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  4. 2023, Volume 36, Número 1
Artigo Original

Mecanismos de Adaptação do Coração em Atletas de Elite do Sexo Feminino: Comparação com Indivíduos Sadios e Tempo de Treinamento

José Maria Del Castillo et al. Thiago Boschilia Nemi Sabeh Junior Carlos Antônio da Mota Silveira Djair Brindeiro Filho

Resumo

Fundamento:

O exercício intenso e continuado em atletas provoca fenótipos de remodelamento adaptativo, cujos parâmetros podem ser avaliados pela ecocardiografia convencional, e de deformação miocárdica. Assim, foi comparado o remodelamento miocárdico em atletas do sexo feminino (grupo atletas) com mulheres sedentárias da mesma faixa etária (grupo-controle) e entre atletas com maior e menor tempo de treinamento.

Métodos:

Foram selecionadas 57 futebolistas femininas (grupo atletas) e 25 mulheres sadias sedentárias (grupo-controle). As atletas foram divididas em dois grupos: grupo principal, com 32 atletas, e grupo sub-17, com 25 atletas. Foram determinadas, através de ecocardiografia, as dimensões, a função sistólica e diastólica das câmaras cardíacas e a deformação miocárdica (strain longitudinal, circunferencial, radial e mecânica rotacional), utilizando a estatística Z com significância de p < 0,05.

Resultados:

A idade dos grupos atletas, controle, principal e sub-17 foi de 22,1±6,3; 21,2±5,0; 26,5±5,1; e 16,5±0,6, respectivamente. O peso, o índice de massa corporal e a frequência cardíaca foram menores no grupo atletas. A espessura das paredes, o índice de massa do ventrículo esquerdo (VE), o volume do átrio esquerdo (AE), a fração de ejeção e as dimensões do ventrículo direito (VD) foram maiores no grupo atletas, mas dentro de valores normais. A deformação miocárdica mostrou diminuição do strain radial, da rotação basal, da rotação apical e do twist, sugerindo mecanismo de reserva contrátil. Esses parâmetros foram menores no grupo principal, que também apresentava maior espessura das paredes, maior volume do AE e maior tamanho do VD, sugerindo que o aumento da reserva contrátil se relaciona com maior tempo de treinamento.

Conclusões:

As atletas do sexo feminino com treinamento intenso de longa duração apresentam remodelamento adaptativo das câmaras cardíacas e aumento da reserva contrátil observada em repouso, com esses parâmetros mais acentuados nas atletas com maior tempo de treinamento.

  • Atletas
  • ecocardiografia
  • Remodelamento Atrial
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31/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2023372 Visualizações 2
Editorial

A Imagem Cardiovascular na Avaliação de Atletas

José Roberto Matos-Souza et al. Daniela do Carmo Rassi

O treinamento físico está ligado a uma série de adaptações cardíacas, morfológicas e funcionais chamadas de “coração do atleta”., Pode-se considerar atleta a pessoa jovem ou adulta, amadora ou profissional, que faz exercício físico regularmente e participa de competições desportivas oficiais. As alterações apresentadas dependem da duração, intensidade e do tipo de treino (isotônico em comparação ao isométrico).

Nos últimos anos, um grande número de estudos foi publicado, o que melhorou a nossa capacidade de compreender as características do remodelamento cardíaco fisiológico nos atletas. Entretanto, há lacunas no que diz respeito ao diagnóstico diferencial do coração de atleta, principalmente quando se apresenta com uma expressão mais intensa. Pode ser difícil diferenciar esta condição de doenças cardíacas hereditárias, como a cardiomiopatia hipertrófica, dilatada ou arritmogênica e a não-compactação do ventrículo esquerdo.,

[…]

  • Deformação Miocárdica
  • ecocardiografia
  • Remodelamento Cardíaco
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31/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230015 Visualizações 1
Figura 1
Editorial

Hipótese Sobre a Patogênese de Lesão Subepicárdica Associada à Miocardite

João A. C. Lima et al. David A. Bluemke Joshua Hare Katherine Wu … Leonardo Sara Carlos E. Rochitte

O padrão típico da injúria miocárdica e da fibrose subsequente em pacientes com miocardite viral é subepicárdico. Entretanto, outros padrões de injúria e lesões, conforme detectados pelos estudos utilizando ressonância magnética cardíaca, também ocorrem comumente, incluindo a injúria subendocárdica, que reproduz o padrão da doença cardíaca isquêmica, e lesão circunferencial no meio da parede, vista com mais frequência em pacientes com doença avançada e cardiomiopatias dilatadas. Nos pacientes com miocardite que apresentam arritmias malignas no cenário de função do ventrículo esquerdo (VE) preservada, não é raro encontrar o padrão de lesão subepicárdica na presença de função sistólica do VE normal ou levemente anormal. No entanto, a patogênese da lesão subepicárdica em pacientes com miocardite acompanhada ou não por disfunção significativa do VE ainda não está clara.

Além da miocardite, a lesão miocárdica subepicárdica é encontrada em associação com vários processos de doenças que não são considerados resultantes de injúria miocárdica induzida por vírus. A lista inclui processos de doenças com etiologias díspares, tais como as doenças de Duchenne e de Fabry, a cardiomiopatia chagásica e a doença cardíaca reumática, entre outras.– Portanto, teorias diferentes já foram propostas para explicar esse padrão de formação de lesão em pacientes com patologias diferentes. O aumento de tensão localizada excessiva e alterações de perfusão locais já foram postulados como mecanismos que contribuem para isso, mas não são suficientes para serem considerados mecanismos principais. A tensão da parede calculada é mais alta no nível subendocárdico, e defeitos de perfusão resultantes de isquemia geralmente são subendocárdicos. Após a formação da lesão, a perfusão é diminuída em proporção à redução de densidade capilar (defeito corrigido), mas isso não implica que a isquemia local seja o mecanismo patogenético subjacente à formação de lesão subepicárdica.

[…]

  • COVID-19
  • lesão epicárdica
  • Miocardite
  • Ressonância cardíaca
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31/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230001 Visualizações 2
Editorial

Quantificação Automática da Área da Valva Mitral por Processamento Digital de Imagens: É Realizável?

Edgar Daminello et al. Paulo Pinto Alves Campos Vieira Cláudio Henrique Fischer Marcelo Luiz Campos Vieira

A ecocardiografia, desde as suas descrições iniciais nos anos 1950, evoluiu a cada década com a incorporação de inúmeras técnicas novas, possibilitando a análise cardíaca estrutural a partir de múltiplos planos de observação espacial em tempo real. Isto ocorreu a partir do advento da nanotecnologia, da tecnologia digital, da aplicação de algoritmos modificáveis a partir do conceito de machine learning e deep learning por desenvolvimento da inteligência artificial (IA).– A utilização de IA é uma realidade cada vez maior na medicina como um todo, principalmente nas áreas de imagem operador dependente, como é o caso das imagens obtidas com o emprego da ultrassonografia.

No conceito da análise da confluência de número muito grande de informações (ex.: radiômica, metabolômica, proteômica) para a formação de clusters de dados no intuito da observação integrada do paciente, da formação da medicina de precisão, a IA é empregada de forma racional e organizada. O emprego da IA permite a observação mais rápida, equilibrada e homogênea da aquisição de dados (inputs), no sentido da minimização dos erros inter e intraobservadores.– Na avaliação específica ecocardiográfica, o emprego da IA apresenta possibilidade muito ampla de aplicações, já tendo sido utilizada para a aquisição de informações ecocardiográficas para a quantificação dos volumes e da massa do ventrículo esquerdo, para a análise da função sistólica biventricular, para a segmentação e qualificação das cúspides, anel e aparato valvar mitral, para a análise da fenocópia hipertrófica (atletas, portadores de cardiomiopatia hipertrófica), para a predição do resultado de procedimentos percutâneos hemodinâmicos (ex.: mitraclip). No momento, trabalhamos em projeto em associação com a Universidade de Chicago para a análise por IA de pacientes acometidos por amiloidose cardíaca do tipo transtirretina.

