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ABC
Editorial

Conhecimento sobre Atividade Física e seus Níveis em Crianças com Cardiopatia Congênita

Adilson Marques et al. Bruna Gouveia

Os benefícios da atividade física já estão bem documentados. Em crianças e adolescentes, a atividade física melhora a saúde cardiovascular, óssea e metabólica, níveis de condicionamento físico, peso corporal e condição do sono. Além disso, há evidências dos benefícios cognitivos, psicológicos e sociais da atividade física. Os benefícios da atividade física sobre a saúde são transversais a todas as crianças, incluindo aquelas que vivem com uma doença crônica, como doença cardíaca congênita (DCC), prevenindo comorbidades e melhorando a qualidade de vida.,

A importância da atividade física para crianças com DCC já foi documentada há muito tempo. A participação em atividades físicas é de grande importância para as crianças com DCC, pois elas correm o risco de desenvolver outras doenças cardiovasculares e metabólicas,, sinais crescentes de depressão e ansiedade.6 Além disso, quando presentes, esses problemas de saúde podem ser mitigados por um estilo de vida ativo.–

[…]

  • Adolescentes
  • Atividade Física
  • Cardiopatias Congênitas
  • Comorbidade
  • Condicionamento Físico
  • Conhecimento
  • Crianças
  • Exercício
  • Qualidade de Vida
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01/06/2020 DOI: 10.36660/abc.20200286 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Validação da Versão Brasileira do Questionário Curto para Avaliar Conhecimento de Pacientes com Doenças Cardiovasculares (CADE-Q SV)

Gabriela Lima de Melo Ghisi et al. Gabriela S. S. Chaves Jessica Blanco Loures Gabriela Moreira Bonfim Raquel Britto

Resumo

Fundamento:

A educação é parte essencial do atendimento dos pacientes cardiovasculares, visando ao autocuidado, para reduzir os fatores de risco. Assim, uma ferramenta curta e confiável para avaliar o conhecimento dos pacientes no Brasil é necessária.

Objetivo:

Traduzir, adaptar culturalmente e validar psicometricamente a versão em português do Coronary Artery Disease Education Questionnaire Short Version (CADE-Q SV).

Métodos:

CADE-Q SV português foi revisado por cinco especialistas em doenças cardiovasculares bilíngues e testado em 21 pacientes, avaliando clareza dos itens por uma escala tipo Likert variando de 1 = não clara a 10 = muito clara. Foi testada psicometricamente em 200 pacientes cardiovasculares (41% mulheres; média de idade = 58,4 ± 11,6 anos). Consistência interna foi avaliada usando o Kuder-Richardson-20 (KR-20) e o alfa de Cronbach; teste-reteste de confiabilidade por meio do coeficiente de correlação intraclasse (ICC); estrutura de fatores usando análise fatorial; e validade de construto em relação ao nível educacional, renda familiar e tempo de diagnóstico.

Resultados:

Todas as perguntas foram consideradas claras pelos pacientes (faixa de clareza: 7,8-9,6). O KR-20 foi de 0,70. Todos os valores ICC foram > 0,70. A análise dos fatores revelou 6 fatores, todos consistentes. A validade do construto foi sustentada por diferenças significativas nas pontuações totais por nível educacional e renda familiar (p < 0,001). A média geral foi de 13,08 ± 2,61. A área com maior conhecimento foi fatores de risco e menor risco psicossocial.

Conclusão:

O CADE-SV português demonstrou ter boa validade e confiabilidade; podendo ser aplicado em contextos clínicos e de pesquisa, avaliando o conhecimento dos pacientes com doença cardiovascular.

  • Conhecimento
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Doenças Cardiovasculares
  • Educação de Paciente como Assunto
  • Escolaridade
  • Inquéritos e Questionários
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21/09/2018 DOI: 10.5935/abc.20180169 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Original Article

Intervenções Lúdicas Aumentam o Conhecimento sobre Hábitos Saudáveis e Fatores de Risco Cardiovasculares em Crianças: Estudo Clínico Randomizado CARDIOKIDS

Fátima H. Cecchetto et al. Daniela B. Pena Lucia C. Pellanda

Resumo

Fundamento:

A obesidade infantil é um importante problema de saúde no mundo. Nesse contexto, há uma necessidade para o desenvolvimento e a avaliação de intervenções educativas inovadoras que objetivem a prevenção e a formação de hábitos saudáveis.

