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Strain do Ventrículo Esquerdo na ICFEp: Uma Visão Prática dos Aspectos Diagnósticos, Resposta ao Exercício e ao Desafio de Pós-carga
Review Article

Strain do Ventrículo Esquerdo na ICFEp: Uma Visão Prática dos Aspectos Diagnósticos, Resposta ao Exercício e ao Desafio de Pós-carga

Renato A. Hortegal et al. David Le Bihan Mariana Mendes Mathias Rodrigo Barretto Wilson Mathias Jr

Resumo

A Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada (ICFEp) é um desafio crescente na cardiologia, marcada por anormalidades na função sistólica e/ou diastólica. Pacientes com ICFEp frequentemente apresentam intolerância ao exercício, mas o diagnóstico é muitas vezes dificultado devido sobreposição de comorbidades, como obesidade e hipertensão. A Deformação Longitudinal Global (GLS) do ventrículo esquerdo (VE) permite a detecção de disfunções sistólicas sutis, em que estudos apontam uma correlação mais forte entre o GLS e a capacidade de realização do exercício do que a fração de ejeção (FE). Na ecocardiografia de exercício, o GLS exibe um padrão bimodal característico devido a adaptações hemodinâmicas, com desvios sugerindo ICFEp. Em caso de inviabilidade do teste de exercício ou quando a avaliação específica do acoplamento ventricular-arterial é desejada, um desafio de pós-carga oferece uma alternativa controlada ao aumentar a resistência sistêmica. Além do GLS, a dispersão mecânica (MD) mede a heterogeneidade contrátil, enquanto a deformação atrial esquerda (StrainAE) se mostrou promissora na identificação de disfunção atrial ligada à ICFEp. Esses parâmetros, avaliados juntamente com as razões E/e’ e a pressão sistólica pulmonar durante o exercício, melhoram o diagnóstico de ICFEp, oferecem uma visão mais abrangente da fisiopatologia da síndrome e garantem informações valiosas para fundamentar a decisão de tratamento.

  • ecocardiografia
  • Exercício Físico
  • Insuficiência Cardíaca
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16/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240104 Visualizações 1
O Impacto Prognóstico das Medidas de Deformação Miocárdica em Pacientes com COVID-19
Artigo Original

O Impacto Prognóstico das Medidas de Deformação Miocárdica em Pacientes com COVID-19

João Giffoni Silveira Neto et al. Marcello de Brito Campos Luiz Mello Marcela de Castro Giffoni … Natanael Arnor da Silva Barros Goveia Antonio Claudio Lucas da Nóbrega Renata R. T. Castro

Resumo

Fundamento:

O envolvimento cardiovascular na COVID-19 foi extensivamente estudado. A ecocardiografia é uma técnica importante na identificação do acometimento cardíaco, servindo como excelente ferramenta para variáveis prognósticas.

Objetivo:

Analisar o impacto prognóstico do speckle tracking na análise do ventrículo esquerdo (VE) em pacientes com COVID-19 internados em unidades de terapia intensiva (UTI).

Métodos:

Pacientes com diagnóstico de COVID-19 admitidos na unidade de terapia intensiva foram submetidos a exame ecocardiográfico nas primeiras 48 horas de internação e divididos em dois grupos de acordo com o desfecho hospitalar (alta ou óbito). Os dados ecocardiográficos convencionais, e de strain longitudinal global do ventrículo esquerdo (SLGVE) e ventrículo direito (SLGVD) de ambos os grupos foram comparados pelo teste t de Student (variáveis contínuas) ou pelo teste do qui-quadrado (variáveis categóricas), considerando-se como estatisticamente significativo p < 0,05.

Resultados:

A média de idade foi de 56 ± 14 anos, e a proporção de homens e mulheres foi semelhante. A taxa de mortalidade foi de 64%, mais frequente em pacientes idosos e em pacientes com maior número de comorbidades. O SLGVE revelou valores menores nos pacientes que evoluíram para óbito, com ponto de corte abaixo de −18,1% (sensibilidade = 90,4%, especificidade = 96,6%) para esse desfecho e, após análise estatística multivariada, foi a única variável ecocardiográfica estatisticamente significativa.

Conclusão:

O SLGVE é uma ferramenta importante na análise prognóstica desses pacientes, oferecendo uma nova janela de possibilidades para avaliar pacientes críticos com COVID-19.

  • COVID-19
  • Deformação Longitudinal Global
  • ecocardiografia
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13/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240067 Visualizações 1
Figura 1
Review Article

Como eu Faço a Análise Funcional na Angiotomografia: Perfusão Miocárdica e FFRct

Gustavo Corrêa de Almeida Teixeira et al. Bruno Vicente Gomes de Castro Douglas Carli Silva Tiago Magalhães

Resumo

A angiotomografia de coronárias é um método não invasivo eficaz para detectar doença aterosclerótica, especialmente em pacientes sintomáticos com baixa a moderada probabilidade de doença. Embora tenha boa acurácia na detecção de obstruções, sua relação com a gravidade funcional das lesões é limitada. Visando a uma avaliação mais precisa, a avaliação anatômica pode ser associada à perfusão miocárdica por tomografia computadorizada (PMTC) e à reserva de fluxo fracionada coronariana derivada da tomografia (FFRct). A PMTC, avalia a perfusão miocárdica e permite identificar áreas de isquemia. A FFRct, que avalia a significância hemodinâmica das estenoses, mostrou alta acurácia e pode reduzir a necessidade de cateterismos (CATEs) invasivos (Figura Central). O protocolo para a aquisição de imagens e a interpretação são essenciais para garantir resultados confiáveis e para o manejo adequado dos pacientes com doença arterial coronariana.

  • Angiografia por Tomografia Computadorizada
  • Imagem de Perfusão do Miocárdio
  • Reserva Fracionada de Fluxo Miocárdico
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13/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240113 Visualizações 1
Viewpoint

Novo Horizonte na Cardiologia Nuclear Brasileira: O Impacto e as Barreiras do Flurpiridaz-F18

Simone Cristina Soares Brandão

Introdução

A imagem de perfusão miocárdica por tomografia de emissão de pósitrons (PET) avançou com a aprovação do flurpiridaz pela Food and Drug Administration (FDA), que demonstrou sua eficácia na detecção de doença arterial coronariana (DAC) em dois ensaios de fase III, apresentando maior precisão diagnóstica em comparação à cintilografia SPECT (Single Photon Emission Computed Tomography) -, ,

O flurpiridaz é um radiotraçador injetável, marcado com flúor-18, desenvolvido pela GE HealthCare e que será comercializado como Flyrcado nos Estados Unidos a partir de 2025.

[…]

  • Compostos Radiofarmacêuticos
  • Doença arterial coronariana
  • Tomografia por Emissão de Pósitrons combinada à Tomografia Computadorizada
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13/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240118 Visualizações 1
Editorial

Mudanças Climáticas e Imagem Cardiovascular: Desafios e Oportunidades

Eduardo Galvão Freire et al. José Arimateia Batista Araújo-Filho Cesar Higa Nomura

As mudanças climáticas têm efeitos diretos e indiretos na saúde humana. A crescente incidência e intensidade de eventos climáticos extremos estão diretamente associadas a desfechos adversos de saúde, incluindo eventos cardiovasculares, e ao aumento na demanda e nos gastos dos sistemas de saúde globalmente. Populações vulneráveis, como idosos e pessoas com condições cardiovasculares e respiratórias preexistentes, enfrentam riscos aumentados devido às variações de temperatura e à baixa qualidade do ar. Além disso, as altas temperaturas também limitam a prática de exercícios ao ar livre, com potenciais efeitos prejudiciais a longo prazo para a saúde cardiovascular. Em um país como o Brasil, onde as disparidades econômicas frequentemente expõem as populações de baixa renda a níveis mais elevados de poluição e a menor acesso à saúde, os impactos das mudanças climáticas na saúde cardiovascular são motivo de preocupação crescente nas comunidades médica e científica.

