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  2. Palavra-chave: Comportamento Sedentário
Figura 1
ABC
Editorial

Esta é uma Relação Causal? Randomização Mendeliana como um Método Estatístico para Desvendar Conexões

Lucas Vieira Lacerda Pires

A Randomização Mendeliana (RM) é uma ferramenta estatística poderosa para inferir uma relação causal entre a presença de variantes genéticas e diferentes características e fenótipos., É particularmente útil ao tentar elucidar relações causais entre exposições e desfechos com base em dados observacionais. Este método se baseia no princípio da aleatoriedade de como as variantes genéticas podem se segregar durante o processo de meiose, o princípio mendeliano de sortimento independente.

Desde as últimas décadas, à medida que nosso conhecimento sobre a arquitetura genética dos seres humanos foi aprimorado, o desafio é entender como variantes genéticas podem contribuir para o desenvolvimento de fenótipos e características. Aprendemos com essa compreensão crescente que, à medida que a complexidade genética de uma característica específica aumenta, ela pode ser menos hereditária, e nosso poder preditivo se reduz.

[…]

  • Análise da Randomização Mendeliana
  • Comportamento Sedentário
  • Doenças Cardiovasculares
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15/11/2024 DOI: 10.36660/abc.20240606 Visualizações 3
ABC
Editorial

Diabetes Mellitus, Exercício Físico e Variabilidade da Frequência Cardíaca

Gustavo Augusto Ferreira Mota et al. Mariana Gatto Luana Urbano Pagan Suzana Erico Tanni Marina Politi Okoshi

A prevalência de diabetes mellitus (DM) tem crescido nas últimas décadas. Fatores de risco para desenvolver DM foram bem estabelecidos em estudos clínicos. Entre esses, destacam-se o sedentarismo, envelhecimento e obesidade. O DM, definido pelo aumento da concentração plasmática de glicose, é comumente acompanhado por alterações cardiovasculares como hipertensão, doença coronariana, insuficiência cardíaca e neuropatia autonômica cardíaca. Como as doenças cardiovasculares constituem as principais causas de óbito e morbidade na atualidade, estudos que visem o melhor entendimento dos mecanismos fisiopatológicos inerentes ao DM têm grande importância.

A neuropatia autonômica cardíaca é caracterizada por alterações em fibras que inervam o coração e vasos sanguíneos. , Nesta condição, alterações da função nervosa levam a redução da variabilidade da frequência cardíaca e alteração da sensibilidade barorreflexa. O exercício físico é considerado uma terapia não farmacológica importante para auxiliar na prevenção e controle do DM e de suas consequências clínicas. Nos últimos anos, pesquisadores vêm observando que o exercício pode ser eficaz também na prevenção e tratamento da neuropatia autonômica cardíaca.

[…]

  • Comportamento Sedentário
  • Diabetes Mellitus/prevenção e controle
  • Exercício
  • Fatores de risco
  • Frequência Cardíaca
  • Idoso
  • Obesidade
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13/02/2023 DOI: 10.36660/abc.20220902 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Comportamento Sedentário, Hábitos Alimentares e Risco Cardiometabólico em Crianças e Adolescentes Fisicamente Ativos

Paula Adriana dos Santos de Fontes et al. Jordana Herzog Siqueira Haysla Xavier Martins Polyana Romano Oliosa … Divanei Zaniqueli José Geraldo Mill Rafael de Oliveira Alvim

Resumo

Fundamento

O comportamento sedentário tem sido associado a diversos fatores de risco cardiometabólicos durante a infância. No entanto, pouco se sabe sobre o impacto do comportamento sedentário na saúde e nos hábitos alimentares de crianças e adolescentes fisicamente ativos.

Objetivo

Avaliar a associação entre comportamento sedentário e fatores de risco cardiometabólicos e hábitos alimentares em crianças e adolescentes fisicamente ativos.

Métodos

Esse estudo transversal avaliou 516 crianças e adolescentes (10 a 18 anos; ambos os sexos) fisicamente ativos integrados no projeto social “Estação Conhecimento-Vale”. O comportamento sedentário foi determinado de maneira indireta (questionário), utilizando como ponto de corte o tempo sentado ≥ 3 h/dia. Foram estatisticamente significantes as análises com p-valor < 0,05.

Resultados

O comportamento sedentário não foi associado ao excesso de peso (odds ratio = 0,72 [intervalo de confiança (IC) de 95%: 0,325-1,389]), hipertrigliceridemia ( odds ratio = 0,63 [IC95%: 0,306-1,297]), HDL colesterol baixo ( odds ratio = 0,57 [IC95%: 0,323-1,019]) e HDL não colesterol alto ( odds ratio = 0,63 [IC95%: 0,283-1,389]). Contudo, crianças e adolescentes que adotavam comportamento sedentário apresentaram maior chance de consumir regularmente alimentos em frente à televisão ( odds ratio =1,96 [IC95%: 1,114-3,456]) e de consumir pelo menos um alimento ultraprocessado por dia ( odds ratio =2,42 [IC95%: 1,381-4,241]). Além disso, apresentaram menor chance de consumir frutas regularmente (OR=0,52 [IC95%: 0,278-0,967]).

Conclusão

Não houve associação entre comportamento sedentário e fatores de risco cardiometabólicos em crianças e adolescentes fisicamente ativos. Contudo, o comportamento sedentário foi associado a hábitos alimentares inadequados. Dessa forma, podemos sugerir que a prática regular de atividade física pode atenuar os efeitos deletérios do comportamento sedentário nos parâmetros cardiometabólicos de crianças e adolescentes.

  • Comportamento Alimentar
  • Comportamento Sedentário
  • Criança
  • Fatores de Risco Cardiometabólico
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03/02/2023 DOI: 10.36660/abc.20220357 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Carta Científica

Impacto da COVID-19 na Vida do Cardiologista e Cirurgião Cardiovascular Brasileiros

Andre Luiz Cerqueira Almeida et al. Marcelo Melo Rodrigo Elton Ferreira Rodrigues Luis Fábio Botelho … Paulo André Abreu Almeida Silvio Henrique Barberato

Introdução

A pandemia da COVID-19 (sigla do inglês Coronavirus Disease – 2019) impactou significativamente os serviços de cardiologia. O número de consultas, exames e intervenções cardiológicas diminuiu em várias partes do mundo nos últimos meses.1,2 Contudo, apesar da pressão crescente e da carga sobre o sistema de saúde, a oferta de serviços em cardiologia não foi interrompida, já que doença cardiovascular preexistente coloca os pacientes sob maior risco de infecção, complicações e a manifestações cardíacas primárias da COVID-19.

Além disso, os efeitos da COVID-19 têm afetado a sociedade em geral e os profissionais de saúde em particular, a saber: impacto na saúde física e mental, perturbações financeiras e alterações na qualidade de vida.– Sendo assim, a pandemia causou verdadeira ruptura em diversos aspectos da prática profissional e da vida de médicos e demais profissionais de saúde.,,

[…]

  • Cardiologistas
  • Cirurgiões
  • Comportamento Sedentário
  • Coronavírus-19
  • COVID-19
  • Doenças Cardiovasculares
  • Epidemiologia
  • Fatores de risco
  • Infecção/complicações
  • Pandemia
  • Profissionais de saúde
  • Sistemas de Saúde
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22/11/2021 DOI: 10.36660/abc.20201231 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Breaks no Tempo em Comportamento Sedentário e Marcadores Cardiometabólicos em Adolescentes

Natália Maria Mesquita de Lima Quirino et al. Alcides Prazeres Filho Arthur Oliveira Barbosa Gerfeson Mendonça José Cazuza de Farias Júnior

Resumo

Fundamento:

Interrupções no tempo despendido em comportamento sedentário (breaks) têm sido associadas a melhores níveis de indicadores cardiometabólicos na população adulta. No entanto, em adolescentes, os achados sobre essa associação ainda são conflitantes.

