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  2. Palavra-chave: Aspirina
ABC
Editorial

Para Quais Pacientes Infectados pelo HIV a Aspirina e as Estatinas São Boas?

Théo Pezel et al. Layde R. Paim Otávio R. Coelho-Filho

Embora os avanços no tratamento antirretroviral revolucionaram o prognóstico dos pacientes infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), as complicações cardiovasculares continuam a principal causa de morte nesses pacientes, principalmente devido a um aumento no risco cardiovascular em comparação à população geral. Programas de prevenção a doenças cardiovasculares têm enfatizado a importância do controle de fatores de risco tradicionais nas estratégias de avaliação de risco. No entanto, indivíduos infectados pelo HIV têm um risco cardiovascular residual para eventos cardiovasculares que pode justificar um tratamento preventivo adicional. De fato, em comparação a indivíduos não infectados pelo HIV, os níveis de inflamação são mais altos em pacientes infectados pelo HIV, mesmo aqueles com controle viral, e essa inflamação é um fator importante na gênese da aterosclerose. Assim, estratégias de prevenção a doenças cardiovasculares com foco em pacientes com infecção pelo HIV são necessárias. No arsenal terapêutico da prevenção cardiovascular, a aspirina e as estatinas são os pilares do manejo de pacientes infectados por HIV. Ambos os medicamentos possuem efeitos pleiotrópicos, incluindo efeitos imunomodulatórios, antiplaquetários, e anti-inflamatórios que melhoram a função endotelial e previnem a progressão do espessamento da carótida desses pacientes. Contudo, a prescrição de aspirina e estatinas entre pacientes infectados por HIV continua aquém do desejado, já que somente 50% dos pacientes são tratados adequadamente. Apesar de vários estudos terem investigado os efeitos de estatinas e da aspirina na redução da inflamação, os resultados desses estudos são contraditórios.,

Nesta edição dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Santos Jr. et al. relatam o efeito do uso de uma combinação de atorvastatina e aspirina por seis meses quanto à melhoria da função endotelial e ao espessamento da carótida em uma coorte de 38 pacientes com carga viral controlada. A melhora na função endotelial foi avaliada pelo método de dilatação mediada por fluxo. Os autores mostraram uma relação entre a resposta ao tratamento e idade; uma maior resposta foi observada em indivíduos com idade maior a 40 anos. Esse resultado pode ser explicado pelo fato de que, provavelmente, indivíduos mais velhos têm uma maior exposição à inflamação causada pelo HIV. Vários estudos já demonstraram que esses mesmos pacientes também possuem um risco cardiovascular mais elevado devido à inflamação crônica. Portanto, este estudo corrobora a prescrição de uma combinação de atorvastatina e aspirina para a prevenção primária de eventos cardiovasculares em pacientes infectados pelo HIV, particularmente para aqueles com idade maior que 40 anos de idade. Além disso, alguns dos achados desse estudo sugerem que as mulheres soropositivas para o HIV podem apresentar uma melhor resposta a essa combinação de medicamentos que os homens. Considerando que a terapia tripla atualmente utilizada tem um efeito significativo sobre a inflamação, um mecanismo intrinsicamente ligado à progressão da aterosclerose poderia explicar a maior reposta em mulheres que em homens.

[…]

  • Anti Agentes HIV/uso terapêutico
  • Aspirina
  • Aterosclerose
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Endotélio
  • Estatinas
  • Fatores de risco
  • HIV
  • HIV/infecção
  • Mortalidade
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06/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20210560
Figura 1
ABC
Artigo Original

O Efeito da Atorvastatina + Aspirina na Função Endotelial Difere com a Idade em Pacientes com HIV: Um Estudo de Caso-Controle

Gerson Gomes dos Santos Junior et al. Paulo Sérgio Ramos Araújo Kaliene Maria Estevão Leite Emmanuelle Tenório Godoi … Adriana Ferraz Vasconcelos Heloisa Ramos Lacerda

Resumo

Fundamento

Pacientes com HIV têm maior probabilidade de apresentar doenças cardiovasculares quando comparados à população em geral.

