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Avaliação Ecocardiográfica Seriada da Função do Ventrículo Direito e Sua Associação Com Capacidade Funcional, Dispneia e Difusão Pulmonar em Sobreviventes da Covid-19 Longa
ABCIC
Artigo Original

Avaliação Ecocardiográfica Seriada da Função do Ventrículo Direito e Sua Associação Com Capacidade Funcional, Dispneia e Difusão Pulmonar em Sobreviventes da Covid-19 Longa

Marcelo Rogelin et al. Adriana Ferraz Martins Graça Aranha Fernanda Rodrigues Fonseca Rosemeri Maurici da Silva Guilherme Loureiro Fialho

Resumo

Fundamento

Sobreviventes da covid-19 longa podem apresentar comprometimento funcional persistente e sequelas cardiopulmonares tardias. O ventrículo direito (VD) é particularmente suscetível a lesões, e a deformação longitudinal da parede livre do ventrículo direito (DLPLVD), medida pela ecocardiografia bidimensional com speckle tracking (2D-STE), pode detectar disfunção sistólica subclínica do VD.

Objetivo

Avaliar as alterações longitudinais da função sistólica do VD, por meio da DLPLVD, da excursão sistólica do plano do anel tricúspide (TAPSE), da variação fracional da área (FAC) e da velocidade sistólica do anel tricúspide (S′), e investigar suas associações com a capacidade funcional (teste de sentar e levantar de 30 segundos [TSL-30]), o estado funcional (Escala de Estado Funcional Pós-COVID-19 [PCFS]), a dispneia (escala modificada do Medical Research Council [mMRC]) e o coeficiente de transferência do monóxido de carbono (KCO) em sobreviventes da covid-19 pós-aguda.

Métodos

Esta análise observacional incluiu participantes de uma prospectiva de covid-19 pós-aguda avaliados em duas visitas de acompanhamento (AV1 e AV2), aproximadamente 4 e 13 meses após a infecção aguda. Foram incluídos adultos com infecção por SARS-CoV-2 confirmada e ecocardiografia transtorácica (ETT) passível de análise por 2D-STE. A significância estatística foi definida como p < 0,05 bicaudal.

Resultados

Foram incluídos 49 pacientes; 55,1% eram mulheres, a idade média foi de 50,7 ± 10,3 anos, 63,3% apresentavam obesidade, 77,6% necessitaram de internação em unidade de terapia intensiva (UTI) e 67,3% foram submetidos à ventilação mecânica invasiva (VMI). O desempenho no TSL-30 melhorou (10,1 ± 3,3 vs. 11,6 ± 3,1 repetições; p = 0,004), e o KCO aumentou (4,1 ± 0,7 vs. 4,3 ± 0,8 ml/min/mmHg/l; p = 0,002), enquanto os escores da mMRC (p = 0,43) e a mediana dos escores da PCFS (p = 0,11) permaneceram inalterados. A TAPSE apresentou redução discreta, mas permaneceu dentro da faixa de referência da normalidade (2,2 ± 0,3 vs. 2,1 ± 0,2 cm; p = 0,03), enquanto a DLPLVD, a FAC e a S′ não apresentaram alterações significativas ao longo do tempo. As correlações transversais entre os índices de função sistólica do VD e os desfechos clínicos foram fracas e não significativas tanto na AV1 quanto na AV2 (|r| 0,05). Na análise longitudinal, as alterações da DLPLVD apresentaram correlação positiva com as alterações do KCO (r = 0,33; p = 0,05), enquanto as alterações da FAC apresentaram correlação inversa com as alterações dos escores da PCFS (r = −0,35; p = 0,02).

Conclusão

Nesta coorte de sobreviventes da covid-19 pós-aguda, a capacidade funcional e a capacidade de difusão pulmonar melhoraram ao longo do tempo, enquanto a DLPLVD permaneceu persistentemente reduzida, sem alterações longitudinais significativas. Esses achados exploratórios sugerem que os índices de função sistólica do VD não devem ser interpretados isoladamente como marcadores de limitação funcional durante o período tardio da covid-19 pós-aguda e reforçam o uso de uma abordagem integrada e multiparamétrica para a avaliação desses pacientes.

  • Deformação Longitudinal Global
  • Disfunção Ventricular Direita
  • ecocardiografia
  • Síndrome de Pós-COVID-19 Aguda
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21/09/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260051
ABC
Editorial

Além da Linha de Base: Avaliação Prognóstica Dinâmica na Embolia Pulmonar Aguda

Marcio Roberto Moraes de Carvalho

A embolia pulmonar (EP) aguda continua sendo uma das emergências cardiovasculares mais desafiadoras. A precisão diagnóstica melhorou substancialmente e as estratégias terapêuticas atuais incluem trombólise sistêmica, intervenções por cateter e equipes de resposta multidisciplinares. No entanto, a maior incerteza clínica persiste em pacientes com EP de risco intermediário a alto, nos quais a progressão natural da disfunção do ventrículo direito (VD) deve ser equilibrada com o risco de sangramento associado à terapia de reperfusão.

Essa incerteza reflete uma importante limitação da avaliação de risco atual. Os modelos prognósticos contemporâneos se baseiam amplamente em variáveis medidas na admissão hospitalar. Escores clínicos, biomarcadores e exames de imagem melhoraram substancialmente a discriminação prognóstica precoce; no entanto, seu valor prognóstico deriva principalmente da avaliação inicial (PESI). A EP é inerentemente uma doença dinâmica. A adaptação do VD, a resistência vascular pulmonar, a pressão arterial sistêmica e a lesão miocárdica continuam a evoluir após o início do tratamento. Consequentemente, as informações prognósticas também devem refletir a trajetória fisiológica do paciente.

[…]

  • Disfunção Ventricular Direita
  • Embolia Pulmonar
  • Prognóstico
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21/09/2026 DOI: 10.36660/abc.20260580 Views 1
ABC
Artigo Original

Disfunção Persistente do Ventrículo Direito e Evolução Hemodinâmica Predizem Deterioração Hospitalar na Embolia Pulmonar de Risco Intermediário-Alto e Alto

Miguel A. Quintana et al. Joaquín Perea Ricardo Villarreal Mauricio Soto … Marildes Castro Rafael Cortês Patricio Sanhueza Iván Saavedra Yhaquelina Quispe Roger Tenezaca Roberto Colque Alexandra Arias Alex Rivera Toquica Manuel Álvarez Ysmenia D. Pérez Paola Morejón Karina G. Fernández Adriana Mogollón Marcelo Cardona Gonzalo Emanuel Pérez Arnaldo López-Ruiz

Resumo

Fundamento

A estratificação de risco na embolia pulmonar (EP) aguda baseia-se principalmente nos achados obtidos na admissão hospitalar. No entanto, permanece incerto se a avaliação seriada da disfunção do ventrículo direito (VD) e das alterações hemodinâmicas fornece valor prognóstico incremental além da estratificação de risco inicial.

Objetivos

Avaliar variáveis clínicas e de imagem longitudinais associadas a desfechos hospitalares adversos em pacientes com EP aguda de risco intermediário-alto e alto.

Métodos

Este registro prospectivo incluiu pacientes com EP aguda de risco intermediário-alto e alto. O desfecho primário composto compreendeu mortalidade hospitalar, ventilação mecânica invasiva, choque persistente ou hipotensão e oxigenação por membrana extracorpórea. As variáveis longitudinais foram avaliadas entre 24 e 72 horas após a admissão. Todos os testes estatísticos foram bicaudais, e um valor de p < 0,05 foi considerado estatisticamente significativo. Foram construídos modelos de regressão logística multivariável, e o desempenho discriminativo foi avaliado por meio da área sob a curva característica de operação do receptor (AUC-ROC). Foi realizada uma análise pré-especificada de dados ausentes para avaliar a disponibilidade da tomografia computadorizada (TC) de seguimento.

Resultados

O desfecho primário composto ocorreu em 21,2% dos 151 pacientes, com taxa de mortalidade hospitalar de 9,3%. A disfunção persistente do VD na TC de seguimento (χ2 = 15,48; p < 0,001) e a pressão arterial sistólica (PAS) no seguimento (p < 0,001) foram os preditores individuais mais robustos de desfechos adversos. No modelo multivariável longitudinal (n = 60), a disfunção persistente do VD na TC de seguimento (OR 9,70; IC95%, 1,96-47,89; p = 0,005) e a PAS no seguimento (OR 0,90; IC95%, 0,83-0,96; p = 0,003) permaneceram como preditores independentes. O modelo apresentou excelente capacidade discriminativa (AUC-ROC = 0,874) e calibração adequada. A análise de dados ausentes mostrou que os pacientes sem TC de seguimento apresentavam maior gravidade clínica na avaliação inicial, em consonância com um mecanismo de dados ausentes não ao acaso.

