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  2. Palavra-chave: Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
ABC
Carta Científica

Segurança Cardiovascular da Terapia de Reposição da Testosterona: Avaliação Crítica de um Ensaio Clínico Publicado Recentemente

Isabela Tramontini Muller et al. Sérgio Renato da Rosa Decker Regis Goulart Rosa Guilherme Rollin

Introdução

Na última edição de 16 de junho do New England Journal of Medicin, A. Michael Lincoff et al., publicaram um estudo de não inferioridade, denominado “Segurança cardiovascular da terapia de reposição da testosterona” com o objetivo de determinar os resultados de segurança da terapia de reposição da testosterona em homens de meia-idade e idosos com hipogonadismo e doença cardiovascular pré-existente. Os critérios de inclusão para hipogonadismo foram sintomas e dois níveis séricos de testosterona em jejum inferiores a 300 ng/dL em amostras de sangue obtidas entre 5:00 h e 11:00 h. A intervenção foi a aplicação diária de gel transdérmico de testosterona a 1,62% com ajustes para manter os níveis de testosterona entre 350 e 750 ng/dL ou responder a um hematócrito superior a 54%.

As características de linha de base incluíam homens, com idade média de 63 anos, dos quais 80% eram brancos, com índice de massa corporal médio de 35, e entre os quais 55% tinham doença cardiovascular pré-existente. O nível mediano de testosterona foi de 227 ng/dL em ambos os grupos, e o aumento médio em relação ao valor de linha de base foi de 148 ng/dL no grupo de testosterona, em comparação com um aumento médio de 14 ng/dL no grupo de placebo. O estudo concluiu a não inferioridade para eventos cardíacos adversos maiores (MACE) comparando a reposição de testosterona com placebo, e uma margem de não inferioridade pré-especificada de 1,5. Os resultados finais mostraram uma razão de risco para o desfecho primário de 0,96 (intervalo de confiança de 95%, 0,78-1,17; p-valor para não inferioridade <0,001). No entanto, temos preocupações em relação a essa alegação de não inferioridade, principalmente devido a dois pontos: a margem de não inferioridade e a escolha de um MACE de três pontos em vez de um MACE de cinco pontos.,

[…]

  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Endocrinologia
  • Ensaios de Equivalência como Assunto
  • Segurança do Paciente
  • Testosterona/tratamento farmacológico
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26/04/2024 DOI: 10.36660/abc.20230558 Visualizações 1
ABC
Editorial

Mecânica Ventricular Esquerda: Desvendando as Vias da Resposta Cardiovascular ao Exercício

Eduardo M. Vilela et al. Ricardo Fontes-Carvalho

A doença cardiovascular (DCV) é uma das principais causas de morbimortalidade, sendo a doença arterial coronariana (DAC) uma de suas apresentações mais desafiadoras. Ao longo dos anos, diversas estratégias permitiram melhorias marcantes em sua gestão. O exercício físico (um componente central dos programas de reabilitação cardíaca) é atualmente uma pedra angular das estratégias contemporâneas abrangentes de prevenção secundária. Embora os benefícios do exercício físico tenham sido extensivamente descritos na presença de DAC, as inúmeras vias mecanísticas pelas quais essa intervenção exerce seus diversos efeitos não foram totalmente elucidadas., De fato, embora seu impacto positivo na capacidade funcional tenha sido destacado, o papel relativo do treinamento físico na função sistólica mostrou alguma variabilidade em diferentes estudos.,Sem deixar de ter em consideração o fato de as diferenças nos desenhos dos programas e das populações em estudo poderem, pelo menos em parte, ajudar a explicar algumas dessas divergências, o estudo dos mecanismos pelos quais o exercício pode ter impacto na função cardíaca (nomeadamente no contexto da DAC) continua a ser um tema de grande interesse.

Avanços nas modalidades de imagem têm permitido uma compreensão cada vez mais precisa da fisiologia da DCV e do impacto de diferentes processos patológicos., Embora a fração de ejeção (FE) continue sendo o parâmetro mais onipresente para avaliar a função sistólica do ventrículo esquerdo (VE), outros parâmetros, como os derivados da imagem de deformação, têm sido cada vez mais destacados para tentar resolver algumas das armadilhas relacionadas à FE.,, A esse respeito, a noção de que diferentes orientações das fibras e sua interação complexa e dinâmica podem ser a chave para a função do VE levou progressivamente ao conceito de que o desenho estrutural do coração tem um papel particularmente central em sua biomecânica e, portanto, em sua função geral., Isto também enfatizou a possível relevância de parâmetros como o strain longitudinal global (GLS) e medidas auxiliares, como a torção e o twist do VE., Conforme detalhado anteriormente, eles podem permitir insights sobre os mecanismos de acoplamento entre sístole e diástole e função cardíaca global.,,

[…]

  • Diagnóstico por Imagem/métodos
  • Doença arterial coronariana
  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Ecocardiografia/ métodos
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21/04/2023 DOI: 10.36660/abc.20230181 Visualizações 1
ABC
Editorial

Alcance de Metas de LDL-colesterol: Por que Falhamos e Como Podemos Melhorar?

Fernando Cesena

A doença aterosclerótica cardiovascular (DACV) continua sendo a primeira causa de morte no mundo e no Brasil., Indivíduos com DACV prévia estão em maior risco de eventos subsequentes, e as diretrizes recomendam uma redução agressiva dos níveis de colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c) para evitar desfechos ruins.,

No entanto, vários relatos de todo o mundo indicam uma lacuna entre as recomendações das diretrizes e a prática clínica, e grande parte da população, principalmente na prevenção secundária, vive com níveis de LDL-c acima dos considerados razoáveis para prevenir eventos.– De fato, a falta de adesão às terapias recomendadas pelas diretrizes foi independentemente associada a eventos cardiovasculares maiores em uma população brasileira após síndrome coronariana aguda.

[…]

  • Agentes Anticolesterolemiantes
  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Fatores de risco
  • Hipercolesterolemia
  • Infarto Do Miocárdio
  • Qualidade da Assistência à Saúde
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10/06/2022 DOI: 10.36660/abc.20220288 Visualizações 2
ABC
Editorial

Custo-Efetividade do Emprego do Escore de Cálcio Coronariano na Orientação para Terapia na Prevenção Primária, na População Brasileira

Ilan Gottlieb

As estatísticas de doenças cardiovasculares (DCV) nunca deixam de impressionar até mesmo o médico mais experiente. Um terço das mortes no mundo ainda se deve a causas cardiovasculares (85% delas são infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral), e 75% ocorrem em países de renda média a baixa., Metade das pessoas que morreram de infarto do miocárdio nunca apresentou sintomas antes do trágico evento, e a maioria nunca teve o diagnóstico de doença arterial coronariana. Apesar de nossos melhores esforços, a prevalência da doença isquêmica do coração (DIC) vem aumentando constantemente nos últimos 30 anos em todo o mundo devido ao envelhecimento populacional, mas mesmo padronizando por idade, a prevalência tem se mantido estável e não caiu.

A calcificação coronária é quase sempre um marcador de aterosclerose. O escore de cálcio coronariano (ECC) é um número que quantifica a calcificação coronariana como um substituto para a carga aterosclerótica coronariana total. Embora a calcificação resulte da cicatrização da placa, as placas de maior risco tendem a ter componentes não calcificados proporcionalmente maiores; a ECC provou ser um forte preditor de eventos de DCV e DIC em vários grandes e sólidos estudos de base populacional.

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  • Acidente Vascular Cerebral
  • Análise de Custo-Benefício
  • Aterosclerose
  • Doença arterial coronariana
  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Estatinas
  • Fatores de risco
  • Infarto Do Miocárdio
  • Placa Aterosclerótica
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10/06/2022 DOI: 10.36660/abc.20220293 Visualizações 2
ABC
Editorial

Prevenção da Doença Cardiovascular na Adolescência: Novos Horizontes

Mariana Xavier e Silva

Atualmente sabe-se que o processo de aterosclerose tem seu despertar na infância. Dessa forma, para encolher o número dos eventos cardiovasculares na população adulta, foi preciso estabelecer estratégias para evitar o desenvolvimento dos fatores de risco nas crianças. Desses, a obesidade é um entre os elementos com maior responsabilidade; sua presença e suas consequências, especialmente entre adolescentes, têm sido uma realidade cada vez mais frequente nos consultórios dos cardiologistas. Estudos vêm mostrando que o índice elevado de massa corporal significa maior probabilidade para desenvolver doenças crônicas, incluindo aterosclerose, hipertensão arterial sistêmica, diabetes melito, dislipidemia, síndrome metabólica e comorbidades como apneia obstrutiva do sono., Esses fatores de risco, também durante o crescimento e o desenvolvimento, tendem a se agrupar e atuam no favorecimento da doença cardiovascular.

O sobrepeso e a obesidade entre crianças e adolescentes preocupam, de fato. Um olhar atento mostra que, nos últimos 20 anos, a proporção aumentou sobremaneira em vários países.,, A adolescência é caracterizada por mudanças significantes na composição corporal, especialmente durante a puberdade. O acompanhamento e o monitoramento são fundamentais, uma vez que peso, gordura corporal e massa magra são características preditivas na vida adulta do desenvolvimento de fatores de risco cardiovasculares., Essa faixa etária, dentro desse panorama, apresenta risco cinco vezes maior de adiposidade excessiva no futuro, tornando-se um marcador de risco cardiometabólico aumentado.

[…]

  • Adolescente
  • Aterosclerose
  • Doenças Cardiovasculares / tendências
  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Fatores de risco
  • Infância
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16/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20200556 Visualizações 2
ABC
Artigo Original

Tendências Recentes de Mortalidade Cardiovascular nas Regiões de Saúde do Estado do Rio de Janeiro e Capital

Maria Luiza Garcia Rosa et al. Claudio Tinoco Mesquita Lucas Zanetti de Albuquerque Willian Douglas de Souza Silva … Vinicius de Padua Vieira Alves Roger Freitas Ramirez Jordan Ricardo Cardoso de Matos Ana Luisa Guedes de França e Silva Erito Marques de Souza Filho

Resumo

Fundamento:

A mortalidade por doenças cardiovasculares (DCV) vem mostrando tendência à estabilização em alguns países, incluindo o Brasil e o estado do Rio de Janeiro, após décadas de queda. Não encontramos análises detalhadas dessa tendência para o estado do Rio de Janeiro.

Objetivo:

Analisar as tendências da mortalidade prematura e tardia por doenças do aparelho circulatório (DAC), doença isquêmica do coração (DIC) e doença cerebrovascular (DCBV) por sexo nas regiões de saúde do estado do Rio de Janeiro e capital (1996-2016).

Métodos:

Dados de óbitos e população foram obtidos no DATASUS/MS. Taxas foram compensadas por códigos mal definidos, corrigidos pelos códigos cardiovasculares mal definidos e ajustadas por sexo e idade pelo método direto. O Joinpoint Trend Analysis Software foi empregado para calcular a variação percentual anual (APC) e variação percentual anual média (AAPC). Foram consideradas para o estudo APC e AAPC significativamente diferentes de zero, calculadas por um teste de student com significância de 5%.

Resultados:

A mortalidade por DIC estabilizou ou até aumentou em pelo menos 50% das localidades analisadas (EAPC ≥0). Nas regiões Norte e Noroeste, nenhuma mudança foi observada. Para DCBV, apenas uma região apresentou estabilidade na mortalidade (EAPC próximo a 0). Para as outras regiões, a taxa continuou a diminuir (APC <0) até 2016.

Conclusão:

Esses resultados observados no Rio de Janeiro devem se repetir em várias regiões brasileiras e apontam para a necessidade de uma resposta na abordagem dos comportamentos no estilo de vida. Os médicos da atenção primária devem estar familiarizados com a tendência desfavorável da doença isquêmica do coração entre os adultos mais jovens e rastrear ativamente os fatores de risco para DCV, com atenção especial às mulheres.

  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Doenças Cerebrovasculares/prevenção e controle
  • Epidemiologia
  • Estilo de Vida
  • Fatores de risco
  • Prevenção de Doenças
  • Redução
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16/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20190742 Visualizações 1
ABC
Editorial

Mudanças em Nossos Tempos e nas Metas de Colesterol

Tania Leme da Rocha Martinez

Desde os anos 80, tem havido muitas abordagens quanto à interpretação das concentrações de colesterol na prática clínica. Houve até encontros médicos com títulos como – “Colesterol: Mito ou Verdade?”.

Ao mesmo tempo, ensaios para precipitação de HDL e cálculo do colesterol LDL utilizando a fórmula de Friedewald tornaram-se disponíveis nos laboratórios.

[…]

  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Fatores de risco
  • Inibidores de Hidroximetilglutaril-CoA Redutases
  • LDL-Colesterol
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20200670 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Bloqueio do Ramo Esquerdo Idiopático e Sintomas Inexplicáveis Durante o Exercício: Um Relato de Caso

Guilherme Veiga Guimarães et al. Edimar Alcides Bocchi

Introdução

A presença de bloqueio do ramo esquerdo (BRE) na aparente ausência de outra doença cardíaca suscita questões e preocupações a respeito da estratificação de risco de eventos ou sintomas cardiovasculares subsequentes. – Estima-se que a detecção de BRE em adultos assintomáticos, inclusive em atletas, varie entre 0,1% e 0,8%, o que muito provavelmente corresponde a doenças cardíacas estruturais, e não a respostas fisiológicas ao exercício. – Por outro lado, alguns estudos demonstraram que o risco de morte dos pacientes com BRE e doença cardíaca varia entre 2,4% e 11% ao ano.

Embora vários estudos tenham sugerido que o BRE induzido por exercício esteja geralmente associado à doença cardiovascular, sobretudo à doença arterial coronariana, há estudos contrastantes que demonstram uma relação entre o BRE induzido por exercício e artérias coronárias normais. , , Entretanto, os efeitos cardiovasculares adversos relacionados ao exercício no BRE com função cardíaca normal em repouso ainda são pouco definidos.

