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  2. Palavra-chave: Hiperlipoproteinemia Tipo II
Figura 1
ABC
Artigo Original

Perfil de Prescrição de Estatinas e de Níveis Lipêmicos em Ambulatórios de Hospital Terciário Público

André Schmidt et al. Henrique Turin Moreira Gustavo Jardim Volpe Vamberto B. Foschini … Thiago Florentino Lascala Minna Moreira Dias Romano Marcus Vinícius Simões José Ernesto dos Santos Benedito Carlos Maciel José Antonio Marin Neto

Resumo

Fundamento:

O surgimento de nova classe de medicamentos com elevada capacidade de reduzir o LDL-colesterol (LDL-c) renovou o interesse na caracterização da hipercolesterolemia familiar (HF). Pouco se conhece do perfil lipídico de pacientes em atendimento terciário em nosso meio para caracterizar a real ocorrência de HF, que começa a ser suspeitada com níveis de LDL-c acima de 190mg/dL.

Objetivos:

O estudo avaliou o perfil lipídico (colesterol total [CT] e LDL-c) de pacientes de hospital público terciário.

Métodos:

Estudo retrospectivo de avaliação de prescrições de estatinas e resultados dos lipídios. O nível de significância foi estabelecido em 5%.

Resultados:

Em 1 ano, 9.594 indivíduos receberam prescrição ambulatorial de estatinas, 51,5% do gênero feminino, idade média de 63,7±12,9 anos (18 a 100 anos). Trinta e duas especialidades prescreveram estatinas, sendo a cardiologia responsável por 43%. Cerca de 15% das prescrições não tinham dosagem recente de CT, e 1.746 (18,0%) não apresentavam resultado recente de LDL-c. A ocorrência de LDL-c > 130mg/dL e < 190mg/dL ocorreu em 1.643 (17,1%) casos, e 228 (2,4%) apresentaram LDL-c ≥ 190mg/dL dentre os que utilizavam estatinas nas diversas doses. Apenas duas estatinas foram utilizadas: sinvastatina e atorvastatina, e a primeira foi prescrita em 77,6% das receitas.

Conclusão:

Nesta coorte transversal de hospital terciário, foi possível verificar que a prescrição de estatinas é disseminada, mas que a obtenção de metas adequadas de CT e LDL-c não é atingida em grande percentual, e que há, possivelmente, significativo contingente de portadores de HF que necessitariam ser investigados por suas implicações prognósticas.

  • Colesterol
  • Dislipidemias
  • Hipercolesterolemia Familiar/terapia
  • Hiperlipoproteinemia Tipo II
  • Hospital Público
  • Inibidoresde Hidroimetilglutaril CO Redutases
  • Perfil Lipídico
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16/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20190513
ABC
Editorial

O Risco Desconhecido de Hipercolesterolemia Familiar no Desenvolvimento de Doença Cardiovascular Aterosclerótica

Elizabeth do Nascimento et al. José Luiz de Brito Alves

As doenças cardiovasculares (DCV) são reconhecidas como as principais causas de óbito na idade adulta no mundo., Diversos fatores, como tabagismo, hipertensão arterial, obesidade, síndrome metabólica e hipercolesterolemia, têm sido descritos como importantes fatores de risco no desenvolvimento de DCV e morte prematura. A hipercolesterolemia pode ser classificada como de origem primária ou secundária. A hipercolesterolemia primária é devida a defeitos geneticamente determinados no metabolismo de lipídios ou lipoproteínas; a hipercolesterolemia secundária pode ser causada por estilo de vida inadequado, doenças ou medicamentos.

A hipercolesterolemia familiar (HF) é uma doença autossômica dominante caracterizada por mutações em genes na codificação de proteínas envolvidas no metabolismo de lipoproteínas de baixa densidade (LDL) que ocorrem na presença de níveis elevados de colesterol plasmático e LDL associados a sinais clínicos de xantoma tendíneo. A HF é responsável por aproximadamente 10% dos eventos cardiovasculares em indivíduos com menos de 50 anos.– Na HF, as mutações podem estar presentes no gene do receptor de LDL, no gene que codifica a apoproteína B-100 ou no gene autossômico recessivo LDLRAP1 e na hipercolesterolemia familiar autossômica dominante (HCHOLA3), variante do gene PCSK9. Essas mutações levam ao comprometimento da interação apoproteína-receptor e resultam em colesterol plasmático elevado, níveis elevados de LDL e risco de desenvolvimento de doença aterosclerótica.,

[…]

  • Aterosclerose
  • Diagnóstico Precoce
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Fatores de risco
  • Hiperlipoproteinemia Tipo II
  • Transtornos de Metabolismo
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16/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20210168 Visualizações 1
Figura 1 (Ilustração Central)
ABC
Artigo Original

Percepção Inadequada do Risco Cardiovascular e Baixo Conhecimento sobre Hipercolesterolemia Familiar em Indivíduos com Hipercolesterolemia Grave

Raul D. Santos et al. Carolina Pereira Fernando Cesena Antonio Gabriele Laurinavicius … Viviane Tabone Marcio Sommer Bittencourt

Resumo

Fundamento

Indivíduos com hipercolesterolemia grave apresentam alto risco de desenvolver doença cardiovascular aterosclerótica (DCVA). Muitos deles apresentam hipercolesterolemia familiar (HF).

Objetivos

Avaliar, a partir da perspectiva dos pacientes, o nível de conhecimento sobre a hipercolesterolemia grave, especialmente em relação a HF, DCVA, percepção de risco, desempenho do rastreamento em cascata e tratamento de indivíduos participantes de um programa de avaliação periódica de saúde.

Métodos

De um banco de dados de 70.000 brasileiros avaliados entre 2006 e 2016, 1.987 (2,8%) atenderam aos critérios de inclusão (idade ≥ 18 anos e LDL-C ≥ 190 mg/dL ou ≥ 160 mg/dL se sem uso de estatinas ou em terapia com estatinas, respectivamente). Desses, 200 foram aleatoriamente convidados a preencher um questionário extenso. A HF foi diagnosticada em caso de suspeita pelo médico responsável.

Resultados

Embora 97% da amostra (48±9 anos; 16% do sexo feminino; 95% com ensino superior; 88% em prevenção primária; LDL-C 209±47 mg/dL) tenha apresentado hipercolesterolemia grave, apenas 18% e 29,5% se consideravam de alto risco para desenvolver DCVA e relataram saber sua meta recomendada de LDL-C, respectivamente. Em relação à possibilidade de o colesterol alto ser uma doença hereditária, 58% relataram conhecimento sobre o fato; 24,5% (n = 49) já tinham ouvido falar em HF; e apenas 14% (n = 20) foram previamente identificados com suspeita de HF (idade ao diagnóstico de HF: 35±12 anos; 79% e 31% foram diagnosticados com > 30 e > 40 anos, respectivamente). Apenas 2,5% foram submetidos a testes genéticos; 17%, à rastreamento em cascata; e 17% não faziam uso de tratamento farmacológico.

Conclusões

Identificou-se uma importante lacuna na percepção de risco, no controle do colesterol e em aspectos relacionados à HF em indivíduos com hipercolesterolemia grave. (Arq Bras Cardiol. 2021; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Aterosclerose
  • Fatores de risco
  • Hipercolesterolemia
  • Hiperlipoproteinemia Tipo II
  • Programas de Rastreamento
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08/02/2021 DOI: 10.36660/abc.20190516 Visualizações 2
ABC
Comunicação Breve

Portador Heterozigoto Composto de Hipercolesterolemia Familiar Causada por Variantes no LDLR

Heloisa Pamplona-Cunha et al. Marcela Freitas Medeiros Thaís Cristine Marques Sincero Isabela de Carlos Back Edson Luiz da Silva

Resumo

A hipercolesterolemia familiar (HF) é uma doença genética causada por um defeito primário no gene que codifica o receptor da LDL. Mutações diferentes no mesmo gene caracterizam um heterozigoto composto, mas pouco se sabe sobre o fenótipo dos portadores. Portanto, neste estudo, descrevemos o rastreamento em cascata de uma família brasileira com essa característica. O caso-índice é um homem de 36 anos, com colesterol total (CT) de 360 mg/dL (9,3 mmol/L) e concentração de LDL-c de 259 mg/dL (6,7 mmol/L), além de xantomas de tendão de Aquiles, obesidade e pré-hipertensão. A genotipagem identificou as mutações 661G>A, 670G>A e 682G>A, no exon 4, e 919G>A, no exon 6. A mesma mutação no exon 4 foi observada no filho do caso-índice (7 anos), que também tem hipercolesterolemia e xantomas tendinosos, ao passo que a filha do caso-índice (9 anos) apresenta mutação no exon 6 e hiperlipidemia, sem xantomas. Em suma, este relato permite uma melhor compreensão acerca da base molecular da HF no Brasil, um país multirracial, onde é esperada uma população heterogênea.

