Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: Artérias Carótidas
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

Achado Raro de Sarcoidose Pulmonar com Acometimento do Sistema Carotídeo Extracraniano

Fanilda Souto Barros et al. Halsted Alarcão Gomes Pereira da Silva Daniela Souto Barros Simone Nascimento dos Santos

Introdução

A sarcoidose é considerada uma doença de etiologia desconhecida, cuja patogênese parece envolver fatores genéticos, imunológicos, infecciosos e ambientais. Essa doença foi descrita pela primeira vez em 1889 por Ernest Besnier, sendo também denominada doença de Besnier-Boeck-Schaumann.,

Na sarcoidose, ocorre um processo inflamatório não infeccioso que evolui para a formação de granulomas, acometendo predominantemente os pulmões e linfonodos intratorácicos em cerca de 90 a 95% dos casos. Cerca de 30% dos pacientes com sarcoidose apresentam envolvimento extrapulmonar, podendo ser a manifestação primária da doença ou, até mesmo, o único órgão acometido de forma isolada.–

[…]

  • Artérias Carótidas
  • Sarcoidose
  • Ultrassonografia
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
16/05/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240027 Visualizações 1
ABCIC
Review Article

Como Eu Faço Ultrassonografia Vascular nas Dolicoarteriopatias das Artérias Carótidas

Armando Luis Cantisano et al. Catarina Schiavo Grubert

Resumo

Este artigo traz um passo a passo de orientações sobre como eu faço a investigação, classificação e avaliação anatômica e hemodinâmica das dolicoarteriopatias, frequentemente encontradas nas artérias carótidas e vertebrais. As dolicoarteriopatias podem estar presentes na população infantil, e podem desaparecer durante o crescimento e ressurgir na idade avançada. Consideradas anteriormente variações anatômicas (VAs) benignas, discussões sobre o tema vêm surgindo a partir de novas implicações por associações com eventos cardiovasculares, fatores de risco e diversas patologias.

  • Artérias Carótidas
  • Ultrassonografia das Artérias Carótidas
  • Variação Anatômica
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
30/06/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230034 Visualizações 1
ABC
Editorial

A Rosuvastatina Diminui a Formação de Neoíntima por Aumento de Apo J, Reduzindo a Reestenose após Lesão com Balão em Ratos

Paulo Magno Martins Dourado

O estudo de Yang et al., traz novas luzes sobre a ação da Apolipoproteína (Apo) J, também chamada de clusterina (CLU), uma glicoproteína heterodimérica composta por subunidades α e β, ligadas por uma ponte dissulfeto., O gene que codifica a Apo J está localizado no cromossomo 8p21-p12, e codifica duas principais isoformas – CLU secretória (CLUs) e CLU nuclear (CLUn), na reestenose após angioplastia transluminal carotídea percutânea (ATCP) por balão em um modelo experimental em ratos; este foi publicado nesta edição dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, pois existe uma controvérsia na literatura, se a Apo J, que se encontra elevada na aterosclerose e pós-angioplastia, exerce um papel protetor ou promotor da reestenose. A Apo J está envolvida em diversos processos patológicos importantes no transporte dos lipídios e na diferenciação das células do músculo liso vascular (CMLV), incluindo a morte celular por apoptose, regulação do ciclo celular, adesão celular, remodelação tecidual, regulação do sistema imune e estresse oxidativo, exercendo um papel no desenvolvimento da aterosclerose clínica., No processo de atenuar a aterosclerose, a Apo J pode promover a exportação de colesterol e fosfolipídios de células espumosas de macrófagos e exibir ações citoprotetoras e anti-inflamatórias interagindo com muitas proteínas inflamatórias conhecidas que podem atuar na fase inicial de eventos cardiovasculares clínicos e podem exercer papel importante na mediação da doença aterosclerótica, como proteína C-reativa, paraoxonase e leptina Há estudos relatando que a Apo J pode estimular a proliferação e a migração de CMLV e promove reestenose, e há estudos que revelaram que a superexpressão de CLUs pode inibir a migração e a proliferação de CMLV e inibir a apoptose celular. Em vista destes resultados controversos, os autores procuraram elucidar o papel da Apo J na hiperplasia neointimal, usando a artéria carótida de ratos in vivo, com ou sem rosuvastatina.

Os resultados do estudo aqui publicado sugerem que a rosuvastatina pode inibir a hiperplasia intimal devido à alta expressão de Apo J na fase de proliferação ativa e migração de CMLV, após lesão com balão em ratos. No presente estudo, os autores evidenciaram aumento da razão área íntima/média (I/M) após a lesão com balão que atingiu o valor máximo na quarta semana no grupo modelo; além disso, I/M estava aumentada na semana 2 e tal aumento cessou após administração de rosuvastatina. Estes resultados sugerem que a rosuvastatina pode reduzir significativamente o grau de hiperplasia intimal nas artérias carótidas lesionadas com balão em ratos. Os níveis do Ácido Ribonucleico mensageiro (mRNA) e da Apo J estavam aumentados nas artérias carótidas no grupo que utilizou a rosuvastatina quando comparados ao grupo modelo, atingindo o máximo na segunda semana, mais cedo que no grupo modelo, sugerindo que a rosuvastatina pode inibir a hiperplasia intimal pelo aumento de Apo J após lesão com balão em ratos. Portanto, a Apo J foi identificada como tendo um papel central no processo de migração, adesão e proliferação vascular, e que pode contribuir significativamente na reestenose após lesão vascular.

[…]

  • Angioplastia
  • Artérias Carótidas
  • Clusterina/genética
  • Intervenção Coronária Percutânea/tendências
  • Ratos
  • Reestenose Coronária
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/10/2018 DOI: 10.5935/abc.20180204 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Original Article

Padrão Lipídico Discordante e Placa Aterosclerótica Carotídea. Importância do Colesterol Remanescente

Walter Masson et al. Martín Lobo Graciela Molinero Daniel Siniawski

Resumo

Fundamento:

Indivíduos com níveis de não HDL-C excedendo em 30 mg/dl aqueles de LDL-C (discordância lipídica) ou com altos níveis de colesterol remanescente poderiam ter maior risco cardiovascular residual.

Objetivos:

Métodos:

Pacientes de prevenção primária sem diabetes ou sem terapia hipolipemiante foram incluídos. Independentemente do nível de LDL-C, definiu-se “discordância lipídica” como um valor de não HDL-C excedendo em 30 mg/dl aquele de LDL-C. Calculou-se o colesterol remanescente como colesterol total menos HDL-C menos LDL-C na presença de triglicerídeos < 4,0 mmol/l. Usou-se ultrassom para avaliar a presença de placa carotídea. Modelos de regressão logística múltipla foram construídos.

Resultados:

Este estudo incluiu 772 pacientes (idade média, 52 ± 11 anos; 66% mulheres). A prevalência de discordância lipídica foi de 34%. Sexo masculino e índice de massa corporal mostraram associação independente com padrão lipídico discordante. A prevalência de placa carotídea foi maior em indivíduos com discordância lipídica (40,2% vs. 29,2; p = 0,002). A análise multivariada mostrou associação do padrão lipídico discordante com maior probabilidade de placa carotídea (OR: 1,58; IC95%: 1,08-2,34; p = 0,02). Da mesma forma, identificou-se uma significativa associação entre colesterol remanescente calculado e placa carotídea.

Conclusão:

Discordância lipídica e presença de nível mais alto de colesterol remanescente calculado acham-se associados com aterosclerose subclínica. Nossos achados podem ser usados para aprimorar a avaliação de risco cardiovascular residual.

  • Artérias Carótidas
  • Aterosclerose / complicações
  • LDL-Colesterol
  • Lipoproteínas LDL
  • Placa Aterosclerótica
  • VLDL-Colesterol
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/06/2017 DOI: 10.5935/abc.20170069 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Barros FS, Silva HAGP, Barros DS, Santos SN. Achado Raro de Sarcoidose Pulmonar com Acometimento do Sistema Carotídeo Extracraniano. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(2):e20240027.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barros, Fanilda Souto; Silva, Halsted Alarcão Gomes Pereira da; Barros, Daniela Souto; Santos, Simone Nascimento dos. Achado Raro de Sarcoidose Pulmonar com Acometimento do Sistema Carotídeo Extracraniano. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 2, e20240027, maio. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barros, F. S., Silva, H. A. G. P. , Barros, D. S., & Santos, S. N. (2024). Achado Raro de Sarcoidose Pulmonar com Acometimento do Sistema Carotídeo Extracraniano. ABC Imagem Cardiovascular, 37(2), e20240027.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barros, Fanilda Souto and Silva, Halsted Alarcão Gomes Pereira da and Barros, Daniela Souto and Santos, Simone Nascimento dos. Achado Raro de Sarcoidose Pulmonar com Acometimento do Sistema Carotídeo Extracraniano. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 2, [citado 2026-10-15], e20240027. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/achado-raro-de-sarcoidose-pulmonar-com-acometimento-do-sistema-carotideo-extracraniano/>. ISSN 2318-8219

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Cantisano AL, Grubert CS. Como Eu Faço Ultrassonografia Vascular nas Dolicoarteriopatias das Artérias Carótidas. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(2):e20230034.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cantisano, Armando Luis; Grubert, Catarina Schiavo. Como Eu Faço Ultrassonografia Vascular nas Dolicoarteriopatias das Artérias Carótidas. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 2, e20230034, jun. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cantisano, A. L., & Grubert, C. S. (2023). Como Eu Faço Ultrassonografia Vascular nas Dolicoarteriopatias das Artérias Carótidas. ABC Imagem Cardiovascular, 36(2), e20230034.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cantisano, Armando Luis and Grubert, Catarina Schiavo. Como Eu Faço Ultrassonografia Vascular nas Dolicoarteriopatias das Artérias Carótidas. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 2, [citado 2026-10-15], e20230034. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-ultrassonografia-vascular-nas-dolicoarteriopatias-das-arterias-carotidas/>. ISSN 2318-8219

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Dourado PMM. A Rosuvastatina Diminui a Formação de Neoíntima por Aumento de Apo J, Reduzindo a Reestenose após Lesão com Balão em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(4):569-70.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Dourado, Paulo Magno Martins. A Rosuvastatina Diminui a Formação de Neoíntima por Aumento de Apo J, Reduzindo a Reestenose após Lesão com Balão em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 4, p. 569-570, set. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Dourado, P. M. M. (2018). A Rosuvastatina Diminui a Formação de Neoíntima por Aumento de Apo J, Reduzindo a Reestenose após Lesão com Balão em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(4), 569-570.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Dourado, Paulo Magno Martins. A Rosuvastatina Diminui a Formação de Neoíntima por Aumento de Apo J, Reduzindo a Reestenose após Lesão com Balão em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 4, [citado 2026-10-15], pp. 569-570. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-rosuvastatina-diminui-a-formacao-de-neointima-por-aumento-de-apo-j-reduzindo-a-reestenose-apos-lesao-com-balao-em-ratos/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Masson W, Lobo M, Molinero G, Siniawski D. Padrão Lipídico Discordante e Placa Aterosclerótica Carotídea. Importância do Colesterol Remanescente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(6):526-32.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Masson, Walter; Lobo, Martín; Molinero, Graciela; Siniawski, Daniel. Padrão Lipídico Discordante e Placa Aterosclerótica Carotídea. Importância do Colesterol Remanescente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 6, p. 526-532, maio. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Masson, W., Lobo, M., Molinero, G., & Siniawski, D. (2017). Padrão Lipídico Discordante e Placa Aterosclerótica Carotídea. Importância do Colesterol Remanescente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(6), 526-532.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Masson, Walter and Lobo, Martín and Molinero, Graciela and Siniawski, Daniel. Padrão Lipídico Discordante e Placa Aterosclerótica Carotídea. Importância do Colesterol Remanescente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 6, [citado 2026-10-15], pp. 526-532. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/padrao-lipidico-discordante-e-placa-aterosclerotica-carotidea-importancia-do-colesterol-remanescente/>. ISSN 0066-782X

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias