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  2. Palavra-chave: Obesidade Abdominal
Figura 1
ABC
Artigo Original

Volume de Gordura Epicárdica está Associada com Disfunção Endotelial, mas Não com Calcificação Coronariana: Do ELSA-Brasil

Karina P. M. P. Martins et al. Sandhi M. Barreto Daniel Bos Jesiana Pedrosa … Douglas R. M. Azevedo Larissa Fortunato Araújo Murilo Foppa Bruce B. Duncan Antonio Luiz P. Ribeiro Luisa C. C. Brant

Resumo

Fundamento

O aumento no volume de gordura epicárdica (VGE) está relacionado com doença arterial coronariana (DAC), independentemente de gordura visceral ou subcutânea. O mecanismo dessa associação não é claro. O escore de cálcio coronariano (CC) e a disfunção endotelial estão relacionados com eventos coronarianos, mas não está bem esclarecido se o VGE está relacionado com esses marcadores.

Objetivos

Avaliar a associação entre VGE medido por método automatizado, fatores de risco cardiovasculares, escore de CC, e função endotelial. Métodos: Em 470 participantes do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto LSA-Brasil com medidas de VGE, escore de CC e função endotelial, realizamos modelos multivariados para avaliar a relação entre fatore de risco cardiovascular e VGE (variável resposta), e entre VGE (variável explicativa), e função endotelial ou escore de CC. Valor de p<0,05 bilateral foi considerado estatisticamente significativo.

Resultados

A idade média foi 55 ± 8 anos, e 52,3% dos pacientes eram homens. O VGE médio foi 111mL (86-144), e a prevalência de escore de CC igual a zero foi 55%. Nas análises multivariadas, um VGE mais alto relacionou-se com sexo feminino, idade mais avançada, circunferência da cintura, e triglicerídeos (p<0,001 para todos). Um VGE mais alto foi associado com pior função endotelial: em comparação ao primeiro quartil, os valores de odds ratio para a amplitude de pulso basal foram (q2=1,22; IC95% 1,07-1,40; q3=1,50, IC95% 1,30-1,74; q4=1,50, IC95% 1,28-1,79) e para a razão de tonometria arterial periférica foram (q2=0,87; IC95% 0,81-0,95; q3=0,86, IC95% 0,79-0,94; q4=0,80, IC95% 0,73-0,89), mas não com escore de CC maior que zero.

Conclusão

Um VGE mais alto associou-se com comprometimento da função endotelial, mas não com escore de CC. Os resultados sugerem que o VGE esteja relacionado ao desenvolvimento de DAC por uma via diferente da via do CC, possivelmente pela piora da disfunção endotelial e doença microvascular.

  • Aterosclerose
  • Gordura Intra-Abdominal
  • Obesidade Abdominal
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10/10/2022 DOI: 10.36660/abc.20210750 Visualizações 1
ABC
Editorial

Efeitos Anti-inflamatórios da Terapia com Atorvastatina na Síndrome Metabólica

Silvio A. Oliveira-Junior et al. Marianna R. Carvalho Maria Lua M Mendonça Paula F. Martinez

A síndrome metabólica (SM) é caracterizada por obesidade abdominal, acompanhada de níveis elevados de glicose em jejum, resistência à insulina, hipertensão arterial e dislipidemia. Configura importante fator de risco para o desenvolvimento de outras condições clínicas, especialmente diabetes mellitus tipo 2 (DM2) e doenças cardiovasculares. , Uma condição frequentemente relacionada à SM é a disfunção endotelial, caracterizada por alterações da arquitetura vascular arterial, sobretudo do endotélio e da membrana basal capilar, que ocasionam complicações microvasculares. Comumente, o remodelamento da membrana basal endotelial desencadeia processos de erosão e trombose vascular em indivíduos com distúrbios metabólicos.

Com efeito, a patogênese da disfunção endotelial é multifatorial e pode incluir quadro crônico de inflamação, decorrente da ativação de leucócitos e aumento da produção de espécies reativas de oxigênio, eventos comuns na SM. O fenótipo pró-inflamatório derivado desta condição torna a vasculatura altamente vulnerável a processos inflamatórios com intensidade exacerbada, resultantes de mecanismos ativados, principalmente, por fator de necrose tumoral-alfa (TNF-α), proteína C reativa, interleucina-6 (IL-6) e interleucina-8 (IL-8). , Em geral, altos níveis desses marcadores pró-inflamatórios configuram características comuns da SM. – Além disso, a oxidação de lipoproteínas de baixa densidade (LDL) resultante de processos de peroxidação lipídica tem efeito imunogênico e pró-inflamatório, estimulando o recrutamento e concentração de células pró-inflamatórias. Por conseguinte, a disfunção endotelial se associa com proliferação de células musculares lisas e hipertrofia do tecido adiposo perivascular, características comuns ao processo de remodelação vascular.

[…]

  • Atorvastatina/tratamento farmacológico
  • Diabetes mellitus
  • Endotélio/etiologia
  • Hipertensão
  • Inflamação
  • Obesidade Abdominal
  • Síndrome Metabólica
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25/10/2021 DOI: 10.36660/abc.20210720 Visualizações 1
ABC
Editorial

Adiposidade Abdominal e Espessura Médio-Intimal das Carótidas: Uma Associação

Mário Sérgio Soares de Azeredo Coutinho

A aterosclerose é a principal causa de morbimortalidade em adultos no Brasil e no mundo. Fatores de risco clássicos mostraram sua relação causal a partir de estudos experimentais randomizados como é o caso do colesterol e da hipertensão arterial. Outros fatores de risco, entre eles a adiposidade abdominal, mostram associações positivas com desfechos relacionados à aterosclerose.

O estudo observacional ELSA-Brasil iniciou a coleta de dados em 2008 com variáveis clínicas, epidemiológicas e laboratoriais de 15.105 funcionários públicos com idade de 35 a 74 anos. Vários artigos sobre estes dados já foram publicados e trouxeram informações relevantes sobre a relação entre fatores de risco e desfechos variados. Na presente publicação, Michaela Eickemberg et al., apresentam dados de um estudo transversal que explora diferentes medidas de adiposidade abdominal e sua associação com a medida da espessura médio-intimal das carótidas (EMI-C).

[…]

  • Colesterol
  • Doenças das Artérias Carótidas/mortalidade
  • Espessura Intima
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • Obesidade Abdominal
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01/03/2019 DOI: 10.5935/abc.20190023 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Indicadores de Adiposidade Abdominal e Espessura Médio-Intimal de Carótidas: Resultados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto – ELSA-Brasil

Michaela Eickemberg et al. Leila Denise Alves Ferreira Amorim Maria da Conceição Chagas de Almeida Estela Maria Leão de Aquino … Maria de Jesus Mendes da Fonseca Itamar de Souza Santos Dora Chor Maria de Fátima Sander Diniz Sandhi Maria Barreto Sheila Maria Alvim de Matos

Resumo

Fundamento:

A adiposidade abdominal é um fator de risco para doença cardiovascular.

Objetivo:

Determinar a magnitude da associação entre a adiposidade abdominal, segundo cinco diferentes indicadores, e a espessura médio-intimal de carótidas (EMI-C).

Métodos:

Usou-se dados de 8.449 participantes de 35 a 74 anos do ELSA-Brasil. Foi avaliado o efeito da circunferência da cintura (CC), razão cintura quadril (RCQ), índice de conicidade (Índice C), produto da acumulação lipídica (LAP) e índice de adiposidade visceral (IAV) sobre EMI-C. Os dados foram estratificados por sexo e analisados por meio de regressões linear e logística multivariadas. Foi adotado nível de significância de 5%.

Resultados:

Participantes com EMI-C acima do P75 mostraram maior frequência de adiposidade abdominal (homens acima de 72% e mulheres acima de 66%) em comparação aos participantes com EMI-C abaixo do P75. A adiposidade abdominal foi associada com a média da EMI-C, principalmente por meio da CC entre homens (0,04 IC95%: 0,033; 0,058). A adiposidade abdominal identificada pelos indicadores CC, RCQ, LAP e IAV entre as mulheres mostrou efeito de 0,02 mm sobre a EMI-C (CC: 0,025 IC95%: 0,016; 0,035; RCQ: 0,026 IC95%: 0,016; 0,035; LAP: 0,024 IC95%: 0,014; 0,034; IAV: 0,020 IC95%: 0,010; 0,031). Na regressão logística múltipla a adiposidade abdominal diagnosticada pela CC mostrou importante efeito sobre a EMI-C em ambos os sexos (homens: OR = 1,47; IC95%: 1,22-1,77; mulheres: OR = 1,38; IC95%: 1,17-1,64).

