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  4. 2023, Volume 36, Número 2
Figura 1
Review Article

Como Eu Faço Avaliação Ecocardiográfica no Pós-Transplante Cardíaco Pediátrico para Controle de Rejeição e/ou Doença Vascular do Enxerto

Adailson Wagner da Silva Siqueira et al. Mirela Frederico de Almeida

Resumo

O transplante cardíaco pediátrico é escolha terapêutica definitiva para os pacientes com insuficiência cardíaca refratária ao tratamento clínico otimizado, seja em decorrência de cardiomiopatias ou cardiopatia congênita. A morbimortalidade permanece como fator de preocupação durante a evolução, sendo disfunção primária, rejeição e doença vascular do enxerto (DVE) as principais causas de morte nos primeiros 5 anos pós-transplante. O ecocardiograma transtorácico como método de vigilância apresenta benefícios significativos no auxílio diagnóstico quanto à suspeita clínica de rejeição ou de DVE. O objetivo deste artigo é trazer de forma clara e objetiva quais dados ecocardiográficos auxiliarão o cardiologista pediátrico no seguimento do paciente transplantado. O uso do ecocardiograma, seja através das ferramentas convencionais ou através de métodos avançados, direcionado e atento às diferentes fases do pós-transplante cardíaco, precoce e tardio, com as informações de exame atual e comparativo evolutivamente, principalmente quanto ao Doppler tecidual (TDI) e strain longitudinal, pode auxiliar ao cardiologista pediátrico na decisão de antecipar a biopsia endomiocárdica e coronariografia (padrão ouro) para diagnóstico precoce e imediata intervenção, permitindo maior durabilidade do enxerto.

  • Cardiopatias Congênitas
  • Doença das Coronárias
  • ecocardiografia
  • Transplante de Coração
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30/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230045
Figura 1
Review Article

Como Eu Faço Ecocardiografia Tridimensional para Classificação Fisiopatológica da Regurgitação Tricúspide

Alex dos Santos Felix et al. Monica Luiza de Alcantara Konstantinos Papadopoulos

Introdução

Embora conhecida no passado como a “valva esquecida”, nas duas últimas décadas houve um interesse crescente no estudo da valva tricúspide (VT). A regurgitação tricúspide (RT) tem sido identificada como um marcador prognóstico não apenas quando associada a outras doenças cardíacas, como insuficiência cardíaca, regurgitação mitral ou estenose aórtica, – mas também como uma entidade isolada. Compreender os mecanismos fisiopatológicos desta doença é de suma importância, pelo desenvolvimento de novas opções de dispositivos e técnicas transcateter, oferecendo tratamento invasivo para pacientes de alto risco para os quais a intervenção cirúrgica não seria adequada.

É difícil obter imagens da VT na ecocardiografia transesofágica pelos seguintes motivos: 1) os folhetos são muito mais finos em comparação com os folhetos mitrais, com maior variabilidade anatômica; 2) é uma estrutura anterior, distante do esôfago, com sombra acústica do esqueleto fibroso do coração; e 3) não pode ser alinhado com a sonda esofágica para adquirir imagens en face e requer o uso de resolução lateral. Essas restrições podem limitar a capacidade da ecocardiografia transesofágica tradicional de avaliar a TV, tornando-se necessário complementar a avaliação com janelas especiais do esôfago inferior e transgástricas. Diferentemente de outras valvas cardíacas, as imagens da VT obtidas por ecocardiografia transtorácica costumam ter melhor resolução do que as imagens obtidas pela ecocardiografia transesofágica. Embora todos os protocolos comecem com a avaliação bidimensional (2D) da VT, a ecocardiografia tridimensional (3D) desempenha um papel importante na avaliação das doenças da VT, não apenas por sua capacidade de retratar com precisão a anatomia da valva e do aparelho subvalvar, mas também pela sua acurácia na quantificação dos volumes e da função do ventrículo direito (VD) e do átrio direito, bem como da análise funcional da disfunção valvar, especialmente para graduar a RT e avaliar a dinâmica do anel tricúspide por meio de software dedicado. Todas essas informações são de importância inigualável para o manejo do paciente e o planejamento pré-procedimento em abordagens cirúrgicas e transcateter.

[…]

  • Ecocardiografia Tridimensiona
  • Insuficiência da Valva Tricúspide
  • Valva Tricúspide
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30/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230055 Visualizações 3
Figura 1
Relato de Caso

Mecanismo Duplo de Lesão Valvar Mitral: Valor Adicional da Ecocardiografia Transesofágica Tridimensional

Larissa Neto Espíndola et al. Angele Azevedo Alves Mattoso Geórgia dos Santos Couto Pompílio Sampaio Britto

Resumo

A endocardite infecciosa (EI) é uma condição potencialmente fatal e durante seu curso podem ocorrer várias complicações, incluindo eventos embólicos, extensão perivalvar e destruição valvar. A ecocardiografia é fundamental em todas as fases da doença, desde o diagnóstico até o seguimento após o término da terapia definitiva. A ecocardiografia transesofágica (ETE) tridimensional pode demonstrar melhor definição anatômica e é especialmente útil na avaliação da extensão perivalvar da infecção, deiscência de prótese valvar e perfuração valvar. Aqui relatamos um caso de mecanismo duplo de lesão valvar mitral: perfuração de cúspide e rotura de cordas em um paciente com EI.

  • Ecocardiografia Tridimensional
  • Endocardite
  • Valva Mitral
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30/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2023322 Visualizações 1
Review Article

Como Eu Faço Ultrassonografia Vascular nas Dolicoarteriopatias das Artérias Carótidas

Armando Luis Cantisano et al. Catarina Schiavo Grubert

Resumo

Este artigo traz um passo a passo de orientações sobre como eu faço a investigação, classificação e avaliação anatômica e hemodinâmica das dolicoarteriopatias, frequentemente encontradas nas artérias carótidas e vertebrais. As dolicoarteriopatias podem estar presentes na população infantil, e podem desaparecer durante o crescimento e ressurgir na idade avançada. Consideradas anteriormente variações anatômicas (VAs) benignas, discussões sobre o tema vêm surgindo a partir de novas implicações por associações com eventos cardiovasculares, fatores de risco e diversas patologias.

  • Artérias Carótidas
  • Ultrassonografia das Artérias Carótidas
  • Variação Anatômica
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30/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230034 Visualizações 1
Figura 1
Artigo Original

Função Diastólica do Ventrículo Direito: Correlação com a Idade

Arthur Nascimento de Moura et al. Ana Cristina Camarozano Cintia Rocha Fortes de Sá Daniela de Castro Carmo … Jerônimo Antonio Fortunato Rubens Zenóbio Darwich Liz Andréa Villela Baroncini

Resumo

Introdução

Por muitos anos, o ventrículo direito (VD) foi muito pouco estudado e, às vezes, considerado semelhante ao ventrículo esquerdo (VE). Porém, diferentemente do VE, o VD apresenta diferença desde a sua forma mais hemielipsoide como também na contratilidade que está mais associada ao acoplamento ventrículo-atrial relacionado à elasticidade, demonstrando, assim, a importância da complacência do VD tanto para a função sistólica como também para a função diastólica. Essas diferenças começam a ser mais valorizadas e estudadas nos últimos anos devido à maior necessidade de seu entendimento após a introdução dos corações artificiais que não se acoplavam adequadamente.

Objetivo

Avaliar a correlação das alterações ecocardiográficas da função diastólica do VD com a progressão da idade e com o sexo em indivíduos com função sistólica biventricular preservada.

Métodos

Estudo de coorte, observacional e retrospectivo. Foram selecionados 110 pacientes, 66 (60%) mulheres (62,6±13,7 anos) e 44 (40%) homens (60,6±10,8 anos). Os dados avaliados ao ecocardiograma transtorácico (ETT) foram (i) ao Doppler espectral do influxo tricúspide onda E, onda A, relação E/A e tempo de desaceleração da onda E; e (ii) ao Doppler tecidual do anel tricúspide, onda e’ lateral, onda a’ e relação E/e’. As correlações foram realizadas através dos coeficientes de Pearson e Spearman.

Resultados

Na população estudada, apenas 35,2% dos indivíduos apresentaram disfunção diastólica do VD após a aplicação dos critérios de disfunção diastólica utilizados para o VE. Das variáveis ecocardiográficas avaliadas do VD, a onda E apresentou correlação negativa com a idade nas mulheres (r -0,473, p < 0,001) e nos homens (r -0,37, p = 0,015). A relação E/A apresentou uma correlação negativa com a idade apenas no sexo feminino (r -0,32; p = 0,001), e a desaceleração da onda E apresentou uma correlação positiva com a idade apenas no sexo feminino (r 0,31, p = 0,014). As demais variáveis não tiveram significância estatística de correlação com a idade tanto em homens quanto em mulheres.

