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  2. Palavra-chave: Risco Cardiovascular
ABC
Editorial

Para Além da Aterosclerose: É Tempo de Olhar para as Válvulas na Doença Renal Crônica

Sofia Cabral

As doenças cardiovasculares (DCV) continuam sendo a principal causa de morbilidade e mortalidade entre os doentes com doença renal crônica (DRC), ultrapassando largamente o risco de progressão para estádio terminal da doença renal e sendo responsáveis por aproximadamente 40% a 50% de todos os óbitos nos estádios avançados da doença.– Temos assistido a uma crescente atenção à interseção entre disfunção renal e doença valvular cardíaca (DVC), a qual desempenha um papel importante nas complicações cardiovasculares e nos desfechos adversos observados nesta população., A calcificação valvular, que afeta predominantemente as válvulas aórtica e mitral, constitui a manifestação típica da DVC neste contexto, representando um processo altamente prevalente, progressivo e de relevância prognóstica significativa, impulsionado por alterações no metabolismo mineral, pela sua interação com inflamação crônica persistente e pelo ambiente urêmico tóxico., Apesar do crescente reconhecimento do seu impacto clínico, os fundamentos biológicos deste processo permanecem não completamente compreendidos, mesmo com o surgimento de nova evidência que começa a esclarecer os mecanismos que conduzem à calcificação valvular na DRC.

Embora tenham sido identificadas várias vias mecanísticas, continuam faltando marcadores clínicos e laboratoriais robustos que permitam prever o seu desenvolvimento. Neste sentido, o estudo de Conceição et al. oferece uma contribuição valiosa para a identificação dos fatores associados à calcificação valvular, ajudando a preencher uma lacuna relevante no conhecimento atual e sublinhando a necessidade de investigação continuada sobre as suas implicações clínicas e os mecanismos subjacentes nesta população de elevado risco.

[…]

  • Calcificação
  • Doença Cardíaca Valvar
  • doença renal crônica
  • Risco Cardiovascular
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08/09/2025 DOI: 10.36660/abc.20250376 Visualizações 1
ABC
Editorial

Função Renal e Risco Cardiovascular: Um Aliado Prognóstico Negligenciado

Gabriel Porto Soares et al. Thais Rocha Salim

A subanálise do Catarina Heart Study traz evidências relevantes e oportunas para uma relação clínica bem conhecida, porém frequentemente subestimada: o impacto da função renal nos desfechos cardiovasculares. Ao demonstrar que a menor depuração de creatinina na admissão hospitalar prediz, de forma independente, eventos cardiovasculares adversos maiores (MACE) e mortalidade após infarto agudo do miocárdio (IAM), o estudo reforça o rim como um órgão prognóstico essencial em cardiologia.

A interação cardiorrenal não é um conceito novo. A relação bidirecional entre o coração e os rins foi documentada em estudos de larga escala, como o Chronic Kidney Disease Prognosis Consortium e o ARIC. O que torna a presente análise relevante é sua aplicabilidade prática e local: em uma população brasileira, utilizando uma ferramenta simples e amplamente disponível — a depuração de creatinina pela fórmula de Cockcroft-Gault — os médicos podem identificar pacientes de alto risco precocemente no curso do IAM.

[…]

  • Função Renal
  • Mortalidade
  • Risco Cardiovascular
  • Síndrome Coronariana Aguda
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25/08/2025 DOI: 10.36660/abc.20250414 Visualizações 1
ABC
Editorial

Sente-se Menos, Mova-se Mais e Sinta-se Bem, Pessoal!: O Comportamento Sedentário pode Comprometer a Saúde Cardiometabólica por Meio de Problemas de Saúde Mental ao Longo da Vida

Ceren Bicer et al. Yasin Hasan Balcioglu

Lemos com interesse o artigo intitulado “Comportamento sedentário, hábitos alimentares e risco cardiometabólico em crianças e adolescentes fisicamente ativos”. Neste estudo, os autores tentaram avaliar a relação entre comportamento sedentário, fatores de risco cardiometabólico e hábitos alimentares em crianças e adolescentes fisicamente ativos. Seus resultados concluíram que não há associação entre comportamento sedentário e fatores de risco cardiometabólicos em crianças e adolescentes fisicamente ativos. No entanto, concluíram que o comportamento sedentário estava associado a hábitos alimentares inadequados. Além disso, crianças e adolescentes com comportamento sedentário apresentaram maior probabilidade de consumir alimentos em frente à televisão regularmente e consumir pelo menos um alimento ultraprocessado por dia, consumindo menos frutas.

Apesar deste estudo fornecer achados importantes, os estudos com desenho transversal têm inerentemente limitações substanciais. Particularmente quando se trata de doenças como distúrbios cardiometabólicos, estes são os resultados da acumulação de fatores de risco ao longo de muitos anos. Um delineamento transversal para essa faixa etária pode negligenciar os efeitos do comportamento sedentário nas condições cardiometabólicas na idade adulta, pois provavelmente não terá tempo suficiente para demonstrar seu real efeito no início da vida.

[…]

  • adolescência
  • Doença Psiquiátrica
  • hábitos alimentares
  • Idade Adulta
  • Risco Cardiovascular
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27/02/2023 DOI: 10.36660/abc.20220894 Visualizações 1
ABCHF
Research Letter

O Impacto da Hematopoiese Clonal de Potencial Indeterminado (CHIP) na Insuficiência Cardíaca Avançada

Santiago Alonso Tobar Leitão et al. Fernando Luis Scolari Jefferson Luís Vieira Peter Libby

Introdução

Os numerosos processos que contribuem para doenças relacionadas à idade incluem a teoria dos radicais livres, proposta por Harman, encurtamento dos telômeros, inflammaging e a teoria do acúmulo de mutações de Medewar, especialmente em neoplasias hematológicas., Conforme envelhecemos, as células-tronco hematopoéticas (CTH) podem adquirir mutações, algumas das quais podem modular sua função, proliferação ou sobrevida a fim de ampliar o número de células mutantes no sangue, um processo denominado hematopoiese clonal (clonal hematopoiesis, CH). Se a esse processa a contribuição de outras mutações, as células com CH podem evoluir para síndrome mielodisplásica (MDS) e leucemia mieloide aguda (LMA) em índices que variam de 0,5 a 1% por ano. Conhecem-se dezenas de genes causadores de CH, um subgrupo dos genes causadores de leucemia conhecidos, sendo os mais frequentes DMNT3A, TET2, ASXL1 e JAK2, que correspondem a aproximadamente 80% das mutações causadoras de CH. A ocorrência de CH aumenta com a idade, de forma que 10% dos indivíduos de 70 anos de idade terão mais de 2% das células (frequência alélica da variante, Variant Allele Fraction, VAF) com tais mutações. De fato, novas técnicas de sequenciamento dirigido altamente sensíveis demonstraram a quase ubiquidade das mutações CH na população adulta acima de 30 anos.

Embora os indivíduos com CH apresentem um risco 10 vezes maior de desenvolver neoplasias hematológicas, a maioria das pessoas com CHIP não apresentará manifestações evidentes, daí o surgimento do termo: Hematopoiese Clonal de Potencial Indeterminado (Clonal Hematopoiesis of Indeterminate Potential, CHIP). Surpreedentemente, pessoas com CHIP que apresentam esses clones de leucócitos que carregam mutações nos genes causadores de leucemia apresentam risco acentuado de desenvolvimento e/ou progressão de condições não hematológicas de várias outras doenças relacionadas à idade, tais como demência, osteoporose, acidente vascular cerebral (AVC) e doenças cardiovasculares. Vários mecanismos se relacionam a essas doenças associadas a CHIP, incluindo resposta inflamatória excessiva devido à ativação do inflamassoma com aumento da expressão de citocinas inflamatórias como IL-1β e IL-6, aumento do potencial trombótico e comprometimento da reparação do DNA.–

[…]

  • CHIP
  • Hematopoiese Clonal
  • Inflamação
  • Insuficiência Cardíaca
  • Mutações
  • Risco Cardiovascular
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29/06/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220038 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Impacto do Alto Risco Cardiovascular na Mortalidade Hospitalar em Pacientes Internados em Terapia Intensiva por COVID-19

Bruno Ferraz de Oliveira Gomes et al. João Luiz Fernandes Petriz Iliana Regina Ribeiro Menezes Anny de Sousa Azevedo … Thiago Moreira Bastos da Silva Valdilene Lima Silva Leticia de Sousa Peres David Fernandes Pedro Pereira Giovanni Possamai Dutra Suzanna Andressa Morais de Paula Bárbara Ferreira da Silva Mendes Plinio Resende do Carmo Junior Basilio de Bragança Pereira Gláucia Maria Moraes de Oliveira

Resumo

Fundamento

Alguns estudos demonstraram uma maior prevalência de óbitos em portadores de fatores de risco cardiovascular (FRC) durante internação por COVID-19.

Objetivos

Avaliar o impacto do alto risco cardiovascular em pacientes internados em terapia intensiva por COVID-19

Métodos

Estudo retrospectivo com pacientes admitidos em terapia intensiva, com diagnóstico confirmado de COVID-19 por RT-PCR e com pelo menos uma dosagem de troponina durante a internação. Os critérios para definição de paciente de alto risco cardiovascular (ARC) foram: histórico de doença cardiovascular estabelecida (infarto, AVC ou doença arterial periférica), diabetes, doença renal crônica com clearance 65 anos). O desfecho primário deste estudo é mortalidade hospitalar por todas as causas. P<0,05 foi considerado significativo.

Resultados

Foram incluídos 236 pacientes, média de idade= 61,14±16,2 anos, com 63,1% homens, 55,5% hipertensos e 33,1% diabéticos. Um total de 47,4% dos pacientes apresentavam ARC. Observou-se um aumento significativo da mortalidade conforme aumento do número de fatores de risco (0 FRC: 5,9%; 1 FRC: 17,5%; 2 FRC: 32,2% e ≥3 FRC: 41,2%; p=0,001). Na regressão logística ajustada para gravidade (escore SAPS3), o grupo de alto risco cardiovascular e troponina elevada apresentou maior ocorrência de mortalidade hospitalar (OR 40,38; IC95% 11,78-138,39). Pacientes sem alto risco cardiovascular, mas com troponina elevada, também exibiram associação significativa com o desfecho primário (OR 16,7; IC95% 4,45-62,74).

Conclusão

Em pacientes internados em terapia intensiva por COVID-19, a presença de alto risco cardiovascular afeta a mortalidade hospitalar somente em pacientes que apresentaram elevação de troponina.

  • COVID-19
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Lesão Miocárdica
  • Pacientes Internados
  • Risco Cardiovascular
  • Terapia Intensiva
  • Troponina Ultrassensível
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13/05/2022 DOI: 10.36660/abc.20210349 Visualizações 1
ABCIC
Original Article

Comportamento dos Critérios de Uso Apropriado da Cintilografia de Perfusão Miocárdica na Avaliação de Assintomáticos de Alto Risco Cardiovascular ou com Doença Coronária Conhecida

Vinicius Silva Freire Alvarenga et al. Paola Emanuela Poggio Smanio

Resumo

Fundamentos:

O papel da cintilografia de perfusão miocárdica em pacientes assintomáticos permanece restrito a situações clínicas muito específicas, muitas delas abordadas nos Critérios de Uso Apropriado (AUC) de Cintilografia de Perfusão Miocárdica.

Objetivo:

Realizar uma análise crítica da aplicação desses critérios nas indicações de exames realizados em pacientes assintomáticos do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, cuja população é notadamente de alto risco cardiovascular.

Métodos:

Foram selecionados pacientes assintomáticos que realizaram cintilografia de perfusão miocárdica para pesquisa de isquemia. As indicações dos exames foram classificadas em apropriadas, inapropriadas ou incertas. Hipocaptação fixa, hipocaptação transitória ou dilatação isquêmica transitória foram consideradas exames alterados. Na análise estatística, buscou-se avaliar a correlação entre o grau de recomendação das indicações e a presença de exames alterados.

Resultados:

A partir de uma seleção inicial de 2.999 prontuários, 490 foram considerados assintomáticos e incluídos conforme critérios de inclusão estabelecidos previamente. Apenas 9,8% das indicações foram inapropriadas, enquanto que 61,4% foram apropriadas, e 28,8% foram incertas. A hipocaptação fixa do radiofármaco ocorreu em 43,5% dos casos e a hipocaptação transitória, em 16,1%. Solicitar o exame de maneira apropriada ou incerta foi fator preditor de exame com resultado alterado nesta população.

Conclusão:

O uso dos critérios de uso apropriado da cintilografia de perfusão miocárdica mostrou-se eficaz em predizer exames alterados em uma população assintomática de alto risco cardiovascular, especialmente no grupo de pacientes com indicação incerta, o que pode significar que algumas das indicações consideradas incertas talvez sejam apropriadas para uma população de alto risco cardiovascular.

  • diagnóstico
  • Medicina Nuclear
  • Risco Cardiovascular
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26/11/2021 DOI: 10.47593/2675-312X/20213403eabc189
Figura 1
ABC
Artigo Original

Circunferência do Pescoço e Risco Cardiovascular em 10 Anos na Linha de Base do ELSA-Brasil: Diferenciais por Sexo

Acácia Antônia Gomes de Oliveira Silva et al. Larissa Fortunato de Araujo Maria de Fátima Haueisen Sander Diniz Paulo Andrade Lotufo … Isabela Martins Bensenor Sandhi Maria Barreto Luana Giatti

Resumo

Fundamento:

A circunferência do pescoço (CP) é uma medida indireta do tecido adiposo subcutâneo da parte superior do corpo, apontada como um preditor independente de doenças cardiometabólicas.

Objetivos:

Verificar a associação entre a CP e o risco cardiovascular em 10 anos (risco de doença cardiovascular [DCV] em 10 anos) em homens e mulheres separadamente.

Métodos:

Análise seccional com inclusão de 13.920 participantes da linha de base do Estudo Longitudinal da Saúde do Adulto (ELSA-Brasil). A associação entre a CP (utilizada como variável contínua e agregada em quartis) e o risco de DCV em 10 anos, estimado pelo Framingham Global Risk Score (FGRS), foi investigada por meio de modelos lineares generalizados após ajustes por características sociodemográficas, comportamentos em saúde, índice de massa corporal e circunferência da cintura. O nível de significância estatístico adotado foi de 5%.

Resultados:

A média da CP foi de 39,5 cm (desvio-padrão [DP] de ± 3,6) nos homens e 34,0 cm (DP de ±2,9) nas mulheres. Após ajustes, o aumento de 1 cm na CP foi associado ao incremento de 3% (IC 95%: 1,02 a 1,03) e 5% (IC 95%: 1,04 a 1,06) na média aritmética do risco de DCV em homens e mulheres, respectivamente. No último quartil da CP, homens e mulheres apresentaram um incremento de 18% (IC 95%: 1,13 a 1,24) e 35% (IC 95%: 1,28 a 1,43), respectivamente, na média aritmética do risco de DCV após ajustes.

Conclusões:

Verificamos associação positiva e independente entre a CP e o risco de DCV em 10 anos. Resultados sugerem que a CP pode contribuir para a predição de risco cardiovascular além daquele observado pelas medidas antropométricas clássicas.

  • Adiposidade
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • Gênero
  • Risco Cardiovascular
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07/12/2020 DOI: 10.36660/abc.20190289 Visualizações 2
Excesso de peso e o risco cardiovascular em jovens seguidos por 17 anos: estudo do Rio de Janeiro
ABC
Artigo Original

Excesso de peso e o risco cardiovascular em jovens seguidos por 17 anos: estudo do Rio de Janeiro

Flávia Lopes Fonseca et al. Andréa Araújo Brandão Roberto Pozzan Érika Maria Gonçalves Campana … Oswaldo Luiz Pizzi Maria Eliane Campos Magalhães Elizabete Vianna de Freitas Ayrton Pires Brandão

FUNDAMENTO: A adoção de medidas de prevenção primária em jovens é de potencial impacto favorável no cenário das doenças cardiovasculares. OBJETIVO: Avaliar a pressão arterial (PA) e variáveis de risco cardiovascular em jovens estratificados pelo comportamento do índice de massa corporal (IMC) obtido ao longo de 17 anos, desde a infância/adolescência (I/A). MÉTODOS: Três avaliações foram feitas em 115 indivíduos pertencentes à coorte do Estudo do Rio de Janeiro: A1:12,97 ± 1,48 anos; A2:21,90 ± 1,71 anos; A3:30,65 ± 2,00 anos e divididos em três grupos segundo o IMC nas três avaliações: Grupo N (IMC sempre normal; n=46), Grupo L (IMC variável; n=49) e Grupo S/O (IMC sempre aumentado; n=20). Em A1, A2 e A3 foram obtidos PA e IMC. Em A2 e A3, dosados glicose (G) e perfil lipídico. Ainda em A2, dosada insulina (INS) e calculado HOMA-IR. Em A3 acrescentou-se medida da circunferência abdominal (CA), relação abdômen/quadril (RAQ) e percentual de gordura corporal (%GC). RESULTADOS: 1) Grupo S/O apresentou maiores médias de PA aumentada (p<0,0001) nas três avaliações; 2) Em A3, o grupo S/O mostrou maiores médias de CA, RAQ e %GC, e maiores prevalências de CA aumentada e síndrome metabólica (SM) (p<0,0001); 3) Foram observadas maiores médias de INS, HOMA-IR, LDL-c em A2, e G, colesterol, LDL-c e triglicerídeos em A3 no grupo S/O (p<0,05); 4) Gênero masculino e S/O em A1 determinaram maior risco para a ocorrência de SM na idade adulta. CONCLUSÃO: A Presença de S/O desde a I/A associou-se a maiores valores da PA, índices antropométricos e maior prevalência de SM na fase adulta jovem.

  • Adolescentes
  • Pesos e Medidas Corporais
  • Pressão Arterial
  • Risco Cardiovascular
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05/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000200011 Visualizações 2
Hiperglicemia pós-prandial: tratamento do seu potencial aterogênico
ABC
Revisão

Hiperglicemia pós-prandial: tratamento do seu potencial aterogênico

Bruno Geloneze et al. Rodrigo Nunes Lamounier Otávio Rizzi Coelho

ARTIGO DE REVISÃO

Hiperglicemia pós-prandial: tratamento do seu potencial aterogênico

[…]

  • aterogênese
  • estado prandial
  • Glicemia pós-prandial
  • Risco Cardiovascular
  • tratamento pós-prandial
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06/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001800018
Fatores de risco cardiovascular e mortalidade: seguimento em longo prazo (até 20 anos) em programa preventivo realizado pela medicina ocupacional
ABC
Artigo Original

Fatores de risco cardiovascular e mortalidade: seguimento em longo prazo (até 20 anos) em programa preventivo realizado pela medicina ocupacional

Luiz Alberto de Souza Ciorlia et al. Moacir Fernandes de Godoy

OBJETIVO: A queda da mortalidade por doenças cardiovasculares (DCV) está sendo conseguida nos Estados Unidos e o mesmo declínio está ocorrendo em países em desenvolvimento, graças a mudanças favoráveis alcançadas no estilo de vida e nos fatores de risco. Apesar dessa consideração, o volume de informações de que se dispõe sobre a distribuição e comportamento desse tipo de doença e seus fatores de risco no Brasil ainda é pequeno. MÉTODOS: Foi realizada avaliação das alterações do colesterol total (CT), níveis de pressão arterial (PA), índice de massa corporal (IMC) e tabagismo, além da ocorrência de eventos cardiovasculares fatais (F) e não fatais (NF), sob intervenção dietética e comportamental e seguimento em longo prazo (até 20 anos) em um grupo fechado, composto por 621 eletricitários de ambos os sexos, com idade média de 29,1±7,1 anos, variando de 15 a 59 anos. Foram construídas curvas atuariais para analisar os eventos cardiovasculares F e NF. RESULTADOS: A média do CT apresentou redução significativa por efeito da orientação dietética. O hábito de fumar diminuiu significativamente com mudanças comportamentais. A média das PAs diminuiu significativamente com uma melhor detecção e medidas higiênicas, e a adesão dos hipertensos definitivos ao tratamento mostrou um índice de 56,6%. Por outro lado, o IMC apresentou um aumento expressivo e gradativo. A probabilidade de os indivíduos continuarem livres de qualquer evento cardiovascular foi de 98,1%, enquanto que para os eventos fatais foi de 99,2%. CONCLUSÃO: Esses resultados comprovam que iniciativas voltadas para a prevenção devem ser prioritárias, com a intenção de se modificar as taxas de morbimortalidade das DCV.

  • medicina ocupacional
  • Medicina Preventiva
  • Risco Cardiovascular
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29/09/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005001400005

Como citar este artigo

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Cabral S. Para Além da Aterosclerose: É Tempo de Olhar para as Válvulas na Doença Renal Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(8):e20250376.

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Cabral, Sofia. Para Além da Aterosclerose: É Tempo de Olhar para as Válvulas na Doença Renal Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 8, e20250376, set. 2025.

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Cabral, S. (2025). Para Além da Aterosclerose: É Tempo de Olhar para as Válvulas na Doença Renal Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(8), e20250376.

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Cabral, Sofia. Para Além da Aterosclerose: É Tempo de Olhar para as Válvulas na Doença Renal Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 8, [citado 2026-10-14], e20250376. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/para-alem-da-aterosclerose-e-tempo-de-olhar-para-as-valvulas-na-doenca-renal-cronica/>. ISSN 0066-782X

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Soares GP, Salim TR. Função Renal e Risco Cardiovascular: Um Aliado Prognóstico Negligenciado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(7):e20250414.

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Soares, Gabriel Porto; Salim, Thais Rocha. Função Renal e Risco Cardiovascular: Um Aliado Prognóstico Negligenciado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 7, e20250414, ago. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Soares, G. P., & Salim, T. R. (2025). Função Renal e Risco Cardiovascular: Um Aliado Prognóstico Negligenciado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(7), e20250414.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Soares, Gabriel Porto and Salim, Thais Rocha. Função Renal e Risco Cardiovascular: Um Aliado Prognóstico Negligenciado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 7, [citado 2026-10-14], e20250414. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/funcao-renal-e-risco-cardiovascular-um-aliado-prognostico-negligenciado/>. ISSN 0066-782X

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Bicer C, Balcioglu YH. Sente-se Menos, Mova-se Mais e Sinta-se Bem, Pessoal!: O Comportamento Sedentário pode Comprometer a Saúde Cardiometabólica por Meio de Problemas de Saúde Mental ao Longo da Vida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(2):e20220894.

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Bicer, Ceren; Balcioglu, Yasin Hasan. Sente-se Menos, Mova-se Mais e Sinta-se Bem, Pessoal!: O Comportamento Sedentário pode Comprometer a Saúde Cardiometabólica por Meio de Problemas de Saúde Mental ao Longo da Vida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 2, e20220894, fev. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Bicer, C., & Balcioglu, Y. H. (2023). Sente-se Menos, Mova-se Mais e Sinta-se Bem, Pessoal!: O Comportamento Sedentário pode Comprometer a Saúde Cardiometabólica por Meio de Problemas de Saúde Mental ao Longo da Vida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(2), e20220894.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Bicer, Ceren and Balcioglu, Yasin Hasan. Sente-se Menos, Mova-se Mais e Sinta-se Bem, Pessoal!: O Comportamento Sedentário pode Comprometer a Saúde Cardiometabólica por Meio de Problemas de Saúde Mental ao Longo da Vida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 2, [citado 2026-10-14], e20220894. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sente-se-menos-mova-se-mais-e-sinta-se-bem-pessoal-o-comportamento-sedentario-pode-comprometer-a-saude-cardiometabolica-por-meio-de-problemas-de-saude-mental-ao-longo-da-vida/>. ISSN 0066-782X

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Leitão SAT, Scolari FL, Vieira JL, Libby P. O Impacto da Hematopoiese Clonal de Potencial Indeterminado (CHIP) na Insuficiência Cardíaca Avançada. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy 2022;2(2):218-21.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Leitão, Santiago Alonso Tobar; Scolari, Fernando Luis; Vieira, Jefferson Luís; Libby, Peter. O Impacto da Hematopoiese Clonal de Potencial Indeterminado (CHIP) na Insuficiência Cardíaca Avançada. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, v. 2, n. 2, p. 218-221, jun. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Leitão, S. A. T., Scolari, F. L., Vieira, J. L., & Libby, P. (2022). O Impacto da Hematopoiese Clonal de Potencial Indeterminado (CHIP) na Insuficiência Cardíaca Avançada. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, 2(2), 218-221.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Leitão, Santiago Alonso Tobar and Scolari, Fernando Luis and Vieira, Jefferson Luís and Libby, Peter. O Impacto da Hematopoiese Clonal de Potencial Indeterminado (CHIP) na Insuficiência Cardíaca Avançada. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy [online]. 2022, vol. 2, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 218-221. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-impacto-da-hematopoiese-clonal-de-potencial-indeterminado-chip-na-insuficiencia-cardiaca-avancada/>

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Gomes BFO, Petriz JLF, Menezes IRR, Azevedo AS, Silva TMB, Silva VL, Peres LS, et al. Impacto do Alto Risco Cardiovascular na Mortalidade Hospitalar em Pacientes Internados em Terapia Intensiva por COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(5):927-34.

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Gomes, Bruno Ferraz de Oliveira; Petriz, João Luiz Fernandes; Menezes, Iliana Regina Ribeiro; Azevedo, Anny de Sousa; Silva, Thiago Moreira Bastos da; Silva, Valdilene Lima; Peres, Leticia de Sousa; Pereira, David Fernandes Pedro; Dutra, Giovanni Possamai; Paula, Suzanna Andressa Morais de; Mendes, Bárbara Ferreira da Silva; Carmo Junior, Plinio Resende do; Pereira, Basilio de Bragança; Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. Impacto do Alto Risco Cardiovascular na Mortalidade Hospitalar em Pacientes Internados em Terapia Intensiva por COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 5, p. 927-934, maio. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gomes, B. F. O., Petriz, J. L. F., Menezes, I. R. R., Azevedo, A. S., Silva, T. M. B. , Silva, V. L., Peres, L. S., Pereira, D. F. P., Dutra, G. P., Paula, S. A. M. , Mendes, B. F. S., Carmo Junior, P. R. , Pereira, B. B., & Oliveira, G. M. M. (2022). Impacto do Alto Risco Cardiovascular na Mortalidade Hospitalar em Pacientes Internados em Terapia Intensiva por COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(5), 927-934.

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Gomes, Bruno Ferraz de Oliveira and Petriz, João Luiz Fernandes and Menezes, Iliana Regina Ribeiro and Azevedo, Anny de Sousa and Silva, Thiago Moreira Bastos da and Silva, Valdilene Lima and Peres, Leticia de Sousa and Pereira, David Fernandes Pedro and Dutra, Giovanni Possamai and Paula, Suzanna Andressa Morais de and Mendes, Bárbara Ferreira da Silva and Carmo Junior, Plinio Resende do and Pereira, Basilio de Bragança and Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. Impacto do Alto Risco Cardiovascular na Mortalidade Hospitalar em Pacientes Internados em Terapia Intensiva por COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 927-934. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-do-alto-risco-cardiovascular-na-mortalidade-hospitalar-em-pacientes-internados-em-terapia-intensiva-por-covid-19/>. ISSN 0066-782X

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Alvarenga VSF, Smanio PEP. Comportamento dos Critérios de Uso Apropriado da Cintilografia de Perfusão Miocárdica na Avaliação de Assintomáticos de Alto Risco Cardiovascular ou com Doença Coronária Conhecida. ABC Imagem Cardiovascular 2021;34(3):eabc189.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Alvarenga, Vinicius Silva Freire; Smanio, Paola Emanuela Poggio. Comportamento dos Critérios de Uso Apropriado da Cintilografia de Perfusão Miocárdica na Avaliação de Assintomáticos de Alto Risco Cardiovascular ou com Doença Coronária Conhecida. ABC Imagem Cardiovascular, v. 34, n. 3, eabc189, nov. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Alvarenga, V. S. F., & Smanio, P. E. P. (2021). Comportamento dos Critérios de Uso Apropriado da Cintilografia de Perfusão Miocárdica na Avaliação de Assintomáticos de Alto Risco Cardiovascular ou com Doença Coronária Conhecida. ABC Imagem Cardiovascular, 34(3), eabc189.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Alvarenga, Vinicius Silva Freire and Smanio, Paola Emanuela Poggio. Comportamento dos Critérios de Uso Apropriado da Cintilografia de Perfusão Miocárdica na Avaliação de Assintomáticos de Alto Risco Cardiovascular ou com Doença Coronária Conhecida. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2021, vol. 34, n. 3, [citado 2026-10-14], eabc189. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comportamento-dos-criterios-de-uso-apropriado-da-cintilografia-de-perfusao-miocardica-na-avaliacao-de-assintomaticos-de-alto-risco-cardiovascular-ou-com-doenca-coronaria-conhecida/>. ISSN 2318-8219

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Silva AAGO, Araujo LF, Diniz MFHS, Lotufo PA, Bensenor IM, Barreto SM, Giatti L, et al. Circunferência do Pescoço e Risco Cardiovascular em 10 Anos na Linha de Base do ELSA-Brasil: Diferenciais por Sexo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(5):840-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Acácia Antônia Gomes de Oliveira; Araujo, Larissa Fortunato de; Diniz, Maria de Fátima Haueisen Sander; Lotufo, Paulo Andrade; Bensenor, Isabela Martins; Barreto, Sandhi Maria; Giatti, Luana. Circunferência do Pescoço e Risco Cardiovascular em 10 Anos na Linha de Base do ELSA-Brasil: Diferenciais por Sexo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 5, p. 840-848, dez. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, A. A. G. O., Araujo, L. F. , Diniz, M. F. H. S., Lotufo, P. A., Bensenor, I. M., Barreto, S. M., & Giatti, L. (2020). Circunferência do Pescoço e Risco Cardiovascular em 10 Anos na Linha de Base do ELSA-Brasil: Diferenciais por Sexo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(5), 840-848.

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Silva, Acácia Antônia Gomes de Oliveira and Araujo, Larissa Fortunato de and Diniz, Maria de Fátima Haueisen Sander and Lotufo, Paulo Andrade and Bensenor, Isabela Martins and Barreto, Sandhi Maria and Giatti, Luana. Circunferência do Pescoço e Risco Cardiovascular em 10 Anos na Linha de Base do ELSA-Brasil: Diferenciais por Sexo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 840-848. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/circunferencia-do-pescoco-e-risco-cardiovascular-em-10-anos-na-linha-de-base-do-elsa-brasil-diferenciais-por-sexo/>. ISSN 0066-782X

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Fonseca FL, Brandão AA, Pozzan R, Campana MG, Pizzi OL, Magalhães MEC, Freitas EV, et al. Excesso de peso e o risco cardiovascular em jovens seguidos por 17 anos: estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(2):207-15.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fonseca, Flávia Lopes; Brandão, Andréa Araújo; Pozzan, Roberto; Campana, Érika Maria Gonçalves; Pizzi, Oswaldo Luiz; Magalhães, Maria Eliane Campos; Freitas, Elizabete Vianna de; Brandão, Ayrton Pires. Excesso de peso e o risco cardiovascular em jovens seguidos por 17 anos: estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 2, p. 207-215, maio. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fonseca, F. L., Brandão, A. A., Pozzan, R., Campana, M. G., Pizzi, O. L., Magalhães, M. E. C., Freitas, E. V. , & Brandão, A. P. (2010). Excesso de peso e o risco cardiovascular em jovens seguidos por 17 anos: estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(2), 207-215.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fonseca, Flávia Lopes and Brandão, Andréa Araújo and Pozzan, Roberto and Campana, Érika Maria Gonçalves and Pizzi, Oswaldo Luiz and Magalhães, Maria Eliane Campos and Freitas, Elizabete Vianna de and Brandão, Ayrton Pires. Excesso de peso e o risco cardiovascular em jovens seguidos por 17 anos: estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 207-215. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/excesso-de-peso-e-o-risco-cardiovascular-em-jovens-seguidos-por-17-anos-estudo-do-rio-de-janeiro/>. ISSN 0066-782X

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Geloneze B, Lamounier RN, Coelho OR. Hiperglicemia pós-prandial: tratamento do seu potencial aterogênico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;87(5):660-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Geloneze, Bruno; Lamounier, Rodrigo Nunes; Coelho, Otávio Rizzi. Hiperglicemia pós-prandial: tratamento do seu potencial aterogênico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 5, p. 660-670, mar. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Geloneze, B., Lamounier, R. N., & Coelho, O. R. (2007). Hiperglicemia pós-prandial: tratamento do seu potencial aterogênico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(5), 660-670.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Geloneze, Bruno and Lamounier, Rodrigo Nunes and Coelho, Otávio Rizzi. Hiperglicemia pós-prandial: tratamento do seu potencial aterogênico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 87, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 660-670. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hiperglicemia-pos-prandial-tratamento-do-seu-potencial-aterogenico/>. ISSN 0066-782X

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Ciorlia LAS, Godoy MF. Fatores de risco cardiovascular e mortalidade: seguimento em longo prazo (até 20 anos) em programa preventivo realizado pela medicina ocupacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;85(1):20-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ciorlia, Luiz Alberto de Souza; Godoy, Moacir Fernandes de. Fatores de risco cardiovascular e mortalidade: seguimento em longo prazo (até 20 anos) em programa preventivo realizado pela medicina ocupacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 85, n. 1, p. 20-25, set. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ciorlia, L. A. S., & Godoy, M. F. (2005). Fatores de risco cardiovascular e mortalidade: seguimento em longo prazo (até 20 anos) em programa preventivo realizado pela medicina ocupacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 85(1), 20-25.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ciorlia, Luiz Alberto de Souza and Godoy, Moacir Fernandes de. Fatores de risco cardiovascular e mortalidade: seguimento em longo prazo (até 20 anos) em programa preventivo realizado pela medicina ocupacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 85, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 20-25. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fatores-de-risco-cardiovascular-e-mortalidade-seguimento-em-longo-prazo-ate-20-anos-em-programa-preventivo-realizado-pela-medicina-ocupacional/>. ISSN 0066-782X

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