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ABC
Editorial

Saúde Cardiovascular Feminina: Um Desafio Atual

Paolo Blanco Villela et al. Larissa Franco de Andrade

A crescente atenção dedicada à saúde cardiovascular da mulher reflete uma mudança de paradigma necessária na medicina contemporânea. Essa transformação fundamenta-se na evidência de que as doenças cardiovasculares (DCV) constituem a principal causa de morte entre as mulheres, sendo responsáveis por aproximadamente 35% do total de óbitos femininos globais, superando a mortalidade por todas as neoplasias combinadas.

Apesar da expansão das campanhas de conscientização e dos avanços no conhecimento científico sobre o tema, observa-se uma preocupante estagnação na redução da carga global dessas doenças na última década. As mulheres ainda enfrentam menor reconhecimento do seu risco cardiovascular, atraso no diagnóstico e menor acesso a terapias baseadas em evidências., Na América Latina e no Caribe (ALC), esse cenário é ainda mais desafiador, pois a presença de desigualdades sociais e estruturais, impõe barreiras adicionais ao diagnóstico e ao tratamento adequado das DCV.,

[…]

  • América Latina
  • Epidemiologia
  • Mortalidade
  • Região do Caribe
  • Saúde da Mulher
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21/09/2026 DOI: 10.36660/abc.20260532 Views 1
ABC
Editorial

Indivíduos Doentes e Populações Doentes

Érique José Farias Peixoto de Miranda

O artigo de Lederman et al. discute uma investigação epidemiológica de mortalidade por doenças dos sistemas circulatório, respiratório e endócrino, além de neoplasias, na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), analisada por geoprocessamento.

É meritório notar o fato de o estudo ter combinado uma base de mais de 1,3 milhão de registros hospitalares provenientes de um hospital terciário com registros de mortalidade estaduais por meio de linkage determinístico. Em outras palavras, variáveis idênticas do mesmo paciente presentes nas diferentes bases de dados foram usadas para combiná-las, o que permite acompanhar desfechos em longo prazo de pacientes frequentemente perdidos após a alta hospitalar.

[…]

  • Doença Crônica
  • Epidemiologia
  • Mortalidade
  • sistemas de informação geográfica
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03/08/2026 DOI: 10.36660/abc.20260436
Análise Têmporo-Espacial da Mortalidade por Cardiomiopatias no Brasil entre 2001 e 2021
ABC
Artigo Original

Análise Têmporo-Espacial da Mortalidade por Cardiomiopatias no Brasil entre 2001 e 2021

Luiz Fernando Kubrusly et al. Ana Clara Abdo Lopes Fernanda Ritt de Souza Gustavo Ferrucio Dieter … Laura Nadolny Leonardo Moreira Dias Letícia Moreira Dias Luis Gustavo Machado Farias Roberto Oliveira Basso Vitória Naomi Okimura

Resumo

Fundamento

O Brasil apresenta variações regionais na mortalidade por cardiomiopatias, influenciada por características demográficas, desigualdades socioeconômicas e diferenças no acesso aos serviços de saúde. Entre 2001 e 2021, foram registrados 272.448 óbitos pela doença no país.

Objetivo

Analisar, em nível nacional, o perfil epidemiológico e a distribuição têmporo-espacial da mortalidade por cardiomiopatias no Brasil, no período de 2001 a 2021.

Métodos

Estudo epidemiológico baseado em dados secundários do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM/DATASUS) e estimativas populacionais do IBGE. Calcularam-se taxas brutas de mortalidade por município. A análise temporal foi realizada pelo Joinpoint, estimando-se a variação percentual anual (APC). A análise espacial utilizou o GeoDa, com suavização bayesiana e avaliação da autocorrelação espacial pelos índices de Moran Global e LISA. A significância estatística foi estabelecida em p < 0,05.

Resultados

Ocorreram 272.448 óbitos por cardiomiopatias, predominando em homens (58,65%), indivíduos com 80 anos ou mais (25,74%), brancos (52,18%), casados (36,77%) e com 1 a 3 anos de estudo completos (21,91%). A mortalidade média foi de 6,66 por 100 mil habitantes, atingindo 7,64 por 100 mil em 2004 e caindo para 4,15 por 100 mil em 2020. Observou-se redução anual significativa de 1,86% (p<0,05). A análise espacial revelou aglomerados de alta mortalidade principalmente no Centro-Oeste, Sul e Sudeste, com destaque para Corumbá de Goiás (49,34/100 mil).

Conclusão

Houve redução significativa da mortalidade por cardiomiopatias, embora persistam áreas críticas que exigem estratégias direcionadas para vigilância, diagnóstico precoce e manejo adequado.

  • Análise Espaço-Temporal
  • Cardiomiopatias
  • Epidemiologia
  • Mortalidade
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27/07/2026 DOI: 10.36660/abc.20260064
Epidemiologia e Mortalidade da Doença Valvar Cardíaca em Adultos Brasileiros: Achados da Coorte ELSA-Brasil
ABC
Artigo Original

Epidemiologia e Mortalidade da Doença Valvar Cardíaca em Adultos Brasileiros: Achados da Coorte ELSA-Brasil

Guilia Bevilacqua Schmitz et al. Eduardo Gatti Pianca Maria Do Carmo Pereira Nunes Bruce Bartholow Duncan … Murilo Foppa Angela Barreto Santiago Santos

Resumo

Fundamento

A maior parte das evidências atuais sobre doença valvar cardíaca (DVC) vem de países de alta renda. O acesso ao tratamento e o impacto da DVC na qualidade de vida podem variar substancialmente entre países, principalmente devido a diferenças socioeconômicas.

Objetivo

Este estudo teve como objetivo estimar a carga de DVC e sua associação com mortalidade em um país de renda média.

Métodos

Incluímos participantes da coorte ELSA-Brasil que realizaram ecocardiograma transtorácico na linha de base (3.267 participantes; 1.539 homens; idade média de 60,6 ± 8,8 anos) em seis estados brasileiros. Os participantes foram categorizados em três grupos – sem DVC, DVC mínima/leve e DVC moderada/grave – e suas características e fatores associados foram analisados. Valores de p < 0,05 foram considerados estatisticamente significativos.

Resultados

Entre todos os participantes, 2,4% apresentavam DVC moderada/grave (incluindo sete participantes com prótese valvar) e 43,6% apresentavam DVC mínima/leve. A DVC moderada/grave mais prevalente foi a regurgitação mitral, seguida pelas regurgitações aórtica e tricúspide, com 56 participantes (86%) apresentando regurgitação valvar isolada. A DVC moderada/grave foi mais comum em indivíduos mais velhos e esteve associada a maior prevalência da maioria das comorbidades cardiovasculares, porém a menores taxas de obesidade. Também se associou a maior remodelamento cardíaco e pior função sistólica, com variações fenotípicas conforme a valva acometida. A DVC moderada/grave esteve associada a maior mortalidade em 10 anos (HR: 3,7; IC 95% [2,17–6,31]), independentemente de idade, sexo e hipertensão.

Conclusão

A DVC é comum entre adultos em uma coorte comunitária de um país de renda média e aumenta com a idade. Participantes com DVC moderada/grave apresentaram maior carga de comorbidades, remodelamento cardíaco mais acentuado, pior função sistólica e redução substancial da sobrevida em longo prazo.

  • Adulto
  • Doenças das Valvas Cardíacas
  • Epidemiologia
  • Mortalidade
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24/07/2026 DOI: 10.36660/abc.20260060
ABC
Editorial

Prevalência da Cardiomiopatia Hipertrófica no Brasil: Qual é a nossa Realidade?

Silvia Moreira Ayub-Ferreira

A cardiomiopatia hipertrófica (CMH) é uma doença cardíaca hereditária cuja prevalência é subestimada em diversas regiões do mundo. No Brasil, esse desafio também é significativo, especialmente diante da heterogeneidade da população. Nesta edição, destacamos um estudo pioneiro que investigou a ocorrência do fenótipo ecocardiográfico da CMH na coorte ELSA-Brasil.

Para quem não conhece, o Estudo Longitudinal Brasileiro de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil) é um amplo estudo de coorte multicêntrico, concebido para investigar os fatores de risco para obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares em servidores públicos brasileiros de grandes centros urbanos, com idades entre 35 e 74 anos.

[…]

  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • Ecocardiograma
  • Epidemiologia
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30/03/2026 DOI: 10.36660/abc.20260100
ABC
Editorial

O Estudo ELSA-Brasil e a Atividade Física na Proteção Contra o Desenvolvimento de Diabetes Tipo 2

Rodrigo Delevatti et al. Larissa dos Santos Leonel Leandro Franzoni

O diabetes mellitus tipo 2 (DMT2) é uma doença de alta prevalência, considerada um grande problema de saúde pública, que implica em custos pessoais, bem como representa um expressivo fardo financeiro aos serviços de saúde., Em sua abordagem preventiva e terapêutica, o papel protetor da educação física tem sido estabelecido, porém a otimização dos seus benefícios, sobretudo analisando a relação de características inerentes à prática de atividade física com o desenvolvimento do DMT2 é algo ainda em aberto.

Nesse cenário, o artigo “Associação Dose-Resposta entre Trajetórias de Intensidade da Atividade Física no Lazer e Diabetes entre Homens e Mulheres no ELSA-Brasil” colabora significativamente, acompanhando uma amostra expressiva de indivíduos, de diferentes locais no Brasil, testando a associação entre diferentes doses de atividade física no tempo de lazer e as condições de pré-diabetes e DMT2 em adultos e idosos. Como exposição, os diferentes perfis de prática de atividade, considerados aqui como doses (produto da frequência, duração e intensidade), sendo classificados em fraco, moderado e forte, termos que fazem alusão à intensidade de esforço.

[…]

  • Diabetes mellitus
  • Epidemiologia
  • Exercício Físico
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29/09/2025 DOI: 10.36660/abc.20250464
Índice de Vulnerabilidade Social e Mortalidade por Doenças Isquêmicas do Coração e Doenças Cerebrovasculares no Brasil de 2000 a 2021
ABC
Artigo Original

Índice de Vulnerabilidade Social e Mortalidade por Doenças Isquêmicas do Coração e Doenças Cerebrovasculares no Brasil de 2000 a 2021

José Lucas Bichara et al. Luiz Antônio Bastos Eric Delgado dos Santos Mafra Lino Paolo Blanco Villela Gláucia Maria Moraes de Oliveira

Resumo

Fundamento

Estudos prévios observaram correlação entre as taxas de mortalidade por doenças isquêmicas do coração (DIC), doenças cerebrovasculares (DCBV) e o Índice de Vulnerabilidade Social (IVS). Porém, persistem dúvidas sobre a associação do IVS total e dimensões com a mortalidade estratificada por sexo, etnia e aglomerados populacionais.

Objetivo

Analisar a evolução do IVS total e dimensões, e correlacionar com as taxas de mortalidade por DIC e DCBV no Brasil e Unidades da Federação (UF), de 2000 a 2021.

Métodos

Estudo ecológico de séries temporais das taxas de mortalidade padronizada (método direto com a população brasileira de 2000) por DIC e DCBV por idade, sexo e UF entre 2000 e 2021 correlacionadas com o IVS e suas dimensões. Os dados das causas básicas de morte foram obtidos do Sistema de Informação de Mortalidade e os do IVS provieram do Atlas da Vulnerabilidade Social. Calculou-se correlação de Spearman (significativo se p<0,05) para cada estrato analisado.

Resultados

O IVS, a dimensão capital humano (IVS-CH) e a dimensão renda e trabalho (IVS-RT) em 2010 apresentaram correlação forte com as variações das taxas de mortalidade por DCBV e DIC (IVS x DCBV: Rho(p)=0,85; IVS x DIC: Rho(p)=0,75; IVS-CH x DCVB: Rho(p)=0,84; IVS-CH x DIC: Rho(p)=0,84; IVS-RT x DCBV: Rho(p)=0,81; IVS-RT x DIC: Rho(p)=0,71. A dimensão infraestrutura urbana IVS-IU apresentou correlação fraca para DCBV e DIC, respectivamente (IVS-IU x DCBV: Rho(p)=0,33; IVS-IU x DIC: Rho(p)=0,25).

Conclusão

O IVS-CH e IVS-RT apresentaram maior grau de correlação com as variações das taxas de mortalidade por DIC e DCBV.

  • Doenças Cardiovasculares
  • Epidemiologia
  • Isquemia Miocárdica
  • Transtornos Cerebrovasculares
  • Vulnerabilidade Social
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19/09/2025 DOI: 10.36660/abc.20240428
Tendências Temporais na Epidemiologia da Febre Reumática Aguda: Uma Análise Nacional de 2008 a 2022
ABC
Artigo Original

Tendências Temporais na Epidemiologia da Febre Reumática Aguda: Uma Análise Nacional de 2008 a 2022

Antonio Mutarelli et al. Larissa Armelin Alexandre Negrão Pantaleão Alleh Nogueira … Carla Jorge Machado José Luiz P Silva Jagdip Kang Walderez O. Dutra Maria C. P. Nunes

Resumo

Fundamento

A febre reumática aguda (FRA) ainda representa um grande desafio de saúde pública, principalmente em países de baixa e média renda. Afeta desproporcionalmente populações não brancas em regiões menos favorecidas e pode evoluir para cardiopatia reumática (CR), associada à alta morbidade e mortalidade.

Objetivos

Analisar internações e óbitos relacionados à FRA no Brasil entre 2008 e 2022, destacando desigualdades regionais e demográficas.

Métodos

Estudo transversal baseado em dados de internação e mortalidade por FRA, coletados pelo Sistema de Informações Hospitalares (SIH/SUS). Dados estratificados por características demográficas, região e tipo de visita hospitalar foram analisados utilizando modelos de regressão linear de média móvel para avaliar o impacto de idade, sexo e raça. A significância estatística foi estabelecida em p < 0,05.

Resultados

Foram registradas 11.061 internações e 65 óbitos por FRA; 53% dos hospitalizados eram homens e 16% eram brancos. A faixa etária de 10 a 14 anos apresentou as maiores taxas de internação, enquanto a de 15 a 19 anos apresentou mais óbitos. As internações foram mais frequentes entre indivíduos não-brancos, concentrando-se no Nordeste do Brasil. Ao longo do tempo, as internações pela FRA diminuíram em todas as demografias, com convergência gradual entre as taxas de homens e mulheres até 2022.

Conclusões

O estudo revela um declínio nas internações por FRA em todas as regiões e demografias, embora ainda persistam disparidades. Não houve diferença significativa nos casos entre homens e mulheres. Evidência é uma evidência entre fatores socioeconômicos e a carga de doença, afetando mais grupos de baixa renda.

  • Brasil
  • Epidemiologia
  • Febre Reumática Aguda
  • Internação
  • Prevalência
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15/08/2025 DOI: 10.36660/abc.20240763
ABC
Editorial

Cardiomiopatia Hipertrófica no Brasil: Avanços no Conhecimento e Implicações Clínicas

Danielle Louvet Guazzelli et al. Mônica Samuel Avila

A cardiomiopatia hipertrófica (CMH) é a doença cardíaca geneticamente determinada mais prevalente e continua sendo um desafio diagnóstico e prognóstico. A prevalência estimada dessa condição na população em geral é de aproximadamente 1 caso para cada 200 indivíduos. No Brasil, estima-se que 400.000 pessoas sejam afetadas.

A história natural da CMH é heterogênea, com curso imprevisível que pode se manifestar desde a infância até a oitava década de vida. A doença também apresenta heterogeneidade fenotípica, com duas formas clínicas principais: obstrução da via de saída do ventrículo esquerdo (OVSVE) e não obstrutiva.

[…]

  • Epidemiologia
  • Miocardiopatia hipertrófica
  • Prognóstico
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16/06/2025 DOI: 10.36660/abc.20250185
Figura 1
ABCHF
Viewpoint

O Que está Acontecendo com a Insuficiência Cardíaca no Brasil? Uma Visão a Partir de Análises de Dados do DATASUS

Tainá Clayton Pellini Simões et al. Rosane Aparecida Monteiro Afonso Diniz C. Passos Marcus V. Simões

Introdução

A insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome clínica crônica e progressiva causada por uma anormalidade estrutural ou funcional cardíaca, cujos sintomas incluem dispneia e fadiga e é acompanhada de sinais físicos como edema periférico, estertores pulmonares e distensão venosa jugular. A história natural da IC frequentemente envolve rápido agravamento de sintomas e sinais, levando a graves manifestações em repouso, caracterizando a IC aguda descompensada (ICA), usualmente requerendo hospitalização para seu controle.

A ICA é responsável por grande parte dos custos da IC para o sistema de saúde e representa problema clínico grave com taxa de mortalidade intra-hospitalar em torno de 4%.

[…]

  • Epidemiologia
  • Hospitalização
  • Insuficiência Cardíaca
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15/05/2025 DOI: 10.36660/abchf.20250001 Views 1
Características Associadas à Fibrilação Atrial Prevalente e Perfil de Risco para Fibrilação Atrial Incidente em uma População Idosa do ELSA-Brasil
ABC
Artigo Original

Características Associadas à Fibrilação Atrial Prevalente e Perfil de Risco para Fibrilação Atrial Incidente em uma População Idosa do ELSA-Brasil

Bernardo Boccalon et al. Murilo Foppa Luisa C.C Brant Marcelo M. Pinto-Filho … Antonio L. Ribeiro Bruce B. Duncan Angela Barreto Santiago Santos

Resumo

Fundamento

A fibrilação atrial (FA) é uma arritmia que causa sintomas significativos e aumenta o risco de complicações.

Objetivos

Avaliar a associação de parâmetros clínicos, eletrocardiográficos e ecocardiográficos com fibrilação ou flutter atrial (FFA) prevalente e avaliar o perfil de risco para FFA incidente utilizando os escores de predição de FA CHARGE-AF e EHR em uma população idosa de um país em desenvolvimento.

Métodos

Incluímos todos os participantes do ELSA-Brasil com 60 anos ou mais cujo diagnóstico de FFA pôde ser definido por autorrelato ou eletrocardiograma e que tiveram ecocardiografia realizada na linha de base do estudo. Para a análise estatística, foram considerados estatisticamente significativos os resultados com valores de p < 0,05.

Resultados

Dos 2.088 participantes (65 ± 4,1 anos; 53% mulheres), 88 (4,2%) tinham FFA. Aqueles com FFA eram mais velhos e tinham maiores taxas de insuficiência cardíaca (IC), infarto do miocárdio prévio, bloqueio de ramo esquerdo (BRE), intervalo QT prolongado, extrassístoles supraventriculares e bradicardia sinusal. Esses pacientes também apresentavam maiores dimensões do átrio esquerdo e do ventrículo esquerdo e menor fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE). A análise multivariada mostrou que insuficiência cardíaca, BRE, átrio esquerdo maior e FEVE menor estavam independentemente associados com FFA. O risco de 5 anos para FFA incidente foi baixo ( 5%) em 12% dos indivíduos de acordo com o escore CHARGE-AF, e baixo em 67% e alto em 13% de acordo com o EHR.

Conclusão

A FFA foi encontrada em 4,2% da presente coorte brasileira idosa. A FFA foi associada ao histórico de insuficiência cardíaca, BRE, dilatação do átrio esquerdo e FEVE reduzida. Adicionalmente, 12% a 13% dos pacientes em ritmo sinusal estavam em alto risco para FFA. O monitoramento de parâmetros clínicos, eletrocardiográficos e ecocardiográficos pode auxiliar na identificação precoce de indivíduos de alto risco.