Objetivo

Este foi um estudo de caso-controle que teve como objetivo avaliar quais fatores estavam associados a uma redução na espessura médio-intimal da carótida (IMT) da carótida e ao aumento na dilatação mediada por fluxo (DMF) da artéria braquial em pacientes com HIV que receberam atorvastatina + aspirina por um período de 6 meses.

Métodos

Foi realizada uma análise secundária de um ensaio clínico, que incluiu pessoas vivendo com HIV e baixo risco cardiovascular. Um total de 38 pacientes alocados para o braço de intervenção e tratados por 6 meses com uma combinação de atorvastatina + aspirina foram incluídos. Todos os participantes foram submetidos a ultrassonografia da carótida e da artéria braquial, tanto no início quanto no final do estudo. Os casos que responderam com aumento >10% da dilatação braquial (DMF) e redução da espessura médio-intimal da carótida (IMT) foram considerados casos, e aqueles que não responderam foram considerados controles. Avaliamos os fatores associados às respostas positivas obtidas através da IMT e DMF.

Resultados

A redução do IMT não se associou significativamente a nenhum dos fatores de risco avaliados: idade (p = 0,211), sexo (p = 0,260), tabagismo (p = 0,131) ou tempo de diagnóstico do HIV (p = 0,836). Um aumento na DMF foi significativamente associado com a idade entre aqueles na faixa etária de 40-59 anos, p = 0,015 (OR = 4,37; IC 95%: 1,07-17,79).

Conclusões

Os indivíduos mais velhos foram mais propensos a apresentar um aumento na DMF após 6 meses de tratamento com atorvastatina + aspirina.

  • Arteria Braquial
  • Artérias Carótidas/ultrassonografia
  • Aspirina
  • Atorvastatina
  • Endotélio Vascular / fisiopatologia
  • Fatores de risco
  • HIV
  • íntima-media carotídea
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02/07/2021 DOI: 10.36660/abc.20190844 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Review Article

Terapia Antiplaquetária em Pacientes com Câncer de Mama em Uso de Terapia Hormonal: Mitos, Evidências e Potencialidades – Revisão Sistemática

Andréa de Melo Leite et al. Ariane Vieira Scarlatelli Macedo Antonio José Lagoeiro Jorge Wolney de Andrade Martins

Resumo

O câncer de mama é o tumor mais frequentemente diagnosticado em mulheres de todo o mundo, com impacto importante na morbimortalidade. A quimioterapia e a terapia hormonal reduziram significativamente a mortalidade, mas os efeitos adversos são consideráveis. A aspirina está incorporada à prática clínica há mais de 100 anos, com baixo custo, tornando-a particularmente atraente como potencial agente na prevenção do câncer de mama e auxiliar durante o tratamento endócrino, na profilaxia de complicações cardiovasculares. Objetivou-se avaliar o papel da aspirina na redução da incidência do câncer de mama e avaliar o impacto de seu uso na morbimortalidade e na redução de eventos cardiovasculares como terapia adjuvante durante o tratamento do câncer de mama com moduladores seletivos do receptor do estrogênio. Procedeu-se à revisão sistemática utilizando-se a metodologia PRISMA e os critérios PICO, nas bases MEDLINE, EMBASE e LILACS. Foram considerados os artigos originais do tipo ensaio clínico, coorte, caso-controle e metanálises, publicados no período de janeiro de 1998 até junho de 2017. Na maioria dos estudos, houve relação entre o uso dos moduladores seletivos do receptor do estrogênio e o aumento de eventos tromboembólicos. Os estudos sugerem efeito protetor da aspirina para eventos cardiovasculares em uso concomitante aos moduladores seletivos do receptor do estrogênio e na prevenção do câncer de mama. Esta revisão sistemática sugere que o tratamento com aspirina combina o benefício da proteção contra eventos cardiovasculares com a potencial redução do risco de câncer de mama, e que a avaliação dos benefícios da interação da terapia endócrina com a aspirina deve ser melhor investigada.

