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  2. Palavra-chave: Síndrome Coronariana Aguda/fisiopatologia
Figura 1
ABC
Artigo Original

Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico em Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho

Mateus S. Viana et al. Vitor C. A. Correia Felipe M. Ferreira Yasmin F. Lacerda … Gabriela O. Bagano Leticia L. Fonseca Lara Q. Kertzman Milton V. Melo Marcia M. Noya-Rabelo Luis C L Correia

Resumo

Fundamento

Eventos isquêmicos recorrentes decorrem de instabilidade de placa aterosclerótica, enquanto morte após um evento isquêmico decorre da gravidade do insulto. A natureza diversa desses tipos de eventos pode fazer com que dados clínicos e anatômicos tenham diferentes capacidades prognósticas a depender do tipo de desfecho.

Objetivo

Identificar as predileções prognósticas de dados clínicos e dados anatômicos em relação a desfechos coronários fatais e não fatais durante hospitalização de pacientes com síndromes coronarianas agudas (SCA).

Métodos

Pacientes consecutivamente admitidos por SCA que realizaram coronariografia foram recrutados. O escore SYNTAX foi utilizado como modelo anatômico e o escore GRACE como modelo clínico. A capacidade preditora desses escores foi comparada quando à predição de desfechos isquêmicos não fatais (infarto ou angina refratária) e de morte cardiovascular durante hospitalização. Significância estatística foi definida por p < 0,05.

Resultados

Entre 365 indivíduos, 4,4% foi a incidência de óbito hospitalar e 11% de desfechos isquêmicos não fatais. Para morte cardiovascular, ambos os escores — SYNTAX e GRACE — apresentaram capacidade discriminatória, com estatísticas-C similares: 0,80 (95%IC: 0,70–0,92) e 0,89 (95%IC 0,81–0,96), respectivamente — p=0,19. Quantos aos desfechos isquêmicos não fatais, o escore SYNTAX apresentou valor preditor (estatística-C = 0,64; 95%IC 0,55–0,73), porém o escore GRACE não mostrou associação com esse tipo de desfecho (estatística-C = 0,50; 95%IC: 0,40–0,61) — p=0,027.

Conclusão

Os modelos clínico e anatômico predizem satisfatoriamente morte cardiovascular em SCA, enquanto a recorrência de instabilidade coronária é melhor prevista por características anatômicas do que por dados clínicos. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(2):219-225)

  • Aterosclerose
  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Hospitalização
  • Infarto Do Miocárdio
  • Mortalidade
  • Prognóstico
  • Síndrome Coronariana Aguda/fisiopatologia
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28/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20190062 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Níveis Elevados de Netrina-1 e IL-1β em Mulheres Idosas com SCA: Pior Prognóstico no Acompanhamento de Dois Anos

Paola Leocádio et al. Penélope Menta Melissa Dias Júlia Fraga … Alessandra Goulart Itamar Santos Paulo Lotufo Isabela Bensenor Jacqueline Alvarez-Leite

Resumo

Fundamento

Vários marcadores têm sido avaliados quanto a um potencial impacto nas decisões clínicas ou na predição de mortalidade na síndrome coronariana aguda (SCA), incluindo Netrina-1 e IL-1β.

Objetivo

Examinamos o valor prognóstico de Netrina-1 e IL-1β em pacientes com SCA (2 anos de acompanhamento).

Métodos

Avaliamos Netrina-1, IL-1β e outros fatores de risco em amostras de soro de 803 pacientes. Curvas de Kaplan-Meier e regressão de Cox foram usadas para análise de óbito por todas as causas, óbito por doenças cardiovasculares (DCV) e desfecho combinado de infarto agudo do miocárdio (IAM) fatal ou novo IAM não fatal, considerando p < 0,05.

Resultados

Houve 115 óbitos por todas as causas, 78 óbitos por DCV e 67 eventos no desfecho combinado. Níveis de Netrina-1 acima da mediana (> 44,8 pg/mL) foram associados a pior prognóstico (óbito por todas as causas e por DCV) em mulheres idosas, mesmo após o ajuste do modelo (HR: 2,08, p = 0,038 e HR: 2,68, p = 0,036). Níveis de IL-1β acima da mediana (> 13,4 pg/mL) em mulheres idosas foram associados a risco aumentado para todos os desfechos após o ajuste (todas as causas – HR: 2,03, p = 0,031; DCV – HR: 3,01, p = 0,013; desfecho combinado – HR: 3,05, p = 0,029). Para homens, não foram observadas associações entre Netrina-1 ou IL-1β e os desfechos.