Conclusões

O presente estudo mostrou correlação dos parâmetros ecocardiográficos para disfunção diastólica do VD com a idade, mais evidentes no sexo feminino.

  • ecocardiografia
  • Insuficiência Cardíaca Diastólica
  • Ventrículos do coração
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27/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2023333 Visualizações 1
Figura 1
Review Article

Como Eu Faço Avaliação Ecocardiográfica do Recém-Nascido Prematuro

Karen Saori Shiraishi Sawamura et al. Márcio Miranda Brito

Resumo

Avaliação ecocardiográfica do prematuro, por que fazer? A incidência de partos prematuros vem aumentando em todo o mundo e já afeta cerca de 10% dos nascidos vivos. Os recém-nascidos pré-termo extremo (RNPT) têm risco aumentado de evoluir com imaturidade pulmonar, levando à hipertensão pulmonar (HP), além de imaturidade cardiovascular e persistência do canal arterial (PCA). A monitorização hemodinâmica dessa população é desafiadora e difere do paciente grave pediátrico, devido à labilidade hemodinâmica. Assim, a manipulação mínima é essencial para evitar complicações. Nesse contexto, métodos de monitorização não invasivos como o ecocardiograma transtorácico (ETT) ganham importância para a avaliação hemodinâmica. Trata-se de um exame de baixo custo e sem radiação, que oferece boa visibilização anatômica e funcional em pacientes pediátricos, tornando-o uma ferramenta útil na condução clínica dos recém-nascidos pré-termo graves. O que você encontrará neste artigo Faremos uma abordagem objetiva, didática e, por vezes, bem-humorada sobre o uso do ecocardiograma no recém-nascido prematuro na unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN), e discutiremos as particularidades ecocardiográficas próprias do prematuro, especialmente sobre ajustes do equipamento, HP e PCA.

  • Canal Arterial
  • ecocardiografia
  • Hipertensão Pulmonar
  • Neonatologia
  • Recém-nascido prematuro
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27/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230035 Visualizações 1
Figura 1
Relato de Caso

Síndrome Coronariana Aguda Seguida de Tromboembolismo Pulmonar e Identificação de Grande Trombo Fixo entre Átrios em Paciente com Quadro Grave de COVID-19: um Relato de Caso

Alice Mirane Malta Carrijo et al. Veronica Perius de Brito Gabriel Alvarenga Santos Samuel Gomes Tomaz da Silva João Lucas O’Connell

Introdução

Forame oval patente (FOP) é um defeito cardíaco congênito relativamente frequente; no entanto, a identificação de grandes trombos entre os átrios através de uma FOP é uma condição rara. Quando visualizados, eles representam um grande desafio clínico e requerem tratamento de emergência.

A gravidade dessa condição torna-se ainda mais acentuada quando associada a outros eventos trombóticos, como a embolia pulmonar. Por sua vez, esses eventos podem ter sua gênese em estados hiperinflamatórios com alto potencial trombogênico e angiopático, por exemplo, no caso da síndrome respiratória aguda grave infecção por coronavírus 2 (SARS-CoV-2).

[…]

  • Embolia Pulmonar
  • Forame Oval Patente
  • Relato de Caso
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27/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2023351
Figura 1
Relato de Caso

Forame Oval Patente: A Contribuição do Doppler Transcraniano em seu Diagnóstico

Eliza de Almeida Gripp et al. Ana Carolina de Freitas Portela Flávio Luis da Costa Junior Rafael Rabishoffsky … Jéssica Rizkalla Corrêa Medeiros Arnaldo Rabischoffsky

Introdução

O forame oval patente (FOP) é o tipo de shunt interatrial mais comum, com prevalência entre 25 e 27% da população adulta. Tem funcionamento flap-like e geralmente é assintomático. Em alguns casos, pode estar associado a complicações clínicas como acidente vascular encefálico (AVE), embolia paradoxal, síndrome de platipneia-ortodeóxia e apneia do sono obstrutiva. O diagnóstico se impõe principalmente em pacientes jovens que apresentam AVE, sem outro fator de risco aparente.

A avaliação do FOP é comumente realizada com ecocardiograma transtorácico (ETT) e o ecocardiograma transesofágico (ETE). Entretanto, outro importante método de avaliação pouco utilizado em nosso meio é o Doppler transcraniano (DTC), que avalia a presença de shunt de forma indireta em paciente acordado e com alta sensibilidade.

[…]

  • Ecocardiografia Doppler
  • Forame Oval
  • Patente
  • Ultrassonografia Doppler Transcraniana
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27/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230020 Visualizações 1
Editorial

Aplicação do Ultrassom Pulmonar em Pacientes Ambulatoriais com Insuficiência Cardíaca

Marco Stephan Lofrano-Alves

Na última década, observamos a difusão do uso da ultrassonografia pulmonar (USGP) como ferramenta de avaliação de congestão pulmonar. Ao que já era território de domínio da nossa audição, com a ausculta dos sons pulmonares adventícios, a USGP contribui aguçando nossa visão para o diagnóstico de edema intersticial desse órgão, por meio da visualização e contagem das linhas B. Sendo um método seguro, de realização rápida, disponível à beira do leito e de custo acessível, a USGP é uma alternativa aos métodos de imagem que se utilizam da radiação ionizante, como a tomografia e a radiografia de tórax, tornando-se um método relevante e atual.

Com sua padronização, a USGP é hoje uma ferramenta de avaliação diagnóstica e de monitorização de tratamento, estudada em diversos cenários clínicos de congestão pulmonar de origem cardiogênica.– Em pacientes ambulatoriais com Insuficiência Cardíaca e Fração de Ejeção Reduzida (ICFER), a contagem de linhas B ao USGP apresentou acurácia de 89% quando utilizado um ponto de corte ≥15 linhas B. Em outro estudo com pacientes hospitalizados por ICFER, o risco de evento adverso intra-hospitalar aumentou com o número de linhas B à admissão, e o risco de hospitalização e morte por qualquer causa foi maior em pacientes com um maior número de linhas B na alta.

[…]

  • Insuficiência Cardíaca
  • Pulmão
  • Ultrassom
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27/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230049
Editorial

O Emprego do Ecocardiograma na Esquistossomose

Daniela do Carmo Rassi

A esquistossomose, uma doença tropical negligenciada, afeta 240 milhões de pessoas no mundo, com mais de 90% dos casos registrados na África, segundo a Organização Mundial da Saúde. A doença é endêmica na América do Sul, Caribe, Sudeste Asiático e África, em áreas com pouca infraestrutura, sobretudo com a falta de água potável ou saneamento básico. A infecção é causada por helmintos do gênero Schistosoma. A contaminação acontece quando há contato com água que possui caramujos. Após a penetração da pele humana, os vermes podem migrar e produzir ovos no fígado, pulmões e intestinos.

Na fase aguda, os pacientes podem apresentar-se assintomáticos ou evoluir com miocardite e pericardite relacionadas à reação alérgica aos esquistossomos, onde os eosinófilos desempenham papel importante. Pode haver raramente isquemia do miocárdio, onde o mecanismo exato permanece desconhecido.

[…]

  • Doenças Cardiovasculares
  • ecocardiografia
  • Esquistossomose
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27/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230037
Figura 1
Relato de Caso

Stent Expansível em Via Aérea: Sucesso na Abordagem de Compressão Brônquica Extrínseca Após Reconstrução do Arco Aórtico

Camila Magalhães Silva et al. Adriana Furletti Machado Guimarães Ricardo Wang Carla Maria Silva e Alves Edmundo Clarindo Oliveira

Introdução

A interrupção do arco aórtico é uma cardiopatia congênita rara, cuja correção cirúrgica geralmente requer reconstrução do arco aórtico. Essa intervenção pode causar distorção do espaço aortopulmonar e resultar em compressão brônquica com consequente atelectasia pulmonar e dependência de assistência ventilatória. As opções terapêuticas mais utilizadas para descompressão brônquica nem sempre são suficientes para possibilitar expansão pulmonar. Relatamos um caso de implante de stent brônquico endoluminal em um lactente que, no pós-operatório de correção de interrupção do arco aórtico, desenvolveu atelectasia total do pulmão esquerdo secundária a compressão brônquica, sem resposta após aortopexia posterior.

