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  1. Início
  2. Palavra-chave: Colesterol
Figura 1
ABC
Comunicação Breve

Estudo Prospectivo do Perfil Lipídico em Pacientes Incidentes em Diálise Peritoneal

Luiza K. R. P. Araújo et al. Dayana B. Dias Monique F. M. Santana Benedito J. Pereira … Hugo Abensur Rosa Moyses Marisa Passarelli Rosilene M. Elias

Introdução

A dislipidemia é uma complicação metabólica comum em pacientes com doença renal crônica (DRC). Embora os mecanismos subjacentes não sejam totalmente compreendidos, acredita-se que o estresse oxidativo, a inflamação e a resistência à insulina contribuam para a aterosclerose acelerada.

A diálise peritoneal (DP) é uma terapia domiciliar para pacientes com DRC avançada. Nessa modalidade, a glicose é o principal agente osmótico na solução de diálise, levando a efeitos metabólicos sistêmicos., Pacientes submetidos à DP tendem a apresentar um perfil lipídico mais aterogênico do que aqueles que recebem tratamento conservador ou hemodiálise. Esse perfil aterogênico é gerado tanto pela perda de proteínas no solução de diálise quanto pelo uso de soluções de diálise com alto teor de glicose, que estimulam citocinas que promovem inflamação crônica.

[…]

  • Colesterol
  • Dislipidemia
  • Falência Renal Crônica
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10/08/2026 DOI: 10.36660/abc.20260013 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Editorial

Do Metabolismo do Colesterol à Lipidologia Abrangente e à Interação com a Inflamação: Expandindo as Fronteiras da Prevenção Cardiovascular

Eduardo Vilela et al. Nuno Bettencourt

Lipídios e doença cardiovascular (DCV)

O metabolismo lipídico envolve uma ampla variedade de vias complexas que desempenham papéis fundamentais tanto na fisiologia normal quanto na patologia. Os lipídios são essenciais para manter a integridade das membranas celulares, além de sustentarem o equilíbrio energético e a homeostase metabólica. Entre esses compostos, o colesterol tem recebido atenção especial devido à sua forte associação com a DCV.–

Embora o colesterol seja vital para diversas funções fisiológicas — como a formação da estrutura do sistema nervoso e a produção de hormônios esteroides — seu papel no desenvolvimento da DCV tem sido amplamente investigado., A DCV, especialmente a DCV aterosclerótica (DCVA), continua sendo um dos principais problemas de saúde pública no mundo. Os avanços no entendimento do metabolismo lipídico têm contribuído significativamente para moldar estratégias de prevenção ao longo das últimas décadas.,,

[…]

  • Colesterol
  • Fatores de Risco de Doenças Cardíacas
  • Inflamação
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26/09/2025 DOI: 10.36660/abc.20250386 Visualizações 2
ABC
Editorial

Além do Colesterol e dos Triglicerídeos na Clínica Lipídica: A Desafiadora Tarefa de Identificar a Deficiência de Lipase Ácida Lisossomal

Marjorie H. Mizuta et al. Raul D. Santos

A deficiência de lipase ácida lisossomal (LAL-D) é uma doença genética rara, autossômica recessiva. Variantes patogênicas bialélicas no gene LIPA resultam em uma deficiência da enzima lipase ácida lisossomal (LAL), crucial para a hidrólise de ésteres de colesterol (EC) pela via endocítica. Esse defeito enzimático, consequentemente, leva ao acúmulo lisossomal de EC e triglicerídeos. O fenótipo da LAL-D varia significativamente dependendo da variação genética específica. Especificamente, variantes alélicas nulas, caracterizadas pela ausência de função enzimática residual, manifestam-se como doença de Wolman, enquanto variantes com alguma atividade enzimática residual da LAL resultam em doença de acúmulo de ésteres de colesterol (CESD). Notavelmente, identificar indivíduos com LAL-D representa um desafio significativo, dada a heterogeneidade fenotípica da doença, que pode potencialmente se sobrepor a vários diagnósticos diferenciais.

A doença de Wolman geralmente se manifesta na infância. A apresentação clínica inclui vômitos, esteatorreia e distensão abdominal nos primeiros dias de vida. Hepatoesplenomegalia pode ocorrer devido ao depósito de lipídios no fígado e no baço, e a esteatose hepática pode levar à insuficiência hepática. O acúmulo de EC e triglicerídeos no trato gastrointestinal leva ao espessamento da parede intestinal, que por sua vez causa má absorção e subsequente desnutrição. A calcificação das glândulas suprarrenais é uma característica clássica da doença e pode levar à insuficiência cortical adrenal. Indivíduos com doença de Wolman raramente sobrevivem além do primeiro ano de vida, principalmente devido à desnutrição grave, insuficiência hepática e insuficiência cortical adrenal. Embora a terapia de reposição enzimática seja considerada, a expectativa de vida permanece limitada devido à gravidade da doença. O transplante de células-tronco hematopoiéticas representa outra opção terapêutica; no entanto, mais estudos são necessários devido aos achados conflitantes relatados na literatura.,

[…]

  • Colesterol
  • Doença de Wollman
  • Triglicerídeos
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25/08/2025 DOI: 10.36660/abc.20250359 Visualizações 1
Rastreamento em Cascata em Adolescentes com Alterações Lipídicas Sugestivas de Hipercolesterolemia Familiar: Dados do Estudo ERICA – Curitiba
ABC
Artigo Original

Rastreamento em Cascata em Adolescentes com Alterações Lipídicas Sugestivas de Hipercolesterolemia Familiar: Dados do Estudo ERICA – Curitiba

Vivian Freitas Rezende Bento et al. Tatiana Lorena da Luz Kaestner Amauri de Vargas Junior Renan Barbosa Lopes … Fernando Pinotti Scariot Leiza Loiane Hollas Marcia Olandoski Cristina Pellegrino Baena Katia Vergetti Bloch José Rocha Faria Neto

Resumo

Fundamento

A hipercolesterolemia familiar (HF) é uma causa genética comum de doença coronariana prematura, decorrente da exposição prolongada a altos níveis de colesterol LDL (LDL). Sua prevalência na forma heterozigótica varia de 1:200 a 1:500, e o diagnóstico precoce é fundamental para o tratamento e a redução do risco. O rastreamento em cascata é recomendado a partir da identificação de casos-índice.

Objetivos

Avaliar a prevalência de alterações lipídicas sugestivas de HF em estudantes de 12 a 17 anos participantes do estudo ERICA em Curitiba e estabelecer a prevalência de HF por critérios clínicos e laboratoriais nestes adolescentes e em seus familiares de primeiro grau submetidos ao rastreamento em cascata.

Métodos

A partir dos dados do estudo ERICA, foram identificados os adolescentes com níveis de LDL > 160 mg/dL ou colesterol não-HDL > 190 mg/dL, assim como seus familiares de primeiro grau. O diagnóstico clínico dos participantes do estudo foi baseado nos critérios do DUTCH MedPed. A significância estatística foi definida como P < 0,05.

Resultados

Foram identificados 11 adolescentes com alterações lipídicas sugestivas de HF dentre os 2.383 avaliados (1:216). Desses, 7 estudantes e 15 familiares de primeiro grau foram avaliados. Nenhum dos adolescentes teve o diagnóstico de possível HF confirmado pelo escore clínico. Entretanto, 3 familiares (20%) receberam o diagnóstico de possível/provável HF.

Conclusão

Embora a aplicação do escore clínico não tenha confirmado nenhum caso entre os adolescentes com alterações lipídicas sugestivas de HF, o que sugere uma limitação do método para diagnóstico nessa população, o rastreamento em cascata identificou possíveis casos nos familiares de primeiro grau.

  • Colesterol
  • Dislipidemias
  • Hipercolesterolemia familiar
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31/03/2025 DOI: 10.36660/abc.20240468 Visualizações 1
ABC
Editorial

Adesão, Conformidade e Persistência no Tratamento do Colesterol Alto

Tania L. R. Martinez

A falta de adesão aos medicamentos para redução do colesterol continua sendo uma questão crítica no gerenciamento do risco cardiovascular. Apesar dos avanços no tratamento, muitos pacientes não seguem seus regimes prescritos, levando a maiores riscos de ataque cardíaco, derrame e outros eventos cardiovasculares. Conforme descrito no estudo dos ABC Cardiol, os desafios de adesão na população brasileira ilustram um problema global. No entanto, existem várias estratégias promissoras para aumentar a adesão, incluindo o envolvimento ativo de farmacêuticos e a distribuição de medicamentos em volumes maiores por meio de sistemas de saúde públicos ou privados.

A adesão à medicação, ou o grau em que os pacientes seguem seus regimes prescritos, é fundamental para atingir resultados de saúde ideais em condições crônicas como colesterol alto. A adesão é a consistência com que os pacientes tomam seus medicamentos ao longo do tempo, enquanto a persistência se refere a quanto tempo eles continuam o tratamento sem interrupção. Medicamentos para baixar o colesterol, particularmente estatinas, são amplamente usados para reduzir o risco cardiovascular, mas a não adesão continua sendo uma barreira para sua eficácia total.

[…]

  • adesão
  • Colesterol
  • Conformidade
  • Persistência
  • Tratamento
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20/01/2025 DOI: 10.36660/abc.20240652
Colesterol Não Controlado em Indivíduos com Hipercolesterolemia Grave Acompanhados em um Programa de Avaliação da Saúde no Brasil
ABC
Artigo Original

Colesterol Não Controlado em Indivíduos com Hipercolesterolemia Grave Acompanhados em um Programa de Avaliação da Saúde no Brasil

Raul D. Santos et al. Nea Miwa Kashiwagi Fernando Yue Cesena Silvia Regina Lamas Assis … Josué Nieri Carlos Andre Minanni Marcelo Franken Otavio Berwanger

Resumo

Fundamento

Indivíduos com hipercolesterolemia grave (HG) são considerados sob alto risco de desenvolverem aterosclerose e devem ser intensivamente tratados com medicamentos hipolipemiantes, visando uma redução nos níveis de LDL-Colesterol ≥50% e uma meta <70 mg/dL.