  • Epidemiologia
  • Fatores de risco
  • Fibrilação Atrial
  • Idoso
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17/03/2025 DOI: 10.36660/abc.20240487
ABC
Editorial

Aspectos Atuais da Fibrilação Atrial no Estudo ELSA-Brasil

Victor Sarli Issa et al. Alfredo José Mansur

A fibrilação atrial é uma condição clínica associada a manifestações clínicas relevantes, pior prognóstico e aumento de gastos com saúde. A fibrilação atrial não parece ser uma doença homogênea, mas apresenta uma variabilidade significativa em termos de epidemiologia, apresentação clínica, fatores de risco, avaliação do tratamento e prognóstico. Portanto, estudar variações regionais, sociais e étnicas e de alta relevância.

Estima-se que mais de 33 milhões de pessoas em todo o mundo sejam afetadas pela fibrilação atrial e se espera que a prevalência aumente, já que a população de indivíduos com 65 anos ou mais quase dobrará de 12% em 2010 para uma estimativa de 22% em 2040. Isso provavelmente trará um ônus adicional para as doenças cardiovasculares e para a fibrilação atrial., Nesse sentido, os dados disponíveis sugerem que a ocorrência da fibrilação atrial no Brasil é pelo menos equivalente à observada em outros países.

[…]

  • Epidemiologia
  • Estudos Longitudinais
  • Fibrilação Atrial
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10/02/2025 DOI: 10.36660/abc.20240827
Atividade Física no Tempo Livre e Incidência de Hipertensão Arterial em Participantes do ELSA-Brasil
ABC
Artigo Original

Atividade Física no Tempo Livre e Incidência de Hipertensão Arterial em Participantes do ELSA-Brasil

Tarcísio C. Souza et al. Sheila M. A. Matos Maria da C. C. de Almeida Maria J. M. Fonseca … Maria del Carmen B. Molina Rosane H. Griep Cristiano P. S. Pitanga Francisco J. G. Pitanga

Resumo

Fundamento:

Evidências apontam que a atividade física (AF) apresenta efeito protetor para as doenças crônicas, incluindo a hipertensão arterial (HA).

Objetivo:

Este estudo investigou, de forma longitudinal, a associação entre as mudanças na atividade física no tempo livre (AFTL) e a incidência de HA em participantes do ELSA-Brasil.

Métodos:

Foram analisados dados de 8.968 participantes em dois momentos distintos (2008-2010 e 2012-2014). Foi utilizado o Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ), versão longa, para avaliação da AFTL. A associação entre AFTL e HA foi testada por regressão de Poisson com estimativa do risco relativo (RR), com nível de significância de 5% e intervalo de confiança de 95%.

Resultados:

Quando a variável nível de AFTL foi categorizada em suficiente e insuficiente, não foram encontradas associações estatisticamente significantes entre AFTL e a incidência HA em função das mudanças na AF durante o seguimento. No entanto, a variável AFTL quando categorizada em inativo, pouco ativo, ativo e muito ativo, observou-se associação estatisticamente significante entre AFTL e HA em participantes classificados como muito ativos fisicamente. O risco de HA foi reduzido em 35% entre homens RR 0,65 (IC 95% 0,50-0,86) e em 66% entre as mulheres RR 0,34 (IC 95% 0,20-0,58) que mantiveram altos níveis de AFTL em ambos os momentos do seguimento.

Conclusão:

Esses resultados sugerem que a manutenção de altos níveis de AF ao longo do tempo está associada a um menor risco de desenvolver HA, destacando a importância da AF na prevenção dessa condição, tanto para homens quanto para mulheres.

  • Doenças Cardiovasculares
  • Epidemiologia
  • Estudos Longitudinais
  • Saúde Pública
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02/08/2024 DOI: 10.36660/abc.20230734
Diferenças Étnicas na Sobrevida entre Medalhistas Olímpicos Brasileiros da Era Moderna de 1920 a 1992: Um Estudo de Coorte
ABC
Artigo Original

Diferenças Étnicas na Sobrevida entre Medalhistas Olímpicos Brasileiros da Era Moderna de 1920 a 1992: Um Estudo de Coorte

Fabricio Braga et al. Paula de Medeiros Ana Carolina Neno Diogo Meira … João Magalhães Michael S. Emery

Resumo

Fundamento:

As disparidades nos resultados de saúde entre grupos raciais merecem investigação, mesmo em atletas de elite. Portanto, compreender o impacto da raça na sobrevida pós-medalha em atletas olímpicos brasileiros torna-se essencial.

Objetivo:

Comparar a sobrevida pós-medalha entre medalhistas olímpicos brasileiros brancos e não brancos de 1920 a 1992.

Métodos:

Utilizamos dados disponíveis publicamente para um estudo de coorte retrospectivo de todos os medalhistas olímpicos brasileiros de 1920 a 1992 (somente homens). Os atletas foram classificados nos grupos brancos e não brancos usando determinação estruturada de etnia. As análises de Kaplan-Meier calcularam o tempo médio de sobrevida restrito (TMSR) para cada grupo étnico. Uma análise de riscos proporcionais de Cox avaliou as diferenças de sobrevida baseadas na etnia, ajustando para a idade da conquista da medalha e ano de nascimento (p<0,05).

Resultados:

Entre 123 atletas (73,9% brancos), a idade média da conquista de medalhas foi de 25,03 ± 4,8 anos. Durante o estudo, 18,7% dos atletas brancos e 37,5% dos atletas não brancos morreram (p=0,031). Os atletas brancos tiveram média de idade ao óbito de 75,10 ± 18,01 anos, enquanto os atletas não brancos tiveram idade média de 67,13 ± 14,90 anos (p=0,109). O TMSR para atletas brancos foi de 51,59 (IC 95%, 49,79 – 53,39) anos, e para atletas não brancos foi de 45,026 (IC 95%, 41,31 – 48,74) anos, resultando em um ΔTMSR de 6,56 (IC 95%, 2,43 – 10,70; p=0,0018). A análise multivariada mostrou que atletas não brancos apresentavam maior risco de mortalidade do que atletas brancos (RC 5,58; IC 95%, 2,18 – 14,31).

Conclusão:

Após a primeira medalha, os atletas olímpicos brasileiros brancos normalmente desfrutam de uma expectativa de vida seis anos mais longa do que seus colegas não brancos, ilustrando uma acentuada diferença de mortalidade e disparidades de saúde entre indivíduos saudáveis no Brasil.

  • Demografia
  • Epidemiologia
  • Medicina Esportiva
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05/04/2024 DOI: 10.36660/abc.20230524
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Editorial

Síndrome Coronariana Crônica no Brasil: É Preciso Conhecer Mais

Adriana Lopes Latado et al. Julio Cesar Vieira Braga

A síndrome coronariana crônica (SCC) é um grupo heterogêneo de enfermidades que engloba a doença aterosclerótica coronariana obstrutiva e não obstrutiva com ou sem infarto do miocárdio (IM) prévio ou revascularização coronariana, além da doença diagnosticada apenas por testes não invasivos. Segundo dados do Global Burden of Disease (GBD) Study, o total de pessoas vivendo com a doença isquêmica do coração no Brasil, sintomática ou não, aumentou de 1,48 milhões para mais de 4 milhões, entre os anos 1990 e 2019. O crescimento e envelhecimento populacionais e o aumento no diagnóstico são as principais justificativas para esse fenômeno.,

Embora mantendo-se como principal causa de óbito, a mortalidade pela doença isquêmica do coração tem diminuído nas últimas três décadas em praticamente todo o Brasil, ainda que algumas variações regionais sejam descritas.– Homens são mais afetados do que mulheres, e se descreve uma relação inversa entre índice de mortalidade por doença isquêmica do coração e nível educacional ou econômico das regiões., Apesar da existência crescente de dados nacionais acerca da doença isquêmica do coração, coortes regionais ou locais para avaliação de seu prognóstico a longo prazo são escassas, ainda mais se considerarmos a necessidade de frequentes atualizações frente às estratégias de tratamento emergentes.

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  • Doença da Artéria Coronária
  • Doenças Cardiovasculares
  • envelhecimento
  • Epidemiologia
  • Mortalidade
  • Prognóstico
  • Síndrome Coronária Aguda
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05/01/2024 DOI: 10.36660/abc.20230723
Figura 1
ABC
Artigo Original

Indicadores Socioeconômicos e Mortalidade por Doença Isquêmica do Coração e Doença Cerebrovascular no Brasil de 2000 a 2019

José Lucas Bichara et al. Luiz Antônio Bastos Paolo Blanco Villela Gláucia Maria Moraes de Oliveira

Resumo

Fundamento:

Estudos prévios identificaram desigualdade na variação das taxas de mortalidade por doença isquêmica do coração (DIC) e doença cerebrovascular (DCBV) quando comparadas regiões com diferentes níveis de indicadores de desenvolvimento socioeconômico.

Objetivo:

Analisar a variação das taxas de mortalidade por DIC e DCBV e do desenvolvimento econômico, avaliado pelos índices sociodemográfico (ISD) e de vulnerabilidade social (IVS) no Brasil, em um período de 20 anos.

Métodos:

Estudo ecológico de séries temporais das taxas de mortalidade bruta e padronizada (método direto com a população brasileira de 2000) por DIC e DCBV por sexo e UF entre 2000 e 2019 comparadas com o ISD e com o IVS.

Resultados:

Houve melhora do ISD e IVS concomitante a redução da taxa de mortalidade padronizada por faixa etária por DIC e por DCBV no país, entretanto isso ocorreu de modo desigual entre as unidades federativas (UFs). As UFs com melhores indicadores socioeconômicos obtiveram maior redução nas taxas de mortalidade.

Discussão:

A variação das taxas de mortalidade por DIC e DCBV em comparação com a variação do desenvolvimento socioeconômico são compatíveis com estudos prévios, mas vamos além ao comparar de modo concomitante com o ISD e o IVS. As limitações são o fato de ser um estudo observacional, trabalhar com bancos de dados e estar sujeito ao viés ecológico.

Conclusão:

Os dados observados levantam a hipótese de que a melhora das condições socioeconômicas é um dos fatores responsáveis pela redução das taxas de mortalidade por DIC e DCBV.

  • Doenças Cardiovasculares
  • Epidemiologia
  • Isquemia Miocárdica
  • Transtornos Cerebrovasculares
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10/11/2023 DOI: 10.36660/abc.20220832
Figura 1
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Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada no Brasil: Uma Revisão Sistemática

Edimar Alcides Bocchi et al. Andréa Araujo Brandão Evandro Tinoco Mesquita Juliana S. Nakamuta … André Valente Bichels Francisco José Forestiero

Resumo

A insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP) é a condição mais comum de insuficiência cardíaca (IC) em pacientes com mais de 65 anos, associada a elevada morbimortalidade. Os dados epidemiológicos desta condição no Brasil ainda são escassos e esses dados são relevantes para uma melhor compreensão do impacto e necessidades não atendidas na ICFEP e planejamento de ações que possam melhorar a prevenção, diagnóstico e tratamento da doença.

Objetivo do estudo foi identificar as evidências sobre a epidemiologia e as características clínicas dos pacientes brasileiros com ICFEP.

Revisamos sistematicamente estudos observacionais e clínicos avaliando dados epidemiológicos e perfil clínico de pacientes brasileiros com ICFEP nas bases de dados Pubmed/ MEDLINE e LILACS, de acordo com a recomendação PRISMA.

A prevalência de ICFEP em pacientes com IC confirmada variou de 28,2 a 59,0% no ambiente ambulatorial e de 20,0% a 53,1% no ambiente hospitalar. Entre os pacientes com suspeita de IC, a prevalência de pacientes com Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo FEVE> 50 % foi de 29,0 a 37,6%. As comorbidades mais frequentemente relatadas foram hipertensão arterial sistêmica e diabetes, com prevalência de 57,4 a 100,0% e de 10,2 a 49,1%, em estudos envolvendo apenas pacientes com ICFEP ou estudos específicos para pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal (ICFEN) (n = 14), respectivamente. Dados sobre mortalidade e taxa de hospitalização foram escassos.

Apesar de dados escassos e heterogêneos de prevalência da ICFEP no Brasil observou-se importante prevalência na atenção primária e em pacientes hospitalizados.

  • Comorbidade
  • Epidemiologia
  • Insuficiência Cardíaca
  • Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada
  • Mortalidade
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06/10/2023 DOI: 10.36660/abchf.20230033 Views 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Significado Prognóstico de Marcadores Associados à Nutrição na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Uma Revisão Sistemática e Metanálise

Ying Meng et al. Zhengyi Zhang Tong Zhao Dekui Zhang

Resumo

Fundamento

O significado prognóstico dos indicadores nutricionais em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP) não é claro.

Objetivo

Esta revisão sistemática e metanálise teve como objetivo avaliar o valor prognóstico da albumina sérica (AS), o índice de risco nutricional geriátrico (IRNG) e o índice nutricional prognóstico (INP) em pacientes com ICFEP.

Método

Os bancos de dados PubMed, Embase, The Cochrane Library e Web of Science foram sistematicamente pesquisados para todos os estudos publicados até janeiro de 2022. O significado prognóstico de IRNG, GNRI e INP para ICFEP foi explorado. A taxa de risco agrupada (HR) e o intervalo de confiança (IC) de 95% foram estimados usando o software STATA 15.0. A Ferramenta de Estudos de Qualidade de Prognóstico foi usada para avaliar a qualidade dos estudos.

Resultados

Nove estudos preencheram os critérios de inclusão e 5.603 adultos com ICFEP foram incluídos na metanálise. As análises mostraram que uma diminuição de AS ou IRNG estava significativamente relacionada à alta mortalidade por todas as causas (HR: 1,98; 95% IC: 1,282–3,057; p = 0,002; e HR: 1,812;95% IC: 1,064–3,086; p = 0,029, respectivamente). Além disso, uma AS mais baixa indica um resultado composto ruim de mortalidade por todas as causas e reinternação por IC (HR: 1,768; IC 95%: 1,483–2,108; p = 0,000), e um IRNG mais baixo foi significativamente associado a alta mortalidade cardiovascular (HR: 1,922; 95% IC: 1,504–2,457; p = 0,000). No entanto, um INP mais baixo não se correlacionou com mortalidade por todas as causas (HR: 1,176; IC 95%: 0,858–1,612, p=0,314).

Conclusões

Nossa metanálise indica que AS e IRNG podem ser indicadores úteis para prever o prognóstico de pacientes com ICFEP.

  • desnutrição
  • Epidemiologia
  • Insuficiência Cardíaca
  • Mortalidade
  • Prognóstico
  • Revisão Sistemática
  • Volume sistólico
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08/05/2023 DOI: 10.36660/abc.20220523
Figura 1
ABC
Artigo Original

Associação entre a Mortalidade por Doenças Crônicas Não Transmissíveis e o Índice de Desenvolvimento Humano no Brasil entre 1980 e 2019

Sandra Chagas da Costa Feliciano et al. Paolo Blanco Villela Gláucia Maria Moraes de Oliveira

Resumo

Fundamento

No Brasil, em 2019, as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) acarretaram mais de 734 mil óbitos, 55% de todas as mortes, com importante impacto socioeconômico.

Objetivos

Analisar as taxas de mortalidade das DCNT, no Brasil, de 1980 a 2019, e sua associação com indicadores socioeconômicos.

Métodos

Trata-se de um estudo descritivo, de séries temporais dos óbitos por DCNT, no Brasil, de 1980 a 2019. Os dados relativos às frequências anuais de mortes e da população foram obtidos do DATASUS. Foram estimadas as taxas de mortalidade brutas e padronizadas por 100.000 habitantes, pelo método direto (população do Brasil de 2000). Foram calculados os quartis de cada DCNT, onde a mudança de quartil, por aumento das taxas de mortalidade, foi representada por gradiente cromático. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de cada unidade da federação (UF) foi extraído do site Atlas Brasil e correlacionado com as taxas de mortalidade por DCNT.

Resultados

Ocorreu redução nas taxas de mortalidade por doenças do aparelho circulatório no período, exceto na região Nordeste. Houve também aumento da mortalidade por neoplasia e diabetes, enquanto as taxas das doenças respiratórias apresentaram poucas variações. Houve correlação inversa entre as UF com maior redução nas taxas de mortalidade por DCNT e o IDHM.

Conclusões

A redução observada na mortalidade por doenças do aparelho circulatório pode refletir melhoria dos indicadores socioeconômicos, no Brasil, nesse período. O aumento da taxa de mortalidade por neoplasias provavelmente se relaciona com o envelhecimento da população. As maiores taxas de mortalidade por diabetes parecem ser associadas com o aumento da prevalência da obesidade nas mulheres brasileiras.

  • Doenças Não Transmissiveis
  • Epidemiologia
  • Indicadores de Desenvolvimento
  • Mortalidade
  • Saúde de Pessoa com Deficiência
  • Saúde Pública
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21/04/2023 DOI: 10.36660/abc.20211009
ABC
Editorial

Alta Mortalidade por Infarto Agudo do Miocárdio na América Latina e Caribe: Defendendo a Implementação de Linha de Cuidado no Brasil

Luisa C. C. Brant et al. Luiz G. Passaglia

A doença isquêmica do coração (DIC) é a principal causa de morte no mundo, e enquanto em países de alta renda (PAR) foram observados declínios substanciais nas taxas de mortalidade por DIC nas últimas décadas, o mesmo não ocorreu em países de baixa e média renda (PBMR). O evento final na cadeia da DIC é o infarto agudo do miocárdio (IAM), que pode ser classificado com base no eletrocardiograma em IAM com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST) e IAM sem supradesnivelamento do segmento ST (IAMSSST) – o primeiro apresentando maior letalidade. As taxas de mortalidade para ambas as apresentações de IAM podem ser reduzidas pelo diagnóstico e tratamento rapidamente instituídos e de acordo de acordo com as diretrizes atuais, incluindo terapia de reperfusão para IAMCSST. Nos PAR, como os EUA, a mortalidade intra-hospitalar para IAMCSST variou de 3,5% para indivíduos que receberam angioplastia coronária percutânea primária a 14,9% para aqueles que não receberam reperfusão, enquanto em países europeus, foi relatada mortalidade tão baixa quanto 2,5%.,

Neste número da Revista, o artigo “Mortalidade Hospitalar Por Infarto do Miocárdio na América Latina e no Caribe: Revisão Sistemática e Metanálise” traz dados contemporâneos sobre a mortalidade hospitalar por IAM em LMIC da América Latina e Caribe de 2000 a 2020. Utilizando metodologia apropriada, os autores realizaram uma metanálise de dados de 38 estudos, principalmente realizados no Brasil, Cuba e Argentina: 35 para IAMCSST com 28.878 indivíduos, e 9 para IAMSSST com 2.377 indivíduos. A análise conjunta demonstrou que a mortalidade hospitalar por IAMCSST foi de 9,9% (IC 95%: 9,1–10,7), com heterogeneidade moderada a alta (I2=74%). O Chile apresentou a menor mortalidade (8,5%; IC 95%: 5,3-13,5) e a Colômbia a maior (15%; IC 95%: 10,1-21,7), com o Brasil apresentando mortalidade de 9,6% (IC 95%: 8,3 −11,0); no entanto, não foi encontrada diferença estatística entre os países (p=0,47). Para NSTEMI, a mortalidade intra-hospitalar foi de 7,2% (IC 95%: 5,5 – 9,3), também com heterogeneidade moderada a alta (I2 = 63%), explicada (I2 = 0%) pela exclusão de um estudo “outlier”.

[…]

  • Epidemiologia
  • Infarto Do Miocárdio
  • Mortalidade
  • Políticas de Saúde Pública
  • Síndrome Coronariana Aguda
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19/12/2022 DOI: 10.36660/abc.20220825
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Artigo Original

Saúde Cardiovascular e Fibrilação ou Flutter Atrial: Um Estudo Transversal do ELSA-Brasil

Itamar S. Santos et al. Paulo A. Lotufo Alessandra C. Goulart Luisa C. C. Brant … Marcelo M Pinto Filho Alexandre C. Pereira Sandhi M. Barreto Antonio L. P. Ribeiro G Neil Thomas Gregory Y. H. Lip Isabela M. Bensenor NIHR Global Health Research Group on Atrial Fibrillation Management Ajini Arasalingam Abi Beane Isabela M Bensenor Peter Brocklehurst Kar Keung Cheng Wahbi El-Bouri Mei Feng Alessandra C Goulart Sheila Greenfield Yutao Guo Mahesan Guruparan Gustavo Gusso Tiffany E Gooden Rashan Haniffa Lindsey Humphreys Kate Jolly Sue Jowett Balachandran Kumarendran Emma Lancashire Deirdre A Lane Xuewen Li Gregory Y.H. Lip (Co-PI) Yan-guang Li Trudie Lobban Paulo A Lotufo Semira Manseki-Holland David J Moore Krishnarajah Nirantharakumar Rodrigo D Olmos Elisabete Paschoal Paskaran Pirasanth Uruthirakumar Powsiga Carla Romagnolli Itamar S Santos Alena Shantsila Vethanayagam Antony Sheron Kanesamoorthy Shribavan Isabelle Szmigin Kumaran Subaschandren Rajendra Surenthirakumaran Meihui Tai G Neil Thomas (Co-PI) Ana C Varella Hao Wang Jingya Wang Hui Zhang Jiaoyue Zhong

Resumo

Fundamento

A associação entre o status de saúde cardiovascular ideal ( ideal cardiovascular health ( ICVH) e diagnóstico de fibrilação ou flutter atrial (FFA) foi menos estudado em comparação a outras doenças cardiovasculares.

Objetivos

Analisar a associação entre o diagnóstico de FFA e métricas e escores de ICVH no Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil).

Métodos

Este estudo analisou dados de 13141 participantes com dados completos. Os traçados eletrocardiográficos foram codificados de acordo com o Sistema de Minnesota, em um centro de leitura centralizado. As métricas do ICVH (dieta, atividade física, índice de massa corporal, tabagismo, glicemia de jeju, e colesterol total) e escores do ICVH foram calculados conforme proposto pela American Heart Association . Modelos de regressão logística bruta e ajustada foram construídos para analisar associações de métricas e escores do ICVH com diagnóstico de FFA. O nível de significância foi estabelecido em 0,05.

Resultados

A idade mediana da amostra foi de 55 anos, e 54,4% eram mulheres. Nos modelos ajustados, os escores de ICVH não apresentaram associação significativa com diagnóstico de FFA prevalente [odds ratio (OR):0,96; intervalo de confiança de 95% (IC95%):0,80-1,16; p=0,70). Perfis de pressão arterial ideal (OR:0,33; IC95%:0,1-0,74; p=0,007) e colesterol total ideal (OR:1,88; IC95%:1,19-2,98; p=0,007) foram significativamente associados com o diagnóstico de FFA.

Conclusões

Não foram identificadas associações significativas entre escores de ICVH global e diagnóstico de FFA após ajuste multivariado em nossas análises, devido, ao menos em parte, às associações antagônicas da FFA com métricas de pressão arterial e de colesterol total do ICVH. Nossos resultados sugerem que estimar a prevenção da FFA por meio de escore de ICVH global pode não ser adequado, e as métricas do ICVH devem ser consideradas separadamente.

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Epidemiologia
  • Fibrilação Atrial
  • Flutter Atrial
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15/09/2022 DOI: 10.36660/abc.20210970
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Editorial

Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST Tratado com Intervenção Coronária Percutânea Primária: A Importância de Dados Locais

José C. Nicolau

Castro et al., devem ser elogiados por fornecerem à comunidade científica uma publicação útil que analisa os preditores de mortalidade por todas as causas em pacientes com infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST (IAMCSST) submetidos à intervenção coronária percutânea primária (ICPP).

A ICPP é o método preferido de reperfusão para pacientes com IAMCSST que se apresentam dentro de 12 horas de evolução do início dos sintomas. Do que seja do meu conhecimento, a metanálise mais recente que comparou terapia fibrinolítica com ICPP encontrou odds ratios de 0,73 (p = 0,002), 0,38 (p < 0,001), 0,38 (p < 0,001) e 1,03 (p = 0,86), respectivamente para morte por todas as causas, reinfarto, acidente vascular cerebral e sangramento maior. Porém, a ausência de ampla disponibilidade de laboratórios de cateterismo e problemas logísticos, principalmente relacionados ao transporte, limitam o acesso dos pacientes com IAMCSST a essa forma de tratamento. Isso é destacado na presente publicação, onde apenas 0,26% da população analisada era da vasta região Norte do Brasil, enquanto a maioria (58%) era da região Sudeste. Talvez mais importante seja o fato de que a utilização de terapias de reperfusão (fibrinolíticos ou ICPP) em geral está longe do ideal no Brasil, e importantes diferenças regionais têm sido observadas. , É importante ressaltar que a metanálise anteriormente citada de Fazel et al., encontrou odds ratios de 0,79, 0,53, 0,70 e 1,19 para morte por todas as causas, reinfarto, acidente vascular cerebral e sangramento grave, respectivamente, ao comparar o tratamento farmacoinvasivo e a abordagem com tratamento fibrinolítico, que pode ser uma opção para problemas relacionados ao acesso à ICPP.

[…]

  • Epidemiologia
  • Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Mortalidade
  • Reperfusão Miocárdica
  • Terapia Fibrinolítica
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05/09/2022 DOI: 10.36660/abc.20220557
ABC
Editorial

“Let’s Keep Pushing the Envelope”

Vitor Coimbra Guerra

O Canal Arterial foi a primeira cardiopatia congênita a ser tratada cirurgicamente em 1938 e recentemente voltou aos holofotes do cenário da cardiologia pediátrica pela possibilidade de tratamento percutâneo em uma população muito vulnerável, os recém-nascidos prematuros e com baixo peso. Aliás, o tópico canal arterial e prematuridade nunca saiu do radar dos neonatologistas e cardiologistas pediátricos, pois sempre foi um desafio o tratamento e, inúmeros trabalhos randomizados, foram feitos para responder questões quanto a melhor forma de tratar e o impacto na sobrevida.

A prematuridade é um dos maiores desafios da saúde pública mundial e tem aumentado a incidência em todo o mundo. Dados recentes, mostram que a incidência de prematuridade mundialmente foi de 10,6 para cada 100 nascidos vivos. Infelizmente o Brasil está entre os 10 países com maior incidência de partos prematuros (11,2 para cada 100 nascidos).

[…]

  • Canal Arterial/anormalidades
  • Cardiopatias Congênitas/complicações
  • Epidemiologia
  • Permeabilidade do Canal Arterial/anormalidades
  • Técnicas de Diagnóstico Cardiovascular/tendências
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05/09/2022 DOI: 10.36660/abc.20220470
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Editorial

Muito Mais que Apenas Mulheres: Mulheres Maravilha

Marcia Koike et al. Luciana Aikawa

O impacto da pandemia de SARS-Cov2 atingiu o mundo de forma rápida e avassaladora, e colocou em evidência os heróis de capa branca: os profissionais da saúde. Foram mais de dois anos de trabalhos ininterruptos, enfrentando diversos desafios e conflitos externos e internos para preservar a vida do paciente, dos seus colegas, de seus familiares e a própria. Um cenário complicado, não somente pela sobrecarga de demanda profissional, mas também pelo desconhecimento cientifico do que estávamos enfrentando. Cientistas de todo mundo somaram suas forças para divulgação das evidências cientificas e, em paralelo, as sociedades médicas se mobilizaram para otimizar procedimentos de atendimentos com proteção ao profissional atuante.

O estresse e a síndrome de Burnout fazem parte das doenças ocupacionais em profissionais de saúde. No entanto, o cenário peculiar da Covid-19 mostrou que apesar de não ser fácil estar na linha de frente no combate ao SARS-CoV2, pelo grau elevado de estresse e exaustão em enfermeiros e médicos demonstrado em estudos, as estratégias comportamentais individuais e sociais/coletivas podem ajudar.– Este minieditorial é dedicado às médicas.

[…]

  • Betacoronavírus
  • COVID-19
  • Desenvolvimento Pessoal/ética
  • Eficiência
  • Epidemiologia
  • Estilo de Vida
  • Médicas
  • Mulheres/psicologia
  • Ocupações em Saúde
  • Pandemia
  • Prática Profissional
  • Profissional Médico
  • SARS-CoV2
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05/08/2022 DOI: 10.36660/abc.20220443

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Villela PB, Andrade LF. Saúde Cardiovascular Feminina: Um Desafio Atual. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(7):e20260532.

