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  2. Palavra-chave: Análise de Onda de Pulso
Avaliação da Velocidade da Onda de Pulso por Meio de Ecocardiografia Transtorácica em Crianças com Válvula Aórtica Bicúspide
ABC
Artigo Original

Avaliação da Velocidade da Onda de Pulso por Meio de Ecocardiografia Transtorácica em Crianças com Válvula Aórtica Bicúspide

Kerem Ertaş et al. Özlem Gül

Resumo

Fundamento

O aumento da rigidez aórtica em pacientes com válvula aórtica bicúspide (VAB) pode afetar significativamente a morbidade e a mortalidade.

Objetivo

Nosso objetivo foi avaliar as propriedades de elasticidade da aorta e a usabilidade da nova técnica, medindo a velocidade da onda de pulso (VOP) com um dispositivo de ecocardiografia transtorácica em pacientes com VAB.

Métodos

Cinquenta pacientes com VAB e 50 crianças saudáveis com características demográficas semelhantes foram incluídos neste estudo. Os pacientes com VAB foram agrupados de acordo com a morfologia das cúspides fundidas. A função valvar era normal ou quase normal nos pacientes com VAB incluídos no estudo. A função ventricular esquerda, o diâmetro da raiz da aorta e as características de elasticidade da aorta de todos os pacientes foram avaliadas. Um valor p <0,05 foi considerado significativo.

Resultados

A VOP foi significativamente maior no grupo com VAB (p=0,000). Os parâmetros de elasticidade aórtica obtidos a partir dos diâmetros da aorta ascendente foram semelhantes entre os grupos. Os diâmetros da aorta ascendente foram significativamente maiores no grupo com VAB. Houve correlação entre a VOP, o diâmetro da aorta ascendente, a vena contracta na regurgitação aórtica e a velocidade de pico aórtica. Os valores alfa de confiabilidade interobservador e intraobservador da VOP foram de 0,92 e 0,84, respectivamente.

Conclusões

No grupo pediátrico com VAB e função valvar normal ou quase normal, embora os parâmetros de elasticidade aórtica fossem normais com as medidas convencionais baseadas nos diâmetros da aorta ascendente, as medidas de VOP com o mesmo dispositivo foram significativamente maiores, sem a necessidade de um aparelho ou programa adicional, e a rigidez aórtica aumentou no grupo com VAB. A medição da VOP por ecocardiografia é uma técnica confiável e reprodutível.

  • Análise de Onda de Pulso
  • Criança
  • Doença da Válvula Aórtica Bicúspide
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12/06/2026 DOI: 10.36660/abc.20250560 Visualizações 1
A Administração Oral de Nitrito a Curto Prazo Diminui a Rigidez Arterial em Ratos Wistar Treinados e Sedentários
ABC
Artigo Original

A Administração Oral de Nitrito a Curto Prazo Diminui a Rigidez Arterial em Ratos Wistar Treinados e Sedentários

Thiago Pereira Souza et al. Lidieli Pazin Tardelli Rafael Antunes Nicoletti André Mourão Jacomini … Gabriel Francisco de Mello Martins Lucas Cézar Pinheiro José Eduardo Tanus-Santos Sandra Lia do Amaral Anderson Saranz Zago

Resumo

Fundamento

O óxido nítrico (NO) desempenha um papel importante na regulação da pressão arterial (PA), atuando diretamente na resistência vascular periférica por meio da vasodilatação. O treinamento físico (via eNOS/NO) e a ingestão de nitrito foram considerados os principais estímulos para o aumento do NO.

Objetivo

No presente estudo, examinamos os efeitos da administração oral de nitrito e do treinamento com exercícios aeróbicos sobre a PA e rigidez arterial de ratos Wistar.

Métodos

Trinta e nove (39) ratos Wistar machos jovens foram divididos nos seguintes grupos (n=9 ou 10 por grupo): Sedentário-Controle (SC), Sedentário-Nitrito (SN), Treinado-Controle (TC) e Treinado-Nitrito (TN). Eles foram submetidos a treinamento físico aeróbico em esteiras por 8 semanas (50-60% da capacidade física, 1h/dia, 5 dias/semana) ou mantidos sedentários. Nos últimos 6 dias de treinamento, nitrito foi administrado oralmente (15 mg/Kg por gavagem). A PA, a rigidez arterial e as concentrações plasmáticas e teciduais de nitrito foram avaliadas após o treinamento e o período de administração oral de nitrito. O nível de significância foi definido como p < 0,05.

Resultados

A administração oral de nitrito foi eficaz na redução dos valores de rigidez arterial (TN, -23%; e SN, -15%). Ambos os grupos que tiveram apenas um tipo de intervenção apresentaram PA sistólica menor em comparação com o controle (TC vs. SC, -14,23; e SN vs. SC, – 12,46).

Conclusão

Assim, concluímos que a administração oral de curta duração (6 dias), associada a um programa de treinamento físico aeróbico promovem diversos benefícios hemodinâmicos em ratos Wistar machos, como melhorias na rigidez arterial e na PA. Essas respostas sugerem que o treinamento físico e a suplementação de nitrito de sódio podem ser alternativas satisfatórias para a prevenção e tratamento da hipertensão.

  • Análise de Onda de Pulso
  • Exercício Físico
  • Hipertensão
  • Nitritos
  • Óxido Nítrico
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13/12/2024 DOI: 10.36660/abc.20230783 Visualizações 1
ABC
Editorial

Velocidade de Onda de Pulso: Chegou a Hora de Reduzir o Ponto de Corte?

Marcelo Antônio Oliveira Santos-Veloso

Hipertensão arterial sistêmica (HAS) é a doença crônica não transmissível mais prevalente no Brasil, comumente agravada por distúrbios metabólicos, tais como diabetes mellitus, dislipidemia e obesidade. Devido ao seu curso silencioso, a pesquisa de lesões subclínicas em estágios iniciais é essencial para instituir medidas de prevenção de complicações cardiovasculares. A identificação de risco com marcadores sensíveis possibilita terapêutica precoce, reduzindo a morbimortalidade associada às doenças cardiovasculares.