Objetivos

Este estudo teve como objetivo avaliar o controle dos níveis de colesterol em indivíduos com HG (LDL-C ≥ 190 mg/dL ou 160-189 mg/dL usando medicamentos hipolipemiantes) acompanhados em um programa de avaliação da saúde.

Métodos

Foram avaliados 55 000 indivíduos, dos quais 2214 (4%) apresentavam HG, e 1016 (45,8%) foram submetidos a avaliações repetidas. O alcance das metas de LDL-C foi o desfecho primário do estudo. Um valor de p<0,05 foi considerado significativo.

Resultados

A idade média (±DP) foi 44,9±8,8 anos; 84,2% dos participantes eram do sexo masculino, e 0,5% relataram infarto do miocárdio prévio. A concentração média de LDL-C foi 203,0±22,0 mg/dL, e apesar de 62,5% dos pacientes terem referido dislipidemia, somente 19% estavam usando drogas hipolipemiantes (5,9% nos casos de LDL-C ≥ 190 mg/dL). Durante um seguimento de 4,1±2,8 anos, o uso de medicamentos hipolipemiantes aumentou de 18,1% para 48,4% (p<0,00001); de 5,9% para 45,4% naqueles com LDL-C ≥ 190 mg/dL (p< 0,00001), embora 31% dos casos com LDL-C 160-189 mg/dL terem interrompido o uso desses fármacos. No geral, observou-se uma redução média de 26,7% nos níveis de LDL-C (p 190 mg/dL e 160-189 mg/dL, respectivamente. Somente 3,1% atingiram concentrações de LDL-C < 70 mg/dL (2,7% naqueles com LDL-C ≥ 190 e 5,3% naqueles com 160-189 mg/dL).

Conclusões

Uma séria lacuna foi encontrada entre as recomendações de tratamento e a realidade em indivíduos com elevado risco aterosclerótico por HG.

  • Colesterol
  • Fatores de Risco de Doenças Cardíacas
  • Hipercolesterolemia
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22/11/2024 DOI: 10.36660/abc.20240116 Visualizações 1
ABC
Carta Científica

Servindo a Dois Mestres: Resolvendo o Dilema entre Metanálise de Dados Individuais e Metanálise de Dados Agregados de Estudos com Estatinas

Lucas Tramujas et al. Fernando Azevedo Medrado Júnior Alexandre Biasi Cavalcanti Carlos Eduardo Pompilio

Introdução

Níveis elevados de colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL-C) foram estabelecidos como um importante fator de risco para o desenvolvimento de aterosclerose. Como corolário desse raciocínio, surgiu uma abordagem centrada no LDL com base em estatinas e outros medicamentos capazes de reduzir o LDL-C e o risco cardiovascular.

A Cholesterol Treatment Trialists’ Collaboration (Colaboração de Investigadores Clínicos no Tratamento de Colesterol), uma metanálise de dados individuais do paciente, encontrou uma relação logarítmica entre o grau de redução de LDL-C e eventos cardiovasculares. De acordo com isso, diretrizes especializadas para prevenir doenças cardiovasculares recomendam o uso de estatinas para prevenção primária e secundária.

[…]

  • Colesterol
  • Doença Cardiovascular
  • Metanálise
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21/04/2023 DOI: 10.36660/abc.20220539
ABC
Ponto de Vista

Medicina Translacional e Ciência da Implementação: Como Transformar o que Sabemos no que Efetivamente Fazemos

Protásio Lemos da Luz et al. Francisco Rafael Martins Laurindo

Base da medicina preventiva: estilo de vida sadio

Quando se procura aplicar conhecimentos médicos à população geral, o conceito de estilo de vida sadio deve ser salientado, sobretudo quando se pretende enfatizar a medicina preventiva.

A maioria dos eventos cardiovasculares, tais como infarto do miocárdio e morte, estão associados a fatores de risco como dislipidemia, tabagismo, hipertensão e diabetes. Fatores genéticos representam a minoria. Outro exemplo é o estudo Whitehall, conduzido na Inglaterra, que mostrou que trabalhadores públicos que ocupavam posições hierárquicas inferiores no trabalho morriam três a quatro vezes mais que aqueles em posições superiores. A base da medicina preventiva depende de estilo de vida sadio, incluindo dieta predominante em vegetais, frutas e peixes, associada à baixa ingestão de carnes vermelhas e carboidratos. Exercícios aeróbicos e de força, no mínimo 150 minutos/semana são fortemente indicados, inclusive para proteção de funções cognitivas e prevenção de Alzheimer.

[…]

  • Aterosclerose
  • Colesterol
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Exercícios
  • Genoma Humano
  • Inibidores de Hidroximetilglutaril-CoA Redutases/uso terapêutico
  • Medicina Preventiva
  • Pesquisa Médica Translacional/tendências
  • Qualidade de Vida
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05/08/2022 DOI: 10.36660/abc.20211029
ABC
Editorial

Um Novo Preditor de Risco no Infarto Agudo do Miocárdio. Ainda tem Lugar para Mais Um?

Dalton Bertolim Précoma

A cardiologia é uma das especialidades que tradicionalmente utiliza a evidência científica na prática diária, tanto na estratificação de risco como no diagnóstico, na terapêutica e no prognóstico. Um dos temas mais discutidos neste sentido, é a aterosclerose e a inflamação, despertando um grande interesse pelo contínuo conhecimento adquirido ao longo dos últimos dois séculos. Vários autores se destacam neste contexto histórico, por exemplo, Rudolf Virchow no século 19 que descreveu a associação da aterosclerose com a inflamação; Marchand em 1904 que sugeriu a relação entre a aterosclerose e o processo de obstrução das artérias e em 1908, Ignatowski, que observou a relação entre o colesterol da dieta e a aterosclerose. Ao longo destes últimos 100 anos, uma série de artigos elucidaram a sequência fisiopatogênica que hoje conhecemos. O entendimento da formação e a evolução da placa aterosclerótica, através de complexos mecanismos moleculares e da imunidade inata e adaptativa, que culminam com o infarto agudo do miocárdio (IAM) estão bem estabelecidos.– Em 1974, Friedman GD et al., descreveram o papel da contagem dos leucócitos no prognóstico do IAM, e na sequência, outros estudos destacaram a importância destas células no processo de deterioração e recuperação do miocárdio infartado.– Nesta mesma linha de investigação, Coste MER et al., investigaram as citocinas em pacientes com infarto do miocárdio com supra de ST (IAMCSST) e a relação com a função ventricular. Observaram um balanço das citocinas pró-inflamatórias e anti-inflamatórias, exceto da IL-6, sugerindo um risco inflamatório residual.

Além destes aspectos relacionados com a placa aterosclerótica e a atividade inflamatória no IAM, outro processo relacionado com estas células chamadas imuno-inflamatórias, como as plaquetas, os leucócitos, os neutrófilos e os linfócitos, ganharam destaque inicialmente na área da oncologia, ao ser descritos como um marcador prognóstico confiável na progressão de vários tumores malignos, pelo chamado “índice de imuno-inflamação sistêmica” (IIIS). A revisão sistemática e metanálise de Zhong et al., ressalta a importância deste índice na predição de sobrevida, sendo que elevadas taxas foram associadas a um pior prognóstico em tumores sólidos. Além das neoplasias, outros fatores alteram a IIIS, tais como a idade, obesidade, diabete tipo 2, estresse emocional, esteroides exógenos, hormônios sexuais endógenos, distúrbios hematológicos, acidente vascular cerebral, embolia pulmonar e trauma.

[…]

  • Aterosclerose
  • Colesterol
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • Infarto do Miocárdio/complicações
  • Mediadores da Inflamação
  • Placa Aterosclerótica
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11/07/2022 DOI: 10.36660/abc.20220367
Figura 1
ABC
Artigo Original

Breaks no Tempo em Comportamento Sedentário e Marcadores Cardiometabólicos em Adolescentes

Natália Maria Mesquita de Lima Quirino et al. Alcides Prazeres Filho Arthur Oliveira Barbosa Gerfeson Mendonça José Cazuza de Farias Júnior

Resumo

Fundamento:

Interrupções no tempo despendido em comportamento sedentário (breaks) têm sido associadas a melhores níveis de indicadores cardiometabólicos na população adulta. No entanto, em adolescentes, os achados sobre essa associação ainda são conflitantes.

Objetivos:

Analisar a associação do número de breaks por dia em comportamento sedentário com marcadores cardiometabólicos e avaliar se ela é moderada pelo estado nutricional e o tempo excessivo em comportamento sedentário em adolescentes.

Métodos:

Estudo transversal com 537 adolescentes (52,3% do sexo feminino), de 10 a 14 anos de idade, de escolas públicas de João Pessoa (PB). O número diário de breaks em comportamento sedentário (>100 counts/minutos) foi mensurado por meio de acelerômetros (Actigraph GT3X+). Os marcadores cardiometabólicos analisados foram: pressão arterial sistólica e diastólica (mmHg), glicose de jejum, colesterol total, triglicerídeos, HDL-c, LDL-c (todos em mg/dL) e índice de massa corporal (IMC) (kg/m2). Utilizou-se a regressão linear para analisar a associação do número de breaks com marcadores cardiometabólicos e avaliar se ela é moderada pelo estado nutricional e o tempo excessivo em comportamento sedentário. O nível de significância de p<0,05 foi adotado para todas as análises.

Resultados:

O número de breaks por dia se associou negativamente ao IMC (ß = −0,069; IC95%: −0,102; −0,035), mas não aos demais marcadores cardiometabólicos, e essa associação não foi moderada pelo estado nutricional dos adolescentes (p=0,221) e nem pelo tempo excessivo em comportamento sedentário (p=0,176).