Conclusão

Níveis séricos elevados de Netrina-1 e IL-1β mostraram associação significativa com pior prognóstico em idosas do sexo feminino. Eles podem ser úteis como indicadores prognósticos em SCA. (Arq Bras Cardiol. 2020; 114(3):507-514)

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Diabetes mellitus
  • Dislipidemias
  • Hipertensão
  • Idoso
  • Interleucina- 1 beta
  • Mulheres
  • Nitrina-1
  • Remodelamento Atrial
  • Síndrome Coronariana Aguda/fisiopatologia
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06/04/2020 DOI: 10.36660/abc.20190035
Figura 1
ABC
Artigo Original

Significado Clínico do Volume Plaquetário e Outros Parâmetros Plaquetários no Infarto Agudo do Miocárdio e Doença Arterial Coronariana Estável

Liumei Ding et al. Lihua Sun Feng Wang Liejun Zhu … Ting Zhang Fanli Hua

Resumo

Fundamento:

As plaquetas são importantes no início da trombose e suas alterações morfológicas e funcionais estão intimamente relacionadas com a ocorrência e o desenvolvimento de trombose da artéria coronária. Os parâmetros plaquetários podem ser valiosos na distinção entre infarto agudo do miocárdio (IAM) e doença arterial coronariana estável (DACE).

Objetivo:

O objetivo desse estudo foi detectar e comparar alterações nos parâmetros plaquetários, como o volume plaquetário médio (VPM) em pacientes com infarto agudo do miocárdio (IAM) e doença arterial coronariana estável (DACE) e investigar seu papel nessas doenças.

Métodos:

Coleta de amostras: Entre janeiro de 2011 e dezembro de 2013, foram retirados 2 mL de sangue da veia do antebraço de cada um dos 31 pacientes diagnosticados principalmente com IAM, 34 pacientes com DACE e 50 indivíduos saudáveis; e colocado em tubos com anticoagulante EDTA-K2. As contagens de plaquetas (PQT), VPM, massa total de plaquetas (MTP), Amplitude de Distribuição de Plaquetas (PDW, do inglês platelet distribution width), contagem de glóbulos brancos (WBC, do inglês white blood cells) e neutrófilos (NEU) foram determinadas utilizando-se um analisador de hematologia automatizado STKS (Beckman Courter).

Resultados:

Comparado com o grupo controle, os níveis de VPM foram significativamente maiores nos grupos IAM e DACE (p < 0,05), enquanto os níveis de PQT foram significativamente menores (p < 0,05).

Conclusão:

Esses resultados sugerem que o VPM e outros parâmetros associados têm um certo valor no diagnóstico de DACE e IAM.

  • Infarto Do Miocárdio
  • Síndrome Coronariana Aguda/fisiopatologia
  • Trombose Coronária
  • Volume Plaquetário Médio
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01/04/2019 DOI: 10.5935/abc.20190058 Visualizações 1
ABC
Editorial

Indicar ou Não Indicar? Os Desafios da Fisiologia nas Síndromes Coronarianas Agudas

Carlos M. Campos et al. Pedro A. Lemos

A angiografia convencional pode estimar, de maneira não confiável, a gravidade funcional das lesões coronarianas, particularmente das estenoses intermediárias. É nesse contexto que o estudo da fisiologia intracoronariana, ou seja, a medida da reserva de fluxo fracional (FFR), foi desenvolvida: para diferenciar com precisão as estenoses que causam isquemia miocárdica daquelas que não são significativamente obstrutivas. Em geral, a FFR tem sido aplicada como uma ferramenta de tomada de decisão, ajudando a indicar (ou não indicar) a revascularização em estenoses coronárias intermediárias ou ambíguas. Comparada com a angiografia isolada, a adição de informações derivadas da FFR melhorou os desfechos e a custo-eficiência do procedimento, sendo a revascularização coronariana guiada por fisiologia atualmente recomendada nas diretrizes de prática clínica, com base em ampla evidência científica.

