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  2. Palavra-chave: Doenças Cardiovasculares / tendências
ABC
Editorial

Prevenção da Doença Cardiovascular na Adolescência: Novos Horizontes

Mariana Xavier e Silva

Atualmente sabe-se que o processo de aterosclerose tem seu despertar na infância. Dessa forma, para encolher o número dos eventos cardiovasculares na população adulta, foi preciso estabelecer estratégias para evitar o desenvolvimento dos fatores de risco nas crianças. Desses, a obesidade é um entre os elementos com maior responsabilidade; sua presença e suas consequências, especialmente entre adolescentes, têm sido uma realidade cada vez mais frequente nos consultórios dos cardiologistas. Estudos vêm mostrando que o índice elevado de massa corporal significa maior probabilidade para desenvolver doenças crônicas, incluindo aterosclerose, hipertensão arterial sistêmica, diabetes melito, dislipidemia, síndrome metabólica e comorbidades como apneia obstrutiva do sono., Esses fatores de risco, também durante o crescimento e o desenvolvimento, tendem a se agrupar e atuam no favorecimento da doença cardiovascular.

O sobrepeso e a obesidade entre crianças e adolescentes preocupam, de fato. Um olhar atento mostra que, nos últimos 20 anos, a proporção aumentou sobremaneira em vários países.,, A adolescência é caracterizada por mudanças significantes na composição corporal, especialmente durante a puberdade. O acompanhamento e o monitoramento são fundamentais, uma vez que peso, gordura corporal e massa magra são características preditivas na vida adulta do desenvolvimento de fatores de risco cardiovasculares., Essa faixa etária, dentro desse panorama, apresenta risco cinco vezes maior de adiposidade excessiva no futuro, tornando-se um marcador de risco cardiometabólico aumentado.

[…]

  • Adolescente
  • Aterosclerose
  • Doenças Cardiovasculares / tendências
  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Fatores de risco
  • Infância
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16/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20200556 Visualizações 2
ABC
Editorial

Recentes Avanços na Pesquisa Experimental em Cardiologia

Luana U. Pagan et al. Mariana J. Gomes Marina P. Okoshi

A pesquisa básica é de grande importância para fomentar e ampliar o conhecimento nas mais diversas áreas. A prática da cardiologia clínica modificou-se substancialmente em resposta aos avanços das pesquisas experimentais das últimas décadas, as quais possibilitaram maior entendimento dos mecanismos moleculares envolvidos nas doenças cardiovasculares. Consequentemente, novas ferramentas foram introduzidas para diagnóstico e novos fármacos tiveram suas indicações definidas para o tratamento das doenças cardiovasculares.

A observação dos artigos publicados nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia nos últimos anos mostra grande avanço da produção científica na área básica, tanto de artigos originários de investigadores brasileiros como de pesquisadores de várias nações. Adicionalmente, verifica-se a diversidade de origem da produção científica nacional relacionada a campos do conhecimento; na última década, o jornal teve expressivo aumento da quantidade de artigos de áreas como educação física, fisioterapia, nutrição, biologia e biomedicina, dentre outras. Neste editorial, comentaremos sobre estudos recentemente publicados nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia na área de pesquisa básica.

[…]

  • Atividades Científicas e Tecnológicas/tendências
  • Doenças Cardiovasculares / tendências
  • Domínios Científicos
  • Exercício
  • Insuficiência Cardíaca
  • Mecanismos Moleculares/tendências
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23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20200835 Visualizações 1
ABC
Editorial

Declaração de Gramado: o Impacto de 20 Anos de Prevenção Cardiovascular

Aloyzio Achutti et al. Ricardo Stein Lúcia Pellanda Bruce B. Duncan

De 1º a 10 de maio de 1997, realizou-se, na cidade de Gramado (RS), o Primeiro Seminário Brasileiro de Epidemiologia Cardiovascular, nos moldes em que a Federação Mundial de Cardiologia vinha promovendo em várias partes do mundo desde 1968 com o título Seminários Didáticos Internacionais de Dez Dias sobre Epidemiologia Cardiovascular e Prevenção.

A iniciativa partiu da Assessoria Científica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Departamento de Cardiologia Clínica e do Comitê de Epidemiologia e Saúde Pública da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), sob patrocínio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), da World Heart Federation (na época ainda chamada International Society and Federation of Cardiology) e da Fundação Interamericana do Coração.

[…]

  • Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
  • Doenças Cardiovasculares / tendências
  • Doenças Cardiovasculares/prevenção &controle
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01/03/2017 DOI: 10.5935/abc.20170040
Figura 1
ABC
Review Article

Prêmios Nobel: Contribuições para a Cardiologia

Evandro Tinoco Mesquita et al. Luana de Decco Marchese Danielle Warol Dias Andressa Brasil Barbeito … Jonathan Costa Gomes Maria Clara Soares Muradas Pedro Gemal Lanzieri Ronaldo Altenburg Gismondi

O Prêmio Nobel foi criado por Alfred Nobel. Os primeiros prêmios foram entregues em 1901, e o primeiro ganhador na área da medicina foi Emil Adolf von Behring, por seus trabalhos com soro antidiftérico. Na cardiologia, o conhecimento da história do Prêmio Nobel ajuda a entender a importância dos avanços fisiopatológicos, diagnósticos e terapêuticos realizados ao longo dos últimos 120 anos. O objetivo do presente estudo foi revisar as principais descobertas científicas contempladas pelo Prêmio Nobel, que contribuíram para avanços no estudo da cardiologia. Além disso, apresentamos a hipótese pela qual Carlos Chagas, um dos nossos mais importantes cientistas, não recebeu o Prêmio Nobel em duas ocasiões. A partir de uma revisão não sistemática sobre os Prêmios Nobel, foram selecionados, entre os laureados, os principais estudos com relevância para as doenças cardíacas. No período entre 1901 e 2013, 204 pesquisadores, em 104 prêmios, foram premiados na categoria Medicina ou Fisiologia, dos quais 16 estudos (15%) tiveram importância na área da cardiologia. Foram 33 (16%) premiados, sendo apenas duas (6%) mulheres. Em relação ao local de nascimento, 14 (42%) eram norte-americanos, 15 (45%) europeus e quatro (13%) de outros países. Apenas um laureado nasceu no Brasil: Peter Medawar, cuja carreira se deu toda na Inglaterra. A revisão da história do Prêmio Nobel na área de medicina ou fisiologia possibilitou identificar pesquisadores e estudos que contribuíram para avanços no diagnóstico, prevenção e tratamento das doenças cardiovasculares. A maioria dos laureados eram norte‑americanos e europeus, e do sexo masculino.

  • Cardiologia
  • Doenças Cardiovasculares / tendências
  • história
  • Prêmio Nobel
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05/05/2015 DOI: 10.5935/abc.20150041
ABC
Editorial

Cardiologia Comportamental: Uma Nova Fronteira de Atuação da Cardiologia

Marcelo Katz et al. Mauricio Wajngarten

As doenças cardiovasculares representam a principal causa de morbimortalidade ao redor do mundo, em especial no Brasil, apesar dos avanços no diagnóstico e no tratamento. Especula-se que parte desses eventos adversos esteja associada à falta de aderência às recomendações médicas (farmacológicas e não farmacológicas) por parte dos pacientes,. Nesse sentido, existe a recomendação de que a avaliação da aderência e eventualmente a identificação das causas de falha na aderência sejam parte da anamnese cardiovascular. No estudo publicado por Oliveira-Filho e cols. nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, intitulado “Otimização da adesão terapêutica pós-alta hospitalar de pacientes com DCV: ensaio clínico randomizado – Estudo piloto”, o tema aderência é abordado mediante um estudo clínico randomizado conduzido pelos autores. Nesse estudo, 61 pacientes com diagnóstico de doença cardiovascular no momento da alta hospitalar foram randomizados para receber uma intervenção centrada em educação e informação, incluindo simplificação de posologia, utilizando como base uma escala de aderência de quatro itens versus tratamento padrão. Os autores compararam desfechos de aderência em um mês e doze meses após o início do acompanhamento, além de desfechos clínicos (readmissão hospitalar e óbito) no período de acompanhamento. A taxa de aderência foi avaliada de acordo com a escala de adesão terapêutica de oito itens de Morisky,. Em um mês de acompanhamento, a taxa de aderência foi significativamente maior no grupo intervenção (83,3% versus 48,4%). Ao longo do acompanhamento a taxa de aderência decaiu entre os grupos, não sendo possível encontrar diferença estatisticamente significativa, permanecendo, entretanto, aproximadamente 61% no grupo intervenção. Quanto às readmissões e óbitos, não houve diferença significativa entre os grupos, embora o estudo não tenha sido desenhado para esse objetivo primordialmente. Ressaltamos, contudo, que, considerando os aderentes, independentemente do grupo de alocação, a taxa de desfechos clínicos foi menor quando comparada aos pacientes não aderentes. Em estudo recente, Castellano e cols.avaliaram a polipílula versus tratamento padrão, em pacientes pós-infarto agudo do miocárdio, observando melhora na taxa de aderência, mas não em desfechos cardiovasculares. Comum em ambos estudos, a simplificação de posologia parece ser efetiva e deve ser uma tendência.

Metodologicamente bem planejado e executado, o estudo de Oliveira-Filho e cols. traz ensinamentos para a prática clínica e para a maneira pela qual médicos e profissionais de saúde poderiam interagir com seus pacientes. Educação do paciente e simplificação da posologia devem ser parte da estratégia de melhorar aderência dos pacientes. Além disso, o pano de fundo desse estudo, em última análise, remete a comportamento. Nos últimos anos, a denominação “Cardiologia comportamental” tem sido utilizada para definir uma nova fronteira de atuação da Cardiologia e atualmente engloba a relação entre a saúde mental e cardiovascular, a influência de fatores psicossociais sobre a incidência das doenças cardiovasculares, e finalmente aspectos comportamentais dos pacientes, que determinam maior ou menor adesão às recomendações médicas,. Diversas teorias comportamentais se completam e procuram explorar os diferentes domínios que regem o comportamento de um paciente ante um fator de risco ou mesmo uma doença. Da mesma forma, há inúmeros exemplos na literatura demonstrando que intervenções em saúde, no âmbito individual ou populacional, têm maior chance de êxito quando baseadas na combinação de teorias comportamentais, com destaque para o modelo de crença em saúde, os estágios de mudança, a teoria cognitiva social, autoeficácia e reforço positivo. Em todas essas teorias, a questão de informação e educação do paciente é central.

[…]

  • Adesão à Medicação
  • Doenças Cardiovasculares / tendências
  • Indicadores de Morbimortalidade
  • Resultado do Tratamento
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01/01/2015 DOI: 10.5935/abc.20150002 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Silva MX. Prevenção da Doença Cardiovascular na Adolescência: Novos Horizontes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(4):804-5.

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Silva, Mariana Xavier e. Prevenção da Doença Cardiovascular na Adolescência: Novos Horizontes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 4, p. 804-805, abr. 2021.

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Silva, M. X. (2021). Prevenção da Doença Cardiovascular na Adolescência: Novos Horizontes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(4), 804-805.

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Silva, Mariana Xavier e. Prevenção da Doença Cardiovascular na Adolescência: Novos Horizontes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 804-805. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevencao-da-doenca-cardiovascular-na-adolescencia-novos-horizontes/>. ISSN 0066-782X

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Pagan LU, Gomes MJ, Okoshi MP. Recentes Avanços na Pesquisa Experimental em Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):593-4.

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Pagan, Luana U.; Gomes, Mariana J.; Okoshi, Marina P.. Recentes Avanços na Pesquisa Experimental em Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 593-594, out. 2020.

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Pagan, L. U., Gomes, M. J., & Okoshi, M. P. (2020). Recentes Avanços na Pesquisa Experimental em Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 593-594.

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Pagan, Luana U. and Gomes, Mariana J. and Okoshi, Marina P.. Recentes Avanços na Pesquisa Experimental em Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 593-594. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/recentes-avancos-na-pesquisa-experimental-em-cardiologia/>. ISSN 0066-782X

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Achutti A, Stein R, Pellanda L, Duncan BB. Declaração de Gramado: o Impacto de 20 Anos de Prevenção Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(3):193-4.

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Achutti, Aloyzio; Stein, Ricardo; Pellanda, Lúcia; Duncan, Bruce B.. Declaração de Gramado: o Impacto de 20 Anos de Prevenção Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 3, p. 193-194, fev. 2017.

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Achutti, A., Stein, R., Pellanda, L., & Duncan, B. B. (2017). Declaração de Gramado: o Impacto de 20 Anos de Prevenção Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(3), 193-194.

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Achutti, Aloyzio and Stein, Ricardo and Pellanda, Lúcia and Duncan, Bruce B.. Declaração de Gramado: o Impacto de 20 Anos de Prevenção Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 193-194. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/declaracao-de-gramado-o-impacto-de-20-anos-de-prevencao-cardiovascular/>. ISSN 0066-782X

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Mesquita ET, Marchese LD, Dias DW, Barbeito AB, Gomes JC, Muradas MCS, Lanzieri PG, et al. Prêmios Nobel: Contribuições para a Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(2):188-96.

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Mesquita, Evandro Tinoco; Marchese, Luana de Decco; Dias, Danielle Warol; Barbeito, Andressa Brasil; Gomes, Jonathan Costa; Muradas, Maria Clara Soares; Lanzieri, Pedro Gemal; Gismondi, Ronaldo Altenburg. Prêmios Nobel: Contribuições para a Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 2, p. 188-196, maio. 2015.

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Mesquita, E. T., Marchese, L. D., Dias, D. W., Barbeito, A. B., Gomes, J. C., Muradas, M. C. S., Lanzieri, P. G., & Gismondi, R. A. (2015). Prêmios Nobel: Contribuições para a Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(2), 188-196.

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Mesquita, Evandro Tinoco and Marchese, Luana de Decco and Dias, Danielle Warol and Barbeito, Andressa Brasil and Gomes, Jonathan Costa and Muradas, Maria Clara Soares and Lanzieri, Pedro Gemal and Gismondi, Ronaldo Altenburg. Prêmios Nobel: Contribuições para a Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 188-196. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/premios-nobel-contribuicoes-para-a-cardiologia/>. ISSN 0066-782X

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Katz M, Wajngarten M. Cardiologia Comportamental: Uma Nova Fronteira de Atuação da Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;104(1):03-4.

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Katz, Marcelo; Wajngarten, Mauricio. Cardiologia Comportamental: Uma Nova Fronteira de Atuação da Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 1, p. 03-04, dez. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Katz, M., & Wajngarten, M. (2015). Cardiologia Comportamental: Uma Nova Fronteira de Atuação da Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(1), 03-04.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Katz, Marcelo and Wajngarten, Mauricio. Cardiologia Comportamental: Uma Nova Fronteira de Atuação da Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 104, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 03-04. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cardiologia-comportamental-uma-nova-fronteira-de-atuacao-da-cardiologia/>. ISSN 0066-782X

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