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  2. Palavra-chave: Angina Microvascular
ABC
Relato de Caso

Angina Refratária e Isquemia Miocárdica na Ausência de Doença Coronária Obstrutiva: A Propósito de um Caso Clínico

Filipe Silva Vilela et al. Carla Oliveira Ferreira Bárbara Rocha João Faria … Ana Sofia Fernandes Mónica Dias Inês Conde António Gaspar Carlos Galvão Braga

Introdução

A angina pectoris, o sintoma mais comum da doença cardíaca isquêmica, afeta aproximadamente 112 milhões de pessoas em todo o mundo. Uma grande proporção de pacientes (até 70%) submetidos à angiografia coronária devido à angina e à evidência de isquemia miocárdica não apresenta obstrução das artérias coronárias, condição denominada INOCA (isquemia com artérias coronárias não obstrutivas).–

A disfunção microvascular coronária e o vasoespasmo epicárdico, isoladamente ou em combinação com a doença arterial coronariana (DAC), são mecanismos adjuvantes de isquemia miocárdica. A distinção entre o vasoespasmo da artéria coronária epicárdica e a disfunção microvascular coronária permite um tratamento específico e distinto, além de fornecer informações prognósticas aos pacientes e seus médicos.

[…]

  • Angina Microvascular
  • Isquemia Miocárdica
  • Vasoespasmo Coronário
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02/03/2026 DOI: 10.36660/abc.20250243
Como Eu Faço Medicina Nuclear na Avaliação da Doença Microvascular na Mulher
ABCIC
Review Article

Como Eu Faço Medicina Nuclear na Avaliação da Doença Microvascular na Mulher

Lara Cristiane Terra Ferreira Carreira et al. Lívia Carreira Adriana Soares Xavier de Brito

Resumo

A disfunção microvascular coronariana (DMC) é uma condição cada vez mais reconhecida como causa de angina, com importância prognóstica em vários processos cardiovasculares, principalmente nas mulheres, sendo decorrente de anormalidades na estrutura e/ou função da microcirculação coronariana. Mesmo na ausência de doença arterial coronariana (DAC) obstrutiva, a DMC está associada a um pior prognóstico, com maior morbidade, comprometimento da qualidade de vida e hospitalizações recorrentes devido à angina e à insuficiência cardíaca, representando um desafio para o diagnóstico e tratamento. Neste artigo, fazemos uma breve revisão sobre a DMC e como a medicina nuclear pode auxiliar na sua avaliação.

  • Angina Microvascular
  • Isquemia Miocárdica
  • Medicina Nuclear
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28/03/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240015
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

Avaliação de Reserva de Fluxo Coronariano Pela Cintilografia Miocárdica na Hipertrofia Ventricular Esquerda

Renata Christian Martins Felix et al. Felipe Hermely Villela Pedras Odorico de Souza Lima Neto Leonardo Medeiros Vitório

Introdução

A integridade microvascular do leito miocárdico pode ser avaliada pela reserva de fluxo coronariano (CFR), que é um cálculo da proporção entre o fluxo sanguíneo coronariano absoluto sob estresse vasodilatador e em condições de repouso. Sua medida é capaz de estimar a disfunção vasomotora e reflete o efeito hemodinâmico de doença coronariana focal, difusa ou de pequenos vasos.

Atualmente, é possível medir a CFR de forma invasiva pela técnica de termodiluição ou Doppler intracoronariano e através de métodos não-invasivos, como ecocardiograma, ressonância magnética, tomografia computadorizada ou técnicas de medicina nuclear.

[…]

  • Angina Microvascular
  • Fluxo Sanguíneo Regional
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
  • Imagem de Perfusão do Miocárdio
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26/09/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230053 Visualizações 2
ABC
Editorial

Uma Nova Via para Oclusão Coronariana com Elabela?

Ricardo Wang et al. Estevão Lanna Figueiredo Fernando Carvalho Neuschwander

A Oclusão coronariana total (OCT) caracteriza-se por uma obstrução com duração estimada em mais de 3 meses e está presente em cerca de 15-18% de todas as coronariografias realizadas. As manifestações clínicas podem variar desde quadros assintomáticos, passando por angina estável, até graus variados de disfunção ventricular. Isto depende principalmente do grau da circulação colateral. Sendo pobre, pode levar a comprometimento da viabilidade dos miócitos e associar-se a vários graus de necrose e/ou miocárdio hibernante. Na presença de colaterais bem desenvolvidas (Rentrop grau III), o paciente pode ser assintomático e ter função contrátil preservada. Portanto, a formação de uma circulação colateral bem desenvolvida, principalmente antes da oclusão do vaso, é fundamental para a preservação dos miócitos.

