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  2. Palavra-chave: Técnicas de Imagem Cardíaca
As Aplicações das Redes Neurais Convolucionais na Imagem Cardíaca
ABCIC
Review Article

As Aplicações das Redes Neurais Convolucionais na Imagem Cardíaca

Luiz Henrique Cartaxo Fernandes et al. José Lucas Formiga Dantas Marilia Graziela Vieira de Macena Lima Glaudir Donato Marcelo Dantas Tavares de Melo

Resumo

Redes neurais são modelos computacionais que imitam o funcionamento do cérebro humano, aprendendo a partir de grandes volumes de dados para realizar tarefas cada vez mais complexas. Isso é feito por meio de neurônios artificiais interconectados que propagam informações de camadas brutas para camadas refinadas, às vezes com pesos atribuídos, permitindo a classificação ou identificação de padrões não lineares. A Rede Neural Convolucional (CNN, do inglês Convolutional Neural Network) é uma arquitetura especializada de aprendizado profundo (deep learning) projetada para extrair e analisar padrões espaciais em imagens, possibilitando aplicações em decisões diagnósticas e monitoramento clínico longitudinal. Seu uso em tomografia computadorizada e ressonância magnética, por meio da segmentação de imagens cardíacas, permite definir estruturas cardíacas de forma rápida e eficiente, desempenhando um papel importante na reconstrução de imagens tridimensionais e no suporte a procedimentos pré-operatórios. Além disso, em comparação com outras formas de análise convencional, a CNN garante interpretações objetivas e qualidade superior de imagem, com base na remoção de artefatos do segmento estudado. Ecocardiogramas têm mostrado bons resultados na identificação de patologias como hipertensão pulmonar, amiloidose, cardiomiopatia hipertrófica e doenças congênitas, e estudos sobre a automação desses exames apontam para uma possível ampliação do acesso em áreas remotas onde operadores manuais não estão disponíveis. Consequentemente, abordagens baseadas em CNN têm o potencial de otimizar os fluxos de trabalho em imagem cardiovascular, minimizar a variabilidade entre observadores e expandir as capacidades diagnósticas para regiões carentes e remotas com acesso limitado a cuidados especializados.

  • Inteligência Artificial
  • Redes neurais de computação
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
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17/11/2025 DOI: 10.36660/abcimg.20250058 Visualizações 2
O Complexo Quebra-Cabeça do Fenótipo Hipertrófico: Uma Abordagem Prática para o Clínico
ABC
Revisão

O Complexo Quebra-Cabeça do Fenótipo Hipertrófico: Uma Abordagem Prática para o Clínico

Alex dos Santos Felix et al. Silvio Henrique Barberato Marcelo Dantas Tavares de Melo Sílvia Aguiar Rosa Nuno Cardim

Resumo

A hipertrofia ventricular esquerda (HVE) é frequentemente observada na prática clínica. No entanto, o fenótipo hipertrófico é uma manifestação comum de diversas condições, representando, portanto, um enigma para os médicos em termos de diagnóstico. Diferenciar as etiologias da HVE é fundamental para a tomada de decisão terapêutica, pois diferentes abordagens devem ser implementadas para condições distintas, como HVE secundária a alterações de carga, cardiomiopatia hipertrófica (CMH) ou mimetizadores de CMH.

Em alguns casos, um diagnóstico incorreto ou tardio pode levar à progressão da doença de base com perda adicional da capacidade funcional, alta morbidade e mortalidade.

O uso racional da multimodalidade de imagem cardiovascular é de extrema importância quando são realizados em conjunto com uma avaliação clínica completa e correlacionados com os achados eletrocardiográficos, fornecendo pistas para preencher lacunas. Na maioria das vezes, os exames de imagem são a peça que falta para resolver esse quebra-cabeça desafiador.

Uma abordagem integral é de suma importância na avaliação desses pacientes, pois, muitas vezes, são acompanhados por diversas especialidades, com manifestações sistêmicas variadas. Embora seja necessária uma equipe multidisciplinar para um acompanhamento otimizado desses pacientes, o agente mais importante nessa jornada é o clínico, cuja missão é reunir todos os sinais de alerta e coordenar todos os dados para um diagnóstico assertivo.

O objetivo desta revisão é fornecer uma metodologia pragmática, destacando pistas importantes para discriminar as diversas condições que resultam em HVE.

  • diagnóstico
  • Diagnóstico Diferencial
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
  • Testes de Função Cardíaca
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04/04/2025 DOI: 10.36660/abc.20240529 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Um Achado Raro: Caso de Angioma Cardíaco em Paciente Adulto

Inês Conde et al. Rodrigo Silva Nuno Antunes Vitor Hugo Pereira Catarina Quina-Rodrigues

Introdução

As massas cardíacas abrangem um amplo espectro de etiologias, incluindo tumores primários, tanto benignos quanto malignos, tumores metastáticos e lesões não neoplásicas., O diagnóstico diferencial das massas cardíacas é desafiador devido à sobreposição de apresentações clínicas, características de imagem diversificada, heterogeneidade entre diferentes tipos de massa, experiência clínica limitada e raridade de algumas dessas condições., O presente caso clínico apresenta um cenário intrigante envolvendo uma massa cardíaca, que destaca as complexidades no seu diagnóstico e manejo.

[…]

  • ecocardiografia
  • Hemangioma
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
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13/01/2025 DOI: 10.36660/abc.20240150
Figura 1
ABCIC
Editorial

O Uso do X (Ex-Twitter) na Área de Imagem Cardiovascular: Oportunidades e Riscos

Alex dos Santos Felix

Introdução

As mídias sociais transformaram de forma decisiva a maneira como difundimos informações e conhecimento médico, trazendo novas ferramentas digitais para impulsionar o debate científico e ajudar a redesenhar os meios de educação na área de saúde. De uma forma global, o X, ou antigo Twitter, se destaca na área médica como uma plataforma que propicia intenso debate técnico, com grande interação entre pares, permitindo que médicos e outros profissionais de saúde de todos os continentes se conectem para discutir publicações, evidências científicas e dividir experiências clínicas. O X também tem grande importância como um canal para a divulgação de eventos científicos, cursos e congressos. Em estudo recente envolvendo profissionais de saúde de 35 países, Guerra e colaboradores identificaram que o X era a segunda rede social mais acessada (55,1%), ficando apenas atrás do LinkedIn (60,8%). A rapidez na difusão de informações e a interatividade são pontos altos do X, com a possibilidade de aproximar médicos mais jovens, ou que trabalham em instituições de menor complexidade, de profissionais renomados que atuam em grandes centros ao redor do mundo. Essa valiosa troca de experiências constrói um grande “round” virtual, agregando outros profissionais ao debate, permitindo a discussão de conceitos técnicos controversos e casos clínicos desafiadores.

O X foi fundado em 2006, ainda como Twitter, como um ambiente de troca de mensagens curtas, inicialmente limitadas a 140 caracteres, tendo sido estendido para 280 caracteres em 2017, e flexibilizado recentemente para 25.000 caracteres apenas para usuários Premium. Segundo o Digital Report 2024, o Brasil é o segundo país do mundo onde os usuários passam maior tempo online. Existem 245 milhões de usuários no X, com mais de 500 milhões de postagens por dia, sendo o Brasil a quarta maior base de usuários desta plataforma no mundo.

[…]

  • ecocardiografia
  • Mídias sociais
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
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09/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240109
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

Nem Tudo É o que Parece à Primeira Vista: Imagem Multimodal na Avaliação de Cistos Cardíacos

Carlos Guaman-Valdivieso et al. Julia Aramburu Natalia Lluberas Natalia Huart Gabriel Parma

Resumo

Massas cardíacas, embora raras, podem levar a problemas hemodinâmicos e arrítmicos importantes, mesmo quando benignas. O avanço do exame multimodal refinou o diagnóstico e o entendimento dessas massas. Apresentamos um caso de uma mulher de 85 anos, com dispneia classe II-III (New York Heart Association) há seis meses. O ecocardiograma mostrou uma massa na parede ínfero-lateral basal do ventrículo esquerdo, dilatação grave do átrio esquerdo, e regurgitação mitral moderada. A primeira hipótese era cisto pericárdico, mas o exame de ressonância magnética cardíaca (RMC) revelou uma massa intramiocárdica, e a tomografia computadorizada (TC) sugeriu um cisto hidático. Dados os sintomas não limitantes e o alto risco cirúrgico, decidiu-se pela vigilância ativa. Este caso ilustra a raridade dos cistos cardíacos e o papel essencial do exame multimodal no planejamento diagnóstico e terapêutico.