A velocidade de onda de pulso (VOP) é considerada o padrão-ouro para identificação de arteriosclerose. Há relação de dose-resposta entre o aumento da VOP e ocorrência de desfechos cardiovasculares maiores, como síndrome coronariana aguda, síndromes cerebrovasculares e morte.

[…]

  • Análise de Onda de Pulso
  • Hipertensão
  • Técnicas de Diagnóstico Cardiovascular
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30/10/2023 DOI: 10.36660/abc.20230666 Visualizações 2
Velocidade de Onda de Pulso de 8,2m/s como Limiar Associado à Presença de Lesão de Órgão Alvo Cardiovascular
ABC
Artigo Original

Velocidade de Onda de Pulso de 8,2m/s como Limiar Associado à Presença de Lesão de Órgão Alvo Cardiovascular

Sayuri Inuzuka et al. Priscila Valverde de Oliveria Vitorino Adriana Sebba Barroso Fabrício Galdino Magalhães … Andrea Cristina Sousa Robson Pierre Pacífico Alves Filho Victoria Alves Melo Luiz Fernando de Oliveira Ana Luiza Lima Sousa Paulo Cesar B. Veiga Jardim Antonio Coca Weimar Kunz Sebba Barroso

Resumo

Fundamento

Estudos prévios estabeleceram valores de normalidade e de referência da Velocidade de Onda de Pulso (VOP). Porém, qual valor de VOP que apresenta a associação mais forte com biomarcadores cardiovasculares ainda é pouco conhecido.

Objetivo

Identificar o valor de VOP com maior possibilidade de estar associado com hipertrofia ventricular esquerda (HVE), aumento da espessura íntima-média carotídea (EIMC), e presença de placas carotídeas em pacientes hipertensos.

Métodos

Este é um estudo transversal de 119 pacientes. Análise de curvas características de operação do receptor (ROC) foi realizada para cada biomarcador cardiovascular. A diferença estatística foi estabelecida em p<0,05.

Resultados

Segundo análises das curvas ROC, valores de VOP de 8,1m/s para HVE, 8,2m/s para EMIC aumentada e 8,7m/s para a presença de placa carotídea foram encontrados, respectivamente. O valor de VOP de 8,2m/s foi definido como melhor o parâmetro para encontrar os três biomarcadores de LOA. A VOP acima de 8,2m/s associou-se ao aumento da EMIC (p = 0,004), à presença de placas carotídeas (p = 0,003) e à HVE (p < 0,001). A VOP acima de 8,2m/s apresentou maior sensibilidade para EMIC aumentada (AUC = 0,678, sensibilidade 62,2), HVE (AUC = 0,717, sensibilidade 87,2), e presença de placas (AUC = 0,649, sensibilidade 74,51) na análise das curvas ROC.

Conclusão

O valor de 8,2m/s de VOP foi mais sensível em identificar, precocemente, a existência de biomarcadores cardiovasculares de LOA.

  • Análise de Onda de Pulso
  • Hipertensão
  • Pressão Arterial
  • Rigidez Vascular
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30/10/2023 DOI: 10.36660/abc.20220934 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Escore SAGE em Normotensos e Pré-Hipertensos: Uma Prova de Conceito

Rayne Ramos Fagundes Rigonatto et al. Priscila Valverde Oliveira Vitorino Adriana Camargo Oliveira Ana Luiza Lima Sousa … Paulo César Brandão Veiga Jardim Pedro Miguel Guimarães Marques Cunha Eduardo Costa Duarte Barbosa Panagiotis Xaplanteris Charalambos Vlachopoulos Weimar Kunz Sebba Barroso

Resumo

Fundamento

O SAGE foi desenvolvido para identificar hipertensos com chance de velocidade de onda de pulso (VOP) aumentada. Até o momento, as publicações do escore foram em hipertensos.

Objetivo

Verificar a capacidade do SAGE de identificar os normotensos ou pré-hipertensos com chance de aumento da VOP.

Métodos

Transversal retrospectivo, incluiu exames de normotensos e pré-hipertensos que realizaram a medida central da pressão arterial e apresentavam os parâmetros para o cálculo do escore. Para cada pontuação do escore, foi analisada a sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo e negativo utilizando como ponto de corte para o diagnóstico positivo VOP ≥ 10m/s, ≥9,08 m/s (percentil 75) e ≥7,30 m/s (percentil 50). Um valor de p<0,05 foi adotado como estatisticamente significante.

Resultados

A amostra foi de 100 participantes normotensos ou pré-hipertensos, com média (DP) de 52,64 (14,94) anos e VOP mediana de 7,30 m/s (6,03 – 9,08). O SAGE apresentou correlação com idade (r=0,938, p<0,001), glicemia (r=0,366, p<0,001) e taxa de filtração de glomerular (r=-0,658, p<0,001). A área sob a curva ROC foi de 0,968 (p<0,001) para VOP≥10 m/s, 0,977 (p<0,001) para VOP≥9,08 m/s e 0,967 (p<0,001) para VOP≥7,30 m/s. O escore 7 apresentou especificidade de 95,40% e sensibilidade de 100% para VOP≥10 m/s. O ponto de corte seria cinco para VOP≥9,08 m/s (s=96,00%, e= 94,70%), e dois para VOP≥7,30 m/s.

Conclusão

O SAGE foi capaz de identificar indivíduos com maior chance de apresentar rigidez arterial, utilizando diferentes pontos de corte de VOP. Entretanto, o desenvolvimento de um escore específico para normontensos e pré-hipertensos faz-se necessário.