  • Aspirina
  • Cloridrato de Raloxifeno
  • Doenças Cardiovasculares/prevenção &controle
  • Indicadores de Morbimortalidade
  • Moduladores Seletivos do Receptor Estrogênio
  • Neoplasias da Mama/tratamento farmacológico
  • Tamoxifeno
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01/08/2018 DOI: 10.5935/abc.20180138
Antiagregantes plaquetários na prevenção primária e secundária de eventos aterotrombóticos
ABC
Atualização

Antiagregantes plaquetários na prevenção primária e secundária de eventos aterotrombóticos

Marcos Vinícius Ferreira Silva et al. Luci Maria SantAna Dusse Lauro Mello Vieira Maria das Graças Carvalho

A aterotrombose e suas complicações correspondem, hoje, à principal causa de mortalidade no mundo todo, e sua incidência encontra-se em franca expansão. As plaquetas desempenham um papel essencial na patogênese dos eventos aterotrombóticos, justificando a utilização dos antiagregantes plaquetários na prevenção dos mesmos. Desse modo, é essencial que se conheça o perfil de eficácia e segurança desses fármacos em prevenção primária e secundária de eventos aterotrombóticos. Dentro desse contexto, a presente revisão foi realizada com o objetivo de descrever e sintetizar os resultados dos principais ensaios, envolvendo a utilização de antiagregantes nos dois níveis de prevenção, e avaliando a eficácia e os principais eventos adversos relacionados à terapia.

  • Angina Pectoris
  • Aspirina
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Infarto Do Miocárdio
  • Inibidores da Agregação de Plaquetas
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05/07/2013 DOI: 10.5935/abc.20130122 Visualizações 1
Prevalência de alta reatividade plaquetária em pacientes tratados com aspirina encaminhados para angiografia coronária
ABC
Artigo Original

Prevalência de alta reatividade plaquetária em pacientes tratados com aspirina encaminhados para angiografia coronária

André Manica et al. Rogério Sarmento-Leite Clara Manfroi La Hore Rodrigues Jr … Carlos Gottschall Julio F Marchini Kevin Croce

FUNDAMENTO: A aspirina (Ácido Acetilsalicílico – AAS) é capaz de reduzir eventos adversos cardiovasculares em pacientes portadores de Doença Arterial Coronariana (DAC) através da inibição da atividade plaquetária. Alguns pacientes com DAC, apesar da terapia com AAS, apresentam Alta Reatividade Plaquetária (ARP), o que determina um maior risco para o desenvolvimento de eventos cardiovasculares. OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência de ARP em pacientes tratados com AAS e encaminhados para cinecoronariografia, além de avaliar se existe uma possível correlação entre a gravidade da DAC e o desenvolvimento de ARP. MÉTODOS: Estudo de centro único onde foram incluídos 115 pacientes consecutivos, tratados com AAS e portadores de DAC estável. A reatividade plaquetária induzida pelo ADP e colágeno foram avaliadas através da Agregometria de Transmitância Luminosa (ATL). Pacientes com agregação plaquetária maior que 70%, induzida por ambos os reagentes, foram classificados como tendo ARP e, neste grupo, a adesão ao tratamento com AAS foi avaliada através da dosagem dos níveis séricos de salicilato. RESULTADOS: A média de idade foi de 60,9 anos e a dose média de AAS foi de 164,2 mg. Tabagismo e diabetes melito estavam presentes em 28,7% e 31,5% dos pacientes, respectivamente. Foi encontrada ARP em 14 pacientes (13%), entretanto, em sete indivíduos (50%) com ARP observaram-se baixos níveis séricos de salicilato (< 2,0 µg/mL), sugerindo não adesão à terapia medicamentosa. Em 6,5% dos pacientes com ARP identificou-se níveis detectáveis de salicilato sérico, sugerindo uma eficácia reduzida do AAS. A ARP se correlacionou com o número e a gravidade das estenoses coronárias (p = 0,04). CONCLUSÃO: Em uma população de pacientes tratados com AAS e encaminhados para angiografia coronária, a reatividade plaquetária elevada é prevalente (13%), sendo 50% destes pacientes não aderentes à terapia farmacológica e 50% apresentam redução da efetividade da droga.

