Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: Adolescentes
Figura 1
ABCHF
Review Article

Miocardiopatias Pediátricas: Estabelecendo Relação Genótipo-Fenótipo como Determinante no Prognóstico e Terapêutica, uma Revisão da Literatura

Ana Flavia Malheiros Torbey et al. Aurea Lucia Alves de Azevedo Grippa de Souza Estela Azeka Maraisa Fachini Spada

Introdução

As miocardiopatias pediátricas constituem um grupo heterogêneo de alterações no miocárdio onde há diferentes fenótipos e etiologias. A apresentação clínica varia desde indivíduos assintomáticos a crianças com insuficiência cardíaca, arritmias e morte súbita. É a principal indicação de transplante cardíaco após um ano de idade.–

A etiologia pode envolver causas secundárias como doenças infecciosas, inflamatórias, autoimunes ou por uso de medicações (antraciclinas); entretanto, as causas genéticas representam importante papel nas miocardiopatias pediátricas. Atualmente com a maior disponibilidade de testes genéticos, o estabelecimento da relação genótipo-fenótipo vem ocorrendo, sendo possível determinar prognóstico e proporcionar terapêuticas específicas para este grupo de pacientes, que modificam a história natural da doença.,–

[…]

  • Adolescentes
  • Cardiomiopatias
  • Criança
  • diagnóstico
  • Fenótipo
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
17/08/2023 DOI: 10.36660/abchf.20230016 Visualizações 1
ABC
Editorial

Pré-Hipertensão Em Adolescentes: Um Novo Velho Problema

Katya Rigatto

Não há dúvida de que o risco de hipertensão é proporcional ao aumento da pressão arterial (PA) e não havendo um limiar específico, quanto maior a pressão, maior o risco. Nesse contexto, a identificação de indivíduos com risco cardiovascular aumentado na fase subclínica e assintomática é de suma importância para, no futuro, melhorar a qualidade de vida dos pacientes e reduzir os custos e encargos dos serviços de saúde.

Desde a primeira tentativa de mensuração do pulso arterial – realizada por Santorio Sanctorius (1561-1636) – até Riva-Rocci, que encerrou a busca por um método clínico simples de avaliação da PA, o controle da PA vem ganhando cada vez mais destaque entre clínicos e pesquisadores e os valores da PA considerados normais têm se tornado cada vez mais baixos.

[…]

  • Adolescentes
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • Intervenção Médica Precoce/tendências
  • Pré-hipertensão
  • Pressão Arterial
  • Qualidade de Vida
  • Sedentarismo
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
25/10/2021 DOI: 10.36660/abc.20210702 Visualizações 1
Figura 1
ABCHF
Review Article

Miocardites Agudas na Infância e Adolescência na Era da COVID-19

Ana Flávia Malheiros Torbey et al. Aurea Lúcia Alves de Azevedo Grippa de Souza Ana Catarina Durán Bustamante Carmen Z. Brandão … Luan Rodrigues Abdallah Yves P. D. March e Souza Evandro Tinoco Mesquita

Resumo

A miocardite em crianças e adolescentes é uma doença inflamatória do miocárdio com apresentação heterogênea, podendo se mostrar oligossintomática, sem comprometimento da fração de ejeção, ou com apresentação clínica catastrófica, com choque cardiogênico (miocardite fulminante) ou morte súbita. Dessa forma, a miocardite permanece um grande desafio dos pontos de vista diagnóstico e terapêutico. Apesar das diversas etiologias listadas, a forma mais frequente parece estar relacionada às doenças virais; atualmente, novas formas de miocardite, como as alérgicas (eosinofílica e uso de fármacos, em particular a imunoterapia do câncer), têm sido descritas. Aumentar o índice de suspeita é crucial. A dosagem dos níveis séricos de troponina e N-terminal do peptídeo natriurético tipo B, bem como a utilização de métodos avançados de cardioimagem, como ecocardiograma com strain, tomografia por emissão de pósitrons e ressonância magnética cardíaca, são parte integral da avaliação multimodal nos pacientes suspeitos. Apesar de a biópsia endomiocárdica permanecer o padrão ouro para diagnóstico da doença, a tendência, atualmente, é realizá-la em situações específicas, como em apresentação clínica fulminante e miocardite crônica ou redicivante. O manuseio inclui cuidados gerais de suporte, abordagem da insuficiência cardíaca, controle das arritmias quando presentes, avaliação de suporte mecânico e transplante cardíaco. Tratamentos voltados à imunossupressão e imunoterapia permanecem controversos. Neste artigo, propomos uma revisão ampla dos métodos de diagnóstico e de tratamento, bem como as diferentes etiologias na faixa etária pediátrica.

  • Adolescentes
  • cardiomiopatia
  • Crianças
  • Insuficiência Cardíaca
  • Miocardite
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
06/07/2021 DOI: 10.36660/abchf.20210008 Visualizações 1
ABC
Editorial

A Atividade Física no Presente Pode Ser a Receita para Evitar os Males da Obesidade e Hipertensão no Futuro

Roberto Jorge da Silva Franco

Minieditorial referente ao artigo: Medidas Hipertensivas em Escolares: Risco da Obesidade Central e Efeito Protetor da Atividade Física Moderada-Vigorosa

A hipertensão arterial é uma das causas mais importantes de morte prematura no mundo. Quase um bilhão de pessoas são afetadas e estima-se que até 2025, 1,5 bilhão de adultos terão HA. Felizmente, a HA é um dos principais fatores de risco modificáveis para doenças cardiovasculares com raízes na infância, tornando evitáveis tanto o desenvolvimento da doença quanto o óbito.

[…]

  • Adolescentes
  • Adulto
  • Atividade Física
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • Obesidade
  • Sedentarismo
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
07/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20200483 Visualizações 1
ABC
Editorial

Conhecimento sobre Atividade Física e seus Níveis em Crianças com Cardiopatia Congênita

Adilson Marques et al. Bruna Gouveia

Os benefícios da atividade física já estão bem documentados. Em crianças e adolescentes, a atividade física melhora a saúde cardiovascular, óssea e metabólica, níveis de condicionamento físico, peso corporal e condição do sono. Além disso, há evidências dos benefícios cognitivos, psicológicos e sociais da atividade física. Os benefícios da atividade física sobre a saúde são transversais a todas as crianças, incluindo aquelas que vivem com uma doença crônica, como doença cardíaca congênita (DCC), prevenindo comorbidades e melhorando a qualidade de vida.,

A importância da atividade física para crianças com DCC já foi documentada há muito tempo. A participação em atividades físicas é de grande importância para as crianças com DCC, pois elas correm o risco de desenvolver outras doenças cardiovasculares e metabólicas,, sinais crescentes de depressão e ansiedade.6 Além disso, quando presentes, esses problemas de saúde podem ser mitigados por um estilo de vida ativo.–

[…]

  • Adolescentes
  • Atividade Física
  • Cardiopatias Congênitas
  • Comorbidade
  • Condicionamento Físico
  • Conhecimento
  • Crianças
  • Exercício
  • Qualidade de Vida
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/06/2020 DOI: 10.36660/abc.20200286 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Dislipidemia Secundária em Crianças Obesas – Há Evidências para Tratamento Farmacológico?

Graciane Radaelli et al. Grasiele Sausen Claudia Ciceri Cesa Vera Lucia Portal Lucia Campos Pellanda

Resumo

Fundamento:

A segurança em longo prazo, a eficácia e os critérios para o tratamento com estatinas em crianças são ainda pouco claros na prática clínica. Existem evidências muito limitadas para o uso de medicação em crianças com dislipidemia secundária à obesidade e que não respondem bem à modificação do estilo de vida.

Objetivo:

Revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados de uso de estatinas para o tratamento de crianças e adolescentes com dislipidemia secundária à obesidade.

Métodos:

Realizamos a busca nas bases de dados PubMed, EMBASE, Bireme, Web of Science, Cochrane Library, SciELO e LILACS para coleta de dados para avaliar o efeito das estatinas sobre: melhora dos marcadores de doença arterial coronariana (DAC) nos resultados clínicos na idade adulta, aumento dos níveis séricos de colesterol total (CT), lipoproteína de baixa densidade (LDL-C) e apolipoproteína B (APOB) e diminuição dos níveis de lipoproteína de alta densidade (HDL-C) desde o início até fevereiro de 2016. Crianças e adolescentes foram incluídos.

Resultados:

Das 16793 citações potencialmente relevantes recuperadas das bases de dados eletrônicas, nenhum ensaio clínico randomizado atendeu aos critérios de inclusão de crianças com dislipidemia secundária à obesidade.

Conclusões:

Não encontramos evidência específica para considerar as estatinas no tratamento da hipercolesterolemia secundária à obesidade em crianças. A prática usual de extrapolar achados de estudos em dislipidemia genética ignora as diferenças nos riscos cardiovasculares de longo prazo e os riscos de tratamento de drogas de longo prazo, quando comparada com a recomendação de mudanças de estilo de vida. Ensaios clínicos randomizados são necessários para compreender o tratamento medicamentoso na dislipidemia secundária à obesidade.

