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  2. Palavra-chave: infecção
Figura 1
ABC
Artigo Original

Associação entre Infecção por Heicobacter Pylori e Hipertensão Arterial Sistêmica: Metanálise

Mengyun Huang et al. Lijun Zhu Yuelong Jin Zhengmei Fang … Yan Chen Yingshui Yao

Resumo

Fundamento:

Estudos epidemiológicos recentes demonstraram que alterações na microbiota e seus metabólitos estão associadas à hipertensão arterial sistêmica. A Helicobacter pylori (H. pylori) é um dos patógenos bacterianos mais comuns, e a possível associação entre a infecção por H. pylori e a hipertensão é controversa.

Objetivos:

Este estudo teve o objetivo de esclarecer a associação entre eles e proporcionar uma nova base teórica para detectar a patogênese da hipertensão.

Métodos:

Foram selecionados estudos caso-controle e transversais sobre a associação entre H. pylori e hipertensão, publicados de 1996 a 2019 indexados nos bancos de dados PubMed, Google Scholar, Chinese Wan Fang Data, e Chinese National Knowledge Infrastructure (CNKI). As razões de chance (RC) combinadas e o intervalo de confiança (IC) 95% foram estimados. O I² foi realizado para avaliar a heterogeneidade estatística. O viés de publicação foi avaliado utilizando-se os testes de Beggs e de Egger. Os dados extraídos foram analisados no software Stata 12.0. A significância estatística foi definida com um p-valor < 0,05.

Resultados:

Foram cadastrados 17 estudos envolvendo 6376 casos de hipertensão e 10850 controles. A taxa de infecção por H. pylori em pacientes hipertensos e em controles foi de 64,9% e 56,3%, respectivamente. Foi demonstrada uma associação significativamente positiva entre a infecção por H. pylori e a hipertensão, com uma RC global de 2,07 (IC 95%: 1,46–2,94; p < 0,05). A análise de subgrupos revelou que a prevalência de infecção por H. pylori foi associada à hipertensão na região da Ásia e no grupo de caso-controle, as RC (IC 95%) foram 2,26 (1,51-3,38) e 2,53 (1,72-3,72), respectivamente. Depois de estratificar por métodos de detecção, ainda existiam diferenças entre os subgrupos (todos p < 0,05).

Conclusão:

Esta metanálise indicou que a infecção por H. pylori está associada positivamente à hipertensão.

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20/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20200186 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Perfil Clínico e Evolução de Pacientes com Infecção Relacionada a Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis

Alessandra de Souza Maciel et al. Rose Mary Ferreira Lisboa da Silva

Resumo

Fundamento

Houve aumento expressivo na incidência de infecções relacionadas a dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis (DCEI) nos últimos anos, com impacto na mortalidade.

Objetivos

Verificar a proporção de pacientes com infecção de DCEI e analisar seu perfil clínico, as variáveis relacionadas com a infecção e sua evolução.

Método

Estudo retrospectivo, observacional e longitudinal com 123 pacientes com infecção de DCEI entre 6.406 procedimentos. Foram usados os testes paramétricos, e o nível de significância adotado na análise estatística foi de 5%.

Resultados

A idade média dos pacientes foi de 60,1 anos, e 71 eram homens. A média de internação foi de 35,3 dias, e houve remoção total do sistema em 105 pacientes. Identificaram-se endocardite infecciosa (EI) e sepse em 71 e 23 pacientes, respectivamente. A mortalidade intra-hospitalar foi 19,5%. Houve associação entre EI e extrusão do gerador (17,0% vs. 19,5% nos grupos com e sem EI, respectivamente, p = 0,04; associação inversa) e sepse (15,4% vs. 3,2%, p = 0,01). Houve associação entre morte intra-hospitalar e EI (83,3% vs. 52,0% com e sem morte, respectivamente, p = 0,005) e sepse (62,5% vs. 8,1%, p < 0,0001). Foi dada alta hospitalar a 99 pacientes. Durante a média de seguimento clínico de 43,8 meses, a taxa de mortalidade foi de 43%, e 65,2% dos pacientes com sepse faleceram (p < 0,0001). A curva de sobrevida de Kaplan-Meier não indicou associação significante com sexo, agente etiológico, fração de ejeção, EI e modalidade de tratamento. A taxa de mortalidade foi de 32,8% entre os pacientes submetidos a reimplante de eletrodos por via endocárdica e 52,2% entre aqueles por via epicárdica (p = 0,04). Não houve influência da etiologia chagásica, a qual correspondeu a 44,7% das cardiopatias de base, quanto às variáveis clínicas e laboratoriais ou à evolução.