Apesar dos avanços no tratamento clínico da angina estável, muitos pacientes portadores de OCT são submetidos a procedimentos intervencionistas. Destes, a maioria é encaminhada para cirurgia de revascularização miocárdica ou intervenção coronariana percutânea (ICP) com técnicas mais avançadas, mas também com maior risco de complicações. O estudo de mecanismos potencialmente estimuladores da arteriogênese e angiogênese (formação de circulação colateral) abre oportunidades para o desenvolvimento de medicamentos que, por sua vez, evitariam intervenções desnecessárias e/ou poderiam beneficiar pacientes com sintomas refratários ao tratamento clínico convencional otimizado e que são maus candidatos às intervenções (exemplo: leito distal fino, doença coronariana difusa).

[…]

  • Angina Microvascular
  • Biomarcadores (Elabela)
  • Circulação Colateral
  • Miócitos Cardíacos
  • Oclusão Coronária
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20/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20210662
Figura 1
ABC
Artigo Original

Medição do Fluxo Sanguíneo Coronário em Angiogramas Coronários Convencionais por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Uma Visão Fisiológica

Miguel Lopez-Hidalgo et al. Antonio Eblen-Zajjur

Resumo

Fundamento

O grau de fluxo TIMI e a contagem quadro a quadro TIMI corrigida (CTFC) são métodos amplamente utilizados para avaliar o fluxo sanguíneo coronariano angiográfico. A medição do fluxo sanguíneo coronariano (FSC) na coronariografia (CAG) padrão despertou grande interesse recentemente, tentando combinar o conceito de CTFC com novos métodos para pós-angioplastia e avaliação da síndrome cardíaca X. Além disso, o fluxo coronariano lento é considerado um critério importante para a angina microvascular.

Objetivo

Explorar uma nova abordagem de medição angiográfica quantitativa do FSC com base na detecção densitométrica de contraste na CAG offline, usando um software acessível para obter uma avaliação mais precisa e confiável do FSC.

Métodos

Trinta pacientes foram estudados e divididos em 2 grupos: fluxo sanguíneo coronariano normal (FN) e fluxo sanguíneo coronariano lento (FL), de acordo com a definição da CTFC. O MD foi aplicado à amostra do estudo para diferenciar entre FN e FL. A estatística não paramétrica foi usada para avaliar diferenças entre os grupos com p<0,05.

Resultados

O valor de referência normal do MD obtido para o fluxo sanguíneo coronariano foi de 9 [5–10] quadros. Os grupos FN vs. FL foi comparado e expresso como mediana [intervalo interquartil], para a artéria descendente anterior esquerda: 10 [7–11] vs. 21 [8–33]; p=0,016; artéria circunflexa: 9 [4–13] vs. 14 [11–30]; p=0,012 e artéria coronária direita: 5 [3–11] vs. 13 [8–26]; p=0,009.

Conclusão

O MD mostrou a viabilidade de medir o fluxo sanguíneo coronariano com precisão, consistência e reprodutibilidade em um angiograma coronariano padrão, mostrando a capacidade adicional de diferenciar FN de FL em pacientes com dor precordial e artérias coronárias normais. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(3):503-512)

  • Angina Estável
  • Angina Microvascular
  • Angiografia Coronária/métodos
  • Circulação Sanguínea/fisiopatologia
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Síndrome Cardíaca X
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20180283
Figura 1
IJCS
Artigo Original

Comparação entre Avaliação de Isquemia Miocárdica pela Reserva de Fluxo Fracionada e Cintilografia de Perfusão Miocárdica

Aurora Felice Castro Issa et al. Felipe Pittella Sergio Martins Leandro Patricia Paço … Judas Tadeu Renata Felix

Resumo

Fundamentos:

Lesões coronárias moderadas podem ser, ou não, responsáveis pela isquemia miocárdica. A análise funcional das lesões pode ser realizada por métodos invasivos e não invasivos.

Objetivo:

Comparar a análise funcional das lesões coronarianas moderadas pela reserva de fluxo fracionado e pela cintilografia de perfusão miocárdica.

