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  2. Palavra-chave: Cuidados Pós Operatórios
ABC
Editorial

Relação entre Complacência Pulmonar Estática e Extubação após Cirurgia Cardíaca

Henrique Murad

O excelente trabalho “Relação entre Complacência Pulmonar Estática e a Falha de Extubação em Pacientes no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca” publicado nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, nos dá mais uma ferramenta para auxiliar na decisão para permitir extubação com sucesso mantido, no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Os autores estudaram 102 pacientes submetidos a diversas operações cardíacas com circulação extracorpórea e observaram necessidade de reintubação em 25 pacientes (24,51%) após 48 horas de extubação. Os pacientes que falharam na extubação tiveram complacência pulmonar mais baixa do que os que não tiveram necessidade de serem reintubados. O ponto de corte da complacência pulmonar estática para uma extubação sem necessidade de reintubação foi de 41 ml/ cm H2O, sendo o normal entre 60 e 100 ml/ cm H2O. Na análise de regressão logística múltipla a falha de extubação foi 9,1 vezes maior em pacientes com complacência pulmonar inferior a 41 ml/ cm H2O. Também observaram que a complacência pulmonar estática mais baixa foi acompanhada de pior troca gasosa. Recomendam que a medida da complacência pulmonar estática deva ser incluída na avaliação pós-operatória do paciente submetido à cirurgia cardíaca.

Parte do material deste artigo integrou a dissertação de mestrado da Dra. Thais da Silva Brito, realizada sob a orientação da Professora Doutora Desanka Dragosavac, na Universidade Estadual de Campinas.

[…]

  • Complacência Pulmonar
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Extubação/métodos
  • Insuficiência Respiratória
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardíacos/métodos
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29/04/2024 DOI: 10.36660/abc.20240125
Relação entre a Complacência Pulmonar Estática e a Falha de Extubação em Pacientes Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca
ABC
Artigo Original

Relação entre a Complacência Pulmonar Estática e a Falha de Extubação em Pacientes Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca

Thais Bento Rudge Ramos et al. Luciana Castilho Figueiredo Luiz Claudio Martins Antonio Luis Eiras Falcão … Lígia dos Santos Roceto Ratti Orlando Petrucci Desanka Dragosavac

Resumo

Fundamento:

Pouco explorada na decisão de extubação no pós-operatório de cirurgia cardíaca, a complacência pulmonar estática seriamente afetada no procedimento cirúrgico pode levar à insuficiência respiratória e à falha na extubação.

Objetivo:

Avaliar a complacência pulmonar estática no pós-operatório de cirurgia cardíaca e relacionar sua possível redução aos casos de falha na extubação dos pacientes submetidos ao método fast-track de extubação.

Métodos:

Foram incluídos pacientes que realizaram cirurgia cardíaca com uso de circulação extracorpórea (CEC) em um hospital universitário estadual admitidos na UTI sob sedação e bloqueio residual. Tiveram sua complacência pulmonar estática avaliada no ventilador mecânico por meio do software que utiliza o least squares fitting (LSF) para a medição. No período de 48 horas após a extubação os pacientes foram observados respeito à necessidade de reintubação por insuficiência respiratória. O nível de significância adotado para os testes estatísticos foi de 5%, ou seja, p<0,05.

Resultados:

Obtiveram sucesso na extubação 77 pacientes (75,49%) e falharam 25 (24,51%). Os pacientes que falharam na extubação tiveram a complacência pulmonar estática mais baixa quando comparados aos que tiveram sucesso (p<0,001). Identificamos o ponto de corte para complacência por meio da análise da curva Receiver Operating Characteristic Curve (ROC) sendo o ponto de corte o valor da complacência <41ml/cmH2O associado com maior probabilidade de falha na extubação (p<0,001). Na análise de regressão múltipla, verificou-se a influência da complacência pulmonar (dividida pelo ponto de corte da curva ROC) com risco de falha 9,1 vezes maior para pacientes com complacência <41ml/cmH2O (p< 0,003).

Conclusões:

A complacência pulmonar estática <41ml/cmH2O é um fator que compromete o sucesso da extubação no pós-operatório de cirurgia cardíaca.

  • Cirurgia Cardíaca
  • Complacência Pulmonar
  • Cuidados Pós Operatórios
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23/02/2024 DOI: 10.36660/abc.20230350
ABC
Artigo Original

Impacto Atual da Circulação Extracorpórea na Cirurgia de Revascularização Miocárdica no Estado de São Paulo

Gabrielle Barbosa Borgomoni et al. Omar Asdrúbal Vilca Mejia Bianca Maria Maglia Orlandi Maxim Goncharov … Luiz Augusto Ferreira Lisboa Pedro Henrique Conte Marco Antonio Praca Oliveira Alfredo Inácio Fiorelli Orlando Petrucci Junior Marcos Grandim Tiveron Luís Alberto de Oliveira Dallan Fabio Biscegli Jatene

Resumo

Fundamento

Resultados prévios com o uso de circulação extracorpórea (CEC) geram dificuldades na escolha do melhor tratamento para cada paciente na cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) no contexto atual.

Objetivo

Avaliar o impacto da CEC no cenário atual da CRM no estado de São Paulo.

Métodos

Foram analisados 2.905 pacientes submetidos à CRM de forma consecutiva em 11 centros do estado de São Paulo pertencentes ao Registro Paulista de Cirurgia Cardiovascular (REPLICCAR) I. Dados perioperatórios e de seguimento foram colocados via on-line por especialistas treinados e capacitados em cada hospital. Foram analisadas as associações das variáveis perioperatórias com o tipo de procedimento (com ou sem CEC) e com os desfechos. A mortalidade esperada foi calculada por meio do EuroSCORE II (ESII). Os valores de p menores de 5% foram considerados significativos.

Resultados

Não houve diferença significativa em relação à idade dos pacientes entre os grupos (p=0,081). Dentre os pacientes, 72,9% eram de sexo masculino; 542 pacientes foram operados sem CEC (18,7%). Das características pré-operatórias, pacientes com infarto agudo do miocárdio (IAM) prévio (p=0,005) e disfunção ventricular (p=0,031) foram operados com CEC; no entanto, pacientes de emergência ou em classe funcional New York Heart Association (NYHA) IV foram operados sem CEC (p<0,001). O valor do ESII foi semelhante para ambos os grupos (p=0,427). Na CRM sem CEC, houve preferência pelo uso do enxerto radial (p<0,001) e com CEC pela artéria mamária direita (p<0,001). No pós-operatório, o uso de CEC esteve associado com reoperação por sangramento (p=0,012).

Conclusão

Atualmente, no REPLICCAR, reoperação por sangramento foi o único desfecho associado ao uso da CEC na CRM. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(4):595-601)

  • Circulação Extracorpórea
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Epidemiologia
  • Fatores de risco
  • Morbidade
  • Mortalidade Hospitalar
  • Revascularização Miocárdica
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23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20190145 Visualizações 1
ABC
Editorial

Minieditorial: Fragilidade em Pacientes não Idosos Submetidos à Cirurgia Cardíaca

Iran Castro et al. Hugo Fontana Filho

A fragilidade é reconhecida como uma síndrome geriátrica caracterizada por um excesso de vulnerabilidade a estressores, com baixa capacidade de manter ou recuperar a homeostase após um evento desestabilizador. A análise da fragilidade é um assunto bem conhecido e estudado em pacientes idosos, tendo relação direta com o prognóstico e até mesmo com medidas a serem instituídas pré-procedimento para melhorar a qualidade de vida e a evolução dos pacientes.

Apesar da descrição original restringir o termo a pacientes com mais de 65 anos, a síndrome também atinge pacientes mais jovens., A fragilidade representa mais aspectos biológicos e fenotípicos do que a idade em si, e os precursores da síndrome já aparecem precocemente.

[…]

  • Cuidados Pós Operatórios
  • Fragilidade
  • Revascularização Miocárdica / cirurgia
  • Valvas Cardíacas/cirurgia
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23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20200970 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica

Silvana Alves dos Santos Franzotti et al. Dyenily Alessi Sloboda Juliana Rosendo Silva Ellian Amorim Santos Souza … Jessica Zamora Reboreda Renata Eloah de Lucena Ferretti-Rebustini Lilia de Souza Nogueira

Resumo

Fundamento

Os pacientes em pós-operatório (PO) de cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) internados em unidade de terapia intensiva (UTI) apresentam risco de complicações que aumentam o tempo de permanência e a morbimortalidade. Portanto, é fundamental o reconhecimento precoce desses riscos para otimizar estratégias de prevenção e desfecho clínico satisfatório.

Objetivo

Analisar o desempenho de índices de gravidade na predição de complicações em pacientes no PO de CRM durante a permanência na UTI.

Métodos

Estudo transversal, com análise retrospectiva de prontuários eletrônicos de pacientes com idade ≥ 18 anos submetidos à CRM isolada e admitidos na UTI de um hospital cardiológico, em São Paulo, Brasil. As áreas sob as curvas receiver operating characteristic (AUC) com intervalo de confiança de 95% foram analisadas para verificar a acurácia dos índices European System for Cardiac Operative Risk Evaluation (EuroScore), Acute Physiology and Chronic Health Evaluation (APACHE II), Simplified Acute Physiology Score (SAPS II) e Sequential Organ Failure Assessment (SOFA) na predição de complicações.

