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  2. Palavra-chave: Diuréticos/uso terapêutico
ABC
Editorial

Microalbuminúria e o Risco de Mortalidade em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Aguda

Jerzy Beltowski

A insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome clínica crônica e progressiva resultante de anormalidades estruturais ou funcionais do coração. Os sintomas e sinais mais comuns da IC são dispneia, fadiga, congestão pulmonar e periférica ou edema e distensão da veia jugular. A prevalência de IC aumenta continuamente devido à melhoria do tratamento e à redução da mortalidade a curto prazo em pacientes com síndromes coronarianas agudas, doenças cardíacas congênitas, envelhecimento populacional e melhora da sobrevida de pacientes com insuficiência cardíaca já desenvolvida pela ampla aplicação de medicamentos modernos modificadores da doença e dispositivos.

A insuficiência cardíaca aguda (ICA) é reconhecida quando os sintomas de IC aparecem no paciente sem história de IC prévia (IC de novo) ou quando os sintomas e sinais estão se exacerbando rapidamente em um paciente com IC previamente reconhecida (IC descompensada). A insuficiência cardíaca aguda é a causa mais comum de internações hospitalares não planejadas em pacientes idosos. A fisiopatologia de ambas as condições é semelhante, mas a IC de novo requer uma abordagem diagnóstica mais detalhada para encontrar a patologia subjacente. O tratamento inicial da ICA inclui diuréticos intravenosos e vasodilatadores de curta duração. A minoria dos pacientes com ICA apresenta choque cardiogênico associado a hipotensão e comprometimento grave da perfusão dos tecidos periféricos; o choque cardiogênico está associado a uma mortalidade muito maior do que a ICA sem choque. Enquanto o tratamento da IC crônica melhorou substancialmente as taxas de sobrevida, a evolução da ICA ainda é ruim, com altas taxas de mortalidade e reinternação hospitalar. A terapia atualmente usada é direcionada para reduzir a pré e pós-carga do coração e não visa a patologia subjacente específica em um determinado paciente, o que pode explicar a evolução insatisfatória dos resultados clínicos. Portanto, a terapia individualizada é muito apreciada, exigindo o estabelecimento de marcadores específicos.,

[…]

  • Albuminuria/fisiopatologia
  • Diuréticos/uso terapêutico
  • Insuficiência Cardíaca/fisiopatologia
  • Peptídeos Natriuréticos/uso terapêutico
  • Volume sistólico
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Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
29/04/2022 DOI: 10.36660/abc.20220172
ABC
Editorial

Novas Perspectivas no Tratamento da Hipertensão

Heno F. Lopes

A hipertensão arterial é certamente o maior fator de risco para doenças cardiovasculares. Tiocianatos, barbitúricos, brometos e bismuto foram testados no tratamento da hipertensão arterial no início da década de 1940. O uso dessas drogas foi interrompido por se mostrarem ineficazes e com diversos efeitos colaterais. Em meados da década de 1950, bloqueadores ganglionares como hexametônio, pentolínio, mecamilamina e substâncias simpatolíticas de ação periférica (guanetidina) foram testadas no tratamento da hipertensão arterial e mostraram-se eficazes na sua redução, mas pouco toleradas. Novos medicamentos foram introduzidos para este fim na década de 1950, incluindo diuréticos.

Em 1956, em estudo observacional, Moser e Magaulay acompanharam 106 pacientes hipertensos que receberam rauwolfia, hidralazina, reserpina, mecamilamina e clorotiazida como tratamento para hipertensão arterial, isoladamente ou em combinação. A dose de clorotiazida utilizada neste estudo variou de 0,5 a 1,5 gramas e a combinação de clorotiazida resultou em melhor controle da pressão arterial. Desde esse estudo observacional até os dias atuais, vários estudos relacionados ao tratamento farmacológico da hipertensão foram realizados. O primeiro estudo randomizado e controlado por placebo realizado foi o Veteran Administration (VA), publicado em 1967. É importante notar que o critério de inclusão do estudo para o tratamento ativo versus placebo foi a pressão diastólica entre 115 e 129 mmHg. Após a publicação do estudo VA-I em 1967 e do VA-II em 1970, diversos estudos randomizados controlados abordando o tratamento da hipertensão arterial foram realizados. O foco inicial do tratamento para hipertensão arterial foi a excreção renal de sódio, uma vez que se pensava inicialmente que as doenças renais fossem a principal causa da hipertensão. Posteriormente, os mecanismos fisiopatológicos da hipertensão foram elucidados e a terapia foi direcionada aos principais deles. A ativação do sistema nervoso simpático como importante mecanismo fisiopatológico da hipertensão já havia sido percebida na década de 1950, e várias formas de bloqueio do sistema nervoso simpático e até simpatectomia foram então testadas. A partir da década de 1980, com a introdução da microneurografia e a técnica de spillover de norepinefrina, a importância da ativação do sistema nervoso simpático na fisiopatologia da hipertensão tornou-se ainda mais evidente., Embora mal tolerados, os bloqueadores adrenérgicos centrais e periféricos sempre fizeram parte do tratamento da hipertensão arterial. A ativação do sistema renina-angiotensina aldosterona (SRA) e a curva de pressão da natriurese alterada são dois outros mecanismos importantes na fisiopatologia da hipertensão arterial. Atualmente, o uso de diuréticos para correção da curva alterada de pressão da natriurese e de inibidores do sistema renina-angiotensina aldosterona, que atuam em diferentes locais, tem sido rotina no tratamento da hipertensão arterial.

[…]

  • Diuréticos/uso terapêutico
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Hipertensão / tendências
  • Pressão Arterial
  • Tratamento Farmacológico/tendências
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Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
23/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20201164
Figura 1
ABC
Artigo Original

Agravamento da Função Renal e Congestão em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Aguda: Estudo com Análise Vetorial de Bioimpedância Elétrica (BIVA) e Lipocalina Associada à Gelatinase Neutrofílica (NGAL)

Humberto Villacorta et al. Aline Sterque Villacorta Leonardo Simões de Castro Villacorta Analucia Rampazzo Xavier … Salim Kanaan Felipe Mafort Rohen Leonardo Dinis Albuquerque Daniele Dantas Bastilho Cecília de Oliveira Cudischevitch

Resumo

Fundamento:

O agravamento da função renal (AFR) é frequentemente observado na terapia agressiva com diuréticos para o tratamento de insuficiência cardíaca aguda descompensada (ICAD) e está associado com piores desfechos em alguns estudos.

Objetivo:

Avaliar a relação de AFR e congestão na alta hospitalar com ocorrência de eventos (morte cardíaca ou internação por insuficiência cardíaca).

Métodos:

Oitenta pacientes com ICAD foram estudados. O AFR foi definido por um aumento absoluto (≥0,5 mg/dL) nos níveis séricos de creatinina a partir dos valores obtidos na admissão. Concentrações de peptídeo natriurético do tipo B (BNP) e lipocalina associada à gelatinase neutrofílica (NGAL) foram medidas na admissão e na alta hospitalar. Congestão foi avaliada na alta utilizando a análise vetorial de bioimpedância elétrica (BIVA). O desfecho primário foi o tempo para o primeiro evento, definido como uma combinação de morte cardíaca ou hospitalização por insuficiência cardíaca. Análise de curva Característica de Operação do Receptor (curva ROC) foi realizada para determinar o ponto de corte de IH mais adequado para predição de eventos. Curvas Kaplan-Meier de sobrevida livre de eventos foram construídas e comparadas usando o teste de log-rank. Modelos de riscos proporcionais de Cox foram usados para investigar a associação com eventos. O critério para se estabelecer significância estatística foi um p<0.05.

Resultados:

A idade média foi 60,6 ± 15,0 anos, e 48 (60%) pacientes eram do sexo masculino. A fração de ejeção média foi 35,3±7,8%. O AFR ocorreu em 37,5% da amostra. A creatinina basal associou-se com AFR (p<0,001), mas nem BNP (p=0,35) nem NGAL (p=0,18) na admissão foram preditores de AFR. Usando modelos de riscos proporcionais de Cox, o índice de hidratação na alta, estimado por BIVA, associou-se significativamente com ocorrência de eventos (HR 1,39; IC95% 1,25-1,54, p<0,0001), mas não com AFR (HR 2,14; IC95% 0,62-7,35, p=0,22).

Conclusão:

A congestão persistente na alta associou-se com piores desfechos. O AFR parece estar relacionado com alterações hemodinâmicas durante o processo de descongestionamento, mas não com lesões renais.

  • Alta do Paciente
  • Bioimpedância Elétrica
  • Diuréticos/uso terapêutico
  • Hemodinâmica
  • Hospitalização
  • Insuficiência Cardíaca
  • Insuficiência Renal
  • Mortalidade
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16/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20190465
Figura 1
ABC
Editorial

Uso da Terapia Diurética em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Descompensada e Lesão Renal Aguda. O Que Fazer nesse Dilema?

Rafael Marques Calazans et al. Mariana Bellaguarda de Castro Sepulvida Egli Belinazzi Quadrado Roberto Dischinger Miranda

A insuficiência cardíaca (IC) é um grave problema de saúde pública devido a sua alta prevalência, morbidade e mortalidade, liderando entre as causas de hospitalização nos Estados Unidos, A prevalência da doença aumenta com a idade, tornando os pacientes idosos ainda mais suscetíveis às repercussões desta doença. Isso aumenta a importância do tratamento preciso da IC e suas complicações, entre elas a IC descompensada (ICd).

Em pacientes com ICd, que necessitam de terapia diurética, é comum observamos a presença de lesão renal aguda (LRA) concomitante. A grande dúvida na hora de realizar o tratamento com diuréticos nas situações em que a função renal está alterada é saber o motivo da disfunção: Trata-se de um paciente ainda congesto, necessitando de otimização da terapia diurética (síndrome cardiorrenal tipo I)? Ou trata-se de um paciente que a terapia diurética foi realizada de forma excessiva, causando hipovolemia, o que levou a uma baixa perfusão renal (LRA pré-renal) ou até a uma necrose tubular aguda?

[…]

  • Creatinina
  • Diuréticos/uso terapêutico
  • envelhecimento
  • Hospitalização
  • Impedância Elétrica
  • Insuficiênca Renal Crônica/complicações
  • Insuficiência Cardíaca/complicações
  • Lipocalinas
  • Marcadores Biológicos
  • Mortalidade
  • Saúde Pública
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16/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20210238 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Beltowski J. Microalbuminúria e o Risco de Mortalidade em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(4):710-1.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Beltowski, Jerzy. Microalbuminúria e o Risco de Mortalidade em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 4, p. 710-711, abr. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Beltowski, J. (2022). Microalbuminúria e o Risco de Mortalidade em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(4), 710-711.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Beltowski, Jerzy. Microalbuminúria e o Risco de Mortalidade em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 710-711. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/microalbuminuria-e-o-risco-de-mortalidade-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-aguda/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Lopes HF. Novas Perspectivas no Tratamento da Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(3):452-3.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lopes, Heno F.. Novas Perspectivas no Tratamento da Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 3, p. 452-453, abr. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lopes, H. F. (2021). Novas Perspectivas no Tratamento da Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(3), 452-453.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lopes, Heno F.. Novas Perspectivas no Tratamento da Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 452-453. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/novas-perspectivas-no-tratamento-da-hipertensao/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

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Villacorta H, Villacorta AS, Villacorta LSC, Xavier AR, Kanaan S, Rohen FM, Albuquerque LD, et al. Agravamento da Função Renal e Congestão em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Aguda: Estudo com Análise Vetorial de Bioimpedância Elétrica (BIVA) e Lipocalina Associada à Gelatinase Neutrofílica (NGAL). Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(4):715-24.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Villacorta, Humberto; Villacorta, Aline Sterque; Villacorta, Leonardo Simões de Castro; Xavier, Analucia Rampazzo; Kanaan, Salim; Rohen, Felipe Mafort; Albuquerque, Leonardo Dinis; Bastilho, Daniele Dantas; Cudischevitch, Cecília de Oliveira. Agravamento da Função Renal e Congestão em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Aguda: Estudo com Análise Vetorial de Bioimpedância Elétrica (BIVA) e Lipocalina Associada à Gelatinase Neutrofílica (NGAL). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 4, p. 715-724, abr. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Villacorta, H., Villacorta, A. S., Villacorta, L. S. C., Xavier, A. R., Kanaan, S., Rohen, F. M., Albuquerque, L. D., Bastilho, D. D., & Cudischevitch, C. O. (2021). Agravamento da Função Renal e Congestão em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Aguda: Estudo com Análise Vetorial de Bioimpedância Elétrica (BIVA) e Lipocalina Associada à Gelatinase Neutrofílica (NGAL). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(4), 715-724.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Villacorta, Humberto and Villacorta, Aline Sterque and Villacorta, Leonardo Simões de Castro and Xavier, Analucia Rampazzo and Kanaan, Salim and Rohen, Felipe Mafort and Albuquerque, Leonardo Dinis and Bastilho, Daniele Dantas and Cudischevitch, Cecília de Oliveira. Agravamento da Função Renal e Congestão em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Aguda: Estudo com Análise Vetorial de Bioimpedância Elétrica (BIVA) e Lipocalina Associada à Gelatinase Neutrofílica (NGAL). Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 715-724. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/agravamento-da-funcao-renal-e-congestao-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-aguda-estudo-com-analise-vetorial-de-bioimpedancia-eletrica-biva-e-lipocalina-associada-a-gelatinase-neutrofilica-ng/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Calazans RM, Sepulvida MBC, Quadrado EB, Miranda RD. Uso da Terapia Diurética em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Descompensada e Lesão Renal Aguda. O Que Fazer nesse Dilema?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(4):725-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Calazans, Rafael Marques; Sepulvida, Mariana Bellaguarda de Castro; Quadrado, Egli Belinazzi; Miranda, Roberto Dischinger. Uso da Terapia Diurética em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Descompensada e Lesão Renal Aguda. O Que Fazer nesse Dilema?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 4, p. 725-726, abr. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Calazans, R. M., Sepulvida, M. B. C., Quadrado, E. B., & Miranda, R. D. (2021). Uso da Terapia Diurética em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Descompensada e Lesão Renal Aguda. O Que Fazer nesse Dilema?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(4), 725-726.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Calazans, Rafael Marques and Sepulvida, Mariana Bellaguarda de Castro and Quadrado, Egli Belinazzi and Miranda, Roberto Dischinger. Uso da Terapia Diurética em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Descompensada e Lesão Renal Aguda. O Que Fazer nesse Dilema?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 725-726. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uso-da-terapia-diuretica-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-descompensada-e-lesao-renal-aguda-o-que-fazer-nesse-dilema/>. ISSN 0066-782X

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