  • Adolescentes
  • Colesterol
  • Criança
  • Dislipidemias
  • Inibidores de Hidroximetilglutaril-CoA Redutases
  • Obesidade
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
23/08/2018 DOI: 10.5935/abc.20180155 Visualizações 1
IJCS
Editorial

É Possível Remodelar o Coração com Seis Meses de Treinamento Militar Intenso em Jovens já Fisicamente Ativos

Claudio Gil Soares de Araújo

Os médicos são formados e capacitados para tratar doenças e salvar vidas. Isso é particularmente notável e valorizado nos cardiologistas. No entanto, nem todos conseguem ver ou pensar na outra “ponta” no cotidiano de suas vidas profissionais atribuladas. Na realidade, muito frequentemente adoecemos porque não promovemos adequadamente nossa saúde, com um estilo de vida adequado, e por não adotarmos as estratégias preventivas mais recomendadas. Parece ser cada vez mais importante atuar antes da doença e, nesse sentido, a prática regular de exercício físico passa a ser uma grande ou a maior prioridade. Todavia, há uma natural preocupação clínica com a possibilidade dessa prática de exercício ser “exagerada” e por em risco a saúde e a integridade física dos exercitantes. Nesse contexto, é oportuno ler o artigo escrito pelos colegas portugueses e suecos e publicado nesse número do International Journal of Cardiovascular Sciences.

Dinis et al., estudaram 76 jovens portugueses que já tinham patamares bastante altos de exercício físico regular – > 10 horas/semanais -, e que foram participar de um programa especial de treinamento militar. Esse treinamento especial consistiu de 20 horas de exercícios de diversos tipos e de uma intensidade propositadamente muito alta, divididos em cinco dias da semana por 35 semanas. Provavelmente, em função do nível muito alto de exigência desse treinamento especial, somente 17 dos jovens, todos com atuação e experiência desportiva competitiva prévia, conseguiram completar as 35 semanas.

[…]

  • Adolescentes
  • Arritmias Cardíacas/diagnóstico por imagem
  • Exercício
  • Remodelamento Atrial/fisiologia
  • Técnicas de Exercício e de Movimento
  • Treinamento Intervalado de Alta Intensidade
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180026 Visualizações 2
Figura 1
IJCS
Original Article

Prognóstico da Cardiomiopatia Dilatada com Insuficiência Cardíaca Grave de Acordo com Escalas de Classificação Funcional na Infância

Fátima Derlene da Rocha Araújo et al. Rose Mary Ferreira Lisboa da Silva Henrique de Assis Fonseca Tonelli Adriana Furletti M Guimarães … Sandra Regina Tolentino Castilho Zilda Maria Alves Meira

Resumo

Fundamento:

A insuficiência cardíaca é principal manifestação da cardiomiopatia dilatada na infância, e a avaliação sistematizada dos sinais e sintomas permite acompanhar o resultado do tratamento.

Objetivo:

Avaliar o uso de três escalas de classificação funcional da insuficiência cardíaca na evolução de crianças e adolescentes com cardiomiopatia dilatada.

Métodos:

Estudo longitudinal e observacional incluindo pacientes de zero a 18 anos com cardiomiopatia dilatada e insuficiência cardíaca inicial grave. Todos foram acompanhados por meio das escalas New York Heart Association (NYHA), The New York University Pediatric Heart Failure Index (The NYU PHFI) e Ross versão 2012. As análises estatísticas foram feitas com uso do Statistical Package for Social Science, versão 14.0, com teste de Mann-Whitney, teste qui quadrado ou de Fisher, aplicação da Curva Característica de Operação, teste de Wilcoxon e coeficiente de Kappa, para comparação das escalas, e curva Kaplan-Meier, para avaliação da sobrevida. O nível de significância adotado foi de 5%.

Resultados:

Foram incluídos 57 pacientes, com idade de 1 a 200 meses (média de 48,7 ± 55,9) e seguimento de 6 a 209 meses (média de 63,6 ± 48,4). Houve substancial concordância das escalas Ross 2012 e The NYU PHFI com a NYHA (Kappa = 0,71 e 0,82, respectivamente). A análise pareada pelo teste de Wilcoxon, comparando as escalas antes e após o tratamento, foi significativa (p < 0,0001). A sobrevida maior foi encontrada nos pacientes com classes I/II pela NYHA ou pontuação menor que 11 pontos nas outras.

Conclusão:

O uso das escalas de avaliação funcional da insuficiência cardíaca se mostrou útil no seguimento e na avaliação da resposta terapêutica. Pacientes que permaneceram em classes funcionais III ou IV de NYHA, ou com pontuação igual ou maior que 11 na Ross 2012 ou na The NYU PHFI tiveram pior prognóstico.

  • Adolescentes
  • Cardiomiopatia dilatada
  • Criança
  • Escalas
  • Insuficiência Cardíaca
  • Prognóstico
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
23/10/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170085 Visualizações 2
ABC
Letter to the Editor

Obesidade Infantil, Níveis de MMP-9 e Vitamina D

Zeynep Cerit

Caro Editor,

Li o artigo entitulado “MMP-9 Levels and IMT of Carotid Arteries are Elevated in Obese CHildren and Adolescents Compared to Non-Obese, de Andrade et al., publicado recentemente, com muito interesse. Os pesquisadores demonstraram que crianças e adolescentes obesos tinham média de espessamento médio-intimal (EMI) mais alta, assim como a metaloproteinase da matriz-9 no plasma (MMP-9) e inibidor tecidual de metaloproteinase de matriz 1 em comparação aos não-obesos. Assim, esses achados indicam que este grupo apresenta um perfil de risco para aterosclerose precoce.

[…]

  • Adolescentes
  • Criança
  • Doenças Cardiovasculares
  • Metaloproteinase 9 da Matriz
  • Obesidade Pediátrica
  • Sobrepeso
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/10/2017 DOI: 10.5935/abc.20170127
Figura 1
ABC
Original Article

Implante de Marca-Passos em Crianças e Adolescentes Chagásicos no Brasil: Incidência Histórica em 18 Anos

Carolina Christianini Mizzaci et al. Thiago Gonçalves Schroder e Souza Gabriel Pelegrineti Targueta Ana Paula Frederico Tótora … Juan Carlos Pachón Mateos José Carlos Pachon Mateos

Resumo

Fundamento:

A doença de Chagas mantém-se como sério problema de saúde pública e tem sido responsável por aproximadamente 25% a 30% das indicações de estimulação cardíaca no Brasil.

Objetivo:

Estudar as características clínicas e epidemiológicas dos pacientes menores de 18 anos portadores de doença de Chagas submetidos a implante de marca-passo no território brasileiro entre 1994 e 2011, e sua tendência temporal.

Métodos:

Trata-se de um estudo retrospectivo que utilizou informações coletadas pelo Registro Brasileiro de Marca-passo. As variáveis analisadas foram: ano do implante, localidade, idade, sexo, grupo étnico dos pacientes; classificação funcional e os principais achados eletrocardiográficos de base.

Resultados:

Em um total de 183 123 implantes realizados entre 1994 e 2011, foram identificados 214 implantes de dispositivos de estimulação cardíaca em portadores de doença de Chagas com idade inferior a 18 anos. A média de idade no momento do implante foi de 5,6 ± 6,2 anos. Bloqueios atrioventriculares de 2º e 3º graus foram responsáveis por 71% das indicações. Dos procedimentos, 55,6% foram realizados na região sudeste. Em relação ao total de implantes de marca-passo por ano, observamos um aumento importante e significante de implante por todas as causas. Entretanto, quando avaliamos a série temporal de implantes em pacientes com doença de Chagas menores que 18 anos, observamos uma redução expressiva e significativa no número anual de implantes.

Conclusão:

Observa-se uma redução importante do número de implantes de marca-passo em crianças e adolescente chagásicos, o que sugere uma redução da transmissão vertical do parasita.

  • Adolescentes
  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Criança
  • Doença de Chagas
  • Epidemiologia
  • Estudos Retrospectivos
  • Marca-passo Artificial
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/06/2017 DOI: 10.5935/abc.20170074
ABC
Original Article

Relação entre Frequência Cardíaca de Repouso, Pressão Arterial e Pressão de Pulso em Adolescentes

Diego Giulliano Destro Christofaro et al. Juliano Casonatto Luiz Carlos Marques Vanderlei Gabriel Grizzo Cucato Raphael Mendes Ritti Dias

Resumo

Fundamento:

A frequência cardíaca de repouso é considerada um importante fator de aumento de mortalidade em adultos. Entretanto, ainda é incerto se as associações observadas permanecem após ajuste para fatores de confusão em adolescentes.

Objetivos:

Analisar a relação entre frequência cardíaca de repouso, pressão arterial e pressão de pulso em adolescentes dos dois sexos.

Métodos:

Estudo transversal com 1231 adolescentes (716 meninas e 515 meninos, idade de 14-17 anos). Frequência cardíaca, pressão arterial e pressão de pulso foram avaliadas com esfigmomanômetro oscilométrico validado para essa população. Peso e altura foram medidos com balança eletrônica e estadiômetro, respectivamente, e a circunferência abdominal, com uma fita inextensível. Análise multivariada com regressão linear investigou a relação entre frequência cardíaca de repouso, pressão arterial e pressão de pulso em meninos e meninas, controlando para obesidade geral e abdominal.

Resultados:

Valores maiores de frequência cardíaca de repouso foram observados em meninas (80,1 ± 11,0 bpm) em comparação a meninos (75,9 ± 12,7 bpm) (p ≤ 0,001). Frequência cardíaca de repouso associou-se com pressão arterial sistólica em meninos [Beta = 0,15 (0,04; 0,26)] e meninas [Beta = 0,24 (0,16; 0,33)], com pressão arterial diastólica em meninos [Beta = 0,50 (0,37; 0,64)] e meninas [Beta = 0,41 (0,30; 0,53)], e com pressão de pulso apenas em meninos [Beta = -0,16 (-0,27; -0,04)].

