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  2. Palavra-chave: Valva Tricúspide
Como Eu Faço a Avaliação Padronizada da Valva Tricúspide: Uma Análise Contemporânea
ABCIC
Review Article

Como Eu Faço a Avaliação Padronizada da Valva Tricúspide: Uma Análise Contemporânea

Halsted Alarcão Gomes Pereira da Silva et al. Alexandre Costa Souza Adenalva Beck

Resumo

A insuficiência tricúspide (IT) permanece uma das valvopatias mais frequentes na prática ecocardiográfica. Casos classificados como discretos geralmente não necessitam de investigação adicional ou tratamento específico. Já as valvopatias moderadas e importantes requerem avaliação anatômica e etiológica mais aprofundada, a fim de melhor compreender o mecanismo fisiopatológico.

A análise ecocardiográfica bidimensional é o exame inicial de escolha e deve ser realizada de forma protocolada, com identificação individual das cúspides, utilizando as principais janelas do ecocardiograma transtorácico (ETT). A descrição de parâmetros complementares — como função sistólica do ventrículo direito (VD), deformação miocárdica por strain longitudinal, diâmetros e volumes das câmaras direitas e estimativa das pressões pulmonares — orienta o cardiologista quanto às possíveis estratégias terapêuticas e fornece informações prognósticas relevantes.

Nesse contexto, a diretriz da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC) de 2025 reforça a importância de uma avaliação padronizada e abrangente da valva tricúspide e de suas repercussões hemodinâmicas. Grande parte dessa análise pode ser realizada pelo ETT bidimensional, amplamente disponível na prática clínica.

  • Hipertensão Pulmonar
  • Insuficiência da Valva Tricúspide
  • Valva Tricúspide
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24/07/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260034 Visualizações 1
Figura Central
ABCIC
Review Article

Valva Tricúspide: Fundamentos Anatômicos e Critérios de Seleção de Pacientes para Intervenções Estruturais Transcateter

Alexandre Costa Souza et al. Halsted Alarcão Gomes Pereira da Silva Alex dos Santos Felix

Resumo

A insuficiência tricúspide vem sendo reconhecida como entidade clínica relevante, com impacto direto na morbidade e mortalidade. Avanços recentes na imagem cardiovascular multimodal permitiram avaliação anatômica e funcional mais detalhada do aparelho tricúspide, orientando a indicação e o planejamento de intervenções transcateter. Revisar os fundamentos anatômicos da valva tricúspide e discutir critérios ecocardiográficos e clínicos para seleção de candidatos a terapias transcateter. Revisão narrativa sobre a variabilidade anatômica da valva tricúspide e de seu aparelho subvalvar, incorporando recomendações recentes de sociedades de ecocardiografia e evidências clínicas. Ênfase especial foi dada à ecocardiografia tridimensional, ao ecocardiograma transesofágico e à tomografia computadorizada para caracterização morfológica e funcional da insuficiência tricúspide. Evidências contemporâneas demonstram que até 45% dos pacientes apresentam morfologias não clássicas (valvas quadricúspides ou pentacúspides), com repercussão na viabilidade e nos resultados do reparo borda a borda. A integração da ecocardiografia tridimensional aprimora a acurácia na graduação da gravidade da regurgitação, possibilita mensuração precisa da área da vena contracta e auxilia na decisão quanto à escolha do dispositivo. Fatores clínicos como função ventricular direita, pressão sistólica da artéria pulmonar e presença de dispositivos intracardíacos também influenciam a seleção dos pacientes. A seleção adequada de candidatos para terapias transcateter da valva tricúspide requer abordagem sistemática com uso integrado de métodos de imagem e parâmetros clínicos. A caracterização ecocardiográfica detalhada da morfologia dos folhetos, da falha de coaptação e da geometria do anel é fundamental para o planejamento do procedimento, escolha do dispositivo e previsão de desfechos.

  • Ecocardiografia Transesofagiana
  • Ecocardiografia Tridimensional
  • Insuficiência da Valva Tricúspide
  • Valva Tricúspide
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16/12/2025 DOI: 10.36660/abcimg.20250064 Visualizações 2
Figura Central
ABCIC
Artigo Original

Classificação do Tamanho da Comunicação Interatrial Segundo Parâmetros Ecocardiográficos e Sua Associação com o Quadro Clínico Em Pediatria

Lívia de Castro Ribeiro et al. Rose Mary Ferreira Lisboa da Silva Henrique de Assis Fonseca Tonelli Adriana Furletti Machado Guimarães … Fátima Derlene da Rocha Araújo Zilda Maria Alves Meira Sandra Regina Tolentino Castilho Alan Alvarez Conde Lícia Campos Valadares

Resumo

Fundamento

Há poucos estudos que utilizam medidas ecocardiográficas lineares para classificação do tamanho da Comunicação Interatrial (CIA).

Objetivos

Investigar relação entre repercussão hemodinâmica da CIA e medidas da relação do diâmetro da CIA (MI/CIA) com diâmetro do anel mitral, bem como o diâmetro do septo interatrial (CIA/septo) e descrever pontos de corte que permitam classificar o tamanho do defeito.

Métodos

Estudo observacional, prospectivo, transversal, incluindo participantes com idade entre 1 mês e 18 anos, diagnosticados com CIA isolada. Repercussão hemodinâmica foi quantificada pela avaliação clínica, Z-escore do anel tricúspide (AT), avaliação subjetiva da dilatação de câmaras direitas, relação entre fluxos sistêmico e pulmonar (QP/QS) à ecocardiografia e estudada sua associação com medidas CIA/septo e MI/CIA. Um valor de p < 0,05 foi considerado estatisticamente significante.

Resultados

Trinta e cinco participantes, média de idade 6,3 anos, 69% feminino, média da CIA 13,5 mm. Houve correlação entre MI/CIA com a classificação clínica da CIA (Pearson:-0,61; p < 0,001), CIA/septo (Pearson:-0,80; p < 0,001), QP/QS (-0,76; p < 0,001). Houve correlação de CIA/septo com a classificação clínica da CIA (Pearson:0,56; p < 0,001), QP/QS (0,63; p = 0,001), avaliação subjetiva de câmaras direitas (0,62; p < 0,001) e fraca correlação com Z-escore do AT (0,35; p = 0,04). Pela curva de operação característica para variável estável de classificação da CIA, com base no tamanho subjetivo de câmaras direitas, revelou uma área de 0,85 para a razão CIA/septo (p = 0,001). O ponto de corte de 0,27 para CIA grande apresentou sensibilidade de 85%, especificidade de 86,7%, valor preditivo positivo (VPP) de 86%, negativo de 85,2%, razão de verossimilhança positiva de 6,39.

Conclusões

CIA/septo associou-se à repercussão hemodinâmica da CIA e mostrou-se útil na detecção de CIA grande.

  • Comunicação Interatrial
  • ecocardiografia
  • Septo Interatrial
  • Valva Tricúspide
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15/05/2025 DOI: 10.36660/abcimg.20240089 Visualizações 1
Primeiros Implantes Percutâneos Ortotópicos da Valva Tricúspide com o Dispositivo LuX-Valve Plus na América Latina: Relato dos Três Primeiros Casos
ABCIC
Artigo Original

Primeiros Implantes Percutâneos Ortotópicos da Valva Tricúspide com o Dispositivo LuX-Valve Plus na América Latina: Relato dos Três Primeiros Casos

Fernanda Esteves et al. Vinícius Esteves Marcio Mendes Pereira Frederico José Neves Mancuso … Marden Tebet Sergio Kreimer Edmur Carlos de Araújo Francisco Monteiro de Almeida Magalhães

Resumo

Fundamento:

A insuficiência tricúspide (IT) grave está associada a alta morbimortalidade, especialmente em pacientes com contraindicação cirúrgica. A substituição transcateter da valva tricúspide surgiu como alternativa minimamente invasiva para essa população, sendo o LuX-Valve Plus um dispositivo projetado para implantação ortotópica via transjugular.

Objetivo:

Relatar os três primeiros casos na América Latina de substituição transcateter da valva tricúspide com o dispositivo LuX-Valve Plus, avaliando a viabilidade, segurança e os desfechos clínicos imediatos.

Métodos:

Foram incluídas três pacientes do sexo feminino com IT torrencial e alto risco cirúrgico. A avaliação pré-procedimento incluiu ecocardiogramas transtorácico e transesofágico tridimensional (ETE 3D), tomografia computadorizada e cateterismo cardíaco. O procedimento foi realizado por acesso transjugular, sob anestesia geral, com orientação por ETE 3D e fluoroscopia. A eficácia do implante foi avaliada pela resolução da IT, gradiente transprotético e complicações pós-procedimento.

Resultados:

Os implantes foram bem-sucedidos em todos os casos, com resolução completa da regurgitação tricúspide, ausência de leaks paravalvulares e gradiente transprotético adequado. A função ventricular direita foi preservada, e todas as pacientes receberam alta entre 3 e 4 dias após o procedimento, sem complicações significativas.

Conclusão:

A substituição transcateter da valva tricúspide com o LuX-Valve Plus demonstrou ser uma alternativa viável e segura para pacientes com IT grave e alto risco cirúrgico. O uso do ETE 3D foi essencial no planejamento e execução do implante. Estudos adicionais são necessários para avaliar a durabilidade e os desfechos clínicos em longo prazo.

  • Ecocardiografia Transesofagiana
  • Insuficiência da Valva Tricúspide
  • Substituição da Valva Aórtica Transcateter Tricúspide
  • Valva Tricúspide
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28/03/2025 DOI: 10.36660/abcimg.20240124 Visualizações 1
Figura 1
ABCIC
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Como Eu Faço Ecocardiografia Tridimensional para Classificação Fisiopatológica da Regurgitação Tricúspide

Alex dos Santos Felix et al. Monica Luiza de Alcantara Konstantinos Papadopoulos

Introdução

Embora conhecida no passado como a “valva esquecida”, nas duas últimas décadas houve um interesse crescente no estudo da valva tricúspide (VT). A regurgitação tricúspide (RT) tem sido identificada como um marcador prognóstico não apenas quando associada a outras doenças cardíacas, como insuficiência cardíaca, regurgitação mitral ou estenose aórtica, – mas também como uma entidade isolada. Compreender os mecanismos fisiopatológicos desta doença é de suma importância, pelo desenvolvimento de novas opções de dispositivos e técnicas transcateter, oferecendo tratamento invasivo para pacientes de alto risco para os quais a intervenção cirúrgica não seria adequada.

É difícil obter imagens da VT na ecocardiografia transesofágica pelos seguintes motivos: 1) os folhetos são muito mais finos em comparação com os folhetos mitrais, com maior variabilidade anatômica; 2) é uma estrutura anterior, distante do esôfago, com sombra acústica do esqueleto fibroso do coração; e 3) não pode ser alinhado com a sonda esofágica para adquirir imagens en face e requer o uso de resolução lateral. Essas restrições podem limitar a capacidade da ecocardiografia transesofágica tradicional de avaliar a TV, tornando-se necessário complementar a avaliação com janelas especiais do esôfago inferior e transgástricas. Diferentemente de outras valvas cardíacas, as imagens da VT obtidas por ecocardiografia transtorácica costumam ter melhor resolução do que as imagens obtidas pela ecocardiografia transesofágica. Embora todos os protocolos comecem com a avaliação bidimensional (2D) da VT, a ecocardiografia tridimensional (3D) desempenha um papel importante na avaliação das doenças da VT, não apenas por sua capacidade de retratar com precisão a anatomia da valva e do aparelho subvalvar, mas também pela sua acurácia na quantificação dos volumes e da função do ventrículo direito (VD) e do átrio direito, bem como da análise funcional da disfunção valvar, especialmente para graduar a RT e avaliar a dinâmica do anel tricúspide por meio de software dedicado. Todas essas informações são de importância inigualável para o manejo do paciente e o planejamento pré-procedimento em abordagens cirúrgicas e transcateter.

[…]

  • Ecocardiografia Tridimensiona
  • Insuficiência da Valva Tricúspide
  • Valva Tricúspide
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30/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230055 Visualizações 3
ABCIC
Editorial

Visão do Clínico na Insuficiência Tricúspide: O que Eu Preciso Saber? Quando Intervir?

Tiago Bignoto

A disfunção da valva tricúspide durante muito tempo foi considerada uma situação clínica benigna, mas com o avanço dos métodos diagnósticos por imagem e uma melhor estratificação clínica dos pacientes portadores de cardiopatia estrutural, a adequada classificação de uma regurgitação tricúspide passou a ser fundamental na tomada de decisão em um ambiente de Heart Team.

A primeira avaliação a ser levada em consideração é a etiologia da disfunção. Tendo baixa prevalência, a etiologia primária, principalmente por causas reumáticas e congênitas, tem seu fluxograma de intervenção bem estabelecido, baseado principalmente na presença de sintomas ou repercussão hemodinâmica do lado direito do coração.

[…]

  • Doença das Valvas Cardíacas
  • Insuficiência da Valva Tricúspide
  • Valva Tricúspide
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24/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230005 Visualizações 2
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Como Eu Faço a Avaliação Pós-Intervenções Tricúspides: Dicas e Truques

Bruna Morhy Borges Leal Assunção et al. Arthur Cortez Gonçalves Lucas Velloso Dutra Renata de Sá Cassar

A regurgitação tricúspide (RT) importante está associada à alta morbidade e mortalidade. Como o tratamento cirúrgico da RT isolada tem sido associado à alta mortalidade, as intervenções transcateter na valva tricúspide (VT) têm sido utilizadas para o seu tratamento, com risco relativamente mais baixo. Há um atraso na intervenção da RT e provavelmente está relacionado a uma compreensão limitada da anatomia da VT e do ventrículo direito, além da subestimação da gravidade da RT. Nesse cenário, faz-se necessário o conhecimento anatômico abrangente da VT, a fisiopatologia envolvida no mecanismo de regurgitação, assim como a sua graduação mais precisa. A VT tem peculiaridades anatômica, histológica e espacial que fazem a sua avalição ser mais complexa, quando comparado à valva mitral, sendo necessário o conhecimento e treinamento nas diversas técnicas ecocardiográficas que serão utilizadas frequentemente em combinação para uma avaliação precisa.

Esta revisão descreverá a anatomia da VT, o papel do ecocardiograma no diagnóstico, graduação e fisiopatologia envolvida na RT, as principais opções atuais de tratamento transcateter da RT e a avaliação do resultado após intervenção transcateter por meio de múltiplas modalidades ecocardiográficas.

  • Regurgitação tricúspide
  • transcateter
  • Valva Tricúspide
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07/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230006 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Silva HAGP, Souza AC, Beck A. Como Eu Faço a Avaliação Padronizada da Valva Tricúspide: Uma Análise Contemporânea. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(2):e20260034.

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Silva, Halsted Alarcão Gomes Pereira da; Souza, Alexandre Costa; Beck, Adenalva. Como Eu Faço a Avaliação Padronizada da Valva Tricúspide: Uma Análise Contemporânea. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 2, e20260034, jul. 2026.

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Silva, H. A. G. P. , Souza, A. C., & Beck, A. (2026). Como Eu Faço a Avaliação Padronizada da Valva Tricúspide: Uma Análise Contemporânea. ABC Imagem Cardiovascular, 39(2), e20260034.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Halsted Alarcão Gomes Pereira da and Souza, Alexandre Costa and Beck, Adenalva. Como Eu Faço a Avaliação Padronizada da Valva Tricúspide: Uma Análise Contemporânea. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 2, [citado 2026-10-14], e20260034. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-a-avaliacao-padronizada-da-valva-tricuspide-uma-analise-contemporanea/>. ISSN 2318-8219

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Souza AC, Silva HAGP, Felix AS. Valva Tricúspide: Fundamentos Anatômicos e Critérios de Seleção de Pacientes para Intervenções Estruturais Transcateter. ABC Imagem Cardiovascular 2025;38(3):e20250064.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Souza, Alexandre Costa; Silva, Halsted Alarcão Gomes Pereira da; Felix, Alex dos Santos. Valva Tricúspide: Fundamentos Anatômicos e Critérios de Seleção de Pacientes para Intervenções Estruturais Transcateter. ABC Imagem Cardiovascular, v. 38, n. 3, e20250064, dez. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Souza, A. C., Silva, H. A. G. P. , & Felix, A. S. (2025). Valva Tricúspide: Fundamentos Anatômicos e Critérios de Seleção de Pacientes para Intervenções Estruturais Transcateter. ABC Imagem Cardiovascular, 38(3), e20250064.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Souza, Alexandre Costa and Silva, Halsted Alarcão Gomes Pereira da and Felix, Alex dos Santos. Valva Tricúspide: Fundamentos Anatômicos e Critérios de Seleção de Pacientes para Intervenções Estruturais Transcateter. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2025, vol. 38, n. 3, [citado 2026-10-14], e20250064. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/valva-tricuspide-fundamentos-anatomicos-e-criterios-de-selecao-de-pacientes-para-intervencoes-estruturais-transcateter/>. ISSN 2318-8219

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Ribeiro LC, Silva RMFL, Tonelli HAF, Guimarães AFM, Araújo FDR, Meira ZMA, Castilho SRT, et al. Classificação do Tamanho da Comunicação Interatrial Segundo Parâmetros Ecocardiográficos e Sua Associação com o Quadro Clínico Em Pediatria. ABC Imagem Cardiovascular 2025;38(2):e20240089.

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Ribeiro, Lívia de Castro; Silva, Rose Mary Ferreira Lisboa da; Tonelli, Henrique de Assis Fonseca; Guimarães, Adriana Furletti Machado; Araújo, Fátima Derlene da Rocha; Meira, Zilda Maria Alves; Castilho, Sandra Regina Tolentino; Conde, Alan Alvarez; Valadares, Lícia Campos. Classificação do Tamanho da Comunicação Interatrial Segundo Parâmetros Ecocardiográficos e Sua Associação com o Quadro Clínico Em Pediatria. ABC Imagem Cardiovascular, v. 38, n. 2, e20240089, maio. 2025.

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Ribeiro, L. C., Silva, R. M. F. L. , Tonelli, H. A. F., Guimarães, A. F. M., Araújo, F. D. R., Meira, Z. M. A., Castilho, S. R. T., Conde, A. A., & Valadares, L. C. (2025). Classificação do Tamanho da Comunicação Interatrial Segundo Parâmetros Ecocardiográficos e Sua Associação com o Quadro Clínico Em Pediatria. ABC Imagem Cardiovascular, 38(2), e20240089.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ribeiro, Lívia de Castro and Silva, Rose Mary Ferreira Lisboa da and Tonelli, Henrique de Assis Fonseca and Guimarães, Adriana Furletti Machado and Araújo, Fátima Derlene da Rocha and Meira, Zilda Maria Alves and Castilho, Sandra Regina Tolentino and Conde, Alan Alvarez and Valadares, Lícia Campos. Classificação do Tamanho da Comunicação Interatrial Segundo Parâmetros Ecocardiográficos e Sua Associação com o Quadro Clínico Em Pediatria. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2025, vol. 38, n. 2, [citado 2026-10-14], e20240089. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/classificacao-do-tamanho-da-comunicacao-interatrial-segundo-parametros-ecocardiograficos-e-sua-associacao-com-o-quadro-clinico-em-pediatria/>. ISSN 2318-8219

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Esteves F, Esteves V, Pereira MM, Mancuso FJN, Tebet M, Kreimer S, Araújo EC, et al. Primeiros Implantes Percutâneos Ortotópicos da Valva Tricúspide com o Dispositivo LuX-Valve Plus na América Latina: Relato dos Três Primeiros Casos. ABC Imagem Cardiovascular 2025;38(1):e20240124.

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Esteves, Fernanda; Esteves, Vinícius; Pereira, Marcio Mendes; Mancuso, Frederico José Neves; Tebet, Marden; Kreimer, Sergio; Araújo, Edmur Carlos de; Magalhães, Francisco Monteiro de Almeida. Primeiros Implantes Percutâneos Ortotópicos da Valva Tricúspide com o Dispositivo LuX-Valve Plus na América Latina: Relato dos Três Primeiros Casos. ABC Imagem Cardiovascular, v. 38, n. 1, e20240124, mar. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Esteves, F., Esteves, V., Pereira, M. M., Mancuso, F. J. N., Tebet, M., Kreimer, S., Araújo, E. C. , & Magalhães, F. M. A. (2025). Primeiros Implantes Percutâneos Ortotópicos da Valva Tricúspide com o Dispositivo LuX-Valve Plus na América Latina: Relato dos Três Primeiros Casos. ABC Imagem Cardiovascular, 38(1), e20240124.

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Esteves, Fernanda and Esteves, Vinícius and Pereira, Marcio Mendes and Mancuso, Frederico José Neves and Tebet, Marden and Kreimer, Sergio and Araújo, Edmur Carlos de and Magalhães, Francisco Monteiro de Almeida. Primeiros Implantes Percutâneos Ortotópicos da Valva Tricúspide com o Dispositivo LuX-Valve Plus na América Latina: Relato dos Três Primeiros Casos. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2025, vol. 38, n. 1, [citado 2026-10-14], e20240124. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/primeiros-implantes-percutaneos-ortotopicos-da-valva-tricuspide-com-o-dispositivo-lux-valve-plus-na-america-latina-relato-dos-tres-primeiros-casos/>. ISSN 2318-8219

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Felix AS, Alcantara ML, Papadopoulos K. Como Eu Faço Ecocardiografia Tridimensional para Classificação Fisiopatológica da Regurgitação Tricúspide. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230055.

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Felix, Alex dos Santos; Alcantara, Monica Luiza de; Papadopoulos, Konstantinos. Como Eu Faço Ecocardiografia Tridimensional para Classificação Fisiopatológica da Regurgitação Tricúspide. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230055, jun. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Felix, A. S., Alcantara, M. L. , & Papadopoulos, K. (2023). Como Eu Faço Ecocardiografia Tridimensional para Classificação Fisiopatológica da Regurgitação Tricúspide. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230055.

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Felix, Alex dos Santos and Alcantara, Monica Luiza de and Papadopoulos, Konstantinos. Como Eu Faço Ecocardiografia Tridimensional para Classificação Fisiopatológica da Regurgitação Tricúspide. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230055. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-ecocardiografia-tridimensional-para-classificacao-fisiopatologica-da-regurgitacao-tricuspide/>. ISSN 2318-8219

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Bignoto T. Visão do Clínico na Insuficiência Tricúspide: O que Eu Preciso Saber? Quando Intervir?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2023;36(1):e20230005.

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Bignoto, Tiago. Visão do Clínico na Insuficiência Tricúspide: O que Eu Preciso Saber? Quando Intervir?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 36, n. 1, e20230005, mar. 2023.

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Bignoto, T. (2023). Visão do Clínico na Insuficiência Tricúspide: O que Eu Preciso Saber? Quando Intervir?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 36(1), e20230005.

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Bignoto, Tiago. Visão do Clínico na Insuficiência Tricúspide: O que Eu Preciso Saber? Quando Intervir?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230005. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/visao-do-clinico-na-insuficiencia-tricuspide-o-que-eu-preciso-saber-quando-intervir/>. ISSN 2318-8219

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Assunção BMBL, Gonçalves AC, Dutra LV, Cassar RS. Como Eu Faço a Avaliação Pós-Intervenções Tricúspides: Dicas e Truques. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(1):e20230006.

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Assunção, Bruna Morhy Borges Leal; Gonçalves, Arthur Cortez; Dutra, Lucas Velloso; Cassar, Renata de Sá. Como Eu Faço a Avaliação Pós-Intervenções Tricúspides: Dicas e Truques. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 1, e20230006, mar. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Assunção, B. M. B. L., Gonçalves, A. C., Dutra, L. V., & Cassar, R. S. (2023). Como Eu Faço a Avaliação Pós-Intervenções Tricúspides: Dicas e Truques. ABC Imagem Cardiovascular, 36(1), e20230006.

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Assunção, Bruna Morhy Borges Leal and Gonçalves, Arthur Cortez and Dutra, Lucas Velloso and Cassar, Renata de Sá. Como Eu Faço a Avaliação Pós-Intervenções Tricúspides: Dicas e Truques. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230006. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-a-avaliacao-pos-intervencoes-tricuspides-dicas-e-truques/>. ISSN 2318-8219

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