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  2. Palavra-chave: Ácido Úrico
ABC
Carta ao Editor

A Relação entre a Razão Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão

Cristian Rodrigues do Nascimento et al. João Luis Matos Ribeiro Rodrigo Mendes Romero Henrique de Almeida Barbosa … Johnnatas Mikael Lopes Pedro Pereira Tenório

Ao Editor,

Lemos, atentamente, o artigo intitulado: “A relação entre a razão ácido úrico/albumina e a espessura média-intimal da carótida em pacientes com hipertensão”, cujo objetivo foi investigar a associação da relação ácido úrico/albumina (RUA) e a espessura média-intimal carotídea (EMIC) em pacientes hipertensos. Embora o presente estudo tenha demonstrado uma correlação significativa entre RUA e EMIC, com a RUA apresentando maior capacidade discriminativa para valores aumentados de EMIC do que ácido úrico e albumina isolados, e do que os demais marcadores inflamatórios analisados no estudo, como o índice de inflamação imune sistêmica (IIS), a razão neutrófilo/linfócito (RNL), a razão plaqueta/linfócito (RPL) e a razão proteína C reativa/albumina (RCA), alguns aspectos observados, na leitura do artigo, são dignos de nota.

[…]

  • Ácido Úrico
  • Albumina Sérica Humana
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Espessura Íntima-Média Carotídea
  • Hipertensão
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08/03/2024 DOI: 10.36660/abc.20230691
Figura Central
ABC
Artigo Original

A Relação entre a Relação Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão

Faysal Şaylık et al. Tufan Çınar Murat Selçuk İbrahim Halil Tanboğa

Resumo

Fundamento

A hipertensão causa inflamação subendotelial e disfunção na aterosclerose resultante. A espessura média-intimal da carótida (EMIC) é um marcador útil de disfunção endotelial e aterosclerose. A razão ácido úrico/albumina (RUA) emergiu como um novo marcador para prever eventos cardiovasculares.

Objetivo

Nosso objetivo foi investigar a associação da RUA com a EIMC em pacientes hipertensos.

Método

Duzentos e dezesseis pacientes hipertensos consecutivos foram incluídos neste estudo prospectivo. Todos os pacientes foram submetidos a ultrassonografia de carótida para classificar baixos (EMIC < 0,9 mm) e altos (EMIC≥0,9 mm) grupos de EMIC. A capacidade preditiva da RUA para EMIC alta foi comparada com o índice de inflamação imune sistêmica (IIS), razão neutrófilo/linfócito (RNL), razão plaqueta/linfócito (RPL) e razão proteína C reativa/albumina (RCA). Um valor de p bilateral <0,05 foi aceito como estatisticamente significativo.

Resultados

Os pacientes com EMIC alta eram mais velhos e tinham maior RUA, IIS, RNL e RCA do que baixo EMIC. Idade, RUA, IIS, RNL e RCA, mas não RPL, foram associados a EMIC alta. Na análise multivariada, idade, PCR, IIS e RUA foram preditores independentes de EMIC alta. A capacidade de discriminação de RUA foi maior do que ácido úrico, albumina, IIS, RNL e RCA, e RUA teve um ajuste de modelo maior do que essas variáveis. RUA teve maior melhoria aditiva na detecção de EMIC alta do que outras variáveis, conforme avaliado com melhoria de reclassificação líquida, MDI e estatísticas C. RUA também foi significativamente correlacionada com EMIC.

Conclusão

RUA pode ser usado para prever EMIC alta e pode ser útil para estratificação de risco em pacientes hipertensos.

  • Ácido Úrico
  • Albuminas
  • Biomarcadores
  • Espessura Íntima-Média Carotídea
  • Hipertensão
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21/04/2023 DOI: 10.36660/abc.20220819 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Hipertensão Arterial e Ácido Úrico Sérico em Idosos – Estudo SEPHAR III

Roxana Buzas et al. Vlad-Sabin Ivan Oana-Florentina Gheorghe-Fronea Adina Flavia Morgovan … Melania Ardelean Nicolae Albulescu Maria Dorobantu Daniel Florin Lighezan

Resumo

Fundamento:

A hiperuricemia é um achado frequente em pacientes com hipertensão arterial e há evidências cada vez maiores de que essa entidade seja também um fator de risco para doença cardiovascular.

Objetivos:

No contexto da população em processo de envelhecimento, este estudo tem o objetivo de avaliar níveis de ácido úrico sérico e a prevalência e o controle da hipertensão arterial em um subgrupo da população de adultos romenos (>65 anos), em relação à influência da idade nesses parâmetros.