Conclusões

A reavaliação de marcadores de risco estabelecidos durante a hospitalização pode aprimorar a identificação de pacientes que permanecem em alto risco apesar da classificação inicial de risco e do tratamento instituído. A disfunção persistente do VD e valores mais baixos de PAS no seguimento estiveram independentemente associados a desfechos hospitalares adversos, o que reforça o uso da estratificação dinâmica de risco na EP aguda.

  • Choque Cardiogênico
  • Disfunção Ventricular Direita
  • Embolia Pulmonar
  • Hemodinâmica
  • Modelos Logísticos
  • Prognóstico
  • reperfusão
  • trombectomia
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18/09/2026 DOI: 10.36660/abc.20260468
Parâmetros Ecocardiográficos de Avaliação do Ventrículo Direito em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica: Revisão de Literatura
ABCHF
Review Article

Parâmetros Ecocardiográficos de Avaliação do Ventrículo Direito em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica: Revisão de Literatura

Irving Gabriel Araújo Bispo et al. Vitor Morais Brambila Gabriela Câmara Chagas Maria Luisa Ribeiro Gonçalves Pereira Maria Angélica Miqueri de Melo

Resumo

A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma doença pulmonar com evolução muitas vezes indolente e repercussões sistêmicas. Sua principal causa é a exposição constante e prolongada à fumaça do cigarro ou outros gases. Tais partículas levam à redução do fluxo de ar e consequente hiperinsuflação pulmonar com vários graus de obstrução das vias áreas, também causando disfunção do músculo esquelético, insuficiência respiratória e diminuição do fluxo de sangue periférico. Pacientes com DPOC com doença cardiovascular (DCV) concomitante têm pior prognóstico do que simplesmente o prognóstico de cada doença isoladamente. No entanto, é difícil estabelecer qual é o risco para um determinado grupo de pacientes, devido à complexa rede de interações etiológicas e fisiopatológicas subjacente a ambas as doenças. A avaliação ecocardiográfica quantitativa e qualitativa da função ventricular direita está se tornando de crescente interesse em doenças cardíacas que afetam o ventrículo direito (VD), como doença cardíaca congênita e hipertensão pulmonar (HP), mas ainda é desafiador devido à anatomia complexa do VD. O objetivo é revisitar os parâmetros ecocardiográficos que avaliam o VD de forma funcional nos pacientes com DPOC mesmo que não apresentem sinais clínicos de disfunção ventricular.

  • Deformação Longitudinal Global
  • Disfunção Ventricular Direita
  • Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
  • Ecocardiografia Doppler
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19/03/2025 DOI: 10.36660/abchf.20240046
ABC
Editorial

Hipertensão Arterial Pulmonar: Intervenções para Cardioproteção

Elida Paula Benquique Ojopi et al. Carolina Rodrigues Tonon Katashi Okoshi Marina Politi Okoshi

A vasculatura pulmonar normal é constituída por um sistema de baixa pressão em comparação à vasculatura sistêmica. A hipertensão pulmonar é caracterizada por pressão média na artéria pulmonar acima de 25 mmHg. O processo fisiopatológico primário da hipertensão pulmonar é a restrição ao fluxo sanguíneo na circulação pulmonar, o que leva ao aumento da resistência vascular pulmonar e, eventualmente, à insuficiência ventricular direita. A hipertensão pulmonar pode ser idiopática (HAP) ou resultante de insuficiência cardíaca esquerda, doenças vasculares pulmonares e doença tromboembólica.

Alterações patológicas da estrutura e função dos ventrículos caracterizam a remodelação cardíaca, que é associada a prognóstico desfavorável na HAP. Atualmente, não há terapia específica para o tratamento da remodelação cardíaca induzida por HAP.

[…]

  • Antioxidantes
  • Disfunção Ventricular Direita
  • Hipertensão arterial pulmonar
  • Homeostase
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13/09/2024 DOI: 10.36660/abc.20240445
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

Aneurisma Gigante de Artéria Coronária Direita com Fístula Arteriovenosa

Maria Eduarda Menezes de Siqueira et al. Mayra Isabel Dias Ana Claudia Vincezi Raudan Uski Luciano Figueiredo de Aguiar Filho

Introdução

Aneurisma de artéria coronária (AAC) é definido como uma dilatação que excede o diâmetro normal da artéria adjacente ou o diâmetro da maior artéria coronária do paciente em 1,5 vezes. Alguns autores consideram aneurisma de coronária gigante quando o diâmetro é > 20 mm, enquanto a American Heart Association define aneurisma gigante como aqueles > 8 mm. AAC gigante é uma patologia rara com incidência aproximada de 0,02%. Relataremos um caso de aneurisma gigante de artéria coronária direita com fístula para o seio coronário apresentando-se como uma “massa” gigante.

[…]

  • Aneurisma Coronário
  • Anomalias dos Vasos Coronários
  • Disfunção Ventricular Direita
  • Tomografia Computadorizada por Raios X
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26/07/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230025
ABCIC
Review Article

Como eu Faço o Strain Longitudinal do Ventrículo Direito com Softwares Automatizados 2D e 3D

Lucas Arraes de França et al. Lucas Velloso Dutra

Resumo

A análise da deformação miocárdica ventricular direita tem surgido como uma ferramenta diagnóstica importante na detecção de disfunção sistólica ventricular direita inicial não detectada pelas técnicas ecocardiográficas convencionais. Além disso, é capaz de trazer informações diagnósticas e prognósticas adicionais aos parâmetros tradicionais de avaliação da função sistólica ventricular direita em diversas patologias. O método ecocardiográfico de escolha para sua avaliação é o strain longitudinal derivado do speckletracking. Ele tem se mostrado mais sensível para pequenas mudanças na função sistólica quando comparado à excursão sistólica do plano do anel tricúspide, estudo da onda s´ao Doppler tecidual do anel tricúspide e variação da área fracional do ventrículo direito. O avanço da inteligência artificial e a presença de softwares com análise automatizada entram neste cenário visando tornar a aplicabilidade do método mais simples, rápida e com menor variabilidade inter e intraobservador. O objetivo deste artigo de revisão é demonstrar o passo a passo da técnica, desde a otimização e aquisição de imagens até a interpretação dos resultados, com figuras ilustrativas de casos selecionados.

  • Disfunção Ventricular Direita
  • ecocardiografia
  • Insuficiência Cardíaca
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06/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230010
Figura 1
ABCIC
Artigo Original

Correlação entre Medidas Ecocardiográficas e Hemodinâmicas na Avaliação do Átrio Direito e Ventrículo Direito em Pacientes com Hipertensão Pulmonar

Ana Tereza Azeredo Bastos Brito et al. João Batista Masson Silva Daniela do Carmo Rassi Daniela Graner Schuwartz Tannus Silva … Sandra Araújo Costa Diogo Sampaio de Oliveira Flavio de Souza Veiga Jardim Leandro Zacarias F. de Freitas Aguinaldo F. de Freitas Júnior Salvador Rassi

Resumo

Introdução

Hipertensão Pulmonar (HP), uma condição clínica grave, pode levar à disfunção sistólica do ventrículo direto (DSVD), com implicações prognósticas. Pacientes com suspeita de HP devem ser submetidos ao ecocardiograma transtorácico (ECOTT) para diagnóstico e avaliação, colocando-o como o principal exame de triagem e acompanhamento.

Objetivo

Verificar a associação e a concordância das medidas referentes à pressão média no átrio direito (AD) e à disfunção sistólica do ventrículo direto (DSVD) ao (ECOTT) e ao cateterismo de câmaras direitas (CCD) em pacientes com (HP).

Métodos

Foram incluídos indivíduos com diagnóstico de (HP). Todos os pacientes foram submetidos ao ECOTT e CCD. Avaliou-se pelo ECOTT: área do átrio direito (AAD), pressão média do átrio direito (AD) através por meio do diâmetro e da colapsabilidade da veia cava inferior (PMADECOTT), strain AD (SAD), TAPSE (excursão sistólica do plano anular tricúspide), MAF (mudança da área fracional), SPLVD (strain da parede livre do VD) e onda s´ tricuspídea. Pelo CCD avaliaram-se pressão média do (PMADCCD) e índice cardíaco (IC).