[…]

  • algoritmo
  • diagnóstico automatizado
  • ecocardiografia
  • Inteligência Artificial
  • Valva Mitral
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31/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2023376 Visualizações 1
Review Article

Avaliação Ecocardiográfica do Paciente com Choque Circulatório: Uma Abordagem Contemporânea

Rafael Modesto Fernandes et al. Alexandre Costa Souza Bruno de Freitas Leite Jun Ramos Kawaoka

Resumo

O choque circulatório é caracterizado por um estado de ineficiência da oferta de oxigênio tecidual e disfunção múltipla de órgãos. Necessita de diagnóstico e terapias rápidas e assertivas para redução de sua alta letalidade. O ecocardiograma já se estabeleceu como método fundamental no manejo do paciente com choque circulatório. Auxilia de forma crucial no diagnóstico etiológico, prognóstico, monitorização hemodinâmica e estimativa volêmica desses pacientes, tendo como potenciais vantagens a portabilidade, ausência de contraste ou radiação, baixo custo e avaliação em tempo real e de forma seriada. Em ambiente de UTI, demonstra alta correlação com formas invasivas (cateter de artéria pulmonar) e minimamente invasivas (termodiluição transpulmonar) de monitorização hemodinâmica. Atualmente, outras técnicas, como ultrassom pulmonar e VExUS score, têm se agregado à avaliação ecocardiográfica, tornando o método mais abrangente e acurado. Essas técnicas acrescentam dados relevantes na estimativa da volemia do paciente crítico, influenciando na decisão probabilística de fluidoresponsividade e agregando informações no raciocínio diagnóstico das causas do choque, otimizando o prognóstico desses pacientes. O point of care ultrasound (POCUS) tem como objetivo tornar mais acessível, ao médico não especialista em radiologia, habilidades para se obter informações a beira leito, por meio do ultrassom, que o ajudem na tomada de decisões. Esse artigo aborda as diversas aplicabilidades do ecocardiograma em pacientes com choque circulatório, incluindo avaliação prognóstica e diagnóstico etiológico por meio dos parâmetros encontrados nas principais causas de choque, além da monitorização hemodinâmica, avaliação de fluido-responsividade e utilização prática do ultrassom pulmonar.

  • Choque circulatório
  • diagnóstico
  • Fluido-responsividade
  • Prognóstico
  • Ultrassom pulmonar
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31/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230013 Visualizações 2
Figura 1
Relato de Caso

Coração em Criss-Cross: Um Relato de Caso

Mateus Oliveira Potratz et al. Lorrayne Zonatele Garbo Kamila Pompermaier Pessimilio André Silveira Loss … Crislane Belisario Ambrozim Ana Luiza Teixeira Albert Lima Danielle Lopes Rocha

Resumo

Coração em criss-cross (ou coração entrecruzado) foi descrito pela primeira vez em 1974. Trata-se de uma malformação cardíaca congênita, rara, ocorrendo 8 casos a cada 1.000.000 de crianças, e representando somente 0,1% das malformações congênitas. Os métodos diagnósticos de escolha são o ecocardiograma transtorácico, a ressonância magnética cardíaca (RMC), a angiotomografia (TC) e, eventualmente, o cateterismo cardíaco. Neste relato, descreve-se o caso de um recém-nascido com coração em criss-cross somado à dupla via de saída do ventrículo direito (VD), com vasos mal posicionados, além de comunicação interatrial (CIA), comunicação interventricular (CIV), displasia de valva tricúspide e veia cava superior esquerda persistente. Não se sabe a etiologia exata dessa malformação, mas parece ocorrer pela rotação dos ventrículos em seu eixo longitudinal, não acompanhada das rotações atrial e das valvas atrioventriculares (AV). Esse movimento produz uma alteração das vias de entrada dos ventrículos, determinando que o VD se posicione em plano superior e o esquerdo em plano inferior. Apesar de ainda não se saber a exata causa dessa anomalia, acredita-se que uma alteração genética possa estar levando a esses casos: a mutação do gene Cx43. O diagnóstico do caso em questão foi dado pela ecocardiografia transtorácica e da TC de aorta e artérias pulmonares, que mostraram, além do criss-cross, outras alterações, como dupla via de saída do VD, CIA e CIV amplas.

  • Cardiopatias Congênitas
  • Coração Entrecruzado
  • Ventrículos do coração
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31/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2023282 Visualizações 1
Case Report

Papel da Multimodalidade para o Diagnóstico de Trombose de Prótese no Seguimento Tardio de Pacientes Submetidos a TAVI: Revisão Através de uma Série de Casos

Laila Caroline Oliveira Souza Barbosa Gomes et al. Alexandre Costa Souza Stephanie de Azevedo Drubi Bruna de Mattos Ivo Junqueira … Mariana Lins Baptista Guedes Bezerra Rodrigo Vieira de Melo

Introdução

O primeiro caso registrado de troca valvar aórtica percutânea (transcatheter aortic valve implantation — TAVI) foi realizado por Alan Cribier na França em 2002 e a técnica foi empregada no Brasil em 2008. Desde então, essa modalidade se consolidou e um grande número de pacientes foi abordado por meio dessa técnica. Após mais de 10 anos da primeira TAVI implantada no Brasil, um número crescente de complicações tardias surge no laboratório de imagem cardiovascular com aspectos anatômicos e funcionais desafiadores na prática diária. A trombose tardia de endoprótese aórtica pode ser uma das causas de disfunção no seguimento após TAVI. Essa entidade clínica pode assumir perfil complexo para o diagnóstico preciso e manejo adequado do doente, uma vez que pode ter apresentação variável, que vai desde trombose subclínica de folhetos a sintomas limitantes relacionados a insuficiência cardíaca. O ecocardiograma transesofágico (ETE), o recurso adicional da ecocardiografia 3D e a tomografia computadorizada (TC) de alta resolução têm seu papel complementar no diagnóstico dessa etiologia através da reconstrução anatômica da valva com evidência de espessamento hipoatenuado dos folhetos (hypoattenuated leaflet thickening — HALT) com ou sem redução da mobilidade (hypoattenuation affecting motion — HAM) de um ou mais folhetos da prótese valvar., O risco de eventos embólicos após o diagnóstico de trombose dos folhetos ainda é incerto, especialmente para o sistema nervoso central., Esta série de casos traz dois relatos ilustrativos de endopróteses aórticas com gradientes elevados e aspectos complementares da multimodalidade que direcionam a etiologia para o diagnóstico de trombose tardia de prótese.

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  • Multimodalidade
  • Substituição da Valva Aórtica Transcateter
  • Trombose de prótese
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31/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2023367
Figura 1
Review Article

Como Eu Faço no Coração de Atleta: Avaliação dos Diferentes Tipos de Adaptação ao Exercício

Frederico José Neves Mancuso

Resumo

A prática regular de esportes pode induzir adaptações no coração, sendo essa condição comumente chamada de “coração de atleta”. As alterações observadas incluem dilatação das câmaras cardíacas, aumento da espessura miocárdica, melhora do enchimento ventricular, aumento da trabeculação do ventrículo esquerdo (VE), dilatação da veia cava inferior, entre outras. Essas alterações também podem ser observadas em algumas doenças cardíacas, como cardiomiopatia (CMP) dilatada, hipertrófica e outras. Dessa forma, os exames de imagem cardíaca são fundamentais na identificação dessas alterações e na diferenciação entre o “coração de atleta” e uma possível cardiopatia.

  • cardiomiopatia
  • Coração de atleta
  • ecocardiografia
  • remodelamento cardíaco adaptativo
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31/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230002 Visualizações 1
Figura 1
Relato de Caso

Tromboembolismo Pulmonar Associado com Embolia Paradoxal em um Paciente com Forame Oval Patente

Arthur Barroso Vidal Vilarinho et al. Danielly Bernardes Silva Ana Rosaria Medeiros Peres Rodolfo Loureiro Borges de Souza … Carlos Eduardo de Sousa Amorelli Fábio Lemos Campedelli Luciano Moreira Alves Fabio Augusto Cypreste de Oliveira

Introdução

O forame oval patente (FOP) é uma condição clínico-patológica caracterizada por uma abertura na fossa oval, o que permite a passagem de sangue entre os átrios, presente em cerca de 25% da população adulta, na maioria sem repercussões hemodinâmicas. No entanto, devido à patência desse forame, pode ocorrer o embolismo paradoxal como causa de eventos isquêmicos e, em alguns casos, há indicação de fechamento do forame oval como medida de prevenção secundária para eventos tromboembólicos.

Estudos comprovam a associação entre FOP e diversos quadros clínicos, alguns potencialmente graves, tais como acidente vascular encefálico isquêmico (AVEi) e tromboembolismo pulmonar (TEP).