  • Equinococose
  • Neoplasias Cardíacas
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
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05/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240086 Visualizações 1
Figura Central
ABCIC
Artigo Original

As Mulheres do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia: Desafios da Carreira e Família

Marcia Ferreira Alves Barberato et al. Daniela do Carmo Rassi Adenalva Lima de Souza Beck Marly Uellendahl … Samira Saady Morhy Silvio Henrique Barberato

Resumo

Introdução

O grupo de trabalho “DIC Mulheres” foi criado para pesquisar e debater o papel das mulheres que trabalham com imagem cardiovascular no Brasil.

Objetivos

mapear os desafios encontrados pelas mulheres do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia (DIC-SBC) na condução de sua carreira e família.

Métodos

Um questionário com 29 perguntas sobre carreira e família foi disponibilizado entre março e abril de 2024, convidando as mulheres do DIC-SBC a participarem de forma anônima. As perguntas abordaram idade, formação médica, carreira, relações familiares e saúde mental. Os dados obtidos foram descritos na forma de variáveis categóricas em percentagens.

Resultados

Um total de 321 mulheres responderam ao questionário, representando 25% das sócias do DIC. A maioria das respondedoras tem entre 30 e 50 anos e trabalha com ecocardiografia. Cerca de 66% conciliam atividades de imagem com cardiologia clínica, e 47% relatam carga horária superior a 40 horas semanais. Apenas 39% ocupam cargos de chefia, porém, mais de 50% têm produção científica publicada. Em relação à maternidade, 73% são mães e quase a metade delas não interrompeu o trabalho com o nascimento do filho. Em relação à saúde mental, 63% relataram sintomas, sendo o burnout (22%), a ansiedade (17%) e a depressão (17%) os mais comuns.

Conclusões

As mulheres enfrentam desafios para equilibrar carreira e família, com impacto em sua saúde mental. O estudo sugere a necessidade de políticas institucionais de apoio à maternidade, mentorias e criação de programas de saúde mental direcionados a quem trabalha com imagem cardiovascular.

  • Mulheres
  • saúde mental
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
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21/11/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240092 Visualizações 2
ABCIC
Editorial

Ecocardiografia Unidimensional: Ainda Necessária ou Já Obsoleta?

Fernando Antonio de Portugal Morcerf

Há um desconhecimento generalizado da ecocardiografia unidimensional (E1D) pela geração atual de médicos ecocardiografistas. A ecocardiografia bidimensional (E2D) e o Doppler levaram a E1D a ser dispensável? A E1D obtém informações impossíveis de serem obtidas pela E2D ou mesmo pelo Doppler, seja espectral, colorido ou tissular, por dois motivos:

Vejamos algumas das condições que podem ser somente detectadas por E1D, e não por E2D ou ao Doppler, que podem auxiliar o diagnóstico ao E2D ou ao melhor entendimento da patologia.

[…]

  • Doenças Cardiovasculares
  • ecocardiografia
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
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28/06/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240038
Figura 1
ABCIC
Editorial

A avaliação do strain pela ecocardiografia é vital na rotina diária?

Carlos Eduardo Suaide Silva

A avaliação da deformação da fibra miocárdica ( strain miocárdico) durante o ciclo cardíaco é uma medida direta da função muscular e pode ser obtida por exames de imagem convencionais como a ecocardiografia e a ressonância magnética.

A medida do strain pode identificar anormalidades na função global e regional do miocárdio além de fazer o diagnóstico diferencial de algumas cardiomiopatias. Além disso, é um marcador mais precoce de disfunção ventricular do que a fração de ejeção e pode prever eventos cardiovasculares adversos.

[…]

  • ecocardiografia
  • Função ventricular
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
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06/09/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230063 Visualizações 2
ABC
Editorial

O “Valor do 0”: Existirá Mais-Valia no Uso do Escore de Cálcio na Estratificação de Indivíduos Sintomáticos com Escore de Zero?

Catarina Ferreira

O escore de cálcio coronariano (ECC) é um bom marcador de risco cardiovascular, com valor prognóstico independente e incremental em relação aos fatores de risco clínicos tradicionais.– É realizado por meio de tomografia computadorizada sem contraste com baixíssima exposição dos pacientes à radiação.

Seu uso agora é recomendado em indivíduos assintomáticos selecionados para refinar a avaliação de risco e ajudar a iniciar ou prolongar farmacoterapias preventivas.

[…]

  • Cálcio Coronariano
  • Doença das Coronárias
  • Dor torácica
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
  • Tomografia Computadorizada por Raios X
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07/04/2023 DOI: 10.36660/abc.20230105 Visualizações 3
Figura 1
ABCIC
Review Article

Cardiomiopatia Hipertrófica: Uma Revisão pelo Olhar da Ressonância Magnética

Raul Serra Valério et al. Marcio Sommer Bittencourt Marly M. Uellendahl

Resumo

A cardiomiopatia hipertrófica é a cardiopatia genética mais frequente na população geral e é caracterizada por uma hipertrofia ventricular esquerda assimétrica. Entretanto, as alterações fenotípicas desta cardiomiopatia vão muito além da hipertrofia ventricular, e incluem alterações do aparato valvar mitral, dos músculos papilares e do ventrículo direito. Devido à dificuldade no diagnóstico diferencial entre as múltiplas causas de hipertrofia, a ressonância magnética cardíaca vem cumprindo um papel fundamental na avaliação diagnóstica e prognóstica desta cardiomiopatia. A cine-ressonância magnética na definição da localização e extensão da hipertrofia, o realce tardio, na detecção das áreas de fibrose miocárdica e técnicas mais recentes como o Mapa de T1 que avalia a fibrose intersticial e o volume extracelular; e finalmente o Tissue Tracking na análise da deformação miocárdica.

  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • Ressonância Magnética
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
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21/12/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223504erer_15p
Figura 1
ABC
Image

Volumosa Calcificação Caseosa do Anel Mitral em Localização Atípica

Joana Laranjeira Correia et al. Miguel Correia

Resumo

A calcificação do anel mitral (CAM) é um processo fibrótico crônico e degenerativo comumente observado da base da valva mitral, geralmente considerado um achado incidental. Embora inicialmente a CAM fosse considerada uma consequência de um processo degenerativo relacionado à idade, achados recentes sugerem outros mecanismos contributivos independentes, como aterosclerose e metabolismo anormal de cálcio-fósforo.

A calcificação caseosa do anel mitral (cCAM) é uma variante raramente descrita da CAM, caracterizada por uma massa ovoide, focal, com calcificações internas semelhantes a líquido caseoso e detritos.

Diferenciar um cCAM de outras massas cardíacas aderidas ao anel mitral pode ser um desafio. Uma única modalidade de imagem, como o ecocardiograma transtorácico, pode não ser suficiente para um diagnóstico claro. Portanto, uma abordagem de imagem multimodal é necessária, incluindo tomografia computadorizada cardíaca e ressonância magnética cardíaca (RMC).

A CAM e a cCAM afetam tipicamente o anel mitral posterior, com poucos casos na literatura descrevendo o envolvimento do anel anterior. Apresentamos um caso raro de calcificação caseosa do anel mitral anterior encontrado em uma RMC realizada para avaliar uma massa atrial esquerda identificada em um ecocardiograma transtorácico.

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
  • Tomografia Computadorizada por Raios X
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19/12/2022 DOI: 10.36660/abc.20210949 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Custo-Efetividade do Emprego do Escore de Cálcio Coronariano na Orientação para a Decisão Terapêutica na Prevenção Primária, na População Brasileira

Raul Serra Valério et al. Giuliano Generoso Juliano Lara Fernandes Khurram Nasir … Jonathan C. Hong Marcio Sommer Bittencourt

Resumo

Fundamento:

O emprego do escore de cálcio no auxílio da estratificação de risco cardiovascular pode ser ferramenta com melhor custo-efetividade em comparação à estratégia convencional.