Métodos:

A amostra do estudo consiste em 1920 adultos incluídos na pesquisa SEPHAR III, dos quais 447 eram pacientes idosos (>65 anos de idade). Durante as duas visitas do estudo, três aferições de pressão arterial (PA) foram realizadas em intervalos de 1 minuto, e foram realizadas medições de níveis de ácido úrico sérico, função renal por taxa de filtração glomerular, pressão arterial e espessura íntima-média. A hipertensão e os controles foram definidos de acordo com as diretrizes atuais. A avaliação da espessura íntima-média foi determinada pela avaliação por ultrassom Doppler modo B. Um nível de significância p < 0,05 foi adotado para a análise estatística.

Resultados:

Pacientes adultos tinham níveis de ácido úrico sérico significativamente mais baixos, se comparados a pacientes idosos, independentemente dos níveis de taxa de filtração glomerular. Pacientes adultos tinham níveis de espessura íntima-média, comparados a pacientes idosos.

Conclusão:

De forma semelhante às pesquisas anteriores, neste estudo, a idade representou um dos fatores contribuintes ao nível aumentado de ácido úrico sérico. Também foi obtido um aumento da prevalência da hipertensão arterial com a idade, com um mau controle da pressão arterial.

  • Ácido Úrico
  • Doenças Cardiovasculares
  • Efeito-Idade
  • Filtração Glomerular
  • Hipertensão
  • Hiperuricemia
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06/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20200004
Figura 1
ABC
Artigo Original

Impacto da Concentração de Ácido Úrico Sérico no Risco de Doença Cardiovascular: Um Estudo Coorte Realizado no Norte da China

Qian Nie et al. Xuemei Zhang Zhihua Hao Liqin Wang … Huanxin Liu Chenghao Liu Zhongli Wang Guangyao Song

Resumo

Fundamento

Os resultados de estudos anteriores sobre a relação entre ácido úrico sérico (AUS) e o risco de doença cardiovascular (DCV) até agora são inconsistentes devido aos fatores de confusão causados por outros fatores de risco cardiovascular conhecidos.

Objetivos

Este estudo tem o objetivo de avaliar a relação entre o AUS e as DCV incidentes em chineses de meia-idade e idosos, que foram estratificados de acordo com o índice de massa corporal (IMC).

Métodos

Recrutamos 5.721 participantes com idades entre 40 e 75 anos que não tinham diagnóstico de DCV na linha de base, e que foram monitorados de 2008 a 2017. Os participantes foram categorizados em quintis de AUS. A regressão de Cox e a análise de sobrevivência de Kaplan-Meier foram utilizadas para comparar a incidência de DCV entre os grupos de AUS. As correlações entre AUS e a incidência de DCV em grupos com IMC e circunferência de cintura (CC) variados também foram analisadas. Um P valor <0,05 foi considerado estatisticamente significativo.

Resultados

Durante um período médio de monitoramento de 7,6 anos, a incidência de DCV aumentou com o AUS (teste de Log-rank p<0,001). Em comparação com o primeiro quintil, as razões de risco padronizadas (intervalos de confiança de 95%) para p desenvolvimento de DCV foram 1,08 (0,78–1,65), 1,17 (0,88–1,77), 1,47 (1,12–2,21), e 1,68 (1,28–2,44) para o segundo, terceiro, quarto e quinto quintis, respectivamente. Essa relação ficou mais clara em participantes com IMC e CC normais. A razão de risco ajustada para cada aumento de 100 μmol/L de AUS foi de 1,13 (intervalo de confiança de 95%: 1,02–1,39) para eventos de DCV.

Conclusões

O AUS alto é um fator de risco de DCV independente em pessoas de meia-idade e idosas do norte da China. Esse efeito é mantido mesmo depois da estratificação de acordo com medidas de magreza/obesidade.

  • Ácido Úrico
  • Doenças Cardiovasculares/incidência
  • Fatores de risco
  • Hiperuricemia
  • Peso Corporal
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16/07/2021 DOI: 10.36660/abc.20200378
Figura 1
ABC
Artigo Original

Associação entre Ácido Úrico Sérico e Pré-Hipertensão e Hipertensão entre Adultos Chineses

Lijun Zhu et al. Xiaoyu Zhang Zhengmei Fang Yuelong Jin … Weiwei Chang Yan Chen Yingshui Yao

Resumo

Fundamento

O ácido úrico (AU), produto final do metabolismo dos nucleotídeos das purinas, participa dos processos de doenças metabólicas e cardiovasculares. Evidências experimentais sugerem que o ácido úrico é um mediador importante na resposta fisiológica ao aumento da pressão arterial.

