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  2. Palavra-chave: HIV
ABC
Editorial

Para Quais Pacientes Infectados pelo HIV a Aspirina e as Estatinas São Boas?

Théo Pezel et al. Layde R. Paim Otávio R. Coelho-Filho

Embora os avanços no tratamento antirretroviral revolucionaram o prognóstico dos pacientes infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), as complicações cardiovasculares continuam a principal causa de morte nesses pacientes, principalmente devido a um aumento no risco cardiovascular em comparação à população geral. Programas de prevenção a doenças cardiovasculares têm enfatizado a importância do controle de fatores de risco tradicionais nas estratégias de avaliação de risco. No entanto, indivíduos infectados pelo HIV têm um risco cardiovascular residual para eventos cardiovasculares que pode justificar um tratamento preventivo adicional. De fato, em comparação a indivíduos não infectados pelo HIV, os níveis de inflamação são mais altos em pacientes infectados pelo HIV, mesmo aqueles com controle viral, e essa inflamação é um fator importante na gênese da aterosclerose. Assim, estratégias de prevenção a doenças cardiovasculares com foco em pacientes com infecção pelo HIV são necessárias. No arsenal terapêutico da prevenção cardiovascular, a aspirina e as estatinas são os pilares do manejo de pacientes infectados por HIV. Ambos os medicamentos possuem efeitos pleiotrópicos, incluindo efeitos imunomodulatórios, antiplaquetários, e anti-inflamatórios que melhoram a função endotelial e previnem a progressão do espessamento da carótida desses pacientes. Contudo, a prescrição de aspirina e estatinas entre pacientes infectados por HIV continua aquém do desejado, já que somente 50% dos pacientes são tratados adequadamente. Apesar de vários estudos terem investigado os efeitos de estatinas e da aspirina na redução da inflamação, os resultados desses estudos são contraditórios.,

Nesta edição dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Santos Jr. et al. relatam o efeito do uso de uma combinação de atorvastatina e aspirina por seis meses quanto à melhoria da função endotelial e ao espessamento da carótida em uma coorte de 38 pacientes com carga viral controlada. A melhora na função endotelial foi avaliada pelo método de dilatação mediada por fluxo. Os autores mostraram uma relação entre a resposta ao tratamento e idade; uma maior resposta foi observada em indivíduos com idade maior a 40 anos. Esse resultado pode ser explicado pelo fato de que, provavelmente, indivíduos mais velhos têm uma maior exposição à inflamação causada pelo HIV. Vários estudos já demonstraram que esses mesmos pacientes também possuem um risco cardiovascular mais elevado devido à inflamação crônica. Portanto, este estudo corrobora a prescrição de uma combinação de atorvastatina e aspirina para a prevenção primária de eventos cardiovasculares em pacientes infectados pelo HIV, particularmente para aqueles com idade maior que 40 anos de idade. Além disso, alguns dos achados desse estudo sugerem que as mulheres soropositivas para o HIV podem apresentar uma melhor resposta a essa combinação de medicamentos que os homens. Considerando que a terapia tripla atualmente utilizada tem um efeito significativo sobre a inflamação, um mecanismo intrinsicamente ligado à progressão da aterosclerose poderia explicar a maior reposta em mulheres que em homens.

[…]

  • Anti Agentes HIV/uso terapêutico
  • Aspirina
  • Aterosclerose
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Endotélio
  • Estatinas
  • Fatores de risco
  • HIV
  • HIV/infecção
  • Mortalidade
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06/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20210560
Figura 1
ABC
Artigo Original

O Efeito da Atorvastatina + Aspirina na Função Endotelial Difere com a Idade em Pacientes com HIV: Um Estudo de Caso-Controle

Gerson Gomes dos Santos Junior et al. Paulo Sérgio Ramos Araújo Kaliene Maria Estevão Leite Emmanuelle Tenório Godoi … Adriana Ferraz Vasconcelos Heloisa Ramos Lacerda

Resumo

Fundamento

Pacientes com HIV têm maior probabilidade de apresentar doenças cardiovasculares quando comparados à população em geral.

Objetivo

Este foi um estudo de caso-controle que teve como objetivo avaliar quais fatores estavam associados a uma redução na espessura médio-intimal da carótida (IMT) da carótida e ao aumento na dilatação mediada por fluxo (DMF) da artéria braquial em pacientes com HIV que receberam atorvastatina + aspirina por um período de 6 meses.

Métodos

Foi realizada uma análise secundária de um ensaio clínico, que incluiu pessoas vivendo com HIV e baixo risco cardiovascular. Um total de 38 pacientes alocados para o braço de intervenção e tratados por 6 meses com uma combinação de atorvastatina + aspirina foram incluídos. Todos os participantes foram submetidos a ultrassonografia da carótida e da artéria braquial, tanto no início quanto no final do estudo. Os casos que responderam com aumento >10% da dilatação braquial (DMF) e redução da espessura médio-intimal da carótida (IMT) foram considerados casos, e aqueles que não responderam foram considerados controles. Avaliamos os fatores associados às respostas positivas obtidas através da IMT e DMF.

Resultados

A redução do IMT não se associou significativamente a nenhum dos fatores de risco avaliados: idade (p = 0,211), sexo (p = 0,260), tabagismo (p = 0,131) ou tempo de diagnóstico do HIV (p = 0,836). Um aumento na DMF foi significativamente associado com a idade entre aqueles na faixa etária de 40-59 anos, p = 0,015 (OR = 4,37; IC 95%: 1,07-17,79).

Conclusões

Os indivíduos mais velhos foram mais propensos a apresentar um aumento na DMF após 6 meses de tratamento com atorvastatina + aspirina.

  • Arteria Braquial
  • Artérias Carótidas/ultrassonografia
  • Aspirina
  • Atorvastatina
  • Endotélio Vascular / fisiopatologia
  • Fatores de risco
  • HIV
  • íntima-media carotídea
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02/07/2021 DOI: 10.36660/abc.20190844 Visualizações 1
ABC
Editorial

Condições Cardiovasculares de Pacientes em Tratamento para HIV

Alfredo José Mansur

A terapia anti-infecciosa bem-sucedida de pacientes submetidos ao tratamento contemporâneo do HIV reduziu a mortalidade em 51% entre 2007 e 2017, em associação com uma diminuição de 17% na incidência; uma redução na mortalidade associada a uma menor redução na incidência significa mais pessoas vivendo com a doença causada pelo HIV. No Brasil, a taxa anual de mudança na mortalidade foi de -1,2% (-1,4% a -1,0%). Em muitos países, a taxa de sobrevivência dos pacientes aumentou. Portanto, outras doenças não-infecciosas, como doenças cardiovasculares prevalentes, chamaram a atenção dos médicos responsáveis pelos pacientes.

A prevenção é uma das bases dos cuidados de saúde dos pacientes. Os pacientes em tratamento bem-sucedido do HIV podem sofrer condições assintomáticas ou sintomáticas que podem ser fatores de risco para doenças cardiovasculares ou apresentar anormalidades metabólicas que precisam de atenção médica. Além disso, novas tecnologias foram estudadas a fim de investigar mais profundamente a saúde vascular, como triagem ou ferramenta diagnóstica ou estratégias de tratamento.

[…]

  • Aterosclerose
  • Doenças Cardiovasculares
  • Doenças das Artérias Carótidas
  • Epidemiologia
  • Fatores de risco
  • HIV
  • Infecções por HIV
  • Terapia Antirretroviral
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10/02/2020 DOI: 10.36660/abc.20190810
ABC
Editorial

Estimando o Risco Cardiovascular em Pacientes Infectados pelo HIV

Marcio Sommer Bittencourt

Desde os relatos iniciais de infecções pelo HIV em 1981, progressos substanciais na prevenção, detecção e no tratamento levaram a uma redução acentuada da mortalidade. Entre esses progressos, o uso de terapia antirretroviral altamente ativa (HAART), com a combinação de múltiplos antirretrovirais atuando em diferentes fases do ciclo viral, resultou em reduções impressionantes na transmissão e complicações infecciosas. Esse aumento na sobrevida levou a uma população grande e crescente de pessoas vivendo com HIV (PVHIV) como uma condição crônica em um ambiente em que outras complicações não infecciosas se tornaram mais comuns.

Entre as novas condições que afetam as PVHIV, as complicações cardiovasculares se tornaram a principal causa de morbidade e mortalidade, pelo menos em países com acesso adequado aos cuidados e uso generalizado da HAART. O aumento do risco cardiovascular nas PVHIV é multifatorial. Primeiro, os estudos sugerem que as PVHIV são mais propensas a serem diabéticas e fumantes. Segundo, esses indivíduos têm maior probabilidade de apresentar níveis de triglicérides mais altos e HDL-C mais baixo, embora o LDL-C e o colesterol total também sejam reduzidos. Também parece possível que a infecção pelo HIV seja responsável pelo aumento da pressão arterial e dos níveis de glicose por diferentes mecanismos. No entanto, evidências consideráveis apoiam o conceito de que os fatores de risco tradicionais não respondem totalmente pelo maior risco cardiovascular nesses indivíduos, uma vez que as alterações no sistema cardiovascular das PVHIV é multifatorial e, pelo menos parcialmente, mediado pela inflamação e ativação imune, levando à disfunção endotelial, alterações na elasticidade vascular e coagulação.

[…]

  • Doenças das Artérias Carótidas
  • Fatores de risco
  • HIV
  • Indicadores de Morbimortalidade
  • Síndrome de Imunodeficiência Adquirida
  • Terapia Antirretroviral de Alta Atividade
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10/02/2020 DOI: 10.36660/abc.20190747 Visualizações 1
ABC
Editorial

Enfim um Método Sensível para Detectar Disfunção Sistólica Incipiente!

Carlos Eduardo Suaide Silva

A avaliação da função sistólica do ventrículo esquerdo sempre foi uma das principais atribuições da ecocardiografia. O grau de disfunção sistólica ventricular é um importante preditor de desfecho para um grande número de doenças, incluindo cardiopatia isquêmica, miocardiopatias, valvopatias e cardiopatias congênitas. Nessa seara a fração de ejeção reina soberana há muitas décadas, mas apesar de ser um parâmetro que, na maioria das vezes, pode informar o real estado da função global ventricular, em muitas situações pode estar normal na presença de disfunção sistólica ou diastólica evidente. Exemplos clínicos conhecidos são os diversos casos de insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP) ou portadores de cardiomiopatia hipertrófica, entre outros. Por esse motivo, há muito tempo que se procura um índice que identifique disfunção ventricular precocemente e desvinculado da fração de ejeção.

A avaliação da deformação miocárdica pela ecocardiografia surgiu com as técnicas do strain e strain rate, ainda derivadas do Doppler tecidual, e foi desenvolvida na Norwegian University of Science and Technology, em Trondheim, na Noruega há cerca de vinte anos., Em 2004 já havíamos demonstrado com essa técnica a presença de disfunção sistólica incipiente em portadores da forma indeterminada da doença de Chagas. Posteriormente, em 2006, surgiu a técnica do speckle tracking que realiza a quantificação da deformação miocárdica pelo eco bidimensional e é independente do ângulo de insonação (uma limitação da técnica anterior). Essa técnica avançou até os dias de hoje e permite medir a deformação longitudinal, radial e circunferencial dos diversos segmentos miocárdicos (strain). O valor médio do percentual de deformação longitudinal de cada segmento é o que chamamos de strain longitudinal global (SLG) e esse índice tem se mostrado um excelente parâmetro de avaliação da função sistólica, sensível o suficiente para detectar comprometimento incipiente, quando a fração de ejeção ainda está normal, e apresenta valor prognóstico superior a ela em diversas situações clínicas.–

[…]

  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • Contração Miocárdica
  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • Ecocardiografia/ métodos
  • HIV
  • Insuficiência Cardíaca
  • Terapia Antirretroviral de Alta Atividade
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04/11/2019 DOI: 10.5935/abc.20190198 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Aterosclerose Carotídea Subclínica e DAD Escore Reduzido para Estratificação de Risco Cardiovascular em Pacientes HIV Positivos

Achilles Gustavo Silva et al. Rafael Vieira Paulo Mario León Silva-Vergara

Resumo

Fundamento:

Pacientes HIV positivos possuem 2 vezes maior risco que a população geral de apresentarem infarto e 4 vezes maior de morte súbita. Além do risco aumentado, esses indivíduos apresentam eventos cardiovasculares, em média, aproximadamente, 10 anos antes que a população geral.

Objetivo:

Comparar os escores Framingham e DAD reduzido para avaliação de risco cardiovascular em pacientes HIV positivos e o potencial impacto na decisão clínica após avaliação de aterosclerose carotídea subclínica.

Métodos:

Foram avaliados clinicamente 71 pacientes HIV positivos sem antecedentes de doenças cardiovasculares, estratificados pelos escores Framingham 2008 e DAD reduzido e submetidos a avaliação de aterosclerose carotídea subclínica. A concordância entre os escores foi avaliada pelo índice Kappa e os valores de p < 0,05 foram considerados estatisticamente significativos.

Resultados:

A idade média foi 47,2 e 53,5% do sexo masculino. A ocorrência de aterosclerose subclínica foi de 39,4%. A concordância entre os escores foi de 49% com Kappa de 0,735 nos pacientes de alto risco. Não houve diferença significativa entre os escores por meio de análise de discriminação com curva ROC. Dos pacientes com risco intermediário no Framingham e DAD reduzido, 62,5% e 30,8% respectivamente apresentavam aterosclerose carotídea.

Conclusão:

O presente estudo mostrou correlação entre os escores e espessamento médio-intimal e alta concordância entre os pacientes classificados como alto risco nos escores Framingham 2008 e DAD escore reduzido. A observação de alta prevalência de aterosclerose carotídea em pacientes de risco intermediário sugere que grande parte desses pacientes poderia ser reclassificada como alto risco.

  • Doenças das Artérias Carótidas
  • Fatores de risco
  • HIV
  • Indicadores de Morbimortalidade
  • Síndrome de Imunodeficiência Adquirida/complicações
  • Terapia Antirretroviral de Alta Atividade
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28/10/2019 DOI: 10.5935/abc.20190227 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Biomarcadores Inflamatórios e Espessura Carotídea em Pacientes Infectados pelo HIV em Terapia Antirretroviral, com Carga Viral de HIV-1 Indetectável e Baixo Risco Cardiovascular

Kaliene Maria Estevão Leite et al. Gerson Gomes Santos Júnior Emmanuelle T. A. M Godoi Adriana Ferraz Vasconcelos … Virgínia Maria Barros Lorena Paulo Sérgio Ramos Araújo Kledoaldo Oliveira Lima Heloisa Ramos Lacerda

Resumo

Fundamento:

As pessoas que vivem com HIV têm um risco aumentado de doença cardiovascular e espessamento da carótida, devido à inflamação causada pelo vírus, à terapia antirretroviral e a outros fatores de risco. No entanto, poucos estudos observaram a ocorrência de doenças cardiovasculares e espessamento carotídeo na população soropositiva com baixo risco cardiovascular e carga viral indetectável.

Objetivos:

Avaliar a associação entre níveis de marcadores inflamatórios e espessura da carótida em pessoas vivendo com HIV, sob terapia antirretroviral e com baixo risco cardiovascular.

Métodos:

Para determinar o baixo risco cardiovascular em ambos os grupos (indivíduos infectados e não-infectados pelo HIV), foi utilizado o Escore de Risco de Framingham. Os marcadores inflamatórios (IFN-γ, TNF-α, IL-1β, IL-6, sVCAM-1 e sICAM-1) foram avaliados por citometria de fluxo. A espessura da carótida (mm) foi mensurada por meio de ultrassom com Doppler. O nível de significância foi de p < 0,05.

Resultados:

Em pessoas vivendo com HIV, a idade e o tabagismo foram associados a alterações da espessura da carótida. No grupo não-HIV, idade e níveis mais altos de colesterol total e LDL foram associados ao aumento da espessura da carótida. Utilizando a análise multivariada, observou-se associação significativa entre os níveis de TNF-α e IL-1β e maior chance de desenvolvimento de aterosclerose no grupo com HIV.

Conclusão:

Ambos os grupos têm risco semelhante de desenvolver doença cardiovascular, portanto, nosso estudo demonstra que indivíduos HIV-positivos com carga viral indetectável em terapia antirretroviral sem inibidores de protease e com baixo risco cardiovascular não apresentam diferenças na espessura da carótida em relação aos indivíduos não-infectados.

  • Aterosclerose
  • Doenças Cardiovasculares
  • Doenças das Artérias Carótidas
  • Fatores de risco
  • HIV
  • Infecções por HIV
  • Terapia Antirretroviral
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28/10/2019 DOI: 10.5935/abc.20190230
Figura 1
ABC
Artigo Original

O Uso do Strain Bidimensional Obtido pelo Speckle Tracking na Identificação da Disfunção Ventricular Incipiente em Pacientes Infectados pelo HIV em Uso de Terapia Antirretroviral, Pacientes HIV não Tratados e Controles Saudáveis

Ronaldo Campos Rodrigues et al. Katia Martins Lopes de Azevedo Samuel Datum Moscavitch Sergio Setubal Claudio Tinoco Mesquita

Resumo

Fundamento:

A maior parte das alterações cardiovasculares dos pacientes infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) tem sido associada ao dano miocárdico causado diretamente pelo vírus. Alguns casos, porém, podem estar associados a efeitos adversos da terapia antirretroviral (TARV). Novas técnicas de avaliação da função ventricular são capazes de detectar modificações precoces na função cardíaca do paciente infectado pelo HIV em uso ou não de TARV. A utilidade dessas técnicas tem sido pouco empregada nesses pacientes.

Objetivos:

Investigar possível influência da terapia antirretroviral (TARV) na ocorrência de disfunção sistólica ventricular esquerda subclínica avaliada pela análise da taxa de deformação miocárdica (strain) por meio do speckle tracking ao ecocardiograma bidimensional (E2D) em pacientes portadores do HIV tratados, comparados com pacientes não tratados e indivíduos saudáveis.

Métodos:

Sessenta e oito pacientes infectados pelo HIV assintomáticos do ponto de vista cardiovascular, com fração de ejeção do ventrículo esquerdo (VE) normal (>0,55 pelo E2D) foram divididos em três grupos: 11 pacientes sem tratamento antirretroviral (ST), 24 em uso de inibidor de protease (IP) e 33 em uso de inibidor de transcriptase reversa não nucleosídeo (ITRNN). Foram estudados também 30 indivíduos normais não infectados pelo HIV (Ctrl). Foram coletados dados demográficos, clínicos, bioquímicos e antropométricos. A ecocardiografia transtorácica foi realizada incluindo no estudo inicial o estudo da deformação miocárdica pela técnica bidimensional (speckle tracking). Estudamos o strain e a sua taxa de deformação (strain rate) nos dezessete segmentos miocárdicos do ventrículo esquerdo (VE) nos eixos longitudinal, circunferencial e radial. A análise estatística dos dados foi feita com o programa IBM SPSS – versão 20 para Windows. Depois de analisados os dados, nomeadamente a normalidade das variáveis independentes nos diferentes grupos e a homogeneidade das variâncias entre os grupos, decidiu-se utilizar o teste não paramétrico de Kruskal-Wallis seguido dos testes de comparações múltiplas pelo procedimento de Dunn, para testar a significância das diferenças entre os valores medidos nos grupos em estudo. Foi considerado o nível de significância de 5% para a tomada de decisão nos testes estatísticos realizados.

Resultados:

A média das idades dos pacientes com HIV foi de 40 ± 8,65 anos e a idade média dos controles foi de 50 ± 11,6 anos (p < 0,001). Os valores medianos do strain longitudinal global do VE (SLG) dos pacientes ST (-17.70%), dos pacientes IP (-18.27%) e ITRNN (-18.47%) foram significativamente menores do que o grupo Ctrl (-20,77%; p = 0,001). Não houve diferença significante nos valores médios do SLGentre os pacientes tratados (IP, ITRNN) e não tratados (ST). Não foram observadas diferenças significantes nos valores médios do strain circunferencial e radial, nem nas taxas de deformação circunferencial e radial entre os grupos ST, IP, ITRNN e Ctrl.

Conclusão:

Os dados sugerem que pacientes com HIV apresentam, à análise da deformação miocárdica ao speckle tracking, sinais de disfunção sistólica incipiente do VE que parece não ter relação com a presença de TARV. O significado prognóstico dessa alteração nesses pacientes merece estudos futuros.

  • Diagnóstico por Imagem
  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • Ecocardiografia Doppler
  • HIV
  • Síndrome de Imunodeficiência Adquirida
  • Speckle Tracking
  • Strain
  • Terapia de Antirretroviral de Alta Atividade
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02/09/2019 DOI: 10.5935/abc.20190169
IJCS
Review Article

Cardiovascular Complications of HIV

Hugo Ribeiro Zanetti et al. Leonardo Roever Alexandre Gonçalves Elmiro Santos Resende

Abstract

With the advent of the antiretroviral therapy (ART), people infected with HIV are experiencing a significant increase in life expectancy. However, as this population ages, the morbidity and mortality due to events not related to HIV infection and/or treatment become increasingly clear. Cardiovascular diseases are among the major causes of death, and, thus, understanding the factors that trigger this situation is necessary. This review article will assess how the intrinsic and extrinsic factors related to HIV, ART and the associated risk factors can aid the epidemiological transition of mortality in this population. Moreover, we will present the studies on the epidemiology and pathogenesis of each clinical condition related to HIV-infected individuals, in addition to introducing the major markers of cardiovascular disease in this population. Finally, we will point the main issues to be addressed by health professionals for an adequate prognosis.

  • Acquired Immunodeficiency Syndrome
  • Acute Retroviral Syndrome/therapy
  • cardiovascular diseases
  • HIV
  • Inflammation Mediators
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30/07/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180049
Figura 1
ABC
Artigo Original

Frequência de Aterosclerose Subclínica em Brasileiros Infectados pelo HIV

Péricles Sidnei Salmazo et al. Silméia Garcia Zanati Bazan Flávio Gobbis Shiraishi Rodrigo Bazan … Katashi Okoshi João Carlos Hueb

Resumo

Fundamento:

Aterosclerose e AIDS são importantes problemas de saúde pública. A maior sobrevida de indivíduos infectados pelo HIV acha-se associada com maior número de eventos cardiovasculares nessa população, mas tal associação ainda não foi completamente esclarecida.

Objetivos:

Identificar a frequência de aterosclerose subclínica em pacientes infectados pelo HIV em comparação a controles; analisar as associações entre aterosclerose e variáveis clínicas e laboratoriais, fatores de risco cardiovascular e escore de risco de Framingham (ERF) para doença coronariana.

Métodos:

Estudo prospectivo transversal caso-controle avaliando a presença de aterosclerose subclínica em 264 pacientes infectados pelo HIV e 279 controles. A avaliação clínica incluiu ultrassonografia das artérias carótidas, análise da rigidez arterial através da velocidade de onda de pulso (VOP) e augmentation index (AIx), exames laboratoriais do sangue periférico e determinação do risco cardiovascular segundo os critérios do ERF. O nível de significância adotado na análise estatística foi p < 0,05.

Resultados:

Placas foram identificadas em 37% do grupo infectado pelo HIV e em 4% dos controles (p < 0,001). A espessura médio-intimal carotídea foi maior no grupo HIV do que nos controles (p < 0,001). Pacientes com placa carotídea apresentaram maiores níveis de glicemia de jejum, colesterol total, colesterol da lipoproteína de baixa densidade e triglicérides do que aqueles sem placas. A presença do HIV, ajustada por idade, sobrepeso/obesidade e tabagismo aumentou em quase cinco vezes o risco de placa aterosclerótica carotídea (OR: 4,9; IC95%: 2,5-9,9; p < 0,001). Exposição aos inibidores da protease não influenciou a espessura médio-intimal carotídea, não se associou com frequência de placa carotídea e não alterou as características mecânicas do sistema arterial (VOP e AIx).

Conclusões:

Pacientes infectados pelo HIV apresentam maior risco de aterosclerose na associação com os clássicos fatores de risco cardiovascular. Tratamento com os inibidores da protease não promove alterações funcionais nas artérias, nem se associa com maior frequência de placas ateroscleróticas carotídeas. O ERF pode ser inadequado para essa população.

  • Aterosclerose / complicações
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Espessura Íntima-Média Carotídea
  • Fatores de risco
  • HIV
  • Rigidez Vascular
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09/04/2018 DOI: 10.5935/abc.20180058 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Original Article

Espessamento Mediointimal nas Carótidas e Femorais para Detectar Aterosclerose em Pessoas que Vivem com o Vírus da Imunodeficiência Humana

Emmanuelle Tenório Albuquerque Madruga Godoi et al. Carlos Teixeira Brandt Heloisa Ramos Lacerda Jocelene Tenório Albuquerque Madruga Godoi … Dinaldo Cavalcanti de Oliveira Gabriela Farias Araujo Sousa Costa Gerson Gomes dos Santos Junior Kaliene Maria Estevão Leite Juannicelle Tenório Albuquerque Madruga Godoi Adriana Ferraz de Vasconcelos

Resumo

Fundamento:

Pessoas que vivem com o HIV (HIV +) têm maior prevalência de aterosclerose e a desenvolvem mais precocemente do que a população geral.

Objetivos:

Foi avaliar e comparar as prevalências de aterosclerose avaliada pela medida da espessura mediointimal (EMI) das carótidas comuns e femorais, e do índice tornozelo-braquial (ITB) nos grupos controle e HIV com e sem inibidores de protease (IPs).

Métodos:

Foram incluídas 80 pessoas com HIV + [40 usavam IPs e 40 não] e 65 controles. O diagnóstico de aterosclerose foi determinado pela medição da EMI (carótidas e femorais) e do ITB. Fatores de risco clássicos para aterosclerose e específicos para o HIV foram comparados entre os grupos, usando testes estatístcos. O valor de p ≤ 0,05 foi cosiderado significativo.

Resultados:

A EMI > P75 ou presença de placa foi mais elevada no grupo de HIV sem IP que no controle (37,5% vs 19%, p = 0,04). A análise comparativa mostrou diferença significativa (p=0,014) na EMI nas artérias carótidas entre HIV + com IPs (0,71 ± 0,28 mm), sem IPs (0,63 ± 0,11 mm) e controles (0,59 ± 0,11 mm), A EMI na femoral não teve diferença significante entre os grupos. Não houve diferença significante entre os grupos controle e de HIV + quanto ao ITB. No entanto, observou-se uma diferença significativa (p=0,015) no ITB entre os grupos HIV + sem IPs (1,17 [1,08 – 1,23]), e controles [1,08 (1,07 – 1,17)].

Conclusão:

Em pacientes com HIV, a aterosclerose é mais prevalente e parece ocorrer mais precocemente, com características distintas, em comparação a indivíduos HIV-negativos.

  • Aterosclerose
  • Doenças das Artérias Carótidas
  • Espessura Íntima-Média Carotídea
  • HIV
  • Índice Tornozelo-Braço
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01/01/2017 DOI: 10.5935/abc.20160197 Visualizações 2
Rosuvastatina e ciprofibrato no tratamento da dislipidemia em pacientes com HIV
ABC
Artigo Original

Rosuvastatina e ciprofibrato no tratamento da dislipidemia em pacientes com HIV

Hamilton Domingos et al. Rivaldo Venâncio da Cunha Anamaria Mello Miranda Paniago Albert Schiaveto de Souza … Renata London Rodrigues João Américo Domingos

FUNDAMENTO: A dislipidemia secundária à terapia antirretroviral potente nos pacientes com HIV está associada à significativa elevação da morbimortalidade cardiovascular por doença aterosclerótica, sendo, portanto, necessário tratamento imediato e eficaz. OBJETIVO: Demonstrar a efetividade e a segurança da rosuvastatina e do ciprofibrato no tratamento da dislipidemia associada à terapia antirretroviral potente em pacientes com HIV. MÉTODOS: Trezentos e quarenta e seis pacientes com dislipidemia foram submetidos a tratamento farmacológico: 200 pacientes com hipertrigliceridemia receberam ciprofibrato (Grupo I); 79 pacientes com hipercolesterolemia receberam rosuvastatina (Grupo II); e 67 pacientes com dislipidemia mista receberam ciprofibrato associado a rosuvastatina (Grupo III). O perfil lipídico foi avaliado antes e após o tratamento hipolipemiante, sendo feita comparação estatística pelo teste de Wilcoxon. Transaminases hepáticas e creatinofosfoquinase foram dosadas para controle de toxicidade hepática e muscular. RESULTADOS: As concentrações séricas de triglicérides e de colesterol total foram significativamente menores do que as obtidas antes do tratamento, para os três grupos experimentais (p < 0,002). Observou-se aumento significativo do HDL colesterol nos grupos experimentais I e III (p < 0,002). Nos grupos I e II, o LDL-colesterol foi significativamente menor (p < 0,001). Nenhum dos pacientes apresentou elevações de transaminases ou de creatinofosfoquinase a níveis de toxicidade significativa. CONCLUSÃO: Os resultados deste estudo demonstram que ciprofibrato, rosuvastatina ou a combinação de ambos pode ser considerada tratamento hipolipemiante efetivo, seguro e com boa tolerância nos pacientes com Aids submetidos à terapia antirretroviral potente.

  • ácidos fíbricos
  • Anticolesterolemiantes
  • Dislipidemias
  • HIV
  • Terapia Antirretroviral de Alta Atividade
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30/10/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000096
Associação dos biomarcadores com aterosclerose e risco para doença coronariana em portadores de HIV
ABC
Artigo Original

Associação dos biomarcadores com aterosclerose e risco para doença coronariana em portadores de HIV

Maria da Conceição Brandão de Arruda Falcão et al. Josefina Cláudia Zírpoli Valéria Maria de Albuquerque Brivaldo Markman Filho … Nelson Antônio Moura de Araújo Creso Abreu Falcão Demócrito de Barros Miranda-Filho Ricardo Alencar de Arraes Ximenes Maria de Fátima Militão de Albuquerque Heloísa Ramos Lacerda

FUNDAMENTO: O uso maciço da Terapia Antirretroviral (TARV) na população com vírus da imunodeficiência adquirida (HIV) coincidiu com um aumento das doenças cardiovasculares, causa importante de morbimortalidade nesse grupo. OBJETIVO: Determinar a frequência de aterosclerose carotídea e avaliar a associação entre os níveis dos biomarcadores e o espessamento da camada médio-intimal carotídea em indivíduos HIV positivos, atendidos em serviços de referência para HIV em Pernambuco. MÉTODOS: Corte transversal com 122 pacientes HIV positivos. Considerou-se aterosclerose carotídea subclínica o aumento da espessura da camada média intimal da carótida comum > 0,8 milímetros ou placas no ultrassom de carótidas. Os biomarcadores inflamatórios analisados foram IL6, IL1-β, TNF-α, PCR-ultrassensível, sVCAM-1 e sICAM-1. RESULTADOS: Dos 122 pacientes analisados, a maioria era de homens (60,7%), com > 40 anos (57,4%), em uso de TARV (81,1%). A prevalência de aterosclerose foi de 42,6% (52 casos). Pacientes com idade acima de 40 anos e Framingham intermediário ou alto apresentaram maior chance de desenvolver aterosclerose na análise univariada. Idade acima de 40 anos (OR = 6,57 IC 2,66 -16,2; p = 0,000), sexo masculino (OR = 2,76 IC 1,12-6,79; p = 0,027) e a condição de síndrome metabólica (OR = 2,27 IC 0,94-5,50; p = 0,070) mostraram-se associados à aterosclerose na análise multivariada. Níveis elevados de citocinas inflamatórias e moléculas de adesão não mostraram associação com a presença de aterosclerose. CONCLUSÃO: Não houve associação entre os biomarcadores inflamatórios, moléculas de adesão e presença de aterosclerose carotídea. Entretanto, evidenciou-se em homens, pessoas com mais de 40 anos, portadores de escore de Framingham intermediário/alto ou síndrome metabólica maior chance de aterosclerose subclínica.

  • Aterosclerose
  • Doença das Coronárias
  • Fatores de risco
  • HIV
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18/10/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000093
ABC
Artigo Original

Escore de cálcio na avaliação da aterosclerose em pacientes com HIV/AIDS

Verônica Soares Monteiro et al. Heloisa Ramos Lacerda Marly Uellendahl Tien Man Chang … Valéria Maria de Albuquerque Josefina Cláudia Zirpoli Ricardo Araes Ximenes Maria de Fátima Militão de Albuquerque Demócrito de Barros Miranda Filho Dário Sobral Filho

FUNDAMENTO: A terapia antirretroviral aumentou drasticamente a expectativa de vida em pacientes com HIV/AIDS, embora a aterosclerose esteja associada a uma terapia de longo prazo. OBJETIVO: Investigar a prevalência de aterosclerose em pacientes com AIDS submetidos à terapia antirretroviral e a influência de tratamentos de diferentes regimes e durações. MÉTODOS: Pacientes com HIV/AIDS foram abordados durante consultas de rotina. Aqueles que estiveram em terapia antirretroviral por, pelo menos, dois anos tiveram o sangue coletado para análise do perfil lipídico e da glicemia em jejum e foram submetidos à tomografia computadorizada cardíaca para quantificação do escore de cálcio dentro de seis dias, no máximo. A aterosclerose foi definida como escore de cálcio maior que zero (CAC > 0). Fatores de risco tradicionais, síndrome metabólica e o escore de Framingham foram analisados. RESULTADOS: Cinquenta e três pacientes realizaram tomografia computadorizada cardíaca: 50,94% eram do sexo masculino, com idade média de 43,4 anos; 20% tinham hipertensão; 3,77% tinham diabetes; 67,92% tinham hipercolesterolemia; 37,74% tinham hipertrigliceridemia; 47,17% tinham HDL baixo; 24,53% atenderam aos critérios para síndrome metabólica; 96,23% foram classificados no escore de Framingham como “baixo risco”; e 18,87% eram tabagistas. A duração média do tratamento antirretroviral foi de 58,98 meses. A aterosclerose coronária ocorreu em 11 pacientes (20,75%). A duração da terapia antirretroviral não se relacionou à aterosclerose (p = 0,41), e não houve diferenças significativas entre os diferentes esquemas antirretrovirais (p = 0,71). Entre os fatores de risco tradicionais, o tabagismo (OR = 27,20; p = 0,023) e a idade (OR = 20,59; p = 0,033) foram significativos na presença de aterosclerose. Havia tendência para uma associação positiva da aterosclerose com a hipercolesterolemia (OR = 8,30; p = 0,0668). CONCLUSÃO: Os fatores associados à aterosclerose foram idade, tabagismo e hipercolesterolemia. A duração e o tipo de terapia antirretroviral não influenciaram a prevalência da aterosclerose.

  • Aterosclerose
  • Cálcio
  • HIV
  • Síndrome da Imunodeficiência Adquirida
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30/09/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000094 Visualizações 1
Perfil dos pacientes com hipertensão arterial incluídos em uma coorte com HIV/AIDS em Pernambuco, Brasil
ABC
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Perfil dos pacientes com hipertensão arterial incluídos em uma coorte com HIV/AIDS em Pernambuco, Brasil

Evanizio Roque de Arruda Júnior et al. Heloisa Ramos Lacerda Líbia Cristina Rocha Vilela Moura Maria de Fátima Pessoa Militão de Albuquerque … Demócrito de Barros Miranda Filho George Tadeu Nunes Diniz Valéria Maria Gonçalves de Albuquerque Josefina Cláudia Zirpoli Amaral Verônica Soares Monteiro Ricardo Alencar de Arraes Ximenes

FUNDAMENTO: Hipertensão arterial sistêmica (HAS) é fator de risco modificável, cujo controle pode reduzir doença cardiovascular nos pacientes com vírus da imunodeficiência adquirida (HIV). OBJETIVO: Estimar a prevalência de HAS e descrever as características dos pacientes com HAS e pré-hipertensão infectados pelo HIV/AIDS. MÉTODOS: Estudo seccional alinhado a uma coorte de pacientes com HIV/AIDS. Considerou-se hipertensão em níveis > 140/90 mmHg ou uso de anti-hipertensivos e pré-hipertensão em níveis > 120/80 mmHg. RESULTADOS: Dos 958 pacientes, 388 (40,5%) eram normotensos, 325 (33,9%) pré-hipertensos e 245 (25,6%) hipertensos. Desses 245 pacientes, 172 (70,2%) sabiam ser hipertensos e 36 (14,8%) apresentavam pressão arterial controlada. Tiveram diagnóstico de HAS após o diagnóstico do HIV 62 pacientes (54,4%). Lipodistrofia ocorreu em 95 (46,1%) dos pacientes, já sobrepeso/obesidade em 129 (52,7%). Utilização de antirretrovirais ocorreu em 184 (85,9%), 89 (41,6%) com inibidores de protease (IP) e 95 (44,4%) sem IP. Utilizavam antivirais > 24 meses 74,7%. Idade, antecedentes familiares de hipertensão, circunferência abdominal, índice de massa corporal e triglicerídeos foram maiores entre pacientes hipertensos. Tempo de infecção pelo HIV, contagem de linfócitos CD4, carga viral, tempo e tipo de esquema antirretroviral foram semelhantes nos hipertensos e pré-hipertensos. CONCLUSÃO: A elevada frequência de hipertensos não controlados e de riscos cardiovasculares nos infectados pelo HIV apontam a necessidade de medidas preventivas e terapêuticas contra HAS nesse grupo.

  • Anti-Hipertensivos
  • Estilo de Vida
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • HIV
  • síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS)
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15/10/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000138 Visualizações 3
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Estudo da reatividade vascular em portadores de HIV com e sem uso de inibidor de protease

Hamilton Nenrod Pereira Teixeira et al. Evandro Tinoco Mesquita Mário Luiz Ribeiro Anna Ricordi Bazin … Cláudio Tinoco Mesquita Manuel Pereira Teixeira Rafael da Cunha Pellegrini Antonio Claudio Lucas da Nóbrega

FUNDAMENTO: Considerando o alto número de pacientes infectados por HIV em uso de antirretrovirais, evoluindo com alteração da função endotelial e aterotrombose, levando ao alto custo médico social, é importante identificar mecanismos fisiopatológicos envolvidos com a função endotelial em portadores de HIV, para que, precocemente, possamos intervir e evitar a progressão da doença. OBJETIVO: Avaliar a função endotelial pela vasodilatação endotélio dependente e independente em pacientes HIV positivo e em grupo controle. MÉTODOS: O estudo avaliou 27 pacientes HIV positivo e 16 do grupo controle. A avaliação da função endotelial foi realizada por meio da vasodilatação da artéria braquial endotélio dependente (hiperemia reativa) e independente (nitroglicerina SL). RESULTADOS: Pacientes HIV positivo em uso de inibidor de protease (IP) apresentaram vasodilatação endotélio independente significativamente menor que os subgrupos HIV negativo (p = 0,020) e HIV positivo sem uso de IP (p = 0,034). A variação do diâmetro da artéria braquial durante hiperemia reativa não apresentou significância estatística em qualquer subgrupo. A análise de regressão linear múltipla mostrou que apenas o IP estava associado ao delta relativo da reatividade braquial pelo vasodilatador, nos pacientes HIV positivo, aos 60 e 90 segundos. CONCLUSÃO: Os pacientes HIV positivo em uso de IP apresentam disfunção endotélio independente quando comparados a pacientes HIV positivo que não fazem uso de IP e a um grupo controle.

  • Endotélio Vascular
  • HIV
  • inibidores de proteases
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24/11/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009001000009
Estudo cardiológico longitudinal em crianças expostas ao vírus da imunodeficiência humana tipo 1 por via perinatal
ABC
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Estudo cardiológico longitudinal em crianças expostas ao vírus da imunodeficiência humana tipo 1 por via perinatal

Maria Suely Bezerra Diógenes et al. Regina Célia de Menezes Succi Daisy M. Machado Valdir Ambrósio Moisés … Neil Ferreira Novo Antonio Carlos Carvalho

OBJETIVO: Determinação da freqüência das alterações cardíacas e sua evolução nas crianças expostas ao HIV-1 por via perinatal. MÉTODOS: Realizada avaliação seqüencial clínico-cardiológica, eletrocardiográfica e ecocardiográfica Doppler em 84 crianças expostas ao HIV-1. RESULTADOS: Grupo I (sororreversão) 43 crianças (51,2%). Ausência de alterações clínicas. ECG: distúrbio de condução de ramo direito 5 casos. ECO: CIA (1 caso) e CIV (1 caso). Grupo II 41 infectados (48,8%) com 51,2% de alterações cardiológicas. Crianças assintomáticas ou com sintomas leves, sem imunossupressão: alterações clínico-ecocardiográficas ausentes; ECG: distúrbio de condução de ramo direito (2 casos). Crianças com comprometimento clínico-imunológico moderado e severo: Alterações encontradas: 1) Clínicas (31,7%): taquicardia isolada (1 caso), ICC (12 casos). 2) Eletrocardiográficas (43,9%): taquicardia sinusal associada a outras alterações (10 casos), distúrbio de condução de ramo direito (5 casos), BDAS (1 caso), HBAD (1 caso), alterações da repolarização ventricular (11 casos), SVD (2 casos), SVE (1 caso), desvio do AQRS para direita (1 caso), arritmias (3 casos). 3) Ecocardiográficas (26,8%): miocardiopatia dilatada (5 casos), derrame pericárdico com tamponamento (2 casos), hipertensão pulmonar (2 casos) e prolapso da valva mitral (1 caso). CONCLUSÃO: O envolvimento cardíaco foi uma característica do grupo infectado. Houve maior prevalência de alterações nas crianças pertencentes à categoria clínico-imunológica mais avançada. Os achados clínicos, eletrocardiográficos e ecocardiográficos mais freqüentes foram, respectivamente, ICC, alterações da repolarização ventricular e miocardiopatia dilatada. Esta foi reversível em um caso. As alterações eletrocardiográficas foram significantemente mais freqüentes que as clínicas e ecocardiográficas.

  • cardiopatia
  • Ecocardiograma
  • Eletrocardiograma
  • HIV
  • transmissão vertical
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07/11/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005001700002 Visualizações 1

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Pezel T, Paim LR, Coelho-Filho OR. Para Quais Pacientes Infectados pelo HIV a Aspirina e as Estatinas São Boas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(2):376-7.

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Pezel, Théo; Paim, Layde R.; Coelho-Filho, Otávio R.. Para Quais Pacientes Infectados pelo HIV a Aspirina e as Estatinas São Boas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 2, p. 376-377, set. 2021.

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Pezel, T., Paim, L. R., & Coelho-Filho, O. R. (2021). Para Quais Pacientes Infectados pelo HIV a Aspirina e as Estatinas São Boas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 376-377.

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Pezel, Théo and Paim, Layde R. and Coelho-Filho, Otávio R.. Para Quais Pacientes Infectados pelo HIV a Aspirina e as Estatinas São Boas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 376-377. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/para-quais-pacientes-infectados-pelo-hiv-a-aspirina-e-as-estatinas-sao-boas/>. ISSN 0066-782X

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Santos Junior GG, Araújo PSR, Leite KME, Godoi ET, Vasconcelos AF, Lacerda HR. O Efeito da Atorvastatina + Aspirina na Função Endotelial Difere com a Idade em Pacientes com HIV: Um Estudo de Caso-Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(2):365-7.

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Santos Junior, Gerson Gomes dos; Araújo, Paulo Sérgio Ramos; Leite, Kaliene Maria Estevão; Godoi, Emmanuelle Tenório; Vasconcelos, Adriana Ferraz; Lacerda, Heloisa Ramos. O Efeito da Atorvastatina + Aspirina na Função Endotelial Difere com a Idade em Pacientes com HIV: Um Estudo de Caso-Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 2, p. 365-375, jul. 2021.

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Santos Junior, G. G. , Araújo, P. S. R., Leite, K. M. E., Godoi, E. T., Vasconcelos, A. F., & Lacerda, H. R. (2021). O Efeito da Atorvastatina + Aspirina na Função Endotelial Difere com a Idade em Pacientes com HIV: Um Estudo de Caso-Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 365-375.

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Santos Junior, Gerson Gomes dos and Araújo, Paulo Sérgio Ramos and Leite, Kaliene Maria Estevão and Godoi, Emmanuelle Tenório and Vasconcelos, Adriana Ferraz and Lacerda, Heloisa Ramos. O Efeito da Atorvastatina + Aspirina na Função Endotelial Difere com a Idade em Pacientes com HIV: Um Estudo de Caso-Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 365-375. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-efeito-da-atorvastatina-aspirina-na-funcao-endotelial-difere-com-a-idade-em-pacientes-com-hiv-um-estudo-de-caso-controle/>. ISSN 0066-782X

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Mansur AJ. Condições Cardiovasculares de Pacientes em Tratamento para HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(1):98-9.

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Mansur, Alfredo José. Condições Cardiovasculares de Pacientes em Tratamento para HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 1, p. 98-99, fev. 2020.

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Mansur, A. J. (2020). Condições Cardiovasculares de Pacientes em Tratamento para HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(1), 98-99.

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Mansur, Alfredo José. Condições Cardiovasculares de Pacientes em Tratamento para HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 98-99. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/condicoes-cardiovasculares-de-pacientes-em-tratamento-para-hiv/>. ISSN 0066-782X

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Bittencourt MS. Estimando o Risco Cardiovascular em Pacientes Infectados pelo HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(1):76-7.

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Bittencourt, Marcio Sommer. Estimando o Risco Cardiovascular em Pacientes Infectados pelo HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 1, p. 76-77, fev. 2020.

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Bittencourt, M. S. (2020). Estimando o Risco Cardiovascular em Pacientes Infectados pelo HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(1), 76-77.

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Bittencourt, Marcio Sommer. Estimando o Risco Cardiovascular em Pacientes Infectados pelo HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 76-77. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estimando-o-risco-cardiovascular-em-pacientes-infectados-pelo-hiv/>. ISSN 0066-782X

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Silva CES. Enfim um Método Sensível para Detectar Disfunção Sistólica Incipiente!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(4):746-7.

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Silva, Carlos Eduardo Suaide. Enfim um Método Sensível para Detectar Disfunção Sistólica Incipiente!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 4, p. 746-747, nov. 2019.

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Silva, C. E. S. (2019). Enfim um Método Sensível para Detectar Disfunção Sistólica Incipiente!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(4), 746-747.

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Silva, Carlos Eduardo Suaide. Enfim um Método Sensível para Detectar Disfunção Sistólica Incipiente!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 746-747. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/enfim-um-metodo-sensivel-para-detectar-disfuncao-sistolica-incipiente/>. ISSN 0066-782X

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Silva AG, Paulo RV, Silva-Vergara ML. Aterosclerose Carotídea Subclínica e DAD Escore Reduzido para Estratificação de Risco Cardiovascular em Pacientes HIV Positivos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;114(1):68-75.

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Silva, Achilles Gustavo; Paulo, Rafael Vieira; Silva-Vergara, Mario León. Aterosclerose Carotídea Subclínica e DAD Escore Reduzido para Estratificação de Risco Cardiovascular em Pacientes HIV Positivos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 1, p. 68-75, out. 2019.

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Silva, A. G., Paulo, R. V., & Silva-Vergara, M. L. (2019). Aterosclerose Carotídea Subclínica e DAD Escore Reduzido para Estratificação de Risco Cardiovascular em Pacientes HIV Positivos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(1), 68-75.

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Silva, Achilles Gustavo and Paulo, Rafael Vieira and Silva-Vergara, Mario León. Aterosclerose Carotídea Subclínica e DAD Escore Reduzido para Estratificação de Risco Cardiovascular em Pacientes HIV Positivos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 114, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 68-75. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/aterosclerose-carotidea-subclinica-e-dad-escore-reduzido-para-estratificacao-de-risco-cardiovascular-em-pacientes-hiv-positivos/>. ISSN 0066-782X

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Leite KME, Santos Júnior GG, Godoi ETAM, Vasconcelos AF, Lorena VMB, Araújo PSR, Lima KO, et al. Biomarcadores Inflamatórios e Espessura Carotídea em Pacientes Infectados pelo HIV em Terapia Antirretroviral, com Carga Viral de HIV-1 Indetectável e Baixo Risco Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;114(1):90-7.

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Leite, Kaliene Maria Estevão; Santos Júnior, Gerson Gomes; Godoi, Emmanuelle T. A. M; Vasconcelos, Adriana Ferraz; Lorena, Virgínia Maria Barros; Araújo, Paulo Sérgio Ramos; Lima, Kledoaldo Oliveira; Lacerda, Heloisa Ramos. Biomarcadores Inflamatórios e Espessura Carotídea em Pacientes Infectados pelo HIV em Terapia Antirretroviral, com Carga Viral de HIV-1 Indetectável e Baixo Risco Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 1, p. 90-97, out. 2019.

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Leite, K. M. E., Santos Júnior, G. G., Godoi, E. T. A. M., Vasconcelos, A. F., Lorena, V. M. B., Araújo, P. S. R., Lima, K. O., & Lacerda, H. R. (2019). Biomarcadores Inflamatórios e Espessura Carotídea em Pacientes Infectados pelo HIV em Terapia Antirretroviral, com Carga Viral de HIV-1 Indetectável e Baixo Risco Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(1), 90-97.

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Leite, Kaliene Maria Estevão and Santos Júnior, Gerson Gomes and Godoi, Emmanuelle T. A. M and Vasconcelos, Adriana Ferraz and Lorena, Virgínia Maria Barros and Araújo, Paulo Sérgio Ramos and Lima, Kledoaldo Oliveira and Lacerda, Heloisa Ramos. Biomarcadores Inflamatórios e Espessura Carotídea em Pacientes Infectados pelo HIV em Terapia Antirretroviral, com Carga Viral de HIV-1 Indetectável e Baixo Risco Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 114, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 90-97. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/biomarcadores-inflamatorios-e-espessura-carotidea-em-pacientes-infectados-pelo-hiv-em-terapia-antirretroviral-com-carga-viral-de-hiv-1-indetectavel-e-baixo-risco-cardiovascular/>. ISSN 0066-782X

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Rodrigues RC, Azevedo KML, Moscavitch SD, Setubal S, Mesquita CT. O Uso do Strain Bidimensional Obtido pelo Speckle Tracking na Identificação da Disfunção Ventricular Incipiente em Pacientes Infectados pelo HIV em Uso de Terapia Antirretroviral, Pacientes HIV não Tratados e Controles Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(4):737-45.

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Rodrigues, Ronaldo Campos; Azevedo, Katia Martins Lopes de; Moscavitch, Samuel Datum; Setubal, Sergio; Mesquita, Claudio Tinoco. O Uso do Strain Bidimensional Obtido pelo Speckle Tracking na Identificação da Disfunção Ventricular Incipiente em Pacientes Infectados pelo HIV em Uso de Terapia Antirretroviral, Pacientes HIV não Tratados e Controles Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 4, p. 737-745, set. 2019.

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Rodrigues, R. C., Azevedo, K. M. L. , Moscavitch, S. D., Setubal, S., & Mesquita, C. T. (2019). O Uso do Strain Bidimensional Obtido pelo Speckle Tracking na Identificação da Disfunção Ventricular Incipiente em Pacientes Infectados pelo HIV em Uso de Terapia Antirretroviral, Pacientes HIV não Tratados e Controles Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(4), 737-745.

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Rodrigues, Ronaldo Campos and Azevedo, Katia Martins Lopes de and Moscavitch, Samuel Datum and Setubal, Sergio and Mesquita, Claudio Tinoco. O Uso do Strain Bidimensional Obtido pelo Speckle Tracking na Identificação da Disfunção Ventricular Incipiente em Pacientes Infectados pelo HIV em Uso de Terapia Antirretroviral, Pacientes HIV não Tratados e Controles Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 737-745. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-uso-do-strain-bidimensional-obtido-pelo-speckle-tracking-na-identificacao-da-disfuncao-ventricular-incipiente-em-pacientes-infectados-pelo-hiv-em-uso-de-terapia-antirretroviral-pacientes-hiv-nao-tr/>. ISSN 0066-782X

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Zanetti HR, Roever L, Gonçalves A, Resende ES. Cardiovascular Complications of HIV. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(5):538-43.

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Zanetti, Hugo Ribeiro; Roever, Leonardo; Gonçalves, Alexandre; Resende, Elmiro Santos. Cardiovascular Complications of HIV. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 5, p. 538-543, jul. 2018.

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Zanetti, H. R., Roever, L., Gonçalves, A., & Resende, E. S. (2018). Cardiovascular Complications of HIV. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(5), 538-543.

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Zanetti, Hugo Ribeiro and Roever, Leonardo and Gonçalves, Alexandre and Resende, Elmiro Santos. Cardiovascular Complications of HIV. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 538-543. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cardiovascular-complications-of-hiv-2/>. ISSN 2359-4802

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Salmazo PS, Bazan SGZ, Shiraishi FG, Bazan R, Okoshi K, Hueb JC. Frequência de Aterosclerose Subclínica em Brasileiros Infectados pelo HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(5):402-10.

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Salmazo, Péricles Sidnei; Bazan, Silméia Garcia Zanati; Shiraishi, Flávio Gobbis; Bazan, Rodrigo; Okoshi, Katashi; Hueb, João Carlos. Frequência de Aterosclerose Subclínica em Brasileiros Infectados pelo HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 5, p. 402-410, abr. 2018.

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Salmazo, P. S., Bazan, S. G. Z., Shiraishi, F. G., Bazan, R., Okoshi, K., & Hueb, J. C. (2018). Frequência de Aterosclerose Subclínica em Brasileiros Infectados pelo HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(5), 402-410.

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Salmazo, Péricles Sidnei and Bazan, Silméia Garcia Zanati and Shiraishi, Flávio Gobbis and Bazan, Rodrigo and Okoshi, Katashi and Hueb, João Carlos. Frequência de Aterosclerose Subclínica em Brasileiros Infectados pelo HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 402-410. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/frequencia-de-aterosclerose-subclinica-em-brasileiros-infectados-pelo-hiv/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Godoi ETAM, Brandt CT, Lacerda HR, Godoi JTAM, Oliveira DC, Costa GFAS, Santos Junior GG, et al. Espessamento Mediointimal nas Carótidas e Femorais para Detectar Aterosclerose em Pessoas que Vivem com o Vírus da Imunodeficiência Humana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(1):3-11.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Godoi, Emmanuelle Tenório Albuquerque Madruga; Brandt, Carlos Teixeira; Lacerda, Heloisa Ramos; Godoi, Jocelene Tenório Albuquerque Madruga; Oliveira, Dinaldo Cavalcanti de; Costa, Gabriela Farias Araujo Sousa; Santos Junior, Gerson Gomes dos; Leite, Kaliene Maria Estevão; Godoi, Juannicelle Tenório Albuquerque Madruga; Vasconcelos, Adriana Ferraz de. Espessamento Mediointimal nas Carótidas e Femorais para Detectar Aterosclerose em Pessoas que Vivem com o Vírus da Imunodeficiência Humana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 1, p. 3-11, dez. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Godoi, E. T. A. M., Brandt, C. T., Lacerda, H. R., Godoi, J. T. A. M., Oliveira, D. C. , Costa, G. F. A. S., Santos Junior, G. G. , Leite, K. M. E., Godoi, J. T. A. M., & Vasconcelos, A. F. (2017). Espessamento Mediointimal nas Carótidas e Femorais para Detectar Aterosclerose em Pessoas que Vivem com o Vírus da Imunodeficiência Humana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(1), 3-11.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Godoi, Emmanuelle Tenório Albuquerque Madruga and Brandt, Carlos Teixeira and Lacerda, Heloisa Ramos and Godoi, Jocelene Tenório Albuquerque Madruga and Oliveira, Dinaldo Cavalcanti de and Costa, Gabriela Farias Araujo Sousa and Santos Junior, Gerson Gomes dos and Leite, Kaliene Maria Estevão and Godoi, Juannicelle Tenório Albuquerque Madruga and Vasconcelos, Adriana Ferraz de. Espessamento Mediointimal nas Carótidas e Femorais para Detectar Aterosclerose em Pessoas que Vivem com o Vírus da Imunodeficiência Humana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 3-11. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/espessamento-mediointimal-nas-carotidas-e-femorais-para-detectar-aterosclerose-em-pessoas-que-vivem-com-o-virus-da-imunodeficiencia-humana/>. ISSN 0066-782X

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Domingos H, Cunha RV, Paniago AMM, Souza AS, Rodrigues RL, Domingos JA. Rosuvastatina e ciprofibrato no tratamento da dislipidemia em pacientes com HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;99(5):997-1007.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Domingos, Hamilton; Cunha, Rivaldo Venâncio da; Paniago, Anamaria Mello Miranda; Souza, Albert Schiaveto de; Rodrigues, Renata London; Domingos, João Américo. Rosuvastatina e ciprofibrato no tratamento da dislipidemia em pacientes com HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 5, p. 997-1007, out. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Domingos, H., Cunha, R. V. , Paniago, A. M. M., Souza, A. S. , Rodrigues, R. L., & Domingos, J. A. (2012). Rosuvastatina e ciprofibrato no tratamento da dislipidemia em pacientes com HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(5), 997-1007.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Domingos, Hamilton and Cunha, Rivaldo Venâncio da and Paniago, Anamaria Mello Miranda and Souza, Albert Schiaveto de and Rodrigues, Renata London and Domingos, João Américo. Rosuvastatina e ciprofibrato no tratamento da dislipidemia em pacientes com HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 99, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 997-1007. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/rosuvastatina-e-ciprofibrato-no-tratamento-da-dislipidemia-em-pacientes-com-hiv/>. ISSN 0066-782X

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Falcão MCBA, Zírpoli JC, Albuquerque VM, Markman Filho B, Araújo NAM, Falcão CA, Miranda-Filho DB, et al. Associação dos biomarcadores com aterosclerose e risco para doença coronariana em portadores de HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;99(5):971-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Falcão, Maria da Conceição Brandão de Arruda; Zírpoli, Josefina Cláudia; Albuquerque, Valéria Maria de; Markman Filho, Brivaldo; Araújo, Nelson Antônio Moura de; Falcão, Creso Abreu; Miranda-Filho, Demócrito de Barros; Ximenes, Ricardo Alencar de Arraes; Albuquerque, Maria de Fátima Militão de; Lacerda, Heloísa Ramos. Associação dos biomarcadores com aterosclerose e risco para doença coronariana em portadores de HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 5, p. 971-978, out. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Falcão, M. C. B. A., Zírpoli, J. C., Albuquerque, V. M. , Markman Filho, B., Araújo, N. A. M. , Falcão, C. A., Miranda-Filho, D. B., Ximenes, R. A. A., Albuquerque, M. F. M. , & Lacerda, H. R. (2012). Associação dos biomarcadores com aterosclerose e risco para doença coronariana em portadores de HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(5), 971-978.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Falcão, Maria da Conceição Brandão de Arruda and Zírpoli, Josefina Cláudia and Albuquerque, Valéria Maria de and Markman Filho, Brivaldo and Araújo, Nelson Antônio Moura de and Falcão, Creso Abreu and Miranda-Filho, Demócrito de Barros and Ximenes, Ricardo Alencar de Arraes and Albuquerque, Maria de Fátima Militão de and Lacerda, Heloísa Ramos. Associação dos biomarcadores com aterosclerose e risco para doença coronariana em portadores de HIV. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 99, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 971-978. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-dos-biomarcadores-com-aterosclerose-e-risco-para-doenca-coronariana-em-portadores-de-hiv/>. ISSN 0066-782X

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Monteiro VS, Lacerda HR, Uellendahl M, Chang TM, Albuquerque VM, Zirpoli JC, Ximenes RA, et al. Escore de cálcio na avaliação da aterosclerose em pacientes com HIV/AIDS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(5):427-33.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Monteiro, Verônica Soares; Lacerda, Heloisa Ramos; Uellendahl, Marly; Chang, Tien Man; Albuquerque, Valéria Maria de; Zirpoli, Josefina Cláudia; Ximenes, Ricardo Araes; Albuquerque, Maria de Fátima Militão de; Miranda Filho, Demócrito de Barros; Sobral Filho, Dário. Escore de cálcio na avaliação da aterosclerose em pacientes com HIV/AIDS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 5, p. 427-433, set. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Monteiro, V. S., Lacerda, H. R., Uellendahl, M., Chang, T. M., Albuquerque, V. M. , Zirpoli, J. C., Ximenes, R. A., Albuquerque, M. F. M. , Miranda Filho, D. B., & Sobral Filho, D. (2011). Escore de cálcio na avaliação da aterosclerose em pacientes com HIV/AIDS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(5), 427-433.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Monteiro, Verônica Soares and Lacerda, Heloisa Ramos and Uellendahl, Marly and Chang, Tien Man and Albuquerque, Valéria Maria de and Zirpoli, Josefina Cláudia and Ximenes, Ricardo Araes and Albuquerque, Maria de Fátima Militão de and Miranda Filho, Demócrito de Barros and Sobral Filho, Dário. Escore de cálcio na avaliação da aterosclerose em pacientes com HIV/AIDS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 427-433. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/escore-de-calcio-na-avaliacao-da-aterosclerose-em-pacientes-com-hiv-aids/>. ISSN 0066-782X

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Arruda Júnior ER, Lacerda HR, Moura LCRV, Albuquerque MFPM, Miranda Filho DB, Diniz GTN, Albuquerque VMG, et al. Perfil dos pacientes com hipertensão arterial incluídos em uma coorte com HIV/AIDS em Pernambuco, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(5):640-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Arruda Júnior, Evanizio Roque de; Lacerda, Heloisa Ramos; Moura, Líbia Cristina Rocha Vilela; Albuquerque, Maria de Fátima Pessoa Militão de; Miranda Filho, Demócrito de Barros; Diniz, George Tadeu Nunes; Albuquerque, Valéria Maria Gonçalves de; Amaral, Josefina Cláudia Zirpoli; Monteiro, Verônica Soares; Ximenes, Ricardo Alencar de Arraes. Perfil dos pacientes com hipertensão arterial incluídos em uma coorte com HIV/AIDS em Pernambuco, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 5, p. 640-647, out. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Arruda Júnior, E. R. , Lacerda, H. R., Moura, L. C. R. V., Albuquerque, M. F. P. M. , Miranda Filho, D. B., Diniz, G. T. N., Albuquerque, V. M. G. , Amaral, J. C. Z., Monteiro, V. S., & Ximenes, R. A. A. (2010). Perfil dos pacientes com hipertensão arterial incluídos em uma coorte com HIV/AIDS em Pernambuco, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(5), 640-647.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Arruda Júnior, Evanizio Roque de and Lacerda, Heloisa Ramos and Moura, Líbia Cristina Rocha Vilela and Albuquerque, Maria de Fátima Pessoa Militão de and Miranda Filho, Demócrito de Barros and Diniz, George Tadeu Nunes and Albuquerque, Valéria Maria Gonçalves de and Amaral, Josefina Cláudia Zirpoli and Monteiro, Verônica Soares and Ximenes, Ricardo Alencar de Arraes. Perfil dos pacientes com hipertensão arterial incluídos em uma coorte com HIV/AIDS em Pernambuco, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 640-647. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/perfil-dos-pacientes-com-hipertensao-arterial-incluidos-em-uma-coorte-com-hiv-aids-em-pernambuco-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Teixeira HNP, Mesquita ET, Ribeiro ML, Bazin AR, Mesquita CT, Teixeira MP, Pellegrini RC, et al. Estudo da reatividade vascular em portadores de HIV com e sem uso de inibidor de protease. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;93(4):367-73.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Teixeira, Hamilton Nenrod Pereira; Mesquita, Evandro Tinoco; Ribeiro, Mário Luiz; Bazin, Anna Ricordi; Mesquita, Cláudio Tinoco; Teixeira, Manuel Pereira; Pellegrini, Rafael da Cunha; Nóbrega, Antonio Claudio Lucas da. Estudo da reatividade vascular em portadores de HIV com e sem uso de inibidor de protease. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 4, p. 367-373, nov. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Teixeira, H. N. P., Mesquita, E. T., Ribeiro, M. L., Bazin, A. R., Mesquita, C. T., Teixeira, M. P., Pellegrini, R. C., & Nóbrega, A. C. L. (2009). Estudo da reatividade vascular em portadores de HIV com e sem uso de inibidor de protease. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(4), 367-373.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Teixeira, Hamilton Nenrod Pereira and Mesquita, Evandro Tinoco and Ribeiro, Mário Luiz and Bazin, Anna Ricordi and Mesquita, Cláudio Tinoco and Teixeira, Manuel Pereira and Pellegrini, Rafael da Cunha and Nóbrega, Antonio Claudio Lucas da. Estudo da reatividade vascular em portadores de HIV com e sem uso de inibidor de protease. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 93, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 367-373. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-da-reatividade-vascular-em-portadores-de-hiv-com-e-sem-uso-de-inibidor-de-protease/>. ISSN 0066-782X

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Diógenes MSB, Succi RCM, Machado DM, Moisés VA, Novo NF, Carvalho AC. Estudo cardiológico longitudinal em crianças expostas ao vírus da imunodeficiência humana tipo 1 por via perinatal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;85(4):233-40.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Diógenes, Maria Suely Bezerra; Succi, Regina Célia de Menezes; Machado, Daisy M.; Moisés, Valdir Ambrósio; Novo, Neil Ferreira; Carvalho, Antonio Carlos. Estudo cardiológico longitudinal em crianças expostas ao vírus da imunodeficiência humana tipo 1 por via perinatal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 85, n. 4, p. 233-240, nov. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Diógenes, M. S. B., Succi, R. C. M., Machado, D. M., Moisés, V. A., Novo, N. F., & Carvalho, A. C. (2005). Estudo cardiológico longitudinal em crianças expostas ao vírus da imunodeficiência humana tipo 1 por via perinatal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 85(4), 233-240.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Diógenes, Maria Suely Bezerra and Succi, Regina Célia de Menezes and Machado, Daisy M. and Moisés, Valdir Ambrósio and Novo, Neil Ferreira and Carvalho, Antonio Carlos. Estudo cardiológico longitudinal em crianças expostas ao vírus da imunodeficiência humana tipo 1 por via perinatal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 85, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 233-240. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-cardiologico-longitudinal-em-criancas-expostas-ao-virus-da-imunodeficiencia-humana-tipo-1-por-via-perinatal/>. ISSN 0066-782X

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