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Era da Medicina Personalizada nas Miocardiopatias
ABCHF
Editorial

Era da Medicina Personalizada nas Miocardiopatias

Diane Xavier de Avila et al. Evandro Tinoco Mesquita

O aprendizado sobre as miocardiopatias (MCP) tem se aprofundado nos últimos anos. Assim, diversas visões de especialistas do nosso país estão presentes nesta edição da Revista ABC Heart Failure & Cardiomyopathy, da Família ABC, dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia (ABC Cardiol), desde etiologias mais comuns até as mais raras e ultrarraras, com suas repercussões sistêmicas dentre as quais listam-se causas tóxicas, genéticas, periparto, de estresse, associada a diabetes, colagenoses, a interação cardiogenética e a visão do futuro com inteligência artificial e impressão 3D nas MCP.

Os avanços de imagem como a angiotomografia de coronárias no diagnóstico não invasivo da coronariopatia, a ressonância magnética e suas diversas avaliações específicas das MCP, a medicina nuclear na doença microvascular e no diagnóstico não invasivo da amiloidose por transtirretina ,por exemplo, e os testes genéticos facilitaram o reconhecimento dos diferentes fenótipos. Além disso, a partir do genótipo de determinado caso também pode ser identificada toda uma família relacionada às síndromes clínicas preexistentes. A interação entre especialidades e o heart team melhorou o cuidado, o manejo das doenças e assistência das famílias acometidas. Deste modo, demonstra-se imperioso o acompanhamento do geneticista e aconselhamento genético na era da medicina personalizada.

[…]

  • Atenção à Saúde
  • Cardiomiopatias
  • Insuficiência Cardíaca
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01/08/2023 DOI: 10.36660/abchf.20230039 Visualizações 1
ABC
Editorial

Boas Práticas em Cardiologia – Uma Lição a Partir dos Indicadores de Desempenho

Otávio Azevedo Bertoletti

A Organização Mundial da Saúde considera qualidade na assistência como “… o grau em que serviços de saúde para indivíduos e populações aumenta a probabilidade de desfechos de saúde desejados e que sejam consistentes com o conhecimento profissional baseado em evidências.” Além disso, considera serviços de saúde de qualidade aqueles que são efetivos, eficientes, seguros, equitativos e centrados nas pessoas.

Visando o aumento da qualidade no cuidado cardiovascular em hospitais públicos brasileiros surge o Programa Boas Práticas em Cardiologia (BPC), iniciativa da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) em parceria com o Ministério da Saúde do Brasil e apoio da American Heart Association (AHA) e o Hospital HCor, através da adaptação do programa da AHA intitulado Get With The Guidelines® (GWTG)., O programa brasileiro é centrado nas doenças cardíacas de mais elevado custo, como a síndrome coronariana aguda (SCA), fibrilação atrial e insuficiência cardíaca (IC). Ele busca reduzir a mortalidade hospitalar, melhorar os processos hospitalares, – com foco na segurança e qualidade assistencial ao paciente cardiológico – e também reconhecer como centros de excelência em cardiologia os hospitais que atinjam as metas propostas. A métrica de avaliação deste programa baseia-se em identificar a taxa de adesão dos profissionais de saúde às recomendações das diretrizes da SBC e da AHA no tratamento destas três doenças cardíacas. Além disso, analisar o efeito sobre os desfechos tempo de internação, mortalidade por doença cardíaca, mortalidade por todas as causas, reinternação, qualidade de vida e percepção de saúde dos pacientes antes e após a implementação do programa.

[…]

  • Atenção à Saúde
  • Doenças Cardiovasculares
  • Insuficiência Cardíaca
  • Qualidade da Assistência em Saúde
  • Recursos em Saúde
  • Síndrome Coronariana Aguda
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07/04/2023 DOI: 10.36660/abc.20230033 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Frequência e Motivos para a não Administração e Suspensão de Medicamentos durante um Evento de Síndrome Coronariana Aguda. Estudo ERICO

Rafael C. O. Santos et al. Isabela M. Bensenor Alessandra C. Goulart Paulo A. Lotufo Itamar S. Santos

Resumo

Fundamentos:

Poucos estudos discutiram causas para o subtratamento medicamentoso na SCA.

Objetivos:

Avaliar a não-administração e suspensão de medicamentos durante o tratamento intra-hospitalar da SCA na Estratégia de Registro de Síndrome Coronariana Aguda (estudo ERICO).

Métodos:

Analisamos prontuários de 563 participantes ERICO para avaliar a frequência e motivos da não administração e/ou suspensão de medicamentos. Construímos modelos de regressão logística para avaliar se sexo, idade ≥65 anos, nível educacional ou subtipo de SCA estavam associados com (a) não administração de ≥1 medicamentos; e (b) não administração ou suspensão de ≥1 medicamentos. O nível de significância foi 5%.

Resultados:

A amostra é composta por 58,1% de homens e com idade mediana de 62 anos. Em 183 (32,5%) participantes ≥1 medicamentos não foram administrados e 288 (51,2%) apresentaram ≥1 medicamentos não administrados ou suspensos. As causas mais frequentes foram risco de sangramento (aspirina, clopidogrel e heparina), insuficiência cardíaca (betabloqueadores) e hipotensão (inibidores da enzima conversora da angiotensina e bloqueadores dos receptores da angiotensina). Indivíduos com idade ≥65 anos (razão de chances [RC]:1,51; intervalo de confiança de 95% [IC95%]:1,05-2,19) e com angina instável (RC:1,72; IC95%:1,07-2,75) tiveram maior chance de não-administração. Considerando apenas pacientes com infarto do miocárdio, idade ≥65 anos foi associada tanto à não administração quanto à não administração ou suspensão.

Conclusões:

A não administração ou suspensão de ≥1 medicamento não foi rara no estudo ERICO. Indivíduos com idade ≥65 anos ou com angina instável tiveram maior chance de não administração e podem ser subtratados nesse cenário.

  • Atenção à Saúde
  • Morbidade
  • Síndrome Coronariana Aguda / mortalidade
  • Suspensão do Tratamento/tratamento farmacológico
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07/12/2020 DOI: 10.36660/abc.20190317 Visualizações 1
ABC
Editorial

Cálcio Arterial Coronariano – do Reastreamento a uma Ferramenta Personalizada de Tomada de Decisões Compartilhada: Novas Diretrizes Americanas de Prevenção

Marcio Sommer Bittencourt et al. Michael J. Blaha Khurram Nasir

O Programa Nacional de Educação sobre Colesterol dos Estados Unidos (NCEP) formou o Painel de Tratamento do Adulto (ATP) em 1985 com o objetivo de orientar o médico e fornecer recomendações de diretrizes para o tratamento de dislipidemias. Em suas primeiras recomendações de 1998, a abordagem da prevenção primária de doença cardiovascular incluiu a redução do LDL-colesterol (LDL-C) em indivíduos com mais de dois fatores de risco e níveis de LDL-C acima de 160 mg/dL e o tratamento opcional naqueles com níveis “borderline” de LDL-C entre 130 – 159 mg/dL. Em sua segunda versão, em 1994, foi introduzida uma categoria de prevenção secundária com um LDL-C abaixo de 100 mg/dL. Em 2001, a terceira versão do documento, o ATP-III, introduziu o conceito de LDL-C “ideal” < 100 mg/dL e introduziu o uso do Escore de Risco de Framingham (ERF) de 10 anos para a estimativa do risco para definir a intensidade do tratamento e atingir os níveis de LDL-C, e uma atualização deste documento introduziu um alvo mais agressivo de LDL-C < 70 mg/dL para aqueles com risco extremamente alto. O ATP-III também menciona o cálcio da artéria coronária (CAC) como um “fator de risco emergente”, afirmando que pode ser útil para a estratificação de risco adicional, predominantemente nos grupos de risco intermediário. Curiosamente, neste ponto, as recomendações eram de que o CAC poderia ser útil em indivíduos com múltiplos fatores de risco ou indivíduos mais velhos, nos quais “os fatores de risco tradicionais perdem um pouco de seu poder preditivo”. Em ambos os casos, o CAC foi proposto como uma ferramenta para rastrear indivíduos com um risco ainda maior do que o esperado, embora o ATP-III tenha sido claramente contra o uso generalizado de CAC como uma ferramenta de triagem.

Após a atualização do ATP-III, houve um intervalo considerável até a publicação das diretrizes da ACC/AHA para o Colesterol do Sangue de 2013, e uma abordagem completamente nova foi adotada para a seleção de candidatos ao tratamento do LDL-C. Primeiro, este documento atualizou as equações da fórmula para calcular o risco cardiovascular em 10 anos (Escore de Risco de Framingham apenas previa o risco de cardiopatia coronariana). Segundo, identificou grupos de maior risco que deveriam ser tratados independentemente do risco (LDL-C > 190 mg/dL, diabéticos). Terceiro, propôs uma recomendação muito mais ampla do uso de estatinas para a prevenção primária, incluindo todos os indivíduos com LDL-C > 70 mg/dL e um risco de doença cardiovascular aterosclerótica calculado > 5% em 10 anos. Essa abordagem mais ampla tem sido criticada por muitos, pois resultou em um aumento substancial do número de indivíduos nos quais as estatinas seriam recomendadas, incluindo recomendações de tratamento de indivíduos de menor risco devido à superestimação do risco derivada da ferramenta de avaliação de risco. Esse documento também conferiu ao CAC uma indicação de classe IIb para uso seletivo em indivíduos que atendessem à descrição vaga “nos quais a decisão de iniciar o tratamento não estava clara”. Neste documento, marcadores adicionais de risco incluíram CAC, proteína C-reativa de alta sensibilidade, índice braquial de tornozelo, história familiar de doença cardiovascular prematura ou indivíduos com LDL-C > 160 mg/dL – e todos receberam recomendações de IIb semelhantes com pouca coisa para diferenciar seu poder preditivo. Conforme recomendado no ATP-III, o uso desses marcadores foi como uma ferramenta de triagem adicional para identificar indivíduos com maior risco de tratamento mais agressivo, embora nenhuma recomendação clara sobre seu uso tenha sido fornecida.

[…]

  • Atenção à Saúde
  • Dislipidemias/prevenção e controle
  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Escore de Cálcio
  • Fatores de risco
  • LDL-Colesterol
  • Tomada de Decisões
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01/01/2019 DOI: 10.5935/abc.20190008 Visualizações 1
ABC
Editorial

Doenças Cardiovasculares nas Populações Indígenas: Um Indicador de Iniquidade

Airton Tetelbom Stein

O número de artigos que abordam doença cardiovascular na população indígena é insuficiente para se desenvolver uma política de saúde. As condições mais frequentemente identificadas entre os indígenas são doenças infectocontagiosas como malária, tuberculose, infecções respiratórias, hepatite, doenças sexualmente transmissíveis, entre outras. No entanto, as doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) estão cada vez mais frequentes nessa população, decorrentes do processo de urbanização e estilo de vida. Ainda, existem dificuldades logísticas no manejo dessas doenças, uma vez que requerem atendimento médico continuado e ações de promoção de saúde em regiões de difícil acesso.

O estudo original e bem conduzido de Armstrong e colegas auxilia a preencher essa lacuna de conhecimento, pois enfatiza o impacto de um investimento governamental, que por um lado busca o desenvolvimento no país, e por outro mostra a exposição e os efeitos adversos da mudança no estilo de vida do indígena. O artigo apresenta uma associação entre mortalidade por doença cardiovascular com o rápido processo de urbanização, mesmo sendo um artigo com algumas limitações metodológicas.

[…]

  • Atenção à Saúde
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Fatores de risco
  • Mudança Social
  • População Indígena
  • Urbanização / tendências
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01/03/2018 DOI: 10.5935/abc.20180045

Como citar este artigo

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Avila DX, Mesquita ET. Era da Medicina Personalizada nas Miocardiopatias. ABC Heart Fail Cardiomyop 2023;3(1):e20230039.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Avila, Diane Xavier de; Mesquita, Evandro Tinoco. Era da Medicina Personalizada nas Miocardiopatias. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 3, n. 1, e20230039, jul. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Avila, D. X. , & Mesquita, E. T. (2023). Era da Medicina Personalizada nas Miocardiopatias. ABC Heart Fail Cardiomyop, 3(1), e20230039.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Avila, Diane Xavier de and Mesquita, Evandro Tinoco. Era da Medicina Personalizada nas Miocardiopatias. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2023, vol. 3, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230039. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/era-da-medicina-personalizada-nas-miocardiopatias/>

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Bertoletti OA. Boas Práticas em Cardiologia – Uma Lição a Partir dos Indicadores de Desempenho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(2):e20230033.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Bertoletti, Otávio Azevedo. Boas Práticas em Cardiologia – Uma Lição a Partir dos Indicadores de Desempenho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 2, e20230033, abr. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Bertoletti, O. A. (2023). Boas Práticas em Cardiologia – Uma Lição a Partir dos Indicadores de Desempenho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(2), e20230033.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Bertoletti, Otávio Azevedo. Boas Práticas em Cardiologia – Uma Lição a Partir dos Indicadores de Desempenho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230033. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/boas-praticas-em-cardiologia-uma-licao-a-partir-dos-indicadores-de-desempenho/>. ISSN 0066-782X

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Santos RCO, Bensenor IM, Goulart AC, Lotufo PA, Santos IS. Frequência e Motivos para a não Administração e Suspensão de Medicamentos durante um Evento de Síndrome Coronariana Aguda. Estudo ERICO. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(5):830-9.

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Santos, Rafael C. O.; Bensenor, Isabela M.; Goulart, Alessandra C.; Lotufo, Paulo A.; Santos, Itamar S.. Frequência e Motivos para a não Administração e Suspensão de Medicamentos durante um Evento de Síndrome Coronariana Aguda. Estudo ERICO. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 5, p. 830-839, dez. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos, R. C. O., Bensenor, I. M., Goulart, A. C., Lotufo, P. A., & Santos, I. S. (2020). Frequência e Motivos para a não Administração e Suspensão de Medicamentos durante um Evento de Síndrome Coronariana Aguda. Estudo ERICO. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(5), 830-839.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Santos, Rafael C. O. and Bensenor, Isabela M. and Goulart, Alessandra C. and Lotufo, Paulo A. and Santos, Itamar S.. Frequência e Motivos para a não Administração e Suspensão de Medicamentos durante um Evento de Síndrome Coronariana Aguda. Estudo ERICO. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 830-839. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/frequencia-e-motivos-para-a-nao-administracao-e-suspensao-de-medicamentos-durante-um-evento-de-sindrome-coronariana-aguda-estudo-erico/>. ISSN 0066-782X

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Bittencourt MS, Blaha MJ, Nasir K. Cálcio Arterial Coronariano – do Reastreamento a uma Ferramenta Personalizada de Tomada de Decisões Compartilhada: Novas Diretrizes Americanas de Prevenção. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(1):1-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Bittencourt, Marcio Sommer; Blaha, Michael J.; Nasir, Khurram. Cálcio Arterial Coronariano – do Reastreamento a uma Ferramenta Personalizada de Tomada de Decisões Compartilhada: Novas Diretrizes Americanas de Prevenção. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 1, p. 1-2, dez. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Bittencourt, M. S., Blaha, M. J., & Nasir, K. (2019). Cálcio Arterial Coronariano – do Reastreamento a uma Ferramenta Personalizada de Tomada de Decisões Compartilhada: Novas Diretrizes Americanas de Prevenção. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(1), 1-2.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Bittencourt, Marcio Sommer and Blaha, Michael J. and Nasir, Khurram. Cálcio Arterial Coronariano – do Reastreamento a uma Ferramenta Personalizada de Tomada de Decisões Compartilhada: Novas Diretrizes Americanas de Prevenção. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 1-2. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/calcio-arterial-coronariano-do-reastreamento-a-uma-ferramenta-personalizada-de-tomada-de-decisoes-compartilhada-novas-diretrizes-americanas-de-prevencao/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Stein AT. Doenças Cardiovasculares nas Populações Indígenas: Um Indicador de Iniquidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(3):246-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Stein, Airton Tetelbom. Doenças Cardiovasculares nas Populações Indígenas: Um Indicador de Iniquidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 3, p. 246-247, fev. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Stein, A. T. (2018). Doenças Cardiovasculares nas Populações Indígenas: Um Indicador de Iniquidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(3), 246-247.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Stein, Airton Tetelbom. Doenças Cardiovasculares nas Populações Indígenas: Um Indicador de Iniquidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 246-247. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/doencas-cardiovasculares-nas-populacoes-indigenas-um-indicador-de-iniquidade/>. ISSN 0066-782X

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