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  2. Palavra-chave: climatério
IJCS
Original Article

Síndrome Metabólica e Resistência Insulínica pelo Homa-IR no Climatério

Érika Joseth Nogueira da Cruz Fonseca et al. Tânia Pavão Oliveira Rocha Iara Antônia Lustosa Nogueira Jorgileia Braga de Melo … Bianca Lima e Silva Elenice Jardim Lopes Claudiana Batalha Serra Maria Vaneide Gomes Andrade Surama Maria Bandeira de Sousa José Albuquerque de Figueredo Neto

Resumo

Fundamento:

Síndrome metabólica é um importante fator de risco cardiovascular, e sua prevalência aumenta após a menopausa. Ainda é incerto, porém, se a menopausa é fator de risco independente para a síndrome metabólica. Uma das bases fisiopatológicas para síndrome metabólica é a resistência insulínica, que pode ser calculada pelo método Homeostatic Model Assessment-Insulin Resitance (HOMA-IR), sendo pouco conhecida a relação entre resistência insulínica e menopausa.

Objetivos:

Avaliar a relação entre síndrome metabólica e resistência insulínica em mulheres climatéricas.

Métodos:

Estudo descritivo, que avaliou 150 mulheres, com idades entre 40 e 65 anos, atendidas em um ambulatório de ginecologia em um hospital terciário público, entre maio e dezembro de 2013. A amostra foi dividida em dois grupos, sendo o Grupo I com pacientes na pré-menopausa e o II com pacientes na pós-menopausa. Foi avaliada a presença de síndrome metabólica, bem como de seus componentes, além da ocorrência de resistência insulínica nos dois grupos. A associação do estado menopausal e as variáveis estudadas foi realizada com os testes Mann-Whitney, qui quadrado e exato de Fisher. O nível de significância foi de 5%. A análise estatística foi feita por meio do STATA 12.0.

Resultados:

A síndrome metabólica foi mais prevalente nas mulheres pós-menopausa, bem como todos seus componentes tiveram maior frequência também nesse grupo. As mulheres pós-menopausa também apresentaram maior prevalência de resistência insulínica, mas não foi observada relação estatística entre os achados.

Conclusão:

O estado menopausal não se associou significativamente com síndrome metabólica e resistência insulínica. A resistência insulínica foi considerada fator de risco independente para o desenvolvimento de síndrome metabólica apenas no grupo pós-menopausa.

  • climatério
  • Doenças Cardiovasculares
  • Menopausa
  • Resistência à Insulina
  • Síndrome Metabólica
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180009 Visualizações 1
IJCS
Original Article

Fatores de Risco Cardiovasculares em Mulheres Climatéricas com Doença Arterial Coronariana

Jorgileia Braga de Melo et al. Roberta Cristina Almeida Campos Philippe Costa Carvalho Mariana Ferreira Meireles … Maria Valneide Gomes Andrade Tânia Pavão Oliveira Rocha Wilma Karlla dos Santos Farias Maria Jozelia Diniz Moraes Josete Costa dos Santos José Albuquerque de Figueiredo Neto

Resumo

Fundamentos:

O aumento da incidência de doenças cardiovasculares em mulheres ocorre durante o período do climatério, especialmente após a menopausa.

Objetivo:

O objetivo deste estudo foi identificar fatores de risco cardiovasculares entre as mulheres climatéricas com e sem doença arterial coronariana (DAC).

Métodos:

Trata-se de estudo transversal realizado no Serviço de Hemodinâmica do Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão, no período de março de 2012 a julho de 2013. Foram incluídas 31 mulheres climatéricas que compareceram ao setor para realização do cateterismo cardíaco, separadas em grupos após resultados do cateterismo, Grupo I (com DAC) e Grupo II (sem DAC). Análise estatística: as variáveis categóricas foram descritas por meio de frequências e porcentagem, as numéricas por meio de média ± desvio padrão ou mediana (Quartil.3 – Quartil.1); o teste Shapiro-Wilk para verificar a normalidade dos dados quantitativos, o teste Exato de Fisher para comparações de dados categóricos; para dados contínuos o Test-T para amostras não pareadas ou o Mann-Whitney; foi considerado estatisticamente significativo o valor de p < 0,05.

Resultados:

Avaliaram-se grupos com DAC (n = 13) e sem DAC (n = 18), os resultados apontaram média de idade entre os grupos de 57,92 ± 5,15 e 51,72 ± 4,63 anos, respectivamente; dentre os fatores de risco cardiovasculares, os mais prevalentes entre as mulheres com DAC foram: a menopausa (84,62%), a hipertensão arterial sistêmica (HAS) (69,23%) e o sedentarismo (69,23).

Conclusão:

Concluiu-se que, além da menopausa propriamente dita, a HAS e o sedentarismo foram os fatores de risco cardiovasculares mais prevalentes entre as mulheres com DAC. (Int J Cardiovasc Sci. 2017; [online].ahead print, PP.0-0)

  • climatério
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Doenças Cardiovasculares
  • Estilo de Vida Sedentário
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • Mulheres
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23/10/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170056 Visualizações 1
ABC
Ponto de Vista

Prevenção de doenças cardiovasculares em mulheres climatéricas e a influência da terapia de reposição hormonal: uma diretriz baseada em evidências

Otavio C. E. Gebara et al. Cesar Fernandes Marcelo C. Bertolami

PONTO DE VISTA

Prevenção de doenças cardiovasculares em mulheres climatéricas e a influência da terapia de reposição hormonal: uma diretriz baseada em evidências

[…]

  • climatério
  • diretriz
  • Doenças Cardiovasculares
  • Medicina baseada em evidências
  • terapia de reposição hormonal
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11/01/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2009001100026 Visualizações 1
Avaliação da variabilidade da freqüência cardíaca em mulheres climatéricas treinadas e sedentárias
ABC
Artigo Original

Avaliação da variabilidade da freqüência cardíaca em mulheres climatéricas treinadas e sedentárias

Mário Augusto Paschoal et al. Emily Assis Polessi Fernanda Cardoso Simioni

FUNDAMENTO: Alterações da função autonômica cardíaca são freqüentes no climatério e diferentes métodos têm sido empregados para conhecê-las e minimizá-las. OBJETIVO: Estudar a interferência da atividade física dinâmica aeróbica de baixa intensidade sobre a variabilidade da freqüência cardíaca (VFC) de mulheres climatéricas. MÉTODOS: Estudo transversal que analisou a VFC de 15 mulheres climatéricas com média de idade de 56,8 ± 4,9 anos, que já se encontravam em treinamento físico (caminhada de uma hora diária, três vezes por semana) há pelo menos dois anos (grupo ativo), e de 15 mulheres climatéricas (56,5 ± 3,7 anos) sedentárias (grupo sedentário). Todas as voluntárias não faziam uso de reposição hormonal. Os dados da VFC foram comparados entre os grupos por meio do teste U de Mann-Whitney. RESULTADOS: Houve diferenças significativas tanto no domínio da freqüência como no domínio do tempo das seguintes variáveis da VFC, em medianas, para os grupos ativo e sedentário, respectivamente: potência total (22.626,50 ms² e 4.432,10 ms²), componente baixa freqüência (741,20 ms² e 131,70 ms²), componente alta freqüência (668,90 ms² e 131,70 ms²), desvios padrão dos intervalos RR (51,60 ms e 22,50 ms), raiz quadrada da soma dos quadrados das diferenças entre os intervalos RR (35,30 ms e 15,90 ms) e porcentagem de intervalos RR adjacentes maiores que 50 ms (6,6% e 0,2%). CONCLUSÃO: O estudo sugere que o treinamento aeróbio pode ter propiciado significativa melhoria da função autonômica cardíaca das mulheres climatéricas do grupo ativo, podendo ser uma opção útil para preservar essa condição funcional sem necessidade de terapias de reposição hormonal.

  • climatério
  • Frequência Cardíaca
  • Mulheres
  • Sistema Nervoso Autônomo
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28/04/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000200002 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Fonseca JNC, Rocha TPO, Nogueira IAL, Melo JB, Silva BL, Lopes EJ, Serra CB, et al. Síndrome Metabólica e Resistência Insulínica pelo Homa-IR no Climatério. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(3):201-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fonseca, Érika Joseth Nogueira da Cruz; Rocha, Tânia Pavão Oliveira; Nogueira, Iara Antônia Lustosa; Melo, Jorgileia Braga de; Silva, Bianca Lima e; Lopes, Elenice Jardim; Serra, Claudiana Batalha; Andrade, Maria Vaneide Gomes; Sousa, Surama Maria Bandeira de; Figueredo Neto, José Albuquerque de. Síndrome Metabólica e Resistência Insulínica pelo Homa-IR no Climatério. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 201-208, dez. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fonseca, J. N. C., Rocha, T. P. O., Nogueira, I. A. L., Melo, J. B. , Silva, B. L. , Lopes, E. J., Serra, C. B., Andrade, M. V. G., Sousa, S. M. B. , & Figueredo Neto, J. A. (2018). Síndrome Metabólica e Resistência Insulínica pelo Homa-IR no Climatério. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 201-208.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fonseca, Érika Joseth Nogueira da Cruz and Rocha, Tânia Pavão Oliveira and Nogueira, Iara Antônia Lustosa and Melo, Jorgileia Braga de and Silva, Bianca Lima e and Lopes, Elenice Jardim and Serra, Claudiana Batalha and Andrade, Maria Vaneide Gomes and Sousa, Surama Maria Bandeira de and Figueredo Neto, José Albuquerque de. Síndrome Metabólica e Resistência Insulínica pelo Homa-IR no Climatério. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 201-208. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sindrome-metabolica-e-resistencia-insulinica-pelo-homa-ir-no-climaterio/>. ISSN 2359-4802

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Melo JB, Campos RCA, Carvalho PC, Meireles MF, Andrade MVG, Rocha TPO, Farias WKS, et al. Fatores de Risco Cardiovasculares em Mulheres Climatéricas com Doença Arterial Coronariana. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;31(1):04-11.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Melo, Jorgileia Braga de; Campos, Roberta Cristina Almeida; Carvalho, Philippe Costa; Meireles, Mariana Ferreira; Andrade, Maria Valneide Gomes; Rocha, Tânia Pavão Oliveira; Farias, Wilma Karlla dos Santos; Moraes, Maria Jozelia Diniz; Santos, Josete Costa dos; Figueiredo Neto, José Albuquerque de. Fatores de Risco Cardiovasculares em Mulheres Climatéricas com Doença Arterial Coronariana. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 1, p. 04-11, out. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Melo, J. B. , Campos, R. C. A., Carvalho, P. C., Meireles, M. F., Andrade, M. V. G., Rocha, T. P. O., Farias, W. K. S., Moraes, M. J. D., Santos, J. C. , & Figueiredo Neto, J. A. (2017). Fatores de Risco Cardiovasculares em Mulheres Climatéricas com Doença Arterial Coronariana. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(1), 04-11.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Melo, Jorgileia Braga de and Campos, Roberta Cristina Almeida and Carvalho, Philippe Costa and Meireles, Mariana Ferreira and Andrade, Maria Valneide Gomes and Rocha, Tânia Pavão Oliveira and Farias, Wilma Karlla dos Santos and Moraes, Maria Jozelia Diniz and Santos, Josete Costa dos and Figueiredo Neto, José Albuquerque de. Fatores de Risco Cardiovasculares em Mulheres Climatéricas com Doença Arterial Coronariana. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 31, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 04-11. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fatores-de-risco-cardiovasculares-em-mulheres-climatericas-com-doenca-arterial-coronariana/>. ISSN 2359-4802

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Gebara OCE, Fernandes C, Bertolami MC. Prevenção de doenças cardiovasculares em mulheres climatéricas e a influência da terapia de reposição hormonal: uma diretriz baseada em evidências. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;93(5):e86-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gebara, Otavio C. E.; Fernandes, Cesar; Bertolami, Marcelo C.. Prevenção de doenças cardiovasculares em mulheres climatéricas e a influência da terapia de reposição hormonal: uma diretriz baseada em evidências. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 5, p. e86-e88, jan. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gebara, O. C. E., Fernandes, C., & Bertolami, M. C. (2010). Prevenção de doenças cardiovasculares em mulheres climatéricas e a influência da terapia de reposição hormonal: uma diretriz baseada em evidências. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(5), e86-e88.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gebara, Otavio C. E. and Fernandes, Cesar and Bertolami, Marcelo C.. Prevenção de doenças cardiovasculares em mulheres climatéricas e a influência da terapia de reposição hormonal: uma diretriz baseada em evidências. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 93, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. e86-e88. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevencao-de-doencas-cardiovasculares-em-mulheres-climatericas-e-a-influencia-da-terapia-de-reposicao-hormonal-uma-diretriz-baseada-em-evidencias/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Paschoal MA, Polessi EA, Simioni FC. Avaliação da variabilidade da freqüência cardíaca em mulheres climatéricas treinadas e sedentárias. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(2):80-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Paschoal, Mário Augusto; Polessi, Emily Assis; Simioni, Fernanda Cardoso. Avaliação da variabilidade da freqüência cardíaca em mulheres climatéricas treinadas e sedentárias. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 2, p. 80-86, abr. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Paschoal, M. A., Polessi, E. A., & Simioni, F. C. (2008). Avaliação da variabilidade da freqüência cardíaca em mulheres climatéricas treinadas e sedentárias. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(2), 80-86.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Paschoal, Mário Augusto and Polessi, Emily Assis and Simioni, Fernanda Cardoso. Avaliação da variabilidade da freqüência cardíaca em mulheres climatéricas treinadas e sedentárias. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 80-86. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-da-variabilidade-da-frequencia-cardiaca-em-mulheres-climatericas-treinadas-e-sedentarias/>. ISSN 0066-782X

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