Conclusão:

A inclusão de breaks no tempo em comportamento sedentário parece contribuir para valores mais baixos do IMC em adolescentes.

  • Adiposidade
  • Adolescente
  • Colesterol
  • Comportamento Sedentário
  • Glicose
  • Marcadores Cardiometabólicos
  • Pressão Arterial
  • Sedentarismo
  • Triglicerides
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06/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20200047
ABC
Editorial

A Saúde Cardiometabólica dos Adolescentes é Afetada por Períodos Prolongados de Inatividade?

Andrea Wendt

A literatura atual sobre atividade física (AF) e comportamento sedentário (CS) destaca o efeito negativo de quantidades consideráveis de tempo gasto em atividades, tais como sentar, assistir TV, usar o computador e algumas atividades de trabalho e estudo, sobre a saúde cardiovascular. O CS pode ser definido como qualquer comportamento de vigília caracterizado por gasto energético ≤ 1,5 equivalentes metabólicos em uma postura sentada, reclinada ou deitada., Portanto, o CS não é a ausência ou um baixo nível de AF, ambos podem coexistir. Nesse sentido, uma revisão recente mostrou uma interação entre o CS e a AF, evidenciando que indivíduos com maior tempo de permanência em CS apresentam maior risco de mortalidade cardiovascular. No entanto, as estimativas têm sido menos consistentes em indivíduos com níveis mais elevados de AF.

A literatura cita uma série de possíveis mecanismos para os efeitos do CS, independente da AF, sobre desfechos metabólicos e cardiovasculares. Um desses mecanismos é a diminuição da atividade enzimática responsável pela produção de HDL e a captura de triglicerídeos na corrente sanguínea, devido à inatividade sustentada na postura sentada, reclinada ou deitada. Nesse sentido, têm sido estudadas estratégias para reduzir o tempo de permanência em CS ou para interromper a inatividade sustentada. Algumas dessas abordagens se concentram em permanecer em pé durante algum tempo ou realizar um curto período de movimento entre os períodos de tempo sentado (breaks). Uma metanálise com adultos encontrou um efeito positivo dos breaks no CS em relação ao controle da adiposidade e glicemia. Além disso, um estudo experimental mostrou que pausas de 1 a 2 minutos em atividades sedentárias de trabalho a cada meia hora resultaram em declínios pequenos à moderados no colesterol total, triglicerídeos e glicemia de jejum.

[…]

  • Adolescente
  • Atividade Física
  • Colesterol
  • Doenças Cardiovasculares/fisiopatologia
  • Doenças Metabólicas
  • Epidemiologia
  • índice de massa corpórea
  • Sedentarismo
  • Triglicerides
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06/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20210479
Figura 1
ABC
Artigo Original

Estimativas do Risco Cardiovascular em Dez Anos na População Brasileira: Um Estudo de Base Populacional

Deborah Carvalho Malta et al. Pedro Cisalpino Pinheiro Renato Azeredo Teixeira Isis Eloah Machado … Filipe Malta dos Santos Antônio Luiz Pinho Ribeiro

Resumo

Fundamento:

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morbimortalidade, altos custos com saúde e perdas econômicas importantes. O escore de Framingham tem sido amplamente utilizado para estratificar o risco dos indivíduos avaliados, identificando aqueles com risco maior para que sejam implementadas medidas de prevenção direcionadas para esse grupo.

Objetivos:

Estimar o risco cardiovascular em 10 anos da população brasileira adulta.

Métodos:

Estudo transversal, utilizando dados laboratoriais de uma subamostra da Pesquisa Nacional de Saúde. Para calcular o risco cardiovascular, utilizou-se o escore de Framingham, estratificado por sexo.

Resultados:

A maioria das mulheres (58,4%) apresentou baixo risco cardiovascular, 32,9%, risco médio e 8,7%, risco elevado. Entre homens, 36,5% apresentaram risco cardiovascular baixo, 41,9%, risco médio e 21,6%, risco elevado. O risco aumentou com a idade e foi elevado na população com baixa escolaridade. A proporção dos componentes do modelo de Framingham, por grupos de risco e sexo, mostra que, no risco elevado entre mulheres, os indicadores que mais contribuíram para o risco cardiovascular foram: a pressão arterial sistólica, colesterol total, HDL, diabetes e tabagismo. Entre homens, pressão arterial sistólica, colesterol total, HDL, tabagismo e diabetes.

Conclusões:

Trata-se do primeiro estudo nacional com dados laboratoriais a estimar o risco de doença cardiovascular em dez anos. Os escores de risco são úteis para subsidiar as práticas de prevenção dessas doenças, considerando o contexto clínico e epidemiológico.

  • Colesterol
  • Diabetes mellitus
  • Doenças Cardiovasculares
  • Epidemiologia
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
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23/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20190861
Figura 1
ABC
Artigo Original

Perfil de Prescrição de Estatinas e de Níveis Lipêmicos em Ambulatórios de Hospital Terciário Público

André Schmidt et al. Henrique Turin Moreira Gustavo Jardim Volpe Vamberto B. Foschini … Thiago Florentino Lascala Minna Moreira Dias Romano Marcus Vinícius Simões José Ernesto dos Santos Benedito Carlos Maciel José Antonio Marin Neto

Resumo

Fundamento:

O surgimento de nova classe de medicamentos com elevada capacidade de reduzir o LDL-colesterol (LDL-c) renovou o interesse na caracterização da hipercolesterolemia familiar (HF). Pouco se conhece do perfil lipídico de pacientes em atendimento terciário em nosso meio para caracterizar a real ocorrência de HF, que começa a ser suspeitada com níveis de LDL-c acima de 190mg/dL.

Objetivos:

O estudo avaliou o perfil lipídico (colesterol total [CT] e LDL-c) de pacientes de hospital público terciário.

Métodos:

Estudo retrospectivo de avaliação de prescrições de estatinas e resultados dos lipídios. O nível de significância foi estabelecido em 5%.

Resultados:

Em 1 ano, 9.594 indivíduos receberam prescrição ambulatorial de estatinas, 51,5% do gênero feminino, idade média de 63,7±12,9 anos (18 a 100 anos). Trinta e duas especialidades prescreveram estatinas, sendo a cardiologia responsável por 43%. Cerca de 15% das prescrições não tinham dosagem recente de CT, e 1.746 (18,0%) não apresentavam resultado recente de LDL-c. A ocorrência de LDL-c > 130mg/dL e < 190mg/dL ocorreu em 1.643 (17,1%) casos, e 228 (2,4%) apresentaram LDL-c ≥ 190mg/dL dentre os que utilizavam estatinas nas diversas doses. Apenas duas estatinas foram utilizadas: sinvastatina e atorvastatina, e a primeira foi prescrita em 77,6% das receitas.

Conclusão:

Nesta coorte transversal de hospital terciário, foi possível verificar que a prescrição de estatinas é disseminada, mas que a obtenção de metas adequadas de CT e LDL-c não é atingida em grande percentual, e que há, possivelmente, significativo contingente de portadores de HF que necessitariam ser investigados por suas implicações prognósticas.

  • Colesterol
  • Dislipidemias
  • Hipercolesterolemia Familiar/terapia
  • Hiperlipoproteinemia Tipo II
  • Hospital Público
  • Inibidoresde Hidroimetilglutaril CO Redutases
  • Perfil Lipídico
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16/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20190513
Figura 1
ABC
Carta Científica

Estatinas e COVID-19: Suspender ou não Suspender? Eis a Questão!

Filipe Ferrari et al. Raul D. Santos

Introdução

Em meio a tantas incertezas que permeiam a nova doença de coronavírus 2019 (COVID-19), as evidências relacionando a presença de dislipidemia à gravidade da doença e às consequentes implicações prognósticas ainda são escassas. Em maio de 2020, um estudo chinês retrospectivo investigou a associação entre as mudanças nos níveis de colesterol e o prognóstico em aproximadamente 600 pacientes com COVID-19, pareados por idade e sexo com controles saudáveis. Primeiramente, observou-se que os níveis de colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL-C) e colesterol total foram significativamente mais baixos em pacientes com COVID-19. Em segundo lugar, houve uma tendência para os níveis de LDL-C e de colesterol total diminuirem à medida que a gravidade da infecção aumentava (leve, grave e crítica, respectivamente). No mesmo estudo, os níveis de colesterol de lipoproteína de alta densidade (HDL-C) também diminuíram em casos graves. Foram observados dados parecidos por Fan et al.,onde os níveis de LDL-C foram inversamente associados à gravidade da COVID-19. Esses dados sugeriram uma possível relação entre níveis baixos de colesterol e piora da infecção por COVID-19. Além disso, estudos experimentais têm mostrado que as estatinas podem aumentar a abundância da enzima conversora de angiotensina 2 (ECA2), o que pode contribuir parcialmente para a entrada do vírus na célula e o aumento do risco de infectividade.

Com base nesses achados prévios, foi hipotetizado que o uso de terapias hipolipemiantes como as estatinas poderiam agravar a infecção por COVID-19. No entanto, sabe-se que os níveis de colesterol sérico podem cair em pacientes com infecções virais ou bacterianas ativas,, uma vez que o LDL e o HDL desempenham um papel no sistema imunológico. Por outro lado, a hiperlipidemia pode comprometer a resposta imunológica e agravar ainda mais o estado inflamatório dos pacientes com COVID-19, aumentando o risco cardiovascular.Desta maneira, surge a seguinte pergunta: as estatinas deveriam ou não ser suspensas em pacientes com COVID-19?