Objetivo:

Avaliar o impacto de workshops lúdicos sobre o conhecimento, autocuidado, e peso corporal de crianças.

Métodos:

Esse foi um estudo clínico randomizado, com 79 estudantes com idade entre 7 e 11 anos. Medidas antropométricas foram coletadas, e dois questionários (DAFA, Dia Típico de Atividades Físicas e de Alimentação e o CARDIOKIDS, um questionário de conhecimento sobre fatores de risco cardiovasculares) foram aplicados no basal, ao final da intervenção, e três meses depois. A intervenção consistiu em oito workshops lúdicos, que incluiu a apresentação de uma peça de teatro.

Resultados:

Setenta e nove estudantes foram randomizados para o grupo intervenção (n = 40) ou para o grupo controle (n = 39). A idade média foi 10 ± 1,1 anos. Após oito semanas, o grupo intervenção mostrou uma melhora significativa no escore de conhecimento (p < 0,01). Houve um aumento nos escores de atividade física em ambos os grupos, mas sem diferença entre os grupos no final da intervenção (p=0,209). Observou-se uma redução no percentil do IMC no grupo intervenção, mas não houve diferença estatística entre os grupos após a intervenção.

Conclusões:

Intervenções lúdicas podem melhorar o conhecimento e níveis de atividade física em crianças e, quando combinadas com outras estratégias, podem ser benéficas na prevenção da obesidade e melhoria do autocuidado.

  • Atividade Motora
  • Conhecimento
  • Criança
  • Ensaio Clínico Controlado Aleatório como Assunto
  • Jogos Recreativos
  • Obesidade Pediátrica
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20/07/2017 DOI: 10.5935/abc.20170107 Visualizações 1
ABC
Ponto de Vista

As Novas Faces da Medicina – uma Jornada e uma Perspectiva

Adib Jatene

O Professor Protásio da Luz, pesquisador de ciência básica, clínica e cardiologista renomado nos brinda com seu mais novo livro As Novas Faces da Medicina. Trata-se da apresentação de sua visão das bases científicas e humanísticas da medicina, sua evolução e seu porvir.

Com expressivas ilustrações, o livro apresenta-nos a importância da conexão da técnica com o humano, da ciência com o relacionamento de médicos e pacientes. “Não se trata ainda da anamnese. É apenas a primeira abordagem para conhecer a pessoa”. Nesta frase, aparentemente trivial, encerram‑se profundas sabedoria e experiência do profissional e professor de medicina realizando uma das grandes metas da universidade: propagar conhecimento para aprimoramento dos estudantes e médicos em geral.

[…]

  • Adib Jatene (in memorian)
  • Conhecimento
  • Disseminação de Informação
  • Docentes de Medicina
  • Editorial
  • Ensino
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01/03/2015 DOI: 10.5935/abc.20150023
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Evolução do Conhecimento Anatomofisiológico do Sistema Cardiovascular: dos Egípcios a Harvey

Reinaldo Bulgarelli Bestetti et al. Carolina Baraldi A. Restini Lucélio B. Couto

O conhecimento da anatomofisiologia do Sistema Cardiovascular (SCV) progride desde o quarto milênio AC. No Egito (3500 AC), acreditava-se que um conjunto de canais conectava-se ao coração, transportando ar, urina, ar, sangue e a alma. Mil anos após, o Corpo Hipocrático, na escola médica de Kós, estabeleceu o coração como o centro do SCV, definindo algumas características deste órgão. O SCV transportava sangue via ventrículo direito pelas veias, e o pneuma via ventrículo esquerdo pelas artérias. Duzentos anos depois, em Alexandria, com o aparecimento da dissecção anatômica do corpo humano, Herophilus descobriu que as artérias eram seis vezes mais espessas que as veias, enquanto que Erasistratus descreveu as válvulas semilunares, enfatizando que as artérias eram preenchidas por sangue quando o ventrículo esquerdo se esvaziava. Duzentos anos depois, Galeno demonstrou que as artérias continham sangue, não ar. Com o declínio do Império Romano, todo o conhecimento médico Greco-romano do SCV foi preservado na Pérsia, e posteriormente no Islã, onde Ibn-Nafis descreveu incompletamente a circulação pulmonar. Aqui, deve-se enfatizar a incompleta descrição da circulação pulmonar por Ibn-Nafis. A ressurgência da dissecção do corpo humano na Europa no século XIV é associada ao renascimento do conhecimento do SCV. Os principais marcos foram a descrição da circulação pulmonar por Servetus, as descobertas anatômicas de Vesalius, a demonstração da circulação pulmonar por Colombo, e a descoberta das válvulas das veias por Fabricius. Tal contexto abriu o caminho para Harvey descobrir a circulação do sangue.