[…]

  • Embolia Paradoxal
  • Embolia Pulmonar
  • Forame Oval
  • Infarto do baço
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24/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2023347 Visualizações 1
Review Article

Como Eu Faço o Ecocardiograma na Anemia Falciforme

João Carlos Moron Saes Braga et al. Fábio Villaça Guimarães Filho Alexandre Rodrigues Raphael Aparecido Barreto

Resumo

A doença falciforme (DF) notabiliza-se como problema global de saúde pública, caracterizando-se pela mudança da hemácia para a forma de foice, além da anemia crônica verifica-se alteração da reologia dos glóbulos vermelhos, ocasionando um cenário de inflamação e estresse oxidativo, fazendo da DF uma enfermidade multissistêmica. O débito cardíaco (DC) encontra-se elevado, acarretando aumento das câmaras cardíacas globalmente e hipertrofia miocárdica tipo excêntrica. Essas alterações cardíacas eram atribuídas apenas a reações adaptativas ao estado anêmico crônico. Estudos recentes reconhecem de maneira patente a associação com hipertensão pulmonar (HP), disfunção diastólica do ventrículo esquerdo, arritmias e morte súbita; e, nesse contexto, surge recentemente a hipótese da existência de uma cardiomiopatia falcêmica, caracterizada por disfunção diastólica e fisiologia restritiva. O ecocardiograma configura como instrumento fundamental na determinação dos volumes cavitários, da função diastólica e da estimativa da pressão pulmonar, e constitui recurso valioso no diagnóstico e na condução terapêutica na síndrome torácica aguda. A utilização do strain miocárdico, as variáveis rotacionais, o trabalho miocárdico e a ecocardiografia 3D podem ser utilizados na tentativa de auxiliar a identificação precoce dos pacientes que estão sob maior risco de desenvolverem complicações e morte relacionada à DF.

  • Anemia Falciforme
  • ecocardiografia
  • Hipertensão Pulmonar
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24/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230009 Visualizações 2
Original Article

Achados Tomográficos Incidentais de Calcificações Coronarianas: Um Estudo de Prevalência na Região Sul do Brasil

Karen Rafaela Okaseski Scopel et al. Tássia Machado Medeiros Bibiana Natalia Porto Maicá Maria Carbonari Velho … Mariana Motta Dias da Silva Juliane Nascimento Mattos Guilherme Galante Heuser Eliane Roseli Winkelmann

Resumo

Fundamento

As calcificações de artérias coronárias (CAC) mostram-se como fator preditivo de doenças cardiovasculares (DCV). A tomografia computadorizada (TC) de tórax com protocolo de aquisição de baixa dose apresenta acurácia na identificação de CAC e propicia achados incidentais dessas calcificações, que são comumente negligenciados. Este estudo analisará a prevalência de achados incidentais de calcificação em artérias coronárias em indivíduos não cardiopatas submetidos à TC de tórax.

Métodos

Estudo transversal consecutivo de caráter analítico e descritivo. Foram incluídos indivíduos de ambos os sexos que realizaram TC de tórax por encaminhamento, acima de 18 anos e não cardiopatas. A coleta de dados foi realizada por meio de prontuários e ficha de anamnese auto aplicada. As variáveis referentes às CAC e à extensão do comprometimento foram obtidas a partir da reavaliação das imagens de TC de tórax disponíveis no sistema da instituição. Os exames foram anonimizados e avaliados por dois médicos radiologistas experientes. Considerou-se como estatisticamente significativo p≤0,05.

Resultados

Foram analisados 397 exames. Encontrou-se prevalência de calcificações em 176 (44%) dos casos. A existência dessas calcificações coronárias está relacionada à idade (p<0,001). As calcificações possuem relação com o sexo (p = 0,03) com maior razão de chance de desenvolvimento em homens (odds ratio [OR] = 1,55). O tabagismo (p<0,001), o sedentarismo (p<0,001), a hipertensão arterial sistêmica (p<0,001), o diabetes mellitus (p = 0,04) e as dislipidemias (p<0,001) mostraram associação positiva.

Conclusão

A prevalência de achados incidentais de CAC foi de 44%; variam em maior número entre leve e grave; maior razão de chance no sexo masculino e aumento da prevalência com a idade. Portanto, a TC de tórax mostra-se um efetivo método para avaliar as CAC, e juntamente com a história clínica do paciente pode ser utilizada para medir os fatores de risco para doenças cardiovasculares e intervir no desfecho do quadro.

  • Achados Incidentais
  • Calcificação Vascular
  • Tomografia Computadorizada por Raios X
  • Vasos Coronários
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24/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2023368 Visualizações 2
Editorial

Visão do Clínico na Insuficiência Tricúspide: O que Eu Preciso Saber? Quando Intervir?

Tiago Bignoto

A disfunção da valva tricúspide durante muito tempo foi considerada uma situação clínica benigna, mas com o avanço dos métodos diagnósticos por imagem e uma melhor estratificação clínica dos pacientes portadores de cardiopatia estrutural, a adequada classificação de uma regurgitação tricúspide passou a ser fundamental na tomada de decisão em um ambiente de Heart Team.

A primeira avaliação a ser levada em consideração é a etiologia da disfunção. Tendo baixa prevalência, a etiologia primária, principalmente por causas reumáticas e congênitas, tem seu fluxograma de intervenção bem estabelecido, baseado principalmente na presença de sintomas ou repercussão hemodinâmica do lado direito do coração.

[…]

  • Doença das Valvas Cardíacas
  • Insuficiência da Valva Tricúspide
  • Valva Tricúspide
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24/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230005 Visualizações 2
Figura 1
Original Article

Medição Automática de Valva Mitral a Partir de Ecocardiograma Utilizando Processamento Digital de Imagens

Genilton de França Barros Filho et al. Israel Solha Ewerton Freitas de Medeiros Alex dos Santos Felix … André Luiz Cerqueira de Almeida José Carlos de Lima Júnior Marcelo Dantas Tavares de Melo Marcelo Cavalcanti Rodrigues

Resumo

Fundamento

A avaliação da área valvar mitral por meio da reconstrução multiplano na ecocardiografia tridimensional é restrita a softwares específicos e à experiência dos ecocardiografistas. Eles precisam selecionar manualmente o frame do vídeo que contenha a área de abertura máxima da valva mitral, dimensão fundamental para a identificação de estenose mitral.

Objetivo

Automatizar o processo de determinação da área de abertura máxima da valva mitral, por meio da aplicação de Processamento Digital de Imagens (PDI) em exames de ecocardiograma, desenvolvendo um algoritmo aberto com leitura de vídeo no formato avi.

Método

Este estudo piloto observacional transversal foi realizado com vinte e cinco exames diferentes de ecocardiograma, sendo quinze com abertura normal e dez com estenose mitral reumática. Todos os exames foram realizados e disponibilizados por dois especialistas, com autorização do Comitê de Ética em Pesquisa, que utilizaram dois modelos de aparelhos ecocardiográficos: Vivid E95 (GE Healthcare) e Epiq 7 (Philips), com sondas multiplanares transesofágicas. Todos os vídeos em formato avi foram submetidos ao PDI através da técnica de segmentação de imagens.

Resultados

As medidas obtidas manualmente por ecocardiografistas experientes e os valores calculados pelo sistema desenvolvido foram comparados utilizando o diagrama de Bland-Altman. Observou-se maior concordância entre valores no intervalo de 0,4 a 2,7 cm2.

Conclusão

Foi possível determinar automaticamente a área de máxima abertura das valvas mitrais, tanto para os casos advindos da GE quanto da Philips, utilizando apenas um vídeo como dado de entrada. O algoritmo demonstrou economizar tempo nas medições quando comparado com a mensuração habitual.

  • ecocardiografia
  • Processamento de Imagem Assistida por Computador
  • Valvar Mitral
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24/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2023371 Visualizações 1
Figura 1
Editorial

Cardiopatia Induzida por Radioterapia: O que Podemos Avaliar?

Marcelo Goulart Paiva

A radioterapia (RT) faz parte do tratamento oncológico desde 1899, sendo utilizada atualmente em mais de 50% dos pacientes. Tumores de mama, pulmão, esôfago e linfomas são frequentemente submetidos ao tratamento por RT, apresentando melhora na sobrevida total e livre de doença. Por outro lado, ao incluirmos estruturas mediastinais como coração e os vasos próximos, observamos, em 10 a 30% dos pacientes, a ocorrência de eventos cardiovasculares adversos após 5 a 10 anos, designados de cardiopatia induzida por radioterapia (CIRT).,

O espectro da CIRT inclui doenças pericárdicas, doença arterial coronariana, doença orovalvar, cardiomiopatia, anormalidades de condução e disautonomia, levando a aumento da morbidade e mortalidade cardiovasculares nos sobreviventes.

[…]

  • Cardiotoxicidade
  • ecocardiografia
  • Radioterapia
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24/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2023358 Visualizações 3
Figura 1
Relato de Caso

Importância da Ecocardiografia no Diagnóstico Diferencial da Regurgitação Mitral Reumática em Crianças E Adolescentes

Camila Magalhães Silva et al. Maik Arantes Fátima Derlene da Rocha Araújo Adriana Furletti Machado Guimarães Zilda Maria Alves Meira

Introdução

A regurgitação mitral (RM) pode ser decorrente de anormalidades em diferentes locais do aparato valvar (cúspides, ânulo, cordas tendíneas e músculos papilares), podendo ser de etiologia congênita ou adquirida. A RM pode ser classificada ainda em primária, quando resultante de deformidade estrutural valvar, ou secundária, quando relacionada à outra doença cardíaca ou sistêmica. Em nosso meio, a principal causa de RM em escolares e adolescentes ainda é de causa adquirida. Dentre elas podemos citar a febre reumática (FR) e a endocardite bacteriana, que devem ser levadas em consideração no diagnóstico diferencial., Porém, anomalias congênitas, como prolapso de valva mitral (VM), cleft mitral (CM), VM em paraquedas e, muito raramente, fissura isolada da VM (FIVM) devem ser afastadas., O diagnóstico etiológico da RM é muito importante para determinar o tratamento correto, uma vez que este pode ser clínico ou cirúrgico, com correção definitiva da lesão.

Apresentamos o relato de um escolar com quadro clínico e ecocardiográfico inicialmente diagnosticado como FR aguda, demonstrando a importância da ecocardiografia no diagnóstico diferencial posterior da RM.

[…]

  • Diagnóstico Diferencial
  • ecocardiografia
  • Febre Reumática
  • Insuficiência da Valva Mitral
  • Pediatria
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24/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2023360 Visualizações 1
Review Article

O Emprego do Strain do Átrio Esquerdo na Análise da Função Diastólica do VE: Pronto para o Uso?

Antonio Amador Calvilho Júnior et al. Jorge Eduardo Assef João Moron Saes Braga Andrea de Andrade Vilela … Antonio Tito Paladino Filho Gustavo Nishida

Resumo

A dilatação do átrio esquerdo (AE) é um indicador comum da disfunção diastólica, e sua análise por meio do cálculo de seu volume reflete os efeitos cumulativos das pressões de enchimento do VE. Entretanto, o aumento do volume do AE não é exclusivo da disfunção diastólica, sendo observado também em outras condições clínicas. Assim, a avaliação do strain do AE permite um estudo funcional dessa câmara, complementando a análise morfológica pelo volume.

O strain do AE medido pela técnica de speckle tracking traz informações sobre as funções reservatório, conduto e contrátil do átrio esquerdo e está relacionado à função do VE. Além disso, as alterações no strain do AE precedem as alterações volumétricas em quase uma década e correlacionam-se inversamente com o grau de fibrose do AE — isso tem importante relação com a disfunção diastólica e sua graduação. Apesar de ser insuficiente para explicar sua totalidade, a fibrose do AE pode justificar parcialmente as alterações funcionais desta câmara cardíaca e favorece o uso dessa variável como complemento aos atuais protocolos de análise da função diastólica.

Embora ainda sejam necessários mais estudos para estabelecer outras aplicabilidades clínicas, o strain do AE possui grande destaque na análise da função diastólica e já pode ser considerado pronto para uso e com grande potencial para melhorar a avaliação da função cardíaca.

  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • ecocardiografia
  • Miocárdio
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24/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2022357 Visualizações 1
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Como Eu Faço a Avaliação Pós-Intervenções Tricúspides: Dicas e Truques

Bruna Morhy Borges Leal Assunção et al. Arthur Cortez Gonçalves Lucas Velloso Dutra Renata de Sá Cassar

A regurgitação tricúspide (RT) importante está associada à alta morbidade e mortalidade. Como o tratamento cirúrgico da RT isolada tem sido associado à alta mortalidade, as intervenções transcateter na valva tricúspide (VT) têm sido utilizadas para o seu tratamento, com risco relativamente mais baixo. Há um atraso na intervenção da RT e provavelmente está relacionado a uma compreensão limitada da anatomia da VT e do ventrículo direito, além da subestimação da gravidade da RT. Nesse cenário, faz-se necessário o conhecimento anatômico abrangente da VT, a fisiopatologia envolvida no mecanismo de regurgitação, assim como a sua graduação mais precisa. A VT tem peculiaridades anatômica, histológica e espacial que fazem a sua avalição ser mais complexa, quando comparado à valva mitral, sendo necessário o conhecimento e treinamento nas diversas técnicas ecocardiográficas que serão utilizadas frequentemente em combinação para uma avaliação precisa.

Esta revisão descreverá a anatomia da VT, o papel do ecocardiograma no diagnóstico, graduação e fisiopatologia envolvida na RT, as principais opções atuais de tratamento transcateter da RT e a avaliação do resultado após intervenção transcateter por meio de múltiplas modalidades ecocardiográficas.

  • Regurgitação tricúspide
  • transcateter
  • Valva Tricúspide
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07/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230006 Visualizações 1
Figura 1
Editorial

Imagem Não Invasiva Contemporânea na Síndrome Coronariana Crônica: O que a Ressonância Magnética Cardiovascular de Estresse Tem a Oferecer

Isabella Leo et al. Laura Torres Araujo Chiara Bucciarelli-Ducci

A imagem cardíaca não invasiva possui um papel diagnóstico e prognóstico estabelecido em pacientes com doença cardíaca isquêmica suspeita ou conhecida, e a tecnologia de imagem evoluiu tem evoluído significativamente ao longo dos anos. A ressonância magnética cardiovascular (RMC) surgiu como uma modalidade robusta de imagem diagnóstica e prognóstica e atualmente representa uma alternativa válida a outras técnicas existentes e bem validadas, mas também surgiu como uma possível estratégia de primeira linha.

As principais diretrizes de prática clínica têm cada vez mais incorporado a RMC de estresse como um teste clínico indicado para pacientes com dor torácica. A RMC de estresse recebeu recomendação de classe I pela primeira vez nas diretrizes da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC) de 2014 para revascularização, seguidas pelas diretrizes da ESC de 2017 no diagnóstico e tratamento do infarto do miocárdio com elevação do segmento ST, que tem recomendado a RMC como um teste alternativo para a função ventricular esquerda quando a ecocardiografia é subótima, mas também para a avaliação da viabilidade miocárdica e isquemia. As diretrizes da American Heart Association (AHA)/American College of Cardiology (ACC) recentemente publicadas em 2021 também indicam a RMC de estresse com recomendação de classe I para pacientes com dor torácica aguda e crônica e risco intermediário de doença arterial coronariana (DAC) ( ).

[…]

  • Imagem Cardiovascular
  • Imagem de Estresse
  • Ressonância Magnética Cardiovascular
  • Síndrome Coronariana Crônica
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06/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230004
Review Article

Como eu Faço o Strain Longitudinal do Ventrículo Direito com Softwares Automatizados 2D e 3D

Lucas Arraes de França et al. Lucas Velloso Dutra

Resumo

A análise da deformação miocárdica ventricular direita tem surgido como uma ferramenta diagnóstica importante na detecção de disfunção sistólica ventricular direita inicial não detectada pelas técnicas ecocardiográficas convencionais. Além disso, é capaz de trazer informações diagnósticas e prognósticas adicionais aos parâmetros tradicionais de avaliação da função sistólica ventricular direita em diversas patologias. O método ecocardiográfico de escolha para sua avaliação é o strain longitudinal derivado do speckletracking. Ele tem se mostrado mais sensível para pequenas mudanças na função sistólica quando comparado à excursão sistólica do plano do anel tricúspide, estudo da onda s´ao Doppler tecidual do anel tricúspide e variação da área fracional do ventrículo direito. O avanço da inteligência artificial e a presença de softwares com análise automatizada entram neste cenário visando tornar a aplicabilidade do método mais simples, rápida e com menor variabilidade inter e intraobservador. O objetivo deste artigo de revisão é demonstrar o passo a passo da técnica, desde a otimização e aquisição de imagens até a interpretação dos resultados, com figuras ilustrativas de casos selecionados.

  • Disfunção Ventricular Direita
  • ecocardiografia
  • Insuficiência Cardíaca
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06/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230010
Figura 1
Relato de Caso

Fístula Coronário-cavitária com Aneurisma em Seu Trajeto: Relato de Caso de Tratamento Percutâneo

Carlos Alberto de Jesus et al. Edileide de Barros Correia Líria Maria Lima da Silva Ibraim Masciarelli Francisco Pinto … Mercedes Del Rosario Maldonado Andrade Andrezza Lobo de Alencar Marcelo Silva Ribeiro

Resumo

Discorre-se o caso de uma paciente de 29 anos com palpitações, dor torácica e dispneia aos esforços, com diagnóstico de fístula coronariana direita e submetida à correção percutânea de trajeto fistuloso com prótese Amplatzer.

  • Aneurisma Coronário
  • Anomalias dos Vasos Coronários
  • fístula vascular
  • Malformação Cardiovascular
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06/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2022364 Visualizações 1
Editorial

Como a Avaliação da Reserva de Fluxo Miocárdico pela Medicina Nuclear Pode Mudar a Interpretação da Cintilografia Miocárdica de Perfusão?

Ronaldo de Souza Leão Lima

A cintilografia de perfusão miocárdica (CPM) com tomografia computadorizada por emissão de fóton único (SPECT) é importante para o diagnóstico e avaliação prognóstica em pacientes com doença arterial coronariana (DAC). A CPM avalia a presença, extensão e grau de isquemia miocárdica e/ou infarto geralmente por meio de observação visual ou parâmetros semiquantitativos. Apesar de seus valores diagnóstico e prognóstico comprovados, a natureza relativa das imagens de perfusão pode limitar a capacidade da SPECT de identificar pacientes com DAC multiarterial de alto risco. Essas limitações, que dizem respeito à avaliação visual ou semiquantitativa de defeitos regionais de perfusão miocárdica, podem resultar em subestimação ou diagnóstico errôneo devido a isquemia “balanceada”.

Essa limitação pode ser superada pela quantificação do fluxo sanguíneo miocárdico (FSM) ou a reserva de fluxo miocárdico (RFM) usando a cinética dos traçadores na tomografia por emissão de pósitrons (PET). , A PET é um método não invasivo bem validado para quantificação da perfusão miocárdica, demonstrando um poder incremental de diagnóstico e prognóstico quando comparada à CPMem pacientes com suspeita ou DAC conhecida. , Assim, a PET é considerada padrão-ouro para quantificação não invasiva de FSM e RFM. – No entanto, a produção de traçadores próprios para a PET tem custos elevados e a tecnologia ainda não está disponível em muitos países.

[…]

  • Cintilografia
  • diagnóstico
  • Doença das Coronárias
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06/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2023363
Relato de Caso

Falência do Dispositivo Noblestitch após Encerramento Percutâneo de Foramen Ovale Patente em um Caso de Síndrome de Platipneia-Ortodeoxia: Será Este Dispositivo para Todos os Doentes?

Ana Rita Moura et al. Mariana Silva Alberto Rodrigues João Carlos Silva … José Ribeiro Daniel Caeiro Jorge Casanova Ricardo Fontes-Carvalho

Introdução

O forame oval patente (FOP) é uma lesão cardíaca congênita comum, correspondendo a uma comunicação interatrial fetal normal que tipicamente fecha com a fusão do septum primum ao septum secundum após o nascimento. Quando persiste, o forame oval geralmente é assintomático e benigno, sem necessidade de tratamento. Em casos raros, pode ter implicação na patogênese de algumas doenças como a síndrome de platipneia-ortodeóxia (SPO). Nesse contexto, pode ser indicado o fechamento do FOP.

Vários dispositivos de oclusão tradicionalmente baseados em disco duplo demonstraram que o fechamento percutâneo do FOP é possível. Apesar da eficácia comprovada, o uso destes dispositivos não é tecnicamente viável para alguns pacientes. Além disso, eles têm o potencial de causar algumas complicações. NobleStitch EL (NS) é uma técnica alternativa de fechamento percutâneo do FOP disponível na Europa, com marcação comissão europeia (CE) para sutura cardiovascular e fechamento de FOP, e nos EUA, com liberação da Food and Drug Administration (FDA) para sutura vascular e cardiovascular. Consiste em um sistema “sem dispositivos” com dois cateteres dedicados para colocação de sutura. , Até o momento, a experiência com o dispositivo NS é limitada e ainda faltam informações sobre determinantes de falha, o que ajudaria na seleção de pacientes. –

[…]

  • Cardiopatias Congênitas
  • Forame Oval Patente
  • NobleStich/métodos
  • Septo Interatrial
  • Síndrome Platipneia-Ortodeoxia
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06/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2022309
Review Article

Como eu Faço Avaliação Ecocardiográfica de Pericardite Constritiva

Débora Freire Ribeiro Rocha et al. Ana Caroline Reinaldo de Oliveira Verena Nunes e Silva João Batista Masson Silva

Resumo

A pericardite constritiva (PC) é uma condição na qual a cicatrização e perda de elasticidade do pericárdio resultam em enchimento ventricular prejudicado, disfunção diastólica e insuficiência cardíaca direita. O diagnóstico dessa patologia é desafiador, sendo frequente a necessidade de técnicas de imagem multimodal, dentre as quais a ecocardiografia representa a modalidade de imagem inicial para a avaliação diagnóstica, além de permitir a diferenciação da PC da cardiomiopatia restritiva (CMR) e outras condições que mimetizam constrição.

  • Insuficiência Cardíaca
  • Pericárdio
  • Pericardite constritiva
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06/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2022366 Visualizações 2

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Castillo JMD, Boschilia T, Sabeh Junior N, Silveira CAM, Brindeiro Filho D. Mecanismos de Adaptação do Coração em Atletas de Elite do Sexo Feminino: Comparação com Indivíduos Sadios e Tempo de Treinamento. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(1):e372.

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Castillo, José Maria Del; Boschilia, Thiago; Sabeh Junior, Nemi; Silveira, Carlos Antônio da Mota; Brindeiro Filho, Djair. Mecanismos de Adaptação do Coração em Atletas de Elite do Sexo Feminino: Comparação com Indivíduos Sadios e Tempo de Treinamento. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 1, e372, mar. 2023.

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Castillo, J. M. D., Boschilia, T., Sabeh Junior, N., Silveira, C. A. M., & Brindeiro Filho, D. (2023). Mecanismos de Adaptação do Coração em Atletas de Elite do Sexo Feminino: Comparação com Indivíduos Sadios e Tempo de Treinamento. ABC Imagem Cardiovascular, 36(1), e372.

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Castillo, José Maria Del and Boschilia, Thiago and Sabeh Junior, Nemi and Silveira, Carlos Antônio da Mota and Brindeiro Filho, Djair. Mecanismos de Adaptação do Coração em Atletas de Elite do Sexo Feminino: Comparação com Indivíduos Sadios e Tempo de Treinamento. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e372. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mecanismos-de-adaptacao-do-coracao-em-atletas-de-elite-do-sexo-feminino-comparacao-com-individuos-sadios-e-tempo-de-treinamento/>. ISSN 2318-8219

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Matos-Souza JR, Rassi DC. A Imagem Cardiovascular na Avaliação de Atletas. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(1):e20230015.

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Matos-Souza, José Roberto; Rassi, Daniela do Carmo. A Imagem Cardiovascular na Avaliação de Atletas. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 1, e20230015, mar. 2023.

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Matos-Souza, J. R., & Rassi, D. C. (2023). A Imagem Cardiovascular na Avaliação de Atletas. ABC Imagem Cardiovascular, 36(1), e20230015.

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Matos-Souza, José Roberto and Rassi, Daniela do Carmo. A Imagem Cardiovascular na Avaliação de Atletas. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230015. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-imagem-cardiovascular-na-avaliacao-de-atletas/>. ISSN 2318-8219

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Lima JAC, Bluemke DA, Hare J, Wu K, Sara L, Rochitte CE. Hipótese Sobre a Patogênese de Lesão Subepicárdica Associada à Miocardite. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(1):e20230001.

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Lima, João A. C.; Bluemke, David A.; Hare, Joshua; Wu, Katherine; Sara, Leonardo; Rochitte, Carlos E.. Hipótese Sobre a Patogênese de Lesão Subepicárdica Associada à Miocardite. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 1, e20230001, mar. 2023.

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Lima, J. A. C., Bluemke, D. A., Hare, J., Wu, K., Sara, L., & Rochitte, C. E. (2023). Hipótese Sobre a Patogênese de Lesão Subepicárdica Associada à Miocardite. ABC Imagem Cardiovascular, 36(1), e20230001.

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Lima, João A. C. and Bluemke, David A. and Hare, Joshua and Wu, Katherine and Sara, Leonardo and Rochitte, Carlos E.. Hipótese Sobre a Patogênese de Lesão Subepicárdica Associada à Miocardite. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230001. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hipotese-sobre-a-patogenese-de-lesao-subepicardica-associada-a-miocardite/>. ISSN 2318-8219

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Daminello E, Vieira PPAC, Fischer CH, Vieira MLC. Quantificação Automática da Área da Valva Mitral por Processamento Digital de Imagens: É Realizável?. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(1):e376.

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Daminello, Edgar; Vieira, Paulo Pinto Alves Campos; Fischer, Cláudio Henrique; Vieira, Marcelo Luiz Campos. Quantificação Automática da Área da Valva Mitral por Processamento Digital de Imagens: É Realizável?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 1, e376, mar. 2023.

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Daminello, E., Vieira, P. P. A. C., Fischer, C. H., & Vieira, M. L. C. (2023). Quantificação Automática da Área da Valva Mitral por Processamento Digital de Imagens: É Realizável?. ABC Imagem Cardiovascular, 36(1), e376.

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Daminello, Edgar and Vieira, Paulo Pinto Alves Campos and Fischer, Cláudio Henrique and Vieira, Marcelo Luiz Campos. Quantificação Automática da Área da Valva Mitral por Processamento Digital de Imagens: É Realizável?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e376. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/quantificacao-automatica-da-area-da-valva-mitral-por-processamento-digital-de-imagens-e-realizavel/>. ISSN 2318-8219

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Fernandes RM, Souza AC, Leite BF, Kawaoka JR. Avaliação Ecocardiográfica do Paciente com Choque Circulatório: Uma Abordagem Contemporânea. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(1):e20230013.

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Fernandes, Rafael Modesto; Souza, Alexandre Costa; Leite, Bruno de Freitas; Kawaoka, Jun Ramos. Avaliação Ecocardiográfica do Paciente com Choque Circulatório: Uma Abordagem Contemporânea. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 1, e20230013, mar. 2023.

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Fernandes, R. M., Souza, A. C., Leite, B. F., & Kawaoka, J. R. (2023). Avaliação Ecocardiográfica do Paciente com Choque Circulatório: Uma Abordagem Contemporânea. ABC Imagem Cardiovascular, 36(1), e20230013.

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Fernandes, Rafael Modesto and Souza, Alexandre Costa and Leite, Bruno de Freitas and Kawaoka, Jun Ramos. Avaliação Ecocardiográfica do Paciente com Choque Circulatório: Uma Abordagem Contemporânea. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230013. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-ecocardiografica-do-paciente-com-choque-circulatorio-uma-abordagem-contemporanea/>. ISSN 2318-8219

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Potratz MO, Garbo LZ, Pessimilio KP, Loss AS, Ambrozim CB, Lima ALTA, Rocha DL, et al. Coração em Criss-Cross: Um Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(1):e282.

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Potratz, Mateus Oliveira; Garbo, Lorrayne Zonatele; Pessimilio, Kamila Pompermaier; Loss, André Silveira; Ambrozim, Crislane Belisario; Lima, Ana Luiza Teixeira Albert; Rocha, Danielle Lopes. Coração em Criss-Cross: Um Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 1, e282, mar. 2023.

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Potratz, M. O., Garbo, L. Z., Pessimilio, K. P., Loss, A. S., Ambrozim, C. B., Lima, A. L. T. A., & Rocha, D. L. (2023). Coração em Criss-Cross: Um Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular, 36(1), e282.

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Potratz, Mateus Oliveira and Garbo, Lorrayne Zonatele and Pessimilio, Kamila Pompermaier and Loss, André Silveira and Ambrozim, Crislane Belisario and Lima, Ana Luiza Teixeira Albert and Rocha, Danielle Lopes. Coração em Criss-Cross: Um Relato de Caso. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e282. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/coracao-em-criss-cross-um-relato-de-caso/>. ISSN 2318-8219

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Gomes LCOSB, Souza AC, Drubi SA, Junqueira BMI, Bezerra MLBG, Melo RV. Papel da Multimodalidade para o Diagnóstico de Trombose de Prótese no Seguimento Tardio de Pacientes Submetidos a TAVI: Revisão Através de uma Série de Casos. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(1):e367.

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Gomes, Laila Caroline Oliveira Souza Barbosa; Souza, Alexandre Costa; Drubi, Stephanie de Azevedo; Junqueira, Bruna de Mattos Ivo; Bezerra, Mariana Lins Baptista Guedes; Melo, Rodrigo Vieira de. Papel da Multimodalidade para o Diagnóstico de Trombose de Prótese no Seguimento Tardio de Pacientes Submetidos a TAVI: Revisão Através de uma Série de Casos. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 1, e367, mar. 2023.

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Gomes, L. C. O. S. B., Souza, A. C., Drubi, S. A., Junqueira, B. M. I., Bezerra, M. L. B. G., & Melo, R. V. (2023). Papel da Multimodalidade para o Diagnóstico de Trombose de Prótese no Seguimento Tardio de Pacientes Submetidos a TAVI: Revisão Através de uma Série de Casos. ABC Imagem Cardiovascular, 36(1), e367.

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Gomes, Laila Caroline Oliveira Souza Barbosa and Souza, Alexandre Costa and Drubi, Stephanie de Azevedo and Junqueira, Bruna de Mattos Ivo and Bezerra, Mariana Lins Baptista Guedes and Melo, Rodrigo Vieira de. Papel da Multimodalidade para o Diagnóstico de Trombose de Prótese no Seguimento Tardio de Pacientes Submetidos a TAVI: Revisão Através de uma Série de Casos. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e367. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/papel-da-multimodalidade-para-o-diagnostico-de-trombose-de-protese-no-seguimento-tardio-de-pacientes-submetidos-a-tavi-revisao-atraves-de-uma-serie-de-casos/>. ISSN 2318-8219

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Mancuso FJN. Como Eu Faço no Coração de Atleta: Avaliação dos Diferentes Tipos de Adaptação ao Exercício. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(1):e20230002.

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Mancuso, Frederico José Neves. Como Eu Faço no Coração de Atleta: Avaliação dos Diferentes Tipos de Adaptação ao Exercício. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 1, e20230002, mar. 2023.

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Mancuso, F. J. N. (2023). Como Eu Faço no Coração de Atleta: Avaliação dos Diferentes Tipos de Adaptação ao Exercício. ABC Imagem Cardiovascular, 36(1), e20230002.

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Mancuso, Frederico José Neves. Como Eu Faço no Coração de Atleta: Avaliação dos Diferentes Tipos de Adaptação ao Exercício. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230002. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-no-coracao-de-atleta-avaliacao-dos-diferentes-tipos-de-adaptacao-ao-exercicio/>. ISSN 2318-8219

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Vilarinho ABV, Silva DB, Peres ARM, Souza RLB, Amorelli CES, Campedelli FL, Alves LM, et al. Tromboembolismo Pulmonar Associado com Embolia Paradoxal em um Paciente com Forame Oval Patente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2023;36(1):e347.

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Vilarinho, Arthur Barroso Vidal; Silva, Danielly Bernardes; Peres, Ana Rosaria Medeiros; Souza, Rodolfo Loureiro Borges de; Amorelli, Carlos Eduardo de Sousa; Campedelli, Fábio Lemos; Alves, Luciano Moreira; Oliveira, Fabio Augusto Cypreste de. Tromboembolismo Pulmonar Associado com Embolia Paradoxal em um Paciente com Forame Oval Patente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 36, n. 1, e347, mar. 2023.

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Vilarinho, A. B. V., Silva, D. B., Peres, A. R. M., Souza, R. L. B. , Amorelli, C. E. S., Campedelli, F. L., Alves, L. M., & Oliveira, F. A. C. (2023). Tromboembolismo Pulmonar Associado com Embolia Paradoxal em um Paciente com Forame Oval Patente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 36(1), e347.

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Vilarinho, Arthur Barroso Vidal and Silva, Danielly Bernardes and Peres, Ana Rosaria Medeiros and Souza, Rodolfo Loureiro Borges de and Amorelli, Carlos Eduardo de Sousa and Campedelli, Fábio Lemos and Alves, Luciano Moreira and Oliveira, Fabio Augusto Cypreste de. Tromboembolismo Pulmonar Associado com Embolia Paradoxal em um Paciente com Forame Oval Patente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e347. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tromboembolismo-pulmonar-associado-com-embolia-paradoxal-em-um-paciente-com-forame-oval-patente/>. ISSN 2318-8219

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Braga JCMS, Guimarães Filho FV, Rodrigues A, Barreto RA. Como Eu Faço o Ecocardiograma na Anemia Falciforme. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2023;36(1):e20230009.

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Braga, João Carlos Moron Saes; Guimarães Filho, Fábio Villaça; Rodrigues, Alexandre; Barreto, Raphael Aparecido. Como Eu Faço o Ecocardiograma na Anemia Falciforme. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 36, n. 1, e20230009, mar. 2023.

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Braga, J. C. M. S., Guimarães Filho, F. V., Rodrigues, A., & Barreto, R. A. (2023). Como Eu Faço o Ecocardiograma na Anemia Falciforme. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 36(1), e20230009.

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Braga, João Carlos Moron Saes and Guimarães Filho, Fábio Villaça and Rodrigues, Alexandre and Barreto, Raphael Aparecido. Como Eu Faço o Ecocardiograma na Anemia Falciforme. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230009. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-o-ecocardiograma-na-anemia-falciforme/>. ISSN 2318-8219

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Scopel KRO, Medeiros TM, Maicá BNP, Velho MC, Silva MMD, Mattos JN, Heuser GG, et al. Achados Tomográficos Incidentais de Calcificações Coronarianas: Um Estudo de Prevalência na Região Sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2023;36(1):e368.

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Scopel, Karen Rafaela Okaseski; Medeiros, Tássia Machado; Maicá, Bibiana Natalia Porto; Velho, Maria Carbonari; Silva, Mariana Motta Dias da; Mattos, Juliane Nascimento; Heuser, Guilherme Galante; Winkelmann, Eliane Roseli. Achados Tomográficos Incidentais de Calcificações Coronarianas: Um Estudo de Prevalência na Região Sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 36, n. 1, e368, mar. 2023.

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Scopel, K. R. O., Medeiros, T. M., Maicá, B. N. P., Velho, M. C., Silva, M. M. D. , Mattos, J. N., Heuser, G. G., & Winkelmann, E. R. (2023). Achados Tomográficos Incidentais de Calcificações Coronarianas: Um Estudo de Prevalência na Região Sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 36(1), e368.

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Scopel, Karen Rafaela Okaseski and Medeiros, Tássia Machado and Maicá, Bibiana Natalia Porto and Velho, Maria Carbonari and Silva, Mariana Motta Dias da and Mattos, Juliane Nascimento and Heuser, Guilherme Galante and Winkelmann, Eliane Roseli. Achados Tomográficos Incidentais de Calcificações Coronarianas: Um Estudo de Prevalência na Região Sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e368. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/achados-tomograficos-incidentais-de-calcificacoes-coronarianas-um-estudo-de-prevalencia-na-regiao-sul-do-brasil/>. ISSN 2318-8219

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Bignoto T. Visão do Clínico na Insuficiência Tricúspide: O que Eu Preciso Saber? Quando Intervir?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2023;36(1):e20230005.

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Bignoto, Tiago. Visão do Clínico na Insuficiência Tricúspide: O que Eu Preciso Saber? Quando Intervir?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 36, n. 1, e20230005, mar. 2023.

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Bignoto, T. (2023). Visão do Clínico na Insuficiência Tricúspide: O que Eu Preciso Saber? Quando Intervir?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 36(1), e20230005.

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Bignoto, Tiago. Visão do Clínico na Insuficiência Tricúspide: O que Eu Preciso Saber? Quando Intervir?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230005. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/visao-do-clinico-na-insuficiencia-tricuspide-o-que-eu-preciso-saber-quando-intervir/>. ISSN 2318-8219

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Barros Filho GF, Solha I, Medeiros EF, Felix AS, Almeida ALC, Lima Júnior JC, Melo MDT, et al. Medição Automática de Valva Mitral a Partir de Ecocardiograma Utilizando Processamento Digital de Imagens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2023;36(1):e371.

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Barros Filho, Genilton de França; Solha, Israel; Medeiros, Ewerton Freitas de; Felix, Alex dos Santos; Almeida, André Luiz Cerqueira de; Lima Júnior, José Carlos de; Melo, Marcelo Dantas Tavares de; Rodrigues, Marcelo Cavalcanti. Medição Automática de Valva Mitral a Partir de Ecocardiograma Utilizando Processamento Digital de Imagens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 36, n. 1, e371, mar. 2023.

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Barros Filho, G. F., Solha, I., Medeiros, E. F. , Felix, A. S., Almeida, A. L. C. , Lima Júnior, J. C. , Melo, M. D. T. , & Rodrigues, M. C. (2023). Medição Automática de Valva Mitral a Partir de Ecocardiograma Utilizando Processamento Digital de Imagens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 36(1), e371.

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Barros Filho, Genilton de França and Solha, Israel and Medeiros, Ewerton Freitas de and Felix, Alex dos Santos and Almeida, André Luiz Cerqueira de and Lima Júnior, José Carlos de and Melo, Marcelo Dantas Tavares de and Rodrigues, Marcelo Cavalcanti. Medição Automática de Valva Mitral a Partir de Ecocardiograma Utilizando Processamento Digital de Imagens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e371. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/medicao-automatica-de-valva-mitral-a-partir-de-ecocardiograma-utilizando-processamento-digital-de-imagens/>. ISSN 2318-8219

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Paiva MG. Cardiopatia Induzida por Radioterapia: O que Podemos Avaliar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2023;36(1):e358.

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Paiva, Marcelo Goulart. Cardiopatia Induzida por Radioterapia: O que Podemos Avaliar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 36, n. 1, e358, mar. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Paiva, M. G. (2023). Cardiopatia Induzida por Radioterapia: O que Podemos Avaliar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 36(1), e358.

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Paiva, Marcelo Goulart. Cardiopatia Induzida por Radioterapia: O que Podemos Avaliar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e358. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cardiopatia-induzida-por-radioterapia-o-que-podemos-avaliar/>. ISSN 2318-8219

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Silva CM, Arantes M, Araújo FDR, Guimarães AFM, Meira ZMA. Importância da Ecocardiografia no Diagnóstico Diferencial da Regurgitação Mitral Reumática em Crianças E Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2023;36(1):e360.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Camila Magalhães; Arantes, Maik; Araújo, Fátima Derlene da Rocha; Guimarães, Adriana Furletti Machado; Meira, Zilda Maria Alves. Importância da Ecocardiografia no Diagnóstico Diferencial da Regurgitação Mitral Reumática em Crianças E Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 36, n. 1, e360, mar. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, C. M., Arantes, M., Araújo, F. D. R., Guimarães, A. F. M., & Meira, Z. M. A. (2023). Importância da Ecocardiografia no Diagnóstico Diferencial da Regurgitação Mitral Reumática em Crianças E Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 36(1), e360.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Camila Magalhães and Arantes, Maik and Araújo, Fátima Derlene da Rocha and Guimarães, Adriana Furletti Machado and Meira, Zilda Maria Alves. Importância da Ecocardiografia no Diagnóstico Diferencial da Regurgitação Mitral Reumática em Crianças E Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e360. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/importancia-da-ecocardiografia-no-diagnostico-diferencial-da-regurgitacao-mitral-reumatica-em-criancas-e-adolescentes/>. ISSN 2318-8219

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Calvilho Júnior AA, Assef JE, Braga JMS, Vilela AA, Paladino Filho AT, Nishida G. O Emprego do Strain do Átrio Esquerdo na Análise da Função Diastólica do VE: Pronto para o Uso?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2023;36(1):e357.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Calvilho Júnior, Antonio Amador; Assef, Jorge Eduardo; Braga, João Moron Saes; Vilela, Andrea de Andrade; Paladino Filho, Antonio Tito; Nishida, Gustavo. O Emprego do Strain do Átrio Esquerdo na Análise da Função Diastólica do VE: Pronto para o Uso?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 36, n. 1, e357, mar. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Calvilho Júnior, A. A., Assef, J. E., Braga, J. M. S., Vilela, A. A., Paladino Filho, A. T., & Nishida, G. (2023). O Emprego do Strain do Átrio Esquerdo na Análise da Função Diastólica do VE: Pronto para o Uso?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 36(1), e357.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Calvilho Júnior, Antonio Amador and Assef, Jorge Eduardo and Braga, João Moron Saes and Vilela, Andrea de Andrade and Paladino Filho, Antonio Tito and Nishida, Gustavo. O Emprego do Strain do Átrio Esquerdo na Análise da Função Diastólica do VE: Pronto para o Uso?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e357. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-emprego-do-strain-do-atrio-esquerdo-na-analise-da-funcao-diastolica-do-ve-pronto-para-o-uso/>. ISSN 2318-8219

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Assunção BMBL, Gonçalves AC, Dutra LV, Cassar RS. Como Eu Faço a Avaliação Pós-Intervenções Tricúspides: Dicas e Truques. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(1):e20230006.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Assunção, Bruna Morhy Borges Leal; Gonçalves, Arthur Cortez; Dutra, Lucas Velloso; Cassar, Renata de Sá. Como Eu Faço a Avaliação Pós-Intervenções Tricúspides: Dicas e Truques. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 1, e20230006, mar. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Assunção, B. M. B. L., Gonçalves, A. C., Dutra, L. V., & Cassar, R. S. (2023). Como Eu Faço a Avaliação Pós-Intervenções Tricúspides: Dicas e Truques. ABC Imagem Cardiovascular, 36(1), e20230006.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Assunção, Bruna Morhy Borges Leal and Gonçalves, Arthur Cortez and Dutra, Lucas Velloso and Cassar, Renata de Sá. Como Eu Faço a Avaliação Pós-Intervenções Tricúspides: Dicas e Truques. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230006. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-a-avaliacao-pos-intervencoes-tricuspides-dicas-e-truques/>. ISSN 2318-8219

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Leo I, Araujo LT, Bucciarelli-Ducci C. Imagem Não Invasiva Contemporânea na Síndrome Coronariana Crônica: O que a Ressonância Magnética Cardiovascular de Estresse Tem a Oferecer. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(1):e20230004.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Leo, Isabella; Araujo, Laura Torres; Bucciarelli-Ducci, Chiara. Imagem Não Invasiva Contemporânea na Síndrome Coronariana Crônica: O que a Ressonância Magnética Cardiovascular de Estresse Tem a Oferecer. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 1, e20230004, mar. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Leo, I., Araujo, L. T., & Bucciarelli-Ducci, C. (2023). Imagem Não Invasiva Contemporânea na Síndrome Coronariana Crônica: O que a Ressonância Magnética Cardiovascular de Estresse Tem a Oferecer. ABC Imagem Cardiovascular, 36(1), e20230004.

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Leo, Isabella and Araujo, Laura Torres and Bucciarelli-Ducci, Chiara. Imagem Não Invasiva Contemporânea na Síndrome Coronariana Crônica: O que a Ressonância Magnética Cardiovascular de Estresse Tem a Oferecer. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230004. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/imagem-nao-invasiva-contemporanea-na-sindrome-coronariana-cronica-o-que-a-ressonancia-magnetica-cardiovascular-de-estresse-tem-a-oferecer/>. ISSN 2318-8219

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França LA, Dutra LV. Como eu Faço o Strain Longitudinal do Ventrículo Direito com Softwares Automatizados 2D e 3D. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(1):e20230010.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

França, Lucas Arraes de; Dutra, Lucas Velloso. Como eu Faço o Strain Longitudinal do Ventrículo Direito com Softwares Automatizados 2D e 3D. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 1, e20230010, mar. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

França, L. A. , & Dutra, L. V. (2023). Como eu Faço o Strain Longitudinal do Ventrículo Direito com Softwares Automatizados 2D e 3D. ABC Imagem Cardiovascular, 36(1), e20230010.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

França, Lucas Arraes de and Dutra, Lucas Velloso. Como eu Faço o Strain Longitudinal do Ventrículo Direito com Softwares Automatizados 2D e 3D. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e20230010. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-o-strain-longitudinal-do-ventriculo-direito-com-softwares-automatizados-2d-e-3d/>. ISSN 2318-8219

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Jesus CA, Correia EB, Silva LML, Pinto IMF, Andrade MDRM, Alencar AL, Ribeiro MS, et al. Fístula Coronário-cavitária com Aneurisma em Seu Trajeto: Relato de Caso de Tratamento Percutâneo. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(1):e364.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Jesus, Carlos Alberto de; Correia, Edileide de Barros; Silva, Líria Maria Lima da; Pinto, Ibraim Masciarelli Francisco; Andrade, Mercedes Del Rosario Maldonado; Alencar, Andrezza Lobo de; Ribeiro, Marcelo Silva. Fístula Coronário-cavitária com Aneurisma em Seu Trajeto: Relato de Caso de Tratamento Percutâneo. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 1, e364, mar. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Jesus, C. A. , Correia, E. B., Silva, L. M. L. , Pinto, I. M. F., Andrade, M. D. R. M., Alencar, A. L. , & Ribeiro, M. S. (2023). Fístula Coronário-cavitária com Aneurisma em Seu Trajeto: Relato de Caso de Tratamento Percutâneo. ABC Imagem Cardiovascular, 36(1), e364.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Jesus, Carlos Alberto de and Correia, Edileide de Barros and Silva, Líria Maria Lima da and Pinto, Ibraim Masciarelli Francisco and Andrade, Mercedes Del Rosario Maldonado and Alencar, Andrezza Lobo de and Ribeiro, Marcelo Silva. Fístula Coronário-cavitária com Aneurisma em Seu Trajeto: Relato de Caso de Tratamento Percutâneo. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e364. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fistula-coronario-cavitaria-com-aneurisma-em-seu-trajeto-relato-de-caso-de-tratamento-percutaneo/>. ISSN 2318-8219

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Lima RSL. Como a Avaliação da Reserva de Fluxo Miocárdico pela Medicina Nuclear Pode Mudar a Interpretação da Cintilografia Miocárdica de Perfusão?. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(1):e363.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lima, Ronaldo de Souza Leão. Como a Avaliação da Reserva de Fluxo Miocárdico pela Medicina Nuclear Pode Mudar a Interpretação da Cintilografia Miocárdica de Perfusão?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 1, e363, mar. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lima, R. S. L. (2023). Como a Avaliação da Reserva de Fluxo Miocárdico pela Medicina Nuclear Pode Mudar a Interpretação da Cintilografia Miocárdica de Perfusão?. ABC Imagem Cardiovascular, 36(1), e363.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lima, Ronaldo de Souza Leão. Como a Avaliação da Reserva de Fluxo Miocárdico pela Medicina Nuclear Pode Mudar a Interpretação da Cintilografia Miocárdica de Perfusão?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e363. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-a-avaliacao-da-reserva-de-fluxo-miocardico-pela-medicina-nuclear-pode-mudar-a-interpretacao-da-cintilografia-miocardica-de-perfusao/>. ISSN 2318-8219

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Moura AR, Silva M, Rodrigues A, Silva JC, Ribeiro J, Caeiro D, Casanova J, et al. Falência do Dispositivo Noblestitch após Encerramento Percutâneo de Foramen Ovale Patente em um Caso de Síndrome de Platipneia-Ortodeoxia: Será Este Dispositivo para Todos os Doentes?. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(1):e309.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Moura, Ana Rita; Silva, Mariana; Rodrigues, Alberto; Silva, João Carlos; Ribeiro, José; Caeiro, Daniel; Casanova, Jorge; Fontes-Carvalho, Ricardo. Falência do Dispositivo Noblestitch após Encerramento Percutâneo de Foramen Ovale Patente em um Caso de Síndrome de Platipneia-Ortodeoxia: Será Este Dispositivo para Todos os Doentes?. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 1, e309, mar. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Moura, A. R., Silva, M., Rodrigues, A., Silva, J. C., Ribeiro, J., Caeiro, D., Casanova, J., & Fontes-Carvalho, R. (2023). Falência do Dispositivo Noblestitch após Encerramento Percutâneo de Foramen Ovale Patente em um Caso de Síndrome de Platipneia-Ortodeoxia: Será Este Dispositivo para Todos os Doentes?. ABC Imagem Cardiovascular, 36(1), e309.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Moura, Ana Rita and Silva, Mariana and Rodrigues, Alberto and Silva, João Carlos and Ribeiro, José and Caeiro, Daniel and Casanova, Jorge and Fontes-Carvalho, Ricardo. Falência do Dispositivo Noblestitch após Encerramento Percutâneo de Foramen Ovale Patente em um Caso de Síndrome de Platipneia-Ortodeoxia: Será Este Dispositivo para Todos os Doentes?. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e309. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/falencia-do-dispositivo-noblestitch-apos-encerramento-percutaneo-de-foramen-ovale-patente-em-um-caso-de-sindrome-de-platipneia-ortodeoxia-sera-este-dispositivo-para-todos-os-doentes/>. ISSN 2318-8219

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Rocha DFR, Oliveira ACR, Silva VN, Silva JBM. Como eu Faço Avaliação Ecocardiográfica de Pericardite Constritiva. ABC Imagem Cardiovascular 2023;36(1):e366.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rocha, Débora Freire Ribeiro; Oliveira, Ana Caroline Reinaldo de; Silva, Verena Nunes e; Silva, João Batista Masson. Como eu Faço Avaliação Ecocardiográfica de Pericardite Constritiva. ABC Imagem Cardiovascular, v. 36, n. 1, e366, mar. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rocha, D. F. R., Oliveira, A. C. R. , Silva, V. N. , & Silva, J. B. M. (2023). Como eu Faço Avaliação Ecocardiográfica de Pericardite Constritiva. ABC Imagem Cardiovascular, 36(1), e366.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rocha, Débora Freire Ribeiro and Oliveira, Ana Caroline Reinaldo de and Silva, Verena Nunes e and Silva, João Batista Masson. Como eu Faço Avaliação Ecocardiográfica de Pericardite Constritiva. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2023, vol. 36, n. 1, [citado 2026-10-14], e366. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/como-eu-faco-avaliacao-ecocardiografica-de-pericardite-constritiva/>. ISSN 2318-8219

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