[…]

  • Manuseio das Vias Aéreas
  • Pediatria
  • Serviço Hospitalar de Cardiologia
  • Stents
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27/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230023
Figura 1
Case Report

Análise Comparativa de Trabalho Miocárdico após Terapia de Descongestão em Paciente com ICFEr Agudamente Descompensada

Alexandre Costa Souza et al. Stephanie de Azevedo Drubi Bruna de Mattos Ivo Junqueira Ricardo André Sales Pereira Guedes … Adriano Chaves de Almeida Filho Carolina Thé Macêdo

Introdução

A insuficiência cardíaca de fração de ejeção reduzida (ICFEr) agudamente descompensada é uma das principais causas de internação hospitalar em nosso meio com taxa de reinternação em 90 dias de 50%. A utilização de ferramentas adicionais na avaliação da função do ventrículo esquerdo (VE), como a medida de deformação miocárdica através do Strain Longitudinal Global do VE (SGL), tem maior valor prognóstico do que a avaliação da fração de ejeção do VE (FEVE) pelo método de Simpson. Apesar de a análise da deformidade miocárdica através do SGL ser considerada um preditor independente de mortalidade em pacientes com ICFEr, é um parâmetro que sofre alterações da pré e pós-carga e, portanto, apresenta limitações quanto à avaliação da performance ventricular.– O trabalho miocárdio ou myocardial work (MW) tem se destacado nos últimos anos como uma ferramenta complementar para acessar parâmetros de função miocárdica a partir da análise derivada do SGL, com a vantagem de incorporar informações de pós-carga por meio da interpretação da curva dinâmica de deformidade por pressão de enchimento do VE não invasiva. Desta forma, a análise do MW tem sido promissora em pacientes com ICFEr, e, quando analisado em conjunto aos parâmetros hemodinâmicos clássicos, pode agregar informações com maior acurácia e valor prognóstico no cenário de descompensação cardíaca.–

[…]

  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • ecocardiografia
  • Insuficiência Cardíaca
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27/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230008
Editorial

Como Proceder em uma Análise Multimodal para o Diagnóstico e Estratificação de Risco da Hipertensão Pulmonar?

Pedro Gutiérrez-Fajardo

Ecocardiografia transtorácica

A ETT é considerada uma modalidade de imagem altamente útil, de baixo custo, segura e disponível para a abordagem inicial do diagnóstico diferencial de HP. Embora a ETT normal não exclua o diagnóstico, diminui a probabilidade de HP. Nem a TC nem a RMC fazem parte da linha inicial da HP; no entanto, em pacientes selecionados, podem fornecer informações adicionais antes de prosseguir para o cateterismo cardíaco direito. ,

É importante estar familiarizado com as faixas normais de tamanho e função do VD. , A ETT mostrando anormalidades da estrutura e função do coração direito aumenta a suspeita de HP. Também permite a detecção de coração esquerdo (disfunção sistólica e diastólica, doença cardíaca valvular) e doença cardíaca congênita como causas potenciais de HP. Substitutos da função do VD, como alteração na área fracional do VD, tamanho do átrio direito, derrame pericárdico, excursão sistólica do plano anular tricúspide (TAPSE), relação entre a pressão sistólica da artéria pulmonar (PSAP) e a TAPSE, e índice de excentricidade são recomendados no acompanhamento e avaliação da resposta terapêutica. No entanto, é importante observar que esses substitutos devem ser interpretados no contexto de outros parâmetros clínicos e de imagem, pois não são ferramentas de diagnóstico independentes. O Doppler pode ser usado para estimar a possibilidade de HP medindo a velocidade do jato regurgitante tricúspide (RT) e calculando a PSAP usando a equação de Bernoulli modificada. Quando não há RT ou o sinal é inadequado, o tempo de aceleração pulmonar pode ser usado para calcular a PAPm a partir do sinal Doppler de onda de pulso do fluxo pulmonar. A pressão diastólica da artéria pulmonar pode ser estimada se houver regurgitação pulmonar. A velocidade no final da diástole é convertida em um gradiente de pressão, adicionando a pressão atrial direita estimada ao valor resultante. Por fim, tanto o débito do ventrículo esquerdo quanto o do VD podem ser calculados. Na prática clínica, pode ser um desafio diferenciar HP aguda, crônica e aguda crônica ( ).

[…]

  • diagnóstico
  • Fatores de risco
  • Hipertensão Pulmonar
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21/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230041 Visualizações 1
Figura 1
Relato de Caso

Arterite de Takayasu: Aneurisma de Aorta Ascendente e Doença Coronária em Jovem de 19 anos

Iuri Betuel Gomes António et al. Adnaldo da Silveira Maia Janayna Rabelato Aloysio Abdo Silva Campos … Marilia Prudente Menezes Mário Issa

Resumo

A Arterite de Takayasu (AT) constitui doença de múltipla apresentação, podendo acometer diversos sistemas. Acomete principalmente mulheres nas primeiras décadas de vida. Reportamos um caso de paciente com 19 anos de idade com AT, com diagnóstico de aneurisma de aorta ascendente e doença arterial coronariana grave em artéria coronária direita (ACD) e tronco de coronária esquerda (TCE), sendo submetida a implante de enxerto de Dacron supracoronariano em aorta ascendente e revascularização miocárdica com dupla artéria torácica interna. Evoluiu de forma satisfatória no pós-operatório, seguindo em acompanhamento clínico em nosso serviço.

  • Aneurisma
  • Arterite de Takayasu
  • Doença das Coronárias
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21/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230032 Visualizações 2
Figura 1
Editorial

Contraste Ecocardiográfico na Vida Real: Praticidade, Segurança e Custo-efetividade

Márcio Silva Miguel Lima

Após aproximadamente 2 décadas de uso na prática, balizado também em diversos estudos clínicos, pode-se afirmar que os agentes de contraste ecocardiográficos (ACE) são extremamente seguros, seguindo-se as suas recomendações de preparo e administração.– Eventos adversos graves são muito raros, com prevalência aproximada ao redor de 1 a cada 10.000 administrações, sendo as reações anafilactóides os mais frequentes.,- Especificamente com o contraste SonoVue® (hexafluoreto de enxofre) utilizado no Brasil, Furtado, Rassi e colaboradores relataram em seu estudo de segurança uma incidência muito baixa de somente 0,6% de reação alérgica em sua população de 1.099 pacientes que receberam este agente. No geral, as reações alérgicas são imediatas ou em até 30 minutos após administração, de intensidade leve e transitórias. A apresentação mais comum é o surgimento de lesões eritematosas cutâneas e urticária. Neste cenário, contudo, deve-se ter especial atenção para sinais e sintomas respiratórios, como dispneia, estridor laríngeo e broncospasmo, e de progressão para um eventual colapso circulatório, como tontura, palidez e hipotensão, pois se tratam de alertas para instalação do choque anafilático. O paciente deve ser cuidadosamente avaliado e observado, e medidas direcionadas à anafilaxia prontamente instituídas com anti-histamínicos, corticoide e epinefrina, seguindo o protocolo de atendimento local, que deve ter seu pessoal sempre muito bem treinado.

Em outubro de 2007, a agência reguladora ligada ao departamento de saúde do governo estadunidense (FDA — Food and Drug Administration) inseriu uma contraindicação geral (black box) para o uso dos agentes Definity® e Optison® em pacientes agudamente enfermos após análise de 11 óbitos potencialmente relacionados ao uso destes ACE. Esta restrição foi posteriormente retirada após vasta evidência de segurança demonstrada por estudos clínicos subsequentes. A doença pulmonar avançada e a hipertensão pulmonar, inicialmente, representavam contraindicações, mas ensaios clínicos ratificaram segurança.– Fato também ocorrido com a suspeita ou presença de shunt intracardíaco significativo, sendo esta última contraindicação suspensa pela FDA em 2016., Atualmente, somente o histórico de reação alérgica a algum componente dos ACE é considerada uma contraindicação absoluta para o seu uso.

[…]

  • Análise de Custo-Benefício
  • ecocardiografia
  • Segurança
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21/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230033 Visualizações 1
Fígura 1
Relato de Caso

Ecocardiografia Transesofágica no Diagnóstico de Síndrome de Veia Cava Superior em Paciente com Cateter de Longa Permanência

Marcus Vinicius Silva Freire de Carvalho et al. Endy de Santana Alves Laila Caroline Gomes Carolina Thé Macêdo … Marco André Moraes Sales Alexandre Costa Souza

Introdução

A síndrome de veia cava superior (SVCS) é causada pela obstrução ou oclusão severa da veia cava superior (VCS) e pode resultar em significativa morbidade e mortalidade., A malignidade é a causa mais comum dessa obstrução, correspondendo a aproximadamente 70% dos casos. Entretanto, recentemente, a incidência de SVCS relacionada a dispositivos, como cateteres venosos centrais e eletrodos de marcapasso ou desfibrilador, tem aumentado.,

Esses dispositivos juntamente com estados de hipercoagulabilidade podem precipitar a formação de trombos. Em situações extremas, no contexto de bacteremia, pode ocorrer a formação de uma complexa associação de trombo-vegetação.

