Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: Hospitalização/economia
ABC
Editorial

Covid-19 no Brasil: Aprendendo a Andar no Escuro sem Deixar Nada para Trás

Juliano Lara Fernandes

A pandemia pelo SARS-CoV-2 teve seu primeiro caso no Brasil em 04/02/2020 no estado de São Paulo. Como um verdadeiro meteoro, praticamente paralisou o planeta sem que tivéssemos uma medida terapêutica mais efetiva para combater o vírus além de práticas utilizadas globalmente apenas décadas ou até centenas de anos atrás, com nível de evidência moderna muito pouco robusta. O Brasil teve a vantagem de antevisão da pandemia por estar algumas semanas atrás dos seus pares asiáticos e europeus, podendo identificar erros e acertos desses países na sua preparação para enfrentar o problema.

Assim, descobrimos meio por acaso que temos o terceiro maior número de leitos de UTI do mundo, perdendo apenas para EUA e Alemanha, mas também nos deparamos com enorme heterogeneidade entres estados, limitação e burocracia para aquisição de equipamentos de proteção individual e kits de testagem. Isso fez com que algumas opções de abordagem da pandemia adotadas em outros países não pudessem ser reproduzidas aqui, seja pela impossibilidade de um lockdown num país continental, seja pela agilidade e custos necessários para se fazer a identificação dos casos transmissores. Além disso, a limitação do número de testes a serem realizados nos deixou sem um guia preciso sobre o momento em que a pandemia se encontrava, dificultando muito o planejamento para alocação eficiente dos escassos recursos de forma correta e no tempo certo.

[…]

  • Coronavirus, COVID-19
  • Doença Catastrófica/mortalidade
  • Equidade no Acesso aos Serviços de Saúde
  • Equipamento de Proteção Individual
  • Hospitalização/economia
  • Máscaras
  • Pandemia
  • Testes Diagnósticos/métodos
  • Ventiladores Mecânicos
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
03/07/2020 DOI: 10.36660/abc.20200445 Visualizações 1
ABC
Carta ao Editor

Resposta a ‘’Reinternação de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda e seus Determinantes’’: Uma Visão da APS

Laís Cruz Lima et al. Eliane Mazzuco André Luís Prudêncio

Carta-resposta

Somos gratos pelos comentários e pelo interesse por nossa pesquisa, que versa sobre um tema relevante, no qual se destaca a reinternação de portadores de síndrome coronariana aguda (SCA) e seus determinantes, em usuários dos serviços de saúde, tanto da rede pública (SUS) como da rede privada. Um melhor entendimento das constatações a que chegamos, que certamente refletem o que acontece no País, resultará em benefícios na abordagem terapêutica de quem padece dessa importante enfermidade.

A expressiva taxa de reinternações observada, que seguramente tem impacto significativo nos custos com saúde, decorre não só de fatores clínicos, mas também do tipo de assistência recebida pelo paciente, tanto durante a internação no hospital como após a alta. É oportuno salientar que cerca de 72% da população brasileira dependem exclusivamente do SUS. Por conseguinte, conforme ressaltamos, a Atenção Básica à Saúde (ABS) pode desempenhar papel crucial na adoção e no reforço de medidas de prevenção secundárias que seguramente lograrão êxito para quem padece particularmente de SCA. Segundo a Portaria no 2.436 do Ministério da Saúde, publicada em 21/9/2017, constitui diretriz da Política Nacional de Atenção Básica a longitudinalidade do cuidado, com prestação de acompanhamento dos efeitos das intervenções em saúde e coordenação do cuidado. Portanto, o cuidado centrado na pessoa, também defendido nessa portaria, faz com que a ABS exerça papel fundamental no auxílio dos pacientes para que desenvolvam conhecimentos, aptidões e competência para melhor cuidarem da própria saúde. As ações de educação em saúde são fundamentais para reforçar o autocuidado e a prevenção de reinternações subsequentes. Por fim, a corresponsabilização entre profissionais de saúde e pacientes na implementação de ações de prevenção de complicações da doença, promoção de saúde e adequada adesão terapêutica pode influir positivamente na redução das taxas de reinternação.