Métodos:

Foram estudados prospectivamente 47 pacientes com doença arterial coronária estável com pelo menos uma lesão coronariana moderada obstrutiva. Eles foram submetidos à reserva de fluxo fracionado e à cintilografia de perfusão miocárdica com intervalo médio de 24,5 dias, entre janeiro de 2013 e dezembro de 2015. Não houve alteração no estado clínico e nem no procedimento de revascularização entre exames. As variáveis populacionais foram descritas como mediana e interquartil. A reserva de fluxo fracionado foi realizada em um de tronco de coronária esquerda; 37 artérias coronárias descendentes; 12 artérias circunflexas e quatro artérias coronárias direitas. Reserva de fluxo fracionado < 0,8 foi considerada positiva. A análise comparativa entre os resultados dos testes foi feita pelo teste de Fisher bicaudal, sendo considerado significativo valor de p < 0,05.

Resultados:

A reserva de fluxo fracionado < 0,8 foi encontrada no tronco de coronária esquerda (100%); 13 na artéria coronária descendente (35,14%); seis na artéria circunflexa (50%) e duas na artéria coronária direita (50%). Dentre os pacientes com reserva de fluxo fracionado positiva, 83% tinham isquemia miocárdica demonstrada na cintilografia de perfusão miocárdica (p = 0,058). Analisando especificamente o território da artéria coronária descendente, 83% dos pacientes com reserva de fluxo fracionado negativa não tinham isquemia na cintilografia de perfusão miocárdica, mas 69% dos pacientes com reserva de fluxo fracionado positiva não tinham isquemia na cintilografia de perfusão miocárdica (p = 0,413).

Conclusão:

Pode ocorrer discordância entre os resultados de análise funcional de lesões coronárias moderadas por testes invasivos e não invasivos.

  • Angina Microvascular
  • Imagem de Perfusão do Miocárdio / diagnóstico por imagem
  • Isquemia Miocárdica
  • Reserva Fracionada de Fluxo Miocárdico
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21/05/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180021 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Vilela FS, Ferreira CO, Rocha B, Faria J, Fernandes AS, Dias M, Conde I, et al. Angina Refratária e Isquemia Miocárdica na Ausência de Doença Coronária Obstrutiva: A Propósito de um Caso Clínico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(1):e20250243.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Vilela, Filipe Silva; Ferreira, Carla Oliveira; Rocha, Bárbara; Faria, João; Fernandes, Ana Sofia; Dias, Mónica; Conde, Inês; Gaspar, António; Braga, Carlos Galvão. Angina Refratária e Isquemia Miocárdica na Ausência de Doença Coronária Obstrutiva: A Propósito de um Caso Clínico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 1, e20250243, mar. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Vilela, F. S., Ferreira, C. O., Rocha, B., Faria, J., Fernandes, A. S., Dias, M., Conde, I., Gaspar, A., & Braga, C. G. (2026). Angina Refratária e Isquemia Miocárdica na Ausência de Doença Coronária Obstrutiva: A Propósito de um Caso Clínico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(1), e20250243.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Vilela, Filipe Silva and Ferreira, Carla Oliveira and Rocha, Bárbara and Faria, João and Fernandes, Ana Sofia and Dias, Mónica and Conde, Inês and Gaspar, António and Braga, Carlos Galvão. Angina Refratária e Isquemia Miocárdica na Ausência de Doença Coronária Obstrutiva: A Propósito de um Caso Clínico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 1, [citado 2026-10-14], e20250243. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/angina-refrataria-e-isquemia-miocardica-na-ausencia-de-doenca-coronaria-obstrutiva-a-proposito-de-um-caso-clinico/>. ISSN 0066-782X

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Carreira LCTF, Carreira L, Brito ASX. Como Eu Faço Medicina Nuclear na Avaliação da Doença Microvascular na Mulher. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(1):e20240015.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Carreira, Lara Cristiane Terra Ferreira; Carreira, Lívia; Brito, Adriana Soares Xavier de. Como Eu Faço Medicina Nuclear na Avaliação da Doença Microvascular na Mulher. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 1, e20240015, mar. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Carreira, L. C. T. F., Carreira, L., & Brito, A. S. X. (2024). Como Eu Faço Medicina Nuclear na Avaliação da Doença Microvascular na Mulher. ABC Imagem Cardiovascular, 37(1), e20240015.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Carreira, Lara Cristiane Terra Ferreira and Carreira, Lívia and Brito, Adriana Soares Xavier de. Como Eu Faço Medicina Nuclear na Avaliação da Doença Microvascular na Mulher. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 1, [citado 2026-10-14], e20240015. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-medicina-nuclear-na-avaliacao-da-doenca-microvascular-na-mulher/>. ISSN 2318-8219