Conclusões:

Este estudo demonstrou a relação da frequência cardíaca de repouso elevada com aumento das pressões arteriais sistólica e diastólica em ambos os sexos e com pressão de pulso em meninos, mesmo após controle para potenciais fatores de confusão, como obesidade geral e abdominal.

  • Adolescentes
  • Descanso
  • Frequência Cardíaca
  • Pressão Arterial
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
04/05/2017 DOI: 10.5935/abc.20170050 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Original Article

Ajustes Autonômicos Cardíacos Durante Teste Barorreflexo em Pré-Adolescentes Obesos e Não Obesos

Mário Augusto Paschoal et al. Aline Carnio Brunelli Gabriela Midori Tamaki Sofia Serafim Magela

Resumo

Fundamento:

Estudos recentes revelaram alterações no controle autonômico cardíaco de pré-adolescentes obesos.

Objetivo:

Avaliar as respostas de frequência cardíaca e modulação autonômica cardíaca de pré-adolescentes obesos durante esforço expiratório constante.

Métodos:

Estudaram-se 10 pré-adolescentes obesos e 10 não obesos com idades entre 9 e 12 anos. O índice de massa corporal dos obesos esteve entre os percentis 95 e 97 das curvas do gráfico do National Center for Health Statistics, enquanto o de não obesos, entre os percentis 5 e 85. Inicialmente, realizaram-se avaliações antropométrica e clínica, e as pressões expiratórias máximas foram obtidas. A seguir, os pré-adolescentes foram submetidos a um esforço expiratório constante correspondendo a 70% das pressões expiratórias máximas por 20 segundos, com registro da frequência cardíaca 5 minutos antes e depois do esforço, e durante o mesmo. A variabilidade e os valores de frequência cardíaca foram analisados em um software.

Resultados:

Os índices da variabilidade da frequência cardíaca não diferiram ao serem comparados antes e depois do esforço expiratório constante intra- e intergrupos. Os valores da frequência cardíaca diferiram (p < 0,05) durante o esforço, sendo a variação total nos não obesos de 18,5 ± 1,5 bpm e nos obesos, 12,2 ± 1,3 bpm.

Conclusão:

A modulação autonômica cardíaca não diferiu entre os grupos antes e depois do esforço expiratório constante. No entanto, o grupo de obesos mostrou menor resposta cardiovascular ao estímulo barorreceptor durante o esforço, o que sugere menor sensibilidade autonômica barorreflexa.

  • Adolescentes
  • Barorreflexo
  • Esforço Físico
  • Frequência Cardíaca/fisiologia
  • Obesidade
  • Sistema Nervoso Autônomo/fisiopatologia
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
22/03/2016 DOI: 10.5935/abc.20160040 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Excesso de Peso, Variáveis Antropométricas e Pressão Arterial em Escolares de 10 a 18 Anos

Vânia Ames Schommer et al. Sandra Mari Barbiero Cláudia Ciceri Cesa Rosemary Oliveira … Anelise Damiani Silva Lucia Campos Pellanda

Fundamento:

Estima-se que a prevalência de hipertensão em crianças e adolescentes varie entre 1-13%. O excesso de peso e a obesidade central estão relacionados aos níveis pressóricos em adultos e podem ser importantes na patogênese precoce da HAS quando presentes na infância.

Objetivos:

Identificar a associação entre variáveis antropométricas e níveis pressóricos em escolares de 5.ª a 8.ª séries e avaliar qual medida obteve maior correlação com a medida dos níveis pressóricos.

Métodos:

Estudo transversal contemporâneo com amostra de base populacional probabilística por conglomerados em escolas públicas do ensino fundamental de Porto Alegre, de alunos matriculados entre a 5.ª e a 8.ª série. Foram coletados dados sobre fatores de risco familiares e antropometria. A análise estatística incluiu correlações e ajuste dos intervalos de confiança para conglomerados.

Resultados:

A média de idade dos participantes foi de 12,57 (± 1,64) anos, dos quais 55,2% eram do sexo feminino. Encontraram-se 11,3% da amostra com níveis pressóricos alterados e 16,2% com valores limítrofes. Das variáveis antropométricas analisadas, a que demonstrou maior correlação com valores pressóricos aumentados foi o diâmetro do quadril (r = 0,462, p < 0,001) seguido de circunferência abdominal menor (r = 0,404, p < 0,001) e prega cutânea abdominal (r = 0,291, p < 0,001).

Conclusão:

Foi observada associação entre as circunferências da cintura e dobras cutâneas e níveis pressóricos aumentados nos escolares da amostra. Portanto, é de fundamental importância que a aferição da pressão arterial e as medidas de cintura e quadril sejam rotina nos serviços de saúde de forma precoce a fim de prevenir essa condição patológica.

  • Adolescentes
  • Antropometria
  • Criança
  • Pesos e Medidas Corporais
  • Pressão Arterial
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/03/2014 DOI: 10.5935/abc.20140038
Frequência cardíaca máxima: influência da experiência desportiva na infância e adolescência
ABC
Artigo Original

Frequência cardíaca máxima: influência da experiência desportiva na infância e adolescência

Débora Helena Balassiano et al. Claudio Gil Soares de Araújo

FUNDAMENTO: A Frequência Cardíaca (FC) alcançada ao final de um teste de exercício (TE) é denominada FC máxima e possui reconhecida relevância clínica e epidemiológica. Para sua medida correta é necessário que o TE seja verdadeiramente máximo. OBJETIVO: Avaliar a influência do histórico de exercício físico intenso e/ou participação desportiva competitiva na juventude sobre a FC máxima (% da prevista pela idade) em um teste cardiopulmonar de exercício (TCPE) clínico. MÉTODOS: Foram selecionados retrospectivamente 600 indivíduos não atletas (65,8% homens) com idade de 46 ± 13,7 anos, em prevenção primária de doenças cardiovasculares, submetidos a um TCPE máximo. O perfil de exercício físico na infância/adolescência (PEFIA) foi classificado em escores crescentes de 0 a 4, com o valor 2 correspondendo aos níveis esperados para a faixa etária. RESULTADOS: Dentre os 20 indivíduos com valores de FC máxima igual ou maior do que 200 bpm, nenhum deles tinha sido inativo ou pouco ativo na infância/adolescência. Houve uma associação significativa entre escores de PEFIA e a FC máxima (% da prevista pela idade) (p = 0,02), com um valor de 7 bpm mais alto para os escores de PEFIA 3-4 (32,9% da amostra) quando comparados com 0-2. CONCLUSÃO: Duas hipóteses surgem para explicar esses resultados nos indivíduos mais ativos na juventude: a) persistência de adaptações crônicas do treinamento sobre o cronotropismo cardíaco ou b) maior capacidade e/ou motivação para alcançar um TCPE verdadeiramente máximo. Questionar sobre o perfil de exercício físico na infância/adolescência pode contribuir para a interpretação da FC máxima no TE.

  • Adolescentes
  • Criança
  • ergometria
  • Esforço Físico
  • Esportes
  • Exercício
  • Frequência Cardíaca
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
02/04/2013 DOI: 10.5935/abc.20130055 Visualizações 1
Obesidade e fatores de risco cardiovascular em adolescentes de escolas públicas
ABC
Artigo Original

Obesidade e fatores de risco cardiovascular em adolescentes de escolas públicas

Fernanda Cobayashi et al. Fernanda Luisa Ceragioli Oliveira Maria Arlete Meil Schimith Escrivão Silveira Daniela José Augusto de Aguiar Carrazedo Taddei

FUNDAMENTO: O excesso de peso na adolescência é fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares na vida adulta. OBJETIVO: Estudar a associação dos fatores de risco cardiovascular (FRC) em adolescentes com excesso de peso e eutróficos, de ambos os sexos, de 14 a 19 anos em escolas públicas. MÉTODOS: Estudo caso-controle com 163 adolescentes com excesso de peso e 151 eutróficos. Análise de regressão logística múltipla foi utilizada para avaliar as associações entre excesso de peso e os FRC (perfil lipídico, pressão arterial e insulina basal). Um conjunto de FRC foi definido para cada indivíduo, variando de 0 (nenhuma das condições) até 6 (presença de todas essas condições). RESULTADOS: Adolescentes com excesso de peso (índice de massa corporal > percentil 85) apresentaram maiores frequências dos FRC quando comparados ao grupo de eutróficos. Os FRC associados ao excesso de peso foram HDLc 150 mg/dl (OR = 3,04; IC: 1,01-9,13), insulina basal alterada > 15 µU/ml (OR = 8,65; IC: 4,03-18,56) e pressão arterial alterada (OR = 3,69; IC: 1,76-7,72). Entre os adolescentes com excesso de peso, 22,09% tinham mais do que três fatores de risco, enquanto que entre os eutróficos, este percentual foi de 6,12%. CONCLUSÃO: Adolescentes com excesso de peso apresentaram fatores de risco para doenças cardiovasculares. Ressalta-se a necessidade de programas e políticas de diagnóstico e de tratamento, a fim de reduzir os riscos de morbimortalidade na idade adulta.

