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Figura 1
ABC
Editorial

Uso da Terapia Diurética em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Descompensada e Lesão Renal Aguda. O Que Fazer nesse Dilema?

Rafael Marques Calazans et al. Mariana Bellaguarda de Castro Sepulvida Egli Belinazzi Quadrado Roberto Dischinger Miranda

A insuficiência cardíaca (IC) é um grave problema de saúde pública devido a sua alta prevalência, morbidade e mortalidade, liderando entre as causas de hospitalização nos Estados Unidos, A prevalência da doença aumenta com a idade, tornando os pacientes idosos ainda mais suscetíveis às repercussões desta doença. Isso aumenta a importância do tratamento preciso da IC e suas complicações, entre elas a IC descompensada (ICd).

Em pacientes com ICd, que necessitam de terapia diurética, é comum observamos a presença de lesão renal aguda (LRA) concomitante. A grande dúvida na hora de realizar o tratamento com diuréticos nas situações em que a função renal está alterada é saber o motivo da disfunção: Trata-se de um paciente ainda congesto, necessitando de otimização da terapia diurética (síndrome cardiorrenal tipo I)? Ou trata-se de um paciente que a terapia diurética foi realizada de forma excessiva, causando hipovolemia, o que levou a uma baixa perfusão renal (LRA pré-renal) ou até a uma necrose tubular aguda?

[…]

  • Creatinina
  • Diuréticos/uso terapêutico
  • envelhecimento
  • Hospitalização
  • Impedância Elétrica
  • Insuficiênca Renal Crônica/complicações
  • Insuficiência Cardíaca/complicações
  • Lipocalinas
  • Marcadores Biológicos
  • Mortalidade
  • Saúde Pública
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16/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20210238 Visualizações 1
ABC
Editorial

Débito Cardíaco Contínuo Não Invasivo: Mito ou Realidade

João Manoel Rossi Neto

O débito cardíaco (DC) é um parâmetro importante da função do sistema cardiovascular. Alterações na função cardíaca são comumente encontradas como resposta ao treinamento físico e intervenções farmacológicas. Infelizmente os métodos para avaliar o DC são invasivos, levando a complicações bem conhecidas e considerados inconvenientes para a prática do dia a dia. Por este motivo, a procura por novos métodos não invasivos que possam detectar com precisão o DC tanto em repouso como no exercício ou como resposta a uma intervenção clínica tornou-se um desejo nos meios acadêmicos e não acadêmicos. O método ideal para medir o DC em repouso e durante o exercício deve ser não invasivo, seguro, reproduzível e barato.

O teste de exercício cardiopulmonar (TCP) é recomendado na avaliação da aptidão cardiorrespiratória e da tolerância ao exercício em atletas, população geral e pacientes. Resumidamente, o DC e volume sistólico podem ser estimados durante o TCP pelo VO2 medido. Em 2001, Williams et al., foram os primeiros a integrar o TCP com medidas não invasivas de DC usando respiração repetida (RR) de dióxido de carbono, mas a técnica foi rapidamente abandonada devido à sua dificuldade e imprecisão. Outro método não invasivo é a bioimpedância elétrica torácica (BET), descrita pela primeira vez em 1966 por Kubicek et al., que mede a resistência torácica como resultado de mudanças na velocidade do sangue durante o ciclo cardíaco e usa um algoritmo para calcular o DC.

[…]

  • Débito Cardíaco
  • Exercício Respiratório
  • Impedância Elétrica
  • Intervenções Farmacológicas
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02/09/2019 DOI: 10.5935/abc.20190163
Gráfico 1
IJCS
Review Article

Acurácia da Cardiografia por Impedância em Infarto Agudo do Miocárdio: Uma Revisão de Literatura

Lucelia dos Santos Silva et al. Fernanda Faria Reis Monyque Evelyn Santos Silva Dalmo Valerio Machado de Lima

Introdução

A monitorização hemodinâmica dos indivíduos acometidos por infarto agudo do miocárdio, para avaliação da progressão e prognóstico do quadro, vem sido estudada há anos.

O cateter de Swan-Ganz é uma medida invasiva de monitorização hemodinâmica, indicado para situações clínicas, tais como: insuficiência cardíaca aguda (ex.: infarto agudo do miocárdio, complicado com hipotensão progressiva ou choque cardiogênico); complicações mecânicas do infarto agudo do miocárdio; infarto do ventrículo direito; insuficiência cardíaca congestiva refratária; Hipertensão pulmonar.

[…]

  • cardiografia de impedância
  • Confiabilidade dos Dados
  • Hemodinâmica
  • Impedância Elétrica
  • Infarto do Miocárdio/fisiopatologia
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180008 Visualizações 1
Bioimpedância transtorácica comparada à ressonância magnética na avaliação do débito cardíaco
ABC
Artigo Original

Bioimpedância transtorácica comparada à ressonância magnética na avaliação do débito cardíaco

Humberto Villacorta Junior et al. Aline Sterque Villacorta Fernanda Amador Marcelo Hadlich … Denilson Campos de Albuquerque Clerio Francisco Azevedo

FUNDAMENTO: A ressonância magnética cardíaca é considerada o método padrão-ouro para o cálculo de volumes cardíacos. A bioimpedância transtorácica cardíaca avalia o débito cardíaco. Não há trabalhos que validem essa medida comparada à ressonância. OBJETIVO: Avaliar o desempenho da bioimpedância transtorácica cardíaca no cálculo do débito cardíaco, índice cardíaco e volume sistólico, utilizando a ressonância como padrão-ouro. MÉTODOS: Avaliados 31 pacientes, com média de idade de 56,7 ± 18 anos, sendo 18 (58%) do sexo masculino. Foram excluídos os pacientes cuja indicação para a ressonância magnética cardíaca incluía avaliação sob estresse farmacológico. A correlação entre os métodos foi avaliada pelo coeficiente de Pearson, e a dispersão das diferenças absolutas em relação à média foi demonstrada pelo método de Bland-Altman. A concordância entre os métodos foi realizada pelo coeficiente de correlação intraclasses. RESULTADOS: A média do débito cardíaco pela bioimpedância transtorácica cardíaca e pela ressonância foi, respectivamente, 5,16 ± 0,9 e 5,13 ± 0,9 L/min. Observou-se boa correlação entre os métodos para o débito cardíaco (r = 0,79; p = 0,0001), índice cardíaco (r = 0,74; p = 0,0001) e volume sistólico (r = 0,88; p = 0,0001). A avaliação pelo gráfico de Bland-Altman mostrou pequena dispersão das diferenças em relação à média, com baixa amplitude dos intervalos de concordância. Houve boa concordância entre os dois métodos quando avaliados pelo coeficiente de correlação intraclasses, com coeficientes para débito cardíaco, índice cardíaco e volume sistólico de 0,78, 0,73 e 0,88, respectivamente (p < 0,0001 para todas as comparações). CONCLUSÃO: A bioimpedância transtorácica cardíaca mostrou-se acurada no cálculo do débito cardíaco quando comparada à ressonância magnética cardíaca.

  • Débito Cardíaca
  • Débito Cardíaco
  • Espectroscopia de Ressonância Magnética
  • Impedância Elétrica
  • Insuficiência Cardíaca
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16/11/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000104 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Calazans RM, Sepulvida MBC, Quadrado EB, Miranda RD. Uso da Terapia Diurética em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Descompensada e Lesão Renal Aguda. O Que Fazer nesse Dilema?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(4):725-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Calazans, Rafael Marques; Sepulvida, Mariana Bellaguarda de Castro; Quadrado, Egli Belinazzi; Miranda, Roberto Dischinger. Uso da Terapia Diurética em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Descompensada e Lesão Renal Aguda. O Que Fazer nesse Dilema?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 4, p. 725-726, abr. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Calazans, R. M., Sepulvida, M. B. C., Quadrado, E. B., & Miranda, R. D. (2021). Uso da Terapia Diurética em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Descompensada e Lesão Renal Aguda. O Que Fazer nesse Dilema?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(4), 725-726.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Calazans, Rafael Marques and Sepulvida, Mariana Bellaguarda de Castro and Quadrado, Egli Belinazzi and Miranda, Roberto Dischinger. Uso da Terapia Diurética em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Descompensada e Lesão Renal Aguda. O Que Fazer nesse Dilema?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 725-726. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uso-da-terapia-diuretica-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-descompensada-e-lesao-renal-aguda-o-que-fazer-nesse-dilema/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Rossi Neto JM. Débito Cardíaco Contínuo Não Invasivo: Mito ou Realidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(2):240-1.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rossi Neto, João Manoel. Débito Cardíaco Contínuo Não Invasivo: Mito ou Realidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 2, p. 240-241, set. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rossi Neto, J. M. (2019). Débito Cardíaco Contínuo Não Invasivo: Mito ou Realidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(2), 240-241.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rossi Neto, João Manoel. Débito Cardíaco Contínuo Não Invasivo: Mito ou Realidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 240-241. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/debito-cardiaco-continuo-nao-invasivo-mito-ou-realidade/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Silva LS, Reis FF, Silva MES, Lima DVM. Acurácia da Cardiografia por Impedância em Infarto Agudo do Miocárdio: Uma Revisão de Literatura. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(3):282-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Lucelia dos Santos; Reis, Fernanda Faria; Silva, Monyque Evelyn Santos; Lima, Dalmo Valerio Machado de. Acurácia da Cardiografia por Impedância em Infarto Agudo do Miocárdio: Uma Revisão de Literatura. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 282-289, dez. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, L. S., Reis, F. F., Silva, M. E. S., & Lima, D. V. M. (2018). Acurácia da Cardiografia por Impedância em Infarto Agudo do Miocárdio: Uma Revisão de Literatura. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 282-289.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Lucelia dos Santos and Reis, Fernanda Faria and Silva, Monyque Evelyn Santos and Lima, Dalmo Valerio Machado de. Acurácia da Cardiografia por Impedância em Infarto Agudo do Miocárdio: Uma Revisão de Literatura. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 282-289. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/acuracia-da-cardiografia-por-impedancia-em-infarto-agudo-do-miocardio-uma-revisao-de-literatura/>. ISSN 2359-4802

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Villacorta Junior H, Villacorta AS, Amador F, Hadlich M, Albuquerque DC, Azevedo CF. Bioimpedância transtorácica comparada à ressonância magnética na avaliação do débito cardíaco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;99(6):1149-55.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Villacorta Junior, Humberto; Villacorta, Aline Sterque; Amador, Fernanda; Hadlich, Marcelo; Albuquerque, Denilson Campos de; Azevedo, Clerio Francisco. Bioimpedância transtorácica comparada à ressonância magnética na avaliação do débito cardíaco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 6, p. 1149-1155, nov. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Villacorta Junior, H., Villacorta, A. S., Amador, F., Hadlich, M., Albuquerque, D. C. , & Azevedo, C. F. (2012). Bioimpedância transtorácica comparada à ressonância magnética na avaliação do débito cardíaco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(6), 1149-1155.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Villacorta Junior, Humberto and Villacorta, Aline Sterque and Amador, Fernanda and Hadlich, Marcelo and Albuquerque, Denilson Campos de and Azevedo, Clerio Francisco. Bioimpedância transtorácica comparada à ressonância magnética na avaliação do débito cardíaco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 99, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1149-1155. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/bioimpedancia-transtoracica-comparada-a-ressonancia-magnetica-na-avaliacao-do-debito-cardiaco/>. ISSN 0066-782X

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