  • Agregação Plaquetária
  • Angiografia Coronária
  • Aspirina
  • doença coronariana
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08/01/2013 DOI: 10.1590/S0066-782X2013005000002
ABC
Atualização

Resistência à aspirina: realidade ou ficção?

Dinaldo Cavalcanti de Oliveira et al. Rogerio Ferreira Silva Diego Jantsk Silva Valter Correia de Lima

Uma metanálise de estudos clínicos de pacientes com doença cardiovascular demonstrou que o uso de aspirina estava associado à redução de 22% de mortes e a eventos vasculares isquêmicos relevantes. Entretanto, estudos clínicos revelaram que pacientes tomando regularmente aspirina apresentavam recorrência de eventos cardiovasculares. Tal constatação levou a um questionamento: se, em alguns pacientes, a aspirina não era eficaz em bloquear a agregação plaquetária, sendo estes pacientes chamados de não responsivos ou resistentes à aspirina. Conceitua-se resistência clínica à aspirina pela ocorrência de eventos cardiovasculares em pacientes na vigência de tratamento com aspirina, enquanto a resistência laboratorial é definida como a persistência da agregação plaquetária, documentada por teste laboratorial, em pacientes tomando regularmente aspirina. Pacientes resistentes à aspirina tiveram, de acordo com testes laboratoriais, em média, 3,8 vezes mais eventos cardiovasculares quando comparados aos não resistentes.

  • Agregação Plaquetária
  • Aspirina
  • Resistência a Medicamentos
  • Testes Laboratoriais
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13/10/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010001300024
Uso de rTPA e aspirina no tratamento de trombose intracardíaca em recém-nascido
ABC
Relato de Caso

Uso de rTPA e aspirina no tratamento de trombose intracardíaca em recém-nascido

Fernanda Almeida Tardin et al. Antônio Carlos Avanza Júnior Marcos Rogério Arantes Andião Sônia Maria Alves Andrade Rabello … Emília de Mattos Gouvêa Cristello Edna Cellis Vaccari Baltan Edelweiss Bussinguer Pereira Pegurin Norma Suely Oliveira

Descreve-se o caso de um recém-nascido prematuro de peso muito baixo, gemelar, com trombose intracardíaca. O recém-nascido apresentou quadro compatível com sepse neonatal, sendo submetido a suporte avançado de vida, terapia com antibióticos, nutrição parenteral, uso de hemoderivados e cateterismo venoso profundo. Evoluiu com suspeita de endocardite infecciosa, sendo realizada ecocardiografia bidimensional com Doppler, quando foi evidenciado volumoso trombo intracavitário. Pela alta letalidade e pela dificuldade técnica da cirurgia, que, em alguns casos, é contra-indicada, optou-se pelo uso do trombolítico ativador de plasminogênio tecidual recombinante humano (rTPA) associado a aspirina, obtendo-se dissolução total do trombo sem efeitos adversos.

  • Aspirina
  • Fibrinolíticos
  • Inibidores da Agregação de Plaquetas
  • plasminogênio
  • Trombose
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15/06/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000500026 Visualizações 2

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Pezel T, Paim LR, Coelho-Filho OR. Para Quais Pacientes Infectados pelo HIV a Aspirina e as Estatinas São Boas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(2):376-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pezel, Théo; Paim, Layde R.; Coelho-Filho, Otávio R.. Para Quais Pacientes Infectados pelo HIV a Aspirina e as Estatinas São Boas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 2, p. 376-377, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pezel, T., Paim, L. R., & Coelho-Filho, O. R. (2021). Para Quais Pacientes Infectados pelo HIV a Aspirina e as Estatinas São Boas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 376-377.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pezel, Théo and Paim, Layde R. and Coelho-Filho, Otávio R.. Para Quais Pacientes Infectados pelo HIV a Aspirina e as Estatinas São Boas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 376-377. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/para-quais-pacientes-infectados-pelo-hiv-a-aspirina-e-as-estatinas-sao-boas/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