Resultados

Dos 16 pacientes, 13 eram do sexo feminino. A idade média foi de 44,4 anos (±14,9). Constataram-se associação entre pressão média do átrio direito PMADCCD com área do átrio direito, PMADECOTT pressão média do átrio direito e SAD strain do átrio direito (r=0,845, r=0,621 e r=-0,523, respectivamente; p< 0,05). Verificou-se associação entre as categorias de risco de mortalidade, mensuradas pelas medidas AAD da área do átrio direito e pressão média do átrio direito PMADCCD (X2=10,42; p=0,003), com concordância moderada (k=0,44; p=0,012). DSVD A disfunção sistólica do ventrículo direto estava presente em dez pacientes. Houve associação entre disfunção sistólica do ventrículo direto DSVD (presente ou ausente) e índice cardíaco IC (r=0,522; p=0,04), com concordância moderada (k=0,43; p=0,037).

Conclusão

As medidas do ecocardiograma transtorácico (ECOTT) e cateterismo de câmara direita (CCD) demostraram associação na avaliação da pressão média do átrio direito com melhor associação entre área do átrio direito AAD e pressão média do átrio direito (PMADCCD). Houve associação com concordância moderada quanto à disfunção sistólica do ventrículo direto (DSVD) entre métodos

  • Cateterismo
  • Disfunção Ventricular Direita
  • ecocardiografia
  • Hipertensão Pulmonar
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23/09/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20223503eabc308
Figura 1
ABC
Carta Científica

Aneurisma Persistente da Artéria Coronária Direita, Mesmo após Correção de Fístula com o Ventrículo Direito

Edmar Atik

Introdução

Dentre as fístulas coronário cavitárias, as mais encontradas correspondem as que envolvem a coronária direita e as cavidades cardíacas direitas com sobrecarga de volume correspondente pelo desvio arteriovenoso. As manifestações clínicas correspondem a insuficiência cardíaca, angina com infarto do miocárdio e arritmias. Sopro contínuo orienta facilmente ao diagnóstico do defeito congênito, que se torna consolidado pelas imagens. Outras fístulas sempre devem ser lembradas na suspeita diagnóstica diferencial, como o canal arterial persistente, janela aortopulmonar, colaterais sistêmico-pulmonares e fístulas do seio de valsalva com ventrículo direito. A cirurgia cardíaca e/ou intervenções percutâneas formam a base terapêutica para a resolução das fístulas. Pouco se comenta, no entanto, acerca da evolução após os procedimentos, dado que a dilatação coronária prévia persiste e pode se constituir em outro problema evolutivo a maior prazo.

Este aspecto forma a razão principal dessa avaliação.

[…]

  • Cardiopatias Congênitas
  • Disfunção Ventricular Direita
  • Evolução Clínica
  • Fístula Arteriovenosa/cirurgia
  • Fístula Coronária Direita
  • Fístula coronário-cavitária/cirurgia
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17/05/2021 DOI: 10.36660/abc.20201010
Figura 1
ABC
Artigo Original

Resultados Clínicos e Hemodinâmicos de Longo Prazo após o Transplante de Coração em Pacientes Pré-Tratados com Sildenafil

Sofia Lázaro Mendes et al. Nadia Moreira Manuel Batista Ana Rita Ferreira … Ana Vera Marinho David Prieto Rui Baptista Susana Costa Fatima Franco Mariano Pego Manuel de Jesus Antunes

Resumo

Fundamento

A resistência vascular pulmonar elevada ainda é um grande problema na seleção de candidatos ao transplante cardíaco.

Objetivo

Nosso objetivo foi avaliar o efeito da administração de sildenafila pré-transplante cardíaco em pacientes com hipertensão pulmonar fixa.

Métodos

O estudo retrospectivo, de centro único, incluiu 300 candidatos a transplante cardíaco consecutivos tratados entre 2003 e 2013. Destes, 95 pacientes tinham hipertensão pulmonar fixa e, dentre eles, 30 pacientes foram tratados com sildenafila e acabaram passando pelo transplante, formando o Grupo A. O Grupo B incluiu 205 pacientes sem hipertensão pulmonar que passaram pelo transplante cardíaco. A hemodinâmica pulmonar foi avaliada antes do transplante, 1 semana e 1 ano após o transplante. A taxa de sobrevivência foi comparada entre os grupos. Neste estudo, um P valor < 0,05 foi considerado estatisticamente significativo.

Resultados

Após o tratamento com sildenafila, mas antes do TxC, a RVP (-39%) e a PAPs (-10%) diminuíram significativamente. A PAPs diminuiu após o TxC em ambos os grupos, mas permaneceu significativamente alta no grupo A em relação ao grupo B (40,3 ± 8,0 mmHg versus 36,5 ± 11,5 mmHg, P=0,022). Um ano após o TxC, a PAPs era 32,4 ± 6,3 mmHg no Grupo A versus 30,5 ± 8,2 mmHg no Grupo B (P=0,274). O índice de sobrevivência após o TxC 30 dias (97% no grupo A versus 96% no grupo B), 6 meses (87% versus 93%) e um ano (80% versus 91%) após o TxC não foi estatisticamente significativo (Log-rank P=0,063). Depois do primeiro ano, o índice de mortalidade era similar entre os dois grupos (sobrevivência condicional após 1 ano, Log-rank p=0,321).

Conclusão

Nos pacientes com HP pré-tratados com sildenafila, a hemodinâmica pós-operatória inicial e o prognóstico são numericamente piores em pacientes sem HP, mas depois de 1 ano, a mortalidade em médio e longo prazo são semelhantes. (Arq Bras Cardiol. 2021; 116(2):219-226)

  • Citrato de Sildenafila
  • Disfunção Ventricular Direita
  • Hipertensão Pulmonar
  • Inibidores da Fosfodiesterase 5
  • Resistência Vascular
  • Transplante de Coração
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01/03/2021 DOI: 10.36660/abc.20190047
Figura 1
ABC
Artigo Original

Disfunção Ventricular Direita e Rejeição em Transplante Cardíaco

Luciana J. B. M. Carrion et al. Alice Sperotto Raffaela Nazario Livia A. Goldraich … Nadine Clausell Luís Eduardo Rohde Angela Barreto Santiago Santos

Resumo

Fundamento:

A prática de triagem para complicações tem proporcionado altas taxas de sobrevida entre pacientes que receberam transplante cardíaco (TC).

Objetivos:

Visamos avaliar se alterações no strain longitudinal global (SLG) do ventrículo esquerdo (VE) e do ventrículo direito (VD) estão associadas à rejeição celular.

Métodos:

Pacientes que foram submetidos à TC em um único centro (2015 – 2016; n = 19) foram incluídos nesta análise retrospectiva. Foram avaliados um total de 170 biópsias com ecocardiogramas correspondentes. Foram realizadas comparações entre pares de biópsia/ecocardiograma com nenhuma ou leve (0R/1R) evidência de rejeição celular (n = 130 e n = 25, respectivamente) e aqueles com episódios de rejeição moderada (2R) (n = 15). Foram considerados estatisticamente significativos os valores de p < 0,05.

Resultados:

A maioria dos pacientes eram mulheres (58%) com idade média de 48 ± 12,4 anos. Em comparação com os ecocardiogramas dos pacientes com rejeição 0R/1R, os pacientes com biópsias 2R apresentaram maior espessura da parede posterior do VE, relação E/e’ e relação E/A, em comparação com o outro grupo. A função sistólica do VE não diferiu entre os grupos. Por outro lado, a função sistólica do VD foi reduzida no grupo 2R em comparação ao outro grupo, quando avaliada por TAPSE, onda S e variação fracional da área do VD. Adicionalmente, SLG VD (−22,97 ± 4,4% no grupo 0R/1R vs. −20,6 ± 4,9% no grupo 2R, p = 0,038) foi reduzido no grupo 2R, em comparação com o grupo 0R/1R.

Conclusão:

Em pacientes de TC, rejeição celular aguda moderada está associada à disfunção sistólica do VD, avaliado pelo strain do VD, bem como por parâmetros ecocardiográficos convencionais. Vários parâmetros ecocardiográficos podem ser utilizados para realizar triagem para rejeição celular.

  • Disfunção Ventricular Direita
  • Ecocardiografia/método
  • rejeição de enxerto
  • Speckle Tracking
  • Strain
  • Transplante Cardíaco
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14/02/2020 DOI: 10.36660/abc.20190054
Figura 1
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Artigo Original

Correlação Ecocardiográfica entre Função Ventricular Direita e Volume Atrial Esquerdo

Liz Andréa Villela Baroncini et al. Lucas José Lira Borges Ana Cristina Camarozano Daniela de Castro Carmo … Rubens Zenobio Darwich Jeronimo Antonio Fortunato Junior

Resumo

Fundamentos:

A relação entre a disfunção diastólica do ventrículo esquerdo (DDVE), seus achados mais importantes, como aumento do átrio esquerdo e hipertrofia ventricular esquerda (HVE), e a função do ventrículo direito (VD) tem pouca documentação na literatura científica.

Objetivo:

Avaliar a correlação entre o tamanho atrial esquerdo em indivíduos com e sem DDVE e HVE e função e dimensões do VD.

Métodos:

Foram selecionados 50 pacientes, sendo 25 com DDVE (grupo de estudo [GE]; 67,1 ± 10,6 anos; 40% homens) e 25 sem DDVE (grupo-controle [GC]; 49,9 ± 16,3 anos; 52% homens). Os pacientes foram submetidos a ecocardiografia transtorácica com avalição do tamanho e volume atrial esquerdo (VAE), DDVE, HVE, dimensões e função do VD. Valores de p < 0,05 indicaram significância estatística.

Resultados:

VAE > 34 ml/m2 e tamanho atrial esquerdo > 40 mm apresentaram menores valores absolutos de excursão sistólica do plano do anel tricúspide (TAPSE) e S’ lateral do VD (p ≤ 0,001, coeficiente de correlação de Pearson de -0,4 e -0,38, respectivamente) no GE. O GE apresentou maior incidência de HVE e maior diâmetro atrial esquerdo quando comparado ao GC (p = 0,02 e p = 0,03, respectivamente). O GE apresentou maior diâmetro e VAE nos indivíduos com DDVE grau II quando comparados aos indivíduos com DDVE grau I (p = 0,02 e p = 0,01, respectivamente).

Conclusões:

O presente estudo permitiu correlacionar de maneira inédita o aumento atrial esquerdo com diminuição progressiva da função ventricular direita em pacientes com disfunção diastólica de VE.

  • Disfunção Ventricular Direita
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Função Atrial/fisiologia
  • Insuficiência Cardíaca
  • Pressão sanguínea
  • Volume sistólico
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01/03/2019 DOI: 10.5935/abc.20190042
ABC
Editorial

Vamos olhar (o) direito durante a avaliação da disfunção diastólica?

Murilo Foppa et al. Angela Barreto Santiago Santos

Quase metade dos pacientes com insuficiência cardíaca apresenta fração de ejeção preservada (ICFEP). A ICFEP é tradicionalmente atribuída a um aumento da pressão de enchimento diastólico final do ventrículo esquerdo (Pd2), desencadeada por mecanismos estruturais, metabólicos e funcionais. A ecocardiografia permite identificar os sinais de ICFEP, como disfunção diastólica (DD), átrio esquerdo aumentado e anormalidades mais sutis da função sistólica detectadas pelo strain longitudinal global., Alterações do ventrículo direito (VD) e hipertensão pulmonar também são identificadas pela ecocardiografia, sendo frequentemente observadas na ICFEP. No entanto, há controvérsias sobre se as alterações observadas nas câmaras cardíacas direitas são consequência de alterações do lado esquerdo ou se correspondem a efeito direto sobre as câmaras esquerda e direita, causado simultaneamente pelos mesmos mecanismos, tais como fibrose subendocárdica difusa e disfunção sistólica subclínica.

Neste estudo, Baroncini et al. buscaram apresentar mais evidências para preencher essa lacuna de conhecimento. Os autores compararam duas pequenas amostras de indivíduos com e sem DD (25 indivíduos em cada grupo) e não encontraram alterações significativas na função do VD entre os grupos medidos pela excursão sistólica do plano anular tricúspide (TAPSE) ou velocidade sistólica da parede livre do VD (s’). A análise secundária destacada pelos autores mostrou que, no subgrupo com DD, os 7 indivíduos com átrio esquerdo dilatado apresentaram piores parâmetros de função do VD em comparação com os demais pacientes com DD (n = 18). Esses resultados poderiam sugerir que as alterações do VD estariam presentes apenas naqueles já com aumento crônico da pressão atrial esquerda, identificado por sua dilatação.

[…]

  • Disfunção Ventricular Direita
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Função Atrial/fisiologia
  • Hipertensão
  • Insuficiência Cardíaca
  • Volume sistólico
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01/03/2019 DOI: 10.5935/abc.20190053
Figura 1
ABC
Artigo Original

Análise da Deformação Atrial Direita na Amiloidose Cardíaca – Resultados de Ecocardiografia Tridimensional de Speckle-Tracking do Estudo MAGYAR-Path

Attila Nemes et al. Dóra Földeák Péter Domsik Anita Kalapos … Árpád Kormányos Zita Borbényi Tamás Forster

Resumo

Fundamento:

A amiloidose cardíaca (AC) de cadeias leves (AL) é caracterizada por depósitos fibrilares, que são compostos por cadeias leves de imunoglobulina monoclonal. O ventrículo direito é mais afetado pela AC-AL, e o comprometimento da sua função é preditor de um prognóstico pior.

Objetivos:

Caracterizar as propriedades volumétricas e funcionais do átrio direito (AD) na AC-AL por ecocardiografia tridimensional de speckle-tracking (3DSTE).

Métodos:

Um total de 16 pacientes (idade média: 64,5 ± 10,1 anos, 11 homens) com AC-AL foram examinados. Seus resultados foram comparados aos de 15 controles saudáveis pareados por idade e gênero (média de idade: 58,9 ± 6,9 anos, 8 homens). Todos os casos foram submetidos a Doppler bidimensional completo e 3DSTE. Um valor p bicaudal inferior a 0,05 foi considerado estatisticamente significativo.

Resultados:

Diferenças significativas foram demonstradas em volumes do AD com respeito ao ciclo cardíaco. O total (19,2 ± 9,3% vs. 27,9 ± 10,7%, p = 0,02) e as frações ativas de esvaziamento atrial (12,1 ± 8,1 vs. 18,6 ± 9,8%, p = 0,05) foram significativamente menores nos pacientes com AC-AL. Picos de strain no AD em áreas globais (16,7 ± 10,3% vs. 31,2 ± 19,4%, p = 0,01) e segmentares médias (24,3 ± 11,1% vs. 38,6 ± 17,6%, p = 0,01), juntamente com alguns parâmetros de strain por áreas circunferenciais, longitudinais e segmentares, mostraram-se menores em pacientes com AC-AL. Strains globais longitudinais (4,0 ± 5,2% vs. 8,2 ± 5,5%, p = 0,02) e por área (7,8 ± 8,1 vs. 15,9 ± 10,3%, p = 0,03) na contração atrial e alguns parâmetros de circunferência e de strain por área na contração atrial foram menores em pacientes com AC-AL.

Conclusão:

Foi possível demonstrar o aumento significativo dos volumes do AD e a deterioração de suas funções na AC-AL.

  • Amiloidose
  • Disfunção Ventricular Direita
  • Ecocardiografia Tridimensional / métodos
  • Humanos
  • Speckle Tracking
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20/08/2018 DOI: 10.5935/abc.20180150
Figura 1
IJCS
Relato de Caso

O Uso de Trombólise no TEP Dito como sendo de não Alto Risco, que Apresenta Cor Pulmonale Agudo

Nicolle Lopes Guenther et al. Nágela Simão Vinhosa Nunes Valdênia Pereira de Souza Ronaldo Vegni e Souza

Introdução

O TEP é uma entidade por vezes de difícil reconhecimento por sua apresentação clínica variada, que vão desde sintomas frustros até quadros graves que levam o paciente rapidamente ao choque e a óbito. Trata-se da terceira doença cardiovascular mais frequente no mundo, de elevada mortalidade e morbidade, com uma incidência estimada em 100-200 a cada 100.000 habitantes, segundo as Diretrizes da Sociedade Europeia de Cardiologia.

Há uma diversidade de fatores de risco relacionados, dentre os quais grandes cirurgias ortopédicas, traumatismos, imobilização prolongada, neoplasia maligna, paralisia espástica e flácida, contracepção hormonal, insuficiência cardíaca congestiva, trombofilias, obesidade e gravidez., No entanto, o TEP pode ocorrer mesmo na ausência de fatores de risco conhecidos.

[…]

  • Disfunção Ventricular Direita
  • Embolia Pulmonar,Tromboembolia
  • Hipertensão Pulmonar
  • Indicadores de Morbimortalidade
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170054
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Estudo do Ventrículo Direito na Forma Indeterminada da Doença de Chagas pelo Doppler Ecocardiograma

Rogério Gomes Furtado et al. Daniela do Carmo Rassi Frota João Batista Masson Silva Minna Moreira Dias Romano … Oswaldo César de Almeida Filho André Schmidt Salvador Rassi

Fundamento:

Pacientes com forma indeterminada da doença de Chagas/normalidade cardíaca (FIDC/NC) apresentam eletrocardiograma e raios X de tórax normais, porém, quando submetidos a exames mais sofisticados, são detectados alguns graus de alterações morfofuncionais do coração.

Objetivo:

Avaliar a prevalência de disfunção sistólica e diastólica do ventrículo direito (VD) em pacientes com FIDC/NC.

Métodos:

Estudo de caso-controle e prevalência. Foram avaliados 92 pacientes com Doppler ecocardiograma bidimensional (2D), divididos em dois grupos: grupo I (normal, n = 31) e grupo II (FIDC/NC, n = 61).

Resultados:

A prevalência da disfunção sistólica do VD em pacientes dos grupos I e II foi: mudança de área fracional (0,0% versus 0,6%), mobilidade do anel tricuspídeo (0,0% versus 0,0%) e onda S ao Doppler tecidual (6,4% versus 26,0%, com p = 0,016). As prevalências das disfunções globais – como índice de performance miocárdica direita ao Doppler tecidual (16,1% versus 27,8% com p = 0,099) e ao Doppler pulsado (61,3% versus 68% com p = 0,141) e diastólico, como alteração do relaxamento (0,0% versus 6,0%), padrão pseudonormal (0,0% versus 0,0%) e padrão restritivo (0,0% versus 0,0%) – não apresentaram significância estatística entre os grupos.

Conclusão:

A prevalência de disfunção sistólica do VD foi estimada em 26% (velocidade da onda S em comparação a outras variáveis), sugerindo alterações incipientes da função sistólica do VD no grupo FIDC/NC.

  • Disfunção Ventricular Direita
  • Doença de Chagas
  • Ecocardiografia Doppler
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16/12/2014 DOI: 10.5935/abc.20140197
Figura 1
ABC
Editorial

Comunicação Interatrial em Adultos: A Correção Sempre Cura?

Antônio Augusto Lopes et al. Sonia M. F. Mesquita

A comunicação interatrial (CIA) é a anomalia cardíaca congênita mais prevalente em adultos, representando cerca de 35% de todos os defeitos cardíacos congênitos. A apresentação tardia deve-se ao insidioso desenvolvimento do remodelamento ventricular direito, com aumento das câmaras cardíacas direitas. Os pacientes podem buscar cuidados médicos apresentando sintomas relacionados a disfunção miocárdica direita ou global, arritmias ou eventos tromboembólicos. Até recentemente, a vasculopatia pulmonar era considerada uma rara complicação de pacientes com CIA. No entanto, com o conhecimento e o interesse crescentes no tratamento da hipertensão arterial pulmonar (HAP), os números estão mudando. De 1877 adultos com cardiopatia congênita acompanhados por cinco anos na União Europeia, 896 tinham o diagnóstico de CIA, com prevalências de HAP de 12% e 34% para defeitos corrigidos e não corrigidos, respectivamente. Quadro completo de síndrome de Eisenmenger foi observado em 15 pacientes.

O aspecto positivo é que a disseminação do uso da ecocardiografia permitiu o diagnóstico precoce de um grande número de pacientes. Além disso, o fechamento percutâneo dos defeitos tipo ostium secundum é uma alternativa menos invasiva de correção para pacientes que preencham os critérios anatômicos e de tamanho, podendo ser uma opção terapêutica apropriada para aqueles com embolia paradoxal. Ainda, as técnicas cirúrgicas minimamente invasivas e com auxílio de vídeo permitem o bem-sucedido fechamento das comunicações, representando uma nova e promissora abordagem terapêutica para o tratamento da CIA. O aspecto negativo é que, com a apresentação tardia, os tratamentos podem livrar os pacientes das comunicações, mas não resolvem o remodelamento e a falência ventricular direita avançados, as arritmias graves e a vasculopatia pulmonar.

[…]

  • Cardiopatias Congênitas
  • Comunicação Interatrial / cirurgia
  • Disfunção Ventricular Direita
  • Hipertensão Pulmonar
  • Procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos
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01/12/2014 DOI: 10.5935/abc.20140201
Efeitos hemodinâmicos da sobrecarga ventricular direita aguda experimental
ABC
Artigo Original

Efeitos hemodinâmicos da sobrecarga ventricular direita aguda experimental

Flávio Brito Filho et al. Kleber Nogueira de Campos Humberto Alves de Oliveira Josué Fernandes … César Augusto Melo e Silva Eduardo Gaio Edwin Roger Parra Paulo Henrique Cândido de Carvalho Paulo Manoel Pêgo Fernandes

FUNDAMENTO: A sobrecarga ventricular direita aguda está associada a situações clínicas de elevada morbimortalidade, tais como: ressecções pulmonares extensas, tromboembolismo pulmonar, transplante pulmonar e edema pulmonar das altitudes. Alguns pontos de sua fisiopatologia permanecem obscuros. OBJETIVO: Avaliar os efeitos hemodinâmicos da sobrecarga ventricular direita aguda experimental em suínos. MÉTODOS: A sobrecarga ventricular direita foi induzida pela oclusão das artérias pulmonares através de ligaduras. Vinte porcos foram utilizados no estudo, sendo alocados em 04 grupos: um controle, não submetido à oclusão vascular pulmonar, e três de sobrecarga ventricular direita submetidos à oclusão das seguintes artérias pulmonares: SVD1 (artéria pulmonar esquerda); SVD2 (artéria pulmonar esquerda e do lobo inferior direito) e SVD3 (artéria pulmonar esquerda, do lobo inferior direito e do lobo mediastinal), obstruindo a vasculatura pulmonar em 42, 76 e 82,0% respectivamente. Variáveis de hemodinâmica foram medidas a cada 15 minutos durante a uma hora do estudo. Na análise estatística, foram utilizados ajustes de modelos lineares mistos com estrutura de variâncias e covariâncias. RESULTADOS: Nas comparações intergrupais, houve aumento significativo da frequência cardíaca (p = 0,004), pressão arterial pulmonar média (p = 0,001) e pressão capilar pulmonar (p < 0,0001). Houve redução significativa da pressão arterial média (p = 0,01) e do índice sistólico (p = 0,002). Não houve diferença significativa no índice cardíaco (p = 0,94). CONCLUSÃO: Apesar da intensa sobrecarga ventricular direita promovida pela obstrução de 82,0% da vasculatura pulmonar e pelo aumento significativo da pressão arterial pulmonar não houve disfunção cardiovascular severa e/ou choque circulatório no período estudado.