[…]

  • Atenção Primária à Saúde
  • Fatores Socioeconômicos
  • Hospitalização/economia
  • Readmissão do Paciente/economia
  • Serviços de Saúde
  • Síndrome Coronariana Aguda
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
06/04/2020 DOI: 10.36660/abc.20190817
ABC
Editorial

Febre Reumática no Brasil: Que Cor Deve Ser?

Chris T. Longenecker

A febre reumática (FR) e sua sequela valvar, a doença reumática cardíaca (DRC), têm sido um flagelo para a humanidade há muito tempo, e apenas recentemente tem ocorrido um declínio acentuado da FR nos países de alta renda. No entanto, o Estudo de Carga Global de Doenças (Global Burden of Disease – GBD) estima que mais de 275.000 mortes devido à DRC ainda ocorrem a cada ano em todo o mundo, especialmente em países de baixa e média renda, incluindo o Brasil.

Nesta edição da revista, Figueiredo et al. apresentaram uma modelagem ambiciosa da carga da doença e dos custos da FR e DRC no Brasil. Usando dados do Sistema de Informações Hospitalares do Brasil, seus achados centrais são que as taxas de mortalidade por FR e DRC aumentaram em 215% e 42,5%, respectivamente, de 1998 a 2016. Além disso, o custo estimado para procedimentos relacionados ao diagnóstico de FR/DRC, intervenções como a cirurgia valvar, e as hospitalizações por complicações da DRC, como acidente vascular cerebral e endocardite, foram de aproximadamente US$ 27 milhões em 2019.

[…]

  • Antibiótico Profilaxia/economia
  • Cardiopatia Reumática/economia
  • Febre Reumática/economia
  • Hospitalização/economia
  • Políticas Públicas de Saúde
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardiovasculares/mortalidade
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
10/10/2019 DOI: 10.5935/abc.20190178 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Febre Reumática: Uma Doença sem Cor

Estevão Tavares de Figueiredo et al. Luciana Azevedo Marcelo Lacerda Rezende Cristina Garcia Alves

Resumo

Fundamento:

O Brasil tem aproximadamente 30.000 casos de febre reumática aguda (FRA) por ano. Um terço das cirurgias cardiovasculares realizadas no país se deve às sequelas da doença reumática cardíaca (DRC), a qual é um importante problema de saúde pública.

Objetivos:

Analisar as séries históricas de taxas de mortalidade e custos das doenças, projetando tendências futuras para oferecer novos dados que possam justificar a necessidade de implementação de um programa de saúde pública para FR.

Métodos:

Foi realizado um estudo transversal com análise de séries temporais a partir de dados do Sistema de Informações Hospitalares do Brasil, de 1998 a 2016. Modelos de regressão linear simples e o método de suavização exponencial de Holt foram utilizados para modelar o comportamento das séries e fazer previsões. Os resultados dos testes com um valor de p <0,05 foram considerados estatisticamente significantes.

Resultados:

A cada ano, o número de mortes por DRC aumentou em média 16,94 unidades, e a taxa de mortalidade por FRA aumentou em 215%. Houve um aumento de 264% nas despesas de hospitalização por DRC, e as taxas de mortalidade por DRC aumentaram 42,5% (p-valor < 0,05). As taxas de mortalidade estimadas para FRA e DRC foram, respectivamente, 2,68 e 8,53 para 2019. O custo estimado para a DRC em 2019 foi de US$ 26.715.897,70.

Conclusões:

De acordo com a realidade brasileira, o gasto relativo a 1 ano de DRC seria suficiente para a profilaxia secundária (considerando uma dose de penicilina G benzatina a cada 3 semanas) em 22.574 pessoas por 10 anos. Este estudo corrobora a necessidade de políticas públicas de saúde direcionadas à DRC.

  • Antibioticoprofilaxia/economia
  • cardiopatia reumática
  • Febre Reumática
  • Hospitalização/economia
  • Políticas Públicas de Saúde
  • Procedimentos Cirúrgicos Cardiovasculares/mortalidade
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
29/07/2019 DOI: 10.5935/abc.20190141 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Reinternação de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda e seus Determinantes

Larissa Marina Santana Mendonça de Oliveira et al. Ingrid Maria Novais Barros de Carvalho Costa Danielle Góes da Silva José Rodrigo Santos Santos Silva … José Augusto Soares Barreto-Filho Marcos Antônio Almeida-Santos Joselina Luzia Meneses Oliveira Mirella Dornelas Batalha Moreira Buarque Diva Aliete dos Santos Vieira Antônio Carlos Sobral Sousa

Resumo

Fundamento:

A síndrome coronariana aguda (SCA) é responsável por elevados números de admissões e readmissões hospitalares, os quais estão associados ao aumento dos custos para o paciente e para o sistema de saúde, bem como à elevação nas taxas de mortalidade hospitalar.

Objetivo:

Investigar a reinternação entre pacientes com SCA e seus determinantes.

Métodos:

Trata-se de uma coorte retrospectiva de pacientes de ambos os sexos, adultos e idosos, diagnosticados com SCA. Foram avaliados, a partir dos registros dos hospitais locais públicos e privados de referência em cardiologia, a ocorrência de reinternação em até 1 ano após internação por SCA, o tempo entre as admissões e o uso de medicamentos no momento da reinternação. As variáveis categóricas foram associadas por meio do teste qui-quadrado, ou pelo teste exato de Fisher. Regressão logística múltipla foi utilizada para avaliar as variáveis preditoras da reinternação. Adotou-se como critério de significância estatística um valor de p < 0,05.

Resultados:

A ocorrência de reinternações foi de 21,46% (n = 115), e o período médio entre as internações foi de 122,74 (DP 112,14) dias. Os pacientes avaliados eram, em sua maioria, do sexo masculino (64,0%), com média de idade de 63,15 anos (DP 12,26). Sete por cento apresentaram óbito como prognóstico da reinternação, e 68,7% tiveram mais de uma reinternação em 1 ano. As causas cardiovasculares, entre elas a recorrência da SCA, foram as mais prevalentes entre as reinternações hospitalares. A assistência privada e o diagnóstico de insuficiência cardíaca congestiva (ICC) foram associados a reinternação após a regressão logística múltipla.

Conclusão:

Conclui-se que a SCA foi a principal causa de reinternação, sendo mais prevalente entre os usuários da rede suplementar de saúde. As reinternações associaram-se ao diagnóstico prévio de ICC e ao tipo de assitência à saúde.

  • Assistência à Saúde
  • Fatores Socioeconômicos
  • Hospitalização/economia
  • Insuficiência Cardíaca
  • Mortalidade Hospitalar
  • Readmissão do Paciente/economia
  • Síndrome Coronariana Aguda
  • Tratamento Farmacológico/economia
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
27/06/2019 DOI: 10.5935/abc.20190104
Figura 1
IJCS
Original Article

Correlação Entre a Complexidade das Lesões Coronarianas e os Níveis de Troponina Ultrassensível em Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda

Monique Rodrigues Cardoso et al. Delcio Gonçalves da Silva Junior Eduardo Alves Ribeiro Alfredo Moreira da Rocha Neto

Resumo

Fundamento:

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil. Marcadores bioquímicos possuem importância diagnóstica e prognóstica nas síndromes coronarianas agudas (SCAs), sendo a troponina o biomarcador preferido. Estudos já demonstram relação positiva entre elevação da troponina ultrassensível (TnUs) e prognóstico. Entretanto, poucos relacionam seus níveis com a complexidade das lesões coronárias.

Objetivos:

Comparar níveis de TnUs com a complexidade das lesões coronarianas pelo escore SYNTAX e relacionar os escores TIMI e GRACE com os níveis desse biomarcador em pacientes com SCA.

Métodos:

Estudo retrospectivo, transversal com 174 indivíduos com SCA. A correlação entre as variáveis foi avaliada pelo teste de correlação linear não paramétrico de Spearman e a análise estatística realizada pelo programa SPSS, com nível de significância de 5%.

Resultados:

A média de idade foi 63 anos, predominando o sexo feminino (52,9%). A maioria dos pacientes era hipertensa, não diabética e não tabagista. Dos pacientes avaliados, 19,0% apresentaram IAM com SST, 43,1% IAM sem SST e 36,8% angina instável. A maioria encontrava-se em Killip 1 (82,8%). A mediana de TnUs foi de 67pg/ml. As medianas dos escores de risco foram de 3, 121 e 3 pontos nas escalas TIMI, GRACE e SYNTAX, respectivamente. Houve correlação da taxa de TnUs com os escores SYNTAX (p < 0,001, r = 0,440), TIMI (p < 0,001, r = 0,267) e GRACE (p = 0,001, r = 0,261).

Conclusão:

Encontrada correlação linear positiva entre os níveis de TnUs e complexidade das lesões coronarianas, assim como entre esse biomarcador e os escores clínicos TIMI e GRACE.

  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Hospitalização/economia
  • Infarto Do Miocárdio
  • Síndrome Coronariana Aguda
  • Troponina
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180014 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Fernandes JL. Covid-19 no Brasil: Aprendendo a Andar no Escuro sem Deixar Nada para Trás. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(6):988-91.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fernandes, Juliano Lara. Covid-19 no Brasil: Aprendendo a Andar no Escuro sem Deixar Nada para Trás. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 6, p. 988-991, jul. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fernandes, J. L. (2020). Covid-19 no Brasil: Aprendendo a Andar no Escuro sem Deixar Nada para Trás. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(6), 988-991.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fernandes, Juliano Lara. Covid-19 no Brasil: Aprendendo a Andar no Escuro sem Deixar Nada para Trás. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 988-991. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/covid-19-no-brasil-aprendendo-a-andar-no-escuro-sem-deixar-nada-para-tras/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Lima LC, Mazzuco E, Prudêncio AL. Resposta a ‘’Reinternação de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda e seus Determinantes’’: Uma Visão da APS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(3):574-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lima, Laís Cruz; Mazzuco, Eliane; Prudêncio, André Luís. Resposta a ‘’Reinternação de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda e seus Determinantes’’: Uma Visão da APS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 3, p. 574-575, abr. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lima, L. C., Mazzuco, E., & Prudêncio, A. L. (2020). Resposta a ‘’Reinternação de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda e seus Determinantes’’: Uma Visão da APS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(3), 574-575.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lima, Laís Cruz and Mazzuco, Eliane and Prudêncio, André Luís. Resposta a ‘’Reinternação de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda e seus Determinantes’’: Uma Visão da APS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 574-575. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/resposta-a-reinternacao-de-pacientes-com-sindrome-coronariana-aguda-e-seus-determinantes-uma-visao-da-aps/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Longenecker CT. Febre Reumática no Brasil: Que Cor Deve Ser?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(3):355-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Longenecker, Chris T.. Febre Reumática no Brasil: Que Cor Deve Ser?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 3, p. 355-356, out. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Longenecker, C. T. (2019). Febre Reumática no Brasil: Que Cor Deve Ser?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(3), 355-356.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Longenecker, Chris T.. Febre Reumática no Brasil: Que Cor Deve Ser?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 355-356. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/febre-reumatica-no-brasil-que-cor-deve-ser/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Figueiredo ET, Azevedo L, Rezende ML, Alves CG. Febre Reumática: Uma Doença sem Cor. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(3):345-54.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Figueiredo, Estevão Tavares de; Azevedo, Luciana; Rezende, Marcelo Lacerda; Alves, Cristina Garcia. Febre Reumática: Uma Doença sem Cor. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 3, p. 345-354, jul. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Figueiredo, E. T. , Azevedo, L., Rezende, M. L., & Alves, C. G. (2019). Febre Reumática: Uma Doença sem Cor. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(3), 345-354.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Figueiredo, Estevão Tavares de and Azevedo, Luciana and Rezende, Marcelo Lacerda and Alves, Cristina Garcia. Febre Reumática: Uma Doença sem Cor. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 345-354. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/febre-reumatica-uma-doenca-sem-cor/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Oliveira LMSM, Costa IMNBC, Silva DG, Silva JRSS, Barreto-Filho JAS, Almeida-Santos MA, Oliveira JLM, et al. Reinternação de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda e seus Determinantes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(1):42-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Oliveira, Larissa Marina Santana Mendonça de; Costa, Ingrid Maria Novais Barros de Carvalho; Silva, Danielle Góes da; Silva, José Rodrigo Santos Santos; Barreto-Filho, José Augusto Soares; Almeida-Santos, Marcos Antônio; Oliveira, Joselina Luzia Meneses; Buarque, Mirella Dornelas Batalha Moreira; Vieira, Diva Aliete dos Santos; Sousa, Antônio Carlos Sobral. Reinternação de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda e seus Determinantes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 1, p. 42-49, jun. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Oliveira, L. M. S. M. , Costa, I. M. N. B. C., Silva, D. G. , Silva, J. R. S. S., Barreto-Filho, J. A. S., Almeida-Santos, M. A., Oliveira, J. L. M., Buarque, M. D. B. M., Vieira, D. A. S., & Sousa, A. C. S. (2019). Reinternação de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda e seus Determinantes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(1), 42-49.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Oliveira, Larissa Marina Santana Mendonça de and Costa, Ingrid Maria Novais Barros de Carvalho and Silva, Danielle Góes da and Silva, José Rodrigo Santos Santos and Barreto-Filho, José Augusto Soares and Almeida-Santos, Marcos Antônio and Oliveira, Joselina Luzia Meneses and Buarque, Mirella Dornelas Batalha Moreira and Vieira, Diva Aliete dos Santos and Sousa, Antônio Carlos Sobral. Reinternação de Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda e seus Determinantes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 42-49. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reinternacao-de-pacientes-com-sindrome-coronariana-aguda-e-seus-determinantes/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Cardoso MR, Silva Junior DG, Ribeiro EA, Rocha Neto AM. Correlação Entre a Complexidade das Lesões Coronarianas e os Níveis de Troponina Ultrassensível em Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(3):218-25.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cardoso, Monique Rodrigues; Silva Junior, Delcio Gonçalves da; Ribeiro, Eduardo Alves; Rocha Neto, Alfredo Moreira da. Correlação Entre a Complexidade das Lesões Coronarianas e os Níveis de Troponina Ultrassensível em Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 218-225, dez. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cardoso, M. R., Silva Junior, D. G. , Ribeiro, E. A., & Rocha Neto, A. M. (2018). Correlação Entre a Complexidade das Lesões Coronarianas e os Níveis de Troponina Ultrassensível em Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 218-225.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cardoso, Monique Rodrigues and Silva Junior, Delcio Gonçalves da and Ribeiro, Eduardo Alves and Rocha Neto, Alfredo Moreira da. Correlação Entre a Complexidade das Lesões Coronarianas e os Níveis de Troponina Ultrassensível em Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 218-225. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-entre-a-complexidade-das-lesoes-coronarianas-e-os-niveis-de-troponina-ultrassensivel-em-pacientes-com-sindrome-coronariana-aguda/>. ISSN 2359-4802

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias