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  2. Palavra-chave: índice de massa corporal
ABC
Editorial

Além da Remissão: O Impacto Cardiometabólico da Vasculite Associada a ANCA

Manuela Fiuza

A intersecção entre inflamação sistêmica e doença cardiometabólica emergiu como um paradigma definidor na medicina contemporânea. As vasculites associadas a anticorpos anticitoplasma de neutrófilos (ANCA) (VAA) — incluindo granulomatose com poliangeíte (GPA), poliangeíte microscópica (PAM) e granulomatose eosinofílica com poliangeíte (GEPA) — representam um modelo particularmente convincente, no qual a lesão vascular imunomediada coexiste com uma carga metabólica substancial e frequentemente subdiagnosticada. Nesta edição, Bezerra et al. fornecem dados importantes sobre a prevalência e os preditores da síndrome metabólica (SM) nessa população.

Utilizando os critérios do NCEP ATP III, os autores relatam uma prevalência de SM de 43,5% em uma coorte de 62 pacientes consecutivos com VAA acompanhados em um centro terciário de referência brasileiro, em comparação com apenas 13,2% em controles pareados por idade e sexo (p=0,001). Na análise multivariada restrita a pacientes com VAA, o sexo masculino (OR=11,43; IC 95%=2,81–46,52) e o índice de massa corporal mais elevado (OR=1,13; IC 95%=1,02–1,25) emergiram como preditores independentes de SM. Esses achados estão em consonância com relatos anteriores em populações com VAA, onde a prevalência de SM variou de 43% a 51%,– refletindo padrões observados em um amplo espectro de doenças reumáticas autoimunes sistêmicas, incluindo lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatoide e esclerose sistêmica.,

[…]

  • doenças reumáticas
  • índice de massa corporal
  • Síndrome Metabólica
  • vasculite
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20/07/2026 DOI: 10.36660/abc.20260373 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Carta Científica

O Risco de Doença Cardiovascular Segundo o Escore Não Laboratorial da OMS em uma População Brasileira Selecionada: Percentis da Distribuição e Concordância com o Escore Laboratorial

Fernando Yue Cesena et al. Giuliano Generoso Itamar de S. Santos Alexandre C. Pereira … Marcio S. Bittencourt Raul D. Santos Paulo A. Lotufo Isabela M. Benseñor

Introdução

Em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou gráficos revisados para estimar o risco de doenças cardiovasculares (DCV) em 10 anos. Foram propostos dois modelos: um baseado em exames laboratoriais incluindo colesterol total plasmático e presença ou ausência de diabetes mellitus como preditores, e outro baseado no índice de massa corporal (IMC). Em locais onde recursos são escassos e em situações de consultório em que os níveis de colesterol e informações sobre diabetes não estão disponíveis, o escore baseado no IMC pode ser usado.

Em um estudo anterior, determinamos percentis da distribuição do risco de DCV da OMS laboratorial, de acordo com sexo e idade, na linha de base da população do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil). Esses percentis foram associados ao risco calculado de DCV aterosclerótica até 75 anos, independentemente do risco estimado em 10 anos. A expressão do percentil de risco tem sido proposta para aumentar a conscientização do risco e melhorar a adesão às medidas preventivas.–

[…]

  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de Risco de Doenças Cardíacas
  • índice de massa corporal
  • Medição de Risco
  • Organização Mundial da Saúde
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26/08/2024 DOI: 10.36660/abc.20240002
Figura 1
ABC
Artigo Original

Significado Clínico do Domínio da Peptidase M20 Contendo 1 em Pacientes com Aterosclerose Carotídea

Xincheng Huang et al. Peiyuan He Linling Wu

Resumo

Fundamento

A aterosclerose é a principal causa da maioria das doenças cardiovasculares, e novos biomarcadores para essa condição são sempre necessários. O domínio da peptidase M20 contendo 1 (PM20D1) está associado ao metabolismo lipídico e à obesidade. No entanto, nenhum estudo se concentra no papel do PM20D1 na aterosclerose carotídea.

Objetivo

O objetivo deste estudo foi investigar o papel do PM20D1 em pacientes com aterosclerose carotídea.

Métodos

Estudo observacional prospectivo conduzido com um total de 231 pacientes com aterosclerose carotídea que estiveram em nosso departamento entre julho de 2018 e dezembro de 2019. Amostras de sangue e dados médicas foram obtidos de outros 231 indivíduos saudáveis com o mesmo índice de massa corporal (IMC) dos pacientes com aterosclerose carotídea. O PM20D1 sérico foi determinado por ensaio imunossorvente ligado a enzima (ELISA). As características clínicas e demográficas de todos os pacientes foram listadas, incluindo idade, sexo biológico, IMC e histórico médico. Os níveis de proteína C reativa (PCR), fator de necrose tumoral, homocisteína, colesterol total, triglicerídeos, leptina-colesterol de alta densidade e leptina-colesterol de baixa densidade foram registrados. Realizou-se análise estatística no software SPSS, com p<0,05 considerado estatisticamente significante.

Resultados

Os níveis séricos de PM20D1 foram marcadamente mais baixos em pacientes com aterosclerose carotídea comparados aos controles saudáveis, sendo significativamente mais baixos em pacientes com aterosclerose carotídea grave e pacientes com aterosclerose carotídea/acidente vascular cerebral. Pacientes com placas instáveis apresentaram PM20D1 marcadamente menor quando comparados a pacientes com placas estáveis. Nenhuma diferença significativa foi encontrada entre pacientes com aterosclerose carotídea com diferentes IMC. Pacientes com níveis mais elevados de PM20D1 apresentaram expressão significativamente menor de PCR, fator de necrose tumoral, homocisteína, triglicerídeos, colesterol total e colesterol de baixa densidade. PM20D1 correlacionou-se negativamente com PCR, fator de necrose tumoral, homocisteína, colesterol total e leptina de baixa densidade em pacientes com aterosclerose carotídea, podendo ser usado como biomarcador para pacientes com aterosclerose carotídea grave ou com aterosclerose carotídea e acidente vascular cerebral. Sexo biológico, fator de necrose tumoral, homocisteína e PM20D1 foram considerados fatores de risco para aterosclerose carotídea.

Conclusão

O PM20D1 estava diminuído em pacientes com aterosclerose carotídea e foi associado com gravidade, estabilidade da placa, níveis de PCR, fator de necrose tumoral, homocisteína, triglicerídeos, colesterol total e colesterol de baixa densidade em pacientes com aterosclerose carotídea.

  • Doenças das Artérias Carótidas
  • índice de massa corporal
  • Lipídeos
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09/05/2022 DOI: 10.36660/abc.20210799 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Revisão

Relações entre a Redução de Estrogênio, Obesidade e Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada

Allan Kardec Nogueira de Alencar et al. Hao Wang Gláucia Maria Moraes de Oliveira Xuming Sun … Gisele Zapata-Sudo Leanne Groban

Resumo

A prevalência de obesidade e insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP) aumenta significativamente em mulheres na pós-menopausa. Embora a obesidade seja um fator de risco para disfunção diastólica do ventrículo esquerdo (DDFVE), o mecanismo que liga a interrupção da produção de hormônios ovarianos, especialmente o estrogênio, ao desenvolvimento da obesidade, DDFVE, e ICFEP em mulheres em processo de envelhecimento não é claro. Estudos clínicos e epidemiológicos demonstram que mulheres na pós-menopausa com obesidade abdominal (definida pela circunferência de cintura) têm risco maior de desenvolver a ICFEP do que homens ou mulheres sem obesidade abdominal. Este estudo analisa dados clínicos que corroboram a existência de uma ligação de mecanismo entre a perda de estrogênio mais obesidade e o remodelamento ventricular esquerdo com ICFEP. Ele também discute os possíveis mecanismos celulares e moleculares para a proteção mediada por estrogênio contra tipos de células, depósitos de tecidos, função e metabolismo de adipócitos negativos que podem contribuir para a DDFVE e a ICFEP.

  • Adiposidade
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Estrogênio
  • índice de massa corporal
  • Insuficiência Cardíaca
  • Obesidade
  • Sobrepeso
  • Volume Sistólico, Menopausa
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08/10/2021 DOI: 10.36660/abc.20200855 Visualizações 1
ABC
Editorial

Idade Cronológica ou Idade Biológica, Principalmente uma Questão de Estilo de Vida

Paulo César B. Veiga Jardim et al. Thiago de Souza Veiga Jardim

Apesar das grandes disparidades socioeconômicas globais, a população mundial tem crescido de maneira exponencial e a vida média segue aumentando de maneira significativa.–

Se, no início do século 19, a expectativa de vida na Europa estava em torno dos 35 anos, na atualidade, apenas o continente africano tem populações com expectativa de vida média menor que 60 anos.–

[…]

  • Envelhecimento Saudável
  • Espiritualidade
  • Estilo de Vida
  • estresse
  • Genética
  • Idoso
  • índice de massa corporal
  • Obesidade
  • Rigidez Arterial
  • Sedentarismo
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20/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20210732 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Desempenho Individual e Combinado de Indicadores de Obesidade Geral e Central para Estimar Risco Coronariano em Participantes do ELSA-Brasil

Rogério Tosta de Almeida et al. Sheila Maria Alvim Matos Estela M. L. Aquino

Resumo

Fundamento:

Indicadores antropométricos são utilizados na prática clínica e em estudos epidemiológicos para rastreamento de fatores de risco à saúde.

Objetivo:

Avaliar o poder discriminatório individual do Índice de Adiposidade Corporal (IAC), do Índice de Massa Corporal (IMC), da Circunferência da Cintura (CC) e da Razão Cintura-Quadril (RCQ) para identificar risco coronariano e investigar se a combinação de indicadores antropométricos de obesidade geral e central melhora a capacidade preditiva em adultos.

Métodos:

Avaliou-se 15 092 participantes (54,4% mulheres) com idades entre 35-74 anos na linha de base do ELSA-Brasil. Indivíduos em risco coronariano foram identificados pelo Escore de Risco de Framingham, e divididos em risco muito alto (RMA20%) e risco alto (RA10%). Medidas de acurácia diagnóstica e áreas sob curvas ROC (AUC) foram analisadas. Associações foram testadas por regressão de poisson com variância robusta, conforme sexo e idade. Foi adotada significância estatística de 5%.