[…]

  • Atividade Física
  • Bloqueio de Ramo
  • Consumo de Oxigênio/fisiologia
  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Exercício
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14/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20190363 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico em Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho

Mateus S. Viana et al. Vitor C. A. Correia Felipe M. Ferreira Yasmin F. Lacerda … Gabriela O. Bagano Leticia L. Fonseca Lara Q. Kertzman Milton V. Melo Marcia M. Noya-Rabelo Luis C L Correia

Resumo

Fundamento

Eventos isquêmicos recorrentes decorrem de instabilidade de placa aterosclerótica, enquanto morte após um evento isquêmico decorre da gravidade do insulto. A natureza diversa desses tipos de eventos pode fazer com que dados clínicos e anatômicos tenham diferentes capacidades prognósticas a depender do tipo de desfecho.

Objetivo

Identificar as predileções prognósticas de dados clínicos e dados anatômicos em relação a desfechos coronários fatais e não fatais durante hospitalização de pacientes com síndromes coronarianas agudas (SCA).

Métodos

Pacientes consecutivamente admitidos por SCA que realizaram coronariografia foram recrutados. O escore SYNTAX foi utilizado como modelo anatômico e o escore GRACE como modelo clínico. A capacidade preditora desses escores foi comparada quando à predição de desfechos isquêmicos não fatais (infarto ou angina refratária) e de morte cardiovascular durante hospitalização. Significância estatística foi definida por p < 0,05.

Resultados

Entre 365 indivíduos, 4,4% foi a incidência de óbito hospitalar e 11% de desfechos isquêmicos não fatais. Para morte cardiovascular, ambos os escores — SYNTAX e GRACE — apresentaram capacidade discriminatória, com estatísticas-C similares: 0,80 (95%IC: 0,70–0,92) e 0,89 (95%IC 0,81–0,96), respectivamente — p=0,19. Quantos aos desfechos isquêmicos não fatais, o escore SYNTAX apresentou valor preditor (estatística-C = 0,64; 95%IC 0,55–0,73), porém o escore GRACE não mostrou associação com esse tipo de desfecho (estatística-C = 0,50; 95%IC: 0,40–0,61) — p=0,027.

Conclusão

Os modelos clínico e anatômico predizem satisfatoriamente morte cardiovascular em SCA, enquanto a recorrência de instabilidade coronária é melhor prevista por características anatômicas do que por dados clínicos. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(2):219-225)

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  • Hospitalização
  • Infarto Do Miocárdio
  • Mortalidade
  • Prognóstico
  • Síndrome Coronariana Aguda/fisiopatologia
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28/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20190062 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Revisão

Imagem Cardiovascular e Procedimentos Intervencionistas em Pacientes com Infecção pelo Novo Coronavírus

Isabela Bispo Santos da Silva Costa et al. Carlos Eduardo Rochitte Carlos M. Campos Silvio Henrique Barberato … Gláucia Maria Moraes de Oliveira Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga Lopes Cesar Higa Nomura Alexandre A. Abizaid Giovanni Cerri Roberto Kalil Filho Ludhmila Abrahão Hajjar

Resumo

A pandemia da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) trouxe grandes desafios para o sistema de saúde devido ao aumento exponencial do número de pacientes acometidos. A racionalização de recursos e a indicação correta e criteriosa de exames de imagem e procedimentos intervencionistas tornaram-se necessárias, priorizando a segurança do paciente, do ambiente e dos profissionais da saúde. Esta revisão visa auxiliar e orientar os profissionais envolvidos na realização desses exames e procedimentos a fazê-los de forma eficaz e segura.

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07/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20200370
ABC
Artigo Especial

Sociedade Brasileira de Cardiologia – Carta das Mulheres

Glaucia Maria Moraes de Oliveira et al. Fátima Elizabeth Fonseca de Oliveira Negri Nadine Oliveira Clausell Maria da Consolação V. Moreira … Olga Ferreira de Souza Ariane Vieira Scarlatelli Macedo Barbara Campos Abreu Marino Carisi Anne Polanczyk Carla Janice Baister Lantieri Celi Marques-Santos Cláudia Maria Vilas Freire Deborah Christina Nercolini Fatima Cristina Monteiro Pedroti Imara Correia de Queiroz Barbosa Magaly Arrais dos Santos Maria Christiane Valéria Braga Braile Maria Sanali Moura de Oliveira Paiva Marianna Deway Andrade Dracoulakis Narriane Chaves Holanda Patricia Toscano Rocha Rolim Roberta Tavares Barreto Teixeira Sandra Mattos Sheyla Cristina Tonheiro Ferro da Silva Simone Cristina Soares Brandão Viviana de Mello Guzzo Lemke Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga Lopes

Objetivo

O objetivo primordial desse documento é estimular a melhoria das condições de saúde das mulheres brasileiras, com foco na doença cardiovascular (DCV). A DCV é responsável por 17,5 milhões de mortes prematuras/ano no mundo, com previsão de aumento para 23 milhões em 2030. As DCV são responsáveis por um terço de todas as mortes no Brasil, com semelhança entre homens e mulheres após a menopausa. Esses dados revestem-se de maior importância quando consideramos que 80% das mortes prematuras poderiam ser evitadas com o controle de quatro fatores de risco: tabagismo, dieta inadequada, inatividade física e uso nocivo de álcool.

Pretende-se ainda criar um grupo de discussões permanente que exerça um papel de liderança nas políticas brasileiras para a saúde, fornecendo aos gestores uma visão geral da relevância das doenças cardiovasculares nas mulheres, para que possam traçar ações estratégicas para reduzir a prevalência de fatores de risco, melhorar o diagnóstico e a abordagem terapêutica, reduzindo assim sua mortalidade e morbidade.

[…]

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  • Medicina/tendências
  • Mulheres
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  • Prevalência
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15/07/2019 DOI: 10.5935/abc.20190111 Visualizações 1
ABC
Editorial

Existe Alguma Preocupação Cardiovascular em Relação ao Uso de Inibidores da Aromatase no Câncer de Mama?

Tatiana F. G. Galvão

O câncer de mama é a neoplasia maligna mais frequente em mulheres no mundo todo e a segunda maior causa de mortalidade por câncer. Devido aos avanços na prevenção, detecção precoce e tratamento, a mortalidade por câncer de mama diminuiu em quase 40% nas últimas quatro décadas. No entanto, este cenário otimista foi contrabalançado por um risco crescente de doença cardiovascular (DCV) em sobreviventes de câncer de mama. De fato, a DCV é uma das principais causas de mortalidade em sobreviventes de câncer de mama.– Os mecanismos pelos quais esses pacientes apresentam risco cardiovascular aumentado são múltiplos, incluindo os efeitos do próprio câncer (inflamação, estresse oxidativo, estado pró-trombótico, disfunção autonômica, etc.) ou devido aos efeitos colaterais relacionados à quimioterapia e radioterapia (disfunção metabólica, cardiotoxicidade). Algumas dessas vias podem ter significância prognóstica: uma investigação anterior mostrou que a modulação autonômica em pacientes com câncer de mama é um preditor independente de risco cardiovascular.

Nesta edição dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, o estudo “Alterações na Modulação Autonômica Cardíaca em Mulheres com Câncer de Mama em Uso de Inibidores de Aromatase e sua Relação com Variáveis Bioquímicas” teve como objetivo explorar não o câncer de mama, mas as associações de um de seus tratamentos (isto é, inibidores da aromatase, IA) com marcadores de disfunção autonômica, bem como parâmetros metabólicos e inflamatórios em mulheres na pós-menopausa. A justificativa para analisar essa terapia específica foi baseada em uma meta-análise recente mostrando que o uso prolongado de IA teve um efeito marginal sobre a ocorrência de um evento de DCV (odds ratio: 1,18, IC 95% = 1,00-1,40) em comparação com placebo.