  • Cateterismo de Swan-Ganz
  • Disfunção Ventricular Direita
  • Embolia Pulmonar
  • Suínos
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04/03/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000029
Sobrecarga sistólica intermitente promove melhor desempenho miocárdico em animais adultos
ABC
Artigo Original

Sobrecarga sistólica intermitente promove melhor desempenho miocárdico em animais adultos

Leonardo Augusto Miana et al. Renato S. Assad Maria C. D. Abduch Guilherme Seva Gomes … Ananda Rigo Nogueira Fernanda Santos Oliveira Bruna Lopes Telles Maria Teresa Souto Gustavo J. Silva Noedir A. G. Stolf

FUNDAMENTO: A transposição corrigida das grandes artérias frequentemente evolui com disfunção ventricular direita. O preparo ventricular para a correção anatômica em pacientes adultos apresenta resultados desapontadores. OBJETIVO: Analisar a hipertrofia do ventrículo direito (VD) induzida por dois tipos de bandagem pulmonar (BP), convencional e intermitente em animais adultos. MÉTODOS: Dezenove cabras adultas foram divididas em três grupos: Convencional (seis animais), Intermitente (seis animais) e Controle (sete animais). O grupo Convencional foi submetido à BP fixa com fita cardíaca, enquanto no grupo Intermitente foi usado dispositivo de BP ajustável, que gerava sobrecarga sistólica por 12 horas, alternada com 12 horas de descanso do VD. As pressões de VD, tronco pulmonar e aorta foram medidas durante todo o estudo. Ecocardiograma foi realizado semanalmente. Após quatro semanas, os animais foram eutanasiados para avaliação morfológica dos ventrículos. O grupo Controle foi submetido a eutanásia para análise em condições basais. RESULTADOS: A sobrecarga pressórica foi menor no grupo Intermitente (p=0,001), comparada ao grupo Convencional. Houve aumento na espessura do VD do grupo Intermitente, medida pelo ecocardiograma, comparado ao seu momento basal (p<0,05). O índice de performance miocárdica do VD foi melhor no grupo Intermitente (p=0,024), comparado ao Convencional. Os grupos estimulados apresentaram aumento da massa muscular em comparação ao grupo Controle (p=0,001). Não houve diferença no conteúdo de água miocárdica. CONCLUSÃO: A BP intermitente desenvolveu hipertrofia de melhor desempenho funcional, sugerindo este protocolo como método preferencial de preparo ventricular.

  • Animais
  • Disfunção Ventricular Direita
  • Hipertrofia Ventricular Direita
  • Transposição dos Grandes Vasos
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13/08/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000105

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Rogelin M, Aranha AFMG, Fonseca FR, Silva RM, Fialho GL. Avaliação Ecocardiográfica Seriada da Função do Ventrículo Direito e Sua Associação Com Capacidade Funcional, Dispneia e Difusão Pulmonar em Sobreviventes da Covid-19 Longa. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(3):e20260051.

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Rogelin, Marcelo; Aranha, Adriana Ferraz Martins Graça; Fonseca, Fernanda Rodrigues; Silva, Rosemeri Maurici da; Fialho, Guilherme Loureiro. Avaliação Ecocardiográfica Seriada da Função do Ventrículo Direito e Sua Associação Com Capacidade Funcional, Dispneia e Difusão Pulmonar em Sobreviventes da Covid-19 Longa. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 3, e20260051, set. 2026.

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Rogelin, M., Aranha, A. F. M. G., Fonseca, F. R., Silva, R. M. , & Fialho, G. L. (2026). Avaliação Ecocardiográfica Seriada da Função do Ventrículo Direito e Sua Associação Com Capacidade Funcional, Dispneia e Difusão Pulmonar em Sobreviventes da Covid-19 Longa. ABC Imagem Cardiovascular, 39(3), e20260051.

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Rogelin, Marcelo and Aranha, Adriana Ferraz Martins Graça and Fonseca, Fernanda Rodrigues and Silva, Rosemeri Maurici da and Fialho, Guilherme Loureiro. Avaliação Ecocardiográfica Seriada da Função do Ventrículo Direito e Sua Associação Com Capacidade Funcional, Dispneia e Difusão Pulmonar em Sobreviventes da Covid-19 Longa. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 3, [cited 2026-09-30], e20260051. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-ecocardiografica-seriada-da-funcao-do-ventriculo-direito-e-sua-associacao-com-capacidade-funcional-dispneia-e-difusao-pulmonar-em-sobreviventes-da-covid-19-longa/>. ISSN 2318-8219

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Carvalho MRM. Além da Linha de Base: Avaliação Prognóstica Dinâmica na Embolia Pulmonar Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(7):e2060580.

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Carvalho, Marcio Roberto Moraes de. Além da Linha de Base: Avaliação Prognóstica Dinâmica na Embolia Pulmonar Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 7, e2060580, set. 2026.

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Quintana MA, Perea J, Villarreal R, Soto M, Castro M, Cortês R, Sanhueza P, et al. Disfunção Persistente do Ventrículo Direito e Evolução Hemodinâmica Predizem Deterioração Hospitalar na Embolia Pulmonar de Risco Intermediário-Alto e Alto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(7):e20260468.

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Quintana, Miguel A.; Perea, Joaquín; Villarreal, Ricardo; Soto, Mauricio; Castro, Marildes; Cortês, Rafael; Sanhueza, Patricio; Saavedra, Iván; Quispe, Yhaquelina; Tenezaca, Roger; Colque, Roberto; Arias, Alexandra; Toquica, Alex Rivera; Álvarez, Manuel; Pérez, Ysmenia D.; Morejón, Paola; Fernández, Karina G.; Mogollón, Adriana; Cardona, Marcelo; Pérez, Gonzalo Emanuel; López-Ruiz, Arnaldo. Disfunção Persistente do Ventrículo Direito e Evolução Hemodinâmica Predizem Deterioração Hospitalar na Embolia Pulmonar de Risco Intermediário-Alto e Alto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 7, e20260468, set. 2026.

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Quintana, M. A., Perea, J., Villarreal, R., Soto, M., Castro, M., Cortês, R., Sanhueza, P., Saavedra, I., Quispe, Y., Tenezaca, R., Colque, R., Arias, A., Toquica, A. R., Álvarez, M., Pérez, Y. D., Morejón, P., Fernández, K. G., Mogollón, A., Cardona, M., Pérez, G. E., & López-Ruiz, A. (2026). Disfunção Persistente do Ventrículo Direito e Evolução Hemodinâmica Predizem Deterioração Hospitalar na Embolia Pulmonar de Risco Intermediário-Alto e Alto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(7), e20260468.

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Quintana, Miguel A. and Perea, Joaquín and Villarreal, Ricardo and Soto, Mauricio and Castro, Marildes and Cortês, Rafael and Sanhueza, Patricio and Saavedra, Iván and Quispe, Yhaquelina and Tenezaca, Roger and Colque, Roberto and Arias, Alexandra and Toquica, Alex Rivera and Álvarez, Manuel and Pérez, Ysmenia D. and Morejón, Paola and Fernández, Karina G. and Mogollón, Adriana and Cardona, Marcelo and Pérez, Gonzalo Emanuel and López-Ruiz, Arnaldo. Disfunção Persistente do Ventrículo Direito e Evolução Hemodinâmica Predizem Deterioração Hospitalar na Embolia Pulmonar de Risco Intermediário-Alto e Alto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 7, [cited 2026-09-30], e20260468. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/disfuncao-persistente-do-ventriculo-direito-e-evolucao-hemodinamica-predizem-deterioracao-hospitalar-na-embolia-pulmonar-de-risco-intermediario-alto-e-alto/>. ISSN 0066-782X

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Bispo, Irving Gabriel Araújo and Brambila, Vitor Morais and Chagas, Gabriela Câmara and Pereira, Maria Luisa Ribeiro Gonçalves and Melo, Maria Angélica Miqueri de. Parâmetros Ecocardiográficos de Avaliação do Ventrículo Direito em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica: Revisão de Literatura. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2025, vol. 5, n. 1, [cited 2026-09-30], e20240046. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/parametros-ecocardiograficos-de-avaliacao-do-ventriculo-direito-em-pacientes-com-doenca-pulmonar-obstrutiva-cronica-revisao-de-literatura/>

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Brito, Ana Tereza Azeredo Bastos; Silva, João Batista Masson; Rassi, Daniela do Carmo; Silva, Daniela Graner Schuwartz Tannus; Costa, Sandra Araújo; Oliveira, Diogo Sampaio de; Jardim, Flavio de Souza Veiga; Freitas, Leandro Zacarias F. de; Freitas Júnior, Aguinaldo F. de; Rassi, Salvador. Correlação entre Medidas Ecocardiográficas e Hemodinâmicas na Avaliação do Átrio Direito e Ventrículo Direito em Pacientes com Hipertensão Pulmonar. ABC Imagem Cardiovascular, v. 35, n. 3, eabc308, set. 2022.

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Brito, A. T. A. B., Silva, J. B. M., Rassi, D. C., Silva, D. G. S. T., Costa, S. A., Oliveira, D. S. , Jardim, F. S. V., Freitas, L. Z. F. , Freitas Júnior, A. F. , & Rassi, S. (2022). Correlação entre Medidas Ecocardiográficas e Hemodinâmicas na Avaliação do Átrio Direito e Ventrículo Direito em Pacientes com Hipertensão Pulmonar. ABC Imagem Cardiovascular, 35(3), eabc308.

