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ABC
Editorial

O Sistema Adenosina como Alvo na Busca de uma Nova Classe de Anti-Hipertensivos

Roberto Jorge da Silva Franco

As complicações cardiovasculares (CV) são um dos principais fatores de mortalidade precoce no atual cenário mundial e tornaram-se grande desafio na busca do controle de sua ascensão tanto nos países em desenvolvimento quanto nos desenvolvidos. Tornou-se assim de imensa importância procurar diferentes possibilidades terapêuticas e tratamentos para o crescente fardo das doenças CVs. Os receptores de adenosina (AR) podem ser uma ferramenta inovadora de escolha na compreensão do mecanismo de sinalização que pode levar às complicações CVs.

A mediação da adenosina envolve a ativação de uma família de quatro AR acoplados à proteína G: A1, A2A, A2B e A3. O A3AR é o único subtipo de adenosina a ser super-expresso em células inflamatórias e cancerígenas, tornando-se assim um alvo potencial para terapia. A3AR apresentou uma natureza dupla sob diferentes condições fisiopatológicas e pode ser protetor/prejudicial em condições isquêmicas, pró/anti-inflamatório e pró/antitumoral dependendo nos sistemas investigados. Até recentemente, o maior e o desafio mais intrigante foi entender se, e em quais casos, agonistas A3 seletivos ou antagonistas seriam a melhor escolha.

[…]

  • Adenosina
  • Anti-Hipertensivos
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Hipertensão
  • Mortalidade
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06/05/2024 DOI: 10.36660/abc.20240129 Visualizações 1
ABC
Carta ao Editor

A Relação entre a Razão Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão

Cristian Rodrigues do Nascimento et al. João Luis Matos Ribeiro Rodrigo Mendes Romero Henrique de Almeida Barbosa … Johnnatas Mikael Lopes Pedro Pereira Tenório

Ao Editor,

Lemos, atentamente, o artigo intitulado: “A relação entre a razão ácido úrico/albumina e a espessura média-intimal da carótida em pacientes com hipertensão”, cujo objetivo foi investigar a associação da relação ácido úrico/albumina (RUA) e a espessura média-intimal carotídea (EMIC) em pacientes hipertensos. Embora o presente estudo tenha demonstrado uma correlação significativa entre RUA e EMIC, com a RUA apresentando maior capacidade discriminativa para valores aumentados de EMIC do que ácido úrico e albumina isolados, e do que os demais marcadores inflamatórios analisados no estudo, como o índice de inflamação imune sistêmica (IIS), a razão neutrófilo/linfócito (RNL), a razão plaqueta/linfócito (RPL) e a razão proteína C reativa/albumina (RCA), alguns aspectos observados, na leitura do artigo, são dignos de nota.

[…]

  • Ácido Úrico
  • Albumina Sérica Humana
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Espessura Íntima-Média Carotídea
  • Hipertensão
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08/03/2024 DOI: 10.36660/abc.20230691
ABC
Editorial

Precisamos Falar de Determinantes Sociais de Saúde Cardiovascular

Humberto Graner Moreira

Além dos fatores de risco biológicos tradicionais, há uma série de determinantes sociais que desempenham um papel significativo no risco cardiovascular. Os Determinantes Sociais de Saúde (DSS) referem-se às condições sociais, econômicas, culturais, étnicas, educacionais e ambientais em que as pessoas vivem e como essas condições impactam na saúde. Estes determinantes podem incluir fatores como renda, condições de trabalho, acesso aos serviços de saúde, educação, habitação, meios de transporte, redes de apoio, entre outros.,

A relação entre fatores socioeconômicos e saúde começa a ser observada por ocasião da Revolução Industrial na Europa. Um dos pioneiros nesse campo foi Rudolf Virchow, médico e político alemão, que, em meados do século XIX, destacou o impacto das condições sociais na saúde. Ele enfatizou que para melhorar a saúde da população, era necessário abordar questões como educação, habitação e trabalho. É de Virchow a frase “a medicina é uma ciência social, e a política nada mais é do que uma medicina em grande escala”.

[…]

  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Estatística de Saúde
  • Fatores de risco
  • Fatores Socioeconômicos
  • Mortalidade
  • Serviços de Saúde Comunitária
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27/10/2023 DOI: 10.36660/abc.20230569 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Carta Científica

Mortalidade por Insuficiência Cardíaca durante a Pandemia da COVID-19: Insights de uma Coorte de Hospitais Públicos no Brasil

Miguel M. Fernandes-Silva et al. Eduardo Leal Adam Sabrina Bernardez-Pereira Suzana Alves Silva … Luiz Guilherme Passaglia Kleber Renato Ponzi Pereira Marco Antônio Vieira Guedes João David de Souza Neto Ângelo Amato Vincenzo de Paola Maria Alayde Mendonça Rivera Elmiro Santos Resende Denilson Campos de Albuquerque Fernando Bacal Antônio Luiz Pinho Ribeiro Louise Morgan Sidney C. Smith Jr Fábio Papa Taniguchi

Introdução

O Brasil é um dos principais países afetados pela pandemia causada pelo novo coronavírus (COVID-19), com mais de meio milhão de mortes em junho de 2021, o segundo maior número de mortes no mundo. O surto de COVID-19 parece ter afetado a prestação de cuidado em saúde a pacientes sem COVID-19, particularmente pacientes com doenças cardiovasculares (DCV), aumentando o número de mortes pela pandemia. Estudos mostraram uma redução em hospitalizações e um aumento em mortalidade por DCV durante o surto de COVID-19 em muitos países. – Contudo, a maioria desses estudos envolveram pacientes com síndrome coronariana aguda (SCA) em países desenvolvidos, com poucos dados sobre admissões por insuficiência cardíaca (IC), e as causas para o aumento na mortalidade não foram bem esclarecidas. Nós avaliamos as mudanças na gravidade, causas de descompensação da IC, e mortalidade em 30 dias de pacientes admitidos por IC em hospitais públicos incluídos no programa Boas Práticas Clínicas (BPC) em Cardiologia no Brasil durante a pandemia da COVID-19 e comparadas com períodos prévios.

[…]

  • Assistência à Saude/métodos
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Hospitais Públicos
  • Insuficiência Cardíaca
  • Mortalidade
  • Pandemia, COVID-19
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06/09/2022 DOI: 10.36660/abc.20220080 Visualizações 1
ABC
Editorial

Circunferência da Cintura: Um Parâmetro Desfavorável para a Saúde Vascular

Erika Maria Gonçalves Campana et al. Andréa Araujo Brandão

A obesidade tem papel central nas doenças crônicas não transmissíveis, pela sua alta prevalência e forte relação com fatores de risco como hipertensão arterial (HA), dislipidemia, diabetes mellitus, e com morbidade e mortalidade. Em especial, a obesidade abdominal tem sido reconhecida como um fator de risco emergente para um status inflamatório e pro-trombótico que se associa a aumento da prevalência de HA e do risco de eventos cardiovasculares (CV). Esses dados são de importância fundamental em um cenário de prevalência crescente de obesidade em adultos bem como entre crianças e adolescentes., Resultados do Estudo do Rio de Janeiro mostraram associação desfavorável entre níveis elevados da pressão arterial (PA) e excesso de peso em adolescentes e maiores valores de PA e de variáveis antropométricas e metabólicas na fase adulta jovem.

Nos últimos anos, o entendimento do continuum CV tem evoluído e a doença CV tem sido vista no contexto do dano vascular. Nesse, a disfunção endotelial, que resulta na doença aterosclerótica e suas complicações, envolve a camada média das grandes artérias, acometida por um processo de envelhecimento acelerado do vaso, resultando em rigidez arterial mais precoce e arteriosclerose, o que contribui para a morbidade e mortalidade CV.–

[…]

  • Análise de Onda de Pulso
  • Aterosclerose
  • Avaliação de Resultados (Cuidados de Saúde)
  • Circunferência da Cintura
  • Dislipidemias
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Pressão Arterial
  • Rigidez Vascular
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05/08/2022 DOI: 10.36660/abc.20220508
Figura 1
ABC
Artigo Original

Associação entre Bloqueio Atrioventricular e Mortalidade em Pacientes de Atenção Primária: O Estudo CODE

Gabriela Miana de Mattos Paixão et al. Emilly M. Lima André B. Quadros Daniel P. R. Cabral … Renato R. Coelho Derick M. Oliveira Jamil de Souza Nascimento Paulo R. Gomes Antonio L. Ribeiro

Resumo

Fundamento

O bloqueio atrioventricular (BAV) descreve um comprometimento na condução dos átrios para os ventrículos. Embora o curso clínico do BAV tenha sido avaliado, os achados são de países de alta renda e, portanto, não podem ser extrapolados para a população latina.

Objetivo

Avaliar a associação entre BAV e mortalidade.

Métodos

Foram incluídos pacientes do estudo CODE (Clinical Outcomes in Digital Electrocardiology), maiores de 16 anos que realizaram eletrocardiograma (ECG) digital de 2010 a 2017. Os ECGs foram relatados por cardiologistas e por software automatizado. Para avaliar a relação entre BAV e mortalidade, foram utilizados o modelo log-normal e as curvas de Kaplan-Meier com valores de p bicaudais < 0,05 considerados estatisticamente significativos.

Resultados

O estudo incluiu 1.557.901 pacientes; 40,23% eram homens e a média de idade foi de 51,7 (DP ± 17,6) anos. Durante um seguimento médio de 3,7 anos, a mortalidade foi de 3,35%. A prevalência de BAV foi de 1,38% (21.538). Os pacientes com BAV de primeiro, segundo e terceiro graus foram associados a uma taxa de sobrevida 24% (taxa de sobrevida relativa [RS] = 0,76; intervalo de confiança [IC] de 95%: 0,71 a 0,81; p < 0,001), 55% (RS = 0,45; IC de 95%: 0,27 a 0,77; p = 0,01) e 64% (RS = 0,36; IC de 95%: 0,26 a 0,49; p < 0,001) menor quando comparados ao grupo controle, respectivamente. Os pacientes com BAV 2:1 tiveram 79% (RS = 0,21; IC de 95%: 0,08 a 0,52; p = 0,005) menor taxa de sobrevida do que o grupo controle. Apenas Mobitz tipo I não foi associado a maior mortalidade (p = 0,27).

Conclusão

BAV foi um fator de risco independente para mortalidade geral, com exceção do BAV Mobitz tipo I.

  • Bloqueio Atrioventricular/complicações
  • Bloqueio Atrioventricular/fisiopatologia
  • Diagnóstico por Imagem
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Eletrocardiografia / métodos
  • Mortalidade
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18/07/2022 DOI: 10.36660/abc.20210763
ABC
Editorial

Como a Presença de Doenças Cardiovasculares pode Impactar na Morbimortalidade em Pacientes com COVID-19?

Alexandre de Matos Soeiro

Desde o início da pandemia, a doença causada pelo vírus SARS-CoV-2 denominada COVID-19, mostrou-se como uma afecção de espectro amplo e imprevisível, com pacientes apresentando-se praticamente assintomáticos, enquanto outros cursavam com comprometimento pulmonar grave, sendo essa a maior causa de morbidade e mortalidade agregada à doença. –

Já em momentos iniciais, a COVID-19 mostrou ter uma ligação com o sistema cardiovascular ampla e potencialmente alarmante. Os receptores da enzima conversora de angiotensina-2 mostraram ter uma interface direta com a patogênese viral, podendo ser a porta de entrada celular do mesmo nos pneumócitos tipo 2, macrófagos e cardiomiócitos. Sendo assim, pacientes com doenças cardiovasculares mostraram-se mais susceptíveis às formas graves da doença. Hipertensão, arritmias, miocardiopatias e doença arterial coronariana estavam entre as principais comorbidades presentes em pacientes críticos com COVID-19. Pacientes com doenças cardiovasculares (particularmente aqueles hipertensos) apresentam taxa de morbidade de até 10,5% após a infecção por COVID-19. No presente estudo, podemos observar uma relação semelhante. Ficou nítido nessa casuística brasileira como a presença de doença aterosclerótica e fatores de risco tradicionais isoladamente ou em conjunto foram capazes de impactar em mortalidade e prognóstico. Apesar do estudo apresentar uma casuística limitada, ele inclui somente pacientes de alto risco com índice de desfechos elevado, permitindo avaliar resultados de maneira consistente e seguindo exatamente a mesma linha da literatura internacional.

[…]

  • COVID-19
  • Doença Cardiopulmonar/mortalidade
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Fatores de risco
  • Mortalidade Hospitalar/tendências
  • SARS-CoV-2
  • Troponina/efeitos adversos
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13/05/2022 DOI: 10.36660/abc.20220225
Figura 1
ABC
Artigo Original

Impacto do Alto Risco Cardiovascular na Mortalidade Hospitalar em Pacientes Internados em Terapia Intensiva por COVID-19

Bruno Ferraz de Oliveira Gomes et al. João Luiz Fernandes Petriz Iliana Regina Ribeiro Menezes Anny de Sousa Azevedo … Thiago Moreira Bastos da Silva Valdilene Lima Silva Leticia de Sousa Peres David Fernandes Pedro Pereira Giovanni Possamai Dutra Suzanna Andressa Morais de Paula Bárbara Ferreira da Silva Mendes Plinio Resende do Carmo Junior Basilio de Bragança Pereira Gláucia Maria Moraes de Oliveira

Resumo

Fundamento

Alguns estudos demonstraram uma maior prevalência de óbitos em portadores de fatores de risco cardiovascular (FRC) durante internação por COVID-19.

Objetivos

Avaliar o impacto do alto risco cardiovascular em pacientes internados em terapia intensiva por COVID-19

Métodos

Estudo retrospectivo com pacientes admitidos em terapia intensiva, com diagnóstico confirmado de COVID-19 por RT-PCR e com pelo menos uma dosagem de troponina durante a internação. Os critérios para definição de paciente de alto risco cardiovascular (ARC) foram: histórico de doença cardiovascular estabelecida (infarto, AVC ou doença arterial periférica), diabetes, doença renal crônica com clearance 65 anos). O desfecho primário deste estudo é mortalidade hospitalar por todas as causas. P<0,05 foi considerado significativo.

Resultados

Foram incluídos 236 pacientes, média de idade= 61,14±16,2 anos, com 63,1% homens, 55,5% hipertensos e 33,1% diabéticos. Um total de 47,4% dos pacientes apresentavam ARC. Observou-se um aumento significativo da mortalidade conforme aumento do número de fatores de risco (0 FRC: 5,9%; 1 FRC: 17,5%; 2 FRC: 32,2% e ≥3 FRC: 41,2%; p=0,001). Na regressão logística ajustada para gravidade (escore SAPS3), o grupo de alto risco cardiovascular e troponina elevada apresentou maior ocorrência de mortalidade hospitalar (OR 40,38; IC95% 11,78-138,39). Pacientes sem alto risco cardiovascular, mas com troponina elevada, também exibiram associação significativa com o desfecho primário (OR 16,7; IC95% 4,45-62,74).

Conclusão

Em pacientes internados em terapia intensiva por COVID-19, a presença de alto risco cardiovascular afeta a mortalidade hospitalar somente em pacientes que apresentaram elevação de troponina.

  • COVID-19
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Lesão Miocárdica
  • Pacientes Internados
  • Risco Cardiovascular
  • Terapia Intensiva
  • Troponina Ultrassensível
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13/05/2022 DOI: 10.36660/abc.20210349 Visualizações 1
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ABC
Editorial

Como Devemos Investigar a Lesão Cardiovascular em Pacientes Pediátricos com COVID-19 Criticamente Enfermos em um Cenário de Vulnerabilidade Socioeconômica?

Gabriela Nunes Leal

A literatura publicada em todo mundo documentou extensivamente a injúria cardiovascular em pacientes críticos com COVID-19. O envolvimento cardíaco parece ser uma característica proeminente da doença entre os adultos, ocorrendo em 20% a 30% dos pacientes hospitalizados e contribuíndo para 40% das mortes. Crianças e adolescentes são em geral poupados da COVID-19, com poucos apresentando sintomas. No entanto, a descrição da Síndrome Inflamatória Multissistêmica em Pediatria (SIM-P) reforçou que, apesar de raras, a apresentação clínica grave e a morte são possíveis na população pediátrica. O comprometimento cardiovascular na SIM-P associado à COVID-19 é frequente, constituindo inclusive um dos critérios diagnósticos para essa condição patológica segundo da Organização Mundial da Saúde (OMS) ( ). ,

[…]

  • COVID-19/complicações
  • Crianças
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Hospitalização
  • Inflamação
  • Síndrome Respiratória Aguda Grave
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13/05/2022 DOI: 10.36660/abc.20220254 Visualizações 2
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ABC
Carta Científica

Achados Ecocardiográficos em Pacientes com COVID-19 com e sem Doença Cardiovascular Prévia

Silvio Henrique Barberato et al. Rafael Borsoi Fabio Roston Hudson Laerte Machado Miranda … Pedro Patriota Maria Estefania Otto Adenalva Lima de Souza Beck Anderson da Costa Armstrong João Marcos Bemfica Barbosa Ferreira Ana Cristina Camarozano Letícia Braga Paciello da Silva Marcos Valério Coimbra Resende Marcelo Luiz Campos Vieira Miguel Morita Fernandes-Silva

Introdução

A doença do coronavírus-2019 (COVID-19), causada pelo vírus da síndrome respiratória aguda grave coronavírus 2 (SARS-CoV-2), pode resultar em insuficiência respiratória grave e lesão cardíaca aguda. Disfunção cardíaca e/ou doença cardiovascular (DCV) prévia em pacientes com COVID-19 estão associadas a pior prognóstico. A ecocardiografia transtorácica (ETT) tem um papel central no manejo dos pacientes, pois fornece uma avaliação crucial das anormalidades da função e estrutura cardíacas que impactam em seu prognóstico e tratamento. Estudos relataram taxas variadas de disfunção do ventrículo esquerdo (VE) e ventrículo direito (VD), mas não está claro com que frequência a disfunção cardíaca resulta diretamente da COVID-19.– Descrevemos a prevalência dos principais achados ecocardiográficos anormais em pacientes hospitalizados com COVID-19 com e sem doença cardiovascular DCV prévia através de um estudo colaborativo multicêntrico do mundo real (Registro Brasileiro de Ecocardiografia durante a pandemia de COVID-19, ou ECOVID).

[…]

  • Comorbidade
  • Coronavirus-19/complicações
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Função cardíaca
  • Insuficiência Cardíaca
  • Mortalidade
  • Pandemia
  • SARS-CoV-2/complicações
  • Síndrome Respiratória Aguda Grave/complicações
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03/12/2021 DOI: 10.36660/abc.20201300 Visualizações 2
ABC
Editorial

Para Quais Pacientes Infectados pelo HIV a Aspirina e as Estatinas São Boas?

Théo Pezel et al. Layde R. Paim Otávio R. Coelho-Filho

Embora os avanços no tratamento antirretroviral revolucionaram o prognóstico dos pacientes infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), as complicações cardiovasculares continuam a principal causa de morte nesses pacientes, principalmente devido a um aumento no risco cardiovascular em comparação à população geral. Programas de prevenção a doenças cardiovasculares têm enfatizado a importância do controle de fatores de risco tradicionais nas estratégias de avaliação de risco. No entanto, indivíduos infectados pelo HIV têm um risco cardiovascular residual para eventos cardiovasculares que pode justificar um tratamento preventivo adicional. De fato, em comparação a indivíduos não infectados pelo HIV, os níveis de inflamação são mais altos em pacientes infectados pelo HIV, mesmo aqueles com controle viral, e essa inflamação é um fator importante na gênese da aterosclerose. Assim, estratégias de prevenção a doenças cardiovasculares com foco em pacientes com infecção pelo HIV são necessárias. No arsenal terapêutico da prevenção cardiovascular, a aspirina e as estatinas são os pilares do manejo de pacientes infectados por HIV. Ambos os medicamentos possuem efeitos pleiotrópicos, incluindo efeitos imunomodulatórios, antiplaquetários, e anti-inflamatórios que melhoram a função endotelial e previnem a progressão do espessamento da carótida desses pacientes. Contudo, a prescrição de aspirina e estatinas entre pacientes infectados por HIV continua aquém do desejado, já que somente 50% dos pacientes são tratados adequadamente. Apesar de vários estudos terem investigado os efeitos de estatinas e da aspirina na redução da inflamação, os resultados desses estudos são contraditórios.,

Nesta edição dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Santos Jr. et al. relatam o efeito do uso de uma combinação de atorvastatina e aspirina por seis meses quanto à melhoria da função endotelial e ao espessamento da carótida em uma coorte de 38 pacientes com carga viral controlada. A melhora na função endotelial foi avaliada pelo método de dilatação mediada por fluxo. Os autores mostraram uma relação entre a resposta ao tratamento e idade; uma maior resposta foi observada em indivíduos com idade maior a 40 anos. Esse resultado pode ser explicado pelo fato de que, provavelmente, indivíduos mais velhos têm uma maior exposição à inflamação causada pelo HIV. Vários estudos já demonstraram que esses mesmos pacientes também possuem um risco cardiovascular mais elevado devido à inflamação crônica. Portanto, este estudo corrobora a prescrição de uma combinação de atorvastatina e aspirina para a prevenção primária de eventos cardiovasculares em pacientes infectados pelo HIV, particularmente para aqueles com idade maior que 40 anos de idade. Além disso, alguns dos achados desse estudo sugerem que as mulheres soropositivas para o HIV podem apresentar uma melhor resposta a essa combinação de medicamentos que os homens. Considerando que a terapia tripla atualmente utilizada tem um efeito significativo sobre a inflamação, um mecanismo intrinsicamente ligado à progressão da aterosclerose poderia explicar a maior reposta em mulheres que em homens.

[…]

  • Anti Agentes HIV/uso terapêutico
  • Aspirina
  • Aterosclerose
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Endotélio
  • Estatinas
  • Fatores de risco
  • HIV
  • HIV/infecção
  • Mortalidade
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06/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20210560
ABC
Editorial

Novas Perspectivas no Tratamento da Hipertensão

Heno F. Lopes

A hipertensão arterial é certamente o maior fator de risco para doenças cardiovasculares. Tiocianatos, barbitúricos, brometos e bismuto foram testados no tratamento da hipertensão arterial no início da década de 1940. O uso dessas drogas foi interrompido por se mostrarem ineficazes e com diversos efeitos colaterais. Em meados da década de 1950, bloqueadores ganglionares como hexametônio, pentolínio, mecamilamina e substâncias simpatolíticas de ação periférica (guanetidina) foram testadas no tratamento da hipertensão arterial e mostraram-se eficazes na sua redução, mas pouco toleradas. Novos medicamentos foram introduzidos para este fim na década de 1950, incluindo diuréticos.

Em 1956, em estudo observacional, Moser e Magaulay acompanharam 106 pacientes hipertensos que receberam rauwolfia, hidralazina, reserpina, mecamilamina e clorotiazida como tratamento para hipertensão arterial, isoladamente ou em combinação. A dose de clorotiazida utilizada neste estudo variou de 0,5 a 1,5 gramas e a combinação de clorotiazida resultou em melhor controle da pressão arterial. Desde esse estudo observacional até os dias atuais, vários estudos relacionados ao tratamento farmacológico da hipertensão foram realizados. O primeiro estudo randomizado e controlado por placebo realizado foi o Veteran Administration (VA), publicado em 1967. É importante notar que o critério de inclusão do estudo para o tratamento ativo versus placebo foi a pressão diastólica entre 115 e 129 mmHg. Após a publicação do estudo VA-I em 1967 e do VA-II em 1970, diversos estudos randomizados controlados abordando o tratamento da hipertensão arterial foram realizados. O foco inicial do tratamento para hipertensão arterial foi a excreção renal de sódio, uma vez que se pensava inicialmente que as doenças renais fossem a principal causa da hipertensão. Posteriormente, os mecanismos fisiopatológicos da hipertensão foram elucidados e a terapia foi direcionada aos principais deles. A ativação do sistema nervoso simpático como importante mecanismo fisiopatológico da hipertensão já havia sido percebida na década de 1950, e várias formas de bloqueio do sistema nervoso simpático e até simpatectomia foram então testadas. A partir da década de 1980, com a introdução da microneurografia e a técnica de spillover de norepinefrina, a importância da ativação do sistema nervoso simpático na fisiopatologia da hipertensão tornou-se ainda mais evidente., Embora mal tolerados, os bloqueadores adrenérgicos centrais e periféricos sempre fizeram parte do tratamento da hipertensão arterial. A ativação do sistema renina-angiotensina aldosterona (SRA) e a curva de pressão da natriurese alterada são dois outros mecanismos importantes na fisiopatologia da hipertensão arterial. Atualmente, o uso de diuréticos para correção da curva alterada de pressão da natriurese e de inibidores do sistema renina-angiotensina aldosterona, que atuam em diferentes locais, tem sido rotina no tratamento da hipertensão arterial.

[…]

  • Diuréticos/uso terapêutico
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Hipertensão / tendências
  • Pressão Arterial
  • Tratamento Farmacológico/tendências
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23/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20201164
Figura 1
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Artigo Original

Redução na Hospitalização e Aumento na Mortalidade por Doenças Cardiovasculares durante a Pandemia da COVID-19 no Brasil

Paulo Garcia Normando et al. José de Arimatéia Araujo-Filho Gabriela de Alcântara Fonseca Rodrigo Elton Ferreira Rodrigues … Victor Agripino Oliveira Ludhmila Abrahão Hajjar André Luiz Cerqueira Almeida Edimar Alcides Bocchi Vera Maria Cury Salemi Marcelo Melo

Resumo

Fundamento

Na pandemia pela COVID-19, o aumento da ocorrência e da mortalidade por doenças cardiovasculares (DCV) vem sendo reconhecido no mundo. No Brasil, é essencial que o impacto da COVID-19 na DCV seja analisado.

Objetivos

Avaliar o impacto desta pandemia nos números de internações hospitalares (IH), óbitos hospitalares (OH) e letalidade intra-hospitalar (LH) por DCV a partir de dados epidemiológicos do Sistema Único de Saúde (SUS).

Métodos

Estudo observacional de séries temporais por meio da análise comparativa das taxas de IH, OH e LH por DCV registrados entre janeiro e maio de 2020, usando como referência os valores obtidos no mesmo período entre 2016 e 2019 e os valores projetados por métodos de regressão linear para o ano de 2020. O nível significância estatística utilizado foi de 0,05.

Resultados

Em comparação com o mesmo período de 2019, houve um decréscimo de 15% na taxa de IH e de 9% no total de OH por DCV entre março e maio de 2020, acompanhado de um aumento de 9% na taxa de LH por esse grupo de doenças, sobretudo entre pacientes com idade de 20-59 anos. As taxas de IH e LH registradas em 2020 diferiram significativamente da tendência projetada para o corrente ano (p=0,0005 e 0,0318, respectivamente).

Conclusões

Durante os primeiros meses da pandemia, observou-se um declínio na IH associado a um aumento da LH por DCV no Brasil. Esses dados possivelmente são consequência do planejamento inadequado no manejo das DCV durante a pandemia, sendo necessária a implementação de ações imediatas para modificar esse cenário. (Arq Bras Cardiol. 2021; [online].ahead print, PP.0-0)

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  • Hospitalização
  • Mortalidade
  • Pandemia
  • Sistema Único de Saúde (SUS
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08/02/2021 DOI: 10.36660/abc.20200821 Visualizações 2
ABC
Editorial

O Redescobrimento do Brasil Cardiovascular: Como Prevenimos e Tratamos a Doença Cardiovascular em Nosso País

Letícia Rodrigues Costa et al. Eduardo Vasconcelos Passos Odilson Marcos Silvestre

No Brasil, as doenças cardiovasculares (DCV) são responsáveis por 27% do total de mortes, sendo a primeira causa de óbito entre os brasileiros. Essas mortes são devidas principalmente às doenças coronárias (32%), acidente vascular cerebral (AVC) (28%) e insuficiência cardíaca (IC) (18%). , Em todas as cinco regiões brasileiras essas são as principais causas de óbito, muito embora, ao se comparar com as causas não cardiovasculares, o percentual das mortes por DCV é maior nas regiões mais desenvolvidas, portanto, Sul e Sudeste.

Prevenir doenças cardiovasculares é evitar mortes por infarto, AVC e IC. Além das medidas não-farmacológicas, as medidas farmacológicas são eficazes e devem ser aplicadas seguindo a estratificação do risco cardiovascular e o uso de medicamentos baseados em evidências científicas. Entre os sujeitos com alto risco cardiovascular, ou seja, aqueles com maiores chances de eventos cardiovasculares nos próximos dez anos, o uso de terapias farmacológicas salva vidas.

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  • Acidente Vascular Cerebral
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03/02/2021 DOI: 10.36660/abc.20201295 Visualizações 1
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Editorial

Resultado Evolutivo de Infartos Agudos do Miocárdio em Cinco Regiões Geográficas Brasileiras ao Longo de Duas Décadas

Alfredo José Mansur

Este é um método de pesquisa atual para avaliar o desfecho de doenças ao longo de décadas, principalmente nas doenças mais prevalentes, como o infarto do miocárdio, um problema de saúde pública com impacto significativo na morbidade e mortalidade da população. Além de evoluir ao longo do tempo, as condições locais também podem contribuir para diferenças de desfecho, principalmente em países com dimensões continentais como o Brasil, bem como com grandes populações (206.081.432 habitantes em 2016; 210.147.125 habitantes em 2019). Outras variáveis epidemiológicas, como idade, sexo, acesso a tratamento, comorbidades, etc., fazem parte do espectro contínuo da atenção à saúde e dos fatores de risco para doenças cardiovasculares.

No presente estudo os autores avaliaram dados de mortalidade do Sistema de Informação sobre Mortalidade em cinco regiões geográficas brasileiras entre 1996 e 2016. Os pesquisadores corrigiram dados obtidos de atestados de óbito ajustando-os para: a) causas mal definidas de morte; b) causas básicas inespecíficas ou incompletas (garbage codes) sem sentido para um estudo de causalidade; c) correção por sub-registro ou notificação. A análise foi realizada em uma série temporal com regressão linear segmentada.

[…]

  • Administração em Saúde Pública
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Epidemiologia
  • Infarto Do Miocárdio
  • Morbidade
  • Mortalidade
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07/12/2020 DOI: 10.36660/abc.20200563
Figura 1
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Artigo Original

Valor Prognóstico da Troponina T e do Peptídeo Natriurético Tipo B em Pacientes Internados por COVID-19

Gustavo Luiz Gouvêa de Almeida Junior et al. Fabricio Braga José Kezen Jorge Gustavo Freitas Nobre … Marcelo Kalichsztein Paula de Medeiros Pache de Faria Bruno Bussade Guilherme Loures Penna Vitor Oliveira Alves Marcella Alecrim Pereira Paula de Castro Gorgulho Milena Rego dos Santos Espelta de Faria Luis Eduardo Drumond Fabrini Batista Soares Carpinete Ana Carolina Lessa Brandão Neno Augusto César de Araújo Neno

Resumo

Fundamento:

A COVID-19 causa grave acometimento pulmonar, porém o sistema cardiovascular também pode ser afetado por miocardite, insuficiência cardíaca e choque. A elevação de biomarcadores cardíacos tem sido associada a um pior prognóstico.

Objetivos:

Avaliar o valor prognóstico da Troponina T (TnT) e do peptídeo natriurético tipo B (BNP) em pacientes internados por Covid-19.

Métodos:

Amostra de conveniência de pacientes hospitalizados por COVID-19. Foram coletados dados dos prontuários com o objetivo de avaliar a relação da TnT e o BNP medidos nas primeiras 24h de admissão com o desfecho combinado (DC) óbito ou necessidade de ventilação mecânica. Análise univariada comparou os grupos com e sem DC. Modelo multivariado de Cox foi utilizada para determinar preditores independentes do DC.

Resultados:

Avaliamos 183 pacientes (idade=66,8±17 anos, sendo 65,6% do sexo masculino). Tempo de acompanhamento foi de 7 dias (1 a 39 dias). O DC ocorreu em 24% dos pacientes. As medianas de TnT e BNP foram 0,011 e 0,041 ng/dl (p<0,001); 64 e 198 pg/dl (p<0,001) respectivamente para os grupos sem e com DC. Na análise univariada, além de TnT e BNP, idade, presença de doença coronariana, saturação de oxigênio, linfócitos, dímero-D, proteína C reativa titulada (PCR-t) e creatinina, foram diferentes entre os grupos com e sem desfechos. Na análise multivariada boostraped apenas TnT (1,12[IC95%1,03-1,47]) e PCR-t (1,04[IC95%1,00-1,10]) foram preditores independentes do DC.

Conclusão:

Nas primeiras 24h de admissão, TnT, mas não o BNP, foi marcador independente de mortalidade ou necessidade de ventilação mecânica invasiva. Este dado reforça ainda mais a importância clínica do acometimento cardíaco da COVID-19. (AArq Bras Cardiol. 2020; 115(4):660-666)

  • Betacoronavírus
  • Biomarcadores
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Pacientes Internados
  • Pandemia
  • Peptídeo Natriurético-Tipo B
  • SARS-CoV-2
  • Troponina T
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23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20200385
Figura 1
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Revisão

Câncer e Doenças Cardiovasculares na Pandemia de COVID-19

Lucas Tokio Kawahara et al. Isabela Bispo Santos da Silva Costa Cecília Chie Sakaguchi Barros Gabriel Coelho de Almeida … Cristina Salvadori Bittar Stephanie Itala Rizk Laura Testa Camila Motta Venchiarutti Moniz Juliana Pereira Gláucia Maria Moraes de Oliveira Maria Del Pilar Estevez Diz Patricia Oliveira Guimarães Ibraim Masciarelli Pinto Roberto Kalil Filho Ludhmila Abrahão Hajjar Paulo M. Hoff

Resumo

O desafio imposto ao sistema de saúde pela pandemia da COVID-19 faz com que haja uma necessidade de readequações de rotinas e serviços de saúde, com os objetivos de controlar a disseminação do vírus e preservar a saúde. Torna-se ainda mais importante o manejo seguro e correto dos pacientes dos grupos de risco, como os pacientes idosos, os portadores de doenças cardiovasculares e os pacientes com câncer. Dessa forma, a cardio-oncologia ganha novo dimensionamento, no intuito de se adequar às necessidades dos pacientes diante de uma pandemia, reestruturando o sistema de atendimento de forma a oferecer qualidade e segurança na assistência à saúde.

  • Betacoronavírus/complicações
  • Coronavírus
  • COVID-19
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Neoplasias/complicações
  • Pandemia
  • SARS-CoV-19
  • SARS-CoV-2
  • Síndrome Respiratória Aguda Grave
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20200405 Visualizações 1
Figura 1
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Editorial

Esporte em Tempos de Covid-19: Alerta ao Coração

Marcos Perillo Filho et al. Ricardo Contesini Francisco Thiago Ghorayeb Garcia Mateus Freitas Teixeira … Bruno Bassaneze Lorena Christine Araújo de Albuquerque Rodrigo Otávio Bougleux Alô Clea Colombo Nabil Ghorayeb

Introdução

Competições esportivas estavam a pleno vapor em 2019, consagrando campeões do ano que findava ou sendo planejadas para suas emocionantes etapas que viriam a seguir. O ano de 2020 traria novos capítulos ao esporte mundial. Porém, o surgimento do novo coronavírus (SARS-CoV-2) mudou o panorama da prática esportiva. Em março de 2020, após declaração da pandemia pela COVID-19, o isolamento social foi adotado por diversos governos, consequentemente proibindo a realização de eventos esportivos. A retomada do esporte vem sendo discutida à medida que as autoridades públicas iniciam o processo de relaxamento do isolamento social, cabendo à sociedade médica propor como melhor avaliar os atletas infectados pela nova doença e determinar a segurança da prática esportiva. A escassez de dados clínicos e epidemiológicos em relação ao acometimento cardíaco nos casos oligossintomáticos, não hospitalizados, da COVID-19, além da incerteza acerca dos desfechos de longo prazo de eventual lesão cardíaca atribuída à doença, fazem da elaboração de recomendações um desafio, sujeitas a mudanças conforme adquirido melhor entendimento da doença.

[…]

  • Atleta
  • Betacoronavírus/complicações
  • COVID-19
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Esporte
  • Miocardite
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20200652 Visualizações 1
Figura 2
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Carta Científica

Adequação das Práticas do Laboratório de Cateterismo durante a Pandemia de COVID-19: O Protocolo do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia

Daniel Chamié et al. Fernanda Oliveira Sérgio Braga José Ribamar Costa … Dimytri Alexandre Alvim de Siqueira Rodolfo Staico Ricardo Costa Galo Maldonado Luiz Fernando Leite Tanajura Marinella Patrizia Centemero Áurea Jacob Chaves Andrea Cláudia Sousa Leão Abizaid Rafaela Andrade Penalva Freitas Nancy Toledo Coelho Louis Nakayama Ohe Cely Abboud Fausto Feres

Introdução

A pandemia global da doença de coronavírus 2019 (COVID-19) causada pelo novo vírus de síndrome respiratória aguda grave coronavírus 2 (SARS-CoV-2) começou em Wuhan, China, em dezembro de 2019 e afetou mais de 4,4 milhões de pessoas em todo o mundo, com 302.169 mortes até o dia 16 de maio de 2020.

Embora os sintomas respiratórios sejam a apresentação mais comum de COVID-19, o envolvimento cardíaco é uma característica proeminente dessa doença, ocorrendo em 20% a 30% dos pacientes hospitalizados e contribuindo para 40% dos óbitos. – O envolvimento cardíaco relacionado à COVID-19 tem sido documentado por elevações em biomarcadores cardíacos e frequentemente apresenta alterações no segmento ST-T no eletrocardiograma (ECG) de 12 derivações, motivo pelo qual a equipe do laboratório de cateterismo é frequentemente ativada. Além disso, as atividades do laboratório de cateterismo devem continuar no atendimento a pacientes não COVID-19 que apresentam síndrome coronariana aguda (SCA) verdadeira, infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST) e doença cardíaca isquêmica estável muito sintomática.

[…]

  • Betacoronavírus/complicações
  • Betacoronavírus/epidemiologia
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Guia de Prática Clínica, Habilidade para Realização de Testes
  • Infecções por Coronavirus
  • Restruturação Hospitalar
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20200489 Visualizações 1
Figura 1
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Artigo Original

Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica

Silvana Alves dos Santos Franzotti et al. Dyenily Alessi Sloboda Juliana Rosendo Silva Ellian Amorim Santos Souza … Jessica Zamora Reboreda Renata Eloah de Lucena Ferretti-Rebustini Lilia de Souza Nogueira

Resumo

Fundamento

Os pacientes em pós-operatório (PO) de cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) internados em unidade de terapia intensiva (UTI) apresentam risco de complicações que aumentam o tempo de permanência e a morbimortalidade. Portanto, é fundamental o reconhecimento precoce desses riscos para otimizar estratégias de prevenção e desfecho clínico satisfatório.

Objetivo

Analisar o desempenho de índices de gravidade na predição de complicações em pacientes no PO de CRM durante a permanência na UTI.

Métodos

Estudo transversal, com análise retrospectiva de prontuários eletrônicos de pacientes com idade ≥ 18 anos submetidos à CRM isolada e admitidos na UTI de um hospital cardiológico, em São Paulo, Brasil. As áreas sob as curvas receiver operating characteristic (AUC) com intervalo de confiança de 95% foram analisadas para verificar a acurácia dos índices European System for Cardiac Operative Risk Evaluation (EuroScore), Acute Physiology and Chronic Health Evaluation (APACHE II), Simplified Acute Physiology Score (SAPS II) e Sequential Organ Failure Assessment (SOFA) na predição de complicações.

Resultados

A casuística foi composta por 366 pacientes (64,58±9,42 anos; 75,96% sexo masculino). As complicações identificadas foram respiratórias (24,32%), cardiológicas (19,95%), neurológicas (10,38%), hematológicas (10,38%), infecciosas (6,56%) e renais (3,55%). O APACHE II apresentou satisfatório desempenho para a predição de complicações neurológicas (AUC 0,72) e renais (AUC 0,78).

Conclusão

O APACHE II se destacou na previsão das complicações neurológicas e renais. Nenhum dos índices teve bom desempenho na predição das outras complicações analisadas. Portanto, os índices de gravidade não devem ser utilizados indiscriminadamente com o objetivo de predizer todas as complicações frequentemente apresentadas por pacientes após CRM. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(3):452-459)

  • Complicações Pós-Operatórias
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Doenças Cardiovasculares/cirurgia
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Indicadores de Gravidade de Doença
  • Morbimortalidade
  • Revascularização Miocárdica / complicações
  • Unidade de Terapia Intensiva
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20190120 Visualizações 1
Figura 1
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Revisão

O Efeito da Doença de Coronavírus 2019 nas Doenças Cardiovasculares

Lutfu Askin et al. Okan Tanrıverdi Husna Sengul Askin

Resumo

A doença de coronavírus 2019 (COVID-19) é uma pandemia global afetando o mundo, estando presente em mais de 1.300.000 pacientes. O COVID-19 age pelo receptor da enzima conversora de angiotensina 2 (ECA2). As comorbidades cardiovasculares são mais frequentes com COVID-19, e cerca 10% de casos desenvolvem miocardite (22% de pacientes críticas). Mais pesquisas serão necessárias para continuar ou descontinuar inibidores de ECA e bloqueadores dos receptores da angiotensina, que são essenciais para hipertensão e insuficiência cardíaca em COVID-19. Pesquisa intensiva é promissora para o tratamento e a prevenção da COVID-19.

  • Comorbidade
  • Coronavírus
  • COVID-19
  • Cuidados Críticos
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Hipertensão
  • Hospitalização
  • Insuficiência Cardíaca
  • Miocardite
  • Mortalidade
  • Pandemias
  • Síndrome Respiratória Aguda
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01/06/2020 DOI: 10.36660/abc.20200273
Figura 1
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Relato de Caso

Nova Pneumonia por Coronavírus e Miocardiopatia: Relato de Caso

Mustafa Ahmet Huyut

Relato de Caso

Uma mulher de 59 anos teve febre por 4 dias, depois de pegar um resfriado. Um dia antes de visitar o hospital, ela estava com febre e tosse, mas sem sensação de aperto no peito, dor no tórax, calafrios, náusea e vômito ou diarreia. Ela não se sentiu melhor depois de receber antitérmicos. Então, ela foi internada em nosso ambulatório no BHT Clinic Tema Hospital. Quatro dias antes, a paciente havia tido contato com um parente que havia viajado pela Europa. Em seu histórico médico anterior, cirurgia bariátrica havia sido realizada três anos antes e ela ainda apresentava diabetes mellitus tipo II, hiperlipidemia e hipertensão como condições pré-existentes. Ela foi internada em nosso hospital em 20 de março de 2020 e ainda apresentava febre após a internação, com a temperatura mais alta de 39,5 °C, frequência cardíaca de 119 batimentos por minuto; a eletrocardiografia foi consistente com taquicardia sinusal e o QTc foi calculado em 0,398 segundos, pressão arterial em 94/60 mmHg e taquipneia conspícua com frequência respiratória de 24 incursões respiratórias/min com oxigenação suficiente (95% de saturação em ar ambiente). A identificação do novo coronavírus em 2019 (2019-nCoV) na RT-PCR foi positiva em uma amostra obtida com um swab de garganta. O risco de contaminação simultânea com outros vírus respiratórios e outros patógenos foi negativo para a amostra obtida do swab de garganta. As características tomográficas da paciente foram semelhantes às séries de casos relatadas por Pan et al., (). Os resultados laboratoriais mostraram leucopenia, com 4,1 × 109/L, linfopenia com 0,8 × 109 / L, nível apenas ligeiramente aumentado de PCR, com 18,4 mg / L e baixo nível de procalcitonina, com 0,01 ng / mL. A paciente foi submetida a um exame de ETT com transdutor de 3,5 MHz (Vivid-7 GE Medical System, Horten, Noruega). Os exames e medidas foram realizados de acordo com as recomendações da American Echocardiography Unit. O método de Simpson foi utilizado para calcular a FEVE. Na admissão, a FEVE foi calculada em 65%, com achados normais de ETT.

[…]

  • Cardiomiopatias
  • Coronavírus
  • COVID-19
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Doenças Infecciosas
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Hospitalização
  • Miocardite
  • Pneumonia
  • Síndrome Respiratória Aguda
  • Tomografia Computadorizada/métodos
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01/06/2020 DOI: 10.36660/abc.20200268 Visualizações 1
Figura 1
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Revisão

O Coração e a COVID-19: O que o Cardiologista Precisa Saber

Isabela Bispo Santos da Silva Costa et al. Cristina Salvadori Bittar Stephanie Itala Rizk Antônio Everaldo de Araújo Filho … Karen Alcântara Queiroz Santos Theuran Inahja Vicente Machado Fernanda Thereza de Almeida Andrade Thalita Barbosa González Andrea Nataly Galarza Arévalo Juliano Pinheiro de Almeida Fernando Bacal Gláucia Maria Moraes de Oliveira Marcus Vinícius Guimarães de Lacerda Silvio Henrique Barberato Antonio Carlos Palandri Chagas Carlos Eduardo Rochitte José Antonio Franchini Ramires Roberto Kalil Filho Ludhmila Abrahão Hajjar

Resumo

Frente à pandemia da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19), o manejo do paciente com fator de risco e/ou doença cardiovascular é desafiador nos dias de hoje. As complicações cardiovasculares evidenciadas nos pacientes com COVID-19 resultam de vários mecanismos, que vão desde lesão direta pelo vírus até complicações secundárias à resposta inflamatória e trombótica desencadeada pela infecção. O cuidado adequado do paciente com COVID-19 exige atenção ao sistema cardiovascular em busca de melhores desfechos.

  • Assistência ao Paciente
  • Coração/fisiopatologia
  • Coronavírus
  • COVID-a9
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Fatores de risco
  • Pandemias
  • Síndrome de Desconforto Respiratório do Adulto
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11/05/2020 DOI: 10.36660/abc.20200279 Visualizações 2
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Ponto de Vista

COVID-19: Dados Atualizados e sua Relação Com o Sistema Cardiovascular

Filipe Ferrari

Resumo

Em dezembro de 2019, um novo coronavírus humano, chamado síndrome respiratória aguda grave do coronavírus 2 (SARS-CoV-2) ou nomeado doença de coronavírus (COVID-19) pela Organização Mundial da Saúde, surgiu na cidade de Wuhan, China. Difundido globalmente, é atualmente considerado pandêmico, com aproximadamente 3 milhões de casos no mundo no final de abril. Seus sintomas incluem febre, tosse, dor de cabeça e falta de ar, esse último considerado o sintoma principal. Por sua vez, acredita-se que haja uma relação entre o COVID-19 e danos ao músculo cardíaco, e pacientes com hipertensão e diabetes, por exemplo, parecem apresentar prognóstico pior. Portanto, o COVID-19 pode piorar em indivíduos com condições adversas subjacentes. Um número não negligenciável de pacientes internados com este vírus tinham doenças cardiovasculares ou cerebrovasculares. A resposta inflamatória sistêmica e distúrbios do sistema imunológico durante a progressão da doença podem estar por trás dessa associação. Além disso, o vírus usa os receptores da enzima conversora da angiotensina (ECA), mais especificamente da ECA2, para penetrar nas células; portanto, o uso de fármacos inibidores de ECA e bloqueadores de receptores de angiotensina pode causar um aumento nestes receptores, assim facilitando a entrada do vírus na célula. No entanto, não há evidências científicas que apóiem a interrupção desses medicamentos. Considerando que são fundamentais para o manejo de certas doenças crônicas, os riscos e benefícios da sua retirada devem ser cuidadosamente ponderados neste cenário. Finalmente, cardiologistas e profissionais de saúde devem estar cientes dos riscos de infecção e se proteger o máximo possível, dormindo adequadamente e evitando longos turnos de trabalho.

  • Coronavírus
  • COVID-19
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Doenças Infecciosas
  • Fatores de Risco/prevenção e controle
  • Miocardite
  • Síndrome Respiratória Aguda
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11/05/2020 DOI: 10.36660/abc.20200215

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Franco RJS. O Sistema Adenosina como Alvo na Busca de uma Nova Classe de Anti-Hipertensivos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(2):e20240129.

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Franco, Roberto Jorge da Silva. O Sistema Adenosina como Alvo na Busca de uma Nova Classe de Anti-Hipertensivos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 2, e20240129, maio. 2024.

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Franco, R. J. S. (2024). O Sistema Adenosina como Alvo na Busca de uma Nova Classe de Anti-Hipertensivos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(2), e20240129.

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Franco, Roberto Jorge da Silva. O Sistema Adenosina como Alvo na Busca de uma Nova Classe de Anti-Hipertensivos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 2, [citado 2026-10-14], e20240129. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-sistema-adenosina-como-alvo-na-busca-de-uma-nova-classe-de-anti-hipertensivos/>. ISSN 0066-782X

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Nascimento CR, Ribeiro JLM, Mendes R, Barbosa RHA, Lopes JM, Tenório PP. A Relação entre a Razão Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(1):e20230691.

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Nascimento, Cristian Rodrigues do; Ribeiro, João Luis Matos; Mendes, Rodrigo; Barbosa, Romero Henrique de Almeida; Lopes, Johnnatas Mikael; Tenório, Pedro Pereira. A Relação entre a Razão Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 1, e20230691, mar. 2024.

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Nascimento, C. R. , Ribeiro, J. L. M., Mendes, R., Barbosa, R. H. A., Lopes, J. M., & Tenório, P. P. (2024). A Relação entre a Razão Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(1), e20230691.

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Nascimento, Cristian Rodrigues do and Ribeiro, João Luis Matos and Mendes, Rodrigo and Barbosa, Romero Henrique de Almeida and Lopes, Johnnatas Mikael and Tenório, Pedro Pereira. A Relação entre a Razão Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230691. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-relacao-entre-a-razao-acido-urico-albumina-e-a-espessura-media-intimal-da-carotida-em-pacientes-com-hipertensao/>. ISSN 0066-782X

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Moreira HG. Precisamos Falar de Determinantes Sociais de Saúde Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(8):e20230569.

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Moreira, Humberto Graner. Precisamos Falar de Determinantes Sociais de Saúde Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 8, e20230569, out. 2023.

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Moreira, H. G. (2023). Precisamos Falar de Determinantes Sociais de Saúde Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(8), e20230569.

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Moreira, Humberto Graner. Precisamos Falar de Determinantes Sociais de Saúde Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 8, [citado 2026-10-14], e20230569. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/precisamos-falar-de-determinantes-sociais-de-saude-cardiovascular/>. ISSN 0066-782X

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Fernandes-Silva MM, Adam EL, Bernardez-Pereira S, Silva SA, Passaglia LG, Pereira KRP, Guedes MAV, et al. Mortalidade por Insuficiência Cardíaca durante a Pandemia da COVID-19: Insights de uma Coorte de Hospitais Públicos no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(5):804-8.

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Fernandes-Silva, Miguel M.; Adam, Eduardo Leal; Bernardez-Pereira, Sabrina; Silva, Suzana Alves; Passaglia, Luiz Guilherme; Pereira, Kleber Renato Ponzi; Guedes, Marco Antônio Vieira; Souza Neto, João David de; Paola, Ângelo Amato Vincenzo de; Rivera, Maria Alayde Mendonça; Resende, Elmiro Santos; Albuquerque, Denilson Campos de; Bacal, Fernando; Ribeiro, Antônio Luiz Pinho; Morgan, Louise; Smith Jr, Sidney C.; Taniguchi, Fábio Papa. Mortalidade por Insuficiência Cardíaca durante a Pandemia da COVID-19: Insights de uma Coorte de Hospitais Públicos no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 5, p. 804-808, set. 2022.

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Fernandes-Silva, M. M., Adam, E. L., Bernardez-Pereira, S., Silva, S. A., Passaglia, L. G., Pereira, K. R. P., Guedes, M. A. V., Souza Neto, J. D. , Paola, A. V. , Rivera, M. A. M., Resende, E. S., Albuquerque, D. C. , Bacal, F., Ribeiro, A. L. P., Morgan, L., Smith Jr, S. C., & Taniguchi, F. P. (2022). Mortalidade por Insuficiência Cardíaca durante a Pandemia da COVID-19: Insights de uma Coorte de Hospitais Públicos no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(5), 804-808.

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Fernandes-Silva, Miguel M. and Adam, Eduardo Leal and Bernardez-Pereira, Sabrina and Silva, Suzana Alves and Passaglia, Luiz Guilherme and Pereira, Kleber Renato Ponzi and Guedes, Marco Antônio Vieira and Souza Neto, João David de and Paola, Ângelo Amato Vincenzo de and Rivera, Maria Alayde Mendonça and Resende, Elmiro Santos and Albuquerque, Denilson Campos de and Bacal, Fernando and Ribeiro, Antônio Luiz Pinho and Morgan, Louise and Smith Jr, Sidney C. and Taniguchi, Fábio Papa. Mortalidade por Insuficiência Cardíaca durante a Pandemia da COVID-19: Insights de uma Coorte de Hospitais Públicos no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 804-808. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mortalidade-por-insuficiencia-cardiaca-durante-a-pandemia-da-covid-19-insights-de-uma-coorte-de-hospitais-publicos-no-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Campana EMG, Brandão AA. Circunferência da Cintura: Um Parâmetro Desfavorável para a Saúde Vascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(2):265-6.

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Campana, Erika Maria Gonçalves; Brandão, Andréa Araujo. Circunferência da Cintura: Um Parâmetro Desfavorável para a Saúde Vascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 2, p. 265-266, ago. 2022.

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Campana, E. M. G., & Brandão, A. A. (2022). Circunferência da Cintura: Um Parâmetro Desfavorável para a Saúde Vascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(2), 265-266.

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Campana, Erika Maria Gonçalves and Brandão, Andréa Araujo. Circunferência da Cintura: Um Parâmetro Desfavorável para a Saúde Vascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 265-266. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/circunferencia-da-cintura-um-parametro-desfavoravel-para-a-saude-vascular/>. ISSN 0066-782X

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Paixão GMM, Lima EM, Quadros AB, Cabral DPR, Coelho RR, Oliveira DM, Nascimento JS, et al. Associação entre Bloqueio Atrioventricular e Mortalidade em Pacientes de Atenção Primária: O Estudo CODE. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(4):564-71.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Paixão, Gabriela Miana de Mattos; Lima, Emilly M.; Quadros, André B.; Cabral, Daniel P. R.; Coelho, Renato R.; Oliveira, Derick M.; Nascimento, Jamil de Souza; Gomes, Paulo R.; Ribeiro, Antonio L.. Associação entre Bloqueio Atrioventricular e Mortalidade em Pacientes de Atenção Primária: O Estudo CODE. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 4, p. 564-571, jul. 2022.

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Paixão, G. M. M., Lima, E. M., Quadros, A. B., Cabral, D. P. R., Coelho, R. R., Oliveira, D. M., Nascimento, J. S., Gomes, P. R., & Ribeiro, A. L. (2022). Associação entre Bloqueio Atrioventricular e Mortalidade em Pacientes de Atenção Primária: O Estudo CODE. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(4), 564-571.

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Paixão, Gabriela Miana de Mattos and Lima, Emilly M. and Quadros, André B. and Cabral, Daniel P. R. and Coelho, Renato R. and Oliveira, Derick M. and Nascimento, Jamil de Souza and Gomes, Paulo R. and Ribeiro, Antonio L.. Associação entre Bloqueio Atrioventricular e Mortalidade em Pacientes de Atenção Primária: O Estudo CODE. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 564-571. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-bloqueio-atrioventricular-e-mortalidade-em-pacientes-de-atencao-primaria-o-estudo-code/>. ISSN 0066-782X

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Soeiro AM. Como a Presença de Doenças Cardiovasculares pode Impactar na Morbimortalidade em Pacientes com COVID-19?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(5):935-6.

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Soeiro, Alexandre de Matos. Como a Presença de Doenças Cardiovasculares pode Impactar na Morbimortalidade em Pacientes com COVID-19?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 5, p. 935-936, maio. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Soeiro, A. M. (2022). Como a Presença de Doenças Cardiovasculares pode Impactar na Morbimortalidade em Pacientes com COVID-19?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(5), 935-936.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Soeiro, Alexandre de Matos. Como a Presença de Doenças Cardiovasculares pode Impactar na Morbimortalidade em Pacientes com COVID-19?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 935-936. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-a-presenca-de-doencas-cardiovasculares-pode-impactar-na-morbimortalidade-em-pacientes-com-covid-19/>. ISSN 0066-782X

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Gomes BFO, Petriz JLF, Menezes IRR, Azevedo AS, Silva TMB, Silva VL, Peres LS, et al. Impacto do Alto Risco Cardiovascular na Mortalidade Hospitalar em Pacientes Internados em Terapia Intensiva por COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(5):927-34.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gomes, Bruno Ferraz de Oliveira; Petriz, João Luiz Fernandes; Menezes, Iliana Regina Ribeiro; Azevedo, Anny de Sousa; Silva, Thiago Moreira Bastos da; Silva, Valdilene Lima; Peres, Leticia de Sousa; Pereira, David Fernandes Pedro; Dutra, Giovanni Possamai; Paula, Suzanna Andressa Morais de; Mendes, Bárbara Ferreira da Silva; Carmo Junior, Plinio Resende do; Pereira, Basilio de Bragança; Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. Impacto do Alto Risco Cardiovascular na Mortalidade Hospitalar em Pacientes Internados em Terapia Intensiva por COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 5, p. 927-934, maio. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gomes, B. F. O., Petriz, J. L. F., Menezes, I. R. R., Azevedo, A. S., Silva, T. M. B. , Silva, V. L., Peres, L. S., Pereira, D. F. P., Dutra, G. P., Paula, S. A. M. , Mendes, B. F. S., Carmo Junior, P. R. , Pereira, B. B., & Oliveira, G. M. M. (2022). Impacto do Alto Risco Cardiovascular na Mortalidade Hospitalar em Pacientes Internados em Terapia Intensiva por COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(5), 927-934.

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Gomes, Bruno Ferraz de Oliveira and Petriz, João Luiz Fernandes and Menezes, Iliana Regina Ribeiro and Azevedo, Anny de Sousa and Silva, Thiago Moreira Bastos da and Silva, Valdilene Lima and Peres, Leticia de Sousa and Pereira, David Fernandes Pedro and Dutra, Giovanni Possamai and Paula, Suzanna Andressa Morais de and Mendes, Bárbara Ferreira da Silva and Carmo Junior, Plinio Resende do and Pereira, Basilio de Bragança and Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. Impacto do Alto Risco Cardiovascular na Mortalidade Hospitalar em Pacientes Internados em Terapia Intensiva por COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 927-934. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-do-alto-risco-cardiovascular-na-mortalidade-hospitalar-em-pacientes-internados-em-terapia-intensiva-por-covid-19/>. ISSN 0066-782X

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Leal GN. Como Devemos Investigar a Lesão Cardiovascular em Pacientes Pediátricos com COVID-19 Criticamente Enfermos em um Cenário de Vulnerabilidade Socioeconômica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(5):946-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Leal, Gabriela Nunes. Como Devemos Investigar a Lesão Cardiovascular em Pacientes Pediátricos com COVID-19 Criticamente Enfermos em um Cenário de Vulnerabilidade Socioeconômica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 5, p. 946-948, maio. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Leal, G. N. (2022). Como Devemos Investigar a Lesão Cardiovascular em Pacientes Pediátricos com COVID-19 Criticamente Enfermos em um Cenário de Vulnerabilidade Socioeconômica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(5), 946-948.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Leal, Gabriela Nunes. Como Devemos Investigar a Lesão Cardiovascular em Pacientes Pediátricos com COVID-19 Criticamente Enfermos em um Cenário de Vulnerabilidade Socioeconômica?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 946-948. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-devemos-investigar-a-lesao-cardiovascular-em-pacientes-pediatricos-com-covid-19-criticamente-enfermos-em-um-cenario-de-vulnerabilidade-socioeconomica/>. ISSN 0066-782X

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Barberato SH, Borsoi R, Roston F, Miranda HLM, Patriota P, Otto ME, Beck ALS, et al. Achados Ecocardiográficos em Pacientes com COVID-19 com e sem Doença Cardiovascular Prévia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(6):1207-11.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barberato, Silvio Henrique; Borsoi, Rafael; Roston, Fabio; Miranda, Hudson Laerte Machado; Patriota, Pedro; Otto, Maria Estefania; Beck, Adenalva Lima de Souza; Armstrong, Anderson da Costa; Ferreira, João Marcos Bemfica Barbosa; Camarozano, Ana Cristina; Silva, Letícia Braga Paciello da; Resende, Marcos Valério Coimbra; Vieira, Marcelo Luiz Campos; Fernandes-Silva, Miguel Morita. Achados Ecocardiográficos em Pacientes com COVID-19 com e sem Doença Cardiovascular Prévia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 6, p. 1207-1211, dez. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barberato, S. H., Borsoi, R., Roston, F., Miranda, H. L. M., Patriota, P., Otto, M. E., Beck, A. L. S., Armstrong, A. C., Ferreira, J. M. B. B., Camarozano, A. C., Silva, L. B. P. , Resende, M. V. C., Vieira, M. L. C., & Fernandes-Silva, M. M. (2021). Achados Ecocardiográficos em Pacientes com COVID-19 com e sem Doença Cardiovascular Prévia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(6), 1207-1211.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barberato, Silvio Henrique and Borsoi, Rafael and Roston, Fabio and Miranda, Hudson Laerte Machado and Patriota, Pedro and Otto, Maria Estefania and Beck, Adenalva Lima de Souza and Armstrong, Anderson da Costa and Ferreira, João Marcos Bemfica Barbosa and Camarozano, Ana Cristina and Silva, Letícia Braga Paciello da and Resende, Marcos Valério Coimbra and Vieira, Marcelo Luiz Campos and Fernandes-Silva, Miguel Morita. Achados Ecocardiográficos em Pacientes com COVID-19 com e sem Doença Cardiovascular Prévia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1207-1211. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/achados-ecocardiograficos-em-pacientes-com-covid-19-com-e-sem-doenca-cardiovascular-previa/>. ISSN 0066-782X

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Pezel T, Paim LR, Coelho-Filho OR. Para Quais Pacientes Infectados pelo HIV a Aspirina e as Estatinas São Boas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(2):376-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pezel, Théo; Paim, Layde R.; Coelho-Filho, Otávio R.. Para Quais Pacientes Infectados pelo HIV a Aspirina e as Estatinas São Boas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 2, p. 376-377, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pezel, T., Paim, L. R., & Coelho-Filho, O. R. (2021). Para Quais Pacientes Infectados pelo HIV a Aspirina e as Estatinas São Boas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 376-377.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pezel, Théo and Paim, Layde R. and Coelho-Filho, Otávio R.. Para Quais Pacientes Infectados pelo HIV a Aspirina e as Estatinas São Boas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 376-377. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/para-quais-pacientes-infectados-pelo-hiv-a-aspirina-e-as-estatinas-sao-boas/>. ISSN 0066-782X

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Lopes HF. Novas Perspectivas no Tratamento da Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(3):452-3.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lopes, Heno F.. Novas Perspectivas no Tratamento da Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 3, p. 452-453, abr. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lopes, H. F. (2021). Novas Perspectivas no Tratamento da Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(3), 452-453.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lopes, Heno F.. Novas Perspectivas no Tratamento da Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 452-453. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/novas-perspectivas-no-tratamento-da-hipertensao/>. ISSN 0066-782X

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Normando PG, Araujo-Filho JA, Fonseca GA, Rodrigues REF, Oliveira VA, Hajjar LA, Almeida ALC, et al. Redução na Hospitalização e Aumento na Mortalidade por Doenças Cardiovasculares durante a Pandemia da COVID-19 no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(3):371-80.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Normando, Paulo Garcia; Araujo-Filho, José de Arimatéia; Fonseca, Gabriela de Alcântara; Rodrigues, Rodrigo Elton Ferreira; Oliveira, Victor Agripino; Hajjar, Ludhmila Abrahão; Almeida, André Luiz Cerqueira; Bocchi, Edimar Alcides; Salemi, Vera Maria Cury; Melo, Marcelo. Redução na Hospitalização e Aumento na Mortalidade por Doenças Cardiovasculares durante a Pandemia da COVID-19 no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 3, p. 371-380, fev. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Normando, P. G., Araujo-Filho, J. A., Fonseca, G. A., Rodrigues, R. E. F., Oliveira, V. A., Hajjar, L. A., Almeida, A. L. C., Bocchi, E. A., Salemi, V. M. C., & Melo, M. (2021). Redução na Hospitalização e Aumento na Mortalidade por Doenças Cardiovasculares durante a Pandemia da COVID-19 no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(3), 371-380.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Normando, Paulo Garcia and Araujo-Filho, José de Arimatéia and Fonseca, Gabriela de Alcântara and Rodrigues, Rodrigo Elton Ferreira and Oliveira, Victor Agripino and Hajjar, Ludhmila Abrahão and Almeida, André Luiz Cerqueira and Bocchi, Edimar Alcides and Salemi, Vera Maria Cury and Melo, Marcelo. Redução na Hospitalização e Aumento na Mortalidade por Doenças Cardiovasculares durante a Pandemia da COVID-19 no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 371-380. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reducao-na-hospitalizacao-e-aumento-na-mortalidade-por-doencas-cardiovasculares-durante-a-pandemia-da-covid-19-no-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Costa LR, Passos EV, Silvestre OM. O Redescobrimento do Brasil Cardiovascular: Como Prevenimos e Tratamos a Doença Cardiovascular em Nosso País. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(1):117-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Costa, Letícia Rodrigues; Passos, Eduardo Vasconcelos; Silvestre, Odilson Marcos. O Redescobrimento do Brasil Cardiovascular: Como Prevenimos e Tratamos a Doença Cardiovascular em Nosso País. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 1, p. 117-118, fev. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Costa, L. R., Passos, E. V., & Silvestre, O. M. (2021). O Redescobrimento do Brasil Cardiovascular: Como Prevenimos e Tratamos a Doença Cardiovascular em Nosso País. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(1), 117-118.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Costa, Letícia Rodrigues and Passos, Eduardo Vasconcelos and Silvestre, Odilson Marcos. O Redescobrimento do Brasil Cardiovascular: Como Prevenimos e Tratamos a Doença Cardiovascular em Nosso País. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 117-118. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-redescobrimento-do-brasil-cardiovascular-como-prevenimos-e-tratamos-a-doenca-cardiovascular-em-nosso-pais/>. ISSN 0066-782X

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Mansur AJ. Resultado Evolutivo de Infartos Agudos do Miocárdio em Cinco Regiões Geográficas Brasileiras ao Longo de Duas Décadas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(5):860-1.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mansur, Alfredo José. Resultado Evolutivo de Infartos Agudos do Miocárdio em Cinco Regiões Geográficas Brasileiras ao Longo de Duas Décadas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 5, p. 860-861, dez. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mansur, A. J. (2020). Resultado Evolutivo de Infartos Agudos do Miocárdio em Cinco Regiões Geográficas Brasileiras ao Longo de Duas Décadas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(5), 860-861.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mansur, Alfredo José. Resultado Evolutivo de Infartos Agudos do Miocárdio em Cinco Regiões Geográficas Brasileiras ao Longo de Duas Décadas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 860-861. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/resultado-evolutivo-de-infartos-agudos-do-miocardio-em-cinco-regioes-geograficas-brasileiras-ao-longo-de-duas-decadas/>. ISSN 0066-782X

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Almeida Junior GLG, Braga F, Jorge JK, Nobre GF, Kalichsztein M, Faria PMP, Bussade B, et al. Valor Prognóstico da Troponina T e do Peptídeo Natriurético Tipo B em Pacientes Internados por COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):660-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Almeida Junior, Gustavo Luiz Gouvêa de; Braga, Fabricio; Jorge, José Kezen; Nobre, Gustavo Freitas; Kalichsztein, Marcelo; Faria, Paula de Medeiros Pache de; Bussade, Bruno; Penna, Guilherme Loures; Alves, Vitor Oliveira; Pereira, Marcella Alecrim; Gorgulho, Paula de Castro; Faria, Milena Rego dos Santos Espelta de; Drumond, Luis Eduardo; Carpinete, Fabrini Batista Soares; Neno, Ana Carolina Lessa Brandão; Neno, Augusto César de Araújo. Valor Prognóstico da Troponina T e do Peptídeo Natriurético Tipo B em Pacientes Internados por COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 660-666, out. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Almeida Junior, G. L. G. , Braga, F., Jorge, J. K., Nobre, G. F., Kalichsztein, M., Faria, P. M. P. , Bussade, B., Penna, G. L., Alves, V. O., Pereira, M. A., Gorgulho, P. C., Faria, M. R. S. E. , Drumond, L. E., Carpinete, F. B. S., Neno, A. C. L. B., & Neno, A. C. A. (2020). Valor Prognóstico da Troponina T e do Peptídeo Natriurético Tipo B em Pacientes Internados por COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 660-666.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Almeida Junior, Gustavo Luiz Gouvêa de and Braga, Fabricio and Jorge, José Kezen and Nobre, Gustavo Freitas and Kalichsztein, Marcelo and Faria, Paula de Medeiros Pache de and Bussade, Bruno and Penna, Guilherme Loures and Alves, Vitor Oliveira and Pereira, Marcella Alecrim and Gorgulho, Paula de Castro and Faria, Milena Rego dos Santos Espelta de and Drumond, Luis Eduardo and Carpinete, Fabrini Batista Soares and Neno, Ana Carolina Lessa Brandão and Neno, Augusto César de Araújo. Valor Prognóstico da Troponina T e do Peptídeo Natriurético Tipo B em Pacientes Internados por COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 660-666. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/valor-prognostico-da-troponina-t-e-do-peptideo-natriuretico-tipo-b-em-pacientes-internados-por-covid-19/>. ISSN 0066-782X

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Kawahara LT, Costa IBSS, Barros CCS, Almeida GC, Bittar CS, Rizk SI, Testa L, et al. Câncer e Doenças Cardiovasculares na Pandemia de COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):547-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Kawahara, Lucas Tokio; Costa, Isabela Bispo Santos da Silva; Barros, Cecília Chie Sakaguchi; Almeida, Gabriel Coelho de; Bittar, Cristina Salvadori; Rizk, Stephanie Itala; Testa, Laura; Moniz, Camila Motta Venchiarutti; Pereira, Juliana; Oliveira, Gláucia Maria Moraes de; Diz, Maria Del Pilar Estevez; Guimarães, Patricia Oliveira; Pinto, Ibraim Masciarelli; Kalil Filho, Roberto; Hajjar, Ludhmila Abrahão; Hoff, Paulo M.. Câncer e Doenças Cardiovasculares na Pandemia de COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 547-557, set. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Kawahara, L. T., Costa, I. B. S. S., Barros, C. C. S., Almeida, G. C. , Bittar, C. S., Rizk, S. I., Testa, L., Moniz, C. M. V., Pereira, J., Oliveira, G. M. M. , Diz, M. D. P. E., Guimarães, P. O., Pinto, I. M., Kalil Filho, R., Hajjar, L. A., & Hoff, P. M. (2020). Câncer e Doenças Cardiovasculares na Pandemia de COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 547-557.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Kawahara, Lucas Tokio and Costa, Isabela Bispo Santos da Silva and Barros, Cecília Chie Sakaguchi and Almeida, Gabriel Coelho de and Bittar, Cristina Salvadori and Rizk, Stephanie Itala and Testa, Laura and Moniz, Camila Motta Venchiarutti and Pereira, Juliana and Oliveira, Gláucia Maria Moraes de and Diz, Maria Del Pilar Estevez and Guimarães, Patricia Oliveira and Pinto, Ibraim Masciarelli and Kalil Filho, Roberto and Hajjar, Ludhmila Abrahão and Hoff, Paulo M.. Câncer e Doenças Cardiovasculares na Pandemia de COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 547-557. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cancer-e-doencas-cardiovasculares-na-pandemia-de-covid-19/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Perillo Filho M, Francisco RC, Garcia TG, Teixeira MF, Bassaneze B, Albuquerque LCA, Alô ROB, et al. Esporte em Tempos de Covid-19: Alerta ao Coração. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):303-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Perillo Filho, Marcos; Francisco, Ricardo Contesini; Garcia, Thiago Ghorayeb; Teixeira, Mateus Freitas; Bassaneze, Bruno; Albuquerque, Lorena Christine Araújo de; Alô, Rodrigo Otávio Bougleux; Colombo, Clea; Ghorayeb, Nabil. Esporte em Tempos de Covid-19: Alerta ao Coração. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 303-307, set. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Perillo Filho, M., Francisco, R. C., Garcia, T. G., Teixeira, M. F., Bassaneze, B., Albuquerque, L. C. A. , Alô, R. O. B., Colombo, C., & Ghorayeb, N. (2020). Esporte em Tempos de Covid-19: Alerta ao Coração. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 303-307.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Perillo Filho, Marcos and Francisco, Ricardo Contesini and Garcia, Thiago Ghorayeb and Teixeira, Mateus Freitas and Bassaneze, Bruno and Albuquerque, Lorena Christine Araújo de and Alô, Rodrigo Otávio Bougleux and Colombo, Clea and Ghorayeb, Nabil. Esporte em Tempos de Covid-19: Alerta ao Coração. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 303-307. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/esporte-em-tempos-de-covid-19-alerta-ao-coracao/>. ISSN 0066-782X

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Chamié D, Oliveira F, Braga S, Costa JR, Siqueira DAA, Staico R, Costa R, et al. Adequação das Práticas do Laboratório de Cateterismo durante a Pandemia de COVID-19: O Protocolo do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):558-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Chamié, Daniel; Oliveira, Fernanda; Braga, Sérgio; Costa, José Ribamar; Siqueira, Dimytri Alexandre Alvim de; Staico, Rodolfo; Costa, Ricardo; Maldonado, Galo; Tanajura, Luiz Fernando Leite; Centemero, Marinella Patrizia; Chaves, Áurea Jacob; Abizaid, Andrea Cláudia Sousa Leão; Freitas, Rafaela Andrade Penalva; Coelho, Nancy Toledo; Ohe, Louis Nakayama; Abboud, Cely; Feres, Fausto. Adequação das Práticas do Laboratório de Cateterismo durante a Pandemia de COVID-19: O Protocolo do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 558-568, set. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Chamié, D., Oliveira, F., Braga, S., Costa, J. R., Siqueira, D. A. A. , Staico, R., Costa, R., Maldonado, G., Tanajura, L. F. L., Centemero, M. P., Chaves, J., Abizaid, A. C. S. L., Freitas, R. A. P., Coelho, N. T., Ohe, L. N., Abboud, C., & Feres, F. (2020). Adequação das Práticas do Laboratório de Cateterismo durante a Pandemia de COVID-19: O Protocolo do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 558-568.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Chamié, Daniel and Oliveira, Fernanda and Braga, Sérgio and Costa, José Ribamar and Siqueira, Dimytri Alexandre Alvim de and Staico, Rodolfo and Costa, Ricardo and Maldonado, Galo and Tanajura, Luiz Fernando Leite and Centemero, Marinella Patrizia and Chaves, Áurea Jacob and Abizaid, Andrea Cláudia Sousa Leão and Freitas, Rafaela Andrade Penalva and Coelho, Nancy Toledo and Ohe, Louis Nakayama and Abboud, Cely and Feres, Fausto. Adequação das Práticas do Laboratório de Cateterismo durante a Pandemia de COVID-19: O Protocolo do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 558-568. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/adequacao-das-praticas-do-laboratorio-de-cateterismo-durante-a-pandemia-de-covid-19-o-protocolo-do-instituto-dante-pazzanese-de-cardiologia/>. ISSN 0066-782X

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Franzotti SAS, Sloboda DA, Silva JR, Souza EAS, Reboreda JZ, Ferretti-Rebustini REL, Nogueira LS, et al. Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):452-9.

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Franzotti, Silvana Alves dos Santos; Sloboda, Dyenily Alessi; Silva, Juliana Rosendo; Souza, Ellian Amorim Santos; Reboreda, Jessica Zamora; Ferretti-Rebustini, Renata Eloah de Lucena; Nogueira, Lilia de Souza. Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 452-459, set. 2020.

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Franzotti, S. A. S., Sloboda, D. A., Silva, J. R., Souza, E. A. S., Reboreda, J. Z., Ferretti-Rebustini, R. E. L., & Nogueira, L. S. (2020). Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 452-459.

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Franzotti, Silvana Alves dos Santos and Sloboda, Dyenily Alessi and Silva, Juliana Rosendo and Souza, Ellian Amorim Santos and Reboreda, Jessica Zamora and Ferretti-Rebustini, Renata Eloah de Lucena and Nogueira, Lilia de Souza. Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 452-459. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/desempenho-dos-indices-de-gravidade-na-predicao-de-complicacoes-pos-operatorias-de-revascularizacao-miocardica-2/>. ISSN 0066-782X

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Askin L, Tanrıverdi O, Askin HS. O Efeito da Doença de Coronavírus 2019 nas Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(5):817-22.

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Askin, Lutfu; Tanrıverdi, Okan; Askin, Husna Sengul. O Efeito da Doença de Coronavírus 2019 nas Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 5, p. 817-822, maio. 2020.

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Askin, L., Tanrıverdi, O., & Askin, H. S. (2020). O Efeito da Doença de Coronavírus 2019 nas Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(5), 817-822.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Askin, Lutfu and Tanrıverdi, Okan and Askin, Husna Sengul. O Efeito da Doença de Coronavírus 2019 nas Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 817-822. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-efeito-da-doenca-de-coronavirus-2019-nas-doencas-cardiovasculares/>. ISSN 0066-782X

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Huyut MA. Nova Pneumonia por Coronavírus e Miocardiopatia: Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(5):843-5.

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Huyut, Mustafa Ahmet. Nova Pneumonia por Coronavírus e Miocardiopatia: Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 5, p. 843-845, maio. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Huyut, M. A. (2020). Nova Pneumonia por Coronavírus e Miocardiopatia: Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(5), 843-845.

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Huyut, Mustafa Ahmet. Nova Pneumonia por Coronavírus e Miocardiopatia: Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 843-845. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/nova-pneumonia-por-coronavirus-e-miocardiopatia-relato-de-caso/>. ISSN 0066-782X

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Costa IBSS, Bittar CS, Rizk SI, Araújo Filho AE, Santos KAQ, Machado TIV, Andrade FTA, et al. O Coração e a COVID-19: O que o Cardiologista Precisa Saber. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(5):805-16.

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Costa, Isabela Bispo Santos da Silva; Bittar, Cristina Salvadori; Rizk, Stephanie Itala; Araújo Filho, Antônio Everaldo de; Santos, Karen Alcântara Queiroz; Machado, Theuran Inahja Vicente; Andrade, Fernanda Thereza de Almeida; González, Thalita Barbosa; Arévalo, Andrea Nataly Galarza; Almeida, Juliano Pinheiro de; Bacal, Fernando; Oliveira, Gláucia Maria Moraes de; Lacerda, Marcus Vinícius Guimarães de; Barberato, Silvio Henrique; Chagas, Antonio Carlos Palandri; Rochitte, Carlos Eduardo; Ramires, José Antonio Franchini; Kalil Filho, Roberto; Hajjar, Ludhmila Abrahão. O Coração e a COVID-19: O que o Cardiologista Precisa Saber. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 5, p. 805-816, maio. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Costa, I. B. S. S., Bittar, C. S., Rizk, S. I., Araújo Filho, A. E. , Santos, K. A. Q., Machado, T. I. V., Andrade, F. T. A., González, T. B., Arévalo, A. N. G., Almeida, J. P. , Bacal, F., Oliveira, G. M. M. , Lacerda, M. V. G. , Barberato, S. H., Chagas, A. C. P., Rochitte, C. E., Ramires, J. A. F., Kalil Filho, R., & Hajjar, L. A. (2020). O Coração e a COVID-19: O que o Cardiologista Precisa Saber. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(5), 805-816.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Costa, Isabela Bispo Santos da Silva and Bittar, Cristina Salvadori and Rizk, Stephanie Itala and Araújo Filho, Antônio Everaldo de and Santos, Karen Alcântara Queiroz and Machado, Theuran Inahja Vicente and Andrade, Fernanda Thereza de Almeida and González, Thalita Barbosa and Arévalo, Andrea Nataly Galarza and Almeida, Juliano Pinheiro de and Bacal, Fernando and Oliveira, Gláucia Maria Moraes de and Lacerda, Marcus Vinícius Guimarães de and Barberato, Silvio Henrique and Chagas, Antonio Carlos Palandri and Rochitte, Carlos Eduardo and Ramires, José Antonio Franchini and Kalil Filho, Roberto and Hajjar, Ludhmila Abrahão. O Coração e a COVID-19: O que o Cardiologista Precisa Saber. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 805-816. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-coracao-e-a-covid-19-o-que-o-cardiologista-precisa-saber/>. ISSN 0066-782X

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Ferrari F. COVID-19: Dados Atualizados e sua Relação Com o Sistema Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(5):823-6.

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Ferrari, Filipe. COVID-19: Dados Atualizados e sua Relação Com o Sistema Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 5, p. 823-826, maio. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ferrari, F. (2020). COVID-19: Dados Atualizados e sua Relação Com o Sistema Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(5), 823-826.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ferrari, Filipe. COVID-19: Dados Atualizados e sua Relação Com o Sistema Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 823-826. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/covid-19-dados-atualizados-e-sua-relacao-com-o-sistema-cardiovascular/>. ISSN 0066-782X

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