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  1. Início
  2. Palavra-chave: Pericárdio
Figura 1
ABC
Carta Científica

Quilopericárdio Primário Idiopático

Camila Helena Ruffo et al. Alfredo Aurélio Marinho Rosa Filho Guilherme Lima Favaro Juliana Sayuri Maia Hirose … Raissa Matias Lewinter Natan Melillo Leonardo Izzo Silva Ramez Anbar Murilo Martins Coelho Giuliano Generoso

Introdução

O quilopericárdio é uma entidade rara, definida pelo acúmulo de quilo no espaço pericárdico caracterizando-se por elevada concentração de triglicerídeos e predomínio linfocitário. A primeira descrição foi em 1954 e desde então essa condição permanece pouco frequente, com a maior parte das evidências provenientes de relatos de caso e pequenas séries, o que dificulta o reconhecimento precoce e a padronização do manejo.

As principais causas incluem linfangiectasia congênita, lesão iatrogênica após cirurgia cardíaca ou torácica, neoplasias, traumas, infecção, radiação, hipertensão pulmonar, trombose de veia subclávia e causas primárias ou idiopáticas. O quilopericárdio primário, tem incidência variável na literatura e constitui diagnóstico de exclusão.

[…]

  • Derrame Pericárdico
  • Diagnóstico por Imagem
  • Pericárdio
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18/09/2026 DOI: 10.36660/abc.20260066 Visualizações 1
Pericardite Constritiva com Necrose Caseosa: Uma Apresentação Rara e Pouco Conhecida
ABC
Comunicação Breve

Pericardite Constritiva com Necrose Caseosa: Uma Apresentação Rara e Pouco Conhecida

Plínio José Whitaker Wolf et al. Edileide Barros Correia Marcos de Oliveira Vasconcellos Larissa Ventura Ribeiro Bruscky … Ana Cristina de Souza Murta Yoná Afonso Francisco Eduardo Mikio Sassaki Sara Regina Alcalde Domingos Natan Alevato Donadon Gerson Miranda Raphael Rossi Victor Bemfica de Mello Mattos Fernanda de Brito Fortuna

Resumo

Dá-se o nome de necrose caseosa da válvula mitral à ocorrência de liquefação do cálcio presente em seu anel fibroso e consequente formação de um pseudotumor com conteúdo pastoso e espesso em seu interior. Apesar de raro, tal processo degenerativo já é amplamente descrito no contexto da valva mitral, contudo, é pouco conhecido na condição da pericardite constritiva. Descrevemos uma série de sete casos que apresentaram quadro de pericardite constritiva associada à necrose caseosa. Dos sete pacientes, seis eram masculinos, com idade média de 42±14 anos, todos em classe funcional III/IV, com clínica relacionada à síndrome restritiva. A tomografia de tórax evidenciou intensa calcificação pericárdica com necrose caseosa, confirmada pela pericardiectomia.

  • Insuficiência Cardíaca
  • Pericárdio
  • Pericardite constritiva
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19/12/2025 DOI: 10.36660/abc.20250163 Visualizações 1
Figura Central
ABCIC
Review Article

Agenesia de Pericárdio: Quando Pensar Neste Diagnóstico?

Bruna Barbosa Chagas de Almeida et al. Bruna Zanforlin Jácome Bernardo Nascimento Lourenço Alessandro Zakhia de Seixas … Juliana Serafim da Silveira Eliza de Almeida Gripp

Resumo

A agenesia do pericárdio (AP) é uma condição rara caracterizada pela ausência parcial ou completa do pericárdio. As consequências associadas a esse diagnóstico podem ser graves. Consequentemente, é fundamental conhecer as peculiaridades dessa doença para o seu correto diagnóstico e tratamento.

  • Imageamento por Ressonância Magnética
  • Pericárdio
  • Pericardite
  • Tomografia Computadorizada por Raios X
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27/03/2025 DOI: 10.36660/abcimg.20250004 Visualizações 1
Figura 1
ABCHF
Relato de Caso

Insuficiência Cardíaca Direita Causada por Massa Pericárdica: Relato de Caso

Isabelle Padilha et al. Bárbara Cristina Amaro Rocha Gizana Carvalho Faria Keila Kristina Kusdra … Alyne Marció Maria Eduarda Andreatta Gilvan Magalhães Pinto Evandro de Campos Albino Rodrigo de Moura Joaquim

Apresentação do caso

Paciente masculino, 40 anos, portador de miocardiopatia dilatada com fração de ejeção (FEVE) de 20%, diagnosticada há 4 anos, e fibrilação atrial permanente procurou emergência por intensificação de epigastralgia crônica aos moderados esforços, sem irradiação e não relacionada à alimentação.

Ao exame físico, pressão arterial 129/81 mmHg, frequência cardíaca de 88 batimentos por minuto, frequência respiratória de 20 incursões por minuto, saturação de oxigênio 98%. Apresentava importante turgência jugular bilateral (), ritmo cardíaco irregular e clique mesossistólico em bordo esternal esquerdo baixo, ausculta pulmonar com murmúrios vesiculares presentes bilateralmente e sem ruídos adventícios, abdome flácido, doloroso à palpação de epigástrio e hipocôndrio direito e edema em membros inferiores ++/4. Avaliação inicial demonstrou sinais de insuficiência cardíaca direita devido às alterações no exame físico.

[…]

  • Insuficiência Cardíaca
  • Pericárdio
  • Pericardite constritiva
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31/08/2024 DOI: 10.36660/abchf.20240006 Visualizações 1
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

Cisto Pericárdico Assintomático: Um Relato de Caso e Revisão Breve do seu manuseio

Matheus Rodrigues Barbosa et al. Henrique Turin Moreira Gustavo Jardim Volpe Danilo Tadao Wada … Minna Moreira Dias Romano Andre Schmidt

Discussão

O cisto pericárdico é uma entidade clínica incomum, com uma incidência estimada de 1/100.000 a 1/10.000 autópsias. Sua etiologia ainda não está completamente esclarecida, mas acredita-se que seja devido a um desenvolvimento anormal do pericárdio durante a embriogênese. Cabe diferenciar o cisto do divertículo pericárdico, que possivelmente apresentam a mesma origem mas, neste último, há comunicação com a cavidade pericárdica. A maioria dos casos é assintomática, mesmo com grandes dimensões, sendo a lesão frequentemente descoberta incidentalmente durante exames de imagem ou cirurgias cardíacas. Quando sintomático, a apresentação clínica é variável e pode incluir sintomas cardiorrespiratórios, como dor torácica, dispneia, tosse, morte súbita cardíaca ou sinais de tamponamento cardíaco.

O diagnóstico de cisto pericárdico é inicialmente suspeitado pela realização incidental de uma radiografia de tórax, que evidencia a massa acolada à silhueta cardíaca. A dopplerecocardiografia, a tomografia computadorizada e a ressonância magnética cardíaca permitem confirmar o diagnóstico, notadamente as duas últimas. A radiografia de tórax pode revelar uma massa mediastinal ou uma área de densidade aumentada. A tomografia computadorizada e a ressonância magnética cardíaca oferecem informações mais detalhadas sobre a localização, o tamanho e as características do cisto. A ecocardiografia transtorácica pode ser útil na avaliação da função cardíaca e da presença de complicações relacionadas ao cisto, como compressão cardíaca. O diagnóstico diferencial deve incluir neoplasias e, mais raramente, cistos hidáticos migratórios, que podem ser únicos.

[…]

  • Cisto Pericárdico
  • Pericárdio
  • Relatos de Casos
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21/12/2023 DOI: 10.36660/abcimg.20230080 Visualizações 2
ABC
Editorial

Etiologia da Doença Pericárdica: Quem Procura Acha!

Alexandre Siciliano Colafranceschi et al. Sofia Vega Colafranceschi

O saco pericárdico consiste em camadas fibroelásticas, conhecidas como camadas visceral e parietal, separadas pela cavidade pericárdica. Essa cavidade normalmente contém 15 a 50 ml de ultrafiltrado derivado de plasma em indivíduos saudáveis. As doenças pericárdicas são relativamente comuns na prática clínica, apresentando-se isoladamente ou como parte de distúrbios sistêmicos.

As causas dessas doenças variam e são complexas, mas o pericárdio normalmente responde com inflamação de suas camadas e potencial aumento da produção de líquido pericárdico. A inflamação persistente pode levar a um pericárdio endurecido e calcificado, muitas vezes espessado, com possível progressão para constrição pericárdica. Em alguns casos, a inflamação pericárdica aguda domina a apresentação clínica, tornando o excesso de líquido pericárdico menos relevante. Em contrapartida, em outros casos, o acúmulo de líquido e suas consequências clínicas, como tamponamento cardíaco e pericardite constritiva, ocupam o centro das atenções. Anomalias congênitas como ausência de pericárdio e cistos pericárdicos são geralmente raras e assintomáticas. Apesar da natureza não essencial do pericárdio para a função cardíaca normal, o pericárdio doente, apresentando-se como pericardite aguda ou recorrente, derrame pericárdico, tamponamento cardíaco e constrição pericárdica, pode representar desafios significativos no tratamento e até mesmo colocar a vida em risco.

[…]

  • diagnóstico
  • Doenças Cardiovasculares
  • Pericárdio
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24/11/2023 DOI: 10.36660/abc.20230704 Visualizações 1
ABC
Editorial

É Hora de Revisitar os Limites da Reserva de Fluxo Fracionada?

Fernando Mendes Sant’Anna et al. Lucas Bonacossa Sant’Anna Sérgio Lívio Menezes Couceiro

A avaliação fisiológica intracoronária é estabelecida como uma estratégia valiosa para identificar estenoses epicárdicas limitantes de fluxo em pacientes com doença arterial coronariana (DAC) e para determinar uma indicação para intervenções coronárias percutâneas (ICP).

Supunha-se anteriormente que, uma vez que a doença limitante do fluxo fosse confirmada por uma medida com fio-guia de pressão, a ICP guiada por angiografia deveria levar à restauração efetiva da condutância do vaso. No entanto, estudos com avaliação fisiológica pós-ICP com base na reserva de fluxo fracionada (FFR) e razões de pressão não hiperêmicas (NHPR) demonstraram que essa suposição não é correta e que confiar apenas na orientação angiográfica pode estar associado a resultados funcionais abaixo do ideal após a ICP em muitos casos. , Além disso, sabe-se que a FFR pós-ICP é um forte preditor de desfechos, e quanto menor a FFR pós-stent, pior a evolução clínica.

[…]

  • Constrição Patológica
  • Doença Arterail Coronariana
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Pericárdio
  • Reserva Fracionada de Fluxo Miocárdico
  • Stents Farmacológicos
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17/07/2023 DOI: 10.36660/abc.20230363
ABCIC
Review Article

Como eu Faço Avaliação Ecocardiográfica de Pericardite Constritiva

Débora Freire Ribeiro Rocha et al. Ana Caroline Reinaldo de Oliveira Verena Nunes e Silva João Batista Masson Silva

Resumo

A pericardite constritiva (PC) é uma condição na qual a cicatrização e perda de elasticidade do pericárdio resultam em enchimento ventricular prejudicado, disfunção diastólica e insuficiência cardíaca direita. O diagnóstico dessa patologia é desafiador, sendo frequente a necessidade de técnicas de imagem multimodal, dentre as quais a ecocardiografia representa a modalidade de imagem inicial para a avaliação diagnóstica, além de permitir a diferenciação da PC da cardiomiopatia restritiva (CMR) e outras condições que mimetizam constrição.

  • Insuficiência Cardíaca
  • Pericárdio
  • Pericardite constritiva
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06/03/2023 DOI: 10.36660/abcimg.2022366 Visualizações 2
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

Importância dos Métodos de Imagem para o Diagnóstico de Pericardite Constritiva Versus Cardiomiopatia Restritiva

Débora Pereira Galvêas Negri et al. Patrick Ventorim Costa Mateus Oliveira Potratz Carina Massariol Belinassi Fernando Luiz Torres Gomes

Introdução

A Pericardite Constritiva (PC) é um diagnóstico diferencial desafiador de dor torácica na emergência cardiológica. Relatamos o caso de uma paciente que apresentava dor torácica há 7 dias, paa quem foi aventada a possibilidade de pericardite calcificada pela alteração da radiografia de tórax. Após ser encaminhada para serviço especializado de cardiologia, foi possível definir, por meio do Ecocardiograma Transtorácico (ECOTT) e da Ressonância Magnética Cardíaca (RMC), que se tratava de caso compatível com PC e havia necessidade de abordagem cirúrgica. Iniciado pela radiografia de tórax até a RMC. Os exames de imagem se mostraram cruciais para a suspeita, a confirmação e a definição do tratamento.

[…]

  • Pericárdio
  • Pericardite constritiva e Ecocardiografia
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25/03/2022 DOI: 10.47593/2675-312X/20213404eabc213 Visualizações 1
ABC
Carta ao Editor

Tecido Adiposo Epicárdico: Um Novo Parâmetro de Imagem Cardiovascular Profundamente Relacionado às Doenças Cardiovasculares

Eduardo Thadeu de Oliveira Correia et al. Letícia Mara dos Santos Barbetta

Prezado Editor,

Lemos com grande interesse o artigo intitulado “A relação entre o tecido adiposo epicárdico e a resistência à insulina em crianças obesas”. Nesse artigo, os autores realizaram ecocardiografia doppler tecidual para avaliar a espessura do tecido adiposo epicárdico (TAE), retardo eletromecânico (REM) e outras medições padrão em 94 pacientes pediátricos obesos. Pacientes com Avaliação do Modelo Homeostático para Resistência à Insulina (HOMA-IR) maior que o percentil 90 em uma curva de percentil específica para idade e sexo foram rotulados como tendo resistência à insulina (RI). O estudo apontou que o grupo com RI tinha espessura significativamente maior de TAE do que os pacientes incluídos sem RI (7,15 vs. 5,5 mm, p<0,004, respectivamente) e REM inter e intra-atrial prolongado no grupo IR em comparação com o grupo não IR (p3,85 mm poderia predizer RI com 92,5% de especificidade e 68,5% de sensibilidade (p=0,002). O estudo concluiu que o TAE poderia ser usado para identificar RI em crianças, pois afirma-se que o TAE é parâmetro barato e acessível que pode ser facilmente medido com ecocardiografia.

[…]

  • Criança
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Obesidade
  • Pericárdio
  • Resistência à Insulina
  • Tecido Adiposo
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07/12/2020 DOI: 10.36660/abc.20200309
ABC
Editorial

Galectina-3 na Pericardite Constritiva Crônica: Informações Precisas para o Bom Médico

Wolney de Andrade Martins

A galectina-3 (Gal-3), que agora é conhecida como um novo biomarcador, percorreu o caminho científico rigoroso da sua descoberta até a validação. Estudos experimentais e clínicos descreveram sua elevação em diversas situações, como tumores, insuficiência renal e insuficiência cardíaca. Sua administração causou fibrose miocárdica e insuficiência cardíaca (IC). Sua supressão ou inibição genética impediu a fibrose e a remodelamento, ou seja, a relação de causa e efeito foi comprovada. Níveis elevados de Gal-3 mostram um pior prognóstico, pois preveem a morte súbita. A galectina-3 foi preditora independente no curto e médio prazo de internações e de mortalidade em pacientes com IC, principalmente naqueles com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP).

O biomarcador pode auxiliar o clínico em seus impasses diagnósticos, na aferição do prognóstico e até na orientação da terapia. A ICFEP é um exemplo em que toda ajuda é bem-vinda. Múltiplas comorbidades, quadros menos típicas, especialmente em idosos e obesos, podem ser confusas. A ICFEP é uma das situações em que a Gal-3 pode auxiliar muito na confirmação diagnóstica.

[…]

  • Biomarcadores
  • Cardiomiopatia Restritiva
  • Galectina 3
  • Inflamação
  • Pericárdio
  • Pericardite constritiva
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29/05/2020 DOI: 10.36660/abc.20200163 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Relação entre o Tecido Adiposo Epicárdico e Resistência à Insulina em Crianças Obesa

Hatice Güneş et al. Hakan Güneş Fatih Temiz

Resumo

Fundamentos

A resistência à insulina (RI) é um distúrbio importante em crianças obesas, pois está intimamente relacionado a doenças cardiovasculares. O tecido adiposo epicárdico (TAE) desempenha um papel no desenvolvimento da RI devido a moléculas bioativas secretadas, sendo que o processo inflamatório dessas moléculas pode causar atraso eletromecânico atrial (AEA).

Objetivo

O objetivo do nosso estudo foi determinar a relação entre o TAE e o AEA com a RI em crianças obesas.

Métodos

O estudo incluiu 94 pacientes obesos. A IR foi calculada usando o Modelo de Avaliação da Homeostase da Resistência à Insulina (HOMA-IR) e definida como HOMA-IR maior que o percentil 90 em uma curva de percentil específica para idade e sexo. Os pacientes foram divididos em dois grupos de acordo com sua RI. Todos os pacientes foram submetidos a exames ecocardiográficos. A significância estatística foi estabelecida como valor de < 0,05 bicaudal.

Resultados

A TAE encontrava-se significativamente maior no grupo RI (p 3,85 mm, com especificidade de 92,5% e sensibilidade de 68,5% (p = 0,002). No modelo de regressão logística multivariada, o TAE (OR = 1.256, IC de 95%: 1.016–1.53, p = 0.035) esteve associado à RI após o ajuste para as variáveis estatisticamente significativas na análise univariada. O AEA inter e intra-atrial mostrou-se significativamente prolongado no grupo RI em comparação com o grupo sem RI (p < 0,010; p = 0,032, respectivamente).

Conclusão

No nosso estudo, revelamos que o TAE esteve positivamente correlacionada com a RI e foi preditor independente de RI. (Arq Bras Cardiol. 2020; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Criança
  • Obesidade
  • Pericárdio
  • Resistência à Insulina, Ecocardiografia/métodos
  • Tecido Adiposo
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13/03/2020 DOI: 10.36660/abc.20190197
ABC
Editorial

Descelularização de Pericárdio Humano com Potencial Aplicação em Medicina Regenerativa

Estela de Oliveira Lima et al. Adriana Camargo Ferrasi Andreas Kaasi

A medicina regenerativa é um ramo interdisciplinar dentro das ciências biomédicas que vem apresentando, a partir da transposição da pesquisa básica para a clínica médica, grande potencial para aplicação terapêutica, tornando-a uma importante representante da medicina translacional. A essência da medicina regenerativa consiste no reparo ou reposição de tecidos e órgãos em que haja deficiência estrutural e funcional. Visando alcançar esse objetivo, várias abordagens vêm sendo propostas, abrangendo terapias que incluem genes, células, arcabouços (scaffolds) biológicos e sintéticos, podendo ou não estar associados em uma mesma estratégia de engenharia tecidual. Quando se trata de utilizar scaffolds sintéticos, é possível manipular e controlar suas propriedades estruturais e mecânicas, entretanto, não é possível garantir a mesma capacidade funcional que um tecido natural. Além disso, um dos grandes desafios é minimizar o risco de reações imunogênicas provocadas pela composição do arcabouço de reparo. Diante dos desafios associados ao restabelecimento funcional e estrutural do microambiente celular, o interesse em scaffolds baseados em matriz extracelular (MEC) natural tem crescido consideravelmente.

Visando a obtenção de um biomaterial que se assemelhe de maneira mais fidedigna ao tecido ou órgão danificado, tanto estrutural quanto funcionalmente, mas também apresente segurança do ponto de vista imunológico, uma nova tecnologia para aplicações clínicas da MEC natural tem sido proposta – a descelularização de tecidos e órgãos de doadores humanos ou animais. Esta tecnologia consiste em utilizar métodos físicos, químicos e/ou bioquímicos para eliminar as células do tecido/órgão alvo, sejam de origem xenogênica ou alogênica, cujos antígenos representam elevado risco de reação imunogênica. Tal processo visa a segurança imunológica e a preservação dos componentes estruturais e funcionais básicos da MEC, como proteínas, colágeno e glicosaminoglicanos (GAGs). Como produto final obtém-se um scaffold tridimensional da MEC de forma análoga ao tecido de origem, com arquitetura ultraestrutural natural preservada e com maior biocompatibilidade e potencial de regeneração tecidual quando comparada a scaffolds sintéticos.

[…]

  • Células
  • Materiais Biocompatíveis
  • Medicina Regenerativa
  • Pericárdio
  • Pesquisa Médica Translacional
  • Tecidos Suporte
  • Valvas Cardíacas/cirurgia
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08/08/2019 DOI: 10.5935/abc.20190130
Figura 1
ABC
Artigo Original

Caracterização do Pericárdio Humano Descelularizado para Engenharia de Tecidos e Aplicações de Medicina Regenerativa

Luciana Wollmann et al. Paula Suss João Mendonça Cesar Luzia … Andressa Schittini George Willian Xavier da Rosa Francisco Costa Felipe F. Tuon

Resumo

Fundameto:

O enxerto de pericárdio pode ser usado em muitos procedimentos de correção cirúrgica. Uma das estratégias da engenharia tecidual é o processo de descelularização. No entanto, embora esse processo diminua a resposta imunogênica, a descelularização pode modificar tanto o comportamento como a composição da matriz extracelular natural.

Objetivos:

Avaliar a eficácia da descelularização usando baixa concentração de dodecil sulfato de sódio na remoção celular, na manutenção das propriedades da matriz extracelular e na integridade mecânica do pericárdio humano descelularizado.

Métodos:

A descelularização foi realizada com dodecil sulfato de sódio e ácido etilenodiamino tetra-acético. Foi realizada análise histológica, quantificação de DNA, e avaliação de glicosaminoglicanos e colágeno. O estudo biomecânico foi conduzido pelo teste de tração para comparar os efeitos da descelularização sobre as propriedades teciduais de resistência à tração, alongamento e módulo de elasticidade. Foi considerado um valor de p < 0,05 como estatisticamente significativo.

Resultados:

Observou-se uma redução na quantidade de núcleos presentes no pericárdio após a descelularização, apesar de manter quantidades similares de feixes de elastina e de colágeno. As concentrações de DNA do pericárdio descelularizado foram significativamente reduzidas para menos que 511,23 ± 120,4 ng por mg de peso seco (p < 0,001). O teste biomecânico não apontou diferenças entre os tecidos fresco e descelularizado.

Conclusão:

A descelularização reduziu a concentração de células bem como os componentes da matriz extracelular sem afetar suas propriedades biomecânicas.

  • Bancos de Tecidos
  • Engenharia Tecidual/tendências
  • Glicosaminoglicanos
  • Pericárdio
  • Separação Celular
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27/06/2019 DOI: 10.5935/abc.20190094 Visualizações 1
Figura 1
IJCS
Relato de Caso

Necrose da Gordura Epipericárdica. Um Importante Diagnóstico Diferencial na Dor Torácica

Núbia Bernardes Carvalho et al. Natália de Paula Lopes e Silva Pedro Paulo Nunes Pereira André Volani Morganti … Sinval Lins Silva André Silva Rodrigues

Introdução

A Necrose da Gordura Epipericárdica (EPFN, do inglês epipericardial fat necrosis) é uma condição rara, benigna e autolimitada, descrita pela primeira vez em 1957 por Jackson et al. Atualmente há somente 33 casos descritos na literatura.–

A fisiopatologia da doença permanece incerta. Prováveis fatores predisponentes incluem a torção do pedículo vascular do tecido adiposo, alterações estruturais que deixam o tecido mais vulnerável e a obesidade, que, assim como a manobra de Valsalva, pode levar ao aumento da pressão dos capilares, ocasionando hemorragia dentro do tecido adiposo. Há ainda relatos de associação com trauma torácico ou infecções.

[…]

  • Dispneia
  • Dor no Peito
  • Necrose Gordurosa / fisiopatologia
  • Obesidade
  • Pericárdio
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170012 Visualizações 1
ABC
Carta ao Editor

A Relação entre a Espessura da Gordura Epicárdica e os Escores de Risco Prognósticos

Sevket Balta et al. Cengiz Ozturk Turgay Celik

Caro Editor,

Lemos o artigo “A Relação entre o Escore GRACE e a Espessura da Gordura Epicárdica (EGE) em Pacientes sem IAMCST”, por Gul et al. Os autores concluíram que EGEs sistólicas finais e diastólicas finais foram determinadas aumentadas no grupo GRACE superior.

[…]

  • ecocardiografia
  • Escore de GRACE
  • Pericárdio
  • Síndrome Coronariana Aguda / complicações
  • Tecido Adiposo
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01/12/2016 DOI: 10.5935/abc.20160185
ABC
Carta ao Editor

A Medição da Espessura do Tecido Adiposo Epicárdico por Ecocardiografia Apresenta Desafios

Mustafa Gulgun et al. Fatih Alparslan Genç

Carta ao Editor,

Foi com grande interesse que lemos o trabalho de Kaplan et al. entitulado “Avaliação Eletrocardiográfica do Intervalo Tpeak-Tend em Indivíduos com Espessura Aumentada do Tecido Adiposo Epicárdico”, publicado nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia em dezembro de 2015. Os autores tinham como objetivo investigar a relação entre tecido adiposo epicárdico (TAE) e repolarização ventricular. Eles demonstraram algumas anormalidades na repolarização ventricular evidenciadas na eletrocardiografia de pacientes com aumento da espessura do TAE. Gostaríamos de agradecer Kaplan et al. por seu excelente esforço neste trabalho. Gostaríamos também de compartilhar alguns comentários.

[…]

  • Arritmias Cardíacas / etiologia
  • ecocardiografia
  • Eletrocardiografia
  • Imagem por Ressonância Magnética / tendências
  • Pericárdio
  • Tecido Adiposo
  • Valores de Referência
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01/11/2016 DOI: 10.5935/abc.20160167
ABC
Carta ao Editor

Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST

Levent Cerit

Ao Editor,

Li o artigo intitulado “Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST” de Gul et al. com grande interesse. Os investigadores relataram que o escore GRACE mostrou uma correlação positiva com a espessura da gordura epicárdica (EGE) ao final da sístole e EGE ao final da diástole, e análises estatísticas também demonstraram uma melhor correlação entre o escore GRACE e a EGE ao final da diástole, em vez da EGE ao final da sístole.

[…]

  • ecocardiografia
  • Escore Grace
  • Pericárdio
  • Síndrome Coronariana Aguda
  • Tecido Adiposo
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01/08/2016 DOI: 10.5935/abc.20160123
Figura 1
ABC
Original Article

Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST

Ilker Gul et al. Mustafa Zungur Ahmet Cagri Aykan Teyyar Gokdeniz … Ezgi Kalaycioğlu Turhan Turan Engin Hatem Faruk Boyaci

Resumo

Fundamento:

O escore de risco GRACE (SG) é um sistema com significado prognóstico para pacientes com infarto do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST (IMSSST).

Objetivo:

Determinar se a espessura da gordura epicárdica (EGE) ao final da sístole ou da diástole é mais associada com pacientes de IMSSST de alto risco de acordo com o SG.

Métodos:

Este estudo avaliou 207 pacientes com IMSSST desde outubro de 2012 a fevereiro de 2013, sendo 162 deles incluídos no estudo (115 homens, idade média: 66,6 ± 12,8 anos). Mediu-se a EGE ao final da sístole e da diástole com métodos ecocardiográficos. Pacientes com alto SG intra-hospitalar (SG > 140) foram classificados como grupo SG-A, enquanto os outros foram classificados como grupo de risco baixo-a-moderado (grupo SG-BM).

Resultados:

As pressões arteriais sistólica e diastólica dos pacientes SG-A foram mais baixas do que as dos pacientes SG-BM, sendo a frequência cardíaca média mais alta nesse grupo. A EGE ao final da sístole e a EGE ao final da diástole foram significativamente mais altas no grupo SG-A. A avaliação ecocardiográfica dos ventrículos direito e esquerdo mostrou fração de ejeção significativamente reduzida em ambos os ventrículos no grupo SG-A. Observou-se maior correlação entre SG e EGE ao final da diástole (r = 0,438).

Conclusão:

A EGE ao final da sístole e a EGE ao final da diástole mostraram-se aumentadas no grupo SG-A. Entretanto, a EGE ao final da diástole apresentou melhor correlação com o SG do que a EGE ao final da sístole.

  • ecocardiografia
  • Infarto Do Miocárdio
  • Pericárdio
  • Síndrome Coronariana Aguda
  • Tecido Adiposo
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16/02/2016 DOI: 10.5935/abc.20160024
Figure 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Avaliação Eletrocardiográfica do Intervalo Tpeak-Tend em Indivíduos com Espessura Aumentada do Tecido Adiposo Epicárdico

Ozgur Kaplan et al. Ertugrul Kurtoglu Gokay Nar Erdogan Yasar … Gokhan Gozubuyuk Cem Dogan Ahmet Ugur Boz Sıho Hidayet Hasan Pekdemir

Resumo

Fundamento:

A associação entre a adiposidade periatrial e arritmias atriais foi demonstrada em estudos anteriores. No entanto, não há dados disponíveis suficientes sobre a associação entre a espessura do tecido adiposo epicárdico (TAE) e parâmetros de repolarização ventricular. Assim, objetivou-se avaliar a associação da espessura do TAE com índices de repolarização ventricular usando o intervalo Tpeak-Tend (Tp-e) e a relação Tp-e/QT.

Métodos:

O presente estudo incluiu 50 pacientes com espessura do TAE ≥ 9 mm (grupo 1) e 40 indivíduos do grupo controle cuja espessura do TAE era < 9 mm (grupo 2). O exame ecocardiográfico transtorácico foi realizado em todos os participantes. Os parâmetros QT, os intervalos Tp-e e a relação Tp-e/QT foram medidos a partir do eletrocardiograma de 12 derivações.

Resultados:

QTd (41,1 ± 2,5 vs. 38,6 ± 3,2, p < 0,001) e QTd corrigido (46,7 ± 4,7 vs 43,7 ± 4, p = 0,002) foram significativamente maiores no grupo 1 quando comparados com o grupo 2. O intervalo Tp-e (76,5 ± 6,3, 70,3 ± 6,8, p < 0,001), intervalo cTp-e (83,1 ± 4,3 vs. 76 ± 4,9, p < 0,001), as relações Tp-e/QT (0,20 ± 0,02 vs. 0,02 ± 0,2, p < 0,001) e Tp-e/QTc (0,2 ± 0,01 vs. 0,18 ± 0,01, p < 0,001) estavam aumentados no grupo 1 em comparação ao grupo 2. Correlações positivas significativas foram encontrados entre a espessura do TAE e o intervalo Tp-e (r = 0,548, p < 0,001), intervalo cTp-e (r = 0,259, p = 0,01), e as relações Tp-e/QT (r = 0,662, p < 0,001) e Tp-e/QTc (r = 0,560, p < 0,001).

Conclusão:

O presente estudo mostra que os intervalos Tp-e e cTp-e, e as relações Tp-e/QT e Tp-e/QTc estavam elevados nos indivíduos com TAE aumentado, o que pode sugerir um maior risco de arritmia ventricular.

  • Arritmias Cardíacas / etiologia
  • Eletrocardiografia
  • Pericárdio
  • Tecido Adiposo
  • Valores de Referência
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02/10/2015 DOI: 10.5935/abc.20150124
Parâmetros ecocardiográficos de deposição de gordura epicárdica e sua relação com doença arterial coronariana
ABC
Artigo Original

Parâmetros ecocardiográficos de deposição de gordura epicárdica e sua relação com doença arterial coronariana

Juan Valiente Mustelier et al. Julio Oscar Cabrera Rego Angela Gala González Júlio César Gandarilla Sarmiento Beatriz Vega Riverón

FUNDAMENTO: Gordura epicárdica tem sido associada com a presença de doença arterial coronariana (DAC) significante. Entretanto, a associação entre infiltração lipomatosa do septo atrial e a infiltração de gordura do ventrículo direito (VD) permanece incerta. Nenhum desses parâmetros foi totalmente estudado em pacientes hispânicos. OBJETIVO: Determinar a associação entre a gordura epicárdica, infiltração lipomatosa do septo atrial e a infiltração de gordura do VD na presença de DAC. MÉTODOS: Duzentos e cinquenta pacientes hispânicos (86 mulheres e 164 homens, média da idade 61,5 ± 8 vs 62 ± 10 respectivamente), submetidos à sua primeira angiografia coronariana invasiva (ACI) foram estudados. No dia seguinte ao ACI, parâmetros de deposição de gordura epicárdica foram avaliados através de ecocardiografia modo 2D. Variáveis clínicas (idade, sexo, antecedentes pessoais do hábito de fumar, hipertensão e diabete melito, bem como a apresentação clínica da DAC) e antropométricas (circunferência da cintura e índice de massa corporal [IMC]) também foram coletadas. RESULTADOS: A gordura epicárdica (OR 1,27 p = 0,009), bem como a infiltração de gordura no VD (OR 2,94 p = 0,027), apresentaram uma associação significante e independente com a presença, mas não com a extensão (p = 0,516) e apresentação clínica (p = 0,153) da DAC. A extensão da deposição da gordura epicárdica mostrou uma associação proporcional e significante (p = 0,001) com a presença de DAC. CONCLUSÃO: A Gordura epicárdica e a infiltração de gordura do VD foram fatores significantes e independentes associados com a presença de DAC, a qual estava proporcionalmente aumentada de acordo com a extensão da deposição de gordura epicárdica.

  • Doença das Coronárias
  • ecocardiografia
  • gordura subcutânea
  • Pericárdio
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03/06/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000068
Pericardite constritiva com calcificação extensa
ABC
Relato de Caso

Pericardite constritiva com calcificação extensa

Marcelo Villaça Lima et al. Juliano Novaes Cardoso Cristina Martins dos Reis Cardoso Euler Cristovan Ochiai Brancalhão … Renan Prado Limaco Antonio Carlos Pereira Barretto

Paciente com sinais e sintomas de insuficiência cardíaca direita de etiologia desconhecida, transferida para tratamento em hospital de referência da zona leste de São Paulo, com diagnóstico de pericardite constritiva calcificada, tratada cirurgicamente. Essa patologia caracteriza-se por processo de calcificação irreversível do pericárdio, e o tratamento cirúrgico é a alternativa para o controle dos sintomas e a melhora da qualidade de vida dos pacientes. Esse caso chamou a atenção pela extensão da calcificação e por seu local de distribuição, atingindo o septo interventricular, fato que dificultou o diagnóstico pelo aspecto inusitado das imagens, deixando dúvida se haveria outra doença associada.

  • calcificação fisiológica
  • Pericárdio
  • Pericardite constritiva
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04/02/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011000100018 Visualizações 1
Utilidade da pericardioscopia no diagnóstico de derrame pericárdico
ABC
Relato de Caso

Utilidade da pericardioscopia no diagnóstico de derrame pericárdico

Fernando Conrado Abrão et al. Benoit Jacques Bibas Paulo Manuel Pêgo-Fernandes Fabio Biscegli Jatene

O pericárdio pode ser afetado por doenças infecciosas, neoplásicas, inflamatórias e metabólicas. Muitas condições exigem tratamentos específicos, de forma que um diagnóstico preciso é importante. Assim, a biópsia do pericárdio tem um papel importante na avaliação dos derrames pericárdicos. A pericardioscopia oferece a vantagem da tradicional abordagem subxifóide ao permitir acesso a partes do pericárdio que não poderiam ser alcançadas através de palpação digital, bem como visibilização direta através da janela subxifóide ou toracoscopia. Reportamos o caso de um paciente com grande derrame pericárdico e massa mediastinal não-diagnosticada, em quem a pericardioscopia videoassistida foi fundamental no diagnóstico e tratamento da doença.

  • Biópsia
  • derrame pericárdico/diagnóstico
  • Pericárdio
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22/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000500025

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Ruffo CH, Rosa Filho AAM, Favaro GL, Hirose JSM, Lewinter RM, Melillo N, Silva LI, et al. Quilopericárdio Primário Idiopático. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(7):e20260062.

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Ruffo, Camila Helena; Rosa Filho, Alfredo Aurélio Marinho; Favaro, Guilherme Lima; Hirose, Juliana Sayuri Maia; Lewinter, Raissa Matias; Melillo, Natan; Silva, Leonardo Izzo; Anbar, Ramez; Coelho, Murilo Martins; Generoso, Giuliano. Quilopericárdio Primário Idiopático. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 7, e20260062, set. 2026.

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Ruffo, C. H., Rosa Filho, A. A. M., Favaro, G. L., Hirose, J. S. M., Lewinter, R. M., Melillo, N., Silva, L. I., Anbar, R., Coelho, M. M., & Generoso, G. (2026). Quilopericárdio Primário Idiopático. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(7), e20260062.

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Ruffo, Camila Helena and Rosa Filho, Alfredo Aurélio Marinho and Favaro, Guilherme Lima and Hirose, Juliana Sayuri Maia and Lewinter, Raissa Matias and Melillo, Natan and Silva, Leonardo Izzo and Anbar, Ramez and Coelho, Murilo Martins and Generoso, Giuliano. Quilopericárdio Primário Idiopático. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 7, [citado 2026-10-14], e20260062. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/quilopericardio-primario-idiopatico/>. ISSN 0066-782X

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Wolf, Plínio José Whitaker; Correia, Edileide Barros; Vasconcellos, Marcos de Oliveira; Bruscky, Larissa Ventura Ribeiro; Murta, Ana Cristina de Souza; Francisco, Yoná Afonso; Sassaki, Eduardo Mikio; Domingos, Sara Regina Alcalde; Donadon, Natan Alevato; Miranda, Gerson; Rossi, Raphael; Mattos, Victor Bemfica de Mello; Fortuna, Fernanda de Brito. Pericardite Constritiva com Necrose Caseosa: Uma Apresentação Rara e Pouco Conhecida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 10, e20250163, dez. 2025.

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Wolf, P. J. W., Correia, E. B., Vasconcellos, M. O., Bruscky, L. V. R., Murta, A. C. S., Francisco, Y. A., Sassaki, E. M., Domingos, S. R. A., Donadon, N. A., Miranda, G., Rossi, R., Mattos, V. B. M., & Fortuna, F. B. (2025). Pericardite Constritiva com Necrose Caseosa: Uma Apresentação Rara e Pouco Conhecida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(10), e20250163.

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Wolf, Plínio José Whitaker and Correia, Edileide Barros and Vasconcellos, Marcos de Oliveira and Bruscky, Larissa Ventura Ribeiro and Murta, Ana Cristina de Souza and Francisco, Yoná Afonso and Sassaki, Eduardo Mikio and Domingos, Sara Regina Alcalde and Donadon, Natan Alevato and Miranda, Gerson and Rossi, Raphael and Mattos, Victor Bemfica de Mello and Fortuna, Fernanda de Brito. Pericardite Constritiva com Necrose Caseosa: Uma Apresentação Rara e Pouco Conhecida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 10, [citado 2026-10-14], e20250163. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/pericardite-constritiva-com-necrose-caseosa-uma-apresentacao-rara-e-pouco-conhecida/>. ISSN 0066-782X

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Lima, Estela de Oliveira and Ferrasi, Adriana Camargo and Kaasi, Andreas. Descelularização de Pericárdio Humano com Potencial Aplicação em Medicina Regenerativa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 18-19. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/descelularizacao-de-pericardio-humano-com-potencial-aplicacao-em-medicina-regenerativa/>. ISSN 0066-782X

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Wollmann L, Suss P, Mendonça J, Luzia C, Schittini A, Rosa GWX, Costa F, et al. Caracterização do Pericárdio Humano Descelularizado para Engenharia de Tecidos e Aplicações de Medicina Regenerativa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(1):11-7.

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Wollmann, Luciana; Suss, Paula; Mendonça, João; Luzia, Cesar; Schittini, Andressa; Rosa, George Willian Xavier da; Costa, Francisco; Tuon, Felipe F.. Caracterização do Pericárdio Humano Descelularizado para Engenharia de Tecidos e Aplicações de Medicina Regenerativa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 1, p. 11-17, jun. 2019.

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Wollmann, L., Suss, P., Mendonça, J., Luzia, C., Schittini, A., Rosa, G. W. X. , Costa, F., & Tuon, F. F. (2019). Caracterização do Pericárdio Humano Descelularizado para Engenharia de Tecidos e Aplicações de Medicina Regenerativa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(1), 11-17.

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Wollmann, Luciana and Suss, Paula and Mendonça, João and Luzia, Cesar and Schittini, Andressa and Rosa, George Willian Xavier da and Costa, Francisco and Tuon, Felipe F.. Caracterização do Pericárdio Humano Descelularizado para Engenharia de Tecidos e Aplicações de Medicina Regenerativa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 11-17. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caracterizacao-do-pericardio-humano-descelularizado-para-engenharia-de-tecidos-e-aplicacoes-de-medicina-regenerativa/>. ISSN 0066-782X

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Carvalho NB, Silva NPL, Pereira PPN, Morganti AV, Silva SL, Rodrigues AS. Necrose da Gordura Epipericárdica. Um Importante Diagnóstico Diferencial na Dor Torácica. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(1):91-4.

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Carvalho, Núbia Bernardes; Silva, Natália de Paula Lopes e; Pereira, Pedro Paulo Nunes; Morganti, André Volani; Silva, Sinval Lins; Rodrigues, André Silva. Necrose da Gordura Epipericárdica. Um Importante Diagnóstico Diferencial na Dor Torácica. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 1, p. 91-94, dez. 2016.

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Carvalho, Núbia Bernardes and Silva, Natália de Paula Lopes e and Pereira, Pedro Paulo Nunes and Morganti, André Volani and Silva, Sinval Lins and Rodrigues, André Silva. Necrose da Gordura Epipericárdica. Um Importante Diagnóstico Diferencial na Dor Torácica. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 91-94. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/necrose-da-gordura-epipericardica-um-importante-diagnostico-diferencial-na-dor-toracica/>. ISSN 2359-4802

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Balta S, Ozturk C, Celik T. A Relação entre a Espessura da Gordura Epicárdica e os Escores de Risco Prognósticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(6):607.

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Balta, Sevket; Ozturk, Cengiz; Celik, Turgay. A Relação entre a Espessura da Gordura Epicárdica e os Escores de Risco Prognósticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 6, p. 607-607, nov. 2016.

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Balta, S., Ozturk, C., & Celik, T. (2016). A Relação entre a Espessura da Gordura Epicárdica e os Escores de Risco Prognósticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(6), 607-607.

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Balta, Sevket and Ozturk, Cengiz and Celik, Turgay. A Relação entre a Espessura da Gordura Epicárdica e os Escores de Risco Prognósticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 607-607. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-relacao-entre-a-espessura-da-gordura-epicardica-e-os-escores-de-risco-prognosticos/>. ISSN 0066-782X

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Gulgun M, Genç FA. A Medição da Espessura do Tecido Adiposo Epicárdico por Ecocardiografia Apresenta Desafios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(5):497-8.

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Gulgun, Mustafa; Genç, Fatih Alparslan. A Medição da Espessura do Tecido Adiposo Epicárdico por Ecocardiografia Apresenta Desafios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 5, p. 497-498, out. 2016.

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Gulgun, Mustafa and Genç, Fatih Alparslan. A Medição da Espessura do Tecido Adiposo Epicárdico por Ecocardiografia Apresenta Desafios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 497-498. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-medicao-da-espessura-do-tecido-adiposo-epicardico-por-ecocardiografia-apresenta-desafios/>. ISSN 0066-782X

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Cerit L. Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(2):189-90.

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Cerit, Levent. Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 2, p. 189-190, jul. 2016.

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Cerit, Levent. Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 189-190. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-escore-grace-e-espessura-da-gordura-epicardica-em-pacientes-com-imssst/>. ISSN 0066-782X

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Gul I, Zungur M, Aykan AC, Gokdeniz T, Kalaycioğlu E, Turan T, Hatem E, et al. Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;106(3):194-200.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gul, Ilker; Zungur, Mustafa; Aykan, Ahmet Cagri; Gokdeniz, Teyyar; Kalaycioğlu, Ezgi; Turan, Turhan; Hatem, Engin; Boyaci, Faruk. Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 3, p. 194-200, fev. 2016.

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Gul, I., Zungur, M., Aykan, A. C., Gokdeniz, T., Kalaycioğlu, E., Turan, T., Hatem, E., & Boyaci, F. (2016). Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(3), 194-200.

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Gul, Ilker and Zungur, Mustafa and Aykan, Ahmet Cagri and Gokdeniz, Teyyar and Kalaycioğlu, Ezgi and Turan, Turhan and Hatem, Engin and Boyaci, Faruk. Relação entre Escore GRACE e Espessura da Gordura Epicárdica em Pacientes com IMSSST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 194-200. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-escore-grace-e-espessura-da-gordura-epicardica-em-pacientes-com-imssst-2/>. ISSN 0066-782X

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Kaplan O, Kurtoglu E, Nar G, Yasar E, Gozubuyuk G, Dogan C, Boz AU, et al. Avaliação Eletrocardiográfica do Intervalo Tpeak-Tend em Indivíduos com Espessura Aumentada do Tecido Adiposo Epicárdico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(6):566-72.

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Kaplan, Ozgur; Kurtoglu, Ertugrul; Nar, Gokay; Yasar, Erdogan; Gozubuyuk, Gokhan; Dogan, Cem; Boz, Ahmet Ugur; Hidayet, Sıho; Pekdemir, Hasan. Avaliação Eletrocardiográfica do Intervalo Tpeak-Tend em Indivíduos com Espessura Aumentada do Tecido Adiposo Epicárdico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 6, p. 566-572, out. 2015.

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Kaplan, O., Kurtoglu, E., Nar, G., Yasar, E., Gozubuyuk, G., Dogan, C., Boz, A. U., Hidayet, S., & Pekdemir, H. (2015). Avaliação Eletrocardiográfica do Intervalo Tpeak-Tend em Indivíduos com Espessura Aumentada do Tecido Adiposo Epicárdico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(6), 566-572.

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Kaplan, Ozgur and Kurtoglu, Ertugrul and Nar, Gokay and Yasar, Erdogan and Gozubuyuk, Gokhan and Dogan, Cem and Boz, Ahmet Ugur and Hidayet, Sıho and Pekdemir, Hasan. Avaliação Eletrocardiográfica do Intervalo Tpeak-Tend em Indivíduos com Espessura Aumentada do Tecido Adiposo Epicárdico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 566-572. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-eletrocardiografica-do-intervalo-tpeak-tend-em-individuos-com-espessura-aumentada-do-tecido-adiposo-epicardico/>. ISSN 0066-782X

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Mustelier JV, Rego JOC, González AG, Sarmiento JCG, Riverón BV. Parâmetros ecocardiográficos de deposição de gordura epicárdica e sua relação com doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(2):122-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mustelier, Juan Valiente; Rego, Julio Oscar Cabrera; González, Angela Gala; Sarmiento, Júlio César Gandarilla; Riverón, Beatriz Vega. Parâmetros ecocardiográficos de deposição de gordura epicárdica e sua relação com doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 2, p. 122-129, jun. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mustelier, J. V., Rego, J. O. C., González, A. G., Sarmiento, J. C. G., & Riverón, B. V. (2011). Parâmetros ecocardiográficos de deposição de gordura epicárdica e sua relação com doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(2), 122-129.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mustelier, Juan Valiente and Rego, Julio Oscar Cabrera and González, Angela Gala and Sarmiento, Júlio César Gandarilla and Riverón, Beatriz Vega. Parâmetros ecocardiográficos de deposição de gordura epicárdica e sua relação com doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 122-129. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/parametros-ecocardiograficos-de-deposicao-de-gordura-epicardica-e-sua-relacao-com-doenca-arterial-coronariana/>. ISSN 0066-782X

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Lima MV, Cardoso JN, Cardoso CMR, Brancalhão ECO, Limaco RP, Barretto ACP. Pericardite constritiva com calcificação extensa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;96(1):e7-e10.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lima, Marcelo Villaça; Cardoso, Juliano Novaes; Cardoso, Cristina Martins dos Reis; Brancalhão, Euler Cristovan Ochiai; Limaco, Renan Prado; Barretto, Antonio Carlos Pereira. Pericardite constritiva com calcificação extensa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 96, n. 1, p. e7-e10, fev. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lima, M. V., Cardoso, J. N., Cardoso, C. M. R., Brancalhão, E. C. O., Limaco, R. P., & Barretto, A. C. P. (2011). Pericardite constritiva com calcificação extensa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 96(1), e7-e10.

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Lima, Marcelo Villaça and Cardoso, Juliano Novaes and Cardoso, Cristina Martins dos Reis and Brancalhão, Euler Cristovan Ochiai and Limaco, Renan Prado and Barretto, Antonio Carlos Pereira. Pericardite constritiva com calcificação extensa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 96, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. e7-e10. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/pericardite-constritiva-com-calcificacao-extensa/>. ISSN 0066-782X

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Abrão FC, Bibas BJ, Pêgo-Fernandes PM, Jatene FB. Utilidade da pericardioscopia no diagnóstico de derrame pericárdico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(5):e128-30.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Abrão, Fernando Conrado; Bibas, Benoit Jacques; Pêgo-Fernandes, Paulo Manuel; Jatene, Fabio Biscegli. Utilidade da pericardioscopia no diagnóstico de derrame pericárdico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 5, p. e128-e130, set. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Abrão, F. C., Bibas, B. J., Pêgo-Fernandes, P. M., & Jatene, F. B. (2010). Utilidade da pericardioscopia no diagnóstico de derrame pericárdico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(5), e128-e130.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Abrão, Fernando Conrado and Bibas, Benoit Jacques and Pêgo-Fernandes, Paulo Manuel and Jatene, Fabio Biscegli. Utilidade da pericardioscopia no diagnóstico de derrame pericárdico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. e128-e130. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/utilidade-da-pericardioscopia-no-diagnostico-de-derrame-pericardico/>. ISSN 0066-782X

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