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  4. 2018, Volume 31, Número 3
Original Article

Características Epidemiológicas e Preditores de Mortalidade em Pacientes Maiores de 70 Anos Submetidos à Revascularização Miocárdica Cirúrgica

Renato Kaufman et al. Vitor Manuel Pereira Azevedo Rodrigo Mazzarone Gomes de Sá Mauro Geller … Regina Maria de Aquino Xavier Rogério Brant Martins Chaves Marcia Bueno Castier

Resumo

Fundamento:

A doença arterial coronariana é a principal causa de morte no mundo, e a idade é fator de risco independente de mortalidade em pacientes submetidos à revascularização cirúrgica.

Objetivo:

Avaliar os fatores preditores de risco de óbito em pacientes submetidos à revascularização miocárdica com mais de 70 anos.

Métodos:

Trata-se de uma coorte retrospectiva de banco de dados de cirurgia cardíaca. Foi utilizada a regressão logística para avaliar os preditores independentes de óbito.

Resultados:

Foram 372 pacientes submetidos à revascularização cirúrgica de 2004 a 2012. O principal fator de risco cardiovascular foi a hipertensão arterial sistêmica, seguida do diabetes melito. A mortalidade em 30 dias foi de 19,35%. A presença de doença vascular periférica (OR: 2,47), cirurgia de emergência (OR: 4,86) e procedimento valvular combinado (OR: 3,86) foram os preditores independentes de óbito.

Conclusão:

O procedimento cirúrgico em pacientes idosos apresentou mortalidade maior que da população geral. Doença vascular periférica, cirurgia de emergência e procedimento valvular combinado aumentaram o risco de óbito nesses pacientes.

  • Diabetes mellitus
  • Doença da Artéria Coronariana/cirurgia
  • Hipertensão
  • idosos
  • Revascularização Miocárdica
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180020
Figura 1
Original Article

Efeito Agudo da Drenagem Linfática Manual sobre a Natriurese e Lipólise de Mulheres Jovens

Érica A. M Camargo et al. Filipy Borghi Aglécio Luiz de Souza Denise Maria Marcorin … Luana de Lima Rodrigues Danilo Roberto Xavier de Oliveira Crege Larissa Yuri Ishizu Priscila Cristina da Silva Dora Maria Grassi-Kassisse Maria Silvia Mariani Pires-de-Campos

Resumo

Fundamentos:

A importância da validação científica de técnicas coadjuvantes a diversos tratamentos de saúde é inquestionável. Desta forma, a influência da drenagem linfática manual (DLM) na natriurese e na lipólise sob interação de anticoncepcional oral precisa ser investigada.

Objetivos:

Avaliar o efeito agudo da DLM sobre a natriurese e lipólise de mulheres jovens usuárias ou não de anticoncepcional oral.

Método:

Participaram 29 mulheres não usuárias de anticoncepcional oral e 29 usuárias, autodeclaradas saudáveis, sedentárias e eutróficas. As análises foram realizadas em dois dias distintos, Controle (C), sem intervenção terapêutica e DLM. Nos dias C e DLM coletamos 4 amostras de urina com intervalos de 60 min. Seguimos o método de Leduc, abdomem e membros inferiores, durante 45 min. Analisamos o fluxo urinário e excreção urinária de sódio, glicerol e peptideo natriurético atrial. A normalidade dos dados foi analisada pelo teste Shapiro-Wilk. Os dados que não obedeceram à normalidade foram apresentados em mediana e intervalo interquartil (25%-75%), enquanto os que obedeceram foram apresentados em média ± erro padrão. O teste de Mann-Whitney foi usado para dados não pareados e Wilcoxon para dados pareados. Dados com normalidade foram avaliados pelo teste t-Student não pareado. O nível de significância estatística adotado foi de 5%.

Resultados:

O efeito agudo de uma sessão de DLM promove aumento da natriurese em mulheres não usuárias de anticoncepcional oral, por outro lado, em usuárias induz aumento na liberação de glicerol e de ANP.

Conclusão:

O uso de anticoncepcional oral interfere no efeito da DLM sobre a natriurese.

  • Lipólise
  • Manipulações Musculoesqueléticas
  • Natriurese
  • Sistema Linfático
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180023 Visualizações 1
Figura 1
Case Report

Hemocromatose: Uma Causa Reversível de Insuficiência Cardíaca

Cassia Pereira Kessler Iglesias et al. Paulo Vinicios Falcão Duarte Jacqueline Sampaio dos Santos Miranda Luana da Graça Machado Caio Ribeiro Alves Andrade

Introdução

GCW, 33 anos, apresenta quadro de insuficiência cardiaca ( IC) aguda, amenorréia e escurecimento da pele. Três meses depois do quadro inicial é encaminhada para um grande centro de cardiologia, sendo submetida a exames de triagem de IC, sendo prontamente levantada a suspeita de hemocromatose. Esta doença acomete o coração em apenas 15% dos casos. Foi demonstrado que o reconhecimento precoce e a intervenção podem alterar o prognóstico. Esse é um diagnóstico que deve ser pensado em todos os casos de triagem de IC, visto que é de fácil diagnóstico e seu tratamento pode mudar drasticamente o prognóstico da doença.

Hemocromatose hereditária (HH) é uma doença genética do metabolismo do ferro caracterizada por aumento da absorção intestinal e acúmulo progressivo deste em diferentes órgãos. HH é a doença autossômica mais comum em caucasianos, particularmente naqueles com ancestrais nórdicos ou celtas, afetando um em cada 220-250 indivíduos. De acordo com as mutações encontradas, a HH pode ser classificada em: Hemocromatose associada ao HFE (hemocromatose clássica) e hemocromatose não associada ao HFE: Hemocromatose hereditária por mutação no receptor 2 da transferrina-TfR2, hemo- cromatose juvenil (mutação da hemojuvelina – gene HJV e mutação da hepcidina – gene HAMP), doença da ferroportina e sobrecarga de ferro africana. A grande maioria (80-85%) dos casos de HH que tem ancestrais do norte Europeu é associada ao HFE, enquanto 10-15% dos casos de HH não são associados ao HFE.