  • Antropologia Cultural / tendências
  • Civilização / história
  • Conhecimento
  • Egito
  • Mundo Grego / história
  • Sistema cardiovascular
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10/10/2014 DOI: 10.5935/abc.20140148 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Avaliação do conhecimento de pacientes de reabilitação cardíaca: Brasil versus Canadá

Gabriela Lima de Melo Ghisi et al. Paul Oh Scott Thomas Magnus Benetti

FUNDAMENTO: Grande parte da relação entre o estado de saúde e o conhecimento sobre saúde e doença pode ser atribuída aos efeitos combinados de comportamento dísparrelacionado à saúde, condições ambientais e estruturas socioeconômicas, bem como o contato com a atenção à saúde e prestação da mesma. OBJETIVO: O objetivo do presente estudo foi descrever e comparar o conhecimento dos pacientes com doença arterial coronariana (DAC),incluídos em programas de reabilitação cardíaca (RC) no Brasil e no Canadá, sobre os fatores relacionados à DAC. MÉTODOS: Duas amostras de 300 pacientes brasileiros e 300 pacientes canadensesincluídos em RC foram comparadas transversalmente. Os pacientes brasileiros foram recrutados de dois centros de RC no Sul do Brasil, enquanto os pacientes canadenses foram recrutados de um centro de RC em Ontário. O conhecimento foi avaliado utilizando o Questionário de Educação de Doença Arterial Coronariana (CADE-Q), psicometricamente validado em Português e Inglês. Os dados foram processados por meio de estatísticas descritivas, post-hoc eteste t de Student. RESULTADOS: A pontuação média total de conhecimento para toda a amostra foi de 41,42 ± 9,3. Os entrevistados canadenses apresentaram pontuações totais de conhecimento significativamente maiores do que os entrevistados brasileiros. O domínio mais bem esclarecido em ambas as amostras foi o exercício físico.Em 13 de 19 questões, os entrevistados canadenses relataram pontuações de conhecimento significativamente maiores do que os entrevistados brasileiros. CONCLUSÃO: Pacientes ambulatoriais canadenses relataram conhecimento significativamente maior que suas contrapartes brasileiras. Os resultados também sugeremque um currículo educacional estruturado em programas de RC pode contribuir para um maior conhecimentodo paciente, o que pode em última análise facilitar as mudanças comportamentais.

  • Brasil
  • Canadá
  • Conhecimento
  • Doenças Cardiovasculares
  • Educação de Pacientes como Assunto
  • Exercício
  • Reabilitação
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26/07/2013 DOI: 10.5935/abc.20130145 Visualizações 2
ABC
Artigo Original

Ética em pesquisas com seres humanos: do conhecimento à prática

Sandro Gonçalves de Lima et al. Tatiana Albuquerque Gonçalves de Lima Larissa Araripe de Macedo Michel Pompeu Barros de Oliveira Sá … Marcela de Lima Vidal Rafael Alessandro Ferreira Gomes Laura Correia Oliveira Ana Maria Aguiar Santos