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Santos Junior GG, Araújo PSR, Leite KME, Godoi ET, Vasconcelos AF, Lacerda HR. O Efeito da Atorvastatina + Aspirina na Função Endotelial Difere com a Idade em Pacientes com HIV: Um Estudo de Caso-Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(2):365-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Santos Junior, Gerson Gomes dos; Araújo, Paulo Sérgio Ramos; Leite, Kaliene Maria Estevão; Godoi, Emmanuelle Tenório; Vasconcelos, Adriana Ferraz; Lacerda, Heloisa Ramos. O Efeito da Atorvastatina + Aspirina na Função Endotelial Difere com a Idade em Pacientes com HIV: Um Estudo de Caso-Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 2, p. 365-375, jul. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos Junior, G. G. , Araújo, P. S. R., Leite, K. M. E., Godoi, E. T., Vasconcelos, A. F., & Lacerda, H. R. (2021). O Efeito da Atorvastatina + Aspirina na Função Endotelial Difere com a Idade em Pacientes com HIV: Um Estudo de Caso-Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 365-375.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Santos Junior, Gerson Gomes dos and Araújo, Paulo Sérgio Ramos and Leite, Kaliene Maria Estevão and Godoi, Emmanuelle Tenório and Vasconcelos, Adriana Ferraz and Lacerda, Heloisa Ramos. O Efeito da Atorvastatina + Aspirina na Função Endotelial Difere com a Idade em Pacientes com HIV: Um Estudo de Caso-Controle. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 365-375. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-efeito-da-atorvastatina-aspirina-na-funcao-endotelial-difere-com-a-idade-em-pacientes-com-hiv-um-estudo-de-caso-controle/>. ISSN 0066-782X

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Leite AM, Macedo AVS, Jorge AJL, Martins WA. Terapia Antiplaquetária em Pacientes com Câncer de Mama em Uso de Terapia Hormonal: Mitos, Evidências e Potencialidades – Revisão Sistemática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(2):205-12.

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Leite, Andréa de Melo; Macedo, Ariane Vieira Scarlatelli; Jorge, Antonio José Lagoeiro; Martins, Wolney de Andrade. Terapia Antiplaquetária em Pacientes com Câncer de Mama em Uso de Terapia Hormonal: Mitos, Evidências e Potencialidades – Revisão Sistemática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 2, p. 205-212, jul. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Leite, A. M., Macedo, A. V. S., Jorge, A. J. L., & Martins, W. A. (2018). Terapia Antiplaquetária em Pacientes com Câncer de Mama em Uso de Terapia Hormonal: Mitos, Evidências e Potencialidades – Revisão Sistemática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(2), 205-212.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Leite, Andréa de Melo and Macedo, Ariane Vieira Scarlatelli and Jorge, Antonio José Lagoeiro and Martins, Wolney de Andrade. Terapia Antiplaquetária em Pacientes com Câncer de Mama em Uso de Terapia Hormonal: Mitos, Evidências e Potencialidades – Revisão Sistemática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 205-212. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/terapia-antiplaquetaria-em-pacientes-com-cancer-de-mama-em-uso-de-terapia-hormonal-mitos-evidencias-e-potencialidades-revisao-sistematica/>. ISSN 0066-782X

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Silva MVF, Dusse LMS, Vieira LM, Carvalho MG. Antiagregantes plaquetários na prevenção primária e secundária de eventos aterotrombóticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;100(6):e78-84.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Marcos Vinícius Ferreira; Dusse, Luci Maria SantAna; Vieira, Lauro Mello; Carvalho, Maria das Graças. Antiagregantes plaquetários na prevenção primária e secundária de eventos aterotrombóticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 6, p. e78-e84, jul. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, M. V. F., Dusse, L. M. S., Vieira, L. M., & Carvalho, M. G. (2013). Antiagregantes plaquetários na prevenção primária e secundária de eventos aterotrombóticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 100(6), e78-e84.