[…]

  • Distúrbios do Metabolismo do Ferro
  • Flebotomia
  • Hemocromatose / genética
  • Indicadores de Morbimortalidade
  • Insuficiência Cardíaca
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20170095 Visualizações 2
Figura 1
Original Article

Análise Espacial e Tendências de Mortalidade Associada a Doenças Hipertensivas nos Estados e Regiões do Brasil entre 2010 e 2014

Marcos Antonio Almeida-Santos et al. Beatriz Santana Prado Deyse Mirelle Souza Santos

Resumo

Fundamentos:

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) representa o agravo de maior relevância, sendo um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares.

Objetivo:

Analisar tendências da taxa de mortalidade associada a doenças hipertensivas no Brasil, de 2010 a 2014, tanto para os estados quanto para as regiões.

Métodos:

Estudo epidemiológico a partir de dados agregados, obtidos em estratos populacionais. Dados cartográficos em “shapefile” do território brasileiro foram fornecidos pelo IBGE. Registros de mortalidade associada à hipertensão arterial obtidos no DATASUS, mediante notificações filtradas por categoria I.10 do Código Internacional das Doenças (CID-10). Adotou-se como critério de significância estatística o valor de p bicaudal < 0,05.

Resultado:

O aumento da idade se associou de maneira progressiva à elevação da média de óbitos relacionada a doenças hipertensivas entre os anos de 2010 e 2014. Nas faixas etárias entre 50-59 anos, 60-69 anos, 70-79 anos e 80 ou mais anos, a média e desvio da taxa de mortalidade padrão foram, respectivamente: 15,11% (35,35); 24,14% (55,34); 35,07% (81,03) e 57,87% (139,08). A taxa global de mortalidade nas regiões brasileiras, por 10.000 habitantes, variou entre as regiões: norte (1,25); nordeste (2,69); centro-oeste (2,06); sudeste (2,48) e sul (2,04).

Conclusão:

A taxa de mortalidade associada a doenças hipertensivas foi superior nos estados do sudeste e nordeste do Brasil, e permaneceu estável entre 2010 e 2014. Incremento de idade e cor parda foram preditores de maior mortalidade

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • estudos epidemiológicos
  • Etnia e Saúde
  • Hipertensão / etiologia
  • Hipertensão/epidemiologia
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180017 Visualizações 1
Figura 1
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Remodelagem Cardíaca Adicional Induzida pelo Treinamento Militar Intenso em Atletas de Nível Competitivo

Paulo Dinis et al. Hélder Dores Rogério Teixeira Luís Moreno … Joselito Mónico Marie Bergman Hanna Lekedal Maria Carmo Cachulo Joaquim Cardoso Lino Gonçalves

Resumo

Fundamento:

A remodelagem cardíaca depende da intensidade, da duração e do método de treinamento.

Objetivo:

Avaliar se o treinamento realizado em uma tropa especial portuguesa incrementa a remodelagem cardíaca em uma amostra de jovens que previamente praticavam esporte de competição.

Métodos:

Estudo prospectivo que incluiu 76 militares candidatos a tropas especiais, 45 dos quais praticavam previamente exercício físico de nível competitivo (> 10 horas por semana). Destes militares atletas, apenas 17 concluíram com sucesso o curso. A avaliação foi realizada com 6 meses de intervalo e incluiu história clínica completa, exame físico, sinais vitais, dados antropométricos e avaliação ecocardiográfica. Considerou-se significância estatística quando p < 0,05, com intervalo de confiança de 95%.

Resultados:

No final do curso, verificaram-se diminuição da porcentagem de massa gorda (19,1 ± 3,3% vs. 13,1 ± 3,5%; p < 0,01), aumento da porcentagem de massa muscular (41,3 ± 2,1% vs. 44,4 ± 1,8%; p < 0,01), e diminuição da pressão arterial sistólica, diastólica e frequência cardíaca. Em relação à remodelagem cardíaca, verificaram-se aumento do diâmetro diastólico do ventrículo esquerdo (49,7 ± 3,2 mm vs. 52,8 ± 3,4 mm; p < 0,01), aumento tendencial do volume do átrio esquerdo (27,3 ± 4,5 mL/m(2) vs. 28,2 ± 4,1 mL/m(2); p = 0,07) e aumento da massa do ventrículo esquerdo (93,1 ± 7,7 g/m(2) vs. 100,2 ± 11,4 g/m(2); p < 0,01). As variáveis funcionais também sofreram alterações, com aumento do S' (15 (13-16) cm/s vs. 17 (16-18) cm/s; p < 0,01) e diminuição da fração de ejeção do ventrículo esquerdo (60 ± 6% vs. 54 ± 6%; p < 0,01).

Conclusão:

O treinamento físico militar intenso provocou remodelagem cardíaca adicional em atletas de nível competitivo, tanto estrutural como funcional.

  • Atletas
  • Exercício
  • militares
  • Remodelamento Atrial
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180012 Visualizações 1
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Cardiomiopatia Hipertrófica, Todos os Fenótipos em um

Aníbal M Arias et al. Diego Perez de Arenaza Rodolfo Pizarro Ricardo G Marenchino … Fernando Garagoli Hernán Garcia Rivello César Belziti

Introdução

A cardiomiopatia hipertrófica (CMH) é uma doença intrínseca do miocárdio caracterizada por hipertrofia cardíaca (espessura da parede ≥ 15 mm), não causada por sobrecarga de pressão (p.ex. hipertensão, estenose aórtica grave). A CMH é a cardiomiopatia primária genética mais comum, cuja prevalência está estimada em aproximadamente 1 para cada 500 adultos na população geral.

Mais de 450 mutações foram identificadas em 20 genes responsáveis por diferentes fenótipos. Na maioria dos casos, a CMH está associada com mutações nos genes que codificam proteínas do sarcômero e exibe muitas expressões fenotípicas. Apresentamos um caso que combina todos os fenótipos.

[…]

  • Cardiomegalia
  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • Insuficiência Cardíaca
  • Transplante de Coração
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180016 Visualizações 1
Figura 1
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Correlação Entre a Complexidade das Lesões Coronarianas e os Níveis de Troponina Ultrassensível em Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda

Monique Rodrigues Cardoso et al. Delcio Gonçalves da Silva Junior Eduardo Alves Ribeiro Alfredo Moreira da Rocha Neto

Resumo

Fundamento:

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil. Marcadores bioquímicos possuem importância diagnóstica e prognóstica nas síndromes coronarianas agudas (SCAs), sendo a troponina o biomarcador preferido. Estudos já demonstram relação positiva entre elevação da troponina ultrassensível (TnUs) e prognóstico. Entretanto, poucos relacionam seus níveis com a complexidade das lesões coronárias.