Por outro lado, o setor de assistência à saúde é responsável por quase 5% das emissões de gases de efeito estufa (GEE) no planeta, com contribuição significativa dos exames gerais de imagem e testes diagnósticos cardiovasculares. Enfrentamos assim um desafio duplo: melhorar os desfechos em saúde cardiovascular da população enquanto reduzimos a pegada ambiental de nossos exames. Embora os avanços nas tecnologias de imagem cardiovascular tenham indubitavelmente melhorado a nossa acurácia diagnóstica e os desfechos de nossos pacientes, tais benefícios vieram acompanhados de custos financeiros e ambientais consideráveis.

[…]

  • Doenças Cardiovasculares
  • ecocardiografia
  • Mudança Climática
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13/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240117
Editorial

Quantificação da Fibrose Miocárdica pela Ressonância Magnética Cardíaca: Avanços, Impactos e Perspectivas

Isabela Bispo Santos da Silva Costa

A ressonância magnética cardíaca (RMC) tem se consolidado como uma ferramenta fundamental para o diagnóstico e manejo das cardiomiopatias, especialmente pela sua precisão na caracterização tecidual, identificação e quantificação da fibrose miocárdica., A técnica de realce tardio (RT) miocárdico (LGE, do inglês late gadolinium enhancement) permite uma avaliação precisa, identificando áreas de fibrose miocárdica e serve para caracterizar, localizar e quantificar. Nos últimos anos, o papel do RT na estratificação de risco de pacientes com cardiomiopatia hipertrófica (CMH) e de outras cardiomiopatias genéticas tem sido objeto de diversos estudos, que buscam correlacionar a presença e a extensão da fibrose miocárdica com o risco de morte súbita cardíaca (MSC) e eventos cardiovasculares maiores.–

Diferentes técnicas hoje são utilizadas para adquirir, analisar e quantificar o RT por RMC. A presença de RT é baseada na retenção diferencial do gadolínio nos tecidos, sendo absorvido preferencialmente em áreas de fibrose, onde o tecido cicatricial é alterado devido à presença de colágeno. As técnicas de aquisição do RT hoje são rápidas, seguras e podem ser feitas sem a necessidade de longas pausas respiratórias, como feitas no passado, com resolução e definição de imagens progressivamente melhores. Para quantificação das áreas de fibrose, hoje são disponíveis diferentes softwares que permitem de forma semiautomatizada a quantificação adequada.

[…]

  • Cardiopatias
  • Fibrose Endomiocárdica
  • Imageamento por Ressonância Magnética
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13/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240114 Visualizações 1
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Relato de Caso

Hematoma Pericárdico com Dor Torácica e Tamponamento em Pós-Operatório Tardio de Cirurgia Cardíaca

Felipe Carvalho de Oliveira et al. Jun Ramos Kawaoka Bruno de Freitas Leite Diogo Freitas Cardoso de Azevedo … Rafael Modesto Fernandes Marcia Maria Noya-Rabelo

Introdução

Derrame pericárdico e sangramento mediastinal são complicações frequentes no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Essas condições habitualmente se manifestam nos primeiros dias após o procedimento e demandam nova intervenção cirúgica em uma minoria dos casos.

Este relato descreve uma apresentação atípica de hematoma pericárdico manifestado como dor torácica intensa no 23° dia de pós-operatório, com evolução rápida para instabilidade hemodinâmica. O ecocardiograma desempenhou um papel fundamental no diagnóstico e na condução do caso para um desfecho favorável.

[…]

  • Cirurgia Cardíaca
  • ecocardiografia
  • hematoma pericárdico
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09/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240090 Visualizações 1
Figura 1
Artigo Original

Prevalência de Cardiopatia Fetal em Gestantes Encaminhadas para Serviço Especializado Devido a Alterações Cardíacas no Ultrassom Morfológico

Andressa Pinto Michael et al. Marcelo França Soares Roque Antonio Foresti Marco Otilio Duarte Rodrigues Sandra Mara Witkowski

Resumo

Fundamento:

As Cardiopatias Congênitas (CC) são malformações do coração e/ou dos grandes vasos, sendo a terceira causa de óbito neonatal. Podem ser identificadas intraútero pela Ultrassonografia Morfológica (USGM) e confirmadas pelo Ecocardiograma Fetal (ECF).

Objetivo:

O estudo visa observar se as cardiopatias detectadas no USGM das gestantes assistidas pelo centro de referência materno de uma cidade do sul do Brasil, são confirmadas pelo ECF.

Métodos:

Estudo observacional, descritivo e retrospectivo, realizado de março de 2019 a janeiro de 2023, analisou gestantes da rede pública, atendidas através do Sistema Único de Saúde (SUS), em centro de referência materno de uma cidade do sul do Brasil, com alterações cardíacas na USGM e confirmação por ECF.

Resultados:

Entre as 37 gestantes com suspeita de alteração cardíaca na USGM, 15 casos foram confirmados pelo ECF, resultando em uma concordância diagnóstica de 21,62% (n = 8) entre os dois exames. A Comunicação Interventricular (CIV) foi a cardiopatia mais prevalente, representando 20% dos casos isolados. Dos 15 casos com alteração cardíaca em ECF, dois foram transferidos para um hospital especializado e cinco evoluíram a óbito.

Conclusão:

A alteração cardíaca fetal foi confirmada em menos da metade das gestantes encaminhadas após USGM, com concordância entre os exames em apenas oito casos. A capacitação contínua em USGM reduz custos e transtornos. Profissionais qualificados em ECF são essenciais para o diagnóstico precoce de CC, melhorando a assistência e diminuindo a mortalidade infantil.

  • Cardiopatias Congênitas
  • ecocardiografia
  • Ultrassom Pré-natal
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09/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240102
Figura 1
Editorial

Top 1 da ecografia vascular em 2024: Carotid Plaque-RADS – Um novo sistema de classificação de risco de acidente vascular cerebral

Simone Nascimento dos Santos

Introdução

Muitos artigos na área da ecografia vascular foram publicados em 2024, mas certamente o mais comentado no Brasil ao longo desse ano foi o artigo Carotid Plaque-RADS – A Novel Stroke Risk Classification System, publicado por Saba et al. na JACC Cardiovascular Imaging. Foram reunidos 51 especialistas, pertencentes a 10 países, de diferentes modalidades de imagem vascular. Essa nova proposta de categorização da placa carotídea chamou a atenção de médicos de diversas especialidades, como cardiologistas, neurologistas, radiologistas, ultrassonografistas e cirurgiões vasculares. Discutiremos nesta seção os principais aspectos dessa proposta, comparando-a com outras classificações já existentes.

[…]

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Aterosclerose
  • Placa Aterosclerótica
  • Ultrassonografia
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09/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240110
Figura 1
Editorial

O Uso do X (Ex-Twitter) na Área de Imagem Cardiovascular: Oportunidades e Riscos

Alex dos Santos Felix

Introdução

As mídias sociais transformaram de forma decisiva a maneira como difundimos informações e conhecimento médico, trazendo novas ferramentas digitais para impulsionar o debate científico e ajudar a redesenhar os meios de educação na área de saúde. De uma forma global, o X, ou antigo Twitter, se destaca na área médica como uma plataforma que propicia intenso debate técnico, com grande interação entre pares, permitindo que médicos e outros profissionais de saúde de todos os continentes se conectem para discutir publicações, evidências científicas e dividir experiências clínicas. O X também tem grande importância como um canal para a divulgação de eventos científicos, cursos e congressos. Em estudo recente envolvendo profissionais de saúde de 35 países, Guerra e colaboradores identificaram que o X era a segunda rede social mais acessada (55,1%), ficando apenas atrás do LinkedIn (60,8%). A rapidez na difusão de informações e a interatividade são pontos altos do X, com a possibilidade de aproximar médicos mais jovens, ou que trabalham em instituições de menor complexidade, de profissionais renomados que atuam em grandes centros ao redor do mundo. Essa valiosa troca de experiências constrói um grande “round” virtual, agregando outros profissionais ao debate, permitindo a discussão de conceitos técnicos controversos e casos clínicos desafiadores.

O X foi fundado em 2006, ainda como Twitter, como um ambiente de troca de mensagens curtas, inicialmente limitadas a 140 caracteres, tendo sido estendido para 280 caracteres em 2017, e flexibilizado recentemente para 25.000 caracteres apenas para usuários Premium. Segundo o Digital Report 2024, o Brasil é o segundo país do mundo onde os usuários passam maior tempo online. Existem 245 milhões de usuários no X, com mais de 500 milhões de postagens por dia, sendo o Brasil a quarta maior base de usuários desta plataforma no mundo.

[…]

  • ecocardiografia
  • Mídias sociais
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
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09/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240109
Impacto dos Métodos de Avaliação dos Tempos de Eventos Valvares no Cálculo do Trabalho Miocárdico pela Ecocardiografia
Artigo Original

Impacto dos Métodos de Avaliação dos Tempos de Eventos Valvares no Cálculo do Trabalho Miocárdico pela Ecocardiografia

Marcio Mendes Pereira et al. Francisco das Chagas Monteiro Júnior Sayuri Yamamura

Resumo

Fundamento:

A fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) é o parâmetro tradicional na avaliação da função cardíaca, porém apresenta limitações na detecção precoce de disfunção. O Strain Longitudinal Global (SLG) e o Trabalho Miocárdico (TM) são alternativas promissoras, sendo este último menos influenciado pelas condições de carga. O cálculo do TM depende dos tempos dos eventos valvares (TEV), obtidos por métodos que podem gerar resultados divergentes.

Objetivos:

Comparar o impacto das diferentes formas de aferição dos TEV, sendo elas: análise visual (AV), Doppler tecidual (TDI) e Doppler pulsátil (DP) nos Índice de Trabalho Miocárdico Global (ITMG), Trabalho Miocárdico Construtivo Global (TMCG), Trabalho Miocárdico Desperdiçado Global (TMDG) e Eficiência do Trabalho Miocárdico Global (ETMG).

Método:

Estudo clínico transversal com 35 pacientes saudáveis, que foram submetidos a ecocardiografia entre outubro de 2022 e março de 2023. O TM foi avaliado por meio do software EchoPAC, com aferição dos TEV por AV, TDI e DP. Os resultados foram analisados por testes de ANOVA e Friedman, seguidos de análises post-hoc com nível de significância de 5%.

Resultados:

O ITMG apresentou variação significativa entre os métodos de aferição dos TEV, sendo menor pela AV em comparação ao TDI e DP (p<0,001). Os índices TMCG, TMDG e ETMG não demonstraram diferença estatisticamente significativa entre os métodos.

Conclusões:

O método de aferição dos TEV implica em diferença estatisticamente significativa no ITMG, mas não afeta os demais índices de TM.

  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • ecocardiografia
  • Função ventricular
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05/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240093 Visualizações 1
Figura 1
Relato de Caso

Nem Tudo É o que Parece à Primeira Vista: Imagem Multimodal na Avaliação de Cistos Cardíacos

Carlos Guaman-Valdivieso et al. Julia Aramburu Natalia Lluberas Natalia Huart Gabriel Parma

Resumo

Massas cardíacas, embora raras, podem levar a problemas hemodinâmicos e arrítmicos importantes, mesmo quando benignas. O avanço do exame multimodal refinou o diagnóstico e o entendimento dessas massas. Apresentamos um caso de uma mulher de 85 anos, com dispneia classe II-III (New York Heart Association) há seis meses. O ecocardiograma mostrou uma massa na parede ínfero-lateral basal do ventrículo esquerdo, dilatação grave do átrio esquerdo, e regurgitação mitral moderada. A primeira hipótese era cisto pericárdico, mas o exame de ressonância magnética cardíaca (RMC) revelou uma massa intramiocárdica, e a tomografia computadorizada (TC) sugeriu um cisto hidático. Dados os sintomas não limitantes e o alto risco cirúrgico, decidiu-se pela vigilância ativa. Este caso ilustra a raridade dos cistos cardíacos e o papel essencial do exame multimodal no planejamento diagnóstico e terapêutico.

  • Equinococose
  • Neoplasias Cardíacas
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
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05/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240086 Visualizações 1
Figura 1
Viewpoint

Uma Explosão de Cores, Fauvismo na Ecocardiografia, uma Nova Proposta

Jaime Andres Nieto Zarate et al. Maria Jose Amaya Mahecha

Limitações

Embora o artigo ofereça uma perspectiva intrigante, é necessária uma validação científica para uma aceitação mais ampla do proposto na prática clínica. A conexão entre arte e estudos de imagem na medicina é fascinante, e requer mais investigações para estabelecer sua importância prática e o impacto sobre desfechos dos pacientes.

[…]

  • Cardiologia
  • ecocardiografia
  • Medicina nas Artes
  • Técnicas de Diagnóstico Cardiovascular
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05/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240081
Figura 1
Relato de Caso

Estenose Aórtica Unicúspide: Relato de Caso

Welison Gutherrez Silva e Sousa et al. Julia Lucena Domingues Adriana Teixeira Damasceno Alessandra Edna Teófilo Lemos … Antônio Luiz Júnior Araújo Nelson Lopes Evangelista

Introdução

A valva aórtica unicúspide (VAU) é uma patologia congênita incomum, descrita pela primeira vez por Edwards, em 1958. Constitui malformação rara (principalmente quando comparada a outras anomalias valvares aórticas), com incidência estimada em 0,02% de adultos submetidos a ecocardiografia, e aproximadamente 4% a 5% de pacientes submetidos a cirurgia por estenose aórtica. A ecocardiografia é o método de primeira escolha em seu diagnóstico e definição de repercussões hemodinâmicas. Neste trabalho, relatamos o caso de uma paciente portadora de estenose aórtica sintomática, bem como a descrição de seu diagnóstico e condução terapêutica.

[…]

  • Doenças das Valvas Cardíacas
  • ecocardiografia
  • Estenose da Valva Aórtica
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05/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240087 Visualizações 2
Figura 1
Relato de Caso

Átrio Esquerdo Gigante em Doença Valvar Mitral Reumática

Alice Cunha Darzé et al. Antonio Tito Paladino Filho Amanda Marsiaj Rassi Carlos Eduardo Prazeres … Ibraim Masciarelli Francisco Pinto João Marcelo Caneschi Jose Roberto Tuma da Ponte Junior Paul Salvador Morales Rafael Castro Hendges Tiago Senra

Resumo

O Átrio Esquerdo Gigante (AEG) é uma condição rara e mais comumente relacionada à doença valvar mitral reumática; pode ser confundido com alguns possíveis diagnósticos diferenciais quando ferramentas pouco acuradas são implementadas na sua investigação, podendo acarretar procedimentos desnecessários e particularmente perigosos neste cenário. Métodos de imagem cardíaca, tais como a Ressonância Magnética Cardíaca (RMC) podem ser úteis nesta diferenciação por sua alta resolução espacial, possibilitando tanto o diagnóstico, como a programação da intervenção cirúrgica, caso indicada. A solicitação do método diagnóstico mais acertado, entretanto, requer conhecimento sobre esta condição, levando à sua correta suspeição. Além disso, a escolha pela volumetria em lugar do método biplanar na RMC em casos de grande deformação atrial é mais uma forma de assegurar a acurácia dos valores obtidos.

  • Átrios do Coração
  • Doenças das Valvas Cardíacas
  • Imageamento por Ressonância Magnética
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05/12/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240083 Visualizações 1
As Várias Faces do Prolapso de Valva Mitral Arrítmico: Série de Casos
Artigo Original

As Várias Faces do Prolapso de Valva Mitral Arrítmico: Série de Casos

Yasmim Evelyn Lisboa Barbosa et al. Isadora Wanderley Queiroga de Freitas Evangelista Julyana Maria Ramalho de Sousa Lorena Carvalho Leite Jales … Elisabete Louise de Medeiros Viegas Patrícia Vidal de Negreiros Nóbrega Daniel Moreira Costa Moura Gabriel Pelegrineti Targueta Lilian Amador Resende Renner Augusto Raposo Pereira Guilherme Augusto Teodoro Athayde

Resumo

Fundamento:

Embora seja uma condição comumente benigna, o prolapso de valva mitral (PVM) pode estar associado a risco aumentado de arritmias ventriculares (AV), condição conhecida como prolapso de valva mitral arrítmico (PVMA).