Quase vinte anos atrás, o ensaio DEFER fundamental consolidou o conceito de que a não-indicação da revascularização baseado na FFR é seguro. Entretanto, inúmeras razões tornam a tradução do estudo DEFER para a prática clínica contemporânea desatualizada: i) o ponto de corte excessivamente restritivo de 0,75 (como usado no estudo) foi suplantado pelo limiar mais permissivo de 0,80, ii) a angioplastia com balão como a terapia isolada foi amplamente substituída por stents farmacológicos, iii) agentes antiplaquetários mais potentes e outras terapias clínicas tornaram-se disponíveis, e iv) a relação entre a FFR e o perfil obstrutivo da lesão coronariana ainda está sendo questionada por alguns autores. Assim, a segurança contemporânea de adiar lesões na angina pectoris estável (APE) e síndrome coronariana aguda (SCA) com base na FFR ainda merece investigação.

[…]

  • Angina Estável
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Reserva de Fluxo Fracionada do Miocárdio
  • Revascularização Miocárdica
  • Síndrome Coronariana Aguda/fisiopatologia
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01/10/2018 DOI: 10.5935/abc.20180206 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Estratégia Guiada por Reserva de Fluxo Fracionada na Síndrome Coronária Aguda: Revisão Sistemática Metanálise

José Luís Martins et al. Vera Afreixo José Santos Lino Gonçalves

Resumo

Fundamento:

Existem dados limitados sobre o prognóstico do adiamento do tratamento das lesões em pacientes com síndrome coronária com base na reserva de fluxo fracionada (FFR).

Objetivos:

Realizar uma revisão sistemática da evidência atual sobre o prognóstico do adiamento do tratamento de lesões em pacientes com SCA com base na FFR, comparando-o com o prognóstico em pacientes sem SCA.

Métodos:

Pesquisamos as bases de dados do Medline, EMBASE, e Cochrane Library por estudos publicados entre janeiro de 2000 e setembro de 2017 que compararam o prognóstico do adiamento da revascularização das lesões com base na FFR em pacientes com SCA em comparação a pacientes sem SCA. Conduzimos uma metanálise do risco relativo de quatro desfechos primários: mortalidade, mortalidade cardiovascular, infarto do miocárdio (IM) e revascularização do vaso-alvo (TVR).

Resultados:

Identificamos sete estudos que incluíram um total de 5107 pacientes. A metanálise mostrou que não houve diferença quanto à mortalidade [risco relativo (RR) = 1,44; IC95%, 0,9-2,4), mortalidade cardiovascular (RR = 1,29; IC95% = 0,4-4,3) e TVR (RR = 1,46; IC95% = 0,9-2,3) após adiamento da revascularização com base na FFR entre pacientes com SCA e pacientes sem SCA. Tal adiamento foi associado com risco adicional de IM (RR = 1,83; IC95% = 1,4-2,4) em pacientes com SCA.

Conclusão:

O valor prognóstico da FFR na SCA não é tão bom como em pacientes estáveis. Os resultados mostram um risco aumentado de IM, mas não de mortalidade, mortalidade cardiovascular, e TVR em pacientes com SCA.

  • Angiografia Coronária/métodos
  • Intervenção Coronária Percutânea/métodos
  • Microvasos
  • Reprodutibilidade dos Testes
  • Reserva Fracionada de Fluxo Miocárdio/fisiologia
  • Resistência Vascular
  • Síndrome Coronariana Aguda/fisiopatologia
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21/09/2018 DOI: 10.5935/abc.20180170 Visualizações 1
Figura 1
IJCS
Review Article

Utilidade Clínica da Cistatina C para Avaliação do Prognóstico das Síndromes Coronarianas Agudas: Uma Revisão Sistemática e Metanálise

Karine Farnese Costa Martucheli et al. Caroline Pereira Domingueti

Resumo

A cistatina C é utilizada como marcador de função renal e tem se mostrado promissora para avaliação do prognóstico das síndromes coronarianas agudas (SCAs). Avaliar o valor prognóstico da cistatina C em pacientes com SCAs. A busca dos artigos foi realizada empregando as bases de dados PubMed, Web of Science e Scielo. Foram incluídos na revisão sistemática estudos observacionais de coorte que avaliaram a associação entre níveis elevados de cistatina C e o desenvolvimento de eventos cardiovasculares e mortalidade nos pacientes com SCAs. Somente os estudos que avaliaram desfechos semelhantes, que compararam o maior com o menor quartil de cistatina C e que realizaram análise multivariada, na qual foram incluídas a taxa de filtração glomerular ou a creatinina sérica, foram incluídos na metanálise. A qualidade metodológica dos artigos foi avaliada através do questionário Newcastle-Ottawa Scale para estudos de coorte. Após aplicação dos critérios de elegibilidade, 17 artigos foram incluídos na revisão sistemática. Todos os estudos incluídos encontraram uma associação significativa entre níveis maiores de cistatina C e os desfechos. A meta-análise demonstrou que níveis elevados de cistatina C estão associados com um maior risco de morte cardiovascular ou infarto do miocárdio não fatal nos pacientes com SCAs, e que esta associação é independente da função renal [OR = 1,65 (1,464 – 1,861), p < 0,001]. Dentre os estudos a revisão sistemática e meta-análise demonstrou que há uma associação significativa entre níveis elevados de cistatina C e o desenvolvimento de eventos cardiovasculares e mortalidade nos pacientes com SCAs.

  • Biomarcadores
  • Cistatina C
  • Prognóstico
  • Síndrome Coronariana Aguda/fisiopatologia
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180010 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Viana MS, Correia VCA, Ferreira FM, Lacerda YF, Bagano GO, Fonseca LL, Kertzman LQ, et al. Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico em Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(2):219-25.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Viana, Mateus S.; Correia, Vitor C. A.; Ferreira, Felipe M.; Lacerda, Yasmin F.; Bagano, Gabriela O.; Fonseca, Leticia L.; Kertzman, Lara Q.; Melo, Milton V.; Noya-Rabelo, Marcia M.; Correia, Luis C L. Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico em Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 2, p. 219-225, ago. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Viana, M. S., Correia, V. C. A., Ferreira, F. M., Lacerda, Y. F., Bagano, G. O., Fonseca, L. L., Kertzman, L. Q., Melo, M. V., Noya-Rabelo, M. M., & Correia, L. C. L. (2020). Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico em Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(2), 219-225.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Viana, Mateus S. and Correia, Vitor C. A. and Ferreira, Felipe M. and Lacerda, Yasmin F. and Bagano, Gabriela O. and Fonseca, Leticia L. and Kertzman, Lara Q. and Melo, Milton V. and Noya-Rabelo, Marcia M. and Correia, Luis C L. Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico em Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 219-225. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/competencia-prognostica-distinta-entre-modelo-clinico-e-anatomico-em-sindromes-coronarianas-agudas-comparacao-por-tipo-de-desfecho/>. ISSN 0066-782X

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Leocádio P, Menta P, Dias M, Fraga J, Goulart A, Santos I, Lotufo P, et al. Níveis Elevados de Netrina-1 e IL-1β em Mulheres Idosas com SCA: Pior Prognóstico no Acompanhamento de Dois Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(3):507-14.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Leocádio, Paola; Menta, Penélope; Dias, Melissa; Fraga, Júlia; Goulart, Alessandra; Santos, Itamar; Lotufo, Paulo; Bensenor, Isabela; Alvarez-Leite, Jacqueline. Níveis Elevados de Netrina-1 e IL-1β em Mulheres Idosas com SCA: Pior Prognóstico no Acompanhamento de Dois Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 3, p. 507-514, abr. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Leocádio, P., Menta, P., Dias, M., Fraga, J., Goulart, A., Santos, I., Lotufo, P., Bensenor, I., & Alvarez-Leite, J. (2020). Níveis Elevados de Netrina-1 e IL-1β em Mulheres Idosas com SCA: Pior Prognóstico no Acompanhamento de Dois Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(3), 507-514.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Leocádio, Paola and Menta, Penélope and Dias, Melissa and Fraga, Júlia and Goulart, Alessandra and Santos, Itamar and Lotufo, Paulo and Bensenor, Isabela and Alvarez-Leite, Jacqueline. Níveis Elevados de Netrina-1 e IL-1β em Mulheres Idosas com SCA: Pior Prognóstico no Acompanhamento de Dois Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 507-514. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/niveis-elevados-de-netrina-1-e-il-1%ce%b2-em-mulheres-idosas-com-sca-pior-prognostico-no-acompanhamento-de-dois-anos/>. ISSN 0066-782X

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Ding L, Sun L, Wang F, Zhu L, Zhang T, Hua F. Significado Clínico do Volume Plaquetário e Outros Parâmetros Plaquetários no Infarto Agudo do Miocárdio e Doença Arterial Coronariana Estável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(6):715-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ding, Liumei; Sun, Lihua; Wang, Feng; Zhu, Liejun; Zhang, Ting; Hua, Fanli. Significado Clínico do Volume Plaquetário e Outros Parâmetros Plaquetários no Infarto Agudo do Miocárdio e Doença Arterial Coronariana Estável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 6, p. 715-719, mar. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ding, L., Sun, L., Wang, F., Zhu, L., Zhang, T., & Hua, F. (2019). Significado Clínico do Volume Plaquetário e Outros Parâmetros Plaquetários no Infarto Agudo do Miocárdio e Doença Arterial Coronariana Estável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(6), 715-719.

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Ding, Liumei and Sun, Lihua and Wang, Feng and Zhu, Liejun and Zhang, Ting and Hua, Fanli. Significado Clínico do Volume Plaquetário e Outros Parâmetros Plaquetários no Infarto Agudo do Miocárdio e Doença Arterial Coronariana Estável. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 715-719. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/significado-clinico-do-volume-plaquetario-e-outros-parametros-plaquetarios-no-infarto-agudo-do-miocardio-e-doenca-arterial-coronariana-estavel/>. ISSN 0066-782X

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Campos CM, Lemos PA. Indicar ou Não Indicar? Os Desafios da Fisiologia nas Síndromes Coronarianas Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(4):551-2.

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Campos, Carlos M.; Lemos, Pedro A.. Indicar ou Não Indicar? Os Desafios da Fisiologia nas Síndromes Coronarianas Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 4, p. 551-552, set. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Campos, C. M., & Lemos, P. A. (2018). Indicar ou Não Indicar? Os Desafios da Fisiologia nas Síndromes Coronarianas Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(4), 551-552.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Campos, Carlos M. and Lemos, Pedro A.. Indicar ou Não Indicar? Os Desafios da Fisiologia nas Síndromes Coronarianas Agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 551-552. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/indicar-ou-nao-indicar-os-desafios-da-fisiologia-nas-sindromes-coronarianas-agudas/>. ISSN 0066-782X

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Martins JL, Afreixo V, Santos J, Gonçalves L. Estratégia Guiada por Reserva de Fluxo Fracionada na Síndrome Coronária Aguda: Revisão Sistemática Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(4):542-50.

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Martins, José Luís; Afreixo, Vera; Santos, José; Gonçalves, Lino. Estratégia Guiada por Reserva de Fluxo Fracionada na Síndrome Coronária Aguda: Revisão Sistemática Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 4, p. 542-550, set. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Martins, J. L., Afreixo, V., Santos, J., & Gonçalves, L. (2018). Estratégia Guiada por Reserva de Fluxo Fracionada na Síndrome Coronária Aguda: Revisão Sistemática Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(4), 542-550.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Martins, José Luís and Afreixo, Vera and Santos, José and Gonçalves, Lino. Estratégia Guiada por Reserva de Fluxo Fracionada na Síndrome Coronária Aguda: Revisão Sistemática Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 542-550. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estrategia-guiada-por-reserva-de-fluxo-fracionada-na-sindrome-coronaria-aguda-revisao-sistematica-metanalise/>. ISSN 0066-782X

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Martucheli KFC, Domingueti CP. Utilidade Clínica da Cistatina C para Avaliação do Prognóstico das Síndromes Coronarianas Agudas: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(3):290-307.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Martucheli, Karine Farnese Costa; Domingueti, Caroline Pereira. Utilidade Clínica da Cistatina C para Avaliação do Prognóstico das Síndromes Coronarianas Agudas: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 290-307, dez. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Martucheli, K. F. C., & Domingueti, C. P. (2018). Utilidade Clínica da Cistatina C para Avaliação do Prognóstico das Síndromes Coronarianas Agudas: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 290-307.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Martucheli, Karine Farnese Costa and Domingueti, Caroline Pereira. Utilidade Clínica da Cistatina C para Avaliação do Prognóstico das Síndromes Coronarianas Agudas: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 290-307. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/utilidade-clinica-da-cistatina-c-para-avaliacao-do-prognostico-das-sindromes-coronarianas-agudas-uma-revisao-sistematica-e-metanalise/>. ISSN 2359-4802

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