Objetivos:

Comparar níveis de TnUs com a complexidade das lesões coronarianas pelo escore SYNTAX e relacionar os escores TIMI e GRACE com os níveis desse biomarcador em pacientes com SCA.

Métodos:

Estudo retrospectivo, transversal com 174 indivíduos com SCA. A correlação entre as variáveis foi avaliada pelo teste de correlação linear não paramétrico de Spearman e a análise estatística realizada pelo programa SPSS, com nível de significância de 5%.

Resultados:

A média de idade foi 63 anos, predominando o sexo feminino (52,9%). A maioria dos pacientes era hipertensa, não diabética e não tabagista. Dos pacientes avaliados, 19,0% apresentaram IAM com SST, 43,1% IAM sem SST e 36,8% angina instável. A maioria encontrava-se em Killip 1 (82,8%). A mediana de TnUs foi de 67pg/ml. As medianas dos escores de risco foram de 3, 121 e 3 pontos nas escalas TIMI, GRACE e SYNTAX, respectivamente. Houve correlação da taxa de TnUs com os escores SYNTAX (p < 0,001, r = 0,440), TIMI (p < 0,001, r = 0,267) e GRACE (p = 0,001, r = 0,261).

Conclusão:

Encontrada correlação linear positiva entre os níveis de TnUs e complexidade das lesões coronarianas, assim como entre esse biomarcador e os escores clínicos TIMI e GRACE.

  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Hospitalização/economia
  • Infarto Do Miocárdio
  • Síndrome Coronariana Aguda
  • Troponina
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180014 Visualizações 1
Original Article

Síndrome Metabólica e Resistência Insulínica pelo Homa-IR no Climatério

Érika Joseth Nogueira da Cruz Fonseca et al. Tânia Pavão Oliveira Rocha Iara Antônia Lustosa Nogueira Jorgileia Braga de Melo … Bianca Lima e Silva Elenice Jardim Lopes Claudiana Batalha Serra Maria Vaneide Gomes Andrade Surama Maria Bandeira de Sousa José Albuquerque de Figueredo Neto

Resumo

Fundamento:

Síndrome metabólica é um importante fator de risco cardiovascular, e sua prevalência aumenta após a menopausa. Ainda é incerto, porém, se a menopausa é fator de risco independente para a síndrome metabólica. Uma das bases fisiopatológicas para síndrome metabólica é a resistência insulínica, que pode ser calculada pelo método Homeostatic Model Assessment-Insulin Resitance (HOMA-IR), sendo pouco conhecida a relação entre resistência insulínica e menopausa.

Objetivos:

Avaliar a relação entre síndrome metabólica e resistência insulínica em mulheres climatéricas.

Métodos:

Estudo descritivo, que avaliou 150 mulheres, com idades entre 40 e 65 anos, atendidas em um ambulatório de ginecologia em um hospital terciário público, entre maio e dezembro de 2013. A amostra foi dividida em dois grupos, sendo o Grupo I com pacientes na pré-menopausa e o II com pacientes na pós-menopausa. Foi avaliada a presença de síndrome metabólica, bem como de seus componentes, além da ocorrência de resistência insulínica nos dois grupos. A associação do estado menopausal e as variáveis estudadas foi realizada com os testes Mann-Whitney, qui quadrado e exato de Fisher. O nível de significância foi de 5%. A análise estatística foi feita por meio do STATA 12.0.

Resultados:

A síndrome metabólica foi mais prevalente nas mulheres pós-menopausa, bem como todos seus componentes tiveram maior frequência também nesse grupo. As mulheres pós-menopausa também apresentaram maior prevalência de resistência insulínica, mas não foi observada relação estatística entre os achados.

Conclusão:

O estado menopausal não se associou significativamente com síndrome metabólica e resistência insulínica. A resistência insulínica foi considerada fator de risco independente para o desenvolvimento de síndrome metabólica apenas no grupo pós-menopausa.

  • climatério
  • Doenças Cardiovasculares
  • Menopausa
  • Resistência à Insulina
  • Síndrome Metabólica
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180009 Visualizações 1
Figura 1
Review Article

Utilidade Clínica da Cistatina C para Avaliação do Prognóstico das Síndromes Coronarianas Agudas: Uma Revisão Sistemática e Metanálise

Karine Farnese Costa Martucheli et al. Caroline Pereira Domingueti

Resumo

A cistatina C é utilizada como marcador de função renal e tem se mostrado promissora para avaliação do prognóstico das síndromes coronarianas agudas (SCAs). Avaliar o valor prognóstico da cistatina C em pacientes com SCAs. A busca dos artigos foi realizada empregando as bases de dados PubMed, Web of Science e Scielo. Foram incluídos na revisão sistemática estudos observacionais de coorte que avaliaram a associação entre níveis elevados de cistatina C e o desenvolvimento de eventos cardiovasculares e mortalidade nos pacientes com SCAs. Somente os estudos que avaliaram desfechos semelhantes, que compararam o maior com o menor quartil de cistatina C e que realizaram análise multivariada, na qual foram incluídas a taxa de filtração glomerular ou a creatinina sérica, foram incluídos na metanálise. A qualidade metodológica dos artigos foi avaliada através do questionário Newcastle-Ottawa Scale para estudos de coorte. Após aplicação dos critérios de elegibilidade, 17 artigos foram incluídos na revisão sistemática. Todos os estudos incluídos encontraram uma associação significativa entre níveis maiores de cistatina C e os desfechos. A meta-análise demonstrou que níveis elevados de cistatina C estão associados com um maior risco de morte cardiovascular ou infarto do miocárdio não fatal nos pacientes com SCAs, e que esta associação é independente da função renal [OR = 1,65 (1,464 – 1,861), p < 0,001]. Dentre os estudos a revisão sistemática e meta-análise demonstrou que há uma associação significativa entre níveis elevados de cistatina C e o desenvolvimento de eventos cardiovasculares e mortalidade nos pacientes com SCAs.

  • Biomarcadores
  • Cistatina C
  • Prognóstico
  • Síndrome Coronariana Aguda/fisiopatologia
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180010 Visualizações 1
Original Article

Insuficiência Cardíaca: Relação entre Parâmetros Antropométricos, Composição Corporal e Integridade Celular

Tathiana Carestiato Faria et al. Denise Tavares Giannini Patrícia Vasconcelos Fontana Gasparini Ricardo Mourilhe Rocha

Resumo

Fundamentos:

O conhecimento do ângulo de fase e seu uso como determinante prognóstico em pacientes com insuficiência cardíaca ainda é escasso.

Objetivo:

Avaliar a relação entre indicadores antropométricos, função cardíaca e integridade celular em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida.

Métodos:

Trata-se de um estudo transversal que avaliou pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida por meio da antropometria e da bioimpedância elétrica. Foram empregados os testes do Qui-quadrado e teste t de student para analisar as diferenças e a correlação linear de Pearson para avaliar associação, adotando p < 0,05 para indicar significância estatística.

Resultados:

Foram avaliados 41 indivíduos, com idade entre 30-74 anos, sendo 34 homens (82,9%). O ângulo de fase mostrou-se com maior média entre as mulheres (7,1°), porém houve diferença estatisticamente significativa entre os sexos apenas para as médias do percentual de gordura. O ângulo de fase correlacionou-se com o índice de massa corporal (r = 0,44; p = 0,004) e houve uma tendência na correlação do ângulo de fase com a razão cintura/estatura (r = 0,29; p = 0,06) e fração de ejeção do ventrículo esquerdo (r = 0,29; p = 0,07).

Conclusões:

O ângulo de fase apresentou boa correlação com o índice de massa corporal e mostrou uma tendência de correlação com a fração de ejeção do ventrículo esquerdo, sustentando o paradoxo da obesidade e a importância prognóstica deste marcador. Ressalta-se ainda, a necessidade de novos estudos sobre a aplicabilidade do ângulo de fase no prognóstico nesta população.

  • Composição Corporal
  • índice de massa corporal
  • Insuficiência Cardíaca
  • Obesidade
  • Volume sistólico
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180006 Visualizações 1
Editorial

É Possível Remodelar o Coração com Seis Meses de Treinamento Militar Intenso em Jovens já Fisicamente Ativos

Claudio Gil Soares de Araújo

Os médicos são formados e capacitados para tratar doenças e salvar vidas. Isso é particularmente notável e valorizado nos cardiologistas. No entanto, nem todos conseguem ver ou pensar na outra “ponta” no cotidiano de suas vidas profissionais atribuladas. Na realidade, muito frequentemente adoecemos porque não promovemos adequadamente nossa saúde, com um estilo de vida adequado, e por não adotarmos as estratégias preventivas mais recomendadas. Parece ser cada vez mais importante atuar antes da doença e, nesse sentido, a prática regular de exercício físico passa a ser uma grande ou a maior prioridade. Todavia, há uma natural preocupação clínica com a possibilidade dessa prática de exercício ser “exagerada” e por em risco a saúde e a integridade física dos exercitantes. Nesse contexto, é oportuno ler o artigo escrito pelos colegas portugueses e suecos e publicado nesse número do International Journal of Cardiovascular Sciences.

Dinis et al., estudaram 76 jovens portugueses que já tinham patamares bastante altos de exercício físico regular – > 10 horas/semanais -, e que foram participar de um programa especial de treinamento militar. Esse treinamento especial consistiu de 20 horas de exercícios de diversos tipos e de uma intensidade propositadamente muito alta, divididos em cinco dias da semana por 35 semanas. Provavelmente, em função do nível muito alto de exigência desse treinamento especial, somente 17 dos jovens, todos com atuação e experiência desportiva competitiva prévia, conseguiram completar as 35 semanas.

[…]

  • Adolescentes
  • Arritmias Cardíacas/diagnóstico por imagem
  • Exercício
  • Remodelamento Atrial/fisiologia
  • Técnicas de Exercício e de Movimento
  • Treinamento Intervalado de Alta Intensidade
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180026 Visualizações 2
Original Article

Consumo Leve a Moderado de Álcool e Isquemia Miocárdica à Ecocardiografia sob Estresse Físico

Vítor Joaquim Barreto Fontes et al. Maria Júlia Silveira Souto Antônio Carlos Sobral Sousa Enaldo Vieira de Melo … Flávio Mateus do Sacramento Conceição Caio José Coutinho Leal Telino Mirella Sobral Silveira Jéssica Aparecida de Santana Dória Carlos José Oliveira de Matos Joselina Luzia Menezes Oliveira

Resumo

Fundamento:

O impacto do consumo de álcool na evolução da isquemia miocárdica permanece incerto. Os estudos divergem quanto a um eventual efeito cardioprotetor ou a um fator de risco cardiovascular desse consumo de maneira leve a moderada.

Objetivo:

Estudar a relação do consumo leve a moderado de álcool com a isquemia miocárdica à ecocardiografia sob estresse físico (EEF).

Métodos:

Estudo transversal composto por 6632 pacientes submetidos à EEF, de janeiro de 2000 a dezembro de 2015. Dividiram-se dois grupos: G1 – composto por 2130 (32,1%) pacientes com relato de consumo médio igual ou inferior a 1 dose de bebida alcoólica por dia para mulheres ou de 2 doses para homens; e G2 – formado por 4502 (67,9%) indivíduos que negaram consumo de álcool. A comparação entre os grupos foi feita mediante teste t de Student para variáveis quantitativas, e teste qui-quadrado ou teste de Fisher para as variáveis categóricas. Foram considerados significativos os valores de p < 0,05. Realizou-se, também, regressão logística para identificação de fatores de risco independentes para isquemia miocárdica.

Resultados:

G1 apresentou maior frequência de indivíduos do sexo masculino (77,1%; p < 0,001), menor idade média (54,8 ± 10,3 anos; p < 0,001) e maior frequência de isquemia miocárdica à EEF (p = 0,014). Idade, sexo masculino, dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica, diabete melito, tabagismo e história familiar positiva apresentaram-se independentemente associados à presença de isquemia miocárdica à EEF. Não foi observada associação independente entre etilismo leve a moderado e isquemia miocárdica (OR 0,96; IC 95%: 0,83-1,11). No entanto, observou-se associação entre idade, sexo masculino, tabagismo e dislipidemia com o consumo de álcool.

Conclusão:

Etilismo leve a moderado não se apresentou como preditor independente de presença de isquemia miocárdica à EEF. Observou-se, no grupo dos etilistas, um predomínio de homens, dislipidêmicos e tabagistas, importantes variáveis preditoras de isquemia miocárdica.

  • Bebidas Alcoólicas
  • Consumo de Álcool
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Ecocardiografia sob Estresse
  • Fatores de risco
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180019 Visualizações 1
Figura 1
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Uso do GATED-SPECT para Avaliação do Dissincronismo Ventricular em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Submetidos à Terapia de Ressincronização Cardíaca

Christiane Cigagna Wiefels et al. Erivelton Alessandro do Nascimento Christiane Rodrigues Alves Fernanda Baptista Ribeiro … Fernando de Amorim Fernandes Mario Luiz Ribeiro Claudio Tinoco Mesquita

Resumo

Fundamentos:

Cerca de 20 a 40% dos pacientes com insuficiência cardíaca não respondem à terapia de ressincronização. Para melhorar a seleção de pacientes, foi desenvolvida a análise de fase pela cintilografia de perfusão miocárdica (GSPECT).

Objetivo:

Avaliar a resposta clínica e cintilográfica de pacientes com insuficiência cardíaca submetidos à terapia de ressincronização pelo uso do GSPECT.

Métodos:

Estudo intervencionista, incluindo pacientes consecutivos que foram estudados pelo GSPECT 4 semanas antes da implantação da terapia de ressincronização cardíaca e 6 meses depois do implante. Estes pacientes responderam ao Questionário de Qualidade de Vida de Minnesota. A comparação das variáveis categóricas foi realizada com teste exato de Fisher e teste qui quadrado e, em variáveis numéricas, com o teste t de Student. O nível de significância estatística adotado foi de 5%. As variáveis cintilográficas analisadas foram fração de ejeção do ventrículo esquerdo, volume sistólico final, volume diastólico final, massa do ventrículo esquerdo, desvio padrão e largura de banda, assim como a duração do QRS e o escore do Questionário de Qualidade de Vida de Minnesota. A presença de dissincronismo mecânico foi definida como desvio padrão > 43º.

Resultados:

Foram incluídos nove pacientes no estudo. Após a terapia de ressincronização cardíaca, houve melhora significativa (p < 0,05) dos parâmetros volume sistólico final (206 ± 80 mL vs. 158 ± 108 mL), QRS (180 ± 18 ms vs. 120 ± 9 ms), massa do ventrículo esquerdo (248 ± 65 g vs. 193 ± 52 g) e Questionário de Qualidade de Vida de Minnesota (63 ± 16 vs. 34 ± 20). Todos os pacientes com critérios cintilográficos de dissincronismo mecânico apresentaram melhora clínica. Dois pacientes apresentavam apenas dissincronismo elétrico e não atingiram melhora clínica significativa, apesar de apresentarem redução da duração do QRS.

Conclusão:

O GSPECT foi capaz de diferenciar os pacientes com dissincronismo elétrico puro daqueles com dissincronismo mecânico associado, por meio dos parâmetros de dissincronismo intraventricular. A terapia de ressincronização cardíaca está associada à melhora tanto do dissincronismo mecânico quanto do elétrico. O GSPECT pré-implante identificou que os pacientes com dissincronismos elétrico e mecânico associados apresentaram melhor resposta à terapia de ressincronização cardíaca do que aqueles com dissincronismo elétrico puro.

  • Doença da Artéria Coronariana
  • Imagem de Perfusão do Miocárdio / cintilografia
  • Infarto Do Miocárdio
  • Insuficiência Cardíaca
  • Terapia de Ressincronização Cardíaca
  • Volume sistólico
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Gráfico 1
Review Article

Acurácia da Cardiografia por Impedância em Infarto Agudo do Miocárdio: Uma Revisão de Literatura

Lucelia dos Santos Silva et al. Fernanda Faria Reis Monyque Evelyn Santos Silva Dalmo Valerio Machado de Lima

Introdução

A monitorização hemodinâmica dos indivíduos acometidos por infarto agudo do miocárdio, para avaliação da progressão e prognóstico do quadro, vem sido estudada há anos.

O cateter de Swan-Ganz é uma medida invasiva de monitorização hemodinâmica, indicado para situações clínicas, tais como: insuficiência cardíaca aguda (ex.: infarto agudo do miocárdio, complicado com hipotensão progressiva ou choque cardiogênico); complicações mecânicas do infarto agudo do miocárdio; infarto do ventrículo direito; insuficiência cardíaca congestiva refratária; Hipertensão pulmonar.

[…]

  • cardiografia de impedância
  • Confiabilidade dos Dados
  • Hemodinâmica
  • Impedância Elétrica
  • Infarto do Miocárdio/fisiopatologia
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Figura 1
Original Article

Associação da Mecânica Respiratória com a Oxigenação e Duração da Ventilação Mecânica no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca

André Luiz Lisboa Cordeiro et al. Livia Freire de Lima Oliveira Thaynã Caribé Queiroz Verena Lourranne Lima de Santana … Thiago Araújo de Melo André Raimundo Guimarães Bruno Prata Martinez

Resumo

Fundamentos:

A ventilação mecânica (VM) e a circulação extracorpórea (CEC) estão associadas a um declínio da mecânica pulmonar que pode impactar as trocas gasosas.

Objetivo:

Avaliar o impacto da mecânica pulmonar sobre a duração da VM e trocas gasosas no pós-operatório de cirurgia cardíaca.

Métodos:

Estudo de coorte realizado com pacientes submetidos a cirurgia cardíaca. Todos os pacientes foram submetidos a avaliação da mecânica pulmonar (complacência estática e resistência das vias aéreas) e gasometria arterial assim que admitidos à unidade de terapia intensiva (UTI) e foram acompanhados até o momento da extubação e, em seguida, até a alta hospitalar. Para correlacionar as variáveis preditoras com o desfecho, foi utilizado o teste de Pearson. Valores de p < 0,05 foram considerados significativos.

Resultados:

O estudo incluiu 50 pacientes (46 mulheres, 52%), com idade média de 57,5 ± 13,5 anos. A duração da VM foi de 7,7 ± 3,0 horas, a complacência estática foi de 35,5 ± 9,1 cm H2O, a resistência foi de 6,0 ± 2,3 cm H2O, a duração média de estadia na UTI foi de 2,9 ± 1,1 dias e o índice de oxigenação foi de 228,0 ± 33,4 mmHg. Não houve uma correlação significativa entre a duração da VM e a complacência estática (p = 0,73), porém houve uma forte correlação entre a complacência estática e as trocas gasosas (r = 0,8, p < 0,001).

Conclusão:

A mecânica pulmonar apresenta forte correlação com as trocas gasosas e fraca correlação com a duração da VM no pós-operatório de cirurgia cardíaca.

  • Cirurgia Torácica
  • Cuidados Pós Operatórios
  • Oxigenação
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardíacos
  • respiração artificial
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Kaufman R, Azevedo VMP, Sá RMG, Geller M, Xavier RMA, Chaves RBM, Castier MB, et al. Características Epidemiológicas e Preditores de Mortalidade em Pacientes Maiores de 70 Anos Submetidos à Revascularização Miocárdica Cirúrgica. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(3):258-63.

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Kaufman, Renato; Azevedo, Vitor Manuel Pereira; Sá, Rodrigo Mazzarone Gomes de; Geller, Mauro; Xavier, Regina Maria de Aquino; Chaves, Rogério Brant Martins; Castier, Marcia Bueno. Características Epidemiológicas e Preditores de Mortalidade em Pacientes Maiores de 70 Anos Submetidos à Revascularização Miocárdica Cirúrgica. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 258-263, dez. 2017.

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Kaufman, R., Azevedo, V. M. P., Sá, R. M. G. , Geller, M., Xavier, R. M. A., Chaves, R. B. M., & Castier, M. B. (2018). Características Epidemiológicas e Preditores de Mortalidade em Pacientes Maiores de 70 Anos Submetidos à Revascularização Miocárdica Cirúrgica. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 258-263.

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Kaufman, Renato and Azevedo, Vitor Manuel Pereira and Sá, Rodrigo Mazzarone Gomes de and Geller, Mauro and Xavier, Regina Maria de Aquino and Chaves, Rogério Brant Martins and Castier, Marcia Bueno. Características Epidemiológicas e Preditores de Mortalidade em Pacientes Maiores de 70 Anos Submetidos à Revascularização Miocárdica Cirúrgica. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 258-263. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caracteristicas-epidemiologicas-e-preditores-de-mortalidade-em-pacientes-maiores-de-70-anos-submetidos-a-revascularizacao-miocardica-cirurgica/>. ISSN 2359-4802

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Camargo AM, Borghi F, Souza AL, Marcorin DM, Rodrigues LL, Crege DRXO, Ishizu LY, et al. Efeito Agudo da Drenagem Linfática Manual sobre a Natriurese e Lipólise de Mulheres Jovens. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(3):274-81.

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Camargo, Érica A. M; Borghi, Filipy; Souza, Aglécio Luiz de; Marcorin, Denise Maria; Rodrigues, Luana de Lima; Crege, Danilo Roberto Xavier de Oliveira; Ishizu, Larissa Yuri; Silva, Priscila Cristina da; Grassi-Kassisse, Dora Maria; Pires-de-Campos, Maria Silvia Mariani. Efeito Agudo da Drenagem Linfática Manual sobre a Natriurese e Lipólise de Mulheres Jovens. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 274-281, dez. 2017.

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Camargo, A. M., Borghi, F., Souza, A. L. , Marcorin, D. M., Rodrigues, L. L., Crege, D. R. X. O., Ishizu, L. Y., Silva, P. C. , Grassi-Kassisse, D. M., & Pires-de-Campos, M. S. M. (2018). Efeito Agudo da Drenagem Linfática Manual sobre a Natriurese e Lipólise de Mulheres Jovens. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 274-281.

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Camargo, Érica A. M and Borghi, Filipy and Souza, Aglécio Luiz de and Marcorin, Denise Maria and Rodrigues, Luana de Lima and Crege, Danilo Roberto Xavier de Oliveira and Ishizu, Larissa Yuri and Silva, Priscila Cristina da and Grassi-Kassisse, Dora Maria and Pires-de-Campos, Maria Silvia Mariani. Efeito Agudo da Drenagem Linfática Manual sobre a Natriurese e Lipólise de Mulheres Jovens. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 274-281. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeito-agudo-da-drenagem-linfatica-manual-sobre-a-natriurese-e-lipolise-de-mulheres-jovens/>. ISSN 2359-4802

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Iglesias, Cassia Pereira Kessler; Duarte, Paulo Vinicios Falcão; Miranda, Jacqueline Sampaio dos Santos; Machado, Luana da Graça; Andrade, Caio Ribeiro Alves. Hemocromatose: Uma Causa Reversível de Insuficiência Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 308-311, dez. 2017.

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Iglesias, C. P. K., Duarte, P. V. F., Miranda, J. S. S., Machado, L. G., & Andrade, C. R. A. (2018). Hemocromatose: Uma Causa Reversível de Insuficiência Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 308-311.

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Iglesias, Cassia Pereira Kessler and Duarte, Paulo Vinicios Falcão and Miranda, Jacqueline Sampaio dos Santos and Machado, Luana da Graça and Andrade, Caio Ribeiro Alves. Hemocromatose: Uma Causa Reversível de Insuficiência Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 308-311. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hemocromatose-uma-causa-reversivel-de-insuficiencia-cardiaca/>. ISSN 2359-4802

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Almeida-Santos MA, Prado BS, Santos DMS. Análise Espacial e Tendências de Mortalidade Associada a Doenças Hipertensivas nos Estados e Regiões do Brasil entre 2010 e 2014. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(3):250-7.

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Almeida-Santos, Marcos Antonio; Prado, Beatriz Santana; Santos, Deyse Mirelle Souza. Análise Espacial e Tendências de Mortalidade Associada a Doenças Hipertensivas nos Estados e Regiões do Brasil entre 2010 e 2014. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 250-257, dez. 2017.

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Almeida-Santos, M. A., Prado, B. S., & Santos, D. M. S. (2018). Análise Espacial e Tendências de Mortalidade Associada a Doenças Hipertensivas nos Estados e Regiões do Brasil entre 2010 e 2014. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 250-257.

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Almeida-Santos, Marcos Antonio and Prado, Beatriz Santana and Santos, Deyse Mirelle Souza. Análise Espacial e Tendências de Mortalidade Associada a Doenças Hipertensivas nos Estados e Regiões do Brasil entre 2010 e 2014. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 250-257. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/analise-espacial-e-tendencias-de-mortalidade-associada-a-doencas-hipertensivas-nos-estados-e-regioes-do-brasil-entre-2010-e-2014/>. ISSN 2359-4802

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Dinis, Paulo; Dores, Hélder; Teixeira, Rogério; Moreno, Luís; Mónico, Joselito; Bergman, Marie; Lekedal, Hanna; Cachulo, Maria Carmo; Cardoso, Joaquim; Gonçalves, Lino. Remodelagem Cardíaca Adicional Induzida pelo Treinamento Militar Intenso em Atletas de Nível Competitivo. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 209-217, dez. 2017.

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Dinis, P., Dores, H., Teixeira, R., Moreno, L., Mónico, J., Bergman, M., Lekedal, H., Cachulo, M. C., Cardoso, J., & Gonçalves, L. (2018). Remodelagem Cardíaca Adicional Induzida pelo Treinamento Militar Intenso em Atletas de Nível Competitivo. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 209-217.

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Dinis, Paulo and Dores, Hélder and Teixeira, Rogério and Moreno, Luís and Mónico, Joselito and Bergman, Marie and Lekedal, Hanna and Cachulo, Maria Carmo and Cardoso, Joaquim and Gonçalves, Lino. Remodelagem Cardíaca Adicional Induzida pelo Treinamento Militar Intenso em Atletas de Nível Competitivo. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 209-217. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/remodelagem-cardiaca-adicional-induzida-pelo-treinamento-militar-intenso-em-atletas-de-nivel-competitivo/>. ISSN 2359-4802

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Arias AM, Arenaza DP, Pizarro R, Marenchino RG, Garagoli F, Rivello HG, Belziti C, et al. Cardiomiopatia Hipertrófica, Todos os Fenótipos em um. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(3):312-5.

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Arias, Aníbal M; Arenaza, Diego Perez de; Pizarro, Rodolfo; Marenchino, Ricardo G; Garagoli, Fernando; Rivello, Hernán Garcia; Belziti, César. Cardiomiopatia Hipertrófica, Todos os Fenótipos em um. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 312-315, dez. 2017.

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Arias, A. M., Arenaza, D. P. , Pizarro, R., Marenchino, R. G., Garagoli, F., Rivello, H. G., & Belziti, C. (2018). Cardiomiopatia Hipertrófica, Todos os Fenótipos em um. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 312-315.

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Arias, Aníbal M and Arenaza, Diego Perez de and Pizarro, Rodolfo and Marenchino, Ricardo G and Garagoli, Fernando and Rivello, Hernán Garcia and Belziti, César. Cardiomiopatia Hipertrófica, Todos os Fenótipos em um. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 312-315. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cardiomiopatia-hipertrofica-todos-os-fenotipos-em-um/>. ISSN 2359-4802

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Cardoso, Monique Rodrigues; Silva Junior, Delcio Gonçalves da; Ribeiro, Eduardo Alves; Rocha Neto, Alfredo Moreira da. Correlação Entre a Complexidade das Lesões Coronarianas e os Níveis de Troponina Ultrassensível em Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 218-225, dez. 2017.

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Cardoso, M. R., Silva Junior, D. G. , Ribeiro, E. A., & Rocha Neto, A. M. (2018). Correlação Entre a Complexidade das Lesões Coronarianas e os Níveis de Troponina Ultrassensível em Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 218-225.

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Cardoso, Monique Rodrigues and Silva Junior, Delcio Gonçalves da and Ribeiro, Eduardo Alves and Rocha Neto, Alfredo Moreira da. Correlação Entre a Complexidade das Lesões Coronarianas e os Níveis de Troponina Ultrassensível em Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 218-225. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-entre-a-complexidade-das-lesoes-coronarianas-e-os-niveis-de-troponina-ultrassensivel-em-pacientes-com-sindrome-coronariana-aguda/>. ISSN 2359-4802

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Fonseca, Érika Joseth Nogueira da Cruz; Rocha, Tânia Pavão Oliveira; Nogueira, Iara Antônia Lustosa; Melo, Jorgileia Braga de; Silva, Bianca Lima e; Lopes, Elenice Jardim; Serra, Claudiana Batalha; Andrade, Maria Vaneide Gomes; Sousa, Surama Maria Bandeira de; Figueredo Neto, José Albuquerque de. Síndrome Metabólica e Resistência Insulínica pelo Homa-IR no Climatério. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 201-208, dez. 2017.

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Fonseca, J. N. C., Rocha, T. P. O., Nogueira, I. A. L., Melo, J. B. , Silva, B. L. , Lopes, E. J., Serra, C. B., Andrade, M. V. G., Sousa, S. M. B. , & Figueredo Neto, J. A. (2018). Síndrome Metabólica e Resistência Insulínica pelo Homa-IR no Climatério. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 201-208.

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Fonseca, Érika Joseth Nogueira da Cruz and Rocha, Tânia Pavão Oliveira and Nogueira, Iara Antônia Lustosa and Melo, Jorgileia Braga de and Silva, Bianca Lima e and Lopes, Elenice Jardim and Serra, Claudiana Batalha and Andrade, Maria Vaneide Gomes and Sousa, Surama Maria Bandeira de and Figueredo Neto, José Albuquerque de. Síndrome Metabólica e Resistência Insulínica pelo Homa-IR no Climatério. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 201-208. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sindrome-metabolica-e-resistencia-insulinica-pelo-homa-ir-no-climaterio/>. ISSN 2359-4802

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Martucheli KFC, Domingueti CP. Utilidade Clínica da Cistatina C para Avaliação do Prognóstico das Síndromes Coronarianas Agudas: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(3):290-307.

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Martucheli, Karine Farnese Costa; Domingueti, Caroline Pereira. Utilidade Clínica da Cistatina C para Avaliação do Prognóstico das Síndromes Coronarianas Agudas: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 290-307, dez. 2017.

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Martucheli, K. F. C., & Domingueti, C. P. (2018). Utilidade Clínica da Cistatina C para Avaliação do Prognóstico das Síndromes Coronarianas Agudas: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 290-307.

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Martucheli, Karine Farnese Costa and Domingueti, Caroline Pereira. Utilidade Clínica da Cistatina C para Avaliação do Prognóstico das Síndromes Coronarianas Agudas: Uma Revisão Sistemática e Metanálise. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 290-307. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/utilidade-clinica-da-cistatina-c-para-avaliacao-do-prognostico-das-sindromes-coronarianas-agudas-uma-revisao-sistematica-e-metanalise/>. ISSN 2359-4802

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Faria, T. C., Giannini, D. T., Gasparini, P. V. F., & Rocha, R. M. (2018). Insuficiência Cardíaca: Relação entre Parâmetros Antropométricos, Composição Corporal e Integridade Celular. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 226-234.

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Faria, Tathiana Carestiato and Giannini, Denise Tavares and Gasparini, Patrícia Vasconcelos Fontana and Rocha, Ricardo Mourilhe. Insuficiência Cardíaca: Relação entre Parâmetros Antropométricos, Composição Corporal e Integridade Celular. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 226-234. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/insuficiencia-cardiaca-relacao-entre-parametros-antropometricos-composicao-corporal-e-integridade-celular/>. ISSN 2359-4802

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Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fontes, Vítor Joaquim Barreto and Souto, Maria Júlia Silveira and Sousa, Antônio Carlos Sobral and Melo, Enaldo Vieira de and Conceição, Flávio Mateus do Sacramento and Telino, Caio José Coutinho Leal and Silveira, Mirella Sobral and Dória, Jéssica Aparecida de Santana and Matos, Carlos José Oliveira de and Oliveira, Joselina Luzia Menezes. Consumo Leve a Moderado de Álcool e Isquemia Miocárdica à Ecocardiografia sob Estresse Físico. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 235-243. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/consumo-leve-a-moderado-de-alcool-e-isquemia-miocardica-a-ecocardiografia-sob-estresse-fisico/>. ISSN 2359-4802

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Wiefels, Christiane Cigagna; Nascimento, Erivelton Alessandro do; Alves, Christiane Rodrigues; Ribeiro, Fernanda Baptista; Fernandes, Fernando de Amorim; Ribeiro, Mario Luiz; Mesquita, Claudio Tinoco. Uso do GATED-SPECT para Avaliação do Dissincronismo Ventricular em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Submetidos à Terapia de Ressincronização Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 264-273, dez. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Wiefels, C. C., Nascimento, E. A. , Alves, C. R., Ribeiro, F. B., Fernandes, F. A., Ribeiro, M. L., & Mesquita, C. T. (2018). Uso do GATED-SPECT para Avaliação do Dissincronismo Ventricular em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Submetidos à Terapia de Ressincronização Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 264-273.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Wiefels, Christiane Cigagna and Nascimento, Erivelton Alessandro do and Alves, Christiane Rodrigues and Ribeiro, Fernanda Baptista and Fernandes, Fernando de Amorim and Ribeiro, Mario Luiz and Mesquita, Claudio Tinoco. Uso do GATED-SPECT para Avaliação do Dissincronismo Ventricular em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Submetidos à Terapia de Ressincronização Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 264-273. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uso-do-gated-spect-para-avaliacao-do-dissincronismo-ventricular-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-submetidos-a-terapia-de-ressincronizacao-cardiaca/>. ISSN 2359-4802

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Silva LS, Reis FF, Silva MES, Lima DVM. Acurácia da Cardiografia por Impedância em Infarto Agudo do Miocárdio: Uma Revisão de Literatura. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(3):282-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Lucelia dos Santos; Reis, Fernanda Faria; Silva, Monyque Evelyn Santos; Lima, Dalmo Valerio Machado de. Acurácia da Cardiografia por Impedância em Infarto Agudo do Miocárdio: Uma Revisão de Literatura. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 282-289, dez. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, L. S., Reis, F. F., Silva, M. E. S., & Lima, D. V. M. (2018). Acurácia da Cardiografia por Impedância em Infarto Agudo do Miocárdio: Uma Revisão de Literatura. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 282-289.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Lucelia dos Santos and Reis, Fernanda Faria and Silva, Monyque Evelyn Santos and Lima, Dalmo Valerio Machado de. Acurácia da Cardiografia por Impedância em Infarto Agudo do Miocárdio: Uma Revisão de Literatura. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 282-289. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/acuracia-da-cardiografia-por-impedancia-em-infarto-agudo-do-miocardio-uma-revisao-de-literatura/>. ISSN 2359-4802

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Cordeiro ALL, Oliveira LFL, Queiroz TC, Santana VLL, Melo TA, Guimarães AR, Martinez BP, et al. Associação da Mecânica Respiratória com a Oxigenação e Duração da Ventilação Mecânica no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(3):244-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cordeiro, André Luiz Lisboa; Oliveira, Livia Freire de Lima; Queiroz, Thaynã Caribé; Santana, Verena Lourranne Lima de; Melo, Thiago Araújo de; Guimarães, André Raimundo; Martinez, Bruno Prata. Associação da Mecânica Respiratória com a Oxigenação e Duração da Ventilação Mecânica no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 244-249, dez. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cordeiro, A. L. L., Oliveira, L. F. L., Queiroz, T. C., Santana, V. L. L. , Melo, T. A. , Guimarães, A. R., & Martinez, B. P. (2018). Associação da Mecânica Respiratória com a Oxigenação e Duração da Ventilação Mecânica no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 244-249.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cordeiro, André Luiz Lisboa and Oliveira, Livia Freire de Lima and Queiroz, Thaynã Caribé and Santana, Verena Lourranne Lima de and Melo, Thiago Araújo de and Guimarães, André Raimundo and Martinez, Bruno Prata. Associação da Mecânica Respiratória com a Oxigenação e Duração da Ventilação Mecânica no Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 244-249. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-da-mecanica-respiratoria-com-a-oxigenacao-e-duracao-da-ventilacao-mecanica-no-pos-operatorio-de-cirurgia-cardiaca/>. ISSN 2359-4802

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