[…]

  • Betacoronavírus
  • Colesterol
  • Coronavírus
  • COVID-19
  • Dislipidemias
  • infecção
  • Inibidores de Hidroximetilglutaril-CoA Redutases
  • Lipoproteínas
  • Pandemia
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03/02/2021 DOI: 10.36660/abc.20200949 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Dissecção Coronária Espontânea em Paciente com Xantomatose Cerebrotendinosa

Maria Júlia Silveira Souto et al. Marcos Antônio Almeida-Santos Eduardo José Pereira Ferreira Luiz Flávio Galvão Gonçalves … Joselina Luzia Menezes Oliveira Antônio Carlos Sobral Sousa

Introdução

A Xantomatose Cerebrotendinosa (XCT) é uma doença autossômica recessiva caracterizada pela formação de lesões xantomatosas em muitos tecidos, em particular no cérebro e tendões. O distúrbio é consequência da redução da produção de ácidos biliares, predominantemente do ácido quenodesoxicólico (CDCA) e do aumento da formação de colestanol. Manifestações clínicas comuns incluem diarreia infantil e catarata bilateral de início juvenil, geralmente seguida por xantomas tendinosos e disfunção neurológica progressiva. O diagnóstico final é baseado em anormalidades bioquímicas, incluindo níveis plasmáticos elevados de colestanol e aumento dos níveis urinários de álcool biliar associados a uma concentração biliar diminuída de CDCA. O tratamento é baseado na suplementação oral de CDCA que, se iniciada precocemente, pode prevenir grandes problemas clínicos, uma vez que produz uma redução na síntese e nos níveis plasmáticos de colestanol.

O comprometimento cardiovascular em pacientes com XCT é principalmente associado à aterosclerose prematura. A análise lipídica no sangue de pacientes com XCT revelou níveis dramaticamente altos de 27-hidroxicolesterol e baixos níveis de lipoproteína de alta densidade-colesterol (HDL), que colocam esses pacientes em alto risco de doença cardiovascular.

[…]

  • Ácido Quenodesoxicólico/efeitos adversos
  • Adolescente
  • Colestanol
  • Colesterol
  • Criança
  • Diagnóstico por Imagem
  • Doença da Artéria Coronariana/cirurgia
  • Xantomatose Cerebrotendinosa
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14/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20190456 Visualizações 1
Figura 1
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Artigo Original

Quercetina Melhora o Perfil Lipídico e Apolipoproteico em Ratos Tratados com Glicocorticóides em Altas Doses

Hoda Derakhshanian et al. Mahmoud Djalali Abolghassem Djazayery Mohammad Hassan Javanbakht … Mahnaz Zarei Azita Hekmatdoost Ghazaleh Eslamian Seyyedeh Somayyeh Mirhashemi Ahmad Reza Dehpour

Resumo

Fundamento

Os glicocorticóides (GCs) são amplamente prescritos para o tratamento de numerosos distúrbios clínicos devido às suas propriedades anti-inflamatórias e imunomoduladoras, e um dos efeitos indesejáveis mais comuns desses medicamentos é a dislipidemia.

Objetivo

Avaliar o efeito da quercetina, um flavonoide derivado de plantas, no perfil lipídico de ratos tratados com glicocorticóides em altas doses.

Métodos

Um total de 32 ratos Sprague-Dawley foram distribuídos aleatoriamente entre quatro grupos (8 ratos por grupo) e tratados por 6 semanas com uma das seguintes opções : (i) solução salina normal; (ii) 40 mg/kg de succinato sódico de metilprednisolona (MP); (iii) MP + 50 mg/kg de quercetina; (iv) MP + 150 mg/kg de quercetina. O MP foi injetado por via subcutânea e a quercetina foi administrada por gavagem oral 3 dias por semana. No final do estudo, o perfil lipídico dos animais foi medido através de kits enzimáticos. Os dados foram analisados e a significância estatística foi estabelecida em p <0,05.

Resultados

Os níveis séricos médios de colesterol total (CT), triglicerídeos (TG) e LDL aumentaram drasticamente em animais tratados com GC em comparação com o grupo controle. Ambas as doses de quercetina (50 e 150 mg/kg) melhoraram o CT (43% e 45%), LDL (56% e 56%) e TG (46% e 55%, respectivamente). A razão Apo B/A1 diminuiu mais de 20% após a ingestão de Anti-Inflamatory Agents.

Conclusões

Esses dados sugerem que a ingestão de quercetina Quercetin; induzida por glicocorticóides. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(1):102-108)

  • Anti-Inflamatórios
  • Colesterol
  • Dislipidemias
  • Glicocorticoides
  • Queraracina
  • Ratos Sprague-Dawley
  • Triglicerides
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07/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20180397 Visualizações 1
Figura 1
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Artigo Original

Dieta Rica em Banha e Colesterol, mas não Dieta Rica em Banha, Leva a Distúrbios Metabólicos em um Modelo Modificado de Dislipidemia

Lidiane B. Muniz et al. Aline M. Alves-Santos Fabricio Camargo Danieli Brolo Martins … Mara Rubia N. Celes Maria Margareth V. Naves

Resumo

Fundamento:

Tendo em vista o aumento da prevalência global de doenças cardiovasculares e hepáticas, o conteúdo lipídico da dieta e sua relação com o acúmulo de gordura nos hepatócitos têm sido investigados como fatores-chave na prevenção dessas doenças.

Objetivo:

Avaliar os efeitos metabólicos de uma dieta rica em banha suplementada com colesterol ou não, em um modelo modificado de dislipidemia.

Métodos:

Foram divididos 24 ratos Wistar machos adultos em três grupos: dieta padrão (DP – 4% de lipídios), dieta rica em banha (DRB – 21% de banha) e dieta rica em banha e colesterol (DRB/RC – 20% de banha, 1% de colesterol e 0,1% de ácido cólico). Após seis semanas de tratamento, o sangue e o fígado foram coletados para análises bioquímicas (perfil lipídico sérico e enzimas hepáticas) e morfológicas. A análise estatística incluiu análise de variância unidirecional (ANOVA), seguida do teste de Tukey para comparações de médias. Uma probabilidade de 5% foi considerada estatisticamente significativa.

Resultados:

Animais alimentados com DRB/RC apresentaram um aumento nos níveis séricos de colesterol total, triacilglicerol, LDL-c, não-HDL-c, alanina aminotransferase (ALT) e aspartato aminotransferase (AST) em comparação com aqueles alimentados com DP. Além disso, os animais tratados com DRB/RC apresentaram um peso relativo do fígado maior, com esteatose hepática macrovesicular moderada e infiltrado inflamatório.

Conclusão:

Uma dieta rica em gordura com banha (20%) e colesterol (1%) desencadeou dislipidemia com danos graves ao fígado em ratos em um tempo experimental menor do que os modelos previamente relatados. A dieta rica em banha sem suplementação de colesterol levou ao ganho de peso corporal, mas não à dislipidemia.

  • Colesterol
  • Fígado Gorduroso
  • Gorduras da dieta
  • Inflamação
  • Metabolismo lipídico
  • Ratos
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29/08/2019 DOI: 10.5935/abc.20190149 Visualizações 1
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Editorial

Existe Alguma Preocupação Cardiovascular em Relação ao Uso de Inibidores da Aromatase no Câncer de Mama?

Tatiana F. G. Galvão

O câncer de mama é a neoplasia maligna mais frequente em mulheres no mundo todo e a segunda maior causa de mortalidade por câncer. Devido aos avanços na prevenção, detecção precoce e tratamento, a mortalidade por câncer de mama diminuiu em quase 40% nas últimas quatro décadas. No entanto, este cenário otimista foi contrabalançado por um risco crescente de doença cardiovascular (DCV) em sobreviventes de câncer de mama. De fato, a DCV é uma das principais causas de mortalidade em sobreviventes de câncer de mama.– Os mecanismos pelos quais esses pacientes apresentam risco cardiovascular aumentado são múltiplos, incluindo os efeitos do próprio câncer (inflamação, estresse oxidativo, estado pró-trombótico, disfunção autonômica, etc.) ou devido aos efeitos colaterais relacionados à quimioterapia e radioterapia (disfunção metabólica, cardiotoxicidade). Algumas dessas vias podem ter significância prognóstica: uma investigação anterior mostrou que a modulação autonômica em pacientes com câncer de mama é um preditor independente de risco cardiovascular.

Nesta edição dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, o estudo “Alterações na Modulação Autonômica Cardíaca em Mulheres com Câncer de Mama em Uso de Inibidores de Aromatase e sua Relação com Variáveis Bioquímicas” teve como objetivo explorar não o câncer de mama, mas as associações de um de seus tratamentos (isto é, inibidores da aromatase, IA) com marcadores de disfunção autonômica, bem como parâmetros metabólicos e inflamatórios em mulheres na pós-menopausa. A justificativa para analisar essa terapia específica foi baseada em uma meta-análise recente mostrando que o uso prolongado de IA teve um efeito marginal sobre a ocorrência de um evento de DCV (odds ratio: 1,18, IC 95% = 1,00-1,40) em comparação com placebo.

[…]

  • Colesterol
  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Glicemia
  • Inibidores de Aromatase
  • Neoplasias de mama
  • Terapia de Reposição de Estrogênio
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06/06/2019 DOI: 10.5935/abc.20190092 Visualizações 2
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Editorial

Adiposidade Abdominal e Espessura Médio-Intimal das Carótidas: Uma Associação

Mário Sérgio Soares de Azeredo Coutinho

A aterosclerose é a principal causa de morbimortalidade em adultos no Brasil e no mundo. Fatores de risco clássicos mostraram sua relação causal a partir de estudos experimentais randomizados como é o caso do colesterol e da hipertensão arterial. Outros fatores de risco, entre eles a adiposidade abdominal, mostram associações positivas com desfechos relacionados à aterosclerose.

