; p = 0,047)], e busto em mulheres [OR = 1,06 (IC 95%, 1,01 – 1,11; p = 0,014)] representaram determinantes incrementais com significância estatística. Peso maior que 76,5kg para ambos os sexos (S: 58,5%; E: 61,5%) e busto maior que 100,0 cm em mulheres (S: 73,9%; E: 53,4%) foram os melhores pontos de corte na curva característica de operação do receptor (ROC).

Conclusão:

A implementação otimizada do protocolo combinado através dos critérios descritos de peso e medida do busto pode promover maior eficiência na aquisição de imagens.

  • Antropometria
  • Cintilografia
  • Decúbito ventral
  • Doença das Coronárias
  • Imagem de Perfusão do Miocárdio
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02/10/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230060 Visualizações 1
ABC
Editorial

Estratégia Chave para Prever Doenças Cardiovasculares: Uma Combinação de Índices Antropométricos

José Bruno Nunes Ferreira Silva

A pandemia de obesidade é um dos problemas de saúde mais urgentes do século XXI. Prevalente mesmo em países desenvolvidos e em desenvolvimento, essa doença tem sido relacionada a eventos cardiovasculares, dislipidemia, diabetes tipo 2, distúrbios do sono e câncer. Recentemente, foi considerada um fator de risco para gravidade na doença causada pelo novo coronavírus-2019 (COVID-19). ,

No Brasil, a Pesquisa Nacional de Saúde, em parceria com o Ministério da Saúde, constatou que a obesidade tem aumentado gradativamente nos últimos 17 anos em mulheres (14,5% a 30,2%) e homens (9,6% a 22,8%) adultos. Sua prevalência mais do que dobrou entre 2003 e 2019. Um esforço colaborativo entre o governo, funcionários de saúde pública e equipe médica é necessário para lidar com o problema complexo e multifatorial da obesidade.

[…]

  • Antropometria
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • Obesidade
  • Pandemias
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25/10/2021 DOI: 10.36660/abc.20210716 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Desempenho Individual e Combinado de Indicadores de Obesidade Geral e Central para Estimar Risco Coronariano em Participantes do ELSA-Brasil

Rogério Tosta de Almeida et al. Sheila Maria Alvim Matos Estela M. L. Aquino

Resumo

Fundamento:

Indicadores antropométricos são utilizados na prática clínica e em estudos epidemiológicos para rastreamento de fatores de risco à saúde.

Objetivo:

Avaliar o poder discriminatório individual do Índice de Adiposidade Corporal (IAC), do Índice de Massa Corporal (IMC), da Circunferência da Cintura (CC) e da Razão Cintura-Quadril (RCQ) para identificar risco coronariano e investigar se a combinação de indicadores antropométricos de obesidade geral e central melhora a capacidade preditiva em adultos.

Métodos:

Avaliou-se 15 092 participantes (54,4% mulheres) com idades entre 35-74 anos na linha de base do ELSA-Brasil. Indivíduos em risco coronariano foram identificados pelo Escore de Risco de Framingham, e divididos em risco muito alto (RMA20%) e risco alto (RA10%). Medidas de acurácia diagnóstica e áreas sob curvas ROC (AUC) foram analisadas. Associações foram testadas por regressão de poisson com variância robusta, conforme sexo e idade. Foi adotada significância estatística de 5%.

Resultados:

A RCQ apresentou melhor poder discriminatório para RMA20% em todos os grupos, com maior capacidade preditiva nas mulheres (AUC: 0,802; IC95%: 0,748-0,856 vs 0,657; IC95%: 0,630-0,683 nas faixas etárias 35-59 anos e AUC: 0,668; IC95%: 0,621-0,715 vs 0,611; IC95%: 0,587-0,635 nas faixas etárias 60-74 anos). As combinações IAC+RCQ e IMC+RCQ apresentaram melhor poder preditivo em homens e mulheres, respectivamente. Combinações entre indicadores de obesidade geral e central estiveram mais fortemente associadas com RMA20% e RCA10% em todos os estratos.

Conclusões:

Indicadores combinados tiveram melhor capacidade preditiva do que um indicador isoladamente, sendo IAC+RCQ e IMC+RCQ melhores estimadores de risco coronariano em homens e mulheres, respectivamente. RCQ teve melhor desempenho individual.

  • Adiposidade
  • Antropometria
  • Circunferência da Cintura
  • Doenças Cardiovasculare
  • Epidemiologia
  • Fatores de risco
  • índice de massa corporal
  • Obesidade
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30/07/2021 DOI: 10.36660/abc.20200360
ABC
Artigo Original

Pressão Arterial de Crianças: Associação a Indicadores Antropométricos, Composição Corporal, Aptidão Cardiorrespiratória e Atividade Física

Gisele Pinheiro et al. Júlio Mello Adroaldo Gaya Anelise Reis Gaya

Resumo

Fundamento:

Evidências apontam variáveis antropométricas e de condicionamento físico como fatores associados à pressão arterial infantil. Analisá-los em apenas um contexto é um meio relevante de identificar o peso que cada um deles pode apresentar no desenvolvimento da hipertensão arterial.

Objetivo:

Identificar as possíveis associações de medidas antropométricas, da composição corporal, da atividade física moderada-vigorosa (AFMV) e da aptidão cardiorrespiratória (ApC) com a pressão arterial em crianças.

Métodos:

Estudo correlacional com abordagem quantitativa. Duzentos e quinze (215) estudantes com idades de 6 a 12 anos de uma escola pública de Porto Alegre, selecionados por critério de conveniência. A pressão arterial foi aferida através de um esfigmomanômetro digital. Para o tratamento dos dados, os valores de pressão arterial sistólica e diastólica foram padronizados (escore Z) e somados. As variáveis testadas como preditoras foram: AFMV; Percentual de gordura (%G); Índice de massa corporal (IMC); Razão cintura/estatura (RCE); Maturação somática; ApC. Após a verificação dos parâmetros de normalidade, as associações brutas e ajustadas (para sexo, idade e maturação somática) foram testadas através de equações de regressão linear. Para as análises, foi considerado p < 0,05.

Resultados:

Três diferentes modelos indicaram os melhores conjuntos de fatores associados à pressão arterial padronizada: O Modelo 1 (R2 = 0,21) se constituiu das variáveis RCE (β = 9,702) e AFMV (β = – 0,021); O Modelo 2 (R2 = 0,19) foi composto pelas variáveis IMC (β = 0,156) e AFMV (β = – 0,021); O Modelo 3 (R2 = 0,18) incluiu as variáveis %G (β = 0,063) e ApC (β = – 0,004).

Conclusões:

A pressão arterial de crianças é predita pelas variáveis corporais %G, IMC e RCE. Além disso, está associada negativamente à AFMV e a ApC.

  • Antropometria
  • Aptidão Física
  • Atividade Motora
  • Composição Corporal
  • Criança
  • Exercício
  • Pressão Arterial
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17/05/2021 DOI: 10.36660/abc.20190520 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Fatores de Risco Cardiovascular em Cardiologistas Especialistas pela Sociedade Brasileira de Cardiologia

Maria Emília Figueiredo Teixeira et al. Priscila Valverde de O. Vitorino Celso Amodeo Tânia Martinez … Andréa Araujo Brandão Eduardo Costa Duarte Barbosa Audes Diógenes Magalhães Feitosa Paulo Cesar B. Veiga Jardim Ana Luiza Lima Souza Weimar Kunz Sebba Barroso

Resumo

Fundamento:

Principal causa de morte em todo o mundo, as doenças cardiovasculares (DCV) e sua prevalência nos médicos cardiologistas são pouco conhecidas.

Objetivos:

Descrever os hábitos de vida e os fatores de risco cardiovascular e verificar a prevalência de diagnóstico, conhecimento e controle dos fatores de risco cardiovasculares (FRCV) de médicos cardiologistas associados e especialistas pela Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Métodos:

Estudo multicêntrico nacional transversal que avaliou cardiologistas brasileiros por meio de questionário sobre hábitos de vida, doenças preexistentes, medicações em uso, medidas antropométricas, pressão arterial e dosagens de glicose e lípideos sanguíneos.

Resultados:

Foram avaliados 555 cardiologistas, 67,9% do sexo masculino, média de idade de 47,2±11,7 anos. A maioria era não tabagista (88,7%), fisicamente ativa (77,1%), consumia bebida alcóolica (78,2%), com circunferência abdominal normal (51,7%) e excesso de peso (56,1%). As prevalências de hipertensão arterial sistêmica (HAS), diabetes mellitus (DM) e dislipidemia (DLP) foram de 32,4%, 5,9% e 49,7%, respectivamente e, destes, apenas 57,2%, 45,5% e 49,6% sabiam ter as doenças.

Conclusões:

Os cardiologistas brasileiros participantes do estudo apresentaram prevalências significativas de HAS, DM e DLP, mas apenas a metade dos participantes sabia ser portador dessas condições e, entre eles, as taxas de controle eram baixas para HAS e DLP, apesar de os cardiologistas serem profissionais detentores de conhecimento diferenciado sobre esses FRCV. Os achados representam um alerta para a abordagem dos FRCV em cardiologistas brasileiros e estimulam a realização de estudos futuros.

  • Antropometria
  • Cardiologistas
  • Diabetes mellitus
  • Dislipidemias
  • Doenças Cardiovasculares
  • Estilo de Vida
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
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16/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20200125
ABC
Artigo Original

Hipertensão Arterial em Trabalhadores: O Efeito Cumulativo das Dimensões da Atividade Física sobre esse Agravo

Uelito Everaldo Souza Ribeiro Junior et al. Rita de Cassia Pereira Fernandes

Resumo

Fundamento

A atividade física, em diferentes dimensões (ocupacional, doméstica e de lazer), pode ter papel relevante sobre a hipertensão arterial (HA). Praticar atividade física apenas no lazer, ou isoladamente nas outras dimensões, pode ser insuficiente para o controle efetivo da HA.

Objetivo

Analisar o efeito isolado e cumulativo das dimensões da atividade física sobre a ocorrência de hipertensão arterial em trabalhadores.

Métodos

Estudo transversal com 1.070 trabalhadores de Limpeza Urbana e Indústria de Calçados, na Bahia, utilizando questionário aplicado por entrevistador acerca de aspectos sociodemográficos, ocupacionais, de estilo de vida e morbidade hipertensiva.

Foram medidos

peso, altura, circunferência abdominal e pressão arterial. Caso de HA: pressão arterial sistólica ≥140 ou diastólica ≥90, ou tratamento regular de Hipertensão. Foram investigadas as dimensões ocupacional, doméstica e de lazer da atividade física. Realizou-se análise multivariada com Regressão de Cox para estudos transversais.

Resultados

A prevalência de HA foi de 24%, sendo 37% dentre pacientes com idades entre 35 e 44 anos, e 51% entre 45 e 54 anos. O modelo multivariado evidenciou que ativos em uma dimensão ou em nenhuma tiveram 62% mais HA, e um valor 25% mais elevado de HA foi observado dentre aqueles trabalhadores ativos em duas das três dimensões, na comparação com os ativos nas três dimensões. Sexo masculino, maior idade (> 31 anos) e excesso de peso se associaram à HA, com razões de prevalência de 1,62, 2,10 e 2,26, respectivamente.

Conclusões

Verificou-se efeito cumulativo das dimensões da atividade física sobre a ocorrência de HA. Classificar sujeitos ativos no trabalho ou no ambiente doméstico como inativos ao se basear apenas na dimensão do lazer pode implicar em erro metodológico. (Arq Bras Cardiol. 2020; 114(5):755-761)

  • Antropometria
  • Atividade Motora
  • Esforço Físico
  • Estilo de Vida
  • Fatores Socioeconômicos
  • Hipertensão
  • Serviço de Limpeza Urbana
  • Trabalhadores
  • Trabalho
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01/06/2020 DOI: 10.36660/abc.20190065 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Os Percentis e Pontos de Corte da Circunferência Abdominal para Obesidade em uma Ampla Amostra de Estudantes de 6 a 10 Anos de Idade do Estado de São Paulo, Brasil

José Luiz F Santos et al. Valentin P. Valério Rafael N. Fernandes Ligia Duarte … Antonio C. Assumpção Jayme Guerreiro Antonio L. Sickler Álvaro A. R. Lemos Jayro G Goulart Filho Luiz Antonio Machado Cesar Ibraim Masciarelli Pinto Carlos Magalhães Maria Fernanda Hussid Cleber Camacho Alvaro Avezum Carine T. Sangaleti Fernanda Marciano Consolim-Colombo

Resumo

Fundamento

A prevalência da obesidade vem aumentando sistematicamente na população, inclusive nas crianças e adolescentes, ao redor do mundo.

Objetivos

Descrever curvas percentílicas de referência para a circunferência abdominal (CA) nas crianças brasileiras e fornecer pontos de corte da CA para identificar crianças com risco de obesidade.

Métodos

Um estudo multicêntrico, prospectivo, tranversal foi realizado em crianças com idades entre 6 e 10 anos, matriculadas no ensino fundamental de escolas públicas e particulares de 13 cidades do estado de São Paulo. A estatura, o peso e a CA foram medidos em duplicata em 22.000 crianças (11.199 meninos). Para estabelecer o melhor ponto de corte da CA para o diagnóstico da obesidade, foram calculadas curvas ROC com crianças classificadas como com peso normal e obesas, de acordo com as curvas do IMC, estratificadas por gênero e idade, e o índice Youden foi utilizado como a eficácia potencial máxima desse biomarcador. Valores de p < 0,05 foram considerados estatisticamente significativos.

Resultados

Os valores da CA aumentaram com a idade, tanto nos meninos quanto nas meninas. A prevalência de obesidade em cada grupo variou de 17% (6 anos de idade) a 21,6 % (9 anos de idade), dentre os meninos, e de 14,1% (7 anos de idade) a 17,3 % (9 anos de idade), dentre as meninas. As análises ROC mostraram o percentil 75 como ponto de corte para o risco de obesidade, e o diagnóstico de obesidade está classificado no percentil 85 ou acima.

Conclusão

Curvas de referência da CA específicas para idade e sexo em crianças brasileiras e pontos de corte para o risco de obesidade podem ser usados em triagem nacional e estudos intervencionais para reduzir a carga da obesidade no Brasil. (Arq Bras Cardiol. 2020; 114(3):530-537)

  • Antropometria
  • Circunferência Abdominal/fisiologia
  • Criança
  • estudantes
  • Obesidade
  • Parâmetros
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06/04/2020 DOI: 10.36660/abc.20190043 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Dislipidemia em Adolescentes Atendidos em um Hospital Universitário no Rio de Janeiro/Brasil: Prevalência e Associação

Nathalia Pereira Vizentin et al. Paula Mendonça Santos Cardoso Camila Aparecida Gomes Maia Isabela Perez Alves … Gabriel Lunardi Aranha Denise Tavares Giannini

Resumo

Fundamentos:

Exposição precoce à obesidade favorece maiores riscos de fatores cardiovasculares como dislipidemias.

Objetivos:

Estabelecer a prevalência de dislipidemia e avaliar sua associação com o estado nutricional de adolescentes atendidos no ambulatório de atenção secundária do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente do Hospital Universitário Pedro Ernesto.

Métodos:

Estudo transversal observacional, cuja amostra foi de conveniência e compreendeu adolescentes de 12 a 18 anos de ambos os sexos. Avaliado o perfil lipídico e sua associação com os indicadores antropométricos: índice de massa corporal e circunferência da cintura. Para as análises estatísticas foi utilizado nível de significância de 5%.

Resultados:

Foram avaliados 239 adolescentes, 104 meninos (43,5%) e 135 meninas (56,5%) e destes, 52 (21,8%) apresentaram eutrofia, 60 (25,1%) sobrepeso e 127 (53,1%) obesidade. Os adolescentes com obesidade apresentaram valores médios de HDL-colesterol significativamente menores (44,7 mg/dl vs. 53,9 mg/dl; p < 0,001) e triglicerídeos maiores (109,6 mg/dl vs. 87,3 mg/dl; p = 0,01). As alterações com maior prevalência foram HDL-colesterol baixo (50,6%), hipercolesterolemia (35,1%) e hipertrigliceridemia (18,4%). Foi possível observar associação negativa do HDL-colesterol com o índice de massa corporal e associação positiva dos triglicerídeos com o índice de massa corporal, mesmo após ajuste para gênero e cor da pele.

Conclusão:

Este estudo demonstrou alta prevalência de dislipidemia entre os adolescentes. Tendo em vista a associação significativa entre baixos níveis de HDL-colesterol e triglicerídeos aumentados com excesso de peso, o controle destes fatores deve receber atenção, sendo importante o diagnóstico precoce da dislipidemia principalmente se associada a outro risco cardiovascular, para desenvolvimento de estratégias de intervenção.

  • Adolescente
  • Antropometria
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • Hiperlipidemias
  • Obesidade
  • Sedentarismo
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17/12/2018 DOI: 10.5935/abc.20180254
Figura 1
IJCS
Review Article

Preditores de Síndrome Metabólica em Idosos: Uma Revisão

Carolina Cunha de Oliveira et al. Emanuelle Dias da Costa Anna Karla Carneiro Roriz Lilian Barbosa Ramos Mansueto Gomes Neto

Resumo

O artigo teve como objetivo analisar criticamente estudos que avaliaram a habilidade dos indicadores antropométricos e clínicos enquanto capazes de predizer a SM em idosos. Foi realizado uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados Medline/PubMed, LILACS e SciELO, além das referências de artigos selecionados e contato com autores. Foram analisados 21 artigos envolvendo indicadores antropométricos e clínicos em idosos, através de diferentes critérios da SM. Catorze estudos reportam aos indicadores antropométricos, sendo a circunferência da cintura (CC) e a razão cintura-estatura (RCEst) descritos como os melhores preditores de SM, com área sob a curva ROC (AUC) superior a 0,70 (p < 0,05). A circunferência do pescoço também foi descrita como indicador alternativo, porém com menor poder discriminatório. Para os indicadores clínicos, o lipid product accumulation (LAP) foi o parâmetro com melhor desempenho em identificar a SM em idosos, com AUC superior 0,85 e eficiência superior a 70%. Os indicadores CC, RCEst e LAP foram os mais sensiveis na predicação da SM. Desta forma, o emprego desses parâmetros podem facilitar a identificação precoce da SM através de métodos diagnósticos de fácil aplicação, boa precisão e baixo custo. Além disso, é importante a determinação de pontos de corte específicos para idosos, uma ver que a obesidade por si só, parece não ser forte preditor de SM em idosos.

  • Antropometria
  • Fatores de risco
  • Idoso
  • Indicadores
  • Obesidade
  • Pesos e Medidas Corporais
  • Síndrome Metabólica
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170059
Figura 1
ABC
Original Article

Correlação da Resistência à Insulina e Medidas Antropométricas com Pressão Arterial de Adolescentes

Polyana Resende Silva de Morais et al. Ana Luiza Lima Sousa Thiago de Souza Veiga Jardim Flávia Miquetichuc Nogueira Nascente … Karla Lorena Mendonça Thaís Inácio Rolim Povoa Carolina de Souza Carneiro Vanessa Roriz Ferreira Weimar Kunz Sebba Barroso de Souza Paulo César Brandão Veiga Jardim

Resumo

Fundamentos:

A pressão arterial (PA) está diretamente relacionada com o índice de massa corporal (IMC), e indivíduos com circunferência da cintura (CC) aumentada apresentam risco maior de desenvolver hipertensão arterial e resistência à insulina, além de outras alterações metabólicas, desde a adolescência.

Objetivos:

Avaliar a correlação entre resistência à insulina, CC e IMC com PA de adolescentes.

Métodos:

Estudo transversal com amostra representativa de adolescentes escolares. Foram avaliados um grupo com PA alterada pela medida casual e/ou medida residencial da PA (percentil de PA > 90) e outro com PA normal. Foram também avaliados IMC e CC. Glicemia de jejum e insulina plasmática foram dosados utilizando o índice de HOMA-IR para resistência à insulina.

Resultados:

Foram estudados 162 adolescentes (35 no Grupo PA normal e 127 no Grupo PA alterada); 61,1% (n = 99) deles eram meninos, e a idade média foi 14,9 ± 1,62 anos. Foram observados 38 adolescentes (23,5%) com HOMA-IR alterado. Os adolescentes com PA alterada apresentaram valores maiores de CC, IMC e HOMA-IR (p < 0,05). A CC foi superior nos meninos dos dois grupos (p < 0,05) e só no Grupo PA alterada foram observados valores de HOMA-IR superiores entre meninas (p < 0,05). A correlação entre IMC e HOMA-IR no Grupo PA alterada foi moderada e significativa (ρ = 0,394; p < 0,001) e superior ao encontrado no Grupo PA normal. A correlação entre CC e HOMA-IR também foi significativa, moderada e semelhante em ambos os grupos (ρ = 0,345; p = < 0,05). Pela regressão logística, HOMA-IR foi preditor de alteração da PA (odds ratio – OR = 2,0; p = 0,001).

Conclusões:

Houve associação significativa entre resistência à insulina e PA com impacto desde a infância. A correlação e a associação entre os marcadores de risco cardiovasculares mais forte no Grupo PA alterada sugere que medidas de prevenção primária desses fatores de risco devem ser implementadas precocemente.

  • Adolescente
  • Antropometria
  • índice de massa corporal
  • Pressão Arterial
  • Resistência à Insulina
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22/03/2016 DOI: 10.5935/abc.20160041 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Excesso de Peso, Variáveis Antropométricas e Pressão Arterial em Escolares de 10 a 18 Anos

Vânia Ames Schommer et al. Sandra Mari Barbiero Cláudia Ciceri Cesa Rosemary Oliveira … Anelise Damiani Silva Lucia Campos Pellanda

Fundamento:

Estima-se que a prevalência de hipertensão em crianças e adolescentes varie entre 1-13%. O excesso de peso e a obesidade central estão relacionados aos níveis pressóricos em adultos e podem ser importantes na patogênese precoce da HAS quando presentes na infância.

Objetivos:

Identificar a associação entre variáveis antropométricas e níveis pressóricos em escolares de 5.ª a 8.ª séries e avaliar qual medida obteve maior correlação com a medida dos níveis pressóricos.

Métodos:

Estudo transversal contemporâneo com amostra de base populacional probabilística por conglomerados em escolas públicas do ensino fundamental de Porto Alegre, de alunos matriculados entre a 5.ª e a 8.ª série. Foram coletados dados sobre fatores de risco familiares e antropometria. A análise estatística incluiu correlações e ajuste dos intervalos de confiança para conglomerados.

Resultados:

A média de idade dos participantes foi de 12,57 (± 1,64) anos, dos quais 55,2% eram do sexo feminino. Encontraram-se 11,3% da amostra com níveis pressóricos alterados e 16,2% com valores limítrofes. Das variáveis antropométricas analisadas, a que demonstrou maior correlação com valores pressóricos aumentados foi o diâmetro do quadril (r = 0,462, p < 0,001) seguido de circunferência abdominal menor (r = 0,404, p < 0,001) e prega cutânea abdominal (r = 0,291, p < 0,001).

Conclusão:

Foi observada associação entre as circunferências da cintura e dobras cutâneas e níveis pressóricos aumentados nos escolares da amostra. Portanto, é de fundamental importância que a aferição da pressão arterial e as medidas de cintura e quadril sejam rotina nos serviços de saúde de forma precoce a fim de prevenir essa condição patológica.

  • Adolescentes
  • Antropometria
  • Criança
  • Pesos e Medidas Corporais
  • Pressão Arterial
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01/03/2014 DOI: 10.5935/abc.20140038
ABC
Artigo Original

Associação de diferentes medidas e índices antropométricos com a carga aterosclerótica coronariana

Patricia Chagas et al. Paulo Caramori Christiano Barcellos Tatiana Pizzato Galdino … Irênio Gomes Carla Helena Augustin Schwanke

FUNDAMENTO: A associação entre parâmetros antropométricos e carga aterosclerótica ainda não está bem estabelecida e poucos estudos na literatura abordam esse tema. OBJETIVO: Avaliar a associação de diferentes parâmetros antropométricos com a carga aterosclerótica coronariana. MÉTODOS: Participaram do estudo pacientes adultos submetidos à cineangiocoronariografia. Dados sociodemográficos e fatores de risco cardiovasculares foram coletados em um questionário padronizado. Foram medidos peso, altura, circunferência da cintura (CC), circunferência abdominal (CABD), circunferência do quadril (CQ) e circunferência do pescoço (CP), com o cálculo do índice de massa corporal (IMC) e das relações cintura-quadril (RCQ), circunferência abdominal-quadril (RCABDQ) e cintura-altura (RCALT). A carga aterosclerótica coronariana na cineangiocoronariografia foi medida pelo Escore de Friesinger (EF). Aterosclerose significativa foi considerada quando o EF > 5. RESULTADOS: A amostra foi constituída por 337 pacientes, dos quais 213 eram homens (63,2%). A idade média foi de 60,1 ± 10 anos. Somente a RCQ (r = 0,159 e p = 0,003) apresentou correlação linear significativa com a carga aterosclerótica coronariana medida pelo EF. Quando separamos a amostra por gênero, nas mulheres encontramos correlação significativa da RCABDQ (r = 0,238 e p = 0,008) e da RCQ (r = 0,198 e p = 0,028) com o EF. Não se encontrou nos homens correlação entre parâmetros antropométricos e EF. Após os ajustes para as variáveis sexo, idade, HAS, tabagismo e DM, nenhum parâmetro antropométrico foi associado com a carga aterosclerótica coronariana medida pelo EF na amostra total ou separada por gênero. CONCLUSÃO: Nenhum parâmetro antropométrico foi fator de risco independente para a carga aterosclerótica coronariana.

  • Antropometria
  • Doença da Artéria Coronariana
  • índice de massa corporal
  • relação cintura quadril
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30/09/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000093 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Prevalência e preditores antropométricos de pressão arterial elevada em escolares de João Pessoa – PB

Veruska Moreira de Queiroz et al. Patrícia Vasconcelos Leitão Moreira Tereza Helena Cavalcanti de Vasconcelos Rodrigo Pinheiro de Toledo Vianna

FUNDAMENTO: A hipertensão arterial pertence ao grupo de doenças cardiovasculares de maior mortalidade no mundo e pode se iniciar na infância. OBJETIVO: Avaliar a prevalência de níveis pressóricos elevados em crianças da rede pública de ensino e sua associação com indicadores antropométricos. MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal, composto por uma amostra aleatória de 750 escolares, entre 6-9 anos de idade, da rede de ensino municipal de João Pessoa, Paraíba. Os dados foram coletados por uma equipe previamente treinada. A pressão foi aferida com técnica auscultatória com auxílio de estetoscópio e esfigmomanômetro aneroide. Os dados antropométricos coletados foram as medidas do peso, da estatura e da circunferência abdominal. Foram feitos testes de associação qui-quadrado e t de Student para comparações de médias, ambos com nível de significância de 5,0%. Foram construídos três modelos de regressão logística, relacionando nível pressórico elevado com as variáveis antropométricas para encontrar um melhor modelo de predição. RESULTADOS: A prevalência de níveis pressóricos elevados foi de 13,6%. A variável índice de massa corporal (IMC) apresentou associação significativa com o aumento da pressão arterial (p < 0,0001) e a maior razão de chances (OR = 1,17). A elevação dos níveis pressóricos também ocorreu com o aumento do peso (p < 0,0001) e da circunferência abdominal (p < 0,0001). CONCLUSÃO: A associação do excesso de peso com a elevação da pressão arterial identificada destaca a necessidade de intervenção e medidas de controle do estado nutricional, como educação alimentar, para prevenção e tratamento da obesidade como fator de risco das doenças cardiovasculares na faixa etária pediátrica e futura. (Arq Bras Cardiol 2010; 95(5): 629-634)

  • Antropometria
  • Criança
  • Doenças Cardiovasculares
  • Hipertensão
  • índice de massa corporal
  • Obesidade
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13/04/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2010001500011
Indicadores antropométricos como preditores de pressão arterial elevada em adolescentes
ABC
Artigo Original

Indicadores antropométricos como preditores de pressão arterial elevada em adolescentes

Carmem Cristina Beck et al. Adair da Silva Lopes Francisco José Gondim Pitanga

FUNDAMENTO: A hipertensão arterial está relacionada ao incremento da gordura corporal, a qual pode ser avaliada por meio de indicadores antropométricos. OBJETIVO: Determinar o poder preditivo de indicadores antropométricos e estabelecer seus pontos de corte como discriminadores de pressão arterial elevada. MÉTODOS: Estudo transversal realizado com uma amostra de 660 adolescentes de 14 a 19 anos sendo 51,9% moças. Foram considerados os seguintes indicadores antropométricos: índice de massa corporal (IMC), circunferência da cintura, razão cintura/estatura e índice de conicidade. A pressão arterial elevada foi caracterizada por valores acima do percentil 90 para pressão arterial sistólica e/ou pressão arterial diastólica. Para identificação dos preditores de pressão arterial elevada, foi adotada a análise das curvas Receiver Operating Characteristic (ROC), com intervalo de confiança de 95%. Posteriormente, identificaram-se os pontos de corte com suas respectivas sensibilidades e especificidades. RESULTADOS: As áreas sob as curvas ROC com os intervalos de confiança foram: rapazes – circunferência de cintura = 0,80 (0,72-0,89); IMC = 0,79 (0,68-0,89); razão cintura/estatura = 0,77 (0,66-0,88); índice de conicidade = 0,69 (0,56-0,81) e para as moças – circunferência de cintura = 0,96 (0,92-1,00); IMC = 0,95 (0,87-1,00); razão cintura/estatura = 0,93 (0,85-1,00); índice de conicidade = 0,74 (0,50-0,98). Os diversos pontos de corte dos indicadores antropométricos com melhores poderes preditivos e suas respectivas sensibilidades e especificidades foram identificados. CONCLUSÃO: Apesar de a razão cintura/estatura e de o IMC terem apresentado boas áreas sob a curva ROC, sugere-se a utilização da circunferência de cintura para a predição da pressão arterial elevada.

  • Adolescente
  • Antropometria
  • Hipertensão
  • Obesidade
  • predição
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19/11/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000153
Indicadores antropométricos de resistência à insulina
ABC
Atualização

Indicadores antropométricos de resistência à insulina

Ana Carolina Vasques et al. Lina Rosado Gilberto Rosado Rita de Cassia Ribeiro … Sylvia Franceschini Bruno Geloneze

Alguns estudos têm analisado a eficiência de indicadores antropométricos em predizer resistência à insulina (RI), por serem mais econômicos e acessíveis. Neste estudo, objetivou-se discutir sobre as medidas e índices antropométricos que têm sido associados à RI. Realizou-se um levantamento bibliográfico nas bases Scielo, Science Direct e Pubmed. Dentre os estudos analisados, perímetro da cintura e diâmetro abdominal sagital apresentaram melhor capacidade preditiva para RI, com resultados mais consistentes. As relações cintura/coxa, cintura/estatura, pescoço/coxa, o índice de conicidade e o índice sagital demonstraram resultados positivos, contudo mais estudos são necessários para consolidá-los como preditores de RI. Os resultados obtidos com o uso do índice de massa corporal e da relação cintura/quadril foram mais inconsistentes. Sugere-se a realização de estudos avaliando o desempenho desses indicadores em predizer RI na população brasileira, pois resultados de estudos feitos com outras populações muitas vezes não são aplicáveis à nossa, devido às diferenças étnicas resultantes da grande miscigenação no País.

  • Antropometria
  • Circunferência abdominal
  • Gordura Intra-Abdominal
  • Obesidade
  • Resistência à Insulina
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29/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010001100025
ABC
Artigo Original

Índices de obesidade central e fatores de risco cardiovascular na síndrome dos ovários policísticos

Eduardo Caldas Costa et al. Elvira Maria Mafaldo Soares Telma Maria Araujo Moura Lemos Técia Maria de Oliveira Maranhão George Dantas Azevedo

FUNDAMENTO: A obesidade abdominal apresenta elevada prevalência em mulheres com síndrome dos ovários policísticos (SOP) e está associada a um aumento do risco cardiovascular. OBJETIVO: Verificar a acurácia da circunferência da cintura (CC), da relação cintura-quadril (RCQ), da relação cintura-estatura (RCEST) e do índice de conicidade (índice C), no que se refere à detecção de fatores de risco cardiovascular (FRCV) em mulheres com SOP. MÉTODOS: Por meio de estudo transversal, foram alocadas 102 mulheres (26,5 ± 5 anos) com diagnóstico de SOP, de acordo com o consenso de Rotterdam. O colesterol total (CT), os triglicerídeos (TG), o LDL-colesterol (LDL-C), o HDL-colesterol (HDL-C), a glicemia de jejum, a glicemia após teste oral de tolerância à glicose (TOTG) e a pressão arterial (PA) foram avaliados em todas as pacientes, além das variáveis antropométricas. RESULTADOS: A relação cintura-estatura foi o marcador que apresentou correlações positivas significativas com o maior número de FRCV (PA, TG e glicemia após TOTG), destacando-se ainda a correlação negativa com HDL-C. Todos os marcadores antropométricos avaliados se correlacionaram positivamente com PA, enquanto CC e RCQ apresentaram correlação positiva também com TG. No tocante à acurácia para detecção de FRCV, os indicadores antropométricos considerados apresentaram taxas de sensibilidade superiores a 60%, com destaque para a RCEST, que apresentou sensibilidade superior a 70%. CONCLUSÃO: A RCEST demonstrou ser o indicador antropométrico com a melhor acurácia para a predição de FRCV. Nesse sentido, propõe-se a inclusão desse parâmetro de fácil mensuração na avaliação clínica para o rastreamento de mulheres com SOP e FRCV.

  • Antropometria
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • Gordura Abdominal
  • Resistência à Insulina
  • Síndrome do Ovário Policístico
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23/04/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000029
ABC
Artigo Original

Relação de indicadores antropométricos com fatores de risco para doença cardiovascular

Mirele Arruda Michelotto de Oliveira et al. Regina Lúcia Martins Fagundes Emília Addison Machado Moreira Erasmo Benício Santos de Moraes Trindade Tales de Carvalho

FUNDAMENTO: Estudos têm sido realizados para identificar o melhor preditor antropométrico de doenças crônicas em diferentes populações. OBJETIVO: Verificar a relação entre medidas antropométricas e fatores de risco (perfil lipídico e pressão arterial) para doenças cardiovasculares. MÉTODOS: Estudo transversal com 180 homens e 120 mulheres, idade média de 39,6±10,6 anos. Avaliou-se: índice de massa corporal (IMC), circunferência da cintura (CC), percentual de gordura corporal (%GC), relação cintura quadril (RCQ), perfil lipídico, glicemia e pressão arterial. RESULTADOS: IMC, CC e RCQ foram maiores nos homens e %GC nas mulheres (p<0,001). A proporção de casos alterados de RCQ e %GC em relação a LDL-c e CT foi maior no sexo masculino. Indivíduos normais para CC tiveram alteração para LDL-c, CT e HDL-c. Houve correlação entre IMC e CC (homens: r=0,97 e mulheres: r=0,95; p<0,001). Nos homens a melhor correlação (p<0,001) foi entre CC e RCQ (r=0,82) e nas mulheres %GC e CC (r=0,80). Triglicerídeos (TG) teve correlação com RCQ (masculino: r=0,992; feminino: r= 0,95; p<0,001), e com CC (masculino: r=0,82; feminino: r=0,79; p<0,001). Na análise múltipla (Razão de prevalência – RP, Intervalo de Confiança – IC), o IMC esteve associado ao colesterol total (RP=1,9; IC95% 1,01-3,69; p=0,051) no sexo masculino e fracamente associado com TG/HDL-colesterol (RP= 1,8; IC95% 1,01-3,45; p=0,062) no sexo feminino. CONCLUSÃO: O IMC e a RCQ foram os indicadores antropométricos com maior correlação com o perfil lipídico em ambos os sexos. Esses dados suportam a hipótese de que o IMC e a RCQ podem ser considerados como fatores de risco para a doença cardiovascular.

  • Antropometria
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • Obesidade
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26/03/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000012 Visualizações 1
Diferentes aferições do diâmetro abdominal sagital e do perímetro da cintura na predição do HOMA-IR
ABC
Artigo Original

Diferentes aferições do diâmetro abdominal sagital e do perímetro da cintura na predição do HOMA-IR

Ana Carolina Junqueira Vasques et al. Lina Enriqueta Frandsen Paez de Lima Rosado Gilberto Paixão Rosado Rita de Cassia Lanes Ribeiro … Sylvia do Carmo Castro Franceschini Bruno Geloneze Silvia Eloiza Priore Dirce Ribeiro de Oliveira

FUNDAMENTO: A correlação entre aumento de gordura visceral e de resistência à insulina coloca o diâmetro abdominal sagital e o perímetro da cintura como instrumentos potenciais para a predição de resistência à insulina. OBJETIVO: Avaliar a reprodutibilidade de diferentes aferições do diâmetro abdominal sagital e do perímetro da cintura e analisar o poder discriminante dos mesmos para predizer resistência à insulina. MÉTODOS: Foram avaliados 190 homens adultos. O diâmetro abdominal sagital (menor cintura, maior diâmetro abdominal, nível umbilical e ponto médio entre as cristas ilíacas) e o perímetro da cintura (nível umbilical, menor cintura, imediatamente acima da crista ilíaca e ponto médio entre a crista ilíaca e a última costela) foram aferidos em quatro locais diferentes. A resistência à insulina foi avaliada pelo índice HOMA-IR. RESULTADOS: Todas as medidas apresentaram correlação intraclasse de 0,986-0,999. Tanto o diâmetro abdominal sagital aferido na menor cintura (r=0,482 e AUC=0,739±0,049) como o perímetro da cintura aferido no ponto médio entre a última costela e a crista ilíaca (r=0,464 e AUC=0,746±0,05) apresentaram maiores correlações com o HOMA-IR, bem como um melhor poder discriminante para o HOMA-IR segundo a análise ROC (p<0,001). CONCLUSÃO: O diâmetro abdominal sagital e o perímetro da cintura mostraram-se altamente reprodutíveis. O diâmetro abdominal sagital (menor cintura) e o perímetro da cintura (ponto médio crista ilíaca e última costela) apresentaram melhor desempenho em predizer o HOMA-IR. Investigações em outros grupos da população brasileira devem ser realizadas para viabilizar a utilização desses indicadores de resistência à insulina na população como um todo de forma padronizada.

  • Antropometria
  • Circunferência abdominal
  • Gordura Abdominal
  • Obesidade
  • Resistência à Insulina
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09/10/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009005000001 Visualizações 1
Obesidade abdominal e risco cardiovascular: desempenho de indicadores antropométricos em mulheres
ABC
Artigo Original

Obesidade abdominal e risco cardiovascular: desempenho de indicadores antropométricos em mulheres

Rogério Tosta de Almeida et al. Maura Maria Guimarães de Almeida Tânia Maria Araújo

FUNDAMENTO: Os indicadores antropométricos de obesidade abdominal (OABD) estimam a quantidade de tecido adiposo visceral, que, por sua vez, está associado a maior risco de desenvolvimento de doença cardiovascular. Nas últimas décadas, houve um aumento de OABD na população feminina brasileira, constituindo grande problema de saúde pública. OBJETIVO: Avaliar o desempenho de diferentes pontos de corte do índice de conicidade (índice C), da razão cintura-quadril (RCQ), da circunferência de cintura (CC) e da razão cintura-estatura (RCEst) para discriminar risco coronariano elevado (RCE) em mulheres. MÉTODOS: Estudo transversal realizado em Feira de Santana, Bahia, com 270 funcionárias de uma universidade pública com idade entre 30 e 69 anos. A análise da sensibilidade e especificidade, feita por meio das curvas ROC, permitiu identificar e comparar os melhores pontos de corte para discriminar RCE, calculado com base no escore de risco de Framingham. RESULTADOS: Os pontos de corte encontrados foram: CC = 86 cm, RCQ = 0,87, índice C = 1,25 e RCEst = 0,55, sendo, respectivamente, as áreas sob a curva ROC de 0,70 (IC95% = 0,63-0,77), 0,74 (IC95% = 0,67-0,81), 0,76 (IC95% = 0,70-0,83) e 0,74 (IC95% = 0,67-0,81). Os indicadores antropométricos de OABD analisados apresentaram desempenhos satisfatórios e semelhantes para discriminar RCE. Entretanto, o índice C foi o indicador que apresentou o melhor poder discriminatório. CONCLUSÃO: Espera-se que esses resultados contribuam para melhor quantificar a OABD na população feminina brasileira, fornecendo informações para que os profissionais de saúde atuem na prevenção dessa condição clínica multifatorial, evitando o aparecimento das doenças cardiovasculares.

  • Antropometria
  • Circunferência abdominal
  • Fatores de risco
  • Mulheres
  • Obesidade
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20/07/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000500007
Obesidade e intervenção coronariana: devemos continuar valorizando o Índice de Massa Corpórea?
ABC
Artigo Original

Obesidade e intervenção coronariana: devemos continuar valorizando o Índice de Massa Corpórea?

José Carlos Estival Tarastchuk et al. Ênio Eduardo Guérios Ronaldo da Rocha Loures Bueno Paulo Maurício Piá de Andrade … Deborah Christina Nercolini João Gustavo Gongora Ferraz Eduardo Doubrawa

FUNDAMENTO: Para discriminar risco coronariano elevado, indicadores de obesidade central são melhores do que o Índice de Massa Corpórea (IMC), que é ainda o índice antropométrico (IA) mais utilizado para seguimento após intervenção coronariana percutânea (ICP). OBJETIVO: Reconhecer, entre os índices antropométricos (IA), os que melhor se correlacionam com ocorrência de desfechos após intervenção coronariana percutânea (ICP). MÉTODOS: Foram considerados 308 pacientes (p), idade média de 61,92±11,06 anos, 60,7% do sexo masculino, submetidos a ICP com stent. Após seis meses, pesquisaram-se os desfechos: óbito, reintervenção por ICP ou cirurgia cardíaca, exame não-invasivo alterado por isquemia ou sintomas anginosos. Os p foram divididos em: Grupo 1 (com desfechos, n=91; 29,5%) e Grupo 2 (sem desfechos, n=217; 70,45%). No sexo masculino e feminino, os IA estudados e seus respectivos pontos de corte foram: circunferência abdominal (CA) > 90/80 cm, relação cintura-quadril (RCQ) > 0,90/0,80cm, índice de conicidade (IC) >1,25/1,18 e índice de massa corpórea (IMC) >30 para ambos os sexos. RESULTADOS: Os grupos diferiram quanto à maior ocorrência de histórico familiar e infarto prévio no Grupo 2. No sexo masculino, CA > 90 cm (p=0,0498) foi, em análise multivariada, preditor independente de desfechos. IMC não foi preditor de eventos. No Grupo 1, a probabilidade de ocorrência de IMC alterada é significativamente menor do que a ocorrência dos outros IA estudados (p<0,0001). CONCLUSÃO: CA anormal comportou-se como preditor independente de ocorrência de desfechos no sexo masculino dessa população pós-ICP. IMC elevado não foi preditor de desfechos e foi o índice antropométrico menos prevalente em pacientes com eventos.

  • angioplastia transluminal percutânea coronária
  • Antropometria
  • índice de massa corporal
  • Obesidade
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27/05/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000500001
Determinantes de risco para doenças cardiovasculares em escolares
ABC
Artigo Original

Determinantes de risco para doenças cardiovasculares em escolares

Estelamaris T. Monego et al. Paulo César Brandão Veiga Jardim

OBJETIVO: Conhecer a ocorrência e associação de hipertensão arterial com algumas variáveis relacionadas ao estilo de vida. MÉTODOS: Estudo transversal, base populacional, amostra aleatória em indivíduos (7 a 14 anos) de escolas (rede pública e particular). Investigados o estado nutricional, pressão arterial e hábitos de vida (tabaco, álcool, atividade física e hábito alimentar). RESULTADOS: Dos 3.169 escolares avaliados, destacaram-se 5,0% de hipertensão arterial e 6,2% de pressão normal-alta. A categorização por sexo mostra 6,4% meninos e 6,0% meninas com pressão normal-alta e 4,3% meninos e 5,7% meninas com hipertensão arterial. O índice de massa corporal (IMC) identificou 16,0% com excesso de peso, dos quais 4,9% já obesos. Houve associação significante (p = 0,01) entre hipertensão arterial e excesso de peso. Dentre os investigados, 11,6% não faziam aulas de educação física e 37,8% eram sedentários no lazer. O tabagismo foi informado por vinte 0,6% escolares, e a experimentação de bebida alcoólica por 32,7%. Nenhuma dessas variáveis apresentou significância estatística em relação aos valores pressóricos e estado nutricional. CONCLUSÃO: Diante do encontro de escolares com valores médios de pressão arterial e IMC com freqüência acima da esperada, associado a hábitos de vida que tendem a favorecer o desenvolvimento das doenças cardiovasculares, sugere-se a proposição de medidas de intervenção cujo foco seja o escolar, como elemento capaz de disseminar as informações no núcleo familiar. Essa possibilidade nos mobiliza para uma proposta de atuação nas escolas como parceiras na promoção da saúde.

  • Antropometria
  • Epidemiologia
  • Pressão Arterial
  • Prevenção e Controle
  • saúde escolar
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28/07/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001400006 Visualizações 2

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Costa TO, Rocha MS, Soares Filho GF, Camargo RA, Macedo CRB. Determinantes Incrementais do Protocolo Combinado de Imagens Supina-Prona da Cintilografia de Perfusão Miocárdica. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(3):e20230060.

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Costa, Tiago Oliveira; Rocha, Mário de Seixas; Soares Filho, Gilson Feitosa; Camargo, Raphael Abegão de; Macedo, Cristiano Ricardo Bastos de. Determinantes Incrementais do Protocolo Combinado de Imagens Supina-Prona da Cintilografia de Perfusão Miocárdica. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230060, out. 2023.

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Costa, T. O., Rocha, M. S., Soares Filho, G. F., Camargo, R. A. , & Macedo, C. R. B. (2023). Determinantes Incrementais do Protocolo Combinado de Imagens Supina-Prona da Cintilografia de Perfusão Miocárdica. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230060.

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Costa, Tiago Oliveira and Rocha, Mário de Seixas and Soares Filho, Gilson Feitosa and Camargo, Raphael Abegão de and Macedo, Cristiano Ricardo Bastos de. Determinantes Incrementais do Protocolo Combinado de Imagens Supina-Prona da Cintilografia de Perfusão Miocárdica. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230060. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/determinantes-incrementais-do-protocolo-combinado-de-imagens-supina-prona-da-cintilografia-de-perfusao-miocardica/>. ISSN 2318-8219

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Silva JBNF. Estratégia Chave para Prever Doenças Cardiovasculares: Uma Combinação de Índices Antropométricos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(4):713-4.

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Silva, José Bruno Nunes Ferreira. Estratégia Chave para Prever Doenças Cardiovasculares: Uma Combinação de Índices Antropométricos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 4, p. 713-714, out. 2021.

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Silva, J. B. N. F. (2021). Estratégia Chave para Prever Doenças Cardiovasculares: Uma Combinação de Índices Antropométricos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(4), 713-714.

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Silva, José Bruno Nunes Ferreira. Estratégia Chave para Prever Doenças Cardiovasculares: Uma Combinação de Índices Antropométricos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 713-714. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estrategia-chave-para-prever-doencas-cardiovasculares-uma-combinacao-de-indices-antropometricos/>. ISSN 0066-782X

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Almeida RT, Matos SMA, Aquino EML. Desempenho Individual e Combinado de Indicadores de Obesidade Geral e Central para Estimar Risco Coronariano em Participantes do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(4):701-12.

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Almeida, Rogério Tosta de; Matos, Sheila Maria Alvim; Aquino, Estela M. L.. Desempenho Individual e Combinado de Indicadores de Obesidade Geral e Central para Estimar Risco Coronariano em Participantes do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 4, p. 701-712, jul. 2021.

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Almeida, R. T. , Matos, S. M. A., & Aquino, E. M. L. (2021). Desempenho Individual e Combinado de Indicadores de Obesidade Geral e Central para Estimar Risco Coronariano em Participantes do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(4), 701-712.

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Almeida, Rogério Tosta de and Matos, Sheila Maria Alvim and Aquino, Estela M. L.. Desempenho Individual e Combinado de Indicadores de Obesidade Geral e Central para Estimar Risco Coronariano em Participantes do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 701-712. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/desempenho-individual-e-combinado-de-indicadores-de-obesidade-geral-e-central-para-estimar-risco-coronariano-em-participantes-do-elsa-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Pinheiro G, Mello J, Gaya A, Gaya AR. Pressão Arterial de Crianças: Associação a Indicadores Antropométricos, Composição Corporal, Aptidão Cardiorrespiratória e Atividade Física. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(5):950-6.

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Pinheiro, Gisele; Mello, Júlio; Gaya, Adroaldo; Gaya, Anelise Reis. Pressão Arterial de Crianças: Associação a Indicadores Antropométricos, Composição Corporal, Aptidão Cardiorrespiratória e Atividade Física. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 5, p. 950-956, maio. 2021.

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Pinheiro, G., Mello, J., Gaya, A., & Gaya, A. R. (2021). Pressão Arterial de Crianças: Associação a Indicadores Antropométricos, Composição Corporal, Aptidão Cardiorrespiratória e Atividade Física. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(5), 950-956.

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Pinheiro, Gisele and Mello, Júlio and Gaya, Adroaldo and Gaya, Anelise Reis. Pressão Arterial de Crianças: Associação a Indicadores Antropométricos, Composição Corporal, Aptidão Cardiorrespiratória e Atividade Física. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 950-956. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/pressao-arterial-de-criancas-associacao-a-indicadores-antropometricos-composicao-corporal-aptidao-cardiorrespiratoria-e-atividade-fisica/>. ISSN 0066-782X

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Teixeira MEF, Vitorino PVO, Amodeo C, Martinez T, Brandão AA, Barbosa ECD, Feitosa ADM, et al. Fatores de Risco Cardiovascular em Cardiologistas Especialistas pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(4):774-81.

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Teixeira, Maria Emília Figueiredo; Vitorino, Priscila Valverde de O.; Amodeo, Celso; Martinez, Tânia; Brandão, Andréa Araujo; Barbosa, Eduardo Costa Duarte; Feitosa, Audes Diógenes Magalhães; Jardim, Paulo Cesar B. Veiga; Souza, Ana Luiza Lima; Barroso, Weimar Kunz Sebba. Fatores de Risco Cardiovascular em Cardiologistas Especialistas pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 4, p. 774-781, abr. 2021.

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Teixeira, M. E. F., Vitorino, P. V. O., Amodeo, C., Martinez, T., Brandão, A. A., Barbosa, E. C. D., Feitosa, A. D. M., Jardim, P. C. B. V., Souza, A. L. L., & Barroso, W. K. S. (2021). Fatores de Risco Cardiovascular em Cardiologistas Especialistas pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(4), 774-781.

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Teixeira, Maria Emília Figueiredo and Vitorino, Priscila Valverde de O. and Amodeo, Celso and Martinez, Tânia and Brandão, Andréa Araujo and Barbosa, Eduardo Costa Duarte and Feitosa, Audes Diógenes Magalhães and Jardim, Paulo Cesar B. Veiga and Souza, Ana Luiza Lima and Barroso, Weimar Kunz Sebba. Fatores de Risco Cardiovascular em Cardiologistas Especialistas pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 774-781. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fatores-de-risco-cardiovascular-em-cardiologistas-especialistas-pela-sociedade-brasileira-de-cardiologia/>. ISSN 0066-782X

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Ribeiro Junior UES, Fernandes RCP. Hipertensão Arterial em Trabalhadores: O Efeito Cumulativo das Dimensões da Atividade Física sobre esse Agravo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(5):755-61.

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Ribeiro Junior, Uelito Everaldo Souza; Fernandes, Rita de Cassia Pereira. Hipertensão Arterial em Trabalhadores: O Efeito Cumulativo das Dimensões da Atividade Física sobre esse Agravo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 5, p. 755-761, maio. 2020.

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Ribeiro Junior, U. E. S., & Fernandes, R. C. P. (2020). Hipertensão Arterial em Trabalhadores: O Efeito Cumulativo das Dimensões da Atividade Física sobre esse Agravo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(5), 755-761.

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Ribeiro Junior, Uelito Everaldo Souza and Fernandes, Rita de Cassia Pereira. Hipertensão Arterial em Trabalhadores: O Efeito Cumulativo das Dimensões da Atividade Física sobre esse Agravo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 755-761. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hipertensao-arterial-em-trabalhadores-o-efeito-cumulativo-das-dimensoes-da-atividade-fisica-sobre-esse-agravo/>. ISSN 0066-782X

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Santos JLF, Valério VP, Fernandes RN, Duarte L, Assumpção AC, Guerreiro J, Sickler AL, et al. Os Percentis e Pontos de Corte da Circunferência Abdominal para Obesidade em uma Ampla Amostra de Estudantes de 6 a 10 Anos de Idade do Estado de São Paulo, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(3):530-7.

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Santos, José Luiz F; Valério, Valentin P.; Fernandes, Rafael N.; Duarte, Ligia; Assumpção, Antonio C.; Guerreiro, Jayme; Sickler, Antonio L.; Lemos, Álvaro A. R.; Goulart Filho, Jayro G; Cesar, Luiz Antonio Machado; Pinto, Ibraim Masciarelli; Magalhães, Carlos; Hussid, Maria Fernanda; Camacho, Cleber; Avezum, Alvaro; Sangaleti, Carine T.; Consolim-Colombo, Fernanda Marciano. Os Percentis e Pontos de Corte da Circunferência Abdominal para Obesidade em uma Ampla Amostra de Estudantes de 6 a 10 Anos de Idade do Estado de São Paulo, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 3, p. 530-537, abr. 2020.

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Santos, J. L. F., Valério, V. P., Fernandes, R. N., Duarte, L., Assumpção, A. C., Guerreiro, J., Sickler, A. L., Lemos, A. R., Goulart Filho, J. G., Cesar, L. A. M., Pinto, I. M., Magalhães, C., Hussid, M. F., Camacho, C., Avezum, A., Sangaleti, C. T., & Consolim-Colombo, F. M. (2020). Os Percentis e Pontos de Corte da Circunferência Abdominal para Obesidade em uma Ampla Amostra de Estudantes de 6 a 10 Anos de Idade do Estado de São Paulo, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(3), 530-537.

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Santos, José Luiz F and Valério, Valentin P. and Fernandes, Rafael N. and Duarte, Ligia and Assumpção, Antonio C. and Guerreiro, Jayme and Sickler, Antonio L. and Lemos, Álvaro A. R. and Goulart Filho, Jayro G and Cesar, Luiz Antonio Machado and Pinto, Ibraim Masciarelli and Magalhães, Carlos and Hussid, Maria Fernanda and Camacho, Cleber and Avezum, Alvaro and Sangaleti, Carine T. and Consolim-Colombo, Fernanda Marciano. Os Percentis e Pontos de Corte da Circunferência Abdominal para Obesidade em uma Ampla Amostra de Estudantes de 6 a 10 Anos de Idade do Estado de São Paulo, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 530-537. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/os-percentis-e-pontos-de-corte-da-circunferencia-abdominal-para-obesidade-em-uma-ampla-amostra-de-estudantes-de-6-a-10-anos-de-idade-do-estado-de-sao-paulo-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Vizentin, Nathalia Pereira; Cardoso, Paula Mendonça Santos; Maia, Camila Aparecida Gomes; Alves, Isabela Perez; Aranha, Gabriel Lunardi; Giannini, Denise Tavares. Dislipidemia em Adolescentes Atendidos em um Hospital Universitário no Rio de Janeiro/Brasil: Prevalência e Associação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 2, p. 147-151, dez. 2018.

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Vizentin, N. P., Cardoso, P. M. S., Maia, C. A. G., Alves, I. P., Aranha, G. L., & Giannini, D. T. (2018). Dislipidemia em Adolescentes Atendidos em um Hospital Universitário no Rio de Janeiro/Brasil: Prevalência e Associação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(2), 147-151.

