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  2. Palavra-chave: Doenças Cardiovasculares/cirurgia
ABC
Editorial

Eletrocardiograma na Avaliação Pré-Operatória do Paciente de Baixo Risco: Evidências Atuais

Francisco José de Oliveira Filho et al. Leonardo Rufino Garcia Pedro Luciano Mellucci Filho Lenize da Silva Rodrigues Matheus Bertanha

As doenças cardiovasculares representam a principal causa de mortalidade da população adulta, tanto no Brasil quanto globalmente. A mortalidade proporcional por essas doenças no Brasil é de aproximadamente 27%. As alterações cardiovasculares se tornam objeto de enorme preocupação para os pacientes que serão submetidos a procedimentos cirúrgicos, momento em que o organismo é exposto a alto nível de estresse metabólico e, dessa forma, complicações cardiovasculares podem se sobrepor com desfechos desfavoráveis. No mundo, estima-se que anualmente cerca de 900 mil pacientes submetidos a cirurgias evoluam com complicações cardíacas relacionadas diretamente ao ato cirúrgico. Neste contexto, o período perioperatório e, portanto, as alterações fisiológicas secundárias ao trauma cirúrgico são, isoladamente, um fator de risco para a manifestação de doenças cardiovasculares.

No Brasil, são realizadas entre 2 e 3 milhões de cirurgias por ano de acordo com o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). A grandeza dos números reitera a importância da realização de um preparo pré-operatório pormenorizado para que sejam minimizados os riscos relativos ao procedimento cirúrgico, incluindo a avaliação cardiológica.

[…]

  • Assistência Perioperatória
  • Doenças Cardiovasculares/cirurgia
  • Eletrocardiografia / métodos
  • Medição de Risco
  • Neoplasias/cirurgia
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04/03/2024 DOI: 10.36660/abc.20230808 Visualizações 2
ABC
Relato de Caso

Covid-19 em Receptores de Transplante de Coração em São Paulo: Uma Série de Casos

Rafaela Vale de Miranda Soriano et al. João Manoel Rossi Neto Marco A. Finger Carolina Casadei Santos

Introdução

A doença causada pelo novo coronavírus (Covid-19), o SARS-CoV-2 (severe acute respiratory syndrome coronavirus 2), foi declarada uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 11 de março de 2020. Por analogia a outras infecções respiratórias, principalmente com base na pandemia de 2009 do vírus influenza H1N1,, esperava-se um aumento de casos de pneumonia e progressão para choque séptico com síndrome do desconforto respiratório agudo entre os receptores de transplante de órgão sólido com Covid-19 em comparação com a população não transplantada. Porém, a imunossupressão no transplante poderia teoricamente revogar a síndrome hiperinflamatória secundária à tempestade de citocinas, responsável pela maioria das mortes pela Covid-19., Dados sobre a imunossupressão que potencialmente poderiam levar a apresentações clínicas atípicas ou aumentar o risco de eventos adversos na presença de Covid-19 são conflitantes.,

Relatamos nossa experiência com transplantados de coração (TxC) diagnosticados com Covid-19 em uma instituição com programa de TxC desde 1992 em São Paulo, Brasil.

[…]

  • Betacoronavírus
  • Coronavírus
  • COVID-19
  • Doenças Cardiovasculares/cirurgia
  • Inflamação
  • SARS-CoV2
  • Síndrome Respiratória Aguda
  • Transplantados
  • Transplante do Coração/complicações
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05/02/2021 DOI: 10.36660/abc.20200722 Visualizações 1
ABC
Editorial

Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica

Alexandre de Matos Soeiro

No Brasil não existem grandes estudos que relatam a experiência cirúrgica dos serviços de saúde associando à predição de eventos. Nesse contexto, o estudo “Desempenho dos índices de gravidade na predição de complicações pós-operatórias de revascularização miocárdica” traz uma informação relevante ao que se refere à literatura nacional. Esse estudo apresentado vem de maneira detalhada expor dados relevantes à ocorrência ou não de complicações perioperatórias em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica (CRM), correlacionando as mesmas com escores de predição de risco. Trata-se de tema extremamente relevante e que gera inúmeras incertezas frente ao paciente.

A cirurgia cardíaca ainda representa um enorme campo no arsenal terapêutico dentro da cardiologia. Apesar de todos os avanços nas intervenções percutâneas coronarianas ou valvares, muitos casos permanecem ainda voltados à abordagem cirúrgica convencional. Hoje a cirurgia cardíaca convencional tem atuado cada vez mais com casos altamente complexos. Essa situação faz com que pacientes progressivamente de mais alto risco e complexidade anatômica coronariana sejam encaminhados à CRM. Dessa forma, predizer risco operatório adequadamente antes de um procedimento trata-se de uma etapa fundamental e obrigatória. Vale ressaltar que a maioria dos escores como EuroScore I e II ou the Society of Thoracic Surgeons (STS) risk score foram desenvolvidos para predizer mortalidade. EuroScore é um sistema de pontuação prognóstica desenvolvido na Europa para pacientes submetidos à cirurgia cardíaca. O que esse estudo nos traz é uma avaliação complementar e diferenciada de morbidade e disfunção orgânica em diferentes sistemas, como cardiovascular, neurológica, respiratória e renal.–

[…]

  • Cuidados Pós Operatórios
  • Doenças Cardiovasculares/cirurgia
  • Escores da Disfunção Orgânica
  • Mortalidade
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardíacos
  • Revascularização Miocárdica
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20200515 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica

Silvana Alves dos Santos Franzotti et al. Dyenily Alessi Sloboda Juliana Rosendo Silva Ellian Amorim Santos Souza … Jessica Zamora Reboreda Renata Eloah de Lucena Ferretti-Rebustini Lilia de Souza Nogueira

Resumo

Fundamento

Os pacientes em pós-operatório (PO) de cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) internados em unidade de terapia intensiva (UTI) apresentam risco de complicações que aumentam o tempo de permanência e a morbimortalidade. Portanto, é fundamental o reconhecimento precoce desses riscos para otimizar estratégias de prevenção e desfecho clínico satisfatório.

Objetivo

Analisar o desempenho de índices de gravidade na predição de complicações em pacientes no PO de CRM durante a permanência na UTI.

Métodos

Estudo transversal, com análise retrospectiva de prontuários eletrônicos de pacientes com idade ≥ 18 anos submetidos à CRM isolada e admitidos na UTI de um hospital cardiológico, em São Paulo, Brasil. As áreas sob as curvas receiver operating characteristic (AUC) com intervalo de confiança de 95% foram analisadas para verificar a acurácia dos índices European System for Cardiac Operative Risk Evaluation (EuroScore), Acute Physiology and Chronic Health Evaluation (APACHE II), Simplified Acute Physiology Score (SAPS II) e Sequential Organ Failure Assessment (SOFA) na predição de complicações.

Resultados

A casuística foi composta por 366 pacientes (64,58±9,42 anos; 75,96% sexo masculino). As complicações identificadas foram respiratórias (24,32%), cardiológicas (19,95%), neurológicas (10,38%), hematológicas (10,38%), infecciosas (6,56%) e renais (3,55%). O APACHE II apresentou satisfatório desempenho para a predição de complicações neurológicas (AUC 0,72) e renais (AUC 0,78).

Conclusão

O APACHE II se destacou na previsão das complicações neurológicas e renais. Nenhum dos índices teve bom desempenho na predição das outras complicações analisadas. Portanto, os índices de gravidade não devem ser utilizados indiscriminadamente com o objetivo de predizer todas as complicações frequentemente apresentadas por pacientes após CRM. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(3):452-459)

  • Complicações Pós-Operatórias
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Doenças Cardiovasculares/cirurgia
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Indicadores de Gravidade de Doença
  • Morbimortalidade
  • Revascularização Miocárdica / complicações
  • Unidade de Terapia Intensiva
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20190120 Visualizações 1
IJCS
Original Article

Correlação entre a Duração da Internação Hospitalar e a Velocidade da Marcha em Pacientes Submetidos à Cirurgia Cardíaca

André Luiz Lisboa Cordeiro et al. Daniel Lago Borges Max Paulo Peruna André Raimundo Guimarães Lucas de Assis Cacau

Resumo

Fundamento:

As doenças cardiovasculares têm aumentado em todo o mundo nas últimas décadas devido ao aumento na ocorrência de fatores desencadeantes. No período pós-operatório de cirurgia cardiovascular, os pacientes experimentam um declínio funcional, que pode ser potencializado pelo tempo de internação hospitalar. Portanto, é importante avaliar a capacidade funcional destes pacientes.

Objetivo:

Comparar o tempo de internação hospitalar com a velocidade da marcha em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca.

Método:

Estudo de coorte prospectivo, realizado no Instituto Nobre de Cardiologia (Incardio) da Santa Casa de Misericórdia (Feira de Santana, Bahia). Na alta hospitalar, todos os pacientes foram avaliados com o teste de caminhada de 6 minutos (TC6). O tempo de internação hospitalar no período pós-operatório foi também registrado no momento da avaliação e correlacionado com a velocidade da marcha. Utilizamos o teste de Kolmogorov-Smirnov para avaliar a suposição de normalidade e a correlação de Spearman para correlacionar a velocidade da marcha com a idade, tempo de hospitalização e com a duração da circulação extracorpórea (CEC) e da ventilação mecânica invasiva (VMI). Todas as conclusões foram baseadas em um nível de significância de 5%.

Resultados:

Ao todo, 64 pacientes foram incluídos (33 homens [51,5%], idade média 57,2 ± 14,06 anos). A distância média percorrida pelos pacientes foi de 375,8 ± 197,6 metros, a média da velocidade da marcha foi de 0,98 ± 0,53 m/s e a média de permanência hospitalar foi de 8,2 ± 2,3 dias. Foi observada uma fraca correlação entre o tempo de internação hospitalar e a velocidade da marcha (r = 0,27 e p = 0,02).

Conclusão:

A duração da hospitalização mostrou uma fraca correlação com a velocidade da marcha na alta hospitalar em uma amostra de pacientes submetidos à cirurgia cardíaca.

Registro do estudo:

Registrado no CAAE (41151214.5.0000.5654) em 26 de junho de 2015.

  • Caminhada
  • Cirurgia Torácica
  • Doenças Cardiovasculares/cirurgia
  • Fisioterapia
  • Hospitalização
  • Medição de Velocidade
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170029

Como citar este artigo

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Oliveira Filho FJ, Garcia LR, Mellucci Filho PL, Rodrigues LS, Bertanha M. Eletrocardiograma na Avaliação Pré-Operatória do Paciente de Baixo Risco: Evidências Atuais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(1):e20230808.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Oliveira Filho, Francisco José de; Garcia, Leonardo Rufino; Mellucci Filho, Pedro Luciano; Rodrigues, Lenize da Silva; Bertanha, Matheus. Eletrocardiograma na Avaliação Pré-Operatória do Paciente de Baixo Risco: Evidências Atuais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 1, e20230808, mar. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Oliveira Filho, F. J. , Garcia, L. R., Mellucci Filho, P. L., Rodrigues, L. S., & Bertanha, M. (2024). Eletrocardiograma na Avaliação Pré-Operatória do Paciente de Baixo Risco: Evidências Atuais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(1), e20230808.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Oliveira Filho, Francisco José de and Garcia, Leonardo Rufino and Mellucci Filho, Pedro Luciano and Rodrigues, Lenize da Silva and Bertanha, Matheus. Eletrocardiograma na Avaliação Pré-Operatória do Paciente de Baixo Risco: Evidências Atuais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230808. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/eletrocardiograma-na-avaliacao-pre-operatoria-do-paciente-de-baixo-risco-evidencias-atuais/>. ISSN 0066-782X

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Soriano RVM, Rossi Neto JM, Finger MA, Santos CC. Covid-19 em Receptores de Transplante de Coração em São Paulo: Uma Série de Casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(2 suppl 1):1-3.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Soriano, Rafaela Vale de Miranda; Rossi Neto, João Manoel; Finger, Marco A.; Santos, Carolina Casadei. Covid-19 em Receptores de Transplante de Coração em São Paulo: Uma Série de Casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 2 suppl 1, p. 1-3, fev. 2021.

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Soriano, R. V. M., Rossi Neto, J. M., Finger, M. A., & Santos, C. C. (2021). Covid-19 em Receptores de Transplante de Coração em São Paulo: Uma Série de Casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(2 suppl 1), 1-3.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Soriano, Rafaela Vale de Miranda and Rossi Neto, João Manoel and Finger, Marco A. and Santos, Carolina Casadei. Covid-19 em Receptores de Transplante de Coração em São Paulo: Uma Série de Casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 2 suppl 1, [citado 2026-10-14], pp. 1-3. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/covid-19-em-receptores-de-transplante-de-coracao-em-sao-paulo-uma-serie-de-casos/>. ISSN 0066-782X

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Soeiro AM. Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):460-1.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Soeiro, Alexandre de Matos. Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 460-461, set. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Soeiro, A. M. (2020). Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 460-461.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Soeiro, Alexandre de Matos. Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 460-461. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/desempenho-dos-indices-de-gravidade-na-predicao-de-complicacoes-pos-operatorias-de-revascularizacao-miocardica/>. ISSN 0066-782X

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Franzotti SAS, Sloboda DA, Silva JR, Souza EAS, Reboreda JZ, Ferretti-Rebustini REL, Nogueira LS, et al. Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):452-9.

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Franzotti, Silvana Alves dos Santos; Sloboda, Dyenily Alessi; Silva, Juliana Rosendo; Souza, Ellian Amorim Santos; Reboreda, Jessica Zamora; Ferretti-Rebustini, Renata Eloah de Lucena; Nogueira, Lilia de Souza. Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 452-459, set. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Franzotti, S. A. S., Sloboda, D. A., Silva, J. R., Souza, E. A. S., Reboreda, J. Z., Ferretti-Rebustini, R. E. L., & Nogueira, L. S. (2020). Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 452-459.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Franzotti, Silvana Alves dos Santos and Sloboda, Dyenily Alessi and Silva, Juliana Rosendo and Souza, Ellian Amorim Santos and Reboreda, Jessica Zamora and Ferretti-Rebustini, Renata Eloah de Lucena and Nogueira, Lilia de Souza. Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 452-459. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/desempenho-dos-indices-de-gravidade-na-predicao-de-complicacoes-pos-operatorias-de-revascularizacao-miocardica-2/>. ISSN 0066-782X

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Cordeiro ALL, Borges DL, Peruna MP, Guimarães AR, Cacau LA. Correlação entre a Duração da Internação Hospitalar e a Velocidade da Marcha em Pacientes Submetidos à Cirurgia Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(2):123-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cordeiro, André Luiz Lisboa; Borges, Daniel Lago; Peruna, Max Paulo; Guimarães, André Raimundo; Cacau, Lucas de Assis. Correlação entre a Duração da Internação Hospitalar e a Velocidade da Marcha em Pacientes Submetidos à Cirurgia Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 2, p. 123-127, dez. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cordeiro, A. L. L., Borges, D. L., Peruna, M. P., Guimarães, A. R., & Cacau, L. A. (2017). Correlação entre a Duração da Internação Hospitalar e a Velocidade da Marcha em Pacientes Submetidos à Cirurgia Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(2), 123-127.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cordeiro, André Luiz Lisboa and Borges, Daniel Lago and Peruna, Max Paulo and Guimarães, André Raimundo and Cacau, Lucas de Assis. Correlação entre a Duração da Internação Hospitalar e a Velocidade da Marcha em Pacientes Submetidos à Cirurgia Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 123-127. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-entre-a-duracao-da-internacao-hospitalar-e-a-velocidade-da-marcha-em-pacientes-submetidos-a-cirurgia-cardiaca/>. ISSN 2359-4802

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