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  2. Palavra-chave: Segurança do Paciente
ABC
Carta Científica

Simulação no Ensino de Medicina Cardiovascular: Inovação, Segurança e Treinamento Baseado em Competências

André Luiz Lisboa Cordeiro et al. Tiago Veltri Ormastroni da Trindade Rinaldo Antunes Barros

A incorporação de simuladores no ensino da medicina cardiovascular representa uma das transformações mais significativas na formação médica contemporânea. Em um cenário marcado por alta complexidade clínica, rápida evolução tecnológica e tomada de decisões em tempo real, a simulação surge como uma estratégia pedagógica capaz de integrar conhecimento teórico, habilidades técnicas e competências não técnicas de forma estruturada e segura., No entanto, apesar de sua crescente adoção, a educação baseada em simulação deve ser interpretada dentro do contexto das evidências científicas atuais, que ainda apresentam limitações importantes, particularmente em relação ao seu impacto direto nos desfechos centrados no paciente.

A cardiologia contemporânea, caracterizada por rápidos avanços em terapias farmacológicas, procedimentos intervencionistas complexos e exames de imagem cardíaca sofisticados, exige que os profissionais não apenas adquiram novas habilidades, mas também mantenham proficiência contínua. Nesse contexto de rápida evolução e crescentes demandas por segurança e eficácia, a simulação se posiciona como uma importante aliada. Contudo, seu papel deve ser compreendido como complementar, e não substitutivo, da exposição clínica real. Essas necessidades são reforçadas pelas recém-estabelecidas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Medicina (DCNs 2025), que defendem explicitamente a oferta de “ambientes de aprendizagem protegidos, controlados e tecnicamente adequados, como laboratórios de habilidades e simulação clínica”, visando à segurança do paciente e à análise de erros como ferramenta pedagógica, enfatizando também que o treinamento clínico em ambientes reais de saúde deve permanecer predominante ao longo da formação médica. Essa visão alinha-se à experiência já consolidada de programas que formam multiplicadores de simulação, essenciais para a educação continuada de profissionais de saúde no âmbito do SUS e para a formação de estudantes e residentes.

[…]

  • Cardiologia
  • competência profissional
  • Educação Médica
  • Segurança do Paciente
  • Treinamento por Simulação
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10/08/2026 DOI: 10.36660/abc.20260233
ABCIC
Editorial

"Triple Rule-Out": Incluir Aorta Abdominal Sem Culpa na Consciência?

Tiago A. Magalhães

“Menos é Mais – menos dose de radiação, mais segurança ao paciente”

A principal força do estudo está em sua proposta metodológica. Os autores selecionaram pacientes que já haviam se submetido ao protocolo TRO CTA incluindo aorta abdominal com sincronização eletrocardiográfica total e, após consentimento, realizaram novo exame com o protocolo de sincronização eletrocardiográfica parcial, permitindo uma comparação robusta no modelo “caso-controle pareado”. Essa abordagem reduz o viés relacionado à variabilidade anatômica e técnica entre diferentes indivíduos.

Os resultados foram interessantes. A redução de dose foi significativa: a dose efetiva média do protocolo com sincronização parcial ao ECG foi 47,9% menor que a do protocolo com sincronização total (17,0 mSv vs. 32,6 mSv, p<0.001). Ressalta-se que essa redução de dose de radiação não veio acompanhada de comprometimento da qualidade da imagem. A avaliação quantitativa dos valores de atenuação em regiões vasculares críticas – como a aorta ascendente, descendente, aorta abdominal e tronco pulmonar – não apresentou diferenças estatisticamente significativas. Da mesma forma, a avaliação qualitativa subjetiva demonstrou equivalência entre os dois protocolos quanto à qualidade de imagem das estruturas anatômicas avaliadas.

[…]

  • Angiografia
  • Segurança do Paciente
  • Tomografia Computadorizada por Raios X
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01/07/2025 DOI: 10.36660/abcimg.20250041
ABCIC
Editorial

Ecocardiograma Intracardíaco: Estado Atual, Benefícios Clínicos e Horizontes Futuros

Renner Augusto Raposo Pereira et al. Daniel Moreira Costa Moura

O Ecocardiograma Intracardíaco (ICE, do inglês intracardiac echocardiogram) é uma técnica de imagem por ultrassom capaz de realizar visualização em tempo real e de alta qualidade das estruturas cardíacas e seus tecidos adjacentes, por meio de um cateter com transdutor introduzido diretamente nas câmaras do coração, habitualmente por via venosa transfemoral. Por permitir uma visualização direta e precisa da anatomia intracardíaca, o ICE tem sido cada vez mais usado para guiar intervenções estruturais e ablações por cateter de arritmias cardíacas, além de permitir a detecção imediata de complicações intraoperatórias.

As investigações clínicas iniciais se deram na década de 1960 com a avaliação de defeitos do septo interatrial; desde então, o ICE evoluiu consideravelmente. A introdução do transdutor phased-array, a adição da funcionalidade de Doppler colorido e o avanço dos sistemas de manipulação permitiram sua ampla aplicação clínica. A versão mais moderna do ICE phased-array conta com sensor de posição na ponta do cateter, possibilitando sua integração em tempo real com sistemas de mapeamento eletroanatômico tridimensional utilizados nas ablações complexas. A capacidade de movimentar o cateter com precisão, aliada à versatilidade de posicionamento, faz do ICE uma ferramenta valiosa para navegação anatômica e monitoramento em tempo real durante intervenções complexas.

[…]

  • ecocardiografia
  • Eletrofisiologia Cardíaca
  • Segurança do Paciente
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17/06/2025 DOI: 10.36660/abcimg.20250031
ABC
Carta Científica

Segurança Cardiovascular da Terapia de Reposição da Testosterona: Avaliação Crítica de um Ensaio Clínico Publicado Recentemente

Isabela Tramontini Muller et al. Sérgio Renato da Rosa Decker Regis Goulart Rosa Guilherme Rollin

Introdução

Na última edição de 16 de junho do New England Journal of Medicin, A. Michael Lincoff et al., publicaram um estudo de não inferioridade, denominado “Segurança cardiovascular da terapia de reposição da testosterona” com o objetivo de determinar os resultados de segurança da terapia de reposição da testosterona em homens de meia-idade e idosos com hipogonadismo e doença cardiovascular pré-existente. Os critérios de inclusão para hipogonadismo foram sintomas e dois níveis séricos de testosterona em jejum inferiores a 300 ng/dL em amostras de sangue obtidas entre 5:00 h e 11:00 h. A intervenção foi a aplicação diária de gel transdérmico de testosterona a 1,62% com ajustes para manter os níveis de testosterona entre 350 e 750 ng/dL ou responder a um hematócrito superior a 54%.

As características de linha de base incluíam homens, com idade média de 63 anos, dos quais 80% eram brancos, com índice de massa corporal médio de 35, e entre os quais 55% tinham doença cardiovascular pré-existente. O nível mediano de testosterona foi de 227 ng/dL em ambos os grupos, e o aumento médio em relação ao valor de linha de base foi de 148 ng/dL no grupo de testosterona, em comparação com um aumento médio de 14 ng/dL no grupo de placebo. O estudo concluiu a não inferioridade para eventos cardíacos adversos maiores (MACE) comparando a reposição de testosterona com placebo, e uma margem de não inferioridade pré-especificada de 1,5. Os resultados finais mostraram uma razão de risco para o desfecho primário de 0,96 (intervalo de confiança de 95%, 0,78-1,17; p-valor para não inferioridade <0,001). No entanto, temos preocupações em relação a essa alegação de não inferioridade, principalmente devido a dois pontos: a margem de não inferioridade e a escolha de um MACE de três pontos em vez de um MACE de cinco pontos.,

[…]

  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Endocrinologia
  • Ensaios de Equivalência como Assunto
  • Segurança do Paciente
  • Testosterona/tratamento farmacológico
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26/04/2024 DOI: 10.36660/abc.20230558 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Carta Científica

Preparando Pacientes e Otimizando Processos no Perioperatório das Cirurgias Cardíacas: Como Redesenhar os Fluxos de Assistência após a COVID-19

Omar Asdrúbal Vilca Mejia et al. Bruno Mahler Mioto Gabrielle Barbosa Borgomoni Juliana Mendanha Camilo … Danielle Misumi Watanabe Sirlei Pereira Nunes Vanessa Santos Sallai Maraina Pegorini Libório de Lima Jurema da Silva Herbas Palomo Helenice Moreira da Costa Elisandra Trevisan Arita Maria Ignêz Zanetti Feltrim Vera Coimbra Roger Daglius Dias Filomena Regina Barbosa Gomes Galas José Otávio Costa Auler Junior Fabio Biscegli Jatene

Introdução

A falta de estratégias proativas de cuidados influenciam a fragmentação dos cuidados, desparametrização de processos e prolongamento de tempos hospitalares, enquanto evidências mostraram que protocolos multiprofissionais baseados em evidências executados por equipes sincronizadas, com padronização de processos, proatividade e cuidados centrados no paciente diminuem complicações, tempos e custos hospitalares., Neste contexto, cuidados baseados no conceito Enhanced Recovery After Surgery (ERAS) revolucionam os fluxos tradicionais. Diretrizes para cirurgia cardíaca foram publicadas recentemente, alcançando resultados encorajadores.,

Esta abordagem apontou eficiência e segurança na alta hospitalar em três dias após cirurgia cardíaca,, algo promissor na era COVID-19, em que as filas cirúrgicas cresceram por adiamentos procedimentais, possibilitando maior número de atendimentos em menor tempo, redução do risco de contaminação e custos hospitalares.

[…]

  • COVID-19
  • Melhoria de Qualidade
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardiovasculares
  • Recuperação Pós-Cirúrgica Melhorada
  • Segurança do Paciente
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21/02/2022 DOI: 10.36660/abc.20210484 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Editorial

Como Saber se uma Mudança é uma melhoria? O (Não Tão) Novo Conhecimento Científico que todo Médico deve Aprender, Dominar e Liderar

Alexandre Siciliano Colafranceschi

Os cirurgiões cardiotorácicos têm uma rica história de melhora da qualidade e um forte caráter de transparência e inovação, permitindo a rápida difusão de padrões, técnicas e referências em todo o mundo. A nível nacional, poucas especialidades médicas contribuíram tanto para o desenvolvimento do conhecimento quanto a cirurgia cardíaca brasileira. Desde o trabalho intenso desenvolvido por décadas por cirurgiões pioneiros como Euryclides Zerbini e Adib Jatene até os líderes mais contemporâneos da área, o Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – InCor – está definitivamente no coração desta jornada. Nesta edição da Arquivos Brasileiros de Cardiologia, o trabalho de Mejia et al,. tem o mérito de levar em consideração a evolução do número de cirurgias cardiovasculares realizadas no InCor durante um período de 35 anos. O número total é notável: foram analisados mais de 100.000 procedimentos de coração aberto. Afinal, o número médio de procedimentos/ano é 2.964, – ou mais de 11 procedimentos por dia de trabalho. Destaca-se o fato de o número total de procedimentos estar aumentando, principalmente devido ao aumento das cirurgias valvares e à correção das cardiopatias congênitas. Além disso, há uma redução de 7% no volume de cirurgias de revascularização do miocárdio no mais recente período estudado.

Além de descrever o volume de procedimentos cirúrgicos de diferentes doenças cardiovasculares ao longo de cinco períodos diferentes durante os 35 anos de dados, outro objetivo do estudo de Mejia et al., foi avaliar o impacto das ações realizadas de um programa de melhoria contínua da qualidade na mortalidade por cirurgia cardiovascular. Não está claro, no entanto, como os períodos foram selecionados para as análises.

[…]

  • Banco de Dados
  • Melhoria da Qualidade
  • Mortalidade Hospitalar
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardiovasculares/tendências
  • Segurança do Paciente
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29/05/2020 DOI: 10.36660/abc.20200249
Figura 1
ABC
Artigo Original

Análise de >100.000 Cirurgias Cardiovasculares Realizadas no Instituto do Coração e a Nova Era com Foco nos Resultados

Omar A.V. Mejia et al. Luiz Augusto Ferreira Lisboa Luiz Fernando Caneo Elisandra Trevisan Arita … Carlos Manuel de Almeida Brandão Ricardo Ribeiro Dias Roberto Costa Marcelo Biscegli Jatene Pablo Maria Alberto Pomerantzeff Luís Alberto Oliveira Dallan Fabio Biscegli Jatene

Resumo

Fundamento:

O desafio atual da cirurgia cardiovascular (CCV) é melhorar resultados em pacientes cada vez mais graves. Nesse sentido, Programas de Melhoria Contínua da Qualidade (PMCQ) tem impactado os resultados.

Objetivo:

Avaliar a evolução da incidência e mortalidade das CCV, assim como os resultados atuais do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor).

Métodos:

Análise dos resultados das CCV realizadas no InCor entre jan-1984 e jun-2019. Foram observadas as tendências dos volumes cirúrgicos e da mortalidade em 5 períodos 1º (1984-1989), 2º (1990-1999), 3º (2000-2007), 4º (2008-2015) e 5º (2016-2019). O PMCQ foi estabelecido entre 2015-2016. A análise incluiu o total de cirurgias e a evolução dos procedimentos mais frequentes.

Resultados:

Foram realizadas 105.599 CCV, com uma média anual de 2.964 procedimentos e mortalidade de 5,63%. Comparando o 4º com o 5º período, o volume global médio de cirurgias foi de 2.943 para 3.139 (p = 0,368), cirurgias de revascularização miocárdica (CRM) de 638 para 597 (p = 0,214), valvas cardíacas de 372 para 465 (p = 0,201) e cardiopatias congênitas de 530 para 615 (p = 0,125). A mortalidade média global passou de 7,8% para 5% (p < 0,0001), nas cirurgias de revascularização miocárdica de 5,8% para 3,1% (p < 0,0001), nas cirurgias valvares de 14% para 7,5% (p < 0,0001) e nas cirurgias de cardiopatias congênitas de 12,1% para 9,6% (p < 0,0001).

Conclusão:

Embora haja uma tendência recente ao aumento dos volumes cirúrgicos, houve uma diminuição significativa da mortalidade cirúrgica nos grupos analisados. Após o estabelecimento do PMCQ, as taxas de mortalidade se aproximaram a dos padrões internacionais.

  • Banco de Dados
  • Melhoria de Qualidade
  • Mortalidade Hospitalar
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardiovasculares/tendências
  • Segurança do Paciente
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14/02/2020 DOI: 10.36660/abc.20190736 Visualizações 2

Como citar este artigo

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Cordeiro ALL, Trindade TVO, Barros RA. Simulação no Ensino de Medicina Cardiovascular: Inovação, Segurança e Treinamento Baseado em Competências. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(6):e20260233.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cordeiro, André Luiz Lisboa; Trindade, Tiago Veltri Ormastroni da; Barros, Rinaldo Antunes. Simulação no Ensino de Medicina Cardiovascular: Inovação, Segurança e Treinamento Baseado em Competências. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 6, e20260233, ago. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cordeiro, A. L. L., Trindade, T. V. O. , & Barros, R. A. (2026). Simulação no Ensino de Medicina Cardiovascular: Inovação, Segurança e Treinamento Baseado em Competências. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(6), e20260233.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cordeiro, André Luiz Lisboa and Trindade, Tiago Veltri Ormastroni da and Barros, Rinaldo Antunes. Simulação no Ensino de Medicina Cardiovascular: Inovação, Segurança e Treinamento Baseado em Competências. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 6, [citado 2026-10-14], e20260233. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/simulacao-no-ensino-de-medicina-cardiovascular-inovacao-seguranca-e-treinamento-baseado-em-competencias/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Magalhães TA. “Triple Rule-Out”: Incluir Aorta Abdominal Sem Culpa na Consciência?. ABC Imagem Cardiovascular 2025;38(2):e20250041.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Magalhães, Tiago A.. “Triple Rule-Out”: Incluir Aorta Abdominal Sem Culpa na Consciência?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 38, n. 2, e20250041, jun. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Magalhães, T. A. (2025). “Triple Rule-Out”: Incluir Aorta Abdominal Sem Culpa na Consciência?. ABC Imagem Cardiovascular, 38(2), e20250041.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Magalhães, Tiago A.. “Triple Rule-Out”: Incluir Aorta Abdominal Sem Culpa na Consciência?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2025, vol. 38, n. 2, [citado 2026-10-14], e20250041. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/triple-rule-out-incluir-aorta-abdominal-sem-culpa-na-consciencia/>. ISSN 2318-8219

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Pereira RAR, Moura DMC. Ecocardiograma Intracardíaco: Estado Atual, Benefícios Clínicos e Horizontes Futuros. ABC Imagem Cardiovascular 2025;38(2):e20250031.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pereira, Renner Augusto Raposo; Moura, Daniel Moreira Costa. Ecocardiograma Intracardíaco: Estado Atual, Benefícios Clínicos e Horizontes Futuros. ABC Imagem Cardiovascular, v. 38, n. 2, e20250031, jun. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pereira, R. A. R., & Moura, D. M. C. (2025). Ecocardiograma Intracardíaco: Estado Atual, Benefícios Clínicos e Horizontes Futuros. ABC Imagem Cardiovascular, 38(2), e20250031.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pereira, Renner Augusto Raposo and Moura, Daniel Moreira Costa. Ecocardiograma Intracardíaco: Estado Atual, Benefícios Clínicos e Horizontes Futuros. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2025, vol. 38, n. 2, [citado 2026-10-14], e20250031. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ecocardiograma-intracardiaco-estado-atual-beneficios-clinicos-e-horizontes-futuros/>. ISSN 2318-8219

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Muller IT, Decker SRR, Rosa RG, Rollin G. Segurança Cardiovascular da Terapia de Reposição da Testosterona: Avaliação Crítica de um Ensaio Clínico Publicado Recentemente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(3):e20230558.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Muller, Isabela Tramontini; Decker, Sérgio Renato da Rosa; Rosa, Regis Goulart; Rollin, Guilherme. Segurança Cardiovascular da Terapia de Reposição da Testosterona: Avaliação Crítica de um Ensaio Clínico Publicado Recentemente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 3, e20230558, abr. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Muller, I. T., Decker, S. R. R., Rosa, R. G., & Rollin, G. (2024). Segurança Cardiovascular da Terapia de Reposição da Testosterona: Avaliação Crítica de um Ensaio Clínico Publicado Recentemente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(3), e20230558.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Muller, Isabela Tramontini and Decker, Sérgio Renato da Rosa and Rosa, Regis Goulart and Rollin, Guilherme. Segurança Cardiovascular da Terapia de Reposição da Testosterona: Avaliação Crítica de um Ensaio Clínico Publicado Recentemente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230558. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/seguranca-cardiovascular-da-terapia-de-reposicao-da-testosterona-avaliacao-critica-de-um-ensaio-clinico-publicado-recentemente/>. ISSN 0066-782X

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Mejia OAV, Mioto BM, Borgomoni GB, Camilo JM, Watanabe DM, Nunes SP, Sallai VS, et al. Preparando Pacientes e Otimizando Processos no Perioperatório das Cirurgias Cardíacas: Como Redesenhar os Fluxos de Assistência após a COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(1):110-4.

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Mejia, Omar Asdrúbal Vilca; Mioto, Bruno Mahler; Borgomoni, Gabrielle Barbosa; Camilo, Juliana Mendanha; Watanabe, Danielle Misumi; Nunes, Sirlei Pereira; Sallai, Vanessa Santos; Lima, Maraina Pegorini Libório de; Palomo, Jurema da Silva Herbas; Costa, Helenice Moreira da; Arita, Elisandra Trevisan; Feltrim, Maria Ignêz Zanetti; Coimbra, Vera; Dias, Roger Daglius; Galas, Filomena Regina Barbosa Gomes; Auler Junior, José Otávio Costa; Jatene, Fabio Biscegli. Preparando Pacientes e Otimizando Processos no Perioperatório das Cirurgias Cardíacas: Como Redesenhar os Fluxos de Assistência após a COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 1, p. 110-114, fev. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mejia, O. A. V., Mioto, B. M., Borgomoni, G. B., Camilo, J. M., Watanabe, D. M., Nunes, S. P., Sallai, V. S., Lima, M. P. L. , Palomo, J. S. H., Costa, H. M. , Arita, E. T., Feltrim, M. I. Z., Coimbra, V., Dias, R. D., Galas, F. R. B. G., Auler Junior, J. O. C., & Jatene, F. B. (2022). Preparando Pacientes e Otimizando Processos no Perioperatório das Cirurgias Cardíacas: Como Redesenhar os Fluxos de Assistência após a COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(1), 110-114.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mejia, Omar Asdrúbal Vilca and Mioto, Bruno Mahler and Borgomoni, Gabrielle Barbosa and Camilo, Juliana Mendanha and Watanabe, Danielle Misumi and Nunes, Sirlei Pereira and Sallai, Vanessa Santos and Lima, Maraina Pegorini Libório de and Palomo, Jurema da Silva Herbas and Costa, Helenice Moreira da and Arita, Elisandra Trevisan and Feltrim, Maria Ignêz Zanetti and Coimbra, Vera and Dias, Roger Daglius and Galas, Filomena Regina Barbosa Gomes and Auler Junior, José Otávio Costa and Jatene, Fabio Biscegli. Preparando Pacientes e Otimizando Processos no Perioperatório das Cirurgias Cardíacas: Como Redesenhar os Fluxos de Assistência após a COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 110-114. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/preparando-pacientes-e-otimizando-processos-no-perioperatorio-das-cirurgias-cardiacas-como-redesenhar-os-fluxos-de-assistencia-apos-a-covid-19/>. ISSN 0066-782X

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Colafranceschi AS. Como Saber se uma Mudança é uma melhoria? O (Não Tão) Novo Conhecimento Científico que todo Médico deve Aprender, Dominar e Liderar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(4):613-5.

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Colafranceschi, Alexandre Siciliano. Como Saber se uma Mudança é uma melhoria? O (Não Tão) Novo Conhecimento Científico que todo Médico deve Aprender, Dominar e Liderar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 4, p. 613-615, maio. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Colafranceschi, A. S. (2020). Como Saber se uma Mudança é uma melhoria? O (Não Tão) Novo Conhecimento Científico que todo Médico deve Aprender, Dominar e Liderar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(4), 613-615.

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Colafranceschi, Alexandre Siciliano. Como Saber se uma Mudança é uma melhoria? O (Não Tão) Novo Conhecimento Científico que todo Médico deve Aprender, Dominar e Liderar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 613-615. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-saber-se-uma-mudanca-e-uma-melhoria-o-nao-tao-novo-conhecimento-cientifico-que-todo-medico-deve-aprender-dominar-e-liderar/>. ISSN 0066-782X

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Mejia OA, Lisboa LAF, Caneo LF, Arita ET, Brandão CMA, Dias RR, Costa R, et al. Análise de >100.000 Cirurgias Cardiovasculares Realizadas no Instituto do Coração e a Nova Era com Foco nos Resultados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(4):603-12.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mejia, Omar A.V.; Lisboa, Luiz Augusto Ferreira; Caneo, Luiz Fernando; Arita, Elisandra Trevisan; Brandão, Carlos Manuel de Almeida; Dias, Ricardo Ribeiro; Costa, Roberto; Jatene, Marcelo Biscegli; Pomerantzeff, Pablo Maria Alberto; Dallan, Luís Alberto Oliveira; Jatene, Fabio Biscegli. Análise de >100.000 Cirurgias Cardiovasculares Realizadas no Instituto do Coração e a Nova Era com Foco nos Resultados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 4, p. 603-612, fev. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mejia, O. A., Lisboa, L. A. F., Caneo, L. F., Arita, E. T., Brandão, C. M. A., Dias, R. R., Costa, R., Jatene, M. B., Pomerantzeff, P. M. A., Dallan, L. A. O., & Jatene, F. B. (2020). Análise de >100.000 Cirurgias Cardiovasculares Realizadas no Instituto do Coração e a Nova Era com Foco nos Resultados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(4), 603-612.

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Mejia, Omar A.V. and Lisboa, Luiz Augusto Ferreira and Caneo, Luiz Fernando and Arita, Elisandra Trevisan and Brandão, Carlos Manuel de Almeida and Dias, Ricardo Ribeiro and Costa, Roberto and Jatene, Marcelo Biscegli and Pomerantzeff, Pablo Maria Alberto and Dallan, Luís Alberto Oliveira and Jatene, Fabio Biscegli. Análise de >100.000 Cirurgias Cardiovasculares Realizadas no Instituto do Coração e a Nova Era com Foco nos Resultados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 603-612. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/analise-de-100-000-cirurgias-cardiovasculares-realizadas-no-instituto-do-coracao-e-a-nova-era-com-foco-nos-resultados/>. ISSN 0066-782X

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