[…]

  • diagnóstico
  • Ecocardiografia transesofágica
  • síndrome, veia
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21/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230028 Visualizações 2
Figura 1
Review Article

Como eu Faço Imagem na Amiloidose Cardíaca: Papel da Cintilografia com Traçadores Ósseos

Adriana Pereira Glavam et al. Rafael Willain Lopes Simone Cristina Soares Brandão

Resumo

A amiloidose é uma doença infiltrativa sistêmica caracterizada pela deposição extracelular de fibrilas amiloides. O envolvimento cardíaco é comum e está associado a prognóstico desfavorável. Os tipos mais predominantes de amiloidose cardíaca (AC) são por cadeias leves de imunoglobulinas (AL) e por transtirretina (ATTR). O diagnóstico de AC e a diferenciação entre os tipos são importantes para o prognóstico, terapia e aconselhamento genético. A AC-ATTR é uma causa subdiagnosticada de insuficiência cardíaca. No entanto, grandes conquistas nos métodos de imagem não invasivos, bem como a possibilidade de tratamento clínico eficaz, transformaram a AC-ATTR de uma doença rara e intratável em uma condição que os médicos clínicos devem considerar diariamente. O advento da cintilografia com traçadores ósseos permitiu o diagnóstico da AC-ATTR com alta precisão, uma vez que as gamopatias monoclonais foram excluídas. A interpretação de cintilografia com traçadores ósseos requer expertise, e propusemos um guia passo a passo para a realização desse exame na prática clínica de acordo com as diretrizes mais recentes. Além disso, revisamos alguns pontos cruciais que acreditamos serem de suma importância na prática clínica e nos desfechos dos pacientes.

  • Amiloidose
  • Cintilografia
  • Difosfatos
  • Insuficiência Cardíaca
  • Pré-Albumina
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24/05/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230012 Visualizações 1
Figura 1
Relato de Caso

Doença de Behçet com Envolvimento Vascular: Relato de Caso

Isabela Rodrigues Tavares et al. Maria Cristina Miranda Ana Claudia Gomes Pereira Petisco Daniela Souto Barros … Caio Buscatti Folino Vitor Leonidas Boher Dornas Mohamed Hassan Saleh Fábio Henrique Rossi Raquel Peres Sousa Larissa Chaves Nunes Carvalho

Caso clínico

Paciente masculino, 34 anos, previamente hígido, admitido no Pronto Socorro (PS) do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia com história de 3 meses de dor em membro inferior direito (MID) e claudicação para 100 metros nas 3 semanas anteriores à internação. Evoluiu com piora da dor na panturrilha direita e abaulamento pulsátil de surgimento espontâneo uma semana antes da internação. Referiu uso de Rivaroxabana por trombose venosa profunda (TVP) no MID cinco meses antes, emagrecimento (15kg em 6 meses) e surgimento de lesões aftoides na região orofaríngea. Portava relatório de ecografia vascular de outro serviço, com sinais de TVP em veia poplítea direita (VPD) parcialmente recanalizada.

Constatou-se em exame físico de admissão: massa pulsátil póstero-medial na perna direita e pulsos presentes, exceto tibial posterior. Coração, pulmões, abdômen e membro inferior esquerdo (MIE) sem alterações.

[…]

  • Doença de Behçet
  • Ultrassonografia Doppler
  • vasculite
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24/05/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230014
Gráfico 1
Artigo Original

Evolução de Longo Prazo de Pacientes com Hipertensão Pulmonar Importante por Esquistossomose

José Maria Del Castillo et al. Katarina Barros de Oliveira Rafael Ricardo de Oliveira Travassos Ângela Maria Pontes Bandeira … Carlos Antônio da Mota Silveira Djair Brindeiro Filho

Resumo

Introdução

A esquistossomose mansoni hepatoesplênica, associada com hipertensão arterial pulmonar (HAP), provoca remodelamento das câmaras cardíacas. Sua evolução a longo prazo é pouco conhecida.

Objetivo

Avaliar as alterações provocadas pela HAP em pacientes com esquistossomose e analisar a evolução clínica e ecocardiográfica por um período de 10 anos.

Métodos

Foram estudados 60 pacientes com HAP por esquistossomose e 50 indivíduos controle sadios. Avaliaram-se dados clínicos e ecocardiográficos como dimensões, espessura parietal e função das câmaras direitas e esquerdas e parâmetros de deformação miocárdica. Os pacientes do grupo HAP por esquistossomose foram acompanhados por 10 anos. Os dados foram comparados pelo teste t de Student para amostras não pareadas com significância < 5%.

Resultados

Os pacientes com HAP apresentavam menor dimensão do ventrículo esquerdo (VE) sem alteração da fração de ejeção, mas com diminuição do strain longitudinal global do VE e do strain de reservatório do átrio esquerdo (AE). As dimensões e espessura parietal do ventrículo direito (VD) estavam aumentadas e os parâmetros de função sistólica (excursão sistólica do plano do anel tricúspide [TAPSE], mudança da área fracional, onda s’ tricúspide e strain longitudinal global do VD) apresentaram-se significativamente diminuídos. Durante o período de acompanhamento, 18 pacientes (32%) evoluíram para óbito, condição associada com maior classe funcional (CF), diminuição do strain longitudinal do VD, maior tamanho do VD, diminuição da mudança da área fracional e da velocidade da onda s’ do anel tricúspide.

Conclusão

A HAP relacionada à esquistossomose provoca remodelamento das câmaras direitas, com diminuição dos parâmetros de função sistólica e deformação miocárdica. A evolução a longo prazo, com elevada mortalidade, apresenta-se com maiores dimensões do VD, menores valores da mudança da área fracional, velocidade sistólica do anel tricúspide e deformação longitudinal global do VD, além de CF mais avançada.

  • ecocardiografia
  • Esquistossomose
  • Hipertensão Pulmonar
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24/05/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2023373
Figura 1
Relato de Caso

Pericardite Constritiva Importante em Paciente com Esquistossomose: Relato de Caso

Djair Brindeiro Filho et al. José Maria Del Castillo Fábio Antonio Amando Granja

Introdução

A esquistossomose mansônica (EM), é uma das causas mais comuns de hipertensão arterial pulmonar e está frequentemente associada à forma hepatoesplênica da doença. Por outro lado, a pericardite constritiva (PC) não é citada na literatura médica como consequência da EM., Um único relato de caso, publicado em 1979, associando a PC com esquistossomose, tinha como agente etiológico o Schistosoma haematobium. Descrevemos um raro caso de PC em paciente com EM hepatoesplênica crônica, com significativa melhora dos parâmetros de enchimento ventricular e da deformação miocárdica após o tratamento cirúrgico, ressaltando a importância do ecocardiograma para a detecção de complicações dessa doença.

[…]

  • ecocardiografia
  • Esquistossomose
  • Pericardiectomia
  • Pericardite constritiva
  • Strain
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24/05/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2023378
Figura 1
Artigo Original

Congestão Pulmonar em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida: Comparação Entre o Ultrassom de Pulmão e o Dispositivo Dielétrico Remoto

Maria Estefânia Bosco Otto et al. Vanessa Andreoli Esmanhoto Edileide de Barros Correia Ana Cristina de Souza Murta … Larissa Ventura Ribeiro Bruscky Andrea de Andrade Vilela Antonio Tito Paladino Filho Jorge Eduardo Assef

Resumo

Introdução

A avaliação de congestão pulmonar ambulatorial em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFER) pode minimizar internações por descompensação e otimizar o uso de diuréticos.

Objetivo

Comparar o dispositivo dielétrico remoto (DDR), equipamento validado para detectar líquido extravascular pulmonar, com parâmetros clínicos, medidas de ecocardiograma transtorácico (ETT) e ultrassom de pulmão (ULSP).

Métodos

Incluímos 38 pacientes do ambulatório de miocardiopatias (63±12 anos; 21 homens). Todos foram submetidos, num período de 24 horas, à avaliação clínica com descrição de dispneia paroxística noturna, edema de membros inferiores (EMI), presença de tonturas; avaliação laboratorial de NT-ProBNP; avaliação pelo DDR e ETT com análise de parâmetros de congestão sistêmica pela veia cava inferior, função do ventrículo direito e de congestão pulmonar, como a avaliação das pressões de enchimento por meio E/e’ médio e volume indexado do átrio esquerdo. O ULSP foi realizado com o protocolo de 8 quadrantes anteriores, com contagem de linhas B em um ciclo respiratório.

Resultados

22 pacientes apresentavam DDR ≥ 35% (congestão pulmonar) e 16 pacientes DDR < 35%. Parâmetros clínicos e ecocardiográficos foram comparados com o DDR ≥ 35%. Na análise multivariada, as variáveis superfície corpórea (SC), linhas B e EMI se associaram a DDR ≥ 35%. NT-ProBNP foi semelhante e elevado em ambos os grupos.

Conclusões

O acompanhamento ambulatorial de ICFER para controle volêmico pode ser sensibilizado pela presença de linhas B no ULSP, que apresenta boa correlação com DDR ≥ 35%. NT-ProBNP não foi capaz de diferenciar pacientes com maior grau de congestão detectado pelo DDR.

  • Insuficiência Cardíaca
  • Pulmão
  • Ultrassonografia
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24/05/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230027
Figura 1
Image

Fístula Aortocaval: Uma Complicação Rara do Aneurisma de Aorta Abdominal Roto

Karoline Evelyn Barbosa Gomes et al. Eduardo Koltun Sanvesso Edwaldo Edner Joviliano Maurício Serra Ribeiro Elisa Helena Subtil Zampieri

A fístula aortocaval é uma complicação rara do aneurisma de aorta, ocorrendo em cerca de 0,2% a 6,04% de todos os aneurismas de aorta abdominal. Pode ocorrer no contexto de ruptura de aneurisma de aorta, aortite, síndrome de Ehlers-Danlos, síndrome de Marfan ou trauma abdominal penetrante., Os sinais clínicos clássicos são dor abdominal, frêmito abdominal e sintomas de insuficiência cardíaca descompensada. O diagnóstico é geralmente realizado por meio de uma angiotomografia computadorizada, sendo alguns achados típicos: realce precoce do contraste da veia cava inferior (anterior à contrastação do parênquima renal e hepático) e realce retrógrado das veias renais ou ilíacas. O tratamento cirúrgico aberto tem alta morbidade e mortalidade associadas, com taxas relatadas em torno de 30%. Com o advento da terapia endovascular essas taxas foram reduzidas, com taxas de sucesso de até 96%.

Paciente sexo masculino, 85 anos, hipertenso e ex-tabagista, deu entrada na unidade de emergência com história de início de dor abdominal súbita há quatro dias, associada a massa abdominal pulsátil em região de hipogástrio. Foi realizada angiotomografia de aorta total, sendo evidenciado aneurisma de aorta abdominal pararrenal com diâmetro de 11,5 cm, estendendo-se a partir da artéria renal direita até bifurcação aórtica, com sinais de rotura tamponada para retroperitônio (), associado à fístula aortocaval com ponto de comunicação ao nível das ilíacas. Na imagem de tomografia foi observado o realce retrógrado e precoce das ilíacas na fase arterial ( e ). Durante avaliação clínica, paciente apresentou instabilidade hemodinâmica, sendo indicado procedimento cirúrgico de emergência. No intraoperatório () foi evidenciado aneurisma com sinais de rotura, apresentando frêmito à palpação. Paciente evoluiu com hipotensão refratária e óbito.

[…]

  • Fístula Arteriovenosa
  • Procedimentos Cirúrgicos Vasculares
  • Ruptura Aórtica
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10/05/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2023369 Visualizações 1
Editorial

Como Gerenciar uma Revista de Imagem Cardiovascular? Reflexões e Ideias

Gerald Maurer

A área de Imagem Cardiovascular (em inglês, Cardiovascular Imaging) está em rápida ascensão, com crescente impacto na prática clínica. Cada modalidade de imagem passou por um desenvolvimento marcante nos últimos anos, requerendo um entendimento muito especializado nos processos fisiológicos e de doença, como também em física e aspectos técnicos. Tal fato tem se refletido não só no número, como também na complexidade dos artigos publicados (como na maioria das áreas de medicina). Há apenas duas ou três décadas, tópicos em imagem cardiovascular eram abordados adequadamente pelas principais revistas em cardiologia geral. Contudo, isso não foi mais possível, levando à criação de revistas especializadas na área.

Ao gerenciar uma revista científica, várias questões precisam ser consideradas, incluindo seus objetivos gerais, público-alvo, afiliação a uma sociedade acadêmica, e relação com outras revistas. O European Heart Journal Cardiovascular Imagingé a revista oficial da European Association of Cardiovascular Imaging, braço da European Society of Cardiology. Os objetivos da revista são muito influenciados por essas afiliações e suas políticas. Embora seja uma revista europeia, conforme dito em seu título, sua missão é servir a comunidade internacional, incluindo os leitores, o corpo editorial, e os autores. De fato, atualmente, uma grande porcentagem de nossos leitores é de países não europeus, e nós recebemos muitas submissões de outros continentes. O American College of Cardiology e a American Heart Association também publicam revistas de imagens em conjunto com suas demais revistas. Portanto, é importante que um país tão grande e ativo como o Brasil, com sua comunidade em cardiologia de excelência e participativa, publique uma revista como o ABC Imagem Cardiovascular em nome da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

[…]

  • acesso aberto
  • classificação de periódicos
  • publicação médica
  • Terapia cardiovascular
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10/05/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230030
Figura 1
Relato de Caso

Inflamação Perivascular Transitória da Artéria Carótida (TIPIC): Papel da Ultrassonografia Vascular

Fanilda Souto Barros et al. Simone Nascimento dos Santos Daniela Souto Barros Sérgio Salles Cunha … Ana Lopes Albricker Ana Cláudia Gomes Petisco

Relato do Caso

Paciente do sexo masculino, 53 anos, com queixa de dor cervical unilateral progressiva, que surgiu espontaneamente, acompanhado de edema, vermelhidão local e grande sensibilidade à palpação. A história pregressa do paciente incluía radioterapia há cerca de 5 anos na região do pescoço e face contralateral à queixa atual. O paciente não era tabagista e não apresentava outros fatores de risco significativos para doença aterosclerótica. Um ano antes ao quadro clínico atual o paciente havia realizado USV das artérias carótidas, em avaliação de rotina para seguimento após a radioterapia, cujo resultado estava dentro da normalidade.

Diante do quadro clínico, foi solicitado um novo exame de USV que incluiu o protocolo padrão de avaliação das artérias carótidas comuns (ACC), externas (ACE) e internas (ACI) extracranianas. Atenção especial foi dada aos tecidos extracarotídeos (perivasculares), devido ao passado de radioterapia. A USV demonstrou ao modo B, extenso acometimento hipoecogênico e homogêneo dos tecidos, englobando a parede arterial na altura da bifurcação carotídea, expandindo-se para a ACI proximal (). A velocidade de pico sistólico e a velocidade diastólica final (VPS/VDF) encontravam-se elevadas: VPS/VDF = 288/129 cm/s (). A estenose local medida no plano transversal da imagem foi estimada em 74% (), compatível com os dados de velocidade do Doppler. A extensão da área acometida foi de 5,57 mm em comparação com um lúmen de 1,96 mm. A ressonância magnética e a angioressonância (RNM, ARNM) mostraram espessamento irregular, com realce pelo contraste, na ACI proximal e bifurcação, corroborando com os achados da USV ().

[…]

  • artéria carótida
  • arterite
  • TIPIC
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10/05/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230019 Visualizações 1

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Como citar este artigo

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Siqueira AWS, Almeida MF. Como Eu Faço Avaliação Ecocardiográfica no Pós-Transplante Cardíaco Pediátrico para Controle de Rejeição e/ou Doença Vascular do Enxerto. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230045.

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Siqueira, Adailson Wagner da Silva; Almeida, Mirela Frederico de. Como Eu Faço Avaliação Ecocardiográfica no Pós-Transplante Cardíaco Pediátrico para Controle de Rejeição e/ou Doença Vascular do Enxerto. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230045, jun. 2023.

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Siqueira, A. W. S., & Almeida, M. F. (2023). Como Eu Faço Avaliação Ecocardiográfica no Pós-Transplante Cardíaco Pediátrico para Controle de Rejeição e/ou Doença Vascular do Enxerto. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230045.

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Siqueira, Adailson Wagner da Silva and Almeida, Mirela Frederico de. Como Eu Faço Avaliação Ecocardiográfica no Pós-Transplante Cardíaco Pediátrico para Controle de Rejeição e/ou Doença Vascular do Enxerto. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230045. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-avaliacao-ecocardiografica-no-pos-transplante-cardiaco-pediatrico-para-controle-de-rejeicao-e-ou-doenca-vascular-do-enxerto/>. ISSN 2318-8219

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Felix AS, Alcantara ML, Papadopoulos K. Como Eu Faço Ecocardiografia Tridimensional para Classificação Fisiopatológica da Regurgitação Tricúspide. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230055.

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Felix, Alex dos Santos; Alcantara, Monica Luiza de; Papadopoulos, Konstantinos. Como Eu Faço Ecocardiografia Tridimensional para Classificação Fisiopatológica da Regurgitação Tricúspide. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230055, jun. 2023.

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Felix, A. S., Alcantara, M. L. , & Papadopoulos, K. (2023). Como Eu Faço Ecocardiografia Tridimensional para Classificação Fisiopatológica da Regurgitação Tricúspide. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230055.

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Felix, Alex dos Santos and Alcantara, Monica Luiza de and Papadopoulos, Konstantinos. Como Eu Faço Ecocardiografia Tridimensional para Classificação Fisiopatológica da Regurgitação Tricúspide. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230055. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-ecocardiografia-tridimensional-para-classificacao-fisiopatologica-da-regurgitacao-tricuspide/>. ISSN 2318-8219

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Espíndola LN, Mattoso AAA, Couto GS, Britto PS. Mecanismo Duplo de Lesão Valvar Mitral: Valor Adicional da Ecocardiografia Transesofágica Tridimensional. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e322.

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Espíndola, Larissa Neto; Mattoso, Angele Azevedo Alves; Couto, Geórgia dos Santos; Britto, Pompílio Sampaio. Mecanismo Duplo de Lesão Valvar Mitral: Valor Adicional da Ecocardiografia Transesofágica Tridimensional. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e322, jun. 2023.

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Espíndola, L. N., Mattoso, A. A. A., Couto, G. S., & Britto, P. S. (2023). Mecanismo Duplo de Lesão Valvar Mitral: Valor Adicional da Ecocardiografia Transesofágica Tridimensional. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e322.

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Espíndola, Larissa Neto and Mattoso, Angele Azevedo Alves and Couto, Geórgia dos Santos and Britto, Pompílio Sampaio. Mecanismo Duplo de Lesão Valvar Mitral: Valor Adicional da Ecocardiografia Transesofágica Tridimensional. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e322. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mecanismo-duplo-de-lesao-valvar-mitral-valor-adicional-da-ecocardiografia-transesofagica-tridimensional/>. ISSN 2318-8219

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Cantisano AL, Grubert CS. Como Eu Faço Ultrassonografia Vascular nas Dolicoarteriopatias das Artérias Carótidas. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230034.

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Cantisano, Armando Luis; Grubert, Catarina Schiavo. Como Eu Faço Ultrassonografia Vascular nas Dolicoarteriopatias das Artérias Carótidas. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230034, jun. 2023.

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Cantisano, A. L., & Grubert, C. S. (2023). Como Eu Faço Ultrassonografia Vascular nas Dolicoarteriopatias das Artérias Carótidas. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230034.

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Cantisano, Armando Luis and Grubert, Catarina Schiavo. Como Eu Faço Ultrassonografia Vascular nas Dolicoarteriopatias das Artérias Carótidas. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230034. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-ultrassonografia-vascular-nas-dolicoarteriopatias-das-arterias-carotidas/>. ISSN 2318-8219

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Moura AN, Camarozano AC, Sá CRF, Carmo DC, Fortunato JA, Darwich RZ, Baroncini LAV, et al. Função Diastólica do Ventrículo Direito: Correlação com a Idade. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e333.

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Moura, Arthur Nascimento de; Camarozano, Ana Cristina; Sá, Cintia Rocha Fortes de; Carmo, Daniela de Castro; Fortunato, Jerônimo Antonio; Darwich, Rubens Zenóbio; Baroncini, Liz Andréa Villela. Função Diastólica do Ventrículo Direito: Correlação com a Idade. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e333, jun. 2023.

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Moura, A. N. , Camarozano, A. C., Sá, C. R. F. , Carmo, D. C., Fortunato, J. A., Darwich, R. Z., & Baroncini, L. A. V. (2023). Função Diastólica do Ventrículo Direito: Correlação com a Idade. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e333.

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Moura, Arthur Nascimento de and Camarozano, Ana Cristina and Sá, Cintia Rocha Fortes de and Carmo, Daniela de Castro and Fortunato, Jerônimo Antonio and Darwich, Rubens Zenóbio and Baroncini, Liz Andréa Villela. Função Diastólica do Ventrículo Direito: Correlação com a Idade. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e333. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/funcao-diastolica-do-ventriculo-direito-correlacao-com-a-idade/>. ISSN 2318-8219

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Sawamura KSS, Brito MM. Como Eu Faço Avaliação Ecocardiográfica do Recém-Nascido Prematuro. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230035.

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Sawamura, Karen Saori Shiraishi; Brito, Márcio Miranda. Como Eu Faço Avaliação Ecocardiográfica do Recém-Nascido Prematuro. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230035, jun. 2023.

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Sawamura, K. S. S., & Brito, M. M. (2023). Como Eu Faço Avaliação Ecocardiográfica do Recém-Nascido Prematuro. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230035.

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Sawamura, Karen Saori Shiraishi and Brito, Márcio Miranda. Como Eu Faço Avaliação Ecocardiográfica do Recém-Nascido Prematuro. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230035. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-avaliacao-ecocardiografica-do-recem-nascido-prematuro/>. ISSN 2318-8219

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Carrijo AMM, Brito VP, Santos GA, Silva SGT, O’Connell JL. Síndrome Coronariana Aguda Seguida de Tromboembolismo Pulmonar e Identificação de Grande Trombo Fixo entre Átrios em Paciente com Quadro Grave de COVID-19: um Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e351.

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Carrijo, Alice Mirane Malta; Brito, Veronica Perius de; Santos, Gabriel Alvarenga; Silva, Samuel Gomes Tomaz da; O’Connell, João Lucas. Síndrome Coronariana Aguda Seguida de Tromboembolismo Pulmonar e Identificação de Grande Trombo Fixo entre Átrios em Paciente com Quadro Grave de COVID-19: um Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e351, jun. 2023.

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Carrijo, A. M. M., Brito, V. P. , Santos, G. A., Silva, S. G. T. , & O’Connell, J. L. (2023). Síndrome Coronariana Aguda Seguida de Tromboembolismo Pulmonar e Identificação de Grande Trombo Fixo entre Átrios em Paciente com Quadro Grave de COVID-19: um Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e351.

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Carrijo, Alice Mirane Malta and Brito, Veronica Perius de and Santos, Gabriel Alvarenga and Silva, Samuel Gomes Tomaz da and O’Connell, João Lucas. Síndrome Coronariana Aguda Seguida de Tromboembolismo Pulmonar e Identificação de Grande Trombo Fixo entre Átrios em Paciente com Quadro Grave de COVID-19: um Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e351. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sindrome-coronariana-aguda-seguida-de-tromboembolismo-pulmonar-e-identificacao-de-grande-trombo-fixo-entre-atrios-em-paciente-com-quadro-grave-de-covid-19-um-relato-de-caso/>. ISSN 2318-8219

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Gripp EA, Portela ACF, Costa Junior FL, Rabishoffsky R, Medeiros JRC, Rabischoffsky A. Forame Oval Patente: A Contribuição do Doppler Transcraniano em seu Diagnóstico. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230020.

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Gripp, Eliza de Almeida; Portela, Ana Carolina de Freitas; Costa Junior, Flávio Luis da; Rabishoffsky, Rafael; Medeiros, Jéssica Rizkalla Corrêa; Rabischoffsky, Arnaldo. Forame Oval Patente: A Contribuição do Doppler Transcraniano em seu Diagnóstico. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230020, jun. 2023.

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Gripp, E. A., Portela, A. C. F., Costa Junior, F. L. , Rabishoffsky, R., Medeiros, J. R. C., & Rabischoffsky, A. (2023). Forame Oval Patente: A Contribuição do Doppler Transcraniano em seu Diagnóstico. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230020.

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Gripp, Eliza de Almeida and Portela, Ana Carolina de Freitas and Costa Junior, Flávio Luis da and Rabishoffsky, Rafael and Medeiros, Jéssica Rizkalla Corrêa and Rabischoffsky, Arnaldo. Forame Oval Patente: A Contribuição do Doppler Transcraniano em seu Diagnóstico. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230020. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/forame-oval-patente-a-contribuicao-do-doppler-transcraniano-em-seu-diagnostico/>. ISSN 2318-8219

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Lofrano-Alves MS. Aplicação do Ultrassom Pulmonar em Pacientes Ambulatoriais com Insuficiência Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230049.

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Lofrano-Alves, Marco Stephan. Aplicação do Ultrassom Pulmonar em Pacientes Ambulatoriais com Insuficiência Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230049, jun. 2023.

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Lofrano-Alves, M. S. (2023). Aplicação do Ultrassom Pulmonar em Pacientes Ambulatoriais com Insuficiência Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230049.

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Lofrano-Alves, Marco Stephan. Aplicação do Ultrassom Pulmonar em Pacientes Ambulatoriais com Insuficiência Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230049. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/aplicacao-do-ultrassom-pulmonar-em-pacientes-ambulatoriais-com-insuficiencia-cardiaca/>. ISSN 2318-8219

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Rassi DC. O Emprego do Ecocardiograma na Esquistossomose. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230037.

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Rassi, Daniela do Carmo. O Emprego do Ecocardiograma na Esquistossomose. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230037, jun. 2023.

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Rassi, D. C. (2023). O Emprego do Ecocardiograma na Esquistossomose. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230037.

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Rassi, Daniela do Carmo. O Emprego do Ecocardiograma na Esquistossomose. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230037. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-emprego-do-ecocardiograma-na-esquistossomose/>. ISSN 2318-8219

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Silva CM, Guimarães AFM, Wang R, Alves CMS, Oliveira EC. Stent Expansível em Via Aérea: Sucesso na Abordagem de Compressão Brônquica Extrínseca Após Reconstrução do Arco Aórtico. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230023.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Camila Magalhães; Guimarães, Adriana Furletti Machado; Wang, Ricardo; Alves, Carla Maria Silva e; Oliveira, Edmundo Clarindo. Stent Expansível em Via Aérea: Sucesso na Abordagem de Compressão Brônquica Extrínseca Após Reconstrução do Arco Aórtico. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230023, jun. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, C. M., Guimarães, A. F. M., Wang, R., Alves, C. M. S. , & Oliveira, E. C. (2023). Stent Expansível em Via Aérea: Sucesso na Abordagem de Compressão Brônquica Extrínseca Após Reconstrução do Arco Aórtico. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230023.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Camila Magalhães and Guimarães, Adriana Furletti Machado and Wang, Ricardo and Alves, Carla Maria Silva e and Oliveira, Edmundo Clarindo. Stent Expansível em Via Aérea: Sucesso na Abordagem de Compressão Brônquica Extrínseca Após Reconstrução do Arco Aórtico. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230023. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/stent-expansivel-em-via-aerea-sucesso-na-abordagem-de-compressao-bronquica-extrinseca-apos-reconstrucao-do-arco-aortico/>. ISSN 2318-8219

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Souza AC, Drubi SA, Junqueira BMI, Guedes RASP, Almeida Filho AC, Macêdo CT. Análise Comparativa de Trabalho Miocárdico após Terapia de Descongestão em Paciente com ICFEr Agudamente Descompensada. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230008.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Souza, Alexandre Costa; Drubi, Stephanie de Azevedo; Junqueira, Bruna de Mattos Ivo; Guedes, Ricardo André Sales Pereira; Almeida Filho, Adriano Chaves de; Macêdo, Carolina Thé. Análise Comparativa de Trabalho Miocárdico após Terapia de Descongestão em Paciente com ICFEr Agudamente Descompensada. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230008, jun. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Souza, A. C., Drubi, S. A., Junqueira, B. M. I., Guedes, R. A. S. P., Almeida Filho, A. C. , & Macêdo, C. T. (2023). Análise Comparativa de Trabalho Miocárdico após Terapia de Descongestão em Paciente com ICFEr Agudamente Descompensada. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230008.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Souza, Alexandre Costa and Drubi, Stephanie de Azevedo and Junqueira, Bruna de Mattos Ivo and Guedes, Ricardo André Sales Pereira and Almeida Filho, Adriano Chaves de and Macêdo, Carolina Thé. Análise Comparativa de Trabalho Miocárdico após Terapia de Descongestão em Paciente com ICFEr Agudamente Descompensada. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230008. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/analise-comparativa-de-trabalho-miocardico-apos-terapia-de-descongestao-em-paciente-com-icfer-agudamente-descompensada/>. ISSN 2318-8219

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Gutiérrez-Fajardo P. Como Proceder em uma Análise Multimodal para o Diagnóstico e Estratificação de Risco da Hipertensão Pulmonar?. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230041.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gutiérrez-Fajardo, Pedro. Como Proceder em uma Análise Multimodal para o Diagnóstico e Estratificação de Risco da Hipertensão Pulmonar?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230041, jun. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gutiérrez-Fajardo, P. (2023). Como Proceder em uma Análise Multimodal para o Diagnóstico e Estratificação de Risco da Hipertensão Pulmonar?. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230041.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gutiérrez-Fajardo, Pedro. Como Proceder em uma Análise Multimodal para o Diagnóstico e Estratificação de Risco da Hipertensão Pulmonar?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230041. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-proceder-em-uma-analise-multimodal-para-o-diagnostico-e-estratificacao-de-risco-da-hipertensao-pulmonar/>. ISSN 2318-8219

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António IBG, Maia AS, Rabelato J, Campos AAS, Menezes MP, Issa M. Arterite de Takayasu: Aneurisma de Aorta Ascendente e Doença Coronária em Jovem de 19 anos. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230032.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

António, Iuri Betuel Gomes; Maia, Adnaldo da Silveira; Rabelato, Janayna; Campos, Aloysio Abdo Silva; Menezes, Marilia Prudente; Issa, Mário. Arterite de Takayasu: Aneurisma de Aorta Ascendente e Doença Coronária em Jovem de 19 anos. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230032, jun. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

António, I. B. G., Maia, A. S., Rabelato, J., Campos, A. A. S., Menezes, M. P., & Issa, M. (2023). Arterite de Takayasu: Aneurisma de Aorta Ascendente e Doença Coronária em Jovem de 19 anos. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230032.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

António, Iuri Betuel Gomes and Maia, Adnaldo da Silveira and Rabelato, Janayna and Campos, Aloysio Abdo Silva and Menezes, Marilia Prudente and Issa, Mário. Arterite de Takayasu: Aneurisma de Aorta Ascendente e Doença Coronária em Jovem de 19 anos. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230032. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/arterite-de-takayasu-aneurisma-de-aorta-ascendente-e-doenca-coronaria-em-jovem-de-19-anos/>. ISSN 2318-8219

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Lima MSM. Contraste Ecocardiográfico na Vida Real: Praticidade, Segurança e Custo-efetividade. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230033.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lima, Márcio Silva Miguel. Contraste Ecocardiográfico na Vida Real: Praticidade, Segurança e Custo-efetividade. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230033, jun. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lima, M. S. M. (2023). Contraste Ecocardiográfico na Vida Real: Praticidade, Segurança e Custo-efetividade. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230033.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lima, Márcio Silva Miguel. Contraste Ecocardiográfico na Vida Real: Praticidade, Segurança e Custo-efetividade. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230033. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/contraste-ecocardiografico-na-vida-real-praticidade-seguranca-e-custo-efetividade/>. ISSN 2318-8219

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Carvalho MVSF, Alves ES, Gomes LC, Macêdo CT, Sales MAM, Souza AC. Ecocardiografia Transesofágica no Diagnóstico de Síndrome de Veia Cava Superior em Paciente com Cateter de Longa Permanência. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230028.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Carvalho, Marcus Vinicius Silva Freire de; Alves, Endy de Santana; Gomes, Laila Caroline; Macêdo, Carolina Thé; Sales, Marco André Moraes; Souza, Alexandre Costa. Ecocardiografia Transesofágica no Diagnóstico de Síndrome de Veia Cava Superior em Paciente com Cateter de Longa Permanência. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230028, jun. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Carvalho, M. V. S. F. , Alves, E. S., Gomes, L. C., Macêdo, C. T., Sales, M. A. M., & Souza, A. C. (2023). Ecocardiografia Transesofágica no Diagnóstico de Síndrome de Veia Cava Superior em Paciente com Cateter de Longa Permanência. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230028.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Carvalho, Marcus Vinicius Silva Freire de and Alves, Endy de Santana and Gomes, Laila Caroline and Macêdo, Carolina Thé and Sales, Marco André Moraes and Souza, Alexandre Costa. Ecocardiografia Transesofágica no Diagnóstico de Síndrome de Veia Cava Superior em Paciente com Cateter de Longa Permanência. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230028. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ecocardiografia-transesofagica-no-diagnostico-de-sindrome-de-veia-cava-superior-em-paciente-com-cateter-de-longa-permanencia/>. ISSN 2318-8219

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Glavam AP, Lopes RW, Brandão SCS. Como eu Faço Imagem na Amiloidose Cardíaca: Papel da Cintilografia com Traçadores Ósseos. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230012.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Glavam, Adriana Pereira; Lopes, Rafael Willain; Brandão, Simone Cristina Soares. Como eu Faço Imagem na Amiloidose Cardíaca: Papel da Cintilografia com Traçadores Ósseos. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230012, maio. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Glavam, A. P., Lopes, R. W., & Brandão, S. C. S. (2023). Como eu Faço Imagem na Amiloidose Cardíaca: Papel da Cintilografia com Traçadores Ósseos. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230012.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Glavam, Adriana Pereira and Lopes, Rafael Willain and Brandão, Simone Cristina Soares. Como eu Faço Imagem na Amiloidose Cardíaca: Papel da Cintilografia com Traçadores Ósseos. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230012. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-imagem-na-amiloidose-cardiaca-papel-da-cintilografia-com-tracadores-osseos/>. ISSN 2318-8219

