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  2. Palavra-chave: Segurança
Figura Central
ABCIC
Artigo Original

Segurança da Ecocardiografia de Estresse com Dobutamina Usando um Protocolo Modificado em uma População Não Selecionada

José Sebastião de Abreu et al. Tereza Cristina Pinheiro Diógenes Marília Esther Benevides Abreu Isadora Sucupira Machado Chagas … Sarah Gomes Diógenes Ana Gardenia Liberato Ponte Farias Marcia Maria Carneiro

Resumo

Fundamento

A Ecocardiografia de Estresse com Dobutamina (EED) utilizando o Protocolo Convencional (PC-EED) pode causar efeitos adversos graves.

Objetivo

Este estudo teve como objetivo avaliar a segurança da EED utilizando um Protocolo Modificado (PM-EED).

Métodos

Os dados foram coletados do banco de dados da nossa instituição para comparação entre o PM-EED e o PC-EED. No PC-EED, a atropina podia ser administrada durante o quarto estágio ou sua extensão. No PM-EED, a atropina foi iniciada no início do terceiro estágio, sem extensão de estágio. Após a conclusão da EED ou para controle de arritmias, o metoprolol foi administrado no PC-EED e o esmolol, no PM-EED. Em caso de angina típica, a nitroglicerina era administrada a critério do examinador no PC-EED, enquanto no PM-EED seu uso era pré-determinado. Um valor de p < 0,05 foi considerado estatisticamente significativo.

Resultados

Dos 17 811 testes realizados, 9 121 foram conduzidos utilizando o protocolo PM-EED. Durante a EED, o consumo de oxigênio miocárdico – representado pelo produto pressão-frequência – foi significativamente maior no grupo PM-EED (22.530 ± 4.575 vs 23.037 ± 4.072 bpm·mmHg; p < 0,001). Pico hipertensivo (1% vs. 0,4%; p = 0,0001) e taquicardia ventricular não sustentada (0,6% vs. 0,1%; p = 0,0001) foram mais frequentes no grupo PC-EED, enquanto taquiarritmia supraventricular (2,1% vs 3,78%; p = 0,0001) e fibrilação atrial (0,8% vs. 1,3%; p = 0,003) foram mais comuns no grupo PM-EED. Essas arritmias se resolveram espontaneamente ou com intervenção medicamentosa. No grupo PC-EED, dois pacientes apresentaram fibrilação ventricular e um desenvolveu síndrome coronariana aguda.

Conclusão

Em nosso estudo, o protocolo modificado para EED mostrou-se uma opção segura, sem ocorrência de efeitos adversos graves, mesmo na presença de um produto pressão-frequência elevado.

  • Ecocardiografia sob Estresse
  • Efeitos Colaterais e Reações Adversas Relacionados a Medicamentos
  • Segurança
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16/12/2025 DOI: 10.36660/abcimg.20250054 Visualizações 3
Ablação por Campo Pulsado versus Ablação por Radiofrequência de Curta Duração e Potência Muito Alta na Fibrilação Atrial: Uma Revisão Sistemática e Metanálise
ABC
Artigo Original

Ablação por Campo Pulsado versus Ablação por Radiofrequência de Curta Duração e Potência Muito Alta na Fibrilação Atrial: Uma Revisão Sistemática e Metanálise

Asad Iqbal et al. Wellgner Fernandes Oliveira Amador Martin Cevallos-Cueva Maaz Ahmad … Juan Alejandro Pinilla Alarcón Radamés Vieira Diniz

Resumo

Fundamento

O isolamento das veias pulmonares (IVP) é um tratamento fundamental para a fibrilação atrial (FA). A ablação por campo pulsado (PFA) e a ablação por radiofrequência (RF) de curta duração e potência muito alta (vHPSD) são tecnologias emergentes, mas sua eficácia e segurança comparativas ainda não estão claras.

Objetivos

Avaliar a eficácia e a segurança da PFA em comparação à ablação por RF vHPSD para FA.

Métodos

Uma busca sistemática nas bases de dados PubMed, Embase, Web of Science e Cochrane identificou estudos comparando a ablação por PFA e vHPSD. Os desfechos incluíram sucesso da IVP, tempo de procedimento pele a pele, tempo de fluoroscopia, ausência de arritmias atriais e complicações como tamponamento cardíaco, acidente vascular cerebral e eventos de acesso vascular. Os desfechos contínuos foram analisados por meio de diferenças médias (DM), enquanto os desfechos binários foram avaliados por razões de risco (RR) e intervalos de confiança (IC) de 95%. Um limiar de significância de p < 0,05 foi considerado para análises estatísticas. Este estudo está registrado no PROSPERO (CRD42024619301).

Resultados

Quatro estudos observacionais com 605 pacientes foram incluídos, dos quais 315 (52%) foram submetidos a PFA. PFA e vHPSD alcançaram sucesso de IVP semelhante (RR 1,00; IC 95% 0,99–1,01; p = 1). PFA reduziu o tempo do procedimento (MD -30,07 min; IC 95% -31,41 a -28,74; p < 0,01), mas aumentou o tempo de fluoroscopia (MD 6,87 min; IC 95% 3,66–10,08; p < 0,01). A ausência de arritmias atriais foi comparável (RR 1,03; IC 95% 0,94–1,14; p = 0,5). As taxas de complicações, incluindo tamponamento cardíaco, acidente vascular cerebral e problemas de acesso vascular, não mostraram diferenças significativas entre os grupos.

Conclusão

A PFA reduz significativamente o tempo do procedimento, mas requer fluoroscopia mais longa em comparação com a vHPSD. Ambas as técnicas apresentam eficácia comparável para IVP e ausência de arritmias, com perfis de segurança semelhantes.

  • Ablação por Cateter
  • Eficácia
  • Fibrilação Atrial
  • Segurança
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18/08/2025 DOI: 10.36660/abc.20240845 Visualizações 3
Eficácia e Segurança Terapêutica do Paracetamol versus Ibuprofeno na Persistência do Ducto Arterial em Recém-Nascidos: Uma Revisão Sistemática
ABC
Revisão

Eficácia e Segurança Terapêutica do Paracetamol versus Ibuprofeno na Persistência do Ducto Arterial em Recém-Nascidos: Uma Revisão Sistemática

Halecy Davidson Sousa da Silva et al. Eryvelton de Souza Franco Larissa Caroline de Almeida Sousa Lima Maria Bernadete de Sousa Maia

RESUMO

O fechamento do canal arterial por meio da utilização de inibidores de cicloxigenase (COX), é considerado o tratamento de primeira linha da persistência do canal arterial hemodinamicamente significativo (PCAHS). Fisiologicamente, as prostaglandinas têm papel reconhecido na PCA (persistência do canal arterial). Reconhecidamente, a eficácia e segurança comparativa entre o ibuprofeno e o paracetamol precisa ser determinada para escolha racional da terapia medicamentosa do fechamento do ducto arterial (DA) em protocolos clínicos.

O presente estudo tem como objetivo apresentar os aspectos da eficácia e da segurança terapêutica do paracetamol versus ibuprofeno no tratamento da PCA em recém-nascidos prematuros.

Procedeu-se a revisão sistemática da literatura, seguindo as recomendações do protocolo PRISMA, utilizando as bases de dados Medline, Pubmed, LILACS e SciELO. Foram incluídos estudos dos últimos 10 anos (2013-2023), os quais analisaram a eficácia e/ou segurança do paracetamol em comparação ao ibuprofeno em recém-nascidos com diagnóstico de PCA.

Foram selecionados para análise 8 ensaios clínicos randomizados (ECRs), resultando em um tamanho amostral de 781 neonatos com PCA tratados com paracetamol ou com ibuprofeno. A eficácia do paracetamol para o fechamento do DA é comparável ao ibuprofeno. Não há diferença estatisticamente significativa na incidência de efeitos adversos relacionadas entre os dois medicamentos na maioria dos estudos.

Há equivalência na eficácia e na segurança do ibuprofeno e paracetamol para promover o fechamento do DA em recém-nascidos prematuros com PCAHS.

