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  2. Keyword: Intervenção Coronária Percutânea
Incorporação da Litotripsia Intracoronária na Prática Clínica: Uma Análise Comparativa Temporal de Segurança, Eficácia e Curva de Aprendizado
ABC
Artigo Original

Incorporação da Litotripsia Intracoronária na Prática Clínica: Uma Análise Comparativa Temporal de Segurança, Eficácia e Curva de Aprendizado

Guy F. A. Prado et al. Stefano Garzon José Mariani Junior Willterson Bandeira … Felipe Mateus Teixeira Bezerra Breno Oliveira Almeida Gustavo Neves de Araujo Ana Claudia Conrado João Silveira Emanuele Barbato Flavio Ribichini Pedro Alves Lemos

Resumo

Fundamento

A litotripsia intravascular (IVL) surgiu como uma tecnologia inovadora para o tratamento de lesões coronárias calcificadas.

Objetivo

Avaliar se a seleção de casos e o desempenho intervencionista com a IVL evoluíram ao longo do tempo após sua incorporação à prática clínica.

Métodos

Incluímos prospectivamente 104 pacientes consecutivos com 127 lesões coronárias calcificadas tratadas por meio da IVL. A coorte foi dividida em dois grupos temporais (52 pacientes cada), com base na ordem de inclusão dos pacientes. Dados clínicos e o desempenho do procedimento foram comparados entre os grupos. Todos os testes estatísticos foram bicaudais, com nível de significância de 0,05.

Resultados

A idade média foi de 73,2 ± 10,2 anos e 62,5% dos pacientes apresentavam síndromes coronárias agudas. Foram identificadas calcificação grave e lesões do tipo B2/C em 73,2% e 98,4% dos casos, respectivamente. A IVL foi realizada como estratégia inicial em 92,9% das lesões; utilizou-se imagem intravascular em 78% dos casos e aterectomia rotacional em 6,3%, sendo obtido sucesso angiográfico em 96,0%. Em comparação com a primeira coorte, a segunda apresentou mais lesões em bifurcação (60,0% vs. 41,9%; p = 0,04), mais intervenções na artéria circunflexa (24,6% vs. 8,1%; p = 0,02) e menor uso de balões com 4,0 mm de diâmetro (4,6% vs. 18,5%; p = 0,02). A segunda coorte abrangeu um período de inclusão mais longo (168 ± 90,8 vs. 120 ± 72,8 dias; p = 0,004) e apresentou menos complicações angiográficas (1,5% vs. 14,5%; p = 0,01), enquanto a incidência de eventos cardíacos adversos maiores intra-hospitalares não diferiu (3,8% vs. 5,8%; p = 1,0).

Conclusão

A IVL é uma modalidade eficaz para a modificação do cálcio coronário. As mudanças temporais na seleção de casos e no desempenho intervencionista podem refletir uma curva de aprendizado e adaptação.

  • Curva de Aprendizado
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Litotripsia
  • Ultrassonografia de Intervenção
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21/09/2026 DOI: 10.36660/abc.20250783
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

Doença Arterial Coronária Em Um Cenário Anatômico Raro: Artéria Descendente Anterior Duplicada Tipo IV

Matheus Sacco Gomes et al. Amanda Raquel Costa Cruz Bruno Leal Martins Mario Henrique Caliano … Patricia de Souza Magalhães Daniel Bandeira Ricardo Costa Marinella Patrizia Centemero

Introdução

As anomalias coronárias congênitas constituem um grupo heterogêneo de variações anatômicas, geralmente identificadas de forma incidental durante exames de imagem não invasivos ou procedimentos diagnósticos e terapêuticos invasivos. Estudos demonstram que cerca de 1,3% dos indivíduos submetidos à coronariografia apresentam algum tipo de anomalia coronária. Embora a maioria seja considerada benigna, algumas podem estar associadas à isquemia miocárdica, arritmias ventriculares e, em casos raros, morte súbita. É importante destacar que a coexistência com doença arterial coronária (DAC) obstrutiva pode potencializar seus efeitos clínicos.

Entre essas variações, a duplicação da artéria descendente anterior (ADA) se destaca por sua raridade e relevância diagnóstica. Conforme a classificação proposta por Spindola-Franco et al. (), essa anomalia é dividida em quatro tipos, com base na origem e no trajeto dos ramos. No tipo I, o mais frequente, as ADA curta e longa originam-se da bifurcação da ADA principal; a ADA curta percorre o sulco interventricular anterior e termina precocemente, enquanto a ADA longa segue paralelamente pelo lado ventricular esquerdo antes de convergir para o sulco distal. No tipo II, as ADA curta e longa também se originam da bifurcação da ADA principal; entretanto, a ADA longa cursa à direita do sulco interventricular anterior antes de atingir o ápice. No tipo III, a ADA longa apresenta um trajeto inicial intramiocárdico, emergindo distalmente na superfície epicárdica. Por fim, no tipo IV, o mais incomum, há uma ADA curta originada da coronária esquerda e uma ADA longa com origem anômala na artéria coronária direita (ACD) ou em seu seio de Valsalva. Esta última percorre um trajeto intrasseptal até emergir no sulco interventricular anterior e alcançar o ápice, ocorrendo em aproximadamente 0,2% dos pacientes submetidos à coronariografia.

[…]

  • Doença da Artéria Coronariana
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Stents Farmacológicos
  • Ultrassonografia de Intervenção
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03/09/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260032
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Uso de Stent Recoberto Manualmente com Tegaderm em Perfurações Vasculares: Relato de Série de Casos

Alexandre Damiani Azmus et al. Antônio Carlo Klug Cogo Luis Manuel Rodriguez Oyuela João Vitor Slaviero … Andre Luiz Langer Manica Eduardo Mascarenhas Azevedo

Introdução

A perfuração coronariana durante intervenção coronariana percutânea (ICP) representa uma complicação rara, porém potencialmente letal, cuja incidência é estimada em 0,2% a 0,6% das angioplastias.

Os fatores de risco incluem idade avançada, cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) prévia, doença coronariana complexa, tortuosidade, calcificação ou presença de oclusões totais crônicas. A classificação de Ellis permanece amplamente utilizada para definir gravidade e orientar conduta.

[…]

  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Relatos de Caso
  • Stents
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07/08/2026 DOI: 10.36660/abc.20250834 Views 1
Intervenção Coronária Percutânea com Volume de Contraste Ultrabaixo versus Intervenção Coronária Percutânea Convencional em Pacientes com Insuficiência Renal Pré-Existente: Uma Revisão Sistemática e Metanálise de Desfechos Clínicos
ABC
Artigo Original

Intervenção Coronária Percutânea com Volume de Contraste Ultrabaixo versus Intervenção Coronária Percutânea Convencional em Pacientes com Insuficiência Renal Pré-Existente: Uma Revisão Sistemática e Metanálise de Desfechos Clínicos

Marcos Danillo Oliveira et al. Ricardo Fonseca Oliveira Suruagy-Motta Leonardo Dexheimer da Silva Karlos Daniell Araújo dos Santos Adriano Caixeta

Resumo

Fundamento

A lesão renal aguda associada ao contraste (LRA-AC) resulta em aumento da morbidade e mortalidade, hospitalização prolongada e piores desfechos clínicos. Estudos anteriores demonstraram que limitar o volume de contraste (VC) a menos de 3 vezes a taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) implica menor risco de LRA-AC, e tanto a eficácia quanto os melhores desfechos estão associados a procedimentos coronários com volume de contraste ultrabaixo (VCU) (VC total ≤ TFGe).

Objetivos

Esta revisão sistemática e metanálise teve como objetivo comparar os desfechos clínicos da intervenção coronária percutânea (ICP) com VCU versus ICP convencional em pacientes com doença renal crônica.

Métodos

A busca foi realizada nas bases de dados PubMed/MEDLINE, Cochrane, Embase, Scopus e Web of Science, incluindo todos os estudos que relataram desfechos clínicos de ICP VCU. O desfecho primário de eficácia foi a incidência de lesão renal aguda associada à quimioterapia (LRA-AC), e os desfechos secundários foram a necessidade de diálise, mortalidade por todas as causas e eventos cardiovasculares adversos maiores (MACE), definidos como o desfecho composto de mortalidade por todas as causas, infarto do miocárdio não fatal e revascularização da lesão-alvo clinicamente indicada.

Resultados

Seis estudos atenderam aos critérios de inclusão e foram incluídos na análise final, abrangendo um total de 274.102 pacientes. A ICP VCU foi associada à redução estatisticamente significativa da LRA-AC (razão de risco = 0,27; IC 95% = 0,13–0,56; p = 0,0004) que foi observada. Por outro lado, a ICP VCU não resultou em redução estatisticamente significativa da necessidade de diálise (razão de risco = 0,33; IC 95% = 0,06–1,72; p = 0,186), mortalidade por todas as causas (razão de risco = 0,48; IC 95% = 0,17–1,39; p = 0,18) e eventos cardiovasculares adversos maiores (MACE) (razão de risco = 0,52; IC 95% = 0,21–1,30; p = 0,16).

Conclusões

A ICP VCU, em comparação com a ICP convencional, em pacientes com doença renal crônica, se mostrou segura, viável e associada a uma redução estatisticamente significativa da LRA-AC. Ensaios adicionais, de maior porte, randomizados e controlados, são necessários para confirmar essas descobertas.

  • Injúria Renal Aguda
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Meios de Contraste
  • Metanálise
  • Revisão Sistemática
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20/07/2026 DOI: 10.36660/abc.20250660
ABC
Carta ao Editor

Além do Volume de Contraste: Determinantes Relacionados ao Paciente e Considerações Metodológicas na Nefropatia Induzida por Contraste

Ömer Faruk Yilmaz et al. Yusuf Ziya Şener

Prezado Editor,

Lemos com grande interesse o artigo de Freitas et al., intitulado “Impacto do Volume de Contraste Utilizado Após Procedimentos Coronários Percutâneos em Pacientes Predispostos à Nefropatia Induzida por Contraste“. Ao avaliar a interação entre o tipo e o volume de contraste por meio de uma análise post hoc, os autores abordaram uma questão clinicamente relevante em uma população de alto risco tratada com estratégias preventivas contemporâneas, oferecendo uma valiosa contribuição à literatura.

[…]

  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Meios de Contraste
  • Nefropatias
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20/07/2026 DOI: 10.36660/abc.20260111
Figura 1
ABC
Editorial

Vasos Pequenos, Grandes Decisões

José Airton de Arruda et al. José de Ribamar Costa Junior

A intervenção coronária percutânea (ICP) em vasos de pequeno calibre permanece um dos cenários mais desafiadores da cardiologia intervencionista contemporânea.

Historicamente, se considerava pequeno vaso aquele com diâmetro ≤2,75 mm. Com a evolução tecnológica dos dispositivos e o maior refinamento das técnicas intervencionistas, esse conceito tem sido progressivamente redefinido. Na prática contemporânea, foi padronizado como pequenos vasos aqueles com diâmetro <2,5 mm, enquanto os vasos muito pequenos ou extremamente pequenos incluem frequentemente segmentos <2,25 mm.,

[…]

  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Reestenose Coronária
  • Sirolimo
  • Stents Farmacológicos
  • Vasos Coronários
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01/06/2026 DOI: 10.36660/abc.20260207
ABC
Carta ao Editor

Lesão Renal Independente do Volume: Por que a Nefropatia Induzida por Contraste pode Ocorrer Mesmo com Doses Ultrabaixas de Contraste

Fahri Çakan

Prezado Editor,

Analisei com grande interesse o artigo intitulado “Impacto do volume de contraste utilizado após procedimentos coronários percutâneos em pacientes com risco de nefropatia induzida por contraste”, de autoria de Freitas et al. Esta análise de subgrupo post-hoc, concebida para avaliar a gestão do risco de nefropatia induzida por contraste (NIC), fornece dados clinicamente valiosos sobre a interação entre o tipo e o volume de contraste, particularmente em populações de pacientes de alto risco (n=2.268).

[…]

  • Injúria Renal Aguda
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Meios de Contraste
  • Nefropatias
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01/06/2026 DOI: 10.36660/abc.20260016
ABC
Editorial

Reconsiderando o Escore CHA2DS2-VASc para Estratificação de Risco de Não-Refluxo após Intervenção Coronária Percutânea

Irfan Sahin et al. Muhammed Furkan Deniz

O fenômeno de não-refluxo continua sendo uma das complicações mais complexas e clinicamente desafiadoras da intervenção coronária percutânea (ICP)., Embora técnicas avançadas de imagem, novas tecnologias de stents e terapias farmacológicas contemporâneas sejam amplamente utilizadas hoje em dia, ainda não existe um sistema de pontuação universalmente aceito capaz de prever de forma confiável o não-refluxo antes ou durante o procedimento. Essa lacuna continua sendo uma importante necessidade clínica não atendida.– Nesse contexto, a revisão sistemática e meta-análise apresentada por Ozbay et al. contribui significativamente para a literatura existente ao abordar a associação entre o escore CHA2DS2-VASc e a ocorrência de não-refluxo após ICP. Ao sintetizar dados de dez estudos observacionais envolvendo mais de 6.500 pacientes, os autores demonstraram uma associação significativa e consistente entre escores CHA2DS2-VASc mais altos e uma maior probabilidade de não-refluxo. Esses achados sugerem que observações relatadas anteriormente em estudos de centro único com tamanhos de amostra relativamente pequenos são confirmadas em uma população maior dentro de uma abordagem metodológica mais robusta.–

O papel potencial do escore CHA2DS2-VASc na previsão de não-refluxo é apoiado não apenas por associações estatísticas, mas também por forte concordância fisiopatológica. O escore incorpora componentes como idade avançada, hipertensão, diabetes mellitus, insuficiência cardíaca congestiva, doença vascular, acidente vascular cerebral prévio e sexo feminino. Todas essas características clínicas estão intimamente ligadas à disfunção endotelial, inflamação crônica, aumento da tendência trombótica e doença microvascular., Considerando que a embolização distal, a obstrução microvascular, a vasoconstrição e a lesão de reperfusão são mecanismos-chave envolvidos na patogênese do fenômeno de não-refluxo, o escore CHA2DS2-VASc pode servir como um substituto clínico abrangente que reflete esses processos subjacentes. Portanto, o uso desse escore no contexto do não-refluxo pós-ICP deve ser visto não como uma extensão incidental, mas como um reposicionamento biologicamente significativo.

[…]

  • Complicações Pós-Operatórias
  • Fenômeno de Não Refluxo
  • Intervenção Coronária Percutânea
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16/03/2026 DOI: 10.36660/abc.20260022
Registro de Intervenções Coronárias em Vasos de Muito Pequeno Calibre: Análise de Stent Eluidor de Sirolimus e Outros Stents Contemporâneos
ABC
Artigo Original

Registro de Intervenções Coronárias em Vasos de Muito Pequeno Calibre: Análise de Stent Eluidor de Sirolimus e Outros Stents Contemporâneos

João Vitor Slaviero et al. André Luiz Langer Manica Rogério Eduardo Gomes Sarmento Leite Eduarda Paiva Borsa … Marcia Moura Schmidt Rodrigo Campos Ogando Julia Kurtz Teixeira Raphael Boesche Guimarães Alexandre Damiani Azmus Carlos A. M. Gottschall

Resumo

Fundamento

A intervenção coronária percutânea (ICP) de vasos de muito pequeno calibre (≤ 2,25mm) é um desafio técnico e tem piores resultados quando comparado aos maiores calibres. O stent Inspiron® é um stent farmacológico (SF) feito no Brasil, o qual têm segurança e eficácia avaliadas por diversos estudos em diferentes cenários, mas não há dados analisando seu desempenho em vasos <2,5mm.

Objetivos

Analisar os resultados clínicos de ICP com SF’s em vasos de muito pequeno calibre e comparar com outras plataformas de SF’s contemporâneos. O desfecho MACE foi definido como por mortalidade cardíaca, infarto da lesão alvo e revascularização de lesão alvo clinicamente dirigida.

Métodos

Estudo observacional, com amostra consecutiva em centro de referência no Brasil, entre 2017 e 2021, tendo desfechos analisados nos períodos intra-hospitalar, 30 dias, seis e 12 meses, com nível de significância estatística de 5%.

Resultados

Um total de 783 SF’s foram implantados, sendo 47% INSPIRON® e 46,8% “Outros SF’s”. A idade média dos pacientes foi de 64,7±11 anos, 61% dos pacientes masculinos e 42% portadores de Diabetes Mellitus. Aos 12 meses, o desfecho de MACE geral foi 4,54% (36/793) e foi similar entre os grupos comparados (Inspiron®-4,6%; vs.. “Outros SF’s” -4,6%; p=1,000), sem diferença significativa nos desfechos individuais. A taxa de trombose de stent foi similar entre os grupos (4 [1,0%] vs. 2 [0,5%], p 0,868).

Conclusão

Nossos achados demonstram resultados aceitáveis e com desempenho similar em 12 meses do Inspiron® a outros SF’s contemporâneos em vasos de muito pequeno calibre.

  • Doença da Artéria Coronariana
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Sirolimo
  • Stents Farmacológicos
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16/03/2026 DOI: 10.36660/abc.20250145
Associação do Escore CHA2DS2-VASc com o Fenômeno de Não-Refluxo após Intervenção Coronária Percutânea: Uma Revisão Sistemática e Metanálise
ABC
Artigo Original

Associação do Escore CHA2DS2-VASc com o Fenômeno de Não-Refluxo após Intervenção Coronária Percutânea: Uma Revisão Sistemática e Metanálise

Mustafa Bilal Ozbay et al. Aysenur Gullu Serhat Degirmen Bede Nnaemeka Nriagu … Yasin Ozen Cagri Yayla

Resumo

Fundamento

O fenômeno de não-refluxo (NR) é uma complicação grave da intervenção coronária percutânea (ICP), associada a desfechos clínicos desfavoráveis. O escore CHA2DS2-VASc, originalmente desenvolvido para avaliar o risco tromboembólico na fibrilação atrial, demonstrou potencial para estar associado a eventos cardiovasculares adversos, mas seu valor preditivo para NR permanece incerto.

Objetivo

Avaliar a associação entre o escore CHA2DS2-VASc e a ocorrência de NR em pacientes submetidos a ICP por meio de uma revisão sistemática e metanálise.

Métodos

Foi realizada uma revisão sistemática da literatura nas bases de dados Cochrane, EMBASE e PubMed para identificar estudos que examinassem a relação entre o escore CHA2DS2-VASc e a ocorrência de NR após ICP. Uma metanálise de efeitos aleatórios foi conduzida, utilizando razões de chances (ORs) e intervalos de confiança (ICs) de 95% como medidas do tamanho do efeito. A heterogeneidade foi calculada utilizando o teste Q de Cochran e a estatística I2 de Higgins.

Resultados

Um total de 10 estudos, incluindo 6.557 pacientes (1.068 casos de NR e 5.489 casos sem NR), foram analisados. Um escore CHA2DS2-VASc elevado foi fortemente associado a um maior risco de ocorrência de NR após ICP (OR, 1,86; IC 95%, 1,51–2,29; p < 0,00001; I2 = 85%).

Conclusão

Esta metanálise corrobora a hipótese de que o escore CHA2DS2-VASc pode ser uma ferramenta útil para identificar pacientes com risco aumentado de NR durante ICP. Estudos prospectivos adicionais são necessários para validar esses achados e otimizar as abordagens de estratificação de risco.

  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Metanálise
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02/03/2026 DOI: 10.36660/abc.20250356
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

Trombose Aguda Durante Implante de Stent no Ducto Arterioso Tratada com Sucesso por Angioplastia com Balão e Infusão In Situ de Alteplase: Relato de Caso

Jonathan Guimarães Lombardi et al. Paulo Correia Calamita Mayra Rosana Palmeira Barreto Luiza Silveira Neves Ficht Giulliano Gardenghi

Introdução

A atresia tricúspide acompanhada de atresia pulmonar é uma cardiopatia congênita rara, representando aproximadamente 1% a 3% de todas as cardiopatias congênitas. A atresia tricúspide é subdividida em tipo I (posição normal das grandes artérias) e tipo II (transposição das grandes artérias), sendo o tipo 1A caracterizado pela presença de estenose ou atresia pulmonar associada. O fluxo sanguíneo pulmonar nesses pacientes depende da persistência do ducto arterioso, tornando sua manutenção essencial no período neonatal.

O tratamento da atresia tricúspide segue uma abordagem cirúrgica em estágios, visando a circulação de Fontan como objetivo final. No período neonatal, o foco é garantir fluxo sanguíneo pulmonar adequado por meio de intervenções hemodinâmicas ou cirúrgicas, incluindo shunts sistêmico-pulmonares ou intervenções no ducto arterioso.

[…]

  • Atresia Tricúspide
  • Canal Arterial
  • Cardiopatias Congênitas
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Trombose
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03/02/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20250084
Impacto do Volume de Contraste Utilizado Após Procedimentos Coronários Percutâneos em Pacientes Predispostos à Nefropatia Induzida por Contraste
ABC
Artigo Original

Impacto do Volume de Contraste Utilizado Após Procedimentos Coronários Percutâneos em Pacientes Predispostos à Nefropatia Induzida por Contraste

Rafaela Andrade Penalva Freitas et al. Luiz Fernando Leite Tanajura Amanda Guerra M. R Sousa Fausto Feres José Ribamar Costa

Resumo

Fundamento

A nefropatia induzida por contraste (NIC) é complicação frequente após procedimentos angiográficos e pode estar relacionada ao volume de contraste administrado. Permanece incerto se o tipo de contraste também influencia sua ocorrência.

Objetivo

Avaliar a interação entre volume e tipo de contraste (iso-osmolar ou de baixa osmolaridade) no desenvolvimento de NIC.

Métodos

Subanálise post hoc de pacientes submetidos a procedimentos coronários diagnósticos e terapêuticos, randomizados 1:1 para contraste de baixa osmolaridade ou iso-osmolaridade. A amostra total (n = 2.268) foi estratificada por volume: Grupo I ( 25% ou ≥ 0,5 mg/dl em relação ao nível basal após 48 horas. O efeito do tipo e do volume de contraste foi testado por regressão logística com termo de interação, ajustada para síndrome coronária aguda, disfunção ventricular, creatinina basal, sexo e idade (valor p < 0,05).

Resultados

Foram incluídos 2.268 pacientes consecutivos; dois terços do sexo masculino; hipertensão arterial sistêmica em 85%, diabetes melito em 52% e doença renal crônica em 31%. No Grupo I, o volume médio de contraste foi 75,3 ± 28,0 ml; no Grupo II, 188,6 ± 46,9 ml. A incidência de NIC foi maior no grupo com maior volume (14,8% vs. 17,7%), sem significância estatística (odds ratio ajustado = 1,25; intervalo de confiança de 95% 0,89-1,73; p = 0,191). O modelo com termo de interação não evidenciou correlação entre tipo de contraste e volume (p > 0,999).

Conclusão

Não houve associação entre o tipo de contraste e a ocorrência de NIC, mesmo entre pacientes expostos a maiores volumes de contraste.

  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Meios de Contraste
  • Nefropatias
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23/01/2026 DOI: 10.36660/abc.20250270
Valor Preditivo do Índice Aterogênico para Não-Refluxo em Pacientes Submetidos à ICP para Enxerto de Veia Safena na Síndrome Coronariana Aguda
ABC
Artigo Original

Valor Preditivo do Índice Aterogênico para Não-Refluxo em Pacientes Submetidos à ICP para Enxerto de Veia Safena na Síndrome Coronariana Aguda

Onur Erdoğan et al. Cafer Panç

Resumo

Fundamento

O fenômeno de não-refluxo é uma complicação crítica da intervenção coronária percutânea (ICP), especialmente em pacientes com doença do enxerto de veia safena (EVS). Identificar preditores de não-refluxo é crucial para melhorar a estratificação de risco. O índice aterogênico plasmático (IAP), calculado como log(triglicerídeos/HDL-C), é um marcador de aterosclerose e disfunção microvascular. No entanto, seu papel na predição de não-refluxo durante intervenções de EVS permanece incerto.

Objetivo

Este estudo teve como objetivo avaliar a associação entre IAP e o fenômeno de não-refluxo em pacientes submetidos à ICP para lesões de EVS apresentando infarto do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST (IAMSSST).

Métodos

Este estudo retrospectivo de centro único incluiu 287 pacientes submetidos a ICP para estenose significativa do EVS. Os pacientes foram categorizados em grupos com refluxo normal e não-refluxo, com base nos graus de fluxo TIMI (trombólise no infarto do miocárdio) pós-ICP. Dados demográficos, clínicos, laboratoriais e angiográficos basais foram extraídos. O IAP foi calculado utilizando a fórmula logarítmica (TG/HDL-C). Análises de regressão logística foram realizadas para determinar os preditores independentes do não-refluxo. A significância estatística foi estabelecida em p < 0,05.

Resultados

O grupo não-refluxo era mais velho e apresentava maior prevalência de comorbidades, incluindo diabetes, fibrilação atrial, insuficiência cardíaca crônica, doença renal crônica e histórico de acidente vascular cerebral. Eles também apresentaram níveis mais baixos de HDL-C, níveis mais altos de triglicerídeos e, consequentemente, valores mais altos de IAP em comparação ao grupo com refluxo normal. A análise multivariada identificou EVS degenerado (OR: 4,65, p < 0,001), presença de trombo (OR: 5,65, p < 0,001), fração de ejeção do ventrículo esquerdo reduzida (OR: 0,927, p < 0,001) e IAP elevado (OR: 3,141, p = 0,001) como preditores independentes de não-refluxo.

Conclusão

O IAP elevado é um fator de risco independente para não-refluxo em pacientes com IAMSSST submetidos a ICP para EVS, destacando seu papel potencial na estratificação de risco precoce.

  • Aterosclerose
  • Fenômeno de Não Refluxo
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Síndrome Coronariana Aguda
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16/01/2026 DOI: 10.36660/abc.20250162
Figura 1
ABC
Editorial

Doença Coronariana de Pequenos Vasos e Balões Revestidos com Medicamentos: Hora de Reconsiderar Nossa Estratégia?

Guy F. A. Prado et al. Henrique Barbosa Ribeiro

A intervenção coronária percutânea (ICP) com stents farmacológicos (SF) transformou drasticamente a revascularização coronária, reduzindo a reestenose e a necessidade de intervenções repetidas. No entanto, apesar dos grandes avanços na bioengenharia de stents e nas técnicas de procedimento, a implantação permanente de plataformas metálicas e revestimentos de polímeros continua associada à falha de stents a longo prazo, particularmente em vasos de pequeno calibre, com uma incidência anual de trombose de stent de aproximadamente 1–2%. Os mecanismos subjacentes incluem hiperplasia neointimal, neoaterosclerose, fratura de stent e a incapacidade de atingir remodelamento positivo, todos resultantes do “enjaulamento” dos vasos com suportes metálicos. Nesse contexto, o uso de balões farmacológicos (DCBs) para o tratamento de lesões de novo — incorporando a estratégia de “não deixar nada para trás” — surgiu como uma alternativa atraente para superar as limitações inerentes ao implante de stents.

Nos últimos anos, um número crescente de estudos destacou a relevância clínica da angioplastia DCB para lesões de novo. A prevenção da implantação permanente do dispositivo na parede do vaso é particularmente atraente. Por outro lado, um objetivo fundamental da ICP é obter ganho luminal agudo, minimizando dissecções e fluxo prejudicado — um aspecto em que os stents mantêm uma clara vantagem. Ainda assim, a ICP com SF em artérias de pequeno calibre tem sido consistentemente associada a maiores taxas de falha da lesão-alvo. Nesse contexto, a angioplastia com DCBs é atraente. Evidências recentes sugerem resultados comparáveis entre DCBs e SFs em doenças de pequenos vasos; no entanto, delineamentos de não inferioridade e amostras pequenas têm limitado esses achados.

[…]

  • Doença da Artéria Coronariana
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Stents Farmacológicos
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15/12/2025 DOI: 10.36660/abc.20250652
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Primeira Intervenção Coronária Percutânea de Alto Risco do Brasil com Suporte Hemodinâmico de Dispositivo Pulsátil Percutâneo: Um Relato de Caso

André M. Nicolau et al. Pedro H. M. C. de Melo Lucas Aguiar Alencar de Oliveira Rafael Bergo … Thiago A. Kleinsorge Roger Renault Godinho Fábio Sândoli de Brito Jr Alexandre A. Abizaid Carlos de Magalhães Campos

Resumo

A intervenção coronária percutânea (ICP) é o método de revascularização coronariana mais utilizada no mundo, mesmo em casos de alta complexidade anatômica. No entanto, a crescente complexidade elevou os riscos associados ao procedimento. Dispositivos de assistência circulatória mecânica (DACMs), como o iVAC 2L, têm sido empregados para suporte hemodinâmico em ICPs de alto risco.

Descrevemos o primeiro caso no Brasil de ICP realizada com suporte do iVAC 2L, um DACM pulsátil. O paciente, um homem de 81 anos, com angina classe funcional III e lesões graves em tronco de coronária esquerda (TCE), descendente anterior (DA) e circunflexa (CX), associada a calcificação extensa. O procedimento foi realizado com suporte do iVAC 2L e realizada ICP com implante de stent em TCE, DA e CX. Todo o procedimento ocorreu sem necessidade de drogas vasoativas e o dispositivo foi removido sem complicações vasculares.

A ICP de alto risco tem se tornado cada vez mais comum, muitas vezes exigindo suporte mecânico ventricular. O iVAC 2L apresenta vantagens como fluxo pulsátil e facilidade de implante, sendo uma alternativa ao balão intra-aórtico e ao Impella. O relato destaca a possibilidade do uso do iVAC 2L no cenário nacional, ampliando as opções terapêuticas para pacientes de alto risco.

  • Coração Auxiliar
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Intervenção Coronária Percutânea
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15/12/2025 DOI: 10.36660/abc.202250236
Balões Revestidos com Paclitaxel versus Stents Farmacológicos na Doença Arterial Coronariana de Pequenos Vasos: Revisão Sistemática e Metanálise
ABC
Artigo Original

Balões Revestidos com Paclitaxel versus Stents Farmacológicos na Doença Arterial Coronariana de Pequenos Vasos: Revisão Sistemática e Metanálise

Marília Oberto da Silva Gobbo et al. Renan Yuji Ura Sudo Ancy Jenil Franco Mable Pereira … Tanize Louize Milbradt Zeynep Eylul Bakir Iago Zang Pires Stephen Akinfenwa Gustavo Luís Agostini Denise Pellegrini Paulo R. A. Caramori

Resumo

Fundamento

Os stents farmacológicos (SF) permanecem como padrão terapêutico na intervenção coronariana percutânea em casos de doença arterial coronariana de pequenos vasos (DACPV). Balões revestidos com paclitaxel (BRP) têm surgido como alternativa promissora, com estudos recentes indicando desfechos favoráveis em curto e médio prazos, embora a maioria apresente limitações quanto ao tamanho amostral.

Objetivo

Comparar os desfechos clínicos e angiográficos entre SF e BRP em pacientes com DACPV.

Métodos

Foram realizadas buscas nas bases de dados PubMed, Embase, Cochrane Library e ClinicalTrials.gov por estudos que comparassem BRP e SF em DACPV, definida como diâmetro de referência do vaso < 3,0 mm. Realizou-se metanálise com modelo de efeitos aleatórios, apresentando os resultados como diferença média (DM) ou razão de risco (RR). A significância estatística foi considerada para p < 0,05. A heterogeneidade foi avaliada por meio dos testes qui-quadrado, Tau e Tau2. O protocolo da revisão foi registrado na PROSPERO (CRD42024506502).

Resultados

Foram incluídos 12 estudos, totalizando 17.441 pacientes (média de idade entre 58 e 73 anos), com follow-up clínico variando entre 8 e 36 meses. Todos os estudos avaliaram BRP. Não foram observadas diferenças significativas entre BRP e SF em relação à revascularização da lesão-alvo (RR, 1,24; IC 95%, 0,82-1,85; p = 0,30), perda tardia de lúmen (DM, –0,09 mm; IC 95%, –0,41 a 0,23; p = 0,57), eventos cardiovasculares adversos maiores (RR, 1,01; IC 95%, 0,76-1,33; p = 0,95), mortalidade por todas as causas (RR, 0,81; IC 95%, 0,50-1,31; p = 0,39), mortalidade cardiovascular (RR, 1,74; IC 95%, 0,78-3,89; p = 0,17) e infarto do miocárdio (RR, 0,76; IC 95%, 0,46-1,27; p = 0,30).

Conclusões

A angioplastia com BRP apresentou desfechos clínicos e angiográficos comparáveis aos observados com SF na DACPV, reforçando sua viabilidade como alternativa segura e eficaz em pacientes selecionados.

  • Doença da Artéria Coronariana
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Stents Farmacológicos
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15/12/2025 DOI: 10.36660/abc.20250069
ABC
Editorial

Compressão Coronária na Hipertensão Pulmonar: Uma Ameaça Tratável Escondida à Vista de Todos

Allan K. N. Alencar

A hipertensão pulmonar (HP) representa uma condição grave e progressiva associada à insuficiência ventricular direita, comprometimento da capacidade funcional e aumento da mortalidade., Embora a angina não seja um sintoma característico da HP, ela pode afetar até 30% dos pacientes e é frequentemente esquecida na prática clínica. O estudo publicado nesta edição dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia aborda uma causa rara, porém crítica, de dor torácica na HP: compressão extrínseca do tronco da artéria coronária esquerda (TCE) por uma artéria pulmonar dilatada. Os autores apresentam uma série de casos observacionais de 12 pacientes submetidos à intervenção coronária percutânea (ICP) com implante de stent para compressão da TCE, relatando viabilidade e alívio sustentado dos sintomas.

Embora a aterosclerose do TCE seja bem reconhecida por seu impacto prognóstico, a compressão deste vaso devido à dilatação da artéria pulmonar na HP permanece subdiagnosticada. Os autores destacam que até 76% dos pacientes com HP avançada apresentam dilatação da artéria pulmonar, o que pode resultar em compressão extrínseca significativa do TCE, mesmo na ausência de aterosclerose coronariana., É importante ressaltar que a compressão do TCE tem sido associada à morte cardíaca súbita em coortes de HP, enfatizando a necessidade de alta suspeita clínica.–

[…]

  • Angioplastia
  • Hipertensão Pulmonar
  • Intervenção Coronária Percutânea
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18/08/2025 DOI: 10.36660/abc.20250352
Registro Multicêntrico Brasileiro de Ablação Septal Alcoólica em Pacientes com Miocardiopatia Hipertrófica Obstrutiva Sintomática – Registro BRASA
ABC
Artigo Original

Registro Multicêntrico Brasileiro de Ablação Septal Alcoólica em Pacientes com Miocardiopatia Hipertrófica Obstrutiva Sintomática – Registro BRASA

Pedro Jallad et al. Marilia Soliani Pedro Henrique Almeida Marins Fábio Fernandes … Edmundo Arteaga-Fernandez Vagner Madrini Pedro Lemos Neto Charles Mady Felix Ramires Alexandre A. Abizaid Fábio Sândoli de Brito Jr Henrique Barbosa Ribeiro

Resumo

Fundamento

A ablação septal alcoólica (ASA) é uma alternativa à miectomia cirúrgica para pacientes com cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva (CMHO) sintomática e obstrução significativa da via de saída do ventrículo esquerdo (VSVE). Embora amplamente estudada em outros países, ainda há poucos dados sobre os resultados da ASA no Brasil.

Objetivo

Avaliar a segurança e a eficácia da ASA em pacientes sintomáticos com CMHO, tratados com terapia medicamentosa otimizada, utilizando técnicas atuais em diferentes centros brasileiros.

Métodos

Foram incluídos pacientes com CMHO e angina (classificação da Canadian Cardiovascular Society [CCS]) ou dispneia (classificação da New York Heart Association [NYHA]) em classe funcional acima de II, sem resposta ao tratamento medicamentoso otimizado. O desfecho primário de eficácia foi definido como a redução superior a 50% no gradiente máximo da VSVE em repouso, com valor final <50 mmHg. Os pacientes foram classificados como responsivos ou não responsivos. Um valor de p<0.05 foi considerado estatisticamente significativo.

Resultados

Um total de 41 pacientes (idade mediana de 66,4 anos; 73% mulheres) foi submetido à ASA. No início, 93,2% estavam em classe funcional III/IV da NYHA ou CCS. A fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) média era de 66,4%, e o gradiente médio da VSVE era de 88,4 mmHg. Após 12 meses, 92,8% apresentaram melhora para classe funcional I/II da NYHA ou CCS (p<0,01). O gradiente médio da VSVE caiu de 88,4 mmHg para 27,0 mmHg (p=0,003), e a espessura do septo interventricular (SIV) diminuiu de 19,3 mm para 14,7 mm (p=0,048). Pacientes responsivos apresentaram gradientes basais menores (73,4 vs 112,6 mmHg, p=0,04) e menos hospitalizações (21,1% vs 82,4%, p=0,04). Bloqueio atrioventricular completo ocorreu em 16,7% dos casos, e 4,8% necessitaram de marcapasso. Não houve óbitos durante o seguimento mediano de 394 dias. Na última avaliação presencial, 78,4% estavam em classe funcional I/II.

Conclusões

A ASA é uma opção segura e eficaz para alívio dos sintomas em pacientes selecionados com CMHO. O procedimento reduz o gradiente da VSVE e a espessura septal. Pacientes com gradientes basais mais elevados apresentaram menor taxa de resposta.

  • Ablação por Cateter
  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • Intervenção Coronária Percutânea
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27/06/2025 DOI: 10.36660/abc.20240626
ABC
Editorial

Abordando as Disparidades de Gênero nos Cuidados Cardiovasculares: Orientações das Diretrizes para ICP em Mulheres e o Enigma de Hua-Mulan

Pedro Guimarães Silva et al. Henrique Barbosa Ribeiro

O impacto das doenças cardiovasculares (DCV) não é distribuido uniformemente na população. Ainda que fatores biológicos contribuem para sua prevalência, questões sociais, culturais, econômicas, ambientais e de gênero também são elementos determinantes para a condução e tratamento da doença isquêmica do coração (DIC).–Apesar dos avanços significativos nos cuidados cardiovasculares e no campo das intervenções coronárias percutâneas (ICP), disparidades entre gêneros ainda persistem nos campos de diagnóstico acesso a recursos e tratamento das DCV.

De acordo com o relatório de 2019 da Global Burden of Disease (GBD) Networkas DCV foram responsáveis por 35% de todas as mortes femininas no mundo, com impacto particularmente pronunciado em países em desenvolvimento, onde barreiras socioeconômicas dificultam o acesso a cuidados de saúde adequados.No Brasil, os dados da GBD revelaram que 12% das mortes foram atribuídas à DIC, compreendendo 32,3% do total de mortes relacionadas a DCV. Embora tenha havido melhoras relvantes nos últimos anos, as mulheres continuam a apresentar taxas de mortalidade relacionadas à DIC (29,9%) um pouco maiores em comparação aos homens (27,6%).Essas estatísticas ressaltam a necessidade urgente de estratégias direcionadas para abordar as desigualdades de gênero e os determinantes mais amplos da saúde no tratamento de DCV.,

[…]

  • Doença das Coronárias
  • Equidade de Gênero
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Stents
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28/02/2025 DOI: 10.36660/abc.20240824
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Recuperação Percutânea de Vegetação em Paciente Pediátrico com Persistência do Canal Arterial: Uma Nova Técnica para Evitar Toracotomia

Miguel Fabian Barrerra-Colín et al. José Luis Colín-Ortiz Carlos Alfonso Corona-Villalobos

Resumo

A endocardite infecciosa na população pediátrica é uma condição rara que pode ou não estar associada a uma cardiopatia congênita. As modalidades de tratamento atuais baseiam-se na antibioticoterapia de longo prazo e na ressecção cirúrgica como primeira opção para casos de vegetação persistente. Apresentamos um caso de recuperação percutânea bem-sucedida de vegetação em canal arterial patente, que se estendia ao tronco da artéria pulmonar em um paciente pediátrico. Este é o primeiro relato na literatura desse tipo de extração de vegetação no canal arterial sem toracotomia.

  • Criança
  • Endocardite
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Permeabilidade do Canal Arterial
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21/10/2024 DOI: 10.36660/abc.20240010
ABC
Carta ao Editor

Intervenção Coronária Percutânea Induziu No-reflow em Enxertos de Veia Safena

Yücel Kanal

Caro Editor,

Li com interesse o estudo intitulado “O valor preditivo do índice prognóstico inflamatório para detecção de no-reflow em pacientes com infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST”, publicado em sua revista. Gostaria de contribuir com o estudo fornecendo alguns insights.

[…]

  • Fenômeno de Não Refluxo
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Veia Safena
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23/09/2024 DOI: 10.36660/abc.20240317
ABC
Editorial

A Inteligência Artificial Pode Mudar Nossa Interpretação dos Escores de Risco Cardiovascular?

Maria Cristina Meira Ferreira et al. Glaucia Maria Moraes de Oliveira

A necessidade de buscar meios de predizer a ocorrência de eventos futuros é um fascínio da raça humana desde seus primórdios. Através de observações armazenadas na memória humana, a previsão de eventos fazia parte da segurança e sobrevivência da humanidade. Com o decorrer dos séculos, a necessidade de previsão se tornou parte de diversas ciências pela extrema importância na orientação de tomada de decisões estratégicas, na medicina não foi diferente.

O ser humano desenvolveu habilidades em registrar, organizar e armazenar dados para uma análise futura. Passamos do armazenamento analógico para o digital e, junto ao desenvolvimento dos métodos estatísticos, enormes bancos de dados passaram a ser possível de analise. Na medicina, o emprego de algoritmos complexos pelos sistemas computacionais, passou a prever risco de desenvolvimento de doenças, prognósticos, melhores estratégias terapêuticas, risco de eventos, mortalidade, dentre outros.

[…]

  • Infarto do Miocárdio com Elevação do ST
  • Inteligência Artificial
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Síndrome Coronariana Aguda
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19/07/2024 DOI: 10.36660/abc.20240280
ABC
Editorial

Inflamação e No-Reflow: Podem Mudar o Jogo?

Ana Teresa Timóteo

O no-reflow (NR) é uma possível complicação durante a intervenção coronária percutânea (ICP), particularmente no contexto do infarto do miocárdio com elevação do segmento ST (IAMCSST). É de natureza altamente dinâmica, desenvolve-se gradualmente (ao longo de horas) após a restauração do fluxo sanguíneo coronário e persiste durante dias a semanas, dependendo da gravidade, duração e extensão da isquemia miocárdica e da aplicação de medidas terapêuticas com o objetivo de prevenir ou aliviar a lesão de isquemia/reperfusão. O NR impacta negativamente nos benefícios proporcionados pela terapia de reperfusão e contribui para maus resultados clínicos.,

O principal mecanismo fisiopatológico do NR é a obstrução microvascular que se desenvolve como consequência de isquemia miocárdica, embolização distal e lesão relacionada à reperfusão. A frequência de NR após ICP primária difere amplamente dependendo da sensibilidade das ferramentas utilizadas para o diagnóstico e do momento do exame. A angiografia coronária é a mais conveniente, mas subestima a verdadeira frequência do NR. A ressonância magnética cardíaca (RMC) é o método mais sensível no ambiente clínico, fornecendo informações sobre a presença, localização e extensão da obstrução microvascular. Com a RMC, a obstrução microvascular é diagnosticada em até 95% dos pacientes com IAMCSST e fluxo TIMI restaurado grau 3, e em 57% dos pacientes com IAMCSST dentro de 7 dias após a ICP primária. Outras técnicas, como resolução do segmento ST e testes de fisiologia coronariana por cateter, são menos sensíveis ou tecnicamente exigentes.

[…]

  • Fenômeno de Não Refluxo
  • Inflamação
  • Intervenção Coronária Percutânea
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17/06/2024 DOI: 10.36660/abc.20240119
Figura Central
ABC
Artigo Original

O Impacto Clínico e Econômico do Atraso na Terapia de Reperfusão: Evidências do Mundo Real

Silvio Gioppatto et al. Paulo Sousa Prado Mariana Araújo Lima Elias Verônica Homem de Carvalho … Caio Resende da Costa Paiva Gustavo de Almeida Alexim Ricardo Torres Bispo Reis Ana Claudia Cavalcante Nogueira Alexandre Anderson de Sousa Munhoz Soares Wilson Nadruz Luiz Sergio F. de Carvalho Andrei C. Sposito

Resumo

Fundamento:

A terapia de reperfusão precoce é reconhecida como a abordagem mais eficaz para reduzir as taxas de letalidade de casos em pacientes com infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST).

Objetivo:

Estimar as consequências clínicas e econômicas do atraso da reperfusão em pacientes com IAMCSST.

Métodos:

O presente estudo de coorte retrospectivo avaliou as taxas de mortalidade e as despesas totais decorrentes do atraso na terapia de reperfusão em 2.622 indivíduos com IAMCSST. Os custos de cuidados hospitalares e perda de produtividade por morte ou incapacidade foram estimados sob a perspectiva do Sistema Único de Saúde indexado em dólares internacionais (Int$) ajustados pela paridade do poder de compra. Foi considerado estatisticamente significativo p < 0,05.

Resultados:

Cada hora adicional de atraso na terapia de reperfusão foi associada a um aumento de 6,2% (intervalo de confiança de 95%: 0,3% a 11,8%, p = 0,032) no risco de mortalidade hospitalar. As despesas gerais foram 45% maiores entre os indivíduos que receberam tratamento após 9 horas em comparação com aqueles que foram tratados nas primeiras 3 horas, impulsionados principalmente pelos custos hospitalares (p = 0,005). Um modelo de regressão linear multivariada indicou que para cada 3 horas de atraso na trombólise, houve um aumento nos custos hospitalares de Int$ 497 ± 286 (p = 0,003).

Conclusões:

Os achados do nosso estudo oferecem mais evidências que enfatizam o papel crucial da terapia de reperfusão imediata no salvamento de vidas e na preservação dos recursos de saúde pública. Estes resultados enfatizam a necessidade urgente de implementação de uma rede para gerir casos de IAMCSST.

  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • reperfusão
  • Síndrome Coronariana Aguda
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13/05/2024 DOI: 10.36660/abc.20230650

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Prado GFA, Garzon S, Mariani Junior J, Bandeira W, Bezerra FMT, Almeida BO, Araujo GN, et al. Incorporação da Litotripsia Intracoronária na Prática Clínica: Uma Análise Comparativa Temporal de Segurança, Eficácia e Curva de Aprendizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(8):e20250783.

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Prado, Guy F. A.; Garzon, Stefano; Mariani Junior, José; Bandeira, Willterson; Bezerra, Felipe Mateus Teixeira; Almeida, Breno Oliveira; Araujo, Gustavo Neves de; Conrado, Ana Claudia; Silveira, João; Barbato, Emanuele; Ribichini, Flavio; Lemos, Pedro Alves. Incorporação da Litotripsia Intracoronária na Prática Clínica: Uma Análise Comparativa Temporal de Segurança, Eficácia e Curva de Aprendizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 8, e20250783, set. 2026.

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Prado, G. F. A., Garzon, S., Mariani Junior, J., Bandeira, W., Bezerra, F. M. T., Almeida, B. O., Araujo, G. N. , Conrado, A. C., Silveira, J., Barbato, E., Ribichini, F., & Lemos, P. A. (2026). Incorporação da Litotripsia Intracoronária na Prática Clínica: Uma Análise Comparativa Temporal de Segurança, Eficácia e Curva de Aprendizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(8), e20250783.

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Prado, Guy F. A. and Garzon, Stefano and Mariani Junior, José and Bandeira, Willterson and Bezerra, Felipe Mateus Teixeira and Almeida, Breno Oliveira and Araujo, Gustavo Neves de and Conrado, Ana Claudia and Silveira, João and Barbato, Emanuele and Ribichini, Flavio and Lemos, Pedro Alves. Incorporação da Litotripsia Intracoronária na Prática Clínica: Uma Análise Comparativa Temporal de Segurança, Eficácia e Curva de Aprendizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 8, [cited 2026-09-30], e20250783. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/incorporacao-da-litotripsia-intracoronaria-na-pratica-clinica-uma-analise-comparativa-temporal-de-seguranca-eficacia-e-curva-de-aprendizado/>. ISSN 0066-782X

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Gomes, Matheus Sacco; Cruz, Amanda Raquel Costa; Martins, Bruno Leal; Caliano, Mario Henrique; Magalhães, Patricia de Souza; Bandeira, Daniel; Costa, Ricardo; Centemero, Marinella Patrizia. Doença Arterial Coronária Em Um Cenário Anatômico Raro: Artéria Descendente Anterior Duplicada Tipo IV. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 3, e20260032, set. 2026.

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Gomes, M. S., Cruz, A. R. C., Martins, B. L., Caliano, M. H., Magalhães, P. S., Bandeira, D., Costa, R., & Centemero, M. P. (2026). Doença Arterial Coronária Em Um Cenário Anatômico Raro: Artéria Descendente Anterior Duplicada Tipo IV. ABC Imagem Cardiovascular, 39(3), e20260032.

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Gomes, Matheus Sacco and Cruz, Amanda Raquel Costa and Martins, Bruno Leal and Caliano, Mario Henrique and Magalhães, Patricia de Souza and Bandeira, Daniel and Costa, Ricardo and Centemero, Marinella Patrizia. Doença Arterial Coronária Em Um Cenário Anatômico Raro: Artéria Descendente Anterior Duplicada Tipo IV. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 3, [cited 2026-09-30], e20260032. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/doenca-arterial-coronaria-em-um-cenario-anatomico-raro-arteria-descendente-anterior-duplicada-tipo-iv/>. ISSN 2318-8219

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Azmus, Alexandre Damiani; Cogo, Antônio Carlo Klug; Oyuela, Luis Manuel Rodriguez; Slaviero, João Vitor; Manica, Andre Luiz Langer; Azevedo, Eduardo Mascarenhas. Uso de Stent Recoberto Manualmente com Tegaderm em Perfurações Vasculares: Relato de Série de Casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 8, e20250834, ago. 2026.

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Azmus, A. D., Cogo, A. C. K., Oyuela, L. M. R., Slaviero, J. V., Manica, A. L. L., & Azevedo, E. M. (2026). Uso de Stent Recoberto Manualmente com Tegaderm em Perfurações Vasculares: Relato de Série de Casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(8), e20250834.

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Azmus, Alexandre Damiani and Cogo, Antônio Carlo Klug and Oyuela, Luis Manuel Rodriguez and Slaviero, João Vitor and Manica, Andre Luiz Langer and Azevedo, Eduardo Mascarenhas. Uso de Stent Recoberto Manualmente com Tegaderm em Perfurações Vasculares: Relato de Série de Casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 8, [cited 2026-09-30], e20250834. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/uso-de-stent-recoberto-manualmente-com-tegaderm-em-perfuracoes-vasculares-relato-de-serie-de-casos/>. ISSN 0066-782X

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Oliveira, Marcos Danillo and Suruagy-Motta, Ricardo Fonseca Oliveira and Silva, Leonardo Dexheimer da and Santos, Karlos Daniell Araújo dos and Caixeta, Adriano. Intervenção Coronária Percutânea com Volume de Contraste Ultrabaixo versus Intervenção Coronária Percutânea Convencional em Pacientes com Insuficiência Renal Pré-Existente: Uma Revisão Sistemática e Metanálise de Desfechos Clínicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 4, [cited 2026-09-30], e20250660. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/intervencao-coronaria-percutanea-com-volume-de-contraste-ultrabaixo-versus-intervencao-coronaria-percutanea-convencional-em-pacientes-com-insuficiencia-renal-pre-existente-uma-revisao-sistematica-e-m/>. ISSN 0066-782X

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Yilmaz F, Şener YZ. Além do Volume de Contraste: Determinantes Relacionados ao Paciente e Considerações Metodológicas na Nefropatia Induzida por Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(5):e20260111.

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Electronic Document Format (APA)

Arruda, J. A. , & Costa Junior, J. R. (2026). Vasos Pequenos, Grandes Decisões. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(2), e20260207.

Electronic Document Format (ISO)

Arruda, José Airton de and Costa Junior, José de Ribamar. Vasos Pequenos, Grandes Decisões. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 2, [cited 2026-09-30], e20260207. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/vasos-pequenos-grandes-decisoes/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Çakan F. Lesão Renal Independente do Volume: Por que a Nefropatia Induzida por Contraste pode Ocorrer Mesmo com Doses Ultrabaixas de Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(4):e20260016.

Electronic Document Format (ABNT)

Çakan, Fahri. Lesão Renal Independente do Volume: Por que a Nefropatia Induzida por Contraste pode Ocorrer Mesmo com Doses Ultrabaixas de Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 4, e20260016, maio. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Çakan, F. (2026). Lesão Renal Independente do Volume: Por que a Nefropatia Induzida por Contraste pode Ocorrer Mesmo com Doses Ultrabaixas de Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(4), e20260016.

Electronic Document Format (ISO)

Çakan, Fahri. Lesão Renal Independente do Volume: Por que a Nefropatia Induzida por Contraste pode Ocorrer Mesmo com Doses Ultrabaixas de Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 4, [cited 2026-09-30], e20260016. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/lesao-renal-independente-do-volume-por-que-a-nefropatia-induzida-por-contraste-pode-ocorrer-mesmo-com-doses-ultrabaixas-de-contraste/>. ISSN 0066-782X

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Sahin I, Deniz MF. Reconsiderando o Escore CHA2DS2-VASc para Estratificação de Risco de Não-Refluxo após Intervenção Coronária Percutânea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(1):e20260022.

Electronic Document Format (ABNT)

Sahin, Irfan; Deniz, Muhammed Furkan. Reconsiderando o Escore CHA2DS2-VASc para Estratificação de Risco de Não-Refluxo após Intervenção Coronária Percutânea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 1, e20260022, mar. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Sahin, I., & Deniz, M. F. (2026). Reconsiderando o Escore CHA2DS2-VASc para Estratificação de Risco de Não-Refluxo após Intervenção Coronária Percutânea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(1), e20260022.

Electronic Document Format (ISO)

Sahin, Irfan and Deniz, Muhammed Furkan. Reconsiderando o Escore CHA2DS2-VASc para Estratificação de Risco de Não-Refluxo após Intervenção Coronária Percutânea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 1, [cited 2026-09-30], e20260022. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/reconsiderando-o-escore-cha2ds2-vasc-para-estratificacao-de-risco-de-nao-refluxo-apos-intervencao-coronaria-percutanea/>. ISSN 0066-782X

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Slaviero JV, Manica ALL, Leite REGS, Borsa EP, Schmidt MM, Ogando RC, Teixeira JK, et al. Registro de Intervenções Coronárias em Vasos de Muito Pequeno Calibre: Análise de Stent Eluidor de Sirolimus e Outros Stents Contemporâneos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(2):e20250145.

Electronic Document Format (ABNT)

Slaviero, João Vitor; Manica, André Luiz Langer; Leite, Rogério Eduardo Gomes Sarmento; Borsa, Eduarda Paiva; Schmidt, Marcia Moura; Ogando, Rodrigo Campos; Teixeira, Julia Kurtz; Guimarães, Raphael Boesche; Azmus, Alexandre Damiani; Gottschall, Carlos A. M.. Registro de Intervenções Coronárias em Vasos de Muito Pequeno Calibre: Análise de Stent Eluidor de Sirolimus e Outros Stents Contemporâneos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 2, e20250145, mar. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Slaviero, J. V., Manica, A. L. L., Leite, R. E. G. S., Borsa, E. P., Schmidt, M. M., Ogando, R. C., Teixeira, J. K., Guimarães, R. B., Azmus, A. D., & Gottschall, C. A. M. (2026). Registro de Intervenções Coronárias em Vasos de Muito Pequeno Calibre: Análise de Stent Eluidor de Sirolimus e Outros Stents Contemporâneos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(2), e20250145.

Electronic Document Format (ISO)

Slaviero, João Vitor and Manica, André Luiz Langer and Leite, Rogério Eduardo Gomes Sarmento and Borsa, Eduarda Paiva and Schmidt, Marcia Moura and Ogando, Rodrigo Campos and Teixeira, Julia Kurtz and Guimarães, Raphael Boesche and Azmus, Alexandre Damiani and Gottschall, Carlos A. M.. Registro de Intervenções Coronárias em Vasos de Muito Pequeno Calibre: Análise de Stent Eluidor de Sirolimus e Outros Stents Contemporâneos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 2, [cited 2026-09-30], e20250145. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/registro-de-intervencoes-coronarias-em-vasos-de-muito-pequeno-calibre-analise-de-stent-eluidor-de-sirolimus-e-outros-stents-contemporaneos/>. ISSN 0066-782X

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Ozbay MB, Gullu A, Degirmen S, Nriagu BN, Ozen Y, Yayla C. Associação do Escore CHA2DS2-VASc com o Fenômeno de Não-Refluxo após Intervenção Coronária Percutânea: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(1):e20250356.

Electronic Document Format (ABNT)

Ozbay, Mustafa Bilal; Gullu, Aysenur; Degirmen, Serhat; Nriagu, Bede Nnaemeka; Ozen, Yasin; Yayla, Cagri. Associação do Escore CHA2DS2-VASc com o Fenômeno de Não-Refluxo após Intervenção Coronária Percutânea: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 1, e20250356, mar. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Ozbay, M. B., Gullu, A., Degirmen, S., Nriagu, B. N., Ozen, Y., & Yayla, C. (2026). Associação do Escore CHA2DS2-VASc com o Fenômeno de Não-Refluxo após Intervenção Coronária Percutânea: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(1), e20250356.

Electronic Document Format (ISO)

Ozbay, Mustafa Bilal and Gullu, Aysenur and Degirmen, Serhat and Nriagu, Bede Nnaemeka and Ozen, Yasin and Yayla, Cagri. Associação do Escore CHA2DS2-VASc com o Fenômeno de Não-Refluxo após Intervenção Coronária Percutânea: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 1, [cited 2026-09-30], e20250356. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-do-escore-cha2ds2-vasc-com-o-fenomeno-de-nao-refluxo-apos-intervencao-coronaria-percutanea-uma-revisao-sistematica-e-metanalise/>. ISSN 0066-782X

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Lombardi JG, Calamita PC, Barreto MRP, Ficht LSN, Gardenghi G. Trombose Aguda Durante Implante de Stent no Ducto Arterioso Tratada com Sucesso por Angioplastia com Balão e Infusão In Situ de Alteplase: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular 2026;38(4):e20250084.

Electronic Document Format (ABNT)

Lombardi, Jonathan Guimarães; Calamita, Paulo Correia; Barreto, Mayra Rosana Palmeira; Ficht, Luiza Silveira Neves; Gardenghi, Giulliano. Trombose Aguda Durante Implante de Stent no Ducto Arterioso Tratada com Sucesso por Angioplastia com Balão e Infusão In Situ de Alteplase: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, v. 38, n. 4, e20250084, fev. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Lombardi, J. G., Calamita, P. C., Barreto, M. R. P., Ficht, L. S. N., & Gardenghi, G. (2026). Trombose Aguda Durante Implante de Stent no Ducto Arterioso Tratada com Sucesso por Angioplastia com Balão e Infusão In Situ de Alteplase: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, 38(4), e20250084.

Electronic Document Format (ISO)

Lombardi, Jonathan Guimarães and Calamita, Paulo Correia and Barreto, Mayra Rosana Palmeira and Ficht, Luiza Silveira Neves and Gardenghi, Giulliano. Trombose Aguda Durante Implante de Stent no Ducto Arterioso Tratada com Sucesso por Angioplastia com Balão e Infusão In Situ de Alteplase: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 38, n. 4, [cited 2026-09-30], e20250084. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/trombose-aguda-durante-implante-de-stent-no-ducto-arterioso-tratada-com-sucesso-por-angioplastia-com-balao-e-infusao-in-situ-de-alteplase-relato-de-caso/>. ISSN 2318-8219

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Freitas RAP, Tanajura LFL, Sousa AGMR, Feres F, Costa JR. Impacto do Volume de Contraste Utilizado Após Procedimentos Coronários Percutâneos em Pacientes Predispostos à Nefropatia Induzida por Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;122(12):e20250270.

Electronic Document Format (ABNT)

Freitas, Rafaela Andrade Penalva; Tanajura, Luiz Fernando Leite; Sousa, Amanda Guerra M. R; Feres, Fausto; Costa, José Ribamar. Impacto do Volume de Contraste Utilizado Após Procedimentos Coronários Percutâneos em Pacientes Predispostos à Nefropatia Induzida por Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 12, e20250270, jan. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Freitas, R. A. P., Tanajura, L. F. L., Sousa, A. G. M. R., Feres, F., & Costa, J. R. (2026). Impacto do Volume de Contraste Utilizado Após Procedimentos Coronários Percutâneos em Pacientes Predispostos à Nefropatia Induzida por Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(12), e20250270.

Electronic Document Format (ISO)

Freitas, Rafaela Andrade Penalva and Tanajura, Luiz Fernando Leite and Sousa, Amanda Guerra M. R and Feres, Fausto and Costa, José Ribamar. Impacto do Volume de Contraste Utilizado Após Procedimentos Coronários Percutâneos em Pacientes Predispostos à Nefropatia Induzida por Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 122, n. 12, [cited 2026-09-30], e20250270. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-do-volume-de-contraste-utilizado-apos-procedimentos-coronarios-percutaneos-em-pacientes-predispostos-a-nefropatia-induzida-por-contraste/>. ISSN 0066-782X

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Erdoğan O, Panç C. Valor Preditivo do Índice Aterogênico para Não-Refluxo em Pacientes Submetidos à ICP para Enxerto de Veia Safena na Síndrome Coronariana Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;122(11):e20250162.

Electronic Document Format (ABNT)

Erdoğan, Onur; Panç, Cafer. Valor Preditivo do Índice Aterogênico para Não-Refluxo em Pacientes Submetidos à ICP para Enxerto de Veia Safena na Síndrome Coronariana Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 11, e20250162, jan. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Erdoğan, O., & Panç, C. (2026). Valor Preditivo do Índice Aterogênico para Não-Refluxo em Pacientes Submetidos à ICP para Enxerto de Veia Safena na Síndrome Coronariana Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(11), e20250162.

Electronic Document Format (ISO)

Erdoğan, Onur and Panç, Cafer. Valor Preditivo do Índice Aterogênico para Não-Refluxo em Pacientes Submetidos à ICP para Enxerto de Veia Safena na Síndrome Coronariana Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 122, n. 11, [cited 2026-09-30], e20250162. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/valor-preditivo-do-indice-aterogenico-para-nao-refluxo-em-pacientes-submetidos-a-icp-para-enxerto-de-veia-safena-na-sindrome-coronariana-aguda/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Prado GFA, Ribeiro HB. Doença Coronariana de Pequenos Vasos e Balões Revestidos com Medicamentos: Hora de Reconsiderar Nossa Estratégia?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(10):e20250652.

Electronic Document Format (ABNT)

Prado, Guy F. A.; Ribeiro, Henrique Barbosa. Doença Coronariana de Pequenos Vasos e Balões Revestidos com Medicamentos: Hora de Reconsiderar Nossa Estratégia?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 10, e20250652, dez. 2025.

Electronic Document Format (APA)

Prado, G. F. A., & Ribeiro, H. B. (2025). Doença Coronariana de Pequenos Vasos e Balões Revestidos com Medicamentos: Hora de Reconsiderar Nossa Estratégia?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(10), e20250652.

Electronic Document Format (ISO)

Prado, Guy F. A. and Ribeiro, Henrique Barbosa. Doença Coronariana de Pequenos Vasos e Balões Revestidos com Medicamentos: Hora de Reconsiderar Nossa Estratégia?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 10, [cited 2026-09-30], e20250652. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/doenca-coronariana-de-pequenos-vasos-e-baloes-revestidos-com-medicamentos-hora-de-reconsiderar-nossa-estrategia/>. ISSN 0066-782X

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Nicolau AM, Melo PHMC, Oliveira LAA, Bergo R, Kleinsorge TA, Godinho RR, Brito Jr FS, et al. Primeira Intervenção Coronária Percutânea de Alto Risco do Brasil com Suporte Hemodinâmico de Dispositivo Pulsátil Percutâneo: Um Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(10):e20250236.

Electronic Document Format (ABNT)

Nicolau, André M.; Melo, Pedro H. M. C. de; Oliveira, Lucas Aguiar Alencar de; Bergo, Rafael; Kleinsorge, Thiago A.; Godinho, Roger Renault; Brito Jr, Fábio Sândoli de; Abizaid, Alexandre A.; Campos, Carlos de Magalhães. Primeira Intervenção Coronária Percutânea de Alto Risco do Brasil com Suporte Hemodinâmico de Dispositivo Pulsátil Percutâneo: Um Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 10, e20250236, dez. 2025.

Electronic Document Format (APA)

Nicolau, A. M., Melo, P. H. M. C. , Oliveira, L. A. A. , Bergo, R., Kleinsorge, T. A., Godinho, R. R., Brito Jr, F. S. , Abizaid, A. A., & Campos, C. M. (2025). Primeira Intervenção Coronária Percutânea de Alto Risco do Brasil com Suporte Hemodinâmico de Dispositivo Pulsátil Percutâneo: Um Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(10), e20250236.

Electronic Document Format (ISO)

Nicolau, André M. and Melo, Pedro H. M. C. de and Oliveira, Lucas Aguiar Alencar de and Bergo, Rafael and Kleinsorge, Thiago A. and Godinho, Roger Renault and Brito Jr, Fábio Sândoli de and Abizaid, Alexandre A. and Campos, Carlos de Magalhães. Primeira Intervenção Coronária Percutânea de Alto Risco do Brasil com Suporte Hemodinâmico de Dispositivo Pulsátil Percutâneo: Um Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 10, [cited 2026-09-30], e20250236. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/primeira-intervencao-coronaria-percutanea-de-alto-risco-do-brasil-com-suporte-hemodinamico-de-dispositivo-pulsatil-percutaneo-um-relato-de-caso/>. ISSN 0066-782X

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Gobbo MOS, Sudo RYU, Franco AJ, Pereira M, Milbradt TL, Bakir ZE, Pires IZ, et al. Balões Revestidos com Paclitaxel versus Stents Farmacológicos na Doença Arterial Coronariana de Pequenos Vasos: Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(10):e20250069.

Electronic Document Format (ABNT)

Gobbo, Marília Oberto da Silva; Sudo, Renan Yuji Ura; Franco, Ancy Jenil; Pereira, Mable; Milbradt, Tanize Louize; Bakir, Zeynep Eylul; Pires, Iago Zang; Akinfenwa, Stephen; Agostini, Gustavo Luís; Pellegrini, Denise; Caramori, Paulo R. A.. Balões Revestidos com Paclitaxel versus Stents Farmacológicos na Doença Arterial Coronariana de Pequenos Vasos: Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 10, e20250069, dez. 2025.

Electronic Document Format (APA)

Gobbo, M. O. S., Sudo, R. Y. U., Franco, A. J., Pereira, M., Milbradt, T. L., Bakir, Z. E., Pires, I. Z., Akinfenwa, S., Agostini, G. L., Pellegrini, D., & Caramori, P. R. A. (2025). Balões Revestidos com Paclitaxel versus Stents Farmacológicos na Doença Arterial Coronariana de Pequenos Vasos: Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(10), e20250069.

Electronic Document Format (ISO)

Gobbo, Marília Oberto da Silva and Sudo, Renan Yuji Ura and Franco, Ancy Jenil and Pereira, Mable and Milbradt, Tanize Louize and Bakir, Zeynep Eylul and Pires, Iago Zang and Akinfenwa, Stephen and Agostini, Gustavo Luís and Pellegrini, Denise and Caramori, Paulo R. A.. Balões Revestidos com Paclitaxel versus Stents Farmacológicos na Doença Arterial Coronariana de Pequenos Vasos: Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 10, [cited 2026-09-30], e20250069. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/baloes-revestidos-com-paclitaxel-versus-stents-farmacologicos-na-doenca-arterial-coronariana-de-pequenos-vasos-revisao-sistematica-e-metanalise/>. ISSN 0066-782X

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Alencar AKN. Compressão Coronária na Hipertensão Pulmonar: Uma Ameaça Tratável Escondida à Vista de Todos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(7):e20250352.

Electronic Document Format (ABNT)

Alencar, Allan K. N.. Compressão Coronária na Hipertensão Pulmonar: Uma Ameaça Tratável Escondida à Vista de Todos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 7, e20250352, ago. 2025.

Electronic Document Format (APA)

Alencar, A. K. N. (2025). Compressão Coronária na Hipertensão Pulmonar: Uma Ameaça Tratável Escondida à Vista de Todos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(7), e20250352.

Electronic Document Format (ISO)

Alencar, Allan K. N.. Compressão Coronária na Hipertensão Pulmonar: Uma Ameaça Tratável Escondida à Vista de Todos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 7, [cited 2026-09-30], e20250352. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/compressao-coronaria-na-hipertensao-pulmonar-uma-ameaca-tratavel-escondida-a-vista-de-todos/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Jallad P, Soliani M, Marins PHA, Fernandes F, Arteaga-Fernandez E, Madrini V, Lemos Neto P, et al. Registro Multicêntrico Brasileiro de Ablação Septal Alcoólica em Pacientes com Miocardiopatia Hipertrófica Obstrutiva Sintomática – Registro BRASA. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(6):e20240626.

Electronic Document Format (ABNT)

Jallad, Pedro; Soliani, Marilia; Marins, Pedro Henrique Almeida; Fernandes, Fábio; Arteaga-Fernandez, Edmundo; Madrini, Vagner; Lemos Neto, Pedro; Mady, Charles; Ramires, Felix; Abizaid, Alexandre A.; Brito Jr, Fábio Sândoli de; Ribeiro, Henrique Barbosa. Registro Multicêntrico Brasileiro de Ablação Septal Alcoólica em Pacientes com Miocardiopatia Hipertrófica Obstrutiva Sintomática – Registro BRASA. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 6, e20240626, jun. 2025.

Electronic Document Format (APA)

Jallad, P., Soliani, M., Marins, P. H. A., Fernandes, F., Arteaga-Fernandez, E., Madrini, V., Lemos Neto, P., Mady, C., Ramires, F., Abizaid, A. A., Brito Jr, F. S. , & Ribeiro, H. B. (2025). Registro Multicêntrico Brasileiro de Ablação Septal Alcoólica em Pacientes com Miocardiopatia Hipertrófica Obstrutiva Sintomática – Registro BRASA. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(6), e20240626.

Electronic Document Format (ISO)

Jallad, Pedro and Soliani, Marilia and Marins, Pedro Henrique Almeida and Fernandes, Fábio and Arteaga-Fernandez, Edmundo and Madrini, Vagner and Lemos Neto, Pedro and Mady, Charles and Ramires, Felix and Abizaid, Alexandre A. and Brito Jr, Fábio Sândoli de and Ribeiro, Henrique Barbosa. Registro Multicêntrico Brasileiro de Ablação Septal Alcoólica em Pacientes com Miocardiopatia Hipertrófica Obstrutiva Sintomática – Registro BRASA. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 6, [cited 2026-09-30], e20240626. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/registro-multicentrico-brasileiro-de-ablacao-septal-alcoolica-em-pacientes-com-miocardiopatia-hipertrofica-obstrutiva-sintomatica-registro-brasa/>. ISSN 0066-782X

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Silva PG, Ribeiro HB. Abordando as Disparidades de Gênero nos Cuidados Cardiovasculares: Orientações das Diretrizes para ICP em Mulheres e o Enigma de Hua-Mulan. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(1):e20240824.

Electronic Document Format (ABNT)

Silva, Pedro Guimarães; Ribeiro, Henrique Barbosa. Abordando as Disparidades de Gênero nos Cuidados Cardiovasculares: Orientações das Diretrizes para ICP em Mulheres e o Enigma de Hua-Mulan. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 1, e20240824, fev. 2025.

Electronic Document Format (APA)

Silva, P. G., & Ribeiro, H. B. (2025). Abordando as Disparidades de Gênero nos Cuidados Cardiovasculares: Orientações das Diretrizes para ICP em Mulheres e o Enigma de Hua-Mulan. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(1), e20240824.

Electronic Document Format (ISO)

Silva, Pedro Guimarães and Ribeiro, Henrique Barbosa. Abordando as Disparidades de Gênero nos Cuidados Cardiovasculares: Orientações das Diretrizes para ICP em Mulheres e o Enigma de Hua-Mulan. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 1, [cited 2026-09-30], e20240824. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/abordando-as-disparidades-de-genero-nos-cuidados-cardiovasculares-orientacoes-das-diretrizes-para-icp-em-mulheres-e-o-enigma-de-hua-mulan/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Barrerra-Colín MF, Colín-Ortiz JL, Corona-Villalobos CA. Recuperação Percutânea de Vegetação em Paciente Pediátrico com Persistência do Canal Arterial: Uma Nova Técnica para Evitar Toracotomia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(9):e20140010.

Electronic Document Format (ABNT)

Barrerra-Colín, Miguel Fabian; Colín-Ortiz, José Luis; Corona-Villalobos, Carlos Alfonso. Recuperação Percutânea de Vegetação em Paciente Pediátrico com Persistência do Canal Arterial: Uma Nova Técnica para Evitar Toracotomia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 9, e20140010, out. 2024.

Electronic Document Format (APA)

Barrerra-Colín, M. F., Colín-Ortiz, J. L., & Corona-Villalobos, C. A. (2024). Recuperação Percutânea de Vegetação em Paciente Pediátrico com Persistência do Canal Arterial: Uma Nova Técnica para Evitar Toracotomia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(9), e20140010.

Electronic Document Format (ISO)

Barrerra-Colín, Miguel Fabian and Colín-Ortiz, José Luis and Corona-Villalobos, Carlos Alfonso. Recuperação Percutânea de Vegetação em Paciente Pediátrico com Persistência do Canal Arterial: Uma Nova Técnica para Evitar Toracotomia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 9, [cited 2026-09-30], e20140010. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/recuperacao-percutanea-de-vegetacao-em-paciente-pediatrico-com-persistencia-do-canal-arterial-uma-nova-tecnica-para-evitar-toracotomia/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Kanal Y. Intervenção Coronária Percutânea Induziu No-reflow em Enxertos de Veia Safena. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(8):e20240317.

Electronic Document Format (ABNT)

Kanal, Yücel. Intervenção Coronária Percutânea Induziu No-reflow em Enxertos de Veia Safena. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 8, e20240317, set. 2024.

Electronic Document Format (APA)

Kanal, Y. (2024). Intervenção Coronária Percutânea Induziu No-reflow em Enxertos de Veia Safena. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(8), e20240317.

Electronic Document Format (ISO)

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Ferreira MCM, Oliveira GMM. A Inteligência Artificial Pode Mudar Nossa Interpretação dos Escores de Risco Cardiovascular?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(4):e20240280.

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Ferreira, Maria Cristina Meira; Oliveira, Glaucia Maria Moraes de. A Inteligência Artificial Pode Mudar Nossa Interpretação dos Escores de Risco Cardiovascular?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 4, e20240280, jul. 2024.

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Ferreira, M. C. M., & Oliveira, G. M. M. (2024). A Inteligência Artificial Pode Mudar Nossa Interpretação dos Escores de Risco Cardiovascular?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(4), e20240280.

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Ferreira, Maria Cristina Meira and Oliveira, Glaucia Maria Moraes de. A Inteligência Artificial Pode Mudar Nossa Interpretação dos Escores de Risco Cardiovascular?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 4, [cited 2026-09-30], e20240280. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/a-inteligencia-artificial-pode-mudar-nossa-interpretacao-dos-escores-de-risco-cardiovascular/>. ISSN 0066-782X

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Timóteo AT. Inflamação e No-Reflow: Podem Mudar o Jogo?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(5):e20240119.

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Timóteo, Ana Teresa. Inflamação e No-Reflow: Podem Mudar o Jogo?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 5, [cited 2026-09-30], e20240119. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/inflamacao-e-no-reflow-podem-mudar-o-jogo/>. ISSN 0066-782X

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Gioppatto, Silvio; Prado, Paulo Sousa; Elias, Mariana Araújo Lima; Carvalho, Verônica Homem de; Paiva, Caio Resende da Costa; Alexim, Gustavo de Almeida; Reis, Ricardo Torres Bispo; Nogueira, Ana Claudia Cavalcante; Soares, Alexandre Anderson de Sousa Munhoz; Nadruz, Wilson; Carvalho, Luiz Sergio F. de; Sposito, Andrei C.. O Impacto Clínico e Econômico do Atraso na Terapia de Reperfusão: Evidências do Mundo Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 5, e20230650, maio. 2024.

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Gioppatto, S., Prado, P. S., Elias, M. A. L., Carvalho, V. H. , Paiva, C. R. C., Alexim, G. A., Reis, R. T. B., Nogueira, A. C. C., Soares, A. A. S. M., Nadruz, W., Carvalho, L. S. F. , & Sposito, A. C. (2024). O Impacto Clínico e Econômico do Atraso na Terapia de Reperfusão: Evidências do Mundo Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(5), e20230650.

Electronic Document Format (ISO)

Gioppatto, Silvio and Prado, Paulo Sousa and Elias, Mariana Araújo Lima and Carvalho, Verônica Homem de and Paiva, Caio Resende da Costa and Alexim, Gustavo de Almeida and Reis, Ricardo Torres Bispo and Nogueira, Ana Claudia Cavalcante and Soares, Alexandre Anderson de Sousa Munhoz and Nadruz, Wilson and Carvalho, Luiz Sergio F. de and Sposito, Andrei C.. O Impacto Clínico e Econômico do Atraso na Terapia de Reperfusão: Evidências do Mundo Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 5, [cited 2026-09-30], e20230650. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/o-impacto-clinico-e-economico-do-atraso-na-terapia-de-reperfusao-evidencias-do-mundo-real/>. ISSN 0066-782X

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