[…]

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  • Glicemia
  • Inibidores de Aromatase
  • Neoplasias de mama
  • Terapia de Reposição de Estrogênio
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06/06/2019 DOI: 10.5935/abc.20190092 Visualizações 2
ABC
Editorial

A Exposição Radiológica sob a "Óptica" do Cardiologista Intervencionista

Pedro Beraldo de Andrade et al. André Labrunie

A cardiologia intervencionista representa uma área de atuação em constante evolução, avançando a passos largos na abordagem terapêutica das doenças cardiovasculares congênitas ou adquiridas. Atua-se hoje com eficácia e segurança atestadas na correção das cardiopatias congênitas septais e de shunt, das doenças valvares, notadamente no tratamento percutâneo da estenose aórtica em pacientes de risco cirúrgico elevado ou intermediário,, adentrando recentemente no aparato mitral e tricuspídeo.,

A intervenção coronária percutânea assumiu protagonismo em lesões de tronco de coronária esquerda e coronariopatia multiarterial, na ausência de complexidade anatômica elevada, ultrapassando agora com resultados consistentes a fronteria das oclusões crônicas.

[…]

  • Cardiologia Intervencionista/tendências
  • Cardiopatias Congênitas
  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Exposição à Radiação/efeitos adversos
  • Intervenção Coronária Percutânea
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15/04/2019 DOI: 10.5935/abc.20190052 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Alterações na Modulação Autonômica Cardíaca em Mulheres com Câncer de Mama em Uso de Inibidores de Aromatase e sua Relação com Variáveis Bioquímicas

Luana Almeida Gonzaga et al. Thais Reis Silva de Paulo Juliana Viezel Laís Manata Vanzella … Ismael Forte Freitas Jr. Luiz Carlos Marques Vanderlei

Resumo

Fundamentos:

A modulação autonômica como um preditor de risco cardiovascular em mulheres com câncer de mama é importante.

Objetivos:

Avaliar a modulação autonômica em mulheres pós-menopausa em uso de inibidores de aromatase como tratamento de câncer de mama, e sua relação com algumas variáveis bioquímicas.

Métodos:

Foram avaliadas mulheres pós-menopausa sem câncer de mama (n = 33) e mulheres pós-menopausa com câncer de mama (n = 15). Para avaliação da modulação autonômica, a frequência cardíaca (FC) foi registrada batimento a batimento por 30 minutos, e as séries de intervalos RR obtidas foram usadas para o cálculo dos seguintes índices de variabilidade da frequência cardíaca: média de RR ms, SDNN (desvio padrão de todos os intervalos RR normais) ms, FC, RMSSD (raiz quadrada da média das diferenças ao quadrado entre os intervalos RR normais adjacentes) ms, contagem NN50 (número de pares de NNs sucessivos que se diferem em mais de 50 ms), pNN50% (proporção de NN50 dividida pelo número total de NNs), RRtri (RR triangular), TINN (interpolação triangular do intervalo NN) ms, DP1 ms, DP2 ms, LF (baixa frequência) ms2, HF (alta frequência) ms2, LH/HF ms2. Os valores das variáveis bioquímicas (glicemia de jejum, triglicerídeos, HDL-colesterol, e proteína C reativa) foram analisadas das amostras de sangue. O nível de significância adotado nas análises estatísticas foi de 5%.

Resultados:

As mulheres pós-menopausa com câncer de mama apresentaram menores índices de variabilidade da frequência cardíaca em comparação àquelas sem câncer de mama: média de RR (p = 0,03); SDNN (p = 0,03); RMSSD (p = 0,03); contagem NN50 (p = 0,03); pNN50% (p = 0,03); RRtri (p = 0,02), DP1 (p = 0,01), DP2 (p = 0,02); LF ms2 (p = 0,01); HF ms2 (p = -0,03). Observou-se uma correlação inversamente proporcional dos índices SDNN, DP2 e HF ms2 com triglicerídeos (SDNN p = 0,04, DP2 p = 0,04; HF ms2 0,04). Não houve correlação significativa entre os índices de variabilidade da frequência cardíaca e as demais variáveis.

Conclusão:

Mulheres com câncer de mama apresentam modulação autonômica diminuída e índices de variabilidade da FC inversamente correlacionados com valores de triglicerídeos.

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  • Inibidores de Aromatases
  • Neoplasias da Mama
  • Terapia de Reposição de Estrogênios/efeitos adversos
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28/02/2019 DOI: 10.5935/abc.20190036 Visualizações 1
ABC
Review Article

O Ano de 2018 em Cardiologia: Uma Visão Geral da ABC Cardiol e RPC

Ricardo Fontes-Carvalho et al. Glaucia Maria Moraes de Oliveira Lino Gonçalves Carlos Eduardo Rochitte

Doença arterial coronariana

Em 2018, a Rev Port Cardiol publicou os resultados de 15 anos do Registro Português de Síndromes Coronarianas Agudas (PorACS). Este é um registro multicêntrico e contínuo que já envolveu mais de 45.000 eventos, de 45 centros. É um dos maiores registros nacionais nesta área, excedido apenas pelos registros SWEDEHEART e MINAP. Este artigo fornece informações muito importantes sobre a epidemiologia e a evolução dos padrões de tratamento da SCA. Primeiro, demonstra-se que o perfil clínico dos pacientes com SCA mudou pouco ao longo dos anos e a proporção de infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCST) permaneceu estável (45%). Mais importante, ao longo dos anos ocorreu grande melhora da qualidade geral dos cuidados da SCA. Por exemplo, mais de 85% dos pacientes com IAMCST em Portugal recebem atualmente terapia de reperfusão, que é principalmente realizada por ICP primária (apenas 5,2% foram submetidos a trombólise). Essa melhora nos cuidados de SCA traduziu-se em uma notável redução da mortalidade intra-hospitalar, que passou de 6,7% em 2002 para 2,5% em 2016. Portanto, a comunidade cardiovascular deve ser reconhecida por essa conquista notável. No entanto, o trabalho não está concluído, e este estudo também mostrou lacunas importantes nos cuidados da SCA que devem ser abordadas. Infelizmente, o tempo para reperfusão não melhorou suficientemente e há uma necessidade urgente de melhorar tanto o tempo de “retardo do paciente” como o de “retardo do sistema”.

Em outro artigo interessante publicado em 2018, Pereira H. et al. avaliaram, em 994 pacientes com suspeita de IAMCST, os determinantes do tempo de retardo do paciente no sistema de saúde português. Embora a maioria dos sistemas de saúde concentre suas medidas de desempenho na avaliação do “tempo porta-balão”, é importante entender e abordar as razões desse “tempo de retardo do paciente”, que significa o tempo entre o início dos sintomas e o primeiro contato com o médico. Os pesquisadores observaram que o tempo de retardo do paciente era muito longo (cerca de 120 minutos) e identificaram cinco preditores de aumento no tempo de retardo do paciente: 1) idade>75 anos; 2) início dos sintomas entre 0:00 e 8:00 da manhã; 3) atendimento em uma unidade de atenção primária antes do primeiro contato médico; 4) não ligar para o número de emergência médica nacional; e 5) autotransporte para o setor de emergência. Portanto, este artigo fornece informações importantes para planejar campanhas mais eficazes direcionadas ao paciente que possam diminuir o tempo de retardo do paciente, e melhorar o tratamento e o prognóstico do IAMCST.