Resultados

A casuística foi composta por 366 pacientes (64,58±9,42 anos; 75,96% sexo masculino). As complicações identificadas foram respiratórias (24,32%), cardiológicas (19,95%), neurológicas (10,38%), hematológicas (10,38%), infecciosas (6,56%) e renais (3,55%). O APACHE II apresentou satisfatório desempenho para a predição de complicações neurológicas (AUC 0,72) e renais (AUC 0,78).

Conclusão

O APACHE II se destacou na previsão das complicações neurológicas e renais. Nenhum dos índices teve bom desempenho na predição das outras complicações analisadas. Portanto, os índices de gravidade não devem ser utilizados indiscriminadamente com o objetivo de predizer todas as complicações frequentemente apresentadas por pacientes após CRM. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(3):452-459)

  • Complicações Pós-Operatórias
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Doenças Cardiovasculares/cirurgia
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Indicadores de Gravidade de Doença
  • Morbimortalidade
  • Revascularização Miocárdica / complicações
  • Unidade de Terapia Intensiva
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20190120 Visualizações 1
ABC
Editorial

Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica

Alexandre de Matos Soeiro

No Brasil não existem grandes estudos que relatam a experiência cirúrgica dos serviços de saúde associando à predição de eventos. Nesse contexto, o estudo “Desempenho dos índices de gravidade na predição de complicações pós-operatórias de revascularização miocárdica” traz uma informação relevante ao que se refere à literatura nacional. Esse estudo apresentado vem de maneira detalhada expor dados relevantes à ocorrência ou não de complicações perioperatórias em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica (CRM), correlacionando as mesmas com escores de predição de risco. Trata-se de tema extremamente relevante e que gera inúmeras incertezas frente ao paciente.

A cirurgia cardíaca ainda representa um enorme campo no arsenal terapêutico dentro da cardiologia. Apesar de todos os avanços nas intervenções percutâneas coronarianas ou valvares, muitos casos permanecem ainda voltados à abordagem cirúrgica convencional. Hoje a cirurgia cardíaca convencional tem atuado cada vez mais com casos altamente complexos. Essa situação faz com que pacientes progressivamente de mais alto risco e complexidade anatômica coronariana sejam encaminhados à CRM. Dessa forma, predizer risco operatório adequadamente antes de um procedimento trata-se de uma etapa fundamental e obrigatória. Vale ressaltar que a maioria dos escores como EuroScore I e II ou the Society of Thoracic Surgeons (STS) risk score foram desenvolvidos para predizer mortalidade. EuroScore é um sistema de pontuação prognóstica desenvolvido na Europa para pacientes submetidos à cirurgia cardíaca. O que esse estudo nos traz é uma avaliação complementar e diferenciada de morbidade e disfunção orgânica em diferentes sistemas, como cardiovascular, neurológica, respiratória e renal.–

[…]

  • Cuidados Pós Operatórios
  • Doenças Cardiovasculares/cirurgia
  • Escores da Disfunção Orgânica
  • Mortalidade
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardíacos
  • Revascularização Miocárdica
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20200515 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Correlação Anatomoclínica

Caso 1/2020 – Mulher de 55 Anos com Insuficiência Cardíaca após Internação por Diagnóstico Presumido de Infarto do Miocárdio e Insuficiência da Valva Mitral com Rotura de Corda Tendínea

Desiderio Favarato et al. Luiz Alberto Benvenuti

Aspectos clínicos

Paciente de 55 anos, com hipertensão arterial e insuficiência cardíaca há um ano e com dor precordial e parada cardiorrespiratória havia cinco meses, evoluiu com insuficiência cardíaca e insuficiência mitral por prolapso de valva mitral e rotura de cordas.

A impressão diagnóstica é de que a insuficiência cardíaca por valvopatia mitral precedeu o episódio de dor precordial e dispneia intensa.

[…]

  • Choque Cardiogênico
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Infarto Do Miocárdio
  • Insuficiência Cardíaca/fisiopatologia
  • Insuficiência Renal
  • Prolapso da Valva Mitral/cirurgia
  • Sepse
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18/05/2020 DOI: 10.36660/abc.20200024
Figura 1
ABC
Artigo Original

Determinantes da Desproporção de Prótese Aórtica em Hospital de Atendimento de Saúde Pública Brasileiro: Pacientes Grandes ou Próteses Pequenas?

Maria Estefania Otto et al. Fernando Antibas Atik Marcelo do Nascimento Moreira Luiz Carlos Madruga Ribeiro … Bianca Corrêa Rocha de Mello Joyce Gomes Elias Lima Maiara Sanchez Ribeiro Ana Carolina Pereira Matos Domingues Reyna Pinheiro Calzada Armindo Jreige Jr. Larissa Lucas Schloicka Philippe Pibarot

Resumo

Fundamento:

A desproporção entre o tamanho da prótese aórtica-paciente (DPP) está associada a maior mortalidade.

Objetivo:

Determinar a frequência e avaliar variáveis ​​pré-operatórias associadas à DPP acentuada no cenário da saúde pública em hospital terciário.

Métodos:

316 pacientes submetidos à troca valvar aórtica (TVA), com ecocardiograma realizado nos primeiros 30 dias após cirurgia, foram analisados retrospectivamente. A área de orifício efetivo indexado (AOEi) da prótese foi utilizada para classificar os pacientes em três grupos de acordo com a DPP, considerando o índice de massa corporal (IMC): DPP acentuada (AOEi) < 0,65 cm2/m2, DPP discreta a moderada (AOEi, 0,65 cm2/m2 – 0,85 cm2/m2) e sem DPP (iEOA > 0,85 cm2/m2) para IMC < 30 kg/m2 e DPP acentuada (AOEi) < 0,55 cm2/m2), discreta a moderada (AOEi, 0,55 cm2/m2 – 0,70 cm2/m2) e sem DPP (AOEi > 0,7 cm2/m2) para IMC > 30 kg/m2. Significância estatística foi considerada com p < 0,05.

Resultados:

A AOEi foi obtida em 176 pacientes. A frequência de DPP acentuada foi de 33,4% e moderada de 36,2%. Pacientes com DPP acentuada foram mais jovens e com maior IMC, mas menor diâmetro da via de saída do ventrículo esquerdo (DVSVE). As variáveis independentes que podem predizer DPP acentuada são: gênero masculino, IMC > 25 kg/m2, idade < 60 anos, DVSVE < 21 mm e etiologia reumática com área sob a curva ROC de 0,82.

Conclusão:

A frequência de DPP acentuada é alta em uma população brasileira submetida à TVA no Sistema Público de Saúde. Os principais determinantes de DPP acentuada são: valvopatia reumática, gênero masculino, IMC alto, idade < 60 anos e menor DVSVE.

  • Cuidados Pós Operatórios
  • cuidados pré-operatórios
  • Ecocardiografia/ métodos
  • índice de massa corporal
  • Percepção de Tamanho
  • Próteses Valvulares Cardíacas/cirurgia
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28/10/2019 DOI: 10.5935/abc.20190231
Figura 1
IJCS
Original Article

Associação da Mecânica Respiratória com a Oxigenação e Duração da Ventilação Mecânica no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca

André Luiz Lisboa Cordeiro et al. Livia Freire de Lima Oliveira Thaynã Caribé Queiroz Verena Lourranne Lima de Santana … Thiago Araújo de Melo André Raimundo Guimarães Bruno Prata Martinez

Resumo

Fundamentos:

A ventilação mecânica (VM) e a circulação extracorpórea (CEC) estão associadas a um declínio da mecânica pulmonar que pode impactar as trocas gasosas.

Objetivo:

Avaliar o impacto da mecânica pulmonar sobre a duração da VM e trocas gasosas no pós-operatório de cirurgia cardíaca.

Métodos:

Estudo de coorte realizado com pacientes submetidos a cirurgia cardíaca. Todos os pacientes foram submetidos a avaliação da mecânica pulmonar (complacência estática e resistência das vias aéreas) e gasometria arterial assim que admitidos à unidade de terapia intensiva (UTI) e foram acompanhados até o momento da extubação e, em seguida, até a alta hospitalar. Para correlacionar as variáveis preditoras com o desfecho, foi utilizado o teste de Pearson. Valores de p < 0,05 foram considerados significativos.

Resultados:

O estudo incluiu 50 pacientes (46 mulheres, 52%), com idade média de 57,5 ± 13,5 anos. A duração da VM foi de 7,7 ± 3,0 horas, a complacência estática foi de 35,5 ± 9,1 cm H2O, a resistência foi de 6,0 ± 2,3 cm H2O, a duração média de estadia na UTI foi de 2,9 ± 1,1 dias e o índice de oxigenação foi de 228,0 ± 33,4 mmHg. Não houve uma correlação significativa entre a duração da VM e a complacência estática (p = 0,73), porém houve uma forte correlação entre a complacência estática e as trocas gasosas (r = 0,8, p < 0,001).

Conclusão:

A mecânica pulmonar apresenta forte correlação com as trocas gasosas e fraca correlação com a duração da VM no pós-operatório de cirurgia cardíaca.

  • Cirurgia Torácica
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Oxigenação
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardíacos
  • respiração artificial
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180018 Visualizações 1
IJCS
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Terapia de Expansão Pulmonar na Oxigenação Arterial e Nível Sérico de Lactato no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca

Silvana Souza Oliveira et al. Mansueto Neto Roque Aras Junior

Resumo

Fundamentos:

Complicações cardiovasculares e pulmonares ocorrem com frequência no período pós-operatório imediato e podem ser prevenidas e/ou tratadas através da utilização de técnicas de expansão pulmonar.

Objetivo:

Avaliar a eficácia das técnicas de expansão pulmonar nos níveis séricos de lactato arterial e oxigenação de pacientes nesta fase de recuperação cirúrgica.

Método:

Foi realizado um estudo prospectivo e analítico em pacientes no pós-operatório de cirurgia cardíaca, estáveis hemodinamicamente. Medidas de nível de lactato e pressão parcial de oxigênio foram obtidas através da coleta do sangue arterial antes e após as técnicas de expansão pulmonar, como manobra de recrutamento alveolar e respiração por pressão positiva intermitente.

Resultados:

Foram incluídos 40 pacientes com idade média de 51,1 ± 14,9 anos, sendo que 55% eram do sexo feminino. Pode-se observar diferença estatisticamente significativa (p < 0,05) na comparação dos valores do baseline e pós-intervenção para o lactato arterial, índice de oxigenação, fração inspirada e na saturação de oxigênio em ambos os procedimentos. Para o desfecho pressão arterial de oxigênio, somente o grupo que realizou respiração por pressão positiva intermitente obteve melhora significativa.

Conclusão:

As técnicas de expansão pulmonar utilizadas contribuíram na redução do nível de lactato arterial, na melhora da oxigenação e na saturação de oxigênio desta população, mas não alterou o tempo de internamento na unidade de terapia intensiva.

  • Cirurgia Torácica
  • Cuidados Pós Operatórios
  • L-Lactato Desidrogenase
  • modalidades de fisioterapia
  • Nível de Oxigênio
  • Oxigenação
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20170092 Visualizações 1
ABC
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Comparação de Duas Estratégias de Controle de Pressão Venosa Central na Prevenção de Fibrilação Atrial em Pós-Operatório de Revascularização do Miocárdio

Mario Augusto Cray da Costa et al. Wesley Lirani Ana Caroline Wippich Luana Lopes … Eduardo de Souza Tolentino Beatriz Zampar Marcelo Derbli Schafranski

Resumo

Fundamento:

A fibrilação atrial (FA) ocorre em 10-40% dos pacientes submetidos a cirurgia de revascularização miocárdica (RM), e eleva a mortalidade cardiovascular. Como o aumento dos átrios está associado ao aumento da incidência de FA, espera-se que pacientes com pressão venosa central (PVC) mais alta tenham maior distensão atrial, o que eleva a incidência dessa arritmia.

Objetivo:

Comparar a incidência de FA em pós-operatório de RM, seguindo duas estratégias de controle de PVC.

Métodos:

Estudo clínico randomizado controlado intervencionista. A amostra foi composta por 140 pacientes submetidos a RM entre 2011 e 2015. Os pacientes foram randomizados em dois grupos, G15 e G20, mantidos com PVC máxima de 15 cmH2O e 20 cmH2O, respectivamente.

Resultados:

Foram incluídos 70 pacientes em cada grupo. A incidência da arritmia em G15 foi de 8,57% e, no G20, de 22,86%, com redução de risco absoluto de 14,28% e número necessário para tratar (NNT) de 7 (p = 0,03). Mortalidade (G15 = 5,71%; G20 = 11,42%; p = 0,07), tempo de internamento (G15 = 7,14 dias; G20 = 8,21 dias; p = 0,36), número de enxertos (medianas: G15 = 3, G2 = 2; p = 0,22) e uso de circulação extracorpórea (G15 = 67,10%; G20 = 55,70%; p = 0,22) mostraram-se estatisticamente semelhantes. A idade (p = 0,04) e o tempo de internamento (p = 0,001) foram significativamente maiores nos pacientes que desenvolveram FA nos dois grupos.

Conclusão:

Manter a PVC com valores mais baixos nas primeiras 72h após a cirurgia de RM reduz o risco relativo de FA e pode ser uma ferramenta útil na prevenção da FA após RM.

  • Cuidados Pós Operatórios
  • Fibrilação Atrial/prevenção
  • Pressão Venosa Central
  • Revascularização do Miocárdio
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01/04/2017 DOI: 10.5935/abc.20170044
ABC
Artigo de Pesquisa

Experiência na Utilização de ECMO na Disfunção Primária de Enxerto Pós-Transplante Cardíaco Ortotópico

Elson Borges Lima et al. Claudio Ribeiro da Cunha Vitor Salvatore Barzilai Marcelo Botelho Ulhoa … Maria Regina de Barros Camila Scatolin Moraes Letycia Chagas Fortaleza Nubia Wellerson Vieira Fernando Antibas Atik

Fundamento:

A disfunção primária de enxerto é a principal causa de mortalidade precoce após o transplante cardíaco. O uso de assistência circulatória mecânica tem sido empregado no tratamento dessa síndrome.

Objetivo:

Descrever a experiência com o uso de oxigenação por membrana extracorpórea para tratamento de disfunção primária de enxerto pós-transplante cardíaco.

Métodos:

Entre janeiro de 2007 e dezembro de 2013, foram realizados 71 transplantes cardíacos ortotópicos em pacientes com insuficiência cardíaca avançada. Destes, 11 (15,5%) pacientes apresentaram disfunção primária de enxerto, os quais constituíram a população deste estudo. As manifestações da disfunção primária de enxerto na nossa população foram falência no desmame da circulação extracorpórea em seis (54,5%) pacientes, instabilidade hemodinâmica grave no pós-operatório imediato com disfunção cardíaca acentuada em três (27,3%) e pós-parada cardíaca em dois (18,2%). O tempo de isquemia médio foi 151 ± 82 minutos. Assim que o diagnóstico de disfunção primária de enxerto foi estabelecido, procedeu-se à instalação de suporte circulatório mecânico para estabilização de quadro hemodinâmico grave, e a evolução dos pacientes foi estudada temporalmente.

Resultados:

A duração média de assistência em oxigenação por membrana extracorpórea foi 76 ± 47,4 horas (variação de 32 a 144 horas). O desmame com recuperação cardíaca obteve sucesso em nove (81,8%) pacientes. No entanto, dois pacientes, que tiveram recuperação cardíaca, não sobreviveram à alta hospitalar.

Conclusão:

O uso de assistência circulatória mecânica por meio de oxigenação por membrana extracorpórea central promoveu recuperação cardíaca em poucos dias na maioria dos pacientes.

  • Cuidados Pós Operatórios
  • Disfunção Primária do Enxerto / fisiopatologia
  • Oxigenação por Membrana Extracorpórea / métodos
  • Transplante Cardíaco
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21/07/2015 DOI: 10.5935/abc.20150082
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Impacto da Fisioterapia Intensiva no Pós-Operatório de Revascularização Miocárdica

Elder dos Santos Cavalcante et al. Rosmeiri Magario César Augusto Conforti Gerson Cipriano Júnior … Ross Arena Antonio Carlos C. Carvalho Enio Buffolo Bráulio Luna Filho

Fundamento:

A cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) é a opção cirúrgica padrão para pacientes com placas arteriais difusas e significativas. Tal procedimento, no entanto, não é desprovido de complicações pós-operatórias, especialmente distúrbios pulmonares e cognitivos.

Objetivo:

Comparar o impacto de duas abordagens fisioterapêuticas diferentes nas funções pulmonar e cognitiva de pacientes submetidos a CRM.

Métodos:

Testes de função pulmonar e neuropsicológicos foram aplicados, antes e após CRM, a 39 pacientes randomizados em dois grupos: Grupo 1 – 20 pacientes-controle submetidos a uma sessão de fisioterapia por dia; Grupo 2 – 19 pacientes submetidos a três sessões de fisioterapia por dia durante recuperação no hospital. Testes t de Student pareado e não pareado foram usados para comparar as variáveis contínuas. Variáveis sem distribuição normal foram comparadas entre os grupos usando-se o teste de Mann-Whitney, e, dentro do mesmo grupo em momentos diferentes, usando-se o teste de Wilcoxon. O teste do qui-quadrado avaliou diferenças das variáveis categóricas. Testes estatísticos com p valor ≤ 0,05 foram considerados significativos.

Resultados:

As alterações da função pulmonar não diferiram significativamente entre os grupos. Entretanto, o mesmo não ocorreu com a função neurocognitiva, que apresentou declínio no Grupo 1, mas não no Grupo 2 (p ≤ 0,01).

Conclusão:

Tais resultados reforçam a importância da fisioterapia após CRM e da realização de múltiplas sessões por dia, o que oferece aos pacientes melhores condições psicossociais e menos morbidade.

  • Cuidados Pós Operatórios
  • Fisioterapia
  • Revascularização Miocárdica / reabilitação
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28/10/2014 DOI: 10.5935/abc.20140161 Visualizações 1
Uso crônico e regular de estatina previne fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca
ABC
Artigo Original

Uso crônico e regular de estatina previne fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca

Renato Jorge Alves et al. Rodrigo Noronha Campos Kenji Nakiri

FUNDAMENTO: Fibrilação atrial é uma complicação frequente no pós-operatório de cirurgia cardíaca. O uso prévio de estatinas pode reduzir a incidência dessa arritmia. OBJETIVO: Avaliar se o uso crônico e regular de estatina, por um período de seis meses, previne fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca eletiva. MÉTODOS: Estudo realizado em 107 pacientes submetidos à cirurgia cardíaca, 66% do sexo masculino e com idade média de 60,4 anos (25 a 84). Avaliou-se a presença de fibrilação atrial entre os pacientes que usavam ou não estatina de forma regular no pré-operatório. Foram excluídos pacientes com cirurgia cardíaca de urgência, insuficiência renal, doenças inflamatórias, fibrilação atrial prévia, portadores de tireoidopatia e aqueles em uso de marca-passo definitivo. RESULTADOS: No período pós-operatório, fibrilação atrial esteve presente em 42 pacientes (39%) da amostra, sendo 11 (26%) em uso regular de estatina no período pré-operatório e 31 (74%) não. Observou-se que, em 22% do total de pacientes em uso de estatina, não houve desenvolvimento de fibrilação atrial, enquanto 45% dos que não usavam estatina apresentaram arritmia (ρ=0,02). Na revascularização miocárdica isolada, 47% dos pacientes que não usavam estatina e 23% dos que usavam desenvolveram fibrilação atrial (ρ =0,02). Não houve diferença estatística significativa na análise dos grupos com ou sem estatina quanto à presença dos fatores de risco para desenvolvimento de fibrilação atrial ( ρ=0,34). CONCLUSÃO: O uso regular de estatina, por seis meses ou mais no período pré-operatório, reduziu a incidência de fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca eletiva.

  • Arritmias Cardíacas
  • Cirurgia Torácica
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Fibrilação Atrial
  • Inibidores de Hidroximetilglutaril-CoA Redutases
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24/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000129 Visualizações 1
O peptídeo natriurético do tipo B é preditor de eventos em pós-operatório de cirurgia ortopédica
ABC
Artigo Original

O peptídeo natriurético do tipo B é preditor de eventos em pós-operatório de cirurgia ortopédica

Humberto Villacorta Junior et al. Isabela Simões de Castro Marise Godinho Camila Mattos … Rogério Visconti Maurício Saud Mônica Novais Cláudia Murad Fernanda Nogueira

FUNDAMENTO: A avaliação clínica nem sempre é suficiente para predizer complicações cardíacas pós-operatórias (PO). O peptídeo natriurético do tipo B (BNP) tem grande valor prognóstico em pacientes (pts) com insuficiência cardíaca. Seu valor como preditor de eventos em cirurgias ortopédicas ainda não foi testado. OBJETIVO: Avaliar o valor do BNP em predizer complicações cardíacas no PO de cirurgia ortopédica. MÉTODOS: Avaliados de modo prospectivo, 208 pts submetidos à cirurgia para correção de fratura de fêmur e artroplastia de quadril ou de joelho. Foram 149 (71,6%) mulheres e a idade média foi de 72,6 ± 8,8 anos. Os pacientes foram submetidos, no pré-operatório, à avaliação clínica convencional e estimativa do risco cirúrgico pela classificação da American Society of Anesthesiologists (ASA). O BNP foi dosado no pré-operatório e avaliou-se a sua capacidade de predizer eventos cardíacos (morte, infarto agudo do miocárdio, angina instável, fibrilação atrial, taquicardia ventricular ou insuficiência cardíaca) no PO, através de análise multivariada por regressão logística. RESULTADOS: Dezessete (8,0%) pacientes apresentaram eventos cardíacos. A mediana de BNP foi significativamente maior nesses pacientes quando comparada a dos sem eventos cardíacos (93 [variação interquartil 73-424] vs 26,6 [13,2-53,1], p = 0,0001). O BNP foi o principal preditor independente de eventos (p = 0,01). A classificação da ASA não foi preditor independente. A análise de curva ROC demonstrou que para um corte de 60 pg/ml, o BNP apresentou sensibilidade de 76,0% e especificidade de 79,0% para predizer eventos, com área sob a curva de 83,0%. CONCLUSÃO: O BNP é um preditor independente de eventos cardíacos no PO de cirurgias ortopédicas.

  • Cuidados Pós Operatórios
  • Ortopedia
  • Peptídeo Natriurético-Tipo B
  • procedimentos cirúrgicos
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24/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000131 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Sepse no pós-operatório de cirurgia cardíaca: descrição do problema

Dinaldo Cavalcanti de Oliveira et al. João Bosco de Oliveira Filho Rogério Ferreira Silva Simone Soares Moura … Diego Janstk Silva Enilton Sergio Tabosa do Egito Stevan Krieger Martins Luis Carlos Bento Souza Adib Domingos Jatene Leopoldo Soares Piegas

FUNDAMENTOS: A despeito do avanço no diagnóstico e na terapêutica da sepse nos últimos anos, a morbidade e mortalidade são elevadas. OBJETIVO: Avaliar a prevalência, a evolução hospitalar e o prognóstico de pacientes que apresentaram sepse no pós- operatório de cirurgia cardíaca. MÉTODOS: Trata-se de um registro prospectivo que incluiu pacientes (n = 7.332) submetidos à cirurgia cardíaca (valvar ou coronariana) entre janeiro de 1995 e dezembro de 2007. Utilizamos os critérios clássicos de diagnóstico de sepse para identificar os pacientes que evoluíram com tal enfermidade e avaliamos as comorbidades pré-operatórias, a evolução hospitalar e o prognóstico. RESULTADOS: A sepse ocorreu em 29 pacientes (prevalência = 0,39%). O sexo masculino predominou sobre o feminino (79% vs. 21%). A idade média foi de 69 ± 6,5 anos. As principais comorbidades pré-operatórias eram: hipertensão arterial sistêmica (79%), dislipidemia (48%) e antecedente familiar de doença arterial coronariana (38%). O índice Apache médio foi de 18 ± 7, enquanto o Sofa indicou 14,2 ± 3,8. O foco infeccioso primário foi pulmonar em 19 pacientes (55%). Houve 19 culturas positivas, e a média de hidratação endovenosa nas primeiras 24 horas foi de 1.016 ± 803 ml. As principais complicações foram: insuficiência renal aguda (65%), síndrome de baixo débito cardíaco (55%) e arritmia ventricular maligna (55%). A mortalidade foi de 79% (23 pacientes). CONCLUSÃO: A sepse após cirurgia cardíaca foi um evento raro, porém com desfechos clínicos catastróficos. O índice elevado de morbidade e mortalidade revelou a necessidade de um aprimoramento no tratamento, visando melhorar a evolução clínica dos pacientes.

  • Cirurgia Torácica
  • Coração
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Sepse
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28/04/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000300012 Visualizações 1
Fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca
ABC
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Fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca

Carlos Romério Costa Ferro et al. Dinaldo Cavalcanti de Oliveira Fabiana Piech Nunes Leopoldo Soares Piegas

A fibrilação atrial (FA) é uma arritmia frequente no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Nesse contexto, está associada à presença de comorbidades, a um maior tempo de hospitalização e a maior custo relacionado à cirurgia. Os mecanismos envolvidos na gênese da FA no pós-operatório de cirurgia cardíaca (FAPO) são diferentes daqueles causadores da FA paroxística. O conhecimento desses mecanismos permite a aplicabilidade de medidas que são eficazes em reduzir a incidência dessa arritmia. O tratamento, segundo recomendações da literatura, é eficaz e seguro, pois as taxas de reversão a ritmo sinusal são elevadas e as complicações reduzidas, e não está associado com a ocorrência elevada de efeitos colaterais.

  • Arritmia
  • Cirurgia Torácica
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Fibrilação Atrial
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13/10/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000700011 Visualizações 1
Fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca: quem deve receber quimioprofilaxia?
ABC
Revisão

Fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca: quem deve receber quimioprofilaxia?

Glaucylara Reis Geovanini et al. Renato Jorge Alves Gisele de Brito Gabriel A. S. Miguel … Valéria A. Glauser Kenji Nakiri

Avaliar fatores de risco arritmogênicos associados à maior incidência de fibrilação atrial (FA) no pós-operatório (PO) de cirurgia cardíaca (revascularização miocárdica e/ou cirurgia valvar), com o intuito de selecionar os mais propensos ao desenvolvimento dessa arritmia para possível quimioprofilaxia. Avaliarem-se 66 pacientes submetidos à cirurgia cardíaca eletiva. Correlacionaram-se os principais fatores de risco (idade avançada, doença valvar (DV), aumento atrial esquerdo (AE), disfunção ventricular (DVE), distúrbio eletrolítico (DHE), cirurgia cardíaca prévia (CCP), uso prévio e suspensão de betabloqueador (B-Bloq) e/ou digital 24 horas antes da cirurgia) para o desenvolvimento de FA no PO. A incidência de FA foi elevada (47%) em nossa casuística e mais freqüente no primeiro dia de PO. Dos pacientes pesquisados, 64% eram do sexo masculino com idade média de 62 anos. Entre os pacientes com dois ou menos fatores de risco para FA, apenas 24% desenvolveram a arritmia, enquanto a presença de três ou mais desses fatores esteve associada à sua maior incidência no PO (69%), (p = 0,04). Em ordem de maior freqüência, idade > 65 anos (em 58% dos pacientes) foi o fator de risco mais prevalente, seguido de aumento do AE em 45% (p = 0,001) e DV em 38% (p = 0,02). A presença de três ou mais fatores de risco aumenta consideravelmente a incidência dessa arritmia no PO de cirurgia cardíaca. Entre os principais fatores, destacaram-se idade avançada, aumento do AE e doença valvar.

  • Arritmia
  • Cirurgia Torácica
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Fatores de risco
  • Fibrilação Atrial
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23/06/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000400013
Efeitos de um programa de reabilitação da musculatura inspiratória no pós-operatório de cirurgia cardíaca
ABC
Artigo Original

Efeitos de um programa de reabilitação da musculatura inspiratória no pós-operatório de cirurgia cardíaca

Paulo Eduardo Gomes Ferreira et al. Alfredo José Rodrigues Paulo Roberto Barboza Évora

FUNDAMENTO: Os músculos respiratórios são afetados pós operações cardíacas. OBJETIVO: Verificar se o condicionamento pré-operatório dos músculos inspiratórios poderia ajudar a diminuir a disfunção respiratória pós-operatória. MÉTODOS: Trinta voluntários de ambos os sexos com idade mínima de 50 anos, aguardando cirurgia de revascularização do miocárdio e/ou cirurgia de válvula cardíaca foram alocados de forma randômica em dois grupos. Quinze pacientes foram incluídos em um programa domiciliar de pelo menos 2 semanas de treinamento pré-operatório dos músculos inspiratórios usando um dispositivo com uma carga correspondente a 40% da pressão inspiratória máxima. Os outros 15 receberam orientações gerais e não treinaram os músculos inspiratórios. A espirometria, antes e depois do programa de treinamento, bem como a evolução dos gases sanguíneos arteriais e das pressões inspiratória e expiratória máximas, foram avaliados em ambos os grupos antes e depois da cirurgia. Os desfechos clínicos dos dois grupos também foram comparados. RESULTADOS: Observamos que o treinamento dos músculos inspiratórios aumentou a capacidade vital forçada, a ventilação voluntária máxima e a relação entre o volume expirado forçado no primeiro segundo e a capacidade vital forçada. A evolução dos gases sanguíneos e das pressões expiratória e inspiratória máximas antes e depois da cirurgia foi similar em ambos os grupos, com desfechos também similares. CONCLUSÃO: Concluímos que nosso programa domiciliar de treinamento dos músculos inspiratórios foi seguro e melhorou a capacidade vital forçada e a ventilação voluntária máxima, embora os benefícios clínicos desse programa não tenham sido claramente demonstrados no presente estudo.

  • Cirurgia Torácica
  • Cuidados Pós Operatórios
  • modalidades de fisioterapia
  • Músculos respiratórios
  • Reabilitação
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23/06/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000400005 Visualizações 2
Os efeitos da pressão positiva intermitente e do incentivador respiratório no pós-operatório de revascularização miocárdica
ABC
Artigo Original

Os efeitos da pressão positiva intermitente e do incentivador respiratório no pós-operatório de revascularização miocárdica

Walmir Romanini et al. Andrea Pires Muller Katherine Athayde Teixeira de Carvalho Marcia Olandoski … José Rocha Faria-Neto Felipe Luiz Mendes Evandro Antonio Sardetto Francisco Diniz Afonso da Costa Luiz César Guarita-Souza

FUNDAMENTO: As complicações pulmonares são causas freqüentes do aumento de morbi-mortalidade nos pacientes submetidos à cirurgia cardíaca. A fisioterapia respiratória tem auxiliado na recuperação destes pacientes. OBJETIVO: Analisar o efeito fisioterapêutico da aplicação da pressão positiva intermitente (RPPI) e do incentivador respiratório (IR) em pacientes submetidos a cirurgia de revascularização do miocárdio. MÉTODOS: Quarenta pacientes foram divididos em dois grupos: um submetido à aplicação do RPPI (n=20) e o outro ao IR (n=20). Os pacientes foram avaliados nos momentos: pré-operatório, 24ª, 48ª e 72ª horas de pós-operatório, sendo aplicados os recursos no período pós-operatório. Analisaram-se os seguintes parâmetros: saturação de oxigênio (SpO2), freqüência respiratória (FR), volume minuto (VM), volume corrente (VC), pressão inspiratória máxima (Pi máx) e pressão expiratória máxima (Pe máx). RESULTADOS: Nas variáveis demográficas e clínicas os grupos foram considerados homogêneos. No grupo submetido à aplicação com o RPPI identificou-se aumento da SpO2 na 48ª (p=0,007) e na 72ª horas (p=0,0001) quando comparado ao grupo IR. Nos parâmetros: FR, VM e VC na comparação entre os grupos não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas. No grupo submetido ao IR a Pe máx na 24ª (p=0,02) e na 48ª (p=0,01) horas apresentaram um aumento significativo. CONCLUSÃO: Com o objetivo de reverter mais precocemente a hipoxemia, o RPPI mostrou-se mais eficiente em comparação ao IR; entretanto, para melhorar a força dos músculos respiratórios, o IR foi mais efetivo.

  • Cuidados Pós Operatórios
  • fisioterapia respiratória
  • Revascularização Miocárdica
  • Terapia física
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05/09/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001400006
Prevenção de fibrilação atrial com amiodarona em moderada dosagem no pós-operatório de cirurgia cardíaca é segura e eficaz em pacientes de alto risco para desenvolver essa arritmia
ABC
Artigo Original

Prevenção de fibrilação atrial com amiodarona em moderada dosagem no pós-operatório de cirurgia cardíaca é segura e eficaz em pacientes de alto risco para desenvolver essa arritmia

Renato Jorge Alves et al. Glaucylara Reis Geovanini Gisele de Brito Gabriel A. S. Miguel … Valéria A. Glauser Kenji Nakiri

OBJETIVO: Avaliar se a profilaxia com amiodarona em moderada dosagem, no pós-operatório de cirurgia cardíaca (revascularização miocárdica e/ou cirurgia valvar), reduz a incidência de fibrilação atrial em pacientes de alto risco para desenvolver essa arritmia. MÉTODOS: Estudo clínico, randomizado e prospectivo, realizado em 68 pacientes submetidos a cirurgia cardíaca eletiva. A média de idade foi de 64 anos e 59% dos participantes eram do sexo masculino. Os pacientes com três ou mais fatores de risco para fibrilação atrial, de acordo com a literatura, foram randomizados em dois grupos, para receber ou não profilaxia com amiodarona no primeiro dia de pós-operatório. A dose administrada foi de 600 mg/dia a 900 mg/dia, por via intravenosa, no primeiro dia de pós-operatório, seguida de 400 mg/dia por via oral até a alta hospitalar ou até completar sete dias. Os demais pacientes, com dois ou menos fatores de risco, foram seguidos até a alta hospitalar. Todos os pacientes foram observados por monitorização cardíaca e/ou eletrocardiografia. RESULTADOS: No grupo que recebeu amiodarona, 7% dos pacientes apresentaram fibrilação atrial, enquanto no grupo controle 70% desenvolveram a arritmia. Nos indivíduos não-randomizados (com dois ou menos fatores de risco), apenas 24% apresentaram fibrilação atrial. CONCLUSÃO: O uso profilático de amiodarona foi eficaz na prevenção de fibrilação atrial nos pacientes com três ou mais fatores de risco para essa arritmia. Esse tratamento pode ser benéfico na redução da permanência na Unidade de Terapia Intensiva e, conseqüentemente, nas complicações advindas do maior tempo de internação hospitalar.

  • Amiodarona
  • Cirurgia Torácica
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Fibrilação Atrial
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28/08/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001300005

Como citar este artigo

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Murad H. Relação entre Complacência Pulmonar Estática e Extubação após Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(2):e20240125.

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Murad, Henrique. Relação entre Complacência Pulmonar Estática e Extubação após Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 2, e20240125, abr. 2024.

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Murad, H. (2024). Relação entre Complacência Pulmonar Estática e Extubação após Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(2), e20240125.

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Murad, Henrique. Relação entre Complacência Pulmonar Estática e Extubação após Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 2, [citado 2026-10-14], e20240125. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-complacencia-pulmonar-estatica-e-extubacao-apos-cirurgia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Ramos TBR, Figueiredo LC, Martins LC, Falcão ALE, Ratti LSR, Petrucci O, Dragosavac D, et al. Relação entre a Complacência Pulmonar Estática e a Falha de Extubação em Pacientes Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(2):e20230350.

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Ramos, Thais Bento Rudge; Figueiredo, Luciana Castilho; Martins, Luiz Claudio; Falcão, Antonio Luis Eiras; Ratti, Lígia dos Santos Roceto; Petrucci, Orlando; Dragosavac, Desanka. Relação entre a Complacência Pulmonar Estática e a Falha de Extubação em Pacientes Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 2, e20230350, fev. 2024.

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Ramos, T. B. R., Figueiredo, L. C., Martins, L. C., Falcão, A. L. E., Ratti, L. S. R., Petrucci, O., & Dragosavac, D. (2024). Relação entre a Complacência Pulmonar Estática e a Falha de Extubação em Pacientes Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(2), e20230350.

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Ramos, Thais Bento Rudge and Figueiredo, Luciana Castilho and Martins, Luiz Claudio and Falcão, Antonio Luis Eiras and Ratti, Lígia dos Santos Roceto and Petrucci, Orlando and Dragosavac, Desanka. Relação entre a Complacência Pulmonar Estática e a Falha de Extubação em Pacientes Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230350. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-a-complacencia-pulmonar-estatica-e-a-falha-de-extubacao-em-pacientes-pos-operatorio-de-cirurgia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Borgomoni GB, Mejia OAV, Orlandi BMM, Goncharov M, Lisboa LAF, Conte PH, Oliveira MAP, et al. Impacto Atual da Circulação Extracorpórea na Cirurgia de Revascularização Miocárdica no Estado de São Paulo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):595-601.

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Borgomoni, Gabrielle Barbosa; Mejia, Omar Asdrúbal Vilca; Orlandi, Bianca Maria Maglia; Goncharov, Maxim; Lisboa, Luiz Augusto Ferreira; Conte, Pedro Henrique; Oliveira, Marco Antonio Praca; Fiorelli, Alfredo Inácio; Petrucci Junior, Orlando; Tiveron, Marcos Grandim; Dallan, Luís Alberto de Oliveira; Jatene, Fabio Biscegli. Impacto Atual da Circulação Extracorpórea na Cirurgia de Revascularização Miocárdica no Estado de São Paulo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 595-601, out. 2020.

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Borgomoni, G. B., Mejia, O. A. V., Orlandi, B. M. M., Goncharov, M., Lisboa, L. A. F., Conte, P. H., Oliveira, M. A. P., Fiorelli, A. I., Petrucci Junior, O., Tiveron, M. G., Dallan, L. A. O., & Jatene, F. B. (2020). Impacto Atual da Circulação Extracorpórea na Cirurgia de Revascularização Miocárdica no Estado de São Paulo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 595-601.

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Borgomoni, Gabrielle Barbosa and Mejia, Omar Asdrúbal Vilca and Orlandi, Bianca Maria Maglia and Goncharov, Maxim and Lisboa, Luiz Augusto Ferreira and Conte, Pedro Henrique and Oliveira, Marco Antonio Praca and Fiorelli, Alfredo Inácio and Petrucci Junior, Orlando and Tiveron, Marcos Grandim and Dallan, Luís Alberto de Oliveira and Jatene, Fabio Biscegli. Impacto Atual da Circulação Extracorpórea na Cirurgia de Revascularização Miocárdica no Estado de São Paulo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 595-601. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-atual-da-circulacao-extracorporea-na-cirurgia-de-revascularizacao-miocardica-no-estado-de-sao-paulo/>. ISSN 0066-782X

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Castro I, Fontana Filho H. Minieditorial: Fragilidade em Pacientes não Idosos Submetidos à Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):611-2.

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Castro, Iran; Fontana Filho, Hugo. Minieditorial: Fragilidade em Pacientes não Idosos Submetidos à Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 611-612, out. 2020.

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Castro, I., & Fontana Filho, H. (2020). Minieditorial: Fragilidade em Pacientes não Idosos Submetidos à Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 611-612.

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Castro, Iran and Fontana Filho, Hugo. Minieditorial: Fragilidade em Pacientes não Idosos Submetidos à Cirurgia Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 611-612. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/minieditorial-fragilidade-em-pacientes-nao-idosos-submetidos-a-cirurgia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Franzotti SAS, Sloboda DA, Silva JR, Souza EAS, Reboreda JZ, Ferretti-Rebustini REL, Nogueira LS, et al. Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):452-9.

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Franzotti, Silvana Alves dos Santos; Sloboda, Dyenily Alessi; Silva, Juliana Rosendo; Souza, Ellian Amorim Santos; Reboreda, Jessica Zamora; Ferretti-Rebustini, Renata Eloah de Lucena; Nogueira, Lilia de Souza. Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 452-459, set. 2020.

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Franzotti, S. A. S., Sloboda, D. A., Silva, J. R., Souza, E. A. S., Reboreda, J. Z., Ferretti-Rebustini, R. E. L., & Nogueira, L. S. (2020). Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 452-459.

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Franzotti, Silvana Alves dos Santos and Sloboda, Dyenily Alessi and Silva, Juliana Rosendo and Souza, Ellian Amorim Santos and Reboreda, Jessica Zamora and Ferretti-Rebustini, Renata Eloah de Lucena and Nogueira, Lilia de Souza. Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 452-459. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/desempenho-dos-indices-de-gravidade-na-predicao-de-complicacoes-pos-operatorias-de-revascularizacao-miocardica-2/>. ISSN 0066-782X

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Soeiro AM. Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):460-1.

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Soeiro, Alexandre de Matos. Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 460-461, set. 2020.

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Soeiro, A. M. (2020). Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 460-461.

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Soeiro, Alexandre de Matos. Desempenho dos Índices de Gravidade na Predição de Complicações Pós-Operatórias de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 460-461. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/desempenho-dos-indices-de-gravidade-na-predicao-de-complicacoes-pos-operatorias-de-revascularizacao-miocardica/>. ISSN 0066-782X

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Favarato D, Benvenuti LA. Caso 1/2020 – Mulher de 55 Anos com Insuficiência Cardíaca após Internação por Diagnóstico Presumido de Infarto do Miocárdio e Insuficiência da Valva Mitral com Rotura de Corda Tendínea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(4 suppl 1):47-56.

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Favarato, Desiderio; Benvenuti, Luiz Alberto. Caso 1/2020 – Mulher de 55 Anos com Insuficiência Cardíaca após Internação por Diagnóstico Presumido de Infarto do Miocárdio e Insuficiência da Valva Mitral com Rotura de Corda Tendínea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 4 suppl 1, p. 47-56, maio. 2020.

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Favarato, D., & Benvenuti, L. A. (2020). Caso 1/2020 – Mulher de 55 Anos com Insuficiência Cardíaca após Internação por Diagnóstico Presumido de Infarto do Miocárdio e Insuficiência da Valva Mitral com Rotura de Corda Tendínea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(4 suppl 1), 47-56.

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Favarato, Desiderio and Benvenuti, Luiz Alberto. Caso 1/2020 – Mulher de 55 Anos com Insuficiência Cardíaca após Internação por Diagnóstico Presumido de Infarto do Miocárdio e Insuficiência da Valva Mitral com Rotura de Corda Tendínea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4 suppl 1, [citado 2026-10-14], pp. 47-56. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caso-1-2020-mulher-de-55-anos-com-insuficiencia-cardiaca-apos-internacao-por-diagnostico-presumido-de-infarto-do-miocardio-e-insuficiencia-da-valva-mitral-com-rotura-de-corda-tendinea/>. ISSN 0066-782X

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Otto ME, Atik FA, Moreira MN, Ribeiro LCM, Mello BCR, Lima JGE, Ribeiro MS, et al. Determinantes da Desproporção de Prótese Aórtica em Hospital de Atendimento de Saúde Pública Brasileiro: Pacientes Grandes ou Próteses Pequenas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;114(1):12-2.

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Otto, Maria Estefania; Atik, Fernando Antibas; Moreira, Marcelo do Nascimento; Ribeiro, Luiz Carlos Madruga; Mello, Bianca Corrêa Rocha de; Lima, Joyce Gomes Elias; Ribeiro, Maiara Sanchez; Domingues, Ana Carolina Pereira Matos; Calzada, Reyna Pinheiro; Jreige Jr., Armindo; Schloicka, Larissa Lucas; Pibarot, Philippe. Determinantes da Desproporção de Prótese Aórtica em Hospital de Atendimento de Saúde Pública Brasileiro: Pacientes Grandes ou Próteses Pequenas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 1, p. 12-22, out. 2019.

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Otto, M. E., Atik, F. A., Moreira, M. N., Ribeiro, L. C. M., Mello, B. C. R. , Lima, J. G. E., Ribeiro, M. S., Domingues, A. C. P. M., Calzada, R. P., Jreige Jr., A., Schloicka, L. L., & Pibarot, P. (2019). Determinantes da Desproporção de Prótese Aórtica em Hospital de Atendimento de Saúde Pública Brasileiro: Pacientes Grandes ou Próteses Pequenas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(1), 12-22.

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Otto, Maria Estefania and Atik, Fernando Antibas and Moreira, Marcelo do Nascimento and Ribeiro, Luiz Carlos Madruga and Mello, Bianca Corrêa Rocha de and Lima, Joyce Gomes Elias and Ribeiro, Maiara Sanchez and Domingues, Ana Carolina Pereira Matos and Calzada, Reyna Pinheiro and Jreige Jr., Armindo and Schloicka, Larissa Lucas and Pibarot, Philippe. Determinantes da Desproporção de Prótese Aórtica em Hospital de Atendimento de Saúde Pública Brasileiro: Pacientes Grandes ou Próteses Pequenas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 114, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 12-22. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/determinantes-da-desproporcao-de-protese-aortica-em-hospital-de-atendimento-de-saude-publica-brasileiro-pacientes-grandes-ou-proteses-pequenas/>. ISSN 0066-782X

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Cordeiro ALL, Oliveira LFL, Queiroz TC, Santana VLL, Melo TA, Guimarães AR, Martinez BP, et al. Associação da Mecânica Respiratória com a Oxigenação e Duração da Ventilação Mecânica no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(3):244-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cordeiro, André Luiz Lisboa; Oliveira, Livia Freire de Lima; Queiroz, Thaynã Caribé; Santana, Verena Lourranne Lima de; Melo, Thiago Araújo de; Guimarães, André Raimundo; Martinez, Bruno Prata. Associação da Mecânica Respiratória com a Oxigenação e Duração da Ventilação Mecânica no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 244-249, dez. 2017.

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Cordeiro, A. L. L., Oliveira, L. F. L., Queiroz, T. C., Santana, V. L. L. , Melo, T. A. , Guimarães, A. R., & Martinez, B. P. (2018). Associação da Mecânica Respiratória com a Oxigenação e Duração da Ventilação Mecânica no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 244-249.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cordeiro, André Luiz Lisboa and Oliveira, Livia Freire de Lima and Queiroz, Thaynã Caribé and Santana, Verena Lourranne Lima de and Melo, Thiago Araújo de and Guimarães, André Raimundo and Martinez, Bruno Prata. Associação da Mecânica Respiratória com a Oxigenação e Duração da Ventilação Mecânica no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 244-249. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-da-mecanica-respiratoria-com-a-oxigenacao-e-duracao-da-ventilacao-mecanica-no-pos-operatorio-de-cirurgia-cardiaca/>. ISSN 2359-4802

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Oliveira SS, Mansueto Neto , Aras Junior R. Terapia de Expansão Pulmonar na Oxigenação Arterial e Nível Sérico de Lactato no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(1):63-70.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Oliveira, Silvana Souza; Mansueto Neto, ; Aras Junior, Roque. Terapia de Expansão Pulmonar na Oxigenação Arterial e Nível Sérico de Lactato no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 1, p. 63-70, dez. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Oliveira, S. S., Mansueto Neto, , & Aras Junior, R. (2018). Terapia de Expansão Pulmonar na Oxigenação Arterial e Nível Sérico de Lactato no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(1), 63-70.

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Oliveira, Silvana Souza and Mansueto Neto and Aras Junior, Roque. Terapia de Expansão Pulmonar na Oxigenação Arterial e Nível Sérico de Lactato no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 63-70. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/terapia-de-expansao-pulmonar-na-oxigenacao-arterial-e-nivel-serico-de-lactato-no-pos-operatorio-de-cirurgia-cardiaca/>. ISSN 2359-4802

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Costa MAC, Lirani W, Wippich AC, Lopes L, Tolentino ES, Zampar B, Schafranski MD, et al. Comparação de Duas Estratégias de Controle de Pressão Venosa Central na Prevenção de Fibrilação Atrial em Pós-Operatório de Revascularização do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(4):297-303.

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Costa, Mario Augusto Cray da; Lirani, Wesley; Wippich, Ana Caroline; Lopes, Luana; Tolentino, Eduardo de Souza; Zampar, Beatriz; Schafranski, Marcelo Derbli. Comparação de Duas Estratégias de Controle de Pressão Venosa Central na Prevenção de Fibrilação Atrial em Pós-Operatório de Revascularização do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 4, p. 297-303, mar. 2017.

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Costa, M. A. C. , Lirani, W., Wippich, A. C., Lopes, L., Tolentino, E. S., Zampar, B., & Schafranski, M. D. (2017). Comparação de Duas Estratégias de Controle de Pressão Venosa Central na Prevenção de Fibrilação Atrial em Pós-Operatório de Revascularização do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(4), 297-303.

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Costa, Mario Augusto Cray da and Lirani, Wesley and Wippich, Ana Caroline and Lopes, Luana and Tolentino, Eduardo de Souza and Zampar, Beatriz and Schafranski, Marcelo Derbli. Comparação de Duas Estratégias de Controle de Pressão Venosa Central na Prevenção de Fibrilação Atrial em Pós-Operatório de Revascularização do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 297-303. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comparacao-de-duas-estrategias-de-controle-de-pressao-venosa-central-na-prevencao-de-fibrilacao-atrial-em-pos-operatorio-de-revascularizacao-do-miocardio/>. ISSN 0066-782X

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Lima EB, Cunha CR, Barzilai VS, Ulhoa MB, Barros MR, Moraes CS, Fortaleza LC, et al. Experiência na Utilização de ECMO na Disfunção Primária de Enxerto Pós-Transplante Cardíaco Ortotópico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(3):285-91.

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Lima, Elson Borges; Cunha, Claudio Ribeiro da; Barzilai, Vitor Salvatore; Ulhoa, Marcelo Botelho; Barros, Maria Regina de; Moraes, Camila Scatolin; Fortaleza, Letycia Chagas; Vieira, Nubia Wellerson; Atik, Fernando Antibas. Experiência na Utilização de ECMO na Disfunção Primária de Enxerto Pós-Transplante Cardíaco Ortotópico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 3, p. 285-291, jul. 2015.

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Lima, E. B., Cunha, C. R. , Barzilai, V. S., Ulhoa, M. B., Barros, M. R. , Moraes, C. S., Fortaleza, L. C., Vieira, N. W., & Atik, F. A. (2015). Experiência na Utilização de ECMO na Disfunção Primária de Enxerto Pós-Transplante Cardíaco Ortotópico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(3), 285-291.

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Lima, Elson Borges and Cunha, Claudio Ribeiro da and Barzilai, Vitor Salvatore and Ulhoa, Marcelo Botelho and Barros, Maria Regina de and Moraes, Camila Scatolin and Fortaleza, Letycia Chagas and Vieira, Nubia Wellerson and Atik, Fernando Antibas. Experiência na Utilização de ECMO na Disfunção Primária de Enxerto Pós-Transplante Cardíaco Ortotópico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 285-291. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/experiencia-na-utilizacao-de-ecmo-na-disfuncao-primaria-de-enxerto-pos-transplante-cardiaco-ortotopico/>. ISSN 0066-782X

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Cavalcante ES, Magario R, Conforti CA, Cipriano Júnior G, Arena R, Carvalho ACC, Buffolo E, et al. Impacto da Fisioterapia Intensiva no Pós-Operatório de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(5):391-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cavalcante, Elder dos Santos; Magario, Rosmeiri; Conforti, César Augusto; Cipriano Júnior, Gerson; Arena, Ross; Carvalho, Antonio Carlos C.; Buffolo, Enio; Luna Filho, Bráulio. Impacto da Fisioterapia Intensiva no Pós-Operatório de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 5, p. 391-397, out. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cavalcante, E. S., Magario, R., Conforti, C. A., Cipriano Júnior, G., Arena, R., Carvalho, A. C. C., Buffolo, E., & Luna Filho, B. (2014). Impacto da Fisioterapia Intensiva no Pós-Operatório de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(5), 391-397.

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Cavalcante, Elder dos Santos and Magario, Rosmeiri and Conforti, César Augusto and Cipriano Júnior, Gerson and Arena, Ross and Carvalho, Antonio Carlos C. and Buffolo, Enio and Luna Filho, Bráulio. Impacto da Fisioterapia Intensiva no Pós-Operatório de Revascularização Miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 391-397. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-da-fisioterapia-intensiva-no-pos-operatorio-de-revascularizacao-miocardica/>. ISSN 0066-782X

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Alves RJ, Campos RN, Nakiri K. Uso crônico e regular de estatina previne fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(5):614-20.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Alves, Renato Jorge; Campos, Rodrigo Noronha; Nakiri, Kenji. Uso crônico e regular de estatina previne fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 5, p. 614-620, set. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Alves, R. J., Campos, R. N., & Nakiri, K. (2010). Uso crônico e regular de estatina previne fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(5), 614-620.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Alves, Renato Jorge and Campos, Rodrigo Noronha and Nakiri, Kenji. Uso crônico e regular de estatina previne fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 614-620. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uso-cronico-e-regular-de-estatina-previne-fibrilacao-atrial-no-pos-operatorio-de-cirurgia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Villacorta Junior H, Castro IS, Godinho M, Mattos C, Visconti R, Saud M, Novais M, et al. O peptídeo natriurético do tipo B é preditor de eventos em pós-operatório de cirurgia ortopédica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(6):743-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Villacorta Junior, Humberto; Castro, Isabela Simões de; Godinho, Marise; Mattos, Camila; Visconti, Rogério; Saud, Maurício; Novais, Mônica; Murad, Cláudia; Nogueira, Fernanda. O peptídeo natriurético do tipo B é preditor de eventos em pós-operatório de cirurgia ortopédica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 6, p. 743-748, set. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Villacorta Junior, H., Castro, I. S. , Godinho, M., Mattos, C., Visconti, R., Saud, M., Novais, M., Murad, C., & Nogueira, F. (2010). O peptídeo natriurético do tipo B é preditor de eventos em pós-operatório de cirurgia ortopédica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(6), 743-748.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Villacorta Junior, Humberto and Castro, Isabela Simões de and Godinho, Marise and Mattos, Camila and Visconti, Rogério and Saud, Maurício and Novais, Mônica and Murad, Cláudia and Nogueira, Fernanda. O peptídeo natriurético do tipo B é preditor de eventos em pós-operatório de cirurgia ortopédica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 743-748. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-peptideo-natriuretico-do-tipo-b-e-preditor-de-eventos-em-pos-operatorio-de-cirurgia-ortopedica/>. ISSN 0066-782X

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Oliveira DC, Oliveira Filho JB, Silva RF, Moura SS, Silva DJ, Egito EST, Martins SK, et al. Sepse no pós-operatório de cirurgia cardíaca: descrição do problema. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(3):352-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Oliveira, Dinaldo Cavalcanti de; Oliveira Filho, João Bosco de; Silva, Rogério Ferreira; Moura, Simone Soares; Silva, Diego Janstk; Egito, Enilton Sergio Tabosa do; Martins, Stevan Krieger; Souza, Luis Carlos Bento; Jatene, Adib Domingos; Piegas, Leopoldo Soares. Sepse no pós-operatório de cirurgia cardíaca: descrição do problema. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 3, p. 352-356, abr. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Oliveira, D. C. , Oliveira Filho, J. B. , Silva, R. F., Moura, S. S., Silva, D. J., Egito, E. S. T. , Martins, S. K., Souza, L. C. B., Jatene, A. D., & Piegas, L. S. (2010). Sepse no pós-operatório de cirurgia cardíaca: descrição do problema. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(3), 352-356.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Oliveira, Dinaldo Cavalcanti de and Oliveira Filho, João Bosco de and Silva, Rogério Ferreira and Moura, Simone Soares and Silva, Diego Janstk and Egito, Enilton Sergio Tabosa do and Martins, Stevan Krieger and Souza, Luis Carlos Bento and Jatene, Adib Domingos and Piegas, Leopoldo Soares. Sepse no pós-operatório de cirurgia cardíaca: descrição do problema. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 352-356. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sepse-no-pos-operatorio-de-cirurgia-cardiaca-descricao-do-problema/>. ISSN 0066-782X

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Ferro CRC, Oliveira DC, Nunes FP, Piegas LS. Fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;93(1):59-63.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ferro, Carlos Romério Costa; Oliveira, Dinaldo Cavalcanti de; Nunes, Fabiana Piech; Piegas, Leopoldo Soares. Fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 1, p. 59-63, out. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ferro, C. R. C., Oliveira, D. C. , Nunes, F. P., & Piegas, L. S. (2009). Fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(1), 59-63.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ferro, Carlos Romério Costa and Oliveira, Dinaldo Cavalcanti de and Nunes, Fabiana Piech and Piegas, Leopoldo Soares. Fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 93, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 59-63. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fibrilacao-atrial-no-pos-operatorio-de-cirurgia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Geovanini GR, Alves RJ, Brito G, Miguel GAS, Glauser VA, Nakiri K. Fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca: quem deve receber quimioprofilaxia?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(4):326-30.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Geovanini, Glaucylara Reis; Alves, Renato Jorge; Brito, Gisele de; Miguel, Gabriel A. S.; Glauser, Valéria A.; Nakiri, Kenji. Fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca: quem deve receber quimioprofilaxia?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 4, p. 326-330, jun. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Geovanini, G. R., Alves, R. J., Brito, G. , Miguel, G. A. S., Glauser, V. A., & Nakiri, K. (2009). Fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca: quem deve receber quimioprofilaxia?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(4), 326-330.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Geovanini, Glaucylara Reis and Alves, Renato Jorge and Brito, Gisele de and Miguel, Gabriel A. S. and Glauser, Valéria A. and Nakiri, Kenji. Fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca: quem deve receber quimioprofilaxia?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 326-330. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fibrilacao-atrial-no-pos-operatorio-de-cirurgia-cardiaca-quem-deve-receber-quimioprofilaxia/>. ISSN 0066-782X

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Ferreira PEG, Rodrigues AJ, Évora PRB. Efeitos de um programa de reabilitação da musculatura inspiratória no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(4):275-82.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ferreira, Paulo Eduardo Gomes; Rodrigues, Alfredo José; Évora, Paulo Roberto Barboza. Efeitos de um programa de reabilitação da musculatura inspiratória no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 4, p. 275-282, jun. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ferreira, P. E. G., Rodrigues, A. J., & Évora, P. R. B. (2009). Efeitos de um programa de reabilitação da musculatura inspiratória no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(4), 275-282.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ferreira, Paulo Eduardo Gomes and Rodrigues, Alfredo José and Évora, Paulo Roberto Barboza. Efeitos de um programa de reabilitação da musculatura inspiratória no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 275-282. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeitos-de-um-programa-de-reabilitacao-da-musculatura-inspiratoria-no-pos-operatorio-de-cirurgia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Romanini W, Muller AP, Carvalho KAT, Olandoski M, Faria-Neto JR, Mendes FL, Sardetto EA, et al. Os efeitos da pressão positiva intermitente e do incentivador respiratório no pós-operatório de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;89(2):105-10.

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Romanini, Walmir; Muller, Andrea Pires; Carvalho, Katherine Athayde Teixeira de; Olandoski, Marcia; Faria-Neto, José Rocha; Mendes, Felipe Luiz; Sardetto, Evandro Antonio; Costa, Francisco Diniz Afonso da; Guarita-Souza, Luiz César. Os efeitos da pressão positiva intermitente e do incentivador respiratório no pós-operatório de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 2, p. 105-110, set. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Romanini, W., Muller, A. P., Carvalho, K. A. T. , Olandoski, M., Faria-Neto, J. R., Mendes, F. L., Sardetto, E. A., Costa, F. D. A. , & Guarita-Souza, L. C. (2007). Os efeitos da pressão positiva intermitente e do incentivador respiratório no pós-operatório de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(2), 105-110.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Romanini, Walmir and Muller, Andrea Pires and Carvalho, Katherine Athayde Teixeira de and Olandoski, Marcia and Faria-Neto, José Rocha and Mendes, Felipe Luiz and Sardetto, Evandro Antonio and Costa, Francisco Diniz Afonso da and Guarita-Souza, Luiz César. Os efeitos da pressão positiva intermitente e do incentivador respiratório no pós-operatório de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 89, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 105-110. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/os-efeitos-da-pressao-positiva-intermitente-e-do-incentivador-respiratorio-no-pos-operatorio-de-revascularizacao-miocardica/>. ISSN 0066-782X

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Alves RJ, Geovanini GR, Brito G, Miguel GAS, Glauser VA, Nakiri K. Prevenção de fibrilação atrial com amiodarona em moderada dosagem no pós-operatório de cirurgia cardíaca é segura e eficaz em pacientes de alto risco para desenvolver essa arritmia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;89(1):22-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Alves, Renato Jorge; Geovanini, Glaucylara Reis; Brito, Gisele de; Miguel, Gabriel A. S.; Glauser, Valéria A.; Nakiri, Kenji. Prevenção de fibrilação atrial com amiodarona em moderada dosagem no pós-operatório de cirurgia cardíaca é segura e eficaz em pacientes de alto risco para desenvolver essa arritmia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 1, p. 22-27, ago. 2007.

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Alves, R. J., Geovanini, G. R., Brito, G. , Miguel, G. A. S., Glauser, V. A., & Nakiri, K. (2007). Prevenção de fibrilação atrial com amiodarona em moderada dosagem no pós-operatório de cirurgia cardíaca é segura e eficaz em pacientes de alto risco para desenvolver essa arritmia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(1), 22-27.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Alves, Renato Jorge and Geovanini, Glaucylara Reis and Brito, Gisele de and Miguel, Gabriel A. S. and Glauser, Valéria A. and Nakiri, Kenji. Prevenção de fibrilação atrial com amiodarona em moderada dosagem no pós-operatório de cirurgia cardíaca é segura e eficaz em pacientes de alto risco para desenvolver essa arritmia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 89, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 22-27. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevencao-de-fibrilacao-atrial-com-amiodarona-em-moderada-dosagem-no-pos-operatorio-de-cirurgia-cardiaca-e-segura-e-eficaz-em-pacientes-de-alto-risco-para-desenvolver-essa-arritmia/>. ISSN 0066-782X

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