  • Adolescentes
  • Fatores de risco
  • Obesidade
  • Prevenção de Doenças
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
09/07/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000087 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Atividade física, horas de assistência à TV e composição corporal em crianças e adolescentes

Ivan Romero Rivera et al. Maria Alayde Mendonça da Silva Renata D'Andrada Tenório Almeida Silva Bruno Almeida Viana de Oliveira Antonio Carlos Camargo Carvalho

FUNDAMENTO: Sedentarismo é fator predisponente ao aparecimento/piora de outros fatores de risco cardiovascular, particularmente obesidade. OBJETIVO: Estabelecer nível de atividade física (NAF) e número diário de horas de TV (HTV) e a associação e/ou correlação destas variáveis com faixa etária, sexo, classe econômica, escola pública/privada, excesso de peso e obesidade, em crianças/adolescentes. MÉTODOS: Estudo transversal, base populacional escolar, ensino público e privado, fundamental e médio. Cálculo da amostra baseado na menor prevalência esperada de inúmeras variáveis, incluindo sedentarismo. Amostragem por conglomerados. Protocolo: Questionário estruturado, incluindo “Physical Activity Questionaire for Older Children” (PAQ-C); medidas de peso, altura, índice de massa corporal (IMC) e prega cutânea do tríceps (PCT). Análise estatística: Qui-quadrado; correlação linear. RESULTADOS: Nos 1.253 estudantes, com média de idade de 12,4 ± 2,9 anos, sendo 547 do sexo masculino, observou-se uma prevalência de sedentarismo em 93,5%, mais frequente em adolescentes do sexo feminino; não houve associação entre NAF e excesso de peso ou gordura corporal; futebol e dança foram as atividades mais frequentes em meninos e meninas, respectivamente; 60% dos estudantes não têm aulas de Educação Física. Média e mediana de HTV foram, respectivamente, 3,6 e 3 horas; houve associação significante entre maior HTV e obesidade e correlação significante entre NAF e idade (negativa) e entre IMC e PCT (positiva). CONCLUSÃO: O sedentarismo está presente em 93,5% das crianças e adolescentes de Maceió, sendo mais prevalente nos adolescentes e no sexo feminino, não havendo associação ou correlação desta variável com excesso de peso ou gordura corporal; obesidade associou-se a > 3 HTV.

  • Adolescentes
  • Composição Corporal
  • Crianças
  • Obesidade
  • Sedentarismo
  • televisão
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
11/06/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000065
ABC
Artigo Original

Uma análise entre índices pressóricos, obesidade e capacidade cardiorrespiratória em escolares

Miria Suzana Burgos et al. Cézane Priscila Reuter Leandro Tibiriçá Burgos Hildegard Hedwig Pohl … Liane Teresinha Schuh Pauli Jorge André Horta Miriam Beatris Reckziegel Silvia Isabel Rech Franke Daniel Prá Marcelo Camargo

FUNDAMENTO: Durante a infância e adolescência, o sedentarismo, o excesso de peso e a alimentação inadequada são fatores de risco para doenças crônicas, sobretudo obesidade, hipertensão arterial sistêmica e diabete melito. A intervenção precoce pode prevenir o desenvolvimento dessas complicações. OBJETIVO: Verificar a presença de fatores de risco cardiovasculares (obesidade e hipertensão arterial) e suas possíveis interações com a capacidade cardiorrespiratória. Métodos: Estudo transversal composto de amostra estratificada por conglomerados, de 1.666 escolares, com idades entre 7 e 17 anos, 873 (52,4%) do sexo masculino e 793 (47,6%) do sexo feminino. Avaliaram-se as pressões arteriais sistólica (PAS) e diastólica (PAD), índice de massa corporal (IMC), percentual de gordura (%G) e capacidade cardiorrespiratória. Ainda, PAS e PAD foram correlacionadas com circunferência da cintura (CC), relação cintura-quadril (RCQ), somatório de dobras cutâneas (ΣDC) e capacidade cardiorrespiratória. RESULTADOS: A avaliação do IMC dos escolares evidenciou 26,7% de sobrepeso ou obesidade e 35,9% com o percentual de gordura acima de moderadamente alto. Com relação aos níveis pressóricos, encontraram-se 13,9% e 12,1% de escolares limítrofes e hipertensos, para PAS e PAD, respectivamente. Houve associação entre hipertensão, obesidade e capacidade cardiorrespiratória. Observou-se correlação significativa em relação à PAS e PAD, para todas as variáveis analisadas, apresentando, ainda, uma relação fraca a moderada com as variáveis idade, peso, estatura, IMC e circunferência da cintura. CONCLUSÃO: A presença da hipertensão arterial associada à obesidade e seu reflexo na capacidade cardiorrespiratória reforçam a importância de se propor, já na infância, um estilo de vida mais ativo e saudável.

  • Adolescentes
  • capacidade pulmonar total
  • Criança
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • Obesidade
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
07/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000046 Visualizações 1
Excesso de peso e o risco cardiovascular em jovens seguidos por 17 anos: estudo do Rio de Janeiro
ABC
Artigo Original

Excesso de peso e o risco cardiovascular em jovens seguidos por 17 anos: estudo do Rio de Janeiro

Flávia Lopes Fonseca et al. Andréa Araújo Brandão Roberto Pozzan Érika Maria Gonçalves Campana … Oswaldo Luiz Pizzi Maria Eliane Campos Magalhães Elizabete Vianna de Freitas Ayrton Pires Brandão

FUNDAMENTO: A adoção de medidas de prevenção primária em jovens é de potencial impacto favorável no cenário das doenças cardiovasculares. OBJETIVO: Avaliar a pressão arterial (PA) e variáveis de risco cardiovascular em jovens estratificados pelo comportamento do índice de massa corporal (IMC) obtido ao longo de 17 anos, desde a infância/adolescência (I/A). MÉTODOS: Três avaliações foram feitas em 115 indivíduos pertencentes à coorte do Estudo do Rio de Janeiro: A1:12,97 ± 1,48 anos; A2:21,90 ± 1,71 anos; A3:30,65 ± 2,00 anos e divididos em três grupos segundo o IMC nas três avaliações: Grupo N (IMC sempre normal; n=46), Grupo L (IMC variável; n=49) e Grupo S/O (IMC sempre aumentado; n=20). Em A1, A2 e A3 foram obtidos PA e IMC. Em A2 e A3, dosados glicose (G) e perfil lipídico. Ainda em A2, dosada insulina (INS) e calculado HOMA-IR. Em A3 acrescentou-se medida da circunferência abdominal (CA), relação abdômen/quadril (RAQ) e percentual de gordura corporal (%GC). RESULTADOS: 1) Grupo S/O apresentou maiores médias de PA aumentada (p<0,0001) nas três avaliações; 2) Em A3, o grupo S/O mostrou maiores médias de CA, RAQ e %GC, e maiores prevalências de CA aumentada e síndrome metabólica (SM) (p<0,0001); 3) Foram observadas maiores médias de INS, HOMA-IR, LDL-c em A2, e G, colesterol, LDL-c e triglicerídeos em A3 no grupo S/O (p<0,05); 4) Gênero masculino e S/O em A1 determinaram maior risco para a ocorrência de SM na idade adulta. CONCLUSÃO: A Presença de S/O desde a I/A associou-se a maiores valores da PA, índices antropométricos e maior prevalência de SM na fase adulta jovem.

  • Adolescentes
  • Pesos e Medidas Corporais
  • Pressão Arterial
  • Risco Cardiovascular
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
05/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000200011 Visualizações 2
Índice de massa corporal e circunferência da cintura como marcadores de hipertensão arterial em adolescentes
ABC
Artigo Original

Índice de massa corporal e circunferência da cintura como marcadores de hipertensão arterial em adolescentes

Maria Luiza Garcia Rosa et al. Evandro Tinoco Mesquita Emanuel Ribeiro Romeiro da Rocha Vânia de Matos Fonseca

OBJETIVO: Avaliar a sensibilidade e a especificidade de medidas antropométricas de gordura corporal em uma amostra de adolescentes brasileiros, na predição da hipertensão. MÉTODOS: A pressão arterial de uma amostra de 456 estudantes de 12 a 17 anos, de escolas públicas e privadas do bairro do Fonseca (Niterói, RJ), entre 2003 e 2004, foi medida em duas visitas, definindo-se como hipertenso o adolescente com pressão arterial sistólica e pressão arterial diastólica superiores ao percentil 95 por sexo, idade e altura. Foi aplicado questionário e foram medidos o índice de massa corporal (IMC) e a circunferência da cintura (CC). RESULTADOS: Houve associação estatisticamente significativa entre hipertensão e os pontos de corte considerados desfavoráveis, tanto para IMC como para CC. A maior associação foi com o ponto de corte proposto para a população brasileira. Os valores da sensibilidade do IMC, usados para as populações americanas negra e branca ou para a população brasileira, foram de 52,4% a 57,1% e de 52,4%, respectivamente. Já os valores da especificidade foram de 69,3%, 70,0% e 80,88%. A sensibilidade encontrada na amostra deste estudo, relativa aos pontos de corte para CC propostos para todas as etnias americanas, também foi baixa (45,0%), e a especificidade foi um pouco mais elevada (77,6% e 74,5%, respectivamente). CONCLUSÃO: As medidas referentes à CC americana mostraram baixos níveis de sensibilidade e especificidade para a hipertensão na população brasileira. Em relação ao IMC, os pontos de corte disponíveis também demonstraram baixa sensibilidade. Há necessidade de se estabelecer pontos de corte de gordura corporal, que possam melhor predizer o risco cardiovascular.

