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ABC
Editorial

Do Ateroma ao Índice Aterogênico, Evidências Seculares

Dalton Bertolim Precoma et al. Guilherme Luiz da Rocha

A descoberta da aterosclerose foi descrita pela primeira vez pelo paleontólogo austríaco Johan N. Nepomuk Czemark quando observou grandes placas calcificadas na artéria torácica ascendente em múmias. Outros colegas investigadores tiveram descobertas semelhantes, mas um caso específico ganhou atenção. Murphy et al., em 2003, usando tomografia computadorizada, revelaram em uma múmia de 5.300 anos placas ateroscleróticas na aorta, coronárias, carótidas e artérias ilíacas.

No início de 1900, foi publicado um número significativo de estudos sobre aterosclerose. Destaque para Alexander I. Ignatowski, que publicou em 1908 um estudo pioneiro associando alimentos com colesterol total (CT) elevado ao aumento da aterosclerose em modelo animal. Em 1910, Adolf Windaus, que ganharia o prêmio Nobel de química em 1928, demonstrou que as placas ateroscleróticas tinham 25 vezes mais colesterol do que uma parede arterial normal.

[…]

  • Ateroma
  • Aterosclerose / fisiopatologia
  • Coenzima A
  • Fatores de risco
  • Lesões do Sistema Vascular
  • Placa Aterosclerótica
  • Tomografia Computadorizada/métodos
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04/03/2024 DOI: 10.36660/abc.20230819 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Origem Anômala da Artéria Coronária Circunflexa da Artéria Pulmonar Direita: Diagnóstico por TC Cardíaca

Bebiana Faria et al. Lucy Calvo Sílvia Ribeiro Catarina Ruivo António Lourenço

Introdução

A origem anômala da artéria coronária circunflexa esquerda (CXE) da artéria pulmonar (AP) direita é uma anomalia coronária extremamente rara. Embora o curso clínico possa ser silencioso, o risco de morte cardíaca súbita está aumentado. Os sintomas estão relacionados à colateralização e à quantidade do miocárdio que ela fornece, sendo que alguns pacientes necessitam de tratamento cirúrgico.,

[…]

  • Anormalidades Congênitas
  • Artéria Pulmonar
  • Cardiopatias Congênitas
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Tomografia Computadorizada/métodos
  • Vasos Coronários
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19/07/2021 DOI: 10.36660/abc.20200060 Visualizações 1
Figura 1
ABC
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Endocardite de Prótese Valvular Aórtica por Neisseria Elongata após Procedimento de Bentall: Quando a Imagem Multimodal é Chave para o Diagnóstico

Mariana Brandão et al. Pedro Gonçalves-Teixeira Pedro Ribeiro Queirós Nuno Dias Ferreira Marco Oliveira

Homem diabético de 65 anos com procedimento de Bentall prévio e prótese valvar aórtica mecânica apresentou febre e dor abdominal, juntamente com sopro sistólico (III/VI) e marcadores inflamatórios elevados. A tomografia computadorizada (TC) abdominal revelou infarto esplênico. Ecocardiograma transesofágico (ETE) foi negativo para vegetações. Diante da suspeita persistente de endocardite infecciosa (EI) com embolia periférica, iniciou-se terapia antimicrobiana empírica. Posteriormente, o paciente apresentou bloqueio atrioventricular total, necessitando de estimulação transvenosa temporária. Posteriormente, implantou-se um marca-passo epicárdico.

Na ocasião, a TC cardíaca revelou uma massa hipoatenuante de formato irregular apensa ao lado ventricular do anel de sutura protético, compatível com vegetação (), interferindo na abertura normal de um dos discos da prótese (). Um novo ETE também mostrou uma pequena vegetação altamente móvel e um abscesso anular na prótese aórtica (). As hemoculturas foram positivas para Neisseria elongata, confirmando o diagnóstico de endocardite de válvula protética (EVP); terapia antimicrobiana foi adaptada. Apesar da melhora precoce, o paciente posteriormente apresentou ataxia “de novo” e a TC de crânio revelou infarto no território vertebrobasilar direito. Novas culturas continuaram negativas e os níveis de coagulação estavam dentro da faixa terapêutica. Uma pequena vegetação persistia na TC cardíaca e no ETE, e infiltrado inflamatório tornou-se aparente na cortina mitro-aórtica.

[…]

  • Aneurisma Aórtico
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Endocardite
  • Insuficiência da Valva Aórtica / cirurgia
  • Neisseria Elongata
  • Próteses Valvulares Cardíacas
  • Tomografia Computadorizada/métodos
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17/05/2021 DOI: 10.36660/abc.20200706 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Menor Prevalência e Extensão da Aterosclerose Coronária na Doença de Chagas Crônica por Angiotomografia Coronária

Savio Cardoso et al. Clerio Francisco de Azevedo Filho Fábio Fernandes Barbara Ianni … Jorge Andion Torreão Mateus Diniz Marques Luiz Francisco Rodrigues de Ávila Raul Santos Filho Charles Mady Roberto Kalil-Filho José Antônio Franchine Ramires Marcio Sommer Bittencourt Carlos E. Rochitte

Resumo

Fundamento

Em regiões endêmicas da doença de Chagas, por muitos anos, existe uma observação empírica recorrente de que a doença arterial coronariana (DAC) é incomum em pacientes com doença de Chagas. Estudos anteriores baseados em análise patológica ou angiografia coronária invasiva apresentam resultados controversos.

Objetivo

Investigar se a DAC é menos prevalente e menos grave em pacientes com doença de Chagas crônica em comparação a uma população pareada controle, com perfil de risco para DAC similar.

Métodos

Um total de 86 participantes, 43 pacientes com doença de Chagas crônica consecutivos e 43 indivíduos assintomáticos, sem qualquer história prévia de doença cardíaca ou doença DAC conhecida (grupo controle), foram incluídos no estudo. Pacientes e controles foram pareados quanto sexo, idade e escore de risco de Framingham. Todos os pacientes foram analisados quanto ao escore de cálcio coronário (ECC) e submetidos à angiotomografia coronária usando um tomógrafo de 320 detectores. O nível de significância estatística adotado foi de p < 0,05.

Resultados

O ECC foi significativamente mais baixo em pacientes com doença de Chagas em comparação aos controles (p 10 (OR: 0,11, IC95%: 0,01-0,87, p=0,04), e para a presença de estenose (OR: 0,06, IC95%: 0,01-0,47, p=0,001). O pareamento por escore de propensão também mostrou um efeito da doença de Chagas no ECC (-21,6 pontos no escore absoluto e 25% menos pacientes com ECC > 10; p=0,015).

Conclusões

A prevalência e a gravidade da DAC são mais baixas nos pacientes com doença de Chagas crônica em comparação a uma população pareada e perfil de risco para DAC similar. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(6):1051-1060)

  • Aterosclerose
  • Doença arterial coronariana
  • Doença de Chagas/fisiopatologia
  • Escore de Cálcio
  • Tomografia Computadorizada/métodos
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18/01/2021 DOI: 10.36660/abc.20200342 Visualizações 1
ABC
Editorial

Mais Estudos devem ser Realizados sobre o Volume Vascular Pulmonar Estimado por Software Automatizado em Embolia Pulmonar Aguda

Marcelo Souto Nacif

A embolia pulmonar aguda (EPA) tem apresentação clínica heterogênea e o desenvolvimento de ferramentas clínicas para melhor estratificação do prognóstico dos pacientes é bastante desejável. Ser capaz de discernir qual paciente tem maior probabilidade de ter complicações ou até mesmo morrer é fundamental na era da medicina de precisão. Isso pode auxiliar na escolha de um tratamento mais intensivo e individualizado.

A angiotomografia pulmonar (ATCP) já é o método mais utilizado em emergências para o diagnóstico e estratificação de pacientes com EPA. A grande variabilidade das apresentações clínicas, seja em pacientes com câncer ou em diferentes condições trombogênicas, torna alguns dados quantitativos mais atrativos do que apenas a análise qualitativa do exame.–

[…]

  • Algoritmos
  • Embolia Pulmonar Aguda/complicações
  • Inteligência Artificial/tendências
  • Medicina de Precisão
  • Prognóstico
  • Software
  • Tomografia Computadorizada/métodos
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07/12/2020 DOI: 10.36660/abc.20200959 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Episódios de Alta Frequência Atrial e sua Associação com Eventos Isquêmicos Cerebrais em Pacientes Chagásicos

Emanoela Lima Freitas et al. Elieusa e Silva Sampaio Márcia Maria Carneiro Oliveira Lucas Hollanda Oliveira … Marcos Sergio da Silva Guimarães Jussara de Oliveira Pinheiro Luís Pereira de Magalhães Guisela Steffen Bonadie Albuquerque Cristiano Macedo Roque Aras

Resumo

Fundamento

Episódios de alta frequência atrial (EAFAs) estão associados a um risco elevado de eventos isquêmicos cerebrais, porém não existem estudos relacionados com a presença de EAFAs e eventos isquêmicos cerebrais em pacientes chagásicos.

Objetivo

Investigar a associação entre a presença de EAFAs ≥ 6 minutos e eventos isquêmicos cerebrais em pacientes chagásicos.

Métodos

Estudo de coorte com pacientes chagásicos, portadores de dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis (DCEIs), acompanhados no ambulatório de arritmias de um hospital universitário, na cidade de Salvador/BA, entre maio de 2016 e junho de 2017. Pacientes com diagnóstico de flutter atrial/fibrilação atrial, com DCEI unicameral e em uso de anticoagulação oral foram excluídos. Foram considerados EAFAs com frequência atrial ≥ 190 batimentos por minuto e duração ≥ 6 minutos (min), e os eventos isquêmicos cerebrais foram identificados por meio de tomografia computadorizada (TC) de crânio.

Resultados

Os 67 participantes da pesquisa (67,2% do sexo feminino, com idade média de 63,6 ± 9,2 anos) foram acompanhados por 98 ± 28,8 dias e 11,9% dos pacientes apresentaram EAFAs ≥ 6 minutos. A TC de crânio evidenciou eventos isquêmicos cerebrais silenciosos em 16,4% dos pacientes, sendo que, destes, 63,6% haviam apresentado os EAFAs ≥ 6 minutos na análise dos DCEIs. A idade avançada (OR 1,12 [IC 95% 1,03-1,21; p=0,009) e a presença de EAFAs ≥ 6 minutos (OR 96,2 [IC 95% 9,4-987,4; p<0,001]) foram preditores independentes para eventos isquêmicos.

Conclusão

EAFAs detectados por DCEIs estavam associados à presença de eventos isquêmicos cerebrais silenciosos em pacientes chagásicos. (Arq Bras Cardiol. 2020; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Doença de Chagas/complicações
  • Flutter Atrial
  • Infarto Cerebral
  • Isquemia encefálica
  • Marca-passo Artificial
  • Tomografia Computadorizada/métodos
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11/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20190647 Visualizações 3
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Nova Pneumonia por Coronavírus e Miocardiopatia: Relato de Caso

Mustafa Ahmet Huyut

Relato de Caso

Uma mulher de 59 anos teve febre por 4 dias, depois de pegar um resfriado. Um dia antes de visitar o hospital, ela estava com febre e tosse, mas sem sensação de aperto no peito, dor no tórax, calafrios, náusea e vômito ou diarreia. Ela não se sentiu melhor depois de receber antitérmicos. Então, ela foi internada em nosso ambulatório no BHT Clinic Tema Hospital. Quatro dias antes, a paciente havia tido contato com um parente que havia viajado pela Europa. Em seu histórico médico anterior, cirurgia bariátrica havia sido realizada três anos antes e ela ainda apresentava diabetes mellitus tipo II, hiperlipidemia e hipertensão como condições pré-existentes. Ela foi internada em nosso hospital em 20 de março de 2020 e ainda apresentava febre após a internação, com a temperatura mais alta de 39,5 °C, frequência cardíaca de 119 batimentos por minuto; a eletrocardiografia foi consistente com taquicardia sinusal e o QTc foi calculado em 0,398 segundos, pressão arterial em 94/60 mmHg e taquipneia conspícua com frequência respiratória de 24 incursões respiratórias/min com oxigenação suficiente (95% de saturação em ar ambiente). A identificação do novo coronavírus em 2019 (2019-nCoV) na RT-PCR foi positiva em uma amostra obtida com um swab de garganta. O risco de contaminação simultânea com outros vírus respiratórios e outros patógenos foi negativo para a amostra obtida do swab de garganta. As características tomográficas da paciente foram semelhantes às séries de casos relatadas por Pan et al., (). Os resultados laboratoriais mostraram leucopenia, com 4,1 × 109/L, linfopenia com 0,8 × 109 / L, nível apenas ligeiramente aumentado de PCR, com 18,4 mg / L e baixo nível de procalcitonina, com 0,01 ng / mL. A paciente foi submetida a um exame de ETT com transdutor de 3,5 MHz (Vivid-7 GE Medical System, Horten, Noruega). Os exames e medidas foram realizados de acordo com as recomendações da American Echocardiography Unit. O método de Simpson foi utilizado para calcular a FEVE. Na admissão, a FEVE foi calculada em 65%, com achados normais de ETT.

[…]

  • Cardiomiopatias
  • Coronavírus
  • COVID-19
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Doenças Infecciosas
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Hospitalização
  • Miocardite
  • Pneumonia
  • Síndrome Respiratória Aguda
  • Tomografia Computadorizada/métodos
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01/06/2020 DOI: 10.36660/abc.20200268 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Image

Cardiomiopatia Ventricular Esquerda Gordurosa: Uma Doença Subdiagnosticada

Abdalla Elagha et al. Anthon Fuisz

Durante uma avaliação cardíaca pré-operatória de uma mulher assintomática de 57 anos de idade, sem fatores conhecidos de risco cardíaco, o ECG mostrou BRE e a ecocardiografia revelou cardiomiopatia dilatada. Foi feita uma TC angiografia coronária, para descartar doença arterial coronariana, que não acusou obstrução coronariana significativa.

Foi utilizado também estudo de ressonância magnética cardíaca (CMR). Observou-se uma área focal de infiltração gordurosa no ápice ventricular esquerdo (VE) que se estendia da superfície subendorcárdica à subepicárdica ( e ). Esta área estava suprimida com sequencias de pulso com saturação de gordura () e não mostrou sinal reforçado em imagens de hiper-realce tardio (HRT) (). Ambos os VE e AE estavam dilatados; função sistólica do VE estava reduzida globalmente. Além disso, a CMR mostrou que o VD estava com dimensões, função e espessura parietal normais. A área com gordura também apareceu na TC cardíaca retrospectivamente ().

[…]

  • Cardomiopatia Dilatada
  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • Lipoma
  • Tomografia Computadorizada/métodos
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01/01/2017 DOI: 10.5935/abc.20160199 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Precoma DB, Rocha GL. Do Ateroma ao Índice Aterogênico, Evidências Seculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;120(12):e20230819.

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Precoma, Dalton Bertolim; Rocha, Guilherme Luiz da. Do Ateroma ao Índice Aterogênico, Evidências Seculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 12, e20230819, mar. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Precoma, D. B., & Rocha, G. L. (2024). Do Ateroma ao Índice Aterogênico, Evidências Seculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(12), e20230819.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Precoma, Dalton Bertolim and Rocha, Guilherme Luiz da. Do Ateroma ao Índice Aterogênico, Evidências Seculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 120, n. 12, [citado 2026-10-14], e20230819. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/do-ateroma-ao-indice-aterogenico-evidencias-seculares/>. ISSN 0066-782X

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Faria B, Calvo L, Ribeiro S, Ruivo C, Lourenço A. Origem Anômala da Artéria Coronária Circunflexa da Artéria Pulmonar Direita: Diagnóstico por TC Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(1 suppl 1):8-11.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Faria, Bebiana; Calvo, Lucy; Ribeiro, Sílvia; Ruivo, Catarina; Lourenço, António. Origem Anômala da Artéria Coronária Circunflexa da Artéria Pulmonar Direita: Diagnóstico por TC Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 1 suppl 1, p. 8-11, jul. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Faria, B., Calvo, L., Ribeiro, S., Ruivo, C., & Lourenço, A. (2021). Origem Anômala da Artéria Coronária Circunflexa da Artéria Pulmonar Direita: Diagnóstico por TC Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(1 suppl 1), 8-11.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Faria, Bebiana and Calvo, Lucy and Ribeiro, Sílvia and Ruivo, Catarina and Lourenço, António. Origem Anômala da Artéria Coronária Circunflexa da Artéria Pulmonar Direita: Diagnóstico por TC Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 1 suppl 1, [citado 2026-10-14], pp. 8-11. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/origem-anomala-da-arteria-coronaria-circunflexa-da-arteria-pulmonar-direita-diagnostico-por-tc-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Brandão M, Gonçalves-Teixeira P, Queirós PR, Ferreira ND, Oliveira M. Endocardite de Prótese Valvular Aórtica por Neisseria Elongata após Procedimento de Bentall: Quando a Imagem Multimodal é Chave para o Diagnóstico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(5):1023-6.

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Brandão, Mariana; Gonçalves-Teixeira, Pedro; Queirós, Pedro Ribeiro; Ferreira, Nuno Dias; Oliveira, Marco. Endocardite de Prótese Valvular Aórtica por Neisseria Elongata após Procedimento de Bentall: Quando a Imagem Multimodal é Chave para o Diagnóstico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 5, p. 1023-1026, maio. 2021.

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Brandão, M., Gonçalves-Teixeira, P., Queirós, P. R., Ferreira, N. D., & Oliveira, M. (2021). Endocardite de Prótese Valvular Aórtica por Neisseria Elongata após Procedimento de Bentall: Quando a Imagem Multimodal é Chave para o Diagnóstico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(5), 1023-1026.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Brandão, Mariana and Gonçalves-Teixeira, Pedro and Queirós, Pedro Ribeiro and Ferreira, Nuno Dias and Oliveira, Marco. Endocardite de Prótese Valvular Aórtica por Neisseria Elongata após Procedimento de Bentall: Quando a Imagem Multimodal é Chave para o Diagnóstico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 1023-1026. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/endocardite-de-protese-valvular-aortica-por-neisseria-elongata-apos-procedimento-de-bentall-quando-a-imagem-multimodal-e-chave-para-o-diagnostico/>. ISSN 0066-782X

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Cardoso S, Azevedo Filho CF, Fernandes F, Ianni B, Torreão JA, Marques MD, Ávila LFR, et al. Menor Prevalência e Extensão da Aterosclerose Coronária na Doença de Chagas Crônica por Angiotomografia Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;115(6):1051-60.

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Cardoso, Savio; Azevedo Filho, Clerio Francisco de; Fernandes, Fábio; Ianni, Barbara; Torreão, Jorge Andion; Marques, Mateus Diniz; Ávila, Luiz Francisco Rodrigues de; Santos Filho, Raul; Mady, Charles; Kalil-Filho, Roberto; Ramires, José Antônio Franchine; Bittencourt, Marcio Sommer; Rochitte, Carlos E.. Menor Prevalência e Extensão da Aterosclerose Coronária na Doença de Chagas Crônica por Angiotomografia Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 6, p. 1051-1060, jan. 2021.

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Cardoso, S., Azevedo Filho, C. F. , Fernandes, F., Ianni, B., Torreão, J. A., Marques, M. D., Ávila, L. F. R. , Santos Filho, R., Mady, C., Kalil-Filho, R., Ramires, J. A. F., Bittencourt, M. S., & Rochitte, C. E. (2021). Menor Prevalência e Extensão da Aterosclerose Coronária na Doença de Chagas Crônica por Angiotomografia Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(6), 1051-1060.

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Cardoso, Savio and Azevedo Filho, Clerio Francisco de and Fernandes, Fábio and Ianni, Barbara and Torreão, Jorge Andion and Marques, Mateus Diniz and Ávila, Luiz Francisco Rodrigues de and Santos Filho, Raul and Mady, Charles and Kalil-Filho, Roberto and Ramires, José Antônio Franchine and Bittencourt, Marcio Sommer and Rochitte, Carlos E.. Menor Prevalência e Extensão da Aterosclerose Coronária na Doença de Chagas Crônica por Angiotomografia Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 115, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1051-1060. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/menor-prevalencia-e-extensao-da-aterosclerose-coronaria-na-doenca-de-chagas-cronica-por-angiotomografia-coronaria/>. ISSN 0066-782X

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Nacif MS. Mais Estudos devem ser Realizados sobre o Volume Vascular Pulmonar Estimado por Software Automatizado em Embolia Pulmonar Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(5):819-20.

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Nacif, Marcelo Souto. Mais Estudos devem ser Realizados sobre o Volume Vascular Pulmonar Estimado por Software Automatizado em Embolia Pulmonar Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 5, p. 819-820, dez. 2020.

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Nacif, M. S. (2020). Mais Estudos devem ser Realizados sobre o Volume Vascular Pulmonar Estimado por Software Automatizado em Embolia Pulmonar Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(5), 819-820.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Nacif, Marcelo Souto. Mais Estudos devem ser Realizados sobre o Volume Vascular Pulmonar Estimado por Software Automatizado em Embolia Pulmonar Aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 819-820. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mais-estudos-devem-ser-realizados-sobre-o-volume-vascular-pulmonar-estimado-por-software-automatizado-em-embolia-pulmonar-aguda/>. ISSN 0066-782X

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Freitas EL, Sampaio ES, Oliveira MMC, Oliveira LH, Guimarães MSS, Pinheiro JO, Magalhães LP, et al. Episódios de Alta Frequência Atrial e sua Associação com Eventos Isquêmicos Cerebrais em Pacientes Chagásicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(6):1072-9.

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Freitas, Emanoela Lima; Sampaio, Elieusa e Silva; Oliveira, Márcia Maria Carneiro; Oliveira, Lucas Hollanda; Guimarães, Marcos Sergio da Silva; Pinheiro, Jussara de Oliveira; Magalhães, Luís Pereira de; Albuquerque, Guisela Steffen Bonadie; Macedo, Cristiano; Aras, Roque. Episódios de Alta Frequência Atrial e sua Associação com Eventos Isquêmicos Cerebrais em Pacientes Chagásicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 6, p. 1072-1079, set. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Freitas, E. L., Sampaio, E. S., Oliveira, M. M. C., Oliveira, L. H., Guimarães, M. S. S., Pinheiro, J. O., Magalhães, L. P. , Albuquerque, G. S. B., Macedo, C., & Aras, R. (2020). Episódios de Alta Frequência Atrial e sua Associação com Eventos Isquêmicos Cerebrais em Pacientes Chagásicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(6), 1072-1079.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Freitas, Emanoela Lima and Sampaio, Elieusa e Silva and Oliveira, Márcia Maria Carneiro and Oliveira, Lucas Hollanda and Guimarães, Marcos Sergio da Silva and Pinheiro, Jussara de Oliveira and Magalhães, Luís Pereira de and Albuquerque, Guisela Steffen Bonadie and Macedo, Cristiano and Aras, Roque. Episódios de Alta Frequência Atrial e sua Associação com Eventos Isquêmicos Cerebrais em Pacientes Chagásicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1072-1079. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/episodios-de-alta-frequencia-atrial-e-sua-associacao-com-eventos-isquemicos-cerebrais-em-pacientes-chagasicos/>. ISSN 0066-782X

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Huyut MA. Nova Pneumonia por Coronavírus e Miocardiopatia: Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(5):843-5.

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Huyut, Mustafa Ahmet. Nova Pneumonia por Coronavírus e Miocardiopatia: Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 5, p. 843-845, maio. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Huyut, M. A. (2020). Nova Pneumonia por Coronavírus e Miocardiopatia: Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(5), 843-845.

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Huyut, Mustafa Ahmet. Nova Pneumonia por Coronavírus e Miocardiopatia: Relato de Caso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 843-845. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/nova-pneumonia-por-coronavirus-e-miocardiopatia-relato-de-caso/>. ISSN 0066-782X

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Elagha A, Fuisz A. Cardiomiopatia Ventricular Esquerda Gordurosa: Uma Doença Subdiagnosticada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(1):91-2.

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Elagha, Abdalla; Fuisz, Anthon. Cardiomiopatia Ventricular Esquerda Gordurosa: Uma Doença Subdiagnosticada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 1, p. 91-92, dez. 2016.

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Elagha, A., & Fuisz, A. (2017). Cardiomiopatia Ventricular Esquerda Gordurosa: Uma Doença Subdiagnosticada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(1), 91-92.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Elagha, Abdalla and Fuisz, Anthon. Cardiomiopatia Ventricular Esquerda Gordurosa: Uma Doença Subdiagnosticada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 91-92. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cardiomiopatia-ventricular-esquerda-gordurosa-uma-doenca-subdiagnosticada/>. ISSN 0066-782X

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