Conclusões

A taxa de infecção foi de 1,9%, com predomínio em homens. Houve associação entre mortalidade intra-hospitalar e EI e sepse. Após a alta hospitalar, a taxa de mortalidade anual foi de 11,8%, com influência de sepse durante a internação e o implante epicárdico. (Arq Bras Cardiol. 2021; [online].ahead print, PP.0-0)

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  • Endocardite
  • Evolução Clínica
  • infecção
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  • Procedimentos Cirúrgicos Cardiovasculares
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02/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20190546
ABC
Editorial

Associação de Injúria Miocárdica e Mortalidade em Pacientes Hospitalizados com COVID-19

Edson Romano

A doença Covid-19 surgiu em dezembro de 2019 na cidade de Wuhan, província de Hubei, China, e tem como causa o novo coronavírus denominado severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 (SARS-CoV-2), sétimo coronavírus identificado até o momento, diferente dos outros coronavírus que causam pneumonia e resfriado comum.Devido à maior e mais rápida transmissibilidade, foi declarada uma pandemia pela Organização Mundial de Saúde, em 11 de março de 2020.

Desde então, vários estudos a nível mundial têm sido realizados e publicados com o intuito de determinar os fatores de risco para desenvolver a doença, bem como suas complicações, graus de gravidade, tratamento e morbi-mortalidade.

[…]

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  • Coronavírus
  • COVID-19
  • Hospitalização
  • Infarto Do Miocárdio
  • infecção
  • Miocardite
  • Morbidade
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01/03/2021 DOI: 10.36660/abc.20201284 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Carta Científica

Estatinas e COVID-19: Suspender ou não Suspender? Eis a Questão!

Filipe Ferrari et al. Raul D. Santos

Introdução

Em meio a tantas incertezas que permeiam a nova doença de coronavírus 2019 (COVID-19), as evidências relacionando a presença de dislipidemia à gravidade da doença e às consequentes implicações prognósticas ainda são escassas. Em maio de 2020, um estudo chinês retrospectivo investigou a associação entre as mudanças nos níveis de colesterol e o prognóstico em aproximadamente 600 pacientes com COVID-19, pareados por idade e sexo com controles saudáveis. Primeiramente, observou-se que os níveis de colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL-C) e colesterol total foram significativamente mais baixos em pacientes com COVID-19. Em segundo lugar, houve uma tendência para os níveis de LDL-C e de colesterol total diminuirem à medida que a gravidade da infecção aumentava (leve, grave e crítica, respectivamente). No mesmo estudo, os níveis de colesterol de lipoproteína de alta densidade (HDL-C) também diminuíram em casos graves. Foram observados dados parecidos por Fan et al.,onde os níveis de LDL-C foram inversamente associados à gravidade da COVID-19. Esses dados sugeriram uma possível relação entre níveis baixos de colesterol e piora da infecção por COVID-19. Além disso, estudos experimentais têm mostrado que as estatinas podem aumentar a abundância da enzima conversora de angiotensina 2 (ECA2), o que pode contribuir parcialmente para a entrada do vírus na célula e o aumento do risco de infectividade.

Com base nesses achados prévios, foi hipotetizado que o uso de terapias hipolipemiantes como as estatinas poderiam agravar a infecção por COVID-19. No entanto, sabe-se que os níveis de colesterol sérico podem cair em pacientes com infecções virais ou bacterianas ativas,, uma vez que o LDL e o HDL desempenham um papel no sistema imunológico. Por outro lado, a hiperlipidemia pode comprometer a resposta imunológica e agravar ainda mais o estado inflamatório dos pacientes com COVID-19, aumentando o risco cardiovascular.Desta maneira, surge a seguinte pergunta: as estatinas deveriam ou não ser suspensas em pacientes com COVID-19?

[…]

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03/02/2021 DOI: 10.36660/abc.20200949 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Efetividade e Segurança da Remoção de Cabos-Eletrodos Transvenosos de Marca-Passos e Desfibriladores Implantáveis no Cenário da Prática Clínica Real

Roberto Costa et al. Katia Regina da Silva Elizabeth Sartori Crevelari Wagner Tadeu Jurevicius Nascimento … Marcia Mitie Nagumo Martino Martinelli Filho Fabio Biscegli Jatene

Resumo

Fundamento

Remoção de cabos-eletrodos de dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis (DCEI) é procedimento pouco frequente e sua realização exige longo treinamento profissional e infraestrutura adequada.