Resultados:

A RCQ apresentou melhor poder discriminatório para RMA20% em todos os grupos, com maior capacidade preditiva nas mulheres (AUC: 0,802; IC95%: 0,748-0,856 vs 0,657; IC95%: 0,630-0,683 nas faixas etárias 35-59 anos e AUC: 0,668; IC95%: 0,621-0,715 vs 0,611; IC95%: 0,587-0,635 nas faixas etárias 60-74 anos). As combinações IAC+RCQ e IMC+RCQ apresentaram melhor poder preditivo em homens e mulheres, respectivamente. Combinações entre indicadores de obesidade geral e central estiveram mais fortemente associadas com RMA20% e RCA10% em todos os estratos.

Conclusões:

Indicadores combinados tiveram melhor capacidade preditiva do que um indicador isoladamente, sendo IAC+RCQ e IMC+RCQ melhores estimadores de risco coronariano em homens e mulheres, respectivamente. RCQ teve melhor desempenho individual.

  • Adiposidade
  • Antropometria
  • Circunferência da Cintura
  • Doenças Cardiovasculare
  • Epidemiologia
  • Fatores de risco
  • índice de massa corporal
  • Obesidade
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30/07/2021 DOI: 10.36660/abc.20200360 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

O Efeito Direto do Índice de Massa Corporal nos Resultados Cardiovasculares entre Participantes sem Obesidade Central pela Estimativa por Máxima Verossimilhança Direcionada

Hossein Mozafar Saadati et al. Siamak Sabour Mohammad Ali Mansournia Yadollah Mehrabi Seyed Saeed Hashemi Nazari

Resumo

Fundamento:

O índice de massa corporal (IMC) é o índice mais usado para categorizar uma pessoa como obesa ou não-obesa, e está sujeito a limitações importantes.

Objetivo:

Avaliar o efeito direto do IMC nos desfechos cardiovasculares em participantes sem obesidade central.

Métodos:

Esta análise incluiu 14.983 homens e mulheres com idades entre 45-75 anos do Estudo de Risco de Aterosclerose em Comunidades (ARIC). O IMC foi medido como obesidade geral e a circunferência da cintura (CC), a relação cintura-quadril (RCQ) e circunferência do quadril como obesidade central. A estimativa de máxima verossimilhança direcionada (TMLE, no acrônimo em inglês) foi usada para estimar os efeitos totais (TEs) e os efeitos diretos controlados (CDEs). A proporção de ET que seria eliminada se todos os participantes fossem não obesos em relação à obesidade central foi calculada usando o índice de proporção eliminada (PE). P<0,05 foi considerado estatisticamente significativo. As análises foram realizadas no pacote TMLE R.

Resultados:

O risco de desfechos cardiovasculares atribuídos ao IMC foi significativamente revertido com a eliminação da obesidade na RCQ (p <0,001). A proporção eliminada dos efeitos do IMC foi mais tangível para participantes não obesos em relação à CC (PE = 127%; IC95% (126,128)) e RCQ (PE = 97%; IC95% (96,98)) para doença arterial coronariana (DAC), e RCQ (PE = 92%; IC95% (91,94)) para acidente vascular cerebral, respectivamente. Com relação ao sexo, a proporção eliminada dos efeitos do IMC foi mais tangível para participantes não obesos em relação a RCQ (PE = 428%; IC95% (408.439)) para DAC em homens e CC (PE = 99%; IC95% (89,111)) para acidente vascular cerebral em mulheres, respectivamente.

Conclusão:

Esses resultados indicam diferentes efeitos potenciais da eliminação da obesidade central na associação entre IMC e desfechos cardiovasculares em homens e mulheres. (Arq Bras Cardiol. 2021; 116(5):879-886)

  • Aterosclerose
  • Circunferência abdominal
  • Circunferência da Cintura
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • índice de massa corporal
  • Obesidade
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17/05/2021 DOI: 10.36660/abc.20200231 Visualizações 2
ABC
Editorial

Obesidade, Gordura Corporal e Desfecho Cardiovascular: Além do Índice de Massa Corporal

Desiderio Favarato

A pandemia de obesidade tem estado associada ao aumento de doenças cardiovasculares (DCV). O diagnóstico de DCV é feito com antecedência de dez anos em pessoas obesas.

Embora o índice de massa corporal (IMC) tenha sido amplamente utilizado como o principal índice de obesidade, não é um preditor preciso de doenças cardiovasculares.

[…]

  • Circunferência abdominal
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • índice de massa corporal
  • Obesidade
  • Tecido Adiposo
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17/05/2021 DOI: 10.36660/abc.20210074
ABC
Editorial

O Paradoxo da Obesidade na Insuficiência Cardíaca Depende da Aptidão Cardiorrespiratória?

Jari A. Laukkanen et al. Setor K. Kunutsor

A insuficiência cardíaca (IC) é uma ameaça global à saúde pública, associada ao aumento de hospitalizações, morbidade, mortalidade e altos custos econômicos. Entretanto, a IC, a qual tem a doença cardíaca isquêmica como doença subjacente comum, é uma condição pelo menos parcialmente evitável. A aptidão cardiorrespiratória (ACR) é um índice dos níveis habituais de atividade física e é considerado o padrão ouro para a capacidade de exercício aeróbico. A aptidão cardiorrespiratória, um componente importante da aptidão física e medida diretamente pelo consumo de oxigênio de pico (VO2 pico) e a inclinação da eficiência ventilatória (inclinação VE/VCO2), foi identificada como um dos preditores mais importantes dos desfechos de saúde e sobrevivência. Relatamos anteriormente que o VO2 pico, quando diretamente avaliado, está forte, independente e inversamente relacionado a um risco reduzido de condições cardiometabólicas, como IC,, fibrilação atrial,, fibrilação ventricular diabetes, bem como mortalidade por doenças cardiovasculares (DCV)., Nosso recente estudo de base populacional baseado no UK Biobank sugere que a ACR é um forte indicador de risco para mortalidade e a adição da ACR ao escore dos fatores de risco convencional melhorou a discriminação geral do risco de mortalidade e, mais importante, o valor preditivo da ACR variou através dos níveis de alguns fatores de risco relevantes, incluindo idade, sexo e tabagismo. Este fato é um indicador de que a ACR é uma ferramenta potencialmente valiosa de avaliação de risco na clínica prática.

Sabe-se que a obesidade, medida pelo índice de massa corporal (IMC), está relacionada ao desenvolvimento de desfechos cardiovasculares. No entanto, o efeito combinado da obesidade e da ACR no risco de IC futura ainda requer estudos adicionais. É de relevância clínica entender se a ACR atenua a associação da obesidade com o risco posterior de IC devido a outras DCV subjacentes. A maioria dos estudos anteriores sobre IMC mais alto, outros parâmetros de obesidade e risco de IC não levou em consideração as diferenças nos níveis de ACR. Embora o IMC alto seja um fator de risco para IC, há achados de uma relação não-linear entre os resultados de IMC e DCV em pacientes com IC, o que indica uma relação incomum. Em pacientes com IC estabelecida, evidências acumuladas sugerem que indivíduos com sobrepeso e obesidade (IMC mais alto) apresentaram melhor sobrevida em comparação com aqueles com IMC normal, um conceito conhecido que foi chamado de “paradoxo da obesidade” ou “epidemiologia reversa”. Alguns mecanismos têm sido propostos para explicar o paradoxo da obesidade da IC, que inclui a terapia da IC ser mais eficaz em pacientes obesos. Foi relatado que a ACR também pode desempenhar um papel, mitigando ou negando o “paradoxo da obesidade”.,

[…]

  • Aptidão Cardiorrespiratória
  • Exercício
  • Hospitalização
  • índice de massa corporal
  • Insuficiência Cardíaca
  • morbidade e mortalidade
  • Obesidade
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23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20200522 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

O Impacto da Aptidão Cardiorrespiratória no Paradoxo da Obesidade em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida

Rita Ilhão Moreira et al. Tiago Pereira Silva António Valentim Gonçalves Joana Feliciano … Pedro Rio Rui Soares Rui Cruz Ferreira

Resumo

Fundamento:

Índice de massa corporal (IMC) elevado tem sido associado a desfechos melhores em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida. Este achado tem levado ao conceito do paradoxo da obesidade.

Objetivo:

Investigar o impacto de tolerância ao exercício e capacidade cardiorrespiratória no paradoxo da obesidade.

Método:

Pacientes ambulatoriais com insuficiência cardíaca sintomática e fração de ejeção ventricular esquerda (FEVE) ≤ 40%, acompanhados no nosso centro, foram prospectivamente submetidos à avaliação abrangente de linha de base incluindo parâmetros clínicos, laboratoriais, eletrocardiográficos, ecocardiográficos e de exercício cardiopulmonar. A população do estudo foi dividida de acordo com o IMC (< 25, 25 – 29,9 e ≥ 30 kg/m2). Todos os pacientes foram acompanhados durante 60 meses. O desfecho composto foi definido como morte cardíaca, transplante cardíaco urgente ou necessidade de suporte circulatório mecânico. Valores de p < 0,05 foram considerados significativos.

Resultados:

Dos 282 pacientes incluídos (75% masculino, 54 ± 12 anos, IMC 27 ± 4 kg/m2, FEVE 27% ± 7%), o desfecho composto ocorreu em 24,4% durante o acompanhamento. Os pacientes com IMC elevado eram mais velhos e apresentavam FEVE e níveis séricos de sódio mais elevados, bem como menor inclinação de eficiência ventilatória (VE/VCO2). VE/VCO2 e consumo de oxigênio de pico (VO2p) eram fortes preditores prognósticos (p < 0,001). Na análise univariada de regressão de Cox, o IMC elevado foi associado a desfechos melhores (razão de risco 0,940, intervalo de confiança 0,886 – 0,998, p 0,042). Porém, após ajustar para ou inclinação VE/VCO2 ou VO2p, o papel protetor do IMC sumiu. O benefício de sobrevida do IMC não foi evidente quando os pacientes foram agrupados de acordo com a classe de aptidão cardiorrespiratória (VE/VCO2, valor de corte de 35, e VO2p, valor de corte de 14 mL/kg/min).

Conclusão:

Estes resultados sugerem que a aptidão cardiorrespiratória supera a relação entre o IMC e a sobrevida em pacientes com insuficiência cardíaca.

  • Aptidão Cardiorrespiratória
  • Exercícios Respiratórios
  • Fração de Ejeção Ventricular
  • índice de massa corporal
  • Insuficiência Cardíaca
  • Obesidade
  • Testes de Função Respiratória
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23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20190337 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Medidas Hipertensivas em Escolares: Risco da Obesidade Central e Efeito Protetor da Atividade Física Moderada-Vigorosa

Tatiana Affornali Tozo et al. Beatriz Oliveira Pereira Francisco José de Menezes Junior Cristianne Morgado Montenegro … Carla Marisa Maia Moreira Neiva Leite

Resumo

Fundamento

Aumento da prevalência de hipertensão arterial (HA) em crianças e adolescentes e sua associação com diversas comorbidades.