  • Eficácia
  • Ibuprofeno
  • Paracetamol
  • persistência do canal arterial
  • recém-nascidos
  • Segurança
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06/12/2024 DOI: 10.36660/abc.20240058 Visualizações 2
Desenho de Estudo de um Estudo Observacional Brasileiro sobre o uso de Edoxabana em Pacientes com Fibrilação Atrial (EdoBRA)
ABC
Artigo Original

Desenho de Estudo de um Estudo Observacional Brasileiro sobre o uso de Edoxabana em Pacientes com Fibrilação Atrial (EdoBRA)

Dalton Bertolim Précoma et al. Rafael Paletta da Silva Allyson Nakamoto Viviane Mariz Omar … Danilo Lopes José Francisco Kerr Saraiva

Resumo

Fundamento:

Os ensaios clínicos demonstraram a segurança da Edoxabana, um anticoagulante oral não dependente de vitamina K (NOAC), e a sua eficácia na prevenção de acidente vascular cerebral e embolia sistémica em pacientes com fibrilação atrial não valvar (FANV) e também na prevenção e tratamento de tromboembolismo venoso. No entanto, pesquisas adicionais são necessárias para avaliar a segurança e a eficácia da Edoxabana em um cenário real na população brasileira.

Objetivo:

A fim de compreender os riscos e benefícios do uso da Edoxabana em cenários clínicos de rotina, o estudo EdoBRA está sendo conduzido para obter informações sobre a segurança e eficácia do uso da Edoxabana em pacientes não pré-selecionados com FANV no Brasil.

Métodos:

O estudo EdoBRA é um estudo multicêntrico, prospectivo e observacional, realizado em 36 centros no Brasil. São elegíveis para este estudo pacientes com FANV, ≥ 18 anos de idade, tratados com Edoxabana disponível comercialmente, que iniciaram o tratamento por pelo menos 14 dias e não mais do que 90 dias antes da data de inclusão no estudo, e que não estão participando de nenhum outro estudo de intervenção. Ao todo, 700 pacientes devem ser inscritos e acompanhados por um ano, com coletas de dados programadas para o período basal e 3, 6 e 12 meses após a inscrição no estudo. O objetivo primário de segurança é o sangramento clinicamente relevante (de acordo com critérios da Sociedade Internacional de Trombose e Hemostasia – ISTH), e o objetivo secundário de eficácia são desfechos cardiovasculares relevantes relacionados à FANV.

Conclusão:

O estudo observacional EdoBRA gerará informações adicionais relevantes sobre a Edoxabana enquanto NOAC em diversos aspectos do manejo de pacientes no atendimento clínico de rotina, como perfil de segurança e efetividade em pacientes com FANV no Brasil.

  • Anticoagulantes Orais
  • Edoxabana
  • Eficácia
  • Estudo Observacional
  • Segurança
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26/04/2024 DOI: 10.36660/abc.20230392 Visualizações 1
ABC
Editorial

Imagens Complementam Palavras: Ausência de Progressão de Lesão Miocárdica e Coronariana em Crianças em Idade Escolar submetidos à Ablação por Cateter de Radiofrequência

Jorge Elias Neto et al. Márcio Augusto Silva

Nem mesmo os maiores entusiastas entre os cardiologistas poderiam prever, no final da década de 1980, o impacto que a ablação por cateter teria no tratamento das arritmias cardíacas. Desde o seu advento acumularam-se evidências e experiência clínica que permitem afirmar a sua eficácia no tratamento das mais variadas formas de taquiarritmias cardíacas em indivíduos de todas as faixas etárias.–

Particularmente na população pediátrica, essas perspectivas mudaram gradualmente do uso de ablação por cateter apenas em casos de arritmia refratária a medicamentos para um tratamento de primeira linha e preferência do paciente/familiares.,- No entanto, essa generalização levanta um questionamento referente ao uso dessa técnica na prática clínica na ausência de dados em animais ou humanos que demonstrem suficientemente sua segurança e eficácia em órgãos imaturos.,

[…]

  • Ablação por Cateter
  • Lesão Miocárdica
  • Pediátrico
  • Segurança
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18/03/2024 DOI: 10.36660/abc.20230850 Visualizações 1
Figura Central
ABC
Artigo Original

Progressão da Lesão Miocárdica após Ablação por Radiofrequência em Crianças em Idade Escolar

Sissy Lara de Melo et al. Alberto Pereira Ferraz Stephanie Ondracek Lemouche Marcela Santana Devido … Gabriela Liberato de Sousa Carlos E. Rochitte Cristiano Faria Pisani Denise Tessariol Hachul Mauricio Scanavacca

Resumo

Fundamento

As últimas décadas têm assistido ao rápido desenvolvimento do tratamento invasivo de arritmias por procedimentos de ablação por cateter. Apesar da sua segurança e eficácia bem estabelecida em adultos, até o momento, há poucos dados nos cenários pediátricos. Uma das principais preocupações é a possível expansão da cicatriz do procedimento de ablação nessa população e suas consequências ao longo dos anos.

Objetivos

Este estudo teve como objetivo analisar o risco da progressão da lesão miocárdica após ablação por cateter de radiofrequência em pacientes pediátricos.

Métodos

Este é um estudo retrospectivo de 20 pacientes pediátricos com tratamento prévio de arritmia supraventricular com ablação, submetidos à ressonância magnética cardíaca e angiografia coronária para avaliação de fibrose miocárdica e da integridade das artérias coronárias durante o acompanhamento.

Resultados

A idade mediana no procedimento de ablação foi 15,1 anos (Q1 12,9, Q3 16,6) e 21 anos (Q1 20, Q3 23) quando a ressonância magnética cardíaca foi realizada. Quatorze dos pacientes eram mulheres. Taquicardia por reentrada nodal e síndrome de Wolf-Parkinson-White foram os principais diagnósticos (19 pacientes), com um paciente com taquicardia atrial. Três pacientes apresentaram fibrose miocárdica ventricular, mas com um volume inferior a 0,6 cm 3 . Nenhum deles desenvolveu disfunção ventricular e nenhum paciente apresentou lesões coronarianos na angiografia.

Conclusão

A ablação por cateter de radiofrequência não mostrou aumentar o risco de progressão de lesão miocárdica ou de lesões na artéria coronária.

  • Ablação por Cateter
  • Contusões Miocárdicas
  • Criança
  • Segurança
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05/02/2024 DOI: 10.36660/abc.20220727 Visualizações 1
Figura 1
ABCIC
Editorial

Contraste Ecocardiográfico na Vida Real: Praticidade, Segurança e Custo-efetividade

Márcio Silva Miguel Lima

Após aproximadamente 2 décadas de uso na prática, balizado também em diversos estudos clínicos, pode-se afirmar que os agentes de contraste ecocardiográficos (ACE) são extremamente seguros, seguindo-se as suas recomendações de preparo e administração.– Eventos adversos graves são muito raros, com prevalência aproximada ao redor de 1 a cada 10.000 administrações, sendo as reações anafilactóides os mais frequentes.,- Especificamente com o contraste SonoVue® (hexafluoreto de enxofre) utilizado no Brasil, Furtado, Rassi e colaboradores relataram em seu estudo de segurança uma incidência muito baixa de somente 0,6% de reação alérgica em sua população de 1.099 pacientes que receberam este agente. No geral, as reações alérgicas são imediatas ou em até 30 minutos após administração, de intensidade leve e transitórias. A apresentação mais comum é o surgimento de lesões eritematosas cutâneas e urticária. Neste cenário, contudo, deve-se ter especial atenção para sinais e sintomas respiratórios, como dispneia, estridor laríngeo e broncospasmo, e de progressão para um eventual colapso circulatório, como tontura, palidez e hipotensão, pois se tratam de alertas para instalação do choque anafilático. O paciente deve ser cuidadosamente avaliado e observado, e medidas direcionadas à anafilaxia prontamente instituídas com anti-histamínicos, corticoide e epinefrina, seguindo o protocolo de atendimento local, que deve ter seu pessoal sempre muito bem treinado.

Em outubro de 2007, a agência reguladora ligada ao departamento de saúde do governo estadunidense (FDA — Food and Drug Administration) inseriu uma contraindicação geral (black box) para o uso dos agentes Definity® e Optison® em pacientes agudamente enfermos após análise de 11 óbitos potencialmente relacionados ao uso destes ACE. Esta restrição foi posteriormente retirada após vasta evidência de segurança demonstrada por estudos clínicos subsequentes. A doença pulmonar avançada e a hipertensão pulmonar, inicialmente, representavam contraindicações, mas ensaios clínicos ratificaram segurança.– Fato também ocorrido com a suspeita ou presença de shunt intracardíaco significativo, sendo esta última contraindicação suspensa pela FDA em 2016., Atualmente, somente o histórico de reação alérgica a algum componente dos ACE é considerada uma contraindicação absoluta para o seu uso.

[…]

  • Análise de Custo-Benefício
  • ecocardiografia
  • Segurança
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21/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230033 Visualizações 1
ABCIC
Original Article

Análise da Segurança e dos Preditores de Arritmias Durante o Ecocardiograma Sob Estresse com Dobutamina em um Ambiente Não Hospitalar

Daniela do Carmo Rassi et al. Rogério Gomes Furtado Fabio de Paula Turco Luciano Henrique Melato … Ana Caroline Reinaldo de Oliveira Colandy Nunes Dourado Luiz Rassi Jr

Resumo

Fundamento

O ecocardiograma sob estresse com dobutamina-atropina (EEDA) é um exame acessível e importante, principalmente em pacientes sob investigação de doença coronariana. Contudo, faz-se necessário a avaliação de sua segurança, devido ao seu emprego em pacientes com patologias cada vez mais complexas, graves e idosos.

Objetivo

Confirmar segurança do EEDA e avaliar os preditores de arritmias em ambiente não hospitalar.

Métodos

EEDA foi realizado com o objetivo de avaliar isquemia utilizando o protocolo padrão de infusão de dobutamina de 5 a 40 mcg/kg/min associado a atropina.

Resultados

Foram avaliados de forma prospectiva 2227 pacientes no período de setembro a novembro de 2010. Idade média foi de 60,7 +/- 12,5 anos e 60,8% eram mulheres. A fração de ejeção média foi de 67,9% +/- 9. Dentre dos eventos adversos,12 pacientes apresentaram resposta hipertensiva, 466 arritmias, 58 cefaleias e 57 dores precordial. Nenhum paciente apresentou infarto agudo do miocárdio, fibrilação ventricular, ruptura cardíaca, assistolia ou morte. Quanto ao surgimento das arritmias significativas, 3 pacientes apresentaram fibrilação atrial,16 taquicardias supraventricular sustentada,19 taquicardias ventricular não sustentada e 2 taquicardias ventricular sustentada. Nestes pacientes, idade (OR = 1,0559, p = 0,0002) e o índice de escore de contração segmentar (IECS) em repouso > 1 (OR 2,5039, p = 0,0354) foram preditores independentes para o surgimento de arritmias significativas durante o exame.

Conclusão

O EEDA mostrou-se seguro nesse grupo de pacientes em ambiente não hospitalar. Idade e IECS em repouso > 1 foram preditores independentes para o surgimento de arritmias significativas durante o exame. (Arq Bras Cardiol:Imagem cardiovasc. 2018;31(3):168-174)

  • Arritmias Cardíacas
  • Dobutamina
  • Ecocardografia sob Estresse/efeitos adversos
  • Insuficiência Coronária
  • Segurança
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20/01/2022 DOI: 10.5935/2318-8219.20180025 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Segurança do Agente de Contraste SF6 (SonoVueⓇ) no Ecocardiograma sob Estresse Farmacológico

Rogerio Gomes Furtado et al. Daniela do Carmo Rassi Luciano Henrique Melato Ana Caroline Reinaldo de Oliveira … Paula Meneses Nunes Priscila Elias Baccelli Sara Camila de Oliveira Santos Victor Emanuel Santos Luiz Rassi Junior Colandy Godoy Nunes

Resumo

Fundamento

Em 2007, a Food and Drug Administration (FDA) determinou revisões sobre segurança dos agentes de contraste ecocardiográfico (ACE) disponíveis no mercado após relatos de mortes. Ao longo desses anos, diversos estudos comprovaram a segurança dos ACE, porém com poucos estudos relacionados ao SonoVue®.

Objetivos

Avaliar a segurança do SonoVue® durante o ecocardiograma sob estresse farmacológico (EEF) por meio da análise da incidência de reações alérgicas e da comparação entre os grupos quanto ao surgimento de arritmia, efeitos colaterais menores e eventos adversos.

Métodos

Estudo observacional, prospectivo, no qual 2.346 pacientes foram submetidos ao EEF e divididos em dois grupos: grupo 1 com ACE (n=1.099) e grupo 2 sem ACE (n=1.247). Os pacientes foram avaliados durante o EEF – 24 horas e 30 dias. Foi definido p significativo quando <0,05.

Resultados

O grupo 1 apresentou efeitos colaterais mais leves, como cefaleia (5/0,5% vs. 19/1,5%, p=0,012) e hipertensão reativa (3/0,3% vs . 19/1,5%, p=0,002), menos arritmias como extrassístoles ventriculares (180/16,4% vs . 247/19,8%, p=0,032) e taquicardia paroxística supraventricular (2/0,2% vs . 15/1,2%, p=0,003), assim como nenhum evento adverso como infarto agudo do miocárdio (IAM) e óbito. No grupo 2, um paciente apresentou IAM <24h (1/01%) e dois óbitos <30 dias (2/0,1%). Urticária relacionada ao SonoVue® foi observada em 3 (0,3%) pacientes sem reação anafilática.

Conclusão

SonoVue® demonstrou segurança durante o EEF, não sendo observados morte, IAM ou reação anafilática. Observou-se menor incidência de efeitos colaterais mais leves e arritmias no grupo que utilizou o ACE, assim como baixa incidência de reações alérgicas leves.

  • Ecocardiograma sob estresse
  • Segurança
  • SonoVue®
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08/10/2021 DOI: 10.36660/abc.20200475 Visualizações 1
ABC
Editorial

Ablação por Cateter sem Uso de Raios X para Tratamento de Fibrilação Atrial e Arritmias Atriais

Leandro Ioschpe Zimerman

A ablação por radiofrequência é um método consagrado e cada vez mais usado no tratamento das taquiarritmias. Tradicionalmente, é feita por meio da colocação de cateteres intracavitários guiados por fluoroscopia. Ao longo dos anos, no entanto, uma série de problemas relacionados com a exposição à radiação tornou-se mais evidente, tais como catarata, mutações genéticas e câncer. Não por acaso, a quantidade de tumores no hemisfério cerebral esquerdo, que recebe maior quantidade de radiação, é maior do que no hemisfério direito, em intervencionistas. É importante lembrar que o risco de câncer é linear com a exposição, sem um limiar definido, e que existe efeito cumulativo. Em procedimentos mais longos, lesões graves cutâneas podem, inclusive, se desenvolver nos pacientes. Para reduzir esses riscos aos pacientes e à equipe médica, várias medidas foram tomadas: aparelhos e métodos de fluoroscopia com menor radiação e equipamentos de proteção individual, tais como avental, proteção de tireoide, óculos, touca e até mesmo luvas chumbadas. A proteção aumentou, mas às custas de problemas ortopédicos pelo peso que se carregava, em tantos procedimentos, por tanto tempo. Novas soluções foram criadas, como aventais chumbados suspensos. Contudo, junto a esse aumento da proteção individual, foi ganhando força a ideia também de, efetivamente, se realizar o procedimento com a menor quantidade de radiação possível. Para isso, o desenvolvimento de sistemas de mapeamento tridimensional foi o impulso que se precisava. Isso, associado ao uso de cateteres de ablação por força de contato, tornou possível realizar procedimentos, mesmo complexos, manipulando cateteres e aplicando energia com eficácia e segurança, sem necessitar de visualização por fluoroscopia. Em procedimentos menos complexos, especialmente do lado direito do coração, descreviam-se ablações sem fluoroscopia. , Em gestantes, passou a ser uma solução factível. Mesmo para os procedimentos de maior complexidade, passou-se a preconizar a fluoroscopia “quase zero”. “Quase zero” porque ainda era necessário usar a fluoroscopia em alguns momentos, como a punção transeptal, por exemplo.

Ao mesmo tempo, o ultrassom passou a ser cada vez mais usado em procedimentos cardiológicos invasivos, e mais especificamente em eletrofisiologia. Ecografia vascular é usada para auxílio nas punções vasculares e redução de fístulas arteriovenosas (AV) e pseudoaneurismas. Ecocardiograma transesofágico é útil para excluir trombos em apêndice atrial e auxiliar punção transeptal. Ainda mais útil é o ecocardiograma intracardíaco, que auxilia punção transeptal, permite visualizar óstios de veias pulmonares, descarta derrame pericárdico, visualiza recessos durante ablação do istmo cavotricuspídeo e confirma contato adequado do cateter.

[…]

  • Ablação por Radiofrequência/métodos
  • Eficácia
  • Equipamento de Proteção Individual
  • Fístula Arteriovenosa
  • Fluoroscopia
  • Ondas de Radio/efeitos adversos
  • Segurança
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03/07/2020 DOI: 10.36660/abc.20200451 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Ablação Por Cateter Sem Uso de Fluoroscopia Para Tratamento de Fibrilação Atrial e Arritmias Atriais: Eficácia e Segurança

Eduardo B. Saad et al. Charles Slater Luiz Antonio Oliveira Inácio Jr Gustavo Vignoli dos Santos … Lucas Carvalho Dias Luiz Eduardo Montenegro Camanho

Resumo

Fundamento

O uso da radiação ionizante em procedimentos médicos está associado a riscos significativos à saúde dos pacientes e da equipe de saúde.

Objetivos

Avaliar a segurança e a eficácia aguda da ablação por cateter para tratamento da fibrilação atrial (FA) e arritmias supraventriculares (SVTs), utilizando uma abordagem exclusivamente não fluoroscópica, guiada por eco intracardíaco (ICE) e mapeamento 3D.

Métodos

95 pts (idade média 60 ± 18 anos, 61% do sexo masculino) programados para ablação de FA (69 pts, 45 FA paroxística e 24 FA persistente) ou SVTs (26 pts – 14 reentrada nodal, 6 Wolf-Parkinson-White [WPW], 5 flutter atrial direito [AD], 1 taquicardia atrial). Nove pacientes (9,5%) tinham marcapasso definitivo ou dispositivos de ressincronização com desfibrilador. Dois sistemas de mapeamento eletroanatômico foram utilizados – CARTO (65%) e NAVx (35%), bem como cateteres de ICE disponíveis – Acunav e ViewFlex.

Resultados

O isolamento das veias pulmonares (VPs), bem como todos os outros alvos que precisavam de ablação em ambos os átrios, foram alcançados e adequadamente visualizados. Não foram observados derrames pericárdicos, complicações trombóticas ou outras intercorrências nesta série. Punções transseptais difíceis (19 pacientes – 20%) foram realizadas sem fluoroscopia em todos os casos. Não foi utilizada fluoroscopia de backup, e nenhum vestuário de chumbo foi necessário. Avaliações detalhadas dos marcapassos após o procedimento não mostraram nenhum dano aos eletrodos, deslocamentos ou mudanças de limiar.

Conclusões

Uma estratégia de ablação por cateter sem uso de radiação para FA e outras arritmias atriais é segura e eficaz quando guiada pela utilização adequada do ICE e do mapeamento 3D. Diversos sítios em ambos os átrios podem ser alcançados e adequadamente ablacionados sem a necessidade de fluoroscopia de backup. Não foram observadas complicações. (Arq Bras Cardiol. 2020; 114(6):1015-1026)

  • Ablação por Cateter
  • Arritmias Cardíacas
  • Eficácia
  • Fibrilação Atrial
  • Fluoroscopia
  • Radiação
  • Segurança
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03/07/2020 DOI: 10.36660/abc.20200096 Visualizações 1
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Segurança do Ecocardiograma sob Estresse com Dobutamina-Atropina em Pacientes com Doença de Chagas

Daniela do Carmo Rassi et al. Marcelo Luiz Campos Vieira Rogerio Gomes Furtado Fabio de Paula Turco … Luciano Henrique Melato Viviane Tiemi Hotta Colandy Godoy de Oliveira Nunes Luiz Rassi Jr. Salvador Rassi

Resumo

Fundamento:

Até poucas décadas atrás, os pacientes chagásicos eram predominantemente trabalhadores rurais, com baixo perfil de risco para doença obstrutiva coronária. Com a crescente urbanização, passaram a ter os mesmos fatores de risco para doença aterosclerótica que indivíduos não infectados. O ecocardiograma sob estresse com dobutamina (EED) é uma importante ferramenta no diagnóstico de coronariopatia. É referido, porém, como um método potencialmente arritmogênico, mas seguro, em pacientes coronarianos não chagásicos. Entretanto, há insegurança na prática clínica de indicá-lo no paciente chagásico, devido ao potencial arritmogênico já intrínseco nesta cardiopatia.

Objetivos:

Analisar a segurança do EED em uma população de chagásicos com suspeita clínica de coronariopatia.

Métodos:

Análise retrospectiva de um banco de dados de pacientes encaminhados para a realização do EED entre maio/2012 e fevereiro/2015. Avaliou-se pacientes consecutivos portadores de doença de Chagas e com suspeita de coronariopatia. Confirmou-se a sorologia para doença de Chagas em todos os pacientes.

Resultados:

A média etária dos 205 pacientes analisados foi de 64 ± 10 anos, sendo a maioria do sexo feminino (65,4%). Nenhum paciente apresentou eventos adversos significativos, como infarto agudo do miocárdio, fibrilação ventricular, assistolia, acidente vascular encefálico, ruptura cardíaca ou morte. Quanto às arritmias, extrassístoles ventriculares frequentes ocorreram em 48% dos pacientes, taquicardia ventricular não sustentada em 7,3%, bigeminismo em 4,4%, taquicardia supraventricular e taquicardia ventricular sustentada em 1% e fibrilação atrial em 0,5%.

Conclusão:

O EED mostrou ser um exame seguro nessa população de pacientes chagásicos, onde nenhum desfecho grave foi encontrado.

  • Atropina
  • Doença de Chagas
  • Ecocardiografia sob Estresse
  • Segurança
  • Trypanosoma cruzi / efeitos de drogas
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16/01/2017 DOI: 10.5935/abc.20170002 Visualizações 1
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Artigo de Pesquisa

Baixa Prevalência de Eventos Adversos Maiores à Ecocardiografia sob Estresse Físico

Stephanie Macedo Andrade et al. Caio José Coutinho Leal Telino Antônio Carlos Sobral Sousa Enaldo Vieira de Melo … Carla Carolina Cardoso Teixeira Clarissa Karine Cardoso Teixeira Jaquiele Santos Santana Igor Larchert Mota Carlos José Oliveira de Matos Joselina Luzia Menezes Oliveira

Resumo

Fundamento:

A ecocardiografia sob estresse constitui metodologia validada para diagnóstico e estratificação de risco da doença arterial coronária. A ecocardiografia sob estresse físico (EEF) tem se destacado como a mais fisiológica dentre as modalidades de estresse, todavia sua segurança não está bem estabelecida.

Objetivo:

Estudar as complicações relacionadas à EEF e as variáveis clínicas e ecocardiográficas preditoras dessas ocorrências.

Método:

Estudo transversal composto por 10250 pacientes submetidos à EEF por conveniência, de janeiro de 2000 a junho de 2014. As arritmias cardíacas (AC) foram as complicações mais frequentemente encontradas durante o exame. Os voluntários foramdivididos em dois grupos, de acordo com a ocorrência de AC à EEF: grupo G1 – composto por pacientes que apresentaram AC e grupo G2 – formado por indivíduos que não exibiram tal complicação.

Resultados:

O grupo G1 com 2843 (27,7%) pacientes, e grupo G2 formado por 7407 (72,3%). Não foram registrados óbitos, infarto agudo do miocárdio, assistolia ou fibrilação ventricular. As extrassístoles supraventriculares (13,7%) e as ventriculares (11,5%) foram as AC predominantes. O grupo G1 apresentou idade média mais elevada, maior frequência de hipertensão arterial sistêmica e tabagismo, maiores dimensões da raiz da aorta e do átrio esquerdo (AE) e menor fração de ejeção do ventrículo esquerdo que o G2. O grupo G1 exibiu também, mais alterações isquêmicas (p < 0,001). As variáveis preditoras foram idade (RR 1,04; [IC] 95% 1,038 – 1,049) e AE (RR 1,64; [IC] 95% 1,448 – 1,872).