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Villela, Paolo Blanco and Andrade, Larissa Franco de. Saúde Cardiovascular Feminina: Um Desafio Atual. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 7, [cited 2026-09-30], e20260532. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/saude-cardiovascular-feminina-um-desafio-atual/>. ISSN 0066-782X

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Miranda, Érique José Farias Peixoto de. Indivíduos Doentes e Populações Doentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 6, [cited 2026-09-30], e20260436. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/individuos-doentes-e-populacoes-doentes/>. ISSN 0066-782X

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Kubrusly, L. F., Lopes, A. C. A., Souza, F. R. , Dieter, G. F., Nadolny, L., Dias, L. M., Dias, L. M., Farias, L. G. M., Basso, R. O., & Okimura, V. N. (2026). Análise Têmporo-Espacial da Mortalidade por Cardiomiopatias no Brasil entre 2001 e 2021. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(6), e20260064.

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Kubrusly, Luiz Fernando and Lopes, Ana Clara Abdo and Souza, Fernanda Ritt de and Dieter, Gustavo Ferrucio and Nadolny, Laura and Dias, Leonardo Moreira and Dias, Letícia Moreira and Farias, Luis Gustavo Machado and Basso, Roberto Oliveira and Okimura, Vitória Naomi. Análise Têmporo-Espacial da Mortalidade por Cardiomiopatias no Brasil entre 2001 e 2021. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 6, [cited 2026-09-30], e20260064. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/analise-temporo-espacial-da-mortalidade-por-cardiomiopatias-no-brasil-entre-2001-e-2021/>. ISSN 0066-782X

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Schmitz, G. B., Pianca, E. G., Nunes, M. D. C. P., Duncan, B. B., Foppa, M., & Santos, A. B. S. (2026). Epidemiologia e Mortalidade da Doença Valvar Cardíaca em Adultos Brasileiros: Achados da Coorte ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(6), e20260060.

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Schmitz, Guilia Bevilacqua and Pianca, Eduardo Gatti and Nunes, Maria Do Carmo Pereira and Duncan, Bruce Bartholow and Foppa, Murilo and Santos, Angela Barreto Santiago. Epidemiologia e Mortalidade da Doença Valvar Cardíaca em Adultos Brasileiros: Achados da Coorte ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 6, [cited 2026-09-30], e20260060. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/epidemiologia-e-mortalidade-da-doenca-valvar-cardiaca-em-adultos-brasileiros-achados-da-coorte-elsa-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Bichara JL, Bastos LA, Lino EDSM, Villela PB, Oliveira GMM. Índice de Vulnerabilidade Social e Mortalidade por Doenças Isquêmicas do Coração e Doenças Cerebrovasculares no Brasil de 2000 a 2021. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(8):e20240428.

Electronic Document Format (ABNT)

Bichara, José Lucas; Bastos, Luiz Antônio; Lino, Eric Delgado dos Santos Mafra; Villela, Paolo Blanco; Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. Índice de Vulnerabilidade Social e Mortalidade por Doenças Isquêmicas do Coração e Doenças Cerebrovasculares no Brasil de 2000 a 2021. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 8, e20240428, set. 2025.

Electronic Document Format (APA)

Bichara, J. L., Bastos, L. A., Lino, E. D. S. M., Villela, P. B., & Oliveira, G. M. M. (2025). Índice de Vulnerabilidade Social e Mortalidade por Doenças Isquêmicas do Coração e Doenças Cerebrovasculares no Brasil de 2000 a 2021. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(8), e20240428.

Electronic Document Format (ISO)

Bichara, José Lucas and Bastos, Luiz Antônio and Lino, Eric Delgado dos Santos Mafra and Villela, Paolo Blanco and Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. Índice de Vulnerabilidade Social e Mortalidade por Doenças Isquêmicas do Coração e Doenças Cerebrovasculares no Brasil de 2000 a 2021. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 8, [cited 2026-09-30], e20240428. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/indice-de-vulnerabilidade-social-e-mortalidade-por-doencas-isquemicas-do-coracao-e-doencas-cerebrovasculares-no-brasil-de-2000-a-2021/>. ISSN 0066-782X

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Mutarelli A, Armelin L, Pantaleão AN, Nogueira A, Machado CJ, Silva JLP, Kang J, et al. Tendências Temporais na Epidemiologia da Febre Reumática Aguda: Uma Análise Nacional de 2008 a 2022. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(7):e20240763.

Electronic Document Format (ABNT)

Mutarelli, Antonio; Armelin, Larissa; Pantaleão, Alexandre Negrão; Nogueira, Alleh; Machado, Carla Jorge; Silva, José Luiz P; Kang, Jagdip; Dutra, Walderez O.; Nunes, Maria C. P.. Tendências Temporais na Epidemiologia da Febre Reumática Aguda: Uma Análise Nacional de 2008 a 2022. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 7, e20240763, ago. 2025.

Electronic Document Format (APA)

Mutarelli, A., Armelin, L., Pantaleão, A. N., Nogueira, A., Machado, C. J., Silva, J. L. P., Kang, J., Dutra, W. O., & Nunes, M. C. P. (2025). Tendências Temporais na Epidemiologia da Febre Reumática Aguda: Uma Análise Nacional de 2008 a 2022. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(7), e20240763.

Electronic Document Format (ISO)

Mutarelli, Antonio and Armelin, Larissa and Pantaleão, Alexandre Negrão and Nogueira, Alleh and Machado, Carla Jorge and Silva, José Luiz P and Kang, Jagdip and Dutra, Walderez O. and Nunes, Maria C. P.. Tendências Temporais na Epidemiologia da Febre Reumática Aguda: Uma Análise Nacional de 2008 a 2022. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 7, [cited 2026-09-30], e20240763. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/tendencias-temporais-na-epidemiologia-da-febre-reumatica-aguda-uma-analise-nacional-de-2008-a-2022/>. ISSN 0066-782X

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Guazzelli DL, Avila MS. Cardiomiopatia Hipertrófica no Brasil: Avanços no Conhecimento e Implicações Clínicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(4):e20250185.

Electronic Document Format (ABNT)

Guazzelli, Danielle Louvet; Avila, Mônica Samuel. Cardiomiopatia Hipertrófica no Brasil: Avanços no Conhecimento e Implicações Clínicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 4, e20250185, jun. 2025.

Electronic Document Format (APA)

Guazzelli, D. L., & Avila, M. S. (2025). Cardiomiopatia Hipertrófica no Brasil: Avanços no Conhecimento e Implicações Clínicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(4), e20250185.

Electronic Document Format (ISO)

Guazzelli, Danielle Louvet and Avila, Mônica Samuel. Cardiomiopatia Hipertrófica no Brasil: Avanços no Conhecimento e Implicações Clínicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 4, [cited 2026-09-30], e20250185. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/cardiomiopatia-hipertrofica-no-brasil-avancos-no-conhecimento-e-implicacoes-clinicas/>. ISSN 0066-782X

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Simões TCP, Monteiro RA, Passos ADC, Simões MV. O Que está Acontecendo com a Insuficiência Cardíaca no Brasil? Uma Visão a Partir de Análises de Dados do DATASUS. ABC Heart Fail Cardiomyop 2025;5(2):e20250001.

Electronic Document Format (ABNT)

Simões, Tainá Clayton Pellini; Monteiro, Rosane Aparecida; Passos, Afonso Diniz C.; Simões, Marcus V.. O Que está Acontecendo com a Insuficiência Cardíaca no Brasil? Uma Visão a Partir de Análises de Dados do DATASUS. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 5, n. 2, e20250001, maio. 2025.

Electronic Document Format (APA)

Simões, T. C. P., Monteiro, R. A., Passos, A. D. C., & Simões, M. V. (2025). O Que está Acontecendo com a Insuficiência Cardíaca no Brasil? Uma Visão a Partir de Análises de Dados do DATASUS. ABC Heart Fail Cardiomyop, 5(2), e20250001.

Electronic Document Format (ISO)

Simões, Tainá Clayton Pellini and Monteiro, Rosane Aparecida and Passos, Afonso Diniz C. and Simões, Marcus V.. O Que está Acontecendo com a Insuficiência Cardíaca no Brasil? Uma Visão a Partir de Análises de Dados do DATASUS. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2025, vol. 5, n. 2, [cited 2026-09-30], e20250001. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/o-que-esta-acontecendo-com-a-insuficiencia-cardiaca-no-brasil-uma-visao-a-partir-de-analises-de-dados-do-datasus/>

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Boccalon B, Foppa M, Brant LC, Pinto-Filho MM, Ribeiro AL, Duncan BB, Santos ABS, et al. Características Associadas à Fibrilação Atrial Prevalente e Perfil de Risco para Fibrilação Atrial Incidente em uma População Idosa do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(1):e20240487.

Electronic Document Format (ABNT)

Boccalon, Bernardo; Foppa, Murilo; Brant, Luisa C.C; Pinto-Filho, Marcelo M.; Ribeiro, Antonio L.; Duncan, Bruce B.; Santos, Angela Barreto Santiago. Características Associadas à Fibrilação Atrial Prevalente e Perfil de Risco para Fibrilação Atrial Incidente em uma População Idosa do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 1, e20240487, mar. 2025.

Electronic Document Format (APA)

Boccalon, B., Foppa, M., Brant, L. C., Pinto-Filho, M. M., Ribeiro, A. L., Duncan, B. B., & Santos, A. B. S. (2025). Características Associadas à Fibrilação Atrial Prevalente e Perfil de Risco para Fibrilação Atrial Incidente em uma População Idosa do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(1), e20240487.

Electronic Document Format (ISO)

Boccalon, Bernardo and Foppa, Murilo and Brant, Luisa C.C and Pinto-Filho, Marcelo M. and Ribeiro, Antonio L. and Duncan, Bruce B. and Santos, Angela Barreto Santiago. Características Associadas à Fibrilação Atrial Prevalente e Perfil de Risco para Fibrilação Atrial Incidente em uma População Idosa do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 1, [cited 2026-09-30], e20240487. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/caracteristicas-associadas-a-fibrilacao-atrial-prevalente-e-perfil-de-risco-para-fibrilacao-atrial-incidente-em-uma-populacao-idosa-do-elsa-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Issa VS, Mansur AJ. Aspectos Atuais da Fibrilação Atrial no Estudo ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(1):e20240827.

