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  2. Keyword: Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
ABC
Carta ao Editor

Ultrassom Point-of-Care na Cardiologia: Quando o Posicionamento Não Reflete o Estado da Arte

Guilherme Pinheiro Machado et al. Guilherme Heiden Telo Gustavo Neves de Araujo Fernando Luis Scolari … Anderson Donelli da Silveira Rodrigo Wainstein Marco Wainstein

Prezado Editor,

Lemos com interesse a recente publicação do Posicionamento sobre o Uso do Ultrassom “Point of Care” (POCUS) na Medicina Cardiovascular – 2026, nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia. Trata-se de uma iniciativa relevante, que reconhece o papel crescente do POCUS como ferramenta fundamental na prática cardiovascular contemporânea. Entretanto, apesar de seus méritos, consideramos que o posicionamento apresenta uma limitação importante: a falta de discussão e de incorporação de um conjunto expressivo de evidências relacionadas à avaliação de pacientes cardiológicos em diferentes cenários clínicos, particularmente no infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST).

[…]

  • Cardiopatias
  • Diagnóstico por Ultrassom
  • ecocardiografia
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
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21/09/2026 DOI: 10.36660/abc.20260312
ABC
Editorial

Explorando o Escore Prognóstico de Nápoles: Uma Chave para Prever o Início da Fibrilação Atrial em Casos de IAMCCST

Paulo Magno Martins Dourado

No cenário em constante evolução do tratamento cardíaco, o Escore Prognóstico de Nápoles (Naples Prognostic Score – (NPS)) surgiu como uma ferramenta promissora para prever o início da fibrilação atrial (FA) em pacientes com infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST). Este sistema de pontuação inovador oferece insights sobre os desfechos dos pacientes e capacita os profissionais de saúde a tomar decisões informadas em tempo real. Compreender e utilizar este escore pode aprimorar o manejo do paciente e aumentar as taxas de sobrevida. Vamos explorar como o NPS transforma a abordagem para a predição de IAMCSST e FA.

A FA após IAMCSST é uma preocupação crescente na área da medicina cardiovascular.² O cenário pós-IM apresenta inúmeros desafios, com a FA amplificando significativamente o risco de desfechos adversos para os pacientes. Um estudo recente que destaca o NPS traz novas esperanças na busca por prever e tratar complicações de forma eficaz após o infarto do miocárdio.³ Reconhecer o potencial para a detecção precoce de FA de início recente (FANO) — uma condição associada ao aumento da morbidade e mortalidade — melhora a qualidade do atendimento prestado a pacientes com IAMCSST submetidos à intervenção coronária percutânea primária.

[…]

  • Fibrilação Atrial
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Prognóstico
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04/08/2025 DOI: 10.36660/abc.20250518
Figura 1
ABC
Artigo Original

Preditores Clínicos de Insuficiência Cardíaca após IAMCSST: Dados de um País de Renda Média com Acesso Limitado à Intervenção Coronária Percutânea

Vinícius C. Fiusa et al. Andrea D. Stephanus Victor F. Couto Gustavo A. Alexim … Thaiene M. M. Severino Ana Claudia C. Nogueira Adriana J. B. A. Guimarães Alexandre Anderson S. M. Soares Elizabeth Bilevicius Vivian Batista Alessandra Staffico Andrei C. Sposito Luiz Sérgio F. de Carvalho

Resumo

Fundamento

A insuficiência cardíaca (IC) é uma complicação comum do infarto do miocárdio com supradesnível do segmento ST (IAMCSST) em países de rendas baixa e média, nos quais a mortalidade por doença cardiovascular é desproporcionalmente alta. A intervenção coronária percutânea primária (ICP) reduziu a incidência de IC pós-IAMCSST em países desenvolvidos. Entretanto, em países de rendas baixa e média, o acesso a essa abordagem é baixo, e dados desses locais são escassos.

Objetivos

Identificar preditores de IC após IAMCSST em um país de renda baixa/média com acesso limitado à ICP, visando melhores manejo e desfechos.

Métodos

Este estudo retrospectivo do tipo coorte analisou 2467 pacientes com IAMCSST admitidos em dois hospitais públicos brasileiros entre janeiro de 2015 e fevereiro de 2020. Todos os participantes receberam trombólise farmacológica e foram submetidos à angiografia coronária dentro de 48 horas após a admissão. O desfecho primário foi IC sintomática, definida como dispneia com evidência de congestão do raio-X de tórax, entre 48 horas de admissão até a alta. Regressão logística binária stepwise foi usada para identificar preditores de IC. A significância estatística foi definida como p-valores < 0,05.

Resultados

A idade média da população foi de 58,3±12,6 anos, 61,9% eram do sexo masculino, e 39,9% desenvolveram IC após IAMCSST. A IC foi mais frequente nos homens com idade mais avançada e com doença cardiovascular-renal-metabólica, infartos maiores, e envolvimento da artéria descendente anterior esquerda. Geralmente, os pacientes não recebiam prescrição adequada dos medicamentos na alta, principalmente de antagonistas de aldosterona (11,0%). A IC foi notavelmente mais frequente entre os indivíduos com falha no tratamento de trombólise (47,0%).

Conclusões

Esta coorte regionalmente-representativa de um país de renda baixa/média, com acesso limitado à ICP, mostrou que homens mais velhos com doença cardiovascular-renal-metabólica são particularmente vulneráveis à IC pós-IAMCSST, e que a farmacoterapia para IC na alta necessita ser otimizada. A alta incidência de IC entre os pacientes com falha de trombólise destaca a necessidade de expandir a disponibilidade da IPC.

  • Fatores de risco
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Insuficiência Cardíaca
  • Trombólise Farmacológica
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07/04/2025 DOI: 10.36660/abc.20240447
ABC
Editorial

Mortalidade Hospitalar em Pacientes com Choque Cardiogênico após Infarto do Miocárdio: Há Benefício no Uso de Balão Intra-Aórtico?

Fernando Arturo Effio Solis et al. Adriana Brentegani Marcelo Luiz Campos Vieira

O choque cardiogênico (CC) representa uma síndrome clínica grave caracterizada por hipoperfusão sistêmica e débito cardíaco insuficiente devido à disfunção cardíaca primária. Sua mortalidade frequentemente ultrapassa 40%, dos casos, sendo uma condição cardiológica de alta complexidade. A etiologia é multifatorial, sendo o infarto agudo do miocárdio (IAM) a causa predominante, responsável por cerca de 30% dos casos. Outras condições relevantes incluem descompensação aguda da insuficiência cardíaca crônica e casos de disfunção miocárdica aguda sem história prévia de insuficiência cardíaca, como observado na miocardite.

O manejo do CC pós-IAM requer uma abordagem abrangente, que combine revascularização precoce e suporte hemodinâmico.– Nesse contexto, dispositivos como o balão intra-aórtico (BIA) têm seu papel devido à sua capacidade de aumentar a pressão diastólica na aorta e reduzir a pós-carga ventricular esquerda. Esses efeitos fisiológicos resultam em melhora da perfusão coronária e redução do consumo de oxigênio pelo miocárdio.

[…]

  • Balão Intra-Aórtico
  • Choque Cardiogênico
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Mortalidade Hospitalar
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21/03/2025 DOI: 10.36660/abc.20250080
Preditores de Mortalidade Intra-Hospitalar de Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Choque Cardiogênico em Uso de Balão Intra-Aórtico
ABC
Artigo Original

Preditores de Mortalidade Intra-Hospitalar de Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Choque Cardiogênico em Uso de Balão Intra-Aórtico

Rossana Dall’Orto Elias et al. Isabella Pedrosa Assunção Julliane Vasconcelos Joviano Santos Maria da Gloria Rodrigues-Machado José Luiz Barros Pena

Resumo

Fundamento

Pacientes com infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST) e choque cardiogênico (CC) têm elevado risco de morte. Novos tipos de dispositivos mecânicos têm limitada disponibilidade em nosso meio. O uso de balão intra-aórtico (BIA), apesar da indicação rebaixada em novas diretrizes, constitui a estratégia de suporte mecânico mais empregada. Entretanto, os preditores clínicos de sua efetividade na redução de morte nesse grupo são pouco conhecidos.

Objetivos

Avaliar os preditores de efetividade do BIA na redução da mortalidade intra-hospitalar de pacientes com IAMCSST e CC.

Métodos

Estudo observacional, retrospectivo, descritivo, unicêntrico, envolvendo 98 pacientes com IAMCSST e CC que utilizaram BIA, na unidade de terapia intensiva. Comparamos os pacientes que sobreviveram (42 homens e 13 mulheres) ou não (30 homens e 13 mulheres) através dos preditores clínicos de efetividade do BIA na redução de morte intra-hospitalar, considerando um nível de significância estatística de 5% (p < 0,05).

Resultados

O emprego de BIA em pacientes com menos de um dia de infarto (odds ratio [OR]: 0,12; intervalo de confiança [IC] de 95%: 0,02 a 0,85; p = 0,034) constituiu fator de aumento do risco de morte intra-hospitalar. Pacientes mais jovens (OR: 1,09; IC 95%: 1,02 a 1,16; p = 0,010) e dislipidêmicos (OR: 0,19; IC 95%: 0,05 a 0,81; p = 0,024) constituíram preditores de redução de morte intra-hospitalar. A cada ano a mais na idade, o risco de óbito aumentou 1,07 vezes.

