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  2. Palavra-chave: Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
Figura 1
ABC
Artigo Original

Associação entre Ácido Úrico Sérico e Pré-Hipertensão e Hipertensão entre Adultos Chineses

Lijun Zhu et al. Xiaoyu Zhang Zhengmei Fang Yuelong Jin … Weiwei Chang Yan Chen Yingshui Yao

Resumo

Fundamento

O ácido úrico (AU), produto final do metabolismo dos nucleotídeos das purinas, participa dos processos de doenças metabólicas e cardiovasculares. Evidências experimentais sugerem que o ácido úrico é um mediador importante na resposta fisiológica ao aumento da pressão arterial.

Objetivo

Avaliar a associação entre os níveis séricos de AU e pré-hipertensão e hipertensão em uma população chinesa.

Métodos

Conduziu-se um estudo transversal entre março e setembro de 2017, e 1.138 participantes com idades entre 35 e 75 anos foram incluídos neste estudo, onde 223 normotensos, 316 pré-hipertensos e 599 hipertensos foram selecionados para avaliar a associação entre níveis séricos de AU e hipertensão. Considerou-se um valor de p<0,05 estatisticamente significativo.

Resultados

Os níveis séricos de AU foram significativamente maiores no grupo pré-hipertensão e hipertensão em comparação com o grupo controle em toda a população (p<0,05 para todos). A análise quantitativa das características indicou níveis séricos de AU (2,92±0,81, 3,06±0,85, 3,22±0,98 mg/d) linearmente aumentados em mulheres normotensas, pré-hipertensas e hipertensas, com um valor de p de 0,008. Os níveis séricos de AU nos quartis correlacionaram-se positivamente com a PAD (p<0,05), principalmente em mulheres. Após o ajuste para idade, sexo, índice de massa corporal (IMC), glicose (GLI), colesterol total (CT), triglicerídeos (TG), colesterol HDL (lipoproteína de alta densidade), as razões de chances ( odds ratios — ORs) e intervalos de confiança (IC) de 95% da pré-hipertensão, dos níveis séricos de AU mais baixos (referentes) aos mais altos foram 1,718 (1,028–2,872), 1,018 (0,627–1,654) e 1,738 (1,003–3,010). Além disso, o segundo quartil dos níveis séricos de AU esteve significativamente associado à hipertensão, com uma OR (IC 95%) de 2,036 (1,256–3,298).

Conclusões

O presente estudo sugere que níveis séricos mais elevados de AU estão positivamente associados à pré-hipertensão e hipertensão entre adultos chineses.

  • Ácido Úrico
  • Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • Hiperuricemia
  • Pressão Arterial
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14/06/2021 DOI: 10.36660/abc.20200098 Visualizações 1
ABC
Editorial

O Redescobrimento do Brasil Cardiovascular: Como Prevenimos e Tratamos a Doença Cardiovascular em Nosso País

Letícia Rodrigues Costa et al. Eduardo Vasconcelos Passos Odilson Marcos Silvestre

No Brasil, as doenças cardiovasculares (DCV) são responsáveis por 27% do total de mortes, sendo a primeira causa de óbito entre os brasileiros. Essas mortes são devidas principalmente às doenças coronárias (32%), acidente vascular cerebral (AVC) (28%) e insuficiência cardíaca (IC) (18%). , Em todas as cinco regiões brasileiras essas são as principais causas de óbito, muito embora, ao se comparar com as causas não cardiovasculares, o percentual das mortes por DCV é maior nas regiões mais desenvolvidas, portanto, Sul e Sudeste.

Prevenir doenças cardiovasculares é evitar mortes por infarto, AVC e IC. Além das medidas não-farmacológicas, as medidas farmacológicas são eficazes e devem ser aplicadas seguindo a estratificação do risco cardiovascular e o uso de medicamentos baseados em evidências científicas. Entre os sujeitos com alto risco cardiovascular, ou seja, aqueles com maiores chances de eventos cardiovasculares nos próximos dez anos, o uso de terapias farmacológicas salva vidas.

[…]

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Fatores de risco
  • Infarto Do Miocárdio
  • Morbimortalidade
  • Prevenção e Controle
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03/02/2021 DOI: 10.36660/abc.20201295 Visualizações 1
ABC
Review Article

O Ano de 2018 em Cardiologia: Uma Visão Geral da ABC Cardiol e RPC

Ricardo Fontes-Carvalho et al. Glaucia Maria Moraes de Oliveira Lino Gonçalves Carlos Eduardo Rochitte

Doença arterial coronariana

Em 2018, a Rev Port Cardiol publicou os resultados de 15 anos do Registro Português de Síndromes Coronarianas Agudas (PorACS). Este é um registro multicêntrico e contínuo que já envolveu mais de 45.000 eventos, de 45 centros. É um dos maiores registros nacionais nesta área, excedido apenas pelos registros SWEDEHEART e MINAP. Este artigo fornece informações muito importantes sobre a epidemiologia e a evolução dos padrões de tratamento da SCA. Primeiro, demonstra-se que o perfil clínico dos pacientes com SCA mudou pouco ao longo dos anos e a proporção de infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCST) permaneceu estável (45%). Mais importante, ao longo dos anos ocorreu grande melhora da qualidade geral dos cuidados da SCA. Por exemplo, mais de 85% dos pacientes com IAMCST em Portugal recebem atualmente terapia de reperfusão, que é principalmente realizada por ICP primária (apenas 5,2% foram submetidos a trombólise). Essa melhora nos cuidados de SCA traduziu-se em uma notável redução da mortalidade intra-hospitalar, que passou de 6,7% em 2002 para 2,5% em 2016. Portanto, a comunidade cardiovascular deve ser reconhecida por essa conquista notável. No entanto, o trabalho não está concluído, e este estudo também mostrou lacunas importantes nos cuidados da SCA que devem ser abordadas. Infelizmente, o tempo para reperfusão não melhorou suficientemente e há uma necessidade urgente de melhorar tanto o tempo de “retardo do paciente” como o de “retardo do sistema”.

Em outro artigo interessante publicado em 2018, Pereira H. et al. avaliaram, em 994 pacientes com suspeita de IAMCST, os determinantes do tempo de retardo do paciente no sistema de saúde português. Embora a maioria dos sistemas de saúde concentre suas medidas de desempenho na avaliação do “tempo porta-balão”, é importante entender e abordar as razões desse “tempo de retardo do paciente”, que significa o tempo entre o início dos sintomas e o primeiro contato com o médico. Os pesquisadores observaram que o tempo de retardo do paciente era muito longo (cerca de 120 minutos) e identificaram cinco preditores de aumento no tempo de retardo do paciente: 1) idade>75 anos; 2) início dos sintomas entre 0:00 e 8:00 da manhã; 3) atendimento em uma unidade de atenção primária antes do primeiro contato médico; 4) não ligar para o número de emergência médica nacional; e 5) autotransporte para o setor de emergência. Portanto, este artigo fornece informações importantes para planejar campanhas mais eficazes direcionadas ao paciente que possam diminuir o tempo de retardo do paciente, e melhorar o tratamento e o prognóstico do IAMCST.

[…]

  • Atividades Cientíticas e Tecnológicas/tendências
  • Cardiomiopatias
  • Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Doenças das Valvas Cardíacas
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01/02/2019 DOI: 10.5935/abc.20190015 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Saúde Cardiovascular Ideal e Estresse no Trabalho: Um Estudo Transversal da Amazônia Brasileira

Davi Dantas Muniz et al. Kamile Santos Siqueira Cristina Toledo Cornell Miguel Morita Fernandes-Silva … Pascoal Torres Muniz Odilson Marcos Silvestre

Resumo

Fundamento:

Saúde cardiovascular (CV) ideal é caracterizada por quatro parâmetros de estilo de vida ideal e ausência de fatores de risco CV. A prevalência da saúde CV ideal na Bacia Amazônica e sua relação com estresse no trabalho é desconhecida.

Objetivo:

Avaliar a prevalência da saúde CV ideal e sua relação com o estresse no trabalho em uma área isolada de um país em desenvolvimento.

Métodos:

O estresse no trabalho foi avaliado em 478 funcionários de uma universidade na Bacia Amazônica através de um questionário validado que classificou os participantes como passivos, ativos, baixa tensão ou alta tensão no trabalho, de acordo com o modelo de demanda e controle. A saúde CV foi avaliada usando os 7 parâmetros usados pela American Heart Association (dieta, atividade física, IMC, tabagismo, hipertensão, diabetes e hipercolesterolemia). Os participantes foram classificados em saúde CV ideal, intermediária ou ruim. O nível de significância adotado foi de 5% (p < 0,05).

Resultados:

A idade média foi de 44,3 ± 12 anos, 65% eram homens e 35% eram professores. Nenhum participante preencheu os critérios de saúde CV ideal. A saúde CV intermediária foi encontrada em 44 (9%) e ruim em 434 (91%) dos entrevistados. Considerando a baixa tensão como grupo de referência, indivíduos classificados como de alta tensão, ativos e passivos tiveram um aumento não significativo (p > 0,05) nas chances de ter saúde CV ruim. Ao ajustar para possíveis fatores de confusão, a alta tensão no trabalho foi associada à obesidade (IMC > 30 kg/m2): OR 2,11 (IC 95% 1,06-4,22; p = 0,034) e dieta inadequada: OR 2,31 (IC 95%: 1,29-4,13 p = 0,005).

Conclusão:

Não houve associação entre saúde CV e estresse no trabalho, mas a obesidade e a má alimentação foram relacionadas à alta tensão. Dada a alta prevalência de saúde CV ruim e ausência de participantes com saúde CV ideal, as políticas voltadas para a educação em saúde e as intervenções de estilo de vida são primordiais para essa população.

  • Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
  • Ecosistema Amazônico
  • Estresse Psicológico
  • Fatores de risco
  • Obesidade
  • Prevenção e Controle
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07/01/2019 DOI: 10.5935/abc.20190005
Figura 1
ABC
Artigo Original

Satisfação de Médicos dos Serviços de Urgência com o Cuidado às Doenças Cardiovasculares na Região Ampliada Norte de Minas Gerais

Milena Soriano Marcolino et al. João Antonio de Queiroz Oliveira Grace Kelly Matos e Silva Thatiane Dantas Dias … Barbara Campos Abreu Marino André Pires Antunes Antonio Luiz Ribeiro Clareci Silva Cardoso

Resumo

Fundamentos:

A insatisfação dos profissionais de saúde dos serviços de urgência tem influência negativa na qualidade do cuidado ao infarto agudo do miocárdio (IAM) e na fixação desses profissionais.

Objetivo:

Avaliar a satisfação de médicos com a estrutura de atendimento e diagnóstico de serviços públicos de urgência na Região Ampliada Norte de Minas Gerais, previamente à implantação da linha de cuidado ao IAM.

Métodos:

Estudo transversal, que incluiu médicos das unidades de emergência do SAMU e de hospitais regionais nível II, III e IV. Foi avaliada a satisfação usando a escala CARDIOSATIS-Team. O escore mediano para cada item, a escala global e os domínios foram calculados e então comparados por grupos, utilizando o teste não paramétrico de Mann-Whitney. Foi avaliada a correlação entre tempo de formação e nível de satisfação com o método de Spearman. Um valor-p < 0,05 foi considerado significativo.

Resultados:

De 137 médicos incluídos, 46% trabalhavam no SAMU. A maior parte dos entrevistados demonstrou insatisfação geral com a estrutura de atendimento, cuja mediana da escala global foi 2,0 (intervalo interquartil [IQ] 2,0-4,0). A maioria dos médicos do SAMU demonstrou-se insatisfeita quanto a atendimento prestado (54%), estrutura para condução das doenças cardiovasculares (52%) e tecnologia disponível para diagnóstico (54%). Na avaliação da satisfação global, evidenciou-se que a insatisfação dos médicos do SAMU foi menor quando comparada à dos médicos de urgência hospitalar. Os médicos de hospitais nível III/IV demonstraram maior satisfação global quando comparados aos de hospitais nível II.

Conclusão:

Este estudo demonstrou insatisfação geral dos médicos dos serviços de urgência na região em relação à estrutura de atendimento às emergências cardiovasculares.

  • Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
  • Epidemiologia
  • Indicadores de Qualidade em Assistência à Saúde
  • Infarto Do Miocárdio
  • Perfil de Saúde
  • Serviços Médicos de Emergência
  • Síndrome Coronariana Aguda
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01/08/2018 DOI: 10.5935/abc.20180143 Visualizações 1
ABC
Original Article

Risco Cardiovascular na População Indígena Xavante

Luana Padua Soares et al. Amaury Lelis Dal Fabbro Anderson Soares Silva Daniela Saes Sartorelli … Luciana Ferreira Franco Patrícia Chamadoira Kuhn Regina Santiago Moises João Paulo Botelho Vieira-Filho Laércio Joel Franco

Resumo

Fundamento:

A prevalência de fatores de risco cardiovascular ainda é pouco estudada em populações indígenas brasileiras. Nas duas últimas décadas, observaram- se importantes mudanças no estilo de vida e no perfil epidemiológico dos Xavante.

Objetivo:

Avaliar a prevalência de fatores de risco cardiovascular na população adulta Xavante das Reservas Indígenas de São Marcos e Sangradouro/Volta Grande – MT.

Métodos:

Estudo transversal realizado com 925 indígenas Xavante com 20 ou mais anos de idade, no período de 2008 a 2012. Foram considerados os indicadores: níveis séricos de triglicérides (TG), colesterol (total, LDL e HDL), Índices de Castelli I (CT/HDL-c) e II (LDL-c/HDL-c), razão TG/HDL-C, relação Apo B/Apo A1, escore de Framingham, proteína C reativa (PCR), Índice de Massa Corporal (IMC), circunferência da cintura (CC), cintura hipertrigliceridêmica (CH), glicemia e pressão arterial. Foram utilizados os testes Kolmogorov-Smirnov, t de Student e Qui quadrado (χ2), sendo considerado um nível de significância de 5%.

Resultados:

Verificaram-se altas prevalências de risco cardiovascular elevado, em homens e mulheres, respectivamente, segundo os indicadores HDL-colesterol (66,2% e 86,2%), TG (53,2% e 51,5%), razão TG/HDL-c (60,0% e 49,1%), PCR (44,1% e 48,1%), IMC (81,3% e 81,7%), CC (59,1% e 96,2%), CH (38,0% e 50,6%) e glicemia (46,8% e 70,2%). Os indivíduos de 40 a 59 anos foram os que apresentaram maior risco cardiovascular.

Conclusões:

Os Xavante apresentam elevado risco cardiovascular segundo vários indicadores avaliados. Este inquérito fornece subsídios para ações de prevenção e tratamento precoce, a fim de minimizar os potenciais danos causados por doenças cardiovasculares entre os Xavante.

  • Adulto
  • Dislipidemias
  • Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
  • Fatores de risco
  • Obesidade
  • População Indígena
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01/06/2018 DOI: 10.5935/abc.20180090
Figura 1
IJCS
Editorial

Relação entre Fatores Sociais e Doenças Cardiovasculares

Claudio Tinoco Mesquita

Os países ocidentais observam as doenças cardiovasculares liderarem as estatísticas de causa de morte há décadas. No Brasil, as doenças do aparelho circulatório (DAC) também representam as principais causas de óbitos, correspondendo a 28,6% de todas as causas de mortalidade no ano 2011.

[…]

  • Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
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  • Doenças Cardiovasculares/prevenção e controle
  • Fatores de risco
  • Fatores Socioeconômicos
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180007
Figura 1
ABC
Original Article

Grau de Concordância entre Instrumentos de Estratificação de Risco Cardiovascular

Guilherme Thomé Garcia et al. Ana Maria Nunes de Faria Stamm Ariel Córdova Rosa Antônio Carlos Marasciulo … Rodrigo Conill Marasciulo Cristian Battistella Alexandre Augusto de Costa Remor

Resumo

Fundamento:

A doença cardiovascular (DCV) é a principal causa de morbimortalidade no Brasil, e a prevenção primária pode ser direcionada com ferramentas que estratificam o risco. Os escores de Framingham (ERF) e QRISK-2 (ERQ) estimam o risco cardiovascular (RCV) global em 10 anos em indivíduos assintomáticos, mas a escolha do instrumento pode implicar em terapêuticas distintas.

Objetivo:

Observar o grau de concordância entre o ERF e o ERQ, na estratificação do risco cardiovascular global em 10 anos, nos indivíduos livres da doença.

Métodos:

Estudo transversal, observacional, descritivo e analítico, com uma amostra de conveniência de 74 indivíduos, atendidos em um ambulatório de ensino de um hospital universitário brasileiro, no sul do país, de janeiro de 2014 a janeiro de 2015. O ERF e o ERQ foram aplicados nos pacientes, que foram classificados em baixo/moderado (< 20%) ou alto risco (≥ 20%).

Resultados:

A proporção de indivíduos classificados no estrato de alto risco foi superior no ERF que no ERQ (33,7% vs 21,6%), sendo identificado efeito sinérgico do gênero masculino com hipertensão arterial sistêmica nas duas ferramentas, e com faixa etária geriátrica no ERQ (p < 0,05) nesse estrato de risco. O índice de concordância Kappa entre os dois escores foi igual a 0,519 (IC95% = 0,386-0,652; p < 0,001).

Conclusão:

Houve concordância moderada entre o ERF e o ERQ, na estimativa de RCV global em 10 anos. Os escores utilizados podem identificar sinergismo entre as variáveis, e têm comportamento influenciado pela população na qual foram originados. É importante reconhecer a necessidade de escores calibrados para a população brasileira.

  • Análise Transversal
  • Determinação do Risco
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  • Doenças Cardiovasculares / morbidade
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
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01/05/2017 DOI: 10.5935/abc.20170057
ABC
Editorial

Declaração de Gramado: o Impacto de 20 Anos de Prevenção Cardiovascular

Aloyzio Achutti et al. Ricardo Stein Lúcia Pellanda Bruce B. Duncan

De 1º a 10 de maio de 1997, realizou-se, na cidade de Gramado (RS), o Primeiro Seminário Brasileiro de Epidemiologia Cardiovascular, nos moldes em que a Federação Mundial de Cardiologia vinha promovendo em várias partes do mundo desde 1968 com o título Seminários Didáticos Internacionais de Dez Dias sobre Epidemiologia Cardiovascular e Prevenção.

A iniciativa partiu da Assessoria Científica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Departamento de Cardiologia Clínica e do Comitê de Epidemiologia e Saúde Pública da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), sob patrocínio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), da World Heart Federation (na época ainda chamada International Society and Federation of Cardiology) e da Fundação Interamericana do Coração.

[…]

  • Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
  • Doenças Cardiovasculares / tendências
  • Doenças Cardiovasculares/prevenção &controle
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01/03/2017 DOI: 10.5935/abc.20170040
IJCS
Editorial

Meus Valores são Diferentes dos seus? O Valor do Cuidado Invasivo da Doença Arterial Coronariana no Brasil

Alexandre Siciliano Colafranceschi

A Doença Arterial Coronária (DAC) tem sido consistentemente associada à principal causa de morte e deficiência na maioria dos países industrializados ocidentais desde meados da década de 1950. Apesar de ainda possuir grande impacto para a saúde da sociedade destas nações, as taxas de DAC diminuíram consideravelmente na últimas décadas.

Existem diferenças significativas na prevalência de DAC, uma vez que diferentes regiões do mundo enfrentam estágios variados desta epidemia. Um modelo de transição epidemiológica para doenças cardiovasculares descreve uma série de estágios a partir de um perfil de população com baixa expectativa de vida e doenças cardiovasculares decorrentes principalmente de doenças infecciosas e desnutrição, que é um padrão comumente observado em países subdesenvolvidos. À medida que o desenvolvimento econômico e de saúde pública melhora a nutrição da população e reduz as doenças infecciosas, a expectativa de vida aumenta, e são alterados o padrão e as taxas doença cardiovascular. Na última fase, comumente observada em países de alta renda, a expectativa de vida aumenta, e predominam as doenças cardiovasculares degenerativas em idade avançada. As taxas variáveis de incidência, prevalência e mortalidade refletem os diferentes níveis de fatores de risco, outras causas de morte concorrentes e a disponibilidade de recursos para combater as doenças cardiovasculares.

[…]

  • Angioplastia Coronária com Balão
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
  • Procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170074
Figura 1
ABC
Original Article

Tendências da Taxa de Mortalidade por Doenças Cardiovasculares no Brasil, 1980-2012

Antonio de Padua Mansur et al. Desidério Favarato

Resumo

Fundamento:

Estudos questionaram a tendência de queda da mortalidade por doenças cardiovasculares (DCV) no Brasil nos últimos anos.

Objetivo:

analisar as tendências recentes na mortalidade por doença isquêmica do coração (DIC) e doenças cerebrovasculares (DCbV) na população brasileira.

Métodos:

dados de mortalidade e população foram obtidos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e Ministério da Saúde. O risco de morte foi ajustado pelo método direto, tendo como referência a população mundial de 2000. Foram analisadas, nos períodos de 1980-2006 e 2007-2012, as tendências da mortalidade em mulheres e homens.

Resultados:

houve diminuição da mortalidade por DCV e DCbV em mulheres e homens para ambos os períodos (p < 0,001). As variações anuais de mortalidade para os períodos de 1980-2006 e 2007-2012 foram, respectivamente: DCV total: -1,5% e -0,8%; DCV homens: -1,4% e -0,6%; DCV mulheres: -1,7% e -1,0%; DIC homens: -1,1% e 0,1%; DIC mulheres: -1,5% e 0,4%; DCbV homens: -1,7% e -1,4%; DCbV mulheres: -2,0% e -1,9%. De 1980 a 2006, houve diminuição da mortalidade por DIC em homens e mulheres (p < 0,001), mas de 2007-2012, as mudanças na mortalidade por DIC não foram significativas em homens [y = 151 + 0.04 (R2 = 0.02; p = 0,779)] e mulheres [y = 88-0.54 (R2 = 0,24; p = 0,320)].

Conclusão:

A tendência da mortalidade por DIC parou de cair no Brasil de 2007 a 2012.

  • Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
  • Isquemia encefálica
  • Isquemia Miocárdica
  • Mortalidade/tendências
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24/05/2016 DOI: 10.5935/abc.20160077 Visualizações 1
Gráfico 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Mortalidade em Idosos por Doenças Cardiovasculares: Análise Comparativa de Dois Quinquênios

Grasiela Piuvezam et al. Wilton Rodrigues Medeiros Andressa Vellasco Costa Felipe Fonseca Emerenciano … Renata Cristina Santos Danilo Silveira Seabra

Fundamento:

As doenças cardiovasculares constituem a primeira causa de morte no Brasil. A melhor compreensão da distribuição espacial e temporal das taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares na população idosa brasileira é fundamental para embasar ações em saúde mais direcionadas para cada região do país.

Objetivo:

Descrever e comparar geoespacialmente as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares nos idosos residentes no Brasil, por sexo, nos quinquênios de 1996 a 2000 e de 2006 a 2010.

Métodos:

Trata-se de um estudo ecológico, para o qual os dados sobre mortalidade foram obtidos do DATASUS e os populacionais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A taxa média de mortalidade para doenças cardiovasculares nos idosos, para cada sexo, foi calculada em cada período. A autocorrelação espacial dessa variável foi avaliada pelo TerraView 4.2.0 por meio do índice global de Moran e a formação de aglomerados (clusters), pelo índice local de Moran-LISA.

Resultados:

Observou-se, no segundo quinquênio, um aumento da taxa de mortalidade por doenças cardiovasculares nas Regiões Norte e Nordeste, concomitantemente à sua diminuição no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Também houve formação de aglomerados com altas taxas de mortalidade no segundo quinquênio em Roraima, para o sexo feminino, e no Ceará, Pernambuco e Roraima, para o sexo masculino.

Conclusão:

A elevação das taxas de mortalidade para o Norte e Nordeste possivelmente esteve relacionada à mudança do perfil de mortalidade e melhoria na qualidade da informação, resultado do incremento das ações de vigilância e assistência à saúde nessas regiões.

  • Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Estudo Comparativo
  • Idoso
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18/08/2015 DOI: 10.5935/abc.20150096
ABC
Editorial

Trajetórias da Saúde Cardiovascular: Epidemiologia do Curso da Vida no Brasil

Lucia Campos Pellanda

A epidemiologia cardiovascular avançou enormemente no estudo de fatores de risco para aterosclerose, como demonstram as publicações nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia (ABC) nos últimos anos – .

A partir desse conhecimento, é possível explorar novas hipóteses e, portanto, novas fronteiras para a prevenção. Entre as diferentes perspectivas para o estudo desses fatores de risco está a epidemiologia do curso da vida. Essa perspectiva considera que o início da doença pode ocorrer muito antes do estabelecimento dos fatores de risco tradicionais na vida adulta. Assim, a saúde e as doenças podem ser consideradas como resultados de efeitos, em longo prazo, de exposição a diferentes fatores presentes durante as diversas fases da vida, incluindo a vida intrauterina, a infância, a adolescência e a idade adulta.

[…]

  • Acontecimentos que mudam a vida
  • Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
  • Fatores de risco
  • Publicações Periódicas como Assunto
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01/05/2014 DOI: 10.5935/abc.20140065

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Zhu L, Zhang X, Fang Z, Jin Y, Chang W, Chen Y, Yao Y, et al. Associação entre Ácido Úrico Sérico e Pré-Hipertensão e Hipertensão entre Adultos Chineses. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(6):1072-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Zhu, Lijun; Zhang, Xiaoyu; Fang, Zhengmei; Jin, Yuelong; Chang, Weiwei; Chen, Yan; Yao, Yingshui. Associação entre Ácido Úrico Sérico e Pré-Hipertensão e Hipertensão entre Adultos Chineses. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 6, p. 1072-1078, jun. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Zhu, L., Zhang, X., Fang, Z., Jin, Y., Chang, W., Chen, Y., & Yao, Y. (2021). Associação entre Ácido Úrico Sérico e Pré-Hipertensão e Hipertensão entre Adultos Chineses. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(6), 1072-1078.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Zhu, Lijun and Zhang, Xiaoyu and Fang, Zhengmei and Jin, Yuelong and Chang, Weiwei and Chen, Yan and Yao, Yingshui. Associação entre Ácido Úrico Sérico e Pré-Hipertensão e Hipertensão entre Adultos Chineses. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1072-1078. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-acido-urico-serico-e-pre-hipertensao-e-hipertensao-entre-adultos-chineses/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Costa LR, Passos EV, Silvestre OM. O Redescobrimento do Brasil Cardiovascular: Como Prevenimos e Tratamos a Doença Cardiovascular em Nosso País. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(1):117-8.

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Costa, Letícia Rodrigues; Passos, Eduardo Vasconcelos; Silvestre, Odilson Marcos. O Redescobrimento do Brasil Cardiovascular: Como Prevenimos e Tratamos a Doença Cardiovascular em Nosso País. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 1, p. 117-118, fev. 2021.

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Costa, L. R., Passos, E. V., & Silvestre, O. M. (2021). O Redescobrimento do Brasil Cardiovascular: Como Prevenimos e Tratamos a Doença Cardiovascular em Nosso País. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(1), 117-118.

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Costa, Letícia Rodrigues and Passos, Eduardo Vasconcelos and Silvestre, Odilson Marcos. O Redescobrimento do Brasil Cardiovascular: Como Prevenimos e Tratamos a Doença Cardiovascular em Nosso País. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 117-118. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-redescobrimento-do-brasil-cardiovascular-como-prevenimos-e-tratamos-a-doenca-cardiovascular-em-nosso-pais/>. ISSN 0066-782X

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Fontes-Carvalho R, Oliveira GMM, Gonçalves L, Rochitte CE. O Ano de 2018 em Cardiologia: Uma Visão Geral da ABC Cardiol e RPC. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(2):193-200.

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Fontes-Carvalho, Ricardo; Oliveira, Glaucia Maria Moraes de; Gonçalves, Lino; Rochitte, Carlos Eduardo. O Ano de 2018 em Cardiologia: Uma Visão Geral da ABC Cardiol e RPC. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 2, p. 193-200, jan. 2019.

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Fontes-Carvalho, R., Oliveira, G. M. M. , Gonçalves, L., & Rochitte, C. E. (2019). O Ano de 2018 em Cardiologia: Uma Visão Geral da ABC Cardiol e RPC. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(2), 193-200.

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Fontes-Carvalho, Ricardo and Oliveira, Glaucia Maria Moraes de and Gonçalves, Lino and Rochitte, Carlos Eduardo. O Ano de 2018 em Cardiologia: Uma Visão Geral da ABC Cardiol e RPC. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 193-200. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-ano-de-2018-em-cardiologia-uma-visao-geral-da-abc-cardiol-e-rpc/>. ISSN 0066-782X

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Muniz DD, Siqueira KS, Cornell CT, Fernandes-Silva MM, Muniz PT, Silvestre OM. Saúde Cardiovascular Ideal e Estresse no Trabalho: Um Estudo Transversal da Amazônia Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(3):260-8.

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Muniz, Davi Dantas; Siqueira, Kamile Santos; Cornell, Cristina Toledo; Fernandes-Silva, Miguel Morita; Muniz, Pascoal Torres; Silvestre, Odilson Marcos. Saúde Cardiovascular Ideal e Estresse no Trabalho: Um Estudo Transversal da Amazônia Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 3, p. 260-268, jan. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Muniz, D. D., Siqueira, K. S., Cornell, C. T., Fernandes-Silva, M. M., Muniz, P. T., & Silvestre, O. M. (2019). Saúde Cardiovascular Ideal e Estresse no Trabalho: Um Estudo Transversal da Amazônia Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(3), 260-268.

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Muniz, Davi Dantas and Siqueira, Kamile Santos and Cornell, Cristina Toledo and Fernandes-Silva, Miguel Morita and Muniz, Pascoal Torres and Silvestre, Odilson Marcos. Saúde Cardiovascular Ideal e Estresse no Trabalho: Um Estudo Transversal da Amazônia Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 260-268. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/saude-cardiovascular-ideal-e-estresse-no-trabalho-um-estudo-transversal-da-amazonia-brasileira/>. ISSN 0066-782X

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Marcolino MS, Oliveira JAQ, Silva GKM, Dias TD, Marino BCA, Antunes AP, Ribeiro AL, et al. Satisfação de Médicos dos Serviços de Urgência com o Cuidado às Doenças Cardiovasculares na Região Ampliada Norte de Minas Gerais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(2):151-9.

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Marcolino, Milena Soriano; Oliveira, João Antonio de Queiroz; Silva, Grace Kelly Matos e; Dias, Thatiane Dantas; Marino, Barbara Campos Abreu; Antunes, André Pires; Ribeiro, Antonio Luiz; Cardoso, Clareci Silva. Satisfação de Médicos dos Serviços de Urgência com o Cuidado às Doenças Cardiovasculares na Região Ampliada Norte de Minas Gerais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 2, p. 151-159, jul. 2018.

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Marcolino, M. S., Oliveira, J. A. Q., Silva, G. K. M. , Dias, T. D., Marino, B. C. A., Antunes, A. P., Ribeiro, A. L., & Cardoso, C. S. (2018). Satisfação de Médicos dos Serviços de Urgência com o Cuidado às Doenças Cardiovasculares na Região Ampliada Norte de Minas Gerais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(2), 151-159.

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Marcolino, Milena Soriano and Oliveira, João Antonio de Queiroz and Silva, Grace Kelly Matos e and Dias, Thatiane Dantas and Marino, Barbara Campos Abreu and Antunes, André Pires and Ribeiro, Antonio Luiz and Cardoso, Clareci Silva. Satisfação de Médicos dos Serviços de Urgência com o Cuidado às Doenças Cardiovasculares na Região Ampliada Norte de Minas Gerais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 151-159. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/satisfacao-de-medicos-dos-servicos-de-urgencia-com-o-cuidado-as-doencas-cardiovasculares-na-regiao-ampliada-norte-de-minas-gerais/>. ISSN 0066-782X

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Soares LP, Fabbro ALD, Silva AS, Sartorelli DS, Franco LF, Kuhn PC, Moises RS, et al. Risco Cardiovascular na População Indígena Xavante. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(6):542-50.

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Soares, Luana Padua; Fabbro, Amaury Lelis Dal; Silva, Anderson Soares; Sartorelli, Daniela Saes; Franco, Luciana Ferreira; Kuhn, Patrícia Chamadoira; Moises, Regina Santiago; Vieira-Filho, João Paulo Botelho; Franco, Laércio Joel. Risco Cardiovascular na População Indígena Xavante. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 6, p. 542-550, maio. 2018.

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Soares, L. P., Fabbro, A. L. D., Silva, A. S., Sartorelli, D. S., Franco, L. F., Kuhn, P. C., Moises, R. S., Vieira-Filho, J. P. B., & Franco, L. J. (2018). Risco Cardiovascular na População Indígena Xavante. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(6), 542-550.

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Soares, Luana Padua and Fabbro, Amaury Lelis Dal and Silva, Anderson Soares and Sartorelli, Daniela Saes and Franco, Luciana Ferreira and Kuhn, Patrícia Chamadoira and Moises, Regina Santiago and Vieira-Filho, João Paulo Botelho and Franco, Laércio Joel. Risco Cardiovascular na População Indígena Xavante. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 542-550. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/risco-cardiovascular-na-populacao-indigena-xavante/>. ISSN 0066-782X

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Mesquita CT. Relação entre Fatores Sociais e Doenças Cardiovasculares. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(2):87-9.

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Mesquita, Claudio Tinoco. Relação entre Fatores Sociais e Doenças Cardiovasculares. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 2, p. 87-89, dez. 2017.

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Mesquita, C. T. (2018). Relação entre Fatores Sociais e Doenças Cardiovasculares. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(2), 87-89.

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Mesquita, Claudio Tinoco. Relação entre Fatores Sociais e Doenças Cardiovasculares. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 87-89. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-fatores-sociais-e-doencas-cardiovasculares/>. ISSN 2359-4802

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Garcia GT, Stamm AMNF, Rosa AC, Marasciulo AC, Marasciulo RC, Battistella C, Remor AAC, et al. Grau de Concordância entre Instrumentos de Estratificação de Risco Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(5):427-35.

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Garcia, Guilherme Thomé; Stamm, Ana Maria Nunes de Faria; Rosa, Ariel Córdova; Marasciulo, Antônio Carlos; Marasciulo, Rodrigo Conill; Battistella, Cristian; Remor, Alexandre Augusto de Costa. Grau de Concordância entre Instrumentos de Estratificação de Risco Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 5, p. 427-435, abr. 2017.

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Garcia, G. T., Stamm, A. M. N. F., Rosa, A. C., Marasciulo, A. C., Marasciulo, R. C., Battistella, C., & Remor, A. A. C. (2017). Grau de Concordância entre Instrumentos de Estratificação de Risco Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(5), 427-435.

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Garcia, Guilherme Thomé and Stamm, Ana Maria Nunes de Faria and Rosa, Ariel Córdova and Marasciulo, Antônio Carlos and Marasciulo, Rodrigo Conill and Battistella, Cristian and Remor, Alexandre Augusto de Costa. Grau de Concordância entre Instrumentos de Estratificação de Risco Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 427-435. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/grau-de-concordancia-entre-instrumentos-de-estratificacao-de-risco-cardiovascular/>. ISSN 0066-782X

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Achutti A, Stein R, Pellanda L, Duncan BB. Declaração de Gramado: o Impacto de 20 Anos de Prevenção Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(3):193-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Achutti, Aloyzio; Stein, Ricardo; Pellanda, Lúcia; Duncan, Bruce B.. Declaração de Gramado: o Impacto de 20 Anos de Prevenção Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 3, p. 193-194, fev. 2017.

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Achutti, A., Stein, R., Pellanda, L., & Duncan, B. B. (2017). Declaração de Gramado: o Impacto de 20 Anos de Prevenção Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(3), 193-194.

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Achutti, Aloyzio and Stein, Ricardo and Pellanda, Lúcia and Duncan, Bruce B.. Declaração de Gramado: o Impacto de 20 Anos de Prevenção Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 193-194. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/declaracao-de-gramado-o-impacto-de-20-anos-de-prevencao-cardiovascular/>. ISSN 0066-782X

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Colafranceschi AS. Meus Valores são Diferentes dos seus? O Valor do Cuidado Invasivo da Doença Arterial Coronariana no Brasil. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(5):369-72.

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Colafranceschi, Alexandre Siciliano. Meus Valores são Diferentes dos seus? O Valor do Cuidado Invasivo da Doença Arterial Coronariana no Brasil. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 5, p. 369-372, dez. 2016.

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Colafranceschi, A. S. (2017). Meus Valores são Diferentes dos seus? O Valor do Cuidado Invasivo da Doença Arterial Coronariana no Brasil. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5), 369-372.

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Colafranceschi, Alexandre Siciliano. Meus Valores são Diferentes dos seus? O Valor do Cuidado Invasivo da Doença Arterial Coronariana no Brasil. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 369-372. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/meus-valores-sao-diferentes-dos-seus-o-valor-do-cuidado-invasivo-da-doenca-arterial-coronariana-no-brasil/>. ISSN 2359-4802

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Mansur AP, Favarato D. Tendências da Taxa de Mortalidade por Doenças Cardiovasculares no Brasil, 1980-2012. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(1):20-5.

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Mansur, Antonio de Padua; Favarato, Desidério. Tendências da Taxa de Mortalidade por Doenças Cardiovasculares no Brasil, 1980-2012. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 1, p. 20-25, maio. 2016.

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Mansur, A. P., & Favarato, D. (2016). Tendências da Taxa de Mortalidade por Doenças Cardiovasculares no Brasil, 1980-2012. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(1), 20-25.

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Mansur, Antonio de Padua and Favarato, Desidério. Tendências da Taxa de Mortalidade por Doenças Cardiovasculares no Brasil, 1980-2012. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 20-25. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tendencias-da-taxa-de-mortalidade-por-doencas-cardiovasculares-no-brasil-1980-2012/>. ISSN 0066-782X

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Piuvezam G, Medeiros WR, Costa AV, Emerenciano FF, Santos RC, Seabra DS. Mortalidade em Idosos por Doenças Cardiovasculares: Análise Comparativa de Dois Quinquênios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(4):371-80.

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Piuvezam, Grasiela; Medeiros, Wilton Rodrigues; Costa, Andressa Vellasco; Emerenciano, Felipe Fonseca; Santos, Renata Cristina; Seabra, Danilo Silveira. Mortalidade em Idosos por Doenças Cardiovasculares: Análise Comparativa de Dois Quinquênios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 4, p. 371-380, ago. 2015.

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Piuvezam, G., Medeiros, W. R., Costa, A. V., Emerenciano, F. F., Santos, R. C., & Seabra, D. S. (2015). Mortalidade em Idosos por Doenças Cardiovasculares: Análise Comparativa de Dois Quinquênios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(4), 371-380.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Piuvezam, Grasiela and Medeiros, Wilton Rodrigues and Costa, Andressa Vellasco and Emerenciano, Felipe Fonseca and Santos, Renata Cristina and Seabra, Danilo Silveira. Mortalidade em Idosos por Doenças Cardiovasculares: Análise Comparativa de Dois Quinquênios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 371-380. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mortalidade-em-idosos-por-doencas-cardiovasculares-analise-comparativa-de-dois-quinquenios/>. ISSN 0066-782X

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Pellanda LC. Trajetórias da Saúde Cardiovascular: Epidemiologia do Curso da Vida no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;102(5):418-9.

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Pellanda, Lucia Campos. Trajetórias da Saúde Cardiovascular: Epidemiologia do Curso da Vida no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 5, p. 418-419, abr. 2014.

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Pellanda, L. C. (2014). Trajetórias da Saúde Cardiovascular: Epidemiologia do Curso da Vida no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(5), 418-419.

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Pellanda, Lucia Campos. Trajetórias da Saúde Cardiovascular: Epidemiologia do Curso da Vida no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 418-419. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/trajetorias-da-saude-cardiovascular-epidemiologia-do-curso-da-vida-no-brasil/>. ISSN 0066-782X

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