Objetivos:

Avaliação da custo-efetividade do emprego do escore de cálcio na orientação terapêutica para a prevenção primária cardiovascular.

Métodos:

Modelo de microssimulação para avaliar as consequências clínicas e econômicas da doença cardiovascular aterosclerótica, comparando-se a estratégia de prevenção pelo uso do escore de cálcio e a estratégia convencional.

Resultados:

Resultados obtidos demonstram melhor custo-efetividade da estratégia terapêutica guiada pelo escore de cálcio, por meio da redução do custo incremental, e aumento nos anos de vida ajustados por qualidade (QALY), que corresponde, em número, ao benefício incorporado à qualidade de vida do indivíduo.

Conclusões:

O emprego do escore de cálcio mostrou-se mais custo-efetivo que a estratégia convencional tanto em custo como em QALY, na maioria dos cenários estudados.

  • Análise Custo-Benefício
  • Cálcio Coronariano
  • Prevenção Primária
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10/06/2022 DOI: 10.36660/abc.20210347 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Carta Científica

Calcificação Miocárdica Padrão Helicoidal de Torrent Guasp

Maria Marta Abraham-Foscolo et al. Rocío Blanco Juan Guido Chiabrando María Clara Llamedo … Diego Pérez de Arenaza Mariano L Falconi

Caso clínico

Paciente do sexo masculino, 72 anos, com história pregressa de hipertensão arterial, diabetes não insulino-dependente, tabagismo ativo e angina crônica estável (angiocoronariografia mostrou estenose grave em ramo marginal obtuso de pequeno porte). Apresentava também história de etilismo, calcificação pancreática e litíase renal, sem história de Câncer, Sepse ou Tuberculose que justificassem essas calcificações difusas.

Apresentou-se no ambulatório de cardiologia com queixa de angina e dispneia classe II da New York Heart Association (NYHA). O eletrocardiograma (ECG) mostrava ritmo sinusal e sugeria hipertrofia ventricular esquerda (HVE) sem sinais de isquemia.

[…]

  • Calcificação Vascular
  • Insuficiência Cardíaca
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
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13/05/2022 DOI: 10.36660/abc.20210370

Como citar este artigo

EndNote RIS

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Fernandes LHC, Dantas JLF, Lima MGVM, Donato G, Melo MDT. As Aplicações das Redes Neurais Convolucionais na Imagem Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular 2025;38(3):e20250058.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fernandes, Luiz Henrique Cartaxo; Dantas, José Lucas Formiga; Lima, Marilia Graziela Vieira de Macena; Donato, Glaudir; Melo, Marcelo Dantas Tavares de. As Aplicações das Redes Neurais Convolucionais na Imagem Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular, v. 38, n. 3, e20250058, nov. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fernandes, L. H. C., Dantas, J. L. F., Lima, M. G. V. M., Donato, G., & Melo, M. D. T. (2025). As Aplicações das Redes Neurais Convolucionais na Imagem Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular, 38(3), e20250058.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fernandes, Luiz Henrique Cartaxo and Dantas, José Lucas Formiga and Lima, Marilia Graziela Vieira de Macena and Donato, Glaudir and Melo, Marcelo Dantas Tavares de. As Aplicações das Redes Neurais Convolucionais na Imagem Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2025, vol. 38, n. 3, [citado 2026-10-14], e20250058. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/as-aplicacoes-das-redes-neurais-convolucionais-na-imagem-cardiaca/>. ISSN 2318-8219