Conclusão:

A adiposidade abdominal, identificada por meio da CC, RCQ, LAP e IAV, foi associada à EMI-C em ambos os sexos, com destaque para o tradicional indicador antropométrico CC.

  • Aterosclerose
  • Doenças Cardiovasculares
  • Espessura Íntima-Média Carotídea
  • Fatores de risco
  • Metabolismo
  • Obesidade Abdominal
  • Síndrome Metabólica
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07/01/2019 DOI: 10.5935/abc.20180273 Visualizações 1
Combinação de fatores de risco relacionados à síndrome metabólica em militares da Marinha do Brasil
ABC
Artigo Original

Combinação de fatores de risco relacionados à síndrome metabólica em militares da Marinha do Brasil

Filipe Ferreira da Costa et al. Vila Bayma Montenegro Thiago Jambo Alves Lopes Eduardo Caldas Costa

FUNDAMENTO: As doenças cardiovasculares representam a principal causa de morte na população, e a síndrome metabólica (SM) é uma condição clínica significativamente associada ao aumento da morbimortalidade. OBJETIVO: Descrever o padrão de combinação dos fatores de risco relacionados ao diagnóstico de SM em militares da Marinha do Brasil e identificar eventuais variáveis associadas à presença da referida síndrome nessa população. MÉTODOS: Estudo transversal envolvendo 1.383 homens (18-62 anos) lotados nas organizações militares da Grande Natal-RN. O critério utilizado para diagnóstico de SM foi o proposto pela International Diabetes Association. A razão entre a prevalência observada e a esperada e os respectivos intervalos de confiança foram utilizados para identificar as combinações de fatores de risco que excediam o esperado para a população. A análise de regressão logística foi utilizada para identificar variáveis associadas à SM. RESULTADOS: A prevalência de SM foi de 17,6%. Aproximadamente um terço dos militares apresentou dois ou mais fatores de risco para SM. Todas as combinações específicas dos fatores de risco para SM que excederam a prevalência esperada apresentaram a obesidade abdominal como um de seus componentes. Nas análises ajustadas, idade, tabagismo e nível de atividade física mantiveram-se associados à SM. CONCLUSÃO: Nossos achados reforçam a constante presença da obesidade abdominal no fenótipo da SM. Além disso, nossos dados também suportam a ideia de que idade, tabagismo e baixo nível de atividade física são variáveis independentes para a ocorrência de SM.

  • Brasil
  • Fatores de risco
  • militares
  • Obesidade Abdominal
  • Síndrome Metabólica
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27/10/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000113 Visualizações 1
Detecção de hipertensão arterial em adolescentes através de marcadores gerais e adiposidade abdominal
ABC
Artigo Original

Detecção de hipertensão arterial em adolescentes através de marcadores gerais e adiposidade abdominal

Diego G. D Christofaro et al. Raphael M Ritti-Dias Rômulo A Fernandes Marcos D Polito … Selma M. de Andrade Jefferson R Cardoso Arli Ramos de Oliveira

FUNDAMENTO: A obesidade está ligada à hipertensão arterial (HA) na infância. Entretanto, o papel da gordura como preditor de HA em adolescentes permanece desconhecido. OBJETIVO: Investigar a associação entre obesidade geral e abdominal com HA e identificar a sensibilidade e especificidade desses indicadores para detectar HA em adolescentes. MÉTODOS: A amostra consistiu em 1.021 adolescentes com idade de 10-17 anos. Os indivíduos foram classificados como normal, sobrepeso/obesidade, de acordo com as medidas do IMC, e como não-obeso com obesidade abdominal, de acordo com as medidas da circunferência da cintura (CC). A pressão arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD) foi avaliada através de um dispositivo oscilométrico. Regressão logística e curvas ROC foram usadas na análise estatística. RESULTADOS: A prevalência geral de HA foi 11,8% (13,4% em meninos e 10,2% em meninas). A prevalência de HA em meninos e meninas com sobrepeso/obesidade foi 10% e 11,1%, respectivamente. A prevalência de HA em meninos com obesidade abdominal foi 28,6%. Para ambos os sexos, o odds ratio (OR) para HA foi mais alto na obesidade abdominal do que no sobrepeso/obesidade geral (4,09 [OR IC95% = 2,57-6,51]) versus 1,83 [OR IC95% = 1,83-4,30]). O OR para HA foi mais alto quando sobrepeso/obesidade geral e obesidade abdominal estavam agrupados (OR = 4,35 [OR IC95% = 2,68 -7,05]), do que quando identificados como sobrepeso/obesidade geral ou obesidade abdominal apenas (OR = 1,32 [OR IC95% = 0,65- 2,68]). Entretanto, ambos os tipos de obesidade apresentavam baixo poder preditivo na detecção de HA. CONCLUSÃO: Obesidade geral e obesidade abdominal foram associadas com HA; entretanto, a sensibilidade e especificidade dessas variáveis na detecção de HA são baixas em adolescentes brasileiros.

  • Adolescente
  • Circunferência da Cintura
  • Obesidade Abdominal
  • Pressão Arterial
  • Sobrepeso
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29/04/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000050 Visualizações 1
Perfil lipídico em escolares de Recife - PE
ABC
Artigo Original

Perfil lipídico em escolares de Recife – PE

Patrícia Brazil Pereira et al. Ilma Kruze Grande de Arruda Ana Márcia Tenório de Souza Cavalcanti Alcides da Silva Diniz

FUNDAMENTO: A ocorrência de dislipidemias é crescente na população infanto-juvenil. Níveis alterados do perfil lipídico estão relacionados com maior incidência de hipertensão e doença aterosclerótica. OBJETIVO: Avaliar a magnitude das dislipidemias e investigar a relação do perfil lipídico com o excesso de peso e a obesidade abdominal em adolescentes escolares da cidade do Recife – PE. MÉTODOS: Foram coletados dados pessoais, situação socioeconômica, medidas antropométricas e perfil lipídico de 470 adolescentes de 10 a 14 anos, de ambos os sexos, da rede pública de ensino de Recife – PE. A análise estatística foi realizada com os programas Epi-info 6.04 e SPSS 13.0. Adotou-se o nível de significância de 5%. RESULTADOS: A maior parte da população era dislipidêmica (63,8%, IC95% 59,3 – 68,2), sendo a hipoalfalipoproteinemia a dislipidemia mais prevalente (56%, IC95% 51,3 – 60,5). Adolescentes com excesso de peso ou com obesidade abdominal apresentaram valores mais elevados de triglicerídeos e mais baixos de HDL-colesterol (p < 0,05). As concentrações do colesterol total e frações não diferiram em relação ao sexo. CONCLUSÃO: Ficou demonstrada a elevada ocorrência do perfil lipídico desfavorável, o que faz alertar para a necessidade da dosagem do perfil lipídico já nessa faixa etária. Medidas de estilo de vida saudável devem ser incentivadas nessa população.

  • Adolescente
  • Brasil
  • Dislipidemias
  • Estilo de Vida
  • Hipertensão
  • Obesidade Abdominal
  • Recife
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08/10/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000136
Comparação de diferentes critérios de definição para diagnóstico de síndrome metabólica em idosas
ABC
Artigo Original

Comparação de diferentes critérios de definição para diagnóstico de síndrome metabólica em idosas

Hudsara Aparecida de Almeida Paula et al. Rita de Cássia Lanes Ribeiro Lina Enriqueta Frandsen Paez de Lima Rosado Renan Salazar Ferreira Pereira Sylvia do Carmo Castro Franceschini

FUNDAMENTO: Os critérios para melhor definição da síndrome metabólica (SM), especialmente para a população idosa, ainda são pouco conhecidos, e sua compreensão torna-se cada vez mais necessária. OBJETIVO: Comparar quatro propostas de definição da SM, duas oficiais (National Cholesterol Education Program’s Adult Treatment Panel III/NCEP-ATPIII e International Diabetes Federation/IDF) e duas candidatas definições propostas (Síndrome Metabólica – National Cholesterol Education Program’s Adult Treatment Panel III – modificada/SM-ATPM e Síndrome Metabólica – International Diabetes Federation – modificada/SM-IDFM), derivadas da modificação de critérios oficiais. MÉTODOS: Participaram deste estudo 113 mulheres (60-83 anos), submetidas a avaliação antropométrica, de pressão arterial, de perfil lipídico, de glicemia de jejum e de questões relacionadas a hábitos de vida e condições de saúde. Análises estatísticas foram efetuadas por meio dos testes qui-quadrado e de determinação do coeficiente Kappa. RESULTADOS: A frequência dos altos níveis pressóricos foram similares nas duas definições oficiais (54,8%), com redução nas duas definições propostas (33,6%). A alteração na homeostase de glicose foi maior pela definição IDF e SM-IDFM (30,1%). A hipertrigliceridemia e os baixos níveis de HDL-c foram similares em todas as definições (35,4%). No que se refere à obesidade abdominal, a maior ocorrência foi registrada pelo critério do IDF (88,5%). A presença de síndrome metabólica teve maior e menor frequências de acordo com a proposta do IDF (45,1%) e SM-IDFM (22,1%), respectivamente. Foi encontrada maior concordância entre a definição modificada SM-ATPM com NCEP-ATPIII e SM-IDFM (Kappa: 0,79 e 0,77; p < 0,00001). CONCLUSÃO: A proposta SM-ATPM mostrou-se mais adequada para a detecção da SM nas idosas avaliadas.

  • Fatores de risco
  • Idoso
  • Obesidade Abdominal
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30/07/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000100
Prevalência de obesidade abdominal em hipertensos cadastrados em uma Unidade de Saúde da Família
ABC
Artigo Original

Prevalência de obesidade abdominal em hipertensos cadastrados em uma Unidade de Saúde da Família

Edmarlon Girotto et al. Selma Maffei de Andrade Marcos Aparecido Sarriá Cabrera

FUNDAMENTO: A obesidade abdominal é importante fator de risco cardiovascular e, juntamente com as dislipidemias, a intolerância a glicose e a hipertensão arterial, compõe a síndrome metabólica. OBJETIVO: Verificar a prevalência de obesidade abdominal e fatores associados em hipertensos. MÉTODOS: Estudo transversal com hipertensos de 20 a 79 anos cadastrados em uma Unidade Saúde da Família do município de Londrina, Paraná. A obesidade abdominal foi identificada por meio da relação cintura-quadril (RCQ) e da circunferência abdominal (CA), conforme pontos de corte recomendados pela Organização Mundial de Saúde (RCQ > 1,0 e CA > 102 cm para homens, e RCQ > 0,85 e CA > 88 cm para mulheres). RESULTADOS: Entre os 378 entrevistados, a prevalência de obesidade abdominal identificada pela RCQ foi de 65,3% nos adultos e 68,1% nos idosos, sendo de 87,9% no sexo feminino e de 30,2% no masculino (p < 0,001). Nas mulheres, a RCQ elevada esteve associada ao relato de colesterol aumentado, não realização de atividade física regular, ausência de trabalho remunerado e baixa escolaridade. Não houve associação de RCQ elevada com quaisquer variáveis no sexo masculino. A circunferência abdominal elevada esteve presente em 66,8% dos adultos e 64,3% dos idosos, também com diferenças entre os sexos (p < 0,001). A CA elevada mostrou-se associada, no sexo feminino, ao diabete e ao não tabagismo, e, entre homens, ao diabete e à não realização de atividade física regular. CONCLUSÃO: Esses resultados mostram uma alta prevalência de obesidade abdominal, especialmente no sexo feminino, reforçando a necessidade de estratégias que promovam a diminuição da obesidade abdominal entre hipertensos.

  • centros de saúde
  • Hipertensão
  • Obesidade Abdominal
  • Prevalência
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21/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000049 Visualizações 1
Indicadores antropométricos de obesidade como instrumento de triagem para risco coronariano elevado em adultos na cidade de Salvador - Bahia
ABC
Artigo Original

Indicadores antropométricos de obesidade como instrumento de triagem para risco coronariano elevado em adultos na cidade de Salvador – Bahia

Francisco José Gondim Pitanga et al. Ines Lessa

OBJETIVO: Comparar vários indicadores antropométricos de obesidade e identificar dentre eles qual melhor discrimina o risco coronariano elevado (RCE). MÉTODOS: Estudo de corte transversal, com amostra composta por 968 adultos de 30 a 74 anos de idade, sendo 391 (40,4%) do sexo masculino. Foram construídas diversas curvas Receiver Operating Characteristic (ROC) e comparadas às áreas sob as mesmas entre o índice de conicidade (índice C), índice de massa corporal (IMC), razão circunferência cintura-quadril (RCCQ), circunferência de cintura (CC) e RCE. Verificou-se também a sensibilidade e especificidade para identificar e comparar o melhor ponto de corte entre os diversos indicadores de obesidade para discriminar o RCE. Foi utilizado intervalo de confiança a 95%. RESULTADOS: A maior área sob a curva ROC foi encontrada entre o índice C e RCE, em indivíduos do sexo masculino, 0,80 (0,74-0,85), diferindo significativamente dos demais indicadores de obesidade. Em mulheres, a maior área sob a curva ROC encontrada foi de 0,76 (0,71-0,81), sendo iguais entre índice C, RCCQ e RCE. CONCLUSÃO: Esses resultados demonstram que o índice C e RCCQ são os melhores indicadores de obesidade para discriminar RCE. A CC tem intermediário poder discriminatório e o IMC foi o indicador antropométrico de obesidade menos adequado para discriminar RCE. Estes dados sugerem que os indicadores de obesidade abdominal são melhores para discriminar RCE que os indicadores de obesidade generalizada.

  • indicadores antropométricos de obesidade
  • Obesidade Abdominal
  • risco coronariano
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29/09/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005001400006 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Martins KPMP, Barreto SM, Bos D, Pedrosa J, Azevedo DRM, Araújo LF, Foppa M, et al. Volume de Gordura Epicárdica está Associada com Disfunção Endotelial, mas Não com Calcificação Coronariana: Do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(6):912-20.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Martins, Karina P. M. P.; Barreto, Sandhi M.; Bos, Daniel; Pedrosa, Jesiana; Azevedo, Douglas R. M.; Araújo, Larissa Fortunato; Foppa, Murilo; Duncan, Bruce B.; Ribeiro, Antonio Luiz P.; Brant, Luisa C. C.. Volume de Gordura Epicárdica está Associada com Disfunção Endotelial, mas Não com Calcificação Coronariana: Do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 6, p. 912-920, out. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Martins, K. P. M. P., Barreto, S. M., Bos, D., Pedrosa, J., Azevedo, D. R. M., Araújo, L. F., Foppa, M., Duncan, B. B., Ribeiro, A. L. P., & Brant, L. C. C. (2022). Volume de Gordura Epicárdica está Associada com Disfunção Endotelial, mas Não com Calcificação Coronariana: Do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(6), 912-920.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Martins, Karina P. M. P. and Barreto, Sandhi M. and Bos, Daniel and Pedrosa, Jesiana and Azevedo, Douglas R. M. and Araújo, Larissa Fortunato and Foppa, Murilo and Duncan, Bruce B. and Ribeiro, Antonio Luiz P. and Brant, Luisa C. C.. Volume de Gordura Epicárdica está Associada com Disfunção Endotelial, mas Não com Calcificação Coronariana: Do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 912-920. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/volume-de-gordura-epicardica-esta-associada-com-disfuncao-endotelial-mas-nao-com-calcificacao-coronariana-do-elsa-brasil/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Oliveira-Junior SA, Carvalho MR, Mendonça MLM, Martinez PF. Efeitos Anti-inflamatórios da Terapia com Atorvastatina na Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(4):748-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Oliveira-Junior, Silvio A.; Carvalho, Marianna R.; Mendonça, Maria Lua M; Martinez, Paula F.. Efeitos Anti-inflamatórios da Terapia com Atorvastatina na Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 4, p. 748-749, out. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Oliveira-Junior, S. A., Carvalho, M. R., Mendonça, M. L. M., & Martinez, P. F. (2021). Efeitos Anti-inflamatórios da Terapia com Atorvastatina na Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(4), 748-749.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Oliveira-Junior, Silvio A. and Carvalho, Marianna R. and Mendonça, Maria Lua M and Martinez, Paula F.. Efeitos Anti-inflamatórios da Terapia com Atorvastatina na Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 748-749. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeitos-anti-inflamatorios-da-terapia-com-atorvastatina-na-sindrome-metabolica/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Coutinho MSSA. Adiposidade Abdominal e Espessura Médio-Intimal das Carótidas: Uma Associação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(3):228-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Coutinho, Mário Sérgio Soares de Azeredo. Adiposidade Abdominal e Espessura Médio-Intimal das Carótidas: Uma Associação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 3, p. 228-229, fev. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Coutinho, M. S. S. A. (2019). Adiposidade Abdominal e Espessura Médio-Intimal das Carótidas: Uma Associação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(3), 228-229.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Coutinho, Mário Sérgio Soares de Azeredo. Adiposidade Abdominal e Espessura Médio-Intimal das Carótidas: Uma Associação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 228-229. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/adiposidade-abdominal-e-espessura-medio-intimal-das-carotidas-uma-associacao/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Eickemberg M, Amorim LDAF, Almeida MCC, Aquino EML, Fonseca MJM, Santos IS, Chor D, et al. Indicadores de Adiposidade Abdominal e Espessura Médio-Intimal de Carótidas: Resultados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto – ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(3):220-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Eickemberg, Michaela; Amorim, Leila Denise Alves Ferreira; Almeida, Maria da Conceição Chagas de; Aquino, Estela Maria Leão de; Fonseca, Maria de Jesus Mendes da; Santos, Itamar de Souza; Chor, Dora; Diniz, Maria de Fátima Sander; Barreto, Sandhi Maria; Matos, Sheila Maria Alvim de. Indicadores de Adiposidade Abdominal e Espessura Médio-Intimal de Carótidas: Resultados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto – ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 3, p. 220-227, jan. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Eickemberg, M., Amorim, L. D. A. F., Almeida, M. C. C. , Aquino, E. M. L. , Fonseca, M. J. M. , Santos, I. S., Chor, D., Diniz, M. F. S., Barreto, S. M., & Matos, S. M. A. (2019). Indicadores de Adiposidade Abdominal e Espessura Médio-Intimal de Carótidas: Resultados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto – ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(3), 220-227.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Eickemberg, Michaela and Amorim, Leila Denise Alves Ferreira and Almeida, Maria da Conceição Chagas de and Aquino, Estela Maria Leão de and Fonseca, Maria de Jesus Mendes da and Santos, Itamar de Souza and Chor, Dora and Diniz, Maria de Fátima Sander and Barreto, Sandhi Maria and Matos, Sheila Maria Alvim de. Indicadores de Adiposidade Abdominal e Espessura Médio-Intimal de Carótidas: Resultados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto – ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 220-227. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/indicadores-de-adiposidade-abdominal-e-espessura-medio-intimal-de-carotidas-resultados-do-estudo-longitudinal-de-saude-do-adulto-elsa-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Costa FF, Montenegro VB, Lopes TJA, Costa EC. Combinação de fatores de risco relacionados à síndrome metabólica em militares da Marinha do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(6):485-92.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Costa, Filipe Ferreira da; Montenegro, Vila Bayma; Lopes, Thiago Jambo Alves; Costa, Eduardo Caldas. Combinação de fatores de risco relacionados à síndrome metabólica em militares da Marinha do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 6, p. 485-492, out. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Costa, F. F. , Montenegro, V. B., Lopes, T. J. A., & Costa, E. C. (2011). Combinação de fatores de risco relacionados à síndrome metabólica em militares da Marinha do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(6), 485-492.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Costa, Filipe Ferreira da and Montenegro, Vila Bayma and Lopes, Thiago Jambo Alves and Costa, Eduardo Caldas. Combinação de fatores de risco relacionados à síndrome metabólica em militares da Marinha do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 485-492. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/combinacao-de-fatores-de-risco-relacionados-a-sindrome-metabolica-em-militares-da-marinha-do-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Christofaro DGD, Ritti-Dias RM, Fernandes RA, Polito MD, Andrade SM, Cardoso JR, Oliveira AR, et al. Detecção de hipertensão arterial em adolescentes através de marcadores gerais e adiposidade abdominal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;96(6):465-70.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Christofaro, Diego G. D; Ritti-Dias, Raphael M; Fernandes, Rômulo A; Polito, Marcos D; Andrade, Selma M. de; Cardoso, Jefferson R; Oliveira, Arli Ramos de. Detecção de hipertensão arterial em adolescentes através de marcadores gerais e adiposidade abdominal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 96, n. 6, p. 465-470, abr. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Christofaro, D. G. D., Ritti-Dias, R. M., Fernandes, R. A., Polito, M. D., Andrade, S. M. , Cardoso, J. R., & Oliveira, A. R. (2011). Detecção de hipertensão arterial em adolescentes através de marcadores gerais e adiposidade abdominal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 96(6), 465-470.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Christofaro, Diego G. D and Ritti-Dias, Raphael M and Fernandes, Rômulo A and Polito, Marcos D and Andrade, Selma M. de and Cardoso, Jefferson R and Oliveira, Arli Ramos de. Detecção de hipertensão arterial em adolescentes através de marcadores gerais e adiposidade abdominal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 96, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 465-470. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/deteccao-de-hipertensao-arterial-em-adolescentes-atraves-de-marcadores-gerais-e-adiposidade-abdominal/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Pereira PB, Arruda IKG, Cavalcanti AMTS, Diniz AS. Perfil lipídico em escolares de Recife – PE. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(5):606-13.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pereira, Patrícia Brazil; Arruda, Ilma Kruze Grande de; Cavalcanti, Ana Márcia Tenório de Souza; Diniz, Alcides da Silva. Perfil lipídico em escolares de Recife – PE. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 5, p. 606-613, out. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pereira, P. B., Arruda, I. K. G. , Cavalcanti, A. M. T. S., & Diniz, A. S. (2010). Perfil lipídico em escolares de Recife – PE. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(5), 606-613.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pereira, Patrícia Brazil and Arruda, Ilma Kruze Grande de and Cavalcanti, Ana Márcia Tenório de Souza and Diniz, Alcides da Silva. Perfil lipídico em escolares de Recife – PE. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 606-613. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/perfil-lipidico-em-escolares-de-recife-pe/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Paula HAA, Ribeiro RCL, Rosado LEFPL, Pereira RSF, Franceschini SCC. Comparação de diferentes critérios de definição para diagnóstico de síndrome metabólica em idosas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(3):346-53.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Paula, Hudsara Aparecida de Almeida; Ribeiro, Rita de Cássia Lanes; Rosado, Lina Enriqueta Frandsen Paez de Lima; Pereira, Renan Salazar Ferreira; Franceschini, Sylvia do Carmo Castro. Comparação de diferentes critérios de definição para diagnóstico de síndrome metabólica em idosas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 3, p. 346-353, jul. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Paula, H. A. A., Ribeiro, R. C. L., Rosado, L. E. F. P. L., Pereira, R. S. F., & Franceschini, S. C. C. (2010). Comparação de diferentes critérios de definição para diagnóstico de síndrome metabólica em idosas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(3), 346-353.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Paula, Hudsara Aparecida de Almeida and Ribeiro, Rita de Cássia Lanes and Rosado, Lina Enriqueta Frandsen Paez de Lima and Pereira, Renan Salazar Ferreira and Franceschini, Sylvia do Carmo Castro. Comparação de diferentes critérios de definição para diagnóstico de síndrome metabólica em idosas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 346-353. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comparacao-de-diferentes-criterios-de-definicao-para-diagnostico-de-sindrome-metabolica-em-idosas/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Girotto E, Andrade SM, Cabrera MAS. Prevalência de obesidade abdominal em hipertensos cadastrados em uma Unidade de Saúde da Família. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(6):754-62.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Girotto, Edmarlon; Andrade, Selma Maffei de; Cabrera, Marcos Aparecido Sarriá. Prevalência de obesidade abdominal em hipertensos cadastrados em uma Unidade de Saúde da Família. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 6, p. 754-762, maio. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Girotto, E., Andrade, S. M. , & Cabrera, M. A. S. (2010). Prevalência de obesidade abdominal em hipertensos cadastrados em uma Unidade de Saúde da Família. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(6), 754-762.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Girotto, Edmarlon and Andrade, Selma Maffei de and Cabrera, Marcos Aparecido Sarriá. Prevalência de obesidade abdominal em hipertensos cadastrados em uma Unidade de Saúde da Família. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 754-762. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-de-obesidade-abdominal-em-hipertensos-cadastrados-em-uma-unidade-de-saude-da-familia/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Pitanga FJG, Lessa I. Indicadores antropométricos de obesidade como instrumento de triagem para risco coronariano elevado em adultos na cidade de Salvador – Bahia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;85(1):26-31.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pitanga, Francisco José Gondim; Lessa, Ines. Indicadores antropométricos de obesidade como instrumento de triagem para risco coronariano elevado em adultos na cidade de Salvador – Bahia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 85, n. 1, p. 26-31, set. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pitanga, F. J. G., & Lessa, I. (2005). Indicadores antropométricos de obesidade como instrumento de triagem para risco coronariano elevado em adultos na cidade de Salvador – Bahia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 85(1), 26-31.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pitanga, Francisco José Gondim and Lessa, Ines. Indicadores antropométricos de obesidade como instrumento de triagem para risco coronariano elevado em adultos na cidade de Salvador – Bahia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 85, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 26-31. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/indicadores-antropometricos-de-obesidade-como-instrumento-de-triagem-para-risco-coronariano-elevado-em-adultos-na-cidade-de-salvador-bahia/>. ISSN 0066-782X

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