  • Adolescentes
  • Circunferência abdominal
  • Hipertensão
  • Obesidade
  • Prevalência
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
15/06/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000500012 Visualizações 2
ABC
Artigo Original

Medida da pressão arterial em crianças e adolescentes: recomendações das diretrizes de hipertensão arterial e prática médica atual

Maria Alayde Mendonça da Silva et al. Ivan Romero Rivera Maria Goretti Barbosa de Souza Antonio Carlos de Camargo Carvalho

OBJETIVO: Identificar, em crianças e adolescentes (7 a 17 anos, rede pública e privada de ensino), a freqüência de indivíduos já submetidos à medida da pressão arterial (MPA), o número de vezes, os locais em que foi realizada a aferição e o resultado informado. MÉTODOS: Estudo transversal. Amostragem por conglomerados em 40 escolas, nível fundamental e médio, sorteadas. Cálculo da amostra baseado na prevalência esperada de HAS em crianças e adolescentes. Protocolo: questionário sobre realização prévia de MPA (em caso afirmativo, quantas vezes, quando foi a última medida, o local e o resultado da medida) e duas MPA. Variáveis independentes: sexo, faixa etária, classe econômica, escola pública ou privada. RESULTADOS: Amostra constituída de 1253 estudantes 1215 responderam ao questionário (97%) 531 do sexo masculino média de 12,4 ± 3 anos. Prevalência de HAS: 7,7% 348 estudantes (29%) já haviam medido a PA (54% 1 vez 35% 2 a 4 vezes 11% 5 ou mais) 53% há menos de 1 ano. Posto de Saúde, residência, hospital e consultório foram os locais mais mencionados (27%, 16%, 15% e 14%, respectivamente). Houve associação significante entre prévia MPA com faixa etária de 15 a 17 anos, classes econômicas A e B e ser estudante de escola privada. CONCLUSÃO: Apesar das recomendações, há baixa freqüência de MPA (29%) em crianças e adolescentes, demonstrando que a mesma não foi ainda incorporada na prática clínica.

  • Adolescentes
  • Criança
  • Pressão Arterial
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
24/05/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000400021 Visualizações 2
ABC
Artigo Original

Dislipidemia entre crianças e adolescentes de Pernambuco

Everaldo de Franca et al. João Guilherme Bezerra Alves

OBJETIVO: Descrever a prevalência de dislipidemia e sobrepeso entre crianças e adolescentes no Estado de Pernambuco, Brasil. MÉTODOS: Durante a avaliação clínica, um questionário foi respondio por meio de entrevista com os pais, incluindo dados pessoais de cada criança e adolescente. Os critérios de exclusão foram história pessoal ou familiar de diabetes ou doença arterial coronariana (DAC). Amostras de sangue foram coletadas após jejum de 12 horas, e as seguintes avaliações foram realizadas por métodos enzimáticos: níveis séricos de colesterol total, colesterol LDL, colesterol HDL e triglicerídeos. Os dados foram analisados com o programa estatístico SPSS 11.5 que inclui o test-t de Student e o teste exato de Fisher. RESULTADOS: Das 414 crianças e adolescentes analisados no presente estudo, cerca de 30% apresentaram um perfil lipídico aterogênico, caracterizado por altos níveis de triglicerídeo, colesterol total e colesterol LDL. A prevalência de sobrepeso nesta amostra de Pernambuco foi 4%. As meninas apresentaram níveis de triglicerídeo e colesterol total mais elevados do que os meninos. Crianças e adolescentes apresentaram os mesmos valores de lipídios no sangue, o que não é esperado para crianças nessa fase do desenvolvimento. CONCLUSÃO: Na presente população, um prefil lipídico desfavorável sugere que programas objetivando a prevenção de doenças cardiovasculares e obesidade devem começar precocemente.

  • Adolescentes
  • Aterosclerose coronariana
  • Crianças
  • Dislipidemia
  • Sobrepeso
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
18/01/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001900007
Pré-hipertensão arterial e pressão de pulso aumentada em adolescentes: prevalência e fatores associados
ABC
Artigo Original

Pré-hipertensão arterial e pressão de pulso aumentada em adolescentes: prevalência e fatores associados

Maria Luiza Garcia Rosa et al. Vania Matos Fonseca Gabriela Oigman Evandro Tinoco Mesquita

OBJETIVO: Estimar a prevalência de pré-hipertensão e pressão de pulso aumentada em escolares, e verificar associação dessas duas condições com sexo, idade, maturidade sexual, obesidade e atividade física. MÉTODOS: Em amostra de 456 estudantes de 12 a 17 anos, de escolas públicas e privadas do bairro do Fonseca, Niterói-RJ, entre 2003 e 2004, mediu-se a pressão arterial em duas visitas, aplicou-se questionário e foram feitas medidas antropométricas. RESULTADOS: Trinta e nove (8,6%) adolescentes apresentaram pré-hipertensão (PH) e 13,4%, pressão de pulso (PP) aumentada. Na análise bivariada, a PH mostrou associação significativa com sexo, idade e obesidade, com prevalência maior em meninos, naqueles de 15 a 17 anos, e nos obesos. A PP aumentada associou-se somente com o sexo – maior prevalência nos meninos. A maturidade sexual não mostrou associação com a PH ou PP aumentada. Na regressão logística, as associações se mantiveram, com razões de chance de prevalência de PH de 7,7 para sexo; 4,3 para idade e 4,6 para obesidade; e de PP aumentada, de 10,8 para sexo. A PP mostrou correlação positiva com a atividade física. O aumento da PP ocorreu com o aumento da pressão arterial sistólica. CONCLUSÃO: A PH e a PP aumentadas estão presentes em adolescentes em uma população com baixa prevalência de hipertensão, principalmente em meninos, indicando a necessidade de realização de estudos com desenhos prospectivos para examinar a persistência e o impacto dessas condições.

  • Adolescentes
  • Hipertensão
  • Obesidade
  • pressão de pulso
  • Prevalência
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
28/07/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001400007 Visualizações 2
Avaliação do monitor de medida de pressão arterial 0mron 705-CP para uso em adolescentes e adultos jovens
ABC
Artigo Original

Avaliação do monitor de medida de pressão arterial 0mron 705-CP para uso em adolescentes e adultos jovens

Erika Arai Furusawa et al. Maria Franqueline Osório Ruiz Maria Ignês Saito Vera Hermina Koch

OBJETIVO: Avaliar o monitor OMRON 705-CP de medida de pressão arterial em adolescentes e adultos jovens. MÉTODOS: De acordo com o protocolo da British Hypertension Society e da Association for the Advancement of Medical Instrumentation, realizamos a validação do aparelho em 60 adolescentes. O monitor foi conectado em Y com a coluna de mercúrio e foram realizadas 4 medidas consecutivas e simultâneas, analisadas as independentes e calculadas as diferenças médias entre as pressões e o desvio padrão dessas diferenças. Os resultados foram analisados de acordo com o sistema de grau do protocolo utilizado. RESULTADOS: Foram avaliadas 240 medidas. A idade média dos pacientes foi 16,3 anos. Quando comparada a medida realizada pela coluna de mercúrio com o aparelho houve uma diferença < 15 mmHg em 97,9% das medidas sistólicas e 98,8% das diastólicas; uma diferença < 10 mmHg em 86,3% das medidas sistólicas e 90,4% das diastólicas, classificada como grau A; uma diferença < 5 mmHg em 59,1% das medidas sistólicas e 67% das medidas diastólicas, considerada pela classificação entre A/B. A diferença média e o desvio padrão dessa diferença na pressão sistólica foi de 2,91±6,42 mmHg e para a diastólica de 1,16±5,79 mmHg. CONCLUSÃO: O monitor OMRON 705-CP mostrou-se válido para medidas de pressão arterial de adolescentes segundo o protocolo empregado.

  • Adolescentes
  • medida residencial da pressão arterial
  • Omron 705-CP
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
24/05/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005000500003 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Comportamento da pressão arterial em filhos de normotensos e filhos de hipertensos submetidos a estímulos pressóricos

José Wilson S. Cavalcante et al. Leonardo P. Cavalcante Walewska S. Pacheco Marcus G. F. de Menezes Carlos G. Gama Fº

OBJETIVO: Comparar a pressão arterial (PA) basal e as respostas a estímulos pressóricos de filhos de normotensos e filhos de hipertensos. MÉTODOS: Foram examinados 32 adolescentes, do sexo masculino, brancos, na faixa etária entre 13 e 18 anos, sendo que 16 eram filhos de hipertensos e 16 filhos de normotensos. Para cada indivíduo foi aferida a PA basal seguida da aplicação de três testes pressóricos: teste do exercício isométrico com o handgrip, teste pressor ao frio e teste do exercício aritmético mental. Para a aferição da PA foi utilizado um dispositivo oscilométrico, digital, previamente calibrado. RESULTADOS: Os filhos de hipertensos exibiram valores basais de PA, tanto sistólica quanto diastólica, maiores que os filhos de normotensos (p<0,10). Quanto aos testes pressóricos, as respostas foram maiores nos filhos de hipertensos, porém, somente a resposta da PA diastólica ao teste do exercício aritmético mental alcançou significância estatística (p<0,10). CONCLUSÃO: Os resultados obtidos indicam a necessidade de atenção especial às crianças e adolescentes com antecedentes familiares de hipertensão.