EndNote RIS

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Felix AS, Barberato SH, Melo MDT, Rosa SA, Cardim N. O Complexo Quebra-Cabeça do Fenótipo Hipertrófico: Uma Abordagem Prática para o Clínico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(1):e20240529.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Felix, Alex dos Santos; Barberato, Silvio Henrique; Melo, Marcelo Dantas Tavares de; Rosa, Sílvia Aguiar; Cardim, Nuno. O Complexo Quebra-Cabeça do Fenótipo Hipertrófico: Uma Abordagem Prática para o Clínico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 1, e20240529, abr. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Felix, A. S., Barberato, S. H., Melo, M. D. T. , Rosa, S. A., & Cardim, N. (2025). O Complexo Quebra-Cabeça do Fenótipo Hipertrófico: Uma Abordagem Prática para o Clínico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(1), e20240529.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Felix, Alex dos Santos and Barberato, Silvio Henrique and Melo, Marcelo Dantas Tavares de and Rosa, Sílvia Aguiar and Cardim, Nuno. O Complexo Quebra-Cabeça do Fenótipo Hipertrófico: Uma Abordagem Prática para o Clínico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 1, [citado 2026-10-14], e20240529. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-complexo-quebra-cabeca-do-fenotipo-hipertrofico-uma-abordagem-pratica-para-o-clinico/>. ISSN 0066-782X

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Conde I, Silva R, Antunes N, Pereira VH, Quina-Rodrigues C. Um Achado Raro: Caso de Angioma Cardíaco em Paciente Adulto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;121(12):e20240150.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Conde, Inês; Silva, Rodrigo; Antunes, Nuno; Pereira, Vitor Hugo; Quina-Rodrigues, Catarina. Um Achado Raro: Caso de Angioma Cardíaco em Paciente Adulto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 12, e20240150, jan. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Conde, I., Silva, R., Antunes, N., Pereira, V. H., & Quina-Rodrigues, C. (2025). Um Achado Raro: Caso de Angioma Cardíaco em Paciente Adulto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(12), e20240150.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Conde, Inês and Silva, Rodrigo and Antunes, Nuno and Pereira, Vitor Hugo and Quina-Rodrigues, Catarina. Um Achado Raro: Caso de Angioma Cardíaco em Paciente Adulto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 121, n. 12, [citado 2026-10-14], e20240150. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/um-achado-raro-caso-de-angioma-cardiaco-em-paciente-adulto/>. ISSN 0066-782X

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Felix AS. O Uso do X (Ex-Twitter) na Área de Imagem Cardiovascular: Oportunidades e Riscos. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240109.

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Felix, Alex dos Santos. O Uso do X (Ex-Twitter) na Área de Imagem Cardiovascular: Oportunidades e Riscos. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240109, dez. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Felix, A. S. (2024). O Uso do X (Ex-Twitter) na Área de Imagem Cardiovascular: Oportunidades e Riscos. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240109.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Felix, Alex dos Santos. O Uso do X (Ex-Twitter) na Área de Imagem Cardiovascular: Oportunidades e Riscos. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240109. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-uso-do-x-ex-twitter-na-area-de-imagem-cardiovascular-oportunidades-e-riscos/>. ISSN 2318-8219

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Guaman-Valdivieso C, Aramburu J, Lluberas N, Huart N, Parma G. Nem Tudo É o que Parece à Primeira Vista: Imagem Multimodal na Avaliação de Cistos Cardíacos. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240086.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Guaman-Valdivieso, Carlos; Aramburu, Julia; Lluberas, Natalia; Huart, Natalia; Parma, Gabriel. Nem Tudo É o que Parece à Primeira Vista: Imagem Multimodal na Avaliação de Cistos Cardíacos. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240086, dez. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Guaman-Valdivieso, C., Aramburu, J., Lluberas, N., Huart, N., & Parma, G. (2024). Nem Tudo É o que Parece à Primeira Vista: Imagem Multimodal na Avaliação de Cistos Cardíacos. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240086.

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Guaman-Valdivieso, Carlos and Aramburu, Julia and Lluberas, Natalia and Huart, Natalia and Parma, Gabriel. Nem Tudo É o que Parece à Primeira Vista: Imagem Multimodal na Avaliação de Cistos Cardíacos. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240086. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/nem-tudo-e-o-que-parece-a-primeira-vista-imagem-multimodal-na-avaliacao-de-cistos-cardiacos/>. ISSN 2318-8219

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Barberato MFA, Rassi DC, Beck ALS, Uellendahl M, Morhy SS, Barberato SH. As Mulheres do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia: Desafios da Carreira e Família. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240092.

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Barberato, Marcia Ferreira Alves; Rassi, Daniela do Carmo; Beck, Adenalva Lima de Souza; Uellendahl, Marly; Morhy, Samira Saady; Barberato, Silvio Henrique. As Mulheres do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia: Desafios da Carreira e Família. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240092, nov. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barberato, M. F. A., Rassi, D. C., Beck, A. L. S., Uellendahl, M., Morhy, S. S., & Barberato, S. H. (2024). As Mulheres do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia: Desafios da Carreira e Família. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240092.

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Barberato, Marcia Ferreira Alves and Rassi, Daniela do Carmo and Beck, Adenalva Lima de Souza and Uellendahl, Marly and Morhy, Samira Saady and Barberato, Silvio Henrique. As Mulheres do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia: Desafios da Carreira e Família. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240092. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/as-mulheres-do-departamento-de-imagem-cardiovascular-da-sociedade-brasileira-de-cardiologia-desafios-da-carreira-e-familia/>. ISSN 2318-8219

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Morcerf FAP. Ecocardiografia Unidimensional: Ainda Necessária ou Já Obsoleta?. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(2):e20240038.

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Morcerf, Fernando Antonio de Portugal. Ecocardiografia Unidimensional: Ainda Necessária ou Já Obsoleta?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 2, e20240038, jun. 2024.

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Morcerf, F. A. P. (2024). Ecocardiografia Unidimensional: Ainda Necessária ou Já Obsoleta?. ABC Imagem Cardiovascular, 37(2), e20240038.

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Morcerf, Fernando Antonio de Portugal. Ecocardiografia Unidimensional: Ainda Necessária ou Já Obsoleta?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 2, [citado 2026-10-14], e20240038. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ecocardiografia-unidimensional-ainda-necessaria-ou-ja-obsoleta/>. ISSN 2318-8219

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Silva CES. A avaliação do strain pela ecocardiografia é vital na rotina diária?. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(3):e20230063.

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Silva, Carlos Eduardo Suaide. A avaliação do strain pela ecocardiografia é vital na rotina diária?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 3, e20230063, set. 2023.

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Silva, C. E. S. (2023). A avaliação do strain pela ecocardiografia é vital na rotina diária?. ABC Imagem Cardiovascular, 36(3), e20230063.

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Silva, Carlos Eduardo Suaide. A avaliação do strain pela ecocardiografia é vital na rotina diária?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230063. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-avaliacao-do-strain-pela-ecocardiografia-e-vital-na-rotina-diaria/>. ISSN 2318-8219

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Ferreira C. O “Valor do 0”: Existirá Mais-Valia no Uso do Escore de Cálcio na Estratificação de Indivíduos Sintomáticos com Escore de Zero?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(3):e20230105.

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Ferreira, Catarina. O “Valor do 0”: Existirá Mais-Valia no Uso do Escore de Cálcio na Estratificação de Indivíduos Sintomáticos com Escore de Zero?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 3, e20230105, abr. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ferreira, C. (2023). O “Valor do 0”: Existirá Mais-Valia no Uso do Escore de Cálcio na Estratificação de Indivíduos Sintomáticos com Escore de Zero?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(3), e20230105.

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Ferreira, Catarina. O “Valor do 0”: Existirá Mais-Valia no Uso do Escore de Cálcio na Estratificação de Indivíduos Sintomáticos com Escore de Zero?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230105. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-valor-do-0-existira-mais-valia-no-uso-do-escore-de-calcio-na-estratificacao-de-individuos-sintomaticos-com-escore-de-zero/>. ISSN 0066-782X

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Valério RS, Bittencourt MS, Uellendahl MM. Cardiomiopatia Hipertrófica: Uma Revisão pelo Olhar da Ressonância Magnética. ABC Imagem Cardiovascular 2022;35(4):erer_15.