Objetivos:

Apresentar as diversas manifestações do PVMA por meio de casos clínicos que ilustrem os sintomas, os achados no eletrocardiograma (ECG), no Holter de 24h, no ecocardiograma transtorácico (ETT) e na ressonância magnética cardíaca (RMC) desses pacientes, além de discutir as condutas tomadas diante de desfechos clínicos distintos.

Métodos:

Estudo retrospectivo, descritivo e observacional que analisou 5 pacientes com PVMA atendidos entre os anos de 2019 e 2024, sendo investigados, nessa amostra, marcadores de risco elevado para desfechos clínicos graves, sobretudo morte súbita cardíaca (MSC).

Resultados:

Dos 5 pacientes avaliados, a apresentação clínica mais comum foi de palpitações (100% dos casos), seguida por síncopes (40%). Três pacientes (60%) apresentaram arritmia severa ou muito severa no Holter de 24 horas, enquanto 4 (80%) apresentaram disjunção do anel mitral (DAM). Realce tardio positivo foi observado em 2 (40%) pacientes. Em 2 casos (40%), foi indicado implante de cardiodesfibrilador implantável (CDI). Em 1 dos casos, foi optado pela troca valvar mitral, porém sem resolução das arritmias e, por conseguinte, indicada ablação por radiofrequência. Embora descrito na literatura, nenhum caso de MSC foi observado na amostra.

Conclusão:

O PVMA pode apresentar distintas manifestações clínicas, inclusive com desfechos graves. Identificar os marcadores de risco é essencial para o diagnóstico e tratamento precoces dessa condição, objetivando-se reduzir a mortalidade relacionada à MSC nesses pacientes.

  • Arritmias Cardíacas
  • Morte Súbita Cardíaca
  • Prolapso da Valva Mitral
  • Taquicardia Ventricular
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22/11/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240073
Mixoma Atrial em Paciente Adulto Jovem do Sexo Masculino: Relato de Caso e Revisão de Literatura
Relato de Caso

Mixoma Atrial em Paciente Adulto Jovem do Sexo Masculino: Relato de Caso e Revisão de Literatura

Monize Aparecida Gonçalves do Nascimento et al. Eliseu Henrique Bispo Pereira Giovanna Karine Leal Magalhães Laura Souza Mariano … Luana Mireli Carbonera Rodrigues Leonardo Alves Batista Rogério de Paula Garcia Caravante Ayná Emanuelli Alves Barreto

Introdução

Tumores cardíacos são encontrados em 0,001 a 0,3% das autópsias, sendo o mixoma a neoplasia cardíaca mais comum. Aproximadamente 70% surgem no átrio esquerdo próximo ao forame oval e são pedunculados. Seu pedúnculo pode ser curto, limitando sua movimentação, ou pode ser longo, permitindo que o tumor entre e saia do átrio durante o ciclo cardíaco.,

O quadro clínico depende de tamanho, mobilidade e localização. A sintomatologia clássica é relacionada à tríade de Goodwin, que inclui sintomas sistêmicos inespecíficos, embolismo e obstrução intracardíaca. Dentre os sintomas sistêmicos estão dispneia, ortopneia, dispneia paroxística noturna, edema pulmonar, tosse, hemoptise, edema e fadiga, decorrentes principalmente do caráter obstrutivo da neoplasia.,

[…]

  • Átrios do Coração
  • Mixoma Atrial
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardiovasculares
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22/11/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240064 Visualizações 1
Editorial

Inteligência Artificial em Ecocardiografia: O Futuro do Diagnóstico de Precisão

Maria Estefânia Bosco Otto

IA e a Função Sistólica

A fração de ejeção (FE) é um parâmetro essencial para a avaliação da função sistólica. No entanto, sabe-se que historicamente está sujeita à variabilidade interobservador e ao nível de experiência do examinador. Algoritmos baseados em IA apresentam soluções para FE, fornecendo cálculos automatizados e reprodutíveis.3–5 Um estudo pioneiro publicado por He et al., avaliou um sistema de aprendizado profundo (AP) composto por redes neurais convolucionais (RNC), denominado EchoNet-Dynamic flow e comparou as avaliações da FE feitas por IA com medidas realizadas por sonógrafo. Os cardiologistas de referência que checaram estes resultados, não conseguiram diferenciar entre sonógrafo e IA. Mais que isso, os resultados demonstraram que a avaliação pela IA não foi inferior às realizadas por especialistas, com uma diferença menor de 5% na variabilidade. Outras vantagens desse sistema foram a rapidez na execução das medidas e a possibilidade de realizar média de até cinco batimentos cardíacos, melhorando a acurácia do resultado na fibrilação atrial.

Outro parâmetro amplamente utilizado para avaliar a função sistólica na ecocardiografia é a análise do Strain Global Longitudinal (SGL), que não apenas auxilia no diagnóstico da função cardíaca, mas também revela padrões característicos de certas doenças, como a amiloidose. A própria técnica do SGL exige dos equipamentos um treinamento de aprendizado de máquina (AM) para identificação das incidências de janela acústica e delineamento de bordos. No entanto, técnicas de AP por RNC foram capazes de avaliar o SGL mais rapidamente e com menor variabilidade em relação a uma estação de trabalho estabelecida no mercado e utilizada nos laboratórios de ecocardiografia. Recentemente, Kwan et al. avaliaram um sistema de RNC para avaliação do SGL com imagens de equipamentos de duas empresas distintas, concluindo que, além de ter menor variabilidade e boa reprodutibilidade, esse sistema próprio foi capaz de identificar padrões de SGL e diferenciar entre hipertrofia de atleta, amiloidose e miocardiopatia hipertrófica. No entanto, deve-se considerar que a qualidade da obtenção das imagens tanto para avaliação do SGL como para FE deve ser boa, fator que ainda não pode ser realizado pela IA.

[…]

  • diagnóstico
  • ecocardiografia
  • Inteligência Artificial
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Avanços no Tratamento Percutâneo da Valva Tricúspide
Review Article

Avanços no Tratamento Percutâneo da Valva Tricúspide

Marcio Mendes Pereira et al. Maria Estefânia Otto Fernando Melo Netto Fernanda Esteves

Resumo

A regurgitação tricúspide (RT) é uma condição subdiagnosticada e subtratada, muitas vezes associada a prognósticos clínicos adversos, especialmente em pacientes idosos e de alto risco cirúrgico. Com a crescente prevalência da RT e as limitações das abordagens cirúrgicas convencionais, técnicas percutâneas têm emergido como opções promissoras. Este artigo revisa os avanços recentes no tratamento percutâneo da RT, com foco nas novas classificações etiológicas e quantitativas, e explora as indicações e resultados das principais técnicas, incluindo o reparo percutâneo borda a borda e a substituição valvar transcateter. Discutem-se também os desafios anatômicos envolvidos e o papel crucial da ecocardiografia no planejamento e monitorização periprocedimento. Com base nos dados disponíveis, as intervenções percutâneas têm demonstrado eficácia na melhora dos sintomas e na qualidade de vida dos pacientes com RT severa, representando uma alternativa viável para aqueles inaptos à cirurgia convencional.

  • ecocardiografia
  • Regurgitação tricúspide
  • substituição valvar transcateter
  • tratamento percutâneo
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22/11/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240088
Figura 1
Relato de Caso

Rara Apresentação de Anomalia Congênita Anatômica de Artérias Coronárias em Exame de Angiotomografia

Marcello Zapparoli et al. Alexandre Alessi Franco Camargo Zapparoli Mateus Rodrigues Alessi

Introdução

A origem anômala das artérias coronárias representa um grupo heterogêneo de alterações na origem e trajeto destes vasos, variando desde as mais comuns, assintomáticas e de baixo risco, às mais raras e de maior risco que eventualmente podem ser sintomáticas ou ter como primeira manifestação morte súbita., Sua prevalência corresponde a 1,3% dos pacientes submetidos à angiografia coronária, mas esse número pode ser maior dependendo do método diagnóstico e da população selecionada, representando a segunda maior causa de morte súbita em atletas jovens, atrás apenas da cardiomiopatia hipertrófica.,

Dentro desse grupo, as anomalias de coronária que apresentam óstio único estão presentes em uma menor parte da população, cerca de 0,004% a 0,098%. Na maioria das vezes apresentam-se de forma assintomática, mas podem se manifestar com dor torácica, dispneia, palpitação, infarto de miocárdio e morte súbita., A apresentação desta anomalia tem pior prognóstico na presença de trajeto do vaso interarterial (entre a aorta e tronco pulmonar), ângulo de origem agudo e na presença de placa aterosclerótica, alteração essa que tem maior incidência em vasos anômalos, visto o maior estresse na parede arterial., Além de se apresentarem de forma isolada, podem ainda estar associadas a outras alterações como fístulas cardíacas ou à valva aórtica bicúspide.

[…]

  • Angiografia por Tomografia Computadorizada
  • Anomalias dos Vasos Coronários
  • Dor no Peito
  • Variação Anatômica
  • Vasos Coronários
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Figura Central
Artigo Original

As Mulheres do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia: Desafios da Carreira e Família

Marcia Ferreira Alves Barberato et al. Daniela do Carmo Rassi Adenalva Lima de Souza Beck Marly Uellendahl … Samira Saady Morhy Silvio Henrique Barberato

Resumo

Introdução

O grupo de trabalho “DIC Mulheres” foi criado para pesquisar e debater o papel das mulheres que trabalham com imagem cardiovascular no Brasil.

Objetivos

mapear os desafios encontrados pelas mulheres do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia (DIC-SBC) na condução de sua carreira e família.

Métodos

Um questionário com 29 perguntas sobre carreira e família foi disponibilizado entre março e abril de 2024, convidando as mulheres do DIC-SBC a participarem de forma anônima. As perguntas abordaram idade, formação médica, carreira, relações familiares e saúde mental. Os dados obtidos foram descritos na forma de variáveis categóricas em percentagens.

Resultados

Um total de 321 mulheres responderam ao questionário, representando 25% das sócias do DIC. A maioria das respondedoras tem entre 30 e 50 anos e trabalha com ecocardiografia. Cerca de 66% conciliam atividades de imagem com cardiologia clínica, e 47% relatam carga horária superior a 40 horas semanais. Apenas 39% ocupam cargos de chefia, porém, mais de 50% têm produção científica publicada. Em relação à maternidade, 73% são mães e quase a metade delas não interrompeu o trabalho com o nascimento do filho. Em relação à saúde mental, 63% relataram sintomas, sendo o burnout (22%), a ansiedade (17%) e a depressão (17%) os mais comuns.

Conclusões

As mulheres enfrentam desafios para equilibrar carreira e família, com impacto em sua saúde mental. O estudo sugere a necessidade de políticas institucionais de apoio à maternidade, mentorias e criação de programas de saúde mental direcionados a quem trabalha com imagem cardiovascular.

  • Mulheres
  • saúde mental
  • Técnicas de Imagem Cardíaca
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Figura Central
Review Article

Como Eu Faço CAD-RADS 2.0 na Avaliação da Doença Arterial Coronariana por Angiotomografia

Bruno Maeda Fuzissima et al. Roberto Vitor Almeida Torres Renata Muller Couto Lucas de Pádua Gomes de Farias … Bernardo Salgado Pinto Oliveira José de Arimatéia Batista Araújo Filho

Resumo

A doença arterial coronariana (DAC) é causa de dor torácica frequentemente referida em serviços de urgência e consultas eletivas, sendo a principal causa de morte na população mundial. Atualmente, a angiotomografia de coronárias (ATCC) tem indicação consolidada nos algoritmos diagnósticos de angina estável e dor torácica aguda em pacientes de risco baixo ou intermediário. Nesse contexto, o CAD-RADS (Coronary Artery Disease-Reporting and Data System) é um modelo de relatório de ATCC sugerido por um consenso de especialistas publicado em 2016 e atualizado em 2022, cujo objetivo é padronizar a descrição dos achados de imagem, melhorar a comunicação entre o especialista em imagem e o clínico, além de sugerir um planejamento de manejo adequado. Este artigo aborda as categorias propostas pela classificação CAD-RADS, baseadas no grau de estenose, na carga de placa aterosclerótica e nos achados modificadores das anormalidades coronarianas, além de algumas situações de exceção. Através de casos clínicos, exemplos de relatórios estruturados e sugestões de conduta em cenários variados, discutimos os objetivos, vantagens, limitações e potenciais futuros dessa classificação ainda pouco utilizada na nossa prática clínica.

  • Doença da Artéria Coronariana
  • Dor torácica
  • Tomografia
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21/11/2024 DOI: 10.36660/abcimg.20240085

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Hortegal RA, Bihan DL, Mathias MM, Barretto R, Mathias Jr W. Strain do Ventrículo Esquerdo na ICFEp: Uma Visão Prática dos Aspectos Diagnósticos, Resposta ao Exercício e ao Desafio de Pós-carga. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240104.

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Hortegal, Renato A.; Bihan, David Le; Mathias, Mariana Mendes; Barretto, Rodrigo; Mathias Jr, Wilson. Strain do Ventrículo Esquerdo na ICFEp: Uma Visão Prática dos Aspectos Diagnósticos, Resposta ao Exercício e ao Desafio de Pós-carga. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240104, dez. 2024.

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Hortegal, R. A., Bihan, D. L., Mathias, M. M., Barretto, R., & Mathias Jr, W. (2024). Strain do Ventrículo Esquerdo na ICFEp: Uma Visão Prática dos Aspectos Diagnósticos, Resposta ao Exercício e ao Desafio de Pós-carga. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240104.

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Hortegal, Renato A. and Bihan, David Le and Mathias, Mariana Mendes and Barretto, Rodrigo and Mathias Jr, Wilson. Strain do Ventrículo Esquerdo na ICFEp: Uma Visão Prática dos Aspectos Diagnósticos, Resposta ao Exercício e ao Desafio de Pós-carga. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240104. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/strain-do-ventriculo-esquerdo-na-icfep-uma-visao-pratica-dos-aspectos-diagnosticos-resposta-ao-exercicio-e-ao-desafio-de-pos-carga/>. ISSN 2318-8219

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Silveira Neto JG, Campos MB, Mello L, Giffoni MC, Goveia NASB, Nóbrega ACL, Castro RRT, et al. O Impacto Prognóstico das Medidas de Deformação Miocárdica em Pacientes com COVID-19. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240067.

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Silveira Neto, João Giffoni; Campos, Marcello de Brito; Mello, Luiz; Giffoni, Marcela de Castro; Goveia, Natanael Arnor da Silva Barros; Nóbrega, Antonio Claudio Lucas da; Castro, Renata R. T.. O Impacto Prognóstico das Medidas de Deformação Miocárdica em Pacientes com COVID-19. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240067, dez. 2024.

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Silveira Neto, J. G., Campos, M. B., Mello, L., Giffoni, M. C., Goveia, N. A. S. B., Nóbrega, A. C. L. , & Castro, R. R. T. (2024). O Impacto Prognóstico das Medidas de Deformação Miocárdica em Pacientes com COVID-19. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240067.

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Silveira Neto, João Giffoni and Campos, Marcello de Brito and Mello, Luiz and Giffoni, Marcela de Castro and Goveia, Natanael Arnor da Silva Barros and Nóbrega, Antonio Claudio Lucas da and Castro, Renata R. T.. O Impacto Prognóstico das Medidas de Deformação Miocárdica em Pacientes com COVID-19. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240067. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-impacto-prognostico-das-medidas-de-deformacao-miocardica-em-pacientes-com-covid-19/>. ISSN 2318-8219

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Teixeira GCA, Castro BVG, Silva DC, Magalhães T. Como eu Faço a Análise Funcional na Angiotomografia: Perfusão Miocárdica e FFRct. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240113.