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Tavares IR, Miranda MC, Petisco ACGP, Barros DS, Folino CB, Dornas VLB, Saleh MH, et al. Doença de Behçet com Envolvimento Vascular: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230014.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Tavares, Isabela Rodrigues; Miranda, Maria Cristina; Petisco, Ana Claudia Gomes Pereira; Barros, Daniela Souto; Folino, Caio Buscatti; Dornas, Vitor Leonidas Boher; Saleh, Mohamed Hassan; Rossi, Fábio Henrique; Sousa, Raquel Peres; Carvalho, Larissa Chaves Nunes. Doença de Behçet com Envolvimento Vascular: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230014, maio. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Tavares, I. R., Miranda, M. C., Petisco, A. C. G. P., Barros, D. S., Folino, C. B., Dornas, V. L. B., Saleh, M. H., Rossi, F. H., Sousa, R. P., & Carvalho, L. C. N. (2023). Doença de Behçet com Envolvimento Vascular: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230014.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Tavares, Isabela Rodrigues and Miranda, Maria Cristina and Petisco, Ana Claudia Gomes Pereira and Barros, Daniela Souto and Folino, Caio Buscatti and Dornas, Vitor Leonidas Boher and Saleh, Mohamed Hassan and Rossi, Fábio Henrique and Sousa, Raquel Peres and Carvalho, Larissa Chaves Nunes. Doença de Behçet com Envolvimento Vascular: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230014. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/doenca-de-behcet-com-envolvimento-vascular-relato-de-caso/>. ISSN 2318-8219

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Castillo JMD, Oliveira KB, Travassos RRO, Bandeira MP, Silveira CAM, Brindeiro Filho D. Evolução de Longo Prazo de Pacientes com Hipertensão Pulmonar Importante por Esquistossomose. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e2023373.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Castillo, José Maria Del; Oliveira, Katarina Barros de; Travassos, Rafael Ricardo de Oliveira; Bandeira, Ângela Maria Pontes; Silveira, Carlos Antônio da Mota; Brindeiro Filho, Djair. Evolução de Longo Prazo de Pacientes com Hipertensão Pulmonar Importante por Esquistossomose. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e2023373, maio. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Castillo, J. M. D., Oliveira, K. B. , Travassos, R. R. O., Bandeira, M. P., Silveira, C. A. M., & Brindeiro Filho, D. (2023). Evolução de Longo Prazo de Pacientes com Hipertensão Pulmonar Importante por Esquistossomose. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e2023373.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Castillo, José Maria Del and Oliveira, Katarina Barros de and Travassos, Rafael Ricardo de Oliveira and Bandeira, Ângela Maria Pontes and Silveira, Carlos Antônio da Mota and Brindeiro Filho, Djair. Evolução de Longo Prazo de Pacientes com Hipertensão Pulmonar Importante por Esquistossomose. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e2023373. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/evolucao-de-longo-prazo-de-pacientes-com-hipertensao-pulmonar-importante-por-esquistossomose/>. ISSN 2318-8219

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Brindeiro Filho D, Castillo JMD, Granja FAA. Pericardite Constritiva Importante em Paciente com Esquistossomose: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e2023378.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Brindeiro Filho, Djair; Castillo, José Maria Del; Granja, Fábio Antonio Amando. Pericardite Constritiva Importante em Paciente com Esquistossomose: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e2023378, maio. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Brindeiro Filho, D., Castillo, J. M. D., & Granja, F. A. A. (2023). Pericardite Constritiva Importante em Paciente com Esquistossomose: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e2023378.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Brindeiro Filho, Djair and Castillo, José Maria Del and Granja, Fábio Antonio Amando. Pericardite Constritiva Importante em Paciente com Esquistossomose: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e2023378. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/pericardite-constritiva-importante-em-paciente-com-esquistossomose-relato-de-caso/>. ISSN 2318-8219

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Otto MEB, Esmanhoto VA, Correia EB, Murta ACS, Bruscky LVR, Vilela AA, Paladino Filho AT, et al. Congestão Pulmonar em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida: Comparação Entre o Ultrassom de Pulmão e o Dispositivo Dielétrico Remoto. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230027.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Otto, Maria Estefânia Bosco; Esmanhoto, Vanessa Andreoli; Correia, Edileide de Barros; Murta, Ana Cristina de Souza; Bruscky, Larissa Ventura Ribeiro; Vilela, Andrea de Andrade; Paladino Filho, Antonio Tito; Assef, Jorge Eduardo. Congestão Pulmonar em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida: Comparação Entre o Ultrassom de Pulmão e o Dispositivo Dielétrico Remoto. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230027, maio. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Otto, M. E. B., Esmanhoto, V. A., Correia, E. B., Murta, A. C. S., Bruscky, L. V. R., Vilela, A. A., Paladino Filho, A. T., & Assef, J. E. (2023). Congestão Pulmonar em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida: Comparação Entre o Ultrassom de Pulmão e o Dispositivo Dielétrico Remoto. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230027.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Otto, Maria Estefânia Bosco and Esmanhoto, Vanessa Andreoli and Correia, Edileide de Barros and Murta, Ana Cristina de Souza and Bruscky, Larissa Ventura Ribeiro and Vilela, Andrea de Andrade and Paladino Filho, Antonio Tito and Assef, Jorge Eduardo. Congestão Pulmonar em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida: Comparação Entre o Ultrassom de Pulmão e o Dispositivo Dielétrico Remoto. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230027. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/congestao-pulmonar-em-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-reduzida-comparacao-entre-o-ultrassom-de-pulmao-e-o-dispositivo-dieletrico-remoto/>. ISSN 2318-8219

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Gomes KEB, Sanvesso EK, Joviliano EE, Ribeiro MS, Zampieri EHS. Fístula Aortocaval: Uma Complicação Rara do Aneurisma de Aorta Abdominal Roto. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e369.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gomes, Karoline Evelyn Barbosa; Sanvesso, Eduardo Koltun; Joviliano, Edwaldo Edner; Ribeiro, Maurício Serra; Zampieri, Elisa Helena Subtil. Fístula Aortocaval: Uma Complicação Rara do Aneurisma de Aorta Abdominal Roto. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e369, maio. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gomes, K. E. B., Sanvesso, E. K., Joviliano, E. E., Ribeiro, M. S., & Zampieri, E. H. S. (2023). Fístula Aortocaval: Uma Complicação Rara do Aneurisma de Aorta Abdominal Roto. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e369.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gomes, Karoline Evelyn Barbosa and Sanvesso, Eduardo Koltun and Joviliano, Edwaldo Edner and Ribeiro, Maurício Serra and Zampieri, Elisa Helena Subtil. Fístula Aortocaval: Uma Complicação Rara do Aneurisma de Aorta Abdominal Roto. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e369. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fistula-aortocaval-uma-complicacao-rara-do-aneurisma-de-aorta-abdominal-roto/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Maurer G. Como Gerenciar uma Revista de Imagem Cardiovascular? Reflexões e Ideias. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230030.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Maurer, Gerald. Como Gerenciar uma Revista de Imagem Cardiovascular? Reflexões e Ideias. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230030, maio. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Maurer, G. (2023). Como Gerenciar uma Revista de Imagem Cardiovascular? Reflexões e Ideias. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230030.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Maurer, Gerald. Como Gerenciar uma Revista de Imagem Cardiovascular? Reflexões e Ideias. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230030. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-gerenciar-uma-revista-de-imagem-cardiovascular-reflexoes-e-ideias/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Barros FS, Santos SN, Barros DS, Cunha SS, Albricker AL, Petisco ACG. Inflamação Perivascular Transitória da Artéria Carótida (TIPIC): Papel da Ultrassonografia Vascular. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230019.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barros, Fanilda Souto; Santos, Simone Nascimento dos; Barros, Daniela Souto; Cunha, Sérgio Salles; Albricker, Ana Lopes; Petisco, Ana Cláudia Gomes. Inflamação Perivascular Transitória da Artéria Carótida (TIPIC): Papel da Ultrassonografia Vascular. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230019, maio. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barros, F. S., Santos, S. N. , Barros, D. S., Cunha, S. S., Albricker, A. L., & Petisco, A. C. G. (2023). Inflamação Perivascular Transitória da Artéria Carótida (TIPIC): Papel da Ultrassonografia Vascular. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230019.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barros, Fanilda Souto and Santos, Simone Nascimento dos and Barros, Daniela Souto and Cunha, Sérgio Salles and Albricker, Ana Lopes and Petisco, Ana Cláudia Gomes. Inflamação Perivascular Transitória da Artéria Carótida (TIPIC): Papel da Ultrassonografia Vascular. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230019. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/inflamacao-perivascular-transitoria-da-arteria-carotida-tipic-papel-da-ultrassonografia-vascular/>. ISSN 2318-8219

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