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Valério, Raul Serra; Bittencourt, Marcio Sommer; Uellendahl, Marly M.. Cardiomiopatia Hipertrófica: Uma Revisão pelo Olhar da Ressonância Magnética. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 4, erer_15, dez. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Valério, R. S., Bittencourt, M. S., & Uellendahl, M. M. (2022). Cardiomiopatia Hipertrófica: Uma Revisão pelo Olhar da Ressonância Magnética. ABC Imagem Cardiovascular, 35(4), erer_15.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Valério, Raul Serra and Bittencourt, Marcio Sommer and Uellendahl, Marly M.. Cardiomiopatia Hipertrófica: Uma Revisão pelo Olhar da Ressonância Magnética. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 4, [citado 2026-10-14], erer_15. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cardiomiopatia-hipertrofica-uma-revisao-pelo-olhar-da-ressonancia-magnetica/>. ISSN 2318-8219

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Correia JL, Correia M. Volumosa Calcificação Caseosa do Anel Mitral em Localização Atípica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(6):1002-5.

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Correia, Joana Laranjeira; Correia, Miguel. Volumosa Calcificação Caseosa do Anel Mitral em Localização Atípica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 6, p. 1002-1005, dez. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Correia, J. L., & Correia, M. (2022). Volumosa Calcificação Caseosa do Anel Mitral em Localização Atípica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(6), 1002-1005.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Correia, Joana Laranjeira and Correia, Miguel. Volumosa Calcificação Caseosa do Anel Mitral em Localização Atípica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1002-1005. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/volumosa-calcificacao-caseosa-do-anel-mitral-em-localizacao-atipica/>. ISSN 0066-782X

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Valério RS, Generoso G, Fernandes JL, Nasir K, Hong JC, Bittencourt MS. Custo-Efetividade do Emprego do Escore de Cálcio Coronariano na Orientação para a Decisão Terapêutica na Prevenção Primária, na População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(6):1126-31.

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Valério, Raul Serra; Generoso, Giuliano; Fernandes, Juliano Lara; Nasir, Khurram; Hong, Jonathan C.; Bittencourt, Marcio Sommer. Custo-Efetividade do Emprego do Escore de Cálcio Coronariano na Orientação para a Decisão Terapêutica na Prevenção Primária, na População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 6, p. 1126-1131, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Valério, R. S., Generoso, G., Fernandes, J. L., Nasir, K., Hong, J. C., & Bittencourt, M. S. (2022). Custo-Efetividade do Emprego do Escore de Cálcio Coronariano na Orientação para a Decisão Terapêutica na Prevenção Primária, na População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(6), 1126-1131.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Valério, Raul Serra and Generoso, Giuliano and Fernandes, Juliano Lara and Nasir, Khurram and Hong, Jonathan C. and Bittencourt, Marcio Sommer. Custo-Efetividade do Emprego do Escore de Cálcio Coronariano na Orientação para a Decisão Terapêutica na Prevenção Primária, na População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1126-1131. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/custo-efetividade-do-emprego-do-escore-de-calcio-coronariano-na-orientacao-para-a-decisao-terapeutica-na-prevencao-primaria-na-populacao-brasileira/>. ISSN 0066-782X

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Abraham-Foscolo MM, Blanco R, Chiabrando JG, Llamedo MC, Arenaza DP, Falconi ML. Calcificação Miocárdica Padrão Helicoidal de Torrent Guasp. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(5):992-5.

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Abraham-Foscolo, Maria Marta; Blanco, Rocío; Chiabrando, Juan Guido; Llamedo, María Clara; Arenaza, Diego Pérez de; Falconi, Mariano L. Calcificação Miocárdica Padrão Helicoidal de Torrent Guasp. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 5, p. 992-995, maio. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Abraham-Foscolo, M. M., Blanco, R., Chiabrando, J. G., Llamedo, M. C., Arenaza, D. P. , & Falconi, M. L. (2022). Calcificação Miocárdica Padrão Helicoidal de Torrent Guasp. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(5), 992-995.

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Abraham-Foscolo, Maria Marta and Blanco, Rocío and Chiabrando, Juan Guido and Llamedo, María Clara and Arenaza, Diego Pérez de and Falconi, Mariano L. Calcificação Miocárdica Padrão Helicoidal de Torrent Guasp. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 992-995. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/calcificacao-miocardica-padrao-helicoidal-de-torrent-guasp/>. ISSN 0066-782X

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