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  2. Palavra-chave: Hipertensão/epidemiologia
ABC
Editorial

A Jornada para o Controle da Hipertensão Arterial no Brasil

Carlos Henrique Miranda

A hipertensão arterial (HA) é um fator de risco cardiovascular, cerebrovascular e renal altamente prevalente em todo o mundo. Esse risco associado pode ser reduzido por meio da instituição de uma terapia bem estabelecida e validada cientificamente. Por essas razões, o controle da HA desempenha um papel na prevenção de doenças crônico-degenerativas na saúde pública. A taxa de HA controlada reflete a qualidade da assistência à saúde oferecida à população.

O Registro Nacional do Controle da Hipertensão Arterial Avaliado pela Medida de Consultório e Residencial no Brasil: Registro LHAR, recentemente publicado nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, mostra um panorama desse cenário no Brasil. Alguns achados deste estudo merecem destaque.

[…]

  • Cooperação e Adesão ao Tratamento
  • Fatores de risco
  • Hipertensão/epidemiologia
  • Hipertensão/prevenção e controle
  • Indicadores de Qualidade em Assistência à Saúde/ética
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10/11/2023 DOI: 10.36660/abc.20230533
ABC
Editorial

Novos Marcadores de Espessamento Carotídeo na Hipertensão Arterial

Rui Póvoa

A hipertensão arterial foi considerada como importante fator de risco cardiovascular somente após os estudos de Framingham, pois se acreditava que era um “bem” necessário para uma boa perfusão tecidual. Estes estudos emblemáticos de coorte em longo prazo sobre o sistema cardiovascular trouxeram dados que permitiram avaliar a interação de diversas outras doenças, tais como as dislipidemias e o diabetes, para a formação da placa de ateroma que é o passo inicial para as complicações cardiovasculares. Época em que o exame clínico era fundamental para detectarmos os marcadores de doença aterosclerótica.

Porém, com a evolução do conhecimento, os marcadores biológicos clínicos já não eram suficientes para prever o risco, pois precisamos cada vez mais articular medidas preventivas o mais precoce possível para um tratamento mais eficaz e uma melhor prevenção. Além disso, a interação meio ambiente com todos os seus fatores de risco e a genética se mostraram interativos e de fundamental importância no desenvolvimento da placa aterosclerótica. Para o lado da hipertensão ficou claro o componente genético com estimativa de herança de 15-40%, tanto que os irmãos apresentam uma taxa de concordância de risco para a doença com variações de 1,2 a 1,7. ,

[…]

  • Espessura Íntima-Média Carotídea
  • Hipertensão/epidemiologia
  • marcadores genéticos
  • Monócitos
  • mRNA
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03/02/2021 DOI: 10.36660/abc.20201335 Visualizações 1
ABC
Editorial

Minieditorial: Hipertensão Arterial em Populações Especiais: Um Desafio Epidemiológico

Rui Póvoa

A hipertensão arterial (HA) é a doença crônica mais prevalente em todo o mundo e o principal fator de risco da maioria das doenças cardio cerebrovasculares. A verdadeira prevalência no Brasil ainda é desconhecida, e os dados que temos advêm do Estudo Vigitel, onde as informações são obtidas por contato telefônico. Estima-se por volta de 31% a prevalência da HA no Brasil em indivíduos adultos. Em recentes dados do Estudo Vigitel, a prevalência foi de 25,7% da população brasileira adulta. O conhecimento da real prevalência e a distribuição geográfica é importante não só para medidas de prevenção e tratamento, mas também contribuir para o conhecimento da gênese da doença.

Algumas populações, e em especial os indivíduos afrodescendentes, a HA apresenta características próprias desde prevalência, resposta terapêutica e gravidade., O aspecto multifatorial da HA só é compreendido quando se avalia populações especiais em habitats e hábitos próprios, como no caso dos quilombolas, onde os indivíduos com ancestralidade negra ainda mantém algumas características genéticas e culturais da origem africana. A análise neste contexto tem importância visto que podemos detectar aspectos próprios dos fatores relacionados com o desenvolvimento da HA.

[…]

  • Alcoolismo
  • Fatores de risco
  • Grupo com Ancestrais do Continente Africano/genética
  • Hipertensão/epidemiologia
  • Hipertensão/prevenção e controle
  • Tabagismo
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10/10/2019 DOI: 10.5935/abc.20190180 Visualizações 1
ABC
Editorial

Os Desafios do Controle da Hipertensão Arterial em Idosos

Marcus Vinicius Bolivar Malachias

Esta edição dos Arquivos traz o estudo Prevalência, Tratamento e Controle da Hipertensão Arterial em Idosos de uma Capital Brasileira, de Souza ALL et al., revelando dados sobre esse importante fator de risco cardiovascular em Goiânia, GO, um retrato da situação em nosso meio. Neste minieditorial, revisamos a epidemiologia da hipertensão arterial (HA) no Brasil e no mundo.

A HA é a principal causa evitável de morte prematura. Um relatório do Instituto de Medicina dos EUA considera a HA como uma doença negligenciada, pois é frequentemente ignorada pela população e subestimada pela comunidade médica. Embora a HA seja relativamente fácil de prevenir, simples de diagnosticar e seu tratamento seja consideravelmente pouco oneroso, continua sendo uma das mais importantes causas de morte. Mais de 50% das mortes por coronariopatias e acidente vascular encefálico ocorrem entre indivíduos com HA nos EUA.

[…]

  • Hipertensão/epidemiologia
  • Hipertensão/prevenção e controle
  • Idoso
  • Pressão Arterial
  • Prevalência
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01/03/2019 DOI: 10.5935/abc.20190020
Figura 1
ABC
Artigo Original

Prevalência, Tratamento e Controle da Hipertensão Arterial em Idosos de uma Capital Brasileira

Ana Luiza Lima Sousa et al. Sandro Rodrigues Batista Andrea Cristina Sousa Jade Alves S. Pacheco … Priscila Valverde de Oliveira Vitorino Valéria Pagotto

Resumo

Fundamento:

O diagnóstico, tratamento e controle da hipertensão arterial são fundamentais para a redução de eventos cardiovasculares, especialmente em idosos. No Brasil são escassos os estudos que identificaram essas taxas especificamente na população idosa.

Objetivo:

Verificar a prevalência, taxas de tratamento e controle da hipertensão arterial entre idosos da zona urbana de uma capital brasileira.

Métodos:

Estudo transversal de base populacional, com amostragem aleatória por conglomerado, realizado com 912 idosos (maiores de 60 anos), residentes na zona urbana de Goiânia. Variáveis preditoras: idade, sexo, aspectos socioeconômicos e estilo de vida. Medidas da pressão arterial (PA) realizada em domicílio; hipertensão arterial (HA) igual a PA sistólica e/ou diastólica maior ou igual a 140/90mmHg ou usando anti-hipertensivos (variável dependente). Foram avaliadas taxas de tratamento e controle de HA. Análise de associação dos desfechos com regressão logística multivariada e nível de significância de 5%.

Resultados:

Prevalência de hipertensão arterial total foi de 74,9%, sendo maior entre os homens 78,6% (OR 1,4; IC95%1,04-1,92); A taxa de tratamento foi de 72,6%, com taxas superiores entre os fumantes (OR 2,06; IC 95% 1,28-3,33). A taxa de controle total foi de 50,8%, maior entre as mulheres (OR 1,57; IC 95% 1,19- 2,08).

Conclusões:

As taxas de prevalência foram elevadas. Taxas de tratamento e controle foram baixas e mostraram associação com sexo, faixa etária e estilo de vida, indicando necessidade de intervenções precoces e individuais.

  • Estudos Transversais
  • Hipertensão/epidemiologia
  • Hipertensão/prevenção e controle
  • Idoso
  • Pressão Arterial
  • Prevalência
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07/01/2019 DOI: 10.5935/abc.20180274 Visualizações 1
Figura 1
IJCS
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Análise Espacial e Tendências de Mortalidade Associada a Doenças Hipertensivas nos Estados e Regiões do Brasil entre 2010 e 2014

Marcos Antonio Almeida-Santos et al. Beatriz Santana Prado Deyse Mirelle Souza Santos

Resumo

Fundamentos:

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) representa o agravo de maior relevância, sendo um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares.

Objetivo:

Analisar tendências da taxa de mortalidade associada a doenças hipertensivas no Brasil, de 2010 a 2014, tanto para os estados quanto para as regiões.

Métodos:

Estudo epidemiológico a partir de dados agregados, obtidos em estratos populacionais. Dados cartográficos em “shapefile” do território brasileiro foram fornecidos pelo IBGE. Registros de mortalidade associada à hipertensão arterial obtidos no DATASUS, mediante notificações filtradas por categoria I.10 do Código Internacional das Doenças (CID-10). Adotou-se como critério de significância estatística o valor de p bicaudal < 0,05.

Resultado:

O aumento da idade se associou de maneira progressiva à elevação da média de óbitos relacionada a doenças hipertensivas entre os anos de 2010 e 2014. Nas faixas etárias entre 50-59 anos, 60-69 anos, 70-79 anos e 80 ou mais anos, a média e desvio da taxa de mortalidade padrão foram, respectivamente: 15,11% (35,35); 24,14% (55,34); 35,07% (81,03) e 57,87% (139,08). A taxa global de mortalidade nas regiões brasileiras, por 10.000 habitantes, variou entre as regiões: norte (1,25); nordeste (2,69); centro-oeste (2,06); sudeste (2,48) e sul (2,04).

Conclusão:

A taxa de mortalidade associada a doenças hipertensivas foi superior nos estados do sudeste e nordeste do Brasil, e permaneceu estável entre 2010 e 2014. Incremento de idade e cor parda foram preditores de maior mortalidade

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • estudos epidemiológicos
  • Etnia e Saúde
  • Hipertensão / etiologia
  • Hipertensão/epidemiologia
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180017 Visualizações 1
IJCS
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Hipertensão Arterial em Pré-Adolescentes e Adolescentes de Petrópolis: Prevalência e Correlação com Sobrepeso e Obesidade

Flavio Figueirinha et al. Gesmar Volga Haddad Herdy

Resumo

Fundamentos:

A hipertensão arterial é uma doença multissistêmica que aumenta o risco de eventos cardíacos fatais.

Objetivos:

Determinar a prevalência de aumento dos níveis pressóricos arteriais de pré-adolescentes e adolescentes e correlacionar esses níveis pressóricos com a presença de sobrepeso ou obesidade e com a histórico familiar de hipertensão.

Métodos:

Em um estudo observacional de corte transversal, selecionou-se aleatoriamente uma amostra de 157 estudantes do município de Petrópolis, com idades entre dez e dezenove anos. Participaram do estudo quatro escolas públicas e uma particular. Os responsáveis de cada estudante responderam um questionário sobre doenças pré-existentes, histórico familiar de hipertensão e aferições prévias da pressão arterial. Realizou-se exame físico pormenorizado, antropometria e duas aferições da pressão arterial com intervalos mínimos de dez minutos em três ocasiões, totalizando seis aferições.

Resultados:

os níveis pressóricos se mostraram alterados em 17 (10,8%/IC95% 5,9-15,7) indivíduos estudados. Houve significância estatística entre a alteração dos níveis pressóricos e a presença de sobrepeso e obesidade (p < 0,001), assim como com a presença de histórico familiar positivo para hipertensão (p < 0,05). Uma parcela de 32,5% dos indivíduos estudados nunca havia aferido a pressão arterial, sendo que nos doze meses que antecederam o estudo, 45,5% da amostra também não a havia aferido.

Conclusões:

O presente estudo demonstrou que um percentual significativo de estudantes do município de Petrópolis – RJ apresenta níveis pressóricos elevados com correlação estatisticamente significativa com sobrepeso ou obesidade e com histórico familiar positivo para hipertensão arterial sistêmica.

  • Adolescente
  • Criança
  • Hipertensão/epidemiologia
  • Obesidade
  • Prevalência
  • Sobrepeso
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170040 Visualizações 1
Figura 1
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Prevalência de Hipertensão em Crianças de Escolas Públicas

Camila Brandão de Souza et al. Cláudia de Souza Dourado José Geraldo Mill Luciane Bresciane Salaroli Maria del Carmen Bisi Molina

Resumo

Fundamentos:

Há uma discrepância entre protocolos utilizados para o diagnóstico da hipertensão infantil, sendo o mais indicado a aferição da pressão arterial em pelo menos três momentos distintos.

Objetivo:

Identificar a prevalência de hipertensão arterial em crianças, e realizar associação com a variável estado nutricional.

Métodos:

Trata-se de um estudo longitudinal, que incluiu todas as crianças de 7 a 10 anos matriculadas nas escolas públicas e que apresentaram autorização dos responsáveis, totalizando 722 crianças. Na primeira avaliação, a família da criança respondeu a um questionário, e a criança foi submetida às análises antropométrica e hemodinâmica. A pressão arterial foi aferida três vezes em três momentos distintos. Crianças que apresentaram pressão arterial elevada no primeiro momento foram reavaliadas em um segundo momento; aquelas que permaneceram com pressão arterial elevada foram reavaliadas em um terceiro momento.

Resultados:

A prevalência de pressão arterial elevada no primeiro momento foi de 8,1%, no segundo foi de 3,2% e no terceiro de 2,1%. O estado nutricional esteve associado de forma significante ao aumento das médias das pressões arteriais sistólica e diastólica, sendo maiores nas crianças com sobrepeso e obesidade. As crianças classificadas como obesas, em todos os momentos, foram as que apresentaram maior prevalência de pressão arterial elevada.

Conclusão:

Com aferições da pressão arterial de crianças em diferentes momentos foi possível a redução dos casos falsos-positivos para hipertensão arterial. O estado nutricional esteve diretamente relacionado ao aumento dos valores pressóricos. Realizar as medições em consultas rotineiras torna-se fundamental para o diagnóstico e a intervenção precoce.

  • Criança
  • estado nutricional
  • Hipertensão/epidemiologia
  • Obesidade
  • Prevalência
  • Sobrepeso
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170023 Visualizações 2
IJCS
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Apoio Matricial e Controle da Hipertensão Arterial

Clóvis Hoepfner et al. Morgana Longo Andressa de Oliveira Coiradas Laíssa Mara Rodrigues Teixeira

Resumo

Fundamento:

Um programa permanente de educação em serviço melhora o desempenho dos profissionais de saúde e aumenta os índices de controle da hipertensão arterial.

Objetivo:

Estimar a prevalência do controle da hipertensão arterial e da inércia terapêutica em adultos atendidos nas Unidades Básicas da Saúde após a implantação de um programa de apoio matricial em cardiologia.

Métodos:

Estudo transversal, com amostragem por conglomerados, mediante pesquisa em prontuários, em que foram avaliados 463 portadores de hipertensão arterial. Foram avaliados pressão arterial, medicamentos e incrementos terapêuticos em 2013, e comparados ao resultados obtidos em 2007.

Resultados:

Houve predomínio de pacientes das unidades de Estratégia Saúde da Família e do sexo feminino. A idade variou entre 24 e 92 anos (média de 61,7). Observaram-se redução das médias da pressão arterial (148,62/91,60 ± 23,52/14,51 mmHg para 137,60/84,03 ± 21,84/12,72 mmHg) entre o primeiro e o último registro, e controle em 58% dos pacientes, ou seja, superior aos 36,6% encontrados em 2007. No período analisado, houve incremento terapêutico de 39% das ocasiões e 52% dos pacientes, superior aos 12% e 29,5%, respectivamente, em 2007. A média de fármacos por paciente aumentou de 1,85 para 2,05, predominando diuréticos e inibidores da enzima de conversão da angiotensina.

Conclusão:

Houve redução da inércia clínica e aumento do controle da hipertensão arterial, comparados com os achados do estudo anterior. O resultado sugere que o programa de apoio matricial para os profissionais da saúde e outras medidas para melhorar o controle da doença nas Unidades Básicas da Saúde foram eficazes.

  • Atenção Primária à Saúde
  • centros de saúde
  • Educação em Saúde
  • Hipertensão / prevenção & controle
  • Hipertensão/epidemiologia
  • Inércia
  • Prevalência
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170045 Visualizações 2
Figura 1
ABC
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Controle da Pressão Arterial em Hipertensos do Programa Hiperdia: Estudo de Base Territorial

Clarita Silva de Souza et al. Airton Tetelbom Stein Gisele Alsina Nader Bastos Lucia Campos Pellanda

Fundamento:

A hipertensão arterial sistêmica apresenta alta prevalência e é um importante fator de risco para eventos cardiovasculares. O controle da pressão arterial em pacientes hipertensos cadastrados no Programa Hiperdia, um programa do Sistema Único de Saúde para acompanhamento e monitoramento dos hipertensos, permanece muito abaixo do desejável.

Objetivo:

Descrever o perfil epidemiológico e avaliar o controle da pressão arterial em pacientes cadastrados no Hiperdia, em Novo Hamburgo (RS).

Metodologia:

Estudo transversal, com amostra probabilística estratificada por conglomerados, incluindo 383 adultos cadastrados no Programa Hiperdia das 15 Unidades Básicas de Saúde do município, realizado entre 2010 e 2011. A pressão arterial controlada foi definida como ≤140 mmHg × 90 mmHg. Os hipertensos foram entrevistados e a pressão arterial foi mensurada com aparelho aneroide calibrado. Na análise estatística foram utilizados razões de prevalência (RP) com intervalo de confiança de 95%, teste χ2 de Wald e regressão de Poisson simples e múltipla.

Resultados:

A média de idade foi de 63 ± 10 anos, sendo a maioria mulheres, pertencentes à classe C, com baixa escolaridade, sedentários e com histórico familiar para HAS. O diabetes melito (DM) estava presente em 31%, a adesão ao tratamento anti-hipertensivo era de 54,3%, e 33,7% estavam com pressão arterial controlada. O DM mostrou-se fortemente associado com o controle inadequado da PA, com 15,7% dos diabéticos com PA considerada controlada.

Conclusão:

Mesmo com o cadastro no Programa Hiperdia, o controle da PA nos hipertensos não é satisfatoriamente alcançado e mantido, sendo os hipertensos diabéticos os que apresentam o controle mais inadequado.

  • Adesão à Medicação
  • Fatores de risco
  • Hipertensão/complicações
  • Hipertensão/epidemiologia
  • Monitoramento epidemiológico
  • Programas governamentais
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01/06/2014 DOI: 10.5935/abc.20140081 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Miranda CH. A Jornada para o Controle da Hipertensão Arterial no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(8):e20230533.

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Miranda, Carlos Henrique. A Jornada para o Controle da Hipertensão Arterial no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 8, e20230533, nov. 2023.

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Miranda, C. H. (2023). A Jornada para o Controle da Hipertensão Arterial no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(8), e20230533.

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Miranda, Carlos Henrique. A Jornada para o Controle da Hipertensão Arterial no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 8, [citado 2026-10-14], e20230533. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-jornada-para-o-controle-da-hipertensao-arterial-no-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Póvoa R. Novos Marcadores de Espessamento Carotídeo na Hipertensão Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(1):66-7.

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Póvoa, Rui. Novos Marcadores de Espessamento Carotídeo na Hipertensão Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 1, p. 66-67, fev. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Póvoa, R. (2021). Novos Marcadores de Espessamento Carotídeo na Hipertensão Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(1), 66-67.

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Póvoa, Rui. Novos Marcadores de Espessamento Carotídeo na Hipertensão Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 66-67. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/novos-marcadores-de-espessamento-carotideo-na-hipertensao-arterial/>. ISSN 0066-782X

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Póvoa R. Minieditorial: Hipertensão Arterial em Populações Especiais: Um Desafio Epidemiológico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(3):391.

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Póvoa, Rui. Minieditorial: Hipertensão Arterial em Populações Especiais: Um Desafio Epidemiológico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 3, p. 391-391, out. 2019.

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Póvoa, R. (2019). Minieditorial: Hipertensão Arterial em Populações Especiais: Um Desafio Epidemiológico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(3), 391-391.

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Póvoa, Rui. Minieditorial: Hipertensão Arterial em Populações Especiais: Um Desafio Epidemiológico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 391-391. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/minieditorial-hipertensao-arterial-em-populacoes-especiais-um-desafio-epidemiologico/>. ISSN 0066-782X

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Malachias MVB. Os Desafios do Controle da Hipertensão Arterial em Idosos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(3):279-80.

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Malachias, Marcus Vinicius Bolivar. Os Desafios do Controle da Hipertensão Arterial em Idosos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 3, p. 279-280, fev. 2019.

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Malachias, M. V. B. (2019). Os Desafios do Controle da Hipertensão Arterial em Idosos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(3), 279-280.

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Malachias, Marcus Vinicius Bolivar. Os Desafios do Controle da Hipertensão Arterial em Idosos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 279-280. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/os-desafios-do-controle-da-hipertensao-arterial-em-idosos/>. ISSN 0066-782X

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Sousa ALL, Batista SR, Sousa AC, Pacheco JAS, Vitorino PVO, Pagotto V. Prevalência, Tratamento e Controle da Hipertensão Arterial em Idosos de uma Capital Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(3):271-8.

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Sousa, Ana Luiza Lima; Batista, Sandro Rodrigues; Sousa, Andrea Cristina; Pacheco, Jade Alves S.; Vitorino, Priscila Valverde de Oliveira; Pagotto, Valéria. Prevalência, Tratamento e Controle da Hipertensão Arterial em Idosos de uma Capital Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 3, p. 271-278, jan. 2019.

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Sousa, A. L. L., Batista, S. R., Sousa, A. C., Pacheco, J. A. S., Vitorino, P. V. O., & Pagotto, V. (2019). Prevalência, Tratamento e Controle da Hipertensão Arterial em Idosos de uma Capital Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(3), 271-278.

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Sousa, Ana Luiza Lima and Batista, Sandro Rodrigues and Sousa, Andrea Cristina and Pacheco, Jade Alves S. and Vitorino, Priscila Valverde de Oliveira and Pagotto, Valéria. Prevalência, Tratamento e Controle da Hipertensão Arterial em Idosos de uma Capital Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 271-278. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-tratamento-e-controle-da-hipertensao-arterial-em-idosos-de-uma-capital-brasileira/>. ISSN 0066-782X

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Almeida-Santos MA, Prado BS, Santos DMS. Análise Espacial e Tendências de Mortalidade Associada a Doenças Hipertensivas nos Estados e Regiões do Brasil entre 2010 e 2014. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(3):250-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Almeida-Santos, Marcos Antonio; Prado, Beatriz Santana; Santos, Deyse Mirelle Souza. Análise Espacial e Tendências de Mortalidade Associada a Doenças Hipertensivas nos Estados e Regiões do Brasil entre 2010 e 2014. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 250-257, dez. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Almeida-Santos, M. A., Prado, B. S., & Santos, D. M. S. (2018). Análise Espacial e Tendências de Mortalidade Associada a Doenças Hipertensivas nos Estados e Regiões do Brasil entre 2010 e 2014. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 250-257.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Almeida-Santos, Marcos Antonio and Prado, Beatriz Santana and Santos, Deyse Mirelle Souza. Análise Espacial e Tendências de Mortalidade Associada a Doenças Hipertensivas nos Estados e Regiões do Brasil entre 2010 e 2014. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 250-257. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/analise-espacial-e-tendencias-de-mortalidade-associada-a-doencas-hipertensivas-nos-estados-e-regioes-do-brasil-entre-2010-e-2014/>. ISSN 2359-4802

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Figueirinha F, Herdy GVH. Hipertensão Arterial em Pré-Adolescentes e Adolescentes de Petrópolis: Prevalência e Correlação com Sobrepeso e Obesidade. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(3):243-50.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Figueirinha, Flavio; Herdy, Gesmar Volga Haddad. Hipertensão Arterial em Pré-Adolescentes e Adolescentes de Petrópolis: Prevalência e Correlação com Sobrepeso e Obesidade. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 3, p. 243-250, dez. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

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Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Figueirinha, Flavio and Herdy, Gesmar Volga Haddad. Hipertensão Arterial em Pré-Adolescentes e Adolescentes de Petrópolis: Prevalência e Correlação com Sobrepeso e Obesidade. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 243-250. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hipertensao-arterial-em-pre-adolescentes-e-adolescentes-de-petropolis-prevalencia-e-correlacao-com-sobrepeso-e-obesidade/>. ISSN 2359-4802

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Souza, Camila Brandão de; Dourado, Cláudia de Souza; Mill, José Geraldo; Salaroli, Luciane Bresciane; Molina, Maria del Carmen Bisi. Prevalência de Hipertensão em Crianças de Escolas Públicas. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 1, p. 42-51, dez. 2016.

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Souza, Camila Brandão de and Dourado, Cláudia de Souza and Mill, José Geraldo and Salaroli, Luciane Bresciane and Molina, Maria del Carmen Bisi. Prevalência de Hipertensão em Crianças de Escolas Públicas. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 42-51. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-de-hipertensao-em-criancas-de-escolas-publicas/>. ISSN 2359-4802

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Hoepfner, Clóvis and Longo, Morgana and Coiradas, Andressa de Oliveira and Teixeira, Laíssa Mara Rodrigues. Apoio Matricial e Controle da Hipertensão Arterial. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 199-206. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/apoio-matricial-e-controle-da-hipertensao-arterial/>. ISSN 2359-4802

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

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Souza, C. S. , Stein, A. T., Bastos, G. A. N., & Pellanda, L. C. (2014). Controle da Pressão Arterial em Hipertensos do Programa Hiperdia: Estudo de Base Territorial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(6), 571-578.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Souza, Clarita Silva de and Stein, Airton Tetelbom and Bastos, Gisele Alsina Nader and Pellanda, Lucia Campos. Controle da Pressão Arterial em Hipertensos do Programa Hiperdia: Estudo de Base Territorial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 571-578. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/controle-da-pressao-arterial-em-hipertensos-do-programa-hiperdia-estudo-de-base-territorial/>. ISSN 0066-782X

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