Conclusão

Em pacientes com IAMCSST e CC, o uso de BIA reduziu mortalidade intra-hospitalar quando foi utilizado por 2 ou mais dias e em pacientes mais jovens e dislipidêmicos. Estudos adicionais são necessários para confirmar esses achados.

  • Balão Intra-Aórtico
  • Choque Cardiogênico
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Mortalidade Hospitalar
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21/02/2025 DOI: 10.36660/abc.20230496
IJCS
Original Article

Role of the CHA2DS2-Vasc Score in Predicting Contrast-Induced Nephropathy After Primary Percutaneous Coronary Intervention

Nolly Octavianes Habel Rantung et al. Starry Homenta Rampengan Edmond Leonard Jim Dewa Gde Prema Ananda Fima Lanra Fredrik Gerarld Langi

Abstract

Background

Primary percutaneous coronary intervention (PPCI) is the preferred reperfusion strategy for ST-elevation myocardial infarction (STEMI) with an onset time <12 h. However, it poses a risk of contrast-induced nephropathy (CIN), occurring in one out of five patients. In this context, the CHA2DS2-VASc score can be used as a predictor of CIN in patients with STEMI undergoing PPCI.

Objectives

To evaluate the role of the CHA2DS2-VASc score in predicting CIN in patients with STEMI who underwent PPCI.

Methods

In this retrospective cohort study, data were collected from the medical records of patients with STEMI who underwent PPCI at the department of cardiovascular medicine of our institution from January 1, 2019, to October 31, 2021. The association of CIN with the CHA2DS2-VASc and Mehran scores, the and neutrophil–lymphocyte ratio were evaluated using a logistic regression model with a p value < 0.05.

Results

This study included 66 patients with CIN from a total of 326 patients with STEMI who underwent PPCI. Patients with CIN showed a higher CHA2DS2-VASc score compared with those without CIN (median [interquartile range — IQR], 2 [1–3] vs. 1 [1–2], p < 0.001). The sensitivity, specificity, negative predictive value, and positive predictive value of the CHA2DS2-VASc score in predicting CIN after PPCI were 73.6%, 92.3%, 87.9%, and 82.1%, respectively.

Conclusion

A CHA2DS2-VASc score ≥ 2.5 is as accurate as a Mehran score ≥6.5 in predicting CIN following PPCI, suggesting that the CHA2DS2-VASc score is a practical and efficient tool for clinical use.

  • Contrast Media
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Percutaneous Coronary Intervention
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10/02/2025 DOI: 10.36660/ijcs.20240111
Figura Central
ABC
Artigo Original

Óxido Nítrico Sérico, Endotelina-1 Correlaciona Eventos Cardiovasculares Adversos Importantes Pós-Procedimento entre Pacientes com IAMCSST Agudo

Huihui Guo et al. Qi Qu Jiechao Lv

Resumo

Fundamento

O infarto do miocárdio com elevação do segmento ST (IAMCSST) é uma forma comum e grave de infarto agudo do miocárdio (IAM).

Objetivos

O estudo teve como objetivo investigar a relação entre os níveis séricos de óxido nítrico (NO) e endotelina-1 (ET-1) com a gravidade do IAMCSST e seu valor preditivo para eventos cardiovasculares adversos maiores (MACE) dentro de um ano após intervenção coronária percutânea (ICP) em pacientes com IAMCSST.

Métodos

O estudo retrospectivo foi conduzido em 269 pacientes com IAMCSST submetidos a ICP. Os pacientes foram categorizados em dois grupos: aqueles que desenvolveram MACE (112 casos) e aqueles que não desenvolveram (157 casos) em um ano. Os níveis de NO e ET-1 foram medidos no soro coletado usando ensaio imunoenzimático. A curva ROC (Receive-Operating Characteristics) foi usada para analisar o potencial prognóstico de NO e ET-1 individualmente e em combinação, p<0,05 foi considerado estatisticamente significativo.

Resultados

Foram observadas diferenças significativas entre os dois grupos em relação à idade, classificação de Killip, fração de ejeção do ventrículo esquerdo, troponina I cardíaca (cTnI), creatina quinase-MB (CK-MB), bem como níveis séricos de NO e ET-1. O estudo observou que pacientes que desenvolveram MACE tinham níveis séricos mais baixos de NO e níveis mais altos de ET-1 na admissão. Análises posteriores revelaram uma relação inversa significativa entre os níveis séricos de NO e ET-1 e a gravidade do infarto do miocárdio. Um modelo de detecção combinado, -0,082 * NO + 0,059 * ET-1, demonstrou valor prognóstico promissor para a ocorrência de MACE dentro de um ano após a ICP.

Conclusões

Os níveis séricos de NO e ET-1 servem como marcadores prognósticos valiosos para MACE em pacientes com STEMI submetidos a ICP, exibindo uma forte correlação com a gravidade do IAM.

  • Infarto Do Miocárdio
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Prognóstico
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20/01/2025 DOI: 10.36660/abc.20240248
IAMSST e Regurgitação Mitral Isquêmica: Incidência e Resultados Clínicos de Longo Prazo com Relação à Estratégia de Tratamento
ABC
Artigo Original

IAMSST e Regurgitação Mitral Isquêmica: Incidência e Resultados Clínicos de Longo Prazo com Relação à Estratégia de Tratamento

Pooja Vyas et al. Radhakishan Dake Kewal Kanabar Iva Patel … Ashish Mishra Vishal Sharma Tirth Nathwani Kunal Parwani Mital Rathod

Resumo

Fundamento

O tratamento ideal para regurgitação mitral isquêmica (RMI) em pacientes com infarto do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST (IAMSSST) é um tópico debatido.

Objetivo

Avaliar o resultado a longo prazo em pacientes com IAMSSST e RMI, enfatizando particularmente a comparação de tratamentos naqueles com RM moderada a grave.

Métodos

Inscrevemos pacientes com IAMSSST e classificamos regurgitação não/trivial a leve como RMI insignificante e regurgitação moderada a grave como RMI significativa. Além disso, pacientes com RMI substancial foram avaliados para desfechos clínicos de longo prazo com relação a diferentes estratégias de tratamento. Um teste foi considerado estatisticamente significativo com base no valor de probabilidade p<0,05.

Resultados

De um total de 4.189 pacientes com IAMSSST, RMI significativa foi encontrada em 7,21% dos pacientes. Um número significativamente maior de pacientes com morte (1,21% vs. 13,24%, p<0,0001), choque cardiogênico (0,46% vs. 13,24%, p<0,0001) e insuficiência cardíaca (1,03% vs. 11,59%, p<0,0001) foram encontrados durante a hospitalização em pacientes com RMI significativa. Em um acompanhamento de 2 anos, uma taxa de evento maior foi observada no grupo RMI significativa. Pacientes com RMI significativa revascularizados por intervenção coronária percutânea (ICP), cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) ou cirurgia CRM+ válvula mitral (VM) apresentaram melhora substancial no grau de RM (32,65% vs. 6% vs. 16,98%, p<0,0001) e fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) (27,55% vs. 1% vs. 1,89%, p<0,0001) em 1 ano de acompanhamento e resultados significativamente melhores foram identificados em comparação ao grupo de revascularização recusada e tratamento médico com (-5,10% vs. 15% vs. 13,21%, p=0,04) mortalidade, (-33,67% vs. 61% vs. 73,58%, p<0,0001) readmissão e (- 15,31% vs. 27% vs. 33,96%, p=0,01) insuficiência cardíaca em 2 anos de acompanhamento.

Conclusão

Maiores taxas de mortalidade e admissão foram observadas em pacientes com RMI significativa em comparação àqueles com RMI insignificante. Notavelmente, pacientes com RMI significativa que passaram por ICP, CRM ou cirurgia CRM+VM apresentaram melhores resultados em comparação com seus equivalentes não revascularizados.

  • Angioplastia Coronária com Balão
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Insuficiência da Valva Mitral
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13/12/2024 DOI: 10.36660/abc.20240064
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Elevação Enganosa do Segmento ST Ântero-Septal e Padrão de Brugada Causado por Oclusão Isolada da Artéria do Cone

Hakan Gökalp Uzun et al. İrfan Özgen

Resumo

A artéria do cone (AC) irriga a via de saída do ventrículo direito (VSVD). A elevação do segmento ST nas derivações V1-3, que pode assemelhar-se aos padrões de eletrocardiograma (ECG) de Brugada, foi relatada devido à oclusão da AC. Um paciente do sexo masculino, 68 anos de idade, foi internado no hospital com diagnóstico de infarto do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST. Uma angiografia coronária revelou uma dissecção na AC, provavelmente causada pelo cateter. Devido ao pequeno calibre da AC, a terapia medicamentosa foi escolhida como curso de ação. No entanto, após o procedimento, um ECG mostrou alterações consistentes com características dos padrões de Brugada tipo 1 e tipo 2, com elevações do segmento ST nas derivações V1-4. A imagem coronariana subsequente revelou que a AC havia progredido para oclusão total. Apesar das diversas tentativas de obter a reentrada no lúmen verdadeiro, não houve êxito. Com base na relação risco-benefício, foi tomada a decisão de continuar com a terapia medicamentosa. Este é o primeiro caso relatado de oclusão da AC induzida por dissecção por cateter, que se manifesta como elevação ântero-septal do segmento ST. O paciente não relatou sintomas anginosos ou eventos arrítmicos, o que contrasta com o conhecimento convencional. Nem todas as obstruções da AC ou infartos da VSVD causam padrões semelhantes aos de Brugada. Quando isso ocorre, as elevações de ST tendem a ser menores do que as da verdadeira síndrome de Brugada.

  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Obstrução da Via de Saída Ventricular Direita
  • Síndrome de Brugada
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15/07/2024 DOI: 10.36660/abc.20230749
Figura Central
ABC
Artigo Original

O Impacto Clínico e Econômico do Atraso na Terapia de Reperfusão: Evidências do Mundo Real

Silvio Gioppatto et al. Paulo Sousa Prado Mariana Araújo Lima Elias Verônica Homem de Carvalho … Caio Resende da Costa Paiva Gustavo de Almeida Alexim Ricardo Torres Bispo Reis Ana Claudia Cavalcante Nogueira Alexandre Anderson de Sousa Munhoz Soares Wilson Nadruz Luiz Sergio F. de Carvalho Andrei C. Sposito

Resumo

Fundamento:

A terapia de reperfusão precoce é reconhecida como a abordagem mais eficaz para reduzir as taxas de letalidade de casos em pacientes com infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST).

Objetivo:

Estimar as consequências clínicas e econômicas do atraso da reperfusão em pacientes com IAMCSST.

Métodos:

O presente estudo de coorte retrospectivo avaliou as taxas de mortalidade e as despesas totais decorrentes do atraso na terapia de reperfusão em 2.622 indivíduos com IAMCSST. Os custos de cuidados hospitalares e perda de produtividade por morte ou incapacidade foram estimados sob a perspectiva do Sistema Único de Saúde indexado em dólares internacionais (Int$) ajustados pela paridade do poder de compra. Foi considerado estatisticamente significativo p < 0,05.

Resultados:

Cada hora adicional de atraso na terapia de reperfusão foi associada a um aumento de 6,2% (intervalo de confiança de 95%: 0,3% a 11,8%, p = 0,032) no risco de mortalidade hospitalar. As despesas gerais foram 45% maiores entre os indivíduos que receberam tratamento após 9 horas em comparação com aqueles que foram tratados nas primeiras 3 horas, impulsionados principalmente pelos custos hospitalares (p = 0,005). Um modelo de regressão linear multivariada indicou que para cada 3 horas de atraso na trombólise, houve um aumento nos custos hospitalares de Int$ 497 ± 286 (p = 0,003).

Conclusões:

Os achados do nosso estudo oferecem mais evidências que enfatizam o papel crucial da terapia de reperfusão imediata no salvamento de vidas e na preservação dos recursos de saúde pública. Estes resultados enfatizam a necessidade urgente de implementação de uma rede para gerir casos de IAMCSST.

  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • reperfusão
  • Síndrome Coronariana Aguda
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13/05/2024 DOI: 10.36660/abc.20230650
Função Ventricular Direita e Tolerância ao Exercício em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST
ABC
Artigo Original

Função Ventricular Direita e Tolerância ao Exercício em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST

Denisse Guzman-Ramirez et al. Anival Trujillo-Garcia Meredith Lopez-Rincon Roxella Botello Lopez

Resumo

Fundamento:

Pacientes com disfunção cardíaca apresentam limitações na realização de atividades físicas após a ocorrência de infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST). A função do ventrículo direito (VD) é determinante na melhora da capacidade funcional, sendo a reabilitação cardíaca (RC) essencial para essa coorte de pacientes.

Objetivo:

Avaliar a associação da função do VD com a tolerância ao exercício após um programa de RC em pacientes com IAMCSST.

Métodos:

Estudo de coorte retrospectivo em pacientes com IAMCSST, realizado de janeiro a dezembro de 2019. Os pacientes foram submetidos a uma avaliação ecocardiográfica da função do VD antes de um programa de RC de 16 sessões. Um teste de exercício cardiopulmonar (ECP) foi realizado antes e após o programa de RC. Analisamos se a função do VD, medida antes da RC, estava significativamente associada à tolerância ao exercício antes e depois do programa de RC e ao grau de melhora. Comorbidades e variáveis demográficas e anatômicas foram documentadas. Um valor de p < 0,05 foi considerado estatisticamente significativo.

Resultados:

No total, 109 pacientes foram incluídos. Destes, 3,7% apresentaram disfunção global do VD, 10,1% apresentaram disfunção radial do VD e 11% apresentaram disfunção longitudinal do VD. Observou-se associação entre a disfunção radial ou longitudinal do VD e a ausência de melhora da aptidão cardiorrespiratória (> 1 equivalente de pico de VO2) (p = 0,028, p = 0,008, respectivamente). Observou-se correlação significativa entre a disfunção longitudinal do VD com equivalentes de picos de VO2 (pVO2eq) iniciais (p = 0,046), pVO2eq final (p = 0,003) e diferença de pVO2eq (p = 0,009). Também foi identificada correlação entre a disfunção global do VD e pVO2eq inicial (p = 0,045), pVO2eq final (p = 0,012) e diferença de pVO2eq (p = 0,032).

Conclusões:

A disfunção do VD está associada a uma menor tolerância ao exercício; Os programas de RC podem ser estendidos ou modificados nesses pacientes.

  • ecocardiografia
  • Função ventricular
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Reabilitação Cardíaca
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08/09/2023 DOI: 10.36660/abc.20220799
Figura 1
ABC
Artigo Original

Diferenças entre os Sexos no Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST – Análise Retrospectiva de um Único Centro

Cátia Costa Oliveira et al. Filipe Vilela Carlos Braga João Costa Jorge Marques

Resumo

Fundamento

Embora os resultados em pacientes com infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST) submetidos a intervenções coronárias percutâneas (ICP) primárias tenham melhorado, as mulheres apresentam maior mortalidade. Objetivos: Avaliar as diferenças de gênero na apresentação, manejo e mortalidade hospitalar, em 30 dias, 6 meses e 1 ano após IAMCSST.

Métodos

Coletamos retrospectivamente dados de 809 pacientes consecutivos tratados com ICP primária e comparamos mulheres versus homens no banco de dados de cardiologia de intervenção local. O nível de significância utilizado foi p<0,05.

Resultados

As mulheres eram mais velhas que os homens (69,1±14,6 vs. 58,5±12,7 anos; p<0,001) com maior prevalência de idade acima de 75 anos (36,7% vs. 11,7%; p<0,001), diabetes (30,6% vs. 18,5%; p=0,001), hipertensão (60,5% vs. 45,9%; p=0,001), doença renal crônica (3,4% vs. 0,6%; p= 0,010) e acidente vascular cerebral isquêmico agudo (6,8% vs. 3,0%; p=0,021). Na apresentação, as mulheres apresentavam mais sintomas atípicos, menos dor torácica (p=0,014) e estavam mais frequentemente em choque cardiogênico (p=0,011)). As mulheres tinham mais tempo até a reperfusão (p=0,001) e eram menos propensas a receber terapia médica ideal (p<0,05). A mortalidade intra-hospitalar (p=0,001), em 30 dias (p<0,001), 6 meses (p<0,001) e 1 ano (16,4% vs. p<0,001) foi maior nas mulheres. A análise multivariada identificou idade acima de 75 anos (HR=4,25; IC 95%[1,67-10,77];p=0,002), classe Killip II (HR=8,80; IC 95%[2,72-28,41];p<0,001), III (HR=5,88; IC95% [0,99-34,80]; p=0,051) e IV (HR=9,60; IC 95%[1,86-48,59];p=0,007), Lesão Renal Aguda (HR=2,47; IC 95% [1,00-6,13];p=0,051) e dias de hospitalização (HR=1,04; IC 95%[1,01-1,08];p=0,030), mas não o sexo feminino (HR=0,83; IC95% [0,33-2,10];p=0,690) como fatores prognósticos independentes de mortalidade.

Conclusões

Comparadas aos homens, as mulheres com IAMCSST submetidas à ICP primária apresentam maiores taxas de mortalidade. Mulheres hospitalizadas por IAMCSST têm pior perfil de risco, são tratadas com maior tempo de reperfusão relacionado a atrasos do sistema e têm menor probabilidade de receber a terapia recomendada. O sexo feminino não foi fator prognóstico independente para mortalidade na população estudada.

  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Mortalidade
  • Mulheres
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09/01/2023 DOI: 10.36660/abc.20211040
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Artigo Original

Estratégia Farmacoinvasiva em Idosos até 75 Anos ou Não Idosos: Análise de Parâmetros Bioquímicos e de Ressonância Nuclear Magnética Cardíaca

Amanda S. Bacchin et al. Francisco A. H. Fonseca Rui Povoa Gilberto Szarf … Ibraim Masciarelli Pinto Adriano Mendes Caixeta Daniela Teixeira Ieda Longo Maugeri Mayari E. Ishimura Maria E. R. Coste Henrique Tria Bianco Carolina N. França Maria Cristina Izar

Resumo

Fundamento

A estratégia farmacoinvasiva é uma alternativa na inviabilidade da intervenção coronária percutânea primária (ICP).

Objetivos

Este estudo teve como objetivo avaliar os efeitos da estratégia farmacoinvasiva precoce sobre o tamanho da área infartada e a fração de ejeção ventricular esquerda em pacientes idosos e não idosos. O papel dos marcadores inflamatórios também foi avaliado.

Métodos

Pacientes (n=223) com infarto do miocárdio com elevação do segmento ST (IAMCSST) foram prospectivamente incluídos e submetidos à trombólise medicamentosa nas primeiras seis horas, e à angiografia coronariana e à ICP, quando necessária, nas primeiras 24 horas. As amostras de sangue foram coletadas no primeiro dia (D1) e 30 dias após (D30). A ressonância magnética cardíaca foi realizada no D30. O nível de significância estatística foi estabelecido em p<0,05.

Resultados

Pacientes idosos e não idosos apresentaram porcentagem similares de massa infartada [13,7 (6,9-17,0) vs. 14,0 (7,3-26,0), respectivamente p=0,13)] [mediana (intervalo interquartil)]. No entanto, os pacientes idosos apresentaram maior fração de ejeção ventricular esquerda [53 (45-62) vs. 49 (39-58), p=0,025)]. As concentrações de interleucina (IL)1beta, IL-4, IL-6, e IL-10 não foram diferentes entre D1 e D30, mas pacientes idosos apresentaram níveis mais elevados de IL-18 em D1 e D30. O número absoluto de linfócitos B e T foram similares em ambos os grupos em D1 e D30, porém, pacientes idosos apresentaram uma razão neutrófilo-linfócito mais alta em D30. A análise de regressão linear multivariada dos desfechos de RMC de toda a população do estudo mostrou que os preditores independentes não foram diferentes entre pacientes idosos e não idosos.

Conclusão

A estratégia farmacoinvasiva em pacientes idosos foi associada a pequenas diferenças nos parâmetros inflamatórios, tamanho do infarto similar, e melhor função ventricular esquerda em comparação a pacientes não idosos

  • Citocinas
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • linfócitos
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09/01/2023 DOI: 10.36660/abc.20220177
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Editorial

Estratégia Farmacoinvasiva no Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST no Brasil: Sexo Feminino como Fator Prognóstico

Fernando Cesena

A intervenção coronária percutânea primária (ICP) é a terapia recomendada em pacientes com infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST (IAMCSST). Em locais sem capacidade imediata de ICP ou na presença de uma demora antecipada da apresentação hospitalar à ICP primária > 120 minutos, a fibrinólise é indicada. Nesses casos, a angiografia invasiva e a ICP 3 a 24 horas após a fibrinólise podem melhorar o prognóstico e são recomendadas como classe 2a pela recente Diretriz para Revascularização da Artéria Coronária do ACC/AHA/SCAI. A justificativa para ICP de rotina precoce após fibrinólise, a chamada estratégia farmacoinvasiva, é que a terapia lítica fornece fluxo sanguíneo adequado (grau TIMI 3) em apenas 50-60% dos casos. A ICP pode então aliviar a estenose residual e restaurar o fluxo normal, o que está relacionado ao benefício da reperfusão em reduzir mortalidade. É importante ressaltar que a angiografia invasiva precoce deve seguir a fibrinólise independentemente da resolução do supradesnível do segmento ST, uma vez que as alterações do eletrocardiograma têm baixa precisão na identificação de reperfusão adequada.

A recomendação para a estratégia farmacoinvasiva é apoiada por vários ensaios clínicos controlados e randomizados (ECRs) e meta-análises que demonstram benefícios clínicos em relação à terapia padrão anterior. Além disso, o estudo STREAM forneceu evidências de que a fibrinólise pré-hospitalar seguida de ICP após 6 a 24 horas é tão eficaz quanto a ICP primária em pacientes com IAMCSST que não podem ser submetidos à ICP primária dentro de 1 hora após o diagnóstico.,

[…]

  • Diferenças Sexuais
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Terapia trombolítica
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25/11/2022 DOI: 10.36660/abc.20220688
Figura 1
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Artigo Original

O Valor Preditivo do Escore CHA2DS2-VASc no Escore Syntax Residual em Pacientes com Infarto do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST

Ali Kemal Kalkan et al. Serkan Kahraman Yalcin Avci Umit Bulut … Recep Gulmez Ayse Beril Turkyilmaz Mehmet Erturk

Resumo

Fundamento

O escore CHA2DS2-VASc está associado a desfechos clínicos adversos em pacientes com doença cardiovascular. O escore Syntax residual (residual Syntax score — rSS) é uma ferramenta de pontuação que tem valor prognóstico em pacientes com infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST).

Objetivos

Este estudo objetivou investigar o valor preditivo do escore CHA2DS2-VASc para o rSS em pacientes com IAMCSST.

Métodos

Foram avaliados 688 pacientes consecutivos com IAMCSST submetidos à intervenção coronária percutânea. Além do escore CHA2DS2-VASc, variáveis demográficas e clínicas de referência foram analisadas. Os pacientes foram divididos em dois grupos: grupo 1 – indivíduos com rSS até 8 (509 pacientes); grupo 2 – aqueles com rSS acima de 8 (179 pacientes). Valores p<0,05 foram considerados estatisticamente significativos.

Resultados

O escore CHA2DS2-VASc foi maior no grupo 2 [1 (0–2); 1 (1–3), p<0,001] comparado ao grupo 1. A incidência de hipertensão [151 (29,7%); 73 (40,8%), p=0,006], idade ≥75 anos [18 (3,5%); 21 (11,7%), p<0,001], diabetes mellitus [85 (16,7%); 50 (27,9%), p=0,001] e doença vascular [12 (2,4%); 11 (6,1%), p=0,029] foi maior no grupo 2. Na análise de regressão logística multivariada, o escore CHA2DS2-VASc (odds ratio — OR=1,355; intervalo de confiança de 95% — IC95%=1,171–1,568; p<0,001), idade ≥75 anos [OR=3,218; IC95%=1,645–6,295; p=0,001] e diabetes mellitus [OR=1,670; IC95%=1,091–2,557; p=0,018] foram preditores independentes de rSS elevado. A análise da curva receiver-operating characteristic demonstrou o bom valor preditivo do escore CHA2DS2-VASc para rSS elevado com valor de corte de 1,5 (área sob a curva/area under the curve — AUC= 0,611, IC95%=0,562–0,659, p<0,001).

Conclusões

O escore CHA2DS2-VASc tem valor preditivo para rSS em pacientes com IAMCSST. Além disso, o escore CHA2DS2-VASc foi um preditor independente de rSS mais alto.

  • Fibrilação Atrial
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Intervenção Coronária Percutânea
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11/07/2022 DOI: 10.36660/abc.20210670
Figura 1
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Artigo Original

Níveis mais Baixos de Fetuína-A Sérica estão Associados a um Maior Risco de Mortalidade em Dez Anos em Pacientes com Infarto do Miocárdio por Supradesnivelamento do Segmento ST

Hakan Çakır et al. Selçuk Kanat Hilal Çakır Erhan Tenekecioğlu

Resumo

Fundamento

A fetuína-A é um fator anti-inflamatório e anticalcificação envolvido no curso da doença arterial coronariana (DAC). Em alinhamento com essas funções, investigou-se a fetuína-A como marcador de risco cardiovascular em vários estudos. Porém, a associação entre a fetuína-A e o prognóstico dos pacientes com DAC ainda é controversa.

Objetivos

O presente estudo foi conduzido para identificar a associação entre o nível de fetuína-A sérica e doença cardiovascular (DCV) de longo prazo e a mortalidade global por infarto do agudo do miocárdio por supradesnivelamento do segmento ST (STEMI).

Métodos

Foram cadastrados no estudo cento e oitenta pacientes consecutivos com STEMI. A população do estudo foi dividida em subgrupos (mais baixo, ≤288 µg/ml; e mais alto, >288 µg/ml) de acordo com a mediana do nível de fetuína-A. Dados de acompanhamento clínico foram obtidos por contato telefônico anual com pacientes ou familiares. As causas das mortes também foram confirmadas pelo banco de dados de saúde nacional. P-valores bilaterais <0,05 foram considerados estatisticamente significativos.

Resultados

Durante um acompanhamento médio de 10 anos, foram registradas 71 mortes, das quais 62 foram devidas a DCV. Identificou-se um índice de mortalidade global e por DCV significativamente mais alto no grupo com nível de fetuína-A mais baixo que no grupo com nível de fetuína-A mais alto (44% versus 24%, p= 0,005; 48% versus 31%, p= 0,022, respectivamente). Nas análises de risco proporcionais por regressão de Cox, detectou-se que a fetuína-A era um preditor independente de mortalidade global e por DCV.

Conclusões

A baixa concentração de fetuína-A está associada ao prognóstico de longo prazo ruim pós-STEMI, independentemente de fatores de risco cardiovascular tradicionais. Nossos achados fortaleceram estudos prévios demonstrando consistentemente o papel determinante dos mediadores anti-inflamatórios em síndromes coronárias agudas.

  • Anti-Inflamatórios
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Fetuína-A
  • Globulinas
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Mortalidade
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21/02/2022 DOI: 10.36660/abc.20201057
Figura 1
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Artigo Original

Alterações Precoces nas Interleucinas Circulantes e no Risco Inflamatório Residual após Infarto Agudo do Miocárdio

Maria E. R. Coste et al. Carolina N. França Maria Cristina Izar Daniela Teixeira … Mayari E. Ishimura Ieda Longo-Maugeri Amanda S. Bacchin Henrique Tria Bianco Flavio T. Moreira Ibraim Masciarelli Pinto Gilberto Szarf Adriano Mendes Caixeta Otavio Berwanger Iran Gonçalves Jr Francisco A. H. Fonseca

Resumo

Fundamento

Pacientes com infarto agudo do miocárdio podem apresentar uma grande área infartada e disfunção ventricular mesmo com trombólise e revascularização precoces.