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Silva, Marcos Vinícius Ferreira and Dusse, Luci Maria SantAna and Vieira, Lauro Mello and Carvalho, Maria das Graças. Antiagregantes plaquetários na prevenção primária e secundária de eventos aterotrombóticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 100, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. e78-e84. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/antiagregantes-plaquetarios-na-prevencao-primaria-e-secundaria-de-eventos-aterotromboticos/>. ISSN 0066-782X

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Manica A, Sarmento-Leite R, Manfroi C, Rodrigues Jr LH, Gottschall C, Marchini JF, Croce K, et al. Prevalência de alta reatividade plaquetária em pacientes tratados com aspirina encaminhados para angiografia coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;100(1):29-36.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Manica, André; Sarmento-Leite, Rogério; Manfroi, Clara; Rodrigues Jr, La Hore; Gottschall, Carlos; Marchini, Julio F; Croce, Kevin. Prevalência de alta reatividade plaquetária em pacientes tratados com aspirina encaminhados para angiografia coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 1, p. 29-36, jan. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Manica, A., Sarmento-Leite, R., Manfroi, C., Rodrigues Jr, L. H., Gottschall, C., Marchini, J. F., & Croce, K. (2013). Prevalência de alta reatividade plaquetária em pacientes tratados com aspirina encaminhados para angiografia coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 100(1), 29-36.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Manica, André and Sarmento-Leite, Rogério and Manfroi, Clara and Rodrigues Jr, La Hore and Gottschall, Carlos and Marchini, Julio F and Croce, Kevin. Prevalência de alta reatividade plaquetária em pacientes tratados com aspirina encaminhados para angiografia coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 100, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 29-36. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-de-alta-reatividade-plaquetaria-em-pacientes-tratados-com-aspirina-encaminhados-para-angiografia-coronaria/>. ISSN 0066-782X

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Oliveira DC, Silva RF, Silva DJ, Lima VC. Resistência à aspirina: realidade ou ficção?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(3):e91-4.

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Oliveira, Dinaldo Cavalcanti de; Silva, Rogerio Ferreira; Silva, Diego Jantsk; Lima, Valter Correia de. Resistência à aspirina: realidade ou ficção?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 3, p. e91-e94, out. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Oliveira, D. C. , Silva, R. F., Silva, D. J., & Lima, V. C. (2010). Resistência à aspirina: realidade ou ficção?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(3), e91-e94.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Oliveira, Dinaldo Cavalcanti de and Silva, Rogerio Ferreira and Silva, Diego Jantsk and Lima, Valter Correia de. Resistência à aspirina: realidade ou ficção?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. e91-e94. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/resistencia-a-aspirina-realidade-ou-ficcao/>. ISSN 0066-782X

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Tardin FA, Avanza Júnior AC, Andião MRA, Rabello SMAA, Cristello EMG, Baltan ECV, Pegurin EBP, et al. Uso de rTPA e aspirina no tratamento de trombose intracardíaca em recém-nascido. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(5):e121-3.

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Tardin, Fernanda Almeida; Avanza Júnior, Antônio Carlos; Andião, Marcos Rogério Arantes; Rabello, Sônia Maria Alves Andrade; Cristello, Emília de Mattos Gouvêa; Baltan, Edna Cellis Vaccari; Pegurin, Edelweiss Bussinguer Pereira; Oliveira, Norma Suely. Uso de rTPA e aspirina no tratamento de trombose intracardíaca em recém-nascido. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 5, p. e121-e123, jun. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Tardin, F. A., Avanza Júnior, A. C., Andião, M. R. A., Rabello, S. M. A. A., Cristello, E. M. G., Baltan, E. C. V., Pegurin, E. B. P., & Oliveira, N. S. (2007). Uso de rTPA e aspirina no tratamento de trombose intracardíaca em recém-nascido. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(5), e121-e123.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Tardin, Fernanda Almeida and Avanza Júnior, Antônio Carlos and Andião, Marcos Rogério Arantes and Rabello, Sônia Maria Alves Andrade and Cristello, Emília de Mattos Gouvêa and Baltan, Edna Cellis Vaccari and Pegurin, Edelweiss Bussinguer Pereira and Oliveira, Norma Suely. Uso de rTPA e aspirina no tratamento de trombose intracardíaca em recém-nascido. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. e121-e123. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uso-de-rtpa-e-aspirina-no-tratamento-de-trombose-intracardiaca-em-recem-nascido/>. ISSN 0066-782X

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