Objetivo

Avaliar a associação entre os níveis séricos de AU e pré-hipertensão e hipertensão em uma população chinesa.

Métodos

Conduziu-se um estudo transversal entre março e setembro de 2017, e 1.138 participantes com idades entre 35 e 75 anos foram incluídos neste estudo, onde 223 normotensos, 316 pré-hipertensos e 599 hipertensos foram selecionados para avaliar a associação entre níveis séricos de AU e hipertensão. Considerou-se um valor de p<0,05 estatisticamente significativo.

Resultados

Os níveis séricos de AU foram significativamente maiores no grupo pré-hipertensão e hipertensão em comparação com o grupo controle em toda a população (p<0,05 para todos). A análise quantitativa das características indicou níveis séricos de AU (2,92±0,81, 3,06±0,85, 3,22±0,98 mg/d) linearmente aumentados em mulheres normotensas, pré-hipertensas e hipertensas, com um valor de p de 0,008. Os níveis séricos de AU nos quartis correlacionaram-se positivamente com a PAD (p<0,05), principalmente em mulheres. Após o ajuste para idade, sexo, índice de massa corporal (IMC), glicose (GLI), colesterol total (CT), triglicerídeos (TG), colesterol HDL (lipoproteína de alta densidade), as razões de chances ( odds ratios — ORs) e intervalos de confiança (IC) de 95% da pré-hipertensão, dos níveis séricos de AU mais baixos (referentes) aos mais altos foram 1,718 (1,028–2,872), 1,018 (0,627–1,654) e 1,738 (1,003–3,010). Além disso, o segundo quartil dos níveis séricos de AU esteve significativamente associado à hipertensão, com uma OR (IC 95%) de 2,036 (1,256–3,298).

Conclusões

O presente estudo sugere que níveis séricos mais elevados de AU estão positivamente associados à pré-hipertensão e hipertensão entre adultos chineses.

  • Ácido Úrico
  • Doenças Cardiovasculares / epidemiologia
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • Hiperuricemia
  • Pressão Arterial
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14/06/2021 DOI: 10.36660/abc.20200098 Visualizações 1
ABC
Editorial

Ainda Procurando Entender o Papel do Ácido Úrico em Doenças Cardiovasculares

Gilson Soares Feitosa

Neste número dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Zhu et al. relatam, em estudo transversal, em uma população do norte da China, uma associação entre o nível sérico de ácido úrico e a presença de pré-hipertensão e hipertensão arterial, trazendo à tona, mais uma vez, um possível papel a ser melhor conhecido do ácido úrico na determinação de doenças cardiovasculares. No caso do presente estudo, chama a atenção que essa associação foi vista mesmo que com taxas bem reduzidas para os padrões de valores normais reconhecidos no Ocidente, que são ≥7,0mg/dL (para homens) e ≥6,3mg/dL (para mulheres), enquanto os valores de referência como taxas elevadas no presente estudo foram de ≥4,75mg/dL (para homens) e ≥4,04mg/dL (para mulheres).

No Rio de Janeiro, em trabalhadores de ambos os sexos e com faixa etária predominante entre 50 e 59 anos, da Companhia de Geração e Distribuição de Energia no Rio de Janeiro, a taxa média observada de ácido úrico foi de 4,7 ± 1,3mg/dL.

[…]

  • Ácido Úrico
  • Doenças Cardiovasculares
  • Endotélio
  • Estresse Oxidativo
  • Fatores de risco
  • Hiperuricemia
  • Obesidade
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14/06/2021 DOI: 10.36660/abc.20210390
Distribuição por gênero de ácido úrico sérico e fatores de risco cardiovascular: estudo populacional
ABC
Artigo Original

Distribuição por gênero de ácido úrico sérico e fatores de risco cardiovascular: estudo populacional

Sérgio Lamego Rodrigues et al. Marcelo Perim Baldo Pires Capingana Pedro Magalhães … Eduardo Miranda Dantas Maria del Carmen Bisi Molina Luciane Bresciani Salaroli Renato Lário Morelato José Geraldo Mill

FUNDAMENTO: Não há dados relativos à epidemiologia da hiperuricemia em estudos brasileiros de base populacional. OBJETIVO: Investigar a distribuição de ácido úrico sérico e sua relação com variáveis demográficas e cardiovasculares. MÉTODOS: Estudamos 1.346 indivíduos. A hiperuricemia foi definida como > 6,8 e > 5,4 mg/dL para homens e mulheres, respectivamente. A síndrome metabólica (SM) foi definida utilizando-se os critérios NCEP ATP III. RESULTADOS: A prevalência de hiperuricemia foi de 13,2%. A associação de ácido úrico sérico (AUS) com fatores de risco cardiovasculares foi específica para o gênero: em mulheres, maiores níveis de AUS estiveram associados com IMC elevado, mesmo após ajustes da pressão arterial sistólica para idade (PAS). Em homens, a relação do AUS com o colesterol HDL esteve mediada pelo IMC, enquanto em mulheres, o AUS mostrou-se semelhante e dependente do IMC, independentemente dos níveis glicose e presença de hipertensão. Nos homens, os triglicerídeos, a circunferência abdominal (CA) e a PAS explicaram 11%, 4% e 1% da variabilidade do AUS, respectivamente. Nas mulheres, a circunferência abdominal e os triglicerídeos explicaram 9% e 1% da variabilidade de AUS, respectivamente. Em comparação com o primeiro quartil, homens e mulheres no quarto quartil apresentavam 3,29 e 4,18 vezes mais de aumento de risco de SM, respectivamente. As mulheres apresentaram uma prevalência quase três vezes maior de diabetes melito. Homens normotensos com MS apresentaram maiores níveis de AUS, independente do IMC. CONCLUSÃO: Nossos resultados parecem justificar a necessidade de uma avaliação baseada no gênero em relação à associação do AUS com fatores de risco cardiovasculares, que se mostraram mais acentuados em mulheres. A SM esteve positivamente associada com AUS elevado, independentemente do gênero. A obesidade abdominal e a hipertrigliceridemia foram os principais fatores associados com a hiperuricemia mesmo em indivíduos normotensos, o que pode adicionar maior risco para a hipertensão.

  • Ácido Úrico
  • Brasil
  • Doenças Cardiovasculares
  • Epidemiologia
  • estudos populacionais
  • Fatores de risco
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08/12/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000116 Visualizações 1
Associação entre ácido úrico e variáveis de risco cardiovascular em uma população não hospitalar
ABC
Artigo Original

Associação entre ácido úrico e variáveis de risco cardiovascular em uma população não hospitalar

Monica Cristina Campos Barbosa et al. Andréa Araujo Brandão Roberto Pozzan Maria Eliane Campos Magalhães … Érika Maria Gonçalves Campana Flavia Lopes Fonseca Oswaldo Luiz Pizzi Elizabete Viana de Freitas Ayrton Pires Brandão

FUNDAMENTO: A associação entre ácido úrico (AU) e as variáveis de risco cardiovascular permanece controversa em estudos epidemiológicos. OBJETIVO: Avaliar a associação entre o AU, pressão arterial (PA), índices antropométricos e variáveis metabólicas em população não hospitalar estratificada por quintis de AU. MÉTODOS: Em estudo observacional transversal, foram avaliados 756 indivíduos (369M), com idade de 50,3 ± 16,12 anos, divididos em quintis de AU. Foram obtidos PA, índice de massa corporal (IMC), circunferência abdominal (CA), AU, glicose, insulina, HOMA-IR, colesterol (CT), LDL-c, HDL-c, triglicerídeos (TG), creatinina (C). Foi calculada a taxa de filtração glomerular estimada (TFGE) e considerada hipertensão arterial (HA) quando a PA > 140×90 mmHg, sobrepeso/obesidade (S/O) quando IMC > 25 kg/m² e síndrome metabólica (SM) de acordo com a I Diretriz Brasileira de SM. RESULTADOS: 1) Não houve diferença entre os grupos na distribuição por sexo e faixa etária; 2) Os maiores quintis de AU apresentaram maiores médias de idade (p < 0,01), IMC, CA (p < 0,01), PAS, PAD (p < 0,001), CT, LDL-c, TG (p < 0,01), C e TFGE (p < 0,001) e menor média de HDL-c (p < 0,001); 3) O grupo com maior quintil de AU mostrou maiores prevalências de HA, S/O e SM (p < 0,001); 4) Maiores percentuais dos menores quintis de insulina (p < 0,02) e de HOMA-IR (p < 0,01) foram encontrados nos menores quintis de AU; 5) Em análise de regressão logística, o AU e as variáveis que compõem a SM apresentaram-se associados à ocorrência de SM (p < 0,01). CONCLUSÃO: Maiores quintis de ácido úrico associaram-se a pior perfil de risco cardiovascular e a pior perfil de função renal na amostra populacional não hospitalar estudada.

  • Ácido Úrico
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • Síndrome Metabólica
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26/01/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000011
Avaliação por imagem da área de gordura visceral e suas correlações com alterações metabólicas
ABC
Artigo Original

Avaliação por imagem da área de gordura visceral e suas correlações com alterações metabólicas

Anna Karla Carneiro Roriz et al. Adriana Lima Mello Juliana Fontes Guimarães Fabiana Cajuhy dos Santos … Jairza Maria Barreto Medeiros Lílian Ramos Sampaio

FUNDAMENTO: A obesidade androgênica está associada a um risco maior de distúrbios metabólicos, favorecendo assim a ocorrência de doenças cardiovasculares e outras morbidades. OBJETIVO: Verificar a influência da área de tecido adiposo visceral (ATAV), medida pela tomografia computadorizada, sobre alterações metabólicas em adultos e idosos. MÉTODOS: Tomografias computadorizadas e valores de lipoproteínas: o colesterol total e frações, os triglicérides, a glicemia e o ácido úrico foram obtidos de 194 indivíduos estratificados por sexo, grupo etário e massa corporal, e analisados utilizando os testes de correlação e de média. RESULTADOS: Os idosos apresentaram maiores valores da ATAV, glicemia, ácido úrico e colesterol total. As maiores correlações foram encontradas entre a ATAV, os triglicérides e o VLDL-c (r > 0,5; p < 0,01), em ambos os grupos etários. A média da área de tecido adiposo visceral mostrou-se sempre mais elevada quando os valores de triglicérides e de glicemia estavam alterados, em ambos os grupos etários. CONCLUSÃO: A maioria dos exames apresentou forte correlação com a ATAV considerada de risco para alterações metabólicas. Em idosos, a área de tecido adiposo visceral de risco parece ser superior a de adultos.

  • Ácido Úrico
  • Glicemia
  • Gordura Abdominal
  • Lipoproteínas
  • Tomografia Computadorizada
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10/12/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000159 Visualizações 1
Exercício resistido vs jogging em fatores de risco metabólicos de mulheres com sobrepeso/obesas
ABC
Artigo Original

Exercício resistido vs jogging em fatores de risco metabólicos de mulheres com sobrepeso/obesas

Carlos Alexandre Fett et al. Waléria Christiane Rezende Fett Julio Sérgio Marchini

FUNDAMENTO: Exercícios resistidos e aeróbicos são recomendados para reduzir o peso e melhorar a saúde, mas ainda não foi definido qual dos dois tipos é o melhor. OBJETIVO: O objetivo do presente estudo foi comparar o exercício resistido e jogging (JOGG) na doença cardiovascular múltipla (DCV), nos fatores de risco metabólicos e aptidão física de mulheres obesas ou com sobrepeso [composição corporal, perfil lipídico, acido úrico, glicose, equivalente metabólico (MET), frequência cardíaca, pressão arterial, flexibilidade, gasto de energia em repouso (GER) e balanço de nitrogênio (BN)]. MÉTODOS: Cinquenta mulheres foram aleatoriamente divididas em dois grupos, mas apenas 26 terminaram o estudo: exercício resistido (ER) (n=14; 36±12 anos; índice de massa corporal, IMC=32±7 kg/m²) e JOGG (n=12; 37±9 anos; IMC=29±2). O primeiro mês de treinamento consistiu em 60 min x 03 dias/semana e o segundo mês de treinamento consistiu em 04 dias/semana para ambos os protocolos, mais reeducação alimentar. RESULTADOS: Ambos os grupos apresentaram diminuição da massa corporal total, IMC, acido úrico plasmático e aumento do MET (p<0,05); não houve alteração na massa corporal magra, GER, e frequência cardíaca de repouso. O treinamento com ER reduziu o colesterol total, triglicérides plasmáticos, BN e aumentou a flexibilidade; o treinamento com JOGG reduziu a razão cintura/quadril, níveis de glicose, pressão arterial sistólica, lipoproteína de alta densidade e aumentou a razão colesterol total/ lipoproteína de alta densidade (p<0,05). CONCLUSÃO: Ambos os protocolos melhoram a DCV e os fatores de risco metabólicos. Os ER apresentaram mudanças favoráveis no perfil lipídico e na flexibilidade, enquanto o JOGG apresentou mudanças favoráveis sobre a glicose, razão cintura/quadril e pressão arterial. Esses resultados sugerem que treinamento de pesos em circuito combinados com exercícios aeróbicos devem ser considerados para indivíduos obesos. Entretanto, em relação à algumas diferenças entre os grupos na avaliação basal, não é possível concluir que as alterações sejam devidas ao tipo de exercício ouà variabilidade intra-grupo.

  • Ácido Úrico
  • Aptidão Física
  • Metabolismo Energético
  • Sobrepeso
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11/01/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2009001100013 Visualizações 2

Como citar este artigo

EndNote RIS

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Nascimento CR, Ribeiro JLM, Mendes R, Barbosa RHA, Lopes JM, Tenório PP. A Relação entre a Razão Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(1):e20230691.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Nascimento, Cristian Rodrigues do; Ribeiro, João Luis Matos; Mendes, Rodrigo; Barbosa, Romero Henrique de Almeida; Lopes, Johnnatas Mikael; Tenório, Pedro Pereira. A Relação entre a Razão Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 1, e20230691, mar. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Nascimento, C. R. , Ribeiro, J. L. M., Mendes, R., Barbosa, R. H. A., Lopes, J. M., & Tenório, P. P. (2024). A Relação entre a Razão Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(1), e20230691.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Nascimento, Cristian Rodrigues do and Ribeiro, João Luis Matos and Mendes, Rodrigo and Barbosa, Romero Henrique de Almeida and Lopes, Johnnatas Mikael and Tenório, Pedro Pereira. A Relação entre a Razão Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230691. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-relacao-entre-a-razao-acido-urico-albumina-e-a-espessura-media-intimal-da-carotida-em-pacientes-com-hipertensao/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Şaylık F, Çınar T, Selçuk M, Tanboğa H. A Relação entre a Relação Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(5):e20220819.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Şaylık, Faysal; Çınar, Tufan; Selçuk, Murat; Tanboğa, İbrahim Halil. A Relação entre a Relação Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 5, e20220819, abr. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Şaylık, F., Çınar, T., Selçuk, M., & Tanboğa, H. (2023). A Relação entre a Relação Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(5), e20220819.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Şaylık, Faysal and Çınar, Tufan and Selçuk, Murat and Tanboğa, İbrahim Halil. A Relação entre a Relação Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 5, [citado 2026-10-14], e20220819. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-relacao-entre-a-relacao-acido-urico-albumina-e-a-espessura-media-intimal-da-carotida-em-pacientes-com-hipertensao/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Buzas R, Ivan V, Gheorghe-Fronea O, Morgovan AF, Ardelean M, Albulescu N, Dorobantu M, et al. Hipertensão Arterial e Ácido Úrico Sérico em Idosos – Estudo SEPHAR III. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(2):378-84.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Buzas, Roxana; Ivan, Vlad-Sabin; Gheorghe-Fronea, Oana-Florentina; Morgovan, Adina Flavia; Ardelean, Melania; Albulescu, Nicolae; Dorobantu, Maria; Lighezan, Daniel Florin. Hipertensão Arterial e Ácido Úrico Sérico em Idosos – Estudo SEPHAR III. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 2, p. 378-384, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Buzas, R., Ivan, V., Gheorghe-Fronea, O., Morgovan, A. F., Ardelean, M., Albulescu, N., Dorobantu, M., & Lighezan, D. F. (2021). Hipertensão Arterial e Ácido Úrico Sérico em Idosos – Estudo SEPHAR III. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 378-384.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Buzas, Roxana and Ivan, Vlad-Sabin and Gheorghe-Fronea, Oana-Florentina and Morgovan, Adina Flavia and Ardelean, Melania and Albulescu, Nicolae and Dorobantu, Maria and Lighezan, Daniel Florin. Hipertensão Arterial e Ácido Úrico Sérico em Idosos – Estudo SEPHAR III. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 378-384. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hipertensao-arterial-e-acido-urico-serico-em-idosos-estudo-sephar-iii/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Nie Q, Zhang X, Hao Z, Wang L, Liu H, Liu C, Wang Z, et al. Impacto da Concentração de Ácido Úrico Sérico no Risco de Doença Cardiovascular: Um Estudo Coorte Realizado no Norte da China. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(4):666-75.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Nie, Qian; Zhang, Xuemei; Hao, Zhihua; Wang, Liqin; Liu, Huanxin; Liu, Chenghao; Wang, Zhongli; Song, Guangyao. Impacto da Concentração de Ácido Úrico Sérico no Risco de Doença Cardiovascular: Um Estudo Coorte Realizado no Norte da China. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 4, p. 666-675, jul. 2021.

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Nie, Q., Zhang, X., Hao, Z., Wang, L., Liu, H., Liu, C., Wang, Z., & Song, G. (2021). Impacto da Concentração de Ácido Úrico Sérico no Risco de Doença Cardiovascular: Um Estudo Coorte Realizado no Norte da China. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(4), 666-675.

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Nie, Qian and Zhang, Xuemei and Hao, Zhihua and Wang, Liqin and Liu, Huanxin and Liu, Chenghao and Wang, Zhongli and Song, Guangyao. Impacto da Concentração de Ácido Úrico Sérico no Risco de Doença Cardiovascular: Um Estudo Coorte Realizado no Norte da China. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 666-675. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-da-concentracao-de-acido-urico-serico-no-risco-de-doenca-cardiovascular-um-estudo-coorte-realizado-no-norte-da-china/>. ISSN 0066-782X

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Zhu L, Zhang X, Fang Z, Jin Y, Chang W, Chen Y, Yao Y, et al. Associação entre Ácido Úrico Sérico e Pré-Hipertensão e Hipertensão entre Adultos Chineses. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(6):1072-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Zhu, Lijun; Zhang, Xiaoyu; Fang, Zhengmei; Jin, Yuelong; Chang, Weiwei; Chen, Yan; Yao, Yingshui. Associação entre Ácido Úrico Sérico e Pré-Hipertensão e Hipertensão entre Adultos Chineses. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 6, p. 1072-1078, jun. 2021.

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Zhu, L., Zhang, X., Fang, Z., Jin, Y., Chang, W., Chen, Y., & Yao, Y. (2021). Associação entre Ácido Úrico Sérico e Pré-Hipertensão e Hipertensão entre Adultos Chineses. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(6), 1072-1078.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Zhu, Lijun and Zhang, Xiaoyu and Fang, Zhengmei and Jin, Yuelong and Chang, Weiwei and Chen, Yan and Yao, Yingshui. Associação entre Ácido Úrico Sérico e Pré-Hipertensão e Hipertensão entre Adultos Chineses. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1072-1078. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-acido-urico-serico-e-pre-hipertensao-e-hipertensao-entre-adultos-chineses/>. ISSN 0066-782X

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Feitosa GS. Ainda Procurando Entender o Papel do Ácido Úrico em Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(6):1079.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Feitosa, Gilson Soares. Ainda Procurando Entender o Papel do Ácido Úrico em Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 6, p. 1079-1079, jun. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Feitosa, G. S. (2021). Ainda Procurando Entender o Papel do Ácido Úrico em Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(6), 1079-1079.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Feitosa, Gilson Soares. Ainda Procurando Entender o Papel do Ácido Úrico em Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1079-1079. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ainda-procurando-entender-o-papel-do-acido-urico-em-doencas-cardiovasculares/>. ISSN 0066-782X

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Rodrigues SL, Baldo MP, Capingana P, Magalhães P, Dantas EM, Molina MCB, Salaroli LB, et al. Distribuição por gênero de ácido úrico sérico e fatores de risco cardiovascular: estudo populacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;98(1):13-21.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rodrigues, Sérgio Lamego; Baldo, Marcelo Perim; Capingana, Pires; Magalhães, Pedro; Dantas, Eduardo Miranda; Molina, Maria del Carmen Bisi; Salaroli, Luciane Bresciani; Morelato, Renato Lário; Mill, José Geraldo. Distribuição por gênero de ácido úrico sérico e fatores de risco cardiovascular: estudo populacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 98, n. 1, p. 13-21, dez. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rodrigues, S. L., Baldo, M. P., Capingana, P., Magalhães, P., Dantas, E. M., Molina, M. C. B., Salaroli, L. B., Morelato, R. L., & Mill, J. G. (2011). Distribuição por gênero de ácido úrico sérico e fatores de risco cardiovascular: estudo populacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 98(1), 13-21.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rodrigues, Sérgio Lamego and Baldo, Marcelo Perim and Capingana, Pires and Magalhães, Pedro and Dantas, Eduardo Miranda and Molina, Maria del Carmen Bisi and Salaroli, Luciane Bresciani and Morelato, Renato Lário and Mill, José Geraldo. Distribuição por gênero de ácido úrico sérico e fatores de risco cardiovascular: estudo populacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 98, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 13-21. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/distribuicao-por-genero-de-acido-urico-serico-e-fatores-de-risco-cardiovascular-estudo-populacional/>. ISSN 0066-782X

