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ABC
Relato de Caso

Uso de Stent Recoberto Manualmente com Tegaderm em Perfurações Vasculares: Relato de Série de Casos

Alexandre Damiani Azmus et al. Antônio Carlo Klug Cogo Luis Manuel Rodriguez Oyuela João Vitor Slaviero … Andre Luiz Langer Manica Eduardo Mascarenhas Azevedo

Introdução

A perfuração coronariana durante intervenção coronariana percutânea (ICP) representa uma complicação rara, porém potencialmente letal, cuja incidência é estimada em 0,2% a 0,6% das angioplastias.

Os fatores de risco incluem idade avançada, cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) prévia, doença coronariana complexa, tortuosidade, calcificação ou presença de oclusões totais crônicas. A classificação de Ellis permanece amplamente utilizada para definir gravidade e orientar conduta.

[…]

  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Relatos de Caso
  • Stents
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07/08/2026 DOI: 10.36660/abc.20250834 Views 1
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

Implante de Stent Pós-Dilatável em Coartação da Aorta por Acesso Carotídeo em Recém-Nascido com Anomalia de Ebstein: Relato de Caso

Jonathan Guimarães Lombardi et al. Paulo Correia Calamita Orlando Carlos Barbosa Mayra Rosana Palmeira Barreto Giulliano Gardenghi

Introdução

A anomalia de Ebstein é uma cardiopatia congênita complexa que ocorre em um a cada 200 000 nascidos vivos. Sua associação com lesões obstrutivas do lado esquerdo é condição rara e de difícil manejo clínico e cirúrgico. Neste relato de caso, apresentamos um paciente recém-nascido com anomalia de Ebstein associada à estenose supra valvar mitral e coartação da aorta (CoA), que foi submetido a cateterismo cardíaco para implante de stent pós-dilatável no istmo aórtico por via carotídea.

[…]

  • Anomalia de Ebstein
  • Cateterismo Cardíaco
  • Coartação Aórtica
  • Recém-Nascido
  • Stents
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04/03/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20250085 Views 8
ABC
Editorial

Abordando as Disparidades de Gênero nos Cuidados Cardiovasculares: Orientações das Diretrizes para ICP em Mulheres e o Enigma de Hua-Mulan

Pedro Guimarães Silva et al. Henrique Barbosa Ribeiro

O impacto das doenças cardiovasculares (DCV) não é distribuido uniformemente na população. Ainda que fatores biológicos contribuem para sua prevalência, questões sociais, culturais, econômicas, ambientais e de gênero também são elementos determinantes para a condução e tratamento da doença isquêmica do coração (DIC).–Apesar dos avanços significativos nos cuidados cardiovasculares e no campo das intervenções coronárias percutâneas (ICP), disparidades entre gêneros ainda persistem nos campos de diagnóstico acesso a recursos e tratamento das DCV.

De acordo com o relatório de 2019 da Global Burden of Disease (GBD) Networkas DCV foram responsáveis por 35% de todas as mortes femininas no mundo, com impacto particularmente pronunciado em países em desenvolvimento, onde barreiras socioeconômicas dificultam o acesso a cuidados de saúde adequados.No Brasil, os dados da GBD revelaram que 12% das mortes foram atribuídas à DIC, compreendendo 32,3% do total de mortes relacionadas a DCV. Embora tenha havido melhoras relvantes nos últimos anos, as mulheres continuam a apresentar taxas de mortalidade relacionadas à DIC (29,9%) um pouco maiores em comparação aos homens (27,6%).Essas estatísticas ressaltam a necessidade urgente de estratégias direcionadas para abordar as desigualdades de gênero e os determinantes mais amplos da saúde no tratamento de DCV.,

[…]

  • Doença das Coronárias
  • Equidade de Gênero
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Stents
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28/02/2025 DOI: 10.36660/abc.20240824
ABC
Editorial

Infarto Agudo do Miocárdico: Precisamos de Marcadores para Lesão de Microcirculação? E a Relação Fibrinogênio/Albumina Seria a Resposta?

Ricardo Wang et al. Fernando Carvalho Neuenschwander

O infarto agudo do miocárdio (IAM) é a principal causa de morte no mundo, e a segunda causa de morte no Brasil. O maior avanço no seu tratamento foi a terapia de reperfusão, seja ela medicamentosa, através do uso de fibrinolíticos ou por angioplastia coronariana com implante de stents. Este último, além da superioridade na qualidade da reperfusão, tem se demostrado ser tempo sensível, quão mais precoce a intervenção maior é a redução nos desfechos cardiovasculares, tanto no contexto da Síndrome Coronariana Aguda sem Supra do Segmento ST e principalmente com elevação do segmento ST.

No contexto do IAM com supra do segmento ST (IAMCSST), o tempo entre os sintomas e a reperfusão pela angioplastia primária, é considerado o principal redutor de morte cardiovascular, levando a preservação da função ventricular e recuperação mais precoce.

[…]

  • Albumina
  • Fenômeno de Não Refluxo
  • Fibrinolíticos
  • Infarto Do Miocárdio
  • Mortalidade
  • Reperfusão Miocárdica
  • Stents
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04/03/2024 DOI: 10.36660/abc.20230809
Figura 1
ABC
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Um Stent Mal Colocado na Artéria Septal Perfurante: Fístula Ventricular Direita, Hematoma do Septo Interventricular e Obstrução da Via de Saída do Ventrículo Direito

Melik Demir et al. Murat Gök Muhammet Gürdoğan Osman Kula … Fethi Emre Ustabaşıoğlu Kenan Yalta

Resumo

As fístulas coronário-camerais, embora consideradas em sua maioria como entidades congênitas, também têm sido encontradas como complicações de grandes traumas e intervenções coronárias percutâneas (ICPs). Por outro lado, o hematoma do septo interventricular (SIV) pode potencialmente surgir principalmente durante intervenções de oclusão total crônica retrógrada (OTC) e tem um curso benigno nesse contexto. Aqui, descrevemos uma complicação desafiadora da ICP (e sua estratégia de manejo) apresentando hematoma do SIV, fístula ventricular direita e obstrução da via de saída do ventrículo direito (VSVD) devido a um stent coronário mal implantado na artéria septal perfurante (ASP).

  • Comunicação Interventricular / complicações
  • Embolização Terapêutica
  • fístula vascular
  • Obstrução do Fluxo Ventricular
  • Pontuação de Propensão
  • Stents
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04/09/2023 DOI: 10.36660/abc.20220901
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

Stent Expansível em Via Aérea: Sucesso na Abordagem de Compressão Brônquica Extrínseca Após Reconstrução do Arco Aórtico

Camila Magalhães Silva et al. Adriana Furletti Machado Guimarães Ricardo Wang Carla Maria Silva e Alves Edmundo Clarindo Oliveira

Introdução

A interrupção do arco aórtico é uma cardiopatia congênita rara, cuja correção cirúrgica geralmente requer reconstrução do arco aórtico. Essa intervenção pode causar distorção do espaço aortopulmonar e resultar em compressão brônquica com consequente atelectasia pulmonar e dependência de assistência ventilatória. As opções terapêuticas mais utilizadas para descompressão brônquica nem sempre são suficientes para possibilitar expansão pulmonar. Relatamos um caso de implante de stent brônquico endoluminal em um lactente que, no pós-operatório de correção de interrupção do arco aórtico, desenvolveu atelectasia total do pulmão esquerdo secundária a compressão brônquica, sem resposta após aortopexia posterior.

[…]

  • Manuseio das Vias Aéreas
  • Pediatria
  • Serviço Hospitalar de Cardiologia
  • Stents
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27/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230023
Figura 1
ABC
Artigo Original

Fenótipo Inflamatório por Imagem de OCT Coronária: Características Específicas Entre Lesões De Novo, Hiperplasia Intimal e Neoaterosclerose Intra-Stent

Luiz Fernando M Pinheiro et al. Stefano Garzon José Mariani Jr. Guy F. Almeida Prado … Adriano Mendes Caixeta Breno Oliveira Almeida Pedro Alves Lemos

Resumo

Fundamento

A estenose coronária pode ser causada por de novo aterosclerose, reestenose intra-stent e neoaterosclerose intra-stent, três entidades que se desenvolvem a partir de diversos meios fisiopatológicos.

Objetivos

Este estudo tem como objetivo investigar, por meio da tomografia de coerência óptica (OCT), se as lesões coronarianas relacionadas a esses processos diferem em seu perfil inflamatório local.

Métodos

Análise retrospectiva de pacientes com lesões coronárias diagnosticadas ou suspeitas que realizaram exames de OCT por motivos clínicos. Macrófagos e neovascularização intraplaca foram avaliados por OCT e utilizados como marcadores de inflamação local. O nível de significância < 0,05 foi adotado como estatisticamente significante.

Resultados

Das 121 lesões, 74 eram de novo , 29 eram reestenose e 18 eram neoaterosclerose. Neovascularização foi encontrada em 65,8% das de novo , 10,3% na reestenose e 94,4% na neoaterosclerose (p<0,01 para todos). O volume de neovascularização foi diferente entre os tipos de lesão (950 vs. 0 vs. 6.220, respectivamente [valores medianos em 1000 x µm 3 /mm]; p<0,01 para todos), sendo significativamente maior na neoaterosclerose e menor na reestenose. A presença de macrófagos diferiu entre as lesões (95,9% em de novo vs. 6,9% em reestenose vs. 100% em neoaterosclerose [p<0,01 para todos]). Além disso, a intensidade da infiltração macrofágica foi diferente entre os tipos de lesão (2,5 vs. 0,0 vs. 4,5, respectivamente [valores medianos do escore de macrófagos]; p<0,01 para todos), significativamente maior na neoaterosclerose e menor na reestenose.