[…]

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01/02/2019 DOI: 10.5935/abc.20190015 Visualizações 1
ABC
Editorial

Cálcio Arterial Coronariano – do Reastreamento a uma Ferramenta Personalizada de Tomada de Decisões Compartilhada: Novas Diretrizes Americanas de Prevenção

Marcio Sommer Bittencourt et al. Michael J. Blaha Khurram Nasir

O Programa Nacional de Educação sobre Colesterol dos Estados Unidos (NCEP) formou o Painel de Tratamento do Adulto (ATP) em 1985 com o objetivo de orientar o médico e fornecer recomendações de diretrizes para o tratamento de dislipidemias. Em suas primeiras recomendações de 1998, a abordagem da prevenção primária de doença cardiovascular incluiu a redução do LDL-colesterol (LDL-C) em indivíduos com mais de dois fatores de risco e níveis de LDL-C acima de 160 mg/dL e o tratamento opcional naqueles com níveis “borderline” de LDL-C entre 130 – 159 mg/dL. Em sua segunda versão, em 1994, foi introduzida uma categoria de prevenção secundária com um LDL-C abaixo de 100 mg/dL. Em 2001, a terceira versão do documento, o ATP-III, introduziu o conceito de LDL-C “ideal” < 100 mg/dL e introduziu o uso do Escore de Risco de Framingham (ERF) de 10 anos para a estimativa do risco para definir a intensidade do tratamento e atingir os níveis de LDL-C, e uma atualização deste documento introduziu um alvo mais agressivo de LDL-C < 70 mg/dL para aqueles com risco extremamente alto. O ATP-III também menciona o cálcio da artéria coronária (CAC) como um “fator de risco emergente”, afirmando que pode ser útil para a estratificação de risco adicional, predominantemente nos grupos de risco intermediário. Curiosamente, neste ponto, as recomendações eram de que o CAC poderia ser útil em indivíduos com múltiplos fatores de risco ou indivíduos mais velhos, nos quais “os fatores de risco tradicionais perdem um pouco de seu poder preditivo”. Em ambos os casos, o CAC foi proposto como uma ferramenta para rastrear indivíduos com um risco ainda maior do que o esperado, embora o ATP-III tenha sido claramente contra o uso generalizado de CAC como uma ferramenta de triagem.

Após a atualização do ATP-III, houve um intervalo considerável até a publicação das diretrizes da ACC/AHA para o Colesterol do Sangue de 2013, e uma abordagem completamente nova foi adotada para a seleção de candidatos ao tratamento do LDL-C. Primeiro, este documento atualizou as equações da fórmula para calcular o risco cardiovascular em 10 anos (Escore de Risco de Framingham apenas previa o risco de cardiopatia coronariana). Segundo, identificou grupos de maior risco que deveriam ser tratados independentemente do risco (LDL-C > 190 mg/dL, diabéticos). Terceiro, propôs uma recomendação muito mais ampla do uso de estatinas para a prevenção primária, incluindo todos os indivíduos com LDL-C > 70 mg/dL e um risco de doença cardiovascular aterosclerótica calculado > 5% em 10 anos. Essa abordagem mais ampla tem sido criticada por muitos, pois resultou em um aumento substancial do número de indivíduos nos quais as estatinas seriam recomendadas, incluindo recomendações de tratamento de indivíduos de menor risco devido à superestimação do risco derivada da ferramenta de avaliação de risco. Esse documento também conferiu ao CAC uma indicação de classe IIb para uso seletivo em indivíduos que atendessem à descrição vaga “nos quais a decisão de iniciar o tratamento não estava clara”. Neste documento, marcadores adicionais de risco incluíram CAC, proteína C-reativa de alta sensibilidade, índice braquial de tornozelo, história familiar de doença cardiovascular prematura ou indivíduos com LDL-C > 160 mg/dL – e todos receberam recomendações de IIb semelhantes com pouca coisa para diferenciar seu poder preditivo. Conforme recomendado no ATP-III, o uso desses marcadores foi como uma ferramenta de triagem adicional para identificar indivíduos com maior risco de tratamento mais agressivo, embora nenhuma recomendação clara sobre seu uso tenha sido fornecida.

[…]

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01/01/2019 DOI: 10.5935/abc.20190008 Visualizações 1
Figura 1
IJCS
Editorial

Relação entre Fatores Sociais e Doenças Cardiovasculares

Claudio Tinoco Mesquita

Os países ocidentais observam as doenças cardiovasculares liderarem as estatísticas de causa de morte há décadas. No Brasil, as doenças do aparelho circulatório (DAC) também representam as principais causas de óbitos, correspondendo a 28,6% de todas as causas de mortalidade no ano 2011.

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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180007
ABC
Editorial

A Prevenção Primordial e a "Saúde de Vestir": os Wearables na Cardiologia

Eduardo Campos Pellanda et al. Lucia Campos Pellanda

A epidemiologia tem apontado para a importância crescente da prevenção como forma de lidar com a epidemia de risco cardiovascular. Uma das mudanças fundamentais de conceitos nas últimas décadas foi o deslocamento do paradigma da prevenção para etapas cada vez mais precoces, tanto do desenvolvimento da doença, atingindo um número cada vez maior de pessoas que ainda não desenvolveram uma condição patológica ou que se encontram em seus estágios iniciais e tratáveis, como da própria linha da vida, buscando, na vida intrauterina, a origem de doenças crônicas. Assim, surgiu o conceito de prevenção primordial, ou seja, a prevenção dos fatores de risco propriamente ditos.

Em uma situação ideal, evitar a instalação dos fatores de risco em uma população a manteria livre de doenças. Apesar de utópico, o cenário descrito é útil para guiar estratégias de prevenção. Um dos principais objetivos atuais é alcançar o maior número possível de pessoas antes que elas desenvolvam um perfil de risco.

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01/06/2016 DOI: 10.5935/abc.20160094 Visualizações 1

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Muller IT, Decker SRR, Rosa RG, Rollin G. Segurança Cardiovascular da Terapia de Reposição da Testosterona: Avaliação Crítica de um Ensaio Clínico Publicado Recentemente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(3):e20230558.

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Muller, Isabela Tramontini; Decker, Sérgio Renato da Rosa; Rosa, Regis Goulart; Rollin, Guilherme. Segurança Cardiovascular da Terapia de Reposição da Testosterona: Avaliação Crítica de um Ensaio Clínico Publicado Recentemente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 3, e20230558, abr. 2024.

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Muller, I. T., Decker, S. R. R., Rosa, R. G., & Rollin, G. (2024). Segurança Cardiovascular da Terapia de Reposição da Testosterona: Avaliação Crítica de um Ensaio Clínico Publicado Recentemente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(3), e20230558.

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Muller, Isabela Tramontini and Decker, Sérgio Renato da Rosa and Rosa, Regis Goulart and Rollin, Guilherme. Segurança Cardiovascular da Terapia de Reposição da Testosterona: Avaliação Crítica de um Ensaio Clínico Publicado Recentemente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230558. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/seguranca-cardiovascular-da-terapia-de-reposicao-da-testosterona-avaliacao-critica-de-um-ensaio-clinico-publicado-recentemente/>. ISSN 0066-782X

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Vilela EM, Fontes-Carvalho R. Mecânica Ventricular Esquerda: Desvendando as Vias da Resposta Cardiovascular ao Exercício. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(4):e20230181.

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Vilela, Eduardo M.; Fontes-Carvalho, Ricardo. Mecânica Ventricular Esquerda: Desvendando as Vias da Resposta Cardiovascular ao Exercício. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 4, e20230181, abr. 2023.

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Vilela, E. M., & Fontes-Carvalho, R. (2023). Mecânica Ventricular Esquerda: Desvendando as Vias da Resposta Cardiovascular ao Exercício. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(4), e20230181.

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Vilela, Eduardo M. and Fontes-Carvalho, Ricardo. Mecânica Ventricular Esquerda: Desvendando as Vias da Resposta Cardiovascular ao Exercício. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 4, [citado 2026-10-14], e20230181. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mecanica-ventricular-esquerda-desvendando-as-vias-da-resposta-cardiovascular-ao-exercicio/>. ISSN 0066-782X

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Cesena F. Alcance de Metas de LDL-colesterol: Por que Falhamos e Como Podemos Melhorar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(6):1026-7.

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Cesena, Fernando. Alcance de Metas de LDL-colesterol: Por que Falhamos e Como Podemos Melhorar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 6, p. 1026-1027, jun. 2022.

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Cesena, F. (2022). Alcance de Metas de LDL-colesterol: Por que Falhamos e Como Podemos Melhorar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(6), 1026-1027.

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Cesena, Fernando. Alcance de Metas de LDL-colesterol: Por que Falhamos e Como Podemos Melhorar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1026-1027. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/alcance-de-metas-de-ldl-colesterol-por-que-falhamos-e-como-podemos-melhorar/>. ISSN 0066-782X

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Gottlieb I. Custo-Efetividade do Emprego do Escore de Cálcio Coronariano na Orientação para Terapia na Prevenção Primária, na População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(6):1132-3.

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Gottlieb, Ilan. Custo-Efetividade do Emprego do Escore de Cálcio Coronariano na Orientação para Terapia na Prevenção Primária, na População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 6, p. 1132-1133, jun. 2022.

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Gottlieb, I. (2022). Custo-Efetividade do Emprego do Escore de Cálcio Coronariano na Orientação para Terapia na Prevenção Primária, na População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(6), 1132-1133.

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Gottlieb, Ilan. Custo-Efetividade do Emprego do Escore de Cálcio Coronariano na Orientação para Terapia na Prevenção Primária, na População Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1132-1133. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/custo-efetividade-do-emprego-do-escore-de-calcio-coronariano-na-orientacao-para-terapia-na-prevencao-primaria-na-populacao-brasileira/>. ISSN 0066-782X

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Silva MX. Prevenção da Doença Cardiovascular na Adolescência: Novos Horizontes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(4):804-5.

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Silva, Mariana Xavier e. Prevenção da Doença Cardiovascular na Adolescência: Novos Horizontes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 4, p. 804-805, abr. 2021.

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Silva, M. X. (2021). Prevenção da Doença Cardiovascular na Adolescência: Novos Horizontes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(4), 804-805.

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Silva, Mariana Xavier e. Prevenção da Doença Cardiovascular na Adolescência: Novos Horizontes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 804-805. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevencao-da-doenca-cardiovascular-na-adolescencia-novos-horizontes/>. ISSN 0066-782X

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Rosa MLG, Mesquita CT, Albuquerque LZ, Silva WDS, Alves VPV, Jordan RFR, Matos RC, et al. Tendências Recentes de Mortalidade Cardiovascular nas Regiões de Saúde do Estado do Rio de Janeiro e Capital. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(4):763-71.

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Rosa, Maria Luiza Garcia; Mesquita, Claudio Tinoco; Albuquerque, Lucas Zanetti de; Silva, Willian Douglas de Souza; Alves, Vinicius de Padua Vieira; Jordan, Roger Freitas Ramirez; Matos, Ricardo Cardoso de; Silva, Ana Luisa Guedes de França e; Souza Filho, Erito Marques de. Tendências Recentes de Mortalidade Cardiovascular nas Regiões de Saúde do Estado do Rio de Janeiro e Capital. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 4, p. 763-771, abr. 2021.

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Rosa, M. L. G., Mesquita, C. T., Albuquerque, L. Z. , Silva, W. D. S., Alves, V. P. V., Jordan, R. F. R., Matos, R. C. , Silva, A. L. G. F. , & Souza Filho, E. M. (2021). Tendências Recentes de Mortalidade Cardiovascular nas Regiões de Saúde do Estado do Rio de Janeiro e Capital. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(4), 763-771.

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Rosa, Maria Luiza Garcia and Mesquita, Claudio Tinoco and Albuquerque, Lucas Zanetti de and Silva, Willian Douglas de Souza and Alves, Vinicius de Padua Vieira and Jordan, Roger Freitas Ramirez and Matos, Ricardo Cardoso de and Silva, Ana Luisa Guedes de França e and Souza Filho, Erito Marques de. Tendências Recentes de Mortalidade Cardiovascular nas Regiões de Saúde do Estado do Rio de Janeiro e Capital. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 763-771. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tendencias-recentes-de-mortalidade-cardiovascular-nas-regioes-de-saude-do-estado-do-rio-de-janeiro-e-capital/>. ISSN 0066-782X

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Martinez TLR. Mudanças em Nossos Tempos e nas Metas de Colesterol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):450-1.

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Martinez, Tania Leme da Rocha. Mudanças em Nossos Tempos e nas Metas de Colesterol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 450-451, set. 2020.

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Martinez, T. L. R. (2020). Mudanças em Nossos Tempos e nas Metas de Colesterol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 450-451.

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Martinez, Tania Leme da Rocha. Mudanças em Nossos Tempos e nas Metas de Colesterol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 450-451. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mudancas-em-nossos-tempos-e-nas-metas-de-colesterol/>. ISSN 0066-782X

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Guimarães GV, Bocchi EA. Bloqueio do Ramo Esquerdo Idiopático e Sintomas Inexplicáveis Durante o Exercício: Um Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(1 suppl 1):10-3.

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Guimarães, Guilherme Veiga; Bocchi, Edimar Alcides. Bloqueio do Ramo Esquerdo Idiopático e Sintomas Inexplicáveis Durante o Exercício: Um Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 1 suppl 1, p. 10-13, set. 2020.

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Guimarães, G. V., & Bocchi, E. A. (2020). Bloqueio do Ramo Esquerdo Idiopático e Sintomas Inexplicáveis Durante o Exercício: Um Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(1 suppl 1), 10-13.

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Guimarães, Guilherme Veiga and Bocchi, Edimar Alcides. Bloqueio do Ramo Esquerdo Idiopático e Sintomas Inexplicáveis Durante o Exercício: Um Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 1 suppl 1, [citado 2026-10-14], pp. 10-13. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/bloqueio-do-ramo-esquerdo-idiopatico-e-sintomas-inexplicaveis-durante-o-exercicio-um-relato-de-caso/>. ISSN 0066-782X

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Viana MS, Correia VCA, Ferreira FM, Lacerda YF, Bagano GO, Fonseca LL, Kertzman LQ, et al. Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico em Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(2):219-25.

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Viana, Mateus S.; Correia, Vitor C. A.; Ferreira, Felipe M.; Lacerda, Yasmin F.; Bagano, Gabriela O.; Fonseca, Leticia L.; Kertzman, Lara Q.; Melo, Milton V.; Noya-Rabelo, Marcia M.; Correia, Luis C L. Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico em Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 2, p. 219-225, ago. 2020.

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Viana, M. S., Correia, V. C. A., Ferreira, F. M., Lacerda, Y. F., Bagano, G. O., Fonseca, L. L., Kertzman, L. Q., Melo, M. V., Noya-Rabelo, M. M., & Correia, L. C. L. (2020). Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico em Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(2), 219-225.

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Viana, Mateus S. and Correia, Vitor C. A. and Ferreira, Felipe M. and Lacerda, Yasmin F. and Bagano, Gabriela O. and Fonseca, Leticia L. and Kertzman, Lara Q. and Melo, Milton V. and Noya-Rabelo, Marcia M. and Correia, Luis C L. Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico em Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 219-225. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/competencia-prognostica-distinta-entre-modelo-clinico-e-anatomico-em-sindromes-coronarianas-agudas-comparacao-por-tipo-de-desfecho/>. ISSN 0066-782X

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Costa IBSS, Rochitte CE, Campos CM, Barberato SH, Oliveira GMM, Lopes MACQ, Nomura CH, et al. Imagem Cardiovascular e Procedimentos Intervencionistas em Pacientes com Infecção pelo Novo Coronavírus. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(1):111-26.

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Costa, Isabela Bispo Santos da Silva; Rochitte, Carlos Eduardo; Campos, Carlos M.; Barberato, Silvio Henrique; Oliveira, Gláucia Maria Moraes de; Lopes, Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga; Nomura, Cesar Higa; Abizaid, Alexandre A.; Cerri, Giovanni; Kalil Filho, Roberto; Hajjar, Ludhmila Abrahão. Imagem Cardiovascular e Procedimentos Intervencionistas em Pacientes com Infecção pelo Novo Coronavírus. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 1, p. 111-126, ago. 2020.

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Costa, I. B. S. S., Rochitte, C. E., Campos, C. M., Barberato, S. H., Oliveira, G. M. M. , Lopes, M. A. C. Q., Nomura, C. H., Abizaid, A. A., Cerri, G., Kalil Filho, R., & Hajjar, L. A. (2020). Imagem Cardiovascular e Procedimentos Intervencionistas em Pacientes com Infecção pelo Novo Coronavírus. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(1), 111-126.

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Costa, Isabela Bispo Santos da Silva and Rochitte, Carlos Eduardo and Campos, Carlos M. and Barberato, Silvio Henrique and Oliveira, Gláucia Maria Moraes de and Lopes, Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga and Nomura, Cesar Higa and Abizaid, Alexandre A. and Cerri, Giovanni and Kalil Filho, Roberto and Hajjar, Ludhmila Abrahão. Imagem Cardiovascular e Procedimentos Intervencionistas em Pacientes com Infecção pelo Novo Coronavírus. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 111-126. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/imagem-cardiovascular-e-procedimentos-intervencionistas-em-pacientes-com-infeccao-pelo-novo-coronavirus/>. ISSN 0066-782X

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Oliveira GMM, Negri FEFO, Clausell NO, Moreira MCV, Souza OF, Macedo AVS, Marino BCA, et al. Sociedade Brasileira de Cardiologia – Carta das Mulheres. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(6):713-4.

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Oliveira, Glaucia Maria Moraes de; Negri, Fátima Elizabeth Fonseca de Oliveira; Clausell, Nadine Oliveira; Moreira, Maria da Consolação V.; Souza, Olga Ferreira de; Macedo, Ariane Vieira Scarlatelli; Marino, Barbara Campos Abreu; Polanczyk, Carisi Anne; Lantieri, Carla Janice Baister; Marques-Santos, Celi; Freire, Cláudia Maria Vilas; Nercolini, Deborah Christina; Pedroti, Fatima Cristina Monteiro; Barbosa, Imara Correia de Queiroz; Santos, Magaly Arrais dos; Braile, Maria Christiane Valéria Braga; Paiva, Maria Sanali Moura de Oliveira; Dracoulakis, Marianna Deway Andrade; Holanda, Narriane Chaves; Rolim, Patricia Toscano Rocha; Teixeira, Roberta Tavares Barreto; Mattos, Sandra; Silva, Sheyla Cristina Tonheiro Ferro da; Brandão, Simone Cristina Soares; Lemke, Viviana de Mello Guzzo; Lopes, Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga. Sociedade Brasileira de Cardiologia – Carta das Mulheres. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 6, p. 713-714, jul. 2019.

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Oliveira, G. M. M. , Negri, F. E. F. O., Clausell, N. O., Moreira, M. C. V., Souza, O. F. , Macedo, A. V. S., Marino, B. C. A., Polanczyk, C. A., Lantieri, C. J. B., Marques-Santos, C., Freire, C. M. V., Nercolini, D. C., Pedroti, F. C. M., Barbosa, I. C. Q., Santos, M. A. , Braile, M. C. V. B., Paiva, M. S. M. O., Dracoulakis, M. D. A., Holanda, N. C., Rolim, P. T. R., Teixeira, R. T. B., Mattos, S., Silva, S. C. T. F. , Brandão, S. C. S., Lemke, V. M. G., & Lopes, M. A. C. Q. (2019). Sociedade Brasileira de Cardiologia – Carta das Mulheres. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(6), 713-714.

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Oliveira, Glaucia Maria Moraes de and Negri, Fátima Elizabeth Fonseca de Oliveira and Clausell, Nadine Oliveira and Moreira, Maria da Consolação V. and Souza, Olga Ferreira de and Macedo, Ariane Vieira Scarlatelli and Marino, Barbara Campos Abreu and Polanczyk, Carisi Anne and Lantieri, Carla Janice Baister and Marques-Santos, Celi and Freire, Cláudia Maria Vilas and Nercolini, Deborah Christina and Pedroti, Fatima Cristina Monteiro and Barbosa, Imara Correia de Queiroz and Santos, Magaly Arrais dos and Braile, Maria Christiane Valéria Braga and Paiva, Maria Sanali Moura de Oliveira and Dracoulakis, Marianna Deway Andrade and Holanda, Narriane Chaves and Rolim, Patricia Toscano Rocha and Teixeira, Roberta Tavares Barreto and Mattos, Sandra and Silva, Sheyla Cristina Tonheiro Ferro da and Brandão, Simone Cristina Soares and Lemke, Viviana de Mello Guzzo and Lopes, Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga. Sociedade Brasileira de Cardiologia – Carta das Mulheres. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 713-714. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sociedade-brasileira-de-cardiologia-carta-das-mulheres/>. ISSN 0066-782X

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Galvão TFG. Existe Alguma Preocupação Cardiovascular em Relação ao Uso de Inibidores da Aromatase no Câncer de Mama?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(5):489-90.

