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ABC
Editorial

A Elevada Pressão do Combate a Pandemia da COVID-19

Isabela Bispo Santos da Silva Costa et al. Hugo Bizetto Zampa

Apesar de já estarmos há quase dois anos no enfrentamento dos desafios impostos pelo novo coronavírus, ainda nos resta um longo caminho a ser percorrido. A rápida e fácil propagação do vírus não só preocupa a população e a sociedade científica como um todo, como também escancarou a fragilidade do sistema público de saúde brasileiro, tido como universal. Os números falam por si – as taxas exorbitantes de infectados e, consequentemente, de números de óbitos nos fizeram e fazem questionar a condução desta crise sanitária.

Neste cenário, indivíduos idosos e com comorbidades, tais como hipertensão arterial, diabetes, obesidade e doença arterial coronariana, foram os que mais sofreram com a COVID-19. O vírus no organismo leva a extensa disfunção endotelial, intermediada por citocinas inflamatórias e fatores trombogênicos, lesões microvasculares disseminadas e graves complicações, tais como: embolia pulmonar e sistêmica, injúria miocárdica e disfunção renal. Essas manifestações mostraram-se potencialmente fatais, em especial neste grupo aqui elencado, pela concomitante presença de doenças cardiovasculares (DCV).

[…]

  • Betacoronavírus
  • Comorbidades
  • COVID-19
  • Doenças Cardiovasculares
  • Hipertensão
  • Hospitalização
  • idosos
  • Pandemia
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22/11/2021 DOI: 10.36660/abc.20210811 Visualizações 1
ABC
Editorial

Os Pacientes com Síndrome de Heyde Deveriam Sofrer Intervenção Valvar Precoce?

Marcelo Dantas Tavares de Melo et al. Jose Luiz Barros Pena Jorge de Oliveira Júnior Vera Maria Cury Salemi

O perfil epidemiológico do paciente com estenose aórtica vem mudando com o envelhecimento da população, caracterizando-se por aumento das comorbidades associadas. Graças à revolução do tratamento valvar aórtico percutâneo, muitos pacientes que antes teriam uma sobrevida e uma qualidade de vida limitada, vêm se beneficiando da possibilidade de um tratamento curativo. Por outro lado, os desafios clínicos que surgem nessa população reforçam não somente a relevância consolidada do heart team, mas também de outras especialidades como oncologia e hematologia.

O interessante estudo publicado na atual edição reforça a importância da associação entre a síndrome de Heyde e estenose aórtica, com aumento de sangramento nessa população. Porém é importante realçar nesse contexto as comorbidades frequentemente associadas e que podem contribuir para eventuais hemorragias digestivas, tais como a associação entre estenose aórtica com neoplasia, pois ambas compartilham os mesmos fatores de risco, em particular, a neoplasia de cólon. Esta apresenta-se com os sinais clínicos cardinais: anemia e a hemorragia digestiva baixa. Nesse contexto, é mandatória a exclusão de neoplasia, mesmo na suspeita de Síndrome de Heyde. Ainda podemos descrever outras comorbidades frequentemente associadas que agregam risco de sangramento pela terapêutica utilizada, como a doença arterial coronária que, habitualmente, utiliza a antiagregação plaquetária, ou a dupla antiagregação após a realização de intervenção coronariana percutânea com stent eluído em droga. Outro exemplo é a prevalência aumentada de fibrilação atrial. Nesse cenário, quando a Síndrome de Heyde está presente, ocorre uma maximização intrínseca de sangramento uma vez que se utiliza a anticoagulação. Outra condição clínica que vem crescendo na população idosa é a amiloidose cardíaca, principalmente por transtiretina. A associação com a estenose aórtica grave é mais comum do que se imaginava, variando entre 12 e 16%., Assim como a estenose aórtica, a sua prevalência é maior na população idosa; a fibra amiloide atua diretamente na cascata da coagulação, favorecendo o surgimento de eventos hemorrágicos espontâneos. Por último, não relacionado com aumento de sangramento, mas com o impacto que isso possa ocasionar, a fragilidade do paciente com estenose aórtica. Um paciente com estenose aórtica grave e considerado frágil, tem uma menor reserva orgânica para suportar um eventual sangramento grave. Sabe-se que a necessidade de transfusão sanguínea impacta negativamente na morbidade e mortalidade dessa população.