Conclusões

Quando comparados pela OCT coronariana, de novo , reestenose intra-stent e neoaterosclerose apresentaram fenótipos inflamatórios marcadamente diferentes.

  • Aterosclerose
  • Reestenose Coronária
  • Stents
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10/10/2022 DOI: 10.36660/abc.20220045
ABC
Editorial

Paliação Transcateter para Tetralogia de Fallot

Francisco Chamié

A Tetralogia de Fallot (TOF) é o defeito cardíaco cianótico mais comum. A principal característica morfológica da TOF é o desalinhamento do septo infundibular. O desalinhamento do septo infundibular faz com que a aorta cavalgue o septo interventricular (dextroposição) num grande defeito do septo ventricular (DSV) e promova obstrução do trato infundibular ventricular direito. A válvula pulmonar também é estenótica, e o tronco pulmonar e as artérias são, até certo ponto, hipoplásicos. A obstrução severa ao fluxo sanguíneo pulmonar (FSP) leva a uma insaturação sistêmica e, portanto, à hipóxia prolongada.

A cirurgia cardíaca aberta é a modalidade tradicional de tratamento, aumentando o trato de saída ventricular direita (RVOT), fechando o DSV, redirecionando assim a aorta para o ventrículo esquerdo, corrigindo a anatomia cardíaca e normalizando a saturação do fluxo sistêmico.

[…]

  • Cateterismo Cardíaco
  • Cianose
  • Stents
  • Tetralogia de Fallot
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25/10/2021 DOI: 10.36660/abc.20210735
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ABC
Carta Científica

A Evolução da Angioplastia Transluminal Coronariana na America Latina

Costantino Roberto Costantini et al. Rafael Michel de Macedo Marcos Antônio Denk Sergio Gustavo Tarbine … Lazaro Garcia Mario Fernando Camargo Maranhão Costantino Ortiz Costantini

Em agosto de 1979, dois anos e um mês após a realização da primeira angioplastia no mundo por Andreas Grüntzig (setembro de 1977), recebemos na Santa Casa de Misericórdia de Curitiba (SCMC) um paciente (A. S. O.) de 55 anos, sexo masculino, com quadro de angina aos esforços. O mesmo foi submetido a uma cineangiocoronariografia, que mostrou uma lesão crítica (estenose avaliada entre 75-80%), localizada no segmento proximal da artéria coronária direita (ACD). A artéria coronária esquerda (ACEsq) apresentava aspecto angiográfico normal e o ventrículo esquerdo (VE) uma hipocinesia discreta na parede inferior com a válvula mitral competente.

Surgia, então, a oportunidade de colocar em prática pela primeira vez na America Latina a técnica descrita por Grüntzig et al. Isso porque as lesões encontradas neste paciente preenchiam as características anatômicas necessárias: lesão única, curta (< 10 mm), proximal, com ausência de espasmo, concêntrica, não calcificada e indicação de cirurgia de revascularização do miocárdio. Dessa forma, após uma discussão entre a equipe clínica e o serviço de cirurgia cardiovascular, optou-se por propor ao paciente a dilatação da obstrução da ACD como tentativa de tratamento de sua insuficiência coronária.

[…]

  • Angina Pectoris
  • Angioplastia Coronária com Balão/história
  • Angioplastia Coronária com Balão/tendências
  • Cineangiografia/história
  • Evolução Clínica
  • Miocárdio/metabolismo
  • Stents
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17/05/2021 DOI: 10.36660/abc.20200927
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Artigo Original

Perfil Aterosclerótico da Artéria Carótida como Preditor de Risco para Reestenose após Implante de Stent Coronário

Cássia da Silva Antico Rodrigues et al. Rodrigo Bazan Fabrício Moreira Reis Caroline F. S. Mazeto Pupo da Silveira … Lívia Maria Severino Hueb Fábio Cardoso de Carvalho Hélio Rubens de Carvalho Nunes Katashi Okoshi João Carlos Hueb Silméia Garcia Zanati Bazan

Resumo

Fundamento:

A incidência de reestenose da artéria coronária após o implante de um stent não farmacológico é mais baixa que na angioplastia com balão; no entanto, ainda apresenta altas taxas.

Objetivo:

O objetivo deste estudo foi identificar novos indicadores de risco para reestenose de stent usando ultrassonografia das carótidas que, em conjunto com indicadores já existentes, ajudariam na escolha do stent.

Métodos:

Realizamos um estudo prospectivo transversal incluindo 121 pacientes consecutivos com doença arterial coronariana que foram submetidos à intervenção coronária percutânea com angiografia nos 12 meses anteriores. Após os casos de reestenose de stent serem identificados, os pacientes foram submetidos à ultrassonografia de carótidas para avaliar a espessura da camada íntima média e placas ateroscleróticas. Os dados foram analisados por regressão múltipla de Cox. O nível de significância foi p<0,05.

Resultados:

A idade mediana dos pacientes foi de 60 anos (1º quartil = 55, 3º quartil = 68), e 64,5% dos pacientes eram do sexo masculino. A angiografia coronária mostrou que 57 pacientes (47,1%) apresentaram reestenose de stent. Cinquenta e cinco pacientes (45,5%) apresentaram placas ateroscleróticas ecolucentes nas artérias carótidas e 54,5% apresentaram placas ecogênicas ou nenhuma placa. Dos pacientes que apresentaram placas ecolucentes, 90,9% apresentaram reestenose do stent coronário, e daqueles com placas ecogênicas ou nenhuma placa, 10,6% apresentaram reestenose de stent. A presença de placas ecolucentes nas artérias carótidas aumentou o risco de reestenose de stent coronário em 8,21 vezes (RR=8,21;IC95%: 3,58-18,82; p<0,001).

Conclusões:

A presença de placas ateroscleróticas ecolucentes na artéria carótida constitui um preditor de risco de reestenose de stent coronário e deve ser considerada na escolha do tipo de stenta ser usado na angioplastia coronária.

  • Angioplastia Coronária com Balão
  • Artérias Carótidas/ultrassonografia
  • Aterosclerose
  • Doença arterial coronariana
  • Placa Aterosclerótica
  • Reestenose Coronária
  • Stents
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16/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20190650
ABC
Carta ao Editor

Evolução Temporal da Análise de Resultados do Emprego do iFR

Maria Cristina Meira Ferreira et al. Gláucia Maria Moraes de Oliveira

Senhor Editor,

Lemos com muito interesse o minieditorial escrito pelos autores Chamié e Abzaid referente ao artigo “Avaliação de isquemia miocárdica na sala de hemodinâmica com instanataneous wave-free ratio: estudo piloto”. O minieditorial nos traduz com clareza a histórica evolução de raciocínio que devemos seguir na interpretação do estudo de fisiologia coronária na tomada de decisão terapêutica. Embora a medicina seja plena de situações binárias para resolução, como presença ou ausência de febre pelo termômetro, fica muito claro que níveis diferentes de valores referem-se a diagnósticos, prognósticos e condutas diferentes. Com relação às avaliações funcionais coronarianas, após uma enorme quantidade de estudos binários para demonstrar sua validade, recentes trials citados no minieditorial nos conduzem a uma fase onde o poder decisório clínico volta a ter peso importante e, o dissertar desta mudança de rumos ocorreu de forma brilhante pelo minieditorial. Não deixamos de relevar o raciocínio clínico e outros fatores em nosso estudo, uma vez que o preditor de colocação de stent foi iFR < 0,87 neste grupo, apesar do valor de corte estabelecido para o iFR ser 0,89, havendo uma significativa redução do emprego de stents.

[…]

  • Doença da Artéria Coronariana
  • Intervenção Coronária Percutânea/métodos
  • Isquemia Miocárdica
  • Reserva Fracionada do Fluxo do Miocárdio
  • Stents
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23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20200195
ABC
Editorial

Avaliação Fisiológica Invasiva: Do Binário ao Contínuo

Daniel Chamié et al. Alexandre Abizaid

Descrita por Pijls et al. em 1993 e embasada por extensa validação e dados clínicos robustos, a reserva de fluxo fracionado (FFR, do inglês fractional flow reserve) foi incorporada às diretrizes de revascularização miocárdica para guiar a necessidade de revascularização de estenoses angiograficamente intermediárias em pacientes com doença arterial coronária (DAC) estável.– Os argumentos mais amplos para tal decisão são: (1) a angiografia coronária, por apresentar uma complexa estrutura tridimensional como um luminograma planar, padece de conhecidas limitações,,, além de possuir alta variabilidade para quantificação da gravidade de estenoses e baixa capacidade em predizer o significado funcional de uma estenose coronária epicárdica, e (2) a revascularização de estenoses coronárias estáveis apenas com base na gravidade da redução luminal determinada pela angiografia coronária não resulta em melhora de eventos cardiovasculares adversos em comparação com o tratamento clínico otimizado ou contra a revascularização apenas de lesões funcionalmente significativas.–

A premissa central da fisiologia coronária invasiva é identificar a isquemia miocárdica com resolução espacial superior (por vaso) à dos métodos não invasivos (por território), auxiliando a seleção de estenoses (e, portanto, de pacientes) mais propensas a se beneficiarem da revascularização. No entanto, apesar dos benefícios clínicos e recomendações em diretrizes, a adoção da FFR na prática clínica permanece baixa (< 10%) na grande maioria dos laboratórios de cateterismo ao redor do globo. Custo, acréscimo de tempo ao procedimento, desconforto dos pacientes ao estímulo hiperêmico ou contra-indicações à utilização da adenosina, bem como dificuldades de interpretação dos traçados fisiológicos em algumas situações anatômicas (p. ex. lesões em série/difusas) são algumas das explicações para a baixa adoção da FFR.