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Felix RCM, Pedras FHV, Lima Neto OS, Vitório LM. Avaliação de Reserva de Fluxo Coronariano Pela Cintilografia Miocárdica na Hipertrofia Ventricular Esquerda. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(3):e20230053.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Felix, Renata Christian Martins; Pedras, Felipe Hermely Villela; Lima Neto, Odorico de Souza; Vitório, Leonardo Medeiros. Avaliação de Reserva de Fluxo Coronariano Pela Cintilografia Miocárdica na Hipertrofia Ventricular Esquerda. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230053, set. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Felix, R. C. M., Pedras, F. H. V., Lima Neto, O. S., & Vitório, L. M. (2023). Avaliação de Reserva de Fluxo Coronariano Pela Cintilografia Miocárdica na Hipertrofia Ventricular Esquerda. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230053.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Felix, Renata Christian Martins and Pedras, Felipe Hermely Villela and Lima Neto, Odorico de Souza and Vitório, Leonardo Medeiros. Avaliação de Reserva de Fluxo Coronariano Pela Cintilografia Miocárdica na Hipertrofia Ventricular Esquerda. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230053. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-de-reserva-de-fluxo-coronariano-pela-cintilografia-miocardica-na-hipertrofia-ventricular-esquerda/>. ISSN 2318-8219

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Wang R, Figueiredo EL, Neuschwander FC. Uma Nova Via para Oclusão Coronariana com Elabela?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(3):511.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Wang, Ricardo; Figueiredo, Estevão Lanna; Neuschwander, Fernando Carvalho. Uma Nova Via para Oclusão Coronariana com Elabela?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 3, p. 511-511, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Wang, R., Figueiredo, E. L., & Neuschwander, F. C. (2021). Uma Nova Via para Oclusão Coronariana com Elabela?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(3), 511-511.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Wang, Ricardo and Figueiredo, Estevão Lanna and Neuschwander, Fernando Carvalho. Uma Nova Via para Oclusão Coronariana com Elabela?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 511-511. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uma-nova-via-para-oclusao-coronariana-com-elabela/>. ISSN 0066-782X

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Lopez-Hidalgo M, Eblen-Zajjur A. Medição do Fluxo Sanguíneo Coronário em Angiogramas Coronários Convencionais por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Uma Visão Fisiológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):503-12.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lopez-Hidalgo, Miguel; Eblen-Zajjur, Antonio. Medição do Fluxo Sanguíneo Coronário em Angiogramas Coronários Convencionais por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Uma Visão Fisiológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 503-512, set. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lopez-Hidalgo, M., & Eblen-Zajjur, A. (2020). Medição do Fluxo Sanguíneo Coronário em Angiogramas Coronários Convencionais por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Uma Visão Fisiológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 503-512.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lopez-Hidalgo, Miguel and Eblen-Zajjur, Antonio. Medição do Fluxo Sanguíneo Coronário em Angiogramas Coronários Convencionais por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Uma Visão Fisiológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 503-512. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/medicao-do-fluxo-sanguineo-coronario-em-angiogramas-coronarios-convencionais-por-um-novo-metodo-baseado-na-deteccao-da-densidade-de-contraste-uma-visao-fisiologica/>. ISSN 0066-782X

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Issa AFC, Pittella F, Leandro SM, Paço P, Tadeu J, Felix R. Comparação entre Avaliação de Isquemia Miocárdica pela Reserva de Fluxo Fracionada e Cintilografia de Perfusão Miocárdica. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(4):333-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Issa, Aurora Felice Castro; Pittella, Felipe; Leandro, Sergio Martins; Paço, Patricia; Tadeu, Judas; Felix, Renata. Comparação entre Avaliação de Isquemia Miocárdica pela Reserva de Fluxo Fracionada e Cintilografia de Perfusão Miocárdica. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 4, p. 333-338, maio. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Issa, A. F. C., Pittella, F., Leandro, S. M., Paço, P., Tadeu, J., & Felix, R. (2018). Comparação entre Avaliação de Isquemia Miocárdica pela Reserva de Fluxo Fracionada e Cintilografia de Perfusão Miocárdica. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(4), 333-338.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Issa, Aurora Felice Castro and Pittella, Felipe and Leandro, Sergio Martins and Paço, Patricia and Tadeu, Judas and Felix, Renata. Comparação entre Avaliação de Isquemia Miocárdica pela Reserva de Fluxo Fracionada e Cintilografia de Perfusão Miocárdica. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 333-338. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comparacao-entre-avaliacao-de-isquemia-miocardica-pela-reserva-de-fluxo-fracionada-e-cintilografia-de-perfusao-miocardica/>. ISSN 2359-4802

  • Sobre a Família ABC
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