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Teixeira, Gustavo Corrêa de Almeida; Castro, Bruno Vicente Gomes de; Silva, Douglas Carli; Magalhães, Tiago. Como eu Faço a Análise Funcional na Angiotomografia: Perfusão Miocárdica e FFRct. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240113, dez. 2024.

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Teixeira, G. C. A., Castro, B. V. G. , Silva, D. C., & Magalhães, T. (2024). Como eu Faço a Análise Funcional na Angiotomografia: Perfusão Miocárdica e FFRct. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240113.

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Teixeira, Gustavo Corrêa de Almeida and Castro, Bruno Vicente Gomes de and Silva, Douglas Carli and Magalhães, Tiago. Como eu Faço a Análise Funcional na Angiotomografia: Perfusão Miocárdica e FFRct. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240113. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-a-analise-funcional-na-angiotomografia-perfusao-miocardica-e-ffrct/>. ISSN 2318-8219

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Brandão SCS. Novo Horizonte na Cardiologia Nuclear Brasileira: O Impacto e as Barreiras do Flurpiridaz-F18. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240118.

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Brandão, Simone Cristina Soares. Novo Horizonte na Cardiologia Nuclear Brasileira: O Impacto e as Barreiras do Flurpiridaz-F18. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240118, dez. 2024.

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Brandão, S. C. S. (2024). Novo Horizonte na Cardiologia Nuclear Brasileira: O Impacto e as Barreiras do Flurpiridaz-F18. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240118.

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Brandão, Simone Cristina Soares. Novo Horizonte na Cardiologia Nuclear Brasileira: O Impacto e as Barreiras do Flurpiridaz-F18. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240118. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/novo-horizonte-na-cardiologia-nuclear-brasileira-o-impacto-e-as-barreiras-do-flurpiridaz-f18/>. ISSN 2318-8219

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Freire EG, Araújo-Filho JAB, Nomura CH. Mudanças Climáticas e Imagem Cardiovascular: Desafios e Oportunidades. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240117.

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Freire, Eduardo Galvão; Araújo-Filho, José Arimateia Batista; Nomura, Cesar Higa. Mudanças Climáticas e Imagem Cardiovascular: Desafios e Oportunidades. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240117, dez. 2024.

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Freire, E. G., Araújo-Filho, J. A. B., & Nomura, C. H. (2024). Mudanças Climáticas e Imagem Cardiovascular: Desafios e Oportunidades. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240117.

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Freire, Eduardo Galvão and Araújo-Filho, José Arimateia Batista and Nomura, Cesar Higa. Mudanças Climáticas e Imagem Cardiovascular: Desafios e Oportunidades. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240117. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mudancas-climaticas-e-imagem-cardiovascular-desafios-e-oportunidades/>. ISSN 2318-8219

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Costa IBSS. Quantificação da Fibrose Miocárdica pela Ressonância Magnética Cardíaca: Avanços, Impactos e Perspectivas. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240114.

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Costa, Isabela Bispo Santos da Silva. Quantificação da Fibrose Miocárdica pela Ressonância Magnética Cardíaca: Avanços, Impactos e Perspectivas. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240114, dez. 2024.

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Costa, I. B. S. S. (2024). Quantificação da Fibrose Miocárdica pela Ressonância Magnética Cardíaca: Avanços, Impactos e Perspectivas. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240114.

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Costa, Isabela Bispo Santos da Silva. Quantificação da Fibrose Miocárdica pela Ressonância Magnética Cardíaca: Avanços, Impactos e Perspectivas. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240114. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/quantificacao-da-fibrose-miocardica-pela-ressonancia-magnetica-cardiaca-avancos-impactos-e-perspectivas/>. ISSN 2318-8219

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Oliveira FC, Kawaoka JR, Leite BF, Azevedo DFC, Fernandes RM, Noya-Rabelo MM. Hematoma Pericárdico com Dor Torácica e Tamponamento em Pós-Operatório Tardio de Cirurgia Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240090.

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Oliveira, Felipe Carvalho de; Kawaoka, Jun Ramos; Leite, Bruno de Freitas; Azevedo, Diogo Freitas Cardoso de; Fernandes, Rafael Modesto; Noya-Rabelo, Marcia Maria. Hematoma Pericárdico com Dor Torácica e Tamponamento em Pós-Operatório Tardio de Cirurgia Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240090, dez. 2024.

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Oliveira, F. C. , Kawaoka, J. R., Leite, B. F., Azevedo, D. F. C. , Fernandes, R. M., & Noya-Rabelo, M. M. (2024). Hematoma Pericárdico com Dor Torácica e Tamponamento em Pós-Operatório Tardio de Cirurgia Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240090.

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Oliveira, Felipe Carvalho de and Kawaoka, Jun Ramos and Leite, Bruno de Freitas and Azevedo, Diogo Freitas Cardoso de and Fernandes, Rafael Modesto and Noya-Rabelo, Marcia Maria. Hematoma Pericárdico com Dor Torácica e Tamponamento em Pós-Operatório Tardio de Cirurgia Cardíaca. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240090. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hematoma-pericardico-com-dor-toracica-e-tamponamento-em-pos-operatorio-tardio-de-cirurgia-cardiaca/>. ISSN 2318-8219

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Michael AP, Soares MF, Foresti RA, Rodrigues MOD, Witkowski SM. Prevalência de Cardiopatia Fetal em Gestantes Encaminhadas para Serviço Especializado Devido a Alterações Cardíacas no Ultrassom Morfológico. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240102.

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Michael, Andressa Pinto; Soares, Marcelo França; Foresti, Roque Antonio; Rodrigues, Marco Otilio Duarte; Witkowski, Sandra Mara. Prevalência de Cardiopatia Fetal em Gestantes Encaminhadas para Serviço Especializado Devido a Alterações Cardíacas no Ultrassom Morfológico. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240102, dez. 2024.

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Michael, A. P., Soares, M. F., Foresti, R. A., Rodrigues, M. O. D., & Witkowski, S. M. (2024). Prevalência de Cardiopatia Fetal em Gestantes Encaminhadas para Serviço Especializado Devido a Alterações Cardíacas no Ultrassom Morfológico. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240102.

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Michael, Andressa Pinto and Soares, Marcelo França and Foresti, Roque Antonio and Rodrigues, Marco Otilio Duarte and Witkowski, Sandra Mara. Prevalência de Cardiopatia Fetal em Gestantes Encaminhadas para Serviço Especializado Devido a Alterações Cardíacas no Ultrassom Morfológico. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240102. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-de-cardiopatia-fetal-em-gestantes-encaminhadas-para-servico-especializado-devido-a-alteracoes-cardiacas-no-ultrassom-morfologico/>. ISSN 2318-8219

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Santos SN. Top 1 da ecografia vascular em 2024: Carotid Plaque-RADS – Um novo sistema de classificação de risco de acidente vascular cerebral. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240110.

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Santos, Simone Nascimento dos. Top 1 da ecografia vascular em 2024: Carotid Plaque-RADS – Um novo sistema de classificação de risco de acidente vascular cerebral. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240110, dez. 2024.

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Santos, S. N. (2024). Top 1 da ecografia vascular em 2024: Carotid Plaque-RADS – Um novo sistema de classificação de risco de acidente vascular cerebral. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240110.

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Santos, Simone Nascimento dos. Top 1 da ecografia vascular em 2024: Carotid Plaque-RADS – Um novo sistema de classificação de risco de acidente vascular cerebral. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240110. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/top-1-da-ecografia-vascular-em-2024-carotid-plaque-rads-um-novo-sistema-de-classificacao-de-risco-de-acidente-vascular-cerebral/>. ISSN 2318-8219

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Felix AS. O Uso do X (Ex-Twitter) na Área de Imagem Cardiovascular: Oportunidades e Riscos. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240109.

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Felix, Alex dos Santos. O Uso do X (Ex-Twitter) na Área de Imagem Cardiovascular: Oportunidades e Riscos. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240109, dez. 2024.

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Felix, A. S. (2024). O Uso do X (Ex-Twitter) na Área de Imagem Cardiovascular: Oportunidades e Riscos. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240109.

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Felix, Alex dos Santos. O Uso do X (Ex-Twitter) na Área de Imagem Cardiovascular: Oportunidades e Riscos. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240109. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-uso-do-x-ex-twitter-na-area-de-imagem-cardiovascular-oportunidades-e-riscos/>. ISSN 2318-8219

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Pereira MM, Monteiro Júnior FC, Yamamura S. Impacto dos Métodos de Avaliação dos Tempos de Eventos Valvares no Cálculo do Trabalho Miocárdico pela Ecocardiografia. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240093.

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Pereira, Marcio Mendes; Monteiro Júnior, Francisco das Chagas; Yamamura, Sayuri. Impacto dos Métodos de Avaliação dos Tempos de Eventos Valvares no Cálculo do Trabalho Miocárdico pela Ecocardiografia. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240093, dez. 2024.

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Pereira, M. M., Monteiro Júnior, F. C., & Yamamura, S. (2024). Impacto dos Métodos de Avaliação dos Tempos de Eventos Valvares no Cálculo do Trabalho Miocárdico pela Ecocardiografia. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240093.

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Pereira, Marcio Mendes and Monteiro Júnior, Francisco das Chagas and Yamamura, Sayuri. Impacto dos Métodos de Avaliação dos Tempos de Eventos Valvares no Cálculo do Trabalho Miocárdico pela Ecocardiografia. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240093. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-dos-metodos-de-avaliacao-dos-tempos-de-eventos-valvares-no-calculo-do-trabalho-miocardico-pela-ecocardiografia/>. ISSN 2318-8219

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Guaman-Valdivieso C, Aramburu J, Lluberas N, Huart N, Parma G. Nem Tudo É o que Parece à Primeira Vista: Imagem Multimodal na Avaliação de Cistos Cardíacos. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240086.

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Guaman-Valdivieso, Carlos; Aramburu, Julia; Lluberas, Natalia; Huart, Natalia; Parma, Gabriel. Nem Tudo É o que Parece à Primeira Vista: Imagem Multimodal na Avaliação de Cistos Cardíacos. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240086, dez. 2024.

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Guaman-Valdivieso, C., Aramburu, J., Lluberas, N., Huart, N., & Parma, G. (2024). Nem Tudo É o que Parece à Primeira Vista: Imagem Multimodal na Avaliação de Cistos Cardíacos. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240086.

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Guaman-Valdivieso, Carlos and Aramburu, Julia and Lluberas, Natalia and Huart, Natalia and Parma, Gabriel. Nem Tudo É o que Parece à Primeira Vista: Imagem Multimodal na Avaliação de Cistos Cardíacos. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240086. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/nem-tudo-e-o-que-parece-a-primeira-vista-imagem-multimodal-na-avaliacao-de-cistos-cardiacos/>. ISSN 2318-8219

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Zarate JAN, Mahecha MJA. Uma Explosão de Cores, Fauvismo na Ecocardiografia, uma Nova Proposta. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240081.

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Zarate, Jaime Andres Nieto; Mahecha, Maria Jose Amaya. Uma Explosão de Cores, Fauvismo na Ecocardiografia, uma Nova Proposta. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240081, dez. 2024.

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Zarate, J. A. N., & Mahecha, M. J. A. (2024). Uma Explosão de Cores, Fauvismo na Ecocardiografia, uma Nova Proposta. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240081.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Zarate, Jaime Andres Nieto and Mahecha, Maria Jose Amaya. Uma Explosão de Cores, Fauvismo na Ecocardiografia, uma Nova Proposta. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240081. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uma-explosao-de-cores-fauvismo-na-ecocardiografia-uma-nova-proposta/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Sousa WGS, Domingues JL, Damasceno AT, Lemos AET, Araújo ALJ, Evangelista NL. Estenose Aórtica Unicúspide: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240087.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sousa, Welison Gutherrez Silva e; Domingues, Julia Lucena; Damasceno, Adriana Teixeira; Lemos, Alessandra Edna Teófilo; Araújo, Antônio Luiz Júnior; Evangelista, Nelson Lopes. Estenose Aórtica Unicúspide: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240087, dez. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sousa, W. G. S. , Domingues, J. L., Damasceno, A. T., Lemos, A. E. T., Araújo, A. L. J., & Evangelista, N. L. (2024). Estenose Aórtica Unicúspide: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240087.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sousa, Welison Gutherrez Silva e and Domingues, Julia Lucena and Damasceno, Adriana Teixeira and Lemos, Alessandra Edna Teófilo and Araújo, Antônio Luiz Júnior and Evangelista, Nelson Lopes. Estenose Aórtica Unicúspide: Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240087. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estenose-aortica-unicuspide-relato-de-caso/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Darzé AC, Paladino Filho AT, Rassi AM, Prazeres CE, Pinto IMF, Caneschi JM, Ponte Junior JRT, et al. Átrio Esquerdo Gigante em Doença Valvar Mitral Reumática. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240083.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Darzé, Alice Cunha; Paladino Filho, Antonio Tito; Rassi, Amanda Marsiaj; Prazeres, Carlos Eduardo; Pinto, Ibraim Masciarelli Francisco; Caneschi, João Marcelo; Ponte Junior, Jose Roberto Tuma da; Morales, Paul Salvador; Hendges, Rafael Castro; Senra, Tiago. Átrio Esquerdo Gigante em Doença Valvar Mitral Reumática. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240083, dez. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Darzé, A. C., Paladino Filho, A. T., Rassi, A. M., Prazeres, C. E., Pinto, I. M. F., Caneschi, J. M., Ponte Junior, J. R. T. , Morales, P. S., Hendges, R. C., & Senra, T. (2024). Átrio Esquerdo Gigante em Doença Valvar Mitral Reumática. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240083.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Darzé, Alice Cunha and Paladino Filho, Antonio Tito and Rassi, Amanda Marsiaj and Prazeres, Carlos Eduardo and Pinto, Ibraim Masciarelli Francisco and Caneschi, João Marcelo and Ponte Junior, Jose Roberto Tuma da and Morales, Paul Salvador and Hendges, Rafael Castro and Senra, Tiago. Átrio Esquerdo Gigante em Doença Valvar Mitral Reumática. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240083. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/atrio-esquerdo-gigante-em-doenca-valvar-mitral-reumatica/>. ISSN 2318-8219

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Barbosa YEL, Evangelista IWQF, Sousa JMR, Jales LCL, Viegas ELM, Nóbrega PVN, Moura DMC, et al. As Várias Faces do Prolapso de Valva Mitral Arrítmico: Série de Casos. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240073.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barbosa, Yasmim Evelyn Lisboa; Evangelista, Isadora Wanderley Queiroga de Freitas; Sousa, Julyana Maria Ramalho de; Jales, Lorena Carvalho Leite; Viegas, Elisabete Louise de Medeiros; Nóbrega, Patrícia Vidal de Negreiros; Moura, Daniel Moreira Costa; Targueta, Gabriel Pelegrineti; Resende, Lilian Amador; Pereira, Renner Augusto Raposo; Athayde, Guilherme Augusto Teodoro. As Várias Faces do Prolapso de Valva Mitral Arrítmico: Série de Casos. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240073, nov. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barbosa, Y. E. L., Evangelista, I. W. Q. F., Sousa, J. M. R. , Jales, L. C. L., Viegas, E. L. M., Nóbrega, P. V. N., Moura, D. M. C., Targueta, G. P., Resende, L. A., Pereira, R. A. R., & Athayde, G. A. T. (2024). As Várias Faces do Prolapso de Valva Mitral Arrítmico: Série de Casos. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240073.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barbosa, Yasmim Evelyn Lisboa and Evangelista, Isadora Wanderley Queiroga de Freitas and Sousa, Julyana Maria Ramalho de and Jales, Lorena Carvalho Leite and Viegas, Elisabete Louise de Medeiros and Nóbrega, Patrícia Vidal de Negreiros and Moura, Daniel Moreira Costa and Targueta, Gabriel Pelegrineti and Resende, Lilian Amador and Pereira, Renner Augusto Raposo and Athayde, Guilherme Augusto Teodoro. As Várias Faces do Prolapso de Valva Mitral Arrítmico: Série de Casos. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240073. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/as-varias-faces-do-prolapso-de-valva-mitral-arritmico-serie-de-casos/>. ISSN 2318-8219

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Nascimento MAG, Pereira EHB, Magalhães GKL, Mariano LS, Rodrigues LMC, Batista LA, Caravante RPG, et al. Mixoma Atrial em Paciente Adulto Jovem do Sexo Masculino: Relato de Caso e Revisão de Literatura. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240064.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Nascimento, Monize Aparecida Gonçalves do; Pereira, Eliseu Henrique Bispo; Magalhães, Giovanna Karine Leal; Mariano, Laura Souza; Rodrigues, Luana Mireli Carbonera; Batista, Leonardo Alves; Caravante, Rogério de Paula Garcia; Barreto, Ayná Emanuelli Alves. Mixoma Atrial em Paciente Adulto Jovem do Sexo Masculino: Relato de Caso e Revisão de Literatura. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240064, nov. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Nascimento, M. A. G. , Pereira, E. H. B., Magalhães, G. K. L., Mariano, L. S., Rodrigues, L. M. C., Batista, L. A., Caravante, R. P. G., & Barreto, A. E. A. (2024). Mixoma Atrial em Paciente Adulto Jovem do Sexo Masculino: Relato de Caso e Revisão de Literatura. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240064.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Nascimento, Monize Aparecida Gonçalves do and Pereira, Eliseu Henrique Bispo and Magalhães, Giovanna Karine Leal and Mariano, Laura Souza and Rodrigues, Luana Mireli Carbonera and Batista, Leonardo Alves and Caravante, Rogério de Paula Garcia and Barreto, Ayná Emanuelli Alves. Mixoma Atrial em Paciente Adulto Jovem do Sexo Masculino: Relato de Caso e Revisão de Literatura. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240064. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mixoma-atrial-em-paciente-adulto-jovem-do-sexo-masculino-relato-de-caso-e-revisao-de-literatura/>. ISSN 2318-8219

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Otto MEB. Inteligência Artificial em Ecocardiografia: O Futuro do Diagnóstico de Precisão. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240095.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Otto, Maria Estefânia Bosco. Inteligência Artificial em Ecocardiografia: O Futuro do Diagnóstico de Precisão. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240095, nov. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Otto, M. E. B. (2024). Inteligência Artificial em Ecocardiografia: O Futuro do Diagnóstico de Precisão. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240095.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Otto, Maria Estefânia Bosco. Inteligência Artificial em Ecocardiografia: O Futuro do Diagnóstico de Precisão. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240095. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/inteligencia-artificial-em-ecocardiografia-o-futuro-do-diagnostico-de-precisao/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Pereira MM, Otto ME, Netto FM, Esteves F. Avanços no Tratamento Percutâneo da Valva Tricúspide. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240088.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pereira, Marcio Mendes; Otto, Maria Estefânia; Netto, Fernando Melo; Esteves, Fernanda. Avanços no Tratamento Percutâneo da Valva Tricúspide. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240088, nov. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pereira, M. M., Otto, M. E., Netto, F. M., & Esteves, F. (2024). Avanços no Tratamento Percutâneo da Valva Tricúspide. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240088.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pereira, Marcio Mendes and Otto, Maria Estefânia and Netto, Fernando Melo and Esteves, Fernanda. Avanços no Tratamento Percutâneo da Valva Tricúspide. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240088. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avancos-no-tratamento-percutaneo-da-valva-tricuspide/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Zapparoli M, Alessi A, Zapparoli FC, Alessi MR. Rara Apresentação de Anomalia Congênita Anatômica de Artérias Coronárias em Exame de Angiotomografia. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240075.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Zapparoli, Marcello; Alessi, Alexandre; Zapparoli, Franco Camargo; Alessi, Mateus Rodrigues. Rara Apresentação de Anomalia Congênita Anatômica de Artérias Coronárias em Exame de Angiotomografia. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240075, nov. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Zapparoli, M., Alessi, A., Zapparoli, F. C., & Alessi, M. R. (2024). Rara Apresentação de Anomalia Congênita Anatômica de Artérias Coronárias em Exame de Angiotomografia. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240075.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Zapparoli, Marcello and Alessi, Alexandre and Zapparoli, Franco Camargo and Alessi, Mateus Rodrigues. Rara Apresentação de Anomalia Congênita Anatômica de Artérias Coronárias em Exame de Angiotomografia. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240075. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/rara-apresentacao-de-anomalia-congenita-anatomica-de-arterias-coronarias-em-exame-de-angiotomografia/>. ISSN 2318-8219

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Barberato MFA, Rassi DC, Beck ALS, Uellendahl M, Morhy SS, Barberato SH. As Mulheres do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia: Desafios da Carreira e Família. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240092.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barberato, Marcia Ferreira Alves; Rassi, Daniela do Carmo; Beck, Adenalva Lima de Souza; Uellendahl, Marly; Morhy, Samira Saady; Barberato, Silvio Henrique. As Mulheres do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia: Desafios da Carreira e Família. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240092, nov. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barberato, M. F. A., Rassi, D. C., Beck, A. L. S., Uellendahl, M., Morhy, S. S., & Barberato, S. H. (2024). As Mulheres do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia: Desafios da Carreira e Família. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240092.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barberato, Marcia Ferreira Alves and Rassi, Daniela do Carmo and Beck, Adenalva Lima de Souza and Uellendahl, Marly and Morhy, Samira Saady and Barberato, Silvio Henrique. As Mulheres do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia: Desafios da Carreira e Família. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240092. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/as-mulheres-do-departamento-de-imagem-cardiovascular-da-sociedade-brasileira-de-cardiologia-desafios-da-carreira-e-familia/>. ISSN 2318-8219

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Fuzissima BM, Torres RVA, Couto RM, Farias LPG, Oliveira BSP, Araújo Filho JAB. Como Eu Faço CAD-RADS 2.0 na Avaliação da Doença Arterial Coronariana por Angiotomografia. ABC Imagem Cardiovascular 2024;37(4):e20240085.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fuzissima, Bruno Maeda; Torres, Roberto Vitor Almeida; Couto, Renata Muller; Farias, Lucas de Pádua Gomes de; Oliveira, Bernardo Salgado Pinto; Araújo Filho, José de Arimatéia Batista. Como Eu Faço CAD-RADS 2.0 na Avaliação da Doença Arterial Coronariana por Angiotomografia. ABC Imagem Cardiovascular, v. 37, n. 4, e20240085, nov. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fuzissima, B. M., Torres, R. V. A., Couto, R. M., Farias, L. P. G. , Oliveira, B. S. P., & Araújo Filho, J. A. B. (2024). Como Eu Faço CAD-RADS 2.0 na Avaliação da Doença Arterial Coronariana por Angiotomografia. ABC Imagem Cardiovascular, 37(4), e20240085.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fuzissima, Bruno Maeda and Torres, Roberto Vitor Almeida and Couto, Renata Muller and Farias, Lucas de Pádua Gomes de and Oliveira, Bernardo Salgado Pinto and Araújo Filho, José de Arimatéia Batista. Como Eu Faço CAD-RADS 2.0 na Avaliação da Doença Arterial Coronariana por Angiotomografia. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2024, vol. 37, n. 4, [citado 2026-10-14], e20240085. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-cad-rads-2-0-na-avaliacao-da-doenca-arterial-coronariana-por-angiotomografia/>. ISSN 2318-8219

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