[…]

  • Comorbidades
  • Estenose da Valva Aórtica
  • Hemorragia Gastrointestinal / complicações
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Mortalidade
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20/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20210734
Figura 1
ABC
Artigo Original

Associação da Hipertensão com a Gravidade e a Mortalidade de Pacientes Hospitalizados com COVID-19 em Wuhan, China: Estudo Unicêntrico e Retrospectivo

You-ping Deng et al. Wen Xie Tao Liu Shou-yi Wang … Mei-rong Wang Yu-xing Zan Xiao-bo Meng Yu-qing Deng Hai-rong Xiong Xue-dong Fu

Resumo

Fundamento

A doença Coronavírus 2019 (COVID-19), causada pela síndrome respiratória aguda grave Coronavírus 2 (SARS-CoV-2), espalhou-se pelo mundo.

Objetivo

Investigar a associação entre a hipertensão e a gravidade/mortalidade de pacientes hospitalizados com COVID-19 em Wuhan, China.

Métodos

Um total de 337 pacientes diagnosticados com COVID-19 no Sétimo Hospital da cidade de Wuhan, de 20 de janeiro a 25 de fevereiro de 2020, foram inseridos e analisados em um estudo de caso unicêntrico e retrospectivo. O nível de significância adotado para a análise estatística foi 0,05.

Resultados

Dos 337 pacientes com diagnóstico confirmado de COVID-19, 297 (87.8%) tiveram alta do hospital e 40 pacientes (22,9%) morreram. A idade média foi de 58 anos (variando de 18 a 91 anos). Havia 112 (33,2%) pacientes diagnosticados com hipertensão no momento da internação (idade média, 65,0 anos [variação, 38-91 anos]; sendo 67 homens [59,8%, IC95%: 50,6%-69,0%], p=0,0209). Pacientes com hipertensão apresentaram uma porção significativamente maior de casos graves (69 [61,6%, IC95%: 52,5%-70,8%] vs. 117 [52,0%, IC95%: 45,4%-58,6%] em pacientes graves e 23 [19,3%, IC95%: 12,9%-28,1%] vs. 27 [12,0%, IC95%: 7,7%-16,3%] em pacientes críticos, p=0,0014) e maiores taxas de mortalidade (20 [17,9%, IC95%: 10,7%-25,1%] vs. 20 [8,9%, IC95%: 5,1%-12,6%, p=0,0202). Além disso, pacientes hipertensos apresentaram níveis anormais de vários indicadores, como linfopenia e inflamação, e nas funções cardíacas, hepáticas, renais e pulmonares no momento da internação. O grupo de pacientes com hipertensão também demonstrou níveis maiores de TNT e creatinina próximo da alta.

Conclusão

A hipertensão está altamente associada à gravidade ou mortalidade da COVID-19. Um tratamento agressivo deve ser considerado para pacientes hipertensos com COVID-19, principalmente com relação a lesões cardíacas e dos rins.

  • Betacoronavírus
  • Comorbidades
  • COVID-19/complicações
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • Síndrome Respiratória Aguda Grave
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16/07/2021 DOI: 10.36660/abc.20200733
Figura 1
ABCHF
Brief Communication

O Desafio do Diagnóstico da ICFEp no Brasil

Luiz Cláudio Danzmann et al. Evgeny Belyavskiy Antônio José Lagoeiro Jorge Evandro Tinoco Mesquita Marco Antonio Rodrigues Torres

Resumo

A insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEp) é altamente prevalente no Brasil e em todo o mundo. Entretanto, os critérios diagnósticos recente são complexos e de difícil aplicação no sistema de saúde brasileiro. Esta revisão propõe a adaptação dos critérios diagnósticos modernos para as necessidades de cada paciente, da atenção primária à mais complexa, utilizando um sistema de três etapas de complexidade e salientando a importância da investigação da etiologia específica da doença.

  • Comorbidades
  • Diagnóstico por Imagem
  • Dispneia
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Fadiga
  • Insuficiência Cardíaca/fisiopatologia
  • Rigidez Vascular
  • Volume sistólico
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06/07/2021 DOI: 10.36660/abchf.20210011 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Prevalência e Fatores Associados à SRAG por COVID-19 em Adultos e Idosos com Doença Cardiovascular Crônica

Karina Mary de Paiva et al. Danúbia Hillesheim Cassiano Ricardo Rech Rodrigo Sudatti Delevatti … Rodrigo Vasconi Sáez Brown Ana Inês Gonzáles Patricia Haas

Resumo

Fundamento

A presença de Doença Cardiovascular (DCV) em indivíduos infectados pela COVID-19 pode implicar em um pior prognóstico.

Objetivo

Descrever a prevalência da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por COVID-19 e analisar os fatores associados a essa condição em adultos e idosos com doença cardiovascular no Brasil até a 30ª Semana Epidemiológica de 2020.

Métodos

Estudo transversal realizado com dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe), referente às fichas de notificação de SRAG de indivíduos hospitalizados no Brasil, entre a 1a e 30a Semana Epidemiológica de 2020. Foram incluídos adultos e idosos (≥ 18 anos) com DCV. A variável dependente foi a confirmação de SRAG por COVID-19 e foram analisados fatores relacionados a características sociodemográficas, sinais e sintomas e fatores clínicos. Aplicou-se a regressão de Poisson com variância robusta. O nível de significância adotado foi de 5%.

Resultados

Foram analisadas as notificações de 116.343 indivíduos. Destes, 61,9% obtiveram diagnóstico de SRAG por COVID-19. A prevalência do desfecho foi 4% menor nas mulheres (IC95%: 0,94–0,99) e 18% menor em zonas rurais (IC95%: 0,77–0,87). Observou-se prevalência maior na faixa etária de 50 a 59 anos (IC95%: 1,09–1,48) e na região nordeste (IC95%: 1,72–1,91). Febre, tosse, internação em UTI, uso de suporte ventilatório e caso nosocomial também foram significativamente associados a uma maior probabilidade de SRAG por COVID-19 nesses indivíduos.

Conclusão

Há alta prevalência de SRAG por COVID-19 em adultos e idosos com DCV no Brasil. Associaram-se fatores relacionados a características sociodemográficas, clínicas, sinais e sintomas.

  • Adulto
  • Comorbidades
  • COVID-19
  • Doenças Cardiovasculares
  • Epidemiologia
  • Hospitalização
  • Idoso
  • Prevalência
  • SARS-CoV2
  • Síndrome Respiratória Aguda Grave
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18/06/2021 DOI: 10.36660/abc.20200955 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Redução na Hospitalização e Aumento na Mortalidade por Doenças Cardiovasculares durante a Pandemia da COVID-19 no Brasil

Paulo Garcia Normando et al. José de Arimatéia Araujo-Filho Gabriela de Alcântara Fonseca Rodrigo Elton Ferreira Rodrigues … Victor Agripino Oliveira Ludhmila Abrahão Hajjar André Luiz Cerqueira Almeida Edimar Alcides Bocchi Vera Maria Cury Salemi Marcelo Melo

Resumo

Fundamento

Na pandemia pela COVID-19, o aumento da ocorrência e da mortalidade por doenças cardiovasculares (DCV) vem sendo reconhecido no mundo. No Brasil, é essencial que o impacto da COVID-19 na DCV seja analisado.

Objetivos

Avaliar o impacto desta pandemia nos números de internações hospitalares (IH), óbitos hospitalares (OH) e letalidade intra-hospitalar (LH) por DCV a partir de dados epidemiológicos do Sistema Único de Saúde (SUS).

Métodos

Estudo observacional de séries temporais por meio da análise comparativa das taxas de IH, OH e LH por DCV registrados entre janeiro e maio de 2020, usando como referência os valores obtidos no mesmo período entre 2016 e 2019 e os valores projetados por métodos de regressão linear para o ano de 2020. O nível significância estatística utilizado foi de 0,05.

Resultados

Em comparação com o mesmo período de 2019, houve um decréscimo de 15% na taxa de IH e de 9% no total de OH por DCV entre março e maio de 2020, acompanhado de um aumento de 9% na taxa de LH por esse grupo de doenças, sobretudo entre pacientes com idade de 20-59 anos. As taxas de IH e LH registradas em 2020 diferiram significativamente da tendência projetada para o corrente ano (p=0,0005 e 0,0318, respectivamente).

Conclusões

Durante os primeiros meses da pandemia, observou-se um declínio na IH associado a um aumento da LH por DCV no Brasil. Esses dados possivelmente são consequência do planejamento inadequado no manejo das DCV durante a pandemia, sendo necessária a implementação de ações imediatas para modificar esse cenário. (Arq Bras Cardiol. 2021; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Betacoronavírus
  • Comorbidades
  • COVID-19
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Epidemiologia
  • Hospitalização
  • Mortalidade
  • Pandemia
  • Sistema Único de Saúde (SUS
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08/02/2021 DOI: 10.36660/abc.20200821 Visualizações 2
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ABC
Carta Científica

Infecção por COVID-19 em Transplante de Coração: Relatos de Caso

Ligia Espinoso Schtruk et al. Jacqueline Miranda Vitor Salles Ana Sales … Luciana Lobbe Vaisnava Cavalcante Elisangela Reis Sharon Kugel Bruno Marques Gabrielle Carvalho Ruth Maia Filipe Oliveira dos Reis Danielle Rodrigues

Relatos de Caso

Caso 1: sexo masculino, 47 anos, branco, portador de doença de Chagas, transplante cardíaco em 08/08/2012, sem comorbidades, em uso de tacrolimus (4 mg/dia), micofenolato de sódio (1.440 mg/dia).

Em 12/04/2020, apresentou mialgia, febre, cefaleia, dispneia leve, tosse seca, diarreia e anosmia. Ele mora em uma comunidade com casos confirmados de COVID-19. Em 14/04/2020 (D3 dos sintomas) procurou atendimento de urgência. Exame físico: febril (T. axilar: 38ºC), sem instabilidade hemodinâmica (PA: 100 x 60mmHg, FC: 60 bpm), saturação limítrofe de oxigênio (SpO2: 93%). A gasometria arterial mostrou hipóxia leve. Os demais exames são apresentados na . A tomografia computadorizada (TC) de tórax foi realizada na admissão, evidenciando imagem em vidro fosco bilateral, com distribuição multilobar, predominantemente periférica, com padrão de pavimentação em mosaico, associada a focos e áreas de consolidação. localizado nos lobos inferiores, com envolvimento <25% (). A secreção nasofaríngea foi coletada para o teste RT-PCR SARS-COV2, o qual foi positivo. O paciente foi hospitalizado. O micofenolato de sódio foi suspenso (trombocitopenia / leucopenia), o tacrolimus foi mantido e a prescrição de anticoagulação profilática iniciada. No 3º dia de internação (D6 dos sintomas), o paciente manteve-se clinicamente estável (94% SatO2), com febre e piora da imagem radiológica, com consolidação em hemitórax direito, e intensificação da opacificação em vidro fosco em hemitórax esquerdo (). Azitromicina (500 mg/d – 5 dias) e Ceftriaxona (2 g/d – 7 dias) foram iniciados. No 6º dia de internação, o nível sérico de tacrolimus era de 4,3 ng/dL e a dose foi ajustada. No 6º dia de internação (D9 dos sintomas), a febre persistia. A tomografia computadorizada revelou progressão da doença, com comprometimento de <50% do parênquima pulmonar (). Foi iniciada hidroxicloroquina (dose de 400 mg 12/12h 1ª / dia, 400 mg/dia- 4 dias). No 6º dia de hospitalização, a leucopenia/linfopenia/ trombocitopenia melhoraram e o micofenolato de sódio foi reintroduzido. Nessa data, um aumento nos níveis de D-dímero foi observado (<500 ug/L a 2.270 ug/L). O Doppler vascular de membros inferiores não mostrou alterações. Ele recebeu alta hospitalar no 12º dia de internação, encontrando-se assintomático. Os testes de laboratório são mostrados na .

[…]

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  • COVID-19/complicações
  • Doença de Chagas
  • imunossupressão
  • Transplante do Coração
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20200554
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ABC
Carta ao Editor

A Existência Prévia de Doenças do Aparelho Circulatório Acelera a Mortalidade por COVID-19?

Carlos Dornels Freire de Souza et al. Thiago Cavalcanti Leal Lucas Gomes Santos

Caro Editor,

Os primeiros casos de doença de coronavírus 2019 (COVID-19) foram identificados na metrópole de Wuhan, capital da província de Hubei, na República Popular da China. Nela, observou-se um surto de pneumonia de rápida progressão e de origem indeterminada associada à exposição comum ao mercado de frutos do mar da cidade. Em 31 de dezembro de 2019, a China notificou o surto à Organização Mundial da Saúde (OMS). Um mês depois, em 30 de Janeiro, a OMS declarou situação de emergência internacional e, em 11 de março, foi declarada pandemia pela doença.

[…]

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  • Coronavírus
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  • diabetes
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  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • Pandemia
  • Síndrome Respiratória Aguda Grave/complicações
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07/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20200486
ABC
Editorial

Endocardite Infecciosa: Ainda uma Doença Mortal

Cristiane da Cruz Lamas

A importante questão da mortalidade intra-hospitalar em endocardite infecciosa (EI) é discutida por Marques et al., A mortalidade intra-hospitalar na coorte International Collaboration in Endocarditis (ICE) (2000-2005) foi de 18%, semelhante à taxa de 17% na grande coorte europeia publicada recentemente, inaceitavelmente altas, considerando que a maioria dos pacientes incluídos era de países desenvolvidos e registros voluntários.

No presente artigo, a mortalidade hospitalar foi de 42/134 (31,3%), superior ao esperado. Os fatores de risco identificados para mortalidade intra-hospitalar foram etiologia por Staphylococcus aureus, hemoculturas negativas, evidência de obstrução valvar no ecocardiograma, insuficiência cardíaca secundária à EI e choque séptico. A cirurgia cardíaca foi um fator protetor para mortalidade. Para mim, a mensagem mais importante é “a cirurgia cardíaca foi um fator protetor para mortalidade”. Isso foi demonstrado em vários estudos.–

[…]

  • Choque Séptico
  • Comorbidades
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Endocardite/cirurgia
  • Endocardite/complicações
  • Insuficiência Cardíaca/fisiopatologia
  • Mortalidade Hospitalar
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10/02/2020 DOI: 10.36660/abc.20190809 Visualizações 2
ABC
Artigo Original

Fatores de Risco para Mortalidade Hospitalar na Endocardite Infecciosa

Ana Marques et al. Inês Cruz Daniel Caldeira Sofia Alegria … Ana Catarina Gomes Ana Luísa Broa Isabel João Hélder Pereira

Resumo

Fundamento:

A endocardite infecciosa (EI) está associada a complicações graves e alta mortalidade. A avaliação das taxas de mortalidade e preditores de eventos fatais é importante para identificar fatores modificáveis relacionados ao padrão de tratamento, com o objetivo de melhorar os desfechos.

Objetivos:

Avaliar os desfechos clínicos de pacientes com EI e determinar preditores de mortalidade hospitalar.

Métodos:

Estudo retrospectivo de centro único, incluindo pacientes com EI admitidos durante um período de 10 anos (2006-2015). Foram avaliados dados de comorbidades, apresentação clínica, microbiologia e desfechos clínicos durante a internação. Foram analisados os fatores de risco de morte hospitalar. Um valor de p < 0,05 foi considerado significativo.

Resultados:

Foram incluídos 134 casos (73% do sexo masculino, média de idade de 61 ± 16 anos). Metade dos casos apresentava cardiopatia valvar prévia. A EI associada a cuidados de saúde e hemoculturas negativas ocorreram em 22%, e a EI associada a prótese em 25%. A válvula aórtica foi a mais frequentemente afetada por infecção. Staphylococcus aureus foi o microrganismo mais comumente isolado. Quarenta e quatro (32,8%) pacientes foram submetidos à cirurgia cardíaca. A taxa de mortalidade hospitalar foi de 31,3% (42 pacientes). Os fatores de risco identificados para mortalidade hospitalar foram etiologia do Staphylococcus aureus (OR 6,47; IC 95%: 1,07-39,01; p = 0,042), hemoculturas negativas (OR 9,14; IC 95%: 1,42-58,77; p = 0,02), evidência de obstrução valvar na ecocardiografia (OR 8,57; IC 95%: 1,11-66,25; p = 0,039), evolução clínica com insuficiência cardíaca (OR 4,98; IC 95%: 1,31-18,92; p = 0,018) ou choque séptico (OR 20,26; IC 95%: 4,04-101,74; p < 0,001). A cirurgia cardíaca foi um fator protetor de mortalidade (OR 0,14; IC95%: 0,03-0,65; p = 0,012).

Conclusão:

Os fatores de risco para mortalidade hospitalar foram clínicos (insuficiência cardíaca, choque séptico), evidência de obstrução valvar no ecocardiograma, etiologia do Staphylococcus aureus ou hemoculturas negativas. O tratamento invasivo por cirurgia diminuiu significativamente o risco de mortalidade.

  • Choque Séptico
  • Cirurgia Cardíaca
  • Comorbidades
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Endocardite Infecciosa/mortalidade
  • Fatores de risco
  • Hospitalização
  • Insuficiência Cardíaca
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14/11/2019 DOI: 10.36660/abc.20180194 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

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Costa IBSS, Zampa HB. A Elevada Pressão do Combate a Pandemia da COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(5):922-3.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Costa, Isabela Bispo Santos da Silva; Zampa, Hugo Bizetto. A Elevada Pressão do Combate a Pandemia da COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 5, p. 922-923, nov. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Costa, I. B. S. S., & Zampa, H. B. (2021). A Elevada Pressão do Combate a Pandemia da COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(5), 922-923.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Costa, Isabela Bispo Santos da Silva and Zampa, Hugo Bizetto. A Elevada Pressão do Combate a Pandemia da COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 922-923. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-elevada-pressao-do-combate-a-pandemia-da-covid-19/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Melo MDT, Pena JLB, Oliveira Júnior J, Salemi VMC. Os Pacientes com Síndrome de Heyde Deveriam Sofrer Intervenção Valvar Precoce?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(3):518-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Melo, Marcelo Dantas Tavares de; Pena, Jose Luiz Barros; Oliveira Júnior, Jorge de; Salemi, Vera Maria Cury. Os Pacientes com Síndrome de Heyde Deveriam Sofrer Intervenção Valvar Precoce?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 3, p. 518-519, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Melo, M. D. T. , Pena, J. L. B., Oliveira Júnior, J. , & Salemi, V. M. C. (2021). Os Pacientes com Síndrome de Heyde Deveriam Sofrer Intervenção Valvar Precoce?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(3), 518-519.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Melo, Marcelo Dantas Tavares de and Pena, Jose Luiz Barros and Oliveira Júnior, Jorge de and Salemi, Vera Maria Cury. Os Pacientes com Síndrome de Heyde Deveriam Sofrer Intervenção Valvar Precoce?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 518-519. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/os-pacientes-com-sindrome-de-heyde-deveriam-sofrer-intervencao-valvar-precoce/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Deng Y, Xie W, Liu T, Wang S, Wang M, Zan Y, Meng X, et al. Associação da Hipertensão com a Gravidade e a Mortalidade de Pacientes Hospitalizados com COVID-19 em Wuhan, China: Estudo Unicêntrico e Retrospectivo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(5):911-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Deng, You-ping; Xie, Wen; Liu, Tao; Wang, Shou-yi; Wang, Mei-rong; Zan, Yu-xing; Meng, Xiao-bo; Deng, Yu-qing; Xiong, Hai-rong; Fu, Xue-dong. Associação da Hipertensão com a Gravidade e a Mortalidade de Pacientes Hospitalizados com COVID-19 em Wuhan, China: Estudo Unicêntrico e Retrospectivo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 5, p. 911-921, jul. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Deng, Y., Xie, W., Liu, T., Wang, S., Wang, M., Zan, Y., Meng, X., Deng, Y., Xiong, H., & Fu, X. (2021). Associação da Hipertensão com a Gravidade e a Mortalidade de Pacientes Hospitalizados com COVID-19 em Wuhan, China: Estudo Unicêntrico e Retrospectivo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(5), 911-921.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Deng, You-ping and Xie, Wen and Liu, Tao and Wang, Shou-yi and Wang, Mei-rong and Zan, Yu-xing and Meng, Xiao-bo and Deng, Yu-qing and Xiong, Hai-rong and Fu, Xue-dong. Associação da Hipertensão com a Gravidade e a Mortalidade de Pacientes Hospitalizados com COVID-19 em Wuhan, China: Estudo Unicêntrico e Retrospectivo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 911-921. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-da-hipertensao-com-a-gravidade-e-a-mortalidade-de-pacientes-hospitalizados-com-covid-19-em-wuhan-china-estudo-unicentrico-e-retrospectivo/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Danzmann LC, Belyavskiy E, Jorge AJL, Mesquita ET, Torres MAR. O Desafio do Diagnóstico da ICFEp no Brasil. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy 2021;1(1):63-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Danzmann, Luiz Cláudio; Belyavskiy, Evgeny; Jorge, Antônio José Lagoeiro; Mesquita, Evandro Tinoco; Torres, Marco Antonio Rodrigues. O Desafio do Diagnóstico da ICFEp no Brasil. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, v. 1, n. 1, p. 63-66, jul. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Danzmann, L. C., Belyavskiy, E., Jorge, A. J. L., Mesquita, E. T., & Torres, M. A. R. (2021). O Desafio do Diagnóstico da ICFEp no Brasil. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, 1(1), 63-66.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Danzmann, Luiz Cláudio and Belyavskiy, Evgeny and Jorge, Antônio José Lagoeiro and Mesquita, Evandro Tinoco and Torres, Marco Antonio Rodrigues. O Desafio do Diagnóstico da ICFEp no Brasil. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy [online]. 2021, vol. 1, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 63-66. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-desafio-do-diagnostico-da-icfep-no-brasil/>

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Paiva KM, Hillesheim D, Rech CR, Delevatti RS, Brown RVS, Gonzáles AI, Haas P, et al. Prevalência e Fatores Associados à SRAG por COVID-19 em Adultos e Idosos com Doença Cardiovascular Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(5):968-75.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Paiva, Karina Mary de; Hillesheim, Danúbia; Rech, Cassiano Ricardo; Delevatti, Rodrigo Sudatti; Brown, Rodrigo Vasconi Sáez; Gonzáles, Ana Inês; Haas, Patricia. Prevalência e Fatores Associados à SRAG por COVID-19 em Adultos e Idosos com Doença Cardiovascular Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 5, p. 968-975, jun. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Paiva, K. M. , Hillesheim, D., Rech, C. R., Delevatti, R. S., Brown, R. V. S., Gonzáles, A. I., & Haas, P. (2021). Prevalência e Fatores Associados à SRAG por COVID-19 em Adultos e Idosos com Doença Cardiovascular Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(5), 968-975.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Paiva, Karina Mary de and Hillesheim, Danúbia and Rech, Cassiano Ricardo and Delevatti, Rodrigo Sudatti and Brown, Rodrigo Vasconi Sáez and Gonzáles, Ana Inês and Haas, Patricia. Prevalência e Fatores Associados à SRAG por COVID-19 em Adultos e Idosos com Doença Cardiovascular Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 968-975. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-e-fatores-associados-a-srag-por-covid-19-em-adultos-e-idosos-com-doenca-cardiovascular-cronica/>. ISSN 0066-782X

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Normando PG, Araujo-Filho JA, Fonseca GA, Rodrigues REF, Oliveira VA, Hajjar LA, Almeida ALC, et al. Redução na Hospitalização e Aumento na Mortalidade por Doenças Cardiovasculares durante a Pandemia da COVID-19 no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(3):371-80.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Normando, Paulo Garcia; Araujo-Filho, José de Arimatéia; Fonseca, Gabriela de Alcântara; Rodrigues, Rodrigo Elton Ferreira; Oliveira, Victor Agripino; Hajjar, Ludhmila Abrahão; Almeida, André Luiz Cerqueira; Bocchi, Edimar Alcides; Salemi, Vera Maria Cury; Melo, Marcelo. Redução na Hospitalização e Aumento na Mortalidade por Doenças Cardiovasculares durante a Pandemia da COVID-19 no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 3, p. 371-380, fev. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Normando, P. G., Araujo-Filho, J. A., Fonseca, G. A., Rodrigues, R. E. F., Oliveira, V. A., Hajjar, L. A., Almeida, A. L. C., Bocchi, E. A., Salemi, V. M. C., & Melo, M. (2021). Redução na Hospitalização e Aumento na Mortalidade por Doenças Cardiovasculares durante a Pandemia da COVID-19 no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(3), 371-380.

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Normando, Paulo Garcia and Araujo-Filho, José de Arimatéia and Fonseca, Gabriela de Alcântara and Rodrigues, Rodrigo Elton Ferreira and Oliveira, Victor Agripino and Hajjar, Ludhmila Abrahão and Almeida, André Luiz Cerqueira and Bocchi, Edimar Alcides and Salemi, Vera Maria Cury and Melo, Marcelo. Redução na Hospitalização e Aumento na Mortalidade por Doenças Cardiovasculares durante a Pandemia da COVID-19 no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 371-380. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reducao-na-hospitalizacao-e-aumento-na-mortalidade-por-doencas-cardiovasculares-durante-a-pandemia-da-covid-19-no-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Schtruk LE, Miranda J, Salles V, Sales A, Lobbe L, Cavalcante V, Reis E, et al. Infecção por COVID-19 em Transplante de Coração: Relatos de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):574-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Schtruk, Ligia Espinoso; Miranda, Jacqueline; Salles, Vitor; Sales, Ana; Lobbe, Luciana; Cavalcante, Vaisnava; Reis, Elisangela; Kugel, Sharon; Marques, Bruno; Carvalho, Gabrielle; Maia, Ruth; Reis, Filipe Oliveira dos; Rodrigues, Danielle. Infecção por COVID-19 em Transplante de Coração: Relatos de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 574-578, set. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Schtruk, L. E., Miranda, J., Salles, V., Sales, A., Lobbe, L., Cavalcante, V., Reis, E., Kugel, S., Marques, B., Carvalho, G., Maia, R., Reis, F. O. , & Rodrigues, D. (2020). Infecção por COVID-19 em Transplante de Coração: Relatos de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 574-578.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Schtruk, Ligia Espinoso and Miranda, Jacqueline and Salles, Vitor and Sales, Ana and Lobbe, Luciana and Cavalcante, Vaisnava and Reis, Elisangela and Kugel, Sharon and Marques, Bruno and Carvalho, Gabrielle and Maia, Ruth and Reis, Filipe Oliveira dos and Rodrigues, Danielle. Infecção por COVID-19 em Transplante de Coração: Relatos de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 574-578. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/infeccao-por-covid-19-em-transplante-de-coracao-relatos-de-caso/>. ISSN 0066-782X

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Souza CDF, Leal TC, Santos LG. A Existência Prévia de Doenças do Aparelho Circulatório Acelera a Mortalidade por COVID-19?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(1):146-7.

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Souza, Carlos Dornels Freire de; Leal, Thiago Cavalcanti; Santos, Lucas Gomes. A Existência Prévia de Doenças do Aparelho Circulatório Acelera a Mortalidade por COVID-19?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 1, p. 146-147, ago. 2020.

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Souza, C. D. F. , Leal, T. C., & Santos, L. G. (2020). A Existência Prévia de Doenças do Aparelho Circulatório Acelera a Mortalidade por COVID-19?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(1), 146-147.

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Souza, Carlos Dornels Freire de and Leal, Thiago Cavalcanti and Santos, Lucas Gomes. A Existência Prévia de Doenças do Aparelho Circulatório Acelera a Mortalidade por COVID-19?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 146-147. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-existencia-previa-de-doencas-do-aparelho-circulatorio-acelera-a-mortalidade-por-covid-19/>. ISSN 0066-782X

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Lamas CC. Endocardite Infecciosa: Ainda uma Doença Mortal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(1):9-11.

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Lamas, C. C. (2020). Endocardite Infecciosa: Ainda uma Doença Mortal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(1), 9-11.

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Lamas, Cristiane da Cruz. Endocardite Infecciosa: Ainda uma Doença Mortal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 9-11. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/endocardite-infecciosa-ainda-uma-doenca-mortal/>. ISSN 0066-782X

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Marques A, Cruz I, Caldeira D, Alegria S, Gomes AC, Broa AL, João I, et al. Fatores de Risco para Mortalidade Hospitalar na Endocardite Infecciosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;114(1):1-8.

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Marques, Ana; Cruz, Inês; Caldeira, Daniel; Alegria, Sofia; Gomes, Ana Catarina; Broa, Ana Luísa; João, Isabel; Pereira, Hélder. Fatores de Risco para Mortalidade Hospitalar na Endocardite Infecciosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 1, p. 1-8, nov. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Marques, A., Cruz, I., Caldeira, D., Alegria, S., Gomes, A. C., Broa, A. L., João, I., & Pereira, H. (2019). Fatores de Risco para Mortalidade Hospitalar na Endocardite Infecciosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(1), 1-8.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Marques, Ana and Cruz, Inês and Caldeira, Daniel and Alegria, Sofia and Gomes, Ana Catarina and Broa, Ana Luísa and João, Isabel and Pereira, Hélder. Fatores de Risco para Mortalidade Hospitalar na Endocardite Infecciosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 114, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 1-8. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fatores-de-risco-para-mortalidade-hospitalar-na-endocardite-infecciosa/>. ISSN 0066-782X

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