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Vizentin, Nathalia Pereira and Cardoso, Paula Mendonça Santos and Maia, Camila Aparecida Gomes and Alves, Isabela Perez and Aranha, Gabriel Lunardi and Giannini, Denise Tavares. Dislipidemia em Adolescentes Atendidos em um Hospital Universitário no Rio de Janeiro/Brasil: Prevalência e Associação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 112, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 147-151. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/dislipidemia-em-adolescentes-atendidos-em-um-hospital-universitario-no-rio-de-janeiro-brasil-prevalencia-e-associacao/>. ISSN 0066-782X

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Oliveira, Carolina Cunha de; Costa, Emanuelle Dias da; Roriz, Anna Karla Carneiro; Ramos, Lilian Barbosa; Gomes Neto, Mansueto. Preditores de Síndrome Metabólica em Idosos: Uma Revisão. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 4, p. 343-353, dez. 2016.

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Oliveira, Carolina Cunha de and Costa, Emanuelle Dias da and Roriz, Anna Karla Carneiro and Ramos, Lilian Barbosa and Gomes Neto, Mansueto. Preditores de Síndrome Metabólica em Idosos: Uma Revisão. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 343-353. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/preditores-de-sindrome-metabolica-em-idosos-uma-revisao/>. ISSN 2359-4802

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Morais, Polyana Resende Silva de; Sousa, Ana Luiza Lima; Jardim, Thiago de Souza Veiga; Nascente, Flávia Miquetichuc Nogueira; Mendonça, Karla Lorena; Povoa, Thaís Inácio Rolim; Carneiro, Carolina de Souza; Ferreira, Vanessa Roriz; Souza, Weimar Kunz Sebba Barroso de; Jardim, Paulo César Brandão Veiga. Correlação da Resistência à Insulina e Medidas Antropométricas com Pressão Arterial de Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 4, p. 319-326, mar. 2016.

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Morais, P. R. S. , Sousa, A. L. L., Jardim, T. S. V., Nascente, F. M. N., Mendonça, K. L., Povoa, T. I. R., Carneiro, C. S., Ferreira, V. R., Souza, W. K. S. B. , & Jardim, P. C. B. V. (2016). Correlação da Resistência à Insulina e Medidas Antropométricas com Pressão Arterial de Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(4), 319-326.

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Morais, Polyana Resende Silva de and Sousa, Ana Luiza Lima and Jardim, Thiago de Souza Veiga and Nascente, Flávia Miquetichuc Nogueira and Mendonça, Karla Lorena and Povoa, Thaís Inácio Rolim and Carneiro, Carolina de Souza and Ferreira, Vanessa Roriz and Souza, Weimar Kunz Sebba Barroso de and Jardim, Paulo César Brandão Veiga. Correlação da Resistência à Insulina e Medidas Antropométricas com Pressão Arterial de Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 319-326. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-da-resistencia-a-insulina-e-medidas-antropometricas-com-pressao-arterial-de-adolescentes/>. ISSN 0066-782X

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Schommer, Vânia Ames; Barbiero, Sandra Mari; Cesa, Cláudia Ciceri; Oliveira, Rosemary; Silva, Anelise Damiani; Pellanda, Lucia Campos. Excesso de Peso, Variáveis Antropométricas e Pressão Arterial em Escolares de 10 a 18 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 4, p. 312-318, fev. 2014.

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Schommer, V. A., Barbiero, S. M., Cesa, C. C., Oliveira, R., Silva, A. D., & Pellanda, L. C. (2014). Excesso de Peso, Variáveis Antropométricas e Pressão Arterial em Escolares de 10 a 18 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(4), 312-318.

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Schommer, Vânia Ames and Barbiero, Sandra Mari and Cesa, Cláudia Ciceri and Oliveira, Rosemary and Silva, Anelise Damiani and Pellanda, Lucia Campos. Excesso de Peso, Variáveis Antropométricas e Pressão Arterial em Escolares de 10 a 18 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 312-318. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/excesso-de-peso-variaveis-antropometricas-e-pressao-arterial-em-escolares-de-10-a-18-anos/>. ISSN 0066-782X

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Chagas, Patricia; Caramori, Paulo; Barcellos, Christiano; Galdino, Tatiana Pizzato; Gomes, Irênio; Schwanke, Carla Helena Augustin. Associação de diferentes medidas e índices antropométricos com a carga aterosclerótica coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 5, p. 397-401, set. 2011.

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Chagas, P., Caramori, P., Barcellos, C., Galdino, T. P., Gomes, I., & Schwanke, C. H. A. (2011). Associação de diferentes medidas e índices antropométricos com a carga aterosclerótica coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(5), 397-401.

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Chagas, Patricia and Caramori, Paulo and Barcellos, Christiano and Galdino, Tatiana Pizzato and Gomes, Irênio and Schwanke, Carla Helena Augustin. Associação de diferentes medidas e índices antropométricos com a carga aterosclerótica coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 397-401. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-de-diferentes-medidas-e-indices-antropometricos-com-a-carga-aterosclerotica-coronariana/>. ISSN 0066-782X

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Queiroz, V. M. , Moreira, P. V. L., Vasconcelos, T. H. C. , & Vianna, R. P. T. (2011). Prevalência e preditores antropométricos de pressão arterial elevada em escolares de João Pessoa – PB. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(5), 629-634.

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Queiroz, Veruska Moreira de and Moreira, Patrícia Vasconcelos Leitão and Vasconcelos, Tereza Helena Cavalcanti de and Vianna, Rodrigo Pinheiro de Toledo. Prevalência e preditores antropométricos de pressão arterial elevada em escolares de João Pessoa – PB. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 95, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 629-634. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-e-preditores-antropometricos-de-pressao-arterial-elevada-em-escolares-de-joao-pessoa-pb/>. ISSN 0066-782X

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Beck, C. C., Lopes, A. S., & Pitanga, F. J. G. (2010). Indicadores antropométricos como preditores de pressão arterial elevada em adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 96(2), 126-133.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Beck, Carmem Cristina and Lopes, Adair da Silva and Pitanga, Francisco José Gondim. Indicadores antropométricos como preditores de pressão arterial elevada em adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 96, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 126-133. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/indicadores-antropometricos-como-preditores-de-pressao-arterial-elevada-em-adolescentes/>. ISSN 0066-782X

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Vasques, Ana Carolina; Rosado, Lina; Rosado, Gilberto; Ribeiro, Rita de Cassia; Franceschini, Sylvia; Geloneze, Bruno. Indicadores antropométricos de resistência à insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 1, p. e14-e23, set. 2010.

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Costa, Eduardo Caldas and Soares, Elvira Maria Mafaldo and Lemos, Telma Maria Araujo Moura and Maranhão, Técia Maria de Oliveira and Azevedo, George Dantas. Índices de obesidade central e fatores de risco cardiovascular na síndrome dos ovários policísticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 633-638. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/indices-de-obesidade-central-e-fatores-de-risco-cardiovascular-na-sindrome-dos-ovarios-policisticos/>. ISSN 0066-782X

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Vasques, Ana Carolina Junqueira and Rosado, Lina Enriqueta Frandsen Paez de Lima and Rosado, Gilberto Paixão and Ribeiro, Rita de Cassia Lanes and Franceschini, Sylvia do Carmo Castro and Geloneze, Bruno and Priore, Silvia Eloiza and Oliveira, Dirce Ribeiro de. Diferentes aferições do diâmetro abdominal sagital e do perímetro da cintura na predição do HOMA-IR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 93, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 511-518. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/diferentes-afericoes-do-diametro-abdominal-sagital-e-do-perimetro-da-cintura-na-predicao-do-homa-ir/>. ISSN 0066-782X

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Tarastchuk, José Carlos Estival and Guérios, Ênio Eduardo and Bueno, Ronaldo da Rocha Loures and Andrade, Paulo Maurício Piá de and Nercolini, Deborah Christina and Ferraz, João Gustavo Gongora and Doubrawa, Eduardo. Obesidade e intervenção coronariana: devemos continuar valorizando o Índice de Massa Corpórea?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 311-316. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/obesidade-e-intervencao-coronariana-devemos-continuar-valorizando-o-indice-de-massa-corporea/>. ISSN 0066-782X

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Monego, Estelamaris T. and Jardim, Paulo César Brandão Veiga. Determinantes de risco para doenças cardiovasculares em escolares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 37-45. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/determinantes-de-risco-para-doencas-cardiovasculares-em-escolares/>. ISSN 0066-782X

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