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  2. Palavra-chave: ergometria
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Equações Específicas por Sexo para Estimativa do Consumo Máximo de Oxigênio em Cicloergometria

Christina G. de Souza e Silva et al. Claudio Gil S. Araújo

Resumo

Fundamento:

A condição aeróbica, avaliada pela medida do VO2máx no teste cardiopulmonar de exercício máximo (TCPE) ou estimada por equações no teste de exercício, é preditora de mortalidade. Porém, o erro obtido pela estimativa em um dado indivíduo pode ser alto, afetando decisões clínicas.

Objetivo:

Determinar o erro de estimativa do VO2máx em cicloergometria em população atendida nos serviços de ergometria e propor equações específicas por sexo para minimizar o erro na estimativa do VO2máx.

Métodos:

Foram avaliados 1715 adultos (18 a 91 anos) (68% homens) submetidos a TCPE máximo em cicloergômetro de membros inferiores (CMI) com protocolo de rampa. Calculou-se o erro percentual (E%) entre o VO2máx medido e o estimado pela equação ACSM modificada (Lang e col. MSSE, 1992). A seguir, foram desenvolvidas equações de estimativa: 1) para toda a amostra testada (C-GERAL) e 2) separadamente por sexo (C-HOMENS e C-MULHERES).

Resultados:

O VO2máx medido foi maior em homens do que em mulheres – 29,4 ± 10,5 e 24,2 ± 9,2 mL.(kg.min)-1 (p < 0,01) -. As equações de estimativa do VO2máx foram mL.(kg.min)-1: C-GERAL = [carga final (W)/peso (kg)] x 10,483 + 7; C‑HOMENS = [carga final (W)/peso (kg)] x 10,791 + 7; e C-MULHERES = [carga final (W)/peso (kg)] x 9,820 + 7. Os E% em homens foram -3,4 ± 13,4% (ACSM modificada), 1,2 ± 13,2% (C-GERAL) e -0,9 ± 13,4% (C-HOMENS) (p < 0,01). Em mulheres, obtivemos: -14,7 ± 17,4% (ACSM modificada), -6,3 ± 16,5% (C-GERAL) e -1,7 ± 16,2% (C-MULHERES) (p < 0,01).

Conclusão:

O erro de estimativa do VO2máx através de equações específicas por sexo foi reduzido, porém não eliminado, nos testes de exercício em CMI.

  • Consumo de Oxigênio
  • Dados Demográficos
  • ergometria
  • Esforço Físico
  • Exercício Respiratório / utilização
  • teste cardiopulmonar de exercício
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31/07/2015 DOI: 10.5935/abc.20150089 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Tempo de Exercício como Indicador de Controle de Qualidade em Serviços de Ergometria

Romeu Sergio Meneghelo et al. Samira Saady Morhy Paola Zucchi

Fundamento:

A busca pela qualidade exige ferramentas de avaliação nas diversas subdivisões de um complexo de saúde. Na medicina diagnóstica eles são escassos e em ergometria não foram encontradas sugestões de indicadores.

Objetivo:

Estabelecer indicador para controle de qualidade em ergometria baseado nas III Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia Sobre Teste Ergométrico; verificar o percentual dos testes que apresentaram o indicador dentro da conformidade em dois serviços de uma mesma instituição, antes e após a publicação do documento.

Métodos:

Foi realizada análise crítica das diretrizes em busca de indicador que apresentasse: exatidão, confiabilidade, simplicidade, validade, sensibilidade e capacidade de medir quantitativamente as variações no comportamento dos critérios de qualidade e que fosse aplicável a todos os testes. O indicador foi aplicado nos testes de 2010, anterior à publicação e 2011, depois que ele foi adotado, por dois serviços de uma mesma instituição.

Resultados:

O indicador que preencheu os critérios foi o de percentual de exames ergométricos com duração do exercício entre 8 e 12 minutos. Nos anos 2010 e 2011, respectivamente, os percentuais de testes ergométricos dentro da conformidade foram 85,5% e 86,1% (p = 0,068) no Hospital Geral, e 81,5% e 85,7% (p < 0,001) no Serviço de Avaliação Periódica de Saúde.

