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ABC
Carta ao Editor

Ultrassom Point-of-Care na Cardiologia: Quando o Posicionamento Não Reflete o Estado da Arte

Guilherme Pinheiro Machado et al. Guilherme Heiden Telo Gustavo Neves de Araujo Fernando Luis Scolari … Anderson Donelli da Silveira Rodrigo Wainstein Marco Wainstein

Prezado Editor,

Lemos com interesse a recente publicação do Posicionamento sobre o Uso do Ultrassom “Point of Care” (POCUS) na Medicina Cardiovascular – 2026, nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia. Trata-se de uma iniciativa relevante, que reconhece o papel crescente do POCUS como ferramenta fundamental na prática cardiovascular contemporânea. Entretanto, apesar de seus méritos, consideramos que o posicionamento apresenta uma limitação importante: a falta de discussão e de incorporação de um conjunto expressivo de evidências relacionadas à avaliação de pacientes cardiológicos em diferentes cenários clínicos, particularmente no infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST).

[…]

  • Cardiopatias
  • Diagnóstico por Ultrassom
  • ecocardiografia
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
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21/09/2026 DOI: 10.36660/abc.20260312
Avaliação Ecocardiográfica Seriada da Função do Ventrículo Direito e Sua Associação Com Capacidade Funcional, Dispneia e Difusão Pulmonar em Sobreviventes da Covid-19 Longa
ABCIC
Artigo Original

Avaliação Ecocardiográfica Seriada da Função do Ventrículo Direito e Sua Associação Com Capacidade Funcional, Dispneia e Difusão Pulmonar em Sobreviventes da Covid-19 Longa

Marcelo Rogelin et al. Adriana Ferraz Martins Graça Aranha Fernanda Rodrigues Fonseca Rosemeri Maurici da Silva Guilherme Loureiro Fialho

Resumo

Fundamento

Sobreviventes da covid-19 longa podem apresentar comprometimento funcional persistente e sequelas cardiopulmonares tardias. O ventrículo direito (VD) é particularmente suscetível a lesões, e a deformação longitudinal da parede livre do ventrículo direito (DLPLVD), medida pela ecocardiografia bidimensional com speckle tracking (2D-STE), pode detectar disfunção sistólica subclínica do VD.

Objetivo

Avaliar as alterações longitudinais da função sistólica do VD, por meio da DLPLVD, da excursão sistólica do plano do anel tricúspide (TAPSE), da variação fracional da área (FAC) e da velocidade sistólica do anel tricúspide (S′), e investigar suas associações com a capacidade funcional (teste de sentar e levantar de 30 segundos [TSL-30]), o estado funcional (Escala de Estado Funcional Pós-COVID-19 [PCFS]), a dispneia (escala modificada do Medical Research Council [mMRC]) e o coeficiente de transferência do monóxido de carbono (KCO) em sobreviventes da covid-19 pós-aguda.

Métodos

Esta análise observacional incluiu participantes de uma prospectiva de covid-19 pós-aguda avaliados em duas visitas de acompanhamento (AV1 e AV2), aproximadamente 4 e 13 meses após a infecção aguda. Foram incluídos adultos com infecção por SARS-CoV-2 confirmada e ecocardiografia transtorácica (ETT) passível de análise por 2D-STE. A significância estatística foi definida como p < 0,05 bicaudal.

Resultados

Foram incluídos 49 pacientes; 55,1% eram mulheres, a idade média foi de 50,7 ± 10,3 anos, 63,3% apresentavam obesidade, 77,6% necessitaram de internação em unidade de terapia intensiva (UTI) e 67,3% foram submetidos à ventilação mecânica invasiva (VMI). O desempenho no TSL-30 melhorou (10,1 ± 3,3 vs. 11,6 ± 3,1 repetições; p = 0,004), e o KCO aumentou (4,1 ± 0,7 vs. 4,3 ± 0,8 ml/min/mmHg/l; p = 0,002), enquanto os escores da mMRC (p = 0,43) e a mediana dos escores da PCFS (p = 0,11) permaneceram inalterados. A TAPSE apresentou redução discreta, mas permaneceu dentro da faixa de referência da normalidade (2,2 ± 0,3 vs. 2,1 ± 0,2 cm; p = 0,03), enquanto a DLPLVD, a FAC e a S′ não apresentaram alterações significativas ao longo do tempo. As correlações transversais entre os índices de função sistólica do VD e os desfechos clínicos foram fracas e não significativas tanto na AV1 quanto na AV2 (|r| 0,05). Na análise longitudinal, as alterações da DLPLVD apresentaram correlação positiva com as alterações do KCO (r = 0,33; p = 0,05), enquanto as alterações da FAC apresentaram correlação inversa com as alterações dos escores da PCFS (r = −0,35; p = 0,02).

Conclusão

Nesta coorte de sobreviventes da covid-19 pós-aguda, a capacidade funcional e a capacidade de difusão pulmonar melhoraram ao longo do tempo, enquanto a DLPLVD permaneceu persistentemente reduzida, sem alterações longitudinais significativas. Esses achados exploratórios sugerem que os índices de função sistólica do VD não devem ser interpretados isoladamente como marcadores de limitação funcional durante o período tardio da covid-19 pós-aguda e reforçam o uso de uma abordagem integrada e multiparamétrica para a avaliação desses pacientes.

  • Deformação Longitudinal Global
  • Disfunção Ventricular Direita
  • ecocardiografia
  • Síndrome de Pós-COVID-19 Aguda
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21/09/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260051
Correlação Entre Medidas Hemodinâmicas Invasivas e Ecocardiográficas em Pacientes com Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida
ABCIC
Artigo Original

Correlação Entre Medidas Hemodinâmicas Invasivas e Ecocardiográficas em Pacientes com Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida

João Pedro da Rosa Barbato et al. Fernando Luis Scolari Guilherme Pinheiro Machado André Barcellos Amon … Pedro Castilhos de Freitas Crivelaro Willian R. Menegazzo Solano Vinicius Berger Gustavo Neves de Araujo Felipe Homem Valle Rodrigo Vugman Wainstein

Resumo

Introdução:

O manejo da insuficiência cardíaca (IC) com fração de ejeção reduzida (ICFER) avançou com o uso de marcadores hemodinâmicos invasivos, como a potência cardíaca (CPO) e o índice de pulsatilidade da artéria pulmonar (PAPI). Simultaneamente, cresceu o interesse em indicadores prognósticos não invasivos, especialmente a integral velocidade–tempo do trato de saída do ventrículo esquerdo (LVOT-VTI).

Objetivo:

O presente estudo visou avaliar a correlação entre parâmetros invasivos e ecocardiográficos, particularmente CPO, PAPI e LVOT-VTI, em pacientes com ICFER.

Métodos:

Trata-se de um estudo transversal e unicêntrico que incluiu pacientes internados e ambulatoriais com ICFER crônica estável ou agudamente descompensada. Foram excluídos aqueles com choque cardiogênico (CC). O cateterismo cardíaco direito (CCD) e o ecocardiograma foram realizados no mesmo dia. A significância estatística foi definida como um valor de p bicaudal < 0,05.

Resultados:

Foram observadas correlações significativas entre a CPO invasiva e a CPO ecocardiográfica (r = 0,737, p < 0,001) e entre o PAPI invasivo e o PAPI ecocardiográfico (r = 0,604, p < 0,05). A LVOT-VTI apresentou correlação significativa com a CPO medida por cateter de artéria pulmonar (CAP) (r = 0,469, p < 0,01). A PAPI ecocardiográfica foi mensurável em apenas 16 pacientes. Uma análise de sensibilidade dos pacientes que receberam inotrópicos mostrou uma correlação ainda mais forte entre a CPO invasiva e a CPO ecocardiográfica (r = 0,812, p = 0,005).

Conclusão:

Em pacientes com ICFER, os parâmetros ecocardiográficos e hemodinâmicos invasivos apresentaram correlações significativas, particularmente a CPO, reforçando o potencial da ecocardiografia como uma alternativa para a avaliação hemodinâmica. No entanto, a baixa viabilidade da medição não invasiva da PAPI destaca limitações importantes nessa população.

  • ecocardiografia
  • Frequência Cardíaca
  • Insuficiência Cardíaca Sistólica
  • Monitorização Hemodinâmica
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03/09/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260059
Avaliação Multimodal da Resposta aos Inibidores da Miosina Cardíaca na Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva por Meio de Ecocardiografia e TECP: Uma Metanálise
ABCIC
Artigo Original

Avaliação Multimodal da Resposta aos Inibidores da Miosina Cardíaca na Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva por Meio de Ecocardiografia e TECP: Uma Metanálise

João Victor de Oliveira Ramos et al. João Vitor Andrade Fernandes Luiz Henrique Cartaxo Fernandes Vera Louise Freire de Albuquerque Figueiredo … João Victor Oliveira Estrela Marcelo Tavares

Resumo

Fundamento:

Os inibidores da miosina cardíaca (IMCs), incluindo mavacamten e aficamten, representam uma nova classe de terapias-alvo para a Cardiomiopatia Hipertrófica obstrutiva (CMH-o), cujos efeitos ecocardiográficos e cardiopulmonares em Ensaios Clínicos Randomizados (ECRs) ainda não foram sintetizados sistematicamente.

Objetivos:

Realizar uma revisão sistemática e metanálise de ECRs seguindo as diretrizes PRISMA.

Métodos:

Os desfechos incluíram Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo (FEVE), Índice de Massa do Ventrículo Esquerdo (IMVE), Espessura do Septo Interventricular (ESIV), relação E/e’ septal, gradientes do trato de saída do ventrículo esquerdo (TSVE) e desfechos do Teste de Esforço Cardiopulmonar (TECP). Os dados foram agrupados por meio de modelos de efeitos aleatórios e expressos como Diferenças Médias (DM) ou Diferenças Médias Padronizadas (DMP), com intervalos de confiança de 95%.

Resultados:

Cinco ECRs, totalizando 767 participantes, foram incluídos. Os IMCs reduziram significativamente os gradientes do TSVE em repouso (DM: −37,59 mmHg), durante a manobra de Valsalva (DM: −46,45 mmHg) e após o exercício (DM: −49,45 mmHg; todos p < 0,01). Observou-se remodelação estrutural, com reduções do IMVE (DM: −11,96 g/m²), da ESIV (DMP: −0,98) e da relação E/e' septal (DM: −3,53), além de redução da FEVE (DM: −4,33%). O TECP demonstrou melhora da eficiência ventilatória (DM: −2,25), do pico de equivalentes metabólicos (METs) (DM: +0,45), da potência circulatória (DM: +482,78 mL/kg/min × mmHg) e da duração do exercício (DM: +0,88 min; todos p < 0,01). As análises de subgrupos não revelaram diferenças entre os agentes.

Conclusão:

Os IMCs promovem remodelação cardíaca reversa, melhora hemodinâmica e aumento da tolerância ao exercício em pacientes com CMH-o, reforçando seu papel como terapia-alvo.

  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • ecocardiografia
  • Metanálise
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03/09/2026 DOI: 10.36660/abcimg.2026007
Figura 1
ABCIC
Image

Além do Apêndice: Trombose da Parede Atrial Esquerda na Estenose Mitral Reumática

Bernardo Resende et al. Tomás Carlos Rogério Teixeira Lino Gonçalves

Uma mulher de 61 anos, com histórico de doença valvar reumática e fibrilação atrial (FA) permanente, em anticoagulação crônica com rivaroxabana, apresentou-se com acidente vascular cerebral isquêmico agudo e isquemia bilateral de membros superiores. A neuroimagem revelou um infarto agudo no território da artéria cerebral média direita e um infarto subagudo no território da artéria cerebral posterior esquerda (). O Doppler ultrassonográfico confirmou oclusão arterial em ambos os membros superiores ().

A ecocardiografia transesofágica demonstrou acentuado aumento do átrio esquerdo (AE), contraste espontâneo denso no apêndice atrial esquerdo (AAE) e redução das velocidades de esvaziamento do apêndice, sem evidência de trombo organizado (). A valva mitral apresentava características compatíveis com doença reumática crônica, com área valvar estimada em 1,0 cm² (). Vale destacar que as imagens bidimensionais e tridimensionais identificaram um grande trombo mural aderido à parede do AE, estendendo-se pelas paredes lateral e posterior e medindo aproximadamente 4 × 0,8 cm (; Vídeos Suplementares 1–3).

[…]

  • ecocardiografia
  • Estenose da Valva Mitral
  • Fibrilação Atrial
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14/08/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260069
Figura 1
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Relato de Caso

Miocardiopatia Dilatada Como Manifestação Inicial Rara da Poliangeíte Microscópica ANCA-Positiva: Relato de Caso

Karoline Gonzaga Costa et al. Maria Estefânia Bosco Otto André Felipe Lobão Fernandes Nathália de Macêdo Assunção … Mariana Ubaldo Barbosa Paiva Rosyane Luz Rufino de Lima Rita Mikelle Soares Dias

Introdução

As vasculites associadas a anticorpos anticitoplasma de neutrófilos (ANCA) constituem um grupo de doenças inflamatórias sistêmicas de pequenos vasos, caracterizadas por vasculite necrotizante pauci-imune e manifestações multissistêmicas, incluindo a granulomatose com poliangeíte (GPA), a granulomatose eosinofílica com poliangeíte (EGPA) e a poliangeíte microscópica (MPA).– A MPA está classicamente associada à glomerulonefrite rapidamente progressiva e à hemorragia alveolar, implicando em elevada morbimortalidade quando não reconhecida e tratada precocemente.,

Além do acometimento renal e pulmonar predominante, há crescente evidência de que pacientes com vasculites associadas a ANCA apresentam risco cardiovascular aumentado, relacionado tanto a fatores tradicionais quanto a mecanismos específicos da doença, como inflamação persistente, disfunção endotelial e aceleração da aterosclerose.– Estudos sugerem aumento da incidência de eventos cardiovasculares maiores (infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e insuficiência cardíaca) em relação à população geral.

[…]

  • Cardiomiopatia dilatada
  • ecocardiografia
  • Poliangiite Microscópica
  • Vasculite Associada a Anticorpo Anticitoplasma de Neutrófilos
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31/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260038
Reconhecimento dos Estágios Clínicos e do Dano Miocárdico na Estenose Aórtica: Muito Além do Diagnóstico – To Op or Not To Op
ABCIC
Review Article

Reconhecimento dos Estágios Clínicos e do Dano Miocárdico na Estenose Aórtica: Muito Além do Diagnóstico – To Op or Not To Op

Daniel Franca Vasconcelos

Resumo

A estenose aórtica severa é uma entidade clínica progressiva que acompanha historicamente as descrições da anatomia patológica, da semiologia cardiovascular, da cirurgia cardíaca e das intervenções cardiovasculares percutâneas. A indicação, ainda hoje, para intervenção de troca da valva de pacientes portadores de estenose valvar aórtica severa, baseia-se no surgimento de sintomas. Com o avanço da técnica cirúrgica, sobretudo o implante percutâneo, busca-se identificar marcadores precoces de dano miocárdico que possam indicar lesões irreversíveis do miocárdio. Este artigo de revisão apresenta uma análise abrangente dos métodos de identificação do dano miocárdico em pacientes com estenose aórtica severa, incluindo avaliação clínica, eletrocardiografia, ecocardiografia, ressonância magnética cardíaca (RMC) e biomarcadores plasmáticos. Discute-se a classificação dos estágios de dano miocárdico e o momento ideal para intervenção terapêutica, com base em achados clínicos, funcionais e estruturais. Estudos recentes que foram desenhados para responder como abordar os pacientes portadores de estenose aórtica assintomáticos apresentam resultados divergentes. Desta forma, pretende-se auxiliar o clínico na decisão sobre o melhor momento para realizar a intervenção da troca valvar, considerando as particularidades de cada paciente.

  • ecocardiografia
  • Estenose da Valva Aórtica
  • Imageamento por Ressonância Magnética
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31/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260054
Figura 1
ABCIC
Comunicação Breve

Visualização da Aorta Ascendente pela Ecocardiografia Transtorácica: Uma Vista Paraesternal Longitudinal Modificada Poderia Fornecer Imagem Adicional de um Segmento Aórtico Mais Longo?

Heba Farouk et al. Karim El-Chilali Axel Kloppe

Introdução

A avaliação da aorta ascendente é um componente essencial da ecocardiografia transtorácica (ETT) padrão. Embora a visualização da raiz da aorta e da porção proximal da aorta ascendente seja rotineiramente obtida por meio da vista paraesternal longitudinal padrão (PLAX), o imageamento das porções média e distal da aorta ascendente ainda permanece tecnicamente desafiador.– As recomendações atuais sugerem o deslocamento do transdutor para espaços intercostais superiores esquerdos ou, alternativamente, o uso de janelas paraesternais direitas para melhorar a visualização desses segmentos em pacientes com janelas acústicas adequadas.

Na prática clínica, ecocardiografistas experientes frequentemente obtêm visualização satisfatória da porção tubular da aorta ascendente utilizando modificações individualizadas das vistas convencionais. Entretanto, operadores menos experientes e cardiologistas gerais podem não conseguir visualizar consistentemente esses segmentos, uma vez que a vista paraesternal longitudinal superior esquerda (uPLAX) é pouco descrita na literatura, enquanto a aquisição da vista paraesternal direita é tecnicamente mais exigente e mais demorada.

[…]

  • Aorta ascendente
  • ecocardiografia
  • Imagem da aorta
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31/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260068
Concordância Entre a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo por Ecocardiografia pelo Método de Simpson, o Strain Longitudinal Global e a Ressonância Magnética Cardíaca
ABCIC
Artigo Original

Concordância Entre a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo por Ecocardiografia pelo Método de Simpson, o Strain Longitudinal Global e a Ressonância Magnética Cardíaca

Álvaro Herrera-Escandón et al. Juan Pablo Morales-Grisales Sebastián Ayala-Zapata Stephany Barbosa-Balaguera … Álvaro José Muriel-Ruiz Juan Felipe Bravo-Rueda José Eduardo Citelli-Ramírez Luis Fernando Osío-Jimenez Luis Miguel Benitez-Gómez Carlos Javier Ramírez-Estupiñán

Resumo

Fundamento:

A fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) medida por ecocardiografia é um parâmetro amplamente utilizado na prática clínica para a avaliação da função ventricular. Mais recentemente, o strain longitudinal global (SLG) emergiu como um método complementar, assim como a avaliação da FEVE por ressonância magnética cardíaca (RMC). No entanto, ainda há escassez de evidências regionais que avaliem a concordância entre essas três técnicas.

Objetivos:

Avaliar a concordância entre as medidas ecocardiográficas e por RMC em pacientes atendidos em uma clínica cardiovascular na cidade de Cali, Colômbia.

Métodos:

Este estudo transversal, analítico e descritivo incluiu 35 pacientes com doença cardíaca confirmada ou suspeita, nos quais os três métodos foram realizados de forma consecutiva. A concordância foi avaliada por meio do coeficiente de correlação de concordância (CCC) de Lin, gráficos de Bland-Altman para a FEVE e coeficientes κ ponderados linear e quadrático para a concordância entre as classificações da FEVE.

Resultados:

A média de idade foi de 58 anos, e 60% dos participantes eram do sexo masculino. As comorbidades mais comuns foram hipertensão arterial (22%) e dislipidemia (11%). A FEVE média foi de 59% pelo método de Simpson e de 57,7% pela RMC, enquanto o SLG médio foi de −17,7%. A concordância foi a seguinte: FEVE por Simpson vs. RMC (CCC, 0,831; intervalo de confiança de 95% [IC95%], 0,609-0,932); SLG vs. FEVE derivada da RMC (CCC, 0,751; IC95%, 0,419-0,903); e FEVE por Simpson vs. SLG (CCC, 0,891; IC95%, 0,721-0,957).

Conclusões:

Tanto o método de Simpson quanto o SLG são ferramentas válidas para estimar a função sistólica. A RMC permanece como padrão de referência.

  • ecocardiografia
  • Espectroscopia de Ressonância Magnética
  • Volume sistólico
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24/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20250102
Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica das Pressões de Enchimento do Ventrículo Esquerdo: Da Ambiguidade à Precisão com Novas Diretrizes
ABCIC
Review Article

Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica das Pressões de Enchimento do Ventrículo Esquerdo: Da Ambiguidade à Precisão com Novas Diretrizes

Marco Stephan Lofrano Alves et al. Larissa Maria Vosgerau Marcelo Vitola Dreckmann Roberto D´Ávila Martins … Cláudia Biondo Zanlorensi Eduardo Henrique Bonotto

Resumo

A estimativa ecocardiográfica das pressões de enchimento do ventrículo esquerdo (VE) é um pilar na avaliação da insuficiência cardíaca, particularmente em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEp). O algoritmo da American Society of Echocardiography (ASE)/European Association of Cardiovascular Imaging (EACVI) de 2016 padronizou essa avaliação utilizando variáveis-chave, mas uma proporção substancial de casos permaneceu indeterminada na prática clínica. A atualização recente da diretriz americana reorganizou a abordagem em um modelo hierárquico, incorporando ajustes relacionados à idade e formalizando o papel do strain atrial esquerdo (SAE) como parâmetro de desempate, além de fornecer uma caracterização mais detalhada de cenários clínicos especiais. Em paralelo, a diretriz de 2024 da British Society of Echocardiography enfatiza a interpretação fisiopatológica do enchimento ventricular, complementando o modelo operacional proposto pelo documento americano. Estudos multicêntricos com validação invasiva sustentam essas atualizações, estabelecendo o SAE como um marcador robusto de pressões de enchimento elevadas. Neste artigo, apresentamos Como Eu Faço a avaliação ecocardiográfica das pressões de enchimento do VE, baseada em uma avaliação morfofuncional inicial, seguida por uma triagem estruturada (Etapa 1) e refinamento adicional (Etapa 2), incorporando o SAE e parâmetros adicionais. Também apresentamos uma comparação entre diretrizes, discutimos armadilhas comuns e limitações dos algoritmos, e incluímos vídeos baseados em casos para aplicação prática.

  • ecocardiografia
  • Função Ventricular Esquerda
  • Insuficiência Cardíaca
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24/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260026
Como Eu Faço Uso do Contraste Com Solução Salina Agitada no Ecocardiograma de Pacientes Pediátricos
ABCIC
Review Article

Como Eu Faço Uso do Contraste Com Solução Salina Agitada no Ecocardiograma de Pacientes Pediátricos

Karen Saori Shiraishi Sawamura et al. Márcio Miranda Brito

Resumo

O contraste com solução salina agitada é um método simples, seguro e amplamente disponível na ecocardiografia, sendo particularmente útil na população pediátrica para a investigação de shunts direita-esquerda e alterações vasculares pulmonares. Este artigo apresenta uma abordagem prática para o uso dessa técnica na ecocardiografia pediátrica. São revisados os princípios fisiológicos envolvidos, os aspectos técnicos relacionados ao preparo e à aquisição das imagens, bem como suas principais aplicações clínicas.

  • Comunicação Interatrial
  • ecocardiografia
  • Ecocardiografia de contraste
  • Forame Oval Patente
  • Síndrome Hepatopulmonar
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24/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260041
Impacto do Exercício Isométrico na Mecânica do Ventrículo Esquerdo Avaliada pelo Strain Longitudinal Global e pelo Trabalho Miocárdico em Adultos Saudáveis
ABCIC
Artigo Original

Impacto do Exercício Isométrico na Mecânica do Ventrículo Esquerdo Avaliada pelo Strain Longitudinal Global e pelo Trabalho Miocárdico em Adultos Saudáveis

Marcio Mendes Pereira et al. Maria Estefania Bosco Otto Juliana Lins da Paz Portela

Resumo

Fundamento:

Parâmetros volumétricos tradicionais apresentam limitações na detecção de disfunção sistólica sutil do ventrículo esquerdo (VE). O strain longitudinal global (SLG) e o trabalho miocárdico (TM) permitem uma avaliação mais sensível da mecânica ventricular.

Objetivos:

Avaliar as alterações do SLG e dos índices de TM durante o exercício isométrico de preensão manual, em comparação às condições de repouso.

Métodos:

Ao todo, 30 indivíduos saudáveis (29,3 ± 6,1 anos; 50% do sexo masculino) foram incluídos na amostra. A ecocardiografia foi realizada em repouso e durante o exercício de preensão manual (30%-40% da força máxima). Foram avaliados o SLG, a fração de ejeção do VE (FEVE) e os índices de TM: i) índice de trabalho global (ITG), ii) trabalho construtivo global (TCG), iii) trabalho desperdiçado global (TDG) e iv) eficiência global do trabalho (EGT). As comparações foram realizadas por testes pareados, considerando-se significância estatística quando p < 0,05.

Resultados:

O exercício de preensão manual promoveu aumento da pressão arterial (PA) sistólica (115 ± 16 vs 133 ± 18 mmHg; p < 0,0001) e diastólica (69 ± 9 vs 79 ± 13 mmHg; p = 0,0002), sem alteração significativa da FEVE (64,8% vs 64,4%; p = 0,62). Observou-se redução do SLG (20,38% ± 2,57% vs 19,60% ± 2,52%; p = 0,028), aumento do ITG (+244 mmHg%; p = 0,0002), do TCG (+313 mmHg%; p < 0,0001) e do TDG (+52 mmHg%; p = 0,0008), além de redução da EGT (94,8% ± 1,8% vs 93,6% ± 2,5%; p = 0,022).

Conclusões:

O exercício de preensão manual induz alterações mecânicas ventriculares mensuráveis em indivíduos saudáveis, refletindo resposta fisiológica à sobrecarga pressórica aguda.

  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • ecocardiografia
  • Exercício Físico
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20/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260036
ABCIC
Editorial

Cardiotoxicidade por Quimioterapia na População Pediátrica: Que Singularidades Temos no Acompanhamento por Imagem Cardiovascular?

Jéssica Laureano Martins et al. Maria do Carmo Menezes Bezerra Duarte Fabiana Gomes Aragão Magalhães Feitosa Maria Verônica Câmara dos Santos

Considerações especiais na população pediátrica,

A visão pediátrica na cardio-oncologia impõe desafios particulares, uma vez que a cardiotoxicidade relacionada ao tratamento oncológico não se limita a um evento agudo, mas representa um processo dinâmico que pode interferir no crescimento e na maturação miocárdica ao longo do tempo. A vulnerabilidade do coração em desenvolvimento, associada à exposição precoce a terapias potencialmente cardiotóxicas, confere a esses pacientes um risco prolongado de disfunção miocárdica progressiva. Nesse contexto, a utilização de estratégias de imagem cardiovascular mais sensíveis, reprodutíveis e integradas torna-se fundamental. A abordagem multimodal, com destaque para a ecocardiografia (e a ressonância magnética cardíaca em situações selecionadas), amplia a acurácia diagnóstica e contribui para melhor estratificação de risco. Adicionalmente, o seguimento longitudinal estruturado, com interpretação baseada na individualização clínica, é essencial para o adequado acompanhamento desses pacientes.

Por fim, a incorporação de fatores genéticos, clínicos e terapêuticos em modelos de risco, aliada ao monitoramento contínuo por imagem, representa uma perspectiva promissora para a medicina de precisão, com o objetivo de reduzir a morbimortalidade cardiovascular e melhorar a qualidade de vida dos sobreviventes do câncer infantojuvenil.

[…]

  • Cardiotoxicidade
  • Criança
  • ecocardiografia
  • Neoplasias
  • Tratamento Farmacológico
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20/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260044
Como Eu Faço Fechamento Transcateter da Comunicação Interatrial: Passo a Passo e Contraindicações Atuais
ABCIC
Review Article

Como Eu Faço Fechamento Transcateter da Comunicação Interatrial: Passo a Passo e Contraindicações Atuais

Angele Azevedo Alves Mattoso et al. Joberto Pinheiro Sena Gilson Soares Feitosa Filho Maria Lúcia Duarte

Resumo

Todos os pacientes candidatos ao fechamento transcateter da comunicação interatrial (CIA) do tipo ostium secundum devem ser submetidos, previamente, a avaliação ecocardiográfica detalhada por meio do ecocardiograma transesofágico (ETE) 2D. Esse exame é essencial para a análise abrangente da anatomia do septo interatrial e para a determinação da elegibilidade do defeito ao procedimento. Devem ser criteriosamente avaliados o tipo, o número, o tamanho, a localização e a morfologia da CIA , bem como a qualidade do tecido septal adjacente e sua relação com estruturas cardíacas adjacentes. O ETE 3D pode complementar essa avaliação ao fornecer informações anatômicas adicionais relevantes. Durante o procedimento, o ETE desempenha papel fundamental na orientação em tempo real, permitindo a adequada liberação do dispositivo oclusor septal, além da avaliação imediata do resultado e da detecção precoce de possíveis complicações. Este artigo apresenta uma abordagem prática do fechamento transcateter da CIA do tipo ostium secundum, com ênfase nos aspectos ecocardiográficos nas fases pré-procedimento, intraprocedimento e pós-procedimento.

  • Cateterismo
  • Comunicação Interatrial
  • ecocardiografia
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17/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260020
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

Artéria Coronária Única e Cardiomiopatia de Estresse: Uma Associação Demonstrada por Imagem Multimodal

Marcus Vinicius Silva Ferreira et al. Julia Pereira Afonso dos Santos Tormin Roberto Nery Dantas Jr Roberto Vitor Almeida Torres … Renan Andreos Cordeiro José de Arimateia Batista Araújo Filho Luiz Francisco Cardoso

Estudo de caso

Paciente do sexo feminino, de 58 anos, admitida por dor torácica retroesternal descrita como aperto opressivo contínuo, iniciado dois dias antes, após procedimento de extração dentária realizado sob anestesia local ineficaz. Apresentava antecedentes de diabetes mellitus, dislipidemia e câncer de ovário, em uso de ácido acetilsalicílico, rosuvastatina, metformina, dapagliflozina e semaglutida. O exame físico não evidenciou alterações. Foi iniciado o protocolo para dor torácica, e o eletrocardiograma inicial evidenciou ritmo sinusal com bloqueio divisional anterossuperior esquerdo, repolarização precoce nas derivações inferiores e inversão da onda T em aVL, V1 e V2 (). A paciente recebeu 5 mg de dinitrato de isossorbida por via sublingual, e foram coletadas amostras para exames laboratoriais. A troponina T de alta sensibilidade (hs-cTnT) foi de 171 ng/L, confirmando lesão miocárdica. Estabeleceu-se o diagnóstico inicial de infarto do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST (IAMSSST), e a paciente foi submetida à cineangiocoronariografia para avaliação anatômica ( / Vídeo S1).

[…]

  • Angiografia Coronária
  • Cardiomiopatia de Takotsubo
  • Cinerressonância Magnética
  • ecocardiografia
  • Vasos Coronários
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17/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260023
Figura 3
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Review Article

Como Eu Faço a Avaliação da Insuficiência Mitral com Splay: O que Significa na Gravidade?

Gustavo Nishida et al. Natasha Soares Simões dos Santos Jorge Eduardo Assef Andrea de Andrade Vilela

Resumo

A avaliação ecocardiográfica da insuficiência mitral (IM) é multiparamétrica e frequentemente desafiadora. O artefato conhecido como splay tem sido descrito como uma ferramenta adicional para estimar a gravidade da regurgitação. O termo significa “espalhar” e refere-se a um artefato de lobo lateral que forma um arco horizontal no Doppler colorido. Esse mesmo fenômeno também pode ser observado em outras valvopatias, como a insuficiência aórtica. Em 2020, Wiener et al. descreveram que o splay esteve presente em 81% dos casos de IM importante, chegando a 93% em jatos excêntricos, com prevalência de apenas 16% na IM discreta. Verbeke et al. associaram o artefato a maiores volumes regurgitantes. Uma largura de splay superior a 29 mm foi identificada como preditor independente de desfechos cardiovasculares adversos. Embora sua presença isoladamente não denote IM grave, o splay atua como um sinal de alerta (red flag). Ele sugere que a regurgitação pode ser maior do que a aparente, indicando a necessidade de uma revisão cuidadosa do exame transtorácico ou, eventualmente, complementação com ecocardiograma transesofágico. Maiores evidências e avaliações sistematizadas são necessárias para estudar a melhor estratégia de incorporação desse dado na abordagem multiparamétrica da IM.

  • ecocardiografia
  • Índice de Gravidade de Doença
  • Insuficiência da Valva Mitral
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10/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260024
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

Coexistência de Conexão Venosa Pulmonar Anômala Parcial e Fístulas de Artéria Coronária: Um Relato de Caso Raro

Mourad Haj Abdo et al. Hussain Latsh Mathias Wagner George König Sebastian Barth

Resumo

Fundamento

A dispneia é um sintoma clínico comum que frequentemente leva à internação hospitalar e está associada a significativa morbidade. Embora geralmente resulte de condições cardiopulmonares prevalentes, anomalias cardiovasculares congênitas raras também podem se manifestar com dispneia. A Conexão Venosa Pulmonar Anômala Parcial (PAPVC) e as Fístulas de Artéria Coronária (FACs) são malformações congênitas incomuns do sistema cardiovascular, cuja presença simultânea é extremamente rara. O reconhecimento precoce dessas anomalias é fundamental para evitar comprometimento hemodinâmico progressivo e orientar estratégias de manejo adequadas.

Apresentação do Caso

Apresentamos o caso de um homem de 55 anos que apresentou início agudo de dispneia com duração aproximada de duas horas. A avaliação clínica inicial e os exames de rotina – incluindo exame físico, ecocardiografia, eletrocardiografia e cateterismo cardíaco direito e esquerdo – levantaram suspeita de uma anomalia cardíaca subjacente, motivando investigação adicional. A subsequente Ressonância Magnética Cardíaca (RMC) e a Tomografia Computadorizada Multidetector (TCMD) revelaram a presença de uma Conexão Venosa Pulmonar Anômala Parcial acompanhada de FACs. Dadas as características não complexas do shunt neste caso, foi tomada uma decisão compartilhada com o paciente de prosseguir com tratamento conservador.

Discussão

A PAPVC e as FACs são entidades raras que devem ser consideradas no diagnóstico diferencial. No entanto, recomendá-las como hipóteses diagnósticas iniciais pode resultar em investigações desnecessárias.

  • Diagnóstico Diferencial
  • ecocardiografia
  • Vasos Coronários
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25/05/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20250030
Passo a Passo na Avaliação da Pericardite Constritiva
ABCIC
Review Article

Passo a Passo na Avaliação da Pericardite Constritiva

Aline Travessa et al. Paulo Henrique Pereira Louise Moutinho Machado Natalia Sousa Esteves

Resumo

A Pericardite Constritiva (PC) é uma condição rara, mas potencialmente curável, que se manifesta por sintomas de insuficiência cardíaca direita e restrição ao enchimento ventricular. O diagnóstico pode ser desafiador e requer uma abordagem estruturada que integra diversas modalidades de imagem cardiovascular. Este artigo oferece um guia prático, baseado em evidências e na experiência clínica, para o reconhecimento passo a passo da Pericardite Constritiva, com destaque aos achados ecocardiográficos.

  • ecocardiografia
  • Ecocardiografia Doppler
  • Pericardite
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25/05/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20250063
Complicações Cardiovasculares de Pacientes com COVID-19 e sua Relação com a Mortalidade: Uma Perspectiva Ecocardiográfica
ABCIC
Artigo Original

Complicações Cardiovasculares de Pacientes com COVID-19 e sua Relação com a Mortalidade: Uma Perspectiva Ecocardiográfica

João Henrique Andrade de Almeida et al. Gustavo Miranda de Azevedo Ferreira Marina de Azevedo Martins Andrade Heloísa Marceliano Nunes Igor Brasil Costa

Abstract

Background:

Echocardiography plays a fundamental role in the diagnosis of cardiovascular diseases related to SARS-CoV-2 infection. Despite prior investigation in the literature, studies focusing on cardiovascular manifestations among patients from the Brazilian Legal Amazon region remain scarce.

Objectives:

To identify cardiovascular complications of COVID-19 in patients admitted to a hospital in the North Region of Brazil and their potential association with mortality.

Methods:

We conducted a retrospective cohort study including 25 medical records of adults diagnosed with COVID-19. These patients were admitted to a hospital in Belém, Pará, in Northern Brazil, between March 2020 and December 2020. Demographic and clinical characteristics, as well as echocardiographic findings, were extracted from the medical records. Statistical analyses were performed adopting a significance level of α < 0.05. The project was approved by the Research Ethics Committee (approval number: 5.540.025).

Results:

Among the 25 patients, 15 (60%) were male, with a mean age of 69.6 ± 14.4 years. Hypertension (n = 23; 92%) was the most prevalent cardiovascular risk factor, followed by diabetes (n = 11; 44%) and obesity (n = 8; 32%). We detected echocardiographic abnormalities in 20 (80%) individuals, with diastolic dysfunction being the most frequent (n = 18; 72%). All 7 patients who died showed abnormal echocardiography (p > 0.05). Atrial fibrillation or flutter (n = 5; 20%), decompensated heart failure (n = 3; 12%), and cardiogenic shock (n = 2; 8%) were the most common types of cardiovascular involvement.

Conclusions:

An increasing trend in COVID-19 mortality was observed among patients with cardiovascular complications. Nevertheless, the statistical power was limited by the small sample size.

  • COVID-19
  • Doenças Cardiovasculares
  • ecocardiografia
  • Mortalidade
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25/05/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260005
Figura 1
ABC
Editorial

Valores de Referência Ecocardiográficos: Por que o Brasil Precisa Falar com a Própria Voz

Imara Correia de Queiroz Barbosa et al. Israel Nilton de Almeida Feitosa

As medidas ecocardiográficas são pilares do diagnóstico, da estratificação de risco e da tomada de decisão terapêutica em diversas condições cardiovasculares. Apesar disso, a prática clínica brasileira ainda depende, em grande parte, de intervalos de referência derivados de populações europeias e norte-americanas. Em um país de dimensões continentais, marcado por ampla heterogeneidade étnica, antropométrica e socioeconômica, essa extrapolação levanta questionamentos legítimos sobre precisão diagnóstica e equidade na avaliação cardiovascular.

Nesta edição dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Rodrigues et al. apresentam um estudo oportuno e metodologicamente consistente, estabelecendo valores de referência contemporâneos para parâmetros ecocardiográficos em adultos brasileiros saudáveis. A inclusão de 496 voluntários provenientes de 20 laboratórios distribuídos pelas cinco regiões do país confere ao trabalho uma representatividade inédita no cenário nacional e enfrenta uma lacuna histórica da cardiologia brasileira.

[…]

  • ecocardiografia
  • Strain Longitudinal Global
  • Valores de Referência
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22/05/2026 DOI: 10.36660/abc.20260155
Figura 1
ABC
Carta Científica

Dissociação entre Biomarcadores e Imagem na Amiloidose Cardíaca do Tipo Selvagem Após Tratamento com Patisiran

Claudio Tinoco Mesquita et al. Davi Shunji Yahiro Roberta Pereira dos Santos Coelho Giovane Leal de Azevedo Junior … Beatriz Robert Moreira Régina Limongi de Figueiredo Eliza Gripp Diane Xavier Ávila

Introdução

A amiloidose é uma doença progressiva e complexa causada pela deposição extracelular de proteínas fibrilares insolúveis em órgãos e tecidos. Entre os diferentes tipos de amiloidose, a amiloidose cardíaca apresenta desafios únicos devido ao seu impacto direto na função, estrutura e condução elétrica do coração. Essa condição pode levar à cardiomiopatia restritiva, resultando em insuficiência cardíaca, arritmias e outras complicações potencialmente fatais. A amiloidose por transtirretina (ATTR) é uma das formas mais comuns de amiloidose cardíaca, ocorrendo tanto na forma hereditária quanto na não hereditária. A forma hereditária é causada por mutações genéticas, enquanto a forma não hereditária, conhecida como amiloidose por transtirretina do tipo selvagem (ATTRwt), afeta predominantemente adultos mais velhos e não envolve mutações genéticas.

Avanços terapêuticos recentes no tratamento da amiloidose, particularmente da ATTRwt cardíaca, abriram caminhos promissores para a redução da carga amiloide em pacientes afetados. O patisiran, uma terapia baseada em interferência de RNA (RNAi), tem como alvo a síntese hepática de transtirretina, reduzindo assim os níveis circulantes da proteína transtirretina disponíveis para formar depósitos amiloides nos tecidos. Esse mecanismo representa um grande avanço, porque reduz diretamente a fonte da patologia, em vez de apenas controlar os sintomas.

[…]

  • Amiloidose
  • Biomarcadores
  • ecocardiografia
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11/05/2026 DOI: 10.36660/abc.20240757
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Editorial

Cardiomiopatia Hipertrófica: Padronização da Avaliação Ecocardiográfica na Era das Novas Terapias

Marcelo Goulart Paiva

A cardiomiopatia hipertrófica (CMH) consolidou-se como a doença miocárdica hereditária mais comum, com uma prevalência global estimada entre 1:200 e 1:500. Apesar da frequência relativamente elevada na população geral, a doença permanece significativamente subdiagnosticada. Apenas cerca de 15% dos indivíduos afetados são identificados clinicamente, o que se deve principalmente à grande variabilidade de fenótipos e manifestações clínicas apresentadas., Pouco mais da metade dos pacientes podem evoluir com sintomas progressivos ou apresentar eventos adversos ao longo da vida. A identificação precoce, a estratificação de risco e o emprego de terapias e intervenções cardiovasculares reduziram as taxas de mortalidade para < 1,0% ao ano.

A fisiopatologia da CMH baseia-se em hipertrofia miocárdica na ausência de causas secundárias, associada à hipercontratilidade e disfunção diastólica, decorrentes da ativação anormal da miosina. Cerca de 75% dos pacientes apresentam obstrução do trato de saída do ventrículo esquerdo (VSVE) em repouso ou após manobras provocativas. Na ausência do padrão obstrutivo, a evolução é habitualmente favorável, oligossintomática ou assintomática, com minoria progredindo para quadros avançados.–

[…]

  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • ecocardiografia
  • Obstrução da Via de Saída Ventricular Esquerda
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11/05/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260027
Figura 1
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Editorial

Recalibrando o Barômetro: A Ecocardiografia na Disfunção Diastólica e a Era dos Novos Algoritmos

Maria Estefania Bosco Otto et al. Jorge Eduardo Assef Gustavo Nishida

A disfunção diastólica (DD) permanece um desafio diagnóstico não por falta de parâmetros, mas pela incerteza que surge quando uma fisiologia complexa é traduzida em rótulos estáticos nos laudos ecocardiográficos. Na prática clínica, os médicos frequentemente se preocupam menos com o grau específico de DD e mais com suas implicações prognósticas e com o fato de saber se pressões de enchimento elevadas podem explicar a dispneia, orientar investigações adicionais e sustentar decisões terapêuticas. É precisamente nessas variáveis, a pressão média do átrio esquerdo (PMAE) e a pressão de enchimento do ventrículo esquerdo (PEVE), que a ecocardiografia precisa ser mais pragmática, minimizando o número de laudos “indeterminados” e oferecendo uma conclusão operacional fundamentada na fisiologia integrada.–

O raciocínio estruturado que sustenta esse objetivo começou com a diretriz de 2009 da American Society of Echocardiography/European Association of Echocardiography sobre a avaliação da função diastólica do ventrículo esquerdo (VE), um verdadeiro marco que organizou o pensamento moderno sobre a diástole, estabeleceu uma linguagem compartilhada para os principais mecanismos fisiopatológicos e sistematizou a interpretação dos parâmetros ecocardiográficos. Além de seu valor conceitual, reforçou um princípio crítico para os laboratórios de ecocardiografia: a avaliação da diástole deve se traduzir em uma mensagem clinicamente significativa, particularmente quando há suspeita de insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP).

[…]

  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • ecocardiografia
  • Insuficiência Cardíaca Diastólica
  • Strain Atrial Esquerdo
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20/04/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260004
ABCIC
Editorial

A Ecocardiografia com Agentes de Realce Ultrassonográfico e o Desafio Diagnóstico das Massas Cardíacas: Evidência Sólida para um Problema Clínico Complexo

Rafael Bonafim Piveta et al. Miguel Osman Dias Aguiar

A adequada caracterização das massas intracardíacas permanece um dos desafios mais relevantes da imagem cardiovascular contemporânea. Trombos, tumores benignos e neoplasias malignas compartilham algumas características morfológicas semelhantes na ecocardiografia convencional, mas acarretam condutas, prognósticos e urgências terapêuticas radicalmente distintos. Apesar dos importantes avanços nas técnicas de diagnóstico por imagem cardiovascular, decisões críticas, como anticoagular ou operar, investigar ou observar, tratar com urgência ou acompanhar, ainda são frequentemente desafiadoras na prática clínica. A ecocardiografia, embora indispensável como método inicial, frequentemente falha em diferenciar trombos, tumores benignos e neoplasias malignas em um número significativo de pacientes. Diante disso, é legítimo questionar: por que a ecocardiografia com agentes de realce ultrassonográfico (ARUS), disponível há décadas, ainda desempenha um papel secundário em muitos algoritmos diagnósticos?

A metanálise “Diagnostic performance of contrast-enhanced echocardiography in differentiating cardiac masses” apresenta importantes argumentos para esse contexto. Utilizando rigor metodológico, alinhado às recomendações PRISMA-DTA e do Cochrane Handbook,, os autores demonstram que a ecocardiografia com ARUS apresenta desempenho diagnóstico excepcional em dois dos dilemas mais críticos da prática clínica: diferenciar tumor de trombo e distinguir tumores benignos de malignos.

[…]

  • contraste
  • ecocardiografia
  • massas cardíacas
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20/04/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260009

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Machado GP, Telo GH, Araujo GN, Scolari FL, Silveira AD, Wainstein R, Wainstein M, et al. Ultrassom Point-of-Care na Cardiologia: Quando o Posicionamento Não Reflete o Estado da Arte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(8):e20260312.

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Machado, Guilherme Pinheiro; Telo, Guilherme Heiden; Araujo, Gustavo Neves de; Scolari, Fernando Luis; Silveira, Anderson Donelli da; Wainstein, Rodrigo; Wainstein, Marco. Ultrassom Point-of-Care na Cardiologia: Quando o Posicionamento Não Reflete o Estado da Arte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 8, e20260312, set. 2026.

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Machado, G. P., Telo, G. H., Araujo, G. N. , Scolari, F. L., Silveira, A. D. , Wainstein, R., & Wainstein, M. (2026). Ultrassom Point-of-Care na Cardiologia: Quando o Posicionamento Não Reflete o Estado da Arte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(8), e20260312.

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Machado, Guilherme Pinheiro and Telo, Guilherme Heiden and Araujo, Gustavo Neves de and Scolari, Fernando Luis and Silveira, Anderson Donelli da and Wainstein, Rodrigo and Wainstein, Marco. Ultrassom Point-of-Care na Cardiologia: Quando o Posicionamento Não Reflete o Estado da Arte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 8, [cited 2026-09-30], e20260312. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/ultrassom-point-of-care-na-cardiologia-quando-o-posicionamento-nao-reflete-o-estado-da-arte/>. ISSN 0066-782X

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Rogelin M, Aranha AFMG, Fonseca FR, Silva RM, Fialho GL. Avaliação Ecocardiográfica Seriada da Função do Ventrículo Direito e Sua Associação Com Capacidade Funcional, Dispneia e Difusão Pulmonar em Sobreviventes da Covid-19 Longa. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(3):e20260051.

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Rogelin, Marcelo; Aranha, Adriana Ferraz Martins Graça; Fonseca, Fernanda Rodrigues; Silva, Rosemeri Maurici da; Fialho, Guilherme Loureiro. Avaliação Ecocardiográfica Seriada da Função do Ventrículo Direito e Sua Associação Com Capacidade Funcional, Dispneia e Difusão Pulmonar em Sobreviventes da Covid-19 Longa. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 3, e20260051, set. 2026.

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Rogelin, M., Aranha, A. F. M. G., Fonseca, F. R., Silva, R. M. , & Fialho, G. L. (2026). Avaliação Ecocardiográfica Seriada da Função do Ventrículo Direito e Sua Associação Com Capacidade Funcional, Dispneia e Difusão Pulmonar em Sobreviventes da Covid-19 Longa. ABC Imagem Cardiovascular, 39(3), e20260051.

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Rogelin, Marcelo and Aranha, Adriana Ferraz Martins Graça and Fonseca, Fernanda Rodrigues and Silva, Rosemeri Maurici da and Fialho, Guilherme Loureiro. Avaliação Ecocardiográfica Seriada da Função do Ventrículo Direito e Sua Associação Com Capacidade Funcional, Dispneia e Difusão Pulmonar em Sobreviventes da Covid-19 Longa. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 3, [cited 2026-09-30], e20260051. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-ecocardiografica-seriada-da-funcao-do-ventriculo-direito-e-sua-associacao-com-capacidade-funcional-dispneia-e-difusao-pulmonar-em-sobreviventes-da-covid-19-longa/>. ISSN 2318-8219

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Barbato, João Pedro da Rosa; Scolari, Fernando Luis; Machado, Guilherme Pinheiro; Amon, André Barcellos; Crivelaro, Pedro Castilhos de Freitas; Menegazzo, Willian R.; Berger, Solano Vinicius; Araujo, Gustavo Neves de; Valle, Felipe Homem; Wainstein, Rodrigo Vugman. Correlação Entre Medidas Hemodinâmicas Invasivas e Ecocardiográficas em Pacientes com Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 3, e20260059, set. 2026.

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Barbato, J. P. R., Scolari, F. L., Machado, G. P., Amon, A. B., Crivelaro, P. C. F., Menegazzo, W. R., Berger, S. V., Araujo, G. N. , Valle, F. H., & Wainstein, R. V. (2026). Correlação Entre Medidas Hemodinâmicas Invasivas e Ecocardiográficas em Pacientes com Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. ABC Imagem Cardiovascular, 39(3), e20260059.

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Barbato, João Pedro da Rosa and Scolari, Fernando Luis and Machado, Guilherme Pinheiro and Amon, André Barcellos and Crivelaro, Pedro Castilhos de Freitas and Menegazzo, Willian R. and Berger, Solano Vinicius and Araujo, Gustavo Neves de and Valle, Felipe Homem and Wainstein, Rodrigo Vugman. Correlação Entre Medidas Hemodinâmicas Invasivas e Ecocardiográficas em Pacientes com Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 3, [cited 2026-09-30], e20260059. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-entre-medidas-hemodinamicas-invasivas-e-ecocardiograficas-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-reduzida/>. ISSN 2318-8219

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Ramos, J. V. O., Fernandes, J. V. A., Fernandes, L. H. C., Figueiredo, V. L. F. A., Estrela, J. V. O., & Tavares, M. (2026). Avaliação Multimodal da Resposta aos Inibidores da Miosina Cardíaca na Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva por Meio de Ecocardiografia e TECP: Uma Metanálise. ABC Imagem Cardiovascular, 39(3), e20260077.

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Ramos, João Victor de Oliveira and Fernandes, João Vitor Andrade and Fernandes, Luiz Henrique Cartaxo and Figueiredo, Vera Louise Freire de Albuquerque and Estrela, João Victor Oliveira and Tavares, Marcelo. Avaliação Multimodal da Resposta aos Inibidores da Miosina Cardíaca na Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva por Meio de Ecocardiografia e TECP: Uma Metanálise. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 3, [cited 2026-09-30], e20260077. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-multimodal-da-resposta-aos-inibidores-da-miosina-cardiaca-na-cardiomiopatia-hipertrofica-obstrutiva-por-meio-de-ecocardiografia-e-tecp-uma-metanalise/>. ISSN 2318-8219

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Costa, K. G., Otto, M. E. B., Fernandes, A. F. L., Assunção, N. M., Paiva, M. U. B., Lima, R. L. R. , & Dias, R. M. S. (2026). Miocardiopatia Dilatada Como Manifestação Inicial Rara da Poliangeíte Microscópica ANCA-Positiva: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260038.

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Costa, Karoline Gonzaga and Otto, Maria Estefânia Bosco and Fernandes, André Felipe Lobão and Assunção, Nathália de Macêdo and Paiva, Mariana Ubaldo Barbosa and Lima, Rosyane Luz Rufino de and Dias, Rita Mikelle Soares. Miocardiopatia Dilatada Como Manifestação Inicial Rara da Poliangeíte Microscópica ANCA-Positiva: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [cited 2026-09-30], e20260038. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/miocardiopatia-dilatada-como-manifestacao-inicial-rara-da-poliangeite-microscopica-anca-positiva-relato-de-caso/>. ISSN 2318-8219

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Vasconcelos DF. Reconhecimento dos Estágios Clínicos e do Dano Miocárdico na Estenose Aórtica: Muito Além do Diagnóstico – To Op or Not To Op. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260054.

Electronic Document Format (ABNT)

Vasconcelos, Daniel Franca. Reconhecimento dos Estágios Clínicos e do Dano Miocárdico na Estenose Aórtica: Muito Além do Diagnóstico – To Op or Not To Op. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260054, jul. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Vasconcelos, D. F. (2026). Reconhecimento dos Estágios Clínicos e do Dano Miocárdico na Estenose Aórtica: Muito Além do Diagnóstico – To Op or Not To Op. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260054.

Electronic Document Format (ISO)

Vasconcelos, Daniel Franca. Reconhecimento dos Estágios Clínicos e do Dano Miocárdico na Estenose Aórtica: Muito Além do Diagnóstico – To Op or Not To Op. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [cited 2026-09-30], e20260054. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/reconhecimento-dos-estagios-clinicos-e-do-dano-miocardico-na-estenose-aortica-muito-alem-do-diagnostico-to-op-or-not-to-op/>. ISSN 2318-8219

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Farouk H, El-Chilali K, Kloppe A. Visualização da Aorta Ascendente pela Ecocardiografia Transtorácica: Uma Vista Paraesternal Longitudinal Modificada Poderia Fornecer Imagem Adicional de um Segmento Aórtico Mais Longo?. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260068.

Electronic Document Format (ABNT)

Farouk, Heba; El-Chilali, Karim; Kloppe, Axel. Visualização da Aorta Ascendente pela Ecocardiografia Transtorácica: Uma Vista Paraesternal Longitudinal Modificada Poderia Fornecer Imagem Adicional de um Segmento Aórtico Mais Longo?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260068, jul. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Farouk, H., El-Chilali, K., & Kloppe, A. (2026). Visualização da Aorta Ascendente pela Ecocardiografia Transtorácica: Uma Vista Paraesternal Longitudinal Modificada Poderia Fornecer Imagem Adicional de um Segmento Aórtico Mais Longo?. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260068.

Electronic Document Format (ISO)

Farouk, Heba and El-Chilali, Karim and Kloppe, Axel. Visualização da Aorta Ascendente pela Ecocardiografia Transtorácica: Uma Vista Paraesternal Longitudinal Modificada Poderia Fornecer Imagem Adicional de um Segmento Aórtico Mais Longo?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [cited 2026-09-30], e20260068. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/visualizacao-da-aorta-ascendente-pela-ecocardiografia-transtoracica-uma-vista-paraesternal-longitudinal-modificada-poderia-fornecer-imagem-adicional-de-um-segmento-aortico-mais-longo/>. ISSN 2318-8219

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Herrera-Escandón , Morales-Grisales JP, Ayala-Zapata S, Barbosa-Balaguera S, Muriel-Ruiz J, Bravo-Rueda JF, Citelli-Ramírez JE, et al. Concordância Entre a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo por Ecocardiografia pelo Método de Simpson, o Strain Longitudinal Global e a Ressonância Magnética Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20250102.

Electronic Document Format (ABNT)

Herrera-Escandón, Álvaro; Morales-Grisales, Juan Pablo; Ayala-Zapata, Sebastián; Barbosa-Balaguera, Stephany; Muriel-Ruiz, Álvaro José; Bravo-Rueda, Juan Felipe; Citelli-Ramírez, José Eduardo; Osío-Jimenez, Luis Fernando; Benitez-Gómez, Luis Miguel; Ramírez-Estupiñán, Carlos Javier. Concordância Entre a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo por Ecocardiografia pelo Método de Simpson, o Strain Longitudinal Global e a Ressonância Magnética Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20250102, jul. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Herrera-Escandón, , Morales-Grisales, J. P., Ayala-Zapata, S., Barbosa-Balaguera, S., Muriel-Ruiz, J., Bravo-Rueda, J. F., Citelli-Ramírez, J. E., Osío-Jimenez, L. F., Benitez-Gómez, L. M., & Ramírez-Estupiñán, C. J. (2026). Concordância Entre a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo por Ecocardiografia pelo Método de Simpson, o Strain Longitudinal Global e a Ressonância Magnética Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20250102.

Electronic Document Format (ISO)

Herrera-Escandón, Álvaro and Morales-Grisales, Juan Pablo and Ayala-Zapata, Sebastián and Barbosa-Balaguera, Stephany and Muriel-Ruiz, Álvaro José and Bravo-Rueda, Juan Felipe and Citelli-Ramírez, José Eduardo and Osío-Jimenez, Luis Fernando and Benitez-Gómez, Luis Miguel and Ramírez-Estupiñán, Carlos Javier. Concordância Entre a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo por Ecocardiografia pelo Método de Simpson, o Strain Longitudinal Global e a Ressonância Magnética Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [cited 2026-09-30], e20250102. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/concordancia-entre-a-fracao-de-ejecao-do-ventriculo-esquerdo-por-ecocardiografia-pelo-metodo-de-simpson-o-strain-longitudinal-global-e-a-ressonancia-magnetica-cardiaca/>. ISSN 2318-8219

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Alves MSL, Vosgerau LM, Dreckmann MV, Martins RD, Zanlorensi CB, Bonotto EH. Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica das Pressões de Enchimento do Ventrículo Esquerdo: Da Ambiguidade à Precisão com Novas Diretrizes. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260026.

Electronic Document Format (ABNT)

Alves, Marco Stephan Lofrano; Vosgerau, Larissa Maria; Dreckmann, Marcelo Vitola; Martins, Roberto D´Ávila; Zanlorensi, Cláudia Biondo; Bonotto, Eduardo Henrique. Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica das Pressões de Enchimento do Ventrículo Esquerdo: Da Ambiguidade à Precisão com Novas Diretrizes. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260026, jul. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Alves, M. S. L., Vosgerau, L. M., Dreckmann, M. V., Martins, R. D., Zanlorensi, C. B., & Bonotto, E. H. (2026). Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica das Pressões de Enchimento do Ventrículo Esquerdo: Da Ambiguidade à Precisão com Novas Diretrizes. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260026.

Electronic Document Format (ISO)

Alves, Marco Stephan Lofrano and Vosgerau, Larissa Maria and Dreckmann, Marcelo Vitola and Martins, Roberto D´Ávila and Zanlorensi, Cláudia Biondo and Bonotto, Eduardo Henrique. Como Eu Faço a Avaliação Ecocardiográfica das Pressões de Enchimento do Ventrículo Esquerdo: Da Ambiguidade à Precisão com Novas Diretrizes. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [cited 2026-09-30], e20260026. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-a-avaliacao-ecocardiografica-das-pressoes-de-enchimento-do-ventriculo-esquerdo-da-ambiguidade-a-precisao-com-novas-diretrizes/>. ISSN 2318-8219

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Sawamura KSS, Brito MM. Como Eu Faço Uso do Contraste Com Solução Salina Agitada no Ecocardiograma de Pacientes Pediátricos. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260041.

Electronic Document Format (ABNT)

Sawamura, Karen Saori Shiraishi; Brito, Márcio Miranda. Como Eu Faço Uso do Contraste Com Solução Salina Agitada no Ecocardiograma de Pacientes Pediátricos. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260041, jul. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Sawamura, K. S. S., & Brito, M. M. (2026). Como Eu Faço Uso do Contraste Com Solução Salina Agitada no Ecocardiograma de Pacientes Pediátricos. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260041.

Electronic Document Format (ISO)

Sawamura, Karen Saori Shiraishi and Brito, Márcio Miranda. Como Eu Faço Uso do Contraste Com Solução Salina Agitada no Ecocardiograma de Pacientes Pediátricos. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [cited 2026-09-30], e20260041. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-uso-do-contraste-com-solucao-salina-agitada-no-ecocardiograma-de-pacientes-pediatricos/>. ISSN 2318-8219

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Pereira MM, Otto MEB, Portela JLP. Impacto do Exercício Isométrico na Mecânica do Ventrículo Esquerdo Avaliada pelo Strain Longitudinal Global e pelo Trabalho Miocárdico em Adultos Saudáveis. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260036.

Electronic Document Format (ABNT)

Pereira, Marcio Mendes; Otto, Maria Estefania Bosco; Portela, Juliana Lins da Paz. Impacto do Exercício Isométrico na Mecânica do Ventrículo Esquerdo Avaliada pelo Strain Longitudinal Global e pelo Trabalho Miocárdico em Adultos Saudáveis. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260036, jul. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Pereira, M. M., Otto, M. E. B., & Portela, J. L. P. (2026). Impacto do Exercício Isométrico na Mecânica do Ventrículo Esquerdo Avaliada pelo Strain Longitudinal Global e pelo Trabalho Miocárdico em Adultos Saudáveis. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260036.

Electronic Document Format (ISO)

Pereira, Marcio Mendes and Otto, Maria Estefania Bosco and Portela, Juliana Lins da Paz. Impacto do Exercício Isométrico na Mecânica do Ventrículo Esquerdo Avaliada pelo Strain Longitudinal Global e pelo Trabalho Miocárdico em Adultos Saudáveis. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [cited 2026-09-30], e20260036. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-do-exercicio-isometrico-na-mecanica-do-ventriculo-esquerdo-avaliada-pelo-strain-longitudinal-global-e-pelo-trabalho-miocardico-em-adultos-saudaveis/>. ISSN 2318-8219

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Martins JL, Duarte MCMB, Feitosa FGAM, Santos MVC. Cardiotoxicidade por Quimioterapia na População Pediátrica: Que Singularidades Temos no Acompanhamento por Imagem Cardiovascular?. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260044.

Electronic Document Format (ABNT)

Martins, Jéssica Laureano; Duarte, Maria do Carmo Menezes Bezerra; Feitosa, Fabiana Gomes Aragão Magalhães; Santos, Maria Verônica Câmara dos. Cardiotoxicidade por Quimioterapia na População Pediátrica: Que Singularidades Temos no Acompanhamento por Imagem Cardiovascular?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260044, jul. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Martins, J. L., Duarte, M. C. M. B., Feitosa, F. G. A. M., & Santos, M. V. C. (2026). Cardiotoxicidade por Quimioterapia na População Pediátrica: Que Singularidades Temos no Acompanhamento por Imagem Cardiovascular?. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260044.

Electronic Document Format (ISO)

Martins, Jéssica Laureano and Duarte, Maria do Carmo Menezes Bezerra and Feitosa, Fabiana Gomes Aragão Magalhães and Santos, Maria Verônica Câmara dos. Cardiotoxicidade por Quimioterapia na População Pediátrica: Que Singularidades Temos no Acompanhamento por Imagem Cardiovascular?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [cited 2026-09-30], e20260044. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/cardiotoxicidade-por-quimioterapia-na-populacao-pediatrica-que-singularidades-temos-no-acompanhamento-por-imagem-cardiovascular/>. ISSN 2318-8219

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Mattoso AAA, Sena JP, Feitosa Filho GS, Duarte ML. Como Eu Faço Fechamento Transcateter da Comunicação Interatrial: Passo a Passo e Contraindicações Atuais. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260020.

Electronic Document Format (ABNT)

Mattoso, Angele Azevedo Alves; Sena, Joberto Pinheiro; Feitosa Filho, Gilson Soares; Duarte, Maria Lúcia. Como Eu Faço Fechamento Transcateter da Comunicação Interatrial: Passo a Passo e Contraindicações Atuais. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260020, jul. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Mattoso, A. A. A., Sena, J. P., Feitosa Filho, G. S., & Duarte, M. L. (2026). Como Eu Faço Fechamento Transcateter da Comunicação Interatrial: Passo a Passo e Contraindicações Atuais. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260020.

Electronic Document Format (ISO)

Mattoso, Angele Azevedo Alves and Sena, Joberto Pinheiro and Feitosa Filho, Gilson Soares and Duarte, Maria Lúcia. Como Eu Faço Fechamento Transcateter da Comunicação Interatrial: Passo a Passo e Contraindicações Atuais. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [cited 2026-09-30], e20260020. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-fechamento-transcateter-da-comunicacao-interatrial-passo-a-passo-e-contraindicacoes-atuais/>. ISSN 2318-8219

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Ferreira MVS, Tormin JPAS, Dantas Jr RN, Torres RVA, Cordeiro RA, Araújo Filho JAB, Cardoso LF, et al. Artéria Coronária Única e Cardiomiopatia de Estresse: Uma Associação Demonstrada por Imagem Multimodal. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260023.

Electronic Document Format (ABNT)

Ferreira, Marcus Vinicius Silva; Tormin, Julia Pereira Afonso dos Santos; Dantas Jr, Roberto Nery; Torres, Roberto Vitor Almeida; Cordeiro, Renan Andreos; Araújo Filho, José de Arimateia Batista; Cardoso, Luiz Francisco. Artéria Coronária Única e Cardiomiopatia de Estresse: Uma Associação Demonstrada por Imagem Multimodal. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260023, jul. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Ferreira, M. V. S., Tormin, J. P. A. S., Dantas Jr, R. N., Torres, R. V. A., Cordeiro, R. A., Araújo Filho, J. A. B., & Cardoso, L. F. (2026). Artéria Coronária Única e Cardiomiopatia de Estresse: Uma Associação Demonstrada por Imagem Multimodal. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260023.

Electronic Document Format (ISO)

Ferreira, Marcus Vinicius Silva and Tormin, Julia Pereira Afonso dos Santos and Dantas Jr, Roberto Nery and Torres, Roberto Vitor Almeida and Cordeiro, Renan Andreos and Araújo Filho, José de Arimateia Batista and Cardoso, Luiz Francisco. Artéria Coronária Única e Cardiomiopatia de Estresse: Uma Associação Demonstrada por Imagem Multimodal. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [cited 2026-09-30], e20260023. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/arteria-coronaria-unica-e-cardiomiopatia-de-estresse-uma-associacao-demonstrada-por-imagem-multimodal/>. ISSN 2318-8219

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Electronic Document Format (Vancouver)

Nishida G, Santos NSS, Assef JE, Vilela AA. Como Eu Faço a Avaliação da Insuficiência Mitral com Splay: O que Significa na Gravidade?. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260024.

Electronic Document Format (ABNT)

Nishida, Gustavo; Santos, Natasha Soares Simões dos; Assef, Jorge Eduardo; Vilela, Andrea de Andrade. Como Eu Faço a Avaliação da Insuficiência Mitral com Splay: O que Significa na Gravidade?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260024, jul. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Nishida, G., Santos, N. S. S. , Assef, J. E., & Vilela, A. A. (2026). Como Eu Faço a Avaliação da Insuficiência Mitral com Splay: O que Significa na Gravidade?. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260024.

Electronic Document Format (ISO)

Nishida, Gustavo and Santos, Natasha Soares Simões dos and Assef, Jorge Eduardo and Vilela, Andrea de Andrade. Como Eu Faço a Avaliação da Insuficiência Mitral com Splay: O que Significa na Gravidade?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [cited 2026-09-30], e20260024. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-a-avaliacao-da-insuficiencia-mitral-com-splay-o-que-significa-na-gravidade/>. ISSN 2318-8219

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Abdo MH, Latsh H, Wagner M, König G, Barth S. Coexistência de Conexão Venosa Pulmonar Anômala Parcial e Fístulas de Artéria Coronária: Um Relato de Caso Raro. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(1):e20250030.

Electronic Document Format (ABNT)

Abdo, Mourad Haj; Latsh, Hussain; Wagner, Mathias; König, George; Barth, Sebastian. Coexistência de Conexão Venosa Pulmonar Anômala Parcial e Fístulas de Artéria Coronária: Um Relato de Caso Raro. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 1, e20250030, maio. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Abdo, M. H., Latsh, H., Wagner, M., König, G., & Barth, S. (2026). Coexistência de Conexão Venosa Pulmonar Anômala Parcial e Fístulas de Artéria Coronária: Um Relato de Caso Raro. ABC Imagem Cardiovascular, 39(1), e20250030.

Electronic Document Format (ISO)

Abdo, Mourad Haj and Latsh, Hussain and Wagner, Mathias and König, George and Barth, Sebastian. Coexistência de Conexão Venosa Pulmonar Anômala Parcial e Fístulas de Artéria Coronária: Um Relato de Caso Raro. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 1, [cited 2026-09-30], e20250030. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/coexistencia-de-conexao-venosa-pulmonar-anomala-parcial-e-fistulas-de-arteria-coronaria-um-relato-de-caso-raro/>. ISSN 2318-8219

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Travessa A, Pereira PH, Machado LM, Esteves NS. Passo a Passo na Avaliação da Pericardite Constritiva. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(1):e20250063.

Electronic Document Format (ABNT)

Travessa, Aline; Pereira, Paulo Henrique; Machado, Louise Moutinho; Esteves, Natalia Sousa. Passo a Passo na Avaliação da Pericardite Constritiva. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 1, e20250063, maio. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Travessa, A., Pereira, P. H., Machado, L. M., & Esteves, N. S. (2026). Passo a Passo na Avaliação da Pericardite Constritiva. ABC Imagem Cardiovascular, 39(1), e20250063.

Electronic Document Format (ISO)

Travessa, Aline and Pereira, Paulo Henrique and Machado, Louise Moutinho and Esteves, Natalia Sousa. Passo a Passo na Avaliação da Pericardite Constritiva. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 1, [cited 2026-09-30], e20250063. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/passo-a-passo-na-avaliacao-da-pericardite-constritiva/>. ISSN 2318-8219

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Almeida JHA, Ferreira GMA, Andrade MAM, Nunes HM, Costa IB. Complicações Cardiovasculares de Pacientes com COVID-19 e sua Relação com a Mortalidade: Uma Perspectiva Ecocardiográfica. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(1):e20260005.

Electronic Document Format (ABNT)

Almeida, João Henrique Andrade de; Ferreira, Gustavo Miranda de Azevedo; Andrade, Marina de Azevedo Martins; Nunes, Heloísa Marceliano; Costa, Igor Brasil. Complicações Cardiovasculares de Pacientes com COVID-19 e sua Relação com a Mortalidade: Uma Perspectiva Ecocardiográfica. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 1, e20260005, maio. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Almeida, J. H. A. , Ferreira, G. M. A., Andrade, M. A. M., Nunes, H. M., & Costa, I. B. (2026). Complicações Cardiovasculares de Pacientes com COVID-19 e sua Relação com a Mortalidade: Uma Perspectiva Ecocardiográfica. ABC Imagem Cardiovascular, 39(1), e20260005.

Electronic Document Format (ISO)

Almeida, João Henrique Andrade de and Ferreira, Gustavo Miranda de Azevedo and Andrade, Marina de Azevedo Martins and Nunes, Heloísa Marceliano and Costa, Igor Brasil. Complicações Cardiovasculares de Pacientes com COVID-19 e sua Relação com a Mortalidade: Uma Perspectiva Ecocardiográfica. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 1, [cited 2026-09-30], e20260005. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/complicacoes-cardiovasculares-de-pacientes-com-covid-19-e-sua-relacao-com-a-mortalidade-uma-perspectiva-ecocardiografica/>. ISSN 2318-8219

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Barbosa ICQ, Feitosa INA. Valores de Referência Ecocardiográficos: Por que o Brasil Precisa Falar com a Própria Voz. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(2):e20260155.

Electronic Document Format (ABNT)

Barbosa, Imara Correia de Queiroz; Feitosa, Israel Nilton de Almeida. Valores de Referência Ecocardiográficos: Por que o Brasil Precisa Falar com a Própria Voz. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 2, e20260155, maio. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Barbosa, I. C. Q., & Feitosa, I. N. A. (2026). Valores de Referência Ecocardiográficos: Por que o Brasil Precisa Falar com a Própria Voz. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(2), e20260155.

Electronic Document Format (ISO)

Barbosa, Imara Correia de Queiroz and Feitosa, Israel Nilton de Almeida. Valores de Referência Ecocardiográficos: Por que o Brasil Precisa Falar com a Própria Voz. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 2, [cited 2026-09-30], e20260155. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/valores-de-referencia-ecocardiograficos-por-que-o-brasil-precisa-falar-com-a-propria-voz/>. ISSN 0066-782X

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Mesquita CT, Yahiro DS, Coelho RPS, Azevedo Junior GL, Moreira BR, Figueiredo RL, Gripp E, et al. Dissociação entre Biomarcadores e Imagem na Amiloidose Cardíaca do Tipo Selvagem Após Tratamento com Patisiran. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(3):e20240757.

Electronic Document Format (ABNT)

Mesquita, Claudio Tinoco; Yahiro, Davi Shunji; Coelho, Roberta Pereira dos Santos; Azevedo Junior, Giovane Leal de; Moreira, Beatriz Robert; Figueiredo, Régina Limongi de; Gripp, Eliza; Ávila, Diane Xavier. Dissociação entre Biomarcadores e Imagem na Amiloidose Cardíaca do Tipo Selvagem Após Tratamento com Patisiran. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 3, e20240757, maio. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Mesquita, C. T., Yahiro, D. S., Coelho, R. P. S., Azevedo Junior, G. L. , Moreira, B. R., Figueiredo, R. L. , Gripp, E., & Ávila, D. X. (2026). Dissociação entre Biomarcadores e Imagem na Amiloidose Cardíaca do Tipo Selvagem Após Tratamento com Patisiran. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(3), e20240757.

Electronic Document Format (ISO)

Mesquita, Claudio Tinoco and Yahiro, Davi Shunji and Coelho, Roberta Pereira dos Santos and Azevedo Junior, Giovane Leal de and Moreira, Beatriz Robert and Figueiredo, Régina Limongi de and Gripp, Eliza and Ávila, Diane Xavier. Dissociação entre Biomarcadores e Imagem na Amiloidose Cardíaca do Tipo Selvagem Após Tratamento com Patisiran. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 3, [cited 2026-09-30], e20240757. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/dissociacao-entre-biomarcadores-e-imagem-na-amiloidose-cardiaca-do-tipo-selvagem-apos-tratamento-com-patisiran/>. ISSN 0066-782X

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Paiva MG. Cardiomiopatia Hipertrófica: Padronização da Avaliação Ecocardiográfica na Era das Novas Terapias. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(1):e20260027.

Electronic Document Format (ABNT)

Paiva, Marcelo Goulart. Cardiomiopatia Hipertrófica: Padronização da Avaliação Ecocardiográfica na Era das Novas Terapias. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 1, e20260027, maio. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Paiva, M. G. (2026). Cardiomiopatia Hipertrófica: Padronização da Avaliação Ecocardiográfica na Era das Novas Terapias. ABC Imagem Cardiovascular, 39(1), e20260027.

Electronic Document Format (ISO)

Paiva, Marcelo Goulart. Cardiomiopatia Hipertrófica: Padronização da Avaliação Ecocardiográfica na Era das Novas Terapias. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 1, [cited 2026-09-30], e20260027. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/cardiomiopatia-hipertrofica-padronizacao-da-avaliacao-ecocardiografica-na-era-das-novas-terapias/>. ISSN 2318-8219

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Electronic Document Format (Vancouver)

Otto MEB, Assef JE, Nishida G. Recalibrando o Barômetro: A Ecocardiografia na Disfunção Diastólica e a Era dos Novos Algoritmos. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(1):e20260004.

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Otto, M. E. B., Assef, J. E., & Nishida, G. (2026). Recalibrando o Barômetro: A Ecocardiografia na Disfunção Diastólica e a Era dos Novos Algoritmos. ABC Imagem Cardiovascular, 39(1), e20260004.

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Otto, Maria Estefania Bosco and Assef, Jorge Eduardo and Nishida, Gustavo. Recalibrando o Barômetro: A Ecocardiografia na Disfunção Diastólica e a Era dos Novos Algoritmos. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 1, [cited 2026-09-30], e20260004. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/recalibrando-o-barometro-a-ecocardiografia-na-disfuncao-diastolica-e-a-era-dos-novos-algoritmos/>. ISSN 2318-8219

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Piveta RB, Aguiar MOD. A Ecocardiografia com Agentes de Realce Ultrassonográfico e o Desafio Diagnóstico das Massas Cardíacas: Evidência Sólida para um Problema Clínico Complexo. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(1):e20260009.

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Piveta, Rafael Bonafim; Aguiar, Miguel Osman Dias. A Ecocardiografia com Agentes de Realce Ultrassonográfico e o Desafio Diagnóstico das Massas Cardíacas: Evidência Sólida para um Problema Clínico Complexo. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 1, e20260009, abr. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Piveta, R. B., & Aguiar, M. O. D. (2026). A Ecocardiografia com Agentes de Realce Ultrassonográfico e o Desafio Diagnóstico das Massas Cardíacas: Evidência Sólida para um Problema Clínico Complexo. ABC Imagem Cardiovascular, 39(1), e20260009.

Electronic Document Format (ISO)

Piveta, Rafael Bonafim and Aguiar, Miguel Osman Dias. A Ecocardiografia com Agentes de Realce Ultrassonográfico e o Desafio Diagnóstico das Massas Cardíacas: Evidência Sólida para um Problema Clínico Complexo. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 1, [cited 2026-09-30], e20260009. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/a-ecocardiografia-com-agentes-de-realce-ultrassonografico-e-o-desafio-diagnostico-das-massas-cardiacas-evidencia-solida-para-um-problema-clinico-complexo/>. ISSN 2318-8219

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