O estudo observacional ELSA-Brasil iniciou a coleta de dados em 2008 com variáveis clínicas, epidemiológicas e laboratoriais de 15.105 funcionários públicos com idade de 35 a 74 anos. Vários artigos sobre estes dados já foram publicados e trouxeram informações relevantes sobre a relação entre fatores de risco e desfechos variados. Na presente publicação, Michaela Eickemberg et al., apresentam dados de um estudo transversal que explora diferentes medidas de adiposidade abdominal e sua associação com a medida da espessura médio-intimal das carótidas (EMI-C).

[…]

  • Colesterol
  • Doenças das Artérias Carótidas/mortalidade
  • Espessura Intima
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • Obesidade Abdominal
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01/03/2019 DOI: 10.5935/abc.20190023 Visualizações 1
Figura 1
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Artigo Original

Alterações na Modulação Autonômica Cardíaca em Mulheres com Câncer de Mama em Uso de Inibidores de Aromatase e sua Relação com Variáveis Bioquímicas

Luana Almeida Gonzaga et al. Thais Reis Silva de Paulo Juliana Viezel Laís Manata Vanzella … Ismael Forte Freitas Jr. Luiz Carlos Marques Vanderlei

Resumo

Fundamentos:

A modulação autonômica como um preditor de risco cardiovascular em mulheres com câncer de mama é importante.

Objetivos:

Avaliar a modulação autonômica em mulheres pós-menopausa em uso de inibidores de aromatase como tratamento de câncer de mama, e sua relação com algumas variáveis bioquímicas.

Métodos:

Foram avaliadas mulheres pós-menopausa sem câncer de mama (n = 33) e mulheres pós-menopausa com câncer de mama (n = 15). Para avaliação da modulação autonômica, a frequência cardíaca (FC) foi registrada batimento a batimento por 30 minutos, e as séries de intervalos RR obtidas foram usadas para o cálculo dos seguintes índices de variabilidade da frequência cardíaca: média de RR ms, SDNN (desvio padrão de todos os intervalos RR normais) ms, FC, RMSSD (raiz quadrada da média das diferenças ao quadrado entre os intervalos RR normais adjacentes) ms, contagem NN50 (número de pares de NNs sucessivos que se diferem em mais de 50 ms), pNN50% (proporção de NN50 dividida pelo número total de NNs), RRtri (RR triangular), TINN (interpolação triangular do intervalo NN) ms, DP1 ms, DP2 ms, LF (baixa frequência) ms2, HF (alta frequência) ms2, LH/HF ms2. Os valores das variáveis bioquímicas (glicemia de jejum, triglicerídeos, HDL-colesterol, e proteína C reativa) foram analisadas das amostras de sangue. O nível de significância adotado nas análises estatísticas foi de 5%.

Resultados:

As mulheres pós-menopausa com câncer de mama apresentaram menores índices de variabilidade da frequência cardíaca em comparação àquelas sem câncer de mama: média de RR (p = 0,03); SDNN (p = 0,03); RMSSD (p = 0,03); contagem NN50 (p = 0,03); pNN50% (p = 0,03); RRtri (p = 0,02), DP1 (p = 0,01), DP2 (p = 0,02); LF ms2 (p = 0,01); HF ms2 (p = -0,03). Observou-se uma correlação inversamente proporcional dos índices SDNN, DP2 e HF ms2 com triglicerídeos (SDNN p = 0,04, DP2 p = 0,04; HF ms2 0,04). Não houve correlação significativa entre os índices de variabilidade da frequência cardíaca e as demais variáveis.

Conclusão:

Mulheres com câncer de mama apresentam modulação autonômica diminuída e índices de variabilidade da FC inversamente correlacionados com valores de triglicerídeos.

  • Colesterol
  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Glicemia
  • Inibidores de Aromatases
  • Neoplasias da Mama
  • Terapia de Reposição de Estrogênios/efeitos adversos
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28/02/2019 DOI: 10.5935/abc.20190036 Visualizações 1
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Viewpoint

Flexibilização do Jejum para Determinação Laboratorial do Perfil Lipídico no Brasil: Ciência ou Conveniência?

Caio Maurício Mendes de Cordova et al. Caroline Galgowski

Uma declaração endossada por associações de especialidades médicas foi publicada em nosso país, recomendando a flexibilização do jejum antes do exame de sangue para a determinação laboratorial do perfil lipídico, incluindo Colesterol Total (CT), Lipoproteína de Alta Densidade-Colesterol (HDL-colesterol) e Triglicerídeos (TG), além do cálculo correspondente do Colesterol Não HDL (CT-HDL-colesterol). Considerou-se que os resultados de não jejum não diferiam clinicamente daqueles obtidos após jejum, e estudos prospectivos e metanálises têm demonstrado consistentemente que o não HDL-colesterol em um estado de não jejum seria pelo menos tão eficiente quanto a Lipoproteína de Baixa Densidade (LDL-colesterol) na predição da Doença Cardiovascular (DCV). Também foi recomendado que, quando TG > 4,52 mmol/L, a fórmula proposta por Martin et al., deve ser utilizada para a estimativa de LDL-colesterol.

A declaração foi baseada no consenso europeu sobre o assunto publicado por Nordestgaard et al. No entanto, a aplicação automática desta abordagem no Brasil merece considerações mais profundas, considerando o impacto que ela pode causar no atendimento ao paciente. Além disso, está longe de ser um consenso entre cientistas e profissionais de laboratórios clínicos no país, como ficou evidente durante o 44º Congresso Brasileiro de Análises Clínicas, realizado de 11 a 14 de junho de 2017, e o 51º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial, realizada de 26 a 29 de setembro de 2017.

[…]

  • Colesterol
  • Colesterol- HDL
  • Colesterol- LDL
  • Jejum
  • Lipídeos
  • Triglicerídeos
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01/11/2018 DOI: 10.5935/abc.20180174 Visualizações 1
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Counterpoint

Flexibilização do Jejum para Determinação Laboratorial do Perfil Lipídico no Brasil: Ciência ou Conveniência

Maria Cristina de Oliveira Izar

Diretrizes nacionais e internacionais para o tratamento de dislipidemias classicamente recomendam a avaliação dos perfis lipídicos após jejum de pelo menos 8 horas.– Os alvos lipídicos para avaliar o risco cardiovascular tradicionalmente dependem dos níveis plasmáticos de colesterol total (CT) e colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c), sendo este último calculado por meio da equação de Friedewald.

Algumas imprecisões causadas por concentrações baixas ou altas de triglicérides no cálculo do LDL-c podem afetar a avaliação do risco cardiovascular, a definição de um alvo terapêutico e a necessidade de intensificar o tratamento., Resultados precisos requerem níveis de triglicérides abaixo de 400 mg/dL, mas, acima de 100 mg/dL, o LDL-c calculado começa a ser subestimado, quando comparado às medidas de ultracentrifugação. Outra limitação ao uso da fórmula é que as amostras não devem conter lipoproteína de densidade intermediária (IDL), como no caso da hiperlipoproteinemia do tipo III. Quando uma destas condições não é satisfeita, a equação não pode ser utilizada, devido à imprecisão.–

[…]

  • Colesterol
  • Dislipidemias
  • HDL-Colesterol
  • Jejum
  • LDL-Colesterol
  • Lipídeos
  • Triglicerides
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01/11/2018 DOI: 10.5935/abc.20180192 Visualizações 1
Figura 1
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Artigo Original

Dislipidemia Secundária em Crianças Obesas – Há Evidências para Tratamento Farmacológico?

Graciane Radaelli et al. Grasiele Sausen Claudia Ciceri Cesa Vera Lucia Portal Lucia Campos Pellanda

Resumo

Fundamento:

A segurança em longo prazo, a eficácia e os critérios para o tratamento com estatinas em crianças são ainda pouco claros na prática clínica. Existem evidências muito limitadas para o uso de medicação em crianças com dislipidemia secundária à obesidade e que não respondem bem à modificação do estilo de vida.

Objetivo:

Revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados de uso de estatinas para o tratamento de crianças e adolescentes com dislipidemia secundária à obesidade.

Métodos:

Realizamos a busca nas bases de dados PubMed, EMBASE, Bireme, Web of Science, Cochrane Library, SciELO e LILACS para coleta de dados para avaliar o efeito das estatinas sobre: melhora dos marcadores de doença arterial coronariana (DAC) nos resultados clínicos na idade adulta, aumento dos níveis séricos de colesterol total (CT), lipoproteína de baixa densidade (LDL-C) e apolipoproteína B (APOB) e diminuição dos níveis de lipoproteína de alta densidade (HDL-C) desde o início até fevereiro de 2016. Crianças e adolescentes foram incluídos.

Resultados:

Das 16793 citações potencialmente relevantes recuperadas das bases de dados eletrônicas, nenhum ensaio clínico randomizado atendeu aos critérios de inclusão de crianças com dislipidemia secundária à obesidade.

Conclusões:

Não encontramos evidência específica para considerar as estatinas no tratamento da hipercolesterolemia secundária à obesidade em crianças. A prática usual de extrapolar achados de estudos em dislipidemia genética ignora as diferenças nos riscos cardiovasculares de longo prazo e os riscos de tratamento de drogas de longo prazo, quando comparada com a recomendação de mudanças de estilo de vida. Ensaios clínicos randomizados são necessários para compreender o tratamento medicamentoso na dislipidemia secundária à obesidade.

  • Adolescentes
  • Colesterol
  • Criança
  • Dislipidemias
  • Inibidores de Hidroximetilglutaril-CoA Redutases
  • Obesidade
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23/08/2018 DOI: 10.5935/abc.20180155 Visualizações 1
Figure 1
ABC
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Preditores de Recrutamento Familiar em um Programa de Rastreamento Genético em Cascata para Hipercolesterolemia Familiar

Pãmela Rodrigues de Souza Silva et al. Cinthia Elim Jannes Theo G. M. Oliveira Luz Marina Gómez Gómez … José E. Krieger Raul D. Santos Alexandre Costa Pereira

Resumo

Fundamento:

O rastreamento genético em cascata é o método mais economicamente viável para a identificação de indivíduos com hipercolesterolemia familiar, mas as melhores estratégias para o recrutamento de indivíduos em risco em um programa de rastreamento deste tipo não são inteiramente conhecidas.