Objetivo

Verificar a associação de HA, obesidade central e obesidade geral, e nível de atividade física em escolares.

Métodos

Participaram do estudo 336 crianças e adolescentes, de 11 a 17 anos de idade. Aferiram-se estatura, peso corporal, circunferência da cintura (CC) e pressão arterial (PA). Foi calculado o índice de massa corporal escore z (IMC-z). O nível de atividade física foi avaliado pela versão curta do International Physical Activity Questionnaire (IPAQ), conforme a prática em atividades físicas moderadas-vigorosas (AF-mv). Consideraram-se hipertensos os escolares que apresentaram pressão arterial sistólica (PAS) e/ou diastólica (PAD) superiores ao percentil 95, de acordo com sexo, faixa etária e estatura, ou ≥120×80mmHg. Utilizaram-se os testes estatísticos de t-Student , Qui-quadrado, Mann-Whitney e modelo de regressão logistica binária, considerando-se o nível de significância de p<0,05.

Resultados

Foram observados que 40,5% dos escolares apresentaram HA, 35,11% excesso de peso (12,5% obesos), 13,39% CC elevada e 40,2% foram considerados insuficientemente ativos em AF-mv. As chances de HA foram relacionadas à CC elevada (OR=6,11; IC95%:2,59 a 14,42) e ao excesso de peso (OR=2,91; IC95%:1,76 a 4,79). Além disso, os adolescentes que praticavam AF-mv apresentaram menor risco de PAD elevada (OR=0,33; IC95%:0,15 a 0,72).

Conclusão

Concluiu-se que a obesidade central, a obesidade geral e o sexo masculino foram os melhores preditores de HA em crianças e adolescentes. A prática de AF-mv demonstrou efeito protetor na PAD elevada em escolares. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(1):42-49)

  • Adolescente
  • Atividade Física
  • Circunferência da Cintura
  • Criança
  • Escolares
  • Hipertensão
  • índice de massa corporal
  • Pressão Arterial
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07/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20180391 Visualizações 1
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Artigo Original

Determinantes da Desproporção de Prótese Aórtica em Hospital de Atendimento de Saúde Pública Brasileiro: Pacientes Grandes ou Próteses Pequenas?

Maria Estefania Otto et al. Fernando Antibas Atik Marcelo do Nascimento Moreira Luiz Carlos Madruga Ribeiro … Bianca Corrêa Rocha de Mello Joyce Gomes Elias Lima Maiara Sanchez Ribeiro Ana Carolina Pereira Matos Domingues Reyna Pinheiro Calzada Armindo Jreige Jr. Larissa Lucas Schloicka Philippe Pibarot

Resumo

Fundamento:

A desproporção entre o tamanho da prótese aórtica-paciente (DPP) está associada a maior mortalidade.

Objetivo:

Determinar a frequência e avaliar variáveis ​​pré-operatórias associadas à DPP acentuada no cenário da saúde pública em hospital terciário.

Métodos:

316 pacientes submetidos à troca valvar aórtica (TVA), com ecocardiograma realizado nos primeiros 30 dias após cirurgia, foram analisados retrospectivamente. A área de orifício efetivo indexado (AOEi) da prótese foi utilizada para classificar os pacientes em três grupos de acordo com a DPP, considerando o índice de massa corporal (IMC): DPP acentuada (AOEi) < 0,65 cm2/m2, DPP discreta a moderada (AOEi, 0,65 cm2/m2 – 0,85 cm2/m2) e sem DPP (iEOA > 0,85 cm2/m2) para IMC < 30 kg/m2 e DPP acentuada (AOEi) < 0,55 cm2/m2), discreta a moderada (AOEi, 0,55 cm2/m2 – 0,70 cm2/m2) e sem DPP (AOEi > 0,7 cm2/m2) para IMC > 30 kg/m2. Significância estatística foi considerada com p < 0,05.

Resultados:

A AOEi foi obtida em 176 pacientes. A frequência de DPP acentuada foi de 33,4% e moderada de 36,2%. Pacientes com DPP acentuada foram mais jovens e com maior IMC, mas menor diâmetro da via de saída do ventrículo esquerdo (DVSVE). As variáveis independentes que podem predizer DPP acentuada são: gênero masculino, IMC > 25 kg/m2, idade < 60 anos, DVSVE < 21 mm e etiologia reumática com área sob a curva ROC de 0,82.

Conclusão:

A frequência de DPP acentuada é alta em uma população brasileira submetida à TVA no Sistema Público de Saúde. Os principais determinantes de DPP acentuada são: valvopatia reumática, gênero masculino, IMC alto, idade < 60 anos e menor DVSVE.

  • Cuidados Pós Operatórios
  • cuidados pré-operatórios
  • Ecocardiografia/ métodos
  • índice de massa corporal
  • Percepção de Tamanho
  • Próteses Valvulares Cardíacas/cirurgia
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28/10/2019 DOI: 10.5935/abc.20190231
IJCS
Original Article

Insuficiência Cardíaca: Relação entre Parâmetros Antropométricos, Composição Corporal e Integridade Celular

Tathiana Carestiato Faria et al. Denise Tavares Giannini Patrícia Vasconcelos Fontana Gasparini Ricardo Mourilhe Rocha

Resumo

Fundamentos:

O conhecimento do ângulo de fase e seu uso como determinante prognóstico em pacientes com insuficiência cardíaca ainda é escasso.

Objetivo:

Avaliar a relação entre indicadores antropométricos, função cardíaca e integridade celular em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida.

Métodos:

Trata-se de um estudo transversal que avaliou pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida por meio da antropometria e da bioimpedância elétrica. Foram empregados os testes do Qui-quadrado e teste t de student para analisar as diferenças e a correlação linear de Pearson para avaliar associação, adotando p < 0,05 para indicar significância estatística.

Resultados:

Foram avaliados 41 indivíduos, com idade entre 30-74 anos, sendo 34 homens (82,9%). O ângulo de fase mostrou-se com maior média entre as mulheres (7,1°), porém houve diferença estatisticamente significativa entre os sexos apenas para as médias do percentual de gordura. O ângulo de fase correlacionou-se com o índice de massa corporal (r = 0,44; p = 0,004) e houve uma tendência na correlação do ângulo de fase com a razão cintura/estatura (r = 0,29; p = 0,06) e fração de ejeção do ventrículo esquerdo (r = 0,29; p = 0,07).

Conclusões:

O ângulo de fase apresentou boa correlação com o índice de massa corporal e mostrou uma tendência de correlação com a fração de ejeção do ventrículo esquerdo, sustentando o paradoxo da obesidade e a importância prognóstica deste marcador. Ressalta-se ainda, a necessidade de novos estudos sobre a aplicabilidade do ângulo de fase no prognóstico nesta população.

  • Composição Corporal
  • índice de massa corporal
  • Insuficiência Cardíaca
  • Obesidade
  • Volume sistólico
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180006 Visualizações 2
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Relação Entre Circunferência do Pescoço e Espessura da Gordura Epicárdica em Uma População de Homens Saudáveis

Uğur Küçük et al. Hilal Olgun Küçük Ferhat Cüce Sevket Balta

Resumo

Fundamentos:

A gordura epicárdica é um depósito de gordura visceral na parte superior do organismo que pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento de perfis cardiovasculares e metabólicos adversos. Há uma relação direta significativa entre a quantidade de gordura epicárdica e a adiposidade corporal geral (índice de massa corporal, IMC), mas dados sobre a adiposidade subcutânea são limitados.

Objetivos:

Realizamos um estudo para determinar a associação entre a circunferência do pescoço e a espessura da gordura epicárdica em jovens saudáveis do sexo masculino, além de avaliar as suas correlações individuais com a adiposidade corporal geral e fatores de risco cardiometabólicos.

Métodos:

Cem pacientes consecutivos do sexo masculino com idade igual ou superior a 18 anos e sem nenhuma condição médica importante e conhecida foram incluídos no estudo. Todos os participantes foram submetidos a um exame físico detalhado que incluiu medida da pressão arterial, peso, altura, razão cintura/quadril e circunferência do pescoço. Sangue foi coletado para determinação da glicemia de jejum e parâmetros lipídicos. Um exame ecocardiográfico padrão foi realizado com determinação adicional da espessura da gordura epicárdica.

Resultados:

Entre os 100 participantes do estudo, a circunferência do pescoço mostrou correlação significativa com o peso, circunferência de cintura, IMC, glicemia e níveis séricos de colesterol total, lipoproteína de baixa densidade (LDL-colesterol) e triglicerídeos. Não foi observada correlação significativa entre a circunferência do pescoço e níveis de colesterol de alta densidade (HDL-colesterol). A circunferência do pescoço correlacionou moderadamente e positivamente com a espessura da gordura epicárdica à ecocardiografia.

Conclusão:

Entre pacientes com baixo risco cardiometabólico, o aumento da circunferência do pescoço foi associado a um aumento da espessura da gordura epicárdica.

  • Doenças Cardiovasculares
  • Ecocardiografia/diagnóstico
  • Glicemia
  • Gordura Intra-Abdominal
  • índice de massa corporal
  • Pescoço
  • Pressão Arterial
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08/08/2016 DOI: 10.5935/abc.20160112
Figura 1
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Original Article

Correlação da Resistência à Insulina e Medidas Antropométricas com Pressão Arterial de Adolescentes

Polyana Resende Silva de Morais et al. Ana Luiza Lima Sousa Thiago de Souza Veiga Jardim Flávia Miquetichuc Nogueira Nascente … Karla Lorena Mendonça Thaís Inácio Rolim Povoa Carolina de Souza Carneiro Vanessa Roriz Ferreira Weimar Kunz Sebba Barroso de Souza Paulo César Brandão Veiga Jardim

Resumo

Fundamentos:

A pressão arterial (PA) está diretamente relacionada com o índice de massa corporal (IMC), e indivíduos com circunferência da cintura (CC) aumentada apresentam risco maior de desenvolver hipertensão arterial e resistência à insulina, além de outras alterações metabólicas, desde a adolescência.

Objetivos:

Avaliar a correlação entre resistência à insulina, CC e IMC com PA de adolescentes.

