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  2. Palavra-chave: Aterosclerose coronariana
ABC
Artigo Original

O polimorfismo VNTR no gene codificador do antagonista do receptor da interleucina-1 está associado com a doença arterial coronariana

Ahmet Arman et al. Ozer Soylu Ahmet Yildirim Andrzej Furman … Nesrin Ercelen Hakki Aydogan Ajda Coker Tuna Tezel

FUNDAMENTO: A Doença Arterial Coronariana (DAC) é a aterosclerose das artérias coronárias que transportam o sangue para o coração. A aterosclerose é uma doença inflamatória. As variações gênicas das citocinas – como as associadas à família IL1 – fazem parte da patogênese da aterosclerose. OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi determinar a relação entre os polimorfismos da família IL1 (VNTR do IL1RN, posições -511 e +3953 do IL1B) e a DAC na população turca. MÉTODOS: Um total de 427 indivíduos foram submetidos à angiografia coronariana e em seguida divididos da seguinte forma: 170 no grupo controle e 257 no grupo de pacientes com DAC. Os sujeitos com DAC foram divididos em dois subgrupos: 91 no grupo de Doença Coronariana em um único vaso (Single Vessel Disease – SVD) e 166 no grupo Doença Coronariana em múltiplos vasos (Multiple Vessel Disease – MVD). Os genótipos de IL1RN e IL1B (-511, +3953) foram determinados por reação em cadeia da polimerase (RCP), seguida de análise da digestão por enzima de restrição. RESULTADOS: Não foram observadas diferenças significantes nas distribuições de genótipos de IL1RN e IL1B (-511 e +3953) entre os sujeitos com DAC e os controles, ou entre sujeitos com MVD e controles. No entanto, observou-se uma relação significante no genótipo IL1RN 2/2 entre sujeitos portadores de SVD e controles (P= 0,016, x2: 10,289, OR: 2,94IC 95% 1,183 – 7,229). Tampouco foi observada diferença estatisticamente significante nas freqüências dos alelos de IL1RN e IL1B (-511 e +3953) entre os sujeitos com DAC e controles, os sujeitos com MVD e controles, ou ainda os sujeitos SVD e controles. CONCLUSÃO: Não foi observada nenhuma relação na freqüência alélica e nem na distribuição genotípica dos polimorfismos de IL1RN e IL1B entre sujeitos com DAC e grupos controle. No entanto, o genótipo IL1RN 2/2 pode representar um fator de risco para sujeitos com SVD na população turca.

  • Aterosclerose coronariana
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05/01/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001700002 Visualizações 1
ABC
Revisão

Fatores de risco no desenvolvimento da aterosclerose na infância e adolescência

Maria Gisele dos Santos et al. Marina Pegoraro Fabiano Sandrini Emílio César Macuco

As doenças cardiovasculares (DCV) constituem uma importante causa de morte nos países desenvolvidos e também naqueles em desenvolvimento. Em geral, as manifestações clínicas das DCV, como infarto do miocárdio, acidente vascular encefálico e doença vascular periférica, são causadas por um processo aterosclerótico e têm início a partir da meia-idade. No entanto, estudos atuais indicam que o processo aterosclerótico começa a se desenvolver na infância. A fisiopatogenia da aterosclerose tem sido estudada pelo seu aspecto inflamatório, e, dentre os marcadores inflamatórios, a proteína-C-reativa (PCR) vem sendo bastante estudada nos indivíduos portadores de alguma DCV, inclusive naqueles aparentemente saudáveis. Níveis elevados de PCR têm sido relacionados a fatores de risco para a aterosclerose: história familiar de doença arterial coronariana (DAC), dislipidemia, hipertensão arterial, diabete melito, obesidade, tabagismo e sedentarismo. Grande parte desses fatores de risco pode ser influenciada por modificações no estilo de vida, tais como a mudança de hábitos alimentares e a prática de atividade física. Na literatura estão documentados os efeitos da atividade física sobre os níveis de PCR na fase adulta, porém há pouco conhecimento dos estilos de vida ativo ou sedentário em crianças e adolescentes. Este trabalho tem o objetivo de revisar o impacto da atividade física em crianças e adolescentes sobre os níveis de PCR e os fatores de risco para o desenvolvimento de DCV.