Objetivo

Investigar o comportamento das citocinas circulantes em pacientes com infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST) e a relação delas com a função ventricular.

Métodos

No estudo BATTLE-AMI (Avaliação dos Linfócitos Tipos B e T no Infarto Agudo do Miocárdio), os pacientes com IAMCSST foram tratados com uma estratégia farmacoinvasiva. Os níveis de citocinas (IL-1β, IL-4, IL-6, IL-10 e IL-18) no plasma foram testados através de ensaio de imunoadsorção enzimática (ELISA) no início do estudo e após 30 dias. A massa infartada e a fração de ejeção ventricular esquerda (FEVE) foram examinadas por ressonância magnética cardíaca 3-T. Valores de p menores que 0,05 foram considerados significativos.

Resultados

Na comparação com o início do estudo, níveis mais baixos foram detectados para IL-1β (p = 0,028) e IL-18 (p < 0,0001) após 30 dias do IAMCSST, enquanto níveis mais altos foram observados para IL-4 (p = 0,001) e IL-10 (p < 0,0001) no mesmo momento. Em contrapartida, nenhuma mudança foi detectada nos níveis de IL-6 (p = 0,63). Os níveis da proteína C-reativa de alta sensibilidade e de IL-6 se correlacionaram no início do estudo (rho = 0,45, p < 0,0001) e 30 dias após o IAMCSST (rho = 0,29, p = 0,009). No início do estudo, a correlação entre os níveis de IL-6 e FEVE também foi observada (rho = -0,50, p = 0,004).

Conclusões

Durante o primeiro mês pós-infarto agudo do miocárdio, observamos uma melhora significativa no balanço das citocinas pró e anti-inflamatórias, exceto da IL-6. Esses achados sugerem risco inflamatório residual. (Arq Bras Cardiol. 2020; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Espectroscopia de Ressonância Magnética
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Interleucina 10
  • Interleucina 18
  • Interleucina-6
  • Proteína C Reativa
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28/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20190567
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Carta ao Editor

Como Abordar Níveis Elevados de NT-pro BNP na Admissão para Evitar Aneurisma do Ventrículo Esquerdo após Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST

Teruhiko Imamura

Li com grande interesse o artigo escrito por Celebi et al., demonstrando que a elevação nos níveis plasmáticos da porção N-terminal do pró-hormônio do peptídeo natriurético do tipo B (NT-pro BNP) na admissão é um biomarcador preditivo significativo do desenvolvimento de aneurisma ventricular esquerdo após infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento de segmento ST (IAMCSST) na atualidade.

Seus achados são objetivos e nos levariam às próximas questões. A primeira questão é a reversibilidade do NT-pro BNP e seu impacto nos desfechos pós-IAMCSST. A redução do NT-pro BNP após IAMCSST estaria associada a uma menor taxa de formação de aneurisma do ventrículo esquerdo?

[…]

  • Aneurisma Coronário
  • Indicadores de Morbimortalidade
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Insuficiência Cardíaca/fisiopatologia
  • Peptídeo Natriurético B
  • Volume sistólico
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20/03/2020 DOI: 10.36660/abc.20190773
Figura 1
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Artigo Original

Qualidade da Orientação Nutricional Intra-hospitalar em Pacientes com IAMcSST das Redes Pública e Privada de Saúde em Sergipe: Registro (VICTIM)

Ticiane Clair Remacre Munareto Lima et al. Danielle Góes da Silva Ikaro Daniel de Carvalho Barreto Jussiely Cunha Oliveira … Laís Costa Souza Oliveira Larissa Andreline Maia Arcelino Jeferson Cunha Oliveira Antônio Carlos Sobral Sousa José Augusto Soares Barreto Filho

Resumo

Fundamento:

A adequação dos hábitos alimentares faz parte das recomendações pós-infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMcSST); contudo, tem sido pouco explorada a qualidade da orientação nutricional intra-hospitalar nos diferentes serviços de saúde.

Objetivo:

Avaliar a qualidade da orientação nutricional intra-hospitalar entre pacientes com IAMcSST nas redes de saúde pública e privada em Sergipe.

Métodos:

Estudo transversal, com dados do Registro Via Crucis para o Tratamento do Infarto do Miocárdio (VICTIM), realizado de abril a novembro de 2017 com indivíduos com idade ≥ 18 anos, diagnosticados com IAMcSST em um hospital público e três privados. Analisaram-se a ocorrência de orientação nutricional e a sua qualidade com base nas diretrizes atuais e por meio de aplicação de questionários, sendo adotado nível de significância de 0,05.

Resultados:

Foram avaliados 188 voluntários, sendo 80,3% do serviço público. Dentre os entrevistados, 57,6% da rede pública e 70,3% da privada receberam orientação nutricional intra-hospitalar (p = 0,191). O registro dessa prática em prontuário foi menor no serviço público (2,6% versus 37,8%; p < 0,001). Verificou-se o predomínio das orientações restritivas, sobretudo de sal e gorduras, 52,3% e 70,3% no público e no privado, respectivamente (p = 0,064). Quanto à inserção de alimentos cardioprotetores, pacientes da rede privada foram mais beneficiados, principalmente quanto ao consumo de frutas e verduras/legumes (48,6% versus 13,2%, p < 0,001). Entre aqueles que receberam orientação, o conhecimento nutricional foi maior no sistema privado (68,2% versus 26,3%, p < 0,001).

Conclusão:

A orientação nutricional intra-hospitalar para o IAMcSST em Sergipe apresenta baixa qualidade em ambos os serviços de saúde, sobretudo no público.

  • Apoio Nutricional
  • Comportamento de Redução dos Riscos
  • Dieta Saudável
  • Disparidades em Assistência à Saúde
  • Educação em Saúde/métodos
  • Hospitais Privados
  • Hospitais Públicos
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
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18/07/2019 DOI: 10.5935/abc.20190124
Figura 1
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Artigo Original

Aplicação de Escores de Risco em Síndromes Coronárias Agudas: Como o ProACS se Comporta Diante de Outros Escores de Risco?

Júlio Gil et al. Luís Abreu Hugo Antunes Maria Luísa Gonçalves … Maria Inês Pires Luís Ferreira dos Santos Carla Henriques Ana Matos José Costa Cabral Jorge Oliveira Santos

Resumo

Fundamento:

Existem muitos escores de risco (ERs) aprovados na predição de um pior prognóstico em síndromes coronárias agudas (SCAs). Recentemente, a Revista Portuguesa de Cardiologia propôs o ER ProACS.

Objetivo:

Aplicar vários ERs validados, bem como o ProACS em pacientes internados por SCA. Avaliar o desempenho de cada ER em predizer mortalidade hospitalar e a ocorrência de mortalidade por todas as causas ou SCA não fatal em um ano de acompanhamento e compará-los com o ProACS.

Métodos:

Estudo retrospectivo de SCA. Os seguintes ERs foram aplicados: GRACE, ACTION Registry-GWTG, PURSUIT, TIMI, EMMACE, SRI, CHA2DS2-VASc-HS, C-ACS e ProACS. Curvas ROC foram criadas para determinar o poder preditivo de cada ER e diretamente comparadas com a do ProACS.

Resultados:

Os escores ProACS, ACTION Registry-GWTG e GRACE mostraram estatística-C de 0,908, 0,904 e 0,890, respectivamente, em predizer mortalidade hospitalar, mostrando melhor desempenho em pacientes com infarto do miocárdio com elevação do segmento ST. Os demais ERs mostraram desempenho satisfatório, com estatística-C acima de 0,750, com exceção de CHA2DS2-VASc-HS e C-ACS, que mostraram baixa performance. Todos os ERs apresentaram baixo desempenho em predizer um pior prognóstico em longo prazo, com estatística-C abaixo de 0,700.

Conclusão:

O ProACS é um escore de risco facilmente obtido para estratificação precoce de mortalidade intra-hospitalar. Ao avaliar todos os ERs, ProACS, ACTION Registry-GWTG e GRACE mostraram o melhor desempenho, com alta capacidade de predizer um pior prognóstico. O ProACS mostrou superioridade estatisticamente significativa em comparação aos outros ERs. Portanto, o ProACS mostrou-se capaz de combinar simplicidade no cálculo do escore com bom desempenho em predizer um pior prognóstico.

  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Medição de Risco /métodos
  • Mortalidade Hospitalar
  • Síndrome Coronariana Aguda/prognóstico
  • Taxa de Sobrevida/métodos
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27/06/2019 DOI: 10.5935/abc.20190109
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Artigo Original

Disparidades no Uso de Stents Farmacológicos para Pacientes Diabéticos com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST Assistidos na Rede Pública versus Privada – Registro VICTIM

Jussiely Cunha Oliveira et al. Laís Costa Souza Oliveira Jeferson Cunha Oliveira Ikaro Daniel de Carvalho Barreto … Marcos Antonio Almeida-Santos Ticiane Clair Remacre Munareto Lima Larissa Andreline Maia Arcelino Isadora Soares Bispo Santos Silva Antônio Carlos Sobral Sousa José Augusto Soares Barreto-Filho

Resumo

Fundamento:

A angioplastia primária (AP) com colocação de stent, seja ele convencional ou farmacológico, representa a principal estratégia no tratamento do infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST). Os pacientes diabéticos, entretanto, representam população especial no IAMCSST, com altas taxas de reestenose e desfechos clínicos desfavoráveis, devendo-se indicar o uso de stents farmacológicos (SF), nível de evidência A e classe de indicação II, para redução destes danos.

Objetivo:

Avaliar a taxa de uso de SF em pacientes com IAMCSST e no subgrupo dos diabéticos assistidos na rede pública versus privada de saúde em Sergipe.

Métodos:

Trata-se de um estudo populacional, transversal, com abordagem quantitativa, que utilizou os dados do Registro VICTIM. Estes foram coletados nos quatro únicos hospitais com capacidade para realizar AP em Sergipe, no período de dezembro de 2014 a março de 2017. Em todas as hipóteses testadas, o nível de significância adotado foi de 5% (p < 0,05).

Resultados:

Foram avaliados 707 pacientes diagnosticados com IAMCSST, dos quais 589 foram atendidos pelo SUS e 118 pela rede privada. O uso de SF na AP foi menor no SUS em comparação com a rede privada, tanto no total da amostra (10,5% vs 82,4%; p < 0,001) quanto no subgrupo dos pacientes diabéticos (8,7% vs 90,6%; p < 0,001), respectivamente.

Conclusões:

O estudo revela disparidade no uso de SF durante a realização de AP entre a rede pública e privada, tanto na amostra total quanto no subgrupo dos diabéticos, com menores taxas para usuários do SUS, demonstrando os desafios que necessitam ser vencidos para se atingir melhorias na qualidade dos serviços prestados.

  • Angioplastia
  • Diabetes mellitus
  • Estudos de Casos e Controle
  • Hospitais Privados
  • Hospitais Públicos
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Stents Farmacológicos
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14/03/2019 DOI: 10.5935/abc.20190054
Figura 1
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A Dispersão do Intervalo QT Regional como Preditor Precoce de Reperfusão em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio Pós-terapia Fibrinolítica

Gabriel Dotta et al. Francisco Antonio Helfenstein Fonseca Maria Cristina de Oliveira Izar Marco Tulio de Souza … Flavio Tocci Moreira Luiz Fernando Muniz Pinheiro Adriano Henrique Pereira Barbosa Adriano Mendes Caixeta Rui Manoel Santos Póvoa Antônio Carlos Carvalho Henrique Tria Bianco

Resumo

Fundamento:

Pacientes com infarto do miocárdico com elevação do segmento-ST atendidos em centros de atendimento primário e tratados de acordo com a estratégia fármaco-invasiva são submetidos à fibrinólise seguida de coronariografia em período de 2-24h. Neste cenário, o conhecimento de marcadores de reperfusão como a redução em 50% do segmento-ST é fundamental.

Objetivo:

Analisar o desempenho da dispersão do intervalo QT em adição aos critérios clássicos, como marcador precoce de reperfusão pós-terapia trombolítica.

Métodos:

Estudo observacional com a inclusão de 104 pacientes tratados com tenecteplase (TNKase) e referenciados a hospital de atendimento terciário. A análise dos eletrocardiogramas (ECG) consistiu em mensuração do intervalo QT e sua dispersão nas 12 derivações, e também apenas na região com supradesnivelamento-ST antes e 60min pós-TNKase. A angiografia foi realizada em todos os pacientes com obtenção do fluxo TIMI e Blush da artéria culpada. Foram considerados significantes valores de p < 0,05.

Resultados:

Observamos aumento da dispersão do intervalo QT, corrigido pela frequência cardíaca, regional (dQTcR) 60min pós-lise (p = 0,006) em infartos de parede anterior nos casos com fluxo TIMI 3 e Blush 3 [T3B3(+)]. Adicionando a dQTcR ao critério ECG (redução do ST > 50%) de reperfusão, a área sob a curva aumentou para 0,87 [(0,78-0,96), IC95%, p 13 ms a sensibilidade e especificidade foram 93% e 71%, respectivamente, para reperfusão em T3B3(+), possibilitando reclassificar 6% dos pacientes com sucesso de reperfusão.

Conclusão:

Os dados sugerem a dQTcR como instrumento promissor na identificação não invasiva de reperfusão na artéria coronária culpada, 60min pós-trombólise.

  • Biomarcadores
  • Eletrocardiografia
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Reperfusão Miocárdica
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17/12/2018 DOI: 10.5935/abc.20180239
Figura 1
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Artigo Original

Desfecho Cardiovascular em Longo Prazo com Base na Capacidade de Resposta à Aspirina e ao Clopidogrel em Pacientes Jovens com Infarto do Miocárdio com Elevação do Segmento ST

Mustafa Umut Somuncu et al. Ali Riza Demir Seda Tukenmez Karakurt Huseyin Karakurt Turgut Karabag

Resumo

Fundamento:

Um subgrupo de pacientes que recebem terapia antiplaquetária continua a apresentar eventos cardiovasculares recorrentes, possivelmente por resistência aos medicamentos. O efeito da baixa resposta à aspirina ou ao clopidogrel sobre o prognóstico foi avaliado em diferentes populações.

Objetivo:

Investigar a prevalência de baixa resposta à terapia antiplaquetária e sua relação com eventos adversos cardiovasculares em pacientes jovens com infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCST).

Métodos:

Em nosso estudo, incluímos 123 pacientes com IAMCST e idade inferior a 45 anos, submetidos à intervenção percutânea primária. No quinto dia após admissão hospitalar, os pacientes foram rastreados quanto à capacidade de resposta à aspirina e ao clopidogrel. Seguimos um delineamento fatorial 2×2 e os pacientes foram alocados a um dos quatro grupos formados segundo presença de resistência à aspirina e/ou ao clopidogrel. Os pacientes foram acompanhados por um período de três anos. Um valor de P inferior a 0,05 foi considerado estatisticamente significativo.

Resultados:

Nós identificamos 48% de resistência a um ou mais agentes antiplaquetários em pacientes jovens com IAMCST. Houve maior ocorrência de MACE em pacientes com baixa resposta à terapia antiplaquetária dupla ou ao clopidogrel em comparação àqueles com resposta adequada à terapia dupla (OR: 1,875; 1,144-3,073; p < 0,001; OR: 1,198; 0,957-1,499; p = 0.036, respectivamente). Após ajuste quanto a possíveis fatores de confusão, pacientes com baixa resposta à terapia dupla apresentaram risco 3,3 vezes maior para MACE em três anos em comparação àqueles com resposta adequada a essa terapia.

Conclusão:

Atenção deve ser dada à resistência à terapia antiplaquetária dupla quanto ao risco aumentado de eventos adversos cardiovasculares, especialmente em pacientes jovens com IAMCST.

  • Adulto Jovem
  • Agregação Plaquetária
  • Aspirina/efeitos adversos
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Mortalidade
  • Síndrome Coronariana Aguda
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17/12/2018 DOI: 10.5935/abc.20180251
Figura 1
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Artigo Original

Preditores de Apresentação Tardia em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST

Juliane Araujo Rodrigues et al. Karina Melleu Márcia Moura Schmidt Carlos Antonio Mascia Gottschall … Maria Antonieta Pereira de Moraes Alexandre Schaan de Quadros

Resumo

Fundamento:

Em pacientes com infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST), o tempo decorrido desde o início dos sintomas até a busca por atendimento médico é um dos principais preditores de mortalidade.

Objetivo:

Identificar preditores independentes de apresentação tardia em pacientes com IAMCSST representativos da prática clínica diária.

Métodos:

Todos os pacientes admitidos com diagnóstico de IAMCSST em um centro de referência, no período de dezembro de 2009 a novembro de 2014, foram avaliados e prospectivamente acompanhados, durante a hospitalização e por 30 dias após a alta. A apresentação tardia foi definida como tempo maior que 6 horas desde o início da dor torácica até a chegada ao hospital. Análise de regressão logística múltipla foi usada para identificar os preditores independentes de apresentação tardia. Foi considerado estatisticamente significativo p < 0,05.

Resultados:

Foram incluídos 1.297 pacientes, com idade média de 60,7 ± 11,6 anos, 71% do sexo masculino, 85% da raça branca, 72% com renda média menor que cinco salários mínimos e 66% com hipertensão arterial sistêmica. A mediana do tempo de apresentação clínica foi de 3,00 [1,40-5,48] horas, sendo que aproximadamente um quarto dos pacientes apresentou-se tardiamente, e a mortalidade deles foi significativamente maior. Os preditores independentes de apresentação tardia foram raça negra, baixa renda e diabetes melito, e história de doença cardíaca prévia foi fator protetor.

Conclusão:

Raça negra, baixa renda e diabetes melito são preditores independentes de apresentação tardia no IAMCSST. A identificação de subgrupos de pacientes propensos à apresentação tardia pode auxiliar a estimular políticas de prevenção nestes indivíduos de alto risco.

  • Fatores de Tempo
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST
  • Primeiros Socorros
  • Serviços Médicos de Emergência
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21/09/2018 DOI: 10.5935/abc.20180178

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Kalkan AK, Kahraman S, Avci Y, Bulut U, Gulmez R, Turkyilmaz AB, Erturk M, et al. O Valor Preditivo do Escore CHA2DS2-VASc no Escore Syntax Residual em Pacientes com Infarto do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(3):393-9.

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Kalkan, Ali Kemal; Kahraman, Serkan; Avci, Yalcin; Bulut, Umit; Gulmez, Recep; Turkyilmaz, Ayse Beril; Erturk, Mehmet. O Valor Preditivo do Escore CHA2DS2-VASc no Escore Syntax Residual em Pacientes com Infarto do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 3, p. 393-399, jul. 2022.

Electronic Document Format (APA)

Kalkan, A. K., Kahraman, S., Avci, Y., Bulut, U., Gulmez, R., Turkyilmaz, A. B., & Erturk, M. (2022). O Valor Preditivo do Escore CHA2DS2-VASc no Escore Syntax Residual em Pacientes com Infarto do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(3), 393-399.

Electronic Document Format (ISO)

Kalkan, Ali Kemal and Kahraman, Serkan and Avci, Yalcin and Bulut, Umit and Gulmez, Recep and Turkyilmaz, Ayse Beril and Erturk, Mehmet. O Valor Preditivo do Escore CHA2DS2-VASc no Escore Syntax Residual em Pacientes com Infarto do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 3, [cited 2026-09-30], pp. 393-399. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/o-valor-preditivo-do-escore-cha2ds2-vasc-no-escore-syntax-residual-em-pacientes-com-infarto-do-miocardio-com-supradesnivelamento-do-segmento-st/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Çakır H, Kanat S, Çakır H, Tenekecioğlu E. Níveis mais Baixos de Fetuína-A Sérica estão Associados a um Maior Risco de Mortalidade em Dez Anos em Pacientes com Infarto do Miocárdio por Supradesnivelamento do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(1):14-21.

Electronic Document Format (ABNT)

Çakır, Hakan; Kanat, Selçuk; Çakır, Hilal; Tenekecioğlu, Erhan. Níveis mais Baixos de Fetuína-A Sérica estão Associados a um Maior Risco de Mortalidade em Dez Anos em Pacientes com Infarto do Miocárdio por Supradesnivelamento do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 1, p. 14-21, fev. 2022.

Electronic Document Format (APA)

Çakır, H., Kanat, S., Çakır, H., & Tenekecioğlu, E. (2022). Níveis mais Baixos de Fetuína-A Sérica estão Associados a um Maior Risco de Mortalidade em Dez Anos em Pacientes com Infarto do Miocárdio por Supradesnivelamento do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(1), 14-21.

Electronic Document Format (ISO)

Çakır, Hakan and Kanat, Selçuk and Çakır, Hilal and Tenekecioğlu, Erhan. Níveis mais Baixos de Fetuína-A Sérica estão Associados a um Maior Risco de Mortalidade em Dez Anos em Pacientes com Infarto do Miocárdio por Supradesnivelamento do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 1, [cited 2026-09-30], pp. 14-21. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/niveis-mais-baixos-de-fetuina-a-serica-estao-associados-a-um-maior-risco-de-mortalidade-em-dez-anos-em-pacientes-com-infarto-do-miocardio-por-supradesnivelamento-do-segmento-st/>. ISSN 0066-782X

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Coste MER, França CN, Izar MC, Teixeira D, Ishimura ME, Longo-Maugeri I, Bacchin AS, et al. Alterações Precoces nas Interleucinas Circulantes e no Risco Inflamatório Residual após Infarto Agudo do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(6):1104-11.

Electronic Document Format (ABNT)

Coste, Maria E. R.; França, Carolina N.; Izar, Maria Cristina; Teixeira, Daniela; Ishimura, Mayari E.; Longo-Maugeri, Ieda; Bacchin, Amanda S.; Bianco, Henrique Tria; Moreira, Flavio T.; Pinto, Ibraim Masciarelli; Szarf, Gilberto; Caixeta, Adriano Mendes; Berwanger, Otavio; Gonçalves Jr, Iran; Fonseca, Francisco A. H.. Alterações Precoces nas Interleucinas Circulantes e no Risco Inflamatório Residual após Infarto Agudo do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 6, p. 1104-1111, ago. 2020.

Electronic Document Format (APA)

Coste, M. E. R., França, C. N., Izar, M. C., Teixeira, D., Ishimura, M. E., Longo-Maugeri, I., Bacchin, A. S., Bianco, H. T., Moreira, F. T., Pinto, I. M., Szarf, G., Caixeta, A. M., Berwanger, O., Gonçalves Jr, I., & Fonseca, F. A. H. (2020). Alterações Precoces nas Interleucinas Circulantes e no Risco Inflamatório Residual após Infarto Agudo do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(6), 1104-1111.

Electronic Document Format (ISO)

Coste, Maria E. R. and França, Carolina N. and Izar, Maria Cristina and Teixeira, Daniela and Ishimura, Mayari E. and Longo-Maugeri, Ieda and Bacchin, Amanda S. and Bianco, Henrique Tria and Moreira, Flavio T. and Pinto, Ibraim Masciarelli and Szarf, Gilberto and Caixeta, Adriano Mendes and Berwanger, Otavio and Gonçalves Jr, Iran and Fonseca, Francisco A. H.. Alterações Precoces nas Interleucinas Circulantes e no Risco Inflamatório Residual após Infarto Agudo do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 6, [cited 2026-09-30], pp. 1104-1111. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/alteracoes-precoces-nas-interleucinas-circulantes-e-no-risco-inflamatorio-residual-apos-infarto-agudo-do-miocardio/>. ISSN 0066-782X

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Imamura T. Como Abordar Níveis Elevados de NT-pro BNP na Admissão para Evitar Aneurisma do Ventrículo Esquerdo após Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(2):323-4.

Electronic Document Format (ABNT)

Imamura, Teruhiko. Como Abordar Níveis Elevados de NT-pro BNP na Admissão para Evitar Aneurisma do Ventrículo Esquerdo após Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 2, p. 323-324, mar. 2020.

Electronic Document Format (APA)

Imamura, T. (2020). Como Abordar Níveis Elevados de NT-pro BNP na Admissão para Evitar Aneurisma do Ventrículo Esquerdo após Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(2), 323-324.

Electronic Document Format (ISO)

Imamura, Teruhiko. Como Abordar Níveis Elevados de NT-pro BNP na Admissão para Evitar Aneurisma do Ventrículo Esquerdo após Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 2, [cited 2026-09-30], pp. 323-324. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/como-abordar-niveis-elevados-de-nt-pro-bnp-na-admissao-para-evitar-aneurisma-do-ventriculo-esquerdo-apos-infarto-agudo-do-miocardio-com-supradesnivelamento-do-segmento-st/>. ISSN 0066-782X

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Lima TCRM, Silva DG, Barreto IDC, Oliveira JC, Oliveira LCS, Arcelino LAM, Oliveira JC, et al. Qualidade da Orientação Nutricional Intra-hospitalar em Pacientes com IAMcSST das Redes Pública e Privada de Saúde em Sergipe: Registro (VICTIM). Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(2):260-9.

Electronic Document Format (ABNT)

Lima, Ticiane Clair Remacre Munareto; Silva, Danielle Góes da; Barreto, Ikaro Daniel de Carvalho; Oliveira, Jussiely Cunha; Oliveira, Laís Costa Souza; Arcelino, Larissa Andreline Maia; Oliveira, Jeferson Cunha; Sousa, Antônio Carlos Sobral; Barreto Filho, José Augusto Soares. Qualidade da Orientação Nutricional Intra-hospitalar em Pacientes com IAMcSST das Redes Pública e Privada de Saúde em Sergipe: Registro (VICTIM). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 2, p. 260-269, jul. 2019.

Electronic Document Format (APA)

Lima, T. C. R. M., Silva, D. G. , Barreto, I. D. C., Oliveira, J. C., Oliveira, L. C. S., Arcelino, L. A. M., Oliveira, J. C., Sousa, A. C. S., & Barreto Filho, J. A. S. (2019). Qualidade da Orientação Nutricional Intra-hospitalar em Pacientes com IAMcSST das Redes Pública e Privada de Saúde em Sergipe: Registro (VICTIM). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(2), 260-269.

Electronic Document Format (ISO)

Lima, Ticiane Clair Remacre Munareto and Silva, Danielle Góes da and Barreto, Ikaro Daniel de Carvalho and Oliveira, Jussiely Cunha and Oliveira, Laís Costa Souza and Arcelino, Larissa Andreline Maia and Oliveira, Jeferson Cunha and Sousa, Antônio Carlos Sobral and Barreto Filho, José Augusto Soares. Qualidade da Orientação Nutricional Intra-hospitalar em Pacientes com IAMcSST das Redes Pública e Privada de Saúde em Sergipe: Registro (VICTIM). Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 2, [cited 2026-09-30], pp. 260-269. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/qualidade-da-orientacao-nutricional-intra-hospitalar-em-pacientes-com-iamcsst-das-redes-publica-e-privada-de-saude-em-sergipe-registro-victim/>. ISSN 0066-782X

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Gil J, Abreu L, Antunes H, Gonçalves ML, Pires MI, Santos LF, Henriques C, et al. Aplicação de Escores de Risco em Síndromes Coronárias Agudas: Como o ProACS se Comporta Diante de Outros Escores de Risco?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(1):20-3.

Electronic Document Format (ABNT)

Gil, Júlio; Abreu, Luís; Antunes, Hugo; Gonçalves, Maria Luísa; Pires, Maria Inês; Santos, Luís Ferreira dos; Henriques, Carla; Matos, Ana; Cabral, José Costa; Santos, Jorge Oliveira. Aplicação de Escores de Risco em Síndromes Coronárias Agudas: Como o ProACS se Comporta Diante de Outros Escores de Risco?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 1, p. 20-30, jun. 2019.

Electronic Document Format (APA)

Gil, J., Abreu, L., Antunes, H., Gonçalves, M. L., Pires, M. I., Santos, L. F. , Henriques, C., Matos, A., Cabral, J. C., & Santos, J. O. (2019). Aplicação de Escores de Risco em Síndromes Coronárias Agudas: Como o ProACS se Comporta Diante de Outros Escores de Risco?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(1), 20-30.

Electronic Document Format (ISO)

Gil, Júlio and Abreu, Luís and Antunes, Hugo and Gonçalves, Maria Luísa and Pires, Maria Inês and Santos, Luís Ferreira dos and Henriques, Carla and Matos, Ana and Cabral, José Costa and Santos, Jorge Oliveira. Aplicação de Escores de Risco em Síndromes Coronárias Agudas: Como o ProACS se Comporta Diante de Outros Escores de Risco?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 1, [cited 2026-09-30], pp. 20-30. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/aplicacao-de-escores-de-risco-em-sindromes-coronarias-agudas-como-o-proacs-se-comporta-diante-de-outros-escores-de-risco/>. ISSN 0066-782X

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Oliveira JC, Oliveira LCS, Oliveira JC, Barreto IDC, Almeida-Santos MA, Lima TCRM, Arcelino LAM, et al. Disparidades no Uso de Stents Farmacológicos para Pacientes Diabéticos com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST Assistidos na Rede Pública versus Privada – Registro VICTIM. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(5):564-70.

Electronic Document Format (ABNT)

Oliveira, Jussiely Cunha; Oliveira, Laís Costa Souza; Oliveira, Jeferson Cunha; Barreto, Ikaro Daniel de Carvalho; Almeida-Santos, Marcos Antonio; Lima, Ticiane Clair Remacre Munareto; Arcelino, Larissa Andreline Maia; Silva, Isadora Soares Bispo Santos; Sousa, Antônio Carlos Sobral; Barreto-Filho, José Augusto Soares. Disparidades no Uso de Stents Farmacológicos para Pacientes Diabéticos com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST Assistidos na Rede Pública versus Privada – Registro VICTIM. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 5, p. 564-570, mar. 2019.

Electronic Document Format (APA)

Oliveira, J. C., Oliveira, L. C. S., Oliveira, J. C., Barreto, I. D. C., Almeida-Santos, M. A., Lima, T. C. R. M., Arcelino, L. A. M., Silva, I. S. B. S., Sousa, A. C. S., & Barreto-Filho, J. A. S. (2019). Disparidades no Uso de Stents Farmacológicos para Pacientes Diabéticos com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST Assistidos na Rede Pública versus Privada – Registro VICTIM. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(5), 564-570.

Electronic Document Format (ISO)

Oliveira, Jussiely Cunha and Oliveira, Laís Costa Souza and Oliveira, Jeferson Cunha and Barreto, Ikaro Daniel de Carvalho and Almeida-Santos, Marcos Antonio and Lima, Ticiane Clair Remacre Munareto and Arcelino, Larissa Andreline Maia and Silva, Isadora Soares Bispo Santos and Sousa, Antônio Carlos Sobral and Barreto-Filho, José Augusto Soares. Disparidades no Uso de Stents Farmacológicos para Pacientes Diabéticos com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST Assistidos na Rede Pública versus Privada – Registro VICTIM. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 5, [cited 2026-09-30], pp. 564-570. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/disparidades-no-uso-de-stents-farmacologicos-para-pacientes-diabeticos-com-infarto-agudo-do-miocardio-com-supradesnivelamento-do-segmento-st-assistidos-na-rede-publica-versus-privada-registro-victim/>. ISSN 0066-782X

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Dotta G, Fonseca FAH, Izar MCO, Souza MT, Moreira FT, Pinheiro LFM, Barbosa AHP, et al. A Dispersão do Intervalo QT Regional como Preditor Precoce de Reperfusão em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio Pós-terapia Fibrinolítica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;112(1):20-9.

Electronic Document Format (ABNT)

Dotta, Gabriel; Fonseca, Francisco Antonio Helfenstein; Izar, Maria Cristina de Oliveira; Souza, Marco Tulio de; Moreira, Flavio Tocci; Pinheiro, Luiz Fernando Muniz; Barbosa, Adriano Henrique Pereira; Caixeta, Adriano Mendes; Póvoa, Rui Manoel Santos; Carvalho, Antônio Carlos; Bianco, Henrique Tria. A Dispersão do Intervalo QT Regional como Preditor Precoce de Reperfusão em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio Pós-terapia Fibrinolítica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 1, p. 20-29, dez. 2018.

Electronic Document Format (APA)

Dotta, G., Fonseca, F. A. H., Izar, M. C. O., Souza, M. T. , Moreira, F. T., Pinheiro, L. F. M., Barbosa, A. H. P., Caixeta, A. M., Póvoa, R. M. S., Carvalho, A. C., & Bianco, H. T. (2018). A Dispersão do Intervalo QT Regional como Preditor Precoce de Reperfusão em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio Pós-terapia Fibrinolítica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(1), 20-29.

Electronic Document Format (ISO)

Dotta, Gabriel and Fonseca, Francisco Antonio Helfenstein and Izar, Maria Cristina de Oliveira and Souza, Marco Tulio de and Moreira, Flavio Tocci and Pinheiro, Luiz Fernando Muniz and Barbosa, Adriano Henrique Pereira and Caixeta, Adriano Mendes and Póvoa, Rui Manoel Santos and Carvalho, Antônio Carlos and Bianco, Henrique Tria. A Dispersão do Intervalo QT Regional como Preditor Precoce de Reperfusão em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio Pós-terapia Fibrinolítica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 112, n. 1, [cited 2026-09-30], pp. 20-29. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/a-dispersao-do-intervalo-qt-regional-como-preditor-precoce-de-reperfusao-em-pacientes-com-infarto-agudo-do-miocardio-pos-terapia-fibrinolitica/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Somuncu MU, Demir AR, Karakurt ST, Karakurt H, Karabag T. Desfecho Cardiovascular em Longo Prazo com Base na Capacidade de Resposta à Aspirina e ao Clopidogrel em Pacientes Jovens com Infarto do Miocárdio com Elevação do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;112(2):138-46.

Electronic Document Format (ABNT)

Somuncu, Mustafa Umut; Demir, Ali Riza; Karakurt, Seda Tukenmez; Karakurt, Huseyin; Karabag, Turgut. Desfecho Cardiovascular em Longo Prazo com Base na Capacidade de Resposta à Aspirina e ao Clopidogrel em Pacientes Jovens com Infarto do Miocárdio com Elevação do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 2, p. 138-146, dez. 2018.

Electronic Document Format (APA)

Somuncu, M. U., Demir, A. R., Karakurt, S. T., Karakurt, H., & Karabag, T. (2018). Desfecho Cardiovascular em Longo Prazo com Base na Capacidade de Resposta à Aspirina e ao Clopidogrel em Pacientes Jovens com Infarto do Miocárdio com Elevação do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(2), 138-146.

Electronic Document Format (ISO)

Somuncu, Mustafa Umut and Demir, Ali Riza and Karakurt, Seda Tukenmez and Karakurt, Huseyin and Karabag, Turgut. Desfecho Cardiovascular em Longo Prazo com Base na Capacidade de Resposta à Aspirina e ao Clopidogrel em Pacientes Jovens com Infarto do Miocárdio com Elevação do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 112, n. 2, [cited 2026-09-30], pp. 138-146. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/desfecho-cardiovascular-em-longo-prazo-com-base-na-capacidade-de-resposta-a-aspirina-e-ao-clopidogrel-em-pacientes-jovens-com-infarto-do-miocardio-com-elevacao-do-segmento-st/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Rodrigues JA, Melleu K, Schmidt MM, Gottschall CAM, Moraes MAP, Quadros AS. Preditores de Apresentação Tardia em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(4):587-93.

Electronic Document Format (ABNT)

Rodrigues, Juliane Araujo; Melleu, Karina; Schmidt, Márcia Moura; Gottschall, Carlos Antonio Mascia; Moraes, Maria Antonieta Pereira de; Quadros, Alexandre Schaan de. Preditores de Apresentação Tardia em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 4, p. 587-593, set. 2018.

Electronic Document Format (APA)

Rodrigues, J. A., Melleu, K., Schmidt, M. M., Gottschall, C. A. M., Moraes, M. A. P. , & Quadros, A. S. (2018). Preditores de Apresentação Tardia em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(4), 587-593.

Electronic Document Format (ISO)

Rodrigues, Juliane Araujo and Melleu, Karina and Schmidt, Márcia Moura and Gottschall, Carlos Antonio Mascia and Moraes, Maria Antonieta Pereira de and Quadros, Alexandre Schaan de. Preditores de Apresentação Tardia em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 4, [cited 2026-09-30], pp. 587-593. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/preditores-de-apresentacao-tardia-em-pacientes-com-infarto-agudo-do-miocardio-com-supradesnivelamento-do-segmento-st/>. ISSN 0066-782X

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