Electronic Document Format (ABNT)

Issa, Victor Sarli; Mansur, Alfredo José. Aspectos Atuais da Fibrilação Atrial no Estudo ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 1, e20240827, fev. 2025.

Electronic Document Format (APA)

Issa, V. S., & Mansur, A. J. (2025). Aspectos Atuais da Fibrilação Atrial no Estudo ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(1), e20240827.

Electronic Document Format (ISO)

Issa, Victor Sarli and Mansur, Alfredo José. Aspectos Atuais da Fibrilação Atrial no Estudo ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 1, [cited 2026-09-30], e20240827. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/aspectos-atuais-da-fibrilacao-atrial-no-estudo-elsa-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Souza TC, Matos SMA, Almeida MCC, Fonseca MJM, Molina MCB, Griep RH, Pitanga CPS, et al. Atividade Física no Tempo Livre e Incidência de Hipertensão Arterial em Participantes do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(6):e20230734.

Electronic Document Format (ABNT)

Souza, Tarcísio C.; Matos, Sheila M. A.; Almeida, Maria da C. C. de; Fonseca, Maria J. M.; Molina, Maria del Carmen B.; Griep, Rosane H.; Pitanga, Cristiano P. S.; Pitanga, Francisco J. G.. Atividade Física no Tempo Livre e Incidência de Hipertensão Arterial em Participantes do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 6, e20230734, ago. 2024.

Electronic Document Format (APA)

Souza, T. C., Matos, S. M. A., Almeida, M. C. C. , Fonseca, M. J. M., Molina, M. C. B., Griep, R. H., Pitanga, C. P. S., & Pitanga, F. J. G. (2024). Atividade Física no Tempo Livre e Incidência de Hipertensão Arterial em Participantes do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(6), e20230734.

Electronic Document Format (ISO)

Souza, Tarcísio C. and Matos, Sheila M. A. and Almeida, Maria da C. C. de and Fonseca, Maria J. M. and Molina, Maria del Carmen B. and Griep, Rosane H. and Pitanga, Cristiano P. S. and Pitanga, Francisco J. G.. Atividade Física no Tempo Livre e Incidência de Hipertensão Arterial em Participantes do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 6, [cited 2026-09-30], e20230734. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/atividade-fisica-no-tempo-livre-e-incidencia-de-hipertensao-arterial-em-participantes-do-elsa-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Braga F, Medeiros P, Neno AC, Meira D, Magalhães J, Emery MS. Diferenças Étnicas na Sobrevida entre Medalhistas Olímpicos Brasileiros da Era Moderna de 1920 a 1992: Um Estudo de Coorte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(2):e20230524.

Electronic Document Format (ABNT)

Braga, Fabricio; Medeiros, Paula de; Neno, Ana Carolina; Meira, Diogo; Magalhães, João; Emery, Michael S.. Diferenças Étnicas na Sobrevida entre Medalhistas Olímpicos Brasileiros da Era Moderna de 1920 a 1992: Um Estudo de Coorte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 2, e20230524, abr. 2024.

Electronic Document Format (APA)

Braga, F., Medeiros, P. , Neno, A. C., Meira, D., Magalhães, J., & Emery, M. S. (2024). Diferenças Étnicas na Sobrevida entre Medalhistas Olímpicos Brasileiros da Era Moderna de 1920 a 1992: Um Estudo de Coorte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(2), e20230524.

Electronic Document Format (ISO)

Braga, Fabricio and Medeiros, Paula de and Neno, Ana Carolina and Meira, Diogo and Magalhães, João and Emery, Michael S.. Diferenças Étnicas na Sobrevida entre Medalhistas Olímpicos Brasileiros da Era Moderna de 1920 a 1992: Um Estudo de Coorte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 2, [cited 2026-09-30], e20230524. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/diferencas-etnicas-na-sobrevida-entre-medalhistas-olimpicos-brasileiros-da-era-moderna-de-1920-a-1992-um-estudo-de-coorte/>. ISSN 0066-782X

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Latado AL, Braga JCV. Síndrome Coronariana Crônica no Brasil: É Preciso Conhecer Mais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;120(10):e20230723.

Electronic Document Format (ABNT)

Latado, Adriana Lopes; Braga, Julio Cesar Vieira. Síndrome Coronariana Crônica no Brasil: É Preciso Conhecer Mais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 10, e20230723, jan. 2024.

Electronic Document Format (APA)

Latado, A. L., & Braga, J. C. V. (2024). Síndrome Coronariana Crônica no Brasil: É Preciso Conhecer Mais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(10), e20230723.

Electronic Document Format (ISO)

Latado, Adriana Lopes and Braga, Julio Cesar Vieira. Síndrome Coronariana Crônica no Brasil: É Preciso Conhecer Mais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 120, n. 10, [cited 2026-09-30], e20230723. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/sindrome-coronariana-cronica-no-brasil-e-preciso-conhecer-mais/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Bichara JL, Bastos LA, Villela PB, Oliveira GMM. Indicadores Socioeconômicos e Mortalidade por Doença Isquêmica do Coração e Doença Cerebrovascular no Brasil de 2000 a 2019. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(8):e20220832.

Electronic Document Format (ABNT)

Bichara, José Lucas; Bastos, Luiz Antônio; Villela, Paolo Blanco; Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. Indicadores Socioeconômicos e Mortalidade por Doença Isquêmica do Coração e Doença Cerebrovascular no Brasil de 2000 a 2019. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 8, e20220832, nov. 2023.

Electronic Document Format (APA)

Bichara, J. L., Bastos, L. A., Villela, P. B., & Oliveira, G. M. M. (2023). Indicadores Socioeconômicos e Mortalidade por Doença Isquêmica do Coração e Doença Cerebrovascular no Brasil de 2000 a 2019. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(8), e20220832.

Electronic Document Format (ISO)

Bichara, José Lucas and Bastos, Luiz Antônio and Villela, Paolo Blanco and Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. Indicadores Socioeconômicos e Mortalidade por Doença Isquêmica do Coração e Doença Cerebrovascular no Brasil de 2000 a 2019. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 8, [cited 2026-09-30], e20220832. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/indicadores-socioeconomicos-e-mortalidade-por-doenca-isquemica-do-coracao-e-doenca-cerebrovascular-no-brasil-de-2000-a-2019/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Bocchi EA, Brandão AA, Mesquita ET, Nakamuta JS, Bichels AV, Forestiero FJ. Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada no Brasil: Uma Revisão Sistemática. ABC Heart Fail Cardiomyop 2023;3(3):e20230033.

Electronic Document Format (ABNT)

Bocchi, Edimar Alcides; Brandão, Andréa Araujo; Mesquita, Evandro Tinoco; Nakamuta, Juliana S.; Bichels, André Valente; Forestiero, Francisco José. Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada no Brasil: Uma Revisão Sistemática. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 3, n. 3, e20230033, out. 2023.

Electronic Document Format (APA)

Bocchi, E. A., Brandão, A. A., Mesquita, E. T., Nakamuta, J. S., Bichels, A. V., & Forestiero, F. J. (2023). Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada no Brasil: Uma Revisão Sistemática. ABC Heart Fail Cardiomyop, 3(3), e20230033.

Electronic Document Format (ISO)

Bocchi, Edimar Alcides and Brandão, Andréa Araujo and Mesquita, Evandro Tinoco and Nakamuta, Juliana S. and Bichels, André Valente and Forestiero, Francisco José. Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada no Brasil: Uma Revisão Sistemática. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2023, vol. 3, n. 3, [cited 2026-09-30], e20230033. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-preservada-no-brasil-uma-revisao-sistematica/>

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Electronic Document Format (Vancouver)

Meng Y, Zhang Z, Zhao T, Zhang D. Significado Prognóstico de Marcadores Associados à Nutrição na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(5):e20220523.

Electronic Document Format (ABNT)

Meng, Ying; Zhang, Zhengyi; Zhao, Tong; Zhang, Dekui. Significado Prognóstico de Marcadores Associados à Nutrição na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 5, e20220523, maio. 2023.

Electronic Document Format (APA)

Meng, Y., Zhang, Z., Zhao, T., & Zhang, D. (2023). Significado Prognóstico de Marcadores Associados à Nutrição na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(5), e20220523.

Electronic Document Format (ISO)

Meng, Ying and Zhang, Zhengyi and Zhao, Tong and Zhang, Dekui. Significado Prognóstico de Marcadores Associados à Nutrição na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 5, [cited 2026-09-30], e20220523. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/significado-prognostico-de-marcadores-associados-a-nutricao-na-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-preservada-uma-revisao-sistematica-e-metanalise/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Feliciano SCC, Villela PB, Oliveira GMM. Associação entre a Mortalidade por Doenças Crônicas Não Transmissíveis e o Índice de Desenvolvimento Humano no Brasil entre 1980 e 2019. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(4):e20211009.

Electronic Document Format (ABNT)

Feliciano, Sandra Chagas da Costa; Villela, Paolo Blanco; Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. Associação entre a Mortalidade por Doenças Crônicas Não Transmissíveis e o Índice de Desenvolvimento Humano no Brasil entre 1980 e 2019. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 4, e20211009, abr. 2023.

Electronic Document Format (APA)

Feliciano, S. C. C., Villela, P. B., & Oliveira, G. M. M. (2023). Associação entre a Mortalidade por Doenças Crônicas Não Transmissíveis e o Índice de Desenvolvimento Humano no Brasil entre 1980 e 2019. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(4), e20211009.

Electronic Document Format (ISO)

Feliciano, Sandra Chagas da Costa and Villela, Paolo Blanco and Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. Associação entre a Mortalidade por Doenças Crônicas Não Transmissíveis e o Índice de Desenvolvimento Humano no Brasil entre 1980 e 2019. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 4, [cited 2026-09-30], e20211009. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-a-mortalidade-por-doencas-cronicas-nao-transmissiveis-e-o-indice-de-desenvolvimento-humano-no-brasil-entre-1980-e-2019/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Brant LCC, Passaglia LG. Alta Mortalidade por Infarto Agudo do Miocárdio na América Latina e Caribe: Defendendo a Implementação de Linha de Cuidado no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(6):979-80.

Electronic Document Format (ABNT)

Brant, Luisa C. C.; Passaglia, Luiz G.. Alta Mortalidade por Infarto Agudo do Miocárdio na América Latina e Caribe: Defendendo a Implementação de Linha de Cuidado no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 6, p. 979-980, dez. 2022.

Electronic Document Format (APA)

Brant, L. C. C., & Passaglia, L. G. (2022). Alta Mortalidade por Infarto Agudo do Miocárdio na América Latina e Caribe: Defendendo a Implementação de Linha de Cuidado no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(6), 979-980.

Electronic Document Format (ISO)

Brant, Luisa C. C. and Passaglia, Luiz G.. Alta Mortalidade por Infarto Agudo do Miocárdio na América Latina e Caribe: Defendendo a Implementação de Linha de Cuidado no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 6, [cited 2026-09-30], pp. 979-980. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/alta-mortalidade-por-infarto-agudo-do-miocardio-na-america-latina-e-caribe-defendendo-a-implementacao-de-linha-de-cuidado-no-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Santos IS, Lotufo PA, Goulart AC, Brant LCC, Pinto Filho MM, Pereira AC, Barreto SM, et al. Saúde Cardiovascular e Fibrilação ou Flutter Atrial: Um Estudo Transversal do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(5):724-31.

Electronic Document Format (ABNT)

Santos, Itamar S.; Lotufo, Paulo A.; Goulart, Alessandra C.; Brant, Luisa C. C.; Pinto Filho, Marcelo M; Pereira, Alexandre C.; Barreto, Sandhi M.; Ribeiro, Antonio L. P.; Thomas, G Neil; Lip, Gregory Y. H.; Bensenor, Isabela M.; Management, NIHR Global Health Research Group on Atrial Fibrillation; Arasalingam, Ajini; Beane, Abi; Bensenor, Isabela M; Brocklehurst, Peter; Cheng, Kar Keung; El-Bouri, Wahbi; Feng, Mei; Goulart, Alessandra C; Greenfield, Sheila; Guo, Yutao; Guruparan, Mahesan; Gusso, Gustavo; Gooden, Tiffany E; Haniffa, Rashan; Humphreys, Lindsey; Jolly, Kate; Jowett, Sue; Kumarendran, Balachandran; Lancashire, Emma; Lane, Deirdre A; Li, Xuewen; (Co-PI), Gregory Y.H. Lip; Li, Yan-guang; Lobban, Trudie; Lotufo, Paulo A; Manseki-Holland, Semira; Moore, David J; Nirantharakumar, Krishnarajah; Olmos, Rodrigo D; Paschoal, Elisabete; Pirasanth, Paskaran; Powsiga, Uruthirakumar; Romagnolli, Carla; Santos, Itamar S; Shantsila, Alena; Sheron, Vethanayagam Antony; Shribavan, Kanesamoorthy; Szmigin, Isabelle; Subaschandren, Kumaran; Surenthirakumaran, Rajendra; Tai, Meihui; (Co-PI), G Neil Thomas; Varella, Ana C; Wang, Hao; Wang, Jingya; Zhang, Hui; Zhong, Jiaoyue. Saúde Cardiovascular e Fibrilação ou Flutter Atrial: Um Estudo Transversal do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 5, p. 724-731, set. 2022.

Electronic Document Format (APA)

Santos, I. S., Lotufo, P. A., Goulart, A. C., Brant, L. C. C., Pinto Filho, M. M., Pereira, A. C., Barreto, S. M., Ribeiro, A. L. P., Thomas, G. N., Lip, G. Y. H., Bensenor, I. M., Management, N. G. H. R. G. A. F., Arasalingam, A., Beane, A., Bensenor, I. M., Brocklehurst, P., Cheng, K. K., El-Bouri, W., Feng, M., Goulart, A. C., Greenfield, S., Guo, Y., Guruparan, M., Gusso, G., Gooden, T. E., Haniffa, R., Humphreys, L., Jolly, K., Jowett, S., Kumarendran, B., Lancashire, E., Lane, D. A., Li, X., (Co-PI), G. Y. L., Li, Y., Lobban, T., Lotufo, P. A., Manseki-Holland, S., Moore, D. J., Nirantharakumar, K., Olmos, R. D., Paschoal, E., Pirasanth, P., Powsiga, U., Romagnolli, C., Santos, I. S., Shantsila, A., Sheron, V. A., Shribavan, K., Szmigin, I., Subaschandren, K., Surenthirakumaran, R., Tai, M., (Co-PI), G. N. T., Varella, A. C., Wang, H., Wang, J., Zhang, H., & Zhong, J. (2022). Saúde Cardiovascular e Fibrilação ou Flutter Atrial: Um Estudo Transversal do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(5), 724-731.

Electronic Document Format (ISO)

Santos, Itamar S. and Lotufo, Paulo A. and Goulart, Alessandra C. and Brant, Luisa C. C. and Pinto Filho, Marcelo M and Pereira, Alexandre C. and Barreto, Sandhi M. and Ribeiro, Antonio L. P. and Thomas, G Neil and Lip, Gregory Y. H. and Bensenor, Isabela M. and Management, NIHR Global Health Research Group on Atrial Fibrillation and Arasalingam, Ajini and Beane, Abi and Bensenor, Isabela M and Brocklehurst, Peter and Cheng, Kar Keung and El-Bouri, Wahbi and Feng, Mei and Goulart, Alessandra C and Greenfield, Sheila and Guo, Yutao and Guruparan, Mahesan and Gusso, Gustavo and Gooden, Tiffany E and Haniffa, Rashan and Humphreys, Lindsey and Jolly, Kate and Jowett, Sue and Kumarendran, Balachandran and Lancashire, Emma and Lane, Deirdre A and Li, Xuewen and (Co-PI), Gregory Y.H. Lip and Li, Yan-guang and Lobban, Trudie and Lotufo, Paulo A and Manseki-Holland, Semira and Moore, David J and Nirantharakumar, Krishnarajah and Olmos, Rodrigo D and Paschoal, Elisabete and Pirasanth, Paskaran and Powsiga, Uruthirakumar and Romagnolli, Carla and Santos, Itamar S and Shantsila, Alena and Sheron, Vethanayagam Antony and Shribavan, Kanesamoorthy and Szmigin, Isabelle and Subaschandren, Kumaran and Surenthirakumaran, Rajendra and Tai, Meihui and (Co-PI), G Neil Thomas and Varella, Ana C and Wang, Hao and Wang, Jingya and Zhang, Hui and Zhong, Jiaoyue. Saúde Cardiovascular e Fibrilação ou Flutter Atrial: Um Estudo Transversal do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 5, [cited 2026-09-30], pp. 724-731. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/saude-cardiovascular-e-fibrilacao-ou-flutter-atrial-um-estudo-transversal-do-elsa-brasil/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Electronic Document Format (Vancouver)

Nicolau JC. Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST Tratado com Intervenção Coronária Percutânea Primária: A Importância de Dados Locais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(3):458-9.

Electronic Document Format (ABNT)

Nicolau, José C.. Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST Tratado com Intervenção Coronária Percutânea Primária: A Importância de Dados Locais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 3, p. 458-459, set. 2022.

Electronic Document Format (APA)

Nicolau, J. C. (2022). Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST Tratado com Intervenção Coronária Percutânea Primária: A Importância de Dados Locais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(3), 458-459.

Electronic Document Format (ISO)

Nicolau, José C.. Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST Tratado com Intervenção Coronária Percutânea Primária: A Importância de Dados Locais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 3, [cited 2026-09-30], pp. 458-459. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/infarto-agudo-do-miocardio-com-supradesnivelamento-do-segmento-st-tratado-com-intervencao-coronaria-percutanea-primaria-a-importancia-de-dados-locais/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

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Electronic Document Format (ABNT)

Guerra, Vitor Coimbra. “Let’s Keep Pushing the Envelope”. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 3, p. 468-469, set. 2022.

Electronic Document Format (APA)

Guerra, V. C. (2022). “Let’s Keep Pushing the Envelope”. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(3), 468-469.

Electronic Document Format (ISO)

Guerra, Vitor Coimbra. “Let’s Keep Pushing the Envelope”. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 3, [cited 2026-09-30], pp. 468-469. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/lets-keep-pushing-the-envelope/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Electronic Document Format (Vancouver)

Koike M, Aikawa L. Muito Mais que Apenas Mulheres: Mulheres Maravilha. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(2):317-8.

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Koike, Marcia; Aikawa, Luciana. Muito Mais que Apenas Mulheres: Mulheres Maravilha. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 2, p. 317-318, ago. 2022.

Electronic Document Format (APA)

Koike, M., & Aikawa, L. (2022). Muito Mais que Apenas Mulheres: Mulheres Maravilha. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(2), 317-318.

Electronic Document Format (ISO)

Koike, Marcia and Aikawa, Luciana. Muito Mais que Apenas Mulheres: Mulheres Maravilha. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 2, [cited 2026-09-30], pp. 317-318. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/muito-mais-que-apenas-mulheres-mulheres-maravilha/>. ISSN 0066-782X

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