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Brito, Ana Tereza Azeredo Bastos and Silva, João Batista Masson and Rassi, Daniela do Carmo and Silva, Daniela Graner Schuwartz Tannus and Costa, Sandra Araújo and Oliveira, Diogo Sampaio de and Jardim, Flavio de Souza Veiga and Freitas, Leandro Zacarias F. de and Freitas Júnior, Aguinaldo F. de and Rassi, Salvador. Correlação entre Medidas Ecocardiográficas e Hemodinâmicas na Avaliação do Átrio Direito e Ventrículo Direito em Pacientes com Hipertensão Pulmonar. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2022, vol. 35, n. 3, [cited 2026-09-30], eabc308. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-entre-medidas-ecocardiograficas-e-hemodinamicas-na-avaliacao-do-atrio-direito-e-ventriculo-direito-em-pacientes-com-hipertensao-pulmonar/>. ISSN 2318-8219

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Atik, E. (2021). Aneurisma Persistente da Artéria Coronária Direita, Mesmo após Correção de Fístula com o Ventrículo Direito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(5), 999-1002.

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Atik, Edmar. Aneurisma Persistente da Artéria Coronária Direita, Mesmo após Correção de Fístula com o Ventrículo Direito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 5, [cited 2026-09-30], pp. 999-1002. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/aneurisma-persistente-da-arteria-coronaria-direita-mesmo-apos-correcao-de-fistula-com-o-ventriculo-direito/>. ISSN 0066-782X

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Mendes SL, Moreira N, Batista M, Ferreira AR, Marinho AV, Prieto D, Baptista R, et al. Resultados Clínicos e Hemodinâmicos de Longo Prazo após o Transplante de Coração em Pacientes Pré-Tratados com Sildenafil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(2):219-26.

Electronic Document Format (ABNT)

Mendes, Sofia Lázaro; Moreira, Nadia; Batista, Manuel; Ferreira, Ana Rita; Marinho, Ana Vera; Prieto, David; Baptista, Rui; Costa, Susana; Franco, Fatima; Pego, Mariano; Antunes, Manuel de Jesus. Resultados Clínicos e Hemodinâmicos de Longo Prazo após o Transplante de Coração em Pacientes Pré-Tratados com Sildenafil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 2, p. 219-226, fev. 2021.

Electronic Document Format (APA)

Mendes, S. L., Moreira, N., Batista, M., Ferreira, A. R., Marinho, A. V., Prieto, D., Baptista, R., Costa, S., Franco, F., Pego, M., & Antunes, M. J. (2021). Resultados Clínicos e Hemodinâmicos de Longo Prazo após o Transplante de Coração em Pacientes Pré-Tratados com Sildenafil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(2), 219-226.

Electronic Document Format (ISO)

Mendes, Sofia Lázaro and Moreira, Nadia and Batista, Manuel and Ferreira, Ana Rita and Marinho, Ana Vera and Prieto, David and Baptista, Rui and Costa, Susana and Franco, Fatima and Pego, Mariano and Antunes, Manuel de Jesus. Resultados Clínicos e Hemodinâmicos de Longo Prazo após o Transplante de Coração em Pacientes Pré-Tratados com Sildenafil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 2, [cited 2026-09-30], pp. 219-226. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/resultados-clinicos-e-hemodinamicos-de-longo-prazo-apos-o-transplante-de-coracao-em-pacientes-pre-tratados-com-sildenafil/>. ISSN 0066-782X

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Carrion LJBM, Sperotto A, Nazario R, Goldraich LA, Clausell N, Rohde LE, Santos ABS, et al. Disfunção Ventricular Direita e Rejeição em Transplante Cardíaco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(4):638-44.

Electronic Document Format (ABNT)

Carrion, Luciana J. B. M.; Sperotto, Alice; Nazario, Raffaela; Goldraich, Livia A.; Clausell, Nadine; Rohde, Luís Eduardo; Santos, Angela Barreto Santiago. Disfunção Ventricular Direita e Rejeição em Transplante Cardíaco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 4, p. 638-644, fev. 2020.

Electronic Document Format (APA)

Carrion, L. J. B. M., Sperotto, A., Nazario, R., Goldraich, L. A., Clausell, N., Rohde, L. E., & Santos, A. B. S. (2020). Disfunção Ventricular Direita e Rejeição em Transplante Cardíaco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(4), 638-644.

Electronic Document Format (ISO)

Carrion, Luciana J. B. M. and Sperotto, Alice and Nazario, Raffaela and Goldraich, Livia A. and Clausell, Nadine and Rohde, Luís Eduardo and Santos, Angela Barreto Santiago. Disfunção Ventricular Direita e Rejeição em Transplante Cardíaco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4, [cited 2026-09-30], pp. 638-644. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/disfuncao-ventricular-direita-e-rejeicao-em-transplante-cardiaco/>. ISSN 0066-782X

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Baroncini LAV, Borges LJL, Camarozano AC, Carmo DC, Darwich RZ, Fortunato Junior JA. Correlação Ecocardiográfica entre Função Ventricular Direita e Volume Atrial Esquerdo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(3):249-57.

Electronic Document Format (ABNT)

Baroncini, Liz Andréa Villela; Borges, Lucas José Lira; Camarozano, Ana Cristina; Carmo, Daniela de Castro; Darwich, Rubens Zenobio; Fortunato Junior, Jeronimo Antonio. Correlação Ecocardiográfica entre Função Ventricular Direita e Volume Atrial Esquerdo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 3, p. 249-257, fev. 2019.

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Baroncini, L. A. V., Borges, L. J. L., Camarozano, A. C., Carmo, D. C., Darwich, R. Z., & Fortunato Junior, J. A. (2019). Correlação Ecocardiográfica entre Função Ventricular Direita e Volume Atrial Esquerdo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(3), 249-257.

Electronic Document Format (ISO)

Baroncini, Liz Andréa Villela and Borges, Lucas José Lira and Camarozano, Ana Cristina and Carmo, Daniela de Castro and Darwich, Rubens Zenobio and Fortunato Junior, Jeronimo Antonio. Correlação Ecocardiográfica entre Função Ventricular Direita e Volume Atrial Esquerdo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 3, [cited 2026-09-30], pp. 249-257. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-ecocardiografica-entre-funcao-ventricular-direita-e-volume-atrial-esquerdo/>. ISSN 0066-782X

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Foppa M, Santos ABS. Vamos olhar (o) direito durante a avaliação da disfunção diastólica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(3):258-9.

Electronic Document Format (ABNT)

Foppa, Murilo; Santos, Angela Barreto Santiago. Vamos olhar (o) direito durante a avaliação da disfunção diastólica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 3, p. 258-259, fev. 2019.

Electronic Document Format (APA)

Foppa, M., & Santos, A. B. S. (2019). Vamos olhar (o) direito durante a avaliação da disfunção diastólica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(3), 258-259.

Electronic Document Format (ISO)

Foppa, Murilo and Santos, Angela Barreto Santiago. Vamos olhar (o) direito durante a avaliação da disfunção diastólica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 3, [cited 2026-09-30], pp. 258-259. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/vamos-olhar-o-direito-durante-a-avaliacao-da-disfuncao-diastolica/>. ISSN 0066-782X

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Nemes A, Földeák D, Domsik P, Kalapos A, Kormányos , Borbényi Z, Forster T, et al. Análise da Deformação Atrial Direita na Amiloidose Cardíaca – Resultados de Ecocardiografia Tridimensional de Speckle-Tracking do Estudo MAGYAR-Path. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(3):384-91.

Electronic Document Format (ABNT)

Nemes, Attila; Földeák, Dóra; Domsik, Péter; Kalapos, Anita; Kormányos, Árpád; Borbényi, Zita; Forster, Tamás. Análise da Deformação Atrial Direita na Amiloidose Cardíaca – Resultados de Ecocardiografia Tridimensional de Speckle-Tracking do Estudo MAGYAR-Path. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 3, p. 384-391, ago. 2018.

Electronic Document Format (APA)

Nemes, A., Földeák, D., Domsik, P., Kalapos, A., Kormányos, , Borbényi, Z., & Forster, T. (2018). Análise da Deformação Atrial Direita na Amiloidose Cardíaca – Resultados de Ecocardiografia Tridimensional de Speckle-Tracking do Estudo MAGYAR-Path. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(3), 384-391.