Conclusão:

A presente investigação demonstrou que a EEF é uma modalidade segura, ocorrendo apenas complicações não-fatais. Idade avançada e aumento da dimensão do AE são preditores da presença de arritmias cardíacas.

  • Doença da Arterial Coronariana
  • Ecocardiografia sob Estresse
  • Exercício/fisiologia
  • Segurança
  • Teste de Esforço
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27/06/2016 DOI: 10.5935/abc.20160096 Visualizações 2
ABC
Carta ao Editor

A segurança do teste de caminhada de seis minutos

Guilherme Veiga Guimarães et al. Vitor Oliveira Carvalho Juliana Fernanda Belli

CARTA AO EDITOR

A segurança do teste de caminhada de seis minutos

[…]

  • Caminhada
  • Exercício
  • Segurança
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13/04/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2010001500017 Visualizações 2
ABC
Artigo Original

Efetividade e segurança dos stents farmacológicos em um serviço de cardiologia em Curitiba-PR

Chiu Yun Yu Braga et al. Luiz Antonio Rivetti Francisco de Paula Stella

FUNDAMENTO: A efetividade e segurança de stents farmacológicos (SF) ainda têm sido questionadas. OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi avaliar a efetividade e segurança desses stents, e a incidência da revascularização da lesão tratada (RLT), além de identificar possíveis variáveis que influenciam a necessidade de RLT. MÉTODOS: Selecionaram-se 203 pacientes do Hospital Costantini que tiveram acompanhamento clínico no período de 1 a 3 anos. RESULTADOS: Observou-se o seguinte quadro: 470 lesões; 171 (84,24%) pacientes eram homens; 54 (26,6%), diabéticos; 131 (64,35%), hipertensos; 127 (62,56%), dislipidêmicos; 40 (19,70%), tabagistas; e 79 (38,92%) apresentavam história familiar de coronariopatia. Ainda: 49 (24,14%) pacientes apresentavam angina estável; 58 (28,57%), angina instável; e 6 (2,96%), infarto agudo do miocárdio. Desses pacientes, 85 (41,87%) eram assintomáticos, e 146 (71,92%), multiarteriais. Nas características das lesões, 77,45% foram B2/C (AHA/ACC). Taxus foi implantado em 73,62% dos pacientes. Em 381 (81,96%), constataram-se stents com diâmetro > 2,5 mm. O comprimento de stent era < 30 mm em 67,87% das lesões, com média de 2,3 stents por paciente. Após acompanhamento, 19 pacientes (9,3%) submeteram-se à RLT. Houve morte de 4 pacientes (1,97%), sendo 2 pacientes por IAM (0,98%), um com AVC (0,49%) e um com aneurisma de aorta abdominal (0,49%). Ainda observamos um paciente com trombose tardia (0,49%) e um com reinfarto (0,49%). Na análise estatística realizada, apenas a característica da lesão em bifurcação aproximou-se de significância estatística com p < 0,06. CONCLUSÃO: Concluímos que os stents farmacológicos apresentam boa efetividade e segurança, observamos incidência de 9,3% de RLT e não identificamos variável que indicasse a necessidade de RLT.

  • Brasil
  • Curitiba (PR)
  • efetividade
  • Segurança
  • serviços de diagnóstico
  • Stents Farmacológicos
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02/07/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000081 Visualizações 2
Segurança da ecocardiografia transesofágica em adultos: estudo em um hospital multidisciplinar
ABC
Artigo Original

Segurança da ecocardiografia transesofágica em adultos: estudo em um hospital multidisciplinar

Alexandre Ferreira Cury et al. Marcelo Luiz Campos Vieira Claudio Henrique Fischer Ana Clara Tude Rodrigues … Adriana Cordovil Claudia Monaco Gustavo Alberto Naccarato Glaucia Tavares Edgar Bezerra Lira Filho Laise Antonia Guimarães Samira Saady Morhy

FUNDAMENTO: A ecocardiografia transesofágica (ETE) é um exame semi-invasivo amplamente utilizado e seu uso associado a sedativos poderá influenciar a segurança do procedimento. OBJETIVO: analisar aspectos da segurança da ETE associada ao uso de midazolam (MZ) e flumazenil (FL) e a influência de variáveis clínicas na taxa de eventos. MÉTODO: estudo prospectivo com 137 pacientes que realizaram ETE com MZ associado à sedação moderada. Analisamos as seguintes ocorrências: complicações com anestesia tópica, ao uso do MZ e complicações relacionadas ao procedimento. Análises uni e multivariada foram usadas para testar a influência das variáveis clínicas: idade, sexo, acidente vascular cerebral (AVC), miocardiopatia (MP), duração do exame, insuficiência mitral (IM) e dose de MZ. RESULTADOS: todos pacientes (65±16 anos; 58% masculino) completaram o exame. As doses médias de MZ e FL foram de 4,3±1,9 mg e 0,28±0,2 mg, respectivamente. A duração do exame e a fração de ejeção (FE) média foram de 16.4±6.1 minutos e 60±9%, respectivamente. O evento mais comum foi a hipóxia leve (SO2<90%), em 11 pacientes; 3 pacientes (2%) apresentaram hipóxia transitória por obstrução da via aérea superior na passagem da sonda, enquanto 8 (5,8%) apresentaram hipóxia devido ao uso do MZ. Hipotensão transitória (PAS<90 mmHg) ocorreu em 1 paciente (0,7%). A análise multivariada mostrou que insuficiência mitral (IM) importante, MP (FE5mg) tiveram associação com tais eventos (p<0,001). A FE no grupo com MP foi de 40%, ao passo que, no grupo com insuficiência mitral (IM), esse percentual foi de 44%, podendo ser este um fator associado a eventos clínicos neste último grupo. CONCLUSÃO: ETE com sedação tem baixas taxas de eventos. Não se observou eventos graves e não houve a necessidade de interrupção dos exames.

  • Ecocardiografia transesofágica
  • Flumazenil
  • midazolam
  • Segurança
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20/01/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2009001100007 Visualizações 1
ABC
Editorial

Eco transesofágico: segurança total?

Márcia de Melo Barbosa

EDITORIAL

Eco transesofágico: segurança total?

[…]

  • Ecocardiografia transesofágica
  • Segurança
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06/01/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2009001100002 Visualizações 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Periodicidade e escolha de exames laboratoriais na terapia hipolipemiante

Tania Leme da Rocha Martinez et al. Helena Maria do Nascimento

Intervenções farmacológicas com hipolipemiantes devem ser monitoradas periodicamente para avaliar eficácia e parâmetros de segurança. As estatinas são drogas normalmente bem toleradas e os seus principais efeitos colaterais incluem aumento das enzimas hepáticas (AST e ALT) e muscular (CK). O tratamento deve ser interrompido ou diminuído no caso de um aumento significativo das AST ou ALT (> 3x LSN), ou CK (> 10x LSN). Outros agentes hipolipemiantes também podem produzir hepatotoxicidade ou miosite, fibratos e ácido nicotínico, especialmente em associação com as estatinas ou na presença de anormalidades metabólicas (tireoidite, hepatopatia e nefropatia). Ácido nicotínico pode também aumentar os níveis plasmáticos de glicose e ácido úrico. Testes laboratoriais podem ser utilizados no seguimento da terapia hipolipemiante e devem ser repetidos a cada três meses durante o primeiro ano e então em intervalos de seis meses. Intervalos menores são recomendados para casos especiais.

  • Estatinas
  • hepatotoxicidade
  • Segurança
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02/01/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2005002400002 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Abreu JS, Diógenes TCP, Abreu MEB, Chagas ISM, Diógenes SG, Farias AGLP, Carneiro MM, et al. Segurança da Ecocardiografia de Estresse com Dobutamina Usando um Protocolo Modificado em uma População Não Selecionada. ABC Imagem Cardiovascular 2025;38(3):e20250054.

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Abreu, José Sebastião de; Diógenes, Tereza Cristina Pinheiro; Abreu, Marília Esther Benevides; Chagas, Isadora Sucupira Machado; Diógenes, Sarah Gomes; Farias, Ana Gardenia Liberato Ponte; Carneiro, Marcia Maria. Segurança da Ecocardiografia de Estresse com Dobutamina Usando um Protocolo Modificado em uma População Não Selecionada. ABC Imagem Cardiovascular, v. 38, n. 3, e20250054, dez. 2025.

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Abreu, J. S. , Diógenes, T. C. P., Abreu, M. E. B., Chagas, I. S. M., Diógenes, S. G., Farias, A. G. L. P., & Carneiro, M. M. (2025). Segurança da Ecocardiografia de Estresse com Dobutamina Usando um Protocolo Modificado em uma População Não Selecionada. ABC Imagem Cardiovascular, 38(3), e20250054.

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Abreu, José Sebastião de and Diógenes, Tereza Cristina Pinheiro and Abreu, Marília Esther Benevides and Chagas, Isadora Sucupira Machado and Diógenes, Sarah Gomes and Farias, Ana Gardenia Liberato Ponte and Carneiro, Marcia Maria. Segurança da Ecocardiografia de Estresse com Dobutamina Usando um Protocolo Modificado em uma População Não Selecionada. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2025, vol. 38, n. 3, [citado 2026-10-14], e20250054. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/seguranca-da-ecocardiografia-de-estresse-com-dobutamina-usando-um-protocolo-modificado-em-uma-populacao-nao-selecionada/>. ISSN 2318-8219

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Iqbal A, Amador WFO, Cevallos-Cueva M, Ahmad M, Alarcón JAP, Diniz RV. Ablação por Campo Pulsado versus Ablação por Radiofrequência de Curta Duração e Potência Muito Alta na Fibrilação Atrial: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(7):e20240845.

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Iqbal, Asad; Amador, Wellgner Fernandes Oliveira; Cevallos-Cueva, Martin; Ahmad, Maaz; Alarcón, Juan Alejandro Pinilla; Diniz, Radamés Vieira. Ablação por Campo Pulsado versus Ablação por Radiofrequência de Curta Duração e Potência Muito Alta na Fibrilação Atrial: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 7, e20240845, ago. 2025.

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Iqbal, A., Amador, W. F. O., Cevallos-Cueva, M., Ahmad, M., Alarcón, J. A. P., & Diniz, R. V. (2025). Ablação por Campo Pulsado versus Ablação por Radiofrequência de Curta Duração e Potência Muito Alta na Fibrilação Atrial: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(7), e20240845.

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Iqbal, Asad and Amador, Wellgner Fernandes Oliveira and Cevallos-Cueva, Martin and Ahmad, Maaz and Alarcón, Juan Alejandro Pinilla and Diniz, Radamés Vieira. Ablação por Campo Pulsado versus Ablação por Radiofrequência de Curta Duração e Potência Muito Alta na Fibrilação Atrial: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 7, [citado 2026-10-14], e20240845. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ablacao-por-campo-pulsado-versus-ablacao-por-radiofrequencia-de-curta-duracao-e-potencia-muito-alta-na-fibrilacao-atrial-uma-revisao-sistematica-e-metanalise/>. ISSN 0066-782X

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Silva HDS, Franco ES, Lima LCAS, Maia MBS. Eficácia e Segurança Terapêutica do Paracetamol versus Ibuprofeno na Persistência do Ducto Arterial em Recém-Nascidos: Uma Revisão Sistemática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(11):e20240058.

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Silva, Halecy Davidson Sousa da; Franco, Eryvelton de Souza; Lima, Larissa Caroline de Almeida Sousa; Maia, Maria Bernadete de Sousa. Eficácia e Segurança Terapêutica do Paracetamol versus Ibuprofeno na Persistência do Ducto Arterial em Recém-Nascidos: Uma Revisão Sistemática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 11, e20240058, dez. 2024.

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Silva, H. D. S. , Franco, E. S., Lima, L. C. A. S., & Maia, M. B. S. (2024). Eficácia e Segurança Terapêutica do Paracetamol versus Ibuprofeno na Persistência do Ducto Arterial em Recém-Nascidos: Uma Revisão Sistemática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(11), e20240058.

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Silva, Halecy Davidson Sousa da and Franco, Eryvelton de Souza and Lima, Larissa Caroline de Almeida Sousa and Maia, Maria Bernadete de Sousa. Eficácia e Segurança Terapêutica do Paracetamol versus Ibuprofeno na Persistência do Ducto Arterial em Recém-Nascidos: Uma Revisão Sistemática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 11, [citado 2026-10-14], e20240058. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/eficacia-e-seguranca-terapeutica-do-paracetamol-versus-ibuprofeno-na-persistencia-do-ducto-arterial-em-recem-nascidos-uma-revisao-sistematica/>. ISSN 0066-782X

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Précoma DB, Silva RP, Nakamoto A, Omar VM, Lopes D, Saraiva JFK. Desenho de Estudo de um Estudo Observacional Brasileiro sobre o uso de Edoxabana em Pacientes com Fibrilação Atrial (EdoBRA). Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(3):e20230392.

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Précoma, Dalton Bertolim; Silva, Rafael Paletta da; Nakamoto, Allyson; Omar, Viviane Mariz; Lopes, Danilo; Saraiva, José Francisco Kerr. Desenho de Estudo de um Estudo Observacional Brasileiro sobre o uso de Edoxabana em Pacientes com Fibrilação Atrial (EdoBRA). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 3, e20230392, abr. 2024.

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Précoma, D. B., Silva, R. P. , Nakamoto, A., Omar, V. M., Lopes, D., & Saraiva, J. F. K. (2024). Desenho de Estudo de um Estudo Observacional Brasileiro sobre o uso de Edoxabana em Pacientes com Fibrilação Atrial (EdoBRA). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(3), e20230392.

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Précoma, Dalton Bertolim and Silva, Rafael Paletta da and Nakamoto, Allyson and Omar, Viviane Mariz and Lopes, Danilo and Saraiva, José Francisco Kerr. Desenho de Estudo de um Estudo Observacional Brasileiro sobre o uso de Edoxabana em Pacientes com Fibrilação Atrial (EdoBRA). Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230392. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/desenho-de-estudo-de-um-estudo-observacional-brasileiro-sobre-o-uso-de-edoxabana-em-pacientes-com-fibrilacao-atrial-edobra/>. ISSN 0066-782X

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Elias Neto J, Silva MA. Imagens Complementam Palavras: Ausência de Progressão de Lesão Miocárdica e Coronariana em Crianças em Idade Escolar submetidos à Ablação por Cateter de Radiofrequência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(1):e20230850.

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Elias Neto, Jorge; Silva, Márcio Augusto. Imagens Complementam Palavras: Ausência de Progressão de Lesão Miocárdica e Coronariana em Crianças em Idade Escolar submetidos à Ablação por Cateter de Radiofrequência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 1, e20230850, mar. 2024.

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Elias Neto, J., & Silva, M. A. (2024). Imagens Complementam Palavras: Ausência de Progressão de Lesão Miocárdica e Coronariana em Crianças em Idade Escolar submetidos à Ablação por Cateter de Radiofrequência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(1), e20230850.

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Elias Neto, Jorge and Silva, Márcio Augusto. Imagens Complementam Palavras: Ausência de Progressão de Lesão Miocárdica e Coronariana em Crianças em Idade Escolar submetidos à Ablação por Cateter de Radiofrequência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230850. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/imagens-complementam-palavras-ausencia-de-progressao-de-lesao-miocardica-e-coronariana-em-criancas-em-idade-escolar-submetidos-a-ablacao-por-cateter-de-radiofrequencia/>. ISSN 0066-782X

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Melo SL, Ferraz AP, Lemouche SO, Devido MS, Sousa GL, Rochitte CE, Pisani CF, et al. Progressão da Lesão Miocárdica após Ablação por Radiofrequência em Crianças em Idade Escolar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(1):e20220727.

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Melo, Sissy Lara de; Ferraz, Alberto Pereira; Lemouche, Stephanie Ondracek; Devido, Marcela Santana; Sousa, Gabriela Liberato de; Rochitte, Carlos E.; Pisani, Cristiano Faria; Hachul, Denise Tessariol; Scanavacca, Mauricio. Progressão da Lesão Miocárdica após Ablação por Radiofrequência em Crianças em Idade Escolar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 1, e20220727, fev. 2024.

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Melo, S. L. , Ferraz, A. P., Lemouche, S. O., Devido, M. S., Sousa, G. L. , Rochitte, C. E., Pisani, C. F., Hachul, D. T., & Scanavacca, M. (2024). Progressão da Lesão Miocárdica após Ablação por Radiofrequência em Crianças em Idade Escolar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(1), e20220727.

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Melo, Sissy Lara de and Ferraz, Alberto Pereira and Lemouche, Stephanie Ondracek and Devido, Marcela Santana and Sousa, Gabriela Liberato de and Rochitte, Carlos E. and Pisani, Cristiano Faria and Hachul, Denise Tessariol and Scanavacca, Mauricio. Progressão da Lesão Miocárdica após Ablação por Radiofrequência em Crianças em Idade Escolar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 1, [citado 2026-10-14], e20220727. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/progressao-da-lesao-miocardica-apos-ablacao-por-radiofrequencia-em-criancas-em-idade-escolar/>. ISSN 0066-782X

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Lima MSM. Contraste Ecocardiográfico na Vida Real: Praticidade, Segurança e Custo-efetividade. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230033.

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Lima, Márcio Silva Miguel. Contraste Ecocardiográfico na Vida Real: Praticidade, Segurança e Custo-efetividade. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230033, jun. 2023.

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Lima, M. S. M. (2023). Contraste Ecocardiográfico na Vida Real: Praticidade, Segurança e Custo-efetividade. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230033.

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Lima, Márcio Silva Miguel. Contraste Ecocardiográfico na Vida Real: Praticidade, Segurança e Custo-efetividade. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230033. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/contraste-ecocardiografico-na-vida-real-praticidade-seguranca-e-custo-efetividade/>. ISSN 2318-8219

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Rassi DC, Furtado RG, Turco FP, Melato LH, Oliveira ACR, Dourado CN, Rassi Jr L, et al. Análise da Segurança e dos Preditores de Arritmias Durante o Ecocardiograma Sob Estresse com Dobutamina em um Ambiente Não Hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2022;31(3):168-74.

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Rassi, Daniela do Carmo; Furtado, Rogério Gomes; Turco, Fabio de Paula; Melato, Luciano Henrique; Oliveira, Ana Caroline Reinaldo de; Dourado, Colandy Nunes; Rassi Jr, Luiz. Análise da Segurança e dos Preditores de Arritmias Durante o Ecocardiograma Sob Estresse com Dobutamina em um Ambiente Não Hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 31, n. 3, p. 168-174, jan. 2022.

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Rassi, D. C., Furtado, R. G., Turco, F. P., Melato, L. H., Oliveira, A. C. R. , Dourado, C. N., & Rassi Jr, L. (2022). Análise da Segurança e dos Preditores de Arritmias Durante o Ecocardiograma Sob Estresse com Dobutamina em um Ambiente Não Hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 31(3), 168-174.

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Rassi, Daniela do Carmo and Furtado, Rogério Gomes and Turco, Fabio de Paula and Melato, Luciano Henrique and Oliveira, Ana Caroline Reinaldo de and Dourado, Colandy Nunes and Rassi Jr, Luiz. Análise da Segurança e dos Preditores de Arritmias Durante o Ecocardiograma Sob Estresse com Dobutamina em um Ambiente Não Hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2022, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 168-174. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/analise-da-seguranca-e-dos-preditores-de-arritmias-durante-o-ecocardiograma-sob-estresse-com-dobutamina-em-um-ambiente-nao-hospitalar/>. ISSN 2318-8219

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Furtado RG, Rassi DC, Melato LH, Oliveira ACR, Nunes PM, Baccelli PE, Santos SCO, et al. Segurança do Agente de Contraste SF6 (SonoVueⓇ) no Ecocardiograma sob Estresse Farmacológico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(6):1170-8.

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Furtado, Rogerio Gomes; Rassi, Daniela do Carmo; Melato, Luciano Henrique; Oliveira, Ana Caroline Reinaldo de; Nunes, Paula Meneses; Baccelli, Priscila Elias; Santos, Sara Camila de Oliveira; Santos, Victor Emanuel; Rassi Junior, Luiz; Nunes, Colandy Godoy. Segurança do Agente de Contraste SF6 (SonoVueⓇ) no Ecocardiograma sob Estresse Farmacológico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 6, p. 1170-1178, out. 2021.

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Furtado, R. G., Rassi, D. C., Melato, L. H., Oliveira, A. C. R. , Nunes, P. M., Baccelli, P. E., Santos, S. C. O., Santos, V. E., Rassi Junior, L., & Nunes, C. G. (2021). Segurança do Agente de Contraste SF6 (SonoVueⓇ) no Ecocardiograma sob Estresse Farmacológico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(6), 1170-1178.

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Furtado, Rogerio Gomes and Rassi, Daniela do Carmo and Melato, Luciano Henrique and Oliveira, Ana Caroline Reinaldo de and Nunes, Paula Meneses and Baccelli, Priscila Elias and Santos, Sara Camila de Oliveira and Santos, Victor Emanuel and Rassi Junior, Luiz and Nunes, Colandy Godoy. Segurança do Agente de Contraste SF6 (SonoVueⓇ) no Ecocardiograma sob Estresse Farmacológico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1170-1178. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/seguranca-do-agente-de-contraste-sf6-sonovue%e2%93%a1-no-ecocardiograma-sob-estresse-farmacologico/>. ISSN 0066-782X

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Zimerman LI. Ablação por Cateter sem Uso de Raios X para Tratamento de Fibrilação Atrial e Arritmias Atriais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(6):1027-8.

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Zimerman, Leandro Ioschpe. Ablação por Cateter sem Uso de Raios X para Tratamento de Fibrilação Atrial e Arritmias Atriais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 6, p. 1027-1028, jul. 2020.

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Zimerman, L. I. (2020). Ablação por Cateter sem Uso de Raios X para Tratamento de Fibrilação Atrial e Arritmias Atriais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(6), 1027-1028.

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Zimerman, Leandro Ioschpe. Ablação por Cateter sem Uso de Raios X para Tratamento de Fibrilação Atrial e Arritmias Atriais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1027-1028. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ablacao-por-cateter-sem-uso-de-raios-x-para-tratamento-de-fibrilacao-atrial-e-arritmias-atriais/>. ISSN 0066-782X

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Saad EB, Slater C, Inácio Jr LAO, Santos GV, Dias LC, Camanho LEM. Ablação Por Cateter Sem Uso de Fluoroscopia Para Tratamento de Fibrilação Atrial e Arritmias Atriais: Eficácia e Segurança. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(6):1015-26.

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Saad, Eduardo B.; Slater, Charles; Inácio Jr, Luiz Antonio Oliveira; Santos, Gustavo Vignoli dos; Dias, Lucas Carvalho; Camanho, Luiz Eduardo Montenegro. Ablação Por Cateter Sem Uso de Fluoroscopia Para Tratamento de Fibrilação Atrial e Arritmias Atriais: Eficácia e Segurança. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 6, p. 1015-1026, jul. 2020.

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Saad, E. B., Slater, C., Inácio Jr, L. A. O., Santos, G. V. , Dias, L. C., & Camanho, L. E. M. (2020). Ablação Por Cateter Sem Uso de Fluoroscopia Para Tratamento de Fibrilação Atrial e Arritmias Atriais: Eficácia e Segurança. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(6), 1015-1026.

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Saad, Eduardo B. and Slater, Charles and Inácio Jr, Luiz Antonio Oliveira and Santos, Gustavo Vignoli dos and Dias, Lucas Carvalho and Camanho, Luiz Eduardo Montenegro. Ablação Por Cateter Sem Uso de Fluoroscopia Para Tratamento de Fibrilação Atrial e Arritmias Atriais: Eficácia e Segurança. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1015-1026. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ablacao-por-cateter-sem-uso-de-fluoroscopia-para-tratamento-de-fibrilacao-atrial-e-arritmias-atriais-eficacia-e-seguranca/>. ISSN 0066-782X

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Rassi DC, Vieira MLC, Furtado RG, Turco FP, Melato LH, Hotta VT, Nunes CGO, et al. Segurança do Ecocardiograma sob Estresse com Dobutamina-Atropina em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(2):122-8.