Objetivos

Avaliar a efetividade e a segurança da remoção de cabos-eletrodos de DCEI e determinar fatores de risco para complicações cirúrgicas e mortalidade em 30 dias.

Métodos

Estudo prospectivo com dados derivados da prática clínica. De janeiro/2014 a abril/2020, foram incluídos, consecutivamente, 365 pacientes submetidos à remoção de cabos-eletrodos, independentemente da indicação e técnica cirúrgica utilizada. Os desfechos primários foram: taxa de sucesso do procedimento, taxa combinada de complicações maiores e morte intraoperatória. Os desfechos secundários foram: fatores de risco para complicações intraoperatórias maiores e morte em 30 dias. Empregou-se análise univariada e multivariada, com nível de significância de 5%.

Resultados

A taxa de sucesso do procedimento foi de 96,7%, sendo 90,1% de sucesso completo e 6,6% de sucesso clínico. Complicações maiores intraoperatórias ocorreram em 15 (4,1%) pacientes. Fatores preditores de complicações maiores foram: tempo de implante dos cabos-eletrodos ≥ 7 anos (OR= 3,78, p= 0,046) e mudança de estratégia cirúrgica (OR= 5,30, p= 0,023). Classe funcional III-IV (OR= 6,98, p<0,001), insuficiência renal (OR= 5,75, p=0,001), infecção no DCEI (OR= 13,30, p<0,001), número de procedimentos realizados (OR= 77,32, p<0,001) e complicações maiores intraoperatórias (OR= 38,84, p<0,001) foram fatores preditores para mortalidade em 30 dias.

Conclusões

Os resultados desse estudo, que é o maior registro prospectivo de remoção de cabos-eletrodos da América Latina, confirmam a segurança e a efetividade desse procedimento no cenário da prática clínica real. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(6):1114-1124)

  • Complicações Cirúrgicas
  • efetividade
  • Eletrodos Implantados
  • Estimulação Cardíaca Artificial
  • extração de cabos-eletrodos
  • infecção
  • Marca-passo
  • Mortalidade
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18/01/2021 DOI: 10.36660/abc.20200476 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

COVID-19 e Injúria Miocárdica em UTI Brasileira: Alta Incidência e Maior Risco de Mortalidade Intra-Hospitalar

Jorge Henrique Paiter Nascimento et al. Rafael Lessa da Costa Luiz Fernando Nogueira Simvoulidis João Carlos de Pinho … Roberta Santos Pereira Andrea Dornelles Porto Eduardo Costa de Freiras Silva Liszt Palmeira Oliveira Max Rogerio Freitas Ramos Gláucia Maria Moraes de Oliveira

Resumo

Fundamentos

A incidência de injúria miocárdica (IM) em pacientes com COVID-19 no Brasil é pouco conhecida e o impacto prognóstico da IM, mal elucidado.

Objetivos

Descrever a incidência de IM em pacientes com COVID-19 em unidade de terapia intensiva (UTI) e identificar variáveis associadas à sua ocorrência. O objetivo secundário foi avaliar a troponina I ultrassensível (US) como preditor de mortalidade intra-hospitalar.

Métodos

Estudo observacional, retrospectivo, entre março e abril de 2020, com casos confirmados de COVID-19 internados em UTI. Variáveis numéricas foram comparadas com teste t de Student ou U de Mann-Whitney, sendo o teste X2 empregado para as categóricas. Realizou-se análise multivariada com as variáveis associadas à IM e p<0,2 objetivando determinar preditores de IM. Curva ROC foi empregada para determinar o valor da troponina capaz de predizer maior mortalidade intra-hospitalar. Funções de sobrevida foram estimadas pelo método de Kaplan-Meier a partir do ponto de corte apontado pela curva ROC.

Resultados

Este estudo avaliou 61 pacientes (63,9% do sexo masculino, média de idade de 66,1±15,5 anos). A IM esteve presente em 36% dos casos. Hipertensão arterial sistêmica (HAS) [RC 1,198; IC95%: 2,246-37,665] e índice de massa corporal (IMC) [RC 1,143; IC95%: 1,013-1,289] foram preditores independentes de risco. Troponina I US >48,3 ng/ml, valor determinado pela curva ROC, prediz maior mortalidade intra-hospitalar [AUC 0,786; p48,3 ng/ml foi inferior à do grupo com valores ≤48,3 ng/dl [20,3 x 43,5 dias, respectivamente; p<0,05].

Conclusão

Observou-se alta incidência de IM na COVID-19 grave com impacto em maior mortalidade intra-hospitalar. HAS e IMC foram preditores independentes de risco de sua ocorrência. (Arq Bras Cardiol. 2020; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Betacoronavírus, SARS – CoV-2
  • Coronaviírus
  • COVID-19
  • Hospitalização
  • Infarto Do Miocárdio
  • infecção
  • Miocardite
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18/01/2021 DOI: 10.36660/abc.20200671 Visualizações 1
Aneurisma coronariano micótico: relato de dois casos
ABC
Relato de Caso

Aneurisma coronariano micótico: relato de dois casos

Franco Javier Vallejo Garcia et al. Carlos Eusse Carlos Tenorio Carlos Uribe

O número de intervenções percutâneas com implante de stents tem aumentado dramaticamente nos últimos anos, apesar da frequência no uso do dispositivo nos relatos de infecções serem extremamente raros. Neste artigo relatamos dois casos de aneurisma micótico após implante de stents com diferentes apresentações clínicas e evolução

  • aneurisma infectado
  • infecção
  • Stents
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20/12/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011001400015 Visualizações 1
Proteína C Reativa pré-operatória prediz infecção respiratória após cirurgia de revascularização miocárdica
ABC
Artigo Original

Proteína C Reativa pré-operatória prediz infecção respiratória após cirurgia de revascularização miocárdica

Agda Mezzomo et al. Odemir L. Bodin Jr. Vera Lucia

FUNDAMENTO: Níveis elevados de proteína C reativa de alta sensibilidade (PCRas) na avaliação pré-operatória para cirurgia de revascularização do miocárdio (CRM) têm sido associados a maus desfechos no pós-operatório. OBJETIVO: Avaliar a associação entre níveis elevados de PCRas e os desfechos em curto prazo após cirurgia cardíaca. MÉTODOS: Coorte prospectivo com 331 pacientes submetidos à CRM com circulação extracorpórea (CEC) em nossa instituição. Os pacientes foram divididos em dois grupos de acordo com os níveis de PCRas, medidos antes da cirurgia: normal (grupo N), nível menor que 3 mg/l PCRas, e elevado (grupo A), nível maior ou igual a 3 mg/l PCRas. O grupo N apresentou uma sensibilidade e uma especificidade de 60% para a previsão de infecção respiratória, com uma aproximação de 90%. Os pacientes foram acompanhados durante o período em que permaneceram hospitalizados. RESULTADOS: A idade média foi de 60 anos, e 71,6% dos pacientes eram do sexo masculino. A PCRas estava elevada (grupo A) em 144 pacientes (43,5%). A mortalidade hospitalar foi de 4,8%, e as complicações mais frequentes nos dois grupos foram: infecções em geral (18%), infecções respiratórias (16%), fibrilação atrial (15%) e infarto agudo do miocárdio (7,6%). A incidência de infecções pós-operatórias gerais foi de 14,4% no grupo N e de 23,6% no grupo A (p = 0,046). As infecções respiratórias também foram mais frequentes no grupo A (21,5% vs. 11,8%; p = 0,024). As análises multivariadas mostraram que o nível de PCRas representou um preditor independente para a infecção respiratória no pós-operatório (RC = 2,08, CI de 95% = 1,14 – 3,79). CONCLUSÃO: O alto nível de PCRas no pré-operatório é um preditor independente para infecções respiratórias no período de médio prazo do pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio eletiva.

  • cuidados pré-operatórios
  • infecção
  • Revascularização Miocárdica
  • Sistema Respiratório
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30/09/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000092 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Amplificação dos genes que codificam a endotelina-1 e seus receptores em valvas mitrais reumáticas

Edmilson Bastos de Moura et al. Mariana Ribeiro Gomes Ricardo Barros Corso Cristiano Nicolleti Faber … Fabiana Pirani Carneiro Yolanda Galindo Pacheco