Electronic Document Format (ISO)

Nemes, Attila and Földeák, Dóra and Domsik, Péter and Kalapos, Anita and Kormányos, Árpád and Borbényi, Zita and Forster, Tamás. Análise da Deformação Atrial Direita na Amiloidose Cardíaca – Resultados de Ecocardiografia Tridimensional de Speckle-Tracking do Estudo MAGYAR-Path. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 3, [cited 2026-09-30], pp. 384-391. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/analise-da-deformacao-atrial-direita-na-amiloidose-cardiaca-resultados-de-ecocardiografia-tridimensional-de-speckle-tracking-do-estudo-magyar-path/>. ISSN 0066-782X

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Guenther NL, Nunes NSV, Souza VP, Souza RV. O Uso de Trombólise no TEP Dito como sendo de não Alto Risco, que Apresenta Cor Pulmonale Agudo. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(5):452-8.

Electronic Document Format (ABNT)

Guenther, Nicolle Lopes; Nunes, Nágela Simão Vinhosa; Souza, Valdênia Pereira de; Souza, Ronaldo Vegni e. O Uso de Trombólise no TEP Dito como sendo de não Alto Risco, que Apresenta Cor Pulmonale Agudo. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 5, p. 452-458, dez. 2016.

Electronic Document Format (APA)

Guenther, N. L., Nunes, N. S. V., Souza, V. P. , & Souza, R. V. (2017). O Uso de Trombólise no TEP Dito como sendo de não Alto Risco, que Apresenta Cor Pulmonale Agudo. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5), 452-458.

Electronic Document Format (ISO)

Guenther, Nicolle Lopes and Nunes, Nágela Simão Vinhosa and Souza, Valdênia Pereira de and Souza, Ronaldo Vegni e. O Uso de Trombólise no TEP Dito como sendo de não Alto Risco, que Apresenta Cor Pulmonale Agudo. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 5, [cited 2026-09-30], pp. 452-458. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/o-uso-de-trombolise-no-tep-dito-como-sendo-de-nao-alto-risco-que-apresenta-cor-pulmonale-agudo/>. ISSN 2359-4802

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Furtado RG, Frota DCR, Silva JBM, Romano MMD, Almeida Filho OC, Schmidt A, Rassi S, et al. Estudo do Ventrículo Direito na Forma Indeterminada da Doença de Chagas pelo Doppler Ecocardiograma. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;104(3):209-17.

Electronic Document Format (ABNT)

Furtado, Rogério Gomes; Frota, Daniela do Carmo Rassi; Silva, João Batista Masson; Romano, Minna Moreira Dias; Almeida Filho, Oswaldo César de; Schmidt, André; Rassi, Salvador. Estudo do Ventrículo Direito na Forma Indeterminada da Doença de Chagas pelo Doppler Ecocardiograma. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 3, p. 209-217, dez. 2014.

Electronic Document Format (APA)

Furtado, R. G., Frota, D. C. R., Silva, J. B. M., Romano, M. M. D., Almeida Filho, O. C. , Schmidt, A., & Rassi, S. (2014). Estudo do Ventrículo Direito na Forma Indeterminada da Doença de Chagas pelo Doppler Ecocardiograma. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(3), 209-217.

Electronic Document Format (ISO)

Furtado, Rogério Gomes and Frota, Daniela do Carmo Rassi and Silva, João Batista Masson and Romano, Minna Moreira Dias and Almeida Filho, Oswaldo César de and Schmidt, André and Rassi, Salvador. Estudo do Ventrículo Direito na Forma Indeterminada da Doença de Chagas pelo Doppler Ecocardiograma. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 104, n. 3, [cited 2026-09-30], pp. 209-217. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-do-ventriculo-direito-na-forma-indeterminada-da-doenca-de-chagas-pelo-doppler-ecocardiograma/>. ISSN 0066-782X

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Lopes AA, Mesquita SMF. Comunicação Interatrial em Adultos: A Correção Sempre Cura?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(6):446-8.

Electronic Document Format (ABNT)

Lopes, Antônio Augusto; Mesquita, Sonia M. F.. Comunicação Interatrial em Adultos: A Correção Sempre Cura?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 6, p. 446-448, nov. 2014.

Electronic Document Format (APA)

Lopes, A. A., & Mesquita, S. M. F. (2014). Comunicação Interatrial em Adultos: A Correção Sempre Cura?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(6), 446-448.

Electronic Document Format (ISO)

Lopes, Antônio Augusto and Mesquita, Sonia M. F.. Comunicação Interatrial em Adultos: A Correção Sempre Cura?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 6, [cited 2026-09-30], pp. 446-448. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/comunicacao-interatrial-em-adultos-a-correcao-sempre-cura/>. ISSN 0066-782X

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Brito Filho F, Campos KN, Oliveira HA, Fernandes J, Silva CAM, Gaio E, Parra ER, et al. Efeitos hemodinâmicos da sobrecarga ventricular direita aguda experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;96(4):284-92.

Electronic Document Format (ABNT)

Brito Filho, Flávio; Campos, Kleber Nogueira de; Oliveira, Humberto Alves de; Fernandes, Josué; Silva, César Augusto Melo e; Gaio, Eduardo; Parra, Edwin Roger; Carvalho, Paulo Henrique Cândido de; Fernandes, Paulo Manoel Pêgo. Efeitos hemodinâmicos da sobrecarga ventricular direita aguda experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 96, n. 4, p. 284-292, mar. 2011.

Electronic Document Format (APA)

Brito Filho, F., Campos, K. N. , Oliveira, H. A. , Fernandes, J., Silva, C. A. M. , Gaio, E., Parra, E. R., Carvalho, P. H. C. , & Fernandes, P. M. P. (2011). Efeitos hemodinâmicos da sobrecarga ventricular direita aguda experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 96(4), 284-292.

Electronic Document Format (ISO)

Brito Filho, Flávio and Campos, Kleber Nogueira de and Oliveira, Humberto Alves de and Fernandes, Josué and Silva, César Augusto Melo e and Gaio, Eduardo and Parra, Edwin Roger and Carvalho, Paulo Henrique Cândido de and Fernandes, Paulo Manoel Pêgo. Efeitos hemodinâmicos da sobrecarga ventricular direita aguda experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 96, n. 4, [cited 2026-09-30], pp. 284-292. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/efeitos-hemodinamicos-da-sobrecarga-ventricular-direita-aguda-experimental/>. ISSN 0066-782X

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Miana LA, Assad RS, Abduch MCD, Gomes GS, Nogueira AR, Oliveira FS, Telles BL, et al. Sobrecarga sistólica intermitente promove melhor desempenho miocárdico em animais adultos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(3):364-72.

Electronic Document Format (ABNT)

Miana, Leonardo Augusto; Assad, Renato S.; Abduch, Maria C. D.; Gomes, Guilherme Seva; Nogueira, Ananda Rigo; Oliveira, Fernanda Santos; Telles, Bruna Lopes; Souto, Maria Teresa; Silva, Gustavo J.; Stolf, Noedir A. G.. Sobrecarga sistólica intermitente promove melhor desempenho miocárdico em animais adultos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 3, p. 364-372, ago. 2010.

Electronic Document Format (APA)

Miana, L. A., Assad, R. S., Abduch, M. C. D., Gomes, G. S., Nogueira, A. R., Oliveira, F. S., Telles, B. L., Souto, M. T., Silva, G. J., & Stolf, N. A. G. (2010). Sobrecarga sistólica intermitente promove melhor desempenho miocárdico em animais adultos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(3), 364-372.

Electronic Document Format (ISO)

Miana, Leonardo Augusto and Assad, Renato S. and Abduch, Maria C. D. and Gomes, Guilherme Seva and Nogueira, Ananda Rigo and Oliveira, Fernanda Santos and Telles, Bruna Lopes and Souto, Maria Teresa and Silva, Gustavo J. and Stolf, Noedir A. G.. Sobrecarga sistólica intermitente promove melhor desempenho miocárdico em animais adultos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 3, [cited 2026-09-30], pp. 364-372. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/sobrecarga-sistolica-intermitente-promove-melhor-desempenho-miocardico-em-animais-adultos/>. ISSN 0066-782X

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