Métodos:

Estudo transversal com amostra representativa de adolescentes escolares. Foram avaliados um grupo com PA alterada pela medida casual e/ou medida residencial da PA (percentil de PA > 90) e outro com PA normal. Foram também avaliados IMC e CC. Glicemia de jejum e insulina plasmática foram dosados utilizando o índice de HOMA-IR para resistência à insulina.

Resultados:

Foram estudados 162 adolescentes (35 no Grupo PA normal e 127 no Grupo PA alterada); 61,1% (n = 99) deles eram meninos, e a idade média foi 14,9 ± 1,62 anos. Foram observados 38 adolescentes (23,5%) com HOMA-IR alterado. Os adolescentes com PA alterada apresentaram valores maiores de CC, IMC e HOMA-IR (p < 0,05). A CC foi superior nos meninos dos dois grupos (p < 0,05) e só no Grupo PA alterada foram observados valores de HOMA-IR superiores entre meninas (p < 0,05). A correlação entre IMC e HOMA-IR no Grupo PA alterada foi moderada e significativa (ρ = 0,394; p < 0,001) e superior ao encontrado no Grupo PA normal. A correlação entre CC e HOMA-IR também foi significativa, moderada e semelhante em ambos os grupos (ρ = 0,345; p = < 0,05). Pela regressão logística, HOMA-IR foi preditor de alteração da PA (odds ratio – OR = 2,0; p = 0,001).

Conclusões:

Houve associação significativa entre resistência à insulina e PA com impacto desde a infância. A correlação e a associação entre os marcadores de risco cardiovasculares mais forte no Grupo PA alterada sugere que medidas de prevenção primária desses fatores de risco devem ser implementadas precocemente.

  • Adolescente
  • Antropometria
  • índice de massa corporal
  • Pressão Arterial
  • Resistência à Insulina
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22/03/2016 DOI: 10.5935/abc.20160041 Visualizações 1
Figura 1
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Artigo de Pesquisa

Variação da Pressão Arterial na Gestação Segundo o IMC no Início da Gravidez: Uma Coorte Brasileira

Fernanda Rebelo et al. Dayana Rodrigues Farias Roberta Hack Mendes Michael Maia Schlüssel Gilberto Kac

Fundamento:

O sistema cardiovascular materno sofre adaptações progressivas durante a gestação, acarretando flutuações da pressão arterial. Entretanto, não há consenso sobre a variação pressórica normal na gravidez saudável.

Objetivo:

Descrever a variação da pressão arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD) durante a gravidez e no pós-parto imediato segundo o índice de massa corporal (IMC) no início da gravidez.

Métodos:

A PAS e a PAD foram medidas no 1º, 2º e 3º trimestres gestacionais e aos 30-45 dias pós-parto em uma coorte prospectiva de 189 mulheres com idade entre 20 e 40 anos. O IMC (kg/m2) foi aferido até a 13a semana e classificado como normal (< 25,0) ou excessivo (≥ 25,0). Modelos longitudinais de efeitos mistos foram utilizados para a análise estatística.

Resultados:

Observou-se diminuição da PAS e da PAD do primeiro para o segundo trimestre (βPAS=-0,394; IC95%:-0,600- -0,188 e βPAD=-0,617; IC95%:-0,780- -0,454) e subsequente aumento de ambas até 30-45 dias após o parto (βPAS=0,010; IC95%:0,006-0,014 e βPAD=0,015; IC95%:0,012-0,018). As mulheres com IMC excessivo apresentaram média de PAS maior em todos os trimestres, e de PAD maior no primeiro e no terceiro trimestres. O IMC excessivo no início da gestação esteve positivamente associado com mudanças na PAS (βPAS=7,055; IC95%:4,499-9,610) e na PAD (βPAD=3,201; IC95%:1,136-5,266).

Conclusão:

A PAS e a PAD diminuíram do primeiro para o segundo trimestre e aumentaram do segundo trimestre até o pósparto. Mulheres com IMC excessivo no início da gestação apresentaram valores mais elevados de PAS e PAD ao longo da gravidez, mas não no pós-parto, quando comparadas às de IMC normal.

  • Estudos de Coortes
  • Gestantes
  • Gravidez
  • índice de massa corporal
  • Pressão Arterial
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13/02/2015 DOI: 10.5935/abc.20150007 Visualizações 2
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Artigo Original

Pressão arterial elevada em crianças e sua correlação com três definições de obesidade infantil

Leonardo Iezzi de Moraes et al. Thaís Coutinho Nicola Julyanna Silva Araújo de Jesus Eduardo Roberty Badiani Alves … Nayara Paula Bernurdes Giovaninni Daniele Gasparini Marcato Jéssica Dutra Sampaio Jeanne Teixeira Bessa Fuly Everlayny Fiorot Costalonga

FUNDAMENTO:

Diversos autores correlacionaram o aumento do risco cardiovascular com o estado nutricional, porém existem diferentes critérios para a classificação de sobrepeso e obesidade em crianças. Objetivos: Avaliar o desempenho de três critérios de classificação nutricional em crianças, como definidores da presença de obesidade e preditores de níveis pressóricos elevados em escolares.

MÉTODOS:

Oitocentas e dezessete crianças de 6 a 13 anos matriculadas em escolas públicas do município de Vila Velha (ES) foram submetidas a avaliação antropométrica e de pressão arterial. A classificação quanto ao estado nutricional foi estabelecida mediante dois critérios internacionais (CDC/NCHS 2000 e IOTF 2000) e um critério brasileiro (Conde e Monteiro 2006).

RESULTADOS:

A prevalência de excesso de peso foi maior quando utilizado o critério de Conde e Monteiro (27%), e menor pelo critério do IOTF (15%). Pressão arterial elevada foi observada em 7,3% das crianças. Identificou-se forte associação entre a presença de excesso de peso e a ocorrência de níveis pressóricos elevados, independentemente do critério utilizado (p < 0,001). O critério que demonstrou maior sensibilidade em prever PA elevada foi o de Conde e Monteiro (44%), enquanto o de maior especificidade (94%), além de maior acurácia geral (63%), foi o do CDC.

CONCLUSÕES:

A prevalência de excesso de peso em crianças brasileiras é maior quando utilizado o critério de classificação de Conde e Monteiro, e menor quando utilizado o critério do IOTF. O critério de classificação brasileiro demonstrou ser o mais sensível como preditor de risco de PA elevada nessa amostra.

  • Criança
  • Hipertensão
  • índice de massa corporal
  • Obesidade
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09/11/2013 DOI: 10.5935/abc.20130233 Visualizações 1
Prega cutânea tricipital como preditor prognóstico na insuficiência cardíaca ambulatorial
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Artigo Original

Prega cutânea tricipital como preditor prognóstico na insuficiência cardíaca ambulatorial

Priccila Zuchinali et al. Gabriela Corrêa Souza Fernanda Donner Alves Karina Sanches Machado d'Almeida … Lívia Adams Goldraich Nadine Oliveira Clausell Luis Eduardo Paim Rohde

FUNDAMENTO: A maioria dos estudos relatando o paradoxo da obesidade utiliza índice de massa corporal (IMC) para classificar obesidade. Dados avaliando o valor prognóstico de outras medidas indiretas de composição corporal são pouco explorados na insuficiência cardíaca (IC). OBJETIVO: Avaliar a associação entre IMC e outras medidas de composição corporal indiretas com risco de morte por todas as causas na IC. MÉTODOS: Parâmetros antropométricos de composição corporal foram avaliados em 344 pacientes ambulatoriais com fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) 20 mm estava presente em 9% dos pacientes que morreram e em 22% dos vivos (p = 0,027). Na análise univariada, creatinina sérica, FEVE e classe funcional foram associadas ao risco de morte. Na regressão de Cox, PCT > 20 mm foi o preditor independente mais forte de mortalidade por qualquer causa (hazard ratio: 0,36; IC 95%: 0,13-0,97; p = 0,03). CONCLUSÃO: Embora IMC seja o parâmetro antropométrico mais utilizado na prática clínica, nossos resultados sugerem que PCT pode ser um melhor preditor de mortalidade em pacientes ambulatoriais com IC.

  • Composição Corporal
  • índice de massa corporal
  • Insuficiência Cardíaca
  • Mortalidade
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13/09/2013 DOI: 10.5935/abc.20130185
Associação entre medidas antropométricas e fatores de risco cardiovascular em crianças e adolescentes
ABC
Artigo Original

Associação entre medidas antropométricas e fatores de risco cardiovascular em crianças e adolescentes

Miria Suzana Burgos et al. Leandro Tibiriçá Burgos Marcelo Dias Camargo Silvia Isabel Rech Franke … Daniel Prá Antônio Marcos Vargas da Silva Tássia Silvana Borges Pâmela Ferreira Todendi Miriam Beatris Reckziegel Cézane Priscila Reuter

FUNDAMENTO: A obesidade tem sido identificada como importante fator de risco no desenvolvimento de doenças cardiovasculares, porém outros fatores exercem influência, combinados ou não à obesidade, e devem ser considerados na estratificação de risco cardiovascular em pediatria. OBJETIVO: Analisar a associação entre medidas antropométricas e fatores de risco cardiovascular, investigar os determinantes para as mudanças da pressão arterial (PA) e propor uma equação de predição para circunferência de cintura (CC) em crianças e adolescentes. MÉTODOS: Foram avaliadas 1.950 crianças e adolescentes, com idade entre 7-18 anos. Foi investigada a gordura visceral pela CC e a relação cintura-quadril, PA e índice de massa corporal (IMC). Em uma subamostra selecionada aleatoriamente desses voluntários (n = 578), foram medidos o colesterol total, a glicemia e os triglicerídeos. RESULTADOS: A CC se correlacionou positivamente com o IMC (r = 0,85; p < 0,001) e a PA (PAS r = 0,45 e PAD = 0,37; p < 0,001). A glicemia e os triglicerídeos apresentaram correlação fraca com a CC (r = 0,110; p = 0,008 e r = 0,201; p < 0,001, respectivamente). O colesterol total não se correlacionou com nenhuma variável. Idade, IMC e CC foram preditores significativos nos modelos de regressão para PA (p < 0,001). Propõe-se uma equação de predição da CC para crianças e adolescentes: meninos: y = 17,243 + 0,316 (altura em cm); meninas: y = 25,197 + 0,256 (altura em cm). CONCLUSÃO: A CC está associada com fatores de risco cardiovascular e apresenta-se como fator preditor de risco para hipertensão em crianças e adolescentes. A equação de predição para CC proposta em nosso estudo deve ser testada em futuros trabalhos.

  • Adolescente
  • Circunferência abdominal
  • Criança
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • índice de massa corporal
  • Obesidade
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27/08/2013 DOI: 10.5935/abc.20130169
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Comunicação Breve

Horas de sono e índice de massa corporal em pré-escolares do sul do Brasil

Maria Laura da Costa Louzada et al. Fernanda Rauber Paula Dal Bó Campagnolo Márcia Regina Vitolo

A prevenção e o tratamento do excesso de peso são particularmente complexos, reforçando a importância de estudos que visem esclarecer sua rede de causas e efeitos. Assim, o objetivo desse estudo foi avaliar a relação entre horas de sono noturnas e medidas antropométricas. Realizou-se uma análise transversal realizada a partir de dados de 348 crianças de 3 e 4 anos da cidade de São Leopoldo/ RS. As horas de sono noturnas foram relatadas pelas mães e as medidas de índice de massa corporal, circunferência da cintura e dobras cutâneas foram medidas de acordo com protocolo padrão. As análises foram ajustadas para consumo energético e horas de televisão assistidas. As crianças com excesso de peso apresentaram, em média, 0,39 horas a menos de sono em relação àquelas com peso adequado (9,77 ± 1,44 versus 10,17 ± 1,34; IC95% 0,03-0,76). Observou-se associação inversa entre horas de sono noturnas e valores de escore z de índice de massa corporal para idade (B = -0,12 IC95% -0,22–0,02). A circunferência da cintura e as dobras cutâneas apresentaram relação inversa com as horas de sono, porém sem diferença estatística. Em pré-escolares do sul do Brasil, menos horas de sono noturnas foram associadas com maiores valores de índice de massa corporal.

  • Circunferência da Cintura
  • dobras cutâneas
  • índice de massa corporal
  • pré-escolar
  • Sono
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11/03/2013 DOI: 10.1590/S0066-782X2012001500013 Visualizações 1
Prevalência de obesidade visceral estimada por equação preditiva em mulheres jovens pernambucanas
ABC
Artigo Original

Prevalência de obesidade visceral estimada por equação preditiva em mulheres jovens pernambucanas

Marina de Moraes Vasconcelos Petribú et al. Poliana Coelho Cabral Alcides da Silva Diniz Pedro Israel Cabral de Lira … Malaquias Batista Filho Ilma Kruze Grande de Arruda

FUNDAMENTO: O acúmulo de gordura visceral é considerado o principal fator de risco para doenças cardiovasculares e metabólicas. OBJETIVO: Determinar a prevalência de obesidade visceral e avaliar sua associação com fatores de risco cardiovasculares em mulheres jovens do Estado de Pernambuco. MÉTODOS: Estudo transversal, realizado com dados da “III Pesquisa Estadual de Saúde e Nutrição”, envolvendo mulheres entre 25 e 36 anos. Avaliaram-se as variáveis: Índice de Massa Corporal (IMC), Circunferência da Cintura (CC), Razão Cintura-Estatura (RCE), Volume de Gordura Visceral (VGV) estimado por equação preditiva, Pressão Arterial Sistólica e Diastólica (PAS, PAD), Colesterol Total (CT), Triglicerídeo (TG), Glicemia de Jejum (GJ). RESULTADOS: Foram avaliadas 517 mulheres, com mediana de idade de 29 anos (27-32) e prevalência de obesidade visceral de 30,6%. Valores de IMC, PAS, PAD e TG foram superiores no grupo com obesidade visceral: IMC = 28,0 kg/m² (25,0 – 21,4) vs 23,9 kg/m² (21,5 – 26,4); PAS = 120,0 mmHg (110,0 – 130,0) vs 112,0 mmHg (100,0 – 122,0); PAD = 74 mmHg (70 – 80) vs 70 mmHg (63 – 80); TG = 156,0 mg/dL (115,0 – 203,2) vs 131,0 mg/dL (104,0 – 161,0), respectivamente, p < 0,01. Idade, PAS, PAD, TG e CT apresentaram correlação positiva e significante com o VGV: r = 0,171; 0,224; 0,163; 0,278; 0,124; respectivamente, p < 0,005. CONCLUSÃO: Verificou-se uma elevada prevalência de obesidade visceral, estando estatisticamente correlacionada a fatores de risco cardiovasculares.

  • Dislipidemias
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • Gordura subcutânea abdominal
  • índice de massa corporal
  • Mulheres
  • Pressão Arterial
  • Prevalência
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08/03/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000023
Resistência insulínica e sua relação com os componentes da síndrome metabólica
ABC
Artigo Original

Resistência insulínica e sua relação com os componentes da síndrome metabólica

Carla Campos Muniz Medeiros et al. Alessandra Teixeira Ramos Maria Aparecida Alves Cardoso Inácia Sátiro Xavier França … Anajás da Silva Cardoso Nathalia Costa Gonzaga

FUNDAMENTO: Os portadores de resistência à insulina apresentam maior predisposição para desenvolver posteriormente Síndrome Metabólica (SM), Diabetes Mellitus tipo 2 e Doença Cardiovascular (DCV). OBJETIVO: Avaliar a associação entre resistência insulínica (RI) e os componentes da síndrome metabólica. MÉTODOS: Estudo transversal envolvendo 196 indivíduos entre 2 e 18 anos, usuários do sistema único de saúde. A associação da RI com os componentes da SM foi avaliada pelo teste do qui-quadrado, adotando-se o valor do índice da homeostase glicêmica (HOMA-RI) > 2,5, e pelo teste de variância (ANOVA) e Tukey, por meio da comparação das médias dos componentes nos quartis do HOMA-RI. A análise estatística foi realizada através do SPSS 17.0, com a adoção do nível de significância de 5%. RESULTADOS: RI foi observada em 41,3% da população estudada e esteve associada à faixa etária entre 10-18 anos (p = 0,002 RP = 3,2), à SM em ambos os sexos [Masculino (p = 0,022 RP = 3,7) e Feminino (p = 0,007 RP = 2,7)] e ao triglicerídeo alterado (p = 0,005 RP = 2,9) no sexo feminino. Os valores médios dos componentes da SM diferiram significativamente entre os quartis do HOMA-RI (p < 0,01), com exceção do HDL-colesterol. CONCLUSÃO: A resistência insulínica pode ser considerada um marcador de risco cardiovascular.

  • índice de massa corporal
  • Obesidade
  • Resistência à Insulina
  • Síndrome Metabólica
  • Sobrepeso
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30/09/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000089 Visualizações 1
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Artigo Original

Associação de diferentes medidas e índices antropométricos com a carga aterosclerótica coronariana

Patricia Chagas et al. Paulo Caramori Christiano Barcellos Tatiana Pizzato Galdino … Irênio Gomes Carla Helena Augustin Schwanke

FUNDAMENTO: A associação entre parâmetros antropométricos e carga aterosclerótica ainda não está bem estabelecida e poucos estudos na literatura abordam esse tema. OBJETIVO: Avaliar a associação de diferentes parâmetros antropométricos com a carga aterosclerótica coronariana. MÉTODOS: Participaram do estudo pacientes adultos submetidos à cineangiocoronariografia. Dados sociodemográficos e fatores de risco cardiovasculares foram coletados em um questionário padronizado. Foram medidos peso, altura, circunferência da cintura (CC), circunferência abdominal (CABD), circunferência do quadril (CQ) e circunferência do pescoço (CP), com o cálculo do índice de massa corporal (IMC) e das relações cintura-quadril (RCQ), circunferência abdominal-quadril (RCABDQ) e cintura-altura (RCALT). A carga aterosclerótica coronariana na cineangiocoronariografia foi medida pelo Escore de Friesinger (EF). Aterosclerose significativa foi considerada quando o EF > 5. RESULTADOS: A amostra foi constituída por 337 pacientes, dos quais 213 eram homens (63,2%). A idade média foi de 60,1 ± 10 anos. Somente a RCQ (r = 0,159 e p = 0,003) apresentou correlação linear significativa com a carga aterosclerótica coronariana medida pelo EF. Quando separamos a amostra por gênero, nas mulheres encontramos correlação significativa da RCABDQ (r = 0,238 e p = 0,008) e da RCQ (r = 0,198 e p = 0,028) com o EF. Não se encontrou nos homens correlação entre parâmetros antropométricos e EF. Após os ajustes para as variáveis sexo, idade, HAS, tabagismo e DM, nenhum parâmetro antropométrico foi associado com a carga aterosclerótica coronariana medida pelo EF na amostra total ou separada por gênero. CONCLUSÃO: Nenhum parâmetro antropométrico foi fator de risco independente para a carga aterosclerótica coronariana.

  • Antropometria
  • Doença da Artéria Coronariana
  • índice de massa corporal
  • relação cintura quadril
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30/09/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000093 Visualizações 2
A velocidade da onda de pulso em jovens: estudo do Rio de Janeiro
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Artigo Original

A velocidade da onda de pulso em jovens: estudo do Rio de Janeiro

Oswaldo Luiz Pizzi et al. Andréa Araujo Brandão Roberto Pozzan Maria Eliane Campos Magalhães … Elizabete Viana de Freitas Ayrton Pires Brandão

FUNDAMENTO: A velocidade da onda de pulso (VOP) pode ser marcador de comprometimento cardiovascular, porém existem poucos estudos em adultos jovens. OBJETIVO: Avaliar a associação da pressão arterial (PA), variáveis antropométricas e metabólicas, atuais e obtidas 13 anos antes, na infância e adolescência, com a VOP. MÉTODOS: Sessenta indivíduos foram acompanhados longitudinalmente e estratificados em dois grupos segundo o percentil da pressão arterial (PA) obtido 13 anos antes: Grupo 1 (G1): percentil da PA 95 (n = 35, 19M, 25,4 anos). Foram submetidos a avaliação clínica, análise laboratorial e medidas da VOP pelo método Complior. RESULTADOS: G1 apresentou maior média de idade; G2 exibiu maior média de: peso, PA sistólica (PAS), PA diastólica (PAD), PA média (PAM), VOP e glicemia, e menor média de HDL-colesterol. PAS, PAM e frequência cardíaca (FC) obtidas na infância e adolescência apresentaram correlação significativa com a VOP. Peso, altura, cintura, relação cintura/quadril, PAS, PAD, pressão de pulso (PP), PAM e creatinina atuais apresentaram correlação positiva e significativa com a VOP. A comparação das médias de VOP ajustadas pela PAS, PAD, PAS e PAD, PAM e PP não mostrou diferença estatisticamente significativa entre os grupos. CONCLUSÃO: O percentil da PA na infância/adolescência mostrou-se relacionado à distensibilidade arterial, avaliada pela VOP, 13 anos após. Alterações da VOP podem ser identificadas em indivíduos jovens, sugerindo que o comprometimento vascular precoce pode estar presente nessa faixa etária, relacionado também a pressão arterial, variáveis antropométricas e metabólicas.

  • Adolescente
  • Brasil
  • índice de massa corporal
  • Pressão Arterial
  • Velocidade do fluxo sanguíneo
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27/05/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000067

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Como citar este artigo

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Fiuza M. Além da Remissão: O Impacto Cardiometabólico da Vasculite Associada a ANCA. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(4):e20260373.

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Fiuza, Manuela. Além da Remissão: O Impacto Cardiometabólico da Vasculite Associada a ANCA. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 4, e20260373, jul. 2026.

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Fiuza, M. (2026). Além da Remissão: O Impacto Cardiometabólico da Vasculite Associada a ANCA. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(4), e20260373.

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Fiuza, Manuela. Além da Remissão: O Impacto Cardiometabólico da Vasculite Associada a ANCA. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 4, [citado 2026-10-14], e20260373. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/alem-da-remissao-o-impacto-cardiometabolico-da-vasculite-associada-a-anca/>. ISSN 0066-782X

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Cesena FY, Generoso G, Santos IS, Pereira AC, Bittencourt MS, Santos RD, Lotufo PA, et al. O Risco de Doença Cardiovascular Segundo o Escore Não Laboratorial da OMS em uma População Brasileira Selecionada: Percentis da Distribuição e Concordância com o Escore Laboratorial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(7):e20240002.

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Cesena, Fernando Yue; Generoso, Giuliano; Santos, Itamar de S.; Pereira, Alexandre C.; Bittencourt, Marcio S.; Santos, Raul D.; Lotufo, Paulo A.; Benseñor, Isabela M.. O Risco de Doença Cardiovascular Segundo o Escore Não Laboratorial da OMS em uma População Brasileira Selecionada: Percentis da Distribuição e Concordância com o Escore Laboratorial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 7, e20240002, ago. 2024.

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Cesena, F. Y., Generoso, G., Santos, I. S., Pereira, A. C., Bittencourt, M. S., Santos, R. D., Lotufo, P. A., & Benseñor, I. M. (2024). O Risco de Doença Cardiovascular Segundo o Escore Não Laboratorial da OMS em uma População Brasileira Selecionada: Percentis da Distribuição e Concordância com o Escore Laboratorial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(7), e20240002.

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Cesena, Fernando Yue and Generoso, Giuliano and Santos, Itamar de S. and Pereira, Alexandre C. and Bittencourt, Marcio S. and Santos, Raul D. and Lotufo, Paulo A. and Benseñor, Isabela M.. O Risco de Doença Cardiovascular Segundo o Escore Não Laboratorial da OMS em uma População Brasileira Selecionada: Percentis da Distribuição e Concordância com o Escore Laboratorial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 7, [citado 2026-10-14], e20240002. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-risco-de-doenca-cardiovascular-segundo-o-escore-nao-laboratorial-da-oms-em-uma-populacao-brasileira-selecionada-percentis-da-distribuicao-e-concordancia-com-o-escore-laboratorial/>. ISSN 0066-782X

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Huang X, He P, Wu L. Significado Clínico do Domínio da Peptidase M20 Contendo 1 em Pacientes com Aterosclerose Carotídea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(3):372-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Huang, Xincheng; He, Peiyuan; Wu, Linling. Significado Clínico do Domínio da Peptidase M20 Contendo 1 em Pacientes com Aterosclerose Carotídea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 3, p. 372-379, maio. 2022.

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Huang, X., He, P., & Wu, L. (2022). Significado Clínico do Domínio da Peptidase M20 Contendo 1 em Pacientes com Aterosclerose Carotídea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(3), 372-379.

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Huang, Xincheng and He, Peiyuan and Wu, Linling. Significado Clínico do Domínio da Peptidase M20 Contendo 1 em Pacientes com Aterosclerose Carotídea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 372-379. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/significado-clinico-do-dominio-da-peptidase-m20-contendo-1-em-pacientes-com-aterosclerose-carotidea/>. ISSN 0066-782X

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Alencar AKN, Wang H, Oliveira GMM, Sun X, Zapata-Sudo G, Groban L. Relações entre a Redução de Estrogênio, Obesidade e Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(6):1191-20.

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Alencar, Allan Kardec Nogueira de; Wang, Hao; Oliveira, Gláucia Maria Moraes de; Sun, Xuming; Zapata-Sudo, Gisele; Groban, Leanne. Relações entre a Redução de Estrogênio, Obesidade e Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 6, p. 1191-1201, out. 2021.

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Alencar, A. K. N. , Wang, H., Oliveira, G. M. M. , Sun, X., Zapata-Sudo, G., & Groban, L. (2021). Relações entre a Redução de Estrogênio, Obesidade e Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(6), 1191-1201.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Alencar, Allan Kardec Nogueira de and Wang, Hao and Oliveira, Gláucia Maria Moraes de and Sun, Xuming and Zapata-Sudo, Gisele and Groban, Leanne. Relações entre a Redução de Estrogênio, Obesidade e Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1191-1201. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacoes-entre-a-reducao-de-estrogenio-obesidade-e-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-preservada/>. ISSN 0066-782X

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Jardim PCBV, Jardim TSV. Idade Cronológica ou Idade Biológica, Principalmente uma Questão de Estilo de Vida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(3):463-4.

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Jardim, Paulo César B. Veiga; Jardim, Thiago de Souza Veiga. Idade Cronológica ou Idade Biológica, Principalmente uma Questão de Estilo de Vida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 3, p. 463-464, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Jardim, P. C. B. V., & Jardim, T. S. V. (2021). Idade Cronológica ou Idade Biológica, Principalmente uma Questão de Estilo de Vida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(3), 463-464.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Jardim, Paulo César B. Veiga and Jardim, Thiago de Souza Veiga. Idade Cronológica ou Idade Biológica, Principalmente uma Questão de Estilo de Vida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 463-464. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/idade-cronologica-ou-idade-biologica-principalmente-uma-questao-de-estilo-de-vida/>. ISSN 0066-782X

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Almeida RT, Matos SMA, Aquino EML. Desempenho Individual e Combinado de Indicadores de Obesidade Geral e Central para Estimar Risco Coronariano em Participantes do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(4):701-12.

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Almeida, Rogério Tosta de; Matos, Sheila Maria Alvim; Aquino, Estela M. L.. Desempenho Individual e Combinado de Indicadores de Obesidade Geral e Central para Estimar Risco Coronariano em Participantes do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 4, p. 701-712, jul. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Almeida, R. T. , Matos, S. M. A., & Aquino, E. M. L. (2021). Desempenho Individual e Combinado de Indicadores de Obesidade Geral e Central para Estimar Risco Coronariano em Participantes do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(4), 701-712.

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Almeida, Rogério Tosta de and Matos, Sheila Maria Alvim and Aquino, Estela M. L.. Desempenho Individual e Combinado de Indicadores de Obesidade Geral e Central para Estimar Risco Coronariano em Participantes do ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 701-712. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/desempenho-individual-e-combinado-de-indicadores-de-obesidade-geral-e-central-para-estimar-risco-coronariano-em-participantes-do-elsa-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Saadati HM, Sabour S, Mansournia MA, Mehrabi Y, Nazari SSH. O Efeito Direto do Índice de Massa Corporal nos Resultados Cardiovasculares entre Participantes sem Obesidade Central pela Estimativa por Máxima Verossimilhança Direcionada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(5):879-86.

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Saadati, Hossein Mozafar; Sabour, Siamak; Mansournia, Mohammad Ali; Mehrabi, Yadollah; Nazari, Seyed Saeed Hashemi. O Efeito Direto do Índice de Massa Corporal nos Resultados Cardiovasculares entre Participantes sem Obesidade Central pela Estimativa por Máxima Verossimilhança Direcionada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 5, p. 879-886, maio. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Saadati, H. M., Sabour, S., Mansournia, M. A., Mehrabi, Y., & Nazari, S. S. H. (2021). O Efeito Direto do Índice de Massa Corporal nos Resultados Cardiovasculares entre Participantes sem Obesidade Central pela Estimativa por Máxima Verossimilhança Direcionada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(5), 879-886.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Saadati, Hossein Mozafar and Sabour, Siamak and Mansournia, Mohammad Ali and Mehrabi, Yadollah and Nazari, Seyed Saeed Hashemi. O Efeito Direto do Índice de Massa Corporal nos Resultados Cardiovasculares entre Participantes sem Obesidade Central pela Estimativa por Máxima Verossimilhança Direcionada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 879-886. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-efeito-direto-do-indice-de-massa-corporal-nos-resultados-cardiovasculares-entre-participantes-sem-obesidade-central-pela-estimativa-por-maxima-verossimilhanca-direcionada/>. ISSN 0066-782X

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Favarato D. Obesidade, Gordura Corporal e Desfecho Cardiovascular: Além do Índice de Massa Corporal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(5):887-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Favarato, Desiderio. Obesidade, Gordura Corporal e Desfecho Cardiovascular: Além do Índice de Massa Corporal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 5, p. 887-888, maio. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Favarato, D. (2021). Obesidade, Gordura Corporal e Desfecho Cardiovascular: Além do Índice de Massa Corporal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(5), 887-888.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Favarato, Desiderio. Obesidade, Gordura Corporal e Desfecho Cardiovascular: Além do Índice de Massa Corporal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 887-888. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/obesidade-gordura-corporal-e-desfecho-cardiovascular-alem-do-indice-de-massa-corporal/>. ISSN 0066-782X

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Laukkanen JA, Kunutsor SK. O Paradoxo da Obesidade na Insuficiência Cardíaca Depende da Aptidão Cardiorrespiratória?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):646-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Laukkanen, Jari A.; Kunutsor, Setor K.. O Paradoxo da Obesidade na Insuficiência Cardíaca Depende da Aptidão Cardiorrespiratória?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 646-648, out. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Laukkanen, J. A., & Kunutsor, S. K. (2020). O Paradoxo da Obesidade na Insuficiência Cardíaca Depende da Aptidão Cardiorrespiratória?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 646-648.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Laukkanen, Jari A. and Kunutsor, Setor K.. O Paradoxo da Obesidade na Insuficiência Cardíaca Depende da Aptidão Cardiorrespiratória?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 646-648. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-paradoxo-da-obesidade-na-insuficiencia-cardiaca-depende-da-aptidao-cardiorrespiratoria/>. ISSN 0066-782X

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Moreira RI, Silva TP, Gonçalves AV, Feliciano J, Rio P, Soares R, Ferreira RC, et al. O Impacto da Aptidão Cardiorrespiratória no Paradoxo da Obesidade em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):639-45.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Moreira, Rita Ilhão; Silva, Tiago Pereira; Gonçalves, António Valentim; Feliciano, Joana; Rio, Pedro; Soares, Rui; Ferreira, Rui Cruz. O Impacto da Aptidão Cardiorrespiratória no Paradoxo da Obesidade em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 639-645, out. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Moreira, R. I., Silva, T. P., Gonçalves, A. V., Feliciano, J., Rio, P., Soares, R., & Ferreira, R. C. (2020). O Impacto da Aptidão Cardiorrespiratória no Paradoxo da Obesidade em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 639-645.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Moreira, Rita Ilhão and Silva, Tiago Pereira and Gonçalves, António Valentim and Feliciano, Joana and Rio, Pedro and Soares, Rui and Ferreira, Rui Cruz. O Impacto da Aptidão Cardiorrespiratória no Paradoxo da Obesidade em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 639-645. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-impacto-da-aptidao-cardiorrespiratoria-no-paradoxo-da-obesidade-em-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-reduzida/>. ISSN 0066-782X

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Tozo TA, Pereira BO, Menezes Junior FJ, Montenegro CM, Moreira CMM, Leite N. Medidas Hipertensivas em Escolares: Risco da Obesidade Central e Efeito Protetor da Atividade Física Moderada-Vigorosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(1):42-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Tozo, Tatiana Affornali; Pereira, Beatriz Oliveira; Menezes Junior, Francisco José de; Montenegro, Cristianne Morgado; Moreira, Carla Marisa Maia; Leite, Neiva. Medidas Hipertensivas em Escolares: Risco da Obesidade Central e Efeito Protetor da Atividade Física Moderada-Vigorosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 1, p. 42-49, ago. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Tozo, T. A., Pereira, B. O., Menezes Junior, F. J. , Montenegro, C. M., Moreira, C. M. M., & Leite, N. (2020). Medidas Hipertensivas em Escolares: Risco da Obesidade Central e Efeito Protetor da Atividade Física Moderada-Vigorosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(1), 42-49.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Tozo, Tatiana Affornali and Pereira, Beatriz Oliveira and Menezes Junior, Francisco José de and Montenegro, Cristianne Morgado and Moreira, Carla Marisa Maia and Leite, Neiva. Medidas Hipertensivas em Escolares: Risco da Obesidade Central e Efeito Protetor da Atividade Física Moderada-Vigorosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 42-49. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/medidas-hipertensivas-em-escolares-risco-da-obesidade-central-e-efeito-protetor-da-atividade-fisica-moderada-vigorosa/>. ISSN 0066-782X

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Otto ME, Atik FA, Moreira MN, Ribeiro LCM, Mello BCR, Lima JGE, Ribeiro MS, et al. Determinantes da Desproporção de Prótese Aórtica em Hospital de Atendimento de Saúde Pública Brasileiro: Pacientes Grandes ou Próteses Pequenas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;114(1):12-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Otto, Maria Estefania; Atik, Fernando Antibas; Moreira, Marcelo do Nascimento; Ribeiro, Luiz Carlos Madruga; Mello, Bianca Corrêa Rocha de; Lima, Joyce Gomes Elias; Ribeiro, Maiara Sanchez; Domingues, Ana Carolina Pereira Matos; Calzada, Reyna Pinheiro; Jreige Jr., Armindo; Schloicka, Larissa Lucas; Pibarot, Philippe. Determinantes da Desproporção de Prótese Aórtica em Hospital de Atendimento de Saúde Pública Brasileiro: Pacientes Grandes ou Próteses Pequenas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 1, p. 12-22, out. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Otto, M. E., Atik, F. A., Moreira, M. N., Ribeiro, L. C. M., Mello, B. C. R. , Lima, J. G. E., Ribeiro, M. S., Domingues, A. C. P. M., Calzada, R. P., Jreige Jr., A., Schloicka, L. L., & Pibarot, P. (2019). Determinantes da Desproporção de Prótese Aórtica em Hospital de Atendimento de Saúde Pública Brasileiro: Pacientes Grandes ou Próteses Pequenas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(1), 12-22.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Otto, Maria Estefania and Atik, Fernando Antibas and Moreira, Marcelo do Nascimento and Ribeiro, Luiz Carlos Madruga and Mello, Bianca Corrêa Rocha de and Lima, Joyce Gomes Elias and Ribeiro, Maiara Sanchez and Domingues, Ana Carolina Pereira Matos and Calzada, Reyna Pinheiro and Jreige Jr., Armindo and Schloicka, Larissa Lucas and Pibarot, Philippe. Determinantes da Desproporção de Prótese Aórtica em Hospital de Atendimento de Saúde Pública Brasileiro: Pacientes Grandes ou Próteses Pequenas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 114, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 12-22. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/determinantes-da-desproporcao-de-protese-aortica-em-hospital-de-atendimento-de-saude-publica-brasileiro-pacientes-grandes-ou-proteses-pequenas/>. ISSN 0066-782X

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Faria TC, Giannini DT, Gasparini PVF, Rocha RM. Insuficiência Cardíaca: Relação entre Parâmetros Antropométricos, Composição Corporal e Integridade Celular. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(3):226-34.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Faria, Tathiana Carestiato; Giannini, Denise Tavares; Gasparini, Patrícia Vasconcelos Fontana; Rocha, Ricardo Mourilhe. Insuficiência Cardíaca: Relação entre Parâmetros Antropométricos, Composição Corporal e Integridade Celular. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 3, p. 226-234, dez. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Faria, T. C., Giannini, D. T., Gasparini, P. V. F., & Rocha, R. M. (2018). Insuficiência Cardíaca: Relação entre Parâmetros Antropométricos, Composição Corporal e Integridade Celular. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(3), 226-234.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Faria, Tathiana Carestiato and Giannini, Denise Tavares and Gasparini, Patrícia Vasconcelos Fontana and Rocha, Ricardo Mourilhe. Insuficiência Cardíaca: Relação entre Parâmetros Antropométricos, Composição Corporal e Integridade Celular. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 226-234. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/insuficiencia-cardiaca-relacao-entre-parametros-antropometricos-composicao-corporal-e-integridade-celular/>. ISSN 2359-4802

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Küçük U, Küçük HO, Cüce F, Balta S. Relação Entre Circunferência do Pescoço e Espessura da Gordura Epicárdica em Uma População de Homens Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(3):266-70.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Küçük, Uğur; Küçük, Hilal Olgun; Cüce, Ferhat; Balta, Sevket. Relação Entre Circunferência do Pescoço e Espessura da Gordura Epicárdica em Uma População de Homens Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 3, p. 266-270, ago. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Küçük, U., Küçük, H. O., Cüce, F., & Balta, S. (2016). Relação Entre Circunferência do Pescoço e Espessura da Gordura Epicárdica em Uma População de Homens Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(3), 266-270.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Küçük, Uğur and Küçük, Hilal Olgun and Cüce, Ferhat and Balta, Sevket. Relação Entre Circunferência do Pescoço e Espessura da Gordura Epicárdica em Uma População de Homens Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 266-270. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-circunferencia-do-pescoco-e-espessura-da-gordura-epicardica-em-uma-populacao-de-homens-saudaveis/>. ISSN 0066-782X

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Morais PRS, Sousa ALL, Jardim TSV, Nascente FMN, Mendonça KL, Povoa TIR, Carneiro CS, et al. Correlação da Resistência à Insulina e Medidas Antropométricas com Pressão Arterial de Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;106(4):319-26.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Morais, Polyana Resende Silva de; Sousa, Ana Luiza Lima; Jardim, Thiago de Souza Veiga; Nascente, Flávia Miquetichuc Nogueira; Mendonça, Karla Lorena; Povoa, Thaís Inácio Rolim; Carneiro, Carolina de Souza; Ferreira, Vanessa Roriz; Souza, Weimar Kunz Sebba Barroso de; Jardim, Paulo César Brandão Veiga. Correlação da Resistência à Insulina e Medidas Antropométricas com Pressão Arterial de Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 4, p. 319-326, mar. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Morais, P. R. S. , Sousa, A. L. L., Jardim, T. S. V., Nascente, F. M. N., Mendonça, K. L., Povoa, T. I. R., Carneiro, C. S., Ferreira, V. R., Souza, W. K. S. B. , & Jardim, P. C. B. V. (2016). Correlação da Resistência à Insulina e Medidas Antropométricas com Pressão Arterial de Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(4), 319-326.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Morais, Polyana Resende Silva de and Sousa, Ana Luiza Lima and Jardim, Thiago de Souza Veiga and Nascente, Flávia Miquetichuc Nogueira and Mendonça, Karla Lorena and Povoa, Thaís Inácio Rolim and Carneiro, Carolina de Souza and Ferreira, Vanessa Roriz and Souza, Weimar Kunz Sebba Barroso de and Jardim, Paulo César Brandão Veiga. Correlação da Resistência à Insulina e Medidas Antropométricas com Pressão Arterial de Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 319-326. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-da-resistencia-a-insulina-e-medidas-antropometricas-com-pressao-arterial-de-adolescentes/>. ISSN 0066-782X

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Rebelo F, Farias DR, Mendes RH, Schlüssel MM, Kac G. Variação da Pressão Arterial na Gestação Segundo o IMC no Início da Gravidez: Uma Coorte Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;104(4):284-91.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rebelo, Fernanda; Farias, Dayana Rodrigues; Mendes, Roberta Hack; Schlüssel, Michael Maia; Kac, Gilberto. Variação da Pressão Arterial na Gestação Segundo o IMC no Início da Gravidez: Uma Coorte Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 4, p. 284-291, fev. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rebelo, F., Farias, D. R., Mendes, R. H., Schlüssel, M. M., & Kac, G. (2015). Variação da Pressão Arterial na Gestação Segundo o IMC no Início da Gravidez: Uma Coorte Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(4), 284-291.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rebelo, Fernanda and Farias, Dayana Rodrigues and Mendes, Roberta Hack and Schlüssel, Michael Maia and Kac, Gilberto. Variação da Pressão Arterial na Gestação Segundo o IMC no Início da Gravidez: Uma Coorte Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 104, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 284-291. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/variacao-da-pressao-arterial-na-gestacao-segundo-o-imc-no-inicio-da-gravidez-uma-coorte-brasileira/>. ISSN 0066-782X

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Moraes LI, Nicola TC, Jesus JSA, Alves ERB, Giovaninni NPB, Marcato DG, Sampaio JD, et al. Pressão arterial elevada em crianças e sua correlação com três definições de obesidade infantil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;102(2):175-80.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Moraes, Leonardo Iezzi de; Nicola, Thaís Coutinho; Jesus, Julyanna Silva Araújo de; Alves, Eduardo Roberty Badiani; Giovaninni, Nayara Paula Bernurdes; Marcato, Daniele Gasparini; Sampaio, Jéssica Dutra; Fuly, Jeanne Teixeira Bessa; Costalonga, Everlayny Fiorot. Pressão arterial elevada em crianças e sua correlação com três definições de obesidade infantil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 2, p. 175-180, nov. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Moraes, L. I. , Nicola, T. C., Jesus, J. S. A. , Alves, E. R. B., Giovaninni, N. P. B., Marcato, D. G., Sampaio, J. D., Fuly, J. T. B., & Costalonga, E. F. (2013). Pressão arterial elevada em crianças e sua correlação com três definições de obesidade infantil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(2), 175-180.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Moraes, Leonardo Iezzi de and Nicola, Thaís Coutinho and Jesus, Julyanna Silva Araújo de and Alves, Eduardo Roberty Badiani and Giovaninni, Nayara Paula Bernurdes and Marcato, Daniele Gasparini and Sampaio, Jéssica Dutra and Fuly, Jeanne Teixeira Bessa and Costalonga, Everlayny Fiorot. Pressão arterial elevada em crianças e sua correlação com três definições de obesidade infantil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 102, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 175-180. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/pressao-arterial-elevada-em-criancas-e-sua-correlacao-com-tres-definicoes-de-obesidade-infantil/>. ISSN 0066-782X

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Zuchinali P, Souza GC, Alves FD, d’Almeida KSM, Goldraich LA, Clausell NO, Rohde LEP, et al. Prega cutânea tricipital como preditor prognóstico na insuficiência cardíaca ambulatorial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(5):434-41.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Zuchinali, Priccila; Souza, Gabriela Corrêa; Alves, Fernanda Donner; d’Almeida, Karina Sanches Machado; Goldraich, Lívia Adams; Clausell, Nadine Oliveira; Rohde, Luis Eduardo Paim. Prega cutânea tricipital como preditor prognóstico na insuficiência cardíaca ambulatorial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 5, p. 434-441, set. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Zuchinali, P., Souza, G. C., Alves, F. D., d’Almeida, K. S. M., Goldraich, L. A., Clausell, N. O., & Rohde, L. E. P. (2013). Prega cutânea tricipital como preditor prognóstico na insuficiência cardíaca ambulatorial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(5), 434-441.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Zuchinali, Priccila and Souza, Gabriela Corrêa and Alves, Fernanda Donner and d’Almeida, Karina Sanches Machado and Goldraich, Lívia Adams and Clausell, Nadine Oliveira and Rohde, Luis Eduardo Paim. Prega cutânea tricipital como preditor prognóstico na insuficiência cardíaca ambulatorial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 434-441. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prega-cutanea-tricipital-como-preditor-prognostico-na-insuficiencia-cardiaca-ambulatorial/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Burgos MS, Burgos LT, Camargo MD, Franke SIR, Prá D, Silva AMV, Borges TS, et al. Associação entre medidas antropométricas e fatores de risco cardiovascular em crianças e adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(4):288-96.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Burgos, Miria Suzana; Burgos, Leandro Tibiriçá; Camargo, Marcelo Dias; Franke, Silvia Isabel Rech; Prá, Daniel; Silva, Antônio Marcos Vargas da; Borges, Tássia Silvana; Todendi, Pâmela Ferreira; Reckziegel, Miriam Beatris; Reuter, Cézane Priscila. Associação entre medidas antropométricas e fatores de risco cardiovascular em crianças e adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 4, p. 288-296, ago. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Burgos, M. S., Burgos, L. T., Camargo, M. D., Franke, S. I. R., Prá, D., Silva, A. M. V. , Borges, T. S., Todendi, P. F., Reckziegel, M. B., & Reuter, C. P. (2013). Associação entre medidas antropométricas e fatores de risco cardiovascular em crianças e adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(4), 288-296.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Burgos, Miria Suzana and Burgos, Leandro Tibiriçá and Camargo, Marcelo Dias and Franke, Silvia Isabel Rech and Prá, Daniel and Silva, Antônio Marcos Vargas da and Borges, Tássia Silvana and Todendi, Pâmela Ferreira and Reckziegel, Miriam Beatris and Reuter, Cézane Priscila. Associação entre medidas antropométricas e fatores de risco cardiovascular em crianças e adolescentes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 288-296. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-medidas-antropometricas-e-fatores-de-risco-cardiovascular-em-criancas-e-adolescentes/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Louzada MLC, Rauber F, Campagnolo PDB, Vitolo MR. Horas de sono e índice de massa corporal em pré-escolares do sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;99(6):1156-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Louzada, Maria Laura da Costa; Rauber, Fernanda; Campagnolo, Paula Dal Bó; Vitolo, Márcia Regina. Horas de sono e índice de massa corporal em pré-escolares do sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 6, p. 1156-1158, mar. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Louzada, M. L. C., Rauber, F., Campagnolo, P. D. B., & Vitolo, M. R. (2013). Horas de sono e índice de massa corporal em pré-escolares do sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(6), 1156-1158.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Louzada, Maria Laura da Costa and Rauber, Fernanda and Campagnolo, Paula Dal Bó and Vitolo, Márcia Regina. Horas de sono e índice de massa corporal em pré-escolares do sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 99, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1156-1158. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/horas-de-sono-e-indice-de-massa-corporal-em-pre-escolares-do-sul-do-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Petribú MMV, Cabral PC, Diniz AS, Lira PIC, Batista Filho M, Arruda IKG. Prevalência de obesidade visceral estimada por equação preditiva em mulheres jovens pernambucanas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;98(4):307-14.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Petribú, Marina de Moraes Vasconcelos; Cabral, Poliana Coelho; Diniz, Alcides da Silva; Lira, Pedro Israel Cabral de; Batista Filho, Malaquias; Arruda, Ilma Kruze Grande de. Prevalência de obesidade visceral estimada por equação preditiva em mulheres jovens pernambucanas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 98, n. 4, p. 307-314, mar. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Petribú, M. M. V., Cabral, P. C., Diniz, A. S., Lira, P. I. C. , Batista Filho, M., & Arruda, I. K. G. (2012). Prevalência de obesidade visceral estimada por equação preditiva em mulheres jovens pernambucanas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 98(4), 307-314.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Petribú, Marina de Moraes Vasconcelos and Cabral, Poliana Coelho and Diniz, Alcides da Silva and Lira, Pedro Israel Cabral de and Batista Filho, Malaquias and Arruda, Ilma Kruze Grande de. Prevalência de obesidade visceral estimada por equação preditiva em mulheres jovens pernambucanas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 98, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 307-314. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-de-obesidade-visceral-estimada-por-equacao-preditiva-em-mulheres-jovens-pernambucanas/>. ISSN 0066-782X

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Medeiros CCM, Ramos AT, Cardoso MAA, França ISX, Cardoso AS, Gonzaga NC. Resistência insulínica e sua relação com os componentes da síndrome metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(5):380-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Medeiros, Carla Campos Muniz; Ramos, Alessandra Teixeira; Cardoso, Maria Aparecida Alves; França, Inácia Sátiro Xavier; Cardoso, Anajás da Silva; Gonzaga, Nathalia Costa. Resistência insulínica e sua relação com os componentes da síndrome metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 5, p. 380-389, set. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Medeiros, C. C. M., Ramos, A. T., Cardoso, M. A. A., França, I. S. X., Cardoso, A. S., & Gonzaga, N. C. (2011). Resistência insulínica e sua relação com os componentes da síndrome metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(5), 380-389.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Medeiros, Carla Campos Muniz and Ramos, Alessandra Teixeira and Cardoso, Maria Aparecida Alves and França, Inácia Sátiro Xavier and Cardoso, Anajás da Silva and Gonzaga, Nathalia Costa. Resistência insulínica e sua relação com os componentes da síndrome metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 380-389. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/resistencia-insulinica-e-sua-relacao-com-os-componentes-da-sindrome-metabolica/>. ISSN 0066-782X

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Chagas P, Caramori P, Barcellos C, Galdino TP, Gomes I, Schwanke CHA. Associação de diferentes medidas e índices antropométricos com a carga aterosclerótica coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(5):397-401.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Chagas, Patricia; Caramori, Paulo; Barcellos, Christiano; Galdino, Tatiana Pizzato; Gomes, Irênio; Schwanke, Carla Helena Augustin. Associação de diferentes medidas e índices antropométricos com a carga aterosclerótica coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 5, p. 397-401, set. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Chagas, P., Caramori, P., Barcellos, C., Galdino, T. P., Gomes, I., & Schwanke, C. H. A. (2011). Associação de diferentes medidas e índices antropométricos com a carga aterosclerótica coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(5), 397-401.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Chagas, Patricia and Caramori, Paulo and Barcellos, Christiano and Galdino, Tatiana Pizzato and Gomes, Irênio and Schwanke, Carla Helena Augustin. Associação de diferentes medidas e índices antropométricos com a carga aterosclerótica coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 397-401. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-de-diferentes-medidas-e-indices-antropometricos-com-a-carga-aterosclerotica-coronariana/>. ISSN 0066-782X

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Pizzi OL, Brandão AA, Pozzan R, Magalhães MEC, Freitas EV, Brandão AP. A velocidade da onda de pulso em jovens: estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(1):53-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pizzi, Oswaldo Luiz; Brandão, Andréa Araujo; Pozzan, Roberto; Magalhães, Maria Eliane Campos; Freitas, Elizabete Viana de; Brandão, Ayrton Pires. A velocidade da onda de pulso em jovens: estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 1, p. 53-58, maio. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pizzi, O. L., Brandão, A. A., Pozzan, R., Magalhães, M. E. C., Freitas, E. V. , & Brandão, A. P. (2011). A velocidade da onda de pulso em jovens: estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(1), 53-58.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pizzi, Oswaldo Luiz and Brandão, Andréa Araujo and Pozzan, Roberto and Magalhães, Maria Eliane Campos and Freitas, Elizabete Viana de and Brandão, Ayrton Pires. A velocidade da onda de pulso em jovens: estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 53-58. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-velocidade-da-onda-de-pulso-em-jovens-estudo-do-rio-de-janeiro/>. ISSN 0066-782X

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