Objetivo:

Identificar os melhores preditores de recrutamento familiar em rastreamento genético, usando características derivadas de probandos testados.

Métodos:

Foram inscritos 183 casos índices com resultado genético positivo, que tiveram familiares rastreados de janeiro de 2011 a julho de 2015. A variável de resposta foi o número de familiares para cada caso índice inscrito. Todas as variáveis do estudo foram baseadas em características clínicas e socioeconômicas derivadas dos casos índices. O tamanho do efeito das variáveis preditoras foi obtido de modelo linear geral utilizando função de associação de regressão binomial negativa. A significância foi considerada com p < 0,05.

Resultados:

A média de idade dos casos índices ao ingressar no programa foi de 50 anos; 78,1% dos indivíduos relataram conhecimento de familiares com dislipidemia. O nível médio de LDL-colesterol inicial foi de 316 ± 90 mg/dL. Origem de referência por meio do site do programa em cascata vs. cuidados terciários, LDL-colesterol do caso índice e história familiar de níveis elevados de LDL-colesterol foram preditores independentes associados a um maior número de familiares inscritos.

Conclusões:

Programas de rastreamento genético em cascata da hipercolesterolemia familiar podem prever o recrutamento da família com base nas características do caso índice. Esta informação pode ser útil para criar abordagens de rastreamento melhores e mais eficazes para indivíduos em risco.

  • Colesterol
  • Dislipidemias / genética
  • Hipercolesterolemia
  • Hiperlipoproteinemia Tipo II/genética
  • Programas de Rastreamento
  • Testes Genéticos
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23/08/2018 DOI: 10.5935/abc.20180156 Visualizações 1

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Araújo LKRP, Dias DB, Santana MFM, Pereira BJ, Abensur H, Moyses R, Passarelli M, et al. Estudo Prospectivo do Perfil Lipídico em Pacientes Incidentes em Diálise Peritoneal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(7):e20260013.

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Araújo, Luiza K. R. P.; Dias, Dayana B.; Santana, Monique F. M.; Pereira, Benedito J.; Abensur, Hugo; Moyses, Rosa; Passarelli, Marisa; Elias, Rosilene M.. Estudo Prospectivo do Perfil Lipídico em Pacientes Incidentes em Diálise Peritoneal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 7, e20260013, ago. 2026.

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Araújo, L. K. R. P., Dias, D. B., Santana, M. F. M., Pereira, B. J., Abensur, H., Moyses, R., Passarelli, M., & Elias, R. M. (2026). Estudo Prospectivo do Perfil Lipídico em Pacientes Incidentes em Diálise Peritoneal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(7), e20260013.

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Araújo, Luiza K. R. P. and Dias, Dayana B. and Santana, Monique F. M. and Pereira, Benedito J. and Abensur, Hugo and Moyses, Rosa and Passarelli, Marisa and Elias, Rosilene M.. Estudo Prospectivo do Perfil Lipídico em Pacientes Incidentes em Diálise Peritoneal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 7, [citado 2026-10-14], e20260013. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-prospectivo-do-perfil-lipidico-em-pacientes-incidentes-em-dialise-peritoneal/>. ISSN 0066-782X

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Vilela E, Bettencourt N. Do Metabolismo do Colesterol à Lipidologia Abrangente e à Interação com a Inflamação: Expandindo as Fronteiras da Prevenção Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(7):e20250386.

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Vilela, Eduardo; Bettencourt, Nuno. Do Metabolismo do Colesterol à Lipidologia Abrangente e à Interação com a Inflamação: Expandindo as Fronteiras da Prevenção Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 7, e20250386, set. 2025.

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Vilela, E., & Bettencourt, N. (2025). Do Metabolismo do Colesterol à Lipidologia Abrangente e à Interação com a Inflamação: Expandindo as Fronteiras da Prevenção Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(7), e20250386.

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Vilela, Eduardo and Bettencourt, Nuno. Do Metabolismo do Colesterol à Lipidologia Abrangente e à Interação com a Inflamação: Expandindo as Fronteiras da Prevenção Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 7, [citado 2026-10-14], e20250386. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/do-metabolismo-do-colesterol-a-lipidologia-abrangente-e-a-interacao-com-a-inflamacao-expandindo-as-fronteiras-da-prevencao-cardiovascular/>. ISSN 0066-782X

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Mizuta MH, Santos RD. Além do Colesterol e dos Triglicerídeos na Clínica Lipídica: A Desafiadora Tarefa de Identificar a Deficiência de Lipase Ácida Lisossomal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(7):e20250359.

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Mizuta, Marjorie H.; Santos, Raul D.. Além do Colesterol e dos Triglicerídeos na Clínica Lipídica: A Desafiadora Tarefa de Identificar a Deficiência de Lipase Ácida Lisossomal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 7, e20250359, ago. 2025.

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Mizuta, M. H., & Santos, R. D. (2025). Além do Colesterol e dos Triglicerídeos na Clínica Lipídica: A Desafiadora Tarefa de Identificar a Deficiência de Lipase Ácida Lisossomal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(7), e20250359.

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Mizuta, Marjorie H. and Santos, Raul D.. Além do Colesterol e dos Triglicerídeos na Clínica Lipídica: A Desafiadora Tarefa de Identificar a Deficiência de Lipase Ácida Lisossomal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 7, [citado 2026-10-14], e20250359. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/alem-do-colesterol-e-dos-triglicerideos-na-clinica-lipidica-a-desafiadora-tarefa-de-identificar-a-deficiencia-de-lipase-acida-lisossomal/>. ISSN 0066-782X

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Bento VFR, Kaestner TLL, Vargas Junior A, Lopes RB, Scariot FP, Hollas LL, Olandoski M, et al. Rastreamento em Cascata em Adolescentes com Alterações Lipídicas Sugestivas de Hipercolesterolemia Familiar: Dados do Estudo ERICA – Curitiba. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(3):e20240468.

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Bento, Vivian Freitas Rezende; Kaestner, Tatiana Lorena da Luz; Vargas Junior, Amauri de; Lopes, Renan Barbosa; Scariot, Fernando Pinotti; Hollas, Leiza Loiane; Olandoski, Marcia; Baena, Cristina Pellegrino; Bloch, Katia Vergetti; Faria Neto, José Rocha. Rastreamento em Cascata em Adolescentes com Alterações Lipídicas Sugestivas de Hipercolesterolemia Familiar: Dados do Estudo ERICA – Curitiba. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 3, e20240468, mar. 2025.

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Bento, V. F. R., Kaestner, T. L. L., Vargas Junior, A. , Lopes, R. B., Scariot, F. P., Hollas, L. L., Olandoski, M., Baena, C. P., Bloch, K. V., & Faria Neto, J. R. (2025). Rastreamento em Cascata em Adolescentes com Alterações Lipídicas Sugestivas de Hipercolesterolemia Familiar: Dados do Estudo ERICA – Curitiba. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(3), e20240468.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Bento, Vivian Freitas Rezende and Kaestner, Tatiana Lorena da Luz and Vargas Junior, Amauri de and Lopes, Renan Barbosa and Scariot, Fernando Pinotti and Hollas, Leiza Loiane and Olandoski, Marcia and Baena, Cristina Pellegrino and Bloch, Katia Vergetti and Faria Neto, José Rocha. Rastreamento em Cascata em Adolescentes com Alterações Lipídicas Sugestivas de Hipercolesterolemia Familiar: Dados do Estudo ERICA – Curitiba. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 3, [citado 2026-10-14], e20240468. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/rastreamento-em-cascata-em-adolescentes-com-alteracoes-lipidicas-sugestivas-de-hipercolesterolemia-familiar-dados-do-estudo-erica-curitiba/>. ISSN 0066-782X

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Martinez TLR. Adesão, Conformidade e Persistência no Tratamento do Colesterol Alto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;121(11):e20240652.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Martinez, Tania L. R.. Adesão, Conformidade e Persistência no Tratamento do Colesterol Alto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 11, e20240652, jan. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Martinez, T. L. R. (2025). Adesão, Conformidade e Persistência no Tratamento do Colesterol Alto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(11), e20240652.

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Martinez, Tania L. R.. Adesão, Conformidade e Persistência no Tratamento do Colesterol Alto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 121, n. 11, [citado 2026-10-14], e20240652. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/adesao-conformidade-e-persistencia-no-tratamento-do-colesterol-alto/>. ISSN 0066-782X

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Santos RD, Kashiwagi NM, Cesena FY, Assis SRL, Nieri J, Minanni CA, Franken M, et al. Colesterol Não Controlado em Indivíduos com Hipercolesterolemia Grave Acompanhados em um Programa de Avaliação da Saúde no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(11):e20240116.

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Santos, Raul D.; Kashiwagi, Nea Miwa; Cesena, Fernando Yue; Assis, Silvia Regina Lamas; Nieri, Josué; Minanni, Carlos Andre; Franken, Marcelo; Berwanger, Otavio. Colesterol Não Controlado em Indivíduos com Hipercolesterolemia Grave Acompanhados em um Programa de Avaliação da Saúde no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 11, e20240116, nov. 2024.

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Santos, R. D., Kashiwagi, N. M., Cesena, F. Y., Assis, S. R. L., Nieri, J., Minanni, C. A., Franken, M., & Berwanger, O. (2024). Colesterol Não Controlado em Indivíduos com Hipercolesterolemia Grave Acompanhados em um Programa de Avaliação da Saúde no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(11), e20240116.

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Santos, Raul D. and Kashiwagi, Nea Miwa and Cesena, Fernando Yue and Assis, Silvia Regina Lamas and Nieri, Josué and Minanni, Carlos Andre and Franken, Marcelo and Berwanger, Otavio. Colesterol Não Controlado em Indivíduos com Hipercolesterolemia Grave Acompanhados em um Programa de Avaliação da Saúde no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 11, [citado 2026-10-14], e20240116. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/colesterol-nao-controlado-em-individuos-com-hipercolesterolemia-grave-acompanhados-em-um-programa-de-avaliacao-da-saude-no-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Tramujas L, Medrado Júnior FA, Cavalcanti AB, Pompilio CE. Servindo a Dois Mestres: Resolvendo o Dilema entre Metanálise de Dados Individuais e Metanálise de Dados Agregados de Estudos com Estatinas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(4):e20220539.

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Tramujas, Lucas; Medrado Júnior, Fernando Azevedo; Cavalcanti, Alexandre Biasi; Pompilio, Carlos Eduardo. Servindo a Dois Mestres: Resolvendo o Dilema entre Metanálise de Dados Individuais e Metanálise de Dados Agregados de Estudos com Estatinas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 4, e20220539, abr. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Tramujas, L., Medrado Júnior, F. A., Cavalcanti, A. B., & Pompilio, C. E. (2023). Servindo a Dois Mestres: Resolvendo o Dilema entre Metanálise de Dados Individuais e Metanálise de Dados Agregados de Estudos com Estatinas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(4), e20220539.

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Tramujas, Lucas and Medrado Júnior, Fernando Azevedo and Cavalcanti, Alexandre Biasi and Pompilio, Carlos Eduardo. Servindo a Dois Mestres: Resolvendo o Dilema entre Metanálise de Dados Individuais e Metanálise de Dados Agregados de Estudos com Estatinas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 4, [citado 2026-10-14], e20220539. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/servindo-a-dois-mestres-resolvendo-o-dilema-entre-metanalise-de-dados-individuais-e-metanalise-de-dados-agregados-de-estudos-com-estatinas/>. ISSN 0066-782X

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Luz PL, Laurindo FRM. Medicina Translacional e Ciência da Implementação: Como Transformar o que Sabemos no que Efetivamente Fazemos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(2):342-5.

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Luz, Protásio Lemos da; Laurindo, Francisco Rafael Martins. Medicina Translacional e Ciência da Implementação: Como Transformar o que Sabemos no que Efetivamente Fazemos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 2, p. 342-345, ago. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Luz, P. L. , & Laurindo, F. R. M. (2022). Medicina Translacional e Ciência da Implementação: Como Transformar o que Sabemos no que Efetivamente Fazemos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(2), 342-345.

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Luz, Protásio Lemos da and Laurindo, Francisco Rafael Martins. Medicina Translacional e Ciência da Implementação: Como Transformar o que Sabemos no que Efetivamente Fazemos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 342-345. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/medicina-translacional-e-ciencia-da-implementacao-como-transformar-o-que-sabemos-no-que-efetivamente-fazemos/>. ISSN 0066-782X

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Précoma DB. Um Novo Preditor de Risco no Infarto Agudo do Miocárdio. Ainda tem Lugar para Mais Um?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(1):23-4.

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Précoma, Dalton Bertolim. Um Novo Preditor de Risco no Infarto Agudo do Miocárdio. Ainda tem Lugar para Mais Um?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 1, p. 23-24, jul. 2022.

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Précoma, D. B. (2022). Um Novo Preditor de Risco no Infarto Agudo do Miocárdio. Ainda tem Lugar para Mais Um?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(1), 23-24.

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Précoma, Dalton Bertolim. Um Novo Preditor de Risco no Infarto Agudo do Miocárdio. Ainda tem Lugar para Mais Um?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 23-24. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/um-novo-preditor-de-risco-no-infarto-agudo-do-miocardio-ainda-tem-lugar-para-mais-um/>. ISSN 0066-782X

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Quirino NMML, Prazeres Filho A, Barbosa AO, Mendonça G, Farias Júnior JC. Breaks no Tempo em Comportamento Sedentário e Marcadores Cardiometabólicos em Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(2):352-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Quirino, Natália Maria Mesquita de Lima; Prazeres Filho, Alcides; Barbosa, Arthur Oliveira; Mendonça, Gerfeson; Farias Júnior, José Cazuza de. Breaks no Tempo em Comportamento Sedentário e Marcadores Cardiometabólicos em Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 2, p. 352-362, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Quirino, N. M. M. L., Prazeres Filho, A., Barbosa, A. O., Mendonça, G., & Farias Júnior, J. C. (2021). Breaks no Tempo em Comportamento Sedentário e Marcadores Cardiometabólicos em Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 352-362.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Quirino, Natália Maria Mesquita de Lima and Prazeres Filho, Alcides and Barbosa, Arthur Oliveira and Mendonça, Gerfeson and Farias Júnior, José Cazuza de. Breaks no Tempo em Comportamento Sedentário e Marcadores Cardiometabólicos em Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 352-362. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/breaks-no-tempo-em-comportamento-sedentario-e-marcadores-cardiometabolicos-em-adolescentes/>. ISSN 0066-782X

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Wendt A. A Saúde Cardiometabólica dos Adolescentes é Afetada por Períodos Prolongados de Inatividade?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(2):363-4.

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Wendt, Andrea. A Saúde Cardiometabólica dos Adolescentes é Afetada por Períodos Prolongados de Inatividade?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 2, p. 363-364, set. 2021.

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Wendt, A. (2021). A Saúde Cardiometabólica dos Adolescentes é Afetada por Períodos Prolongados de Inatividade?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 363-364.

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Wendt, Andrea. A Saúde Cardiometabólica dos Adolescentes é Afetada por Períodos Prolongados de Inatividade?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 363-364. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-saude-cardiometabolica-dos-adolescentes-e-afetada-por-periodos-prolongados-de-inatividade/>. ISSN 0066-782X

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Malta DC, Pinheiro PC, Teixeira RA, Machado IE, Santos FM, Ribeiro ALP. Estimativas do Risco Cardiovascular em Dez Anos na População Brasileira: Um Estudo de Base Populacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(3):423-31.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Malta, Deborah Carvalho; Pinheiro, Pedro Cisalpino; Teixeira, Renato Azeredo; Machado, Isis Eloah; Santos, Filipe Malta dos; Ribeiro, Antônio Luiz Pinho. Estimativas do Risco Cardiovascular em Dez Anos na População Brasileira: Um Estudo de Base Populacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 3, p. 423-431, abr. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Malta, D. C., Pinheiro, P. C., Teixeira, R. A., Machado, I. E., Santos, F. M. , & Ribeiro, A. L. P. (2021). Estimativas do Risco Cardiovascular em Dez Anos na População Brasileira: Um Estudo de Base Populacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(3), 423-431.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Malta, Deborah Carvalho and Pinheiro, Pedro Cisalpino and Teixeira, Renato Azeredo and Machado, Isis Eloah and Santos, Filipe Malta dos and Ribeiro, Antônio Luiz Pinho. Estimativas do Risco Cardiovascular em Dez Anos na População Brasileira: Um Estudo de Base Populacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 423-431. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estimativas-do-risco-cardiovascular-em-dez-anos-na-populacao-brasileira-um-estudo-de-base-populacional/>. ISSN 0066-782X

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Schmidt A, Moreira HT, Volpe GJ, Foschini VB, Lascala TF, Romano MMD, Simões MV, et al. Perfil de Prescrição de Estatinas e de Níveis Lipêmicos em Ambulatórios de Hospital Terciário Público. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(4):736-41.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Schmidt, André; Moreira, Henrique Turin; Volpe, Gustavo Jardim; Foschini, Vamberto B.; Lascala, Thiago Florentino; Romano, Minna Moreira Dias; Simões, Marcus Vinícius; Santos, José Ernesto dos; Maciel, Benedito Carlos; Marin Neto, José Antonio. Perfil de Prescrição de Estatinas e de Níveis Lipêmicos em Ambulatórios de Hospital Terciário Público. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 4, p. 736-741, abr. 2021.

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Schmidt, A., Moreira, H. T., Volpe, G. J., Foschini, V. B., Lascala, T. F., Romano, M. M. D., Simões, M. V., Santos, J. E. , Maciel, B. C., & Marin Neto, J. A. (2021). Perfil de Prescrição de Estatinas e de Níveis Lipêmicos em Ambulatórios de Hospital Terciário Público. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(4), 736-741.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Schmidt, André and Moreira, Henrique Turin and Volpe, Gustavo Jardim and Foschini, Vamberto B. and Lascala, Thiago Florentino and Romano, Minna Moreira Dias and Simões, Marcus Vinícius and Santos, José Ernesto dos and Maciel, Benedito Carlos and Marin Neto, José Antonio. Perfil de Prescrição de Estatinas e de Níveis Lipêmicos em Ambulatórios de Hospital Terciário Público. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 736-741. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/perfil-de-prescricao-de-estatinas-e-de-niveis-lipemicos-em-ambulatorios-de-hospital-terciario-publico/>. ISSN 0066-782X

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Ferrari F, Santos RD. Estatinas e COVID-19: Suspender ou não Suspender? Eis a Questão!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(1):147-52.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ferrari, Filipe; Santos, Raul D.. Estatinas e COVID-19: Suspender ou não Suspender? Eis a Questão!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 1, p. 147-152, fev. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ferrari, F., & Santos, R. D. (2021). Estatinas e COVID-19: Suspender ou não Suspender? Eis a Questão!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(1), 147-152.

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Ferrari, Filipe and Santos, Raul D.. Estatinas e COVID-19: Suspender ou não Suspender? Eis a Questão!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 147-152. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estatinas-e-covid-19-suspender-ou-nao-suspender-eis-a-questao/>. ISSN 0066-782X

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Souto MJS, Almeida-Santos MA, Ferreira EJP, Gonçalves LFG, Oliveira JLM, Sousa ACS. Dissecção Coronária Espontânea em Paciente com Xantomatose Cerebrotendinosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(1 suppl 1):18-21.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Souto, Maria Júlia Silveira; Almeida-Santos, Marcos Antônio; Ferreira, Eduardo José Pereira; Gonçalves, Luiz Flávio Galvão; Oliveira, Joselina Luzia Menezes; Sousa, Antônio Carlos Sobral. Dissecção Coronária Espontânea em Paciente com Xantomatose Cerebrotendinosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 1 suppl 1, p. 18-21, set. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Souto, M. J. S., Almeida-Santos, M. A., Ferreira, E. J. P., Gonçalves, L. F. G., Oliveira, J. L. M., & Sousa, A. C. S. (2020). Dissecção Coronária Espontânea em Paciente com Xantomatose Cerebrotendinosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(1 suppl 1), 18-21.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Souto, Maria Júlia Silveira and Almeida-Santos, Marcos Antônio and Ferreira, Eduardo José Pereira and Gonçalves, Luiz Flávio Galvão and Oliveira, Joselina Luzia Menezes and Sousa, Antônio Carlos Sobral. Dissecção Coronária Espontânea em Paciente com Xantomatose Cerebrotendinosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 1 suppl 1, [citado 2026-10-14], pp. 18-21. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/disseccao-coronaria-espontanea-em-paciente-com-xantomatose-cerebrotendinosa/>. ISSN 0066-782X

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Derakhshanian H, Djalali M, Djazayery A, Javanbakht MH, Zarei M, Hekmatdoost A, Eslamian G, et al. Quercetina Melhora o Perfil Lipídico e Apolipoproteico em Ratos Tratados com Glicocorticóides em Altas Doses. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(1):102-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Derakhshanian, Hoda; Djalali, Mahmoud; Djazayery, Abolghassem; Javanbakht, Mohammad Hassan; Zarei, Mahnaz; Hekmatdoost, Azita; Eslamian, Ghazaleh; Mirhashemi, Seyyedeh Somayyeh; Dehpour, Ahmad Reza. Quercetina Melhora o Perfil Lipídico e Apolipoproteico em Ratos Tratados com Glicocorticóides em Altas Doses. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 1, p. 102-108, ago. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Derakhshanian, H., Djalali, M., Djazayery, A., Javanbakht, M. H., Zarei, M., Hekmatdoost, A., Eslamian, G., Mirhashemi, S. S., & Dehpour, A. R. (2020). Quercetina Melhora o Perfil Lipídico e Apolipoproteico em Ratos Tratados com Glicocorticóides em Altas Doses. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(1), 102-108.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Derakhshanian, Hoda and Djalali, Mahmoud and Djazayery, Abolghassem and Javanbakht, Mohammad Hassan and Zarei, Mahnaz and Hekmatdoost, Azita and Eslamian, Ghazaleh and Mirhashemi, Seyyedeh Somayyeh and Dehpour, Ahmad Reza. Quercetina Melhora o Perfil Lipídico e Apolipoproteico em Ratos Tratados com Glicocorticóides em Altas Doses. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 102-108. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/quercetina-melhora-o-perfil-lipidico-e-apolipoproteico-em-ratos-tratados-com-glicocorticoides-em-altas-doses/>. ISSN 0066-782X

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Muniz LB, Alves-Santos AM, Camargo F, Martins DB, Celes MRN, Naves MMV. Dieta Rica em Banha e Colesterol, mas não Dieta Rica em Banha, Leva a Distúrbios Metabólicos em um Modelo Modificado de Dislipidemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(5):896-902.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Muniz, Lidiane B.; Alves-Santos, Aline M.; Camargo, Fabricio; Martins, Danieli Brolo; Celes, Mara Rubia N.; Naves, Maria Margareth V.. Dieta Rica em Banha e Colesterol, mas não Dieta Rica em Banha, Leva a Distúrbios Metabólicos em um Modelo Modificado de Dislipidemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 5, p. 896-902, ago. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Muniz, L. B., Alves-Santos, A. M., Camargo, F., Martins, D. B., Celes, M. R. N., & Naves, M. M. V. (2019). Dieta Rica em Banha e Colesterol, mas não Dieta Rica em Banha, Leva a Distúrbios Metabólicos em um Modelo Modificado de Dislipidemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(5), 896-902.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Muniz, Lidiane B. and Alves-Santos, Aline M. and Camargo, Fabricio and Martins, Danieli Brolo and Celes, Mara Rubia N. and Naves, Maria Margareth V.. Dieta Rica em Banha e Colesterol, mas não Dieta Rica em Banha, Leva a Distúrbios Metabólicos em um Modelo Modificado de Dislipidemia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 896-902. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/dieta-rica-em-banha-e-colesterol-mas-nao-dieta-rica-em-banha-leva-a-disturbios-metabolicos-em-um-modelo-modificado-de-dislipidemia/>. ISSN 0066-782X

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Galvão TFG. Existe Alguma Preocupação Cardiovascular em Relação ao Uso de Inibidores da Aromatase no Câncer de Mama?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(5):489-90.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Galvão, Tatiana F. G.. Existe Alguma Preocupação Cardiovascular em Relação ao Uso de Inibidores da Aromatase no Câncer de Mama?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 5, p. 489-490, jun. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Galvão, T. F. G. (2019). Existe Alguma Preocupação Cardiovascular em Relação ao Uso de Inibidores da Aromatase no Câncer de Mama?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(5), 489-490.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Galvão, Tatiana F. G.. Existe Alguma Preocupação Cardiovascular em Relação ao Uso de Inibidores da Aromatase no Câncer de Mama?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 489-490. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/existe-alguma-preocupacao-cardiovascular-em-relacao-ao-uso-de-inibidores-da-aromatase-no-cancer-de-mama/>. ISSN 0066-782X

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Coutinho MSSA. Adiposidade Abdominal e Espessura Médio-Intimal das Carótidas: Uma Associação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(3):228-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Coutinho, Mário Sérgio Soares de Azeredo. Adiposidade Abdominal e Espessura Médio-Intimal das Carótidas: Uma Associação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 3, p. 228-229, fev. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Coutinho, M. S. S. A. (2019). Adiposidade Abdominal e Espessura Médio-Intimal das Carótidas: Uma Associação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(3), 228-229.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Coutinho, Mário Sérgio Soares de Azeredo. Adiposidade Abdominal e Espessura Médio-Intimal das Carótidas: Uma Associação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 228-229. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/adiposidade-abdominal-e-espessura-medio-intimal-das-carotidas-uma-associacao/>. ISSN 0066-782X

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Gonzaga LA, Paulo TRS, Viezel J, Vanzella LM, Freitas Jr. IF, Vanderlei LCM. Alterações na Modulação Autonômica Cardíaca em Mulheres com Câncer de Mama em Uso de Inibidores de Aromatase e sua Relação com Variáveis Bioquímicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(5):555-63.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gonzaga, Luana Almeida; Paulo, Thais Reis Silva de; Viezel, Juliana; Vanzella, Laís Manata; Freitas Jr., Ismael Forte; Vanderlei, Luiz Carlos Marques. Alterações na Modulação Autonômica Cardíaca em Mulheres com Câncer de Mama em Uso de Inibidores de Aromatase e sua Relação com Variáveis Bioquímicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 5, p. 555-563, fev. 2019.

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Gonzaga, L. A., Paulo, T. R. S. , Viezel, J., Vanzella, L. M., Freitas Jr., I. F., & Vanderlei, L. C. M. (2019). Alterações na Modulação Autonômica Cardíaca em Mulheres com Câncer de Mama em Uso de Inibidores de Aromatase e sua Relação com Variáveis Bioquímicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(5), 555-563.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gonzaga, Luana Almeida and Paulo, Thais Reis Silva de and Viezel, Juliana and Vanzella, Laís Manata and Freitas Jr., Ismael Forte and Vanderlei, Luiz Carlos Marques. Alterações na Modulação Autonômica Cardíaca em Mulheres com Câncer de Mama em Uso de Inibidores de Aromatase e sua Relação com Variáveis Bioquímicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 555-563. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/alteracoes-na-modulacao-autonomica-cardiaca-em-mulheres-com-cancer-de-mama-em-uso-de-inibidores-de-aromatase-e-sua-relacao-com-variaveis-bioquimicas/>. ISSN 0066-782X

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Cordova CMM, Galgowski C. Flexibilização do Jejum para Determinação Laboratorial do Perfil Lipídico no Brasil: Ciência ou Conveniência?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(5):747-9.

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Cordova, Caio Maurício Mendes de; Galgowski, Caroline. Flexibilização do Jejum para Determinação Laboratorial do Perfil Lipídico no Brasil: Ciência ou Conveniência?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 5, p. 747-749, out. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cordova, C. M. M. , & Galgowski, C. (2018). Flexibilização do Jejum para Determinação Laboratorial do Perfil Lipídico no Brasil: Ciência ou Conveniência?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(5), 747-749.

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Silva, P. R. S., Jannes, C. E., Oliveira, T. G. M., Gómez, L. M., Krieger, J. E., Santos, R. D., & Pereira, A. C. (2018). Preditores de Recrutamento Familiar em um Programa de Rastreamento Genético em Cascata para Hipercolesterolemia Familiar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(4), 578-584.

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Silva, Pãmela Rodrigues de Souza and Jannes, Cinthia Elim and Oliveira, Theo G. M. and Gómez, Luz Marina and Krieger, José E. and Santos, Raul D. and Pereira, Alexandre Costa. Preditores de Recrutamento Familiar em um Programa de Rastreamento Genético em Cascata para Hipercolesterolemia Familiar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 578-584. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/preditores-de-recrutamento-familiar-em-um-programa-de-rastreamento-genetico-em-cascata-para-hipercolesterolemia-familiar-2/>. ISSN 0066-782X

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