  • Adolescente
  • Aterosclerose coronariana
  • Atividade Motora
  • Criança
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29/05/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000400012
Níveis séricos de interleucina-6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR) na síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do ST em pacientes com diabete tipo 2
ABC
Artigo Original

Níveis séricos de interleucina-6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR) na síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do ST em pacientes com diabete tipo 2

José Roberto Matos Souza et al. Romulo Tadeu Oliveira Maria Heloisa S. L. Blotta Otávio Rizzi Coelho

FUNDAMENTO: A aterosclerose é uma doença inflamatória e níveis séricos de marcadores inflamatórios, como a interleucina 6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR), são utilizados para avaliação de pacientes em quadros de coronariopatia. No paciente com diabete do tipo 2, a aterosclerose está relacionada a um maior número de eventos como infarto e morte, quando comparado aos pacientes sem diabete. OBJETIVO: Avaliar a resposta inflamatória nos pacientes com diabete e eventos agudos de instabilidade coronariana. MÉTODOS: Selecionamos primariamente dois grupos de pacientes. O primeiro grupo foi composto por pacientes ambulatoriais diabéticos com angina estável (D-SCC) e presença de coronariopatia ao estudo coronariográfico (n = 36). O segundo grupo foi composto por pacientes diabéticos atendidos no pronto-socorro com quadro de síndrome coronariana aguda (D-SCA) sem supradesnivelamento do ST (n = 38). Como controle, foram utilizados pacientes sem diabete com SCA (n = 22) e SCC (n = 16). As concentrações séricas de PCR, IL-6 e IL-18 foram determinadas pelas técnicas de nefelometria (PCR) e ELISA (IL-6 e IL-18). RESULTADOS: Níveis mais elevados de IL-6 foram observados em pacientes com ou sem diabete e SCA em relação ao grupo com SCC. Por sua vez, pacientes com diabete e SCA apresentaram concentrações maiores de PCR em comparação aos outros grupos. Os níveis séricos de IL-18 não diferiram significativamente entre os pacientes estudados. CONCLUSÃO: Os resultados obtidos sugerem uma maior atividade inflamatória no paciente com quadro de instabilidade coronariana. Essa atividade inflamatória, medida pela PCR, parece ser ainda mais intensa no paciente com diabete.

  • Aterosclerose coronariana
  • diabete melito
  • Interleucina 18
  • Interleucina-6
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28/04/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000200004
ABC
Artigo Original

Dislipidemia entre crianças e adolescentes de Pernambuco

Everaldo de Franca et al. João Guilherme Bezerra Alves

OBJETIVO: Descrever a prevalência de dislipidemia e sobrepeso entre crianças e adolescentes no Estado de Pernambuco, Brasil. MÉTODOS: Durante a avaliação clínica, um questionário foi respondio por meio de entrevista com os pais, incluindo dados pessoais de cada criança e adolescente. Os critérios de exclusão foram história pessoal ou familiar de diabetes ou doença arterial coronariana (DAC). Amostras de sangue foram coletadas após jejum de 12 horas, e as seguintes avaliações foram realizadas por métodos enzimáticos: níveis séricos de colesterol total, colesterol LDL, colesterol HDL e triglicerídeos. Os dados foram analisados com o programa estatístico SPSS 11.5 que inclui o test-t de Student e o teste exato de Fisher. RESULTADOS: Das 414 crianças e adolescentes analisados no presente estudo, cerca de 30% apresentaram um perfil lipídico aterogênico, caracterizado por altos níveis de triglicerídeo, colesterol total e colesterol LDL. A prevalência de sobrepeso nesta amostra de Pernambuco foi 4%. As meninas apresentaram níveis de triglicerídeo e colesterol total mais elevados do que os meninos. Crianças e adolescentes apresentaram os mesmos valores de lipídios no sangue, o que não é esperado para crianças nessa fase do desenvolvimento. CONCLUSÃO: Na presente população, um prefil lipídico desfavorável sugere que programas objetivando a prevenção de doenças cardiovasculares e obesidade devem começar precocemente.

  • Adolescentes
  • Aterosclerose coronariana
  • Crianças
  • Dislipidemia
  • Sobrepeso
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18/01/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001900007
Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa
ABC
Artigo Original

Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa

Celso Kiyochi Takimura et al. Pedro Alves Lemos Marco Antonio Perin Expedito Eustáquio Ribeiro da Silva … John Ambrose José Antonio Franchini Ramires Eulógio Emílio Martinez Filho

OBJETIVO: Certas características geométricas angiográficas de lesões coronarianas foram descritas como preditoras independentes de um futuro infarto do miocárdio. O objetivo deste estudo foi correlacionar esses marcadores com achados do ultra-som intracoronariano sabidamente associados com maior vulnerabilidade à ruptura de placa. MÉTODOS: Estudou-se 30 pacientes com síndromes coronarianas estáveis e lesões de novo (31 lesões) com angiografia e ultra-som intracoronariano. Para cada lesão as características geométricas angiográficas (grau de simetria, grau de estenose, comprimento da lesão e ângulo de saída) foram correlacionadas com as variáveis ultra-sonográficas: tipo de placa (mole, fibrosa, mista ou calcificada), área porcentual de placa e índice de remodelamento. RESULTADOS: O comprimento médio da lesão foi de 9,2 ± 4,4 mm, o porcentual de estenose foi de 50,0% a 89,0% (média 67,7 ± 12,1%), ângulos de entrada variaram de 8,48º a 48,78º (média 24,0 ± 11,4º), ângulos de saída variaram de 8,30º a 53,03º (média 23,8 ± 11,7º) e o índice de simetria variou de 0 a 1 (média 0,56 ± 0,32). À avaliação com ultra-som intracoronariano, freqüência de placas moles ou calcificadas, remodelamento positivo e magnitude da área porcentual de placa não foram associados com nenhuma característica geométrica angiográfica (p > 0,05 para todas as análises). CONCLUSÃO: Características geométricas angiográficas que predis-põem à oclusão aguda não se correlacionam com achados morfológicos e quantitativos do ultra-som intracoronariano associados com a vulnerabilidade da placa.

  • angiografia coronariana
  • Aterosclerose coronariana
  • ultra-som intracoronariano
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28/09/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001500006

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Arman A, Soylu O, Yildirim A, Furman A, Ercelen N, Aydogan H, Coker A, et al. O polimorfismo VNTR no gene codificador do antagonista do receptor da interleucina-1 está associado com a doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;91(5):293-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Arman, Ahmet; Soylu, Ozer; Yildirim, Ahmet; Furman, Andrzej; Ercelen, Nesrin; Aydogan, Hakki; Coker, Ajda; Tezel, Tuna. O polimorfismo VNTR no gene codificador do antagonista do receptor da interleucina-1 está associado com a doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 5, p. 293-298, jan. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Arman, A., Soylu, O., Yildirim, A., Furman, A., Ercelen, N., Aydogan, H., Coker, A., & Tezel, T. (2009). O polimorfismo VNTR no gene codificador do antagonista do receptor da interleucina-1 está associado com a doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(5), 293-298.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Arman, Ahmet and Soylu, Ozer and Yildirim, Ahmet and Furman, Andrzej and Ercelen, Nesrin and Aydogan, Hakki and Coker, Ajda and Tezel, Tuna. O polimorfismo VNTR no gene codificador do antagonista do receptor da interleucina-1 está associado com a doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 91, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 293-298. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-polimorfismo-vntr-no-gene-codificador-do-antagonista-do-receptor-da-interleucina-1-esta-associado-com-a-doenca-arterial-coronariana/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Santos MG, Pegoraro M, Sandrini F, Macuco EC. Fatores de risco no desenvolvimento da aterosclerose na infância e adolescência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(4):301-8.

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Santos, Maria Gisele dos; Pegoraro, Marina; Sandrini, Fabiano; Macuco, Emílio César. Fatores de risco no desenvolvimento da aterosclerose na infância e adolescência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 4, p. 301-308, maio. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos, M. G. , Pegoraro, M., Sandrini, F., & Macuco, E. C. (2008). Fatores de risco no desenvolvimento da aterosclerose na infância e adolescência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(4), 301-308.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Santos, Maria Gisele dos and Pegoraro, Marina and Sandrini, Fabiano and Macuco, Emílio César. Fatores de risco no desenvolvimento da aterosclerose na infância e adolescência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 301-308. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fatores-de-risco-no-desenvolvimento-da-aterosclerose-na-infancia-e-adolescencia/>. ISSN 0066-782X

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Souza JRM, Oliveira RT, Blotta MHSL, Coelho OR. Níveis séricos de interleucina-6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR) na síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do ST em pacientes com diabete tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(2):94-9.

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Souza, José Roberto Matos; Oliveira, Romulo Tadeu; Blotta, Maria Heloisa S. L.; Coelho, Otávio Rizzi. Níveis séricos de interleucina-6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR) na síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do ST em pacientes com diabete tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 2, p. 94-99, abr. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Souza, J. R. M., Oliveira, R. T., Blotta, M. H. S. L., & Coelho, O. R. (2008). Níveis séricos de interleucina-6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR) na síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do ST em pacientes com diabete tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(2), 94-99.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Souza, José Roberto Matos and Oliveira, Romulo Tadeu and Blotta, Maria Heloisa S. L. and Coelho, Otávio Rizzi. Níveis séricos de interleucina-6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR) na síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do ST em pacientes com diabete tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 94-99. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/niveis-sericos-de-interleucina-6-il-6-interleucina-18-il-18-e-proteina-c-reativa-pcr-na-sindrome-coronariana-aguda-sem-supradesnivelamento-do-st-em-pacientes-com-diabete-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

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Franca E, Alves JGB. Dislipidemia entre crianças e adolescentes de Pernambuco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;87(6):722-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Franca, Everaldo de; Alves, João Guilherme Bezerra. Dislipidemia entre crianças e adolescentes de Pernambuco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 6, p. 722-727, jan. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Franca, E. , & Alves, J. G. B. (2007). Dislipidemia entre crianças e adolescentes de Pernambuco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(6), 722-727.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Franca, Everaldo de and Alves, João Guilherme Bezerra. Dislipidemia entre crianças e adolescentes de Pernambuco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 87, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 722-727. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/dislipidemia-entre-criancas-e-adolescentes-de-pernambuco/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Takimura CK, Lemos PA, Perin MA, Silva EER, Ambrose J, Ramires JAF, Martinez Filho EE, et al. Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(2):99-105.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Takimura, Celso Kiyochi; Lemos, Pedro Alves; Perin, Marco Antonio; Silva, Expedito Eustáquio Ribeiro da; Ambrose, John; Ramires, José Antonio Franchini; Martinez Filho, Eulógio Emílio. Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 2, p. 99-105, set. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Takimura, C. K., Lemos, P. A., Perin, M. A., Silva, E. E. R. , Ambrose, J., Ramires, J. A. F., & Martinez Filho, E. E. (2006). Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(2), 99-105.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Takimura, Celso Kiyochi and Lemos, Pedro Alves and Perin, Marco Antonio and Silva, Expedito Eustáquio Ribeiro da and Ambrose, John and Ramires, José Antonio Franchini and Martinez Filho, Eulógio Emílio. Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 99-105. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/preditores-geometricos-angiograficos-de-infarto-do-miocardio-nao-sao-associados-com-marcadores-ultra-sonograficos-de-vulnerabilidade-da-placa/>. ISSN 0066-782X

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