  • Análise de Onda de Pulso
  • Biomarcadores
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • Rigidez Vascular
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27/02/2023 DOI: 10.36660/abc.20220291 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Revisão

Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial

Adriana Camargo Oliveira et al. Pedro Miguel Guimarães Marques Cunha Priscila Valverde de Oliveria Vitorino Ana Luiza Lima Souza … Gilcimar Divino Deus Audes Feitosa Eduardo Costa Duarte Barbosa Marco Mota Gomes Paulo Cesar B. Veiga Jardim Weimar Kunz Sebba Barroso

Resumo

O envelhecimento biológico é reflexo da interação entre genética, idade cronológica e fatores externos; é a base para novos conceitos em envelhecimento vascular, cuja progressão é determinada pela diferença entre idade biológica e cronológica. Do ponto de vista estrutural, os efeitos do envelhecimento vascular são mais evidentes na camada média das grandes artérias elásticas e resultam em aumento da rigidez arterial, da dilatação do lúmen e da espessura da parede. Esses efeitos são descritos no continuum de envelhecimento cardiovascular (proposto por Dzau em 2010) em que as etapas progressivas de lesões da microvasculatura de coração, rins e cérebro, têm início a partir do processo de envelhecimento. O aumento da rigidez arterial pode ser verificado de forma não invasiva por vários métodos. Os eventos cardiovasculares têm sido tradicionalmente previstos utilizando escores que combinam fatores de risco convencionais para aterosclerose. No continuum cardiovascular clássico (Dzau, 2006), é desafiador avaliar o peso exato da contribuição de cada fator de risco; entretanto, por refletir o dano precoce e cumulativo desses fatores de riscos cardiovascular, a rigidez arterial reflete o verdadeiro dano à parede arterial. Este artigo fornece uma visão geral dos mecanismos da fisiopatogenia, alterações estruturais das artérias e consequências hemodinâmicas do envelhecimento arterial; métodos não invasivos para a avaliação da rigidez arterial e da medida central da pressão arterial; o continuum de envelhecimento cardiovascular, e aplicação do conceito de rigidez arterial na estratificação de risco cardiovascular.

  • Análise de Onda de Pulso
  • Fatores de Risco de Doenças Cardíacas
  • Hipertensão
  • Remodelação Vascular
  • Rigidez Vascular
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21/10/2022 DOI: 10.36660/abc.20210708 Visualizações 2
ABC
Editorial

Circunferência da Cintura: Um Parâmetro Desfavorável para a Saúde Vascular

Erika Maria Gonçalves Campana et al. Andréa Araujo Brandão

A obesidade tem papel central nas doenças crônicas não transmissíveis, pela sua alta prevalência e forte relação com fatores de risco como hipertensão arterial (HA), dislipidemia, diabetes mellitus, e com morbidade e mortalidade. Em especial, a obesidade abdominal tem sido reconhecida como um fator de risco emergente para um status inflamatório e pro-trombótico que se associa a aumento da prevalência de HA e do risco de eventos cardiovasculares (CV). Esses dados são de importância fundamental em um cenário de prevalência crescente de obesidade em adultos bem como entre crianças e adolescentes., Resultados do Estudo do Rio de Janeiro mostraram associação desfavorável entre níveis elevados da pressão arterial (PA) e excesso de peso em adolescentes e maiores valores de PA e de variáveis antropométricas e metabólicas na fase adulta jovem.

Nos últimos anos, o entendimento do continuum CV tem evoluído e a doença CV tem sido vista no contexto do dano vascular. Nesse, a disfunção endotelial, que resulta na doença aterosclerótica e suas complicações, envolve a camada média das grandes artérias, acometida por um processo de envelhecimento acelerado do vaso, resultando em rigidez arterial mais precoce e arteriosclerose, o que contribui para a morbidade e mortalidade CV.–

[…]

  • Análise de Onda de Pulso
  • Aterosclerose
  • Avaliação de Resultados (Cuidados de Saúde)
  • Circunferência da Cintura
  • Dislipidemias
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Pressão Arterial
  • Rigidez Vascular
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05/08/2022 DOI: 10.36660/abc.20220508
ABC
Artigo Original

Correlação entre a Circunferência de Cintura e Medidas Centrais da Pressão Arterial

Gilberto Campos Guimarães Filho et al. Lucas Tavares Silva Ruth Mellina Castro e Silva

Resumo

Fundamento:

A rigidez arterial é um forte preditor de doença cardiovascular (DCV). Medidas de gordura corporal, como a circunferência da cintura (CC), têm sido associadas à DCV na idade adulta.

Objetivos:

O objetivo deste estudo foi avaliar a associação da rigidez arterial, medida por tonometria de aplanação-Sphygmocor, com a CC.

Métodos:

Estudo observacional com 240 participantes que fazem consultas de rotina no ambulatório de clínica médica de um hospital universitário. Os participantes foram entrevistados e tiveram as medidas centrais da pressão arterial (MCPA), parâmetros antropométricos, gordura abdominal e gordura visceral mensurados. Foram u tilizados os testes t pareado e não pareado e qui-quadrado. Foi a dotado nível de significância de 5%.

Resultados:

Dos 240 participantes, 51,82% era do sexo masculino com idade média de 59,71(±14,81) anos e CC média de 99,87 (±11,54) cm. Os valores médios das MCPA foram: Pressão arterial central (PAC) = 130,23 (91-223) mmHg, velocidade de onda de pulso (VOP) = 9,8 (5,28-19,6)m/s e Augmentation Index [Índice de amplificação (AI)] = 29,45 (-14-60). A VOP e a PAC foram altamente correlacionadas com uma CC com p<0,001 e p=0,02, respectivamente; porém, a mesma correlação positiva não foi encontrada entre a CC e o AI (p=0,06).

Conclusão:

O presente estudo mostrou uma associação positiva entre a CC e a rigidez arterial, através da velocidade de onda de pulso carotídeo femoral (VOP-cf) e o AI, sendo mais forte com a VOP-cf, sugerindo a avaliação do efeito da CC na saúde vascular como método de auxílio no tratamento precoce das DCV e na prevenção de desfechos clínicos.

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  • Circunferência da Cintura
  • Doenças Cardiovasculares
  • Pressão Arterial
  • Rigidez Vascular
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03/06/2022 DOI: 10.36660/abc.20210432
Figura 1
ABC
Artigo Original

Alterações da Rigidez Arterial em Pacientes com Estenose Aórtica Grave Submetidos à Cirurgia de Troca Valvar

Renata Raimundo et al. Francisca Saraiva Raquel Moreira Soraia Moreira … Ana Filipa Ferreira Rui J. Cerqueira Mario Jorge Amorim Paulo Pinho António Sousa Barros André P. Lourenço Adelino Leite-Moreira

Resumo

Fundamento:

Pouco se sabe sobre o impacto da estenose aórtica (EA) grave na rigidez aórtica e se ocorre alguma alteração após a remoção da barreira de EA com a cirurgia de substituição da válvula aórtica (SVA).

Objetivo:

Estimar as mudanças na velocidade de onda de pulso carotídeo-femoral (VOP) após a cirurgia de SVA e definir os preditores de VOP alta em pacientes com EA grave.

Métodos:

Estudo de coorte retrospectivo unicêntrico, incluindo pacientes com EA grave submetidos à cirurgia de SVA com bioprótese, entre fevereiro de 2017 e janeiro de 2019, e medições da VOP (Complior®) antes e depois do procedimento (2±1 meses). Antes e depois da SVA, os valores da VOP foram comparados por meio de testes pareados. foram analisadas as associações de VOP com dados clínicos, bem como aplicados modelos de regressão linear multivariada para estimar os preditores independentes da VOP pré- e pós-operatória. O nível de significância foi estabelecido em 5%.

Resultados:

Foram incluídos na amostra 150 pacientes, com média de idade de 72±8 anos, sendo 51% deles do sexo masculino. Identificamos um aumento estatisticamente significativo nos valores de VOP após a cirurgia (9,0 ± 2,1 m/s vs. 9,9 ± 2,2, p<0,001, antes e depois da SVA, respectivamente) e uma associação inversa com as variáveis de gravidade da EA. No modelo de regressão linear multivariada, idade e pressão arterial sistólica (PAS) foram estabelecidas como preditores independentes da VOP pré- e pós-operatória mais alta, enquanto o gradiente valvar médio mais alto foi considerado um determinante da VOP pré-SVA mais baixa.

Conclusão:

Identificamos uma correlação inversa da rigidez arterial com a gravidade da EA em pacientes acometidos, e um aumento significativo nos valores da VOP após a cirurgia de SVA. Idade avançada e PAS elevada foram associadas a valores mais altos da VOP, embora as medidas de função arterial estivessem dentro da normalidade. (Arq Bras Cardiol. 2021; 116(3):475-476)

  • Análise de Onda de Pulso
  • Estenose da valva aórtica / cirurgia
  • Substituição da Valva Aórtica/métodos
  • Valva Aórtica/cirurgia
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23/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20190577
ABC
Editorial

Mudanças Posturais e suas Influencias no Comportamento Funcional de Grandes Artérias

Luiz Aparecido Bortolotto

As grandes artérias, sobretudo a aorta, tem reconhecidamente um grande papel na condução do fluxo sanguíneo tanto durante a ejeção ventricular quanto durante a diástole, permitindo suprir a demanda exigida pelos órgãos. Além disso, a função de amortecimento exercida pela aorta tem papel fundamental na hermodinâmica central, proporcionando um acoplamento ventrículo-arterial adequado durante o ciclo cardíaco. A perda desta função por aumento da rigidez arterial tem participação no desenvolvimento de hipertensão arterial e hipertrofia ventricular esquerda, e tem sido associada ao desenvolvimento de aterosclerose e isquemia miocárdica. Métodos não invasivos de avaliação da função de grandes artérias, como a medida da velocidade de onda de pulso (VOP ), tem permitido o melhor entendimento das correlações da rigidez arterial com as doenças cardiovasculares, e têm sido usados como marcadores prognósticos em diferentes populações. No entanto, por limitações metodológicas, todos os estudos têm sido realizados na posição supina, e não se avaliou o impacto das mudanças de postura, sobretudo da ortostase, sobre estas propriedades vasculares. Assim, o estudo de Elias Neto et al., publicado nesta edição, por ser o primeiro a avaliar o efeito da ortostase sobre as propriedades funcionais da aorta em indivíduos normotensos e hipertensos não tratados pela medida da VOP aórtica em humanos, traz importantes informações para o entendimento do papel destas propriedades na adaptação fisiológica da hemodinâmica central frente às ações da gravidade. Os autores avaliaram quase 100 indivíduos sem doenças cardiovasculares evidentes pela medida da VOP carótido-femural realizada na posição supina e na posição ortostática após o teste de inclinação a 70(o), e demonstraram um aumento significativo e sustentado da VOP durante todo o teste de inclinação, tanto em indivíduos jovens quanto em indivíduos mais idosos. Um dado interessante é que, embora houvesse uma relação direta e significativa entre os valores de VOP basais e após ortostase com a pressão arterial sistólica (PAS), a PAS manteve-se inalterada ou teve um ligeiro decréscimo durante a inclinação, e portanto o aumento da VOP durante a inclinação ocorreu por outros mecanismos de adaptação circulatória, incluindo um aumento da resistência arterial periférica (sugerido indiretamente pelo aumento da PA média observada) e de alterações da dinâmica circulatória promovidas pela força gravitacional, que estão relacionadas às características estruturais e geométricas diferenciais da aorta durante todo seu trajeto. Em um estudo com número menor de indivíduos e outra metodologia para avaliação da VOP , os autores também evidenciaram aumento da VOP com inclinação, e atribuíram este aumento à uma elevação da pressão hidrostática e maior atividade simpática.

Pela ação gravitacional o fluxo sanguíneo aumenta nos segmentos arteriais mais distais que possuem raios menores e menor elasticidade, ocasionando aumento da VOP e também da PA nos territórios infradiafragmáticos. A consequência deste aumento na VOP carótido-femural seria a precocidade do retorno da onda retrógrada ao coração, aumentando a pressão de pulso na raiz da aorta, o que poderia contribuir para manter um fluxo sanguíneo cerebral mais adequado com a posição bípede assumida pelos humanos. É interessante observar que este mesmo mecanismo de precocidade da onda refletida na raiz de aorta é um dos principais responsáveis pelo aumento da PAS do indivíduo idoso, em consequência do aumento da rigidez arterial observado com o envelhecimento. Avaliando os resultados do estudo de Elias Neto et al., a VOP dos indivíduos jovens após ortostase teve valores semelhantes aos encontrados nos idosos em posição dorsal, corroborando o papel da VOP aumentada com aumento da onda retrógrada na adaptação do indivíduo à posição ortostática.