FUNDAMENTO: No Brasil, a resolução 196/96 e suas complementares regulamentam a preservação dos direitos, do respeito e da dignidade dos seres humanos envolvidos em pesquisas. OBJETIVO: Analisar a adequação dos temas livres (TLs) apresentados durante o XVIII Congresso Pernambucano de Cardiologia à resolução 196/96. MÉTODOS: Estudo de Corte Transversal. Foram realizadas entrevistas com autores dos TLs apresentados. Os resumos dos trabalhos foram analisados no sentido de identificar a necessidade de prévia aprovação por um Comitê de Ética em Pesquisa (CEP). RESULTADOS: Foram apresentados 90 TLs. A fonte de dados mais utilizada foram prontuários médicos (86,8%). Apenas 23,1% dos TLs foram submetidos à avaliação por um CEP e em 15,4% foi utilizado Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Entre os autores cujos trabalhos não foram avaliados por um CEP, 65,6% afirmaram que esta não era uma conduta necessária e 18,0% deles desconheciam a necessidade de realizar tal avaliação. A autorização escrita do responsável pela instituição onde os TLs foram realizados não foi obtida em 56,6% das pesquisas. A maioria (80,0%) dos autores afirmou nunca ter lido a resolução 196/96. A proporção dos TLs submetidos a um CEP foi significativamente maior entre autores que haviam lido a resolução 196/96 (p = 0,005). O desenho dos TLs influenciou a não submissão dos trabalhos a um CEP (p < 0,001). A maioria dos TLs que foram autorizados pelo responsável da instituição onde foram realizados foi submetida a um CEP (p < 0,001). CONCLUSÃO: A maioria dos TLs apresentados não se adequou às regulamentações brasileiras em ética em pesquisa.

  • Conhecimento
  • Ética em pesquisa
  • Humanos
  • prática
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30/07/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000097
ABC
Artigo Original

Validação para o português do Maugerl CaRdiac preventiOn-Questionnaire (MICRO-Q)

Gabriela Lima de Melo Ghisi et al. Claudia Medeiros Leite Adriana Durieux Isabel de Castro Schenkel … Maíra S. de Assumpção Melina Medeiros de Barros Daniel Taiva Alexandro Andrade Magnus Benetti

FUNDAMENTO: O Maugerl CaRdiac preventiOn-Questionnaire (MICRO-Q) é um instrumento específico, validado e utilizado para avaliar o conhecimento do paciente coronariano sobre aspectos relacionados à prevenção secundária da doença arterial coronariana (DAC). OBJETIVO: Traduzir, adaptar e validar o MICRO-Q para a língua portuguesa do Brasil. MÉTODOS: Duas traduções iniciais independentes foram realizadas para o português. Após sua comparação foi feita a tradução reversa, que foi revisada por um comitê e gerou a versão final, testada em um estudo-piloto. O instrumento foi aplicado em 212 pacientes coronarianos, com idade média de 60 a 72 anos (desvio padrão = 9,4; mín = 35; máx = 86), participantes de programas de reabilitação cardíaca. A consistência interna foi verificada por meio do coeficiente Alpha de Cronbach, a correlação através do Spearman Rho e a validade de construto foi verificada por análise fatorial exploratória. As médias foram analisadas comparando as escalas das questões corretas em função de variáveis, como idade, sexo, comorbidades associadas, grau de escolaridade, renda familiar, entre outros. RESULTADOS: A versão brasileira do MICRO-Q possui 25 questões. Essa versão, quanto à confiabilidade, apresentou Alpha de Cronbach de 0,64 e Spearman Rho das respostas corretas de 0,65. A análise fatorial revelou a existência de 6 fatores, relacionados aos domínios de conhecimento do questionário. A análise das características da população, em função das escalas das questões corretas, apresentou diferenças significativas apenas em função da renda familiar mensal e grau de escolaridade. CONCLUSÃO: A versão brasileira do MICRO-Q aprovada apresenta validade e confiabilidade adequadas para sua utilização em futuras pesquisas.

  • Conhecimento
  • Doença cardíaca coronariana
  • Questionários
  • Reabilitação
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28/04/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000300018 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Marques A, Gouveia B. Conhecimento sobre Atividade Física e seus Níveis em Crianças com Cardiopatia Congênita. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(5):793-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Marques, Adilson; Gouveia, Bruna. Conhecimento sobre Atividade Física e seus Níveis em Crianças com Cardiopatia Congênita. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 5, p. 793-794, maio. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Marques, A., & Gouveia, B. (2020). Conhecimento sobre Atividade Física e seus Níveis em Crianças com Cardiopatia Congênita. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(5), 793-794.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Marques, Adilson and Gouveia, Bruna. Conhecimento sobre Atividade Física e seus Níveis em Crianças com Cardiopatia Congênita. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 793-794. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/conhecimento-sobre-atividade-fisica-e-seus-niveis-em-criancas-com-cardiopatia-congenita/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Ghisi GLM, Chaves GSS, Loures JB, Bonfim GM, Britto R. Validação da Versão Brasileira do Questionário Curto para Avaliar Conhecimento de Pacientes com Doenças Cardiovasculares (CADE-Q SV). Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(6):841-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ghisi, Gabriela Lima de Melo; Chaves, Gabriela S. S.; Loures, Jessica Blanco; Bonfim, Gabriela Moreira; Britto, Raquel. Validação da Versão Brasileira do Questionário Curto para Avaliar Conhecimento de Pacientes com Doenças Cardiovasculares (CADE-Q SV). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 6, p. 841-849, set. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ghisi, G. L. M., Chaves, G. S. S., Loures, J. B., Bonfim, G. M., & Britto, R. (2018). Validação da Versão Brasileira do Questionário Curto para Avaliar Conhecimento de Pacientes com Doenças Cardiovasculares (CADE-Q SV). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(6), 841-849.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ghisi, Gabriela Lima de Melo and Chaves, Gabriela S. S. and Loures, Jessica Blanco and Bonfim, Gabriela Moreira and Britto, Raquel. Validação da Versão Brasileira do Questionário Curto para Avaliar Conhecimento de Pacientes com Doenças Cardiovasculares (CADE-Q SV). Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 841-849. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/validacao-da-versao-brasileira-do-questionario-curto-para-avaliar-conhecimento-de-pacientes-com-doencas-cardiovasculares-cade-q-sv/>. ISSN 0066-782X

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Cecchetto FH, Pena DB, Pellanda LC. Intervenções Lúdicas Aumentam o Conhecimento sobre Hábitos Saudáveis e Fatores de Risco Cardiovasculares em Crianças: Estudo Clínico Randomizado CARDIOKIDS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(3):199-206.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cecchetto, Fátima H.; Pena, Daniela B.; Pellanda, Lucia C.. Intervenções Lúdicas Aumentam o Conhecimento sobre Hábitos Saudáveis e Fatores de Risco Cardiovasculares em Crianças: Estudo Clínico Randomizado CARDIOKIDS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 3, p. 199-206, jul. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cecchetto, F. H., Pena, D. B., & Pellanda, L. C. (2017). Intervenções Lúdicas Aumentam o Conhecimento sobre Hábitos Saudáveis e Fatores de Risco Cardiovasculares em Crianças: Estudo Clínico Randomizado CARDIOKIDS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(3), 199-206.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cecchetto, Fátima H. and Pena, Daniela B. and Pellanda, Lucia C.. Intervenções Lúdicas Aumentam o Conhecimento sobre Hábitos Saudáveis e Fatores de Risco Cardiovasculares em Crianças: Estudo Clínico Randomizado CARDIOKIDS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 199-206. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/intervencoes-ludicas-aumentam-o-conhecimento-sobre-habitos-saudaveis-e-fatores-de-risco-cardiovasculares-em-criancas-estudo-clinico-randomizado-cardiokids/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Jatene A. As Novas Faces da Medicina – uma Jornada e uma Perspectiva. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;104(3):e25.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Jatene, Adib. As Novas Faces da Medicina – uma Jornada e uma Perspectiva. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 3, p. e25-e25, fev. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Jatene, A. (2015). As Novas Faces da Medicina – uma Jornada e uma Perspectiva. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(3), e25-e25.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Jatene, Adib. As Novas Faces da Medicina – uma Jornada e uma Perspectiva. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 104, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. e25-e25. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/as-novas-faces-da-medicina-uma-jornada-e-uma-perspectiva/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Bestetti RB, Restini CBA, Couto LB. Evolução do Conhecimento Anatomofisiológico do Sistema Cardiovascular: dos Egípcios a Harvey. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(6):538-45.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Bestetti, Reinaldo Bulgarelli; Restini, Carolina Baraldi A.; Couto, Lucélio B.. Evolução do Conhecimento Anatomofisiológico do Sistema Cardiovascular: dos Egípcios a Harvey. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 6, p. 538-545, out. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Bestetti, R. B., Restini, C. B. A., & Couto, L. B. (2014). Evolução do Conhecimento Anatomofisiológico do Sistema Cardiovascular: dos Egípcios a Harvey. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(6), 538-545.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Bestetti, Reinaldo Bulgarelli and Restini, Carolina Baraldi A. and Couto, Lucélio B.. Evolução do Conhecimento Anatomofisiológico do Sistema Cardiovascular: dos Egípcios a Harvey. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 538-545. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/evolucao-do-conhecimento-anatomofisiologico-do-sistema-cardiovascular-dos-egipcios-a-harvey/>. ISSN 0066-782X

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Ghisi GLM, Oh P, Thomas S, Benetti M. Avaliação do conhecimento de pacientes de reabilitação cardíaca: Brasil versus Canadá. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(3):255-62.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ghisi, Gabriela Lima de Melo; Oh, Paul; Thomas, Scott; Benetti, Magnus. Avaliação do conhecimento de pacientes de reabilitação cardíaca: Brasil versus Canadá. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 3, p. 255-262, jul. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ghisi, G. L. M., Oh, P., Thomas, S., & Benetti, M. (2013). Avaliação do conhecimento de pacientes de reabilitação cardíaca: Brasil versus Canadá. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(3), 255-262.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ghisi, Gabriela Lima de Melo and Oh, Paul and Thomas, Scott and Benetti, Magnus. Avaliação do conhecimento de pacientes de reabilitação cardíaca: Brasil versus Canadá. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 255-262. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-do-conhecimento-de-pacientes-de-reabilitacao-cardiaca-brasil-versus-canada/>. ISSN 0066-782X

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Lima SG, Lima TAG, Macedo LA, Sá MPBO, Vidal ML, Gomes RAF, Oliveira LC, et al. Ética em pesquisas com seres humanos: do conhecimento à prática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(3):289-94.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lima, Sandro Gonçalves de; Lima, Tatiana Albuquerque Gonçalves de; Macedo, Larissa Araripe de; Sá, Michel Pompeu Barros de Oliveira; Vidal, Marcela de Lima; Gomes, Rafael Alessandro Ferreira; Oliveira, Laura Correia; Santos, Ana Maria Aguiar. Ética em pesquisas com seres humanos: do conhecimento à prática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 3, p. 289-294, jul. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lima, S. G. , Lima, T. A. G. , Macedo, L. A. , Sá, M. P. B. O., Vidal, M. L., Gomes, R. A. F., Oliveira, L. C., & Santos, A. M. A. (2010). Ética em pesquisas com seres humanos: do conhecimento à prática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(3), 289-294.

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Lima, Sandro Gonçalves de and Lima, Tatiana Albuquerque Gonçalves de and Macedo, Larissa Araripe de and Sá, Michel Pompeu Barros de Oliveira and Vidal, Marcela de Lima and Gomes, Rafael Alessandro Ferreira and Oliveira, Laura Correia and Santos, Ana Maria Aguiar. Ética em pesquisas com seres humanos: do conhecimento à prática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 289-294. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/etica-em-pesquisas-com-seres-humanos-do-conhecimento-a-pratica/>. ISSN 0066-782X

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Ghisi GLM, Leite CM, Durieux A, Schenkel IC, Assumpção MS, Barros MM, Taiva D, et al. Validação para o português do Maugerl CaRdiac preventiOn-Questionnaire (MICRO-Q). Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(3):394-400.

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Ghisi, Gabriela Lima de Melo; Leite, Claudia Medeiros; Durieux, Adriana; Schenkel, Isabel de Castro; Assumpção, Maíra S. de; Barros, Melina Medeiros de; Taiva, Daniel; Andrade, Alexandro; Benetti, Magnus. Validação para o português do Maugerl CaRdiac preventiOn-Questionnaire (MICRO-Q). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 3, p. 394-400, abr. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ghisi, G. L. M., Leite, C. M., Durieux, A., Schenkel, I. C., Assumpção, M. S. , Barros, M. M. , Taiva, D., Andrade, A., & Benetti, M. (2010). Validação para o português do Maugerl CaRdiac preventiOn-Questionnaire (MICRO-Q). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(3), 394-400.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ghisi, Gabriela Lima de Melo and Leite, Claudia Medeiros and Durieux, Adriana and Schenkel, Isabel de Castro and Assumpção, Maíra S. de and Barros, Melina Medeiros de and Taiva, Daniel and Andrade, Alexandro and Benetti, Magnus. Validação para o português do Maugerl CaRdiac preventiOn-Questionnaire (MICRO-Q). Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 394-400. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/validacao-para-o-portugues-do-maugerl-cardiac-prevention-questionnaire-micro-q/>. ISSN 0066-782X

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