FUNDAMENTO: As cardiopatias são doenças de alta prevalência, sendo a cardite reumática uma doença de grande relevância em países em desenvolvimento. As alterações em câmaras cardíacas esquerdas se associam à disfunção endotelial, com aumento dos níveis de endotelina-1 (ET-1) e consequências sobre a circulação pulmonar, muitas vezes determinando a hipertensão pulmonar (HP). No entanto, a presença de ET-1 e seus receptores na própria valva mitral, promovendo alterações vasculares pulmonares e aumentando a deformação valvar reumática, ainda é um assunto não abordado na literatura. OBJETIVO: Determinar, mediante técnicas moleculares, a expressão dos genes da endotelina e dos seus receptores em valvas mitrais reumáticas. MÉTODOS: 27 pacientes submetidos à troca valvar mitral tiveram seu tecido valvar analisado, a fim de determinar a presença de genes de ET-1 e seus receptores A e B. Foram feitas análises histológica e molecular das valvas (divididas em fragmentos M1, M2 e M3) e colhidos dados clínicos e epidemiológicos dos pacientes. Foram divididos em três grupos: valvopatia mitral, mitroaórtica e pacientes reoperados. RESULTADOS: O estudo mostrou a manifestação do gene da ET-1 em 40,7% dos espécimes e de seu receptor A em todas as amostras, com manifestação minoritária do gene do receptor B (22,2%). CONCLUSÃO: Todos os pacientes expressaram a presença do gene do receptor A. Não houve diferença estatística quanto à gravidade da doença, expressa em classe funcional, e aos subgrupos estudados (valvopatas mitrais, mitroaórticos e pacientes reoperados), ou quanto à expressão dos genes da ET-1 e seus receptores entre os subgrupos estudados (valvopatas mitrais, mitroaórticos e pacientes reoperados).

  • Cardiomiopatias
  • doenças reumáticas
  • Endotélio
  • Febre Reumática
  • infecção
  • Miocardite
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11/06/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000059 Visualizações 2
ABC
Artigo Original

Uso prático de um índice de risco de complicações após cirurgia cardíaca

Tânia Mara Varejão Strabelli et al. Noedir Antonio Groppo Stolf David Everson Uip

FUNDAMENTO: Identificar os fatores de risco para complicações pós-operatórias do paciente cardiopata com indicação cirúrgica que podem influenciar na decisão sobre a conduta terapêutica. OBJETIVO: Descrever a experiência de um hospital de Cardiologia na validação e uso prático de um escore de risco pré-operatório. MÉTODOS: Para validação do escore escolhido (Tuman), avaliaram-se consecutiva e prospectivamente 300 pacientes adultos antes da cirurgia cardíaca eletiva com o uso de circulação extracorpórea (CEC). Pacientes com escore de 0 a 5 foram considerados de baixo risco; de 6 a 9 como risco moderado; e maior que 10, como alto risco para complicações cardíacas, infecciosas, neurológicas, pulmonares e renais, além de óbito. RESULTADOS: A classificação de Tuman mostrou relação estatisticamente significante com ocorrência de complicações infecciosas (p=0,010), com outras complicações pós-operatórias (p=0,034) e com evolução para óbito (p<0,001). Infecção pulmonar foi a mais freqüente dentre as complicações infecciosas (15,3%), Os pacientes infectados tiveram maior tempo de permanência na UTI (p=0,001) e internação mais prolongada (p=0,001). Após o uso rotineiro, uma nova avaliação de 154 pacientes operados em 2005 confirmou a validade desse escore na identificação daqueles com maior risco de infecções pós-operatórias. CONCLUSÃO: Escolheu-se o escore de Tuman por envolver variáveis de fácil obtenção, por classificar no mesmo sistema as cirurgias mais freqüentemente realizadas e prever risco de complicações pós-operatórias, além da mortalidade. Seu uso continuado nesse hospital permitiu identificar o grupo de pacientes com maior risco de complicações, especialmente as infecciosas, mas não foi preciso na predição do risco individual.

  • Cirurgia Torácica
  • Complicações Pós-Operatórias
  • infecção
  • Risco
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05/01/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001700010
Complicação infecciosa indica mau prognóstico no infarto agudo do miocárdio
ABC
Artigo Original

Complicação infecciosa indica mau prognóstico no infarto agudo do miocárdio

Leandro Carlos Grandini Júnior et al. Bruno Caramelli

OBJETIVO: Determinar a incidência e o impacto das complicações infecciosas do infarto agudo do miocárdio (IAM) no tempo de permanência e na letalidade. MÉTODOS: Trata-se de um estudo clínico e retrospectivo, tipo caso-controle, realizado por meio de análise de prontuários. A população do estudo foi constituída por pacientes internados na Unidade Coronariana do InCor do Hospital das Clínicas da FMUSP com diagnóstico de IAM, entre janeiro de 1996 e dezembro de 1999. RESULTADOS: Foram analisados 1.227 pacientes, e sessenta (5%) preenchiam os critérios diagnósticos de complicação infecciosa do IAM (grupo infectados). Os demais 1.167 pacientes constituíram o grupo controle. A média das idades (67,5 versus 62,6 anos), o tempo de permanência hospitalar (26,6 versus 12,0 dias) e a mortalidade hospitalar (45% versus 12%) foram maiores no grupo infectados. Pacientes submetidos a mais de três procedimentos invasivos apresentaram índice de mortalidade mais elevado (68% e 32%, p = 0,006). As infecções mais freqüentes foram as pulmonares (63%), do trato urinário (37%) e hemoculturas positivas sem sítio identificado (8%). CONCLUSÃO: Na população estudada, a incidência de complicação infecciosa foi de 5%. O tempo de internação prolongado e a taxa de mortalidade elevada sugerem que a complicação infecciosa tem um grande impacto sobre os pacientes internados com o diagnóstico de IAM em unidade coronariana.

  • complicação
  • Infarto Do Miocárdio
  • infecção
  • Mortalidade
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16/10/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001600007

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Huang M, Zhu L, Jin Y, Fang Z, Chen Y, Yao Y. Associação entre Infecção por Heicobacter Pylori e Hipertensão Arterial Sistêmica: Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(4):626-3.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Huang, Mengyun; Zhu, Lijun; Jin, Yuelong; Fang, Zhengmei; Chen, Yan; Yao, Yingshui. Associação entre Infecção por Heicobacter Pylori e Hipertensão Arterial Sistêmica: Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 4, p. 626-636, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Huang, M., Zhu, L., Jin, Y., Fang, Z., Chen, Y., & Yao, Y. (2021). Associação entre Infecção por Heicobacter Pylori e Hipertensão Arterial Sistêmica: Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(4), 626-636.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Huang, Mengyun and Zhu, Lijun and Jin, Yuelong and Fang, Zhengmei and Chen, Yan and Yao, Yingshui. Associação entre Infecção por Heicobacter Pylori e Hipertensão Arterial Sistêmica: Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 626-636. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-infeccao-por-heicobacter-pylori-e-hipertensao-arterial-sistemica-metanalise/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Maciel AS, Silva RMFL. Perfil Clínico e Evolução de Pacientes com Infecção Relacionada a Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(6):1080-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Maciel, Alessandra de Souza; Silva, Rose Mary Ferreira Lisboa da. Perfil Clínico e Evolução de Pacientes com Infecção Relacionada a Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 6, p. 1080-1088, abr. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Maciel, A. S., & Silva, R. M. F. L. (2021). Perfil Clínico e Evolução de Pacientes com Infecção Relacionada a Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(6), 1080-1088.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Maciel, Alessandra de Souza and Silva, Rose Mary Ferreira Lisboa da. Perfil Clínico e Evolução de Pacientes com Infecção Relacionada a Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1080-1088. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/perfil-clinico-e-evolucao-de-pacientes-com-infeccao-relacionada-a-dispositivos-cardiacos-eletronicos-implantaveis/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Romano E. Associação de Injúria Miocárdica e Mortalidade em Pacientes Hospitalizados com COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(2):283-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Romano, Edson. Associação de Injúria Miocárdica e Mortalidade em Pacientes Hospitalizados com COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 2, p. 283-284, fev. 2021.

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Romano, E. (2021). Associação de Injúria Miocárdica e Mortalidade em Pacientes Hospitalizados com COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(2), 283-284.

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Romano, Edson. Associação de Injúria Miocárdica e Mortalidade em Pacientes Hospitalizados com COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 283-284. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-de-injuria-miocardica-e-mortalidade-em-pacientes-hospitalizados-com-covid-19/>. ISSN 0066-782X

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Ferrari F, Santos RD. Estatinas e COVID-19: Suspender ou não Suspender? Eis a Questão!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(1):147-52.

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Ferrari, Filipe; Santos, Raul D.. Estatinas e COVID-19: Suspender ou não Suspender? Eis a Questão!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 1, p. 147-152, fev. 2021.

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Ferrari, F., & Santos, R. D. (2021). Estatinas e COVID-19: Suspender ou não Suspender? Eis a Questão!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(1), 147-152.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ferrari, Filipe and Santos, Raul D.. Estatinas e COVID-19: Suspender ou não Suspender? Eis a Questão!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 147-152. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estatinas-e-covid-19-suspender-ou-nao-suspender-eis-a-questao/>. ISSN 0066-782X

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Costa R, Silva KR, Crevelari ES, Nascimento WTJ, Nagumo MM, Martinelli Filho M, Jatene FB, et al. Efetividade e Segurança da Remoção de Cabos-Eletrodos Transvenosos de Marca-Passos e Desfibriladores Implantáveis no Cenário da Prática Clínica Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;115(6):1114-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Costa, Roberto; Silva, Katia Regina da; Crevelari, Elizabeth Sartori; Nascimento, Wagner Tadeu Jurevicius; Nagumo, Marcia Mitie; Martinelli Filho, Martino; Jatene, Fabio Biscegli. Efetividade e Segurança da Remoção de Cabos-Eletrodos Transvenosos de Marca-Passos e Desfibriladores Implantáveis no Cenário da Prática Clínica Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 6, p. 1114-1124, jan. 2021.

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Costa, R., Silva, K. R. , Crevelari, E. S., Nascimento, W. T. J., Nagumo, M. M., Martinelli Filho, M., & Jatene, F. B. (2021). Efetividade e Segurança da Remoção de Cabos-Eletrodos Transvenosos de Marca-Passos e Desfibriladores Implantáveis no Cenário da Prática Clínica Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(6), 1114-1124.

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Costa, Roberto and Silva, Katia Regina da and Crevelari, Elizabeth Sartori and Nascimento, Wagner Tadeu Jurevicius and Nagumo, Marcia Mitie and Martinelli Filho, Martino and Jatene, Fabio Biscegli. Efetividade e Segurança da Remoção de Cabos-Eletrodos Transvenosos de Marca-Passos e Desfibriladores Implantáveis no Cenário da Prática Clínica Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 115, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1114-1124. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efetividade-e-seguranca-da-remocao-de-cabos-eletrodos-transvenosos-de-marca-passos-e-desfibriladores-implantaveis-no-cenario-da-pratica-clinica-real/>. ISSN 0066-782X

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Nascimento JHP, Costa RL, Simvoulidis LFN, Pinho JC, Pereira RS, Porto AD, Silva ECF, et al. COVID-19 e Injúria Miocárdica em UTI Brasileira: Alta Incidência e Maior Risco de Mortalidade Intra-Hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(2):275-82.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Nascimento, Jorge Henrique Paiter; Costa, Rafael Lessa da; Simvoulidis, Luiz Fernando Nogueira; Pinho, João Carlos de; Pereira, Roberta Santos; Porto, Andrea Dornelles; Silva, Eduardo Costa de Freiras; Oliveira, Liszt Palmeira; Ramos, Max Rogerio Freitas; Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. COVID-19 e Injúria Miocárdica em UTI Brasileira: Alta Incidência e Maior Risco de Mortalidade Intra-Hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 2, p. 275-282, jan. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Nascimento, J. H. P., Costa, R. L. , Simvoulidis, L. F. N., Pinho, J. C. , Pereira, R. S., Porto, A. D., Silva, E. C. F., Oliveira, L. P., Ramos, M. R. F., & Oliveira, G. M. M. (2021). COVID-19 e Injúria Miocárdica em UTI Brasileira: Alta Incidência e Maior Risco de Mortalidade Intra-Hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(2), 275-282.

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Nascimento, Jorge Henrique Paiter and Costa, Rafael Lessa da and Simvoulidis, Luiz Fernando Nogueira and Pinho, João Carlos de and Pereira, Roberta Santos and Porto, Andrea Dornelles and Silva, Eduardo Costa de Freiras and Oliveira, Liszt Palmeira and Ramos, Max Rogerio Freitas and Oliveira, Gláucia Maria Moraes de. COVID-19 e Injúria Miocárdica em UTI Brasileira: Alta Incidência e Maior Risco de Mortalidade Intra-Hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 275-282. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/covid-19-e-injuria-miocardica-em-uti-brasileira-alta-incidencia-e-maior-risco-de-mortalidade-intra-hospitalar/>. ISSN 0066-782X

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Garcia FJV, Eusse C, Tenorio C, Uribe C. Aneurisma coronariano micótico: relato de dois casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(5):e105-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Garcia, Franco Javier Vallejo; Eusse, Carlos; Tenorio, Carlos; Uribe, Carlos. Aneurisma coronariano micótico: relato de dois casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 5, p. e105-e107, dez. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Garcia, F. J. V., Eusse, C., Tenorio, C., & Uribe, C. (2011). Aneurisma coronariano micótico: relato de dois casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(5), e105-e107.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Garcia, Franco Javier Vallejo and Eusse, Carlos and Tenorio, Carlos and Uribe, Carlos. Aneurisma coronariano micótico: relato de dois casos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. e105-e107. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/aneurisma-coronariano-micotico-relato-de-dois-casos/>. ISSN 0066-782X

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Mezzomo A, Bodin Jr. OL, Lucia V. Proteína C Reativa pré-operatória prediz infecção respiratória após cirurgia de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(5):365-71.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mezzomo, Agda; Bodin Jr., Odemir L.; Lucia, Vera. Proteína C Reativa pré-operatória prediz infecção respiratória após cirurgia de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 5, p. 365-371, set. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mezzomo, A., Bodin Jr., O. L., & Lucia, V. (2011). Proteína C Reativa pré-operatória prediz infecção respiratória após cirurgia de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(5), 365-371.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mezzomo, Agda and Bodin Jr., Odemir L. and Lucia, Vera. Proteína C Reativa pré-operatória prediz infecção respiratória após cirurgia de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 365-371. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/proteina-c-reativa-pre-operatoria-prediz-infeccao-respiratoria-apos-cirurgia-de-revascularizacao-miocardica/>. ISSN 0066-782X

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Moura EB, Gomes MR, Corso RB, Faber CN, Carneiro FP, Pacheco YG. Amplificação dos genes que codificam a endotelina-1 e seus receptores em valvas mitrais reumáticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(1):122-30.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Moura, Edmilson Bastos de; Gomes, Mariana Ribeiro; Corso, Ricardo Barros; Faber, Cristiano Nicolleti; Carneiro, Fabiana Pirani; Pacheco, Yolanda Galindo. Amplificação dos genes que codificam a endotelina-1 e seus receptores em valvas mitrais reumáticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 1, p. 122-130, jun. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Moura, E. B. , Gomes, M. R., Corso, R. B., Faber, C. N., Carneiro, F. P., & Pacheco, Y. G. (2010). Amplificação dos genes que codificam a endotelina-1 e seus receptores em valvas mitrais reumáticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(1), 122-130.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Moura, Edmilson Bastos de and Gomes, Mariana Ribeiro and Corso, Ricardo Barros and Faber, Cristiano Nicolleti and Carneiro, Fabiana Pirani and Pacheco, Yolanda Galindo. Amplificação dos genes que codificam a endotelina-1 e seus receptores em valvas mitrais reumáticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 122-130. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/amplificacao-dos-genes-que-codificam-a-endotelina-1-e-seus-receptores-em-valvas-mitrais-reumaticas/>. ISSN 0066-782X

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Strabelli TMV, Stolf NAG, Uip DE. Uso prático de um índice de risco de complicações após cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;91(5):342-7.

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Strabelli, Tânia Mara Varejão; Stolf, Noedir Antonio Groppo; Uip, David Everson. Uso prático de um índice de risco de complicações após cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 5, p. 342-347, jan. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Strabelli, T. M. V., Stolf, N. A. G., & Uip, D. E. (2009). Uso prático de um índice de risco de complicações após cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(5), 342-347.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Strabelli, Tânia Mara Varejão and Stolf, Noedir Antonio Groppo and Uip, David Everson. Uso prático de um índice de risco de complicações após cirurgia cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 91, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 342-347. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uso-pratico-de-um-indice-de-risco-de-complicacoes-apos-cirurgia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Grandini Júnior LC, Caramelli B. Complicação infecciosa indica mau prognóstico no infarto agudo do miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(3):267-74.

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Grandini Júnior, Leandro Carlos; Caramelli, Bruno. Complicação infecciosa indica mau prognóstico no infarto agudo do miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 3, p. 267-274, out. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Grandini Júnior, L. C., & Caramelli, B. (2006). Complicação infecciosa indica mau prognóstico no infarto agudo do miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(3), 267-274.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Grandini Júnior, Leandro Carlos and Caramelli, Bruno. Complicação infecciosa indica mau prognóstico no infarto agudo do miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 267-274. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/complicacao-infecciosa-indica-mau-prognostico-no-infarto-agudo-do-miocardio/>. ISSN 0066-782X

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