[…]

  • Análise de Onda de Pulso
  • Aorta/fisiopatologia
  • envelhecimento
  • Fluxo Sanguíneo
  • Gravitação
  • Hipertensão
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
  • Posição Ortostática
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02/12/2019 DOI: 10.36660/abc.20190691 Visualizações 2
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ABC
Artigo Original

Gravidade Influencia o Comportamento Funcional das Grandes Artérias Durante a Ortostase

Jorge Elias Neto et al. Albano Ferreira Guilherme Futuro Luiz Carlos dos Santos … Nevelton Heringer Filho Fernando Gomes Jose Geraldo Mill

Resumo

Fundamento:

A redução da complacência arterial tem sido associada ao envelhecimento e à hipertensão na postura supina. Entretanto, os efeitos dinâmicos do ortostatismo na distensibilidade aórtica não foram definidos.

Objetivo:

Determinar a influência ortostática e a interferência da idade, pressão arterial (PA) e frequência cardíaca (FC) sobre as grandes artérias durante o estresse gravitacional.

Métodos:

Noventa e três voluntários saudáveis (idade de 42 ± 16 anos). A velocidade da onda de pulso carotídeo-femoral (VOP), assumida como rigidez aórtica, foi avaliada na posição supina (fase basal) durante o teste de inclinação (TT) (fase ortostática) e após o retorno à posição supina (fase de recuperação). Simultaneamente à aquisição da PWV, registrou-se as medidas de PA e FC.

Resultados:

A VOP durante o TT aumentou significativamente em comparação com as fases basal e de recuperação (11,7 ± 2,5 m/s vs. 10,1 ± 2,3 m/se 9,5 ± 2,0 m/s). PA sistólica (r = 0,55, r = 0,46 e r = 0,39) e idade (r = 0,59, r = 0,63 e r = 0,39) correlacionaram-se com a VOP em todas as fases. O nível de significância para todos os testes foi estabelecido como = 0,05.

Conclusão:

Observou-se um aumento permanente da VOP durante a postura ortostática, que retornou ao nível basal na fase de recuperação. Esse padrão dinâmico de resposta da VOP, durante as alterações posturais, pode ser explicado pelo aumento da pressão hidrostática no nível da aorta abdominal que, com raio menor e aumento do módulo de elasticidade, propaga o pulso de maneira mais rápida. Considerando-se que poderia aumentar a reflexão do pulso central durante a posição ortostática, podemos especular que esse mecanismo pode desempenhar um papel na adaptação global do humano ao estresse gravitacional.

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09/09/2019 DOI: 10.5935/abc.20190182 Visualizações 1
Figura 1
IJCS
Original Article

Avaliação da Medida Central da Pressão e Rigidez Arterial em Participantes de Caminhada de Longa Distância

Edison Nunes Pereira et al. Priscila Valverde de Oliveira Vitorino Weimar Kunz Sebba Barroso de Souza Mariana Cardoso Pinheiro … Ana Luiza Lima Sousa Paulo Cesar Brandão Veiga Jardim Jeeziane Marcelino Rezende Antonio Coca

Resumo

Fundamento:

A Caminhada Ecológica que ocorre anualmente no Brasil, é um evento único por sua distância (310 Km) e dinâmica de realização (média de 62 km/dia por 5 dias, com ritmo médio de 7,6 km/h). Embora os efeitos benéficos de exercícios de intensidade moderada sejam bem conhecidos, os efeitos do exercício intenso e de longa duração ainda requerem estudo.

Objetivo:

Avaliar os efeitos da modalidade mista caminhada/corrida em vários parâmetros de pressão arterial (PA) 30 dias antes (A0) do evento, e ao final dos dias 2 (A2), 3 (A3) e 4 (A4) da caminhada.

Métodos:

Foram medidas PA sistólica e diastólica central (cPAS e cPAD, respectivamente), PA sistólica e diastólica periférica (pPAS e pPAD, respectivamente), pressão de pulso central (cPP), pressão de pulso periférica (pPP), pressão de pulso amplificada (aPP), augmentation index ajustado (AIx75%) e velocidade da onda de pulso (VOP) com Mobil-O-Graph® (IEM, Stolberg, Alemanha) em 25 atletas do sexo masculino (idade média, 45,3 ± 9,1 anos). Foi considerado significativo valor de p < 0,05.

Resultados:

Houve redução de cPAS de A0 para A2 (109,5 para 118,1 mmHg) e de A0 para A3 (109,5 para 102,5 mmHg); redução de pPP de A0 para A2 (49,2 para 38,2 mmHg) e de A0 para A4 (49,2 para 41,2 mmHg); redução de aPP de A0 para A1 (15,6 para 9,5 mmHg), de A0 para A2 (15,6 para 8,0 mmHg) e de A0 para A3 (15,6 para 11,2 mmHg). VOP correlacionou-se com idade.

Conclusões:

A PA caiu nos primeiros dias da caminhada de longa distância, retornando a níveis próximos aos basais no final, e a VOP correlacionou-se fortemente com idade. Esse tipo de exercício promove efeitos na PA e na VOP similares aos vistos em esportes de longa duração e alta intensidade. Tais mudanças em indivíduos saudáveis e treinados não parecem aumentar os riscos cardiovasculares. Este foi o primeiro estudo a avaliar os efeitos desse tipo de exercício no sistema cardiovascular.

  • Análise de Onda de Pulso
  • Caminhada
  • Exercício
  • Hipertensão
  • Pressão Arterial
  • Rigidez Vascular
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21/09/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170076 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Review Article

Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial

Luana de Rezende Mikael et al. Anelise Machado Gomes de Paiva Marco Mota Gomes Ana Luiza Lima Sousa … Paulo César Brandão Veiga Jardim Priscila Valverde de Oliveira Vitorino Maicon Borges Euzébio Wátila de Moura Sousa Weimar Kunz Sebba Barroso

Resumo

As doenças cardiovasculares são anualmente responsáveis por quase um terço do total de mortes no mundo. Dentre elas, a hipertensão arterial sistêmica (HAS) está relacionada com mais da metade desses desfechos. O diabetes mellitus tipo 2 é visto com um fator de risco independente para HAS por causar lesões funcionais e estruturais na parede arterial, ocasionando-lhe enrijecimento. Diversos estudos relacionam o stress oxidativo, a produção de radicais livres, as alterações neuroendócrinas e genéticas com a fisiopatogenia do envelhecimento vascular. Formas indiretas para analisar esse processo de envelhecimento têm sido amplamente estudadas, dentre elas, a velocidade de onda de pulso (VOP) é vista como o padrão-ouro para avaliar a rigidez arterial por existir maior número de evidências epidemiológicas do seu valor preditivo para eventos cardiovasculares além de requerer pouco conhecimento técnico para sua realização. A onda de pulso é gerada durante cada contração cardíaca e percorre o leito arterial até encontrar resistência periférica ou algum ponto de bifurcação, ocasionando o surgimento de uma onda refletida. Em indivíduos jovens, as artérias tendem a ser mais elásticas, em consequência, a onda é refletida mais tardiamente no ciclo cardíaco e atinge o coração no momento da diástole, enquanto nos mais velhos, com reflexão mais precoce da onda, tende a acontecer na sístole. Por ser a VOP um importante biomarcador de dano vascular, de grande valia para a determinação do risco global cardiovascular do paciente, optamos por revisar os artigos referentes ao envelhecimento vascular no contexto dos fatores de risco cardiovasculares e as ferramentas disponíveis para a identificação precoce desse dano.

  • Análise de Onda de Pulso
  • Pressão Arterial
  • Remodelação Vascular
  • Rigidez Vascular
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29/06/2017 DOI: 10.5935/abc.20170091 Visualizações 2
ABC
Artigo de Pesquisa

Determinantes das Propriedades Funcionais e Estruturais de Grandes Artérias em Indivíduos Saudáveis

Elaine Cristina Tolezani et al. Valéria Costa-Hong Gustavo Correia Alfredo José Mansur … Luciano Ferreira Drager Luiz Aparecido Bortolotto

Fundamento:

Alterações das propriedades de grandes artérias são correlacionadas a maior risco cardiovascular. Recentes diretrizes incluem a avaliação dessas propriedades para detecção de doença subclínica. O estabelecimento de valores de referência dos métodos para essa avaliação e de determinantes dos parâmetros arteriais e suas correlações em indivíduos saudáveis é importante para a estratificação dos pacientes.

Objetivo:

Avaliar, em adultos saudáveis, a distribuição dos valores de velocidade de onda de pulso e de diâmetro, espessura íntima-média e distensão relativa da artéria carótida, além de avaliar os determinantes demográficos e clínicos desses parâmetros e suas correlações.

Métodos:

Foram avaliados 210 indivíduos (54% mulheres; idade média, 44 ± 13 anos) sem evidência de doença cardiovascular. A velocidade de onda de pulso carótida-femoral foi medida com o aparelho Complior®. Propriedades funcionais e estruturais da carótida foram avaliadas por ultrassom de radiofrequência.

Resultados:

As seguintes médias foram obtidas: velocidade de onda de pulso, 8,7 ± 1,5 m/s; diâmetro, 6.707,9 ± 861,6 µm; espessura íntima-média, 601 ± 131 µm; distensão relativa, 5,3 ± 2,1%. Não houve diferenças significativas conforme sexo ou raça. Na análise de regressão logística linear múltipla, os fatores independentemente relacionados aos parâmetros vasculares foram: velocidade de onda de pulso, com idade (p < 0,01) e triglicérides (p = 0,02); espessura íntima-média, com idade (p < 0,01); diâmetro, com creatinina (p = 0,03) e idade (p = 0,02); distensão relativa, com idade (p < 0,01) e pressão arterial sistólica (p = 0,02) e diastólica (p = 0,01). A velocidade de onda de pulso apresentou correlação positiva com a espessura íntima-média (p < 0,01) e com a distensão relativa (p < 0,01), e o diâmetro, com a distensão (p = 0,03).

Conclusão:

Em indivíduos saudáveis, o principal fator relacionado à medida da rigidez aórtica foi a idade, enquanto que a idade e a pressão diastólica foram relacionadas com a medida funcional da carótida. A estrutura da carótida é diretamente relacionada à rigidez aórtica, que, por sua vez, é inversamente relacionada à capacidade funcional da carótida.

  • Análise de Onda de Pulso
  • Artérias
  • Espessura Íntima-Média Carotídea
  • Pressão Arterial
  • Rigidez Arterial
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29/08/2014 DOI: 10.5935/abc.20140124 Visualizações 1

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Ertaş K, Gül . Avaliação da Velocidade da Onda de Pulso por Meio de Ecocardiografia Transtorácica em Crianças com Válvula Aórtica Bicúspide. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(3):e20250560.

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Ertaş, Kerem; Gül, Özlem. Avaliação da Velocidade da Onda de Pulso por Meio de Ecocardiografia Transtorácica em Crianças com Válvula Aórtica Bicúspide. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 3, e20250560, jun. 2026.

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Ertaş, K., & Gül, (2026). Avaliação da Velocidade da Onda de Pulso por Meio de Ecocardiografia Transtorácica em Crianças com Válvula Aórtica Bicúspide. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(3), e20250560.

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Ertaş, Kerem and Gül, Özlem. Avaliação da Velocidade da Onda de Pulso por Meio de Ecocardiografia Transtorácica em Crianças com Válvula Aórtica Bicúspide. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 3, [citado 2026-10-14], e20250560. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-da-velocidade-da-onda-de-pulso-por-meio-de-ecocardiografia-transtoracica-em-criancas-com-valvula-aortica-bicuspide/>. ISSN 0066-782X

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Souza TP, Tardelli LP, Nicoletti RA, Jacomini AM, Martins GFM, Pinheiro LC, Tanus-Santos JE, et al. A Administração Oral de Nitrito a Curto Prazo Diminui a Rigidez Arterial em Ratos Wistar Treinados e Sedentários. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(12):e20230783.

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Souza, Thiago Pereira; Tardelli, Lidieli Pazin; Nicoletti, Rafael Antunes; Jacomini, André Mourão; Martins, Gabriel Francisco de Mello; Pinheiro, Lucas Cézar; Tanus-Santos, José Eduardo; Amaral, Sandra Lia do; Zago, Anderson Saranz. A Administração Oral de Nitrito a Curto Prazo Diminui a Rigidez Arterial em Ratos Wistar Treinados e Sedentários. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 12, e20230783, dez. 2024.

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Souza, T. P., Tardelli, L. P., Nicoletti, R. A., Jacomini, A. M., Martins, G. F. M., Pinheiro, L. C., Tanus-Santos, J. E., Amaral, S. L. , & Zago, A. S. (2024). A Administração Oral de Nitrito a Curto Prazo Diminui a Rigidez Arterial em Ratos Wistar Treinados e Sedentários. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(12), e20230783.

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Souza, Thiago Pereira and Tardelli, Lidieli Pazin and Nicoletti, Rafael Antunes and Jacomini, André Mourão and Martins, Gabriel Francisco de Mello and Pinheiro, Lucas Cézar and Tanus-Santos, José Eduardo and Amaral, Sandra Lia do and Zago, Anderson Saranz. A Administração Oral de Nitrito a Curto Prazo Diminui a Rigidez Arterial em Ratos Wistar Treinados e Sedentários. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 12, [citado 2026-10-14], e20230783. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-administracao-oral-de-nitrito-a-curto-prazo-diminui-a-rigidez-arterial-em-ratos-wistar-treinados-e-sedentarios/>. ISSN 0066-782X

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Santos-Veloso MAO. Velocidade de Onda de Pulso: Chegou a Hora de Reduzir o Ponto de Corte?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(10):e20230666.

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Santos-Veloso, Marcelo Antônio Oliveira. Velocidade de Onda de Pulso: Chegou a Hora de Reduzir o Ponto de Corte?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 10, e20230666, out. 2023.

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Santos-Veloso, M. A. O. (2023). Velocidade de Onda de Pulso: Chegou a Hora de Reduzir o Ponto de Corte?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(10), e20230666.

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Santos-Veloso, Marcelo Antônio Oliveira. Velocidade de Onda de Pulso: Chegou a Hora de Reduzir o Ponto de Corte?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 10, [citado 2026-10-14], e20230666. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/velocidade-de-onda-de-pulso-chegou-a-hora-de-reduzir-o-ponto-de-corte/>. ISSN 0066-782X

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Inuzuka S, Vitorino PVO, Barroso AS, Magalhães FG, Sousa AC, Alves Filho RPP, Melo VA, et al. Velocidade de Onda de Pulso de 8,2m/s como Limiar Associado à Presença de Lesão de Órgão Alvo Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(10):e20220934.

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Inuzuka, Sayuri; Vitorino, Priscila Valverde de Oliveria; Barroso, Adriana Sebba; Magalhães, Fabrício Galdino; Sousa, Andrea Cristina; Alves Filho, Robson Pierre Pacífico; Melo, Victoria Alves; Oliveira, Luiz Fernando de; Sousa, Ana Luiza Lima; Jardim, Paulo Cesar B. Veiga; Coca, Antonio; Barroso, Weimar Kunz Sebba. Velocidade de Onda de Pulso de 8,2m/s como Limiar Associado à Presença de Lesão de Órgão Alvo Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 10, e20220934, out. 2023.

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Inuzuka, S., Vitorino, P. V. O., Barroso, A. S., Magalhães, F. G., Sousa, A. C., Alves Filho, R. P. P., Melo, V. A., Oliveira, L. F. , Sousa, A. L. L., Jardim, P. C. B. V., Coca, A., & Barroso, W. K. S. (2023). Velocidade de Onda de Pulso de 8,2m/s como Limiar Associado à Presença de Lesão de Órgão Alvo Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(10), e20220934.

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Inuzuka, Sayuri and Vitorino, Priscila Valverde de Oliveria and Barroso, Adriana Sebba and Magalhães, Fabrício Galdino and Sousa, Andrea Cristina and Alves Filho, Robson Pierre Pacífico and Melo, Victoria Alves and Oliveira, Luiz Fernando de and Sousa, Ana Luiza Lima and Jardim, Paulo Cesar B. Veiga and Coca, Antonio and Barroso, Weimar Kunz Sebba. Velocidade de Onda de Pulso de 8,2m/s como Limiar Associado à Presença de Lesão de Órgão Alvo Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 10, [citado 2026-10-14], e20220934. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/velocidade-de-onda-de-pulso-de-82m-s-como-limiar-associado-a-presenca-de-lesao-de-orgao-alvo-cardiovascular/>. ISSN 0066-782X

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Rigonatto RRF, Vitorino PVO, Oliveira AC, Sousa ALL, Jardim PCBV, Cunha PMGM, Barbosa ECD, et al. Escore SAGE em Normotensos e Pré-Hipertensos: Uma Prova de Conceito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(2):e20200291.

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Rigonatto, Rayne Ramos Fagundes; Vitorino, Priscila Valverde Oliveira; Oliveira, Adriana Camargo; Sousa, Ana Luiza Lima; Jardim, Paulo César Brandão Veiga; Cunha, Pedro Miguel Guimarães Marques; Barbosa, Eduardo Costa Duarte; Xaplanteris, Panagiotis; Vlachopoulos, Charalambos; Barroso, Weimar Kunz Sebba. Escore SAGE em Normotensos e Pré-Hipertensos: Uma Prova de Conceito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 2, e20200291, fev. 2023.

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Rigonatto, R. R. F., Vitorino, P. V. O., Oliveira, A. C., Sousa, A. L. L., Jardim, P. C. B. V., Cunha, P. M. G. M., Barbosa, E. C. D., Xaplanteris, P., Vlachopoulos, C., & Barroso, W. K. S. (2023). Escore SAGE em Normotensos e Pré-Hipertensos: Uma Prova de Conceito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(2), e20200291.

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Rigonatto, Rayne Ramos Fagundes and Vitorino, Priscila Valverde Oliveira and Oliveira, Adriana Camargo and Sousa, Ana Luiza Lima and Jardim, Paulo César Brandão Veiga and Cunha, Pedro Miguel Guimarães Marques and Barbosa, Eduardo Costa Duarte and Xaplanteris, Panagiotis and Vlachopoulos, Charalambos and Barroso, Weimar Kunz Sebba. Escore SAGE em Normotensos e Pré-Hipertensos: Uma Prova de Conceito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 2, [citado 2026-10-14], e20200291. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/escore-sage-em-normotensos-e-pre-hipertensos-uma-prova-de-conceito/>. ISSN 0066-782X

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Oliveira, Adriana Camargo; Cunha, Pedro Miguel Guimarães Marques; Vitorino, Priscila Valverde de Oliveria; Souza, Ana Luiza Lima; Deus, Gilcimar Divino; Feitosa, Audes; Barbosa, Eduardo Costa Duarte; Gomes, Marco Mota; Jardim, Paulo Cesar B. Veiga; Barroso, Weimar Kunz Sebba. Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 4, p. 604-615, out. 2022.

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Oliveira, Adriana Camargo and Cunha, Pedro Miguel Guimarães Marques and Vitorino, Priscila Valverde de Oliveria and Souza, Ana Luiza Lima and Deus, Gilcimar Divino and Feitosa, Audes and Barbosa, Eduardo Costa Duarte and Gomes, Marco Mota and Jardim, Paulo Cesar B. Veiga and Barroso, Weimar Kunz Sebba. Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 604-615. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/envelhecimento-vascular-e-rigidez-arterial-2/>. ISSN 0066-782X

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Raimundo, Renata; Saraiva, Francisca; Moreira, Raquel; Moreira, Soraia; Ferreira, Ana Filipa; Cerqueira, Rui J.; Amorim, Mario Jorge; Pinho, Paulo; Barros, António Sousa; Lourenço, André P.; Leite-Moreira, Adelino. Alterações da Rigidez Arterial em Pacientes com Estenose Aórtica Grave Submetidos à Cirurgia de Troca Valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 3, p. 475-482, abr. 2021.

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Raimundo, R., Saraiva, F., Moreira, R., Moreira, S., Ferreira, A. F., Cerqueira, R. J., Amorim, M. J., Pinho, P., Barros, A. S., Lourenço, A. P., & Leite-Moreira, A. (2021). Alterações da Rigidez Arterial em Pacientes com Estenose Aórtica Grave Submetidos à Cirurgia de Troca Valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(3), 475-482.

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Raimundo, Renata and Saraiva, Francisca and Moreira, Raquel and Moreira, Soraia and Ferreira, Ana Filipa and Cerqueira, Rui J. and Amorim, Mario Jorge and Pinho, Paulo and Barros, António Sousa and Lourenço, André P. and Leite-Moreira, Adelino. Alterações da Rigidez Arterial em Pacientes com Estenose Aórtica Grave Submetidos à Cirurgia de Troca Valvar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 475-482. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/alteracoes-da-rigidez-arterial-em-pacientes-com-estenose-aortica-grave-submetidos-a-cirurgia-de-troca-valvar/>. ISSN 0066-782X

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Mikael, Luana de Rezende; Paiva, Anelise Machado Gomes de; Gomes, Marco Mota; Sousa, Ana Luiza Lima; Jardim, Paulo César Brandão Veiga; Vitorino, Priscila Valverde de Oliveira; Euzébio, Maicon Borges; Sousa, Wátila de Moura; Barroso, Weimar Kunz Sebba. Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 3, p. 253-258, jun. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mikael, L. R., Paiva, A. M. G. , Gomes, M. M., Sousa, A. L. L., Jardim, P. C. B. V., Vitorino, P. V. O., Euzébio, M. B., Sousa, W. M., & Barroso, W. K. S. (2017). Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(3), 253-258.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mikael, Luana de Rezende and Paiva, Anelise Machado Gomes de and Gomes, Marco Mota and Sousa, Ana Luiza Lima and Jardim, Paulo César Brandão Veiga and Vitorino, Priscila Valverde de Oliveira and Euzébio, Maicon Borges and Sousa, Wátila de Moura and Barroso, Weimar Kunz Sebba. Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 253-258. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/envelhecimento-vascular-e-rigidez-arterial/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Tolezani EC, Costa-Hong V, Correia G, Mansur AJ, Drager LF, Bortolotto LA. Determinantes das Propriedades Funcionais e Estruturais de Grandes Artérias em Indivíduos Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(5):426-32.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Tolezani, Elaine Cristina; Costa-Hong, Valéria; Correia, Gustavo; Mansur, Alfredo José; Drager, Luciano Ferreira; Bortolotto, Luiz Aparecido. Determinantes das Propriedades Funcionais e Estruturais de Grandes Artérias em Indivíduos Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 5, p. 426-432, ago. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Tolezani, E. C., Costa-Hong, V., Correia, G., Mansur, A. J., Drager, L. F., & Bortolotto, L. A. (2014). Determinantes das Propriedades Funcionais e Estruturais de Grandes Artérias em Indivíduos Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(5), 426-432.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Tolezani, Elaine Cristina and Costa-Hong, Valéria and Correia, Gustavo and Mansur, Alfredo José and Drager, Luciano Ferreira and Bortolotto, Luiz Aparecido. Determinantes das Propriedades Funcionais e Estruturais de Grandes Artérias em Indivíduos Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 426-432. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/determinantes-das-propriedades-funcionais-e-estruturais-de-grandes-arterias-em-individuos-saudaveis/>. ISSN 0066-782X

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