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Galvão, Tatiana F. G.. Existe Alguma Preocupação Cardiovascular em Relação ao Uso de Inibidores da Aromatase no Câncer de Mama?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 5, p. 489-490, jun. 2019.

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Galvão, T. F. G. (2019). Existe Alguma Preocupação Cardiovascular em Relação ao Uso de Inibidores da Aromatase no Câncer de Mama?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(5), 489-490.

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Galvão, Tatiana F. G.. Existe Alguma Preocupação Cardiovascular em Relação ao Uso de Inibidores da Aromatase no Câncer de Mama?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 489-490. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/existe-alguma-preocupacao-cardiovascular-em-relacao-ao-uso-de-inibidores-da-aromatase-no-cancer-de-mama/>. ISSN 0066-782X

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Andrade PB, Labrunie A. A Exposição Radiológica sob a “Óptica” do Cardiologista Intervencionista. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(4):400-1.

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Andrade, Pedro Beraldo de; Labrunie, André. A Exposição Radiológica sob a “Óptica” do Cardiologista Intervencionista. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 4, p. 400-401, abr. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Andrade, P. B. , & Labrunie, A. (2019). A Exposição Radiológica sob a “Óptica” do Cardiologista Intervencionista. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(4), 400-401.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Andrade, Pedro Beraldo de and Labrunie, André. A Exposição Radiológica sob a “Óptica” do Cardiologista Intervencionista. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 400-401. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-exposicao-radiologica-sob-a-optica-do-cardiologista-intervencionista/>. ISSN 0066-782X

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Gonzaga LA, Paulo TRS, Viezel J, Vanzella LM, Freitas Jr. IF, Vanderlei LCM. Alterações na Modulação Autonômica Cardíaca em Mulheres com Câncer de Mama em Uso de Inibidores de Aromatase e sua Relação com Variáveis Bioquímicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(5):555-63.

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Gonzaga, Luana Almeida; Paulo, Thais Reis Silva de; Viezel, Juliana; Vanzella, Laís Manata; Freitas Jr., Ismael Forte; Vanderlei, Luiz Carlos Marques. Alterações na Modulação Autonômica Cardíaca em Mulheres com Câncer de Mama em Uso de Inibidores de Aromatase e sua Relação com Variáveis Bioquímicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 5, p. 555-563, fev. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gonzaga, L. A., Paulo, T. R. S. , Viezel, J., Vanzella, L. M., Freitas Jr., I. F., & Vanderlei, L. C. M. (2019). Alterações na Modulação Autonômica Cardíaca em Mulheres com Câncer de Mama em Uso de Inibidores de Aromatase e sua Relação com Variáveis Bioquímicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(5), 555-563.

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Gonzaga, Luana Almeida and Paulo, Thais Reis Silva de and Viezel, Juliana and Vanzella, Laís Manata and Freitas Jr., Ismael Forte and Vanderlei, Luiz Carlos Marques. Alterações na Modulação Autonômica Cardíaca em Mulheres com Câncer de Mama em Uso de Inibidores de Aromatase e sua Relação com Variáveis Bioquímicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 555-563. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/alteracoes-na-modulacao-autonomica-cardiaca-em-mulheres-com-cancer-de-mama-em-uso-de-inibidores-de-aromatase-e-sua-relacao-com-variaveis-bioquimicas/>. ISSN 0066-782X

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Fontes-Carvalho R, Oliveira GMM, Gonçalves L, Rochitte CE. O Ano de 2018 em Cardiologia: Uma Visão Geral da ABC Cardiol e RPC. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(2):193-200.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fontes-Carvalho, Ricardo; Oliveira, Glaucia Maria Moraes de; Gonçalves, Lino; Rochitte, Carlos Eduardo. O Ano de 2018 em Cardiologia: Uma Visão Geral da ABC Cardiol e RPC. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 2, p. 193-200, jan. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fontes-Carvalho, R., Oliveira, G. M. M. , Gonçalves, L., & Rochitte, C. E. (2019). O Ano de 2018 em Cardiologia: Uma Visão Geral da ABC Cardiol e RPC. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(2), 193-200.

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Fontes-Carvalho, Ricardo and Oliveira, Glaucia Maria Moraes de and Gonçalves, Lino and Rochitte, Carlos Eduardo. O Ano de 2018 em Cardiologia: Uma Visão Geral da ABC Cardiol e RPC. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 193-200. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-ano-de-2018-em-cardiologia-uma-visao-geral-da-abc-cardiol-e-rpc/>. ISSN 0066-782X

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Bittencourt MS, Blaha MJ, Nasir K. Cálcio Arterial Coronariano – do Reastreamento a uma Ferramenta Personalizada de Tomada de Decisões Compartilhada: Novas Diretrizes Americanas de Prevenção. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(1):1-2.

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Bittencourt, Marcio Sommer; Blaha, Michael J.; Nasir, Khurram. Cálcio Arterial Coronariano – do Reastreamento a uma Ferramenta Personalizada de Tomada de Decisões Compartilhada: Novas Diretrizes Americanas de Prevenção. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 1, p. 1-2, dez. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Bittencourt, M. S., Blaha, M. J., & Nasir, K. (2019). Cálcio Arterial Coronariano – do Reastreamento a uma Ferramenta Personalizada de Tomada de Decisões Compartilhada: Novas Diretrizes Americanas de Prevenção. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(1), 1-2.

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Bittencourt, Marcio Sommer and Blaha, Michael J. and Nasir, Khurram. Cálcio Arterial Coronariano – do Reastreamento a uma Ferramenta Personalizada de Tomada de Decisões Compartilhada: Novas Diretrizes Americanas de Prevenção. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 1-2. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/calcio-arterial-coronariano-do-reastreamento-a-uma-ferramenta-personalizada-de-tomada-de-decisoes-compartilhada-novas-diretrizes-americanas-de-prevencao/>. ISSN 0066-782X

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Mesquita CT. Relação entre Fatores Sociais e Doenças Cardiovasculares. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(2):87-9.

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Mesquita, Claudio Tinoco. Relação entre Fatores Sociais e Doenças Cardiovasculares. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 2, p. 87-89, dez. 2017.

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Mesquita, C. T. (2018). Relação entre Fatores Sociais e Doenças Cardiovasculares. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(2), 87-89.

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Mesquita, Claudio Tinoco. Relação entre Fatores Sociais e Doenças Cardiovasculares. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 87-89. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-fatores-sociais-e-doencas-cardiovasculares/>. ISSN 2359-4802

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Pellanda EC, Pellanda LC. A Prevenção Primordial e a “Saúde de Vestir”: os Wearables na Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;106(6):455-6.

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Pellanda, Eduardo Campos; Pellanda, Lucia Campos. A Prevenção Primordial e a “Saúde de Vestir”: os Wearables na Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 6, p. 455-456, maio. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pellanda, E. C., & Pellanda, L. C. (2016). A Prevenção Primordial e a “Saúde de Vestir”: os Wearables na Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(6), 455-456.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pellanda, Eduardo Campos and Pellanda, Lucia Campos. A Prevenção Primordial e a “Saúde de Vestir”: os Wearables na Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 455-456. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-prevencao-primordial-e-a-saude-de-vestir-os-wearables-na-cardiologia/>. ISSN 0066-782X

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