[…]

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  • Isquemia Miocárdica
  • Reserva Fraccionada de Fluxo Miocárdio
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20/03/2020 DOI: 10.36660/abc.20200054
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ABC
Artigo Original

Avaliação de Isquemia Miocárdica na Sala de Hemodinâmica com iFR Instantaneous Wave-Free Ratio: Estudo Piloto

Heitor Cruz Alves Vieira et al. Maria Cristina Meira Ferreira Leonardo Cruz Nunes Carlos José Francisco Cardoso … Emilia Matos do Nascimento Gláucia Maria Moraes de Oliveira

Resumo

Fundamento:

Instantaneous Wave-Free Ratio (iFR) é um método de avaliação funcional invasiva sem necessidade de droga vasoativa para indução de hiperemia máxima.

Objetivo:

Analisar a contribuição do iFR na terapêutica das lesões coronarianas com ausência ou discrepância entre os métodos diagnósticos não invasivos para isquemia e a angiografia coronária.

Método:

Foram estudados pacientes consecutivos com 18 anos ou mais, ambos os sexos, no período de maio de 2014 a março de 2018, com lesões coronarianas classificadas, por medição da porcentagem de diâmetro da estenose através de estimativa visual, em estenoses moderadas (41-70%) ou graves (71%-90%). O iFR ≤ 0,89 foi considerado positivo para isquemia. Empregou-se regressão logística com elastic net, tendo como variável desfecho o emprego de stent, e variáveis independentes: idade, sexo, hipertensão arterial, diabetes, dislipidemia, tabagismo, história familiar, obesidade e infarto agudo do miocárdio (IAM) prévio. Foram construídas Árvores de Classificação, Curva Roc, e gráficos Box Plot com o software R. O valor de p < 0,05 foi considerado significativo.

Resultados:

Foram avaliados 52 pacientes com 96 lesões obstrutivas (56 moderadas, 40 graves). O ponto de corte do iFR de 0,87 apresentou sensibilidade de 0,57 e 1-especificidade de 0,88, demonstrando boa acurácia para a reclassificação das lesões. Diabetes mellitus, dislipidemia, e presença de lesão moderada, com iFR < 0,87 foram preditores do implante de stents. Foram empregados stents em 32% das lesões de portadores de doença arterial coronariana estável e IAM com e sem supra de ST (lesões não culpadas).

Conclusão:

O iFR contribui para a reclassificação das lesões e diminuição do emprego de stents, auxiliando na abordagem das lesões moderadas e severas.

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  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Isquemia Miocárdica
  • Reserva Fracionada de Fluxo Miocárdico
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20/03/2020 DOI: 10.36660/abc.20180298
ABC
Editorial

Decisão Baseada em Evidências entre ICP e CRM

Carlos Collet

Nas últimas cinco décadas, a cirurgia de revascularização do miocárdio (CRM) tem sido recomendada para pacientes com lesões de tronco de coronária esquerda não-protegido (TCE-NP) e doença arterial coronariana multivascular (DAC MV). Nessas populações, a CRM reduz a mortalidade quando comparada ao tratamento clínico. Em pacientes com DAC MV, vários ensaios clínicos randomizados estabeleceram a superioridade da CRM sobre as intervenções coronárias percutâneas (ICP) em termos de desfechos clínicos bem definidos., No subgrupo TCE-NP do estudo SYNTAX I, foram observados resultados comparáveis entre ICP e CRM após cinco anos. Esse achado desencadeou o desenho e a execução dos estudos EXCEL e NOBLE, que confirmaram um equilíbrio nos grandes eventos adversos cardiovasculares e cerebrais entre a ICP e a CRM em pacientes com doença arterial coronariana (DAC) no TCE-NP.,

O acúmulo de evidências permitiu compreender melhor quais pacientes podem se beneficiar de uma estratégia de revascularização específica. Na edição atual da Revista, Negreiros de Andrade et al., apresentam uma metanálise a nível de estudo comparando desfechos clínicos após a ICP e a CRM em pacientes com DAC no TCE-NP e DAC MV. Os autores devem ser elogiados pela análise estratificada com o objetivo de fornecer informações práticas para a comunidade cardiovascular. Com base no atual estado das evidências, podemos afirmar que 1) em pacientes com DAC no TCE-NP, a ICP pode ser considerada uma alternativa à revascularização miocárdica em pacientes com baixa complexidade anatômica, e 2) pacientes com DAC MV apresentam melhores desfechos clínicos quando tratados com CRM. Quando essas duas populações foram combinadas, a presente metanálise mostrou um benefício precoce (<30 dias) da ICP em termos de mortalidade e acidente vascular cerebral, e vantagem em longo prazo da CRM em relação à morte e infarto do miocárdio.

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  • Ensaios Clínicos Controlados Aleatórios
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Revascularização Miocárdica/mortalidade
  • Stents
  • Stents Farmacológicos
  • Tomada de Decisão Clínica
  • Vasos Coronários
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06/06/2019 DOI: 10.5935/abc.20190076
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Artigo Original

Uso de Stent vs. Cirurgia de Revascularização Miocárdica em Multiarteriais e Doença de Tronco de Coronária Esquerda: Uma Metanálise de Estudos Randomizados com Avaliação de Subgrupos

Pedro José Negreiros de Andrade et al. João Luiz de Alencar Araripe Falcão Breno de Alencar Araripe Falcão Hermano Alexandre Lima Rocha

Resumo

Fundamento:

A comparação entre a intervenção coronária percutânea (ICP) utilizando stents e cirurgia de revascularização do miocárdio (CRM) permanece controversa.

Objetivo:

Realizar uma revisão sistemática com metanálise da ICP utilizando stents vs. CRM em estudos clínicos randomizados.

Métodos:

Foram pesquisadas bases de dados eletrônicas para identificar estudos randomizados comparando a ICP com stents vs. CRM em multiarteriais e lesão de tronco de coronária esquerda desprotegida (LTCED). Foram encontrados quinze estudos, e seus resultados foram agrupados. As diferenças entre os estudos foram consideradas significativas com valor de p < 0,05.

Resultados:

Nos dados agrupados (n = 12.781), a mortalidade em 30 dias e o acidente vascular cerebral (AVC) tiveram menor incidência com a ICP (1% versus 1,7%, p = 0,01; 0,6% versus 1,7%, p < 0,0001); não houve diferença na mortalidade em um e dois anos (3,3% versus 3,7%, p = 0,25; 6,3% versus 6,0%, p = 0,5). A mortalidade em longo prazo favoreceu a CRM (10,6% versus 9,4%, p = 0,04), particularmente nos estudos realizados na era do stent farmacológico (SF) (10,1% versus 8,5%, p = 0,01). Nos diabéticos (n = 3.274), a mortalidade em longo prazo favoreceu a CRM (13,7% versus 10,3%; p < 0,0001). Em seis estudos de LTCED (n = 4.700) não houve diferença na mortalidade em 30 dias (0,6% versus 1,1%, p = 0,15), mortalidade em um ano (3% versus 3,7%, p = 0,18) e mortalidade em longo prazo (8,1% versus 8,1%) entre ICP e CRM; a incidência de AVC foi menor com a ICP (0,3% versus 1,5%; p < 0,001). Diabetes e um escore SYNTAX elevado foram os subgrupos que influenciaram de maneira mais adversa os resultados da ICP.

Conclusão:

Comparada à CRM, a ICP com stent apresentou menor mortalidade em 30 dias, maior mortalidade tardia e menor incidência de AVC. Diabetes e escore SYNTAX elevado foram os subgrupos que influenciaram de maneira mais adversa os resultados da ICP.

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  • Revascularização Miocárdica/mortalidade
  • Stents
  • Stents Farmacológicos
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21/02/2019 DOI: 10.5935/abc.20190027
ABC
Editorial

Análise do Impacto Clínico e Custo-Efetividade da Medida do FFR em Comparação com a Angiografia em Pacientes Multiarteriais Submetidos à ICP

Fernando Mendes Sant'Anna et al. Lucas Bonacossa Sant'Anna

O estudo de Quintella et al., publicado nesse número da revista, vem nos trazer valiosas informações sobre a utilização de importante ferramenta de avaliação fisiológica no laboratório de hemodinâmica. O tratamento guiado pelo FFR (fluxo fracionado de reserva do miocárdio), usado no âmbito da intervenção coronariana percutânea (ICP) com implante de stent não farmacológico (SNF) em pacientes multiarteriais do SUS, mostrou-se útil em diminuir a incidência de nova revascularização do vaso alvo (reestenose clínica), assim como foi custo-efetivo quando comparado ao tratamento guiado pela angiografia.

O valor do FFR em predizer eventos cardiovasculares adversos maiores (ECAM) antes das ICP já está estabelecido há muitos anos. Sua capacidade de detectar isquemia e com isso orientar o tratamento mais adequado sofreu a prova do tempo e passou. Os seguimentos de 15 anos do estudo DEFER nos pacientes uniarteriais, e de 5 anos dos estudos FAME 1 e FAME 2 em pacientes multiarteriais, mostraram resultados consistentes e inquestionáveis, com evolução clínica melhor, ou no mínimo semelhante, nos grupos guiados pelo FFR, utilizando-se menos stents, com menos lesões abordadas e consequentemente menor custo, além de evidenciar a segurança de se deixar as lesões cujo FFR não fosse indicativo de isquemia apenas em tratamento medicamentoso.

[…]

  • Angioplastia Coronária com Balão
  • Custo Benefício
  • Doença da Artéria Coronariana/economia
  • Reserva Fracionada do Fluxo Miocárdio
  • Stents
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01/01/2019 DOI: 10.5935/abc.20180261
Figura 1
ABC
Artigo Original

Impacto Clínico e Custo-Efetividade da FFR em Comparação à Angiografia em Pacientes com Doenças Multiarteriais Submetidos à ICP

Edgard Freitas Quintella et al. Esmeralci Ferreira Vitor Manuel Pereira Azevedo Denizar V. Araujo … Fernando Mendes Sant'Anna Bernardo Amorim Denilson Campos de Albuquerque

Resumo

Fundamentos:

Em pacientes multiarteriais e lesões moderadas, a reserva de fluxo fracionada (FFR) avalia cada lesão e direciona o tratamento, podendo ser útil no custo-efetividade (CE) de implante de stents não farmacológicos (SNF).

Objetivos:

Avaliar CE e impacto clínico da angioplastia + FFR versus angioplastia + angiografia (ANGIO), em multiarteriais, utilizando SNF.

Métodos:

pacientes com doença multiarteriais foram randomizados prospectivamente durante ±5 anos para FFR ou ANGIO, e acompanhados por até 12 meses. Foram avaliados eventos cardíacos maiores (ECAM), reestenose e CE.

Resultados:

foram incluídos 69 pacientes, 47(68,1%) homens, 34(49,2%) no FFR e 35(50,7%) no ANGIO, idade 62,0 ± 9,0 anos, com angina estável e Síndrome Coronariana Aguda estabilizada. No FFR, havia 26 com doença (76,5%) biarterial e 8 (23,5%) triarterial, e no grupo ANGIO, 24(68,6%) biarteriais e 11(31,4%) triarteriais. Ocorreram 12(17,3%) ECAM – 3(4,3%) óbitos: 2(5,8%) no FFR e 1(2,8%) no ANGIO, 9(13,0%) anginas, 4(11,7%) no FFR e 5(14,2%) no ANGIO, 6 reestenoses: 2(5,8%) no FFR e 4 (11,4%) no ANGIO. Angiografia detectou 87(53,0%) lesões no FFR, 39(23,7%) com ICP e 48(29,3%) com tratamento clínico; e 77(47,0%) lesões no ANGIO, todas submetidas à angioplastia. Quanto aos stents, registrou-se 39(33,3%) (0,45 ± 0,50 stents/lesão) no FFR e 78(66,6%) (1,05 ± 0,22 stents/lesão) no ANGIO (p = 0,0001); ANGIO utilizou 51,4% a mais que o FFR. Análise de CE revelou um custo de R$5045,97 e R$5.430,60 nos grupos ANGIO e FFR, respectivamente. A diferença de efetividade foi 1,82%.

Conclusões:

FFR diminuiu o número de lesões tratadas e de stents e necessidade de revascularização do vaso-alvo, com CE comparável ao da angiografia.

  • Análise de Custo-Benefício
  • Angioplastia Coronária com Balão
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Reserva Fracionada do Fluxo Miocárdio
  • Stents
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17/12/2018 DOI: 10.5935/abc.20180262
IJCS
Original Article

Option for the Radial versus Femoral Access in Coronary Intervention in Acute Coronary Syndromes: A Risk-Treatment Paradox

Yasmin Falcon Lacerda et al. Nicole Cruz de Sá Jessica Gonzalez Suerdieck Letícia Fonseca … Fernanda Lopes Gabriella Sant'Ana Sodré Mateus dos Santos Viana Marcia Maria Noya Rabelo Luis Claudio Lemos Correia

Abstract

Background:

In coronary procedures, although the radial approach protects patients from hemorrhagic complications, it is technically more complex than the femoral approach.

Objectives:

To test the hypothesis that the radial approach is the procedure of choice in ACS patients due to the high risk of bleeding; and to identify independent predictors of the choice for radial access.

Methods:

Patients admitted for ACS who underwent invasive coronary procedure were included. We registered the type of access (femoral or radial) chosen by the physician for the first angiography; the investigators did not interfere with this choosing process. Student’s t-test was used for comparisons between the CRUSADE and ACUITY scores. Predictors of radial access were compared between the groups. Statistical significance was defined by p < 0,05.

Results: Radial access was chosen in 67% of 347 consecutive patients. Patients who underwent radial approach had lower risk of bleeding determined by CRUSADE (30 ± 14 vs. 37 ± 15; p < 0.001) as compared with femoral access. In multivariate analysis, four variables were identified as independent predictors negatively associated with radial access – age (OR = 0.98; 95%CI = 0.96 – 0.99), creatinine (OR = 0.54; 95%CI = 0.3 – 0.98), signs of left ventricular failure (OR = 0.45; 95% CI = 0.22 – 0.92) and previous CABG (OR = 0.022; 95%CI = 0.003 – 0.166).

Conclusion:

The propensity to choose radial over femoral access in coronary intervention was not primarily influenced by patients’ bleeding risk. Predictors of this decision, identified in the study, indicated less complex patients, suggesting that the difficulty in performing the technique was a stronger determinant than its potential antihemorrhagic effect. (Int J Cardiovasc Sci. 2018; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Angioplasty
  • Catheterism
  • Coronary Artery Disease
  • Femoral Artery
  • Percutaneous Coronary Intervention
  • Radial Artery
  • Stents
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27/08/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180066
ABC
Editorial

Atividade Inflamatória Persistente em Células Circulantes e Tecido Arterial de Pacientes com Stent Convencional Prévio

Francisco Antonio Helfenstein Fonseca

O interessante artigo publicado por Farsky et al., examinou a persistência de atividade inflamatória após implante de stent convencional em pacientes posteriormente submetidos à cirurgia de revascularização coronariana.

Os autores evidenciaram maior expressão sistêmica do gene que codifica o fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa) em células do sangue periférico e também maior expressão tecidual do TNF-alfa e da interleucina-6 (IL-6) entre os pacientes com prévio implante de stent convencional em comparação a indivíduos revascularizados sem prévia intervenção percutânea com stents.

[…]

  • Anti-Inflamatórios/terapia
  • Inflamação
  • Reestenose Coronária
  • Revascularização do Miocárdio
  • Stents
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01/08/2018 DOI: 10.5935/abc.20180142
Figura 1
ABC
Artigo Original

Atividade Inflamatória Persistente em Células Circulantes e Tecido Arterial de Pacientes com Stent Convencional Prévio

Pedro Silvio Farsky et al. Mario H. Hirata Renato Tambellini Arnoni Antonio Flavio Sanches Almeida … Mario Issa Paula Helena Ortiz Lima Maria de Lourdes Higuchi Hui T Lin-Wang

Resumo

Fundamento:

Estudos relataram maior mortalidade após cirurgia de revascularização miocárdica (RVM) em pacientes com stent.

Objetivo:

Avaliar marcadores inflamatórios em células do sangue periférico e em amostras de tecido de artéria coronária obtidas durante cirurgia de RVM em pacientes com stent e compará-los aos de controles.

Métodos:

A casuística consistiu de dois grupos, um com prévia implantação de stent (n = 41) e um controle (n = 26). Em células do sangue periférico coletadas no pré-operatório, analisou-se a expressão dos seguintes genes: LIGHT, IL-6, ICAM, VCAM, CD40, NFKB, TNF, IFNG. A artéria coronária foi avaliada por imuno-histoquímica para: interleucina-6, ICAM, VCAM, CD40, NFKB, TNF-alfa e IFN-gama. No total, 176 amostras de tecido arterial coronariano foram assim agrupadas para análise: A1- artérias com stent (n = 38); A2- artérias nativas de paciente com stent em outra artéria (n = 68); e A3- artérias de controles sem stent submetidos a cirurgia de RVM de rotina (n = 70). Adotou-se o nível de significância de 0,05.

Results:

Pacientes com stent apresentaram maior expressão do gene TNF (p = 0,03) e menor do CD40 (p = 0,01) em células do sangue periférico do que controles sem stent. Nas amostras de artéria coronária, a coloração da proteína TNF-alfa foi maior no grupo A1, não apenas na camada médio-intimal (5,16 ± 5,05 vs 1,90 ± 2,27; p = 0,02), mas também no tecido adiposo (6,69 ± 3,87 vs 2,27 ± 4,00; p < 0,001). Além disso, o grupo A1 apresentou maior coloração para interleucina-6 no tecido adiposo do que o grupo A3 (p = 0,04).

Conclusão:

Observou-se expressão sistêmica de TNF persistentemente maior em associação com produção local exacerbada de TNF-alfa e IL-6 em pacientes com stent. Isso pode contribuir para pior desfecho clínico.

  • Células Sanguíneas
  • Fator de Necrse Tumoral Alpha
  • Imuno-Histoquímica
  • Inflamação
  • Interleucina-6
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Reação em Cadeia de Polimerase
  • Stents
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16/07/2018 DOI: 10.5935/abc.20180119
ABC
Review Article

Intervenção Percutânea no Infarto com Supradesnivelamento do Segmento ST: Revascularização Completa ou Tratamento apenas da Artéria Culpada?

Ana Paula Susin Osório et al. Alexandre Schaan de Quadros José Luiz da Costa Vieira Vera Lucia Portal

Resumo

O adequado manejo da doença arterial coronariana (DAC) multivascular, no contexto do infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST e da intervenção coronariana percutânea primária, é um dos grandes motivos de controvérsia em Cardiologia. Embora as principais diretrizes mundiais não recomendem a revascularização completa de forma rotineira nesses pacientes, recentes ensaios clínicos randomizados (ECRs) têm demonstrado benefício dessa abordagem na redução de desfechos cardiovasculares. Por esse motivo, torna-se imprescindível uma adequada revisão dessas evidências, a fim de que se possa estabelecer uma conduta cientificamente embasada e capaz de trazer benefícios aos pacientes que se apresentam no contexto agudo do infarto do miocárdio. Esta revisão objetivou apresentar de forma objetiva as evidências mais recentes disponíveis a respeito desse tema.

  • Doença da Artéria Coronariana
  • Infarto Do Miocárdio
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Revascularização Miocárdica
  • Stents
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27/11/2017 DOI: 10.5935/abc.20170174
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Síndrome da Aorta Média Tratada por Implantação de um Stent de Grande Diâmetro Advanta V12

Meng-Luen Lee et al. Ing-Sh Chiu Albert D Yang

Introdução

O termo “síndrome da aorta média” (SAM) foi criado por Sen et al. para descrever uma hipoplasia ou estenose difusa da aorta torácica distal e da aorta abdominal. A maioria dos casos de SAM é idiopática, entretanto, a síndrome pode estar associada a várias patologias subjacentes., A hipertensão sistêmica, a característica mais comum da SAM, geralmente é diagnosticada incidentalmente. A encefalopatia hipertensiva foi encontrada em 42% dos pacientes com coarctação da aorta abdominal e entre eles, 45% faleceram antes dos 34 anos de idade. Portanto, o reconhecimento precoce da encefalopatia hipertensiva é crucial para a sobrevivência. Neste estudo, relatamos o caso de uma menina de 12 anos apresentando encefalopatia hipertensiva como um indicador de SAM, que se manifestava numa coarctação isolada em um longo segmento da aorta média, sendo então tratada com sucesso através da implantação endovascular de um stent de grande diâmetro Advanta V12 (AVLDS; Atrium, Hudson, NH, EUA).

[…]

  • Angioplastia com Balão
  • aorta abdominal
  • Aorta Torácica
  • Doenças da Aorta
  • Stents
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01/01/2016 DOI: 10.5935/abc.20150065
Gráfico 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Reestenose Clínica de Stent Coronariano: Seguimento após Tratamento com Análise de Desfechos Clínicos

Barbara Campos Abreu Marino et al. Guilherme Abreu Nascimento Walter Rabelo Marcos Antônio Marino … Roberto Luiz Marino Antonio Luiz Pinho Ribeiro

Fundamento:

A Reestenose Intrastent Clínica (RISC) é a principal limitação da angioplastia coronariana com implante de stent.

Objetivo:

Descrever as características clínicas e angiográficas da RISC e os desfechos em seguimento de pelo menos doze meses após seu diagnóstico e tratamento.

Métodos:

Em 110 pacientes consecutivos com RISC, analisaram-se a apresentação clínica, as características angiográficas, o tratamento e os desfechos primário combinado (morte cardiovascular, Infarto Agudo Miocárdio não fatal [IAM]) e secundário combinado (angina instável com internação, revascularização de vaso alvo e lesão alvo) em seguimento mínimo de um ano.

Resultados:

A média de idade da amostra foi de 61 ± 11 anos (68,2% do sexo masculino). A apresentação clínica foi como Síndrome Coronariana Aguda (SCA) em 62,7%, com RIS proliferativa em 34,5% dos casos. O tratamento realizado foi o implante de Stent Farmacológico (SF) em 36,4%; de Stent Não Farmacológico (SNF) em 23,6%; cirurgia de revascularização em 18,2%; angioplastia por balão em 15,5%; e tratamento clínico em 6,4%. Com seguimento mediano de 19,7 meses, o desfecho primário ocorreu em 18 pacientes, com seis (5,5%) óbitos e 13 (11,8%) IAM, e o secundário em 24 pacientes. Foram preditores de desfecho primário a RISC em SF (HR = 4,36; [1,44 – 12,85], p = 0,009) e o tratamento clínico da RISC (HR = 10,66, [2,53 – 44,87], p = 0,001). O tratamento da RISC com SNF (HR = 4,08 [1,75 – 9,48], p = 0,001) e tratamento clínico (HR = 6,29 [1,35 – 29,38], p = 0,019) foram preditores do desfecho secundário.

Conclusão:

A RISC se apresenta como SCA na maioria dos casos e os pacientes apresentam elevada frequência de eventos adversos durante o seguimento de médio prazo.

  • Infarto Do Miocárdio
  • Isquemia Miocárdica
  • Oclusão de Enxerto Vascular
  • Reestenose Coronária
  • Stents
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03/02/2015 DOI: 10.5935/abc.20140216
ABC
Original Article

Análise Espectral Relacionada ao Implante de Stent Coronariano Convencional e Farmacológico

Rose Mary Ferreira Lisboa da Silva et al. Carlos Augusto Bueno Silva Otaviano José Greco Maria da Consolação Vieira Moreira

Fundamento:

O sistema nervoso autônomo tem papel central na regulação cardiovascular, ocorrendo uma ativação simpática durante a isquemia miocárdica.

Objetivo:

Avaliar a análise espectral da frequência cardíaca (AE) durante o implante de stent, comparando os tipos de stent.

Métodos:

Foram estudados 61 pacientes (idade média de 64 anos), 35 homens, com cardiopatia isquêmica e indicação de implante de stent. O implante foi feito sob monitoramento pelo Holter para o registro da AE (transformação de Fourier), com medidas dos componentes LF (baixa frequência), HF (alta frequência) e relação LF/HF, antes e durante o procedimento.

Resultados:

Implante de stent convencional feito em 34 pacientes; nos demais, farmacológico. A coronária abordada foi a direita em 21 pacientes, a descendente anterior em 28, a circunflexa em nove. Houve aumento do LF e do HF durante o implante em todos os pacientes, comparando-se com o período antes do implante (658 versus 185 ms2, p = 0,00, para LF; 322 versus 121 ms2, p = 0,00, para HF, respectivamente), sem alteração da LF/HF. LF durante o implante foi de 864 ms2 nos pacientes com stent convencional e de 398 com farmacológico (p = 0,00). Não houve associação entre a AE e a presença de diabetes, história familiar, apresentação clínica, uso de betabloqueador (BB), idade, vaso ou seu segmento.

Conclusões:

O implante de stent resultou em ativação simpática e concomitante ativação vagal. Não houve influência do quadro de diabetes, uso de BB e vaso sobre a AE. Houve menor ativação simpática durante o implante de stent farmacológico.

  • análise espectral
  • Frequência Cardíaca
  • Isquemia Miocárdica
  • Stents
  • Stents Farmacológicos
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15/07/2014 DOI: 10.5935/abc.20140094

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Azmus AD, Cogo ACK, Oyuela LMR, Slaviero JV, Manica ALL, Azevedo EM. Uso de Stent Recoberto Manualmente com Tegaderm em Perfurações Vasculares: Relato de Série de Casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(8):e20250834.

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Azmus, Alexandre Damiani; Cogo, Antônio Carlo Klug; Oyuela, Luis Manuel Rodriguez; Slaviero, João Vitor; Manica, Andre Luiz Langer; Azevedo, Eduardo Mascarenhas. Uso de Stent Recoberto Manualmente com Tegaderm em Perfurações Vasculares: Relato de Série de Casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 8, e20250834, ago. 2026.

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Azmus, A. D., Cogo, A. C. K., Oyuela, L. M. R., Slaviero, J. V., Manica, A. L. L., & Azevedo, E. M. (2026). Uso de Stent Recoberto Manualmente com Tegaderm em Perfurações Vasculares: Relato de Série de Casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(8), e20250834.

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Azmus, Alexandre Damiani and Cogo, Antônio Carlo Klug and Oyuela, Luis Manuel Rodriguez and Slaviero, João Vitor and Manica, Andre Luiz Langer and Azevedo, Eduardo Mascarenhas. Uso de Stent Recoberto Manualmente com Tegaderm em Perfurações Vasculares: Relato de Série de Casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 8, [cited 2026-09-30], e20250834. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/uso-de-stent-recoberto-manualmente-com-tegaderm-em-perfuracoes-vasculares-relato-de-serie-de-casos/>. ISSN 0066-782X

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Lombardi, Jonathan Guimarães and Calamita, Paulo Correia and Barbosa, Orlando Carlos and Barreto, Mayra Rosana Palmeira and Gardenghi, Giulliano. Implante de Stent Pós-Dilatável em Coartação da Aorta por Acesso Carotídeo em Recém-Nascido com Anomalia de Ebstein: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 1, [cited 2026-09-30], e20250085. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/implante-de-stent-pos-dilatavel-em-coartacao-da-aorta-por-acesso-carotideo-em-recem-nascido-com-anomalia-de-ebstein-relato-de-caso/>. ISSN 2318-8219

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Silva, Pedro Guimarães and Ribeiro, Henrique Barbosa. Abordando as Disparidades de Gênero nos Cuidados Cardiovasculares: Orientações das Diretrizes para ICP em Mulheres e o Enigma de Hua-Mulan. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 1, [cited 2026-09-30], e20240824. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/abordando-as-disparidades-de-genero-nos-cuidados-cardiovasculares-orientacoes-das-diretrizes-para-icp-em-mulheres-e-o-enigma-de-hua-mulan/>. ISSN 0066-782X

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Silva, C. M., Guimarães, A. F. M., Wang, R., Alves, C. M. S. , & Oliveira, E. C. (2023). Stent Expansível em Via Aérea: Sucesso na Abordagem de Compressão Brônquica Extrínseca Após Reconstrução do Arco Aórtico. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230023.

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Silva, Camila Magalhães and Guimarães, Adriana Furletti Machado and Wang, Ricardo and Alves, Carla Maria Silva e and Oliveira, Edmundo Clarindo. Stent Expansível em Via Aérea: Sucesso na Abordagem de Compressão Brônquica Extrínseca Após Reconstrução do Arco Aórtico. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [cited 2026-09-30], e20230023. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/stent-expansivel-em-via-aerea-sucesso-na-abordagem-de-compressao-bronquica-extrinseca-apos-reconstrucao-do-arco-aortico/>. ISSN 2318-8219

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Pinheiro LFM, Garzon S, Mariani Jr. J, Prado GFA, Caixeta AM, Almeida BO, Lemos PA, et al. Fenótipo Inflamatório por Imagem de OCT Coronária: Características Específicas Entre Lesões De Novo, Hiperplasia Intimal e Neoaterosclerose Intra-Stent. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(6):931-7.

Electronic Document Format (ABNT)

Pinheiro, Luiz Fernando M; Garzon, Stefano; Mariani Jr., José; Prado, Guy F. Almeida; Caixeta, Adriano Mendes; Almeida, Breno Oliveira; Lemos, Pedro Alves. Fenótipo Inflamatório por Imagem de OCT Coronária: Características Específicas Entre Lesões De Novo, Hiperplasia Intimal e Neoaterosclerose Intra-Stent. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 6, p. 931-937, out. 2022.

Electronic Document Format (APA)

Pinheiro, L. F. M., Garzon, S., Mariani Jr., J., Prado, G. F. A., Caixeta, A. M., Almeida, B. O., & Lemos, P. A. (2022). Fenótipo Inflamatório por Imagem de OCT Coronária: Características Específicas Entre Lesões De Novo, Hiperplasia Intimal e Neoaterosclerose Intra-Stent. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(6), 931-937.

Electronic Document Format (ISO)

Pinheiro, Luiz Fernando M and Garzon, Stefano and Mariani Jr., José and Prado, Guy F. Almeida and Caixeta, Adriano Mendes and Almeida, Breno Oliveira and Lemos, Pedro Alves. Fenótipo Inflamatório por Imagem de OCT Coronária: Características Específicas Entre Lesões De Novo, Hiperplasia Intimal e Neoaterosclerose Intra-Stent. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 6, [cited 2026-09-30], pp. 931-937. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/fenotipo-inflamatorio-por-imagem-de-oct-coronaria-caracteristicas-especificas-entre-lesoes-de-novo-hiperplasia-intimal-e-neoaterosclerose-intra-stent/>. ISSN 0066-782X

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Chamié F. Paliação Transcateter para Tetralogia de Fallot. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(4):664-5.

Electronic Document Format (ABNT)

Chamié, Francisco. Paliação Transcateter para Tetralogia de Fallot. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 4, p. 664-665, out. 2021.

Electronic Document Format (APA)

Chamié, F. (2021). Paliação Transcateter para Tetralogia de Fallot. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(4), 664-665.

Electronic Document Format (ISO)

Chamié, Francisco. Paliação Transcateter para Tetralogia de Fallot. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 4, [cited 2026-09-30], pp. 664-665. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/paliacao-transcateter-para-tetralogia-de-fallot/>. ISSN 0066-782X

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Costantini CR, Macedo RM, Denk MA, Tarbine SG, Garcia L, Maranhão MFC, Costantini CO, et al. A Evolução da Angioplastia Transluminal Coronariana na America Latina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(5):1007-10.

Electronic Document Format (ABNT)

Costantini, Costantino Roberto; Macedo, Rafael Michel de; Denk, Marcos Antônio; Tarbine, Sergio Gustavo; Garcia, Lazaro; Maranhão, Mario Fernando Camargo; Costantini, Costantino Ortiz. A Evolução da Angioplastia Transluminal Coronariana na America Latina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 5, p. 1007-1010, maio. 2021.

Electronic Document Format (APA)

Costantini, C. R., Macedo, R. M. , Denk, M. A., Tarbine, S. G., Garcia, L., Maranhão, M. F. C., & Costantini, C. O. (2021). A Evolução da Angioplastia Transluminal Coronariana na America Latina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(5), 1007-1010.

Electronic Document Format (ISO)

Costantini, Costantino Roberto and Macedo, Rafael Michel de and Denk, Marcos Antônio and Tarbine, Sergio Gustavo and Garcia, Lazaro and Maranhão, Mario Fernando Camargo and Costantini, Costantino Ortiz. A Evolução da Angioplastia Transluminal Coronariana na America Latina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 5, [cited 2026-09-30], pp. 1007-1010. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/a-evolucao-da-angioplastia-transluminal-coronariana-na-america-latina/>. ISSN 0066-782X

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Rodrigues CSA, Bazan R, Reis FM, Silveira CFSMP, Hueb LMS, Carvalho FC, Nunes HRC, et al. Perfil Aterosclerótico da Artéria Carótida como Preditor de Risco para Reestenose após Implante de Stent Coronário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(4):727-33.

Electronic Document Format (ABNT)

Rodrigues, Cássia da Silva Antico; Bazan, Rodrigo; Reis, Fabrício Moreira; Silveira, Caroline F. S. Mazeto Pupo da; Hueb, Lívia Maria Severino; Carvalho, Fábio Cardoso de; Nunes, Hélio Rubens de Carvalho; Okoshi, Katashi; Hueb, João Carlos; Bazan, Silméia Garcia Zanati. Perfil Aterosclerótico da Artéria Carótida como Preditor de Risco para Reestenose após Implante de Stent Coronário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 4, p. 727-733, abr. 2021.

Electronic Document Format (APA)

Rodrigues, C. S. A., Bazan, R., Reis, F. M., Silveira, C. F. S. M. P. , Hueb, L. M. S., Carvalho, F. C. , Nunes, H. R. C., Okoshi, K., Hueb, J. C., & Bazan, S. G. Z. (2021). Perfil Aterosclerótico da Artéria Carótida como Preditor de Risco para Reestenose após Implante de Stent Coronário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(4), 727-733.

Electronic Document Format (ISO)

Rodrigues, Cássia da Silva Antico and Bazan, Rodrigo and Reis, Fabrício Moreira and Silveira, Caroline F. S. Mazeto Pupo da and Hueb, Lívia Maria Severino and Carvalho, Fábio Cardoso de and Nunes, Hélio Rubens de Carvalho and Okoshi, Katashi and Hueb, João Carlos and Bazan, Silméia Garcia Zanati. Perfil Aterosclerótico da Artéria Carótida como Preditor de Risco para Reestenose após Implante de Stent Coronário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 4, [cited 2026-09-30], pp. 727-733. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/perfil-aterosclerotico-da-arteria-carotida-como-preditor-de-risco-para-reestenose-apos-implante-de-stent-coronario/>. ISSN 0066-782X

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Ferreira MCM, Oliveira GMM. Evolução Temporal da Análise de Resultados do Emprego do iFR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):719.

Electronic Document Format (ABNT)

Ferreira, Maria Cristina Meira; Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. Evolução Temporal da Análise de Resultados do Emprego do iFR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 719-719, out. 2020.

Electronic Document Format (APA)

Ferreira, M. C. M., & Oliveira, G. M. M. (2020). Evolução Temporal da Análise de Resultados do Emprego do iFR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 719-719.

Electronic Document Format (ISO)

Ferreira, Maria Cristina Meira and Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. Evolução Temporal da Análise de Resultados do Emprego do iFR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [cited 2026-09-30], pp. 719-719. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/evolucao-temporal-da-analise-de-resultados-do-emprego-do-ifr/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Chamié D, Abizaid A. Avaliação Fisiológica Invasiva: Do Binário ao Contínuo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(2):265-7.

Electronic Document Format (ABNT)

Chamié, Daniel; Abizaid, Alexandre. Avaliação Fisiológica Invasiva: Do Binário ao Contínuo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 2, p. 265-267, mar. 2020.

Electronic Document Format (APA)

Chamié, D., & Abizaid, A. (2020). Avaliação Fisiológica Invasiva: Do Binário ao Contínuo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(2), 265-267.

Electronic Document Format (ISO)

Chamié, Daniel and Abizaid, Alexandre. Avaliação Fisiológica Invasiva: Do Binário ao Contínuo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 2, [cited 2026-09-30], pp. 265-267. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-fisiologica-invasiva-do-binario-ao-continuo/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Vieira HCA, Ferreira MCM, Nunes LC, Cardoso CJF, Nascimento EM, Oliveira GMM. Avaliação de Isquemia Miocárdica na Sala de Hemodinâmica com iFR Instantaneous Wave-Free Ratio: Estudo Piloto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(2):256-64.

Electronic Document Format (ABNT)

Vieira, Heitor Cruz Alves; Ferreira, Maria Cristina Meira; Nunes, Leonardo Cruz; Cardoso, Carlos José Francisco; Nascimento, Emilia Matos do; Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. Avaliação de Isquemia Miocárdica na Sala de Hemodinâmica com iFR Instantaneous Wave-Free Ratio: Estudo Piloto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 2, p. 256-264, mar. 2020.

Electronic Document Format (APA)

Vieira, H. C. A., Ferreira, M. C. M., Nunes, L. C., Cardoso, C. J. F., Nascimento, E. M. , & Oliveira, G. M. M. (2020). Avaliação de Isquemia Miocárdica na Sala de Hemodinâmica com iFR Instantaneous Wave-Free Ratio: Estudo Piloto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(2), 256-264.

Electronic Document Format (ISO)

Vieira, Heitor Cruz Alves and Ferreira, Maria Cristina Meira and Nunes, Leonardo Cruz and Cardoso, Carlos José Francisco and Nascimento, Emilia Matos do and Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. Avaliação de Isquemia Miocárdica na Sala de Hemodinâmica com iFR Instantaneous Wave-Free Ratio: Estudo Piloto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 2, [cited 2026-09-30], pp. 256-264. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-de-isquemia-miocardica-na-sala-de-hemodinamica-com-ifr-instantaneous-wave-free-ratio-estudo-piloto/>. ISSN 0066-782X

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Collet C. Decisão Baseada em Evidências entre ICP e CRM. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(5):524-5.

Electronic Document Format (ABNT)

Collet, Carlos. Decisão Baseada em Evidências entre ICP e CRM. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 5, p. 524-525, jun. 2019.

Electronic Document Format (APA)

Collet, C. (2019). Decisão Baseada em Evidências entre ICP e CRM. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(5), 524-525.

Electronic Document Format (ISO)

Collet, Carlos. Decisão Baseada em Evidências entre ICP e CRM. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 5, [cited 2026-09-30], pp. 524-525. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/decisao-baseada-em-evidencias-entre-icp-e-crm/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Andrade PJN, Falcão JLAA, Falcão BAA, Rocha HAL. Uso de Stent vs. Cirurgia de Revascularização Miocárdica em Multiarteriais e Doença de Tronco de Coronária Esquerda: Uma Metanálise de Estudos Randomizados com Avaliação de Subgrupos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(5):511-23.

Electronic Document Format (ABNT)

Andrade, Pedro José Negreiros de; Falcão, João Luiz de Alencar Araripe; Falcão, Breno de Alencar Araripe; Rocha, Hermano Alexandre Lima. Uso de Stent vs. Cirurgia de Revascularização Miocárdica em Multiarteriais e Doença de Tronco de Coronária Esquerda: Uma Metanálise de Estudos Randomizados com Avaliação de Subgrupos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 5, p. 511-523, fev. 2019.

Electronic Document Format (APA)

Andrade, P. J. N. , Falcão, J. L. A. A., Falcão, B. A. A., & Rocha, H. A. L. (2019). Uso de Stent vs. Cirurgia de Revascularização Miocárdica em Multiarteriais e Doença de Tronco de Coronária Esquerda: Uma Metanálise de Estudos Randomizados com Avaliação de Subgrupos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(5), 511-523.

Electronic Document Format (ISO)

Andrade, Pedro José Negreiros de and Falcão, João Luiz de Alencar Araripe and Falcão, Breno de Alencar Araripe and Rocha, Hermano Alexandre Lima. Uso de Stent vs. Cirurgia de Revascularização Miocárdica em Multiarteriais e Doença de Tronco de Coronária Esquerda: Uma Metanálise de Estudos Randomizados com Avaliação de Subgrupos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 5, [cited 2026-09-30], pp. 511-523. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/uso-de-stent-vs-cirurgia-de-revascularizacao-miocardica-em-multiarteriais-e-doenca-de-tronco-de-coronaria-esquerda-uma-metanalise-de-estudos-randomizados-com-avaliacao-de-subgrupos/>. ISSN 0066-782X

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Sant’Anna FM, Sant’Anna LB. Análise do Impacto Clínico e Custo-Efetividade da Medida do FFR em Comparação com a Angiografia em Pacientes Multiarteriais Submetidos à ICP. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(1):48-9.

Electronic Document Format (ABNT)

Sant’Anna, Fernando Mendes; Sant’Anna, Lucas Bonacossa. Análise do Impacto Clínico e Custo-Efetividade da Medida do FFR em Comparação com a Angiografia em Pacientes Multiarteriais Submetidos à ICP. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 1, p. 48-49, dez. 2018.

Electronic Document Format (APA)

Sant’Anna, F. M., & Sant’Anna, L. B. (2019). Análise do Impacto Clínico e Custo-Efetividade da Medida do FFR em Comparação com a Angiografia em Pacientes Multiarteriais Submetidos à ICP. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(1), 48-49.

Electronic Document Format (ISO)

Sant’Anna, Fernando Mendes and Sant’Anna, Lucas Bonacossa. Análise do Impacto Clínico e Custo-Efetividade da Medida do FFR em Comparação com a Angiografia em Pacientes Multiarteriais Submetidos à ICP. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 1, [cited 2026-09-30], pp. 48-49. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/analise-do-impacto-clinico-e-custo-efetividade-da-medida-do-ffr-em-comparacao-com-a-angiografia-em-pacientes-multiarteriais-submetidos-a-icp/>. ISSN 0066-782X

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Quintella EF, Ferreira E, Azevedo VMP, Araujo DV, Sant’Anna FM, Amorim B, Albuquerque DC, et al. Impacto Clínico e Custo-Efetividade da FFR em Comparação à Angiografia em Pacientes com Doenças Multiarteriais Submetidos à ICP. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;112(1):40-7.

Electronic Document Format (ABNT)

Quintella, Edgard Freitas; Ferreira, Esmeralci; Azevedo, Vitor Manuel Pereira; Araujo, Denizar V.; Sant’Anna, Fernando Mendes; Amorim, Bernardo; Albuquerque, Denilson Campos de. Impacto Clínico e Custo-Efetividade da FFR em Comparação à Angiografia em Pacientes com Doenças Multiarteriais Submetidos à ICP. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 1, p. 40-47, dez. 2018.

Electronic Document Format (APA)

Quintella, E. F., Ferreira, E., Azevedo, V. M. P., Araujo, D. V., Sant’Anna, F. M., Amorim, B., & Albuquerque, D. C. (2018). Impacto Clínico e Custo-Efetividade da FFR em Comparação à Angiografia em Pacientes com Doenças Multiarteriais Submetidos à ICP. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(1), 40-47.

Electronic Document Format (ISO)

Quintella, Edgard Freitas and Ferreira, Esmeralci and Azevedo, Vitor Manuel Pereira and Araujo, Denizar V. and Sant’Anna, Fernando Mendes and Amorim, Bernardo and Albuquerque, Denilson Campos de. Impacto Clínico e Custo-Efetividade da FFR em Comparação à Angiografia em Pacientes com Doenças Multiarteriais Submetidos à ICP. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 112, n. 1, [cited 2026-09-30], pp. 40-47. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-clinico-e-custo-efetividade-da-ffr-em-comparacao-a-angiografia-em-pacientes-com-doencas-multiarteriais-submetidos-a-icp/>. ISSN 0066-782X

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Lacerda YF, Sá NC, Suerdieck JG, Fonseca L, Lopes F, Sodré GS, Viana MS, et al. Option for the Radial versus Femoral Access in Coronary Intervention in Acute Coronary Syndromes: A Risk-Treatment Paradox. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(6):562-8.

Electronic Document Format (ABNT)

Lacerda, Yasmin Falcon; Sá, Nicole Cruz de; Suerdieck, Jessica Gonzalez; Fonseca, Letícia; Lopes, Fernanda; Sodré, Gabriella Sant’Ana; Viana, Mateus dos Santos; Rabelo, Marcia Maria Noya; Correia, Luis Claudio Lemos. Option for the Radial versus Femoral Access in Coronary Intervention in Acute Coronary Syndromes: A Risk-Treatment Paradox. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 6, p. 562-568, ago. 2018.

Electronic Document Format (APA)

Lacerda, Y. F., Sá, N. C. , Suerdieck, J. G., Fonseca, L., Lopes, F., Sodré, G. S., Viana, M. S., Rabelo, M. M. N., & Correia, L. C. L. (2018). Option for the Radial versus Femoral Access in Coronary Intervention in Acute Coronary Syndromes: A Risk-Treatment Paradox. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(6), 562-568.

Electronic Document Format (ISO)

Lacerda, Yasmin Falcon and Sá, Nicole Cruz de and Suerdieck, Jessica Gonzalez and Fonseca, Letícia and Lopes, Fernanda and Sodré, Gabriella Sant’Ana and Viana, Mateus dos Santos and Rabelo, Marcia Maria Noya and Correia, Luis Claudio Lemos. Option for the Radial versus Femoral Access in Coronary Intervention in Acute Coronary Syndromes: A Risk-Treatment Paradox. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 6, [cited 2026-09-30], pp. 562-568. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/option-for-the-radial-versus-femoral-access-in-coronary-intervention-in-acute-coronary-syndromes-a-risk-treatment-paradox-2/>. ISSN 2359-4802

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Electronic Document Format (Vancouver)

Fonseca FAH. Atividade Inflamatória Persistente em Células Circulantes e Tecido Arterial de Pacientes com Stent Convencional Prévio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(2):142-3.

Electronic Document Format (ABNT)

Fonseca, Francisco Antonio Helfenstein. Atividade Inflamatória Persistente em Células Circulantes e Tecido Arterial de Pacientes com Stent Convencional Prévio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 2, p. 142-143, jul. 2018.

Electronic Document Format (APA)

Fonseca, F. A. H. (2018). Atividade Inflamatória Persistente em Células Circulantes e Tecido Arterial de Pacientes com Stent Convencional Prévio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(2), 142-143.

Electronic Document Format (ISO)

Fonseca, Francisco Antonio Helfenstein. Atividade Inflamatória Persistente em Células Circulantes e Tecido Arterial de Pacientes com Stent Convencional Prévio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 2, [cited 2026-09-30], pp. 142-143. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/atividade-inflamatoria-persistente-em-celulas-circulantes-e-tecido-arterial-de-pacientes-com-stent-convencional-previo/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Farsky PS, Hirata MH, Arnoni RT, Almeida AFS, Issa M, Lima PHO, Higuchi ML, et al. Atividade Inflamatória Persistente em Células Circulantes e Tecido Arterial de Pacientes com Stent Convencional Prévio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(2):134-41.

Electronic Document Format (ABNT)

Farsky, Pedro Silvio; Hirata, Mario H.; Arnoni, Renato Tambellini; Almeida, Antonio Flavio Sanches; Issa, Mario; Lima, Paula Helena Ortiz; Higuchi, Maria de Lourdes; Lin-Wang, Hui T. Atividade Inflamatória Persistente em Células Circulantes e Tecido Arterial de Pacientes com Stent Convencional Prévio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 2, p. 134-141, jul. 2018.

Electronic Document Format (APA)

Farsky, P. S., Hirata, M. H., Arnoni, R. T., Almeida, A. F. S., Issa, M., Lima, P. H. O., Higuchi, M. L., & Lin-Wang, H. T. (2018). Atividade Inflamatória Persistente em Células Circulantes e Tecido Arterial de Pacientes com Stent Convencional Prévio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(2), 134-141.

Electronic Document Format (ISO)

Farsky, Pedro Silvio and Hirata, Mario H. and Arnoni, Renato Tambellini and Almeida, Antonio Flavio Sanches and Issa, Mario and Lima, Paula Helena Ortiz and Higuchi, Maria de Lourdes and Lin-Wang, Hui T. Atividade Inflamatória Persistente em Células Circulantes e Tecido Arterial de Pacientes com Stent Convencional Prévio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 2, [cited 2026-09-30], pp. 134-141. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/atividade-inflamatoria-persistente-em-celulas-circulantes-e-tecido-arterial-de-pacientes-com-stent-convencional-previo-2/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Osório APS, Quadros AS, Vieira JLC, Portal VL. Intervenção Percutânea no Infarto com Supradesnivelamento do Segmento ST: Revascularização Completa ou Tratamento apenas da Artéria Culpada?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(6):599-605.

Electronic Document Format (ABNT)

Osório, Ana Paula Susin; Quadros, Alexandre Schaan de; Vieira, José Luiz da Costa; Portal, Vera Lucia. Intervenção Percutânea no Infarto com Supradesnivelamento do Segmento ST: Revascularização Completa ou Tratamento apenas da Artéria Culpada?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 6, p. 599-605, nov. 2017.

Electronic Document Format (APA)

Osório, A. P. S., Quadros, A. S. , Vieira, J. L. C., & Portal, V. L. (2017). Intervenção Percutânea no Infarto com Supradesnivelamento do Segmento ST: Revascularização Completa ou Tratamento apenas da Artéria Culpada?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(6), 599-605.

Electronic Document Format (ISO)

Osório, Ana Paula Susin and Quadros, Alexandre Schaan de and Vieira, José Luiz da Costa and Portal, Vera Lucia. Intervenção Percutânea no Infarto com Supradesnivelamento do Segmento ST: Revascularização Completa ou Tratamento apenas da Artéria Culpada?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 6, [cited 2026-09-30], pp. 599-605. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/intervencao-percutanea-no-infarto-com-supradesnivelamento-do-segmento-st-revascularizacao-completa-ou-tratamento-apenas-da-arteria-culpada/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Electronic Document Format (Vancouver)

Lee M, Chiu I, Yang AD. Síndrome da Aorta Média Tratada por Implantação de um Stent de Grande Diâmetro Advanta V12. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;106(1):73-5.

Electronic Document Format (ABNT)

Lee, Meng-Luen; Chiu, Ing-Sh; Yang, Albert D. Síndrome da Aorta Média Tratada por Implantação de um Stent de Grande Diâmetro Advanta V12. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 1, p. 73-75, dez. 2015.

Electronic Document Format (APA)

Lee, M., Chiu, I., & Yang, A. D. (2016). Síndrome da Aorta Média Tratada por Implantação de um Stent de Grande Diâmetro Advanta V12. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(1), 73-75.

Electronic Document Format (ISO)

Lee, Meng-Luen and Chiu, Ing-Sh and Yang, Albert D. Síndrome da Aorta Média Tratada por Implantação de um Stent de Grande Diâmetro Advanta V12. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 1, [cited 2026-09-30], pp. 73-75. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/sindrome-da-aorta-media-tratada-por-implantacao-de-um-stent-de-grande-diametro-advanta-v12/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Marino BCA, Nascimento GA, Rabelo W, Marino MA, Marino RL, Ribeiro ALP. Reestenose Clínica de Stent Coronariano: Seguimento após Tratamento com Análise de Desfechos Clínicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;104(5):375-86.

Electronic Document Format (ABNT)

Marino, Barbara Campos Abreu; Nascimento, Guilherme Abreu; Rabelo, Walter; Marino, Marcos Antônio; Marino, Roberto Luiz; Ribeiro, Antonio Luiz Pinho. Reestenose Clínica de Stent Coronariano: Seguimento após Tratamento com Análise de Desfechos Clínicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 5, p. 375-386, fev. 2015.

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Marino, B. C. A., Nascimento, G. A., Rabelo, W., Marino, M. A., Marino, R. L., & Ribeiro, A. L. P. (2015). Reestenose Clínica de Stent Coronariano: Seguimento após Tratamento com Análise de Desfechos Clínicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(5), 375-386.

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Marino, Barbara Campos Abreu and Nascimento, Guilherme Abreu and Rabelo, Walter and Marino, Marcos Antônio and Marino, Roberto Luiz and Ribeiro, Antonio Luiz Pinho. Reestenose Clínica de Stent Coronariano: Seguimento após Tratamento com Análise de Desfechos Clínicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 104, n. 5, [cited 2026-09-30], pp. 375-386. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/reestenose-clinica-de-stent-coronariano-seguimento-apos-tratamento-com-analise-de-desfechos-clinicos/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Electronic Document Format (Vancouver)

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Silva, Rose Mary Ferreira Lisboa da; Silva, Carlos Augusto Bueno; Greco, Otaviano José; Moreira, Maria da Consolação Vieira. Análise Espectral Relacionada ao Implante de Stent Coronariano Convencional e Farmacológico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 2, p. 138-145, jul. 2014.

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Silva, R. M. F. L. , Silva, C. A. B., Greco, O. J., & Moreira, M. C. V. (2014). Análise Espectral Relacionada ao Implante de Stent Coronariano Convencional e Farmacológico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(2), 138-145.

Electronic Document Format (ISO)

Silva, Rose Mary Ferreira Lisboa da and Silva, Carlos Augusto Bueno and Greco, Otaviano José and Moreira, Maria da Consolação Vieira. Análise Espectral Relacionada ao Implante de Stent Coronariano Convencional e Farmacológico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 2, [cited 2026-09-30], pp. 138-145. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/analise-espectral-relacionada-ao-implante-de-stent-coronariano-convencional-e-farmacologico/>. ISSN 0066-782X

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