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Rassi, Daniela do Carmo; Vieira, Marcelo Luiz Campos; Furtado, Rogerio Gomes; Turco, Fabio de Paula; Melato, Luciano Henrique; Hotta, Viviane Tiemi; Nunes, Colandy Godoy de Oliveira; Rassi Jr., Luiz; Rassi, Salvador. Segurança do Ecocardiograma sob Estresse com Dobutamina-Atropina em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 2, p. 122-128, jan. 2017.

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Rassi, D. C., Vieira, M. L. C., Furtado, R. G., Turco, F. P., Melato, L. H., Hotta, V. T., Nunes, C. G. O., Rassi Jr., L., & Rassi, S. (2017). Segurança do Ecocardiograma sob Estresse com Dobutamina-Atropina em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(2), 122-128.

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Rassi, Daniela do Carmo and Vieira, Marcelo Luiz Campos and Furtado, Rogerio Gomes and Turco, Fabio de Paula and Melato, Luciano Henrique and Hotta, Viviane Tiemi and Nunes, Colandy Godoy de Oliveira and Rassi Jr., Luiz and Rassi, Salvador. Segurança do Ecocardiograma sob Estresse com Dobutamina-Atropina em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 122-128. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/seguranca-do-ecocardiograma-sob-estresse-com-dobutamina-atropina-em-pacientes-com-doenca-de-chagas/>. ISSN 0066-782X

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Andrade SM, Telino CJCL, Sousa ACS, Melo EV, Teixeira CCC, Teixeira CKC, Santana JS, et al. Baixa Prevalência de Eventos Adversos Maiores à Ecocardiografia sob Estresse Físico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(2):116-23.

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Andrade, Stephanie Macedo; Telino, Caio José Coutinho Leal; Sousa, Antônio Carlos Sobral; Melo, Enaldo Vieira de; Teixeira, Carla Carolina Cardoso; Teixeira, Clarissa Karine Cardoso; Santana, Jaquiele Santos; Mota, Igor Larchert; Matos, Carlos José Oliveira de; Oliveira, Joselina Luzia Menezes. Baixa Prevalência de Eventos Adversos Maiores à Ecocardiografia sob Estresse Físico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 2, p. 116-123, jun. 2016.

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Andrade, S. M., Telino, C. J. C. L., Sousa, A. C. S., Melo, E. V. , Teixeira, C. C. C., Teixeira, C. K. C., Santana, J. S., Mota, I. L., Matos, C. J. O. , & Oliveira, J. L. M. (2016). Baixa Prevalência de Eventos Adversos Maiores à Ecocardiografia sob Estresse Físico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(2), 116-123.

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Andrade, Stephanie Macedo and Telino, Caio José Coutinho Leal and Sousa, Antônio Carlos Sobral and Melo, Enaldo Vieira de and Teixeira, Carla Carolina Cardoso and Teixeira, Clarissa Karine Cardoso and Santana, Jaquiele Santos and Mota, Igor Larchert and Matos, Carlos José Oliveira de and Oliveira, Joselina Luzia Menezes. Baixa Prevalência de Eventos Adversos Maiores à Ecocardiografia sob Estresse Físico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 116-123. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/baixa-prevalencia-de-eventos-adversos-maiores-a-ecocardiografia-sob-estresse-fisico/>. ISSN 0066-782X

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Guimarães GV, Carvalho VO, Belli JF. A segurança do teste de caminhada de seis minutos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;95(5):671.

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Guimarães, Guilherme Veiga; Carvalho, Vitor Oliveira; Belli, Juliana Fernanda. A segurança do teste de caminhada de seis minutos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 5, p. 671-671, abr. 2011.

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Guimarães, G. V., Carvalho, V. O., & Belli, J. F. (2011). A segurança do teste de caminhada de seis minutos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(5), 671-671.

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Guimarães, Guilherme Veiga and Carvalho, Vitor Oliveira and Belli, Juliana Fernanda. A segurança do teste de caminhada de seis minutos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 95, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 671-671. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-seguranca-do-teste-de-caminhada-de-seis-minutos/>. ISSN 0066-782X

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Braga CYY, Rivetti LA, Stella FP. Efetividade e segurança dos stents farmacológicos em um serviço de cardiologia em Curitiba-PR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(1):3-11.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Braga, Chiu Yun Yu; Rivetti, Luiz Antonio; Stella, Francisco de Paula. Efetividade e segurança dos stents farmacológicos em um serviço de cardiologia em Curitiba-PR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 1, p. 3-11, jul. 2010.

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Braga, C. Y. Y., Rivetti, L. A., & Stella, F. P. (2010). Efetividade e segurança dos stents farmacológicos em um serviço de cardiologia em Curitiba-PR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(1), 3-11.

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Braga, Chiu Yun Yu and Rivetti, Luiz Antonio and Stella, Francisco de Paula. Efetividade e segurança dos stents farmacológicos em um serviço de cardiologia em Curitiba-PR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 3-11. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efetividade-e-seguranca-dos-stents-farmacologicos-em-um-servico-de-cardiologia-em-curitiba-pr/>. ISSN 0066-782X

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Cury AF, Vieira MLC, Fischer CH, Rodrigues ACT, Cordovil A, Monaco C, Naccarato GA, et al. Segurança da ecocardiografia transesofágica em adultos: estudo em um hospital multidisciplinar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;93(5):478-83.

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Cury, Alexandre Ferreira; Vieira, Marcelo Luiz Campos; Fischer, Claudio Henrique; Rodrigues, Ana Clara Tude; Cordovil, Adriana; Monaco, Claudia; Naccarato, Gustavo Alberto; Tavares, Glaucia; Lira Filho, Edgar Bezerra; Guimarães, Laise Antonia; Morhy, Samira Saady. Segurança da ecocardiografia transesofágica em adultos: estudo em um hospital multidisciplinar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 5, p. 478-483, jan. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cury, A. F., Vieira, M. L. C., Fischer, C. H., Rodrigues, A. C. T., Cordovil, A., Monaco, C., Naccarato, G. A., Tavares, G., Lira Filho, E. B., Guimarães, L. A., & Morhy, S. S. (2010). Segurança da ecocardiografia transesofágica em adultos: estudo em um hospital multidisciplinar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(5), 478-483.

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Cury, Alexandre Ferreira and Vieira, Marcelo Luiz Campos and Fischer, Claudio Henrique and Rodrigues, Ana Clara Tude and Cordovil, Adriana and Monaco, Claudia and Naccarato, Gustavo Alberto and Tavares, Glaucia and Lira Filho, Edgar Bezerra and Guimarães, Laise Antonia and Morhy, Samira Saady. Segurança da ecocardiografia transesofágica em adultos: estudo em um hospital multidisciplinar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 93, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 478-483. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/seguranca-da-ecocardiografia-transesofagica-em-adultos-estudo-em-um-hospital-multidisciplinar/>. ISSN 0066-782X

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Barbosa MM. Eco transesofágico: segurança total?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;93(5):452-3.

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Barbosa, Márcia de Melo. Eco transesofágico: segurança total?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 5, p. 452-453, jan. 2010.

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Barbosa, M. M. (2010). Eco transesofágico: segurança total?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(5), 452-453.

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Barbosa, Márcia de Melo. Eco transesofágico: segurança total?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 93, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 452-453. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/eco-transesofagico-seguranca-total/>. ISSN 0066-782X

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Martinez TLR, Nascimento HM. Periodicidade e escolha de exames laboratoriais na terapia hipolipemiante. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;85(suppl 5):6-8.

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Martinez, Tania Leme da Rocha; Nascimento, Helena Maria do. Periodicidade e escolha de exames laboratoriais na terapia hipolipemiante. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 85, n. suppl 5, p. 6-8, jan. 2006.

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Martinez, T. L. R., & Nascimento, H. M. (2006). Periodicidade e escolha de exames laboratoriais na terapia hipolipemiante. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 85(suppl 5), 6-8.

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Martinez, Tania Leme da Rocha and Nascimento, Helena Maria do. Periodicidade e escolha de exames laboratoriais na terapia hipolipemiante. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 85, n. suppl 5, [citado 2026-10-14], pp. 6-8. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/periodicidade-e-escolha-de-exames-laboratoriais-na-terapia-hipolipemiante/>. ISSN 0066-782X

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