  • Aterosclerose
  • Genotipagem
  • Heterozigoto Composto
  • Hipercolesterolemia familiar
  • Hiperlipoproteinemia Tipo II
  • Triagem genética em cascata
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20190582
ABC
Editorial

O Tratamento não Farmacológico pode Promover Benefícios Adicionais para Crianças com Hipercolesterolemia Familiar Tratadas com Estatinas?

Luiza Antoniazzi

A hipercolesterolemia familiar (HF) é descrita como uma doença hereditária autossômica dominante, caracterizada pela elevação do colesterol total e da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c).

A HF é considerada um importante fator de risco modificável para o desenvolvimento de aterosclerose e doença cardiovascular (DCV). O início imediato da terapia hipolipemiante e sua manutenção ao longo da vida são aspectos importantes na prevenção de DCV prematura e risco de morte nessa população, aumentando a expectativa de vida nesses pacientes.

[…]

  • Criança, Gorduras na Dieta
  • Dieta
  • Estatinas/uso teraêutico
  • Hipercolesterolemia/sangue
  • Hiperlipoproteinemia Tipo II
  • Inibidores de Hipolipemiante Hidroximetilglutaril-CoA Redutases
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01/12/2018 DOI: 10.5935/abc.20180235
Figura 1
ABC
Viewpoint

Indicações do Uso de Inibidores da PCSK9 em Pacientes com Alto Risco e Muito Alto Risco Cardiovascular

Paulo Eduardo Ballvé Behr et al. Emilio Hideyuki Moriguchi Iran Castro Luiz Carlos Bodanese … Oscar Pereira Dutra Paulo Ernesto Leães Pedro Pimentel Filho

LDL-C como fator de risco

A causalidade entre LDL-C plasmático e a reduzida captação mediada pelo receptor de LDL-C na fisiopatologia da DCV tem sido estabelecida com muita consistência. Para pacientes com muito alto risco de eventos prematuros, incluindo aqueles com hipercolesterolemia familiar (HF), LDL-C elevado é um fator de risco extremamente prevalente.

[…]

  • Combinação de Ezetimiba e Simvastatina
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Doenças Cardiovasculares/complicações
  • Hiperlipoproteinemia Tipo II
  • Pró-Proteína Convertase 9
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01/07/2018 DOI: 10.5935/abc.20180133 Visualizações 1
ABC
Original Article

Características Clínicas, Antropométricas e Bioquímicas de Pacientes com ou sem Diagnóstico Confirmado de Hipercolesterolemia Familiar

Andrea De Lorenzo et al. Juliana Duarte Lopes da Silva Cinthia E. James Alexandre C. Pereira Annie Seixas Bello Moreira

Resumo

Fundamentos:

A hipercolesterolemia familiar (HF) é uma doença autossômica dominante, caracterizada por altos níveis plasmáticos do colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-C) e pelo alto risco de desenvolvimento prematuro de doenças cardiovasculares.

Objetivo:

Avaliar características clínicas e antropométricas de pacientes com fenótipo para hipercolesterolemia familiar (HF), com ou sem diagnóstico genético de HF.

Métodos:

Quarenta e cinco pacientes com LDL-C > 190 mg/dL foram genotipados para seis genes relacionados com a HF: LDLR, APOB, PCSK9, LDLRAP1, LIPA e APOE. Pacientes que apresentaram resultado positivo para qualquer uma das mutações foram diagnosticados com HF por confirmação genética. O fenótipo para HF foi classificado pelo critério da Dutch Lipid Clinic Network.

Resultados:

Comparando os pacientes com a HF geneticamente confirmada com aqueles sem a confirmação, os primeiros apresentaram maior pontuação do escore para HF, uma maior frequência de xantelasma e maiores níveis de LDL-C e apo B. Houve correlações significativas entre o LDL-C e a pontuação do escore para HF (R = 0,382, p = 0,037) e entre LDL-C e gordura corporal (R = 0,461, p = 0,01). Os pacientes com mutações, no entanto, não apresentaram qualquer correlação entre o LDL-C e outras variáveis, enquanto aqueles sem mutação apresentaram correlação entre o LDL-C e a pontuação do escore.

Conclusão:

O LDL-C correlacionou-se com a pontuação do escore e com a gordura corporal, tanto na população total de pacientes quanto nos pacientes sem a confirmação genética de HF. Naqueles com HF geneticamente confirmada, não houve correlação entre o LDL-C e outras variáveis clínicas ou bioquímicas dos pacientes.

  • Dislipidemias
  • Fenótipo
  • Hiperlipoproteinemia Tipo II
  • Lipoproteínas LDL
  • Mutação
  • Pesos e Medidas Corporais
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01/02/2018 DOI: 10.5935/abc.20180005 Visualizações 1
ABC
Ponto de Vista

Genética das Dislipidemias

Diego García-Giustiniani et al. Ricardo Stein

Genes Relacionados com Alterações nos Níveis de LDL -C

[…]

  • Dislipidemias / diagnóstico
  • Dislipidemias / genética
  • Hiperlipoproteinemia Tipo II
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01/05/2016 DOI: 10.5935/abc.20160074 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Original Article

Associação das Doenças Arterial Periférica e Cardiovascular na Hipercolesterolemia Familiar

Carolina Pereira et al. Marcio Miname Marcia Makdisse Roberto Kalil Filho Raul D. Santos

Fundamento:

A hipercolesterolemia familiar (HF) é uma doença de herança genética autossômica dominante caracterizada pela elevação dos valores séricos de colesterol total e das lipoproteínas de baixa densidade (LDL-c). Conhecida por estar estreitamente relacionada ao processo aterosclerótico, a HF pode determinar o desenvolvimento de lesões obstrutivas precoces em distintos leitos arteriais. Nesse contexto, a HF também tem sido proposta como fator de risco para a doença arterial periférica (DAP).

Objetivo:

Avaliamos, por meio de um estudo transversal e observacional, a associação da DAP com outras manifestações de doença cardiovascular (DCV), isto é, doença arterial coronária e cerebrovascular em portadores de HF heterozigótica.

Métodos:

diagnóstico de DAP foi estabelecido pela medida do índice tornozelo-braquial (ITB) com valores ≤ 0,90. Foram estudados 202 pacientes com HF (90,6% apresentando mutações no receptor da LDL), idade 51 ± 14 anos, colesterol total 342 ± 86 mg/dL e 35% do sexo masculino.

Resultados:

As prevalências de DAP e de DCV prévia foram 17% e 28,2%, respectivamente. Houve associação independente da DAP com a DCV (OR = 2,50, IC 95% 1,004-6,230, p = 0,049) após análise multivariada.

Conclusão:

A pesquisa sistemática da DAP por meio do ITB é factível na avaliação de portadores de HF e pode sinalizar aumento no risco de DCV. Contudo, mais estudos são necessários para determinar o papel do uso do ITB como ferramenta para avaliação do risco cardiovascular nessa população. (Arq Bras Cardiol. 2014; 103(2):118-123)

  • Aterosclerose
  • Doença Arterial Periférica
  • Hiperlipoproteinemia Tipo II
  • Índice Tornozelo-Braço
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15/07/2014 DOI: 10.5935/abc.20140097

Como citar este artigo

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Schmidt A, Moreira HT, Volpe GJ, Foschini VB, Lascala TF, Romano MMD, Simões MV, et al. Perfil de Prescrição de Estatinas e de Níveis Lipêmicos em Ambulatórios de Hospital Terciário Público. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(4):736-41.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Schmidt, André; Moreira, Henrique Turin; Volpe, Gustavo Jardim; Foschini, Vamberto B.; Lascala, Thiago Florentino; Romano, Minna Moreira Dias; Simões, Marcus Vinícius; Santos, José Ernesto dos; Maciel, Benedito Carlos; Marin Neto, José Antonio. Perfil de Prescrição de Estatinas e de Níveis Lipêmicos em Ambulatórios de Hospital Terciário Público. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 4, p. 736-741, abr. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Schmidt, A., Moreira, H. T., Volpe, G. J., Foschini, V. B., Lascala, T. F., Romano, M. M. D., Simões, M. V., Santos, J. E. , Maciel, B. C., & Marin Neto, J. A. (2021). Perfil de Prescrição de Estatinas e de Níveis Lipêmicos em Ambulatórios de Hospital Terciário Público. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(4), 736-741.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Schmidt, André and Moreira, Henrique Turin and Volpe, Gustavo Jardim and Foschini, Vamberto B. and Lascala, Thiago Florentino and Romano, Minna Moreira Dias and Simões, Marcus Vinícius and Santos, José Ernesto dos and Maciel, Benedito Carlos and Marin Neto, José Antonio. Perfil de Prescrição de Estatinas e de Níveis Lipêmicos em Ambulatórios de Hospital Terciário Público. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 736-741. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/perfil-de-prescricao-de-estatinas-e-de-niveis-lipemicos-em-ambulatorios-de-hospital-terciario-publico/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

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Nascimento E, Alves JLB. O Risco Desconhecido de Hipercolesterolemia Familiar no Desenvolvimento de Doença Cardiovascular Aterosclerótica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(4):713-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Nascimento, Elizabeth do; Alves, José Luiz de Brito. O Risco Desconhecido de Hipercolesterolemia Familiar no Desenvolvimento de Doença Cardiovascular Aterosclerótica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 4, p. 713-714, abr. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Nascimento, E. , & Alves, J. L. B. (2021). O Risco Desconhecido de Hipercolesterolemia Familiar no Desenvolvimento de Doença Cardiovascular Aterosclerótica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(4), 713-714.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Nascimento, Elizabeth do and Alves, José Luiz de Brito. O Risco Desconhecido de Hipercolesterolemia Familiar no Desenvolvimento de Doença Cardiovascular Aterosclerótica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 713-714. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-risco-desconhecido-de-hipercolesterolemia-familiar-no-desenvolvimento-de-doenca-cardiovascular-aterosclerotica/>. ISSN 0066-782X

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Santos RD, Pereira C, Cesena F, Laurinavicius AG, Tabone V, Bittencourt MS. Percepção Inadequada do Risco Cardiovascular e Baixo Conhecimento sobre Hipercolesterolemia Familiar em Indivíduos com Hipercolesterolemia Grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(4):706-12.

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Santos, Raul D.; Pereira, Carolina; Cesena, Fernando; Laurinavicius, Antonio Gabriele; Tabone, Viviane; Bittencourt, Marcio Sommer. Percepção Inadequada do Risco Cardiovascular e Baixo Conhecimento sobre Hipercolesterolemia Familiar em Indivíduos com Hipercolesterolemia Grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 4, p. 706-712, fev. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos, R. D., Pereira, C., Cesena, F., Laurinavicius, A. G., Tabone, V., & Bittencourt, M. S. (2021). Percepção Inadequada do Risco Cardiovascular e Baixo Conhecimento sobre Hipercolesterolemia Familiar em Indivíduos com Hipercolesterolemia Grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(4), 706-712.

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Santos, Raul D. and Pereira, Carolina and Cesena, Fernando and Laurinavicius, Antonio Gabriele and Tabone, Viviane and Bittencourt, Marcio Sommer. Percepção Inadequada do Risco Cardiovascular e Baixo Conhecimento sobre Hipercolesterolemia Familiar em Indivíduos com Hipercolesterolemia Grave. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 706-712. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/percepcao-inadequada-do-risco-cardiovascular-e-baixo-conhecimento-sobre-hipercolesterolemia-familiar-em-individuos-com-hipercolesterolemia-grave/>. ISSN 0066-782X

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Pamplona-Cunha H, Medeiros MF, Sincero TCM, Back IC, Silva EL. Portador Heterozigoto Composto de Hipercolesterolemia Familiar Causada por Variantes no LDLR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):587-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pamplona-Cunha, Heloisa; Medeiros, Marcela Freitas; Sincero, Thaís Cristine Marques; Back, Isabela de Carlos; Silva, Edson Luiz da. Portador Heterozigoto Composto de Hipercolesterolemia Familiar Causada por Variantes no LDLR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 587-589, set. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pamplona-Cunha, H., Medeiros, M. F., Sincero, T. C. M., Back, I. C., & Silva, E. L. (2020). Portador Heterozigoto Composto de Hipercolesterolemia Familiar Causada por Variantes no LDLR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 587-589.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pamplona-Cunha, Heloisa and Medeiros, Marcela Freitas and Sincero, Thaís Cristine Marques and Back, Isabela de Carlos and Silva, Edson Luiz da. Portador Heterozigoto Composto de Hipercolesterolemia Familiar Causada por Variantes no LDLR. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 587-589. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/portador-heterozigoto-composto-de-hipercolesterolemia-familiar-causada-por-variantes-no-ldlr/>. ISSN 0066-782X

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Antoniazzi L. O Tratamento não Farmacológico pode Promover Benefícios Adicionais para Crianças com Hipercolesterolemia Familiar Tratadas com Estatinas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(6):822-3.

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Antoniazzi, Luiza. O Tratamento não Farmacológico pode Promover Benefícios Adicionais para Crianças com Hipercolesterolemia Familiar Tratadas com Estatinas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 6, p. 822-823, nov. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Antoniazzi, L. (2018). O Tratamento não Farmacológico pode Promover Benefícios Adicionais para Crianças com Hipercolesterolemia Familiar Tratadas com Estatinas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(6), 822-823.

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Antoniazzi, Luiza. O Tratamento não Farmacológico pode Promover Benefícios Adicionais para Crianças com Hipercolesterolemia Familiar Tratadas com Estatinas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 822-823. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-tratamento-nao-farmacologico-pode-promover-beneficios-adicionais-para-criancas-com-hipercolesterolemia-familiar-tratadas-com-estatinas/>. ISSN 0066-782X

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Behr PEB, Moriguchi EH, Castro I, Bodanese LC, Dutra OP, Leães PE, Pimentel Filho P, et al. Indicações do Uso de Inibidores da PCSK9 em Pacientes com Alto Risco e Muito Alto Risco Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(1):104-8.

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Behr, Paulo Eduardo Ballvé; Moriguchi, Emilio Hideyuki; Castro, Iran; Bodanese, Luiz Carlos; Dutra, Oscar Pereira; Leães, Paulo Ernesto; Pimentel Filho, Pedro. Indicações do Uso de Inibidores da PCSK9 em Pacientes com Alto Risco e Muito Alto Risco Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 1, p. 104-108, jun. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Behr, P. E. B., Moriguchi, E. H., Castro, I., Bodanese, L. C., Dutra, O. P., Leães, P. E., & Pimentel Filho, P. (2018). Indicações do Uso de Inibidores da PCSK9 em Pacientes com Alto Risco e Muito Alto Risco Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(1), 104-108.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Behr, Paulo Eduardo Ballvé and Moriguchi, Emilio Hideyuki and Castro, Iran and Bodanese, Luiz Carlos and Dutra, Oscar Pereira and Leães, Paulo Ernesto and Pimentel Filho, Pedro. Indicações do Uso de Inibidores da PCSK9 em Pacientes com Alto Risco e Muito Alto Risco Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 104-108. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/indicacoes-do-uso-de-inibidores-da-pcsk9-em-pacientes-com-alto-risco-e-muito-alto-risco-cardiovascular/>. ISSN 0066-782X

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Lorenzo AD, Silva JDL, James CE, Pereira AC, Moreira ASB. Características Clínicas, Antropométricas e Bioquímicas de Pacientes com ou sem Diagnóstico Confirmado de Hipercolesterolemia Familiar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(2):119-23.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lorenzo, Andrea De; Silva, Juliana Duarte Lopes da; James, Cinthia E.; Pereira, Alexandre C.; Moreira, Annie Seixas Bello. Características Clínicas, Antropométricas e Bioquímicas de Pacientes com ou sem Diagnóstico Confirmado de Hipercolesterolemia Familiar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 2, p. 119-123, jan. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lorenzo, A. D., Silva, J. D. L. , James, C. E., Pereira, A. C., & Moreira, A. S. B. (2018). Características Clínicas, Antropométricas e Bioquímicas de Pacientes com ou sem Diagnóstico Confirmado de Hipercolesterolemia Familiar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(2), 119-123.

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Lorenzo, Andrea De and Silva, Juliana Duarte Lopes da and James, Cinthia E. and Pereira, Alexandre C. and Moreira, Annie Seixas Bello. Características Clínicas, Antropométricas e Bioquímicas de Pacientes com ou sem Diagnóstico Confirmado de Hipercolesterolemia Familiar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 119-123. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caracteristicas-clinicas-antropometricas-e-bioquimicas-de-pacientes-com-ou-sem-diagnostico-confirmado-de-hipercolesterolemia-familiar/>. ISSN 0066-782X

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Pereira, C., Miname, M., Makdisse, M., Kalil Filho, R., & Santos, R. D. (2014). Associação das Doenças Arterial Periférica e Cardiovascular na Hipercolesterolemia Familiar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(2), 118-123.

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Pereira, Carolina and Miname, Marcio and Makdisse, Marcia and Kalil Filho, Roberto and Santos, Raul D.. Associação das Doenças Arterial Periférica e Cardiovascular na Hipercolesterolemia Familiar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 118-123. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-das-doencas-arterial-periferica-e-cardiovascular-na-hipercolesterolemia-familiar/>. ISSN 0066-782X

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