Conclusão:

O tempo do exercício entre 8 e 12 minutos pode ser utilizado como critério de qualidade em ergometria e nos serviços onde ele foi aplicado, pelo menos 80% dos testes ergométricos estiveram conformes.

  • ergometria
  • Exercício
  • Indicadores de Qualidade em Assistência à Saúde
  • Medidas
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25/03/2014 DOI: 10.5935/abc.20140005 Visualizações 1
Frequência cardíaca máxima: influência da experiência desportiva na infância e adolescência
ABC
Artigo Original

Frequência cardíaca máxima: influência da experiência desportiva na infância e adolescência

Débora Helena Balassiano et al. Claudio Gil Soares de Araújo

FUNDAMENTO: A Frequência Cardíaca (FC) alcançada ao final de um teste de exercício (TE) é denominada FC máxima e possui reconhecida relevância clínica e epidemiológica. Para sua medida correta é necessário que o TE seja verdadeiramente máximo. OBJETIVO: Avaliar a influência do histórico de exercício físico intenso e/ou participação desportiva competitiva na juventude sobre a FC máxima (% da prevista pela idade) em um teste cardiopulmonar de exercício (TCPE) clínico. MÉTODOS: Foram selecionados retrospectivamente 600 indivíduos não atletas (65,8% homens) com idade de 46 ± 13,7 anos, em prevenção primária de doenças cardiovasculares, submetidos a um TCPE máximo. O perfil de exercício físico na infância/adolescência (PEFIA) foi classificado em escores crescentes de 0 a 4, com o valor 2 correspondendo aos níveis esperados para a faixa etária. RESULTADOS: Dentre os 20 indivíduos com valores de FC máxima igual ou maior do que 200 bpm, nenhum deles tinha sido inativo ou pouco ativo na infância/adolescência. Houve uma associação significativa entre escores de PEFIA e a FC máxima (% da prevista pela idade) (p = 0,02), com um valor de 7 bpm mais alto para os escores de PEFIA 3-4 (32,9% da amostra) quando comparados com 0-2. CONCLUSÃO: Duas hipóteses surgem para explicar esses resultados nos indivíduos mais ativos na juventude: a) persistência de adaptações crônicas do treinamento sobre o cronotropismo cardíaco ou b) maior capacidade e/ou motivação para alcançar um TCPE verdadeiramente máximo. Questionar sobre o perfil de exercício físico na infância/adolescência pode contribuir para a interpretação da FC máxima no TE.

  • Adolescentes
  • Criança
  • ergometria
  • Esforço Físico
  • Esportes
  • Exercício
  • Frequência Cardíaca
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02/04/2013 DOI: 10.5935/abc.20130055 Visualizações 1
Escore eletrocardiográfico: aplicação em ergometria para avaliação do precondicionamento isquêmico
ABC
Artigo Original

Escore eletrocardiográfico: aplicação em ergometria para avaliação do precondicionamento isquêmico

Augusto Uchida et al. Paulo Moffa Whady Hueb Luiz Antonio Machado Cesar … Beatriz Moreira Ayub Ferreira Jose Antonio Franchini Ramires

FUNDAMENTO: O tempo para 1,0 mm de depressão do segmento ST (T-1,0 mm), adotado para caracterizar o precondicionamento isquêmico (PCI) em testes ergométricos sequenciais, é consistente e reprodutível, porém, possui várias limitações. OBJETIVO: Aplicar um escore eletrocardiográfico de isquemia miocárdica em testes ergométricos sequenciais, comparando-o com o clássico índice T-1,0 mm. MÉTODOS: Avaliamos 61 pacientes, com idade média de 62,2 ± 7,5 anos, sendo 86,9% homens. Foram analisados 151 exames, sendo 116 de pacientes que completaram duas fases de avaliação. A primeira fase compreendia dois testes ergométricos sequenciais para documentação do PCI e a segunda fase, após uma semana, mais dois testes sob efeito de repaglinida. Dois observadores aplicaram o escore de forma cega. RESULTADOS: Observou-se concordância perfeita inter e intraobservador (Kendall Tau-b = 0,96, p < 0,0001, Kendall Tau-b = 0,98,p < 0,0001, respectivamente). Os valores de sensibilidade, especificidade, valor preditivo negativo, valor preditivo positivo e acurácia foram de 72,41%, 89,29%, 75,8%, 87,5% e 81,0%, respectivamente. CONCLUSÃO: O escore de isquemia é um método consistente e reprodutível para documentação do PCI, representando uma alternativa factível ao índice T-1,0 mm.

  • Angina Pectoris
  • ergometria
  • Infarto Do Miocárdio
  • Precondicionamento Isquêmico Miocárdico
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08/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000122 Visualizações 1
Indicação de cintilografia de perfusão do miocárdio para a detecção de doença arterial coronariana, baseada em evidências ergométricas e clínico-epidemiológicas
ABC
Artigo Original

Indicação de cintilografia de perfusão do miocárdio para a detecção de doença arterial coronariana, baseada em evidências ergométricas e clínico-epidemiológicas

Paulo Schiavom Duarte et al. Luiz Eduardo Mastrocolla Célia Regina E. P. S. Sampaio João Manoel Rossi … Paola Emanuela Smanio Luiz Roberto Fernandes Martins Júlio César Rodrigues Pereira

OBJETIVO: Avaliar quando se devem realizar exames de cintilografia de perfusão do miocárdio (CPM), baseando-se em informações objetivas obtidas do teste ergométrico e da análise dos fatores clínico-epidemiológicos para doença arterial coronária (DAC). MÉTODOS: Foram submetidos a CPM 2.100 pacientes que foram classificados segundo o resultado da cintilografia, do escore de Duke e de escore clínico-epidemiológico, baseado em Framingham. Os pacientes com cintilografia positiva foram acompanhados a fim de definir se os resultados eram verdadeiros positivos. Foram utilizadas receiver operating characteristic (ROC) curvas para definir a eficiência e os melhores pontos de corte dos escores de Duke e clínico-epidemiológico, na seleção dos pacientes que deveriam ser submetidos a cintilografia. RESULTADOS: Observou-se que, restringindo a solicitação da cintilografia a pacientes com escore de Duke abaixo de 7,5 e/ou escore clínico-epidemiológico acima de 4, deixaríamos de realizar cerca de 50% dos exames com riscos mínimos de perda de diagnóstico. CONCLUSÃO: A utilização do escore de Duke e de escore clínico-epidemiológico para orientar a solicitação da CPM pode diminuir expressivamente o número de exames desnecessários.

  • Cintilografia
  • Doença arterial coronária
  • Epidemiologia
  • ergometria
  • escore Duke
  • Perfusão
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21/11/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001700004 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Silva CGS, Araújo CGS. Equações Específicas por Sexo para Estimativa do Consumo Máximo de Oxigênio em Cicloergometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(4):381-9.

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Silva, Christina G. de Souza e; Araújo, Claudio Gil S.. Equações Específicas por Sexo para Estimativa do Consumo Máximo de Oxigênio em Cicloergometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 4, p. 381-389, jul. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, C. G. S. , & Araújo, C. G. S. (2015). Equações Específicas por Sexo para Estimativa do Consumo Máximo de Oxigênio em Cicloergometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(4), 381-389.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Christina G. de Souza e and Araújo, Claudio Gil S.. Equações Específicas por Sexo para Estimativa do Consumo Máximo de Oxigênio em Cicloergometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 381-389. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/equacoes-especificas-por-sexo-para-estimativa-do-consumo-maximo-de-oxigenio-em-cicloergometria/>. ISSN 0066-782X

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Meneghelo RS, Morhy SS, Zucchi P. Tempo de Exercício como Indicador de Controle de Qualidade em Serviços de Ergometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;102(2):151-6.

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Meneghelo, Romeu Sergio; Morhy, Samira Saady; Zucchi, Paola. Tempo de Exercício como Indicador de Controle de Qualidade em Serviços de Ergometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 2, p. 151-156, mar. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Meneghelo, R. S., Morhy, S. S., & Zucchi, P. (2014). Tempo de Exercício como Indicador de Controle de Qualidade em Serviços de Ergometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(2), 151-156.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Meneghelo, Romeu Sergio and Morhy, Samira Saady and Zucchi, Paola. Tempo de Exercício como Indicador de Controle de Qualidade em Serviços de Ergometria. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 151-156. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tempo-de-exercicio-como-indicador-de-controle-de-qualidade-em-servicos-de-ergometria/>. ISSN 0066-782X

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Balassiano DH, Araújo CGS. Frequência cardíaca máxima: influência da experiência desportiva na infância e adolescência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;100(4):333-8.

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Balassiano, Débora Helena; Araújo, Claudio Gil Soares de. Frequência cardíaca máxima: influência da experiência desportiva na infância e adolescência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 4, p. 333-338, abr. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Balassiano, D. H., & Araújo, C. G. S. (2013). Frequência cardíaca máxima: influência da experiência desportiva na infância e adolescência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 100(4), 333-338.

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Balassiano, Débora Helena and Araújo, Claudio Gil Soares de. Frequência cardíaca máxima: influência da experiência desportiva na infância e adolescência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 100, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 333-338. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/frequencia-cardiaca-maxima-influencia-da-experiencia-desportiva-na-infancia-e-adolescencia/>. ISSN 0066-782X

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Uchida A, Moffa P, Hueb W, Cesar LAM, Ferreira BMA, Ramires JAF. Escore eletrocardiográfico: aplicação em ergometria para avaliação do precondicionamento isquêmico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(4):486-92.

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Uchida, Augusto; Moffa, Paulo; Hueb, Whady; Cesar, Luiz Antonio Machado; Ferreira, Beatriz Moreira Ayub; Ramires, Jose Antonio Franchini. Escore eletrocardiográfico: aplicação em ergometria para avaliação do precondicionamento isquêmico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 4, p. 486-492, set. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Uchida, A., Moffa, P., Hueb, W., Cesar, L. A. M., Ferreira, B. M. A., & Ramires, J. A. F. (2010). Escore eletrocardiográfico: aplicação em ergometria para avaliação do precondicionamento isquêmico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(4), 486-492.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Uchida, Augusto and Moffa, Paulo and Hueb, Whady and Cesar, Luiz Antonio Machado and Ferreira, Beatriz Moreira Ayub and Ramires, Jose Antonio Franchini. Escore eletrocardiográfico: aplicação em ergometria para avaliação do precondicionamento isquêmico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 486-492. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/escore-eletrocardiografico-aplicacao-em-ergometria-para-avaliacao-do-precondicionamento-isquemico/>. ISSN 0066-782X

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Duarte PS, Mastrocolla LE, Sampaio CREPS, Rossi JM, Smanio PE, Martins LRF, Pereira JCR, et al. Indicação de cintilografia de perfusão do miocárdio para a detecção de doença arterial coronariana, baseada em evidências ergométricas e clínico-epidemiológicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(4):415-22.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Duarte, Paulo Schiavom; Mastrocolla, Luiz Eduardo; Sampaio, Célia Regina E. P. S.; Rossi, João Manoel; Smanio, Paola Emanuela; Martins, Luiz Roberto Fernandes; Pereira, Júlio César Rodrigues. Indicação de cintilografia de perfusão do miocárdio para a detecção de doença arterial coronariana, baseada em evidências ergométricas e clínico-epidemiológicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 4, p. 415-422, nov. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Duarte, P. S., Mastrocolla, L. E., Sampaio, C. R. E. P. S., Rossi, J. M., Smanio, P. E., Martins, L. R. F., & Pereira, J. C. R. (2006). Indicação de cintilografia de perfusão do miocárdio para a detecção de doença arterial coronariana, baseada em evidências ergométricas e clínico-epidemiológicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(4), 415-422.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Duarte, Paulo Schiavom and Mastrocolla, Luiz Eduardo and Sampaio, Célia Regina E. P. S. and Rossi, João Manoel and Smanio, Paola Emanuela and Martins, Luiz Roberto Fernandes and Pereira, Júlio César Rodrigues. Indicação de cintilografia de perfusão do miocárdio para a detecção de doença arterial coronariana, baseada em evidências ergométricas e clínico-epidemiológicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 415-422. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/indicacao-de-cintilografia-de-perfusao-do-miocardio-para-a-deteccao-de-doenca-arterial-coronariana-baseada-em-evidencias-ergometricas-e-clinico-epidemiologicas/>. ISSN 0066-782X

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