Objetivos:

Analisar a associação do número de breaks por dia em comportamento sedentário com marcadores cardiometabólicos e avaliar se ela é moderada pelo estado nutricional e o tempo excessivo em comportamento sedentário em adolescentes.

Métodos:

Estudo transversal com 537 adolescentes (52,3% do sexo feminino), de 10 a 14 anos de idade, de escolas públicas de João Pessoa (PB). O número diário de breaks em comportamento sedentário (>100 counts/minutos) foi mensurado por meio de acelerômetros (Actigraph GT3X+). Os marcadores cardiometabólicos analisados foram: pressão arterial sistólica e diastólica (mmHg), glicose de jejum, colesterol total, triglicerídeos, HDL-c, LDL-c (todos em mg/dL) e índice de massa corporal (IMC) (kg/m2). Utilizou-se a regressão linear para analisar a associação do número de breaks com marcadores cardiometabólicos e avaliar se ela é moderada pelo estado nutricional e o tempo excessivo em comportamento sedentário. O nível de significância de p<0,05 foi adotado para todas as análises.

Resultados:

O número de breaks por dia se associou negativamente ao IMC (ß = −0,069; IC95%: −0,102; −0,035), mas não aos demais marcadores cardiometabólicos, e essa associação não foi moderada pelo estado nutricional dos adolescentes (p=0,221) e nem pelo tempo excessivo em comportamento sedentário (p=0,176).

Conclusão:

A inclusão de breaks no tempo em comportamento sedentário parece contribuir para valores mais baixos do IMC em adolescentes.

  • Adiposidade
  • Adolescente
  • Colesterol
  • Comportamento Sedentário
  • Glicose
  • Marcadores Cardiometabólicos
  • Pressão Arterial
  • Sedentarismo
  • Triglicerides
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06/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20200047
ABC
Editorial

Hipertensão Arterial: Aspectos Fisiopatológicos, Estresse Psicossocial e Preferência por Alimentos

Heno Ferreira Lopes

A hipertensão arterial tem alta prevalência em países desenvolvidos e nos países em desenvolvimento. Juntamente com glicemia alta, hiperlipidemia, sobrepeso e obesidade ela é considerada como uma consequência dos fatores de risco comportamentais que são: sedentarismo, uso de tabaco, uso nocivo do álcool e dietas inadequadas. A causa da hipertensão arterial na maioria das vezes (mais de 90%) é desconhecida. Sendo que a ativação do sistema nervoso simpático, do sistema renina angiotensina aldosterona e a curva de pressão natriurese alterada tem papel importante na fisiopatogênese da hipertensão. O estresse oxidativo também vem sendo apontado como fenótipo intermediário no desenvolvimento da hipertensão arterial. Estudos experimentais e epidemiológicos apontam o estresse psicossocial como um possível gatilho para provocar o desbalanço autonômico (aumento da atividade simpática) no paciente hipertenso. Esse desbalanço autonômico pode ser observado até mesmo antes da instalação da hipertensão arterial em indivíduos filhos de pais hipertensos. Além do estresse psicossocial a dieta não saudável contribui de alguma forma com o desenvolvimento de hipertensão e para maior morbidade/mortalidade cardiovascular.

Se por um lado a dieta tem papel importante na fisiopatogênese da hipertensão, por outro a adoção de uma dieta saudável pode resultar no melhor controle da pressão arterial. A dieta DASH (Dietary Approach to Stop Hypertension), citada em diretrizes do mundo inteiro, foi avaliada por Appel et al., e foi a primeira cientificamente testada que resultou em queda significativa na pressão arterial em pacientes hipertensos. A dieta DASH é composta de alimentos de fácil acesso como verduras, legumes, frutas, oleaginosas, carne magra, leite e derivados com pouca gordura. Em estudo envolvendo pacientes hipertensos obesos tentamos elucidar os possíveis mecanismos envolvidos na redução da pressão arterial após o consumo de dieta padrão DASH. Nesse estudo demonstramos que o consumo de uma dieta padrão DASH resulta na melhora da capacidade antioxidante, sobretudo em pacientes hipertensos obesos. Como o estresse oxidativo tem papel na fisiopatogênese da hipertensão arterial, esse é um dos possíveis mecanismos para a redução da pressão arterial naqueles que consomem alimentos estudados na dieta DASH na devida proporção.

[…]

  • Comportamento Sedentário
  • Diabetes mellitus
  • Dieta Saudável
  • Dislipidemias
  • Estresse Oxidativo
  • Hipertensão
  • Indicadores de Morbimortalidade
  • Obesidade
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10/10/2019 DOI: 10.5935/abc.20190202

Como citar este artigo

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Pires LVL. Esta é uma Relação Causal? Randomização Mendeliana como um Método Estatístico para Desvendar Conexões. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(10):e20240606.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pires, Lucas Vieira Lacerda. Esta é uma Relação Causal? Randomização Mendeliana como um Método Estatístico para Desvendar Conexões. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 10, e20240606, nov. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pires, L. V. L. (2024). Esta é uma Relação Causal? Randomização Mendeliana como um Método Estatístico para Desvendar Conexões. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(10), e20240606.

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Pires, Lucas Vieira Lacerda. Esta é uma Relação Causal? Randomização Mendeliana como um Método Estatístico para Desvendar Conexões. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 10, [citado 2026-10-14], e20240606. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/esta-e-uma-relacao-causal-randomizacao-mendeliana-como-um-metodo-estatistico-para-desvendar-conexoes/>. ISSN 0066-782X

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Mota GAF, Gatto M, Pagan LU, Tanni SE, Okoshi MP. Diabetes Mellitus, Exercício Físico e Variabilidade da Frequência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(1):e20220902.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mota, Gustavo Augusto Ferreira; Gatto, Mariana; Pagan, Luana Urbano; Tanni, Suzana Erico; Okoshi, Marina Politi. Diabetes Mellitus, Exercício Físico e Variabilidade da Frequência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 1, e20220902, fev. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mota, G. A. F., Gatto, M., Pagan, L. U., Tanni, S. E., & Okoshi, M. P. (2023). Diabetes Mellitus, Exercício Físico e Variabilidade da Frequência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(1), e20220902.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mota, Gustavo Augusto Ferreira and Gatto, Mariana and Pagan, Luana Urbano and Tanni, Suzana Erico and Okoshi, Marina Politi. Diabetes Mellitus, Exercício Físico e Variabilidade da Frequência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 1, [citado 2026-10-14], e20220902. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/diabetes-mellitus-exercicio-fisico-e-variabilidade-da-frequencia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Fontes PAS, Siqueira JH, Martins HX, Oliosa PR, Zaniqueli D, Mill JG, Alvim RO, et al. Comportamento Sedentário, Hábitos Alimentares e Risco Cardiometabólico em Crianças e Adolescentes Fisicamente Ativos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(2):e20220357.

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Fontes, Paula Adriana dos Santos de; Siqueira, Jordana Herzog; Martins, Haysla Xavier; Oliosa, Polyana Romano; Zaniqueli, Divanei; Mill, José Geraldo; Alvim, Rafael de Oliveira. Comportamento Sedentário, Hábitos Alimentares e Risco Cardiometabólico em Crianças e Adolescentes Fisicamente Ativos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 2, e20220357, fev. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fontes, P. A. S. , Siqueira, J. H., Martins, H. X., Oliosa, P. R., Zaniqueli, D., Mill, J. G., & Alvim, R. O. (2023). Comportamento Sedentário, Hábitos Alimentares e Risco Cardiometabólico em Crianças e Adolescentes Fisicamente Ativos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(2), e20220357.

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Fontes, Paula Adriana dos Santos de and Siqueira, Jordana Herzog and Martins, Haysla Xavier and Oliosa, Polyana Romano and Zaniqueli, Divanei and Mill, José Geraldo and Alvim, Rafael de Oliveira. Comportamento Sedentário, Hábitos Alimentares e Risco Cardiometabólico em Crianças e Adolescentes Fisicamente Ativos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 2, [citado 2026-10-14], e20220357. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comportamento-sedentario-habitos-alimentares-e-risco-cardiometabolico-em-criancas-e-adolescentes-fisicamente-ativos/>. ISSN 0066-782X

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Almeida ALC, Melo M, Rodrigues REF, Botelho LF, Almeida PAA, Barberato SH. Impacto da COVID-19 na Vida do Cardiologista e Cirurgião Cardiovascular Brasileiros. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(5):1048-55.

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Almeida, Andre Luiz Cerqueira; Melo, Marcelo; Rodrigues, Rodrigo Elton Ferreira; Botelho, Luis Fábio; Almeida, Paulo André Abreu; Barberato, Silvio Henrique. Impacto da COVID-19 na Vida do Cardiologista e Cirurgião Cardiovascular Brasileiros. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 5, p. 1048-1055, nov. 2021.

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Almeida, A. L. C., Melo, M., Rodrigues, R. E. F., Botelho, L. F., Almeida, P. A. A., & Barberato, S. H. (2021). Impacto da COVID-19 na Vida do Cardiologista e Cirurgião Cardiovascular Brasileiros. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(5), 1048-1055.

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Almeida, Andre Luiz Cerqueira and Melo, Marcelo and Rodrigues, Rodrigo Elton Ferreira and Botelho, Luis Fábio and Almeida, Paulo André Abreu and Barberato, Silvio Henrique. Impacto da COVID-19 na Vida do Cardiologista e Cirurgião Cardiovascular Brasileiros. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 1048-1055. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-da-covid-19-na-vida-do-cardiologista-e-cirurgiao-cardiovascular-brasileiros/>. ISSN 0066-782X

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Quirino NMML, Prazeres Filho A, Barbosa AO, Mendonça G, Farias Júnior JC. Breaks no Tempo em Comportamento Sedentário e Marcadores Cardiometabólicos em Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(2):352-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Quirino, Natália Maria Mesquita de Lima; Prazeres Filho, Alcides; Barbosa, Arthur Oliveira; Mendonça, Gerfeson; Farias Júnior, José Cazuza de. Breaks no Tempo em Comportamento Sedentário e Marcadores Cardiometabólicos em Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 2, p. 352-362, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Quirino, N. M. M. L., Prazeres Filho, A., Barbosa, A. O., Mendonça, G., & Farias Júnior, J. C. (2021). Breaks no Tempo em Comportamento Sedentário e Marcadores Cardiometabólicos em Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 352-362.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Quirino, Natália Maria Mesquita de Lima and Prazeres Filho, Alcides and Barbosa, Arthur Oliveira and Mendonça, Gerfeson and Farias Júnior, José Cazuza de. Breaks no Tempo em Comportamento Sedentário e Marcadores Cardiometabólicos em Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 352-362. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/breaks-no-tempo-em-comportamento-sedentario-e-marcadores-cardiometabolicos-em-adolescentes/>. ISSN 0066-782X

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Lopes HF. Hipertensão Arterial: Aspectos Fisiopatológicos, Estresse Psicossocial e Preferência por Alimentos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(3):381-2.

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Lopes, Heno Ferreira. Hipertensão Arterial: Aspectos Fisiopatológicos, Estresse Psicossocial e Preferência por Alimentos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 3, p. 381-382, out. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lopes, H. F. (2019). Hipertensão Arterial: Aspectos Fisiopatológicos, Estresse Psicossocial e Preferência por Alimentos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(3), 381-382.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lopes, Heno Ferreira. Hipertensão Arterial: Aspectos Fisiopatológicos, Estresse Psicossocial e Preferência por Alimentos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 381-382. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hipertensao-arterial-aspectos-fisiopatologicos-estresse-psicossocial-e-preferencia-por-alimentos/>. ISSN 0066-782X

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