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Barbosa MCC, Brandão AA, Pozzan R, Magalhães MEC, Campana MG, Fonseca FL, Pizzi OL, et al. Associação entre ácido úrico e variáveis de risco cardiovascular em uma população não hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;96(3):212-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barbosa, Monica Cristina Campos; Brandão, Andréa Araujo; Pozzan, Roberto; Magalhães, Maria Eliane Campos; Campana, Érika Maria Gonçalves; Fonseca, Flavia Lopes; Pizzi, Oswaldo Luiz; Freitas, Elizabete Viana de; Brandão, Ayrton Pires. Associação entre ácido úrico e variáveis de risco cardiovascular em uma população não hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 96, n. 3, p. 212-218, jan. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barbosa, M. C. C., Brandão, A. A., Pozzan, R., Magalhães, M. E. C., Campana, M. G., Fonseca, F. L., Pizzi, O. L., Freitas, E. V. , & Brandão, A. P. (2011). Associação entre ácido úrico e variáveis de risco cardiovascular em uma população não hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 96(3), 212-218.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barbosa, Monica Cristina Campos and Brandão, Andréa Araujo and Pozzan, Roberto and Magalhães, Maria Eliane Campos and Campana, Érika Maria Gonçalves and Fonseca, Flavia Lopes and Pizzi, Oswaldo Luiz and Freitas, Elizabete Viana de and Brandão, Ayrton Pires. Associação entre ácido úrico e variáveis de risco cardiovascular em uma população não hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 96, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 212-218. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-acido-urico-e-variaveis-de-risco-cardiovascular-em-uma-populacao-nao-hospitalar/>. ISSN 0066-782X

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Roriz AKC, Mello AL, Guimarães JF, Santos FC, Medeiros JMB, Sampaio LR. Avaliação por imagem da área de gordura visceral e suas correlações com alterações metabólicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(6):698-704.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Roriz, Anna Karla Carneiro; Mello, Adriana Lima; Guimarães, Juliana Fontes; Santos, Fabiana Cajuhy dos; Medeiros, Jairza Maria Barreto; Sampaio, Lílian Ramos. Avaliação por imagem da área de gordura visceral e suas correlações com alterações metabólicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 6, p. 698-704, dez. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Roriz, A. K. C., Mello, A. L., Guimarães, J. F., Santos, F. C. , Medeiros, J. M. B., & Sampaio, L. R. (2010). Avaliação por imagem da área de gordura visceral e suas correlações com alterações metabólicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(6), 698-704.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Roriz, Anna Karla Carneiro and Mello, Adriana Lima and Guimarães, Juliana Fontes and Santos, Fabiana Cajuhy dos and Medeiros, Jairza Maria Barreto and Sampaio, Lílian Ramos. Avaliação por imagem da área de gordura visceral e suas correlações com alterações metabólicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 698-704. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-por-imagem-da-area-de-gordura-visceral-e-suas-correlacoes-com-alteracoes-metabolicas/>. ISSN 0066-782X

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Fett CA, Fett WCR, Marchini JS. Exercício resistido vs jogging em fatores de risco metabólicos de mulheres com sobrepeso/obesas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;93(5):519-25.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fett, Carlos Alexandre; Fett, Waléria Christiane Rezende; Marchini, Julio Sérgio. Exercício resistido vs jogging em fatores de risco metabólicos de mulheres com sobrepeso/obesas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 5, p. 519-525, jan. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fett, C. A., Fett, W. C. R., & Marchini, J. S. (2010). Exercício resistido vs jogging em fatores de risco metabólicos de mulheres com sobrepeso/obesas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(5), 519-525.

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Fett, Carlos Alexandre and Fett, Waléria Christiane Rezende and Marchini, Julio Sérgio. Exercício resistido vs jogging em fatores de risco metabólicos de mulheres com sobrepeso/obesas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 93, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 519-525. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/exercicio-resistido-vs-jogging-em-fatores-de-risco-metabolicos-de-mulheres-com-sobrepeso-obesas/>. ISSN 0066-782X

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