  • Adolescentes
  • fator genético
  • testes pressóricos
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
31/01/2001 DOI: 10.1590/S0066-782X1997001100006 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Torbey AFM, Souza ALAAG, Azeka E, Spada MF. Miocardiopatias Pediátricas: Estabelecendo Relação Genótipo-Fenótipo como Determinante no Prognóstico e Terapêutica, uma Revisão da Literatura. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy 2023;3(1):e20230016.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Torbey, Ana Flavia Malheiros; Souza, Aurea Lucia Alves de Azevedo Grippa de; Azeka, Estela; Spada, Maraisa Fachini. Miocardiopatias Pediátricas: Estabelecendo Relação Genótipo-Fenótipo como Determinante no Prognóstico e Terapêutica, uma Revisão da Literatura. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, v. 3, n. 1, e20230016, ago. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Torbey, A. F. M., Souza, A. L. A. A. G. , Azeka, E., & Spada, M. F. (2023). Miocardiopatias Pediátricas: Estabelecendo Relação Genótipo-Fenótipo como Determinante no Prognóstico e Terapêutica, uma Revisão da Literatura. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, 3(1), e20230016.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Torbey, Ana Flavia Malheiros and Souza, Aurea Lucia Alves de Azevedo Grippa de and Azeka, Estela and Spada, Maraisa Fachini. Miocardiopatias Pediátricas: Estabelecendo Relação Genótipo-Fenótipo como Determinante no Prognóstico e Terapêutica, uma Revisão da Literatura. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy [online]. 2023, vol. 3, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230016. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/miocardiopatias-pediatricas-estabelecendo-relacao-genotipo-fenotipo-como-determinante-no-prognostico-e-terapeutica-uma-revisao-da-literatura/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Rigatto K. Pré-Hipertensão Em Adolescentes: Um Novo Velho Problema. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(4):655-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rigatto, Katya. Pré-Hipertensão Em Adolescentes: Um Novo Velho Problema. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 4, p. 655-656, out. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rigatto, K. (2021). Pré-Hipertensão Em Adolescentes: Um Novo Velho Problema. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(4), 655-656.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rigatto, Katya. Pré-Hipertensão Em Adolescentes: Um Novo Velho Problema. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 655-656. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/pre-hipertensao-em-adolescentes-um-novo-velho-problema/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Torbey AFM, Souza ALAAG, Bustamante ACD, Brandão CZ, Abdallah LR, Souza YPDM, Mesquita ET, et al. Miocardites Agudas na Infância e Adolescência na Era da COVID-19. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy 2021;1(1):44-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Torbey, Ana Flávia Malheiros; Souza, Aurea Lúcia Alves de Azevedo Grippa de; Bustamante, Ana Catarina Durán; Brandão, Carmen Z.; Abdallah, Luan Rodrigues; Souza, Yves P. D. March e; Mesquita, Evandro Tinoco. Miocardites Agudas na Infância e Adolescência na Era da COVID-19. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, v. 1, n. 1, p. 44-54, jul. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Torbey, A. F. M., Souza, A. L. A. A. G. , Bustamante, A. C. D., Brandão, C. Z., Abdallah, L. R., Souza, Y. P. D. M. , & Mesquita, E. T. (2021). Miocardites Agudas na Infância e Adolescência na Era da COVID-19. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, 1(1), 44-54.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Torbey, Ana Flávia Malheiros and Souza, Aurea Lúcia Alves de Azevedo Grippa de and Bustamante, Ana Catarina Durán and Brandão, Carmen Z. and Abdallah, Luan Rodrigues and Souza, Yves P. D. March e and Mesquita, Evandro Tinoco. Miocardites Agudas na Infância e Adolescência na Era da COVID-19. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy [online]. 2021, vol. 1, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 44-54. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/miocardites-agudas-na-infancia-e-adolescencia-na-era-da-covid-19/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Franco RJS. A Atividade Física no Presente Pode Ser a Receita para Evitar os Males da Obesidade e Hipertensão no Futuro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(1):50-1.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Franco, Roberto Jorge da Silva. A Atividade Física no Presente Pode Ser a Receita para Evitar os Males da Obesidade e Hipertensão no Futuro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 1, p. 50-51, ago. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Franco, R. J. S. (2020). A Atividade Física no Presente Pode Ser a Receita para Evitar os Males da Obesidade e Hipertensão no Futuro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(1), 50-51.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Franco, Roberto Jorge da Silva. A Atividade Física no Presente Pode Ser a Receita para Evitar os Males da Obesidade e Hipertensão no Futuro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 50-51. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-atividade-fisica-no-presente-pode-ser-a-receita-para-evitar-os-males-da-obesidade-e-hipertensao-no-futuro/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Marques A, Gouveia B. Conhecimento sobre Atividade Física e seus Níveis em Crianças com Cardiopatia Congênita. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(5):793-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Marques, Adilson; Gouveia, Bruna. Conhecimento sobre Atividade Física e seus Níveis em Crianças com Cardiopatia Congênita. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 5, p. 793-794, maio. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Marques, A., & Gouveia, B. (2020). Conhecimento sobre Atividade Física e seus Níveis em Crianças com Cardiopatia Congênita. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(5), 793-794.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Marques, Adilson and Gouveia, Bruna. Conhecimento sobre Atividade Física e seus Níveis em Crianças com Cardiopatia Congênita. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 793-794. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/conhecimento-sobre-atividade-fisica-e-seus-niveis-em-criancas-com-cardiopatia-congenita/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Radaelli G, Sausen G, Cesa CC, Portal VL, Pellanda LC. Dislipidemia Secundária em Crianças Obesas – Há Evidências para Tratamento Farmacológico?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(3):356-61.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Radaelli, Graciane; Sausen, Grasiele; Cesa, Claudia Ciceri; Portal, Vera Lucia; Pellanda, Lucia Campos. Dislipidemia Secundária em Crianças Obesas – Há Evidências para Tratamento Farmacológico?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 3, p. 356-361, ago. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Radaelli, G., Sausen, G., Cesa, C. C., Portal, V. L., & Pellanda, L. C. (2018). Dislipidemia Secundária em Crianças Obesas – Há Evidências para Tratamento Farmacológico?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(3), 356-361.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Radaelli, Graciane and Sausen, Grasiele and Cesa, Claudia Ciceri and Portal, Vera Lucia and Pellanda, Lucia Campos. Dislipidemia Secundária em Crianças Obesas – Há Evidências para Tratamento Farmacológico?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 356-361. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/dislipidemia-secundaria-em-criancas-obesas-ha-evidencias-para-tratamento-farmacologico/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Araújo CGS. É Possível Remodelar o Coração com Seis Meses de Treinamento Militar Intenso em Jovens já Fisicamente Ativos. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(3):199-200.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Araújo, Claudio Gil Soares de. É Possível Remodelar o Coração com Seis Meses de Treinamento Militar Intenso em Jovens já Fisicamente Ativos. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 199-200, dez. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Araújo, C. G. S. (2018). É Possível Remodelar o Coração com Seis Meses de Treinamento Militar Intenso em Jovens já Fisicamente Ativos. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 199-200.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Araújo, Claudio Gil Soares de. É Possível Remodelar o Coração com Seis Meses de Treinamento Militar Intenso em Jovens já Fisicamente Ativos. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 199-200. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/e-possivel-remodelar-o-coracao-com-seis-meses-de-treinamento-militar-intenso-em-jovens-ja-fisicamente-ativos/>. ISSN 2359-4802

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Araújo FDR, Silva RMFL, Tonelli HAF, Guimarães AFM, Castilho SRT, Meira ZMA. Prognóstico da Cardiomiopatia Dilatada com Insuficiência Cardíaca Grave de Acordo com Escalas de Classificação Funcional na Infância. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;31(1):12-21.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Araújo, Fátima Derlene da Rocha; Silva, Rose Mary Ferreira Lisboa da; Tonelli, Henrique de Assis Fonseca; Guimarães, Adriana Furletti M; Castilho, Sandra Regina Tolentino; Meira, Zilda Maria Alves. Prognóstico da Cardiomiopatia Dilatada com Insuficiência Cardíaca Grave de Acordo com Escalas de Classificação Funcional na Infância. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 1, p. 12-21, out. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Araújo, F. D. R., Silva, R. M. F. L. , Tonelli, H. A. F., Guimarães, A. F. M., Castilho, S. R. T., & Meira, Z. M. A. (2017). Prognóstico da Cardiomiopatia Dilatada com Insuficiência Cardíaca Grave de Acordo com Escalas de Classificação Funcional na Infância. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(1), 12-21.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Araújo, Fátima Derlene da Rocha and Silva, Rose Mary Ferreira Lisboa da and Tonelli, Henrique de Assis Fonseca and Guimarães, Adriana Furletti M and Castilho, Sandra Regina Tolentino and Meira, Zilda Maria Alves. Prognóstico da Cardiomiopatia Dilatada com Insuficiência Cardíaca Grave de Acordo com Escalas de Classificação Funcional na Infância. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 31, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 12-21. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prognostico-da-cardiomiopatia-dilatada-com-insuficiencia-cardiaca-grave-de-acordo-com-escalas-de-classificacao-funcional-na-infancia/>. ISSN 2359-4802

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Cerit Z. Obesidade Infantil, Níveis de MMP-9 e Vitamina D. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(4):380-1.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cerit, Zeynep. Obesidade Infantil, Níveis de MMP-9 e Vitamina D. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 4, p. 380-381, set. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cerit, Z. (2017). Obesidade Infantil, Níveis de MMP-9 e Vitamina D. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(4), 380-381.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cerit, Zeynep. Obesidade Infantil, Níveis de MMP-9 e Vitamina D. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 380-381. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/obesidade-infantil-niveis-de-mmp-9-e-vitamina-d/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mizzaci CC, Souza TGS, Targueta GP, Tótora APF, Mateos JCP, Mateos JCP. Implante de Marca-Passos em Crianças e Adolescentes Chagásicos no Brasil: Incidência Histórica em 18 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(6):546-51.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mizzaci, Carolina Christianini; Souza, Thiago Gonçalves Schroder e; Targueta, Gabriel Pelegrineti; Tótora, Ana Paula Frederico; Mateos, Juan Carlos Pachón; Mateos, José Carlos Pachon. Implante de Marca-Passos em Crianças e Adolescentes Chagásicos no Brasil: Incidência Histórica em 18 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 6, p. 546-551, maio. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mizzaci, C. C., Souza, T. G. S. , Targueta, G. P., Tótora, A. P. F., Mateos, J. C. P., & Mateos, J. C. P. (2017). Implante de Marca-Passos em Crianças e Adolescentes Chagásicos no Brasil: Incidência Histórica em 18 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(6), 546-551.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mizzaci, Carolina Christianini and Souza, Thiago Gonçalves Schroder e and Targueta, Gabriel Pelegrineti and Tótora, Ana Paula Frederico and Mateos, Juan Carlos Pachón and Mateos, José Carlos Pachon. Implante de Marca-Passos em Crianças e Adolescentes Chagásicos no Brasil: Incidência Histórica em 18 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 546-551. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/implante-de-marca-passos-em-criancas-e-adolescentes-chagasicos-no-brasil-incidencia-historica-em-18-anos/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Christofaro DGD, Casonatto J, Vanderlei LCM, Cucato GG, Dias RMR. Relação entre Frequência Cardíaca de Repouso, Pressão Arterial e Pressão de Pulso em Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(5):405-10.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Christofaro, Diego Giulliano Destro; Casonatto, Juliano; Vanderlei, Luiz Carlos Marques; Cucato, Gabriel Grizzo; Dias, Raphael Mendes Ritti. Relação entre Frequência Cardíaca de Repouso, Pressão Arterial e Pressão de Pulso em Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 5, p. 405-410, maio. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Christofaro, D. G. D., Casonatto, J., Vanderlei, L. C. M., Cucato, G. G., & Dias, R. M. R. (2017). Relação entre Frequência Cardíaca de Repouso, Pressão Arterial e Pressão de Pulso em Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(5), 405-410.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Christofaro, Diego Giulliano Destro and Casonatto, Juliano and Vanderlei, Luiz Carlos Marques and Cucato, Gabriel Grizzo and Dias, Raphael Mendes Ritti. Relação entre Frequência Cardíaca de Repouso, Pressão Arterial e Pressão de Pulso em Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 405-410. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-frequencia-cardiaca-de-repouso-pressao-arterial-e-pressao-de-pulso-em-adolescentes/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Paschoal MA, Brunelli AC, Tamaki GM, Magela SS. Ajustes Autonômicos Cardíacos Durante Teste Barorreflexo em Pré-Adolescentes Obesos e Não Obesos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;106(4):297-303.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Paschoal, Mário Augusto; Brunelli, Aline Carnio; Tamaki, Gabriela Midori; Magela, Sofia Serafim. Ajustes Autonômicos Cardíacos Durante Teste Barorreflexo em Pré-Adolescentes Obesos e Não Obesos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 4, p. 297-303, mar. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Paschoal, M. A., Brunelli, A. C., Tamaki, G. M., & Magela, S. S. (2016). Ajustes Autonômicos Cardíacos Durante Teste Barorreflexo em Pré-Adolescentes Obesos e Não Obesos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(4), 297-303.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Paschoal, Mário Augusto and Brunelli, Aline Carnio and Tamaki, Gabriela Midori and Magela, Sofia Serafim. Ajustes Autonômicos Cardíacos Durante Teste Barorreflexo em Pré-Adolescentes Obesos e Não Obesos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 297-303. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ajustes-autonomicos-cardiacos-durante-teste-barorreflexo-em-pre-adolescentes-obesos-e-nao-obesos/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Schommer VA, Barbiero SM, Cesa CC, Oliveira R, Silva AD, Pellanda LC. Excesso de Peso, Variáveis Antropométricas e Pressão Arterial em Escolares de 10 a 18 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;102(4):312-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Schommer, Vânia Ames; Barbiero, Sandra Mari; Cesa, Cláudia Ciceri; Oliveira, Rosemary; Silva, Anelise Damiani; Pellanda, Lucia Campos. Excesso de Peso, Variáveis Antropométricas e Pressão Arterial em Escolares de 10 a 18 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 4, p. 312-318, fev. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Schommer, V. A., Barbiero, S. M., Cesa, C. C., Oliveira, R., Silva, A. D., & Pellanda, L. C. (2014). Excesso de Peso, Variáveis Antropométricas e Pressão Arterial em Escolares de 10 a 18 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(4), 312-318.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Schommer, Vânia Ames and Barbiero, Sandra Mari and Cesa, Cláudia Ciceri and Oliveira, Rosemary and Silva, Anelise Damiani and Pellanda, Lucia Campos. Excesso de Peso, Variáveis Antropométricas e Pressão Arterial em Escolares de 10 a 18 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 312-318. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/excesso-de-peso-variaveis-antropometricas-e-pressao-arterial-em-escolares-de-10-a-18-anos/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Balassiano DH, Araújo CGS. Frequência cardíaca máxima: influência da experiência desportiva na infância e adolescência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;100(4):333-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Balassiano, Débora Helena; Araújo, Claudio Gil Soares de. Frequência cardíaca máxima: influência da experiência desportiva na infância e adolescência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 4, p. 333-338, abr. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Balassiano, D. H., & Araújo, C. G. S. (2013). Frequência cardíaca máxima: influência da experiência desportiva na infância e adolescência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 100(4), 333-338.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Balassiano, Débora Helena and Araújo, Claudio Gil Soares de. Frequência cardíaca máxima: influência da experiência desportiva na infância e adolescência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 100, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 333-338. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/frequencia-cardiaca-maxima-influencia-da-experiencia-desportiva-na-infancia-e-adolescencia/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Cobayashi F, Oliveira FLC, Escrivão MAMS, Daniela S, Taddei JAAC. Obesidade e fatores de risco cardiovascular em adolescentes de escolas públicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(2):200-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cobayashi, Fernanda; Oliveira, Fernanda Luisa Ceragioli; Escrivão, Maria Arlete Meil Schimith; Daniela, Silveira; Taddei, José Augusto de Aguiar Carrazedo. Obesidade e fatores de risco cardiovascular em adolescentes de escolas públicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 2, p. 200-206, jul. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cobayashi, F., Oliveira, F. L. C., Escrivão, M. A. M. S., Daniela, S., & Taddei, J. A. A. C. (2010). Obesidade e fatores de risco cardiovascular em adolescentes de escolas públicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(2), 200-206.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cobayashi, Fernanda and Oliveira, Fernanda Luisa Ceragioli and Escrivão, Maria Arlete Meil Schimith and Daniela, Silveira and Taddei, José Augusto de Aguiar Carrazedo. Obesidade e fatores de risco cardiovascular em adolescentes de escolas públicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 200-206. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/obesidade-e-fatores-de-risco-cardiovascular-em-adolescentes-de-escolas-publicas/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Rivera IR, Silva MAM, Silva RDTA, Oliveira BAV, Carvalho ACC. Atividade física, horas de assistência à TV e composição corporal em crianças e adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(2):159-65.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rivera, Ivan Romero; Silva, Maria Alayde Mendonça da; Silva, Renata D’Andrada Tenório Almeida; Oliveira, Bruno Almeida Viana de; Carvalho, Antonio Carlos Camargo. Atividade física, horas de assistência à TV e composição corporal em crianças e adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 2, p. 159-165, jun. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rivera, I. R., Silva, M. A. M. , Silva, R. D. T. A., Oliveira, B. A. V. , & Carvalho, A. C. C. (2010). Atividade física, horas de assistência à TV e composição corporal em crianças e adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(2), 159-165.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rivera, Ivan Romero and Silva, Maria Alayde Mendonça da and Silva, Renata D’Andrada Tenório Almeida and Oliveira, Bruno Almeida Viana de and Carvalho, Antonio Carlos Camargo. Atividade física, horas de assistência à TV e composição corporal em crianças e adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 159-165. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/atividade-fisica-horas-de-assistencia-a-tv-e-composicao-corporal-em-criancas-e-adolescentes/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Burgos MS, Reuter CP, Burgos LT, Pohl HH, Pauli LTS, Horta JA, Reckziegel MB, et al. Uma análise entre índices pressóricos, obesidade e capacidade cardiorrespiratória em escolares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(6):788-93.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Burgos, Miria Suzana; Reuter, Cézane Priscila; Burgos, Leandro Tibiriçá; Pohl, Hildegard Hedwig; Pauli, Liane Teresinha Schuh; Horta, Jorge André; Reckziegel, Miriam Beatris; Franke, Silvia Isabel Rech; Prá, Daniel; Camargo, Marcelo. Uma análise entre índices pressóricos, obesidade e capacidade cardiorrespiratória em escolares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 6, p. 788-793, maio. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Burgos, M. S., Reuter, C. P., Burgos, L. T., Pohl, H. H., Pauli, L. T. S., Horta, J. A., Reckziegel, M. B., Franke, S. I. R., Prá, D., & Camargo, M. (2010). Uma análise entre índices pressóricos, obesidade e capacidade cardiorrespiratória em escolares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(6), 788-793.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Burgos, Miria Suzana and Reuter, Cézane Priscila and Burgos, Leandro Tibiriçá and Pohl, Hildegard Hedwig and Pauli, Liane Teresinha Schuh and Horta, Jorge André and Reckziegel, Miriam Beatris and Franke, Silvia Isabel Rech and Prá, Daniel and Camargo, Marcelo. Uma análise entre índices pressóricos, obesidade e capacidade cardiorrespiratória em escolares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 788-793. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uma-analise-entre-indices-pressoricos-obesidade-e-capacidade-cardiorrespiratoria-em-escolares/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Fonseca FL, Brandão AA, Pozzan R, Campana MG, Pizzi OL, Magalhães MEC, Freitas EV, et al. Excesso de peso e o risco cardiovascular em jovens seguidos por 17 anos: estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(2):207-15.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fonseca, Flávia Lopes; Brandão, Andréa Araújo; Pozzan, Roberto; Campana, Érika Maria Gonçalves; Pizzi, Oswaldo Luiz; Magalhães, Maria Eliane Campos; Freitas, Elizabete Vianna de; Brandão, Ayrton Pires. Excesso de peso e o risco cardiovascular em jovens seguidos por 17 anos: estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 2, p. 207-215, maio. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fonseca, F. L., Brandão, A. A., Pozzan, R., Campana, M. G., Pizzi, O. L., Magalhães, M. E. C., Freitas, E. V. , & Brandão, A. P. (2010). Excesso de peso e o risco cardiovascular em jovens seguidos por 17 anos: estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(2), 207-215.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fonseca, Flávia Lopes and Brandão, Andréa Araújo and Pozzan, Roberto and Campana, Érika Maria Gonçalves and Pizzi, Oswaldo Luiz and Magalhães, Maria Eliane Campos and Freitas, Elizabete Vianna de and Brandão, Ayrton Pires. Excesso de peso e o risco cardiovascular em jovens seguidos por 17 anos: estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 207-215. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/excesso-de-peso-e-o-risco-cardiovascular-em-jovens-seguidos-por-17-anos-estudo-do-rio-de-janeiro/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Rosa MLG, Mesquita ET, Rocha ERR, Fonseca VM. Índice de massa corporal e circunferência da cintura como marcadores de hipertensão arterial em adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(5):573-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rosa, Maria Luiza Garcia; Mesquita, Evandro Tinoco; Rocha, Emanuel Ribeiro Romeiro da; Fonseca, Vânia de Matos. Índice de massa corporal e circunferência da cintura como marcadores de hipertensão arterial em adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 5, p. 573-578, jun. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rosa, M. L. G., Mesquita, E. T., Rocha, E. R. R. , & Fonseca, V. M. (2007). Índice de massa corporal e circunferência da cintura como marcadores de hipertensão arterial em adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(5), 573-578.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rosa, Maria Luiza Garcia and Mesquita, Evandro Tinoco and Rocha, Emanuel Ribeiro Romeiro da and Fonseca, Vânia de Matos. Índice de massa corporal e circunferência da cintura como marcadores de hipertensão arterial em adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 573-578. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/indice-de-massa-corporal-e-circunferencia-da-cintura-como-marcadores-de-hipertensao-arterial-em-adolescentes/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Silva MAM, Rivera IR, Souza MGB, Carvalho ACC. Medida da pressão arterial em crianças e adolescentes: recomendações das diretrizes de hipertensão arterial e prática médica atual. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(4):491-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Maria Alayde Mendonça da; Rivera, Ivan Romero; Souza, Maria Goretti Barbosa de; Carvalho, Antonio Carlos de Camargo. Medida da pressão arterial em crianças e adolescentes: recomendações das diretrizes de hipertensão arterial e prática médica atual. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 4, p. 491-495, maio. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, M. A. M. , Rivera, I. R., Souza, M. G. B. , & Carvalho, A. C. C. (2007). Medida da pressão arterial em crianças e adolescentes: recomendações das diretrizes de hipertensão arterial e prática médica atual. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(4), 491-495.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Maria Alayde Mendonça da and Rivera, Ivan Romero and Souza, Maria Goretti Barbosa de and Carvalho, Antonio Carlos de Camargo. Medida da pressão arterial em crianças e adolescentes: recomendações das diretrizes de hipertensão arterial e prática médica atual. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 491-495. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/medida-da-pressao-arterial-em-criancas-e-adolescentes-recomendacoes-das-diretrizes-de-hipertensao-arterial-e-pratica-medica-atual/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Franca E, Alves JGB. Dislipidemia entre crianças e adolescentes de Pernambuco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;87(6):722-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Franca, Everaldo de; Alves, João Guilherme Bezerra. Dislipidemia entre crianças e adolescentes de Pernambuco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 6, p. 722-727, jan. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Franca, E. , & Alves, J. G. B. (2007). Dislipidemia entre crianças e adolescentes de Pernambuco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(6), 722-727.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Franca, Everaldo de and Alves, João Guilherme Bezerra. Dislipidemia entre crianças e adolescentes de Pernambuco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 87, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 722-727. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/dislipidemia-entre-criancas-e-adolescentes-de-pernambuco/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Rosa MLG, Fonseca VM, Oigman G, Mesquita ET. Pré-hipertensão arterial e pressão de pulso aumentada em adolescentes: prevalência e fatores associados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(1):46-53.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rosa, Maria Luiza Garcia; Fonseca, Vania Matos; Oigman, Gabriela; Mesquita, Evandro Tinoco. Pré-hipertensão arterial e pressão de pulso aumentada em adolescentes: prevalência e fatores associados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 1, p. 46-53, jul. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rosa, M. L. G., Fonseca, V. M., Oigman, G., & Mesquita, E. T. (2006). Pré-hipertensão arterial e pressão de pulso aumentada em adolescentes: prevalência e fatores associados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(1), 46-53.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rosa, Maria Luiza Garcia and Fonseca, Vania Matos and Oigman, Gabriela and Mesquita, Evandro Tinoco. Pré-hipertensão arterial e pressão de pulso aumentada em adolescentes: prevalência e fatores associados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 46-53. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/pre-hipertensao-arterial-e-pressao-de-pulso-aumentada-em-adolescentes-prevalencia-e-fatores-associados/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Furusawa EA, Ruiz MFO, Saito MI, Koch VH. Avaliação do monitor de medida de pressão arterial 0mron 705-CP para uso em adolescentes e adultos jovens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;84(5):367-70.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Furusawa, Erika Arai; Ruiz, Maria Franqueline Osório; Saito, Maria Ignês; Koch, Vera Hermina. Avaliação do monitor de medida de pressão arterial 0mron 705-CP para uso em adolescentes e adultos jovens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 84, n. 5, p. 367-370, maio. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Furusawa, E. A., Ruiz, M. F. O., Saito, M. I., & Koch, V. H. (2005). Avaliação do monitor de medida de pressão arterial 0mron 705-CP para uso em adolescentes e adultos jovens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 84(5), 367-370.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Furusawa, Erika Arai and Ruiz, Maria Franqueline Osório and Saito, Maria Ignês and Koch, Vera Hermina. Avaliação do monitor de medida de pressão arterial 0mron 705-CP para uso em adolescentes e adultos jovens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 84, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 367-370. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-do-monitor-de-medida-de-pressao-arterial-0mron-705-cp-para-uso-em-adolescentes-e-adultos-jovens/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Cavalcante JWS, Cavalcante LP, Pacheco WS, Menezes MGF, Fº CGG. Comportamento da pressão arterial em filhos de normotensos e filhos de hipertensos submetidos a estímulos pressóricos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2001;69(5):323-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cavalcante, José Wilson S.; Cavalcante, Leonardo P.; Pacheco, Walewska S.; Menezes, Marcus G. F. de; Fº, Carlos G. Gama. Comportamento da pressão arterial em filhos de normotensos e filhos de hipertensos submetidos a estímulos pressóricos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 69, n. 5, p. 323-326, jan. 2001.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cavalcante, J. W. S., Cavalcante, L. P., Pacheco, W. S., Menezes, M. G. F. , & Fº, C. G. G. (2001). Comportamento da pressão arterial em filhos de normotensos e filhos de hipertensos submetidos a estímulos pressóricos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 69(5), 323-326.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cavalcante, José Wilson S. and Cavalcante, Leonardo P. and Pacheco, Walewska S. and Menezes, Marcus G. F. de and Fº, Carlos G. Gama. Comportamento da pressão arterial em filhos de normotensos e filhos de hipertensos submetidos a estímulos pressóricos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2001, vol. 69, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 323-326. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comportamento-da-pressao-arterial-em-filhos-de-normotensos-e-filhos-de-hipertensos-submetidos-a-estimulos-pressoricos/>. ISSN 0066-782X

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias